Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08598

Full Text
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IlIVIil. IOIEIO 9.
rtr tre m9tn Teicidos 6|O0P
DIARIO
'"i
SEITA FElli 23 DE M1I0 M 62.
Pr ano adiantado 191000
P.rt fraaca para aabgeriitar
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE
Paraayba, o Sr. Antonio Alexandric o de Li-
ma ; natal, o Sr. Antonio Marques da Silva
Ar.s.ty, o Sr. A. de Lemoa Braca*: Cear n V
C, Amazonas, o Sr. Jerooymo da CoaU.
KNCARREGADOS-H 9UBSCRIPCAO DO SOL
c.'*fl,;, Sr- Cl*"*too ^*l*o Diaa ; Baha
? V' l* **** Ai^ea ; Rio
PER1VAMBUCO.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os dias as 9){ horas do dis.
Iguarass. Goianna, e Parahyba naa segundea
sextas-feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caruar, Altioho
Garanhuns na* targa.-feirai.
Pao d'Alho, Nazareth. Limeeiro, Brejo, Pea-
qneira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ouncerye Ex na. qua.ta.-feir.a.
Cabo, Sertnhanm, Rio Forrooso, Uoa.Barreiroe
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
7 Quarto ereaeente aoa 43 mioatoe da taide.
|3 La cheia as 8 horas e 18 mina toa da man.
*0 Qnarto mina.ant. a 1 hora da manh.
58 La no ti aos 41 minutos da manhia:
PREAUAR DE HOJE.
^Hmli' n,e,,W,B0'/. eazeite de carrapato,
aura de ser applicado a illuminagao daa diversas
reparligoe* de.ae presidio.
Pica doste modo aaiiafeito o pedido que acom-
panhon o aeu officio de 14 de abril ultimo, aob
o. 4. Offlciou-se ao director do arsenal de
guerra para (azer embarcar o barril de azeite.
ito ao director das obras publicas. Recom-
roendo a Vmc. que propunha
pecial de que trata o 82
que nos termos d< citada
o regurameulo es-
- do artigo 12 da lei nu-
mero 511 de 18 de jauho de 1862, para o aemco
da conservagao e reparos daa eatradas e pontes
da provincia, feto por arremalago.
Dito ao preaidente e merabros do conselho mu-
nicipal de recurso da comarca de Nazareih.
Pelo officio em que Vmc. me dirigi om 6 do
correte, fleo inteirado de haver funecionado du-
rante o prazo da lei, o conselho municipal de re-
T2L32Jlm"Ca e nao ler PPcido recia-
Dito ao conseibo administrativo Promova o
cooaelho administrativo a compra dos medica-
mentos constantes do pedido junto, os quaes sao
precisos a pharmacia militar, conforme solicitou
o brigadeiro commaodaoie daa armas, em officio
da honlem, sob n 1,012.
Dito ao mesmo. Promovj o conselho admi-
nistrativo a compra dos objectos constantes do
pedido junto, os qoaes Jsao precisos para provi-
mento do almoxrifado do araeotl de guerra.
Dita ao juu de direito do Limoeiro.Pelo aeu
officio n. 49 de 12 deste mez. Aquel inteir.do de
em decnn.eToa do cholera-a,orDI contina shi
n?ni'JIOuU de dira,l do Pj d'Alho- Pelo
fT de V/DC-Vul''lo de 15 do correte, fiquei
in irado de achar-se qu.ai .lUncU a epidemia
remante nesta comarca, e aguardo o mappa das
pessoas que nella falleceram dease mal.
Dito ao pharmaceulico Joaquim de Almeida
noto. Aceito e agradego o oflerecimenlo que
*mc. acaba de fazer, para encarregar-ae de for-
necer os medicameutos de que precissr o gover-
no para o tratamento do cholers-morbus nesta
Pro?,0e. om o bate de m*is cinco por cento
fh-.-*" de-de que j fw' Communicou-se a
tbesouraria de fazends.
i^J'V0. '.8".''? d0 Ri0 Formoso.-Respooden-
do o cilicio de 12 do cor.ente em que Vmc. me
","117"? PPemenlo nessa reguezia da
epidemia do cholera-morbus. tenho a dizer-lhe
que forara remeltidos ao juiz de Jireilo dessa
dmlita 0,,UCCOrrul!neceM"i01 ao tratamento
d.quelle mal, coovindo que Vmc entenda-se
Pnq.rf "l*"4** omelhanle respeito.
Portara. O presidente da provincia
Camello Pes$oa de laceria, major secretario do
commando das armas.
?ENIMRUC0
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
C0NCLU30 DA SESSAO DE 21 DE MAlO
DE 1862.
ORDEM 00 DA.
Primara parle.
Entra em discuasao o parecer que
postura confeccionada pela cmara
desta cidade, estabeleceodo bases
gao do contrato Cambroon*.
approv a
municipal
para eteou-
/ oin Pan v~..... *' 'Iro. Sr' \*** "."^ntaira Vta qioiu Ve7aa>rfFr,B,#,ro U boit* e into da manhai.
, l(Toa' Correio' P"tem *0 ".i da m.nhaalsegundo a. 12 hora. 6 min.lo. da tarde.
\jmi mitikir===
bovewwVa pbovwcia.
Expealftate alo da O de misto de
18tt5
OBclo so brigViro fcommandaaleJan armas,
i itVAJff*' "lisf"er 'gencia do iispeclor
faontem sob n. 433 faz-se preciso que V Exc
i.T^!!M?WWa!/oao '"lCl"ente. Feli-
iS!.L.,e,,.de ^o SuAnibo Flrmino de Lima,
.?.*J Liaoatro em jn.iro deste anr o foraro
cito^OBciou-se no maamo sent lo ao cai.iao
do porto. *
pito a masw-SITa-s V. Exc. de hformar
obre o que rede'Joaquim Patricio do Sisra-
menlo no ioeiuso requerimeoto.
Dito ao mesmo.Estando a partir para o pre-
sidio de Fernando o hia'a nacional Strnpano
jnento.e aflm de que ae sirva de mandar a :>romp-
tar os objectos que tiver de remetler coa des-
uno ao mesmo piesidio.
c ^i,0"cjlefe,1f Polic'a.-Pelo officio de V.
&.J1.805 de 19 do correnle flqaei iatoirsdo de
haver-ie procedido o corpo de delicio d( ra ios-
\Z?H,? "*** P'oeeaao por ocessiao do
fenmenlo que soffreu em Beberibe o prtto Ma-
llllCtoll.0 0t0 B^ ^BHello
h1!^-0 n***?-- officio do V. S. n. 803
d.n!.?2 eorrenle fll"61 ioleir.do de h.ver .ido
captirado en. Igu.rassu o pardo Joaquirn JTos
,n""..Petoe de offengas fisicaa gravea
ceT.cie"e? 0Bd" '" qUa" Tei hui-
Dito ao mesmo.-Restituln-do V. S. o oQlcio
t^?* dele*"10 oppl.enle do termo ce Bar-
Bait?^?!." e- e,,id0 da P'Jeuiia all rei-
W h Yo 5 J duer *? rJ>ot ao de V. S. o.
vSieotmfr!?!e.m" qrte SB P'wMwcfo con-
venientemente s semelhmte respeito.
ReVerio' J,0,|ecl"d 'hesourari. de f.z.nda.-
do rn.lh\. COb^0,! Com ofBcio d0 P'ftiidenle
do conaelbo adminislratlro do arsenal de guerra
ill,m .eorren,e. aob n.40ospspe? que
ioformago mande
>. I^Pm ? T*W>* COSTEIROS.
'JSStSR &. *"''
r. n ***""* 08 OHHIBO.
Recite: oApipuco, s 6 lr2. 7, 7 1|S, 8
a 81,2 da m,, de OlinYa .Vd. V70 da ;'de
'*E2* f J'2 Ja m.; do Caxangi iVarzel
J de ,? Btmfic* s8 ds m
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES ya CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas quintas.
Relacio: torcaa aabbados s 10 horas.
Faz.nda: qninlas a 10 horas.
Juizo do commercio : segundaa ao mel da.
Dito do orphaoa : targas a sextas s 10 horaa.
PridTa*,r* "" d dT*': ,,rS** ,It" mti0
Sgunda Tara do eivel:
tarde.
I DAS DA 8BMAKA.
19 Seg.oda. s. Pedro Celestino p.
ora da
quarlasa sabbadoa 1
24 Sabbado. S Afra m.; S. Pal.di. m.
t Domingo. S. Grforte VI p. S. |iirt M|f^
ASS1G.NA-SE
e que
Dito ao mesmo.-Transmitto V. S., cot forma i f.i! m*\ V* "1**** aSmST-T "** *Vrren.. sobTi-1-"? u M>alrl'J^<> AitoTio Loilio. e lendo
422, os inclusos documento, untaos que exi.tiamJenmrI",', P""" da junta militar desaude, re-
i secretaria dn ., -i..s. \ .Bl ftolrn conceder-lhe ite$ mezes de licanca ooa ter-
-106 do regulamento de27 de outu-lor5*n)enl0 P'O'incial.
. para tr.tar de sua saude (ora'da1 *?-'*' Aaaembla
armaa. "~ Con,BIn!0e ao commandante das
n,,U.-nT-pr"iente.da PM'inde stteodendo ao
2^r'*quee da .cu?.^4^,Jr.40.Ce" d? cur8 P'eP"atori
da faculdade de dimito desta cidade, e a informa-
tarinl.r'-Ud* i6.-*19 d. wenfpelo director io-
.Ld""l?ll.faldade, resole conceder-lhe
tre, mezes de Uceogs cora vencimenlos na forma
n? '"'n 'ra pro'inc, o Cear.
Dita.O Sr. gerente da compaohia pernambu-
fiMBd'H ?v an,port" p,r* Pn*>c' o R'o-
trande do Norte, no vapor Iguarast, os volu-
dsdss
vaporas
portsneis anda nao foi paga po7uta,'de,'{re,d'o
as quaes vio annexos aos que devolvo
acompenhsrsm o aeu citado officio.
.!as? 58'"0-pel rba aoccorroi pibllcoi
mande ?. S. abonar ao Dr. Pelix Moreno Brao-
dao a qu.ntis de 14O$000 ra por alie despendida
com trsnsportes na commissao de que foi incum-
bido de tratar os indigentes accommettidos do
cholera-morbus na comarca de Santo An :io.
uno ao inspector da thesouraria proviojial.
Respondendo o oflkioquo V. S. me dirir.n em
do correte sob n. 75, tenho a dizer u o
autorizo a contratar cot* a compaohia de Bebe-
f9,!?r6i.aa. ""*" 1e devolvo e.qie ae
refere a citada ioformago da compannte ae Be-
ik.'di MCa50,d8 3cB*ri*es sendo m ns
!!!*! glalena outro na cidade mi va de
v.!2 ** floslmeole na rampa pro-
visoria ao edificio do gymnasio provincial P
onr'v0 S^"iT-7Teodo.em vUu Inorinagao
por V.S. ministrada om 6 do correte ,iob 0.
Su siir.e''Ue!:lmcnl0 em We Joo Crios
n?.W* "* q"9 eoact adeverpreve
da' cil !Z*taai q"e f" P'eaos pobres
reCnmmJLd i'TZ nom" le msrCo ultimo.
D.?,? V" S-uqae B"oda elIecluar ess
pagamento logo que haja crdito.
c'Vi'" ,ac* l,ee respondido o offi-
co de 26 de abril prximo fin Jo em que V S
h'hq'oq^I'.8'1^ Wlenentar naimportan-
- d tSS^1^9"* "l'fe,a despea e
a dos mezes subsnenles.
,' "?*! ,;-pf aaiisfazer o paree -r da
larorrii *?/UW" da atMmSl* 5-
HvmuK -!lf i d,rda ,rtfe Pfe'eocao de Joio
SSt?S* HHai" L""a remat.ote de 1067
iniorme y. s. com urgencia :
oh T.i,"!^aU M feiU a atocia) da
SwaSlL. P' para. aua conaluaio, qesl 0
valor onad*. e por quanto arrematada.
Em que data foi enempada sobra a.
porcJo da sartic havi. ,uB emut.doTi im*
poruocia rebe psr. aase aervico. qM lm
i'ohflVlTf.^J'0 uaol Porta o retanle
tjSv'l*0^****?' d0 corpo 0 PoUcia.-
roaeV.S. mandar alistar no corpo sob seu
"Z ,,,, tHrffc e officio n.215 desta
munKo'2 m'0*"i* .fcio n.T.I.._Com-
TmnEtL,. P 8eu >*>ecimento que, ae-
gando aecl.ro.-me o inspector do sr.eni de ..
em ofBcio desta dala, sob n. 202 se
concluidos os concerlos de .carapitia de
-qea precisa o brigue b*rc. l,amoricd7
Dito ao comawuidanta.auprior da guarda na-
ci..! do nwrtciplecto Santo Aq.Io -Apprvo .
ST^qu',omoa v-s-d,Mi,r' Pr fau
da epidemia remante, ai reunidas do. respeti-
vos cooselru. da quslificagea*da gusrds noci,
aal, e recommendo-lha que opporluosmen e os
laga convocar com aaorm.lidadealegaes.
w .ao eaembargador procurador da ce rd>.
ooorsois o fazeoda nacional. Queira V. S in-
Mociado da jusliga siaooel Vicente Comea", n in.
wIeqa6^IMO,a qae me oesolrido com
rifi t0 ,,qM coapaohou.
ale isoU*PnUH0
ta*ataPiS?. iaude aae W ubmetti.lo o
v. 8. de maodar a presenta r ao
O Sr. Buuque proouncia-se contrs o parecer
porque entende que a nobre coromiasao nao de-
via reduzu os pregos mais do que i tinha redu-
ndo a cmara municipal, que se moilrou meiio
escrupulosa a este respeito. a aasim iulga coo-
HVJE Kffreer coo" guinte substitutivo :
Substitua-se o srt. 11 dss poslurss pelo aeguin-
Har PrPrieUr'o. qe durante a edifleagao.
reedifi;agSo de seos predios, ou na orcasio em
que proseguirem os trabalhos da emproza em
frente delles adoptarem oa .pparalho. do artigo
antecedente, gozaro do abato de 10 por cento
sobre os seus pregos ordinarios. Fies igualmen-
te reservado so emprezario o direito de exigir
10 por ceoto mais sobre os ditos pregos todss ss
vosee queesseeapparelhos forem collocadoi pos-
teriormente aquellos trabalhos.
Art. 28, diga-se:
A cmara muoicipal pagar pelo servigo que
trata o artigo precedente o que razoarelmeole for
convencionado com o emprezario, o pela remocao
dos reservatonoj pblicos um terco menos sobre
os prego, sdoptidos para o servigo dos psrticu-
21 de msio da 1862.
a c b a .. Buar1e de Mscedo
uor. sarao de Hunbeca pronuncia se nao s
contra o parecer da commisao, roas lamben.
contra as posturas em discusso por julga-las io-
conveclanies e al mesmo repugnantes.
O Sr. Theodoro da Silve manifesta-se tsmbem
contra as postarss.
.OSr. Luir Pelippe oso so schaodo conve-
nientemente habilitado ara entrar na
oflerece caaa o seguiote
adiamento.
hora^!!Ki.0F:&Bto de,t* d'aCUM>0 DorW
O Sr. Bkrio dPsVlribaca pediodo a Dalirra
flea a ducu.wo adiad, para seVaa.Vr p,,im
Segunda parte da ordem do dia.
sua a segunda discusslo do projecto de
deltf.'.'tlj'^f04- e. ea fal procurar Ioo on-
fecf nm hf TU' p0rqUe nuo'a '
k *. r"*eb Pplaa.os. mss nao achei nata
absolutamente. Como .. enuncie i.to na cVa. pa-
ra se defender dss aecusssoes que ss Ihe tem fei-
to, como se diz, q.e e. em um extract de dis-
curso tiohs taobem apoiados e applaosos .ae,4al
eoussr.Ioexi.to, se oto sshio no Oioro. se
ams faisdsde complete? Pois eu leio os Diana*
lodos. *
O Sr. Arsujo Barros: Se esse discurso nao
o'eHeV0 *' Ca0 6 q" onaTaevor
O Sr. Bario de Morbeca :-Pols s* nao sshio,
entao aonde e.i elle 1
ph?c.S.r.' Araa B"r0a :~i0 D" oU' denigra'-
chto?.r;h?,,0..llr,be, :-Se o1 nola l-
chigrapbicas e oso se publicou
ser trazido para destruir a
feita.
O Sr. Bario
oao
cenaura
devia isto
que Ihe
gr?phiaLs" F9,PPe : "~ E,,aTa Da' no,a8 t,chl-
uS a ri,B'"ISI& UVlb :-pode PoOe ser
que o Sr. taohigrapho applaadisae.
,\?Ji' Ana0J0 B;rro,:- Pode ser que tambem
siguen o Qze.se de proposito sera se V. Exc.
O Sr. Bario de Muribeca : Bem. maa como
completamente
materia,
requerimento do
Sm ,cnlendVr,,8s de 'demento que Ihe fo-
rem aposentados por parte do director do arsenal
de guerra cora atasajan rmn.w;. o..^. ,f'
guerra cora destino a compaohia Qxa daquell.
KA ~ 0Bcl0U-9 o io'Pector do a?.enil
de mannha para prestar a lancha.
can. r.^)SrHgereD,e da coa>Pohi pernambu
OLIZtPJ'da' Pgem de r no vapor
s.:^1!^'^1"^ daa,!?ad p"-
nezes.
de oslado, a Afio Bernsrdino de Me-
riobs
acham
Expediente do secretario do
Am sToverno.
OHcio ao juu de direito do Brejo. S. Exc o
Sr preaidente da provincia manda aecusar rece
talo o officio de 26 do mez pa.a.do em que V.l
coramun.cou ter nome.do o cid.do Jos M.ga-
Ihaes ds SUts Porto para exercer interinamente o
IdV'ODIOlorp"blico des" "" por ?.?
cencf r^r0prUlar0 eolrado "0 gozo de li-
eda*. ~ Commun,cou-e thesouaria de fa-
tah.0 D' ^0uren P"ntico de Almeida Ca-
mm?; Lf: ElC' Sr- P'eaidente da provincia
Tente Vmn.!va eep?ao do olBcio de5 do cor-
2 dl. ?il V-.svcon""icou ter deixado oes-
m .H?RC,C, d0 Car de uia oi'eito da
,doBe'0 P"ra *f 'ornar asseoto na as-
sembla legislativa provincial.
Despachos do dia 2o de malo.
.... ?ttsrimentos.
rnSfutaiitt de A,B,Wa Guflde Alcofo-
fszen' inspector da thesouraria de
Aona Candida Pereira Freir. Inform
inspector da thesouraria provincial
rsx Msrcelino do Sacramento.Informe o Sr
io.paclor da thesouraria de f.zenda. Sr'
J*$#* Augusto da Silva. -A thesouraria
B^jf.rep*"paar a auppiica-ia
notari Hde ",lr? Maciel ontairo.-P.sso
do srt 90 l>dr!d? ,icen* requeri,la na frma
provloclal :
9 t. SubnJio de sena membros
em tres mezes de sessio
2.* Ajuds de custo
3.* Empregados da secretaria
4.' Expediente e asseio da casa
inclusive s disria do servente
5. PobKcacio dos de bales o
impressdes
OSr. Bario de lluribeca : Aperar de
membro ds commissao, divirjo dos meus collegas
em um ponto que esti consignado no artigo, opi-
niao que nio data de h.ije, mas, de mala lempo,
nao quu aasigosr com restriegao por minha ni-
mia docilidade, nio insistina auppressao, porem
* que tem occorrido na casa me forgam
ns minha opioiio.
17:9401000
2M6OSO0O
5:8109000
60OJO00
6.755000
nao se publicou, e pode aer que nessa nota apo-
sentada hoovesse alguna phraao mais indi.creta
eque por tssu nao so publUaese. o que tem isto?
fcssas cousas qe eotre nos sppsrecem particular-
nenie tem algums ioui com os trabalhos da os-
ea r Nao tem nada, nem ista se deve trszer para
aqu na occasiio em que ae quer defender, iul-
gando-me incurso ns mesms (alta.
OSr. Araejo B.rros : Est
engaado.
O Sr. Bario da Muribeca:Entilo para que isto?
M i eU .em \m aparu a0 8r- Cuohs P'8eire-
do dizla-alem disto tem applauaoa-o nobre de-
putaio reaooodeu que tamben em un extracto
meu exudan spplausos.
O Sr. Araujo B.rros :Fui o que eu vi.
O Sr. o.rau de Muribeca :-M.s se isto se nio
imprimi, oso se devia trazer para a casa, por-
quei taires nio pass.sse de desejos, dequem pre-
tenden dar esses spplausos.
(Ha um aparte.)
O Sr. Bario de Muribeca :-No m'por culps
de quern foi mas posso dizer, que eu nio tenho
pane algums uto.
r S.[;i,Arau.0 ,,re :-Nem eu duse qne V.
Kxe. tinha nuo parte, dit.a que isto estav. no
ue oaottoui ido publcalo, mas en-
1 eodames israistir nftssal comeas.
ao resalo da verba; nio quero que se (a-
- em casa, que se Ihe addicionen
ndo uoiesmente por fln cevsr a
uem que est (ora da casa.
Barros :Pela ojiaba
de Muribeca :Maa a conmiidn ,
de prg.mento por um. simales emenda do oSe
deputado nio vio cahir o aeu parecer ?
u Sr. Araujo Barro.:E iato o que tem ?
n.Y Ba/ao de MurDeca :-Mosira que nao ba
prevengao contra o nobre depulado. \
IHa um aparte.) ~T
P Sr. Bario^de Muribeca :As
^agoes sao para a caaa,
so inculcar....
-K&*L ArauJo"B"o :-Islo ns'opiniio de V.
asie. mas bs ums opioiao que se forma squi e
outra que se forms I frs. q '
O Sr Bario de Muribeca :-Desss que eu te-
nho medo; desia que se forma na Rio de Janei-
ro, qne nio do que se pssss na casa, porque
se publicsm os trabalhos, mas em conse-
m^nhss obser-
o nobre deputado quer-
diacurto,
flm po
OSr. tf
quero a
gam disco
proposico
vaidade. del
O Sr. Ai
pillo isto.
oao
quencia dos discursos que sao corrigidos, altera-
dos e emendados....
n fr" *"?0 Ba"os :-Isto, todos fazero.
u sr. Bario de Muribeca :Eu nio fago.
.. ; rauj0 Bafroa iPorque nio corrige o.
seus discursos nem os publica por inteiro.
o sr. Barao de JUuriboca :-Eu oao o fago por
utos motivos, prineiro porque nao tenho t.n-
po ; e creio que isto basta.
.-?.Sr; Ara"Jo B"o :-Logo. lodos os qne ti-
verem lempo podem (aze-lo, nem V. Exc. pode
oizer uso com relagao a mim, que venho a casa
tarde por estar corrigindo discustoa
nno muito lempo em casa
a pessoa que est
em discusslo
parte re-
os (actos
agora a insistir
E' sobre o 5 que verts a nioha divergencia
deita vez lalvez ne nao ache en unidade tal-
-4/*. meaa ?obrei co|le* concorden comigo.
r r V.-* 5.con,,I8a quantia do 6.750000 para a
publicagio dos trabalhos ds cssa, verba que por
muitos motivos deve ser aupprimida, spezsr de
que prevejo j. qtfe me dirao, que ha um con-
trato, e que nos devemoa cumpri-io. Persuado-
me que o eootrato ..t sujeito certa, condicoo..
n. (alia das que. tem lugar a recisio, nem po-
de ser de outro modo....
Um Sr. Deputado : Do. contrario seria s
ohero ,0n,ralante le' ireito a receber o di-
le o Sr.
oen po-
de setenbro de 1860
inTcuTiem,n0rlde Gm*a he.our.r. pro-
X:*tZm P'" P'g" a "PP"ntelogo
Commando das armas.
Quartel-seneraal do commando dan
2In,aV.^.ZCr"ambneo "-
de
das armas
brigadeiro conmaodaato a
asas-'" -^ssrrs?..
^r leiltido no hospital des.. M0|. "", j"
qw relata moa officio do 8 do corrint, ^
onim.oiM.-,. .. ...i, de pod,t rrov,
^fcfiLe0c;"aB,Ual '/v3n 'M MU.
^S^SSSC^J alistan Y. s, M|o
onMlho dmiouu.To, u barril ontand > 4B
De ordem de S. Exc. o Sr. general comman-
dante das armas (seo publico que teodo no dis ?*
do corretei ido accommetlldo do cholera ml
bus osoldado do 9 batalho de infantaria FS
cisco de Paula Marisno Ribeiro na ^"iolS
Cinco Pootas. em oceasiio que se propunha
aegnir pela vi. frrea om direegio a iiu do Bo!
nito onde ae achara destacado, o fallecidojol
pital militar no dia 15, forsov-lho. encontrada.
cartas particulares para $ pesaos, sbsix.
clonadas, que pndem proeurs-lss no
oersl, declarando se que s cnrtn t] trigid
Bandoira 4 Iraga e.i .berta.
Antonio Morgenio da'giiveira SoWa,--
Antonio Francisco da "Coala PeroinSco^
Baodaira alt Braga.
Dr. Borge. Carnairo.
Cl.udino Rodrigue. Duro.
0 Sr. Bario de Muribeca : ..
'g.zelelrT niodo'aDe"r de oolr.lo.om
Eu liio contrato, tojo qne o contratante se obri-
Si i!ikn!i.de!frt0 ePaCO de lempo, a publicar
oa trab.lhoa da cass : mas tem elle feilo isto ?
Nao, sbsolutsmente. Nio fallo por mim, nio so-
rel eu que diga cousas boas nesta casa, mas oc-
2*1 .1 "^\.aUenao p>r ,am 'empo, porem
*X ^iuPUl>llCa ? l^eudigo. tanto qe al-
guns collegas me tem dito, que muitas voces diz
ootano-oao devolveu o aeu discnrso-entrs-
rft..que.0 duLgr" ni0 lem conseguiotemente nso pode ser devolvido. Sen-
hLil 1"\1U que e nao Pde cootestsr, nos
temos o direito de poder rescindir o contrato, e
eenao assim, eu vou dizer a. rases porque iulao
que estamos sutorissdos a rMcinli-lo, e devo dar
os motivos que nos levan a fszer esta res-
ClSflOa
a publicado do. trabalhos da casa poda aer de
*,.""?!? Tanla*em. e bouresse'publicacio desses
trabalhos; mas nao ha absolutsmente; nos sub-
vencionamos urna (olhs, nio para publicar o que
Jmi. ""' i"" q"e '"erem que ae diga,
contra o qu# nos presenciamos. Nesta casa tem
havido reclsmsgoes. estas reclamacdes pelo mo-
no, devises ser publicadas, mss nio o sio e o
contr.rio publicam-ce cousas que se quer fazer
pae..r como ditas oa casa. Ser preciso qu. eu
hq.H "" V "ussa? Talvez seii. Um
r.m dePulad. illuatracio nos reconhe-
m^?f'- "?. Parece ae oconpar psrticular-
Si.Va^Ub"Ca50 doa Mus ^curaos, to.-os
alterado de urna manaira spsntoss, tem suppri-
mido partes dos discursos, tem iotrodutido o que
ZfJZS. na "" C0BB0 J" ^ Pentoou, .
a Proposito eu son robustecer, vou sfflrnsr cm
r..nh. 1 Px?1,Trf MJH*X2 d0 e eouneiou o Sr.
SroVd,.ia,eJr,d: ^,nd0 o oobre dep.t.do
S!. L.d C' oeMP atteogio da cass, e
que teceu eiogros a ura seu amigo, o que podia
t--M.,-fn.e2lar *? "-lireito. .cooteceu que na
publicagio desse tliscfr.;mitUo urna parte mu-
tePi-ta"."6 """I?** Ko recordo-m
IMeitamanta, ano. o djredeputsdo depois dos
oT diAe, oao mVrecordo agora bem
, qurt chufe do partido cooservador.
^Nfcrvador sinda m havi. de ar-
#*9 oto ter aproveitado os servicos de
RltCTio ,em
Acho que V. Eic. est
visa isto.
ia:Pois en procure! e
} meu. oculos.ri-
doo.-BiaLt0Bd\Murbeca I,to Pence to-
aos e a ^n couber a csrapoga. que a tome.
que
vou protestando
O Sr. Araujo Barros :E
pels minha parle.
h !r; Bar.'^ da Mttribe" :-Trouio aqu o
nobre deputado nesss occs.iio e respondendo so
. r.Ul F,8ue'r8o. a importancia de familia,
2f .1. ,?r0p,r,ad?de' quB era Perior aos lagos
da amissde etc. Eu conhego isto. mas o flm o-
cullo que se lev. om vista, foi apresent.r como
grandea proprietanoa aquellos que querem pas-
sar por taes. *
O Sr. Arsujo Bsrros.-Mas estas cousas que
sao trazidas para aqu, aio por causa deesas ou-
ens que *so transparatanlo.
O Sr. Bario de Muribeca :-Eu nao trago cou-
sa nenhums encoberta com nuvens o veos.
OSr. Araujo Barros :-Eolio psra que estar
sqei bateodo em mim como em sepo ? Bita lo-
go em quom quer bater.
?h!;,"arHa0 de Murbeca :-Eu nao trago nada
encoberlo, digo que a publicagio de debates
nh.ff;.Ar.a!'0 Barros:Pois sendo assim, o
nobre dopntsidnnao deve appiiear issn a mim.
.Zt \ Mufibeca :E eu estou sppli-
esndos ao *obrV~4oputado ? Nao vio que eu
logo no principio ds sessio u urna reclam.gao
por coas, semelhanta a nm outro oobre depu-
im r i.. Dao se "* V* Pr1e elle cahio
M-faltaum. vez. teja sampre era falla.
u sr. uoha Figueiredo :Eu pssso a V. Exc.
que diga se esss alteracao por q.e me caoaurou
parecia-ee, algums cousa com o que fez o nobre
doputsdo.
fe Sr B"ao Muribeca :-Hsvla mulla diffe-
r^J'.' ir,UJ Barros P,ra Sr- CBDh* Fii-
Ti&..sv e,l eoarencldo de qae
JtS'JB?Flg,eirtd0 :_Eu Di0 quero oai8
,?.S^..Ar*',,0 B,rro -Polsentio deiie dame
provocar.
(Trocam-se outros apartes!
ni ni'Jn"} leIl"'"bM :-Sr. presidente, eu
nao quero a publcacio anda por oulro notivo,
e note-so que eats opiniao j a enuncie! ns casa.
,,m i" ? 0obre deputdo nenbro della.
r. Araujo Barros :Nio obstante, V. Exe.
-fi-'SLf0-"? thema deasa "eocio, e conega
a ]?nV ,obfe Poltica geral.
O Sr. Barao -" -
ral?
O Sr. Araujo Barros :Sin senhor. porque
atraz deaae peosameoto que V. Exc. nanifesta na
Ca'aeflte-"lro Penaaiento.
i. .Bara de Muril>eca :-0 penaamento que
trago para a ca*, mini-i,.. *.i. n... -..
di.to.
lenbro-ne do
porque le-
para (azer correero*.,
posso aproreitsr noite. as hora, que oulros le-
van n prszeres, etc.
O Sr. Barao de Muribeca :-Sin. senhor. as
quandoeu fallo das altersges nio fallo do oobre
deputado s.
O Sr. Araujo Barros.:Mss
en discusslo, sou en
O Sr. Presidente :O que esl
o art. 2.
O Sr. Barao de Muribeca:- Eu trato da sup-
pressao dos 6cootos queso dio para,a publicagao
e estou nostrando a inconveniencia que ba para
a suppressao desss verb.
, Mas nio posso deixsr de continuar na aprecia-
Wodo que ae p.ssou. Agora 4 con o oobre de-
puinra. e le me permitte, quaodo eu dissos aigu-
ma coua. com referencia ao nobre deputado, di-
r,,--gora com o nobre deputado.
O Sr. Araujo Barros:Qusnto msis V. Exc. se
occup.r de mim, mais me honra.
O Sr. Bario da Muribeca :E eu que detejo
O Sr. Aranjo Barros .Pois entio pode conti-
nuar que est me (szendo praser.
O Sr. Bario do Muribeca iMaa o oobre depu-
tado depois dos elogios que eu suppooho que al-
terou, porque li o seu discurso o nao acbe'i
nada.... ~
O Sr. Araujo Barros .Se: Y. Exc. nio^elem-
bra doa aeus apartes, como se ha do lembrar do
que os outros dizem I
O Sr. Bario de Muribecs :Mss
qne digo, o procuro.
O Sr. Arsujo Barros :Hei de Ihe mostrar.
arao de Muribe =-Se me mostrar, en
digo qua me engenei.
Depois conlinusu o nobre deputado a fazer elo-
gios pomposos e extrsordinarios a urna pessos e
cuja sombra elle quer sempro estar, e cortou e's-
ses elogios.
ai V' Ar"J0 B"ros .Porque foi supprimido
o discurso de V. Exc. nessa parte. houve que
E!.P. Mipirr,"e nao aPPrecease
oconvenienfia.
.,.??' .-aS? de M,rib9ca :~0 eu discurso foi
supprimidoT
H0Jr* Aaj Ba"0S :~"Sm' ,,Dh0r- U de>""
mo P/J,,,car' m,w ea Di0 co V. Exc. por
O S< Bario de Muribeca:Eolio estio fazen-
do jogo de mim nesta casa I Pois declaro so-
lemnemente que contra a mioha vontade.
Sr. Araujo Barros :Nem eu secuso V. Exc.
porlsso; maa para que est levantando cou-^
OSr. Barao de Muribeca :- Eu levantando
O Sr. Araujo Barros:Aa vezoa ha cousas que
tem .Iguma inconveniencia e que por isto aa nao
deven publicar.
I O Sr. Bario do Mnribeca:Ma. record-me per-
eiiameote que depoia desae dircurso, eu nao fal-
iei nais, oao disse senio poueaspalavras, at em
octasiao em qua j nio havia quasi ninguera na
casa nem tachigrapbos; oio respond mais nada
a esto discurso.
VT~* r4!?0*0 *"*? :-:E ,0 e,lou "ndo que
V. Exc. falln sobre isto ? H
.(>iSr'RBKao d"aMarlbeca :-Eotao como dix q.e
ae oio publico. ?
em dicurso ante-
mahr- Barto 1e Ma"*>'<* :-Eu ao nio aoi
nerabros nais inteilig.nies da cass, de eerto sol
^K VEESE **& S
anSe'PU?n'-0 1lr,b,|h da frma pn,-
IniKf .' preJudlc"'l o servi-o publntoVl*
conher?r.ral qU8 D6a ,0d<" oesejemo. fam-oo
couhecidos. e por sso de um de discutir-a*,
naterias. o tempo gh..e. delx. VEr?,ft
prs^enVo^6' "** > <* **fc
.? -SSl.?"ro':" eu f,= ''o. *p.
rS.naB'rio 1* Muribea :-Agora com lodos.
grande ousadia censurar a todos.
M.Srtrl^r.^"j.0.B.^rro, v- *" 'em toda nu-
ponta essa falta j ||-
companhia Pernambncann
quea
cuidado, lauta tivesse eu.
caP. f.",'??e Muribeca :~Oh I senhor l nesta
casa somos todos iguaes.
(Travam-e novos apartes.)
O Sr. Bario de Murbeca : Nioaucceden s*V
t.m.meole aim. por1Ue depois dnVm3Jffm?r
Cao que (ez oa casa, saino. "-
n.,?5 Arf.UJ Bsrros : VoUel aah Ponco.e
na. i QObm deP' as a nica ves que na apona essa f.tu -
ena ido aqu junto
fallar com um snigo.
..?S^B,"0 de Mu,ibea :-Eu nao note
aane, oen quen entra.
V.0E-xc.A"00 B"r0S :~MM ,agso *****
O Sr. Bario de Muribeca :-Caiann or um
tivo. porque depois de ver una ^Stan-ci ps
mim um pouco extempornea.... *"*
til. Ar*0 Birr* :""Poa p,ra mim foi "0to
-, h,',B9rA- dxe Muribeca =-Apoisdo. E para
o publico? Ah q.o est aquestio.
niL... J- Bl"0S Plias nio podo ma-
nifestar o seu juizo-daotro destaca..; maa aun
.quiiedizva circular, v.i + .pUStaoo por
" ",e f o nico .polo queeSt!
O Sr. Barao de Muribeca :Oh 1 o nobre da.
ESuS. "PPel Pa" bltloria. e eXornt
cendo documento, para ella 1
.pndadiU0 rafr1 oque se pa,M ,qni
em.eu .S&* MurteCa :-Sm' "Dor. osti
f.z?.fr' Ar'U Barroa :-Se ai0 "'eaae nio o
im
essa
0 Sr. Bario da Muriteca .-Mas nio aero ano,
Sue." /.'.? d6 ins,ro''o p.30Z
.ai diiPngUa ParaaPb'icraquillo que ni
nahta- i qU8 a -C,,a p,ue fioalment. p,r. .*
to ue r.rt qUe ,e D P",0U "*< msa qsIU
desta n-d. U? d8 6* qua,luer teoh. dito
2 que,-e modo- El" r"o Porque
pego a suppressao ds verba. H
tacada!!?.'-* qua is, que-lenh0 dito mrflo des-
,?efD f.' P.rque eu "'o o ord.n. n.sdis-
O Sr. Araujo Bsrros: Foi
ror. ,
....?r.BH,rao de fcl,rtba Pois so essas co-
ms auccedem, eu nio aei, oio estou mettido oet-
rt. ( t' pro"rar ,ab" 1em anda fazeodo jogo
da minha pobre pessoa oests cw.
i','l"? I"' nio '> Mil* ca8a *6 'o
bilidade da reclamscio que flz.
O Sr. Bario de Muribec. : No principio da
ae.sao um doa tacbygr.pho. que ettava na casa,
o sr. vniela, pergunlou-me o que,devia fazer dos
meua discursos, eu respond-lhs, 'faga o que qui-
Ml~-.?Ber i*8 o S om extracto ?como
c-ssoes.f.Ho.obrn um ponto! vnlto *,"..
que j me refer, etc.; desej.va, dizia e ase
auiBmoume,D0 fe Pub,i""*. "mo um prteVto
q A c" f?.?0 0Dira aa Pblicagea da caaa
u sr. Cunha Fuueiredo:-Assim como a con-
flrrasgao que V. Exc. (e, honra de proatar-nVe
.Lq~ 8 reclan>a5io qne fez a meu respeito. (o
sobre urnas expressdes que eu retirei
di.o.f* Bata d9 MUr'b"Ca :-N0 newia
VF* fLU,Dha Fiaeredo :-A recl.m.gia qu
ni b a uMt Prep.r.tori...
ess.fJm.^^ "Uribe,:a:-Mas Perdoe: en Ha:
essa reciamagao como una especie de adverten-
*? qu fazer ao nobre deputado para nio
Sda-aSi'0' dUcura0J. Porra agora, ."tata t
reclamagao qua faz o oobre depulado. (orga-mo m
dizer. que eu n.quell. occa.iio quiz fazer patento
que o nobre deputado tinha feilo publicar o quo
DflO 013J6, *
O Sr. Cunha Frgueiredo :-Nio apoi.do.
*ft.,ll Bafaode Muribec. r-N.quelle dii
mfe.tei Uto e hoje decaro-o multo
mente.
di. ma-
solemne-
t.c0higr.pAh"Ba"M:-r0n,e' t0m*Ui> *<
O Sr. Cunha Figueiredo .O meu discurso foi
muito pequeoo, era doutrinario, oio offeodia a
pessos algums. e oa typographia se podem tBri-
ncar as notas qua para l mandei.
O sr. Araujo Bsrros :E ea copio e co con
os authographos operpelnam ra memoriam.
u sr. B.rio de Muribeca .-(Para o Sr. Guobn
Figueiredo). O nobre deputado (alvex nio fleass
sauafeito m mnk. ji___-_
2 MS! ***** .NU minha par,. RK X/ g^--'^^
da Muribeca :-IsU poltica ge- quizer. Ihe re.Vo"oda.1 Algums. veres elle con
muilo boas maoetras, forg.va-me a ouvtr a leitu-
ra do. discurso., mas eu dizi.-lbe sempre est
viaaoioo noungue. uuro. ^
Flora Umbeiloa de Almeida Xavlnr.
Dr. ioaqotm de Souza Reis.
Prefessor Joio Braulio Correa da Srtv. (aT
Dr. Jos* Bapiista Gilirsns. **
Secretsris do commando daa armas d ter-
nambuco, asi 22 do malo de 18ol.-Franci.en
ea.., enuncio-o, pode ftcar coito
r\lT: .ra5i0 !arro* :-p5'' Pvr.,
..?. .B,rl da rlltaes :-Pnr ha.ind.
outro inconveniente, que tenho manifestado em
E^*!??rVqr d ooSre. dn-
?!* ?"*"* mai ta'de. por esse mo-
1 ?"'.,?" ?oa 'mes (perm.lla-se-me.
2 ?***! rea embros de cssa com
?llmi.An da.Papa"'qoa "o parecerea de
5?.' -i6B ,rabalboa da ea... m.s .im
2l?. ?hl2""nU' eheam '"de; slguns
..?.".. h1""' pede,n edistam.nte ss
SS.- ; ?k'P.a.in'ae com ert" cou... o
deixam os trabalhos da
oio ha sessio, porque ?
bre deputado.
O Sr. Bario de Muribeca:Agora .
e. *^ Vi! SS9 ai "5io na qtal
n alo achei cabimeoto oeohum.
-..."X8*"01 S~V- Ew- h cabi-
mento em dMi que eu digo.
in? 5h SSJ9 *,.,"UWOa '"** ** Cabl-
Mbishd:r.tafMia -nia unhTotado
J&JsSi^1***? ** **MM
OSr. Bario do Muribeca :-Mia vMM o an-
da honlem o nobre deputado Coto. '.-
i? dr^"B,o, 6a nH -o.?
o Sr. Araujo Barros:A ssa sempro raicita o
qae en proponho. n,*n* *
csss. Multas vezas
Isto agoracabe o no-
bom, est boa' iato"nasaoTe "cuidara em
desviar-me delle tambem com muito boas ma-
neiras. Mis digo que oio fsgo s correegio, nao
so porque nio teoho lampo, como porque acho
perigoM, acho mo, porque a gente quando eal
ae ssoguo irlo, diz de outro modo aa cousas, e eu
sou de opiniio que aa deven publicar aa cousas
taes quaes se dizem na casa.
O Sr. Araujo Barros:Quando h'a urna incoo-
veoieocia, emendo que qualquer depnlado pode
aupprimi-la.
O Sr. Bsriode Muribeca :- Se eu disser algu-
na cousa iocoovsoleoto, fleo mais ssiisfelto em
retir.-lopublic.mont. do que no dlicurso.
as diz diz o nobre depotsdo, que retiro a esas
parte do aeu discurso, porque o aeu nio linbs sp-
parecido. r
O Sr. Araujo Barros : E at demore! a publl-
Ko olo,,empo a e,pera d obre deputado.
u sr. Bario de Muribeca :Seo nobre deputa-
do quizerjdiscutir comigo aqu, boas, mas em p.-
bhcagoee nio discato.
OSrJArsujo Barros :-Eu leio.discursos dos no
brea diputados todos os dias, qua se parecem
muito com os discursos proferidos aqu, mas
sempro h o quer que saja, ha sua aio de
d obra, que e. oio censuro, porque Isto se faz
em todos os psrlamentos.
O Sr. Bario de Morbeca : Pois a nio lelo,
porque nio tenho tempo, o cono aei que aio sem-
pre alterados, por isao mesmo nio os lelo.
Mas aa o nobre deputado por e motivo reti-
ro, o que ea disse, fiesva a asios am discurso creio
que aem o anal ; e eolio Introd.sio o aparta do
Sr. Josi Sanio,
O Sr. Ara.jo Barros: T. Eu. nio poda ifflr-
nrar tato.
(indicando o Sr. Araujo" B.rr'osf dta," qne eu digo.
cousas eovoltas ea nuvens..-.
. O Sr. Araujo Bsrros :Eu o que disse aun
estara serviodo do sep: *S **
h Sr.' Cnha ^eired:Eu moalrei que ti-
nha retiradoveMs expresados.
O Sr. Barao de Muribeca :a minha q.esUo.
nao era por uso. *
O Sr. Araujo Barroa :-Toae Sr. tsohigrapho.
O Sr. Cunha Flgneiredo .-Pode o Sr. ta-
-?".?.?? tomar' Porque hoora-ae muito qua
a discurso
ao publique sso.
O Sr. Arsujo Barros:Alterar
oao 6 um enme. *
nf'owime.6 Fi**h**\-M**te .Ig.am
-??r Barao'dMib.ca:-Maa oque eu ni
quero que a caaa pagun, e sirva da meio pan
essas alteragdes. *^
O Sr. Cunha Figueiredt :Poano tsr alterado
o me. discurso, mas nui.ca offeoder a posan
alguna.
O Sr. Bario de Muribeca :-Eu estou com rx6-
do que se diga que trsostoroo .. cousas, oue aa
cubro coa veo. o como poda aer apandado om
Juez.! q12 d8 UU? COni fraa-
O contrato como j diaio pode-.e reiodlrfc
por qu.o conlrst.nte oio tem cumprldo aquillo
a que aa obrigou, niopublic. o. di.cu rao.Tdoon
V~.a t"?*' nao p"bUca bolntamenta discur-
sos dos deputaaoa, ou pelo meos os aeus
.!'* Ara? Blrroa : ~ "e qnsndo o
a.odo para li, lie os publica.
O Sr. Bario de Muribe>:. : En estou soa-
mer.ndo amas cous.s, o nobra dopnlado podo
ser que enumere outras. P" P
O Sr- Araujo B.rros : Quea a.ti am falta
S*..h *.." *yP8"Pbta sou aa. .rao nno
qnsndo ella #U nt0 ,olr 0 m ^^
scfei ua favor.
O Sr. Witrnrlo .- Paruce-me q.e ha naso
cnndteio na sjtjMrato q.e Mista*, ue quando
oa dtscnraoa nio forem e atrege* fantro |ta) t
or*., nio corra por cont ia imprensa a ni
pnblicagio prompta.



/
j
1*ia*aal


*o-~-^w
{frutara-se siguas apartes.)......i^i m
O Sr. Bario de Meribece : A meu reapefti
ello nunca disse nao d*o\f uava logo.
OSr. Witruvio: E' pnr qii te fw logo o
apanhado du discurso de V. Bx. a* dentro
oa essio.
O Sr. Bario de Muribeca : Ku aerp pases
V.OTD o gazeWros, mu nao quero entrar es
trertsacgoes.
O Sr. Soma R-is : Ello lem mondado a
o>ai, agora em vei delo devotos di
^armof em nutro numero.
Um Sr. Diputado: Mu por qne elle be
isto t
OSr. Bario de Murileca : Elle deve ter
achigraphos e pagir uesaoas quo poaeam mi-
jjir *oi teespo.
O Sr. Theodoro Silva un redactor do de-
bates.
O Sr. Wilruvio.- O rodador de debates aer
pera paupar o irabalho da re visa o dos dtscur-
t -?Aisla
frtXo [barlale
^u3
sfc
DIAllO DI EENIMBUCO. SEXTA. rKlrU 2 DK MAM) DE 186*.'
- _____Lt__h,\ -------------------------------------
Sr.
o
portanto, voto, contra emenda do
Moridera, dando a mintia adhetlo
ceu4gnn O Sr. rquu : (Nao devolveuaeu diacaitao).
Dad hora
O St. Preaidente designa a ordem do dia e ta-
ranta a seaso.
a contrato ao- Jo Pl goveroo, abouam muiiasimo a eatolha
dalle faite para esta nova cor&missio.
Ditnoa os parabens aos notsoa arcigoa da co-
marca do Bonito por eaaa acquitigio, voa jare
no Sr. major Barroa sortario sempre urna euto-
ridade zeloaa, jutticeira e cumplidora doateui
de ve res, sem offensa da sffabilidade do homem
social.
Eis o centesimo quadragesirao-primeiro
mtPmFomnr*
-'
O Sr. Bario de Mor bees : Nio sei para que
mas sei que elle nio Um comprimo as obri-
racoes do csatrato, que por uso pedo ser rea-
lerdtdo.
O Sr. Witruvi* : Perece que nao isto lio
claro.
O Sr. ThsodoroSiWa : Pde-ae diter que elle
lesncumprido o contrato, mas qe o contrato
tnu.
O Sr. Luiz Felippe (Io secretario): Nio tem
dartointeiro cumprimeoto ao csatrato.
OSr. Bario de Muribeca : A^uijlo oOl-
tal.
O Sr. Presidente : Mas nao loi mesa.
OSr. Bario de Murlbec*: O Io ecreUrio
- Sr. f residente, eu repito, ajuaro patea, mas
nio quero traesaegoescom os gajeteires.
OSr. Araujo Barros : eu quero ; eslou
bem cora todos elles.
OSr. Bario de Muribeca : Bam quero eu
Mftaf, quero estsr em paz coro todo o mundo,
mas oio quero estsr em transacga com gaze-
tetroe.
Alguem chama a imprenss o quinto poler do
estro,
O Sr. Araujo Barros : Eu creio que o maior
poder que ha no mundo.
O Sr. Birao de Muribeca : Isto quando
goveroo n3o lem consciencla de si.
OSr. Araujo Barros :Nao lem coosciencia
de ai, e Napoieo respeitou-o.
- -OSr. Bsrio de Muribeca : Para que o no-
fere depuiado iraz quesldes desta ordem !
OSr. Araujo Barros : Para mostrar a im-
portancia da imprensa.
O Sr. Bario de Muribeca: O nobre depata-
(io avaoQou una otinio errada ; Napoleaopoz
lehaiao de seos ps, nao a Fraoga, como a
Eropa inleira.
OSr. Araujo Barros:Capilulou com a upi-
niio^ o nobra depulsdo nao sate isto ?
O r. Bario de Muribeca : Poi* uao 1 Eu digo
jue elle nao capilulou, calcou. Eu (ui lestemu
ahs do vista, fui testemuuha oceular do que se
Mtanu no golpe de estado vi lu lo.
(Ha um aparte.)
O Sr. Bario de Muribeca:Eu tambem gotto
da imprenss.
OSr. Araujo Barros :E' a uaica aoberaoa,
acuella que apois os (reos, e as unidadea.
OSr. Bario do Muribeca:Eu creio que po-
dri tratar disto...
OSr. Buarque:Pote, pode.
OSr. Bario de Muribeca : .... mas nao quero
ocupar a atleociD da casa com quesies pura-
mente polticas, tanto uiais que eu rejo lana ce-
gueira em qoem presume ttt olhos abarlos. JLu
?io i no meu eanio, por Uso, pode ser basofia
irn ha .
O Sr. Araojo Barros :Nao, opioiao ndiri-
duat, que pode ser apreciada ao depuis por qual-
quer um do nos.
O Sr. Sarao de Muribeca :-NSo trato da mata-
rla, senio *u dira, que nao honro a ca*sa om
estae discuises.
O Sr. Buarque :V. Exc. Hustra a casa.
O 8r. Bario de Muribeca:Nao quero tocar
nistu.
Nos podemos prescindir o contrato por (alta de
cumpria.enlo da parle do euiprezario, devereos
fsie lo por conveniencia publica ; preciso fster
economas, j hoolem o or^aiemo fui iocrepado
por defeitaoso, pelo lado oe nao prevenir um
dficit, JeOcit qe qaasi que se demonstrou pe-
loa clculos de quem o impugnou e eu por isto
iou concordando em algumas suppressoes de des-
tezaa, para .prevenir tlgum erro do calculo da
comeniasao. esle semillo '.ou propor a suppres-
tao do 5" pelas rszoes quo lenho apresentado.
Vai a mesa e apoia-se a scguinie emenda :
Supprima-se o ? do art. 2-,Bario de Mu-
ribeca.
SB5S7 EX 32 DE aUlO 1862.
Prasia-iteia. # r. Boro 4$ Tero-Crs.
Ao ando da (ella a chaposle witica-se fcaer
numero legal ale Bra deputasJo.
O Sr. rresMeotp akre atea*.
O Sr. Segsuaao Sacreisrta 13 a seta da ote-
cadejrtaque AapfPPtada,
0 Sr. Primeiro Secretario declara nao haver
EXPEDIENTE.
E' mandado imprimir o seguinto parecer com
piojeclo :
A commiasio de psiieoes examinando o reque-
rimeoto de Jos Maris Raroonda, em quo peda
um orevilegio para estabeleaer tiesta provincia
urna fabrica de masas em (los como roacarrao,
sletria etc., por espaco de 55 aonos de parecer,
baaeada as seguinui rsioe, que se conceda a
pretilogio podido: !, qa evendo a fabrica do
tal genero produzi-lo por nats bsixo preco, tor-
na se evidente interesse publico ; 2*. que. pela
ausencia quasi absoluia deiflduslries manufaclu-
reiras m nossa provincia, nao se leudo algum
oulro particular applicsdo a mesma industria nao
e ffendom aueiios individmea dos cidadios bra-
sileiros garantidos pela nossa r.onsiiiuigao ; 3a,
que se evitando de alguma forma a sabida dosdi-
reitos da provincia por evitar-se a Importajao
concorre-se para a economa provincial; 4' final-
roonie, que o estabelectmento de urna (sbrica de
tal e.iurea orna escola de industria lio neces-
S. Itc, casan.uileu a l)r. Flix Morena
Craastto, que lendo Mo encatrffano de maji-
car no iofelizes aoeoraaseUiaua da cfcolera-mor-
bas s cidade da Vietarta seu tomo, all eoli-
Tra 53 das, ata os aupes uo paopara sscriil-
cioa pars occorre-laa ; o que ni* obstante oa
seus esforgos. Uvera o despraz.er de perder 683,
das 1731 peiuaj que faram aticatlaa, aoguodo o
deprenda do roappa que veiu annexo.
Em um offlcio de 14 do correte, dirigido da
villa de Garanhuna i S. Exc, parlicipou o Ur.
juiz de direito merino Dr. Juao Francisco Daar-
te Jnior, que a epidemia continuava em aua
marcha devaatadora no dialricto de Correle ; b
que no quarteirio de Sa'gado daquelle mesmo
districto, haviam fallecido al o ala 11 do cor-
rele Tinte e tantas crianzas.. ,. .
< Parlicipou Dais, quedo termo de S. Benlo
nada constara naquellea ltimos diaa, seuJo que
para all mandara, boa parte dos medicamentos
qae existiam'na ambulancia.
< A's 6 horas da tarde de 22 de maio de
1862.
Dr. Ferreira.
REPAnTir.o da polica. (Extracto da parte
do do da 22 de maio.)
Foram recolhidos cass de delocao no dia
21 do crreme :
A' orem do Dr. delegado do primeiro distric-
sa-uatnaila risonbo e agradecido a prepo
d dspotas ;
E'rtchpw e detordeiro o que, victima inno-
centa desasa prepotencias, recorre i lat e aoa
tribunaes para faier respeilar o seu direito ultra-
jado por sultoes de sldeia ;
E' rieboao e deaordeiro aioda aquella que por
nao incenaar assaasinos a provocadores, que co-
bertos com a capa da auioridide, sao or estes
srrastados a sea juls* para ser proceseado, sem
gas a ai offlein de boje,' dirigido dest cidsdp rime previsto naa lela da paiz, negaada-te-lbes
- fcrutalmente at o direito do defcaa 1___
O Sr. Coelho Ramalha nunca aeffrera Isas epi-
drietos, porque sabe, cosa a saais ouvavtl hu-
mildade, sollicitar os mala domsticos a familia-
Vea favores desses polentadoi, e lautos* vsnglo-
r* de aer aeu comenaal que esquece e maltrata
os que, nao puteulaos. Ihe prestaram honlpra
maieoeroeal hovpiialidade : aquettes paga inno-
ceotando-os e galardoando-lbe -os enrues, i
estes pagt com perseguidlo e descompostu-
ras!].... /
Lea, Sr. Ramalho, os documentos, e veja se
se lembra deaaea horrores, fado* que (ario S.
S. entrar no Paran da cabega erguiJa, como au-
dou as comarcas dasta provin'cia, onde foi em-
pregado publico. \
DOCUMENTOS^------'
a-Illm. Sr. Jos Josquim d_a Silva Po-Fe;ro.
< Cidade de Caruar 7 de dezembro de 1861.
Estimo que V. S. teoha gosado perfeita saude
e toda Illma. familia.
a TenJo sabido que V. S. usQcou peanlo o
juiz muolcipal em diasdeste anno urna letra, pa-
ra pedir o pagamento dola po ioventario a que
ae proceden nos bens de seu tinado pal, na qual
requereu assisieocia do curador deorpbioao ba-
charl Jos Antonio Coelho Ramalho ; rogo a V.
-- '
psra a conduegio de V. S. precissr do escravos
.o carelios pode mandar buscar, que lado a abas;
e a minha vontade ter oceaaloes de lbe mostrar
que aou grato i V. S.; o creio quo a* tom r
meza aeu amigo, sem simulares a com subida
estima:
De V. S. amigo o
criado.
O padre Luis Jos da Figueiredo.
Mussumbf, 2 do maio de 13C2.
II!m. Sr. mejor Alaxandra de Danos e llbu-
querque.Tenlio presente o tesumunho da su-
bida cosaideracio em qae V. S. uignou-se hon-
rar-me, nio esqueceodo a minha haailde peasoa
no mrcenlo solemne da aaa retirada daata co-
marca, aondo daixa licar bem profundas raizas de
sympalbis, a misad e a affeigoes, nos siudosos co-
lacoea do todos oa Goiaonenaea, que bem sabem
pagar o devido tributo ao verdadeiro metilo, e
em cujo numero lenho a'diatiucla honra de alia-
tar-me
,
Declaraos.
saris emnnsso paiz onde muitos cidadios vio be-1 lo, os psrdos Aodr Jos AeUno, da 18 snnos,
bet conhcimenlos praticos psra novos estabele-; Haiate ; Uermino Jos da Silva, do 26 aonos, sa-
citnentos fuimos : com a limilacaa porm deque pateiro ; Hanoei Dominguea Ramos, oe 18 aonos,
o prazo aeja de 20 enoos someule, porquanlo cal(ale ; Solero Augualo Ferreira, de aonos.
tambem recoahece a coromissao -que a ulilidada ;cocheiro ; Jos Pedro Moreira,brancode 1 an-
temonslrada poderla desapparecer nn futuro se o nos, cigarreiro ; os crinos Feliciano, ds htla
mesmo previlegio fosse concedido por largos ao- Cosa, de 29 aonos. catraeiro ; Ludgero IfJ*-
: eassim de parecer acommissao que ae ; os Barbota, de 21 aonos, lorneiro, e Am.nc o
Geroncio dosSaotos, alUute, para recruias, u-
Pernambuco re-!*ando sem eleiio o ultimo desles, por ier aido
: depois rconhecido escravo de Gerirudes de tal i
' os adicanos Antonio Jcs Duarie Cedrim, do 40
annos, talhador do carne, e Joaquim de Amorm
O Sr. Ars.ujo Barros : (Nao devolveu aeu
discurao).
O Sr. Cunhs e Figaeiredo : (Nao devolveu
seu discurso).
O S. Witruvio : No y4eaia que nos rege,
Sr. presidente,a publicilaje um dos principses
elementos ; 6 uan daa con>lic!>es essenciaes
forma do governo representativo ; e por isso eu
creio que de tuda a conveniencia a coosigna-
cu da verba que vem uo urc/imsoto para a pu-
Dliceco doa debatea.
Oilluslre Sr. bario de Muribeca impugnando
essa verba, lsocou mi du contrato e procurou
mostrar que nao era elle cumplido ; mas pare-
te-ice que S. Exc. nao est amito preeente aaa
coodicoes delle. E pois, (ar-me-hei o Irabalho
nos
adopte o seguiote projacto
A assembla provincial de
solve :
Art. nico. Pica concedido a Jos Mara Ra-
mooda o previlegio por espseo de 20 annos para
eslabelecer nesta provincia urna fabrica para pro-
duzirmassas em fios como macarrao, lalhariaB,
aletria etc.
Sal das commissoes 21 de maio de 1862.Ma-
noel Netto.
E' lida e approvsda a redaegio do projecto o.
12 deste anno.
Vio a imprimir por terern sido juVgados objec-
los de deliberado os seguintes projeclos:
A commissao.de negocios ecclesiaslicos i qual
foi presente o compromisso da irmandaoe de N.
Senhora do Livramenio da cidade do Rio Formo-
so, de parecer que seja approvado dilo compro-
misso, que na parte pursmeute religiosa ji obleve
a approvajo do Exm. prelado diocesano; e ues-
te sentido offerece a siguile resolu^o :
A assembla legislativa provincial resolve :
Art. nico. Fica approvado o compromisso da
irmaodade de Nossa Senhora do Luramenlo_da
cidsdo do Rio Porniojo, revogadss as aisposiQoes
em contrario.
Sala das commissoes 22 de ro, de 1862.
Torres Bsndeira.A. da Cimba Figuei/edo.
A assembla legislativa provincial de Pernsm-
boce resolve :
Art. nico. Ficam creados em todos os termos
da provincia o lugar de aeposita.rio geral presta-
da a devida Qanga.
Revegadas as disposicoes em contrario.
Pa;o da assembla legislativa provincial 21 de
maio de 1862.Gsapar de Drummond.Augusto
de Souxa Leio.Pedro Alfonso.Amaral.Fer-
reira o'Aguiar.Manoel Nolto. LuizFelippe.
Cataoho.Antonio da Cunha e Figueiredo.Joa-
quim Mello Reg, Witruvo. Souza Rea.
Araujo Barros.
A assemb;a legislativa proviocial de Pernam-
buco resolve :
^Art 1. Ficam concedidas quatro loteras de
120:000$ cada urna a Sania Casa da Misericordia
desta cidade.
Art. O presidente da provincia mandar ex-
trahir todos os mezes u parle de ceda urna
di>ssas loteras, cujo producto ser applicado ao
pagamento das despezs (eilas com o tralamenlo
dos enfermos pobres.
Paco da assembla 22 de maio de 1862.Luiz
Felippe.Antonio da Cuoi.a e Figueiredo.
E'lilo e approvado o seguidle requerimenlo :
Requeiro que pelos canees'competentes pega-
se com urgencia copia de loda a correspondencia
havida entre a presidencia da provincia e a c-
mara municipal desta ciuade acerca Oaaposlurss
da mesma cmara para execucao do contrato
Cambrooe.Theodoro da Silva.
Tambem 'approvado o seguinle additamento :
Ao requerimenlo do Sr. Theodoro da Silva sc-
crescenle-see tambera copia das bases oftere-
cidas por Ctmbrooe quando pedio o previlegio de
nao existir na esta Bario de Muribeca.
ORDEM DO DA.
Prinwira parle.
3* discussio do projecto o. 15 deste anno, que
transiere para a cmara do Cabo alguna terretios
pertencanles a fregueiia de Ipojucs.
E' approvado sem desbate.
[Continuar te ha.)
de 35 annos, cozinheiro, por disturbios depois do
toque de recolher, e bem assim es crioulos Je-
remas, de 40 annos, ganbador, escravo de Mas-
carenbas ; Amaro, de 22 aonos, tambem ganha-
dor, escravo de Jos ta Silva, e Francisco Lu-
ces, de 38 annos, dado a agricultura, escravo do
Dr. Barros, por serena encontrados depois do to-
que de recolher.
A' ordem do subdelgsdo do Recite o pardo
Miguel, de 28 aonos, ganhador, escravo de Jos
Jonjuim Gomes de Abreu, a requerimenlo
deste,
A' ordem do de Santo Antonio o ctloulo Jos
Manoel do Nascimeuto, de 24 annos, marcineiru,
por disturbios.
O chelo da 2a seccio,
J. G. de Me*quita.
Passageiro do patacho brmense Germonto,
Sshldo para o Canal :Paler DL-sel.
Passageiros do patacho ioglez Mersey, sa-
hido para o Ctnal:Carlos Tiedler, Theodoro E.
Barrotie.
Passageiros do vapor nacional guarastu',
sabido para os porlos do nnrle :Francisco Jos
Pereira Cavalcanli, Juaquim Patricio de Almei-
da, baharel Cunha Figueiredo e sua senho-
ra, Thomaz Eslebol, Francisco da Silva Grillo,
Joo Evangelista de Mello Brrelo, D. Fe-
lippa Mara Domingos Pacheco. Dr. Candido Jos Casado Li-
ma, Alfredo da Cunha Figueiredo, os presos
Laurentino Pioheiro e Viceule Ferreira Das dos
Santos, escollados por um sargeulo e quatro
pracas, Vicente, eacravo de Francisco Bsplista de
Aloaeida, Sipiao e Leonor, de Manoel Gabriel de
Cir'alho.
Movimento da enfermara 4 casa
(io do dia 22 de malo de 1862,
Teve balxa para a enlermana :
Quintiliano Ferreira Calado, foriaier
Teve alia da enfermara :
lnoocencio Jos da Silva.
Obituario do da 22 de mar ^^ cemiti-
rio publico : ^^
Lourenca, Pernambuco, 30 annos, solloirs, es-
crava, S.Jos: gaslro intente chreoMs '
Silvestre, Pernambuco, 4 mezes, Santo Antonio,
-escravo ; gastro iolerite collyle.
Jos Thomaz dos Prazeres, Peruambuco, 25 an-
nos, solteiro, S. Jos: ascli?s.
Auna Mara da Conceicao, Aracaty, 65 anoOS,
viuva, Recite ; cholera.
Feliciaoa Pereira da Cunha Pires, Pernambuco,
31 annos. viuva, Boa-Vista ; dyarrha.
Anglica, Pernambuco,- 50 aonos, solteiro, es-
crava, anasarca.
Antonio Jos Carolioo, Piauby, 4{ annos, sol-
teiro, soldado, Boa-Visla ; cholera.
Francisco Pereira Lemos Pernambuco, 32 an-
cos, casado, Boa-Vlsla ; lanoge Irscbeie ade-
matse.
Joo, Pernambuco, 7 das, S. Jos ; espasmo.
f
s deten-
S. o favor declarar-me ao p desta quanto pa-
gou ao mesmo curador de orphaos de emolu-
mentos por Ur asilstido a referida justiScago, e
se foi por V. S. paga a exigoncia dalle.
Permilta-me V. S. que de sua resposta faca
o uao que ma cemier.
Sou, de V. S. criado e obrigado,
Mantel de Parias hemos.
lllm. Sr. alteres Manoel de Parias Lemos.
a S. Caelano da Raposa 13 de dezembro de
1861.
Recebi a caita de V. S. datada de 7 do cor-
rente. E* exacto que juslifiquel urna letra neste
juiio, oa qual justilica$o assislio o promotor pu-
blico Jos Antonio Coelho Ramalho como cura-
dor, este exigi de mim quinze mil ris, os quaea
eu Ib'os dei.
- Pode usar Sella.
0 oais sou, de V. S. criado e obrigado,
Josi Joaquim da Silva Po-Ferro.
(ftecooheclda a letra e sellada.)
c lllm. Sr. juiz municipal 4* supplente em
exercicio.
c 0 slferes Manoel de Parias Lemos, precisa
a bem da justica publica, que V. S. mande que
o escrivio de orphaos ra/endo o inventario que
procedea-se por fallecimeolo do paide Jos Joa-
quim da Silva Peo Ferro, no qual esli junto
urna jusrficacio que deu o mesmo Po-Ferro
do orna letra; (he d por certidio ao p desta o
quanto foi cootado de cusas na citada ustiflcs-
co ao curador de orphaos o bschsrel Jos An-
tonio Coelho Ramalho, todo verbum ad verbum,
de maneira que faca f: pelo queR. Me.
. Piase.Caruar 2 de jaaeiro de 1862.
Vctor Fteiro.
Ocapitio Grigorio Fraocisco de Torres e Vas-
concellos, escrivio vitalicio de orphaos nesta
cidade de Caruar e seu termo ds comarca do
Bonito o provincia de Pernambuco, por S. M.
I. e C, etc.
Certifico que revendo os autos de inventa-
rio de que trata o supplicante em sua petigio,
junto achei t justificas o que f>z mencio pe-
licao suppra, e oo dual de ditos sutos achei a
contagam da referida justificago e della consta
que obleve de cusas o Dr. curador geral de or-
phaos, a quantia de um mil ris, como se v a
margem.
O referido verdade do que dou t.
Cidade de Caruar 3 de Janeiro de 1862.
a O escriao de orphaos,;iShorto Francisco
Faco votos para que o goveroo do nosso paiz
nio delxe ficar em criminoso olvido os relevan- |
tes servicos de V. S., concedendo-lbe como ni-
ca recompensa a graiidio deste povo, em cujos
peitos a memoria de V. S. bade eternamente
perdurar, embora nio deixe de recoobecer, que
a sna nobre abnegacio com isto s se dar por
sobejaraente pago, e sslisfeiio de todoa os seu
servicos e sacrificios. Mas que em casos taes,
urna brilbaote remuneracao arrasta comsigo a
emulscao, e crea imitadores, o que nio deixa de
ser de geral utilidad.
Iocluso encontrar um soneto, que a meu pe-
dido, fez um amigo, e que tomo a liberdade de
offerecer V. S. S. como um pequeoino signal
da minha subida eslima e juste aarnirscao.
Resta-me agora dizer-lhe o aaudoso adeus da
despedida, pondo a aua diapnsiqao todo o ?ali-
mento de quem presa aer com toda a considera-
do e estima.
De V. S. muito altelo servo o o obrigado e
criado.
Francisco lavares da Cunha Mello.
Engeuho Diamante, 3 de maio da 1862.
(Esli recoohecidos.)
Ao lllm. Sr. maior Alexandre de Bar-
ros e Albuquerque, por occasio da
sua retirada desta briosa comarca,
aonde, do seu carcter de delegado,
prestou relevantsimos servicos, ja'
durante a eme horribilissima do cho-
lera, e ja' concillando os espiritos e
restaurando o imperio da lei e da jus-
tsca,sem fazer distincqao entre Gre-
gos e Troyanos.
SONETO.

Levars comligo
Rico tbasouto de affei;des sinceras,
De verdadeiras perenuaes saudades.
(Jfun* /tarrifo).
Do poeta lyra, que i tristeza empana,
Vem pagar-ie uro tributo verdadeiro.
No metro aleando ao tbrooo braaileiro,
Um oome credor da proleccio sob'rana.
A' tua gloria surge, a tua fama emana.
Da oz da gratidio de um povo ioleiro :
Eviterno padrio tena allaneiro
Na Lapa, Cruangy, Mocos, Goisnns.
Soffra grilhdes a humanijade e gema,
Alli tua alma, sempre an bem volada,
Da dr e tyranuia rompe i algema.
De vrenles louros tens frnnte ornada,
E's, lio bravo e humano, o thypico emblema
Do here que veste i farda e cioge espada.
Goianna, 2 de maio de 1862.
eVm Goiannista por todos.
Communicados.
REVISTA GlARi.
de 1er dous artigos dess contrato ; e dessa sim-
ples leiiura, creio, que che(,'armos ao resultado
de que o contrato satisfactoriamente cumprido.
A coodicis 4* diz : c Tambem ae obnga a
entregar, para serem corregidos, os discursos da-
quellea Srs. deputadns, que os quizerem corri-
gir com tanto que nao os dennre por mais de
tres horas-
Ve-se pois dahi, que ha essa obrigajao da parte
do contraanle de dar os discursos sos Srs. depu-
lados, eliai de serem corregidos ; mas qae ape-
naa terio para essa correc; neira que a nio dsr se a entrega dentro desse es-
paco estipulado, cessa a obiigigo da parte do
mesmo contrstante e fazer a publicajao no pra-
zo marcado...
O Sr. bario de Muribeca : Sei disso.
O Sr. Wilruvio : Eolio folgo muito de es-
tar de accordo com V. Exc.
O Sr. Btrao de Muubeca : Has quando nio
se entregara os discursos aos Srs. deputados, e
so diz nao reslituifam ?
O Sr. Witruyio :Tetrtd, que nio ha oenbum
los Srs. deputados que deue dorecaaer Os seus
discursos ; V. Exc. que fa: urna exoepcio a tato,
porque os nio qoer ver, nio
Neste caso o tachygrapho laz
extracto do que V. Exc. diz....
O "Sr. Bsro de Muribeca : Isso mesmo
nao faz.
O Sr. Wilruvio : Mas eu mesmo lenho sido
portador de resumos oe discursos de V. Exc.
O Sr. Bario de Muribeci : En nao vejo isso.
O Sr. Witruvo : Porgue o nio quer, mas
os Diarios ahi esli,- Fall u-se aqu tambem em
faltas no principio da sessao ; mas lemos aqui
outra coodicao do contrato que diz :
Ficar porm absoiviio dealas multas se a
falta fr devida moleaiir, fuga ou morle doa
tacbygraphosj contratado.-, ou por falla de cum-
primentode contrato con elles feilo de sus par-
te, s esgotadoa os meios de constraogimento pelo
empresario. >
lito dispa a segunda parte da clausula 12a do
contrato.
A cass porm, sabe que contratante leve, ou
liaba um contrato com oa iirs. Falcao pal e filao;
o Sr. Falcao pai creio que por molestia, estando
na Baha, nio pede aqui c i'gar 4 lempo, o que
deu em resultado sr conii atado o Se. Vilella pa-
ra vir fajero Irabalho no primeiro anas ; a depois
nSo Ihe coovindo mais asa3 ervigo relirou-se.
Assim tiremos de s}S mora nal publioQea ; mas o contratante deu-se
preosa em sanar essa occuirencis, a hoja acha-se
contratado outro tachygrapho, o Sr. Souza: de
modo que as tesadas ata io presente tem sido
entregues no prazo esliputid oa discursos tem sido apn sentados aa 'asa 2t
horas depois de pronunciados, a se nio taza ido
promptamente publicados, nasce isso da demora
na fituetilo.
Paraca-ma pois quo o :oolrUata a vita das
condignos do contrato se :ba a alvo do censu-
ra, oo pode aoffwr incrapicio ; o aaslss eanbua
Na sessio de hoolera da assembla provincial,
antes de entrar na primeira parte ds ordem do
dia, foi mandado i mesa um reqoerimeolo do
Sr. Theodoro da Silva no sentido de pedir-se co-
pia da correspondencia havida entre a presiden-
cu e a cmara municipal acerca daa posturas
desls, relativaa i execucao do contrato Cam-
bronne ; ao qae msqdou o Sr. bario de Muube-
ca em addilameoto um requerimenlo pedindo
tambem copia das bases offerecidas por Cambrn-
ne quando pedio o privilegio ; e sendo ambos
postos i votos, foram approvado.
'approvado em torreira discusso, e vtlada a
adopcio do projecto o. 15 que segrega urna par-
le do territorio de Ipojuca, a annexa i do Cabo.
Entrando em leiceira discusso o projecto n. 40
do anno passado, com o parecer das duas com-
missoes, a que fra o mesmo mandado, ora o
Sr. Cunha e Figueiredo explicando o motivo por
que assigosra com reslriccao naquelle parecer ;
e concluio por mandar urna emenda mesa, a
qual tul apoiada, sendo adiada a materia-
Passou-se segunda parte da ordem do dia, e
tombu a palavra o Sr. Barros Brrelo sobre o
art. S. do orcamenlo, deteniendo a respectiva
Icommissio, de que membro. das arguicoes que
i mesma foram feitas pelos Srs. Buarque e Fe-
neloo. por meio de explicarles cere da eoo-
fecQio do projecto de ornamento, ei outras consi-
deraos gerses com extensio at da estrada de
ferro.
O Sr. Drummond tomando a palavra, im-
pugna a consignado do art. 2," 1." ; e sobre
elle manda mesa urna emenda, reduzindo a
coosignacio i dous mezes, leodo igualmente se
occopado de leve da estrada de ferro.
Seguindo-se o Sr. Buarque na tribuna, oceu-
pou-se detalladamente da va frrea, dando ex-
plicacoes sobre a suppresso da estaca .> ds Pon-
lezinha.
Levaota-se a sessio, seodo adiada a discusso
da materia.
A ordem do dia de Tioje consta das materias
anteriormente dadas.
A Capung* acha-se infestada de ladros,
cuja audacia chega ao ponto 'de invadir casas,
em que esli osdooos, alm de acordados, com
grandd numero de visitas. Isto deu-se ha poucos
das ns morada do Sr. Csmsrgo, sgeote de lei-
les ; o qual quando achava-ae na ceia na sala
posterior, era victima na da frente de furto do vi
ros movis, que a mobiliavam.
A polica local, pois, deve dsr alguna sigDaee
de .vida activa ; visto que iotoleravel a situa-
(io daquella localidad.
Em quanto se ci ennelue o passadigo, boro
seria que se mandasse sobrepor nma taboa ao
menos i esse buraco, que ha na ponte solba d.
Recite, e onde a por milagro jase ooeu al-
gum desastre. '
Foi nomeado por portara de 21 do correte
0 ex-promotor publico de Caruar o
. bacharcl Jos Antonio Coelho lla-
niallio.
Victima da mais inqualificarel violencia por
que paasei na cidade de Caraar, de cuja resi-
dencia fui privado pela torga bruta doa que fa-
zem da lei instrumento de auas viogancat, Ins-
tru o publico desse tecido de despotiamo, em
que o mesmo bacharel Jos Antonio Coelho Ra-
malho represeoiou importante papel, eolre os
meas slgozcs.
Isto consta do Diario de rernambuco de 27 de
Janeiro deste aono.
Preced essa publicarlo de urnas perguolas fei-
tas no Diario ae 23 de' jaoeiro a cada om dos
meos algozes, as quaea denunciaran)-lhes que
eu me achava em dia com as sUas niazellas, e
que as podis fazer processar, cao imaginando
calumnias como elles fizeram a meu respeilo,
mss exibiodo fados criminosos por elles prati-
cados.
Ao Sr. bacharel Coelho Ramalho, meu gratui-
to perseguidor, Qz a seguiote pergunla :
Um promotor publico e curador de orphaos,
pode exigir das 'partea e receber quantias, a
que nio tem direito, t loa setos praticados no
exercicio do seu cargo,'que nio eslejam mar-
< cartas no regula ment daa cuitas ja dictaras ?
OSr. Coelho Ramalho oio respoodeu i esta
pergunla senio depois de quasl dos mezes, por
occasiio em que me achava oa comarca do Li-
moeiro, e o fea. por modo, alias inconveniente,
oo Jornal do fecife de 16 de marco.
A minha ausencia, e a pouca cireulsgo do
jornal coocorrereea pars qae eu apenas agora ti-
vesse conheetmento de sua respoila : corr logo
esta cidade, alim de mostrar ao Sr. Ramalho
os fundamento* da minha pergunla e a impro-
cedencia da sua resposta, soppoodo anda acha -lo
aqui.
0 Sr. Ramalho, porm, ji parti, e s pode
ver esses fundamentos, que abaixo pblico, od
pouco tarde ; mas elle os ver, porque eu terei o
cuidado, que a|is nao leve o Sr. Ramalbo, de
remeer-me um exeroplar da presente.
Faca preceder esses fundamentos das segua-
les obterva;oea i publicacio do Sr. Ramalho.
Em primeiro lugar noto qae este senhor,
quem nao licito ignorar as regras da syotaxe,
nio houvesse respondido pelo caso que Ihe flz
a pergunla. Gomo um gallo doudo bateo com a
cabeca per todoa os canios, e nada dase. Con-
tenloa-se em chamar-me calumniador, maldi-
zente, valente o braco militar, de voz rouque-
nha, etc., etc.
Que nio sou.caiumniadoT, nem maldlzenle, tem
visto o publico o veri sloda esta vez, porquanto
indas as vezas que fallo acerca de meus gratui-
tos peraegnidores, com documentos e'frovss au-
ihenlicaa remara quelquer idea de calumnia e
maledicencia.
Qaaulo aos outros epihelos nao nierecem re-
fotagio.
E' cerlo que os incensadores dos meu* gratui-
dt Torres Vasconeello. *
(Compeveptemente sellado.)
a lllm. Sr. Jacintho Jos do Amaral Aragao
Garuat 28 de noverabro de 1861.
Tendo sabido que V. S. dra urna queixa
peraote o uiz municipal desse termo, contra
i.oureiiQo Juslioiano da Silva e oulros por crime
de MsiUcaco de urna escrlptura, cujo processo
fra com vista ao Dr. promotor publico Jos An-
tonio CoeHio Ramalho; rogo i V. S. o favor de
declarar-me ao p desta, quanto pagou pela res-
posta ao mesmo promotor, e ae foi por ella exi-
gida como ^emolumentos, que Ihe devesse ser
contado pelo juizo.
Permitta-me V. S. que de aua resposta faga
o uso qne me roavier.
Sou de V. S. obrigsdo e criado
Manoel de Parias Lemos. a
lllm. Sr. alferea Manoel de Pariaa Lemos.
a Booito 80 de novembro de 1861.
Em resposia ao seu eslimado favor sou a dizer-
lhe, que o mencionado Sr. Dr. promotor publi-
co racebeu de mim a quantia de cinc > mil ris,
sendo quatro pela resposta, requereodo a bem
da justiga o reconhecimento de algumas firmas
de urnas cartas, exigiodo o original de urna justl-
Qcscao que se acha junta aos autos por publica
forma, e que depois me disserjm nio ter elle
direito a receber a mencionada quantia.
Pode V. S. fizer uso desla minha resposta
da maneira que Ihe aprouver.
a Sou, de V. S. atiento venerador e criado,
Jacintho Jos do Amaral Aragao.
(Recoahecida a letra e sellada.)
Ficam em mea poderiguaes respostss devida-
mente selladas e recoohecidas, dos Srs. Xlexan-
dre de Brilo Torres Galllndo e Jacintho Jos do
Amaral Aragao, de justifiesges que deram no
juizo municipal, que confessam terem pago cos-
taa excessivaa por exigencias do mesmo curador
de orphaos e promelor publico bacharei Jos An-
tonio Coelho Ramalho.
Recito 20 de maio de 186!.
Manoel de Fariat Lemos.
Alfandesr;,
gendiment do da 1 a 21. .
dem do da 22 .
Vlama
c
sabidos
9
PubicA^es a pedido.
a^^ i i i i, i ii ni i i
lllm. Sr. major Alexandre da Barros Albu
querque. Bastaoie mo sorprehendeu a noticia
da demissio de V. S. do cargo de delegado de
polica desta comarca, lagar que V. S. tio digna-
mente tem prehenchido.
Na luta, por que acabamos de paasar, foi V. S.
urna das mais brilhaotea figuras, coocorrendo
com seu zel e activldade para salvar da devea-
tacSo, que nosamesfava, esta popnlagio, qne ja-
mis se esqueceri.agradecida, dos valiosos servi-
dos i ella prestados oesse dia de horror. Depois
de tio renhida lula, aprouve so Exm. goveroo da
provincia, sem duvida chama-lo so deacaogo; o
que nao posso deiXar de profundamente sentir,
uio s pelo bem que desempeohou essa pesada
commlssio, qual ade sisistir-nos pontos da co-
marca, em que o mal mais pesado ae toroou ti-
zitando a todos os Iofelizes accommeltidos do ter-
rivel chotera; como tambem pela tranquillidade,
que na masma soube conservar e acalmando al-
guna espiritos mais exaltados, sem quebrs da di-
goidide do cargo, qne V. S. prespicasmente exer-
cia.
Deixa-nos penborados por tanta dedicagio a
causa da humanidade.
Qaeira V. S. receber minhas sinceras despedi-
das, e aceitar meus protestos da gratidio e esti-
ma, contando com um amigo, que sempre acbar-
se-ha prompto no cmprimento de seas servi-
cos.
De V. S. amigo atiento .e o obrigadissimo e
criado.
Aoloaio Alvos Viannaw
Engenho ttyvo, S de anal, de 186S.
Albo-
Coiselho wlmiiistritiTt.
O contexto administrativo, para fornecimento
capellio obrigadissimo a ^rjepaniaguerra, tem de comprar oa obj-seloa
Para a .?hafaveria militar desta provincia.
30 l.bras da addo ctrico.
60 garrsfrs de alcool de 38.
34 garrafas grandes de 2. libras 'agua de flor
de la {aoja.
14 garrafas gran les de 2 libras 'agua rosada.
IX arrobas de assucar refinado.
16 libran de assucar de ionio.
24 borrachas vuleantsadas de 1 libra.
24 borra.hiohas para iojeecea de 9 oogaa.
24 dilaa para rejeeges dei onca.
32 librea de cera branca em flor.
6 grosas de caixas para pilulas.
4 libras de cordio de duas cores para garrafas.
6 coadores metlicos com cabos sortldos de n. 6.
20 libras de espermacete em rama.
2 libras de extracto de alcagus.
2 onca de dito de coloqueolidss.
2 dilaa ds dito de laraxais.
2 libras ele folhas 4. acorte.
12 ditas Je flores de sabugo.
8 ditas de ditas de rnica. M
8 ditas de ditas de tilia.
20 ditas de Boa de liobo.
24 fuodaa do lado direito.
24 ditas lo lado esquerdo.
24 ditaa duplas.
4 oogss de iod.reto de ferrMam vid azul.
4 ditas de hydrocbloralo d morfina.
2 libras de lacre de prioaeira qualidade.
1 machina para estender e para drapouma.
4 arrobas de malvas. >
24 borraxiohas para clysler le 8 ongas.
1 arroba de msnieiga de porotk,
4 librss le mamutta.
21 vidros de oleo de mastruco.
64 librta de oleo de ricino.
61 ditas de oleo de ameodoas.
50 vidros de pilulas de Vllele.
2 pegas de madapoln o. 5 de 20 varaa.
4 libras de paslilhas de sauonina francesa.
2 libras de paslilhas de ipecscuanha.
2 libras de ditas de ipecscuanha a morfina.
2resmas de papel azul psra embrulbo.
2 resmas de dito braoco pautado.
2 paoellas de ferro forradas de porcellsua da
capacidade de 32 libras.
4 libras ce" ponas de viado calcinadas.
24 garrslaa de Robe de Laffecteur.
24 vidros de salsa panilha de Saode.
4 librss de salsa hortense.
4 arrobas de sal tnglez.
4 librss de senlauria menor.
4 librss de sabao psra opdeldoc de primeira
qualidade.
1600 rolhas de corliga para vidros.
2 srrobas de salsa panilha.
2 ditas de mann commurn de 1* qualidade.
16 libras de dito de lagrimas.
48 garrafas de vinbo linio de Ia qualidade.
48 ditas de diio braoco de 1* qualidade.
5caadas de vinagre de 1* qualidade.
2 ongas de vsleriaoalo de quioioo.
4 ditas aulphato de qalniuo.
50 vidros de xarope de Naff.
30 garrafiohas de tarop Lamore.
30 gairafas pequeas de xarope peiloral ioglez.
12 garrafas de 2 libras de sueco de espargos.
2 libras de borato de soda.
6 librea de botdea de rosas.
24 copos graduados sonidos de 4 ongas e 4 di-
tas e 2 ditas.
2 graea de marmore de 2 libras de capacidade
12 graes de vidro sonidos.
12 funis sorlidos de vidro.
12 caoecas de graduar sorlidss.
12 capsulas de porcelana sortidas.
6 pellea de camursa o. 6.
2 caadas de azeite de den.
Para o arsenal de guerra.
30 milbeiros de pregos caxais.
500 caadas de azeite decarrapato.
Quem quizer vender taes objectoi presente a
troposlas m caria fachada, na secretaria do
onselho, s iO Toras da maohia do dia 30 do
orrenie mez. \
i Sala das sessoea do conselho administrativo
para fornecimento do araenal de guerra, 22 da
maio de 1862.
Antonio Gomes Le'l.
Coronel presidente interino.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Consulado proviocial.
De ordem do Sr. administrador interino do con-
sulado ptovincal se faz publico qae os 30 dias
uteis marcados psra a cobranga i bocea do cafre
do imposto de 10 0(0 sobre a renda dos terceoo
do municipio do Recite oceupados com o planto
do capim do aono vigente de 1861 a 1862, fin-
dsm-se no dia 31 do correte, e que ficam com-
prehendidos na multa determinada no art. 50 da
lei provincial n. 346 os que psgarem depois desse
preso. Meta do consalado 19 de maio de 1862.
O chefe da 2.a secaio,
F. Ferreira M. Ribeiro.
Arsenal de guerra.
De ordem do lllm. Sr. coronel director do ar-
senal de guerra Se fas publico qne nos termo* do
aviso do ministerio da guerra de 7 de margo do
1860 se precisa mandar manufacturar as pegas do
fardamenio seguintes :
17 sobrecasacos de panno mesclado para m-
sico?.
40 ditos de panno azul.
40 caigas de dito dito.
40 fardetas de b:im branco.
40 caigas de dito dilo.
40 caruiaae de algodaoziohd.
Quem quizer arrematar dito eoaturamenlo no
prsso de 12 dias, apresente-sa na sala da direc-
tora no da 23 do cocrente com sana propostas,
declarando o menor prego e seas fiadores.
Arsenal de guerra de Pernambuco 19 de maio
de 1862.
Francisco Jos Galvio,
Escrivio.
dOtltlt ItMCiMO.
i'raca do Recife 22 de
*
maio de 1862.
\a t\uatro \\oras da larde.
f.olacoes da junta de corretores.
Cambio.*
Sobre Londres 90 d|v. 25 6|8 d. e 25 3ti d.
por 1)000.
i. da Cruz Macedopresidente.
John Galissecretario.
323 2759285
*2.629593
375.904*878
Movimento da alfaskleara.
Velamos entrados omfazendas.. 156
A a om ganaros.. 349
505
om aiendas..
com gneros..
jar- 420
Desearrsgam no da 23 de malo.
Rarca ioglezaColinatazendat.
Rarca ingle"zaQueen of lbe Sontdem.
Rarca traoceza Mara sal.
Barca francezaTombelgneros diversos.
Barca francezaJoan Parmenliervinho
Patacho italianoEvelinafarinha da trigo.
Brigue hambuiguezRosalinecarvao.
Barca ioglezaIrisidem.
Brigue hespanholDous Irmaosvinho.
Barca ioglezaBonitacarvio.
Brigue suecoEmillaboado.
Brigue inglezSllvanmercadoriat.
Imprtatelo.
Iliate nacional Tino, viudo do Ro de Janeiro
manifeatou o seguiote :
1 caixa chales, 21 fardas panno, 3caixas mer-
caduras, 4 ditas chapeos, 1 dita rap, 2 ditas ci
Sarros. 1 caixio accido em botijas, 20 caixotes
fogo da china, 3 ditos doce em latas, 3 caixdea e
5 pacoles ch, 30 Islas (amo, 8saceos eolia, 332
ditos cat, 100 ditos srroz, 1 barrica farinha de
mandioca, 150 ditaa vazias; a ordem de diversos.
Hecebedoria de randas Internas
sjeraes de Pernambuco.
Rendlmentodo dia 1 a 21. 20:815j092
dem da dia 22......1:313842
22:1585934
Connotado provincial.
Randimento do da 1 a 21. 30:6595*35
dem da da 22......: 2:444*988
33:1048223
o Sr. major Alexandre de Barros Albuquerque,tosalgozes, para lavar-Ihea at lepras i minha
para delegado do termo do Bonito. (casta, alcunham-me de rlchoio e desordetro
Os precedentes honrosos do Sr. mejor Barros, : pensando lles^oe, emprestaolo-me taes dotes
o inlairo desempean quo ba dado varias com- [ diminuem aa culpsa ecrimetde seos litles.
mistte importantes, & que tem ido incumb- i "Slrn ; ricbdio a detordeiro aquello qut nio
Movirneuto ao pono.
Navio entrado no dia 22.
Rio de Janeiro17 diaa, hiato braaileiro Tino,
de 78 toneladas, capitio H. f. Ferreira Mari-
nho, equipagem 7, carga caf o outros gneros;
so mesmo cspiio.
Navios sahidot no mesmo dia.
Penedo caler nacional Emma capitio Fran-
cisco Googalves Torres, carga sal e outros g-
neros-
Rio de Janeiro patacho nacional Capuam, ca-
pilio Tbeotonio Jos da Silva Rosa, carga ea-
aocar o outros gneros.
Canal patacho bremense Germania, capitio
RrVklefs, carga assucar.
New York patacho ioglez Mercey, capitio R.
D. Philipps, carga assucar e algoaio.
Portaa Jo nortevapor nacional Iguarass, com-
mandante M. de M. Vianna.
lUaei.
lllm. Sr. major Alexandre de Hrros
querqde.Prezadlsaimo amigo e a
presente o estimado favor de V. B
quei selente que. pcecioaBfil
tioba'alteragio, e que a gane
infinitos annos, o que Ihe. deaej
bem me di parte que esli par
nie me apanhou de aorpreaa asi Peratrte a tbtjsouraria provincial ae ha de
porque ha dits li no Diario Mcrematar a qaem mala der as tnadeirae velhaa
demiaso de delegado, e'qua eVv*^| as tarimba do*cofpo de polica que a inutili-
concedeu, o que aa vetdsde me cauaov*drtcl fanram : oa pretendate* poderlo dirigir-se o
por c Uoha 4<| nos xar, o f Htlt de arttf^HHHencionadas adeiras, aendo a arremalaglo
m; nU is para Ihe uianfeUr o'feita nssta thetouraria no dia 18 do correnle pojo
^""^^ata^iHP'' poina o se
bade fazer, ito de V. 8. mj tem
V. 9. neste tes engenho um amigo que sempre
o chira prompto comprir sois orden, e te
meto da.
Secretaria da thesenrsrs provincial de Per-
nambupo SO da nato de 1861.O secretario,
Antonio Ferreira o'Annanclagio.
Companhia do Be-
oeribe.
Sao convidados os Srs. accionistas da
Companhia do Beberibe a se reunirem-
em assembla geral &. mesma, no dia
23 do corrate aomeio dia, fm de se
dar cmprimento ao disposto no ait.
19 1, 3, 4 e 5 dos respectivos estatu-
tos que regem esta atsociacao.
Ktcriptorio da Companhia i9 de maio
de 1862.O secretario interino, Justi-
no Pereira de Faria.
Conselho de eompras uvaes.
Tendo de ser promafsaa a compra,- aob ascon-
diges do eatile^aoa iliiectoa abaixo declarados,
periencealea ao material da armada, convida o
conseibo aos que prtenderem vende-loa apre-
sentarem suaa propostaa eos carta fechada, no
dia 26 de correte mez al aa it horaa da ma-
ohia, com as amostras doa meamos objectos.
Para oa navios da raido arsenal Oe
asa rio ba.
10 bar is da alcatrao, 90 garrafat lo tinta d
escrever, e 82 livroa m braoco, paulados, a sa-
ber, 20 de 25 olhas, 25 de 50, 25 do 100, e 12
de 200.
Sala de cooselbo da compraa navaes em 21 do
maio de 1802.O secretar,
Alexandre Rodrigues doa Aojos
Tecdo a directora das obraa militares de
mandar lser oa coocertoB oecessarios ne reto*
Ibamento do quartel do quarto belalbio do ar-
lilharia, concert de algrroz, beirss, etoigoet,
concert de ladrilho e ia bomba, o concert dr>
xadre, i s pessoas qne a este servige o queiraru
propor ciimparagaiD com laas proaoataa n* dit
directoris nos diaa 24, 2* e 27 daa 10 .hutas da
maohia a 1 da lardo.
Direetiriadaoohfaamiiitarae.de Perntubnco
21 de m lio da 1863-0 awptatario,
Joio Maotaira do aWnHtd ttatotM?.
H. 1. Briio,
Oi'octar.
D ordae do Ulm. S.r. inspaetar dia th-
sourara tssacieate 4 5ras. D. Mara Thonde-
ra do Patrocinio de


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DiwaDi
aa*. mttA ruxiium maio d* iMi.
lu
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HOJE
!?! h^i .* Jo*OB, UtU dt Conest-
a! ^Vi.'*, ''*" rslWao
A.&2? me*J I"1 data, pira atia-
rhm!.ffl/8MeX,.8LenC" da "Oria ger.il da coo-
UbHid.d. do thesouro nacional, .* qaats exi-
Mctaa idea orto communieada* nesta repar-
Secretaria di hesouraria de faiends. de Par-
?s.? M maio t861-Sariad9 de offl-
dri-MMr, llaooei Joi Pialo.
Ba ordena do Illm. Sr. ioapector da theaoa-
rana de (aseada deata provincia aao convidados
os Sra. Domingo Affomo Ferreira, Jos Domin-
go* Pimenlt, Marcelino Tolentiuo de Oliveira,
- Asiento Noraerte de Souza Lealdade mejor
Francisco de Pauta Paea Brrelo, Antonio Fir-
mara, Antelo Dearte de Oliveira Reg, e Jote
Franeiaco de Carvaibe, e aa Sraa. D. Ansa Mara
ele Coaceicao, D. Thorexa d Jess Ferreira e D.
Isabel Marta di Cooceico, a entrar quanto antea
para oa cofres deata thaaoararia, aob peoa de Ibes
ser cobrada execvtivemeote, com a quantia de
de 109 ada un, importancia da cou Iuqio para o
cemiterio peblico, costa da hienda, dos cada-
veres dos seusestravos fallecidos do cholera-
rnorbes.
Secretaria da theaouraria de faxeuda de Per-
oambaco 21 de maio de 1862. Sevindo de offl-
ial malor, Manoel Jos Pinto.
Command das armas.
O commando das trmaa completamente auto-
rlsado pela reai leocia, contrata um capelllo
para a colonia militar de Pimeoteiras. O senhor
sacerdote que ae quizer prestar a este ser*ico as
coadifdea do respectivo regimiento, comparec
no qaartel general em qoalquar dos das uleia pe-
las H horas da maohaa.Joaquim JoS'J Pereira mele Indicado este meio afim de a
vianna, lente ejudenle de ordena do peaaoa. poderm apreciar este variado divertimeoto, es-
Directora Keral (laiStrUCCO P8ran108 1ue <"* maneira a concurrencia de
0 meninos ser baatanle.
3
Sexta-feira de noile 23 de maio de
i 862
Nos quaea entrarlo os seguales disnctos ar-
tistas :
Sra. Kate Orsund.
Sra. Louiza Nobles
Sr. Duverna-
Sr. TotntuiHE.
Sr. Shar.
8r. Nial.
Sr. ASTOKIO.
Sr. Nathaniel Fogers.
O Joven Careos Fish
e oa ceiebrea animase
HlRAJt
WlLDIiKE
Balaam
E o grande Tro vio.
Domingo haver duas
representares
as quaes priocipiario orna
A's 4 horas da tarde,
outrs
s 8 horas da noite.
Tem sido numerosas as per-
gaolaa feitas a retpeito da re-
preteatafio de domingo de tar-
de, e alguero ha qoe com inatancia tem benigna-
mente indicado este meio aflm
Para
:i
publica.
EDITAL.
rae, saber a quem ioWressar possa que a ca-
cetra de iostrueco elementar do Io gra> da vil-
la do B mito, acaba de vagar por jubilacao do
ratpectivo professor que a regia, e que ca forma
do art. lo das iastrucedes de II da juoho de
t89. masa o Illm. Sr. Dr director-gera! inte-
riao marcar o praio de 30 diaa a conlar da dala
deste para a Inscripco e processo de habilita-
cao dos oppositores a mencionada cade ira.
Secretaria da ioslruccao publica de Peroam-
buco, SO de maio de 1862.O secrctarii,
Salvador Henrique de Albnquerque.
Segee com brevidade o palhabote Santa Cruz,
para o resto da carga trata-se eom Gaetaoo C. da
t.. Moreira 4 Irmaos, no lado do Corpo Santo nu-
mero Z3.
Para o Aracaty
0 5ato "J"'001 eguaribe pretende aeguir at
o dia 8 de juoho por ter parte da carga piompta ;
para o resto e paaaageiroa, Irala-ae na ra do
Creapo o. 14, ou com o meatre a bordo, deroote
do caea do Ramos.
jgjw
COIPHI|(IRaSILEIRa
MPllTIIS 1 Wffift.
E' esperado dos portos do aul at o dia SO do
correle um dos vapores da compaobia, o qual
depois da demora do coslume seguir para os
porlos do norte.
Desde J recebem-se paaaageiroa, e eogaja-se
a carga que o vapor poder eonduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada.diohel-
ro a frele e entommondas at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia roa da Cris n. 1, es-
criptorio de Antonio Lat de Oliveira Azevedo
& c.
THEATRO
DE
meninos ser bastante.
Os precos.
Para enancas dmenos
de 10 annos
Serofixados
A 1,500 rs, de larde.
Da maoeira seguinle
a saber :
Cada entrada e cadeiraa para meninos 1^500, e
cada camarote que se vender, contendo seis pes-
aoas cada um, ser a razao de 3*000 cada ho-
rnera ou senhura, e 1500 por cala menino, de r
raaneira que todos os meninos pequeos lerao
para si e cada um, um asiento, bastante cora-
modo.
Santa Isabel.
COMPANIIIA LYRIC4
DE
Sabbado 24 de maio.
6.' Recita da assigaatura.
Repelir-se-hs pela ULTIMA YEZ a grande e
applaudida e grande opera em tres actos, de
Oowtzet, '
BELIZARIO.
Achando-se perfeitamente restabeiecida a Sra.
Sella, e eataodo prompta a tomar os saut papei*.
a Sr*. Cluhetta Deltramini Harioaogeli, retlra-se.
da Mena, na qual smente por impedimeot aj
quella< aenhora tioha reapparecido, embora nao
loase isto obrigada ; teodo-ae prestado a can-
tar para que o theatro nao esliveaae lechado du-
rante as molestias que accommetteram os artis-
tas da compsohia, eo faz dando os seus mais vi-
vos e sinceros agradecimeolos aos Ilustres fre-
quentadorea da opera lyrica italiana, que ainda
ee aono honraram seus fracos taleutos com sua
approvacao, e a distinguirn) com lisongairos ap-
plausos e chamando-a acea, pelo qoe confes-
ss-se extremamente agradecida. (
Para abrlhantar mais o espectculo desta noi-
te, acra lexecutaJa no principio do segundo acto
ama nova e grande
Symphonia,
composta pelo celebre e afamado maestro
Saverio
e por elle mesmo intitulada
ABlBilWl.
Bilhetes para a representado
de domingo de tarde estaro
promptos no escriptorio do Am-
pnitheatro, ao mesmo lempo com os bilhetes pa-
ra a representarlo do mesmo dia de noite, os
qutes se priocipiario a vender s 10 horas da
msphaa do mesmo dia para ambas as represen-
tares, advertindo porm que oa senhores com-
pradores de bilhetes devero ser mui explcitos
e intellegiveis quando pedirem, isto 6. mencio-
naren! se para a representarlo da TARDE
da NOITE, aQm de evitar engaos.
ou
__alisos mantudo*.
Lisboa e Porto
Segu brevemente a barca porlugneza Sym-
palbia, porque tem quasi loJa a carga engaja-
da ; recebe para qualquer dos portoa indicados a
que loe talla e passageiros, obrigandose os con-
signatarios a dar passagem a aquellesqae trata-
rem para o ultimo porto, logo que o navio che-
gue ao primeiro : trata-se na ra da Cadeia do
Recife o. 12.
Janeiro.
all
IHercadanle,
A barca uacienal Atrevida aegue para
em poucos diaa por ter parte do aeu carregameo
to proropto : para o resto da carga e passgeiros
Vn"?8 com oa cousigostarios Marques, Barros
& C., largo do Corpo Santo n. 6.
Para o Aracaty
segu impretenvelmeole no da 19*do correte o
palhabote nacional olovencivel, para o qul
anda se recebe alguma carga : a tratar com Jos
t> Leitao Jnior, ou cam o capito a bordo.
Para a Baha.
Pretende aeguir com muita brevidade o velel-
.o e bem coohecido biate nacional Santo Ama-
ro. tem parte de seu carragameoto prometo
rara o resto que Ihe falta trata-se com os aeus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
&!C, no seu eacriptorio na ra da Cruz n. 1.
C0MPARHU BRAStLEIRA
DE
Al o da 81 do correte, esperado dos
portos do norte o vapor Oyapock, coinraandan-
te o primerro tsente Antonio Marcelioo Pootes
Ribeiro, o qual depois da demora do cosime
seguir para os portos do sol.
Desde j recebem-se passageiros e engeja-se
a carga que o vapor poder eonduzir a qual deve-
ri aer embarcada no dia de sus chegada, en-
commeodas e dinheiro a frele at o dia da sabi-
da as 2 horas: agencia roa da Ouz n. 1, ea-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
C01PANHIA PEMAiBUCANi
M
Navegaco costeira a vapor.
Macei pelas escalas.
O vapor cPersinunga, commaodante Uoura,
sahir para os portos do sol toeando oas escalas
no da 24 do correte as 4 horas da larde.
Recebe carga at b dia 23 ao meio dia. En-
commendas. paaaageiroa e dinheiro frete al
diada sahidaasS horas: escriptorio no forte
do Mallos n. 1.
com 3a palmos de frente e 125 de fundo os qnaes
se correapoodem pelas portas dos fundos as
quaes devide um pequeo chaguio. aio cooa-
truidoa recntenteme com excellentea materiaes
e promptoe a poder.ee edificar aobrado de um
ou doua andares por aa acharem travejadoa e oa
alicoreas serem formados para isso. Os preten-
deutes que os qulzerem examinar podem diri-
gir-se ao ageole cima qoe a ludo os satisfar.
i n k r ellio ler?s ei" l8 16 correle pe-
las l noraa da machia no mesmo armazem da
ra da Moeda o. 7,
COIfULTftlIv} ISPEGIAI MOKHvPATHICO
0 DOUTOR
LEILAO
BE
Um piano (orle, una rica mobilia de mogoo,
guarda roupas, guarda veatidoa, cama france-
sa de ferro, cpula, toilet de mogno cora pe-
dra e espelho. secretaria de mogno, sppara-
dores, meas elstica, ceoamodas, cadeiraa, me-
sas, marquezas, lavatorios, caodelabraa, ser
pentinas, jarros, um rvlogio, um apparelho pa-
ra coa, um dito de porcelana para jantar, co-
pos, cryataes, um selim ioglez e muitos outros
objectoa. Tudo em bsm estao.
Segimda-feira 26 do corrate.
Luiz Gomes Ferraira teodo da ir a corle, far
leilao ponolerveoco do agente Pinto, de todos
os aeus movis existentes em sua casa de mors-
dia na ra da Imperetrix o. 31. segundo andar.
Principiar as 10 horsa.
LEILAO
2 portees na frente,
m grande terrajo ou
grande
DE
Urna casa com 6 janellaa e
com 3 aalas, 7 quarlos,
cupii, portas e jaoellaa nos oitdea,
quintal, cacimba, cocheira e estribara'
Quarta feira 28 do correte.
0 agente Piolo autorisado pelo Sr. Raymundo
B Lasserre que retira-se para Europa, far lei-
lao da casa de campo sita na Capuoga porto do
Lasserre, penltima casa ao ladodireito de quem
vae para o rio, 1 hora do da cima menciona-
do em aeu escriptorio roa d Cadeia n. 9.
LEILAO
Quarta-feira 28 do correte.
O agente P.olo far leilao a requerimento dos
curadores Qacaes da maasa fallida de Jos Aoto-
nioSoares de Azevedo e por mandado do Illm.
ar.ur. jaiz especial do commercro das dividas
perteocentes a mesmt masaa, s ti horaa do dia
cima mencionado em aeu scrlptorio roa da Ca-
deia o. 9.
Ayisli* i^erso.
Lnio&
LEILAO
Umi
DE
Grande laboratorio de iava-
gem de roupa a vapor de
Hamos Os donos dos nmeros abaixo mencionados
:5V.49'J*?'-SI' 48- W- 2 19 3K 36,
68. 08, 62, 61, 67. 6, 63.57. 60. 70. 59.
LOTERA
a casa com 6 janellaa e 2 portoes na frente,
com 4 sala, 7quarro. um grande tarrago oa
cupii. portas e jaoelias nos oitos, eranda
quintil, cacimba, Cocheira o estribara.
Tercaeira t2 do corrente a urna ho-
ra da tarde.
O agente Piolo aatorisado pelo Sr. Raymundo
B. Laaaerre, que retira-se para F.uropa, far lei- loia
lao-da casa de campo sita na Cipunga norto do l..i
Quarta-feira 28 do corrente ser ex-
trahida impreterivdmente a segunda
partida segunda lotera (3'concessao) a
benehcio do Gymnasio Pernambucano,
no eApsistorio da igreja de Nossa Se-
nhor|
bilhet
theso
casas
o Rosario de Santo Antonio. Os
achara se a venda na respectiva
ia ra do Crespo n. 15, e as
missionadas ra da Imperatriz
erragens n. 44 do Sr.
mesma casa.
O referido agente dar qualquer informaco
acerca da raesma casa, em seu escriptorio ra da
Cadeia n. 9.
Porto.
o de 5:000$
dedicada ao here da Italia, sobre o melivo do
bymno, composto ltimamente, por occesiao da
retirada do mesmo bere da
Ilha de Caprera,
Eta symphonia foi coroada de enthjsiaslicos
bem aceita, tanto Pel seu lerecimento como ilv dr.u^'V.'mT^0. Then Jus da
pela boa ezecucao da nossa orchestra. para cajo Snio nroS ." lVqa de. "u carre-
eralmente ae Ihe reconhece, o Sr. maestro
Smolls, director da mesma orchestra.
O emprazario, deaejoso de dar aqui as melho-
res notidades musicaes, nao duvldou fuer acqui-
ei^o da aobredita syoiphooia, para ag-adar aos
aenhores assignaotes, e a manda executar junta- niale Garibaldi, capltio Custodio Jos Vian-
nienle com outra nova coroposicao, de omita ac- D8> 'ratar com Taiso 4 Irmaos
i>ulL?!vVdrd'CadV Su' MflRPS,a,,e ral VCTOR Pa Llaboa aegue com mita brevidade o
tMMANUEL, pelo maestro Maltiozii, intilu- Dr,ue Pon Activo d, tem prompto a maior
""' P'/'t d0 carre8tDenl'>, e para o resto que recebe
Driil>e-a Si(\rtr* Lu ,U P"a PMM8ero. os quaesoffereceex-
FO! KU CiCa I O*" cofmodo. : ir.t.... no .criptono de
i Amoros & Irmaos, rus da Craz o. 3, ou com o
cantar e os capito Jos Antonio de Oliveira, na praga do
Rio de Janeiro
ment prompto
la-se com os aeus consignatarios Antonio Lu'iz'di
Oliveira Azevedo &C-, ra da Cruz o. 1.
Para Maranhao e Para.
na qual oavemse os passarinhos a
tiras dos cac^dozea que os matam.
Bata originalidade prodoz grande effoito no
meio do motivo principal da polka, executado
apelos outros inatrumeotos.
Principiar s 8 horaa em pooto.
Os bilhts vn iom- no di* do eape^tseulo
Commercio.
Ao Para
w mmm
SPALDJNG i ROGERS.
O CIRCO
fiBANDE 0CE4IN0
CAMPO DAS PRINCZAS
4arf esta nota ama aerie de eotretenimentos
seothides, eom lodo o esmero equestres, gym-
Miticos acrbatas.
Val aeguir com brevidade o bem coohecido biate
Lindo Paquete:, que pode ainda receberalgu-
ma carga miuda : a tratar na ra da Cruz o. 27.
B
po sita na Opuoga porto do l# *i X ""S^T.....T "" av'' P,me-
Lasserr, a qual acha-sa muito limpa e bamlle Hra miL"!4": B0 dii e hora acima m*DCOnsd o ^0 Srh Santos Vieira, ra Direita n. 5
botica do Sr. Chagas, e na ra da Ca-
deia do Kecife loja do Sr.
Os premios de 10$ at
serio pagos nesse mesmo dia da extrac
980 de 1 hora da tarde era diante, e os
outros logo que se tenlia eito a distri-
buicao das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
CURSO DE LIMA FBA\CH\
A* NOITE
PARA A CLASSE DE COMMERCIO.
Jos Soare d'Aze?edo tem de abrir
um curso pratico-theorico de Lingua
Franceza pelo novo systema de Ollen-
Farinha de trigo.
As 10 horas em ponto.
Bastos & Lemos farao leilao por intervencao
do agente Pinto, de cerca de 50 barricas com fa-
rinha de trigo marca BLA, nltimamente viodas
de Genova, sll horas do da acima menciona-
do no armazem de Azevedo & Irmio, defroote
da esesdinha.
n S4BW0 0. L. PWH0.
Kuaae Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Coneultas todos os dias atis desda as 10 har*
meio dia, acerca das aeguiotea mleatlaa :
w*ta* da vnaiAsM,, m*%*ias ia, crio
JjtXtas lyphilitica,, toda, a, todTft&M
rtbru intarmttlsnlss s ,ua, evtqumeiai,
r.S^^r>*. ^to. horaeopatbia
adossotn todaa aa caatela necoaaarii
jarad
coa pra-
----------- oeeoaaariaa, ln-
mlnh-lo."^/! effeUoa."">." tintura.aome
svaU? Pr,C' '*" eoniod,> PO-
W. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sio
aneamentevendidoaem sua pharmacia todo*
qaa o forem (ora delUai .lai,. 0ao,
Todaa as carteiras o icompanhadas da 10
tmpresso com um emblema em relevo, tendo ao
reopr aa segumtea palavraa : Dr. Sabino O. L.
rinao, medico braaileiro. Esta emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
da, As carteiras qaa aio levaren) esse i mpresso
uam marcado, embora enbamnatampa o no-
mo do Dr. Sabino aso falsos
O solicitador Beroardioo de Sena Dias mu-
.?." *a rwe4.u,eoci Pra a raa da Conceio,
oaaa n. 25. bauro da Boa-viata. podo aer all pro-
curado de maohaa at aa 9 horas, e de larde de-
poia daa 4 horas.
v}MMn>9>t>SUtB
O bacharel Witruvo po-
de aer procurado na roa
Nova n. 23,sobrado da es
quina que volta para a
camboad Carmo.
:
ao7j.,M,n<*J,:,e da "* baxO goado
des aahak?dund. riz chato, olhosgr.o-
O anti^':!!!?: -'eD.d. ">i> ei?.triz
9tttlt$imasM9.satt9
D. Thereza de Jess Coelho de
Souza LeSo, previne a quem possa inte-
ressar, de que ninguem pode entrar em
transactjo de qualquer genero que seja
com seu genro o Sr. Manoel do Reg
Barros, relativamente aos seus escravos,
visto como ha alguns annos eslao todos
hypotbecados ao casal da mesma an-
nundante, o que consta da escriptura
publica calebrada em cotas do Sr. ta-
belliSo Salles. Recife 19 Je maio de
1862.
Precisase alugar urna escrava de
boa conducta ecoslumespara o servico
nicamente interno de casa de familia
que saiba engommar e especialmente
cosinhar : a tratar na ra da Aurora so-
brado n, 38.
Aluga se
o sobrado de um andar na ra Direita
n. 45, com duas boas salas, quatro
quartos grandes, cosinha fora, indo de
ra a ra, botando o fundo
torre da Fenha: a tratar na
mesmo.
Comida.
No caes 22^de Noyemb.ro n.
meiro andar, casa de Francisco Antonio
Coelho, preparase comida para fora
assim como se encarrega de grandes
jantares e cha para qualquer diverti-
sobre a
loj do
ment.
Ceia.
aparado, teodo u
Piluias paulista-
nas.
Estss piluias sendo comptstss de poros ve*-
laes, coihidos no* campos e malas desta provin-
cia de S. Paulo, as virtudes e effiescia deste -
ravilhoso medicamento ae acharo hoja aass co-
nhecilae pela* numerosas cura* que com ell*
*e tem oblido.tornndose um remedio empre
utile neceasario, eapecialmenle as molestia*
enereaa por meio da pulriflcaeao do aaatajM -
pre lomadas de noite ao deitar. e as de n. Id
m.nhaa cedo ; o., molestias graves alo eUa
mL."!.#"'ta n*UT, remodi. 'toTr.ho
mens como para mulheres ; v. g\, naa febwaao-
dre. .taque, bemorrhoida... .u.pen'seVZS-
inas das regra. com .taquea ou poetada. fSE-
tra os tumores j muito infl.mmados. m aZsta
de*appareterao com srepoiidaa evacuacoea a
contra os desastre* de machucaduras oa quas
etc., tudo flear curado por meio da purifleaca
do saogue. Aalor, C.ilos Pdro Etchecoio.
DEPOSITO
em Pernambuco, na pharmacia do Sr. Jos AIo-
xaodre Ribeiro, ra do Queiraado d. 15.
Elogio.
Borea de cabceft.
Depoi* de ter padecido por espaco de mais do
oito aoooa do terrivei fbgello dor de cabec*
nanea podendo obter melhoras. nao obstante os
muitos remedio que appquei. aomeute com a
simples applicacio das chipas medicinaea 00 Sr
Ricardo Klik can escriptoiio na ra do Parto a
119, flquet pereitamenlo bom no diminutoesna-
50 de 10 das. r
Pelo que as ditas chapas medleinaes sao da-
osa de todos os elogios e confian;.. '
Ra do Catete d. 58, Rio de Janeiro
|rscriptorio deadvocacial
Ruddo Imperador u.
[37,primeiro audar, a e
querda.
Nest eslabelecimento trabalha o ailvo-
gado Joaquim Corges Cerneiro (graduado
em direito ola faculdade do Recife) des-
de as9-at as 3 horas do dia.
Advoga en todoa os juizos e tribuo es
desta pragt, e en:arrega-se do negocios
para o ioterior da provincia, prineipek-
mante para aa comarcas de Santo Antao,
RioFormoso, Bonito. Natarelh eGoi.nna.
Recebe graluilimeole aa causas dos
desvalido, nao podendo cada qual tra-
xer mais de unn q.esto por vez.
No mesmo elabelecimento solicitam-
se ttulos e palenies de empregados p-
blicos e odiciaes da guarda nacional do
interior, mediante mdico estipendio.
Em sua falta e impedimentos sar
S
I
8
I
i
I
8
8
81 substituido, nos negocios civeis, pelo Sr.
Dr. Joaquim Jos de Campos, e nos do
enme pelo Sr. hachare! Jorge Doroellaa
8
8
Ribeiro Pessoa.
Rio de Janeiro
?ioa Viu Stf' ira-M coa woaigDa.:
mero 45 A*0a & Filh."r da Cra ou-
0 patacho portugaez Maris da Gloria caoiln
Antonio de Barros V.lente. a .ahr com bUr.ida-
de por ter a maior parte de seu carretniento
prompto, para carga e p...ag.iro. nt. Sis
tem excellente. commodo* ilau-ae eoi*'SS
signaiario, F. S. Raballo & Fflbo, x^ d.Vs
Para
Rio de Janeiro, 2
o.patacho nacona,
500 saceos de
milhOa
Que fazem Southall Mellors & C. por
intervengo do agente Camargo de 500
saceos com miiho da India de superior
qualidade ede muita duragSo : naquin-
taeira 22 do corrente ao meio dia em
ponto no largo da alandega, junto ao
armazem do Sr. Aunes.
LEILAO
DE
Farinha de trigo
?Sexta feira 23 do corrente.
O agente Pestioa vender em leilo por conta
de quem pertencer 80 barricas com arioba de
trigo para tachar cootas 1 aexta-feira 23 do cor-
rele solas 10 horas da manha so armazem do
barao do Ltrrameolo no Porte do Muios
LEILAO
FABJNJA.
A 23 DO CBRENTE.
Visva1 Amorim & Filhos fario leilo por ioter-
veacao do gente Oliveira, de SSS 170 V 1
sStafiaS0 bar,1c^, de "?ifrf 2
Ulgo de Trieaire. receotemecle importada
: SEXTA-PlHA 23
Islt horas d. ra.nha em posto
;ff1Ao.ssft,a*,dolront9d.S:
dorf, para a classe do
commercio que
nao poie frequentar este estudo d5 dia.
As pessoas que desejarem fallar e escre-
ver esta lingua, podem dirigir se a' re-
sidencia do annimciante, ra de Santa
lita Nova n. 47, at o dia 3 de
csinha
segu com toda brsvidads ..^ B1
,D0**'- c*,i0 Jo} GP do Uveiral
t!?to t .0 ""eR"06010 prompto : para o rea-
ainiazBs de pedra e cal.
aiem na ra da Moeda o
ao trapiche
com 33 pal-
do Cunta o. 6
maio.
Agencia de passaporte.
commodo preCo: na ra da Praia n 47, 1
0081%
|Nao-duvi .do Crespo n. 17, loja de *
GuimaresA Villar.
J3aTestese urna senhora dos ps
at a cabera. _
Principiando polos chapeos de palhs a O
anbaldi e capelinaa de palha de lulia U
os mais auperrores que tem viodo de
Franga-.
Manteletes de gros bordado*, capas e 3
casecoes a Luis XVI, tedas de cores e 8
moireanliquea pretoa e da corea e ac- 2
Oando pelos reapeitaveia baldes de crox K
e de musselioaa a que veodem baratis- S
fimo. Senhorts fregaeaas a vista faz f !
mandam var. Jf
Jos Gomes de Albergaria. com renacio,
padana emolhadosoa Pasaag.m da Magdalena
trata o* leus empregados a ponto de morrar de
leste.
Aluga-se 6 terceiro andar do sobrado o. 37
na roa do Amorim: a tratar na ru* da Cadeia
o. 62 legundo aodar.
Arrenda-se o* ra do Hospicio n. 17 o en-
gtoho S. Gaapar, tito pa freguezia deoeriohem
eom excellentea partidoa de vargem mui lavra-
dios, roda da mocada, pingue cercado, em-
barque na porta, mallas e mangues para o ser-
vico Jo mesmo aogesho.
Precita-se de ama ama para cosiohar: na
ra do Caldoireiro o. 60.
Preeisi-ae do um caixeiro para baleas de
urna padarla, velho ou moco, mas que eslea Uen-
ta de familia e prenles que o eocommodem, e
que tenha vootade de gaohar a aua vid* hones-
tamente : nao ae duvida dar um bom ordenado
correapon lente aua* boa* qualidade* e bom
desempacho de seus devore* : o que se achar
osa circumataociaa de desempenhar este lugar
pode diMgir-ae a roa larga do Rolarlo n. 16 *B-
guado andar daa 7 aa 9 horas do dia a de la 3
da tarde.que acnar com quem tratar
De fiambre, rosbif e salame no caf
dos arcos (vulgo da Paiva) as noites em
que houver circo e theatro lyrico, as-
sim cjtno tem a melhor
existe no mercado.
cerveja que
O abaixo asaiguado faz publico quereaidin-
oo na comarca de Garanhuns, foi elli agaredido
por um tal Joaquim Tpete, o qual Ihe deu un.
tiro e o ferio Rravemenie ni mao direita, em *
de abril de 1861, eal o preaente nao foi preso
o rererldo assasaino. antes consta qe paseia de
C Vr qU8 al,,^Je, de colectores ; a-
t^J.C"v' dec1ueir-8 eaErm. Sr. presiden-
te e este Exm. Sr. o tratou benianameote, f.z pu-
blico lodo o acontecido para firmeza
dtde.
pu-
de aua ver-
Ou'ntiliano
rrpjfa Callado.
Vuiuiino
filhos e geu
cem aa pesso
ltimos suffr
nsie e sogrs,
a mitsa do se
trio publ
- Jos Francisco de Souza Maga-
limes faz scieote ao publico que deixcu
de ser caixeiro do Sr. Joaquim Francis
co de Mello Santos por assim Ihe couvir.
Empreza de illu-
minaco a gaz.
A vista de muitas queixas a empreza
de gaz participa ao publico", proprieta-
rios e moradores as diversas casas que
se queixam da insuficiencia e mesmo da
falta total de illuminacao publica, que
ella esta' sempre prompta a enllocar os
lampeOes cuja falta se faz sentit, logo
que receba do governo provincial as
competentes ordens, da mesma forma
mandara' encaar gazem todas,as casas
particulares, gozando os proprietarios
destes da grande diminuicao de precos
estabelecido em marco prximo passado.
Chama tambero a attencSodos mora-
dores das muitas ru&s aonde nao che-
garan: ainda os lampeOes pblicos, ao
facto que com certo numero de casas
particulares, a empreza esta' prompta:
% collocar o encanamento geral a sua
custa pelo servico destas, anda que
nao esteja autorisada a collocar a illu-
minaco publica.
Outro sim faz publico que para as ca-
sas p irticulares s quaes deve o gaz ser
conduzido de distancias considera veis
(acima de 100 pe por exemplo) collo-
ca se o devido encanamento pelo mini-
an custo e trabalo dos materiaes, e
em certoscasos por menos ainda.
Lustres, candieiros etc vendem-sa
pelo mnimo preco que permita o
grande prejuizo em quebras e despezas
estando a empreza determinada a fazer
quaesquer sacrificios para satisfazerao
publico.
Rostron Rooker & C,
Gerentes.
Novidade
Amandoas confeiUdaa, aortas das mesmat oa-
peit com estalo, todo muito novo, veode-se por
Ksu'RS'.rss: ***"p,ru ?oa
Pedido
Ama
^i&fi^^Sf; ajarSftff'-
pesetada fallar ooa Joao Coufce. Who jaa-
toral de Aotr Cooeo. da cidade Ve vK em
Hoapaoha : oa re. larga do Ro.ario pTdaria
-da opaca faosUio i ae ra do
Greaoo^laj. > M,ujM B. 8 ,u i n* raa oSol.
l reciaa-ie alugar ma eserava para le-
i "'Co de pequoa f.mili., oa rus 4o Amo-
nm n. 33 andar, ou na Capuoga ra da* Criou-
Iss o. 45.
Pede-se a Illm. cmara municipal que farS
com que o Sr. fici da freguezia dos Afogad.n
toroe vigorosa as posturas municipaea inlecvia-
do era urna malenca de galo que se faz diaria-
mente em urna olaria na ra do alerrinh. da
mesma froguezia quando para esle m foi de-
signado pela mesma cmara um logar para o
matariouro publico dentro da povoajao, aendo
esta Batanea feits sempre fora das horas que
sao marca las pelas posturas, e a caree dittri-
buida (por venda) particularmente na povoacao o
diverso* logares.
Por 2,500
II M1MII1L
Antonio Flix Pereira pro.rirtirio do hotel
Esperanga e do barracu familiar em Gameleira
deparando com o auouncio ioaendo neate jornal*
de 21 e 2 do corrente, pelo Sr. superint.odeate
do ira reg da estrada de ferro, no qual o mesmo
Sr. offerece ao publico no da 25 ao corrente a
visita na cachoeira do rio Serinhem prxima a
eslavo de Gameleira, porta uto aproveita a occa-
siio para chamar a alinelo do publico a eom
especi.lidade a seus amigos e freguexes. que se
arha resolvido a dar comida ueste dia em qu.l-
quer de suas mesas as peaaoas que o honrarem
pelai mediante quantia de 2j>500 por cada pessoa
sendo masa redonda.
Precisa te de um menino portugaez de 10
a 12 annos de idade que se quaira admittir a
caixeiro de botica oo malo : quem estiver oealas
circumstaociaa pode appareear nos qaatro cantos
da Boa-Vala n. 1, para tratar.
Precisa-ae fallar com o Sr. Jos Joaquim
ferreira Paiva na rus do Rosario da Boa-Vista
segunda jwasa
THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo doutor
um* o. i.
Este livro que se tem tornado tao popular
quanto necessario. acaba de aer publicaOo com
lodos os melhoramentos, que a experieocia e oo
progresos da aciencia tem demonstrado. A no-
va edic?ao em tudo superior primra, nsj-
1.* Mais ampias nolicias acerca do curativo
daa molestias, com indicacoes mui proveilosas
do medicamentos noios recentemeoto oaperi-
menUdos na Europa, nos Estadoa-Uoidoa o so
Brasil.
8.* A ezpoaieaoda doatraa homeopatha.
3." O esludo da nropriaao dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
das idades, dos sexos, e segundo as circunstan-
cias atmospharicas etc., etc.
4.a A praservacao oa prophilaxia das molestUs
hereditarias.
fk' A preaervacio daa molestias epidmicos.
6,. Vfl--ipe iljuttrada demoaaUatvva da
continoldade o tubo lottttioal desdea bocea ate
'
efe, etc.
enda-sa j i ra>aucu espkciax iioieopa-
thica, propriedade do author,
Aaaaro (Hundo Novo) n. 6.
Proco d cada exempiar.
N. B. Oa aechares aesjgoaate*
dar receber seus exemplarea.
Julio Ceiar
otiro.
ra de Santa
. s*ooa
queirnB
Galiio, vai para o Rio do a-
,------------


DIA110 DB FIRKAMM1GO. 9B1T1 rtlkU ti MA 0 lHt.
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bom Conselho.
Ntite estabelecimento, ft rus da Aurora d. 50. receben e pendonistas
t > idade de 16 annoa, e estodantee externos de toda a Mm. -------------
Ascondicee a adaisseo variam aegendo a claase do leclpiendo e a naturexa
que ee destina.
meio-paoeioniataa
do eatsdo a
rithmeliea
noces de
pniloso-
serao
abertoelogo que haja alumnos.
O edificio <
uja aiumuoe. __.,;,i inintolam ai aeommodacoes neeesssriss para
honrosa distincca
belecimento.
eas exforcoa p
que ii entro no q/u.rto anno de existencia, comprehend. que
p\ra manter ao Jlnetituto- o eredito qe tem adquirido.
dar envidar todoa 01
RIA NOVA N. M ANTIGA LOJA FRANCEZA
DE
mmw
Este grande e bera montado estsbelecimento acaba de reeeber de Paria, um gran-
de e variado sorlimento de fazeodss e srtigos franceses, os qoses offerace a concur-
rencia dos respeitaveis habitantes desl bella cidade. onde encontrsrio seopre um
grande ortimeoio a eacolha em que possam saltsfazer seus caprichos, por menos 10
por cento do que em outra qualquer paita, a
Msica.
Instrumentos completos de chaves e
apiston para msicas militares, do primei-
ro fabricante de Pars, Gautrdl Aiu. e cora
muitos melhoramenlos tanto em alloaco
belleza como pela farflidade cora que ae
| prestam ao artista, tambem existen) nee-
teseslabelecimentos outroa muitos instru-
mentos avulsas do mesrao fabricante e um
grande sorlimento de wuloes de diverjas
formas e precos.
Para carros.
Guarnieres completas pira arreiosdeum
e din* cavallos, brancas e amarellas, fer-
ragens para carros de todaa aa qualidades,
molas, gsloes largos e eatreitos, vaqaetaa
Irancezas com lustra e sem ella, sedas pa-
ra forro, laoternas de lodos os precos ele.
Espeliios.
Grandes e pequeos de diversos tama-
nhoa com molduras pelas e douradas
meito proprios para i memento de sala,
sendo os vidros muito grossos e de pri-
meira qualidade.

Crystaes.
Candelabros de 4 e 5 luzes, serpentinas
lanternas com pingentes e sem elle, ro
domas de todos os tsmanhos para imagens,
mangas para lanternas e candelabros de
todos os lmannos, vidros para eapelbos,
clices para tinhos e licores etc etc.
PorelaDas.
Apparelhos e meios ditos para jantar de
muito fina porcelana branca, vasos para
flores etc., etc.
Os Sra. devedores da loja do finado
Antonio Francisco Pereira, queiram vit
pagar seus debites na taesma loja ra
do Crespo n. 8 A.
Luvs de pellica
do verdadeiro fabricante Jouvin & Filhos,
ponto erto dsqui em diante sonde se en-
contrsrsempre variado sorlimento, brin-
cas, de cores e pretas, para bomem e se-
nhora, recebida por todos os vapores fran-
ceses.
Para noivas.
As msis alegantes e msis ricas capailas
com ramos para o peito, que com orgulho
aseveramos ser o melhor que aqu tem
vindo oeste genero.
Poma)a a retalho.
Em lataa igual ou melhor do que a que
vem em jarros, amarella e edr de rosa,
vende s as libras, quartas e at urna on-
ce. Esta pomada torna-ae de multa van-
lagem porque dispensa de comprsrem va-
sos em que se d nao pequeas qoantias
quasi que s pelo vaso que contem.
Encerados para cobrir
mesas.
Largos e eslreitos com muitos lindos de-
senhos a lgtOO, 13500 e 2f o covado, di-
tos pretos e de cores muito grosso para
o de carros.
Photog rapia.
achints franeexaa e americanas dos
res fabricantes deste genero, vidros,
e' tarar ao d cobre para retratos e um
grande aortimento de passepartoos e cai-
xinbas, drogas para trabalbar m todos os
processos de photograpbia, ambrolypo e
daguerreotypo, tambem se collocam retra-
tos em caixiohas, passepartous e molduras
de madeira, mudam-se os que eativerem
mofados, ficando perfeitamer.te bons.
O retratisia americano
O retratisia americano
O retratista americano
O retratista americano.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
Notos estylos de ambrolypo
Notos estylos de smbrotypo
Notos estylos de ambrolypo
Notos estylos de ambrolypo.
Muito baratos
Muito baratos
Muito baratos
Muito baratos.
Lindos cartoes de visita
Lindoa caildes de visita
Lindoa cartoes de visita
Lindos cartoes de visita.
Posto que o Sr. Jos Mara de OliveTta-e
Silva que foi gaarda do Gabinete Portugus de
Leitera, eaieja pertinaz em nao attender ao pe-
dido que se Ihe ha feito por este Diario em di-
versos annuncios, para cpmpsrecer a ra do
Crespo, loja n. 20 A, em um dos quaes se Ihe
disse que por este Diario aeria deeiarado o mo-
tivo, pelo qual o Sr. Oliveira chamado, com
ludo aioda ae espera que o Sr. Oliveira e Silva
reflectiodo no desar que lbe pode trazar a pu-
blicidade do motivo porque tem sido chamado,
se apresssr a comparecer i referida loja. -
$m &**
A Hontem a noite 19 do torrente msio, tlft
a entrada do circo americano, perdeu-se *
um relogio de patente ingles descober- w
9 to, e com a caixa do fundo liso tendj ($
A no centro um pequeo circulo com o sfltj
? desenho de um cinto seguro com urna 1
W fivela, do fabricante Leuis Woolf, sup- 9
(& pde-se que a entrada quebrara a fita sfj
^. que o segurara ao pescoco e que sahin- 1
" do do bolso pelo impulso cabisse no 9
^ chio: qnem achou e quizer eolrega-lo 9
U a seu dono podeleva-lo a ra do Tra- i
I' picho n. 4, primeiro andar, que aera *
9 gratificado geoeroaamente. tf;
9&m9&-9&W9&-m&
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite que nao tenha
Ribo: no Forte do Mallos, becco da Boia n 14.
Alugam-sa duas pequeas mei-aguaa de
po/ta e janelW cada urna, sitas na ra do Gszo-
melro, por preco de 69 mensses, proprtas para
hornera aolteiro: a tratar no aobrado ao norte da
fabrica do gaz beira do rio.
Aluga ae o 2o andar na ra do Livramento
n. 19 tratar no meamo.
Caes 'Apollo n. 7.
Aluga-se por preco muito commodo este sr-
mazem com 3 pbrtas de frente e bastantes fun-
dos, muito proprio para recolher quaesquer ob-
Jeclos em grande quantidade : na ra do Impe-
rador o. 46. _
Bailar & Oliveira, na rna da Cadeia do Re-
cite n. 13, rendem libras sterlinas.
Silvino Guilherme de Barros compra esera-
vos de ambos os sexos : na ra do Imperador n.
79, primeiro andar.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & G. sacam otomana
aqoes psra a presa de Liaboa.
O Sr. Antonio Tristo de
Serpa Brando tenha a bon-
dade de apparecer na loja do
Germano, na ra Nova n. 21.
&QM3MMSMQ V3M6M3 MrSCNCMX
Achando-se aberta as es-
taces da Gameleira e Frexei-
ras, da estrada de ferro, pre -
venimos aos senhores que
residem as proximidades
del las que convindo-lhes re-
ceberem este Diario as Te-
feridai estacos podem man-
dar a transferencia no escrip-
torio desta empreza.
Quem quizer alugar dous moleques para
servico de casa e de ra procure na roa
ledade casa terrea n. 46 que dir quem
podendo a flanear a sua conducta.
999 *
o
da So-
o lem.
Magisterio particular!
Paga-se um bom ordenado a quem ae *
9 achsr competentemente habilitado para 9
*Rj ensioar primeiras lettra., lalim e mais A
Z algum preparatorio, a quizer exercar ^
f esse magisterio em um engenho distan- V
| te tres leguas da vis frrea: a tratar na 9
s> ra da Seozala Nova o. 88. dh
Saques sobre Portugal.
O abaixo asaignado agente do Banco
Mercantil Portaenae nesta cidade, saca
efectivamente por todoa os paquetea so- |
bie o mesmo Banco para o Porto o Lia- SB
boa, por qualquer soturna avista e a pra- ME
ze\ podendo logo os saques a prazo serem descontados no mesmo Banco, na razo S
de 4 por cento ao anno aos portadorea V
que assim lbe convier : naa ras do Crea- S
^ po n. 8o do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Jsft Jauadai ^katA ^y|^B ^ya^ta S^l^O ftIDfl ^^^ gg|A s^i^a ^^
<^9w^^^*^B^9^^^^B "tai^lTCTB^^^Vu^aaW^^Wsle*
Claudio Dobeax fas scieote que todas ss ve-
zas que houver circo de eavalliohos, ha ver m-
nibus dos Apipucoa para i'a e volia a preco reaponsaMIisar o anounci.nle por eile.
de 1| por pessoa, e por cada viagem anda mea-
Attenco.
No segundo sitio da estrada dos Affiictos ap-
pareceu ha 8 diaa um cavallo magro : quem fdr
seu dono procure-o qoanto antea do contrario
mo para a Boa-vista, e que nao recebe bilhelea e
sim em dioheiro de boa qusliJade.
Si 6tea da Cruz-A 6
S O Dr. Rocha Bastos 1
ja d consultss todoa oa dias.
Cura radical e em pouco das moles- jg
tia syphiliticas e dos orgaos genito uri- v>
narioa. K
Consultas de graca das 8 as 9 horas da <
manba.
Asphalto.
Bastos k Reg
Acabam de reeeber urna grande quantidade
de camiaas inglezas, com peito de linho pregas
largar e por aer grande quantidade lomo a
deliberaio de vendar pelo dimiouto preco de
SOgOOO. 368000, 440000, a duzia : na ra nova n
47, junto a Cooceicto doa Militares.
Preaisa-ae de um hornera afeito ao aervico
para um sitio de capim ; no Passeio loja de ta-
soslas o. 7.
Aviso.
Pede-se encarecidamenie a pessoa que deu
um penhor na ra Nova n. 12 a doua annoa para
garantia da importancia de 309 em dioheiro,
que queira vir tira-lo no prazo de 3 diaa a coo-
tar deste, do contrario vender-ae-ha dito penhor
para pagamento de dita quaniia.
MISA
ESTRADA DE FERRO
DO
Precisa-se de urna ama para todo servico de
urna casa de pouca familia, preferindo-se de meia
idade: na ra doa Pires n. 27.
As casas n. 7 e 9, sitas na ra da Csdeia do
bairro do Recite, e o. 8 na ra do Encautameoto
do mesmo bairro pertenceotes a Jos Baplista
Ribeiro de Paria, acbam-se penhoradas pelo juizo
do cotnmercio escrives Manoel Marta e Pata de
Andrade por execuco de Francisco Joo de Bar-
ros e Manoel Francisco Marques: ninguem por
tanto pode a respeito das mesmas fazer negocio
algum o que se faz publico e consta do deposito
gerat.
Recite. 21 de maio de 1862.
C
mlb*4re
o larffn
Lices
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Gulmaraes avjaa ao res-
peitavel publico, principalmente a todoa os seus
fregueses e amigos, que se mudou da loja da
aguia de ouro da ra da Cabugi para a ra do
Crespo o. 7, para a bem conhecida o sniiga loja
de miudazss que foi do fallecido Joao Ceg, boje
et conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
reapeitavel publico e aos seu-: freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimento,
onde acbaro um grande sorlimento de miudezas,
que afiUnca servir bem e vender por menos dez
ou vinte por cento. do que em outra qoalquer
9 <
*------------B il
l
c/>
i
de portugus, lalim, loglez e francs em cssss
particulares, sendo inglez o francez pelo metho-
do de Ollodoiff, nico capaz de ensioar a fallar
e traduzir em pouco tempo com perfeicio: ra
da matriz ds Boa-vista n. 34.
Atten No domingo 20 do correle, furlaram de casa
de Manoel Teixeira Basto, na Passagem da Mag-
dalena, um relogio de ouro do aystema moderno
de dar corda por cima sem auxilio de chave, foi
feriado juntamente com urna cadeia de ouro,
contendo urna chave j quebrada. O prejudica-
do nao se records do nome do autor, e o numero
do relogio e'7851, e por isso apenaa com sig-
naes, pode indicar ser de bella apparencis, des-
coberto, e com um vidro bem ssliente em gros-
sura. A quem quer que o descobrir se agratifi-
car generosamente.
Aos Srs. consumidores de gaz.
Nos armazens do cees do Ramos ns. 18 e 36 e
ns ra do Trapiche Novo no Recife n. 8, se ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
receotemente ebegado a 149 a lata de 5 galea,
assim como latas da 10 e de 5 garrafas em
garrafas.
:
txi-
Deseja-se fallar a negocio com o Dr.
Amenco Fernando Trigo de Loureiro, oa #
s) ra do Crespo n. 17. t)
S 3--Raa estreita tc Rosaria~3
# Francisco Pinto Uzoric continua a eol-
9 locar denles artificiaos tanto por meio de
ejp molas como pela pressao do ar, nao re-
49 ceba paga alguma sem que as obras nao
# fiquem a Tontaate de seus donos, tem pos
# ou tras preparaede s as mais acreditadas
SJ) para conservado da bocea-.
Precisa-se do urna pesaos que queira cobrar
dividas sm mato, dando fiador sua conducta
tratar oa roa'do Queimado n. 45.
Criado.
Aluga-se para criado um mulato de
18 annos de idade, muito fiel e que sa-
be fazer todo servico de urna casa : na
roa da Aurora n. 46, primeiro ardar.
Attenco.
Trocam-se imagens do Se-
nhor Crucificado, da Senhora
da Conceico, das Dores, do
Rosario, de Sania Arma, de S.
Jos, de S. SebaftiLio, de San -
to Antonio e outras mais por
um terco de seu valor : na ra
dalmperatriz n 21 serrari.
Precisa-se fallar so 6f. Antonio Venceslao
Borges: na roa Diretta.loja o. 80.
Na travesa da ra dai Cruzes n
2, pjimeiro andar, tiiageie para todat
sa cores com presteza e commodo prejo.
Horaes Filbo avisa aos seus deve-
dores nesta praca que ha autorisado por
procura cao ao Sr. Joaquim Hugolino
da Silva Fragozo para cobrar amigavel
{ e judicialmente de todos os seas ditos
1 devedores at segundo aviso por este
jornal. Recife 14 de maio de 1862.
Hotel inglez
; 3Ra do Trapiche3
M. L. Coelho de AlmeiJa, primeiro e nico as-
phaltists nesta provincia, traoaferio seu escrip-
torio para a travessa do Gsrmo n. 10, onde ou-
tr'ora estere : abi recebe eocommeodaa para os
productos de sua fabrica, como sejam : calcadas,
terrac/is, soslhos de armazens e cssss de morad',
encenameolos d'agua, rodspejs, degrlos-.de asea-
da, e outroa miateres a que applUsfvel o as
phalto.
- Precisa-se alugar um sitio que seja lon-
go da prs^a, o qual tenba caaa para ilia, bai-
la de capim que sustente annualm ^ de 8 a 4
cavallos, e alguna arvoredor, prefenMav-se que
loobabanhos: quem o tiver annuncie, ota dirija
ae a roa da Cruz o. 56, loja, que dir qum pre-
tende.
Mez de Mara a 1$.
Vende se na Hvraria n. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia o livro Mez Ma-
riano, conforme o uso dos missionarios
capuchinhos a 1 ft
Os bachareis Uaooel Pirmioo de Mello e
Pedro Alfonso de Mello tem o seu escriptorio de
sdvocacia, na roa do Rosario estreita o. 27, pri-
meiro andar, onde aero encontrados todos os
dias uteis das 9 horas da manhla is 3 da tarde.
Encarregam-se tambem para qualquer ponto da
provincia de defezas no jury, e de quaesquer
outras pendencias udiciaea, afianzando aquelles
que o honraren) com sua confianza o maior zelo
e acti'idade no desempeoho do seus deveres.
Pora da horas cima iniicado, podero ser pro-
curados as casas de suas residencia i ra da
Imperatriz n. 86, e da Aurora n. 46.
Criado.
Precisa-se de um crisdo para um sitio, e que
leoba algum conheclmnlo desse servico: na
ra Nova o. 23, primeiro andar, das 9 it.2 horas
da maoha em diante.
O Sr. empregado publi-
co que recebeu difterentes
quantias para pagamentos de
objectos de sua repartico e
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existam em seu poder como
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se prova a existencia
deste negocio.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
AO
Sao Francisco.
Grande escurcao a Gameleira.
Visita a grande cachoeira do
rio Serinhdem.
No domingo 25 de maio as
passagens de ida e volta de]
qualquer estaco para a de
Gameleira sero pelo preco
das singelas.
De Cinco Pontas a Game-
leira :
Primeira classe 7#500
Segunda dita 5#000
Terceira dita 3^500
N. B. Os bilhetes s do di-
reito a volta no mesmo dia
Assignado:
James Eirkham,
Superintendente do trafego.
compamiadT m frrea
no
Recife ao Sao Francisco.
De conformidade com ss iostruccoes recebidss
da reapectiva directora, faz-ae publico que des-
ta data em diante aao convidadoa os accionista
desta compaohia a cumprirem com os termos do
aviso que por ordem da mesma abaixo ficam pu-
blicados.
Escriptorio da companhia 20 de maio de 1852.
Por procuraco de E. H. Bramab, thesoureiro.
AssIgoaJo R. A us ti o.
COMPANHIA DA ESTBADA DE FERRO
no
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
Amor e dever paternal.!
O abaixo assignado pac do ba- j
cbarel Gnilhermino Gemente
Marques Bacalhao, faz publico j
que o seu filho exerceu 8 annos !
o em prego de juiz municipal do J
termo de S. Leopoldo na pro- J^
vieta do Rio Grande do Sul e o
segundo quatriennio findou no
mez de fevereiro do anno pas-
sado de 1861 e no mez de maio
do dito anno recebi urna carta
end^ressada por elle, ja fazendo
i 18 mezes que nao escrevia-me, e
l at esta publicacSo abaixo da-
I tada,no sei se existir' vivo ou
I morto, residindo ou nao no re-
I ferido termo.
I A vista do meu grande pesar
I e de sua m5e, irmaos, parentes
I e amigos, recorro a este concei-
I tuado Diario rogando o favor
i impagavel a qualquer digno se-
} nhor que tiver relac/5escommer-
\ ciaes para a referida provincia
^ indagarem se existe esse me-ufi-
lho no lugar mencionado e do
teu estado e profmo devida e 9
todo o resultado poder So com- 9
municar nessa cidade do Recife 9
ao Sr. Laurino de Mora es Pi- 9
nheiro e a dous meus filhos ac- 9
demicos Magno Bruno Marques $
Bacalhao, Joao Silverio Marques $
Bacalhao; todos residentes nes se 9
lugar
Muito ficarei obrigadissimo ao ^
senhor que se extorcar a fazer- 9
me certo dessa noticia tao dse- 9
jada. Engenho Carauba 15 de S
maio de 1862.Joao Marques sj|
Bacalhao. Ag
"~ fXwVf* tii0 4l Ca Al. n
o qual reside actualmente Sr. Samuel Pswer
JohostM: a tratar na ra da Aurora a. M.
Irmandade do Divino Espirito Santo,
erecta no convento de Santo Antonio
desta cidade.
Em vlrlude do art. 56 do nosso compromisso
convido a todos os nosaos charissimos irmios pa-
ra comparecerem no consistorio de noasa Irman-
dade domingo 15 do correte, aa 9 horas da ma-
nha, tnm de eleser a nova mesa que tesa de
reger de 1862 a 1863. Consistorio da irsaasMlade
do Divino Espirito Saoto 19 de maio de 1862.
Manoel da C. Honorato.
Secretario.
Precisa-se de um menino de lt a 14 annos
para caixeiro de taberna, prefere-se dos ltimos
chegados de Portugal : para tratar, na esquina
da ra da Senzala Nova n. 99, taberna.
Aluga-se a excedente casa da ra
dos Martyrios n. 2, onde morou o Extn.
brigadeiro Muniz Tavares commandan-
te das armas da Baha, composta de 2
andares c soto, contendo boas salas e
quartos, com janellas no oito do lado
do sul e muito fresca : a tratar com
Antonio Jos' Rodrigues de Souza na ra
do Crespn. 15, tbesourara das lote-
ras.
Aluga-se na Torre, sitio doSr. capillo Jos
Mariaono, 5 bona estratos, os quaes foram de
engenho.
Aluga-se um s to com bons eommodos e
sala n uito grande, dando carta de Sanca : quena
o pretender, dirjase a ra larga do Rosario a.
33, que achara com quem tratar.
SOCIEDADE
AS1 M MOT(D.
Em vtttude do art. 35 sao convidadas todos os
irmaos para sesslo ordinaria, qe ter lagar no
domiogo 25 do correte, as 10 horas da manhie.
Secretaria da sociedade Amor ao Prozimo em
21 de maio de 1862.
Theodoro Orestes do Patrocinio.
Primeiro secretario.
Nao ae tendo effecluado a arremstagao an-
nunciada para o dia 20 do presente, em conse-
quencia de nao haver audiencia do Sr. juiz m-
nicipal da primeira vara, foi ella transferida pa-
ra o dia 27, das duaa casas terreas, dous viveirc,
urna olaria, situadaa na ra de S. Miguel, fregu-
zia dos Afogadoa, cajos bae vio em pra; no
dia cima, por execucio de bypotheca que mova
Jos Joaquim Lima Bairo contra Francisco Jos
de Sanl'Anna e sus mulber.
O abaixo assignado previne a quem convier
que como proprietario do terreno em que ae acba
aita a casa o. 24 da ra de Joo Fernandea Viei-
re,esti resolvido e promalo a compra la prego
por preco, caja preferencia ou prelaccao Ihe ga-
rante nessa qualidade aord. liv. 4 til. 38. Aseim,
poiv, para que a todo tempo nioguem se chame
a ignorancia dessa resolucao do sbsixo sssigoa-
do, urna vez que agora se trata de alienar a dita
caaa em chaos foreiros. desde j isso se previne.
Recife 22 de msio de 1812.
Eduardo Francolino Fontes:
- Precisa-se de um feitor para um sitio parto
desta cidade, e que seja portuguez : quem pre-
tender, dtrija-se a ra da Cruz n. 43.
Preciaa-se de um caixeiro que tenha habi-
litacoes para tomar conta de urna padaria, e que
[ d conhecimento de ana conducta : na ra do
Rangel n. 69, deposito.
Lices
Acha-se de novo completamente montado es-
te sntigo estabelecimento e prompto a reeeber
passsgeiros a qualquer hora do dia ou da uoite.
Todo o aervico feito com promplidlo, celo e
barateza, havendo no estabelecimento interprete
para paasageiroa inglezas, franceses, hespsnhoss
e sllemaee.
Recabem se pensioniatss e alugam-ae quartos
por semanas ou por mesas, gsrantindo-se o me-
lhor servico possivel.
Tambem no estabulad ment apromptam-se
jantaras e almocos, aaeim como di-se comida pa-
ra fora, envidando o-dono do hotel todoa oa ex-
forcos para bem agradar aa pessoss, que o hon-
raren com as auaa fregueziat.
No intuito de preencher urna lacuna tao sen-
sivel a ama capital lio commercial como a do
Recife, nio se pouparam despesas o exfor$os.
afim de aer collocado o hotel inglez no bom p,
em que ae acha. Agora s a animacio do pu
blico podera tasar medrar um ealabelecimento j
to reclamado pelas aeeeaaidadea commerciaea
da noaaa praca.
Antonio Barbosa de Barros, Portuguez, vai
a Portugal tratar de aua aaudo, delxando por
seus procuradores, em primeiro lugar osen socio
Manoel de Souza Cordeiro Simes Janior, en
segundo Palmeira & Belirio, e em tercelro Jos
Fortunato dos Santos Porto.
Attenco.
Antonio Cosario Moreira
Dias, faz sciente ao reapeita-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n 32, e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e afflanca a
boa qualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
Gasas para alugar..
Segundo andar da casa n. II da roa de Eocen-
temeolo, loja n. 33 da ra do Vinario, com ar-
micao psra taberna : a tratar na roa de Cadeia
do Recife n. 83.
Aluga-aa um grande sillo no principio da
Estrada Nova, com boa casa, estribaste, coebeira
o quartos para escravos, grandes bailas pera ca-
pim, pasto para vascas, e alguna arveredos de
tracto : at pessoas que pretndete, dlrijam-se
ao aterro da Boa-Vista n. 51, segando andar.
Pelo presente faz-se publico que por urna re-
solucao da directora desta companhia lomada
nesta data tem-ae feito a ultima chamada de
urna libra eaterlina por cada accao a qual dever
ser paga al o dia 30 de junbo prximo vindou-
ro, no Rio de Janeiro em cass dos Srs. Man Mac
Gregor & C, oa Babia aos Srs. S. S. Daveoport
& C e em Pernambuco no eseriptorio* do iba-
soureiroda mesma compaobia.
Pelo presente tica tambem entendido que no
caao de nao aer a dita chamada ou preatecSo ss-
tisfeita at o dia marcado para seu pagamento o
accionista que incorror nessa falla pagar juros
razio de 5 por cento ao anuo sobre tal chamada
acontar deaae dia at que aeja realisado o paga-
mento-
No caao de nio effecluar o pagamenlo desta
chamada dentro de 3 mezea cornados do dia ci-
ma fizado para o embolso da mesma, ficario aa
accoes que iocorrerem em tai falla aujeitaa a se-
rem confiscadas segundo aa isposicoes dos esta-
tatoa a este respailo.
Por ordem dos directores.
AssignadoE. H. Beilamy. sacratsrio.
199 Gresbam Henee, QM Sroad Btreet.
E. C.
Irmandade do Divino Es-
pirito Santo.
Da ordem da mesa regedora convido a todoa oa
*ossos irmaos a reunirem-se em nosso consisto-
rio domiogo 25 do correte, as 9 horas ds ma-
oha, aflm de que em meaa geral, e da conformi-
dade com as disposicoes dos arls. 102 a 107 do
compromisso, eleaerem s mesa regedora para o
anno de 186* a 1863. Outro aim scienltfico a lo-
dos os nossos irmaos que a copia da consulta a
que procedeu o conselho fiscal para os diversos
cargos da mesma mesa, acha-se afiliado na por-
ta da sachristia da nossa igrejs. Consistorio da
irmandade do Divino Espirito Santo 21 de maio
de 1862.
Antonio Augusto dos Santos Porto,
Escrivao.
Manoel Jos de Csrvalho, caixeiro nesta
praca dos Srs Henrique & Azetedo, participa ao
respeitavel publico, com especialidade ao cotn-
mercio. que por haverem muitos de igusl nome,
u'ora em dianta aseignar-se-ha
Uanoel Roberto de Csrvalho Guimarea.
Precisa-se de um cozinheiro que seja de
bons costomes : na ra Formoss, sobrado de um
andar n. 17.
Aluga-se o tercelro andar da caaa da roa
do Pilar n. 143, a qual lem vt.-ta para o mar, e
mullo fresca : a tratar na mesma, taberna por
balso.
Sr. Joio Corris Caroeiro tem urna carta
na runda Cadeia n. 62. segundo andar.
Vanrte-se um faqueiro de prata, (obra da
cidade do Torio) muito bem acabado : na ra da
Cadeia n. 82, segundo andar.
Usas portuguesa, no pateo do Paraso o. 4,
segundo andar-, engonama peifeitamente para
Urna pesaos Hilada no ensino de primei-
ras letras, lalim e trencez, se propde a eiercer
essss dlscpnaa. es* algum engenho pouco dis-
tante desta praca: quem carecer dirija-ae a esta
typographia, en naa Cinco Pontea a, 110.
Ama.
Precisa-se de naa malber forra ou escrava
para urna casa de pouca familia e que sirva para
todo o servico : na rae do Queimado n. 39 loja
defszendss.
Eduard P. Wileon & C.
s provincias do sul.
de francez, inglez, grammatica portuguesa e ari-
thmelica aos que se dedicam ao commercio, daa
6 as 9 horas da noite ; loma-ss tambem llcdea
em casas particelarea daa mesmas materias : a
fallar na rea do Cabag n. 3, segundo andar.
. Guiseppe Maestro e seu criado Gio Bata
Trabuco, e Baribolomeu Campodomico, subdilcs
iialianer. retfranPse psra Europa, levando em
sua companhia o seu criado.
Precisa-aedeum caixeiro para urna pada-
ria, dando-ae preferencia a quem tenha pra tica,
a dando fiador a aua conducta : a tratar na mu
doa Acouguiohos n. 20.
Sala para alugar se.
Alaga-se urna boa aala muito fresca e com en-
trada independente no primeiro andar do aobra-
do n. 27 da roa sstreita do Rosario : a tratar ne
ra da Imperatriz n. 88, primeiro andar, on ne
ra da Aurora n. 46, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama : ne pateo do Terco
n. 12, segundo andar.
Esli fgido desde o mez passado am preto de
na^ao Costa, de nome Manoel, baixo, cor fula,
parece ter principio de frialdade, falla muito atra-
pelhado, representa ter 40 annoa de idade, tem
sido visto pels ribeira e noa airaba Idea desta ci-
i dade fazendo limpesa : roga-ce as sutoridaden
policiaea e capitaea de campo a apprahensio do
dito prelo, a leva-lo e ra da Cadeia Velha n. 1,
que ser pago todo o trabalho.
Na padaria da ra da Soledade n. 13 pre-
cisa-se de um hornera para masseira, sssim como
de um rspat para caixeiro.
A abaixo assiguada declara deade ja que
nio consentir na veoda da caaa aita na Soleda-
de ra de Joao Fernandea Vieira, pertencente a
abaixo aasignada eao seu marido Jos Americo
dos Santos Forte, e como constasae que este es-
lava em negocio com a dita cass, faz o presente
aoonncio aob pena de oullidade na dita venda.
Recife 22 de maio de 1862.
Bernardina de Senns.
Nesta typographia precisa se fal-
lar ao correspondente do Sr. Dr. Anto-
nio Borges Leal.
Deseja-se fallar eom a Sra. D.Victoria Ma-
rta do Sacramento, mii de Joio Nepomuceno
de Fana que fui alteres daa ordenanzas dests ci-
dade ou da de Olinda, retirou-se para Saota Ca-
tharina ouRio Grande do Sul em 1835, e lti-
mamente fallecido no Rio de Janeiro, ou com
as sobrinhas do mesmo, D. Claudina e outra, fl-
Ibas de Manoel Diaa de Faria e D. Francisca Te-
les de Meoezes, a negocio de seu interesse na
rus larga do Rosario padaria n. 46.
Compras.
Compram-ae moadas de raro: na roa Nova
n. 22, relojoeiro.
A Comprs-se um relogio de patente m- A
Z glez em segunda mi e d-se prefe- |
9 reocta sent descubarlo : na ra do 1
Queimado o. 28. 9
$$
Compra-se urna casa terrea boa que tenha
bom quintal, prefere-se a ra da Cooceicio, no
bsirro da Boa-vista : quem tiver para vender, di-
rija-ae a ra ds Cadeia n. 45, primeiro andar, a
tratar com o agente Eusebia, que desoja satisa-
zar orna encommeada.
__ Comprara se acedes da companhia de Be-
beribe : na ra do Crespo 0. 25 A, se dir que
compra.
Vendas.
Cambraias
Vendem-ae cambraias de corea de bonitos
alegantes desenhos a 280 e 320 rs. o covado : ne
ra da Imperatriz, loja n. 20.
Oliados.
Vendem-ae oliados pillados de lindas vistes e
pslsagena, larguras de 6, 7. 8 e 9 pemos, pro-
prios para meas de jantaris)o corado : aa ra
da Imperatriz, loja n. SO.
Vendem-sa doua aitioe de terunj^nroprlae
perlo deala cidade, um eom OOpalaae fMrewU
o 1,000 ou msis de fundo, e ontrn com 1 f pal-
mes de frente d o meemo le luade. asante bes
planudos de arvoredoa de tracto, e ae vndese
por iuteiro ou a retajbo toaVe* pelsses que een-
1 vieret ee comprador: na rus de Aurora n. 54,
e sut familia val eppsreeer o tendedor que ar qualquer dos ne-
Ifoeioa por barato precn.

,1




--------
_____________





DLaV&JO A| tVUHWNX. SEXTA fflllA M OK MAJO M lili.
*
|
rs.
peque-
AtleififlfigiliiDte
Na ra do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Jofco Ceg,
est torrando por todo
prego. %f r
Coraei.
Ot verdadeiros floi da coraea rododo assim
como rail, poi 6 o mis superior que tem viudo
o mercado : i no vigilante ru do Crespo a. 7.
Mi (jang ou continh at.
Miganga ou contmhas de muito liada. corea a
S40 rs. o micioho : i do rigilanto rea do Gras-
po a. 7.
Continhai do Rio. .
Conliahaa douradiriiios miuda e grossa proprio
para pulcelra da* quae *e esto usando muito
por ter ultimo godo, a 140 rs. o mscinho, assim
como aljofsr b.anco de cor a 300 rs.: a oo
vigilanie ra da Crespo o. 7.
Lencos brancos para algibeira.
Anda so Teodem lengoa brancoa finos para al*
gibeira pelo baralisaimo preco de 2*400 a duzia :
na raja da boa (, na roa do Queimado o. 21.
Meibt para senhora.
Veodem-se meas fioas para senhora pelo ba-
ratiaaimo prego de 3*600 a dozii : na raa do
Queimado o. 22, na bem. conhocida loja da
boa f4.
Peanas a"aco.
As verdadeirss penas inglesa caligraphicas a
1JM0O rs. a caixinha : s no vigilante ra do Crea-
do n. 7.
Banhas ou leos e cheiroi.
A superior bsnha iranspareote a 900 rs. o
irasco.
Dita em lalas'de felba de meia libra a 300
Dita em lalinhaa de quarta a3S0rs.
O verdadeiro oleo da aociedade hygienica
900 n. o frasco.
Dito macassar e muito fino em Irasco
no a 1|600 a duda.
A verdadelra agaa de colonia frasco grande a
900ra.
Ditos pequeos mesmo em garreQnhaa s 400 rs.
Ditos com superior agua de flor de laraDia fras-
co grande a 400 rs.
Dito com exceliente agua celeste frasco gran-
de a i|.
Dito frasquiohos pequeos com vinagre rugi a
409 rs.: s oo vigilante roa do Crespo o. 7.
Para conservar den ten.
Da verdadeiroa pos da aociedade hygienica pa-
ta deotea em frasquiohos de vidro o mais supe-
rior que tem apparecido pelo baratsimo preco
de I) o frasqainho, assim como em caxiohss
quadradiohas a 200 rs.: s no vigilante ra do
Crespo o. 7.
Gollinhas e ptceiras.
Lindas gollinhas e pulceiraa de migaoga pelo
baratissimo prego de pulceiras a gollinhas 3S
pulceiraa s 3* e gollinhas 1$ e 1*500 : s no vi-
gilante roa do Crespo o. 7.
Sestinhas
Sstinrua muito lindas com eus pertence pa-
ra menino 3j> e 49. assim como indispensaveis
de cetrtHAaa ou migaoga proprioa para menina
tracer noferaco com lencinbo pelo baratissimo
prego da 1* : s no vigilante rus do Crespo nu-
mero 7.
Tinteiros.
Tntenos proprios para menino de eacola 00
mesmo para quem oa qaiaer comprar por bara-
tissimo prego a 500 rs.: s no vigilante ra do
Crespa n. 7.
|M3M3WrM MSW ftKMMHMK
^ [Acaba de
chegar
noy armaa em
DI
BUSTOS & IEG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande a variado aorllmanto da 8
roupaa Tollas, carigados e faiendas todos i
estes se vendem por prsgos multo modi- 1
flesdos como 4 da seu eostume,assira como fl
sejam aobraeaaacoa de superiores psnnos
a casacos feitea pelos ltimos flgurtnos a 8
16J, I89, 8O9 o a 35S, paletots dos mesmos 1
pannoa preto a 16f, 18f. 209 e a 149, 8
ditos de casemira de cor mes:lado e de 2
novos padroes a 149.169. 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas casem ras de co-
ras a 99, 109,129 a 149, ditos pretee pe-
lo dimiouto prego de 89,10$, e 12$, ditos
de ssrja de seda a sobreeasacadoa a 12|,
ditoa de merino de cordo a 12;), dito
de merino chines de apurado goslo a 159,
ditoa da alpaca prets a 79. 89, 1 1 109,
ditos saceos pratoa a 49, ditoa de pal ha de
seda (azenda muito superior a 49500, di-
de brim pardo e de usto a 8)500, 49
49500, ditoa de fusto branco a 49,
grande quantidade de calesa d e casemira
preta a de corea a 79, 89, 99 o s 10, ditas
pardas a 39 a a 49, ditaa de brim de corea
Unas a Sf500, 39, 39500 e a 41, ditas de
brim brancoa flnaa a 49500, 5f, 59500 a a
49,ditas de brim lona a 59 a a 6g, eoltica
de gorgurao preto e de corea a 5 J a 6I,
utos de casemira de cor o pretor a 4S50
a 59, ditoa de fusto branco e do brim
a|#e a 89500, ditoa de brim lona a 41,
ditos de merino para lato a 49 a a 49500,
caifas de merino psrs luto a 4$!>00 e a 5f,
capis da borracha a 99. Para meninos
de todos os tamaobos: caigas de casemira
prefa a da eor a 51, 69 a a 79, ditaa ditas
da bro a 3|, 39 e a 35500, paletotaaac-
cos da caaemira preta a ff a a 7a, ditos
da sor a (9 a a 71, ditoa de alpaca a|39,
sobrecasacoa de panno preto a 129 e a
14, ditoa de alpaca preta a 59, bonete
para menino de toda* as qualidadas, ca-
misas para meninos da todoa oa laman nos,
meiosricoe veatidoa do cambraialeitoa
K ramalas* de 5 a 8 annoa com cinco
adoaliaosa89eal2|,ditodegoriu-I
rao de cor a de lia a 59 e a 6}, ditoa de 2
brim a 39, ditos de cambraia -ieament if
bordados para baptiaados.e mu tas outras
fazeadaa a roupaa faltas qia deiiam de
ser maocioadas pela aua granJaquanti-
dade; assim como reeebe-setol o qmal-
quer eneommeuda do roapau para aa
mandar manufacturar o qtt(J pata este fim
tamos am completo sortimentc de fazen-
das degosU e urna grandeofflrin deal-
aiale dirigida por am hbil mestre que
osla suapromptd epereic >nadsdel-
ua desojar.
Veode-ae orna estrave de idsde 23 anoos,
a qual cose, fss lsbyrimho perfeitamente, com
principio da aogommsdo o coiinbi : quem pre-
tender, dirija-ae a ra do Roaario da Boa-Vista
n. 50, que schsri com quem tratar, dts 6 s 9 da
manla. e das 2 4a 4 da tarde.
_~ "ende-ae doce do caj saccn : no Campo
V 51'8' rM do Placia do Hispo, junio a
casa do Dr. Wanderley.
ZT J5?4*",e unw PO'cio de caixilhos de louro
fk!I Vi ?* *Mun como rde qaanlidade de
.i!.* """i^le de urna armagso ao-
?i 2, .?e/IB9 obecl wnderio por
: a tratar na m au_ 18.

I
1
S
1
i
Sapatos de bor-
racha.
A 19. 19500 e 2| o par. sgulhas Victoria a 120
fs. o papel, lamparinis aoonosaicaa a 100 rs. a
caix, carteiraa para eacrever a 141 e 169, calas
P 'j." 8f 16f,greixa frbnceis econ-
mica a 640 o "pote, facas americanas para meas a
69 e 79 a duzia, meias para aeohora, hornera, me-
ninas etc. por todo o prego, braceletes de cabello
com pedra rdxa e amarlla a 59 cada um : s
ha na rus do Qaeimado loja Eaperaoga n. 33 A,
GulmarSes & Rocha.
i. 1W Jsll,
sem segundo.
Na ra do Queimado 0. 55 loja da miadezaa
de Jos de Aievodo Mais Silva, tsli vendando
todas as miudeas bsratissims, a saber :
Papis de sgulhsa a bati muito supe-
riores a 80
Csixss com muito finss obreiss s 40
Csrtes com clcheles, tem algom de-
feito a 10
Frase** de macassa parola muilo Sao a 200
Caixinhas com papel pequeo de diver-
sos gostos a 710
Pacolea dito dito dito amisade a 720
Novelloa de linha de Crui a melhor
que ha a 40
Caixas com sgulhH cartas de superior
quslidade 200
Entremeios, a paga com 3 varaa lf2 a IfiOO
Sabonetea maito^iooaa 120
Papeia d agulhaa francesae com toque a 10
Pares de bnioes para punboa de muitos
modelos a 240
Parea de meias creas para meninos a 160
Ditos de ditaa cruaa para pequeo a 160
Ditos de ditas para meninas a 200
Frascos com agua de Lavando embreada a 800
Ditos com cheiros muito finos a 240 e 500
Diios com banha muits fina a 240e 320
Ditos com auperior banha de ursoa 600
Ditoa com oleo baboea muito Uno a 240 e 320
Ditoa com oleo do Rio muito superior a 500
Ditos com superior philocome a 900
Ditos com bsnha philocome Qnissima a IJOOO
Ditos com banha transparente a 800
Ditos com superior sgua de colonia a 500
Ditos com mscasal (oleo) a 100
Ditoa com superior opiata a 500 e 800
Carios de linbs Pedro V, com 200 jardas a 60
Ditos de dito dito, branca de cores a 20
Carriteia de linha com 10O jardas a 30
Masaos de linbs frouxa para bordar a 240
Pentes de marfim de superior qualidade a 19000
Rival
sem segundo.
Na ra do Qusimado n. 55, defronte do sobrado
novo, loja de mludezas de Jos de Azevedo Maia
e Silva, est queirnaodo tudas as sues miudezas
pelos precos que abaixo se declara, poia a qoadra
boa para apreciar:
Duzia de meias cruas muito eneorpadas a 29400
Dita de ditas brancas mnito boaa a I96OO
Dita de ditas cruas muito Unas a 4(000
Dita de ditaa brancaa para senhors, mui-
to finas a sgooo
Carrileis de retroz de todss aa corea a 280
Crozas de pennas de- ago de todas as quall-
dadea a
Dita de ditaa calllgraphicaa
Nvelos de linha muito grandes a 60 e
Caixas de agulhas perfeitas a
Barathos portuguezes a 120 e
Croza de boles de osso pequeos para
caiga a
Tesouras para unhss muito superior qua-
lidade a
Ditas para costura muito finas a
Ditaa pequeas porm unas a
Baralhoa francezea muilo lino a
Agulheitos com agulhas superiores
Cantvstea de apara.- pennaa de 1 lolha a
Parea de spalos de irangs de lia a
Certas de alfinetea franceses a
Parea de luvsa brancas de algodso a
Escoras pira limpar denles muito fi-
nas a 200 e
Masaos de grampos de todas as qusli-
dades a
Dedaes com fundo de ago a
Caixas com colietes franceses a
Tinteiros de vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta superior a
Areia preta muito fina a libra a
Labyrinlho por todo prego.
Vara de franjas largas brancas a
Pides de nova invengo para meninoa a
Linha branca do gaz pelo prego j sabido que
10, 20 e tres por dous, e outras muitas miudezas
que vista fari ( pelas suas boas quslidadea e
pregos ento nao fallemos. .
Queijos
os mais frescos que tem vindo ao nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
20400 e no passado a 10800.
Amendoas
confeitadas at mais bonitas que ha no
mercado a 800 e tf a libra : vende se
nos armazens Progresista e Progressi-
vo no largo do Carmo n. 9 e ra das
Cruzesn. 36.
Rival
sem igual.
Miudezas e rap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Lia da cores sortidas, libra a 65-iOO.
Sioloa dourados a I96OO.
Ditoa ditos com poolaa a 3(500.
Agulhas francesas curtas e compridas a 60 rs.
Ditsscantofss s 120.
Pentes de mwa para atar cabello a 500 rs
Ditos de dita idem (dourados) a I92OO.
Carreteis de retroz de cores a 320.
Escovas para cabello muito boaa a 800 e 19.
Carlas de alfineles a 80, 100, 120 e 140 rs.
Escovas para unhas muito boaa a 320 e 500 rs
Frsojas pretaa com vidrtlho a 820 o 400 rs.
Traogas pretaa com dito s 240.
Bicos pretos mnito bons a 180, 240, 320 a 40O
ris.
Carreteis da linha a 30, 10 e 80 rs.
Eneites de retroz com franja a 59300.
Meias para senhor (duzia) a 29500..
Ditas cruas psrs hornera a 29400 e3f.
Tesouras ordinarias a 30 rs.
Franjas de la ealreitas (pega) a 900 rs.
Saboneles de bote fios a 640.
Frascos de diversos cheiros s 320.
Linha de Pedro Va 30 rs.
f010*'P,M eeeaveque a 20, 30 e 40 rs.
Hap Paalo Cordeiro (verdadeiro) a I96OO.
Di o gaste grosso e roeio grosso a I96OO.
Dito dito fino a 11280, ^^
E outras muitas mais miudesss que com a pre-
senta dos bonsreguezes ae vandero btraUs
500
19600
120
160
160
120
400
400
200
240
80
80
11280
100
100
320
40
100
40
160
120
120
200
200
tratar na rus Nova o
A boa fama
Papis com estallo
para sortee, fraaceses : oa ra da Calis do
cite n, 15, a 500 rs. o cento.
Re-

d
Verdadelros de espuma a superiores charutos
do Rio de Janeiro, Bshla e Havsna ; na ru da
Cadeia do Recife n. 1J.
Vende-se ceta em gruiae: na ra
da Cruz n 60.
tosas artificiaes para ca-
bello.
A loja do beijs-flor tendo recebido bonitas ro-
sas que se esli usando para oa cabellos, vende
oa ra do Queimado na loja acims 63.
Sapatos de borracha para
sentara a i $500 o par.
Estamoa no mes Marianno, e por isso de ne-
eeasidade que as seahoras que bem ae pplicam
a essa boa devogao se pravioem de um par de
sspstos de borrsche para aetimtcrem os ps res-
guardados ds humidade a em atteogao a lio
justo louvaval fim esli ae vendeudo a 19500 o
par: na ra do Queimado, loja d'sgula branca
numero 16.
Aljfar fino imitando perola'
Vende-se s 500 rs. o fio de aljfar do, imi-
tando perola : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Cabriolet, carroca e cavallo.
Vende-se um cabriolet deecoberto. qaai novo,
com os arreios psrs nm es va lo", o quel est sen-
do pintedo de novo, um exceliente cav lio do
mesmo, de corrugo, e muilo manso,.senda um
dos melhorea animaea de cabriolet que existe
neste cidede, a urna earroca em bom estado para
cavallo : para ver, na cocheira de Thomaz Jos
dos Reis, perto da praca do capim, a para tratar,
na ra do Trapiche o. 14, primeiro andar.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Attenco.
Jobo Jos de Figueiredo tem e honra de parti-
cipar a seus numerosos freguezea que em seu es*
labelecimento da fazendaa fioas, na roa do Cres-
po o. 9, se enconlra um completo sortimfnto de
fazeodas do ultimo gosto e mais baratas que em
oulra qualquer parte por se querer liquidar, co-
mo aejam :
Capae de grosdenaple de 30, 40 e 45f, muilo
ricas. ,
Chapeos de palha da Italia para senhora a 189
e 389000.
Ditoa de seda para senhora a 12 e 26J.
Ricos enfeites de flores para tbealro ou bailes
a 159000.
Rlcoa cortea de seda de muito bons gostos a 80
e 1209000.
Chales de caaemira muito ricos a 159000.
Manteletes brancos de seda de rede para se-
nhora a 289.
Vestidos pretos bordados a velludo.
Ditoa de cores de diversos goatos e pregos, e
muitos ostros artigoa para senhoras e homens,
muilo moderaos, e maia barato que em parle al-
guma.
De Ha vana.
Sao chegadoa oa maia asboroaoa charutos de
Havsna que tem vindo a este mercado, e achar-
se disposigao dos spreciadoreo, em casa de Le-
andro & Miranda, na ra do Crespo o. 8 A.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Johnston & C ra da Senzalla Nova
a. 42.
Luvas de pelica e camurca.
Vende-se luvas de pelica de Jouvin a 29000 o
par, ditaa de camurga proprias psra montara a
29000, ditas de escocia a 800 rs. o par na ra
do Queimado loia de miudezas da Boa fama,
o. 85.
Novo sorlimento de fa-
zeodas barassimas,
NA
Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
DE
G\Ml\& silva.
Vendem-se as segulnles fazendss por pregos
baratissimos afim de apurar dinheiro : capas
suissas a imitago de sedas de quadrinhos sen-
do de todas as cores e cores muito fizas s 200
rs. o covado, brilbantinas de quadrinhos muito
eneorpadas para vestidos de senhora e roupas
para meninos sendo muito mais larga que chita
a 200 rs. o covado, gorgurao de linho fazenda
muito nova para vestidos a 280 rs. o covado,
musselioa branca com 4 1|2 palmos de largura a
200 rs. o covado, grande e variado sortimento
de caasas para vestidos sendo os padroes moder-
nissimos e as corea fizas a 280, 300 e 320 rs. o
covado, chitas fraocezasde cores fizas escuras e
alegres a 240, 260. 280. 300 e 3*0 rs. o covado,
chitas ioglezaa a 140,160 e 200 rs. o covado,
corteado eassa tendo 7 1)2 varaa cada um a
29400 rs., corles de organdys com barrea tendo
12 varas cada corle a 59, cortes de bareges com
22covadoa a 59. ditos com as aaiss feitas a 59,
laaziohas de cores s 280 rs. o covado, de todaa
estas fazendaa do-se aa amostras deizaodo o
penhor na loja e armazem do Pavo, da Gama &
Silva, na ra da Imperatriz n. 60.
M&dapolo do Pavo.
Vendem-se fioiaaimas pegas de madapolo com
24 jardas a 49500. 4*800. 59. 5S500 e 69, ditas
francezas entestadas com 14 jardas a 39: na ra
da Imperatriz o.60, loja do Pavo de Gama
Silva.
Lasa320 rs.
Vendem-se modernissimas laazinhaa com pal-
mas a 320 rs. o covado: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavao.
O Pavo vende a $.
Pegas de cambraiaa de coriohoa brancoa e de
todaa as cores lendo 8 1(2 varas a 49 : na ra ds
imperatriz o. 60, leja do Pavo.
O Pavo vende
cortea de cambraia muito fina com dous babados
o duss saias sendo delicadamente bordados s
49. ditos sendo lodos adamsseadoa a 49, cortes
de phantasia iazenda Qnissima a 6fl, ditoa a 49500
e 59 : na ra da Imperatriz n. 60, loja o arma-
zem do Pavo de Gama & Silva.
Panno preto.
Vende-se panno preto muito encorpado a
1S600,19800 e 29, e dito cor de caf : na ra di
Imperatriz o. 60, loja do Pavao.
Chales do Pavo.
Veodem-ae chelea de merino eslampados mui-
to grandea a 39, ditoa de casaa adamaacada a 800
rs.: na rus da Imperatriz n. 60, loja o armazem
do Pavo ds Gama A Silva.
Oh que pechincha.
Chegaem fre*uezes soles que se acabem os
verdadeiros qaeijos do Serid como he muito
tempo nio tem vindo ao mercado pelo diminalo
prego de 560 rs. a libra e 500 Inteiros, e supe-
rior doce a 800 rs. o caixio : no estabelecimen-
to da raa estrella do Rosario esquina da roa das
Larsngeiraa o. 18.
meias moendas.
ferro batido e
Moendas **
Tantas de
coado.
Machinas de vapor.
Bodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brumo. 38, fundiclo
de B. ft. atoarflan.
Calxinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Muilo lindas caizinhas eeabazsa psra menioaa,
de 100 res at 2500: aa loja da Victoria, ns ra
do Queimado o. 75.
Enfeites para senhora.
Os melhorss enfeites pretos e de cores que ap-
parece a 59500, 69 e 6J500 : na loja da Victoria,
na ra ta Queimado n. 75.
Franjas preias com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sortimentos de fraojsa pretaa e de cores
com vidrilho e sem elle : oa loja da Victoria, na
ra do Queimsdo o. 75.
inhasde peso verda-
deras..
Liohat fins de
grandes s 240 ris :
do Queimado a. 75.
peso verdadeirss, meadas
oa loja da Victoria, na rus
Paletots e calcas.
Vendam-se paletots da pana preto fino a 69,
caigas da easemlrs preta a 49560. paleta de faney
de cores a 69, calosa de dito a 8*600 : na rus da
Imperalrlrn. 60, loja do Parlo.
Asseroulas do Pavao.
Vendem-se seroulss de lioho francezas s 29 o
?r,"!lW',du,': D| raa Imperatriz n.
60, loja d Gama dj Silva.
CHALES.
Grande pechincha na loja do
Pavo.
Vendem-se os mais ricos chsles com ponts re-
dondo e borlotes tendo as barras s imitago de
pelucia e assetiosdss imitando as cspintus mais
modernas palo baratissimo prego de 49500, ditos
de 4 ponas s 49500, ditos a Garibaldioa aendo
multo grandea a 59: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo de Gama & Silva.
Saias bordadas a 2#500.
Vcjdem-se ssiaa bordadas muito booitss a
SaaOO cada urna: na ra da Imperatris o. 60,
loja do Pavo, de Gama & Silva.
Bales do Pavo.
Vendem-se baldea de bramante francs com
arcos, sendo ss melhorea armacoes, pelo dimiou-
to prego de 39 a 3(500: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo, de Gama & Silva.
Saias com arcos de lioho.
Vendem-se aa acreditadas salas com arcoa de
linho que fazem aa vezea de balo a 3J200 e a 4$
cada um, eataa aaiaa s ha na loja do Pavo, ra
ds Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama &
Silva.
Para meninos a 4$5G0
Vendem-se vestidinbos de seda para meninas,
muito bem enfeitadoe, pelo dimiouto prego de
4J5O0 cada um : na ra da Imptratriz n. 60, loja
do Pavo, de Gama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Camizlnbas com golliobas e msnguitos de cam-
braia bordados, fazenda muito modernissims a
59OOO.
Ditaa de fuello com aalpicoe de cor a 39000.
Golliahaa bordadaa com botozinboa a I9OOO.
Ditas oitas de gostos a 640 e 800 rs.
Ditas com manguitos de cambraia bordados a
11600.
Manguitos de esmbraia lina bordadoa a 19000.
Golliahaa bordadaa a 240 ra.
Romeiraa de cambraia enfeitadas para luto
3(000.
fflnKh" !"x' nhorM ,beKm t&" 3* mnito H, de todas as cores para bordar, s
a 29500 labynntho para mao 17J> a Uora oa loji da victoria, oa ra do Quei-
Diios'a imitago do labyriatho a 19 e a 19280. fi*-"0 "' j .
omos dourados para se-
CALCADO
45 Ra 0ireita-45
A epidemia declina senaivelments, e o sea
completo desapparecimento est prximo I O
proprietarlo deste bem aortido eatabelecinseolo
convida oa seus numerosos fregueses a aubstituir
o galgado velho, que todo est cholenco, por no-
o, e que possa resistir s mil sebolis e mszzut-
cas que vo ser dansadae em louvr do'.restebe-
lecimento da aaude publica. Oa precos eoo-
udam : r ^
Phosphoros de seguranza
Phosphoros de segursnga, por que livrs de in-
cendio, a 160 ris a caia : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Btelas muito grandes e boas a 160 ris urna .
na loja da Victoria, na ra do Queimado o. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
As melhores liohas decroiel para lsbyrimho,
novelloa moostros s 320ris um : oa loia da Vic-
toria, na rus do Queimsdo n. 75.
Ricos espeihos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porgo de ricos espeihos de varios tamanhos para
ornamentos de salss, afflangando-se serem os
melhores em vicjros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado o. 75.
ILa para bordar.
HOMENS.
Botinas afamadas Milis. ; .
d non-plus-ulirs Nantes.........
liantes 2 bateras..............
> a luatre....................
batedores.......................
couro de poico.......
* bezerro e luatre...............
ingieres ps selvsgeas.........
o (aliados braiileiroa............
Sapales non-plus-ullrs................
12f000
129000
II4XOO
109000
99500
99000
99OOO
7|50O
fOO
790CO
69500
59500
69OOO
59500
59OOO
29000
11-260
59500
59OOO
41000
29500
310(30
19930
800
500
800
sshk
Luvas de torgal enfeiladaa de vidrilho a 5Uu e
e 40 ra.
Enfeitea pretos com vidrilhos s 8$000.
Ricos enfeites a turca e Garibaldi a 58500.
Ditoa muilo bonitos a 2950O e a 39500.
De ludo do-se aa amostras fiesndo penhor: na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Papel de todas as qualidades.
Vande-aea 49400 de quadrinhos, ditos pauta-
dos a 35600, dito almago pautado a 4/ e 49200,
dito greva a -4J6O0, em caizinhas de diversas co-
res a 610 e 19, dito branco pautado a 800 rs,, an-
velopes de cor a 640, dito branco a 900 rs. : na
loja do beijs-flor, ruado Queimado n. 63.
Ricos cintos dourados:
Vende-se a 29 e 29500, ditos de flla a I96OO,
fitas para debruohos de collete s 280 a pega, tiras
bordsdas a 19 o 19200 ; na loja do beija-flor, ra
do Queimsdo o. 63.
Veadcm se lesouraa linas para costura a
19, dita para anha a 640 e 800 rs., ditas Anas a
900 rs. a duzia, pentes oe travessa para menina a
60 i na loja do beijs-flor; ra do Queimsdo nu-
mero 93.
Sin tos para senhora.
se os riquissimos sintos com borla c-
elo-, multe chique, sendo o ultimo gosto
os parece-me que nao haver seoho
Vej>d
hida a
de Paria?
raa que
guante,
Vendei
franja c>
295OO,
numero;
na do Crespo o. 7.
Enfeites de cabeca.
aa oa riquissimos enfeites, tanto com
o sem ella, por baratissimo prego de
e 59: s no vigilante, ra do Crespo
Linha de peto.
Veodem-se as verdadeiraa lionas de peso, o
mais fino que se pode encontrar a 25500 o mas-
sinho de 30 miadinhas, assim como de outras
qualidades : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Vendem-se roanlinbas de coral a 2$, 29400,
e fioa de coral a 720, maasiohos de cu us miu-
dinbas de diversas cores a 140, caiiinbaa de alfi-
netea a 200 ra. e 240: na loja do beija-flor, ra
do Queimsdo n. 63.
Veodem-ae luvaa de pellica de Jouvin bran-
cas para senhors e hornera, chegadas no ultimo
vapor : na loja do beija-flor, ra do Qaeimado
numero 63.
Veode-ae caacarrilha de seda de todas ss
corea a 21 e 2g400 a pega, linha de Pedro V a 20
rs. o carto, gravatas de seda eslreitiobas s 18 :
na loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Veodem-se ricos enfeites a 59 e 59500, di-
tos de vidrilho s 19600, sderegoe pretos a 29500,
rosetas pretas a 160 rs. o par. gollinhas preias a
800 rs. e lf : loja do beija-flor, raa do Queima-
do o. 63.
Vendem-se carleras proprias para guardar
dinbeiro de ouro e prata a 19 e 19200, esporas
fioas de sgo a lf, baodeijas de lindos desenos a
I95OO, aioturlo de borracha a 200 ra. e 240, ben-
gilas de canna a 29 e 29500, chicotes finoa a 29
e 29500, de estslo, ditos sem ser de estalo a
640, loucas de la para meninos a 19, sspatiobos
de la a 800 rs., ditos de merino a 18500: na
loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Vendem-se pentes de tartaruga virados a 8
e a 99, carretel de linha de 200 jardaa a 940 a
duzia, clcheles de diversas quslidadea a 40, 60
a 80 rs., ditos bordados a 100 rs., masaos de
grampas a 40 a 80 rs., ditos em caizinhas a 120
rs. : ns loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se toucadoresde Jacaranda a 2J200,
ditoa brancos a 29, caizinhas com espeihos para
navalhaa a 29 e 2f400, colhera de metal princi-
pe para aopa a 49600, ditaa para cha a 29400, con-
cha para assacar a 040, oculos finos a 400 rs.;
na loia do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Veodem-se caivetes finoa a 800 rs., caba-
ats para meninas de escola s 3, 4 e 59, csrleiras
com agulhas francezas a 240, causa de pennas
de ago a 500 rs., meias para senhora cruas a 240
o par ; na loja do beiia-flor da ra do Queimado
numero 63.
. 4tlenca! attencad?
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da ra da Imperatris schs-se s
venda um completo e variado sortimento de boaa
fazeodas, e que vista de suas qualidadea sao ba-
ralsslmamente rendidae, e para maia veracidide
do que flea dito, abaixo vo mencionadas algumaa
das diUa fazendaa, a saber :
Chilaa largas cor Bis a 240 rs.
Madapolo fino com 24 jardaa a 59.
Csmbraias da cores s 280.320 e 400 rs. o co-
rado.
Velludo preto s de corea a 2.
Lindeza de cores a 160 ra. o covado.
Lencos pequeos s 80, 120 e 160 rs.
Crispaos ds castor fino a 89.
Chitas pretas mullo largas e fioaa a 240 rs.
Algodo treogado preto multe bom paja veati-
*>* a 200.
* Cambraia lis. com 10 isrd.se 29.
" v *a4,,co, eo" 10 ditss s 39.
*ia 00tdada para cortinados com 8 vs-
rss s 2/.
-> vende-as urna balanga grande ds duaa con-
*"** cn) m tsrno da pesos: na raa ds Alegra
Damero 6.
j Vends-se a taberna do pateo do Torco aa-
rntro n.
nhoras.
Lindos sinlos dourados para senhoras a 99200,
ditos de pona cnida a 49, ditos de fita a 18600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linhas do gaz.
Calxinhas com 50 novellos de liohas muito fi-
nss do gaz a 900 ris s caixs, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancas e pretas: ns loja da Victoria,
na ra do Queimsdo n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz que tero vindo ao mercado, por
pregoa commodoa : na loja da Victoria; na rus
do Queimado n. 75.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja d'aguia branca acaba de receber um ex-
traordinario sortimento de ricas filas, to boas
em qualidade ^juio bonitas nos desenos, tendo
entre ellas o msls largo que possivel; assim
ixe de comprar : isto s no gallo vi- como algumss pegas brancas com o centro liso
proprio para inscripgoes, e muitas outras de dif-
fereoles cores como de caf, rxa, escura, etc.,
etc., e como de sen louvavel eostume : s loja
d'aguia branes, oa rus do Queimado n. 16, ven-
de por prego commodo essas boas e bonitas fitas.
Gravatas de setim com
ponta larga a 1$
Vendem-se grvalas pretas de bom selito t
com ponas largas a 19 cada urna, tao baratas
assim s se acha na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Grande
|liquidacao por todo|
o pre^o, na bem co-1
nhecidalojadoSer-S
tanejo. g
Ra do Queimado o. 45.1
Apparecam com di-
nheiro que oo deixaro
de comprar.
Chitas escuras finas a 160. 180 e 200
ra., cortes da vestido praios bordsdos a
velludo de custo de 1509 e se vendem
por 309,409, 509 e 709.sshidas de baile sj
de velludo e setim a 129 e 13*. camisaa 2
para senhora a 2JO0O e 39500, Kolnhaa 8
de cambraia bordadaa a 500, 600 700 '
800, 900 a 19, ditaa de 016 bordadaa a 120
rs., casaveques de fuslo a 59, 69.7J, 89,
meias de seda brancas e pretas pa'ra se-
crala p,r Urds babados a
500 e 700 rs., lasde quadro enfeatadaa a
300 o 360 rs. o covado, cambraia preta a
400 e 440 rs. a vara, organdys de cores a
600 rs. a vara, fil branco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 e 500
rs. a vara, cortes do collete do caaemira
bordados pretos a 29.e 39000. ditoa de
velludo de cor e preloa a 39, 49, 59 e 69,
paletots rte brim branco francezes a
39500 a 49500. ditos de casemira de co-
rea a pretos a 149 e 169, ditoa, de alpaca
preta e de corea a 39,3500, 49 a 49500,
camisas de peito de linho a 29500, cortea
de collete de sorguro a 19500, 1|700,
29200, 35 e SgoOO.colletea feitos de brim
branco a 29500, ditos feitos da gorgurao
a 29500 e 39500. ditos fritos de casemira
a 31500, 4g e 41500, ditoa de velludo a
59, 69 e 79, ditoa da fusto de cores a
18500, um variado sortimento de meias
para bomem e senhors, grinaldas com
flores, chales de froco, espartilhos, e to-
da a qualidade de roupaa feitas para bo-
mem que ludo se rende por melado do
seu valor.
%
mm kmnm mmmmmm
Attencao.
3.800 rs.
lAKuLliVem grandes saceos, cbegsdo ultima-
mana, muito novo e bom a 398 da alfandega, no armazem do Aones.
Vende-se um cabriolet de um cavallo com
poaeo uso, pintado de nova, eom coberta, proprio
3 bateras e meis..............
esmaga eobrs..................
Na otea 2 bateras vaqueta.....
a > 2 aaleriaa bezerro......
* trabalhadoree..........
* brasileiros de 3S5O0 a..........
Sapatos 2 aolaa e sallo..................
traga portugueses..........
> francezes......
SENHORAS.
Botinas dengozsv.........
salto de bater.......
pechincha de 49500 a. .
americanea 3J500 a .
Sspstos de sallo (Joly) J .' .
* sem elle (dem) ..'....
tipele.........
ecooomicos.......,
lustre 32 e 33.......'
MENINOS E MENINAS.
Ha de ludo em relago e nao se deixs
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordavo, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, sola, courinhos etc., que ludo se troca
por dinheiro vonlade do comprador.
No armazem de E. K. Buile & C, ra da
Cruz n. 48, vende-se escolente srello em saceos
grandes a 39800.
Novidades da Arara.
S na grande exposico de
fazendas barassimas
na loja e armazem da
Arara, ra da Impera-
triz n. 56, de Maga-
lhes Mendes.
Vende-se o mais barato possivel s saber: laa-
zinhaa para vestidos de senhorss, e roupa de me--.
nios a 320 rs. o covado, la chioeza de urna s
cor propria para capas da moda com 4 e meio
palmos de lsrgara a 640 rs. o covado, fusto de
cores para vestidos de senhoras a 280 e 320 rs.o
covado, cassas a Turca multo fina a240e280rs.
o covado : na ra da Imperatriz loja da Arara
n. 56.
Arara veode as cambraias.
Vendem-se pegas da cambraias lisas a l9600e
29OOO, ditas Anas a 29500. 39000, e 3J500, golli-
nhas para senhoras a 500 rs. golla e manguitos
de linho a 29500, leogos branco s imitago de
labyrintho a I96OO: oa ra da Imperatriz loja e ar- -
mazem da Arara d. 56.
As saias da Arara.
Vendem-se saias brancaa bordadas a 2dl)0
ditas de 4 pannos a 3$ e3J500. cambraiaa de ca-
rocinhos com 8 e meia varas a 49 s peg, cortes
de chitas floas com 13 covados a 2*500 : na ia
da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56..
Arara est vendeudo.
Vendem-se pegas de madapolo elepbanle
maito lino com 40 jardas a 149. dito de 24 isrdas
? 49100, 49660, 500. 5*500 e 6S000. ditofn
a 3*. <>"" de cambraia com barras a
JS500: na ra da Iroperalriz loja da Arara
n. 56.
Arara j vende as roupas.
oJ^nnd!m*se Palilols d< Pono preto a 6*500 e
tWWU, ditos de casemira de corea a 10*000, cal-
fLS? c,\eiDrt Prela 450O. ditaa oe cores a -
5Sa00, pahlots de alpaca a 3S500 e 4*000, ca- -
mizas francezas a 1*600 e 2*000. seroulaa de li-
nho a 1*600 e 2$. collariohoa de linbo a 500 rs. :
na ra da Imperatriz loja da Arara o. 56
Arara vende as capas.
iammdfcM^?-5*p*' ""Wwmeuia modernas a
o*O00 e 10*000, manteletes de grosdenaple prtas
u.U'01C.'o3n0ne!.n.0, '^ e3OS00O, chales de
laa a IfOOO, ditos de laa e seda a 29OOO, ditos d
merm a 2*500 e 4*500 ditos de crep de ooota
redonda a 71500 e 8*: na ra da Imperatriz loia
da Arara o. 56.
Arara v*i liquidar sua casa,
porque quer ir passeiar.
Vendem o mais barato possivel para acabar
chitas coro pequeo toque de mofo a 160 rs e
limpss a 200 rs. o covado ditas largas a 240, 260
e 280 rs. o covado. sao preta para luto a 500
b40 rs. o covado, csssa preta a 280 rs. o corada
ruarte para roupa de escravos a 160 rs. o covade
corles de casemira preta para caiga a 3* e 3|00,
e outras muitas fazendas que se do as amos-
tras : oa ra da Imperatriz loja da Arara nume-
ro 56.
Palitos da Arara.
Vendem-se massos de palitos Unos para den--
tes com 20 massiohoa a 200 rs. para acabar : oa
ra da Imperatriz loja e armazem da Arara o. 56.
de Magalt-es & Mendes.
Cheguem a pechincha.
A 5^000 o covado.
Panno fino muito bom, cor de rap fszenda que
val 7*: na ra do Queimado n. 47
A 15,0000.
Paltola de panno fino forrado de seda: na rus
do Queimado o. 47.
Al#200ocovado.
Grosdenaple relo muilo fino bom: oa ra do
Queimado n. 47.
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-se sedss de quadros, ditas de Mitras so
comprido, e ditss de iisiras stravesssda, ditss
de quadrinhos, seodo dos melhores padroes e *e-
llcadissimos gostos, com largura de chita inglesa
a oOO rr. o covado, pechincha, e do se as
amostras eom penhor : na rus da Imperatris o.
60, loja e armazem do pavo de -fiama fj^ilva.
Vendem-se dous terrenos, seodo um em
esquas, com 200 palmos de frente e 150 de fun-
do, no lugar do Campo Verde, freguezia daBoa-
Vists, a frente para a raa da Tracgio, s a outra
psra a ra do Desengao, com s melada doa fun-
dos murada, lem 4 quartos que rende 2<| per
mes, n8o precisa d aterro, e proprio, tambero
venJem-se os oOoalmos, o outro terreas na ras
Imperial, com 219 palmos de frestfe, e fundos se
rio Capibahbe, nos landos as asJsam ae paree**
de urna porta 'agua para vivero, rorelro ma-
vioha : quem o pretender dlrlja-si a rsa do Se-
bo d. 8.




DU*IO#R SSMAfclKCO 4EXT FElR MlO Al US*

PI
ARMAZEN PROGRESSO
o que ha d bom oeste genero a 19000, libra a em porfi le
Francisco Fernandes Duarte
Larg;;o da Penlia
Vende-se oeste armazem de molhados os melhores ge-
aeros qua vera s este mercado e iior menos 5 a 10 por cento do qae em aira qaslquer parta,
laranodo -ae a boa qualidade, por Uso rogi-se a todo o Sr. da praca, de aogaoho labradoras o
ftivar de mandarem soas encomminda ao armaxam Progreaeo, am da verem a diftrenca de
S a qualidada que fas, te losutm comprados em outra qaalquer parle.
aBtfclga laagtoUi de primeira qualidada a 800 e 1JOO0 a libra, a am barril se tari
batimento.
n.*ntigt\ Ir aneci,:*, mai8 mrai, 720 rit>, libra, ,m muta, oo rs.
* uyftS*B 0 mais ,;>jn0r que ha no mercado a 1J800 29500, a libra.
Clia UUX.11H imitaodo s parola, pela auasuperloridide a 8#00O, a 2*600 a libra;
VU\ pT0 un(c0 par3 os lenles que se tratam com a homeopatbia a i>500 aUbra.
QH*i\Jt dO a*iaOlh()gedot ne|te ,1110,0 TaporaS#500, dltoa chegados do ultimo
navio atj-200
Queijos londrimo
fai abatimento.
^U.51JO pralO 0-maj,| SUp9rjor que tam rindo a este mercado a 19*00 a libra.
Pregunto ing\ei para ambt nuil0 noyo, m ri., >,, m por.
qso se far abamenlo.
Ctftfcl6t&S lglCXiS pr0prias psra flambre a 800 rs. a libra a em porgio a 700 rs.
PrCXUilta O* rtint u lap,rior qiui,idade 480 rs. a libra etntelro, a 440 rs.
9alc\lue 0 njeihor oatisco :;a pode haver por estar prompto a toda a hora a 1} a libta. a
am porcao a 900 rs.
ToiaXalaaa* 4o rein C\iourtas e oaios de \on\bos 640 fl librf em por?ao se fal lbaU_
meoto.
Latas eom cYtouiricag
mercado a 2JfO0O cada urna.
f&aa\\a de parco retinada %a lala com 10 Ubra, por 450o d....
nanlia de poreo- n]l0 flna aWa 480 r3 a Ubra, em birrll,, 40o re.
^larmelada imperial ,, afama(1o Abrsil deoutros mallos f.brieantee da Lisboa
a 800 rs. a libra, o ero porcjio se isi abatimento.
Latas eom frutas de doee em eaida como sei0 pfr,. d.m.scoa p-
cego, alpexe, e ginga, a 800 rs. cada lala.
Harmelada de alferxe ern Ulll de, libM por lim d.....
Latas com amendoas eonteitadas eontendo m,i. cmenos
candi, muito proprio para mimo, a 2*090 cada urna.
Roee da c*eca da goiana
Roce sceeo e emeislda
2^500 cada urna.
' j5 pro'npus para se comer rindas a primeira vez a este
assucar
de
muito fino a 800 rs. e em porc,o se az abatimento.
difieran tei qualidades, em latas Jilje 5S por
mullo novas por S550O e a relalho a
Gartoei coa bollo Craueez proprio; par, mimo. 560 .
P&csaa em cas.inlt& de 8 libras
430 rs. a libra.
YlgOa aa C >mmadte muit0 nota*, em caitas de 8 libras por 1500, ditas com 4
por 18500, ditas com i muito bem anfeitadas por 900rs. cada urna e a retalho a 320 rs.
libra.
Ervilhas Cr^neexaa e poringatias era liUi de Ubri,pof4o r..
ditas em meiaslata; a 500 rs.
Ifta^ade tomate em atJS de x libra por 800 rs.
rVmendoas de c>*s:* mole muil0 a07a$ a 320 a ttbra.
iOZeS 120 rs. a libra, e J00O a arroba.
A.meixas lran.ceiiis e m lala, com 3 Ubras por ts800t dita, Com 1112 por i#5oo.
\meXaS P@rtn.ga.<&ZaS a 32o ri. libra e am caita se far abatimento.
CilOCOiate neSpnnola ijsoo, dito francez a i$200 dito porlaguez a 800 rs. a libra,
aflanci-se a boa qual dade.
oOlaXinlia de soda em Blag com difterentes qulidades, a 1J440 rs.
SaaiJ* S para 83pa [,.ita> m3cacrlo e talharim. a 400 rs. a libra e em caixa por 8JO0O rs.
"alllOS de denteS [xadot, molhos eom 20 macinhos por 200 e S80 rs. muito finos.
9eTejaS am fMSCOs com l n li2 libra por 800 rs.
aijOlO francez para lim&arfitass 200 rs. cada um, em porfi se fax abatimento
BOlaXinna in^lei'Bt a mais n0Ta d0 mercado a320rs. a libra a am barrita a 4*500
uiaiH^ para engommar, oiulto alva a 100 rs. a libra e em sacca se faz abatimento.
* dXC de posta em latas das melhores quaiidades de peixe que ha em Portugal a 1*600 rs.
Sper msete iUpericr de coeoesets velas por libra a 760 ra. em caixa, a 740 rs.
S&TdinnaS de Naotes em latas omito novas a 400 rs.
* 01^.0 aiUm de superior qualidada a 110 rs. a libra e em barris eom S arrobaa por 7|.
f\Z.eilt5 aOCe reQnsdo ie dillerentes marcas e o mais superior qae ha a 800 ra. a garrafa
o am eaixa a 9$.
VinUOS engar?aiat.OS d0 duque do Porto o de outna muiUi martas acreditadas
oeste mercado a 19200 rs. a garrafa e em caixa a 12*000 ra.
\ IU1\1* em pipa por.((> FigeiraeLiaboaa560 agarrafa e era caada3*500, 4* a 4*500.
w^eTVeja das mala acreditadas marcas-a 5* rs. a duzia, a em garrafa a 500 ra.
****^P*6'* das marcis mais superiores qae ha no mercado a 15* e 22*000 rs. o glgo
Gognae inglex, a mm M. a calxa e im M. a gajraia.
Genebra de Hollaada v9rjadalraem frasqueira a 6*000 ra. a o frasco a 500 ra.
T. amaraS dO gy jatO a 6i0 rs# a iibra em caixlnhas com 9 a 10 libras por 5|.
Genebra lllglexa 10|000 rs. a dia e a reUlho a 1*000 a garrafa.
^aUtOS dO gal a 2J5W rs. a goza
^ai reriado em polea graodsa a500 rs. cada am, em por;o se far abatimento.
v*aiC uvado o que se pode d.ipja.rnesle genero s 320 rs. a libra e em arroba aSOO, 9$ dito mais
bmo a 280 rs. a libra e 8}J00 arroba.
ae\adtn.na de Franca a moisnova do marcado a 180 rs. a libra, em porfi as ax abati-
mento.
!> muito novo a alvo a :I20 rs. a libra.
arinna d0 reino daa maica SSS e alega a WO rs. a libra.
* do lUraobao alva a cheiroza a 160 ra. a libra e em arroba a 4*800,
0**llliaSaacai oquUo nc ras a 160 rs. a libra.
c*' de carnauba retinada i a 400 rs. a libra e em arroba a 11*000.
aiOlie doce de Lisboa a 720 rs.i garrafa,aftan?a-ae a boa qaalidsde.
M magre 4, ^^ a UOvil>%vtralti em c.Bada a usoo.
' *0Cherez a 1*600a garrafa e em Cttxa se faz abatimento.
nirO braceo e mais superior ,aq hi no meiosio ptopio pata misss a ff rs. a garrafa a am ca-
Por hoje dei fim ao mea repretoajo ate bagada do primeiro vapo vindo da Bau*rxa. Mo
ito sortimento oio aaref pre'gIo>t aaa o publicar so reapaiutal pbl'-
Amendoas.
Vandasn-se amando em Irascos e avuisas e
os bona o rifle* papis cosa asala pava tortas :
oa roa da Seazala Nova -a. 10.
AJgod5o da Baha.
Proprio pira ronpa de escravoa a saceos da as-
suear : vende-ae oa rus da Crux n. 1 ascriptorio
de Antonio Lalz de Oliveira Azevedo & T.
Ved*m-se dous pa\6es:
nesta typographia.
Libras sterlinas
Vende-se no escritorio de Manoel Ignacio da
Oliveira i Filbo, largo do Cerpo Sanio n. 19.
Araruta verdadeiru.
Na roa da Cruz o. 52, toja de liroe. am caxi-
obaa de 2 1(2 libra* pata tima a 6ftO0 a libra.
Superior ca de Lisboa.
Tam pava vendar aaa porcio e a ratalho Anto-
nio Luis da Oliveira Axevede & C, no aaa as-
criptorio ra da Crux a. 1.
Brincos pretos a balo, e
oatros objectospara
luto
Dessea objectoa de que boje infaliimeote tantas
familias precisara, na laja d'agaiabranoa asbs-se
um bora orti meoto dalles, sendo briocos e cose- '
tas a btlao, pulseiras moderna de grossas a or- '
tes tontas, aISneles para pello, ditos tmbeos pre-
tos, em caixiohaa, bonitos e modernos aderecos,
e meios ditos, einteiros de fltss e Avalas pretas,
eofeites para esbeca, grempos de oovos moldes
para segarar cabello, 1 uvas de torcil de seda e
pellica, taeiae de sed e slgodio para homeoa a '
aenhoras : com os compradores de taat objectos
se ter a maior cootemplacao, atiento o fim para
que sao: por isio dirigirem-s i ra do Quei-
mado, loja cTaguia branca o. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
mu tos outros mis te res.
A loja d'aguia branca receba* ama poroao da
srroelas ou argolas de borracha, que acertada-
mente se applicam a dillerentes ds, como tim-
bera aeja para emmaeser papis as diversas re-
partiqfs publicss, nos cartorios, escriptorlos,
armazens, lojae, bolicas, tsbaroas, etc., etc., e
mesmo de alguna particulares, o que oa verdade
vale ap*oa comprar-se pelo diminuto preco de
S40 e 320 a duzia, para poupar-se o trabalho de
atare daeaier um masso de papis todas as vezes
qae se precias, aasim como aa mais largas aervam
para aegurar carteiraa, e maoguitos de seohorss,
e mesmo psrs pulseiass de missaogas, advartio-
do, porm, que cada argola tem sus Qvela ; ven-
dem-se em dita loja d'aguia -branca, ra doQuei-
mado o. 16.
Attencao
Guimsraes i Luz, donos da loja de mludezas
da na do Qaeimado o. 35, boa fama, partteipsm
so publico que o sea estsbelecimento se acha
completamente prvido das melhores marcadorias
tendentes so mesmo estabelecimento, e muilos
outros objectos ie gosto, sendo quasi todos rece-
bidos da suss proprlas eocommeadas ; e estando
elles inteiramenta resolvidos a oio venderem
Hado, aaocam vender mais barato do qae outro
qaalquer ; e juntamente pedam aos aeua davedo-
res que Ibes mandem ou venham pagar oa seus
dbitos, soo peca de aerem i mugido*.
Souhall Mellors & C, taodo recebido or-
dem para vender o eu crescido deposito deralo-
gios v|ito o fabricante ter-ae retirado do aego-
aio ; convida, portento, spessoaa que quizeram
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Koroby, a eproveitar-ee da op-
portuoidade sem perda do tempo, pan vir aom-
pra-loa por commodo preco no au icriptorio
ru* do Trapicha n. 18.
Calcqdo rmcez
Cfaegcndo
Grsode lortimento de botinss psrs homem, e
aa mais bellas psra setjtWas e meninas : na loja
do vapor, roa Nova n. 7.
Vende-se um moleque de idada de 10 ao-
nos, a pessoa qae pretender dirija.se a ra da
Pevha lobrado a. t.
ti Vendes lella liquido as 7 hora, a 240
garrafa, d quinta-ftira em diente ; aa praca do
Cotpo Santo.
MENOS DEZ POR CENTO
"NOS ARMAZENS
_-^t
PROGRESSISTA
IPMttI
DE
Loja das 6
tas em frente
Livramento.
Caasss fraocazas de bonitos gostos a
320 rs. o covado, lavas de troeal pretas
e da seda a 500 rs. o par, chitas france-
sas largas escuras a 240 rs. o corado,
ditas linas a 260 e 280 rs., 016 de linho
liso a 640 rs. a vara, larlataoa fina de
todas as cores a 800 rs. a vara, lencos
braneos com bsrrs de cor a 1*400 a du-
zia e 120 rs. cada um, meias para ho-
mem a 15200 a duzia e 120 rs. o par,
chitas para coberla de bonitos dese-
nhos a 220 rs. o covado, pecas de bro-
tan hn de rolo a 2*, ditas de eambraia lisa
com 6 1)2 varas s3*. musselins encar-
nada a 240 rs. o covado, csicinhas para
meninss de escola a 1* o par, peitos
pira esmisa braneos e de cores a 200
rs., pecas de cambrai branca de salpi-
co a 3*500, algodo entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito braoco para loa-
lhas a 15 a vara, eofeites dos mais mo-
deraos a garitaldi a 6*. 1 loja est sber-
al as 9 horsa da ooite.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti^
g8, phanthaxia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-ie toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Vende-se um moleque eom 10 annos, bo-
nita gura ; na rus da Imperalriz o. 40, segan-
do andar.
Para omez Marianno.
Sapatos de borracha o melhor que ae pode eo-
contMT oeste mercado a IfSOO e 2* o par, isto ,
por ser para o mez de Mana, por isto vende-se
por este prego : na loja do viado, aa ra Nova o.
8, confronte a camboa do Carmo.
llelogios
Vende-sa em casa de Johnston Palar & C-,
. do Vigario n. 3, um bailo sortimento i*
1 elogios de oaro, patenta ingles, de um dos mais
afama jos fabricantes de Liverpool; tambem
urna varieisde de bonitos trancallins para os
mesmos.
8YSTEMA MEDICO HODELLOWAT
PILLAS UOLLWOYA.
Este ineslimavel especifico, composto inteira-
menta de hervas medieinaes, nio eontm mercu-
rio nem alguma outra substancia delectara. Bei
nigno mais lenra infancia, e a complei^ao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na corapleiijo mais robustas
^enteirameote innocente em suas operac.oase ef-
f. itos; pois busca e rernove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e leazos
que sejam.
Entra milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn!
recobrar a saude e forjas, depois de ha ver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais affliclas nao devem entregar-se a des-
esperado; facam um competente ensaio das
efficazes effeitos desia assombrosa medicina, o
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguirnos enfermidades;
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigesloes.
Inflammacdes.
Irregularidades de
menstruagao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
alai de pedra.
Manchas na cutis,
Abstruccao do ventre.
Phtysica ou consump-
qao pulmonar.
Retencao de ourina.
Rbeumatismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Bl ARTE dfc C
JO ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
i mr.~a. elo Carmo 9
.- i..... PrP,wt,fI.0S destes cradiudos rmanos di molhados participara aos seus nume-
Z2^:2?!1 ,SS t,n P*8**8 nca^ em Zwm pomos da Europa,
para os ecolherem, eos veadem por menos 10 por cento do que em outra qualquer parte, per mo
m -l "1 V i* 6m Suparior 1uaJidade d eaero e deranSa de procos.
primeira qualidade a 800 e 19 rs. a libra e em barril se
Manteigaingleza de

Si
tal eacro novo
Mea.
Farinha de mandioca
superior; nos armazens de Tssso Irmios.
Ra *Ja SenzallaNova n. 42.
Vende-se em easa de S. P. Jonbston & C,
sellins e silbos inglezos, candietros e caslicaes
bronceados, lenas inglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavados, e relogios de onro patente
inglez.
Vende-se um mulatinho de 15 anuos de
idade, muito sadio e de bonita figura, do serv-
(o de caaa e tam principio de boleeiro, muito
boa cooducta e proprio para quem qulzer ter um
bom criado : no caes do Ramos sobrado o. 2.
0 Livro do Povo.
Sahio lux publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direccio do Sr. Dr. A. Msrqaes Ro-
drigues, e eontm a vida de N. S. Jesos Cbristo,
segundo a narraco doa quatro evangelista a
mais os seguiotes artigos: o vigario, o profeaaor
primario, o bom homem Ricardo, amoral urli-
ca, Simia da Nantua, mximas e panaamentcis,
a hygiaoe, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO oio s tem
por fim voiformissr a reitera as escolas ptimi-
riss, oode esd meoioo aprende por um livro
difterente, e portelo facilitar o trabalho do mea-
tre e do discpulo, como lamben vulgariaar, por
um prec.0 baralistimo, a historia do ailvador do
mundo, e oa melhores preceitos de moral,
Venda-se o Livro do Povo, oo Recife, na
H'raria da praca da Independencia ds. 6 e 8, a
500 rs. o exemplsr em biochura. a a 800 ra. cr-
tonado.
Moedas de ouro de 16$ e 10$
Vende-se no escrlptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filbo, largo do Corpo Santo n. 19.
AUenco
Vende-se fiKsfraneezs escora e Bns s fM o
covado, dita data miada a O o covado : na roa
do Qaeimado o. 41, eaqaina que votta psra a
Ceogregacia : di-sa amostra com penhor,
^endetn-ie pd de fructa-p5o de
um a 6 pe* de aktira : na Capunga n.
35 ou n. 8.
evidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Areiss ( mal de).
Aslhraa.
Clicas.
Convulsoes.
Oebilidade ou extenua-
ro
Debilidade ou falta de
forgas para qualquer
eousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
F.nfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encfaaqueca.
Herysipels. '
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendara-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendera-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna deltas contera urna instruccao ara portu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
0 deposito giaal em casa do Sr. Soum
pharraaceutico, na ra da Cruz o. 22 em Per-
nambuco.
Manguitos a balo com
gollinbas bordadas.
A loja da sguia branca em atteo;io a sua boa
fregu*zia quer que todos partilhem do proveito
que Ihe resultara das boas compras as pecbio-
chas, como agora mesmo acontece com uma por-
5?o de manguitos a bailo, punhos virados e bo-
nitas gollinhas, tu dados era floss cambraiss, cujas gusroiQoes est
vendendo pelo admiravel e barato prego de 2J
cada uma, a mesena obra que aioda ba pouco
lampo se venda por 5$. A soperloridade da fa-
zeoda e bordado iocooteilavel, asaim pois oao
muito que uma seohora compre 3 oa mais pa-
res deases booitos maoguitos quaodo o importe
quasi equivlente as de um s dos aotigos, po
deodo-aedessa forma e com pouco gasto mostrar
variedade no sea aceiado trajar. Sao as gollinhss
solas que servem igualmente para seohoras e
meoioas, sendo os bordadosfazeada em nada in-
ferior se outras, e custam estas 19 a vista do que
convem que todas as senhorss aproveitem esa
fivoravl oceasiao e nao ae demowm em man-
dar comprar ludo isso na loja a'aguia branca roa
doQueimado o. 16.
Calcado
Joo Jos* Pereira com loja e fabrica de calca-
do na ra larga do Rosario n. 12 junto a botica
do Sr. Pinto, participa io publico que tem ex-
posto em a dita loja diveraas qaslidades da cal-
cados feites na mesoia, os ques sao aem diffe-
renca alguma iguses aos fraocexea mas como o
propriatsrio oao pode ser juix em causa propria
por isso pede aoa seus oumeroaos reguazes e ao
publico em geral, que sinds mesmo que oio
queira comprar, cocotudo venhim sempre Ver aa
amostra e adtairer o trabalho dos artislaa per-
oambacanoB que-trabslhim am aa fbrica, pois
ae aaaica o.Qiarem.iadubilavelmente apreciaro
o esmerado trabalho eos meamos; a ae alem dis-
80 atteoderem a eelac&o actual jamis deixaro
de comprar porque alem de a obra ser de muito
mata dursoio acresce miis a circumstincia de
eustar am diminuto preco em relecJo aoa fran-
ceses.
Machinas 4>ara lavar roupa
Hoaevro, Lopes & C recebarm achinas p
rs lavar roupa ystema ialeirameota oovo e
adoptado a esta paix, pois qualquer pessoa pode
trabslhar com ella; por ser o sen aso o mais sim-
ples que se poderla deawjer, sendo tambem mala
scooomico a breve : quam quizer comprar diri-
ja m se a ros ds Cadeia do Recife n. 80, qae se
lhe dar loda aa eapiiaaeaaa por weripto po-
deodo sber dos seus baos resaludo por j aa
ustr bests pra.Qs. no collagio das orphss dirigida
pelas irmSss ae ciridade.
iari abatimento.
Manteiga fra aceza ^ nova, 700 rs. a libra e em barr a 600 rs>
Cha ?^SS.n "!* ,U{Wtot ^M D0 meread0 N00 2800 a libra.
Clia lU! XIII] oque hada melhor oeste genero a 2|500 e 35WOO a libra.
Cfi preto PBJBsuperor Tind0 a prmera vez aoaouo -B#- M00 ilibn ,
aS t^^ot qM em d0 Ri0'em laus *unw Ubra pr i*8oe e" *>
9 Uei^*in navio a i?800 cada ura.
QUIJOS pratO Como nunca veio ao nosso mercado a 1000 a libra e inteiro a 900 rs.
I aiO e CIIO u ru; S muito novos a 560 rs. a libra e era porcio* far abalimeato.
lia tas com i?fuicasjapr0ilp,as a$ecoraerawdah iQdM
vez ao nosso mercado a l800. v
-PeiXe em latas dediversos umanhos, savel, sardo, pargo. pescada,valla, lingua-
dos fritos, atura maraado, robllos e lulas de tigelada, de 1300 a 2?H)00 a lata.
Toucinho do r.i.iomuitonovo, 820 rs. a librae9|500a arroba i
temos para 240 rs. a libra e 6*500 a arroba.
Banlia tle pOICO em latas cora 10 libras por 4^00 e 480 a libra.
Marmeiada imperial de todos os erveiro.da lm... mm de Hbra.
mata e 2 libras a 750 rs. a libra
Latas COm frutas em calda corao sajara pera, pecego, damasco, alper-
xe, ameixas a ginja, a 700 rs. a lata.
Ylarmelada du Alperceemiatasda 2 libras por uooo cada um..
Doce da CaSCa da gOiaha .700rs.e era pocrlo se far abaliraanto.
1/oCe SeCCOS je dereDles qualidadesem bcelas muito bem arranjadas a 3*000.
M. fi ma Tas as mais superiores que tem vindo ao mercado em caixinhas eleganumente an-
feitadas a 29500 e 600 _rs. a libra
Passas em caxinhas de 8 libris ,29500eeoors. a libra.
rio0S (la Comadre muto novosem cixinha de 8 libns e mulo bem eofeitadas a
a 2200 e 320 rs. a libra.
l^rvilhas francezas e portuguesas a 64o 720 rs. a lata.
Mass 1 de tomate flm utas de 1 mm a soo rs.
Amendoas da casca mole BUt0 novas a 400 rs. a libra.
F* OZe8 muito novas a 200 rs. a libra.
AmeixaS franceZHS n Utas com fOna por 4000 e a 19000 a libra.
Chocolate hespatljlol l200, francez a UOOOeporiugueza 800 rs. a libra.
d01 XI lilla d SOda era latas com differenles qualidades a 19400 a Uta.
MaSSaS para SOpa mcarrao e talharim a 240rs, a Vibra e a eaixa por 59000.
v/mlXlflllfiS muito bem enfeiladas com pevide, rodinha, eslrellinhs, ttc. a 700 e 800
i alltOS llXatlOS padenles em molhos com 20 acinhos a 200 rs.
merejas em frascos de libra e meia a 700 rs.
a. JyOlO a? railCeZ para lrpar facas a 180 rs. e em porc.ao se far .batimento.
Esperiliacete SUperorsemavarUa740eemcaixaa 760 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes muito novas a 400 eoo rs.
A.! pista muito nova a 200 rs. a libra e 59500 arroba.
AiZeite docere6nado de diverjas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duzia.
aSOiaClllhlia nglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra e 49200 a barrica.
CjrOina muito alva a loO rs. a libra e 2500 arroba.
V1II11 OS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira secca, Carcavellos, nc-
tar, feitoria, velho secco, Muscatel a 19200 a garrafa e 129000 a duzia.
DilGS em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 49000 a 49500 a ca-
ada.
S(5T\t \9% das mais acreditadas mareas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
'-/II >. Hipa IIIIt jas marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 ogigo.
CogliaC nglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra de Holtallda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o frasco.
Azeita 118 S em ancoretas as melhores que hs no marcado a 29 a 400 rs. a garrafa.
1 raC}lieS superiores em caixinhss a 109 e a 320 rs- a carta.
V llt S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caizas.
*$& 1 re lina U O em pacotes de mais de uma libra a 240 rs. aem porcao ter abatimento.
Lftte dO IvI O o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e 9*000 a arroba.
S.evatlillha de Franja .mais novado mercado a 9 40 rs. a libra.
KPagtl muito novo a 320 a libra.
Farillha do Alai allliao mn[0 a|ra e nova a 160 rs. a libra e 49800 a ar-
roba.
VeUs de carnauba e de composic&o .4oors. aiibra e a 119
a arroba.
Vinagre puro de Lisboa .940 rs. agarrafa** 19800 acarada
GrO de blCO muito novo a 200 rs. a libra.
Peras seccas em Marrasquino vardadeiro de zara, de limone, caf, manta, genepro, raandor.a.ra,
curacu, rosa sublime e outras qualidades da 19500 29 a gnala.
BatVtaS em gigos de uma arroba por 19000 e 40 rs. a libra.
Com n ll OS os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Erva doce muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOE COm toque tld K Varia era saceos ce 5 arrobas a 59 a sacc. e 19500
a arroba.
Charutos verdadeiros superiores a 29 a eaixinha de 50.
Salmn em lataS com duas libras o maUhem arranjalo qae tem vindo a* mar
cado a 19400.
ivlantega eill latas Com4 libras a melhor do mercado Ucrado r,rmetkm*ota
39200 cada tima.
Vliaagre n gatrf5escom|5 garrahide superior qualidade a 19200.
A rar ll I* Twdadmrs asuite n*f a480 a libra. ..^'
Aletadesiesgneros encontrar o rspeiiavel jublico wn neeaos araazeni um cosjpla
sorfimania de tudo tendente a molhados.
Atnendob 9 COifetadaS s sais barita* qo* ha a mercado a 800 i*. 9
a libra. !

V
__________


1

"' i. -
ouiiio m vmmamm* -nvrk m*k u tm na* a un
mmUo boa wn cabriolet
Queiniado, loj o. 5
'i-ilar na ra do
Veode-an un sobrado de 3 mdare. chaoa
proprio, di ruado Areorim d. Vi oipretendeu-
lesqueirsm ir examinar para Iri lar-sea respailo
e prestar o escltrecimec'.oe pr< lisos oa ruada
Csdaia do Recite o. 45, primeiro andar, com o
agento Euieblo.
-* Vende-se por muili precist > de casas oa cidade de Olioda, acudo ana oa rea
do Amparo contigua a esuada que tobe para o
largo do Amparo, ron quartc i, ceaioha (ora,
quintal murado e plaotado eceuh eilribaria ; e a
outra oa rea de S. FraDcitco piopria para resi-
dencie de quem precisar de baebcii salgado, para
o que eicellente por Bear mullo parlo : esaaa
vendas se larao para remir debitan coa hypolbe-
ca, para cujo fia assignar a* euri MMM de ven-
da o credor que nesia occaaiao dir deeooeracao
da hypotheca ; procure-se para Iralar ao Recife
ruaao Cabg n. 3. i' andar, e m Olioda pada-
^ nado 8r. Soarea no Varadouro.
-^Vende-se a casa terrea qi Ponte-Velba,
canto que volta para a ra da Glorie, em que
tem venda o Sr.Aotooio Alvee "..lela : oa pre-
lendentea dirijam-se ao MoCor^o Santo o.23.
Ifljeceao Brow
Remedio inf'allivel contra as agnor-
rbeas antigs e recentes, ucico deposito
na botica franceza, ra da Cruz n. 22,
preco 3f.
BorzeguiD,
Ra da Imparatriz e 10 loja
do Pinto.
Vende-te pelo baraliaaimo prejo :
Bortegoina de luatre para homeio a 83.
Ditos de beierro para homem a t>.
Dito le cordavao para dito a 8.
Por este preco a a dinheiro i vista para li-
quidar.
Vende-se um babu quaai nevo, e tambero
um bote proprio para paaaeio, cot lodoa os aana
pertenece novos : a tratar com o 3r. Santos, raa
do Gordoniz d. 1,
Veodem-se sapales de eouro de lastre a
zfroOO e 3$ : na loja n. 19 da ra Cal e Poiasisa.
Vendem-se estes dona artigos, ltimamente
erogados, no beroconbecido eatraillado deposi-
to da rna da Csdeia do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer parle.
Vaporas edminos para
dvertimenics.
A loja d'aguia branca acaba de recebar as bo-
nitas caixinbas da madeira envero!iada com vis
poras, lendo algumas que os carlei Irazem urna
chaproha de metal movidica, a cual aerve par
cobrir o numero que se falla, cija iovencio
uovissima e proveilosa ; assim orno caixinbas
ae dminos com os leutos mut el iros e bem se-
guro, e veodem-se por pregos raiaaveia, na ra
oo Queimado, loja d'aguia branca o. 16.
Boa se me ate de ea Trapito
moi boa sement de esrrapato em
do Queimado, loj i de miudezaa
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas con mangas.
VMto,M na loja fl'.t.ia branca si boailai
aserraduras da vidros%e core* 49500. 5 89
asaia como palmatorias da vid* lapidado coi

na ruado
asm kawtKfta a 49500 cada ora .
Qaeimado, loja d'aguia branca n. M.
Meias em quandade
mi'J0!.11. d'5guU .branea ,cn<" u omplalo
aortimento de meias de todaa aa qualidadea e
precoa, sendo para homena, aanboras. meninoa
!. Hwl''.f6 8 mnm a l? ,DDM' Ennumerar
os dfflerentea preces confundir o pretendente
sansa quem se quizer convencer de qnao baratas
ae eatao ollas vendendo, dirigir-se con dinhei-
umento?* 'gU br"M ,M do Q,,eimdo
Superior sebo em \elaseem
paos, ca-xas de urna
arroba
r V'n4.WB irnf'o LuiadaOliveira Aievado &
C, no seu eeenptorio raa da Cruz n. 1.
Jacaranda superior.
*2L A r fender ADHIO Lu doOiivf A-
seveao &^C., no aeu ecnpturio ra da Cre D. t.
toraes lapidados.
,- 5* Bro que admira.
A loja d agota bronca acaba de receber urna
pequea queolidade de coraee grossos lapidados,
os quaes eervera para aa voltas que ltimamente
, 2Jk500, 3 a 4: na ra do Qaeimado, loja
a aguia branca o. t6 : aasim como recebeu mia
a bonita* putseira* de mlssaugas.
Chumbo
nie??,l!?.ibJ,mb0 '? BnD|50 "he' PW
si o quiotal e a arrobs por 51500
Mea de Aotonio Cesarlo Moreira
aladre da Deoa n. 32.
00 arma-
Diaa, ra da
Vende-se
aaccoa: na ra
numero 16.
Milho oovo!
. A 4^000 o sacco.
No caes do Apollo n. 51.
Olhem para o pavas e
Ricos
cortcj de vestidos biabas
bordados.
Vandaca-sa ricas cortas de vaalidoa branco*
ordadoa com 3 babadoa pelo baralissimo praco
de a> o corta: aa raa do Quaimado n. 22, aa
bem conhecjda loja da boa f*.
Camisas inglezas,
Vandam-se superiores aaaaisaa inglataa com
pregas largas pelo barelieeim*precod3c*> a du-
na : oa loja da boa f, aa ra da Ouetmado nu-
mere tt.
[Ricas gollinhas e punhos
com boioes
Vendam-se ricas golnbas e punhos da cam?
braia e fuslo ricamente bordadas com lindos bo-
loes, pelo baralissimo preco de 28 cada guarn-
ci :.na ra do Qaeimado nTti, na loj* da
Vende-se oengenho Caet, aliado em Ma-
neota, termo da Igaarass: a tratar, com Joi
Aievedo de Aodrade, ras do Crespo, oa com o
Sr. Franc^cdagaeclo da CruxaRaJlp, no Giqui.
Fazendas faratis-
simas
bordados maito
para
Fazendas pretas
superiores.
Gr^adenaple pteto mutto su per i jr pelo dimi-
nuto preco de t| o corado, panno |i-eto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 98 o covado, casemira preti
muito fina a 2J, 49500, 3, 3J500 a 4 o eovado,
mantas pretas de bioode muito superiores a 12},
manteletes de superiores grosdenscle* pretos ri-
camente bordados a 350, sobreessnas de panno
preto muito floo s 30, casacas Umlem de panno
preto muito floo a 309, paletola d) panno preto
fino a 18 e 20. diloa de caaemira de cor mes-
ciada a 18, superiores gravatiali.ia eslreitss i
1, ditas de selim maco ede gorg itjo muito su-
periores para duaa voltas a 2, dilu estreitinba
com lindos ainoetea a *, superior ;orgurao pre-
to para collelee a 4 o corle, ricoa mfeilea pretos
a_6, e assimoutraa muius szendsi que sendo i
dinheiro vista, vendem-se por prifos muito ba-
ratos : na ra doQueimadon. 22, B |,em cooj,e-
cida loja da boa f.
Panno de algodao da Bahia.
Vende-ee no escriptorio de Al icio Luiz de
Jireira Azevedo & C, na ra davUruz n.l.
Nova expi-
cao de candieiros
agaz.
O proprielsrio da nova exposicSo iTisa a lodos
os consumidores de gaz hydrogenic que lem re-
cebldo novameote urna qualidadeiu gaz super-
fina, assim curno lambem de todas ss qualidadea
communs que se vendem nesle mercado, girao-
tindo o mesoio proprietario a quslidade que
vende aisla de falsiticasdes. Tambim avisa que
tem recebido grandes remessas de cindieiros que
vende em porcio e a relalho pelo preeo da fac-
tura, cuja vantagem pode ser conhecida pelos
pretendentes. tendo sempre nesto estabeleci-
mento todos os utencilios pertenceies ao con-
sumo de candieijos a g>z : na ra ova n. 20 e
**, loja do Carneiro Vianns.
5|00
SIOOO
1000
806
19600
18000
S40
35000
3000
2*500
1J280
500
800
6J0O0
25O0C
Camisinhss com gollinhas e manguitos
decambrsia bordadoa, fazenda mo-
dernissima a
Ditaa de fuatao com lpicos de cor
Golhnhaa bordadaa com bolaozioho
Ditas da todos oa goatoa a 640 e
Ditaa com manguitos de cambraia bor-
dadaa a
Manguitos de cambraia
finos a
Gollinhas bordadas a
Homeiras de cambraia enfeitadss
latea
Gamisinbaapsra aenhora a
Lenciohoade linbocom labyrintho para
mao a
Ditos a imita?5o de labyrintho alte
lu?! d* l0^?,, neiladascom vidrilho
Eofies pretos com vidrilho a
Ricos anfeitea pretoa e da corea, a Turca
efjartbald
Groadensple preto a I96OO, 19800 e
Todaa eatis fazendaa vendem-ae na ra da Im-
m.r"i S* W' ,0J* e "em do pavio, da Ga-
ma cr aiiva.
Sementes de hor-
talices
i.h?\,.VlCrM D-31, <,epo,ilde P3e bola-
Lisboa e 8einen,ca de brtalcea vindasde
8ahio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Crespo n.7, aonda o respeitavel pu-
blico achara um grande e variado soriimeoto de
Tnll1" ?ue-M Tende Pr PreS > baratoa,
iu por cerno do que em outra qualquer parte
!*" "no seja franjas pretas com vidrilho a de
cores, fitas de todaa as qualidadea, franja e galio
dallaba, caacarrilhas pretas e de cores, frocosde
ioaas as cores, os riquissimos enhiles de cabeca
galaozDhos de liobo ede aeda para enfeilea!
chapeoz.nhoa para enancas, chapelinbsa para ae-
nhora, booels de panno e velludo muito finos
m.^!nmp.nmo', fll,!.1 muUo chq Pra sintos,
ShSf0'- e Bo'linhaa muito Anas" lengos d
S.'i" de I,Dho muit0 flno>. e io mal.
objeclos que se continuar annuneiar, poia veo-
m L! 0t P0> "'"te Por se acbar
i? iq"r"*: Na me,,D l0J hora um
rico sorlimento de ameodoas e confeilos proprios
para qualquer mimo, que se vende pelo baratia-
simo preCo de 1J600 a caiiinha. P
Superior bramansa de Hnho cem duaa varas de
largara a 29400 a vara, atoalhado da linho ada-
psascado cem duas larguras a *J500 avara, brim
braseo de lnho maito superior a 1J440 a- vara,
dito de cores, laztnda mutto superior a 19 dita
pardo da lnho paro a 800, 1 a I9QOO a vara, di-
to da quadrinhos mullo proprio para calesa, ja-
queles e paletola para meninos a 209 rs. o cova-
do, gangas franceuae multo laperiores a 400 rs. 0
corado, eambraiaa franceza moile fina ede
muito bonitos padrees a 290 e 98 o covado,
cambraia liaa muito fina a 4f, 5 e 0f a peca com
H lr2 vara, cambraia com salpico tambem com
8 ll varaa cada peces a 49609, dita mnito supe-
rior o melbor que ha nesle genere a 11J500 a pe-
ca com 17 varaa, ou a 800 ra. a varafcchitas fran-
cezasde mnito boas qualidadea e de lindos pa-
, dres a S40, 280, 300 e 320 o covado, Dl da li-
nho liso muito fino a 710 a vara, tarlstans bran-
ca e de corea a 760 a vara, toalbas de liobo para
maos a 79 a dozia, ditaa pelludas muito superio-
res a i 1 a duzia, gollinhas de cambraia borda-
das a 800 rs., manguitos e Rollas de cambraia ri-
camente bordadas a *9 o par de mangultoa com
urna golla, lencos broncos muito fios com bico
renda e labyrintho a 1J280 cada um, ditoa da
cambraia de linho para algibeira pelo baralissimo
preco de 4, 5 e 09 a duzia, e assim um completo
sortimento de fazendas de todas aa qualidadea
que sendo a dinheiro i vista se venderao por pre-
coa mui baixos : oa bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado o. 25.
Camisas e ceroulas
Vendem-se superiores ceroulas de lioho muito
Basa pelo barato preco de 26 a duzia, ditaa tran-
cadas de algodao, maa de maito boa qualidade, a
ll9 "d0,"B>i"s brancas francezas a 24
26 e 30 duzia, ditaa para meninoa a SSt a du -'
zia ditas para homem com aberturas de cores s
219 a duzia : na bem conhecida loja da boa f
na ra do Queimado n. J2
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, fazend
muiio boa, pelo barato prego de 2fl000, gollinhas
e punhos ultimo gosto a 29000, gollinhas muito
Hnaa e bem bordadaa a 1$000 cada ama na ra
do Queimado loja de miudezaa da Boa fama,
n. 3o. '
Tiras e ntremelos bordados.
q u%2* P!?',e.llr" BO'O'oaa de 2,500.
3,000, J.oOO e 4.000 ntremelos a 1600 e 2000
cada peca na ra do Queimado loja de miudene
da Boa (ama, o. 35.
Bonecas francezas.
Veode-se nonecas francesas ricamente vestidas
49OOO e 51000. e 2(000 bonecas de cera cosa o!
olhoa rtovedeos a 2000 e 39000. na ra do Qaei-
mado loja de miudetas ds Bos fama, n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se fivelas de seo para ainto a 19500 rs. e
i9WO na ra do Queimado loja da miudezas
da Boa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ac
para balao a 160 rs. a vara, bandea a 19500 rs. e
00 o par, oa rus do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Cascariihas de seda.
Vende se eascarrilhaa de seda para enfeitar
vestidos a 2*000 a pe$a na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha para quem padece
de etysipela a 159000 o par, meiaa de seda prela
para aenhora a 1J000 o par na roa do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
A boa fama
venda gollinhas e punhos com botoes para senho-
ra, fazenda muito boa, pelo baralissimo preco de
29 : na rus do Queimado n. 35, loja de miude-
zaa da boa fama.
Sajiatos de borracha para
senhoras.
^"-MJ2rSfloa '** Paseaecboaeee
a^ncaa I9000 ss. a ,. diloa aeria ai950Q rs.
22ltt "*' "n 2#00, 19000, 800 re.
?rra.d Hda rtaasaeaia bordadoa prasrioa
aado loja.da miudezas da Boa lama. o. 36.
Palmatorias devidro lapi
dado.
Vende-s pslmatorhs de vidro a 1900r., ditas
com- manga proprlas para rapazea a 49500 rs.,
,sfln^,, **"**** iro a 4500 r.
I miudeza da Boa fama, n. 35.
rerfumarias muito uas e
baratas.
Justan "fiSSL ,*500 "' toa** a 500
aa-' i*y0- oleo da sociedada bygiaaiaaa
l^*"0* **W > >. le baboaa de Piver
IM i"? f m n' f"c. balaiea
?^.t M 1i000 rMM M>a '"-
rnailp Uno a 040 re., SOOra. e I9OOO cada um na
D37 Q",,,D<10 l < niudeaaa da Baa fama,
A200rs,sopavo.
Vende-se chita franceza escura de cor fiza a
doustustots o covado: na ra da Imnaratriz.n.
60, toja e armazem do pavio.
A 2^500, s o pavo.
Vendem-ee corlea da cambraia branea com 9 e
3 sanados a 29500, ditos de tariatana brancoa e
de corea,' com barrea e babadoa a 3: na ra
a Imnaratriz n. 00, loja e armazem do pavo de
Gaasa & Silva.
I
A 500 rs s o pavo.
Vendem-se aa mais modernas a finisaimaa laa-
j 1udrinhoa e de florea solas e palmi-
nnae, desembarcadas do ultimo nano viodo do
Jlsre,pelo baratissimo preco da quinbeotoa ris
o covado, e do-ie aa amoatras com peohor: na
ra da1 lmperalriz n. 60, loja e armazem da Ga-
ma Si Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-e eata nova fazenda de padrea delica-
disaiatos cem 4 l(a palmes de largura, propria
para veatidoa de seohora a 400 rs. o eovado: na
rus da lmperalriz o. 60, loja e armazem do pa-
veo da Gama & Sil.
Quejos do vapor a 2,300
rs t os mais frescaes que tem viudo ao mercado,
vinbo da Pigueira e Lisboa a 3jj, S800 a 49500 a
caada, 400. 500 e 600 ra. a garrafa, espirilo
de vinho a 1 a caada, e 240 a garrafa, canoa
engarrafada a 240 ra. : na rus daa Gruzea n. 24,
eaquiuada travessa do Oiuidor.
Polassa da Russia.
ai
^~
Oh! que peetincba.
Vemde-se em casa de N. O Bieber &
C.,|roccettorei, rua da Cruz n. 4-
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para aleja d'aguia branca.
raa do Qaeimado n. 19.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfim.
Acabam de chegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16. ]
Berzr-guins inglezes.
Na ruada lmperalriz n. 10 defronlada noneca
loja do Pinto, recebeu-se pelo ultimo vapor um
grande soriimeoto doa j baso acrediladoa bar-
zegwns inglezes que vende-se por lOf e 11, di-
nheiro logo cootado.
Para brinquedo de S.
Joo.
VandB-se paluea x*4aa foHates fino p,r
dente, 2 masso com 40 m*sainbos por 400 rs
aa ra da Ioperatcis loja da Arara o. 58.
Grande lquidacao
DE
muitas fazendas baratas,
na loja da ra do Cres-
po n. 8 A, de Leandro
Miranda.
-LedDrS6eVae $eda g"Dde e de bonil -
Goliinhaa de cambraia bordadaa
' rSa dll e u,lio com boto
oa/ n a
de
Vonde-se ameodoas pelo barato prego de
rs. a libra : na raa do Creapo n. 7. roa largu .
Rosario n. 35. ra Velhs na Boa-vista n. 33, ra
oo Hsngeln.9. ra das Cinco Pontaa defronte a
eataco n. 140, rna Auguata, esquina do becco do
Harneo n. 1.
DA
Fundico Low-Moor,
Basa da Senzalla Nova
Neste ests beles i ment continua
completo sortimento de moendas a
lia con palmaa matizadas,
dada de collarlnhos, um
cambraia bordadas
varaa de cambraia de sal-
de camisas para ho-
j Bzregee de
I covado
| Grande diversidada de collarlnhos, um
I JJicaa saias de cambraia bordadas
I Fegaa com 17
j Picos a
, Grande aorlimento
640 aaa> *
na raa do Creapo n. 7." ru'a larga do rhnlU,^erdi.! Pf" menno de **
, Chapeos de feltro, forma moderna a
Eofeitea de grade de corea o pretoa a
Manguitos de cambraia bordadoa, a ba-
lao, o par
Ricos organdys de bonitoa padroea, vara
tileH9iiieiiDliM de todas aa corea
aljm n,alUd0'' pon,a 'onda
Grande variedade de pegas de liraa e ba-
badinhos, pecas de lga
Grordenaple preto muito largo e bom
covado *
Mil e tantos paletots de casemira de co-
rea saceos e sobrea de todos os tama-
nhoa a
1.4*.
a haverum
meias moen-
19000
500
2|000
SCO
29400
12S000
11840
1|500
3jO00
15000
29000
560
49OOO
89000
19880
29OOO
das para eugenho, machinas de vapor e laixas Paletola de brim de cor de U a
de ferro batido e coado de todos os tamanhos
para dito,
A banha fina,
bm copos grsodes, chegoa para 1 loaj d.agnia
eranca, rea do Queimado n. 19.
Charutos de Havana.
Oa melhores charutoa de Havana, sao encon-
trados por preen raaoavel, em casa de Leandro&
Miranda, na raa do Crespo n. 8 A.
Veode-ae a preaU(es annuaes o engenho
Santa Croz, ailo na freguezia da Lez, a msrgem
do rio Tapacuri, distante desla capital seis e meia
a 7 legoas, tendo ierras da maior prodcelo para
3.000 piea annuaes, boas malaa e todaa as obraa
preciaaa para lucrar-ae, boos lavradorea, dous
cercadr s ; o lambem veode-se, no caso de convir
ao comprador, ama boa aafra criada : a tratar 00
mesmo engenho, oa na ra do Livramento n. 35,
aegundo andar.
Chapeoa de sol de alpaca de 3500, 49 e
llavendo muitoa ontroa
IO9OOO
5500(1
495OO
------------ artigos, e todos seria
'endidoa aem reserva de preco, a dinheiro. *
Garlos IV e III.
Muita atten^ao.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vende se roupas feitas
de todas as qualidades pelos precos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os fregueies com-
prar porque pechincha.
msmam
Ultimo gosto,
DE
ROUPAS FEITAS
DE
Bernardino Jos da Silva Mata.
43 Ra do Queimado 43
Esquina que volta para a Congregacao.
O proprietario da nova ezposicio ivisa ao pu-
blico que seus estabelecimanlos se ncham todos
os dias abertos at as 9 horas da noite ilumina-
dos com o mesmo gaz hydrogenio :onlendo oos
meamos eslabelecimentos urna riquisima galera
de quadroa que muilointreteri a curiosidadedas
anillas que quizerem visitar eatei eslabeleci-
mentos, assim como um nomeroF aorlimento
de objeetarias que por gosto se pod;m comprar,
garantindo sos concurrentes a franqueza do in-
greaso em seus eaiabelecimeoloa : sa ra Nova
n. 20 e 24, leja da Carneiro Vianni.
Farinha de manilioca.
Venda-sea bordo da barca naci aa] Atrevi-
da, chegada do Rio de Janeiro : a tralar com
Marques, Barros & C.,largo do Corpo Santn 6.
Attenciio
Chegou para a loja da victoria, candieiros a
gn danoroa goatoa e modelos, tanto para sala,
como para escada e quarloa e para outraa multas
cousas: na loja da victoria na ra do Queimado
o. 75.
Vende-se ou arrenda-aa ami grande pro-
priedade muito perto da praca, con; grande ota-
ria de doas oroos, capel la, urna boi caaa da vi-
venia, diversas casas habitadas, lona grandea
vivelros, muilaa arvorea de fruclo, inclusive di-
versa ee^ueitea: -'-- Tisststsl
ou com o major Belataino do Reg iirrps nas-
>a cidade, ou ni Miglalena.
moderno estabeleciment ae en-
um completo variado Mi-
de fazendas a roupaa feitas por
mni razoaveis. O desengao da
ver:
Ujde caaemira aaccos e sobrecasa-
a 109.
Ditoa de meia casemira dito dito a 59.
Ditos de brim pardo de linho muilo fi-
nos a 59.
Ditos de alpscs prela fina de 49 a 69.
Diloa sobrecasseos de panno muilo fi-
no 229.
Ditos de fuslao de cor miudinho a 3*, .
Calca de casemira de cor a 5, 69. 7f
6 89000. ^'
Dilaadedita preta a 79, 89 e 109.
Ditaa de meia casemira a 39, 39500 e 49.
Ditas de fusto e ganga de cor a 29,29OO
6 295OO.
Dilsa de brim pardo da linho a 29, 3fl,
49 e 59. m
Ditas de dito branco a 29, 39 e 49.
Golletes de casemira preta e de cor a i
6 59000.
Cambraiaa organdys padres muito bo-
nitoa a 000 rs. a vara.
Ditas moderna duqueza de Orleans a
580 rs.
Chitas largas escuras finas o covado a
240 e 260 ra.
Ditaa muilo finas verdsdeira francezas s
300 e 320 rs.
Cambraisa branca finas a pega 39, 4 e 5g.
Ditas de salpicos com 9 varas pe;a a 49.
Chales de lia escocezes para as senhoras
andarem em casa a 3.
Laziohaa para veatidoa o covado a 520.
Cambraia prela muito fina a vara a 500
ria.
Chitas fuslao para vestidos o covado a
840 rs.
Saias bailo arrendada a 59.
Leoces de bramante de linho fino a 39
Ditos de dilo de algodao a lj}280 rs.
E outraa muitas qualidadea que a a
vista do freguez. Tambem manda fazer
roupas por medidas.
De ludo se do amostras com penhor.
Gollinhas bordadas e punhos
com botoes para senhoras.
>ti& d'Ta brMf onde bea> contram
nS iin^tt.d."D0,.e *Gstos. acaba de receber
um lindo aorlimento de gollinhas bordadas e pu-
nhos com bonitos botoes. o que hoje ultima
moda, e por sso neohuma aenhora ae dee ne-
gar a comprar urna dessas guaroiedea por 29000
laoto mais quaoto ellas sao neceaaarias >*ra'
completo ornamento dequellaa que terao de apre-
ciar aa bellaa repreeenlacoea do Marinangel e
2.*!2 Dao..fe'" em igual direlto de
comprar eaaea bonitoa arraoios ; na loja d'aguia-
branca, ra do Queimado n. 16.
Attenco
Vendem se duas casas na*povoacao de Game-
leira .sendo orna oa ra de Papacacs e a outra
do lado de eslacao. maito boas para negocio a
tratar em Gameleira com o Sr. Jio Venancio.
ou n ra 00 Quaimado n. 47. *
fscrayosfuyicoh.
Gratificase com 300$.
Contina a estar fugilo
o escravo mulato da
m0o.R0Hgerj0 de idade **, ,000. Puco mais oa
menos, desde o anno de 1853. com os sigoae.
aeguintes
ZDaCat
altura regular ou menos, rosto "redon-
do esquexelado, coralsranjada, com "
tes, quando falla carrega
elle fallar d apparencias
lados, nariz chalo,
kKUA 3)0 QUEIMADO N?46
ARMAZEM
ROUPA>lITA
im F. dos Santos
40-Rua do Oueimado-40
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
..i!116 ".V'^lecimento ha aempre um aorlimento completo de roapa falla de
t^. "U8Ud,*d" Unibem md "ecutar por medida 4 vontade dos fregu-
ses para o que tem um dos melhores proteasoree. o iregue-
Caaacaa aa panno preto a Of,
aitaa
de cor
m crin
89 ate
casacos multo bem
da case mita
saceos de alpaaa
de caaemira da
tamanhos, grands sorti-
olleles pretos da
neos de bra-
&Pa^h.^^^
.unm f.v.0B,0,p".,u,l?r^ r?2 isr;?' ".p.ieiou.:coir.ur.or.nrd. M
%}3l VSPi TfUu # 2,tp Mracaaamento a 59 a paletola bra a
mna.iuna-gra^ajlanzlca de alfaiata onda recabamos ana7mp7enSaaP^{ aSaarf cia ari
aiacoent. obreiros escolhdo, portante- acatamosifuIeSTer obra com tmiW ms's SuSk
_ 309000
Sobrecaaacos da dito dilo a 359 e 309000
Falelots de panno prela a de eo-
rea a 359, 309, 219.109.189 a 209000
Ditos de casemira de earea a 229,
151.129. 79 o 99000
Diloa de alpaca preta golla de
velludo francezas a lOfOOO
Ditoa de merino selim acates e
de cores a 9| a 81000
Ditos de alpaca da cores a 59 o 19500
Ditoa de alpaca preta a99,79.59 c 3500
Ditos, de brim de cores s 51,
M 49500,49e r # 39500
Ditos da bramante delineo b an-
coa6*5fe 49000
Ditos de merino de eordSo preto
' ** 89000
Ulcaa de caaemira preta a da co-
rea a 129. 109r 8|, 79 a 69000
Ditas de p rio caza e merino da
cordao preto a 59, 69500 a 49500
Ditaa4a brim branco de cotas a
^59. 49500 e 2J50O
wCadeaag>cU corana |00O
Gollete de velludo acata de co-
' ru, *"}l* iasdes a. 129,9 8I0O0
Ditaa aa caaeaaira acata a d co-
cea liso* bonudoa a 9,
cea liso* a
59500,51
Ditos da setim preto
Ditos da seda e aetim braneo a 6 a
Ditoa de gorgoreo de sed pretoa
ni. jrtJ.f.4|a
Ditos de brim e fuslao branco a
81500,29500
Saroulaa de brim de linho a 29 a
Ditaa de algodao a I96OO a
Camiaaa de peito de fuatao branco
ede cores a 29400 a
Ditaa de peito delinko a 59, 49 e 3O00
Ditss de madapolao brancas e da
cores s 89. 29500, 29 e
Chapeoa pretos de maaaa franceza
forma da ultima moda a 10a.
85500 a T*
Ditoa de feltro a 69, 59, 49 a
Ditoa de aol de seda inglesas a
franceses a 14f, 129, 11 % %
Colarinhos da linho muito fiaos
SMvosfoitios da ultima moda a
Ditoa de algodao
Eelogioa de onro patenta a horl-
Ditos da prata galvaniaadoa pa- ^^
late a harisaataaa a 09 a 80100o
Obraa da oero, aderecoe meiaa
adarecos, palceiraa, ressiaa e
aneis* .
Toainasava liobo duela 10J, 69 a fOt)0
Ditas graniee para meaa urna 39 a
59000
59000
59000
39000
292OO
19280
2920O
13600
79000
29000
79000
9800
950
falta de deo-
no R, que ouviodo-s
delato, olhos amarei-
. cabelloa amacaeados e ralos
quando fugiotinba principio de barba, te".,
costas bem cicatrizadas, em um dos vasios lea
y***? Postema que teve, RSSt
i.ilP .A**0 e etlon"8'>>. os ps um poueo
apalheladoa com os lornozelos para dentro elU
mu.ta. cicatrizes que tem as costas : rogo! po !
tanjo, aa Illmas. autoridades, tanto civia como
"Pitaes de campo ou particulares na pprehensia
do dilo escravo. e ser remeltido ao seu fe-iSma
enhor, no engenho Pindobirrba, .Uo na fregue-
zia de S. tourenco da Malta, comarca do Recife.
Joa Luiz de Aodrade Lima.
"7 8i no dia 12 de D,il d"e torrente Bo-
no do poder do abaizo .asignado, o pardo de o
me Francisco de 17 armode idade, S".,,^bo-
nita figura, todoaoa dentea, csaasUau? ra^aW
e rui.oa, lando sido este pardo escravo do Sr
Dr. Antonio Borges da Fonseca, de presumir
2,"o .? f "8nm a0' lug,res f* onde' o mes-
mo aennor tem viajado, como sejam lKusras,
&.' F^Sl/ftl Campi0'- Secr.gUd""S:
m.rL m n *J&1 "n>, aa tres villas da co-
marca de Pajeu de Flores, sendo que seaundo se
er mi .1"" h" P000? ois e" Igusrase por
ter amizade com una mulaliobos desse engenho.
a oda de presumir que o dito escravo por atr
se inculque como a secvico do dito r. Dr. Bor-
ges da Fonseca, afim de nao ser appreheadido
quem pois o aprehender onde quer que for encon-
trada eaae escravo e o vir entregar o seu leei-
limo dono na ra do Hospicio n. 6, que ser to
generosamente por elle gratificado.
Igoacio Luiz deBrilo Taborda.
100,000 rs.
de gratifica cao,
a quem aprehender levar cesa de seu aaahor
u,,"d8de ,d ReCife' M rn d0 Gollegio" 7?
./nDT,aD,Ur' e,cr,T0 AolOD. d "Co Ca
sange. com os signaea seguales, a aaber : idade
iVr wIu,hP0-CO. m'Xao!k ^)en,> "t.tara regu-
Ir/.h.1. de deDte" na renla d b(>C". e a
*.,A .em *!" la.co ""o.debaizodoqueizoea-
querdolem tres1 buracos, signaes de denles, lira-
aos, Um um defeito 00 toraozelo de um dos ps.
pelo qual pucha um pouco no andar, costun
embreagar-se, e anda fuaido 5 meses, pouco
mais ou menos, foi escravo do fallecido Marceli-
no Antonio Pereira.
2001.
uesappareceram ao abaixo assignado
no da 1 de junlio de 1861 do engefer>
S. Domingos na provincia de Sergipe,
comarca da Estancia, os escravos Lean
dro, pardo, moco, cabello annelado,
baixo, grosso e tem na testa sobre um *
clho urna cicatriz proveniente de um.
ouce de urna vitella ; e Rayinundo,
crioulo, moco, alto, omos pequeos e
pea grandea : gratifica-se com 1 nQ$ por
cada um dos ditos escravos a quem oa
a presentar no dito engenho ou na dda-
loe da Babia uo eso iptorio do egDoiaa^
te Jo3o Jos Leite, e em Pernambuco ao
acadsaaiiaa alo 8> naana tatas fose Pe-
droza ra do Hospicio n. 44.
f -r~rrrt
i i _
~~--------------



***
DIARIO D* PE1NAMBUCO -. XTA ffBIBA 13 M MAlO DE 1161
Liiteraturii.
i profunda lassidio dpi espiriloi, por eisi irresis-
livel nreettidededardescsuco, e pn. que tem-
5 re sgniB'u lulas e agitane } Mnhoros assim
ti meamos e do lempo, podem, hb ioquiets-
, Qo nem petigo, estudar regularmente a .aila-
I Cao. pita ver o que ha nella de praticnel, om
una palavra, por me melhores con dignes da du-
Da librtale franceza e sbis condices
de existencia.
Nio. mJ&SSTL barricd.,. ^!^iSMSsS^^SiSKl
zeodo um re na uro repblica
posta, toroa-te usurpadora
quece e arruina o poder
berdade de 24 de norembro pr< der que nia devia aos que se dizem partidario!
da liberdade, que
.i^iEHH^rTh, ssr&xa %rotsa' gu",u d- dura5i de ,ec^-
\" V."'.'toro j7.il S lrrV.en Cn'm l>do e,U Tl"rS 9 "r cund uma
a'.' e?l. Sttoa'.B ter^c S? UW' "" 1$?. SSlTJ S ^"II?" .f!?:J*
Sfit-'-H P *' / ""? fl.rT10 ,c1le,d,-de' "?"
ira don na loso eofra- Ubele.cl110 o.m e tendido as institores mais
r .cha i Prwi coosolida-la, podem eseolher o dia e
1 hora para eslabelecer e organisar a liberdade.
Taes eramos parijiios, que davam a presidencia
a Luiz Napoleao Bonsparle en 1848. e o impe-
fn^nr-llnV. ul l nZ,l rio a N.poleo III em 51. Tal a origem da
.i l !' consegum- berdacje de 24 de norembro.' E oessa origem
eiode ser acensad de fallar u .u. r.M. ....!. a. .V. i.._Ki
ir menos fe re. [dia seguiote ao de
forte oj:jmeco da lber- leg |iber(la(je e ,
a expresiat doaeohor pre- u flc,r C.J(D 0
Assim, c um poder
dade, segundo s bella
silente Troplond. Assim, ver-i e-ha pela pai-
melra vez em Fraoca concluir-ih pacificamente
urna grande reforma poltica; ver-ee-ha pela
primeira Tez resolverem-seas qj'ites de cima;
o verdadeiro procedimeoto da z,jveroo. Outr'-
or* ellas se resolvan de baixo ; ara o proce-
diraento revolucionario.
Os anligos poderes resistiam i todo o espirito
de iniciativa e prosrvsso ; dei:;iram por amor
do statuquo aagmealarem-se e : .-cumularen-se
as difficutdades e perigos ; viohi depois um dia,
em que, mu grado esls poltica que tlnha a
prelengao de manter a lodo Ci ato a sociedade
franceza unida e calata aupen almente, essa
sociedsde era alterada em anas profuudezas
lira a rebellio e a revolta coui ruinas e sin-
gue.
Ssmelhante aristocracia raleza, Napoleo
III nao quer deixar que as sol ;es psriam so-
mente do pove. isto da rebetlio e da revol-
la ; elle as quer par o poro e nao pelo poro ;
quer ser o proprio a da las. lila tem assim a
libarjade de ora suss concesiei atlender a me-
kdida e o carcter que os lempos comportan)
Nao excedido nera|encido pe i ideias do aeu
eculo, por que em vez de com uO-lu e com-
prim-las, conlu las e modera-as. E' assim qua
em potinca as solucoes paciflc i sao como em
mecaoica as vlvulas de seguitocs; ellas oro-
pelera as explotos.
E' por tanto permittilo dizer-se que o decre-
ta de 24 de novembro o ducit lo da verJadei-
ra liberdade, da nica que se soler aclima-
tar e durar na Fraoca, por que s ella con-
forme cm o seu carcter.
Essa liberdade durar ; crear; no slo iodes-
Irucliveis e profundas raizea, pon|ue se apresen-
tou em condicea de duraco dmconhecidas nos
reinados antecedentes.
A historia nos mostra quanto (:i sempre e^he-
mera a liberdade dala pelos prfidos, que por
sua Tez subiam ao governo, nao obstante ha*e-
Tem-na promettido lanas vezes <[ianlo se aahi-
vam em opposi;ao ao governo, ;.e passsram a
substituir. Todos sabem quantan d cep^oas Ira-
z)im consigo sempre essas pton imi e opposi-
coes. A opposigo cooslituiue levou a con-
-veojao e ao terror; a odpoiqo i o primeiro im-
perio, i* reacQoea de 1815, e i ordenancas de
julho ; a opposico restauraban, csrta cona-
tucional de 1830, libera', vens de, mis con
a qual alicantinou se durante c 'zoito annos; a
opposico Luiz Felippe, aos bullelins do mi-
nuerio do interior, aos das de junho da 1848,
e dictadura do general Caraign ic. Tal a eter-
na historia dos partidos, que se otulam parti-
dos da liberdalel Pelo contrario, os part los,
que oo prometiem a liberdade, c je se dizem so-
mante partidos da orJem e da ajtoridade, essas
ao os nicos capaies de dar e fu idar a liberdade
que nao prometieran).
Ua partidos cortejaos da mullir ), que a cada
instante fazem retumbar a seus luvidos pom.-
posa palaTra de liberdade, pop ue diz Tcito,
i todo aquelle que quer snjaitar us outros aoseu
dominio, nunca deixa de fazer se ir essa grande
palavra, esses partidos que cFagam e infla-
mam as paixea copulares para por meio dellas
subirem ao poder, tem lodos, quiodo cooseguem
o sen Um, um mesmo fatal des ino. Importu-
nados bem depreisa por essss p iioei que excl-
laram, sem poder resislir-lhes; oorigados a fi-
zer, a lodo instante, coocestoes, e de coneesso
em coocessao, vendo-se um dia desarmados em
face da anarchia ; condemnados n conceder urna
liberdade illimilada, aotes de teiem ti Jo tempo
de cuidar na ordem, acabam fatal nente por pro-
curar a salvago na dictadura dt um homem ou
de ama assembls. Nessas criier, os parlilos
salvam-se, a liberdade auceumb1.
O contrario acontece com os pe nidos que tem
por programis a por bandera a iileai, a auto-J
ridade : a es_-es nada sfflige quat do sao chama-
dos a reinar e a governor. I.ivrm de qaaesquer
compromissos para com os exaltt los de iodos os
regimeos; nao devenJu o seu Inumpho, nem
aos motios populares, nem aoi ajualtmentos,
nem s intrigas politices; victoriosos someote
pela confianza que aouberam impirar, por essa
34 de norembro, desoalurar
io*arier-lha espirito; dein-
caracter representatiTo e nao con-
fund-la com a liberdade parlamentar. E' no
que, parece, nao cuidam muilos ou cuidam de
mala talvez os que ja se qaeixam. gritara a ra-
clamam imra.adistameme urna liberdade mais
ampia. Entretanto coovem refleclir nisso, e nio
comprometter por meio de impaciencias mal ca-
bidas, essi noa liberdade. Queremos hojeim-
parcial e siuceramenle examinar esse assampto.
Em nossa opioiao, nao coobecamos asaumpto de
mais importancia e atarease como sejt a liberda-
de, isto essa cousa santa e terrivel ao mesmo
tempo, que, segundo a medida em que dads,
augmeola a grandeza das naces ou trai-lhe a
ruina e determina-Ihe a decadencia. A queslo
de aaber-se a sabia e profunda combina;o por
meio da qual podera viver juntos, sem sa preju-
dicarem, o principio de emoridade e a liberdade,
o eterno problema das sociedades humanas e
especialmente das sociedades modernas. E' o
objeclo de urna lula, que comecoa com os s-
calos e anda dura.
Que a lbenla ie saja necesssria. essencial 11{.
da, graudeza dos potos, nioguem contesta,
nem ousaria contestar; que possa ser illimilada,
nlnguem o ci. nem oasaria propo lo e susten-
ta-lo seriamente. Nao ae trata pois, qaando se
falla de lberJsde, aano de urna queiio de me-
dida : quat deve ser esta medida? Eis o debita.
A mediJa de liberdaie cunee lila pelo decreto
de 21 de o jvembro satisfaz a msiora; urna pe-
quena minora nao quer satisfazer-se com ella;
exige mais. E' essa minora qae conrem escla-
recer e converter por qe de boa f. Diremos
que de bt f, porque somos Jos que acredi-
tara que a historia de aossas ultimas guerras ci-
vis duvera ler desvanecido mais do urna illusio e
servido de lic&o aos .mais cegea. Sem duvids
houve (ampo em que se dina que oa partidos
permanecan) sempre os meamos, com seus rao*
cores, paixes, e qae, ao pssso que ludo muda-
ra em torno dalles, s ellas oo madaTam : ae
assim eram amigamente, nao o ao mais boje;
por garanta temos o patriotismo dos que oa re-
presentara ; elles tem muito amor ao seu paii
para desprezsrem lices to crueis e lo repeli-
das pela experiencia. Estamos pois convencidos
qae, nao ha maia na Franca horneas de partido,
que aa facam apostlos da liberdade, nao por
amor dalla, mis por calculo e ambicio. Nao ha
maia partidos que reclamem liberdades oras,
nao para servirem-se dellas como instrumentos
deprogressoe ci'ilisa;o, mas como armas con-
tra um poder, que ambicionara, e cuja uatca fal-
la, a seus olhos, dirigir sem lies e contra a
sua tomad* os negocios do palz. E'les aabem
que servio lo se decenas liberdades pira,-a todo
o transe, entrar em luta com o poder, expoe-ae
a fazer revoluces sem o qurerem, sem presu-
mirem. Sabem que de bilde, e muito tarde,
qaando, no dia aeguinte ao desses inmensos
naufragios, baterem no peito pedindo perdo a
Deus e aos homens de se lerern lo cruelmente
engaado e harerem feito lauto mal aera o que-
rerem. Sabem emlim que esse seto de enntric-
Co, no meio das ruinas, podei ser suffiieole
sob o ponto de vala chriMo, o para oblar grar,s
ante Deus; mas qua o nao ser, sob o ponto de
vista humano e poltico, para alcanzaren) o per-
di 'euiao por dame, eque segundo loda a ap-
parencia, os primeiros provocadores de urna o-
ra revoluco sarao tambero m primeiraa ricli-
mas. Miaguen projeela hoje cabir nos nesnos
erros, excitar ooroacoollicioa, noros antagonis-
mos, cancar de novo as forjas da nagao com ten-
tativas novas, nem cavar um novo abysmo onde
dessa Tez a sociedade franceza poderla sojobrar
inleiramente.
Esses partidos j nio exulen. Cremos por
tanto na ainceridade dos que pedem oulras liber-
dades que oSo as que d o decreto de 24 de oo-
vembro ; cremos tambem na sinceridade dos
<|, no dia immedialo ao da esalUcfte de Na-
polao III, diziam ao novo poder: c Vos veo-
cestes as faccoes ; as destruistes ou redazistes i
impolencis ; sois forte ; dae a Franca mais liber-
dade. >/
E aiada bapouco.depois de oito snnos, mes-
mo na respers do decreto de 2i de norembro, li-
ndamos eguslmote por sinceros os qae diziam ae
gorerno : a Vos tirestes lempo par* tos consti-
tuirdes tortifleardea; nio tendea mais adversa-
rios, nio eslaes mais em latas; qae asperees psrs
nos fater mais linea ?
Ateta, era o o sai opioiao, lano oa qae te quei-
uvem sotes do decreto de 24 de norembro da nio
serem maito livres, cono os qae alada hoje ae
queixsm, inspiram-nos goal conllangs esa na
boa f e era sos! leaes iotencies. Insistimos so-
bre essa boa f, rotramos mostrar quinto acre-
ditamos nella, porque queramos que se note quSo
grande e" o nosso sentimeoto de justas para com
os adversarioa, e al qae ponto nos despimos de
quslquer psixio, considerando a elles proprios
despidos de todo o espirito de partido, animados
someote pelo amor ds liberdade e do bem pu-
blico.
Querera novas liberdadei; ettio intimamente
convictos de qae ellas pblem ser uteis, e que sao
; oecesssriss! Coorm dissipar o aeu erro e mos-
, trar al onde, contra a sua roolade, essas novas
liberdides poderism arrutar a Franca.
Para isso conseguir, e para qae a demonatra-
Co teoha auiondade, preciso que formemos
i opinias faroraveis una dos o a iros; preciso le-
' var o debate para essas r'gies svenas da ratio,
cima dos iolsresses e das ambices. a llberdadu
; merece a pena de ser procurada, esladida e ama-
' da ; toca portante a um e oulro partido, era vista
someote da liberdade e do bem que ella pode
trarer, Irabalhar com tola frsoquezs, aem sub-
terfugios, nem raserras, para a soIuqo da qaes-
. to qae nos prepozesse.
Nessa queslo, mais ainda que em qualqaer
oulrs, importa muito que nos eoteolamos sobre
, o que se qaer e o qae se falla. :
Dizem querer o complemento, ss coosequencias
i do decreto de 21 de norembro. Que ha a dizer ?
Nao indiffereote estsr Armado sobre esse punto.
Aa mais das vezes, em um debate desla naUreza,
perderao-nos por nio termos precisado os seus
termos ; nio se deve deixer cousa aigumonde-
- terminada, nem fornecer qaalqaer pretexto ao
erro, ioterpretaeio, nenhuma sabida, em eras
'. palavra, pela qual se posas esesper ao rigor lgi-
co das dedceos.
' E' evidente qae ss Uberdsdes que se reclamara
e que formsriam o complemento, aa consequen-
ciaa do decreto de 24 de novembro. nio aio as
mesmis qe apaixonaram nossosantepasssdoshs
msis de sesssnla anooi e Ihes flzeram derramar
seu sangue.
Essas liberdades, to caramente reconquistada,
temo-las conservado e amado como a msis pre-
ciosa das heraoces; os costumes pblicos Um
feito taes progressos qae nenhara poder no aun -
i do neo accidente algum poderiam de boje en
dianle nc-las roubar. Pode sera duvida acome-
. car que. en cerloa das de crtse, quando i patria
, estirar em perigo, a estatua ae cubra e se esta-
, boleca a dictadora.
Isto oecesssrio, legitimo ; a silracio do
estado o quer assim. Sao nccideniea na vida dss
naces ; sao horas rpidas, horas supremas em
que os poros lera a escoloer eotre o lo be e o no
to be do poeta ingles.
Mis quando pssssr a tempestad, quando o
ralo deariar-se, quando rollaren os lempos ro-
gulares, aa liberdades rollsro tsmbem ; serio
restitu las. E mesmo oo ha outra cousa a fazer
seao restltai-las, e governo algum ousaria ten-
tar outra cosas em om pais da espirita publico
como a Franca, onde, aem embargo do qaa di-
zem, esse espirito publico sltaneiro e descon-
fiado, formado ha%raaito tempo na escola daa re-
rolaces.
Conrea), pois, reconhecer que possaimos em
seu principio, em sus a? plisa gao. no ver ladeiro
sentido da declarado dos direitos do homsm e
do ctdado de 1791, isto no sentido represen-
tativo e nio parlamentar (faremoa ji conhecer a
difTereoca), a liberdade individual, da tribuna re-
ligioaa, da imprenaa, do eoaioo, de pelifio, do
voto dolrapoato, a lber ladecommercal.... Sem
durids, pode scontecerque seequiroquem e res-
pondan) qua essss liberdades hoje, at mesmo de-
pois do decreto de 24 de norembro sio ainda rea-
trictaa e illusorias ; sao restrictas para aquelles
qae qnizessem abusar, o serrir-se dellas psra es -
palhar de novo, pela socieJade franceza, fermen-
tos de discordia e disslaeio ; sio restrictas por-
que a liberdade s consista ( anda a dcclsrsco
dos direitos do hornera de 1791 que o
poder faser lado qaanto oio prejudfcar
nem a anguranc publica. Q ia eaa
Q6ei posaam fazer o objecto de una
lacio ; que devam ser illiraiasdts, o
palo menos s ja vi jadas, o que nio
a examinar, e entio que ae ver o lado trato da
questo.
i c em
nutram
resfrie-
va legis-
"ifleades,
daremos
O que pretendemos neste momelo, e o que
verladt que estamos oa poase de todas ss li-
berdades serias, rerdadeiras, de todsa aquellas
que importara a digoldsde humio ; qae oe-
nhum d'enlre nos esti msis exposto a ver sua
existencia perturbada por atienta dos contra a aua
pesaos, propriedsde, ou slgums das Uberdsdes de
que cima ae tallos.
Se quizessemos ser justos e de bos f aprecia-
ramos melhor o valor dos beos ds que goismos
e Je que parecemos nio lerconscieoeis. Basta-
rla lar maia prseme ao espirito qoe ordioarta-
oeole ee oio ewRre o que soflrersm aa geraces
do ollirao seclo. *
A liberdade lorns-sa mais cara, comprehende-
mo-la melhor. moatrano-nos aaia imparciaes
para com olla e sea tenpo, o temos msis pacien-
cia, qaando consideramos aira vez do quaotos op-
probrios, vaxscoes e perigos. esespsmos ao fla-
gello devorador do poder arbitrario do antigo r-
gimen.
A infelieidade pssssda torda mais vivo ainda o
sent ment ds felicidad e presente. Os conlos
orieutaea fallam-ooade um sabio, qoe sshiodo do
ssfo ds escravido psra o poder supremo, que Ihe
merecern. saa virtudes, conserva va em um co-
fre enriquecido de orno o pedreras, es memorias
de seu primeiro estado. E' o qoe dereriamos fs-
zer pelo qae diz respailo sos Iscos do lempo pas-
ssdo.
Dererao-DOO recordar do spetiaculo qus ofTe-
recis a Fraoca antea de nossa primeira revoluco :
as formaa aomaaartaa ds jostica ; regalos Jorca-
dos ; exilios, 200,000 cidadios arrancados de seus
lares, precipitados as prlses, ou banidos por
controversias theologlcas; algamaa rezes as ro-
deas do estado, as mios de molheres que dia
paninos dss grecas e dos favores ; o crdito pu-
blico perdido ; es despezae feitss sem eisme ; os
credores do estsdo mal psgos ; o commercto des-
truido por tratados onerosos; a agricultura aem
rigor, oa campos dsenos; s nscio ailada, as
propriedades atacadas; a losensibilidade em to-
dos os oojpregos ; os tuteresses do estado sendo
perpetuamente o ludibrio de ministros ambicio-
sos ; o liberdsde dos cidadios roubsda pelos
raeios maia arbitrarios; carias de sigui compra-
das ou interceptadas pela aatoridade; em ne
nhuma parte a mi do tegislsdor procurara unir
oa homeos, euaviaar a sua sotlo, proteger suaa
pessoas, seus bens. subordinar o interasse parti-
cular so gara i, fazo-Ios concorrer para a harmo-
na unirereal; esa nenhuma parte eass ordem,
essa sy metris, que brilham as obras da na tureza,
e que cooatitue sos ballezs e durado ; por toda
a parte oa devores, os direitos do homem deseo-
onecidos, esqoecidos e confund ios, o frsco op-
prtmido pelo poderoso; as leis qoe dizem respai-
lo a honra e exiateocla dos cidadios conspirando
contra o aecusado, aem Ihe aerem nunca farora-
veis; este privado de advocado quando mesmo
se tratara de eaa rida ; interrogado no meio de
sea parlarbaciQ e angaatiaa; om mysierio admi-
rare! enrolrendo a ioslruccio.
Emm a naci dividida em tres ordens, e no-
breza, o clero e o terceiro estado ; aa duas pri-
meiraa procurando constantemente esmagar a
tereeira, e Cazar pesir sobre ella o firdo doi im
poatos ; tolas tres, rerdadeiras faccoes ioimigss,
que aa inmunidades, e privilegios puobam em
lula, e provocaran a guerra civil ; o poro des
conhecido, esquecido. nem mesan existia enmo-
nte I Tal era o passsdo. Nio quereriamos exa-
gerar a seu qo adro ; mas parece que fui feito para
fazer valer o preseote.
Ninguem cortamente cuidar em eslabelecer
urna compareci impossirel ; mas pode-se inda-
gar o que temos gacho em liberdades e progres-
sos depols que os progressos e liberdades de 1789
passsram por assim dizer pelo singue da nscio.
A humanidade marcho sempre, e, depois de um
ioterrallo de aessenta annos, esti por reatara a
Franca ainda no maamo ponto que alesneara de
mu aalto em 1789 t
E' rerdade quo a humanidade marcha sempre,
mas ss msis das rezos com um passo desegual;
alguaaa vezes marcha apaesoa rpidos e regula-
res ; faz pequeas etapaa, mas fa-las numerosas,
medidas, muito prximas umss das oulras : pro-
cede a reformas moderadas, mas trequentes, suc-
cedendo-se depresss, e ounaa ae fazendo esperar.
E' o tempo dos goveraos sabios, presidentes, que
sabem parar quando eacoolram resistencia, e de-
sajam antes fazer por st mesmos coneesses ne-
cessarias, e por-se s frente do morimeoto dss
i leas, para Qcarem senhores dells, do que deixir
que lo'as arranquen, a forgs, e nio tar a direc-
cio d'esse morimento, a popalaridade e honra
Oulras retes e quaai aempre procede como por
surpresss e sobresaltos; seclos se psssam d-
rente os quses ella parece estacionaria, durante
os quses deixt accamulsr sobre si todas as ini-
qaidadea e oppress&ea ; depois vem o dia em que
caneada de aeu longo marlyrio, despsrta e revol-
ta-ae; faz alio tremer, oa aua colera conrul-
adea, o mundo com os principes ; nao faz matado
que procurar aua juaiig, maa mi terrivel nu-
nca. Ella vioga nio a aa geraces, que solTre-
ram e que jazem no tmulo ; mas, levada pele
embriaguez e delirio, passa alm do verdadero
e possirel ; di aa gerices prsenles mais direi-
tos rio que ellos sabem exercer, mus liberdadea
maia reaponsablidadea do qu podem aupportar
por falta de nadureza e edacacrio polticas. D'abi,
por maito tempo, eaaas desordene, essss pertur-
bares qae mostrara as oacoea embaregadas com
aa auaa noraa liberdades, nio sabendo exeree-laa
abusiodo al a demencia e aos mais culpados
exceasos,desscreditaodo-aa por causa d'esses mes-
mos abusos e eicesses, perdendo-oo eotae por
sua propria colpa, rocooquistsndo-aa depois para
perde-las do noro, e roba ve-las ainda uns res...
Tal fui o nossa regenereclo do flm 4o seculo
*. V t II.
N'essapocs, quanlo e poo trancez precipi-
ton-se cono um loio para conquistar sua liber-
dade ; quando, reparando lodo o lempo perdido,
resgstaode todo o ooa eacrtvidao passsds.spode-
rou-se, de orna s res, de lodoo os direitos, qae
fazem uta poro lirre, aua emancipacao foi com-
pleta e para aempre segura. Eas sua inexperi-
encia, o sleaocando repentinamente a plena pone
de ai mesmo ; elle pula com effeito expor-se,
por algum tempo, aos erros de conduela e a fu-
nestos atlrscliros ; devia sem duvida toroar-se e
effectivamente toroou-se o ludibrio dos ambi-
ciaos. Exposto as paixes e intrigas, apartou-
se do camioho da ssbedoris e moderago ; sus
rioleocia troaxecomo represalia a violencia ; aa
desordens e lulas reconecaram. Has, cumpre
dizer que se, nessas luas, algumas liberdades se-
cundarlas chegaram algumaa rezes a nsufragsr
as verdadeiras liberdadea, os grandes principios
qoe constituem a dignidade do homem e do ci-
dadao, nunca corrern aerios perigis e estire-
ram aempre ao abrigo de qualquer ataque.
Alarmamos pois, sem hesitar e aem temor de
sermosdesmentido pels historia, que urna revo-
luco to social, lio radical como a revoluco
franceza, que lio profundamente agitou e traos-
formou a Franca, que al.prematuramente Iba
deu liberdades, que os seus eoslumes e o seu ca-
rcter ainda nio podiam comportar ; que assim
a fez mais lirre, msis progresstva do que ella era
capaz de asr no dia aeguinte ao de sua liberdade ;
aOirmamos que urna tal revoluco deve ser suf-
cienlepor muita tempo. seoo sarasenpre, ss
suss mais nobres aspirares e prosperidad?. A
humanidade marcha aempre, diriamos oos ; mas
quando tem dado um passo de gigante, tem di-
reito ao desesoco. A Fraoca pode descancar,
deixar correr o lempo, estar sempre na frente dss
oatrss nagoes ; pode e deve parar na conquista
dos grandes principios e liberdades polticas ;
osda maia tem a conquistar, pois que schou quasi
todos esses principios na berenga ds primeira
constitointe. A agitar-ae agora seria somante
por atmulacrosds liberdades lo vas quanlo pe-
rigosss. As rerdadeiras liberdadea Ihe sao ga-
renlidas pelo voto das leis e do imposto, pelo
ejercicio do suffrsgio universal, por urna assam-
bla popular, aem a qual nada pode fazer o go-
verno, por um cdigo modelo,pela inanaovibilids-
de dos juizes, por um sysiema administrativo,
jadiciarioe reaponsavel.oqual ofteree* garantas
qae se nao encontrara as mais lirres naces ;
sao garantidas emflm pela opioiao, pelo direit
que tem cada qal de dar a conhecer as suas
ideas, salvo algumss restrkces impostas pels
propria liberdade. Taee $io, se me nio engao.
aa verdadeiras liberdades.
O qae prava que as libertades qae chamamos
rerdadeiras as grandes liberdsdes. sio oblidas ns
Franca por todos em geral e por cada um em
particular, que o povo oo se apaixona, nem ae
bate por causa dellas. Elle eonhece que as pos-
eue e gssa. A revoluco de 1848. na* foi com
eileito urna revoluco poltica, maa sin econ-
mica ; nio foi feita em nome de um direito. de
urna liberdade poltica, mas em nome de um di-
reito econmico, o direito do trabilho, nao foi
umi ques'.o de poltica, mas de salario.
Em 1831, as rebellines de Lvo, cidade ar-
tfice por excelleneia, j os rebeldes tioham es-
criptoem saa bsndeira : c Viver trabalhando ou
raorrer eombateado. O povo compreheode qoe,
no dominio da poltica, os direito, os princi-
pios, as liberdades que dizem respeito sua
gran le moral e bem estar msterisl, j elle os
possue e Ihe ao garantidos : por tamo nio se
preocupa msis com elles; mas-comorehende
tambem que esses direitos polticos nao si e
aera deven ser para elle mais do qoe ostru
montos para o melhorameato das] condicaes jde
sos existencia. Agora, qoe os possue. entede
que nao deven conserrar-ee improductivos en-
tre suss mos ; qer q-ie os empregnenros no
estudo e solacio dos problemas qoe interessam,
e na odagacao dos melhores meios ds pasaar a
vida comnodameote; nao reclana. poia, maii
direitos polticos. Essa pmeira paite de- sea
programan, parle polittc. foi ejecutada;, peda
a execucio da segunda, a parte econmica.
ro lili !M
0 PA1Z DO MIEDO O
POR
A. bE GONDRECOLRT.
(Costumes do nmades.)
TERCE1RA TARTIi.
(ContinuacoO
XII
Thereza lanco um oiliar pirturbaio para o
aeu guia.
O que tem, senhor ? Esti pulido I
E entretanto, seohors, re i dominar esta
commoco, porque devo por l eresse sen mos-
trar daqul pouco um rosto di bronze... Nio
resta duvida... a bella Slamia toe se dirige pa-
ra nos ; vem montada no seo grande mehari
branco .. dous borneas a cavallo n rcompaoham...
os galgos correm sps elles... oi > est vendo ? ...
Occulte o seo semblante, aenhers ; em nome do
co nao deixe que Waller a recr iheca aqoi... A
acea assim repentina seria terrivel, e eo quero
primeiro preparar as coasas. II elles nos avis-
taran).... deitaram os cavalloi & galope.... o
mehari brinco vem a todo o troin.... Olhe quan-
lo quizer mas nao fique com o rusto descoberto...
Adianle, tenhora.... oqueis<>f aeu meha-
ri para___ lauja-o.... depresst ...
*- Nio posso.... meu Deas I nio posso....
Poica e traqueza 1 muran c Gbrellab as-
suslado com ene sbito anniquillamenlo de tan-
ta corsgem. Pobre humanidad: I Quanto s in-
completa tanto para a virtude :ans para o cir-
' me I Deas seja loavado Sra. 'Vallar nio vem
ol, pode mostrarse sem recei i,... porem nada
de gritos, lagrimas, ou explosci.... Quando eu
' mandar abaixar o rea deve obidecer-me imme-
' latamente.
Sim, eu o prometi ; min diga-me : qoam
sio os cavalleiros ?
Um o meu negro Deb
tenho j fallado ; o oulro, poi
Brahim. Ob 1 chegamoa maito
ce-rae que o meoioo ae torna i
Nada de converescao: cootenhi
recer de bronze.
Slamia, Brahim, e Debbah ai oximaram-se ie
Gh re lab. Brabim montara un i ou melhores ju-
mentos de seo pae, e dirigia-c com elegancia.
Slamia ochova-se a sen lsdo, t Debbah acompa-
chava em reapeilosa distancia i s doas joreas, a
quem precediera qaatro galgoa ile fina raga, dous
prelos e dous arruivlscados.
Os mausdesejos se cumpnmm ? pergonloo
Slimis a Ghrellib asndando-o lomligetra e gra-
ciosa ioclinacio. Fizestt) boa a,jem ; feote fe-
liz nos combalea T
A beocio de Deas est n> .uas mios, res-
poodeu Francisco, e os votos to snjo ds luz, sao
o pbarol mais seguro oos caminos espinhosos.
Sim, foi feliz em todn ss minhi i omprezas. Deas
te salvo, Braflm I Ao qoe par .ce gazas do per-
feila saode, meu ilho. pois vej -te o cavallo Br-
ne tomo ora goerreiro. ^^^^^^^^
(TTIdeStflnoTTUo;
ri.
ib, de quem Ihe
Jpiter I que
a tampo : pare-
omem. Calada I
sa ; faca por pa-
Cresci e fortiUquei-me, Sr., depois de la
Itima risita.... tu trouxeste-me a felicidade.
Porque nao vejo'SIdi Mintour ? Estar
ineommodado ?
Mea pse anda caca do reato, responden
Slamia : partiu antes do nascer do sol, e s vol-
tari ao cahir dodis : mas aquiestou eu, que vou
lnterromper o meu pssseio para receber-te em sai
susencia. Quem eata mulher que viaja era la
companhia ? Tem os olhos azues como oa
meus (1) I ....
Nio olhes assim para ello, niinha Qlha,
apressou-se a dizer Ghrellab recelando ver a ca-
da momento Tbereza cahir desmaiada oa areia.
Nio a encares deste modo.... que Ihe fszes mo-
do....
Mel Porque '! E oo quero fizer-lhe
mal. E' muda ; nio falla ?
E' urna chrislia.
Ah I disae Slamia coro curiosidade.
Nao emende, nem talla o rabe.
E para que a irazea ?
Porque minha prisioneira.
Tsmbem ae faz guerra s runlheres ? Coi-
tsda I Pode ser que teohs marido, Olhos, ou ir-
moa....
Peloa seus gestos e lagrimas creio que tem
marido e urna tilha. -
Poia haa de pd-la em liberdade; mea pae t'o
pedir.... e eo o quero. Compro-te esls pobre
mulher ; queres vender-m'a, Sidi ?
De muito boa vontade, ae leu pae con-
sentir,
Slamia collocoo o seu mehari ao lado do de
Tbereza, e com as suaa mos pequeoinas, aju-
dada da lioguagem expressivadeseos bellos olhos,
tez os gestos de contar dinheiro, quebrar oa fer-
ros, o voar usra o norte do lado do Teil.
Thereza segua esls pantomima em extaei; o
vea humilo que eocobria-lhe i vista responda
por seus isbios psrslysados, pelo seu corsco a
arrecentar de suspiros, e pla alegra de que ae
ochava fanandodo todo o aeu aer. A pobre n-e
odiaotava algumas vezes as mos pan apoderar-
as dss de saa Qlha ; mas unas coolrsccio das ao-
braneelhaa de Ghrellab a fazia logo rollar a oi,
os mios lornsvam outra vez para balso do bur-
nous atlrn de ahi oceultar o sua conmisto do-
torosa.
Chore, seohors, Ihe disse Ghrellab em si-
lemio ; desabafe em lagrimas : todo quanlo Ihe
posso conceder.
Follsste-lhe? perganlon Slamia.
Disse Ihe algumas pslavraa de sos lingua ;
mas ella easusloo-se.... V como chora.... Va-
moa meua Albos, sigamos, sigamos. Oh I estis
aqui, mrkalib ? accreseentou voltsndo-se psrs
Debbah que se tinhs aproximado respeitosamente
de sen senhor para beijar-lhe os vestidos.
Sim, senhor, sqi sloo, oempre ten fiel
escravo. Muitos das ha o psaaado aobro o mi-
nha eabeca depois que de mira te aeparaale.
Grandea sio os aconteeimentoa qoe te teas
ocenpado dorante loa estado no Ksar-Djerid ?
lbe pergonlou Ghrellab un voz baiza.
Nio, senhor.
Nio obstante, tens muito qae contar-me...
Sim ; porem nada de extraordinario....
- Taremos tempo de cooversir; o se nodo de
extraordisario teoa a contar-me, eo porem qoe-
ro anoonciar-te grandea coosss. Slamli. minha
fllha, deixa o mea lagarjonto i prisioneira, ot-
me o leo ao lado de Brahim. Emqaanto toa pao
{Co|*fw*r-ie-/wa.(
Variedades.
Contos moraes,
<>* presentes dos Gnomos
Um alfte e om ferreiro viajavam juntos..
(I) Os olhos zoes sio tio raros no Sahara qoe
te podo qoati altor qus sio Ii descoohecidos.
nio decidir, nio posso consentir qae te familia-
rises com orna christaa, inimiga de Deas. Apres-
semos a marcha: maia que lempo de repousar
de untas fadigos.
Em pouco lempo eristaram os cimos das pal-
meras do Ksar- Djerld, o em seguida atravesss-
ram a ponte elevadles.
Est vendo qae nio menti quando Ihe disse
que a habits(io era decente, murmurou Ghrellab
quasi ao ouvido de Thereza.
A baroneza nao responden ; nio linha olhos
seno para sos filhs ; e em todo o ton ser sement
os olhos psreciam viver.
S amia aeltou ligeramente em torra apenas o
seu mehsri abaixou-ae, o logo oproiimou-se de
Thereza como para ajuda-la a apear-ae. No sea
estado de abatimeoto moral Thereza cambaieoo,
tocando no chio. e Slamia eatndeu-lha inme-
diatamente a mi: a pobre mi precipitoa-ee
para easa mi afim de leva-la aos labios, e ca-
hiu desmaiada aos ps ds filhs, a qal rollndo-
se psra Ghrellab com o olhar irritado, ihe
disse :
Homem malvado I v o que flzestel...
Francisco Klein corroo afrouleiessa ceoara,
que pareca cahir do cu sobre sus esbecs crimi-
nosa.
As molheres rabes nio possaem, como Slamia
essa seosibilidade, qae ae deaperta avista do sof-
(rimeolo. Basts ter-se vivido pouco tempo ns
frica, e sobre ludo ter-se oli combstido, para
seeolrir no conhecimenlo do queseos prisio-
neros algamaa vezea alcancen o perdi doa ho-
mensnio podem, porm, escapar ao odio daa
mulherea, cujos furores invdeos quasi sempre
os limites ds felicidad?. V isto om defeto da
edacacio, deleito qoe nio lioba a nina adoptiva
de Waller, porque eale ae deavelara na aua edu-
cacao.
Slamia empregou lodo o cuidado em fazer a ba-
roneza lornsr a ai do sen desmsio o quaodo esls
abrir oa olhos encon-lroo o olhar severo de
Ghrellab qu parecia di-zer-lhe: lelo pode to-
lerar-se por urna a ves ; daqaiem Oanle pre-
ciso aaber conter-se. .^
Em quanto meo pso nao me conceder a li-
berdade da prisiooeirs, disse Slamia dirigiodo-se
Ghrellab, peco-te que a deiies sob micha gusr-
da ; eo responder! por ella.
Com a coodiccio, porm, respoodeo Fran-
cisco, ds qoe Acaras junto delta ; porque too pae
ae morlificari com ratio, aabendo qoe oa saa au-
sencia te dei para eompenhetra um* chrislia, ca-
jo eootaclo te poderi occaoionar desgrana.
Pois bem ; en e eneerrsrei no raen quirlo,
e irei espersr no jardn qae mea pao volle.
Vera, accreseentou elle sor rindo se com anglica
docura.
B levou comsigo a bsroneza cujos olhos des-
lumhrados enchiam-se de lagrimas.
Sou obrigado a seguir-te, disse Ghrellab,
porqoe devo ao meu amigo o hospede o cuidado
de vigiar na loa generosidade.
Slaasto enlroo no sea qaorto de onde snsndou
sshir dass escrovss que Ihe fetism hibitatlmeoie
compsohis.
Ellss podorao oio respeltar o seo iofortu-
nio. Diz chrislia que esl aqoi cono uta saa
essa, que voo raaodar-loe servir ama reteleio,
peco-Ihe qe nio enero mais; porqoe irei iraba-
lhar afim de qae ella teja maito depresst resti-
tuida so seo aaarido, sai fllha, o oa seas ir-
mios. Dit-lhe todo istotu, qe aabea a sua
lingo*.
Senhora baronets, dioso Francisco pera obe-
decer ao ojo despota do Ksar- Djorid, medemot-
sella Magdalena me encarrega de declarar-lhe
que este aposento est i disposicio de V. Ezc.
Ali esti o tapete sobre que ooute ella descan-
ca ; acoli as suaa jolas; maia alm as flores com '
qae teco es suaa coroas, o fsz oa aeaa ramslhe- I
tes. Os moris elegsntes, qae ahi estio, nunca
vistos em outra parto do deaerto, proram que auo
filha gosi daa docuras ds vida no paraizo. O dia, |
seohors, nio lbe pareceri longo no maio dealas
riqueza, que lbe fallam una lioguagem suave o
eloquenle. Peco-lhe anda em nome de sua pro-
tectora que oio chore, porque diz ellaque rae
iratar doa meios de reslitui-la bem depreasa a
seo marido, o sua Qlha, e a seus irmios. Pro-
messa toesnte I sccrescentoa elle a um gasto de
Thereta: promesas tocante, nio verdade ?
Quaoto a mim, ouviodo-ajulguei ouvir a Provi-
dencia.
. Pallaato-lhe muito. diaae Slamia.
. E' porque cotlo muito a expriratr-me em sua
lingua.
. E pens que te exprimiste mal ; porque o
pobre mulher continua aempre a chorar.
A sus filha eati diaeodo, aenhora, que V.
Exc. lgrala para coa Deus, replicn Ghrellab,
qae mol sabe recompenssr o meo zelo, nio
teodo vslor psrs reprimir ss lagrimas.
A baroneza enebugou precipitadamente oa olhos
o procorou aorrir.
Porque oio a deixa ficar s coraigo ? per-
guotou ella.
Qaer obstar a nossa felicidade, senhors ?
Cuide anteo no encontr que vae ler com Wal-
ler, o nio ae esqueje das promessss que me tez.
A prisiooeira quer quo o doizm ficar s, conli-
nnon Ghrellsb voltaodo-se para Slamia qua se-
gare oo braco do Brahim deseen oo jsrdim depois
de ter fechsdo Thereza no sea qasrlo.
Ghrellsb vendo os dous jovens affaslarem-se
alegres pela boa arco com que naviam comeca-
do aquella dia, pensou comsigo mesno :
Tudo vse mullo bea. Eslrsoho deslino
dos coracee I om amor brutal, urna paixo in-
digna fez-me tomar o mondo era aversio, des-
preso e desgosto depois do ae hever laceado om
ebomioavie desordeos, e extravagantes louca-
rsslE estado o smor, que simo por aquella
joven, qoe me faz volver razio, i aabedoria, i
estiras, e so perdi de mira mesmo!.... Sera
um sooho? Serei eu ainda o mesmo Francisco
Klein? Eslarei pralieaodo ludo isJoseriamente?
Seriamente.... Oh I Queslo drffidt de resolver-
so oa iciualdade porqoe se me oio recocho-
co coa os virtudes qoe alardeio que talvez
me cooheco bea para nao Iludir me Vamos
ouvir o qno diz Debbah: o mea essaasino oio
lea andado de semblante depols que esti farai-
liarisado com oa poabinhoa de Ksar-Djerid :
anda o animal foros, de quem ao oio teobo uil-
lisado coao devora; mis qoe agora veo servir-
s segundo correrem os aeus negociosbea ou
Bal.
Quaodo Tberezs se viu sozinha neste qaarto
ea qae resids sus querida llagdaleoe, tolln oa
grande aspiro, o dea livre corso os lagrimas
quo o oppnmiam. Depois enlregando-se aos im-
petos de amo slegria febril eomecou o tocar ea
todoa os objeclos coa a ingenia cnriotidide de
ua aeoino que se visse embsracsdo com a esco
Ihs dos brinquedos sxposlos i sua cobici.
A pobre aulher encarara sea ver, fsllsvs sito,
movta-te a diversos seotidoi, beijava coa fre-
nes os objeetos quassrviam d omito a Magda-
lena ; depoii pirava fatigada de tanta igiacio,
sorris-se o boodtde divlos, procurara imitaros
gettos postaras de tt filha, flogir-lhe a falta,
emflm dava unas sps oulras as mais evidentes
orovas de looco eolhattaarao que dos olhos, ore-
Ibsa, e entranh-ss acabara por passar-lhe a> es-
pirito.
Chegou mesmo a desejar que Walter Ihe ap-
parecesse quanto antes, embora terrivel fbase a
preae&ea desse hornera funesto. Parecis-lhe que
o sol raarchava mui leMtneote ; em summa-S-
Maosoor j- Ihe eslava tardando.
O infame raptor podera assenhoresr-se- de
Magdalena em Seelisberg era pregando nesse cri-
me as astucias as mais detestareis ; porm ar-
ranca-li de novo dos aeus bracos que se abriam
para recebe-la, arranca-la forca bruti. em fa-
ca do cu e doa homensera aventurar-se a urna
luta terrivel, em que so coosegueria victoria de-
pois de baver esmsgado a lea armada do furor
para defenderse.
Madama de Seelo-rf foi subtamenle smocada
a esla refiexee per urna voz fraca e sonora que
centava urna deseas arias melsncbolicss da poe-
sa atabe. Correa a ama das janellas que deita-
ram para o jardia, e vio Brshim e Slamia. Bra-
him eslava sainado sombra de urna aeofeifeira
selvegem, e prepsrava-se psrs fazer vibrar aa
olas queixosas da tosca flauta. Slamia conclus
mi cora de floras e de folhat que comecara
pela maoha : os olhos tinhs-os etti pregados
no trabalbo, e oa oovidos porm altemos o can-
tor: e o rosto encantador exprima eass tran-
quilla felicidade que por auilo ratochamamoa
verdadeira.
Thereza oontemplou aquelle bello qaadro, no
seu orgulho de mi estremeceu admirando aquel-
la joven educada aosioBa sombra do Senhor.
Slaaia achava-se vestida de bronco, como era
seu costuae, e o ciato vermelho psaaado em
torno da cintura sem a apertar deaeohava-lhe o
talho flexivel e nobre. Os louroa e magnficos
cabellos occoltar-lhe-hiam os hombros se pi
eslivessem atados o presos por cordesiohos de
lia de cor azul amarradoa nat trancas fluctan-
tes. Ella depozera sobre a areia fioa da eatrada
aa ansa pequeas chioellaa bordadaa de ouro, e
do lacio riso ; o os pesiohos odt mostravam-se
sea sffectacio ou occoltsvaa-ae eem iotendi
por entre aa hnrvaa que a rodeavam.
Madama de Seelorl ajoelhou se junto i jsnel-
la com a eabeca mettida entre as mios ; o assim
cahiu n'uma dolorosa meditacao.
Ai de mim 1 disse etli estremeceodo : vou
restituir-Ihe a mae.... aes qea sabe se nio
Ihe srrebilarei a felicidade I
Franciaeo Klein achava-se fechado coa Deb-
bah oo mesmo aposento, ea que bsvia seis ae-
zes dera ao escravo a ordea de ficar no Ksar-
Djerid, capler as bota gracaa de Slaaia por fin-
gida docilidade U suss lices o conselhos
ezeaplos de docara, e de humanidade.
Eolio, mekatib, pergaoloa Sidi-Ghrellsb
esteodenJo-se indolentemente sobre tapetes o
cochins, aprendesle]bem a ter paciencia t som-
bra das palmeiras, so murmurio das fontes, sos
cantos dss roliohas, s narrscoes de Brshim o
Irovsdor por excelleneia, i aabedoria do piedoso
Msusoor, o ss bondades Lella Slaaia ? (t)
Sim, meo senhor, nio rae faltou paciencia;
o multo que del la preciaei....
Conta-ao como isso foi, meu tigre negro.
Aecende o meo cachimbo, aviva aa tuaa iembran-
Cia, rorolvo as liis na por ana, e nio procu-
res abreviar a lu narrafio. O nota o hospede
Ums noatiohs, depois qae o sol acabara da oc-
cultar-se triz daa monUnhss, uvirsm de longo
o soa de orna ausici que se tornara mais gado
s proporcio qae se spproslmsvsm. Ero aa Du
extraordinario, porm lio agradavel que elles es-
quecersm toda sus fsligs para dirigir-ss a pissos
Isrgos s esse lugar, h loa ji eslava alta, quin-
do chegaram ea uaa eollina aobro squal viram
urna mulildio d homens o mulherea pequeas
que dinsivam ea circulo coa aa ir alegre, sus-
tendo*se pela aio ; elles eaotavsm ao mesmo
tempo de um modo arrebatador e era esto muti-
ca quo os viajantes tioham ouvido. No aeio ocha-
va-as um velbo om poaco maior que os outros,
rajando vestimentas de diversas cores, e lendo
urna barba branca qae descia-the al o paito.
Ot doas eompsnneiros flcsvsm innovis do id-
miracao vendo s dansa. O velho lbe fez lignil
de entrar, o os pequeos dsnssdores abrtram aeu
circulo. O ferreiro entrn aem hesitar ; ello tl-
nha o etpinhico om poneo torio. era animoso
como lodos os corcandss. O slfsiate leve a prin-
cipio m pouco de modo e cooeervou-se atraz ;
mas, quaodo elle viu que lodo ae penara too
graciosamente, tomoo coregem e eatrou timbea.
Inmediatamente o circolo lornoo e fehar-s e
os pequeos aerea pozeram-ae a cantar 9 a dan-
sar daodo saltos prodigiosos ; porm o velho lau-
co mi a ama grande navalha que Ihe pendia da
cintura, poz-se a amolar, o, quaodo ftoha bas-
tante aliado-a, vollou-ae para o lado dos desco-
nhecidos. Elles estavam gelados de aodo ; po-
rm tui afniccio nio foi looga : o velbo apodo-
rou-se do ferreiro, o em um abrir e fetbtr de olhos
raspou-lhe inleiramente os cabellos e a barba -
depois fez outro tanto ao slfaite. Quinde aea-
bou, bateu-lhe amigavalmeote no hombro, como
para dizer-lhes qae tinham feito bea de deitar-
se barbear sea rosisteocis, e ssu codo dissipoa-
se. Eolio moairou lhes com o dedo ora aonto
de csrves qus estavam muito porto d'ahi, e lhes
fet tigoal de encher anas algibeiraa. Ambos obe-
decern sem saber para qoe estes carves lhes
serririam, e continaaraa seu camioho afim do
procurar um domicilio para a ooote. Depois qae
chegaram 00 valle, o sino de um raosteiro visi-
oho soou meis ooute: de repeote o canto exiio-
guiu-ae, tudo deaappareeeu, e altea nio viram
mais qae a colima deserta esclarecida pela las.
Os dout vitjantai eacootraram una estelsgem
e deitaram-se na palhi lodo vestidos, porm o
fidig lhes fez esqaecer de deilsr foro oa mus
carvea. Um fardo deaacoslumado que pasera
sobre elles acordu-os mais cedo que de erdina-
no. Levaran, a mi a auaa algibeiras, oio
queriam acreditar seas olhos qusndo virara quo
ellas estavam chelas, oto de carves, porw de
barree de ouro puro. Sua barba e aeus ci bellos
tintura tambera crescido msravilhossmenso.
O ora em diaole estavam ricos ; aumente o fer-
reiro que por conseqaencia de sua nilurets c#-
bicosi, tinhs melhor eachido suas algibeiraa po-
saia o dobro do que.liaba o alfaiat*.
Porm um homem invejoso qaer sempre ter
mais do que lea. O ferreiro propoz ao alfaiate-
de eaperar anda na dia e rollar ao anontesor
junto do velbo para gaohar novos thesouros. O
aKaiale recusou, dizendo : < Eu tenho bstanlo
e eston sitiseito ; quero someote tormr mestre
em meu ofl io e despotar aquella aquem adoro ;
emio julgar-me-hei um homem fall. > Eotro-
tanto, para agradar ao outro, onsvnlia flesr am
dit ainda.
Ao ooulecer, o ferreiro loutoo dous saceos ea
seus hombros para trazer bos carga, o pot-ao o
viajar p-ara a eollina. Com s noute preceden-
te encootrou s genlalha cantando, o velho o bar-
beo e Ihe fez signal de apachar carves. Elle
oio hesttou encher suas slgibeiras e seus ssccos,
tsolo quanto poda entrar, e volto-u legro a eata-
lagem edeitou-se todo vestido.
< Qusndo- meu ouro comecara a pesor, disse
elle comsrgo-, eu o sent re muito ; e ador meces
na doce espersocs de scordar no oulr dia do
manhia rico como um Creso.
Logo que- abriu os olhos, seu primeiro anida-
do foi de visitar suas algibeiraa ; porra leve bea
que procurar dentro oio achoo- seoo carvdea in-
leiramente prelos Ao menos, peosavo elle,
resta -me o ouro que eu gsnbei na outra noule.
Elle foi ver vai 1 eale ouro tambem tinha-se tor-
nado em carves.. Levo, a fronte a aua rato lis-
nada, e jseotru q*e aui eabeca eatava cabra
barbeaba assin como aea queixo. Portento lie
oo coshecla ainda todo aeu aal s viimmeHa-
mente q\ue oorcuods que trazia as coataa ea-
tava junta uaa outra por diante.
Sentiu en to qae recebie castigo de sua re-
veja e poz-ae>a dar gemidas. O bora arfvte,
acordado por suas lamentaede*. o coosolou o oe-
lhor possivel e cooclutu diaendo-lhe: somos com-
panheiros, demos- nosso pssseio jantos ; fies co-
miso, meu thesoaro sustentar nos dous .
Elle cumpriu s pslavrs, porm o ferreiro fot
obrigado a Irazer toda aua vida suas duas corcon-
daa e esconder sob umbonnetsus a calva.
( Traduzido por\k. da Fonceca).
deixa-nos o teapo de con versar, demais nada
tenho que ae ipresse.
Debbsli encheuie aecende o rico cicbiab de
aeu aechar.
Estou scuieodo, disse Ghrellab expellindo
com sensuaHdade ama nuvem de fumo.
Nao ser' longo o que tenho para dizar-te,
senhor. Deste-me insiraccoes mui simples-, e
eu ss zecalei pontualmente. A filhs do Si-
Msnsour parecau ouvir com prazer o inleresie
a miaba historia; fys ou chorar quando Ihe
disseque me haviam -sepralo violenlamenta-
mentede minha mi; ilasmou o mea destino,
e procarou ioapirar-me )horror peloi ssngaino-
leotot excesioi a |qua orto teoho entregado a
para le eerrir e agradar. \
E tu concebastes sealme
aes exceasos ?
Nio, responden o mekatib sem quo me-
nor cootrecuio do resto o desmentiste, ara Jas-
te qe eu fingas* ternura e docilidad* : pois
bem, ebei ns bypoorisit lagrimas par derra-
mar l A filha de laanaour auppe qae ae coa-
ver leu.... Eogam-se; eu sou o mosmo ho-
rnera, sou ainda Debbab, ten escravo.
Muito bem. E Maosour o qu tea de ti?
Tomn-me em affeicio pelo zelo e cuidado
que empreguei em atteoder s suss lices. las-
truiu-me ns nossa aanta religiio ; fea ms parti-
Ibar de aes odio o deapreto peloa chrittios ;
emflm alrevo-ne a dizer que doioe hoja em
mim illimilada conaoQa.
E tu s de corsQio dedicado a Si-Man-
sour r
Sim.
Mais ainda do que a mim f
Nio, responden Debbih com firmen : a-
mo-o, verdade; mas pre-liro-te i elle. Nio
son por ventura seo mekatib ?
Nea outra cousa eu esperara do tea vo-
late concio. Debbsh, escuta bom o que to
vou dizer, e glorifica-le, aeu filho, por te hi vet-
ea eicolbido entre maitos psrs confidente do*
meus mais recnditos pensaneotos, e serio
projectos. Maosour na vil iaposior : e ho-
rnea que lo designo como o mea aiiat ini-
aigo.
Debbah etlremecaa repentinimente, reou n
mao ao cabo de sua faca, e raogio osdooleo.
como um tigre esfeimsdo.
Socega replico Ghrellab, oio chegado
ainda o nomeolo de abaler esse metfoitor ; mas
o sea dia ae aproxima, e se elle pensar em me
contrariarea mesmo gaisrei leu braco. Mm-
aoarimpoator, porque finge servir o Deas do
Islam, e no fundo do coracio renega o prophe-
lo ; porquanto se diz pae de Slaaia o oio -
oio o sn verdugo. Slaaia nao filha de Mao-
sour, eala desss pebre chrislia que aqui che-
gou ea aioha comptohii. Como vs, rnekitib,
nao a o nnlco filho a quem mos barbaria ar *
raocaraa ao aeio de sua ala....
Espera I ezclsaon Debbah. Espora I Tu-
nco nscessidade da repetir eumigo mesmo, aa
palavrae qoe acabas de pronnnclsr. Quero res-
pirar om pouco. rjs ar... abafo 1... Agn ooq.
tinus ; ettoq moquillo, pos escutar-ts.
dente horror pos et-
(2) Lelhltalo qae ot Anbet fatem preceder
o nome de quilqaer dimt de dliliocfio.
[Continuar tt ha.)
PIRN. TTP. DE II F. Di PARIA FILHO 18L