Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08593

Full Text
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DIARIO
SAEBABO 17 DE MA10 DE IM2.
Ptr ido atiuU 19|00O
Porte raiet tara t nbscrlittr
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PERMMBIICO.
ECARREGADOS DA SUBSCR1PQAO DO NORTE
Parahyba, o 8r. Antonio Alexandroo de Li-
as ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. da Lemos Braga; Cear o Sr.
I. Jos do Oliveira; MtraohJo, o Sr. Joaquim
Mirqaea Rodrigues; Par, Manoel Pinhtiro 4
C; Amazonaa, Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SDL
Alatoas, o Sr. Claadino Falcio Dias; Babia,
o Sr. los Nartins Airas; Rio d Janeiro, o Sr*
J ola Paraira Martina.
PARTIDAS DOS COBRKIOS.
Olinda todos os dUs as 9> horss do dis.
Iguaraea, Goisnna, a Parahyba as secundas
sattaa-tetras.
S. Antao, Beierros, Bonito, Caruar, Altlnho
Garanhun as tercaa-felras.
Pod'Alho, Nazaretb. Ltmoairo, Brejo, Pea-
queirs, Ingazeire, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ourtcorye Ki naaquattas-feiras.
Cabo, Serinhiem, Rio Forrnoso, Uns, Barreiros
Agua Preta, Pimerrtelrss o Natal quintas feirss.
(Todos oa eorreios partem aa 10 horas da manhaa
EPHEMERIDES DO MEZ DB MAIO.
7 Quarlo creacanta aos 43 niatos ds.lajde.
l3 La cheia aa 8 horts a 18 minutos da man.
itO Qnarto mioguaote a 1 hora da manhaa.
188 Laa ora aos44 minlos da manhaa:
PREAMAR DE UOJE.
i
Primairo as 6 hons e 54 tuina toa da manhaa.
Segando as 7 horas a 18 mnalos da larda.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas 5 a SO; para o norte
aU a Granja 14 a 59 de cada maz.
_ PARTIDA DOS OWIIBDS.
Psrs o Recite: do Apipueots 61|2, 7. 7 1|2, 8
e.8 1|2 da a.; de Olinda s 8 da m. a 6 da I.; de
Jahoato s 8 1)2 da m.; do Caxang e Yarxta
s 7 da m.: de BtmAca s 8 da m.
Do Besito : par. o Apipueot ia 3 li2. 4, 4 1|4,
4 1|2, 5, 5 Ii4, 5 i|2 e 6 da t. ; para Olinda 4a 7
da no. a 8 1|2 da t.; para Jaboalo a 4 da t.; para
o Caxang o Varita s 4 1,2 da I.; para BtmAca
t 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES va CAPITAL.
Tribual do eommercio : segundas a qalnlas.
Ralaco: tarcas a sabbados s 10 horss.
Fssanda : quintas s 10 horas.
Jaizo do eommercio : segunda ao meio di.
Dito de orphios: urcas a sestea s 10 horaa.
Primeira rara do eivel: tarcas a astas aa meio
dia.
Segunda rara do civel: qaarlaa a eabbados 1
horada tarda.
I DUS DA SEMANA.
12 Segunds. S. Joanoe prineer; 8. Paneraclo.
,13 larga. Moisa Sen hora dos Marlyreo.
|14 Qesrl. 8. Gil ; S Bonifacio b.; S. Eoedins.
15 Quinte. S. Itidro lavrador; 8. Dympna.
116 Sexta. S. Joio Nepomuceno m.; S. baldo
(17 Sabbado. S. Paschoal Baylao f.; S. Possidonio.
18 Domingo. S. Vensncio va.; 8. Flix de Can!.
ASSIGNA-SE
no Recite, em a livraria da praes da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, dos proprietarioa Manoel Final.
roa dataria 4 Filho.
PAUTE OFFICUL.
eOVERNO DA PROVINCIA.
Bap^dlesrta alo -ella 14 ale malo ala
18**
Officio ao Era. presidente de provincia do
Cear. Campre-aa paaear as maca de V. Esc.
para o fim conveniente a incluss capia do termo
de encaixotamento feilo no araenel le guerra desta
proviocia dos srtigos que eabsrcsiam no vapor
Oyapack, com destino a easa capil.il e que rio
descriplos na relacio que acompanha o meu ofB-
cio deata dala.
Dito ao meirao.Ssguera psrs usa provincia
os Drs. Jos Antonio Lopes, Prioeisco Xarier
daaReis e Jan ario Mano! da Silia. contratados
pelo presidente da provincia da Babia para irem
a ni prestar seas servicos mdicos, sob ss condi-
gaa constantes dos officios juntos par copis :
Dito ao commandante das armas.Sirva-se V.
Exc. de expedir ss suas ordens pura que a es-
colta da 8 prscas que em Tirtude de meu ofQcio
de 3 do correle seguio para o termo de Igua-
rais, all Oque dealacada com o alteres que as
commanda.Commuoicon-se ao el,efe de polica.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Etc. de espedir
as suas ordens para que hoje as 4 loras da tarde
estaja poatada junio ao cea do Campo das Prin-
cezas urna guarda com musics e bandeira afim de
fazer as honras do estylo por occasiio do embar-
que do Exm. presidente nomeado para a provin-
cia do Pieeby Dr. Jos Fernaodes Horeir pro-
videnciando V. Kic ao mesmo ten po para que a
fortaleza do Broa d a aalva do cortme quando
a barra for demandada pelo vapor Oyapock, que
conduz a S. EicOfflciou-se so inspector do er-
senal de marinba para mandar postar no caes do
Campo das Princezaa nm eacaler oqutpado am
de conducir para bordo do mesmo vapor o preci-
to presidente.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Em vista ds coota junta era doplicata estando ella
em termos e baveodo crdito mande V. S. pegar
a quantia de 47*500 ris proveniente da maleriae
e trabalho empregados os illuminatSo do palacio
da presidencia como se v da mesma conts.
Dito ao mesmo.Nos termos de saa ioforms-
Qo de hontem sob o. 420. expeca V. S. as suas
ordens para que a collectoni da cidade do Rio
vormoso pague os veocimentos do respectivo des-
tacamento que composto de seis pravas e um
sargento do 7o balalho de intentara de 1* linha.
Communicou-se ao commandantti superior res-
pectivo.
Dito ao mesmo.Remello V. S. psrs os con-
venientes exames as inclinas copian das acta do
conselho administrativo para fornecimento do ar-
senal de guerra datadss de 5 a 7 do crrante.
Dito ao chele da polica.Devoh ende V. S.
O officio 4o stibselegado do distrcto 4a Capuage
11 iiaayiaiif'Taen ohfcr a 688 aa S a
correte teabo a diser-tae ea reapoata que por
nao haver vaga conforme declarou-me o provedor
da Santa Casa da Misericordia em dita de 10 desle
maz, nao pede ser admitlido no hospital Pedro
II a enferma Leonor Mara da Cooceicio, a que
se refera aquello aubdelegado Sirva-se V. S.
de expedir suaa ordens para que com urgencia
antas do 1* dia de sessio qae ser na 3a domioga
desta mez (18 do correte) pelos subdelegados dos
districlos comprebeodidos neste m inicipio sejam
remetlidos aos presidentes dos respectivos con-
selho de revisio de qualificacio para a guarda
nacional a relacio nominal organisada por quar-
teirdes e em ordem alphabetica a que esli obri-
?doa por torca do 4 do artigo 10 do decreto n.
130 de 12 de marco de 1853 determtnaodo-lhea
qa iodependente de requesico o ordem supe-
rior cumpram aonualmente aquello preceito, co-
mo por vezea se hs recommeadede. Neste sen-
tido officiou-se ao juizea de pax presidentes das
Janlas qusliQcadoras das fregueziai deste muni-
cipio Communicou se so eommsDdante superior
do Recite.
zer seguir psrs esse termo um os mdicos em
commissio na cidade de C'rusru com alguna soc-
corros mais de que pos elle dispr. Vmc. me
communiesr frecuentemente o que for occorren-
do a semelhante,respailo.
Portara.-Os senhores agentes da compaohis
brasileira de paqaetes i vapor maodem transpor-
tsr psrs a provincia do Cear oo vapor qae se-
gu hoje psrs os porto do norte, os volumes que
por parte do director do arsenal de gaerra torem
remetlidos coa destino aquella proviocia, de-
vendo pella ser pagas as despezas de transporte.
Officiou-se so inspector do srsenal de marioha
para mandsr postar no caes Vinte e Dous de No-
embro urna lancha equipada para o embarque
de taes volumes, e communicou-se ludo ao men-
cionado director e ao Exm. presidente daquells
provincia smenle a remesss dos volumes.
OURIO DE PERNaMBUCQ.
A Companhia Pernambucana.
Dito so commandante superior do Rio Forrnoso.
Inteirado pelo aeu officio de 26 do mez passado
de havar V. S. por cauta da epedemia reinante
oetss comarca, mandado suspender ss revistas
da guarda nacional sob seu commuodo superior,
a deixado de expedir as convenientes ordens para
a revisio da respectiva qualicacjo, lenho a di-
zer-lhe em resposta que approvo 3 aeu procedi-
mento e que logo que cesse aquelle motivo pro-
videncie para que teoha lugar a mesma reviso
nos termos do artigo 1 26 do decreto n. 1354
le 8 de abril de 1854.Igual con municaco se
fez ao commandante superior do Bonito:
Dito so commandante superior de Olinda e
Iguarass.Hsja V. S. de expedir suas ordena
psrs qae ams gusrds de honrsdo tstalho n.9de
infsutsria da guarda nacional do municipio de
Olinda scompsobe a prociaso do aolissimo Sa-
cramento em visits aos enfermos que tem de sahir
ds matriz de S. Pedro Martyr dnqaella cidade
pelas 7 horss do dia 22 do correol .
Dito ao inspector da Ihesouraria provincial.
Estando em termos a inclusa conta e havendo
crdito mande V. S. pagar a Smi licio Jos de
Mello conforme solicitou o chefe ce polica em
officio de hontem sob n. 767 a qaanlis de 34|720
ris despendids no mez de margo ultimo com o
sustento dos presos pobres da cadi is do Brejo.
Gommunicou-se ao chefe de policii.
Dito ao mesmo.Autoriso V. 8. em vista de
sus informado de 12 do corrente aob n. 281 a
mandar entregar a superiora da collegio das or-
phass de Nossa Senhora da Espenoca a qaaotia
de 1:0888781 ria conforme solici.ou o director
eral interino da intruccao pablica em officio o.
88 de 16 de abril ultimo para pagamento das pes-
soas em pregadas naquelle estabeU cimento a con-
tar de 9 de junho do aono prxima panado at
9 de margo prxima fiado como is v da inclusa
conta.
Dito ao director interino da taculdade de direi-
to.Concedo a autorisacio que V. S. soliciiou
em sed officio de 30 de abril ultioio para mandar
fazer os reparos precisos s casa c easa taculdade
mencionados no ornamento que scompaohoa o
citado officio.Communicoa-sa ,i Ihesouraria de
fazenda.
Dito ao director do arsenal de ;;uerr. Pode
V. S. mandar concertar nessearmntl o xsbumba
que para este fim lhe foi apresentsdo pelo agen-
te da provincia do Rio Grande da Norte, deven-
do entrega-lo ao mesmo agente bgo que estiver
prompto.
Dito|ao jais municipal do Bonito.Scient do
que Vac. noticia em sea officio de 10 deste mez
com retereneis so estado da epilemia reinante
no diatricto de Cpoeiras desse lermo, onde fal-
lecer o cirurgio Jos Maris Bravoer, a cbe-
me dizer-lhe em reapsata que eib d>ta de hon-
am, anviei aer entregue acamara desse muni-
cipio, urna ambulancia e duas pegas de biela pa-
ta serem applicsdia ao intmenlo dot indigen-
te*. Sao estes os nico saccorros que por ore
podem ser ministrados pelo govtmo, convindn
que Vac. dirija-so ao Jaiz de direito desss co-
marca, e solicite do mesmo a providencia deter-
minada em meu officio do 1* do corrente dais-
Expediente alo secretario do
Ijoverno.
Officio ao inspector da ihesouraria de fazeods.
De ordem de 8. Exc. oSr. presidente da pro-
vincia, transmiti s V. S. ss inclusas ordens do
thesoaro nacional n. 79 a 88, aenos84, e bem
assim um officio da Directora geral das rendas
publicas, de 5 do corrate.
D.to ao mesmo.- Constando de participaco
do bacharel Agnelo Jos Gunzsga.de 11 de abril
prximo lindo, que em 9 dease mez entrou elle
oo exercicio da cargo de juiz municipal e de
orphos do termo da Cabrob para o qual foi
nomeado por decreto de 14 de fevereiro ultimo
assim o commanico a V. S. para seu conheci-
menlo, de oreen da S. Exc. o Sr. presidente
da provincia.
Dito ao primairo secretario ds assembla.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
remoller a V. S. para o fia coavenieote, o in-
cluso aulhegrspho do aelo n. 520, promulgado
pela assembla leiiislativa provincial em sus
presente sessio.
Dito so asaoM.Com a inclu copia do of-
ficio da cmara municipal da villa do Bom Con-
selho, datada da 14 ata abril ultimo, transmiti
a V. S., do ordem de S. Exc o Sr. presidente
preaidenta da provincia, paca ser prsenle as-
sembla legislativa provincial am de qae ella
tome em coosiderac^o o incluso projecto de pos-
turas, que confecciooou a mesma cmara.
Dito a masma. o O Exa. Sr. presidente ds
provincia manda iraosmillir a V. >. para sor
presenta aseara bata legaativa provincial a in-
fatmaQo minuirosm pato inspector da Ihesou-
raria provincial. Hace que veras o sea officio
de 9 do corrate, a*a a. 30.
Destacaos o das 14 de malo.
flostojsat<.
Viefcttl A,gaeUo.Ja G*nz.g*. Informe o
Sr. inpertor da ttiesourarva de fazenda.
Auna Hara da Concaiejhs.Informe o Sr. Dr.
ch*fe de polica.
Dr. Alfredo da Rocha Batios.Informe o Sr.
inspector do arsensl de marinha.
Eduardo Ferreira Balthar.Selle e volle.
Pielden Brothers. Seis despachos.Informe o
Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda.
Francisca Mara das Chsg'as. Informe o Sr.
Dr. director gerel da inslruccao publica.
Dr. Francisco Marciano de Araujo Lima.
Informe o Sr. inspector ds thesoursria de fa-
zenda.
Felicia Maria da Conceijio. Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Felipp Uom.Ioforme o Sr. inspector do ar-
senal de marinha.
Josquim Rodrigue Maia do Oliveira.Assig-
ne e volle.
Manoel Joaquim Paes Srmnto Jnior.Nio
teodo o aupplicaate iseoc.ao do servido da ar-
mada conserve ae nella.
Salustisoo Severino dos Santos.O sapplican*
te j foi sttendldo.
Pedro Maximtaoo de Oliveira Mello. Infor-
me o Sr. Dr. juiz municipal do termo do Li-
moeiro.
A utilidade publica resultante da navegc,ao
empreheodida, e realisadt pela companhia da-
Suelle aoae, nio hoje mais objeclo de duvida :
um tacto que est patente todos os -espirito,
e j tem profunda raiz em todas ss cooscien-
cias.
Instrumento civilisador de todos os povos, que
habitam dentro da zona vastissima de seu privi-
legio, a companhia Pernambucana tem derrama-
do por toda a parte a luz que se erradie desta il
lustrada capital, um dos mais poderosos teos da
civilisacio do imperio;
Esse tacto tem teito coa que os diversos povos,
cuja felicidade a mesma companhia se propos, le-
nham comprehendido bem os seos ioteresees.
Por tods a parte da aobredila zona aente-ae
esss anlmecio.easa aetividade auspiciosa, precur-
sora da riqueza e da prosperidade geral o priva-
da, que insepsravel daquells.
A produego tem augmeotado pela facilidade
com que os gneros produzidos, seo levados ao
mercados consumidores : as traasseces com-
mercises sao mais frequeoies, o mais vsstas : no-
vos porlos se Um abarlo exploracio da aetivi-
dade industrial, e muitosoutros se abrro aiada,
se a companhia continuar em sua marcha regu-
lar e progreesiva.
O Mundab no Cear, porto cajas vantagens
nao haviam anda sido devidsroanle apreciadss
acha-ae aborto um eommercio maior e man es-
peranzoso.
O mesmo se d com o porto de Guarapea no
Rio Grande do Norte.
Netses diversos pontos seole-se que o movi-
mento da prodcelo mais animador,pela certe-
za de que os gneros produzidos tem fscil sabida
para os grandes mercado.
A companhia remelteu j para Inglaterra cerca
de 6,000 librea seterlinaa por conta de um novo
vapor de pequeo calado, que posas entrar nos
portos do menos fundos da li osa da saa na-
vegado, e levar os beneficios da pootualidade
de seus navios, do commodo de suas passsgeos,
e excelleote acaodicioosmeoto das cargas, qae
transporta todos sqaelles qae por ora se
acham privadodessaa vantagens.
Ella tem explorado diversos portos so sul o so
norte de su linha, ana de que em breve ae ache
habilitada para caacaapoodor s esperances nas-
udas com a sua incorporarlo. |
A provincia de Sergipe, corla da que lhe con-
vert estreitar aa auaa relsce coas, esta prect, j
deu aigual de que aspirara gosar das beneficios,
que os vapores da companhia tem levado pelo
diversos portos que porcorrem.
A patritica assembla daquella provincia votou
OOOjflOQ pasa aaftvonaiaaoc, a. encama csase.-4
bl. sw y- mil tS MafCll **
ali.
Easa quantia oa verdade to diminuta, qae
certa mente nao ser aceite, attentos os servicos
qae aquella provincia deseja qae se lbo tacsm :
mas d ella um passo mais, disponha-se a acei-
tar as condicedes e vantagens que pode ter di-
reito com aquella exigua subvenco, o muito bre-
vemente os vapores da companhia sulcarao tam-
bera as suas aguas.
Tudo isso indica apenas.que s companhia achi-
se em um estsdo que muilo promelte ; mas cam-1
Pare cora10 goroo imperial em virtude da le
o. 1044 de 20 de setembro de 1859 um empres-
timo de 300:0005000,mediente o juro de 6 Ojo so
ao anno.
O fim desse rapreatimo foi certa raen te auxi-
liar a mesma companhia, que sem elle eilaria
hojo dlsaalv4da o nio se pola dizer sem re-
pugnaseis, que o goveroo se propozesse a ga-
nhar, realisaodo o mesmo emprestimo.
Nesla eendicSes, nao serie um acto de ma-
nifest jastiQs, nao s iseotar a companhia, que
apenas se levante do abatimento, em que ha bem
punco tempo eslava, do pagamento dos juros
correspondentes aquella garanta, se nao como
mandsr rostiluir-lhe qualquer quantia de juros
que por ventura tenha ella pago j ?
Os cofres gerses nio sentirao nada com essa
medida : ao cootrario a quantia do que por ora
se verio privados com a adopc,ao da mesma me-
dida, muitu breve reentrar para ellos em piogue
rrceita, consequencia natural da prosperidade da
empresa em queilao.
A qaaotia. que nenhuma difieren? occasiooa-
r na recolta publica, como se acaDou de dizer,
cooititaosegurameote um onus pessdistimo pa-
ra a companhia.
Estas linhasque nos toram inspiradas pelo es-
tude dss diversas empresas que exislern nesla
provincia, em relacjio ao interetse que ellas p-
dem deixar aot cofres geraes, aqu as laoca-
mos para que sejam consideradas por aquellos
quero eumpre fomentar o progresto do paiz.
Resta-tos smente fazer os mait sinceros vo-
tos, psra que produxam ellas o resultado que ae
deve espdrar da sabedoria, e criterio dos nossos
egisladeres, o dos nossos homeos de estado.
Os tssasstnstos qae mencione! ns anterior
toram consequencia de urna diligencia que ter-
minou com a morte, em residencie, de um dos
Guabirabas, tres dos quses reunidos e a asa o ha-
dos em seu furor sanguinario, ooleoderam lomar
vingn;a em quera quer que Ins cahUse as
mios por sus m sorte.
Se nio foste e precipitsco deesa autorida-
de, que nao lioba fora sufficieole e capaz de rea-
lisar, semmorte em resisieocis, s cspturs de
criminosos importantes ; por certo que nao te-
riamos a lastimar os successos desastrosos de
que me teaho oceupsde.
< Dos nos livro que torne s pocs em que
es diligencies terminavam pela morte dos indi-
viduos, caja captura se pretend ; por que a
vioganca regular sempre o fim do crimiooso,
que ser sempre desastrado.
J se nio falla no cholera-morbus, que an-
da faz algumat victimas l para o interior.
a A polica desta capital acaba de prender a
dous portuguezes que me consta d'esss cidade te
escaparam eloroam com passsgeot pagas pelo
ministerio da juatica ; pois convem verifiesr-se
a pene que os obrigam a retirarem-se com por
qo de jotas o etc.
Por talla de deputadoa nao poude anda ha-
ver lagar a abertura da assembla provincial.
< Quando ae pede votos, faz-se ludo;, mss
cumprir o msndato isso s quando as conve-
uienciss o exigem.
Polo vapor Cruzeiro do Sul, recebemos cartas
e jornaes do norte do imperio, com ss datas se-
guiotes: .Para 8, Maranhio 9, Cear 13, Rio Gran-
de 14 e Parahyba 15 do corrente.
Para. A provincia gozara de tranquilliiade e
boa aalotfidada publica.
No dia 3 do correle leve lagar a inaugu-
raco do aervico por barcos vapor entre a ca-
PERNIMBUCO.
4SSEIBL4 LEGISL4TIY4 PROVINCIAL.
CONGLUSO DA SESSAO DE 15 DE MAIO
DE 1862.
ORDEN DO DIA.
Eotrou ea primeirs discassio e spprovsdo
sem debate, o projecto que fixa a despeza e or;a
a receita da provincia para o anuo fioanceiro fu-
turo.
Contina a primeira discussio adiada ds ses-
sio anterior do projecto n. 5 deste anno, que
concede sposeotadoria no logar de medico do
pial o Soura, primairo ramal do novo contrato
feilo ostra o presidente e a compaohis da nave- collegio dos orphioa do Olinda ao Dr. Joao Jos
BCO da Amatonaa. sendo o aerviro foitn nntn1 Pinto.
gcao da Amtzooas, sendo o servico feito pelo
vspor Tabatinga.
Poi insugursda na capital a sempre bem re-
cebida foslividsde do mez mariano, na igreja de
Santa-Asna, promovida por alguos fervorosos de-
votos da Virgem Saotitaims, iodo S. Exc. Rvma
diariamente encorajar os esforcos de sass fiis
ovelhas, coa sua presente.
O eommercio cootinuava a animar-se, co-
mecaodOf j- a lerem algama alta os gneros de
exportando. Durante o mes passado foi o porto
de UelaSa virilado per 15 embsrcscoes, a saber:
10 hraMairi>a, 1 tsaeri, 1 fraoceza. i inglesas
******* tmtmmf e amsan -
?o dtaasAMt 4 weber : 10 brasileiras, 1 araert-
cans e2 InTlema. -
Uaranh Assumira o cargo de chefe do po-
licio interino o dasembargador Miguel Joaquim
A y res do Natcimento.
Fallecer o tenento-coronel Joaquim Jan-
sen Peroir.
Cear- No dia 5 do correle tomara posse ds
presidencis da proviocia o Exm. Sr. Dr. Caoba e
Figueiredo Jnior.
Encerrada a discussio posto a volos o pro-
jecto o approvado, sendo rejeitado o requerimien-
to do Sr. bario de M un beca.
Tercaira discassio do projecto que fixa a torga
policial da provincia, para o anno prximo fu-
turo.
E' approvado aem debate.
Tercaira discassio do projecto o. 12 deste an-
no, que supprimo os lugares de primelro ttbel-
lio de notas
Rio Forrnoso.
A le provincial n. 244 da fOdo jvnrre- de 1849,
art. 4j, conssgrou a apropriaclo do decreto o.
410 de 4 de juoho de 1845 ; e o art. 7 f f desle
decreto apenas isenta do pagamento do ieposto
das herancas e legados deixados tt Santa Casa d
Miaencordia, aos expottos e ao recolhiBeato,,
como parle integrante deste instituto.
Dj diapoato legal, por tanto, manifest que *
tsencao ttrxctt /aro ; que nao ple ser empli-
ticad ou entendida de modo a abraoger ao hos-
pital Pedro II, que tazeado parto dos estabelesi-
menlos de caridade quando inslituido, s poste-
riormente que veio a ser eocorporado- Sints
Casada Misericordia, por occasiao de serial ir-
maodade organisada nesta cidade.
Estes principios de direito sio tanto mels in-
contestaveis, quaolo toram desenvolvido pelo-
peticiooario para haver reforma da decisio dene-
gttiva da junta admioiatraliva da Santa Casa da-
Misericordia ; o pelo goveroo foi menos curial-
mete decidido qae a Ihesouraria provincial cum-
pria a restituida o pedida, nao importa iato um
derogacio do direito desta apreciacao daquall
laxa no caso vertente, urna ves que exprs como
a letra da lei, nao pode ter lugar essa projecgSo-
de seu espirito fieesse presumidas de augmento
do patrimonio.
Mas, anda quado prevalecesie o facto de na
ter hsvido restriegao adopcao do supracitado-
decreto pela lei provincial o. 244, nio poderla ser
applicada ao caso a iseocio do art. 7 11 do de-
creto referido ; porque nao eatando aquelle hos-
pital isento ds laxa do sello de bersocue lega-
dos a elle deixada com iodividualidade distincta
da Santa Caaa de Mlrsericordia, que nio linha
ainda exiitencia, nio adquirira este direito 86
pelo simples laclo de haver sido ameacado ao
patrimonio da predita irmandade muito depois ds
instituiQo ds heranca ; qaando alm disto,
correte em direito, que pode o legado ser exigi-
do immediatamenle, cedendo o sea dio morti
testatori, de modo que o direito adquirido pelo
hospital Pedro 11 ao legado se compute do dia do
fsllecimeoto ; o correlativamente o da fazaoda t
relativa laxa, pssssndo por tanto o ooas s qaem ta
ve o beneficio, como consequencia deate, e por
nao poder entender a isencio que lhe peca-
lisr.
Nestes termos, sendo certo que a iseo;io da
tixa de sello de herancas e legados nio vai al
o hospital Pedro II conforme os termos ds lei ;
sendo igualmente certo, que o facto posterior de
sua aonexacao a Santa Casa de Misercordis, re-
cenlemente creada nesta cidade, nio pode crear
aovo direito que retroactivaaootodeatraa direito,
anterior e j mais contestado ; seado ainda cor-
lo, o decorreote do exposto, qu vidamente
cobrou a fazenda a dita Un ; afd perecer a
o oscrivao do civel da cidade do commissio que seiodeflra or arimento de
... I peticionario por falta de fundamento iutisheo.
Vio a moaa a aso apoiados os seguiotes addi-1 ncando-lhe salvo o direito do ir n^g doJega-
O cholera continaava a arsolarcom intensi-
pre que ella nio seja entregue smente sos seo8*l*. ,ena* as ultimas noticias as seguintes :
setuaea recursos, que sao ainda muilo dimiou-{ N. Ic. haviam fallecido osSrs. Dr. Msnoel
tos, e nio lhe poderio assegurar por modo al- Feltzardo eAotooio Pintoj Antonio Ourgel eCar-
0 presidente da provincia resolve demittir a
Pr. Jos de S. Thomaz do Aquioo do cargo de
capellio da Colonia militar de Pimenteiraa, por
aiaim convir ao servico publico, o ordena que
nesle sentido se expelaos as convenientes com-
municaroe. Fizeram-se as necessarits com-
monicaQoes.
Commando das armas.
Quartel-seneral do commando das
armas Je Pernambuco na cida-
de do Recite em 15 de maio de
186S
ORDEM DO DIA N. 78.
O general commandsnte das srmas hoje ebri-
gado a cumprir o penoso dever de aonunciar a
guarnic.io desta provincia o passsmeoto de nm
dos veteranos do exercito, o do Sr. coronel re-
formado Beoto Jos Lameoha Lins, qae hontem
pelas 111(2 horas da nolte foi Deas servido cha-
ma-lo a ai.
Distiocto lldador da independencia em Piroja
na provincia da Buhia, propugnsdor ds ordem
publics eiulegridado do imperio ni Barra Gran-
de nesta provincia, o as campinss do Rio Gran-
de do Sal, onde verteu o sea sangue, foi este
benemrito officisl polos seus relvenles servicos
o aferr a monarchia e aa initituigoes do psiz,
sempre acatado pelos seas compsnheiros de ar-
mes, que ora Iamentam a sus morte, o dirigem
fervorosss preces ao Creador peto eterno repouso
[de sos alma.
Convindo qae o cadver do mesmo Sr. coronel
seja levado eo jasigo com as honras que lhe sio
devidas como dignatario da ordem imperial do
Cruzeiro, determina o mesmo general que para
esse fim, hoje pelas4 horas da Urde esteja posta-
da em frente da igreja do S, da Conceicio dos
Militares ama brigada composta dos batslhoes
2* e 7 de iotsntsris, o do 4" do artilharis a p
gartiecendo 4 boceas de fogo, commsnJada
pelo Sr. coronel Luiz Jos Ferreirs, que esco-
lher os seus empregados d'entre os Srs. offl-
elses ds mesma brigada.
A iofaotaria iri munida psrs dsr tres descar-
gas, e o parque, que se Ir postar no cemiterio
publico, para salvar com II Uros.
Determine outrosim, que os Srs.: espitio Jos
Joaquim de Bsrros, o teoeote Antonio dos San-
tos Caria, sejam addidos ao 2* batalhio de in-
festarla, Qcando sem effsito a eua ordem do dia
de n. 76, da parte m que mandn addir os re-
feridos Srs. oficiaos ao l* bstslhio da mesma
arma.
Atsignado.Solidonio Jote Antonio Pertira do
Lago.
Conforme. Jote Franciteo Cotlho, capitio
ajodsate do ordena oncarregado do detalho.
gum os lucros que tem direito pelos servicos
que desempeohs.
Encorporada desde 1855 ou 1856, ella nao pOle
ainda lucrar de modo, que podease effecluar um
mdico dividendo pelos seus respectivos accio-
nistas.
A' torga de urna Ilustrada economls, a de hu-
ma administracio honesta o providente, a com-
panhia que achava se bracos com um d/ieit
considera val, acha-se hoje desembarazada delle;
apezar disto porem, nao se schs sioda no p de
offerecer aos seus sccionistss a grata esperanza
de que em breve podero auferir algum premio
de seus espitaos, por tanto tempo empslsdos.
Os lucros que tem producido seus vapore,
nio dio, nem jamis dario para ss desposas de
seu costlo, pois facto provado e egutlmente
sabid.que em paiz algum do mundo a receita de
navio movidos vspor d para os saua cos-
teios.
O carvio da podra soba de prego de dis em
dia, da mesma sorte as gorduras de que os vapo-
res precisam psrs o seu servico regular, o se
ossis circumslancias juntarse a necesiidade im-
preterivel, que tem a companhia de tirar do
prodocto dos mesmos vaporas 10 0)0 aoouaea de
seu capital, para fazer face ao deteriora monto
tnfalli?el do seu material, se conheesr fcilmen-
te que a companhia sinda tem necessidade de
auxilio o protecelo do govorno para realisar de
um modo satisfactorio o fim de sua creacio.
Digam o qae dissorem os economistas, o que
nao padece duvida, que as empresas da cias-
te dss de que se treta, nio podem deixar de
ser auxiliadas grandemente pelo'goveroo.
A Inglaterra presta larga proleccio s diffe-
reotes linhas de seas vapores.
A Franca nio procedo por modo difierente,
e o mesmo acontece em lodos os ptizes cultos
Nem outrs cousa se dave esperar dos gover-
oos Ilustrados, porquauto se o augmento da
prodcelo, o alargameoto e expansio do eom-
mercio trazem como conseqaencia immediata e
oecessaria, o augmento da receita publica, com-
prehende-se perfeitameole o iateresse com que
esses gorernos devem accelerar o progresso de
todas as emprezas, que poderem offerecer ae-
melhsnte resultado.
O grande empenho dos poderes pblicos deve
consistir em conhoceras condiedes de prosperi-
dade de tses empresas; o teita esta demons-
[tracio, obtido essa conhecimento, nenhum go-
veroo deve besilsr em apressars msrebade seo
neiro Monteiro, slem de muitaa pessoas pouco
conbecidas.
No Araeaty, cerca da oitenta pessoas da classe
pobre sao as viclimss do flagello.
No Iohamuns, apenas all chegado, fez o cho-
lera onza victimas.
No Baturit, nicamente alguns casos tinhsm
apparecido, sem serem fataes.
No Sacatinga, junto Cascavel, fazia elle es-
tragos lerriveis, chegsodo a haver caas oode
morriam tolas ss pessoas ahi existeotos.
Ns capital apenss ligeiros casos do choleros
liobam apparecido, de que foi victima um pobre
homem, por falta de aoecorroa promptos o enr-
gicos.
Rio Grande do Norte. Nenhum jornal recebe-
mos desta provincia ; mas cartas particulares di-
zam que o mal vai caminhando pasaos largos.
Parahyba. Nossocornspondentediz-nosose-
guinte :
c Aiods questio dominante, o escluslva a
mulhercom a qualj me oceupei.
c No dis 13, em urna das aalas ds cadeia onde
se achavan muitas pessoas consideradas, entre
estas a infeliz mulher, que se diz filhs do com-
mendador Antonio de Albuquerque Maranhio | idamento paWqne aeja ouvido o respectivojuiz
Cavalcaolt, reconheceu a este, parante o qual se aos feitos da fazenda.
tiros
Ficam aappriosido os officios de tabelliio
do notas o escrivio do ci*el do termo da cidade
de Nacarelh, subsislindo os de tabelliio de notas
e escrivio do civel do mesmo termo que sio ac-
tualmente exercidos por Frsnklin Alves de Son-
sa Paiva.
c Pa^o da asaembla provincial de Pernambuco
12 de maio de 1862.Souza ReiaPinto Bandei-
raP. AtfoocoA. do Souza LeioG. de Drum-
mond. "
Artigo additivo.
Ficam creadoa no termo da cidade do Recite
mais dous officios de justiea, um de escrivio da
fazenda provincial, o oulro de escrivio de ausen-
tes, espolias o residuos, cujos serventnarios ser-
virio por deslribuico com os actuaos. O* feitos
pendentes serio igualmente repartidos pelos res-
pectivos juizes.
Salla das sessdes 14 de msio de 1862.Drum-
mond
(O Sr. Theodoro Silva :Nao devolveu seu
discurso).
Vai mesa e apois-ae o seguiota requer-
monto :
Roquoiro qae o projecto rollo commissio
de legislscio psra que ouviodo i de constitoicio
confeccione urna medida geral que regule a divi-
sio dos officios de justiea da provincia.Theodo-
ro Silva, a
(O Sr. Drummond:Nio devolvea aeu dis-
curso).
(O Sr. Theodoro Silva:Nio devolveu seu dis-
curso).
(O Sr. Souza Res:Nao devolveu seu dis-
curso). .
(O Sr. Araujo Barros:Nio devolveu seu dis-
curso).
O Sr. Fenelon pronuncia-so contra o additivo
que crea mais um lugar de escrivio da fazenda
provincial o justifica o seguate requerimeoto de

progresso.
Ora, aeodo inconleetaveis esses prncipios.pa-
reco-oos de toda a evidencia, qae o carpo legis-
lativo deve augmentar a aubveo;io da compa-
nhia Pernambucaoa, a qual alias, de todss ss
companhia incorporadas al hoje, a menoa fa-
vorecida, como fcilmente se reeoohocer, com-
parando se aa subveoedes de todas as compe-
ndias exislontea no imperio, com os trricos
prestados por cada ama dellat.
Desaa comprtelo resalta, que ao passo que
a menos squinboada de todaa as companhia
tem por cada visgom redonda 3:9001 a mais; a
companhia Pernambucana qae faz matores e me
Ihores servicos do qae qualquer delito, recebe
speoas por cada viagem redonda 1:7504 I
Nessa desigualdade de proleccio, di-se ama
njustica que deve aer reparada.
lotretaoto, so o estado ttnanceiro do paiz, nio
pode comportar por ora gravea sacrificio, ao
menos um servico importante pode e deve o car-
po legislativo prestir deide j companhia da
qae so trata
1 Todos Hbem qae essa companhia, contrahio
ajoelhou, p*dio-lhe a ana beogio e perdi dos
desgostos porque eslava passando o outras pala-
vras nesle goslo.
Aquella, Sr. commendador, quettloaando a
aquella mulher dirigio-lhe algumas perguotas e
outras mais ftria elle ; pois tirou um papel todo
escrpto da algibeira, se o medico assisleote nio
livesse declarado, nio pudor coosentir na contl-
nuacio deaa nova aaaeirs de interrogar, a que
se oppunha a conservsclo ds vida desss infeliz
mulber.
c O Sr. Ar. chefe de policis, por sua vez qaea-
lione ao commendador, para ssber se elle reco-
nhecia oa mulher presente o sus tllha D. Maria
Umbelina, ao que responde o mesmo negativa-
mente ; ponan ae ella fotse aua filhs diraAl-
querque oio A bu qu erque, se ellsffosse saa filha
loria o iyptda familia, a vista do que declarava-
a ama emkasieirs.
c A opiuiio das pesaoas presentes msnifesloa-
se desgoatase o modo como procedeu aquello
Sr. commeidador, qae ae mostrs queixoso de ama
mi occullt que o quer enxovslhar e bem assim
a honra da aua familia.
Monten houve confrontacao entre aquella
mulher o s senhora de dito commeoiador, a
mesmi sceu teve luar, com meos expressio
verdade, as declaracio idntica foi ouvida : a
infeliz levaste-so dirige-so entre outras aseohora
do commeoiador, pede-lhe a saa beacio, decla-
ra-a sua mil, 00 co, na torra, e ea toda a parte.
Etsa seohola disconio mioba filha, porque
mioha filha ora alta, e esta mulber nio alta; nio
mioha porque miaba filha ora alva o esta mu-
lher trtgteira.
< O comsoadador o aua mulher negam a pa-
ternidade es infeliz sustenta que sua filha a a
opintio patuca acha-so dividida em irea parti-
dos ; o doscajaranas, que pensara como O com-
mendador ;o popuisr que ( o maior) sostena
com bosaradea essa infeliz filhs do commenda-
dor e o dos muluogusque querem alada novos
fsetos para se decidir.
c A polla hs procedido de um modo muilo
escrupuloso oa negocio tio grave o com todo o
criterio qus o atsumplo exige; pola elle nio
ignora quo ka ama oarosidodo malfoitors, qae
tanto pode lamo ir ao bem de um visinho, como
ao socego do um conheeido ot desconhecido
aorta, a
< Requeiro que a respeito da divisio do carto-
rio dos feitos da fazenda, seja ouvido o jaiz dos
feitos ds fazeods cando por isio adiado o pro-
jecto.Feoeloo.
Agitase questio de ordem sobre a maoeira de
poder ter lugar a votacao e sobre ella fazem con-
siderscoes os Srs. bsrio de Murbeca, Cuoha Fi-
gueiredo, Luiz Pelippe o Souza Reis. Decidida
a qoeatao pele mesa procede-so a votacao e sio
regeitados os dous sdiameotos propostos, o ap-
provado o projecto o oa dous additivos.
Dada a hora o Sr. presidente levanta a aessio,
marcando a ordem do dia para a sessio se-
guate.
SESSAO' EM 16 DE MAIO DE 1862.
Prttidtncia do Sr. Bardo de Vera-Cruz.
Ao meio dis teita a chamada verifica-so hsver
numero legsl de Srs deputsdos.
O Sr. Presidente obre a sessio.
O Sr. Segando Secretsrto l a seta da ante-
cedente quo approvado.
O Sr. Primairo Secretario menciona o 00-
guiote
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do goveroo tranaastt-
lindo um exempUr da falla com S. M. o Impera-
dor se digoou abrir a 11" legislatura da assembla
geral.A archivar.
Oatro do mesmo, remelteodo a tabella explica-
tiva do crdito aupplementar preciso psrs occor-
rer as despozss de diversas coosigucoes sl o
fim do exercicio corrente. A qaem fez s requi-
aloja,
E' lido a fies adiado por lar volado em separa-
do o Sr. Torres Bandeira, o aeguioto parecer :
A commissio de legislarlo tendo presento o po-
licio da Antonio de Miranda Gnimtries, tosls-
meoteiro do finado Joio Vieira Lima, o procata-
dor doa herdoiroa deste, na qual solicita desta as-
sembla a consigoscio de quota para aer aos mea-
mos herdeiros indemnisada a quantia do nova
cootos do ris, provenanle do sello de heno?
ioslituida a favor do hospital Podro II, ama vos
que achs-se este eocorporado i Santa Casa da
Misericordia, o qao
tario a iodemoisacio pedida.
Sais dss commisse, l de maio de 1862.
Witravio Pinto Bandeira Pedro Alfonso.
Voto em separado.
Como membro da commiasio de legislscio a
cujo conhecimento foi presente o requerimeoto
de Antonio Alves da Mirsnda Guimsries, que
pede a esta aasembla lhe marque oa lei do
ornamento um crdito, am de que lhe seja res-
tituid a quantia de 9:OOo$000 r., qse elle como
primeiro tesiamenteiro de Joio Vieirs Limo,
recolbera ao consolado provincial correspondente
ao sello da heranca instituida a favor do hospitsl
Pedro II hoje eocorporado a Santa Casa de Mise-
ricordia, cumprs-me expr e fundamentar aa
razoes porque sou levado a divergir do parecer
proferido sobre esse mesmo refuerlmento, pelos
meus dignos colUgas qae tadeferiram esss pre-
tenco de Guimaraes, e aproaentar com toda a
precisio e franqueza, o meu voto em sepa-
rado.
Joio Vieira Lima, deixou um legado ao hospi-
tsl Pedro II o so hospital Portugus de benefi-
cencia, a divida em que se schava empeobado
para com elle o coronel Gaspar de Menezes Vas-
concellos de Drammood.
Alves Guimsries, instituido por Vieira Lima
sea Ia testamntelo, tere de recolher ao conau-
ado provincial a tara do sello relativo a essea
legadoa, psrs ambos os hospitses; e assim effec-
tlvamente realitou aquello paga como adianta-
mento do que devera ser satisfeito pelos proprios
legatarios.
Entretanto, sabido quo o hospitsl Pedro II
estabetecimento irrecusavelaente po em virtude
de sua mesms inslitoicio. o do fim a que so
dirige, foi eocorporado a Santa Cata do Miseri-
cordia da qusl presentemente faz parto.
E' igualmente reconbecido quo e face da
legWlacio vigente, o qae regula a materia, oa.
legados e herancas, oo usufructo deixsdos o San-
ta Casa de Misericordia ; aos oxpostos o ao re-
colhimento, como parte integrante deate insti-
tuto, sao isenta do pagamento do imposto res-
pectivo, que o imposto conceraente ao sello,
dispoticio esta consignada no i do art. 7* do
decreto 0.410 de 4 de juoho de 1845, mandando
adoptar o a propriar, sem realriccSo pela lei pro-
vincial n. 244 de 10 do junho de 1849, o alm
disto expretsamente estatuido 00 airar de 28 de
setembro de 1810 e oaresolucio de 13 de de-
zembro de 1831.
Attenloa estes principies o estss deteraiasedes
dssleis em vigor, cloro que Alves Guimsries nio
devi recolher oo consulado provincial a qaao-
tia referida correspondonta so sollo do legado
deixado ao hospital Pedro II, por qaanto esta
hospital fas parte da Santa Caaa da Misericordia,
e como tal est isanto daquelle imposto.
Nasaama obrigacio tinha o psiicionario do
fazer aoja pagamento, que em faca descae con-
sidereeale iodebilo o irregalar; o portento
devo aasistir-lhe e de feilo lhe asuste o direito do
pedir a retituic.ao deesa quantia que individa-
menta rocolhea 00 consulado provincial.
Raaos rondo oeste aeolido ao ex administrador
da provincia, obtove dalle, Guiaarioe um despa-
cho, ao qual ae Iho rocoohece wa direito deda-
dos da tola citadas ; e para notar que easa
adataislsoder lio convencido ostsva do direito
que actate ao peticionorio, quo nio a presen tan do
duvida alguaia sobre o mereciaonto jurdico da
ana prateocao, deixou do mandar-lhe restituir a
referida quanlia pela Ihesouraria provincial,
apones pato motivo de nio hever crdito vota-
do 00 sentido de effecluar essa resliluieio.
Bata despacho conclua determinando 00 peti-
csooirio que so dirigiese esta assembla, o v-
so que tsl doterminacio firma-ae na ids de qao
si asta aseoeobla cobo competente, o que pode
designar casdito para que ae raalh easa restitot-
o sobre a legitimidad*, da qual entreunto nio
I duvida.
Rae mesmo despscho est deaccordo coa ou-
tto proferido pelo outro adaioistraar (snterior a
asa do ana fallo), em recsela a ama canaalla
da insta admioiatraliva da Santa Caaa da Miacri-
dia.
lies caso sio iceniss dotas
impoaio.notende dever aferocer algamas coma. Eotaado qae a considoracio allegada costra a-
deracoes, em quo aaaenle a conclusa que teado ao pecionario, a que so tanda aactr-
lirarda materia jasMica da pretencio do roforjfiLe,",u,lfU^ *? fSf "*{ iW2il H
patittooMlo. *^{uCoaadsMtaoricordiaaohoapliai Podro II, as
1 ~ _L "


DIAMO DB PRMilMlUCOi SAflpUDO 17 DE MAJO DE 18M.
empo em que qnUe legado 6re iaatiwU*. .4t de fsemelhade natu-
rio aquelte pagamedo do impmto se effectaavs^ rtti: eVnio se i como esta forct destacada do
me pode proveitar e proceder em dli!.*ViT WOTMo qu* te preteode, poiu obedecer t un cen-
aiaaoto ir di de que hoja oto 1 possivel mais so- tro de eniio.
varar segunda ioalilaiclo di primeare, qael |Ht en spaile.)
vettooce cono membro mlagn d. muito embo- O 8r. Torres Baodeira :O nobr* depilado pati-
ta da raccedesae aasim anteriormente i esta en- aa astim, en eatou uo meu dirette ventando de
orporaco, alm de que baja %*e M Ua* 0 a modo diverao.
incidir eata queatio. a aee da legislado que re- A questio para mim vena tmente aobre o ae-
e a antena, e parece que esta eetsao alo do- guintn parto : a iiiiihiii i
e ter firmada em bafea que ptMedemeote ola locali**e> d* mrce m\ir*L roneo aer o pretec-
sgeretn, mas sim de accordo ce a l*i que co- to, da coimtsoee : a* deade qaa asta I o tafia-
ruclaon* c> mu medid* da arte inceoaenieocie, ame
dalla ato pate provfe a meamr eategem *ea*r-
rico, 4 dfccialtes, | propria ttcooejacio do Meo
Eis aa rnajateae razoesi Rprajap nao
oiHw. salar par ate prgjteto. jo p
agr a homogeoidade e uniJail* i
de amboa oa estabetecimeuloa ( aa acharo
easim dizer fundido* n'um s :orp* complexa i
quidade e e tfireilo aconsejara, atelod o- c*>
eo qe tal imposto nao devets ter pago com re-
taco a legados do semelhante netarea. E orneo
fraeo entender que mesmo qunudo tal encorpora-
ae nio heuvease dado ; quando neo exiitisse ho-
la consagrada em faci a antas iadispeosavel de
ambos es. eetabelecimeaios haveria razie valiosa
e. legitima para que ae julgasse em debita a pa-
gamento daquelle imposto desde que seeatea-
deese que legitima era deluda a tnatiiuicao
P, o astim parece de jusiica quo datera aer
'ente de qualquer cooliibuico oaerasa, aoso
em coneidiricio a sua propria crea^ao e aos fins
a nao se propdem.
aocluo, pois, que o peticionario lem direlto
4 eaalituicao requerida, e que lera have-la da
theaouraria proriocial, por coaaeguinte mea
Matilde parecer, que eata aaeeatoJi aovo alteo -
do-to mandando coasignar oa lei do orcameolo
erodio para efLtcluar realitacAo de semelhante
recUro*c,o.
. Paco da aasembla legislativa provincial do
ftea*mbco. aoa 16 da m*io de 1862.A. R. de
Terrea Bandeara.
[Continuar-te-ha).
discurso sH Sr, Br. Torres BaHdeira,
na sessM 4e *$ d correle.
O Se. Torras Baodeira : Sr preaidente, bem
que me nio eche cabalmente preparado para ao-
var oa diKuaaao do projeeto que ia a torca po-
licial, nao heailo em fazer algumaa ligairas obser-
varles, as quaes teodero a moalrar a casa aa
d>s que me preoecupam a seaielhsate reapeilo.
f ara isiy limiiar-me-hei apeoaa ao que me parece
saeocial, no intuito da moalrar quo a prejecta,
que a sommisaa cdTereceu, nao preenebe a tina de
ulidade e ceoraoieacia a que a! lo ae propoz, mas
bido plenamente pela projeeto substitutivo.
Eu oao petso prestar a mea voto, nao posto
%dfcew 4 BMior parle des artiges contiguadaa aa
rojecto que a nobre committo oflereceu 4 cea -
sidecacao da caaa ; e, pois, me cumpre dar as ra
zoes, em virtudo das qeaeaaaslm pens.
Antea, porm. de entrar, Sr. presidente, ns
preaac*o a aa analyse deUlbada de cada um dos
atigoa desee projeeto, proporcao que forem
Uas susmettidoa a discassao, pormitlir-me-fea a
Aso, qaa (ac sobra todo ella unta rpida, mas
omprehensiva ayntheae para qae imelhor poaaa
lkmar o meu juia, com rela$c a cada um dos
eos diversos tpicos.
V, por cooeegaiote, a caaa, que eu nao me
tjraponho entrar aeasa'diacuasac ampia aobre po-
ltica, debaile do aapecto puramente administra-
vo ; nao so porque me nao asa ate a mnima ra-
ao para tue-lo, aeno tambera porque entendo
que easa apreciado levar-nos-hia longo, e, dee-
taodonea da vardadeiro ponto que est aujeilo i
liacuaso, nos iiia collocnr 00 teireoo desagrada-
"1 e sempro inconveniente das r criminosas odio-
asedas repressliss pouco delicadss: eu, por-
tado, eotrarei oa queatae.
Nao eoteodeodo que o projeeto ofTerecido pela
oobre cemmitso esteja morlo ipso fasto, em
irtude da preferencia que se acaba de votar, ra-
lativamento ao substitutivo, eu tralarei de moalrar
em geral as razoes, pelas quaes rae parece que o
projeeto da oobre commiaso nao satisfaz ao lira
a que de ve attngir.
O proieoto, Sr. presidente rnssnle-se de um
grava defeito, face do qual a maior parle doa
seus artigos sao insusleotaveis 0 pensamento
capital do projeeto, que outro nac sanio Usar a
W destacado, avilando oa costn daa remocea e
4te transparles, tende de um moc o directo a que-
brantar as leisda uaiformidade, a revogar a disci-
plina, ea fazer perder ao corpo de polica toda a
idea dos devares propriamente militares.
O Sr. Lucena :E porque julgn o oobre depu-
tado que dar ser urna forca militar ?
O Sr. Torres Baodeira : Collocada a forca po-
licial em pequeos deslacameoli, nos diversos
pontos, nss diversas localidadei, comoquer o
projeeto, essa forco nao obedcela desde enlaa
maia a um syatema de unidade, a um plano regu-
lar, que a torne uniforme, e que, por astim dlzer,
Ibe imprima um carcter de coheio em todas aa
soas putea. Deaapparecei desde logo esse laco
de indispensavel uniao, que dev existir u'uma
tal iottituicio, para que poasa ella auxiliar a ac-
cao da forga administrativa : desaparecer deade
logo, por essa forma, a scalisac.ao regular e cooa-
tante ; e noa veremos, que bem le pressa esseo
pequeos destacamentos, viveodn do urna vida
propria e m separado, assim red izidos e mutila-
dos, se dssprenderao de um ce airo commum k
que devem obedecer, e d'oode Ibes deve partir
toda a forca, toda a eoergia do mcvimeolo.
ei
___to
capital acabei do expor a como o projecie tubs-
titutivo offerecido cdo meioobre collegs eamtgo,
o Sr. Souia Res, qaa conserva a actoal ordem
de cansas, (ai desappucctr todos estos incen-
venientes, ea nao teono a menor duvida em pres-
tar-lhe a meo aasaaitimeato.
Nao possivel. aenhoret, quo eatejamos ledas
os annaa a innovar, somante pela aimples pre-
sumpcao do que pode apparecer um melhora-
mento.
Sr. Feoeleo: Apcisdo.
(Ha am aparte.}
O Sr. Torrea Baodeira :-Eu nao posso respon-
der a todas os apartes do nobre deputado ; se me
quer contestar, peea a palana a fa(a-o.
Sao estas, em geral, as considerares, em isla
daa quaes me opponho ao prejecro da commiaso
de polica : quaodo ae tratar de cada nm dos ar-
tigos em que sa acha dividido sala mesmo pro-
jeeto, oa farol sobro cada am delles as observa-
5es fue me parecerem convenientes.
Voces :Muio bem, mailo bem.
REVISTA DIARIA-
Ns sestao de hoatem, tratou a aseembla pro-
vincia da 8* discassao do projeeto, que sbre um
credrto suppiemeular ao goveroo para algumaa
verbaa engoladas do oicamaato urgente ; a sen-
do volado, foi approvada.
Depois O'ialo, Sr.Cunhs o Figuereido lomando
a palavra, tai reelamaedes acerca de um discur-
so do Sr. Arsujo Barros com rela;ao eleic&o do
Sr. commeodador os Beato pele 3 circulo ; e
eguinJo-se-lhe na tribuna o acamo Sr, Araujo
tarros, defeode-se da inculpacio que astim Ibe
fetts.
Entrando em discassao os addilivoa ao projee-
to n. ia, em que sopprime o lagar do tabel-
liao e de escrivao do civel do termo do Nazareth,
e outro que crea oesta cidade am lugar da esen-
vo de ausentes residuos e capellas e outro do
escrl-o da fazenda proriocial, tomou a palavra o
Sr. Peoelon em opposio a esta ultimo additivo,
e enoerrada a ditcusso levanta-se a setso por
falla do numero.
Alemdaa materias ji dsdss, faz paite da'otdsm
ao*ia de ho ultima diacusio dos addilivoa e
a I do orgameolo provincial.
Hojo se devera extrair a 3' parto da 5* U>
a Ai? bneflc, d* maula de S. Pedro Martyr
de Olioda, no consistorio da igreja de Nossa Se-
nbora da Rosarlo de S. Antonio.
Por portarla do 13 da crranle foi comeado
secretario da directora geral da insUuecao pu-
blica o Sr. Salvador Heariqua a'Albuquerque,
que jj exercia interinamente esse lugar.
Essa nomeago 6 sob a oeodicao de nio perce-
ner o nomeado o vencimentoa de jubilado.
Do Maranhao eacreve- noa o se guite :
t O mi estado de miaba ssude, foi o motivo
que roe obrigou a ioterromper a micha corres
pendencia, porem, merc de Deoa, i indo me-
lor, nao quu por mais lempo deixar de dar-voa
noticias mioass.
ii.*,/a5 T?U) p,ra qie eM* tii,* i* i*
livre do mal que a aflige, e que brevemente o
eatado sanitario Oque como dselo. Nos poraqui
que0eoUO, b80', U" "**' Pr'm "nlM ""
Nada lem por aqui occorrido de maior inte-
resjv?,
Segu netle vapor para o sul o Dr. Julio
*!*l ?"raDgVr Bi,ane". q fi exhonerado
da chefatura de polica, quo aqui digna e honra-
di mente deseropeohara. E peana, por quaoto
fn..n' B",,ac<)"rl magiatrade honrado, e
Z! ? *'V Deos q.Ve'"' iue tewuto
seja iao Dom como elle.
t A nossa poltica est por em quantp mora
as parcialidades esto come qaa confundida ta-
mos caimana poltica, al que venha aatra elei-
?ao dispertar os nimos, escandecer oa cerebro.'.
e reavivar os odios-
Tal a polilioa nesta miaba infeliz provia-
'< O Exm. Campos Mello, al agara lem aido
um administrador imparcial e justo, e cooUamoa
que assim continuar a aA la.
O nosso ihealro, alies um dos piimeiros do
imperio (dizem os vjaittee, a nao en, que nunca
sahi de minha toce) eslava a desabar. Durante a
admiDistrarjao do Sr. Dr Silveira da Soasa, os
engenheiros (nao sei se civis ou milittrea) encar-
regados do orcameoto do sen concert, avaliaram-
no em 75:00OA, Ors. nao podando a provincia
dispeoder essa oacaleflo ficou de neohum effeito
o projeeto de sen concert. Beoigooe ventas tra-
zeos a nossa provincia o Sr. Germano Franciaco
ae uiiveira, que requereu ao preaidente da pro-
expenencia prova, e prova mais com ella a do, entao Primo de Aguiar, que aa encarre-
proprla razio, que a localisagaoili torga, cujofim >8Va Q0 concert do theatro, mediante 30 000*
auxiliar aa autoridades ns seguienca e garanta .A Preaidencia aceitou o offerecimedo oa proooe-
da commaonao, nio produz essea resultados van- i ,ai e fi* que o Sr. Germano mette mos a abia
tejaaoa, que primeira vista parecera produzir. I Em menos de cinco mazas aprsente nao um
Vemos, ao contrario, que esses destacamentos, i oncerlo, maa urna reforma completa no nosso
localisados em diversos ponlos, a.ii adquiem em heatro ; porquanto sendo elle feito pelo aystems
pouco lempo relaces lio ntimos, abi familia- ["ligo de camarotea techados Moa, o auateotado
naam-se lauto que vem a ser naja menos que o a frente por columoas de madeira, agora est
echo desses mleresses peculiares, desses espri- galeras suspensas, como deesa capital tendo
cbos que dividem as pequenaa loc/ilidades; e con- Jpenaa ama baixa divisao para cada familia d
verlem-se em '
serrem.com a
cuja oceupacao
moralidade em
b instrumentos valiosos deque ,se Qrma l"e urna pessos collocada no fendo da ga-
1 maior facilidade, esses individuos,' 'eria 8" lado como a da frente ; finalmente o
ao principal praliear loda a im- rr Germano deiioa intactas as qwatro aared'es
negocios eleitoraes.
j qaatro paredes
J principaes, ludo mais novo : e isto por trida
tu oso posso comprehender quu a polica, que onlos, quando menos obra ol oresda oor 75
texo por tim nada menoa do que 1 propria ordem ontus 1... r
da sociedade, deva ser orgaoisaila de um modo, I 08am ossabios da eicriptara etc. Anda sa-
que contrare completamente esse fim, que o 00-, ""> mesmo slguos dasejam murmurar descon-
nha em circumslanciss da nao poder preencher ua mJMao, da nao poder cumprii o afettierattsm PaM0 1ue _obrs livesse corrido por coda do
quo a sociedade ao prope, mediante essa mesma goveroo, talvez muita genle se arranjasse I
iaslilui(ao policial, que ella promava e maniera. Couaaa deate mundo I
Tal em ultima aualyse. o alcmee deale pro- j N<> JfWrjte emngundo ealgum aiodo a integri- ,0 Sr. Germano dar a primeira represeutaco
dade do corpo policial, eres corpos parciaea, que | p,or a^" em theatro, nao posso deixar do di-
rao, por aasim dizer, lirar ao eoid.ido a iodepen-,zer Iguma cosa de um particular ] onde reore
nico apaoagio. O que aer enlam (alias magoicament*) algn'ns mocos cu-
riosos. *
deocia que o aeu
do principio da aubordinaeao, oomuo da diaci-
olida do corpo policial,desde o memento em quo
virmos que esses pequeos ncleos da mesma for-
No dia 3 desle mezlavaram scena nm dra-
ma ornado demueica.que ae intiiulao Diabodo
ca se acham espaihados por diversos logare*,; Drt J?io Climsco Lobato, drama bastante
e aem urna relagao que oa ponha na posicio ds
dependencia da um cedi ?
Como ae poder promover o dirigir perfeila-
meoio o aernco. a que deve ten 1er o corpo de
polica, segundo a nalureza da aun propria niti-
tu(eio, e mediante aa condicoea de perfelta ragu-
larfdade, deade o momento em que eaies peque-
o* destacamentos, collocadoo em diversos pontos
da provnola, se sebarem abi perftiUmente liga-
dos com interesaos peculiares ? A disciplina na-
turalmente se relaxar, comprme le-a, por ceno
*wt organisaco aasim concebida ; e a aubordi-
naeao, que, no mea fraco enlemlar, nao digo
j a nica, man 1 primordial concico de regula-
ridado para corpa* semelhante., desspparecera
completamente, trazeooo, como cor tequencia ioe-
vilavel, iocoovenieates que com difficuldade ae
poderao prevenir qae ser difflilliir o remover.
Ea nao posso prescindir da orgiuitacio militar
do corpo policial, porque entendo, como o oobre
deputado, o Sr. Souza Res, que a commissio,
estabelecendo as destacamentos lucaes, e guar-
dando de alguna aorte eue corteja que faz apro-
ximar o corpo da polica de nm co -,jo militar, re-
conhaceu, tpao-/uto, a neceaaid.tle da conser-
var-lha um cedro.
(Ha um aparta.)
O Sr. Torra* Baodeira :-Maa, qs e nsceasidade
tema noa de esUr lodos os diss 1 modificar a
tratuaorasr loda* a* cousas, quando nao sabemos
aem temos urna experiencia tal, que noa demons-
tr* que casis innovacea preanchem o fim de uli-
litedo a coaveaiencia T
OS. Torres landair* : A queitio obre*
ioeaiisacao ds for?a policial, e esta localisaco ate
pateca am nodo mal, porque d.i tro* pela raz
toda a asuformidade, toda a auboraiaacao, Ma a
dioeipllo*, oMdseda* indisnanaatei* s urna boa
ardat, alm do que faz desappsrecor a al impoo-
aibilila a flicslliaco, que Ismbem smadis cod-
so, nao s pelo bem cam'binado enredoxomo por
uas scenss verdadeiramente cmicas.
* O Dr. Lobato aass conhacido oa repblica
das letlras, para que meua elogios Ihe dem
maior mrito, ao que j poesite.
a Vou, porm. oocupar-mo de um moco, fllho
desta provincia, e compositor do muaica para eaae
trama, qual aeja o Sr. Leocadio Ferreira de Sou-
za, que nao ha aei* anuos aablo da caaa doa
educandos artfices, desla capital, onde estodou
a msica, aendo boje o meslre da banda de mus-
as desse eslabelecimenlo.
A' esse moco, pois, cooQou o Dr. Lobato, a
composic-io da msica do seu drama.
O Sr. Leocadio nao illudio, e burlou a con-
an(a do Dr. Lobato, ideotificou-ae lado com o
pensamento do autor, que i elle proprio oavimos
dizer:Se 00 proprio compozesse s msica des-
te meu drama, oio a faria melhor.
< o drama, depois de ama scena jocosa, lem
outrs na, e a vezes triste, e nesiaa alternati-
vas vsi al o seu desfeixe. Ora d'aqui se v que
mnito variada tinca de ser a msica.
Mas o Sr. Leocadio nao ae acobardou, cami-
nbou par a par do pensamento do Dr. Lobato o
apresentou urna muaica em verdedo magnifica,
limlU blI)811lma : luUndo .inda com nutra
difflculdade, qual a da ansioar curiosos, que na
maior parle ignorara totalmente a musiea.
c Finalmente o Sr.Leoudio arrebatou aoa ox-
pecladores, que nao esperaran tanto delle, por
$r folho c d. Ierra.
a E para notar-se, alm da* bailesas da m-
sica, sus orjginalidsde, por quaoto, em toda ella
(ualro actos, multo ctnlsdos) nao se ouva um
so pensamento imitado.
a Um dos sedeos que mulo o mo|to no*
Itsdoo, foi am reciuvo dovele oilava*. quo
ha 00 taiceUo acta (*),
c O nomo do Sr. Leoeadlo Ferreira de Soata
at agora foi ignorado, porm de hoja em diaate
convencido ettamos do contrario ; a musir do
dramaDiabocomposta por alie, foi umaeora
da gloria que elle collocou na fronte, e que test-
nftsr o sen nomo como grande msico.
a O Sr. Leocadio nunca aablo desla provincia,
o o quo aabe deve ao eatabelecimonlo onda
aprendeu,e sua indiligencia- A cava dos Edu-
cados Aatfficea da.la Kovteols, tam preatedo
relevasWsjs) serricao njoaaa njfcidafjs^porf-in-
lo moaam.qae se* meioa de 1 .!, uiajalo*
je aajassem oertooos sagmeomotto o oaotaro
doa aasos pesado* | aoatedadtt, teste da criacl
desta) estabeleciajonto qua davaasoo ao Uado
Dr. falo Aotorrlo d> randsv ia* asis si, 4
4 eonlerrsaaas, aaobtbateda mouo para.*
regular marcha dos trabalhos e esludbs desss
cl os sslaccos do san. Inssnsaial director o te
nente-corenel Antonio Jee Peteira Naia.
< Ha das reuniram-ae algumaa pessoss com
foro* de litteratos para crearem um coniervalono
dramtico nesta prorioea, e nomearam a mesa
admioiilrativa provisoria, bem como urna com-
miaso para a coofeoQio doa eslatutot.
r Daos quetra ave nao Qqud s nisso, e que
tal projtcto ae realise.
Acerca do laclo de que hootern tratamos,
envls-nos o Sr. subdelegado de Santo Aolooio,
a seguinle racli8cac,4o, que moslra a injusllcs
do nosso ioformsnte:
Sr. redactor 4a evitta Diaria.Ji sus /?a
vitta do jornal de boje d noticia do cadver de
uma muiherqae fallecer* em urna caaa, do boceo
do Pociobo terca-feira, e aioda hontem se acba-
va insepulto, sobre o que a polica ia tomar co-
nhecimento. B como da simples leitura dtua
noticia se possa irrogar a polica o haver negli -
genciado aobre ate caso, julgo da mea dever, na
qualidade de aubdelegado deata freuezis, dar
alguna esclarecimenlos do que se patsou a res-
pelto.
No dia quartafelra, pelas 8 hora*.4*. msnhSs,
apreaentou-** nesta ubdelegacla um homem
com o attettado de um inspector do.qarteirao,
em qae dizis ter a fallecida suecumbido de ums
hydropisia que ha muitooffris,a ser nimiamen-
te pobre, para o fim de aer enterrada pela cari-
dad*.
Neste sentido mandel tirar a licenja do paro-
dio para o enterro por pobreza, exigi Jo todivia
atteslado do facultativo, que provase a molestia
de que a mulher havia fallecido.
Por volla do meio dia foi-me por nm soldado
apraaedada a licenca do parocho para obter o
valo para a cmara municipal mandar proceder
ao enlerrameoto, mu oio rindo com o tttests-
do do medico, tornei s insistir por elle; pelss 3
horas da larde voltoo. o primeiro indirdoo dizen-
do ser irmo da finada, e que pelo sea estado de
pobreza e proloogamento da molestia de sus ir-
mia, nio tinlia podido chamar medico, pelo que
Ihe era summamenle dilcil obter o attesUdo,
apreseotando-me de novo outro do inapeclor
confirmando de novo o que elle acabava de di-
zer, por ler inleiro coohecimento do facto.
Nealas circumstsncias, e vendo que era indis-
pensavel d>r-se sepultura ao cadver, lance! o
viato na licencia do parocho pars ser- apresentada
a cmara e obter a guia.
Pela 7 horas da nolte, quando eu julgava ter-
se feito quelle enterro, tollou o mesmo iodlvi-
do, a*dizer-me que o empregado da cmara eo-
carregedo de pastar aa guias Ibe liona Segado,
sea dizer todava a razio porque; racliQquei de
novo a liteoca, declarando sor orejaste o enterra-
ment, pelo estado am que j devis estar o corpo.
Voltou ainda o mesmo pelas 8 horaa, dando par-
le da mesma recusa, avista do quo mandei um
inspector de qarteirao a Boa -Vista, a casa da-
quelle empregado, para qaa explicaase o motivo
dettt recuts, intistindo outra ves pele enterro
com urgencia ; entao respondau o empregado que
aquello homem tinha ido a sua caaa aa 4 horas
pedir s guia e elle respoodeu-lhe que nao tinha
em easa impresao assignado, porque t Ihe era
permittido leva-loa aoa sabbadoa para sslitfater
as necessidades de eoterrameolo nos domingos
dizendo-lhe itso mesmo quando voltou depois dss
7 horas; portento s culpa era delle nio ter ido
em lempo bua.ar a guia oa eecretarta, e asaim
nio havia remedio sanio deferir o eoteejro para
demanhia, o qnal effectaoa-se depoh de abarla
a casa da camera, emeragsndoea todaafdiligen-
cta a eaae respeito. Do qae vooho de dizer se v
qoe a negligencia paaiio *.. paasoaa/Wagen-
cisram enterra, aando aar recibidos do caaailerio aem guia a cmara
municipal oa cadaverea doa que aucemmbem do
cboler*. if
Julg* lar explicado quamo convm ao caao de
que te trata.
Betifa, 16 d mata do 1861
Manoel Antonio de Jtim Jnnior.
Hoje d o Club Commereial a sna partida
mensal.
De noliciaa recentes de Serinbaem consta
que lando invadido o cholera aquello ponto, ia
todavn em grandes estragos ca popolacao.
Na cidad do Rio Formcso ji tinha se dado nm
caao mu caracteriaado ; e em alguna engeohoa
tem apparecido htolosento, fazendo sus1 victi-
mas.
u-. CnamaB<* sttenio ds competente auto-
ridade para uma Uberna do largo da Penha. on-
de se rene elTectirsmente orna percio de indivi
0S .V! e caP,'?0 a a>boa oa sexos, qoe por
obscenidades que proferem livremenle. porques-
loes que suscilsm entre ei e sos transentes, e
pela embriagos em que M conservara habitul-
mento asa am elemento conatanle e all perma-
oenie de mcommado e escndalo pblicos
A moralidade a a tranquillidade exigen que se
faca ceasar semelhante eatado, cuja exiatencra
amento nconpativel coro o decoro pablico
1") E *lope inUiulado galope do Dlsbo
porqus finalisa o segando acto.
manhai reunem-se os conselhos de qus-
liUcacao para reriaio eoualificac.aoda guarda na-
cuma 1 da provincia, segnndo estatuam ss inslruc-
Soes de 25 de ouUbre de 1850 e o decreto de 12
oe marco de 1853, n. 1130.
Remettem-nos1 as seguintee linhss, cuja ma-
teriaurge pela providencia aolicitada :
Se bem que tenbam aido, quaai samore in-
frttctiferss s recommeodioes. que hsv.mo.*fei-
to a alguna Sr. fisese* ; todava nao ao* mwm-
remos de reptil las. todaa aa rezes que sntender-
moa aerem ellas em beneficio do povo.
t lato posto, recommeodamos ao Sr.fiscslda
reguezis da Boa-Vista se digne ranear sus* vi-
vLSZSL&SS* <,U 1"> existem na
Tsmsrlneira, onde se vende manteiga nuturad*
com banha. e carne verde da rezo* esocadas e
talvez mora, por alguma cobra, ou serva ele
lea don pesos, que psrecem ser de um nov
padreo. Finalmente se S. S. se der soaj.balho
de por alli.pp.recer, sem ser .jw-aoo, encoa-
irar algum motivo para fazer obaervar a lei
certoa especuladores. ", a
Eis o centesimo trigsimo sexto
c Bolelim ofjicxal.
n. meUIS offic10 de,U, dala '"lio a Magdale-
Da f. s-. E". commuoic* o Dr. Bellamino Crrela
a Oliveira Andrade, que coosidersndo tttlncla a
epidemia noa logare* de que te compon o di.i in!
to medico confiado a aeu* cuidadoa, dpor-Anda
a sua commissio. -femnaa
Em um offlcio de 14 do correle drinida da
reguezia do Becife ao Dr. chee de po2fc? DQ,
> encaminhado presidencia da srovlncia
mSttSl* r?'p1cUf0 8uboe''ado Amonio Go-
mes Miranda Leal, que nesse dis pela, hora da
manhaa fallecen do cholera o heepmtol Vol
Cancto morador na ra da Senzala-VtJna
1862AS hr" d* ,Mde d d" fl< n>,'i0 d
.<.,. Dr* 'airo. >
Pelo Sr. delegado de Ipoiuca fot preso o
cSrSoTFeHx^oS.!6"1 ,M Wrhe0.
F,01 recolhido cadeis da Garnteos pelo
reapeclivo delegado de polica e deserte; do ejer-
cito Antonio Baplista de Mello.
Acabam de chegar, remellido* p*i D0licLm
da provincia da Parahyba. requiaic/ci di 'o-
ta provincia, o* porlugaezes /os Siaet dos
Ssnto* e Jernimo de tal, para are%7aofios
em crime de roubo. wguasoe*
Movimenlo d* enfermaria da
tenb&o do dia 16 de maio de 1862.
Tiveram alia da enfermaria :
Eugenio Paulo de Sllra.
Amonio Joaquim Soarea Lisboa.
Antonio Francisco de Souza,
Joaquim, africana lirre,
Baymundo, escravo de Francisco Punca.
Gaspar, escravo de Jos Leopoldo da Slva
Tiverm batxa para a eofermaria:
Benedicto, escrao ds Auna Francisca d'^lbij-
Lscerda, indegtsto.
^"L^f'**!!510 DA pouu- (Extraxto da par-
te am dia a la da maio.)
. **w 'tealhidos casa da detengo no dia 16
da) oarraot* :
A* ordos do Ulna. Sr. Dr. chee de polica, o
partagoea Jea Marta Telle, branco, de 30 anoos,
am atecio por auapeito, ritto ter apparecido
Dorao do vapor inglez, como patsageiro, vindo da
Babia aem patssporte.
m.'M? a" i ,uMb*,K,, d Antonio,
im ro da Silva Naae*. baoaco. e M snnos ;
dfoulo Jos Cardoso Moatearo, a 20 sanos, e o
africano Jos, tsmbem da ID sanes, aaaravo de
Lsiz Cae tao Borgss, todoa carroaeiraa, por in-
jaccao de poatnras|mtwi*teass ; a bem aasim Ma-
noel.da annoa. sam o Besa, aseraro d. Albino
dav Silva Leal, por anaar tofloo.
SVre?rd0 il?l''sW Pertira Franco,
ida do51.annoa podaero. por deobooienet. e
ana uartioba do Nascimento, crioula de 20
annoa coatursira, por ebria e ser desobediente.
- O chefe da 2 essio,
D J. O. de Mt'quita.
rastsgeiros do vapor braaileiro Oaopoe*.
vindo doa portos do norte : Dr. Paulo Adran
da Malta Albuqoerque, Joa Mara Ferreira da
Assumpcao, Manoel Theodoro Teixeira.Raymun-
do Munlz Nonalo, Candido de Albuquerque Mon-
tenegro, Lindelone Comea da Silva, Joao Paulo
Ferreira, Alexandrino Carloa Mais, Manoel Pa-
checo do Andrade. Joio Aniooio da Silva, Iho-
maa Jos Meirs, Manoel Joa Forietra Gutmao,
Manoel da Silva N*es. Issbel Francisca Coimbra
Malunno Baaoao da Mello. Henrique de L B>-
que a aaa sedhora, Thoataz Eslibsl, Juan Pe*oo,
os cnmioosos Jos Simio dos Sanios e J-ronymo
de tal, eeeeitado* por 4 pravas e 1 cadete, 1 aar-
gento e dasartoroa, 1 escravo a entregas a viuva
Amonm & Firho. m
Svguem para e sul: Senadoras PreJarico de
AaVeida Albuquerque a 1 escravo. Antonio da
SaaJI Y***0*" 1 aacravo, Miguel Fernn-
daa Vieira. aaa aeahora e 1 esetavos. Dr. Domin-
gos itogualr* Jaguanba e 1 escravo, Dr. Manoel
Fernandos Vieira. ua senhors e 2 filhot, Dr. Se-
verioo Alte* de Cervalho e 1 escravo, Or. Julio
Cesar Berengor da Bilencoart, ana aenbora, 2 U-
Iho o 4 escravo*. capilio Constantino Jote da
Costa, olfatea Candido do Prado Pinto, sua aenbo-
ra e 2 criado*. Tbomaz da Coila Brega, Arcedo
Onerio Banaquios, Joaquim Antonio Homem L
Joa Boato da Barros, cadete Bicardo Correa de
f*,a .Antonio Ra y mundo de Carvalho, Manoel
Jos Vieira de Araujo, Frederico Aolooio de A.
e Silva, Beroaroieo Pereira Pacheco, Jos Perel-
ra Vlente, 24 piac,aa do exercilo e 26 escrsvos'a
entregar.
Obituario do da 16 db maio. no cemitb-
rio runiico :
BsMte Jeronyma do Vaaconcollos. Pernsmbuco.
35 anaoa, viuva, Santo Antonio ; bydropeaia.
Maooel Francisco Saraiva, Paraambuco, 60 au-
no*, viavo. Boa-Vista ; encaphalite.
Maooel, Peroarobuco, 5 mezes, Recife : convul-
soes.
Luiz Fr*nci*co da Costa, Pernambuco, 70 annoa,
iuvo. Boa-Vial ; ttano traumtico.
Mara, Peroamauco, 2 anno*, Boa-Vala; ma-
rasmo.
Josquim Msooel Correa, Baha. 27 annoa, soltoi-
ro, militar. Boa-Vial* ; cholera.
Luiz. Pernambuco, 2 mezes, S. Jos ; febresma-
relle.
Serafina do Souza Barboaa, Pernambuco, 54 an-
noa, caaado, Santo Antonio ; cholera.
Joao, Pernambuco, Santo Antonio ; ignora-se s
moleati*.
Aolooio, Afries, 36 asnos, aolteiro, eecravo, Re-
cife ; cholera.
Joa Antonio Gomea, Portugal, 35 annos, aoltei
ro, Recife; laterita.
Isabel Francisca do Amor Divino, Pernambuco,
60 anoos, solteira, S. Jos ; enlerite.
CHROmCaTjUDIClARIA.
Tribual do commercio.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 15 DE MAIO
DE 1862.
f RKSUlENCU DO EXM. SR. DESEMBARGADO!
V. A. DB SOUZA.
A's 10 hora* da panhia. reupidos os Sr*.
deputado* Reg, Lemos, Bastos e Silveira, o Sr.
presidente declarou aberta a sesaio ; sendo lids
e approvsda a acia da ultima.
EXPEDIENTE.
Foram preaeotea aa eolacoea ofuciaes dos pro-
?os correutes da prags, da* ultima semana.Ar-
chive-so.
DESPACHOS.
l.'rn reqaerimento de Manoel do Coulo Guedes,
pedlodo o registro da nomeac.io de sen caixelro
Augusto Ribeira Lima Chalaba.Como requer.
Outro de Horacio Tiburcio da Cruz Muoiz e
Francisco da Silva Machado Lobo, pedindo o ro-
giatro do sea contrato do sociedade com o addi-
tamento quejuotaram-lhe. Assigoe o addita-
meoto o aocio Lobo.
Outro de Jos Moreira Lope* e Antonio Corres
de Vasconcelos, pedindo o registro de seu con-
trato social.Regislre-se.
Outro de Joa Joaquim de Lima Bairio, Por-
tugus, de 36 annos de idade, domiciliado o es-
tabelecido nesta cidade. pedindo seradmittido
matricula.Viata ao Sr. deaembargador fiscal.
Outro de Luiz Antonio Rodrigues de Almeida,
salsfazendo o despacho deate tribunal de 3 de
abril prximo passado.Paaae se titulo.
Oulro de Jos Rodrigues Sordos e Martiohe Lo-
pes doa Bais, pedindo o registro do contrato de
sua aociedade, sob a razio de Rodrigue* & Reis.
Na forma do parecer flaca).
*
-------
Nada mais bovendo 1 tratar, o Sr. presidente
enceirou a sessao s 3 horaa da tarde.
n r^>
Coramunicados.
No vspor Ontiia, seguio par* a Europa, o Sr.
Dr. Joaquim de Aquioo Fooseca con saa flP
milia.
Nao pequono numero de amigos o aeompaaaa-
rsm sl o-ambarajae, aeada saodoao* Ihe dorara
o abraco da deesodida.
O Sr. Dr. Aqatea Foasecs, m atea mam das-
tinelos medico* do noeao pete, la* tem eeata
qualidad* prstete graatea eimportaatea satvi-
?oa quer *m teaapo* ateinsitoa, qmea as erlaes
epidmica* pos que tea aaaaeda esta provaote.
Agora mesmo que 00a tamos visto em lata
COM dLL4V fltiiftaaaaimM t> -- >-- maaaiaksaai (. 1.
w W' m ^avm>t w Uliuiviu- calul UTO 1 aTTB
amarella, presin o Sr. Aquioo e gratuitamente
servicoa bem roleeaatee, eomo membro e aecre-
tario da commiaaao central de soccorre* mdicos
Recooheclda illustra?io, o alta iolelligeacia e
habilidade, tem grangeado ao Sr. Dr. Aqatno
tonaaca moiU consideracao dentro e fra do im-
perio o uma numerosa clnica aeota cidade a pro-
vincia ; a nio tem asudadeao pozar que st fa-
milias que formam eeaa dioica o vem eaparar-eo
de nossas plagaa, fieando astim privada* da as-
sistentia de um hbil medica e dedicado amino
ainda que tem porariemente. '
Bonanzosos marea, proapera e feliz riagem o
volla brevo, o que desejsmos. Assim seja.
Correspondencias.
co
Srs. redactoret. Como somos amaotea da
verdade e do* homens db honra o de eriterio,
nao podemos deisar de recorrer s preciosas pa-
ginas do vosso acreditado jornal,, para dizermoa
algumaa palarras acerca daa injustas aecueeces
qoe se tem feito soIllm.Sr. eorooelTrsiaoo Ce-
sar Burlamsque, commandade dosis presidio, e
sea honrado fllho o Sr. cadete Maooel do Nasci-
mento Cesar Burlamaque, nos peridicos Ordtm
e Liberal, de differeotts dsta* ; cujos paaquina
asaignados peloLampto da aldeiatemo* li-
do com desprazer nao s porque lemos pleno
coohecimento daa boaa qualidedee de que sao
dotados lio dignos servidores do eslado, mas
tambera porque julgavamos que na poca pre-
aente nao nouveatem homens capases de adulte-
rar a verdade publicamente, s6 com o filo de des-
acreditar o probo e o honrado.
Posto que nio (enriamos a honra de conhecer
de peno aofamigerado autor dos artigos sssigoa-
dospelolampto da aldeia-, todavia oio nos
podemos furtar a fazer um possimo julio desse
viiaoamigo dos embustea, que sem duvida es-
ta encanecido na carreira dos crimes, guiado qui-
ta pela ambijio que o domtns. Neete ceso di-
remos que, qaem oio tem honra, a ninguem pe-
de honrar. r
Saberao* que o Illm. Sr. coronel Burlamaque.
o aeu cara lilho oio precisara de defensores, por-
que ambos sao de criterio anfficiento para desfa-
jar os sraozeis desse esbirro msacarado ; e nio
foi com essa* vistas quo viemo* o prlo para
otierecer ao publico o que sabemos a respeito, s
stm tomos conduzidos pela verdade pura e sem
mistura.
O Illm. Sr. coronel Bnrlsmaque, assumio o
ominando deste presidio em diaedemezdeju-
lno de 1861, e deasa data em diado eate presidio
tem melhorado em todos os seus ramos de aer-
nco : tem esse dittincto commsndsnte acabado
com centenarios de abusos qae d'aotee progre-
diam admiravelmente, como fosse am celebrri-
mo descont que violentamente se fazia oaa dia-
nas dos sentenciados, a ponto de oio receberera
um to real : tem feilo regulariaar as pagamentos
dos meamos sentenciados e pravas destacadas
recebeodo cada um a quaotia Ibe devlda : tem
concomio com todaa aa forcoa para que a fazen-
da publica lacra com o trabalbo agrcola dos
presos, abi esli ss prova*, pois que a farioha
at boje distribuida aoa aentenciedo* da mane-
Iscturacao do presidio e nio vinda do Recife co-
mo d antes : lem feilo regulariaar os trabalhoa
des diversas oQicinas de apatari*, carpiotaria e
ierran*, o oode provm nio pequeo lucro fa-
zenda nacional: lem coadjuvado para que a
eructa pregrida, fazendo consumir unieamente
aquellas cabeca* de gado vaceum o ovelhum in-
dispenaaveia aos doente* da enfermaria. aaa diaa
de testas naciooaes em que se reparta a carne
com os empregado*, sentenciados e prsgas desta-
cadas11 e a algum navio de guerra que aqui vero,
quando deila neceatita, da qual ae remelle o
compleme conhecimeoto Ihesouraris de fazen-
da : tem feito edificar caaasde lelbapar* melhor
accommodagao dos empregado, e mesmo aug-
mentar a edifleajao do presidio que estara aen-
tindo-se pequea para o numero de aedenciadoa
existentes; tem estatuido vigilante policiano
presidio que nio di lugar a havorem discordias,
a excepto de um ou outro caso muito excep-
cional que se nio pode prevenir ns msis
pracs, recommendsndo cuidado
silencio dos
cea de de-
SESSAO JUDiCIABIA EM 15 DE MAIO
DE 1862.
PRB81DBNCIA DO EXM. SR. DBSEMBAR6AD0B,
SOUZA.
Secretario, Julio Guimaret.
A_meia hora, o Exm. Sr. presidente abri a
sessao, estando presentes os seohores desembar-
gadores Villares, Silva Golmaraese Peretli, a de-
putado* Reg, Leaos, Bastos e Silveira.
Lid*, foi approvada a acta da sessao ante-
rior.
JLL6AMEM0S.
Appellanles, Altea & Companbia ; appellado,
Antonio Eroygdio Ribeiro.
Designado o dia de boje
Sorteados oa Sr*. dapuladoa Reg e Baatoa.
Relatado o feito pelo Sr. deaembargador Vil-
lares.
Foi confirmada a sentones appeliada.
Appellanles, Meabau & Norri*. por aeu pro-
curador ; appellado*. Seve, Filbos & C.
Designado odia de hoje.
Sorteados os Sr*. deputado* Silveira e Beg*.
Relator o Sr. desembsrgador Villares.
Foi coolirmada a sentenca appeliada.
ASSAGBMS.
Racorrenle, Luiz Jos de Mallos Pereira e Ca-
iro, como curador da h eran es j icen te de Ao io-
nio Joa Alves Pereira e S ; recorridos, o Dr
Lduardo Manoel Francisco da Silva e oulro ad-
miniatridorea ds massa fallida de Jos Pereira de
AUi*bT
Do Sr. deaembargador Silva Guimarie* ao Sr
desembargsdor Peretli.
Appellante, Antonio Jote Moreira Poole*; ao-
pellado, Joa Goocalve* Malveir*. F
Do Sr. deaembargador Villares so Sr. desem-
bsrgador Silv* Guimsriee. *. waas
Appellantea, Alveadi Companbia ; appellado
Antonio Emygdio Ribeiro. kkiuo,
Appellante, D. Marianos Dorotha Joaqun* ;
appellado. Maooel Pereira Magalbie*. '
Appellante. Mauoel da Silva Passos. repreaen-
' Na P,M0 d0 R' de Janeiro :
fPi!iS 0"*!1'"0 & Irmi0' ei"oores ds mass
fallida ds Novsea & C.
Appellante, Aniooio Jos Das; appellado.
Jos Airea da Silva Guimarie.
Do Sr. desembsrgador Silva Guimarses ao Sr.
deaembargador Villares.
4C6RAV0S.
Aggravanle, Frsncisco Amonio Pereira da Sil-
va; aggravsdo, Antonio Goncalves Pereira Lima.
O Exm. Sr. preaidente den provimento.
Aggravanle*. Flix Saovage & Companbia :
aggra vados, Moreira & Duarle.
O Exm. Sr. presidenta deu provimento.
Aggravaote, Antonio Jos Conrado ; aggrava-
do, Leureaco Luiz das Naves.
O Exm. Sr. presidente negoo provimento.
Aggravanle, Luis Antonio da Souza Ribeiro :
aggravado, Manoel Joaquim Rodrigues da Sons!
O Sr. presidente deu provimento.
Aggravsde, Antonio Jas Conrado; aggrava-
do, FranciKo Pedro da Cruz Nares.
O Exm. Sr. presidente negoa provimento.
publica
e chamando a
eocarregadoa d'ella para a* fugas
dos preso, que d'adea se evadiam i* turmas, e
que no eapaco de 10 mezea de aeu cora mando,
anda nanhum ae evadi : tem feito disciplinar e
morelitar oa sentenciados o pravas, fazendo-lbee
severos e justos castigo* de hsrmouis com a lei:
tem cooperado para conservar bsrmoois entro
todos os empregados fazendo-os entrar na rbita
de sujs attribufces, lsccioosodo-os em ordem
a bem desempeohsrem os csrgos que orcupam,
concorrendo para qua eaquecam e detprezem os
ombusles e intrigas que at entio reinava entre
elles ; e dando cada um aquillo que Ihe de-
vido, e fioalmenle tem-se esforcado para adquirir
o bem eatar de seus commandados em relacio
posigao de cada om.
Um militar ceg observador da lei, que asaim
serve ao governo, que procede com desioteresse,
corojustica e imparcialidad*, e que desempenha
13o satisfaloriameole uma commissio com esle
distiocto veterano da independencia, nio pode
ero deve ser ultrajado por um mascarado que
^nirando-se n'um espelho nio se conhece por
ter s fronte coberts com o veo do crime e da
torpeza Nada resta a desejar no commando do
Sr. coronel Burlamaque, ondea reclidao persona-
usada tem feito seu psradeiro.
Agora, Srs. redactores, que acabamos de re-
velar ss virtudes deste egregio militar, agora
mesmo somos forjados a dizer mal delle segun-
do o systema do sujo lampeio da aldeia !....
Sim, Srs. redactores. E' meo o Sr. coronel
Burlamaque, porque tomou oa rocadoa dos par-
ticulares e preso* que lioham ierras arrendadas,
como Ihe havia ordenado o goveroo da pro-
vincia I '
E' mo porque oio consents que slguns na-
nos desembsrquem aqui bebidas espirituosas,
contra as mais terminantes o repetidas ordens
do governo I
E' mi porque nio permute que os vivandei-
ros Mante i* diarias doa sentenciados, ven-
oendo-lhes gneros por preces bastante fabu-
losos i
E' mo porque nomeia uma commiaaio d* em-
pregado*, manda formular uma tabella para a
venia dos mesmos gneros, a qual sendo sob-
meUida saneco do governo este a approva !
E' mo porque nio se deixou levar por tramas
de siguas embusteiros que aqui residaos I
E' mo porque nio manda matar gado, e ven-
der em uro acougue (arraojado de proposito) oor
preeo de 320 500 rs. a libra I
E mo porque oio contente que se prstique
iofamissl
' mo porque tendo vendido 30 alqueires de
feijio Franciaco de Paala Tiburcio Ferreira
deu parte deasa venda ao governo da provincia*
pedindo para aer appllcada roupa do* aeoteo-
ciados, e nio se calou flcaodo com esse dinhei-
ro par* ao* algibeir* I nio obstsde dizer 0-
lampeao da aidea-qna elle o* embarcou para
o Recife no hiato Sergipano I
i*.T-.M>rque conMnl8 q lgno emprega-
do* remellara para auaa familia* no Recife al-
do'l gunies de 1ue e8,e P'esidlo est abssle-
E* mo porque encostando esta ilha nm na-
vio americano, para fazer aguada, em uma crlse
que sqai faltara certoa genero*, elle a pedido de
aigone empregados fez com que o espillo desse
navio cadesse parte de ana dispensa para oa
meamo empregados e para si, como publico
notorio I No entretanto que oLampto 4a
Wetotsxa-o de contrabandista 1 ,
E' fioalmenle, mo, poraue nio adeviaha
quem o-om**ao da al4e\ao nio o man-
da chamar no Recife para malar-lhe a fome
diarla I
Horror I Qae homem malvado I
conserve por mais algsm lempo no
desle preaidio para servir da slltvio
wISS"* ** ral
alitea^SSaKi!" 2&F* h0B*m
Pergunt.moa agora i eme homem de quatro
JpL.-.JIiT?^'"' nlencl*do* comprarstB
3u^stS?o oS|e?'r0, P" m0 taacs I Nanea 1
Parece-a**, Saa. redactores, ter preencaata o
ooaaa deate* coas qoe acabamoa de expor a res-
petan do Illm. dittincto coronel Burlama-
que; agora, paeam. pedimos vala para oeco-
pjrme* boas metoeidamente mal* algamnliDoas
do voaao aptociaao jornal com o insigne cadete
o Sr. M. de N. C. Burlamaque, qae por tuas
digna* ooeiioedo* ao torno aporior quslqer
elogio qne sem lisonja sa Ihe poasa fazer.
Eata digno joveo ehegou a neto preetdia em
companhia do *ea chara pai e aqai ae lem con-
aervado aarviado na aaaiacaasanta de artilharia,
a coja alma pertence. e como amaneen** da en-
fermara do presidio. desempeobaodo satis-
factoriamente seus deveres eomo am t'l'Mr
brioso.
Seu proeadimento tem sido o melhor que
possivel: prestlmoso; serve s fodoe (sem e
cep;io) nsquillo qae est a sea alcance ; preata
attenclo a todos como era de esperar de quem
recebeu Una edacajSo; traz; emjre em vUts a
moralidad* e a poltica ; respeits e faz se respai-
lar ; o Ooo trato coa qae proligelita a lodo,
aa suss maneire* nrban** aff*v*is, aio predi-
cado* que o ornara e que fasem invejar a todoa
que leem e felicidad* de o coobeaar; e fioal-
menle, Sr. redactorea, somos obrigadoa a confea-
'" Ite Ocamos pasmados quando ana aattm a
\a de *'ue *,le e8Pernsnso joven codo penas
19 annoa, cuja idade nio poderia dar lugar a quo
livease, como tem, lio aotavel o illibado prece-
dimeoto.
E mesmo asaim, Srs. redactores, a rsbngent
raacunhador do* artigoa attigoadot polo Lam-
peo da aIdeiateve malvada lembranja ate a
incluir no san tedioso sraasel I
Oh que infamia 111 A maior daa infamias 111
Deacancem, pois, os Srs. Bnalamaquea, qua o
publico Ihes far jastica ; aoLampeio dm af-
asialogo que o linde o azeile a o pari, toars
aem luz, condemnade a jazer a** trovas.
Pedimos, Sr*. redactorea, que aftjaaa asteo li-
ahs iosaridas 00 rosto conceilaado joraal, prlo-
qua muito grato vos fiear
inonto Alvet de Araujo.
Fernando de Noroaha 6 de mate de 1863.
Publicares a pedido.
Ao Illm. eEim. Sr. presideite da Fra-
vitcia.
Oa abaixo aaaignados, tendo viito o p*sqeim-
publlcado no tiiarai de 11 de maree do correlo
anoo coottra o Illm. S. coronal Trajano Cesar
Burlamaque, no qual aa Ihe imputara groado* *r-
bitreriedadea e prevaricado**. aeade teetomu-
ohasirrecusaveisdo quaato por c te pasea, vem
do alto da imprensaproleatar contra lado qoe no
dito paiquim sa diz. P.*.. porm, marchare
com ordem o* refuUcio da todoa o* trecho* dil-
le, commeota-Ioe-hao am por um.
Diz o autor do pasqalm *m um doa seu* tpi-
co* Somoi obngadot a levantar a vou do meio
aa* rocha* deste prttidio pora clamar ao governo-
contra os vexames e arbitrariedad*, de que sao
victima* todoi aquellet tobre quem peta a omi-
nosa admmistraco do Sr. cononel Burlamaqut.
Era primeiro lugar pergunlam os abaiio-aasig--
nadoa por que se nao apresentarn de fronteal-
cada as vicUmaa deese* queixuraea de* quaes pa-
rece aer o Lampeio da Aldea procurador f
Por qua se oceultaro, por qaa asara do *nooymo
quando deveriam despreza-lo ioleitaraente o
apreaenUr-se francamente era pubiieo ? Bm se-
gundo lugar, em que prevaricador o dialiocto
veterano que command* a ilha? S so o por
cumprirlateralmente asorden* do goveroo. Va-
jamos :
Ao pateo que os demait commandantes procu-
ram com tollicilude faxer protperar a* caber.at
de cryfsao. dis o pasquina, o dasattatase* coronel e-
teujxino atajante por luxo os antinoe*, savm " }reil desperdicadamente.
B* falso o que nesse trecho diz o leviano autor
do pasqoim.
. 0.I1,B> Sr- coronel costura* malar gado, quan-
do b* bastante neeeaaidade, orno per exemplo
quando ebega algum navio do guerra que. tendo
neceisidade de carne verde pera a sua tripolecio.
D* 1 .B,il> Illm- Sr- coronel matar orna res
e esta enriada para bordo, remeiiendo-se um
conhacimento thesoararla de fazenda, d'oode se
e que as rendas publicas nao ficam prejudica-
oae. Mata-se tsmbem uma rez em pocas Inde-
terminadas de mez em mes a at mais, a qual
distribuida com a enfermara militar o cora todoa
oa empregadoa. Aa otelhas ti o destinadas so-
baat, muitas veaea, uma pe dia.
Manda tambera o Illm. Sr.coronel, a exemplo
de seus sotecessore*. mala* algumaa reseo aos-
aias de (estas naciooae*. como seto de setenara,
dous de dezembro, etc., etc., quaes sao dimi-
nuidas por todos os aedenciadoa e praca*.
Ser desla maneira que ae mata por luxo coma
diz sem pejo o estonteado Lampeio da al-
deia 1 Dia mais o autor do pasquim :
Ao posto que uma caretlio attoladora ator-
menta de fome a populaco, o Sr. coronel em-
barca por tua centa no hiate Sergipano > cento-
e tantas arrobas de algodo, grande porco de
laceas de farinha e nunca m(no* de tret a cinco
alqueiret de feijo.
Saiba, pois, o sutor do pasqoim que, se hou-
vette caresta assoladora, nio seria de farinha a
feijo, e muito menos de algodao, porque, gracaa
sosesforcos do actual commaudaote do presidio
j nao ha necessidade de vir farinha do Recife^
como auccedia no lempo de seus antecessores :
j a populsQio possue farinha em abundancia s
se permittido sos empregados lerem seus pe-
queos sitios, onde a cultivara, e aendo ella por
demsis para elles, porque oio podero enviar un*
pouco a alguna psrentes no Recife, quando della
oio ha necessidade na ilha? E' eata s praxe se-
guida por todos os empregados ha muito tempe.
O que se d com a farioha, d-ae tambem coa
outroa legumea. Os eropregsdos que os planUm,
tendo-os por de mais, podera enva-loa as auan
familias com previo conaootlmenlo do Sr, com-
mandante, que nio annuiria se houvesae neces-
sidade delles.
E nem t por isso foi leviano o autor do pas-
quim, quando accoaou ao Illm. Sr.commandante
nesse ponto, mas tambera porque est mal infor-
mado quanto ao* dono* de taes gneros ; e tal
o carcter desse autor, que nicamente procara
eochovalbar a aquelle*. cuja repalacio nao
igual sua ehroofe*.
Nio pois, daquellat subttancias qne sa teas
necessidade aqui, e sim daa asoladas, viato aaa.
ssrem-se. algomss vezes, muitos mezes sem ana
navios por c apparegam trazeodo-as.
Qoanto aos gneros que provm doa rocadoa
do governo, ealea entra m im mediatamenteToara
os armazeos do almoxarifado para aerem appli-
cado aos seus verd*deiros fina. E' por lodos sa-
bido que o Sr. commandade oio faz em larga
escala commercio de exportado, codo sem pejo
diz o refalsado autor do pasquim assignado pelo
Lampeio da aldeiae que a dopulacao nao sa
eslorceri de fome, em quanto elle fOr eommen-
dante deste presidio.
A' Ti,t'. poi, do cae temos expendido, pode-
mos afirmar que o Illm. Sr. coronel Burlamaque
nio deshonra a conflaoca de seu governo, e que,
zeloso, como no cura primelo de seus devora*
oio pode deixar de ler por isso aCquirido me
quinbosinitriigos.qge s pelo anooymo o poden
atacar nio ousando fai-lo de vlseirs aleada.
Prendi de Femando de Noronh, Io de ute
00 18(52.
Jlo Pse1 Brrelo de Mello, capillo.
Joaquim doa Sidos Naves, alfares.
O V lente Feppe Marques dos SuIq*
Jnior.
O ente escrlvio. Hjtawlqjte XiNtiaXt^
ptatrano.
O capeltio, Joa Liwro Diss de Carvalho.
Jos Sosres Monleiro de Mello, alteres.
Dr. acaro Airares dos Santo*,
Jos RebeHo Padilh*. ^ -
Loureoco Joa Romao, alteres.
a

_._____^____________
__




ym*
a"

BlA**> D* RKfeMBttt* -SMOOirm MAIO DE tMff.
>
f
Cesar
itel 4o HasciBcatt
ie tfferec aiUr.
INHA9/SAfJD&Dg
Qaanto me cautam saudades
Estes tempce, qae lirio 11
Qasndo o o j tem cump ido
Sai diiru missio,
Guiado 0111,9 u pitmelri
O aaprsr devnolo,
Quinto me caiwm siudidee
Esle teropo, que l fio!!
D lardea era f|M nos jo tos .
limos sos passeisr
Dsi Dcltis em qui unidos
iWe amamos conversar,
Amigo, qiio pungen tu un dada*
Veas a mioB* ilma migoac!
l nio lam belleza a la
Guando li rilando Tea,
O trloer do mcmbebos
J grici p'r mo nio tan,
Nao jamis amo o eicio
Di ama, que sopra ilm.
Da aelletaa da Fernando
U amas aoarir I
As ohJai fuo eu tinte amava
Ja oao don/o fruir,
Mea corceo j oao ada
S sei laudados sentir 1
Amigo, tenho saudades
Be nata* eitrima uoiio.
Do tusado lo confiara
Segredos do confio,
Qaanto rae ciuiam saudades
Eitea tem pos, qoo l rao 1!
Sinto bater-me no peito
Corelo tamo e leal,
Al laudades que c sinto
a Sao da amor poro aignsl,
A gloria, qoo me catar a
M p'ra mlm de nada tal!
A minha lyri, coilida I ~"
4 de toda ewmadeeea^
So a corda d'amizade. -
Vibra om lewsfJaeate seu
Of Isnitiaa as saudades
Que aislo 1ro peito meo.
J oio ncbntro delicias
as coasas jque alegres sao,,
Detesto a Oociedade,
S sao apr.sz a aeiidao,
Ahi de conitinuo acismo
Testea tenslpos. qao IS fio.
Dr. Atainoel Cardoso d Costa Lobo.
Lei provirtcial n. 133 de 1844.
Art. 1. Ai frecuemat de Santo Atitooio do Re-
cite, e de S. Jos dos Bezerros, ficam divididas
ds forma, '.egeinte:
^*4tri. 4. Ficam perleqceudo otii freguezia os
epataos o boceas, que a limitara.
Cmcordata ha vida entre os paroshos das fre-
uexiii do Sanio Antonio o S. Jos do Recife em
li de julho de 1853.
Em coDsequencii do qoo Sea entendido, qoo
os habitantes, que morara om casal da hnha di-
visoris, cuja sabida c para easa linlia, embora a
roste priucipal e a numersc&o flquem no terri-
torio da treguezta de Santo Antonio ficam per-
teoceodo i joriidiccae parochial do S. Jos: o
? ice-erta 11 que tem (rente para o Hr.ha divi-
aorta; mas cajas eotrsdis sao no territorio di
.4regae*ja de Santo Antonio S esta ficam perten-
cendo.
Pede-se sos Srs. iospectore desses lugares a
sai altencio a esta le quando hourerem de pas-
ear atteslados pan os respactlfos jarochos.
lesdlmeitedodlala 15.
Usas do da 18. .
222J64*785
17.581*781
239 849*568
lo ola alfundena.
dinja-se ao correio desta cidscle pai
receber urna carta reccganaen Jadi,]
visto ignorar-ce a sua residearcia.
Talamos entrados com (izendaa..
son gaoaroi..
Vslamei sabidas
a
asm (azoadas..
939
313
"TE"
et
Esa- 116
542
Doscarragam do dia 17 do maio.
Birca inglaxaColinadsoadaa.
Bar kialotBonitacirrao.
Barca iogleziIris idem.
Barca ingleziNethertonbacalho.
Bases traacizaTombelgeoeroi da estira para
fora*
Barca francizaMaraidam.
Galiri francezaSpherefazendis.
Barca (raneezi Coligar sadrs a cemento.
Brigae heapaaholDous rmeosasneros des-
tira para (ora:
Brigue suecoEmtltiboado.
Brigee portuguez Actiro mercadorias.
Brigue portuguet Sympathia pairas e azei-
loo ai.
Hiato americanoGreeland (arinha e bolichi-
nhas.
Birca americanaRedwiny farinhs de trigo e
maia gneros.
Brigue hamburgusOttomercadorias.
Patacho dioamiquezDorotheagneros de es-
tira para (ora.
Recebedorla. de rendas Internas
.ajoraes de Pernamaueo
Rsndmearo do da 1 a 15. 16:144*068
dem do da 16 ...... 874,467
Todas as costas a rasaba* deste
estabelecimento.detem a*r a pro
seoiadis no eicriptorio do am-
phitheatro, entre as 10 horas
d'aminhia e 1 da tarde todas as aextaa-feiras.
Por ordem do director geral, W. T. B. fan Orden
i., secretado.
i, promproo o aivilisato para com e pe-
quilquar iafriag menta deatat ordaas al-
ias aerio iaHsadlatimets edrsegidas pala
rector garat oa secretario; eseim roe dala
titerera scieucis. Ao mimo tempo que, nada
se poupar. para concorrer para o bem-eitar, ale-
gris a contarte dos risiiaoloa, esperando qaoollsa
di saa parla, beoignameoW torio a eeneescea-
deecie de se cocCirraarera com os rogalamentos
maesa de todas e quaesqaor operas, theatroi e
circoi.
-~
Leiles
LEILlO
CAS POPULAB
BBe extraordinario de
phantasia
coa
Mascaras esem mascaras.
17.018*535
Consalado provincial.
R andimanto do da 1 a 15.
dem do da 16. .
20:103$232
1.800*079
ll:903a3ll
Esperamos da nobreza do caractei do Illm. Sr.
coronel Trajano Cazar Burlamaque que ooi rea-
ponda os seguintes artigos:
1.*Qao juico ao dorar laier dn um oficial,
que no lugar de anllente do ajudanle general
do ezercito aiprotlncU-da* Alagois, prticc-
os Xmvt petos quaoa reipoodeu i conaelbo do
guerra, lendo em resaltado urna (entines de 1
mezes de prito, apezar de ser de patente supe-
rior?
2."Que nomo sa dereri amprealar i um offl-
cial que segundo o depoimento das testemnnnas
que jursram em urna denuncia dada ltimamente
cesta capital, consentio que so desombarcasse e
fosse vendida umi grande quanlidnde de fazin-
dn us ilhi de Fernando de um navio america-
no, *em pagar os direilos deridos i alfan-
deg.?
3.- Coma f dsreri classiQcar o estado de
S. S. om rista de alguna despaches dados na-
quella ilha, como fez com olarador de roupndi
enermaria ?
4. Como aquilatar o proceder de um oficial
que em cima de urna cama maia de tres mezes
padeceodo de urna ulcera gangrec osa, privado
absolutamente de tomar conbeciraeoto dos nego-
cio da ilha, cootoai com ludo a eoginar o go-
reroo continuando uo referido commaodo?
5.aPois ara oficial com todos os distintivos
de honra, brio, valor, dignidade e o miis que
tem S. S. mandado escre'er,praUca de lemelhante
modo?
6.aSer verdad o qua dizem : ser o filho de
8 S. quem prenote mente goveraa o presidio de
apernando, embora seja apenas um cadete do 4
bitalhao da entibara T
Eta a cibecs que dirige presentemente os des-
tinos da pobre ilha de Fernando de Nuro-
oha 111
E (alla-se ainda em correspondencias assigna-
das por salo oa aquello em tarorde um tal com-
mananle i 1
Pols nio nos mostra a historia que os maiores
dspotas tem sempre junto a ai urna tal ou
qsat comitiva, aflm do nio rer-se completamente
solado ?
Accreditamoa no carcter oobre o elevado do
Eira. Sr. presidente da provincia, que apeaar de
asa posea ilade, merecen a confianza do Homr-
hi I Aecreditamos no Exn. Sr. general Solido-
os, coamaodanle das armas desta prorincia,
militar de elevados seolimentos, eocinicado no
ervico de aeu paiz, para eiperarmoa que seja
quanto antes minorada a triste sorte dos infelizea
qoo ao achara debaixo do jugo de um tal se-
ohor.
Recife, 16 do maio do 1862.
- OLamp*o da Aldsia
ciiLosTisn
Na srte equostre o prematuro desearolrimento
physico tem muitas vezes sorprehuodido at o
proprio loatomista. Ns pessoa do joven Carlos
fih apreseotou se cora urna rapiduz espantosa
es effeitos da naluridade. Ainda que como cri-
aaes. oapregado no circo dos Sn. Spaliiog &
Afogare, olla poderii competir, excepto em tama-
nho o dade, com os seus camiradat mais ceibos
a altamente aperteicsadoa. Ji como equestre ou
^ymaaaiico, como acrbata ou em pantomima,
sobra um su dous carallos no ar os sobre o chao,
a oven Fisb sampre leva raotageoa. Un cam-
piao equeatre om miniatura, cajos feitoi audazes,
S prupria idade madura oio ot encara sem re-
estao ns balanza do mrito de ama inversa pro-
porcio ss aau tamanho ; um hornera mmico,
ujaa pertencaea ao aspiram aexec. lar um sor-
riso, poraa aoua dona da oatureza s cooseguem
maravtthis, o jevem here um dos mais Impor-
*aatsi vuttei n,t\e circo.Boston l'osl.
COMMigltClflir
Movimento do porto.
Navio entrados no dia 16.
Philadelphia=50 diac, hiate americano Greeland
do 134 toneladas, espitio Hertbers, equipsgem
7, csrg 767 barrios com (arinba de trigo o
ontros gneros ; a Henry Forster & C
All16 das, hiate braaileiro ExhaLaro, da 37
toneladas, capillo Trajano Antunea da Costa,
equipagem 4. carga sal ; a Gurgel Irmio.
Terra Nova27 dias, patacho inglez Nova Crei-
sa, de 128 toneladas, capitio Samuel Harria,
equipagem 7, carga 2,013 barricas com baca-
lho ; a Saundars Brothers & C. Seguio psra
os portos do sul.
New-Cisile por Palmouth 55 dias do ultimo
porto, lugre hollindez Felicitas, de 139 tone-
lado, cipitio M Witdedor, equipagem 7, car-
ga carrao de podra ; a Brander a Brandis. Se-
guio pira a Baha.
Marseille32 dias, barca franceza Jean Bup\i$\e,
de 358 toneladas, capitio Jales Bejam, equi-
pagem 15, carga vinho, cemento e outros g-
neros ; a Tisset freras & C.
Para e porlos inlermedios 7 dias e 5 horas,
paqrete a rapor nacional Cruzeiro do Sul, de
1.100 tonelada, commandante o capitio de
mar o guerra Gervazio Mancebo.
New-Castle102 dias, brigue hamburguez Rosa-
bende, de241 toneladas, capitio E. Rodolpbo
Baack, equipagem 10. carga carrio de pedra ;
a Damayer Carneiro & C.
Nio houveram ssbidaa.
Obserracio.
Suspendern do lamarao para o Rio de Ja-
neiro a polaca franceza Mara Luixa, capitio
Azrberl, com a mesma carga que trouxe de Mar-
selha.
Rio de Janeiro, brigue sueco Bravo, capitio
Suderland, com a mesma carga que trouxe de
Gothembourg.
~ Editaes.
THEATRO
DE
Santa Isabel
COHPANHIA LYRICi
Gs MrVMN\NG1l,I.
Satbado 17 de maio.
4." Recita da asaigaatura.
Grande opera em tres icios, ds Do ni zeta,
NOVA PARA ESIE THEATRO
BELIZARIO.
Os principaea papeti serio dasempenhadoa pe-
las Sras. Giulieta Marinaogeli a Lniza Corbari, e iRIAeji FraiCSCB de SaV llgalHeS.
Sabbado, 17 do crrante.
Os eaforgoa qao o beneficiado o aeus amigos
taim smpragefo. sia bases Brasa a gartntir-ie
aaasrsscida encbenla de peesasa disuadas, nsass
da'honrarao oa lales do palacete da ra da
Praia : as bellas psrtiturss com qu a orchestrs
pretende diitingulr-se. por si tsmbem gante
brlihaotlssi.mo : doaa dos intervilloa qe o bene-
ciada preenchera. cosa os da asadossolo inglez
a cachucha hespanhola, com vestes a caracur,
coadiuvaro para qua o effeito do diverlimanto
paplar, rivalise sos esforcos dispensado.
Serio observadas as disposi0ds do regulameo-
to intimo.
O beneficiado muilo confia na benevolencia do
reapeitavet publico.
i ldgresso de cavalheiros 29. e dsmss grstis.
' As pessoas que ficaram com cartdes, podejp
iadsmnisa-los ni entridi para o edificio.
1 AVISOS iAariUlmOS.
EM RBNEPtCIQ BE
os Srs. Tartial e Bartolucri.
Principiar is 8 horaa em ponto.
Os bilhetes rendem-se no dia do espectculo.
h-
m iwmm
SPALDING & ROGERS.
O aRGO
COlPiAHU
iiiaiu
6R4NDE 0CE4NO^egac3cslwaavapor
O Dr. Trilla o de Alcacer Ariripe, oficial da im-
perial ordem da Rosa, e joiz especial do com -
mercio desti eidade do Recife de Pernambuco
e seu termo, por Sui Hageatade imperial que
Deus guarde, etc.
Paco saber sos que o presente edilal rirem, e
delle nolieia lirerem, que no dia 19 do correte
mez, fioda a audiencia, tere logar a arrematadlo
da oacriva parda Joaquina, de 26 aonotde idide,
pouco mais ou menos, pertencente a Francisco
Marques de Lemos Ribeiro, a qual se acha com
principio de frialdade, e rai a praca para paga-
mento da eiecnco que por eate juizo Ihe morem
Joa Joaquina Dias Fernandea & Filbo.
E nio bavendo lanzador que cubra o prego da
avaliacio, ser a arrerajtaco fita pelo prego da
adjudica;io, com o abate reapectivo, sendo a sua
avaliacio em 350*.
E para que o presen(e|chegue ao conhecimeo-
to de todos, ser publicado pela imprensa e afi-
lado na forma da lei,
Recife. 3 de maio de 1862.
Eu Adolpho Liberato Periira de Oveira, es-
crevente juramentado o escrevi.
Eu Manoel Miria RodriguesdoNaseimenlo.es-
crivio o subscrevi.
Trislio ds Alencsr Araripe.
Declarares.
I Correio.
Ifa^a do ftecife 116 de
maio de 1862.
\s qua tro horas da Urde.
Catafas da juta da earratares.
Frates.
Assacar diqui paca IArerpsolir/6 d. e 5 OrO
por leaniss. '
Algodis de Miasi par Llrorpool 5i8 a 5
0fQ por libra.
#. la Ctat Masedopresidente.
Joan Gatiametalario.
As malas que tem de cooduzir o -vapor Cru-
zeiro do Sul com deslino aoa portos do sul, fe-
eham-ae hoje (17) aa 3 horaa da tarde : a cartaa
aeguraa at urna hora, e os joroaes at as duaa
horaa.
Directora geral dainstrucc o
publica.
Portarla.
O director geral interino da iostruccao publica
ouvido o eonselho director em sestio de 3 de
sbril prximo passado, e de conformidade com o
dispotto oa lei regjIjmentar n. 369 de 14 de maio
de 1855, considera iocorto no art. 99 da citada
lei a Cenrio Augusto Peixoto, e como tal sujei-
to s pagara mulla de 503 portar aborto urna es-
cola da iostruccao elementar na vida de Papaca-
C, sem a licenca de que (rata a mencionada lei,
devendo o aobredito Ceaario Augusto Peixoto re-
colher thsoorari da fazenda provincial a re-
ferida quanlla de 509 dentro do praso de 30 dias,
contados da data do dia em que Ihe for esta In-
timada pelo respectivo delegado Iliterario, a
quera sera remedida por copia.
Secretsrii di Inslruccio publica de Pernam-
buco, 15 de maio de 1862.O director geral in-
terino, Dr. Bra Florentino Henrlques de Souza.
0 juiz municipal suppleote da segunda ve-
ri di expediente as partes todos os dias uleis,
dss 10 horas da manis as 3 da tarde, na casa
de aoa residencia n. 60, na ra Nova, segundo
asdar ; e as audiencias nos diss e horaa do cos-
ame, aa sala das mesmas, o que ae fas sciente a
quem cooriar. Recife 14 de maio de 1862.
O escrivo do civil,
Manoel Joaquim Baptisia.
Consolado de franca em
Pernambuco.
Nenham lattcadoKae tendo apreasotado a ad-
judicado do emsreetimo s risco martimo neces-
Sirio lo navio] franeaz Maria Nicols, capitio
Maynird, annunciado para baje, e cnsul tam a
honra de prevenir a quem iatsreatar pasas, que
a adjadicacio para o dito emprastimo montando
acerca de 17:000|000 ga.aodoa pelo meimo na-
vio, caico, ipparslhoi, masssme e victaalhaa, ta-
ri lagar de novo na cbaasallatia do consulado e
em sus presaos, sabbado prximo 17 do corre-
te, e aera adjulicado como j a (ai dito eos pri-
meiros aonaacios, a quem por meaos flter e ul-
Umo Uncader.
dar a sna primelra representado nests cldsde
no ampbiiheslro porttil, propriedade des Srs.
Spaldiog & Rogers, edificado oa
CAMPO DAS PRIINCEZAS
Do miago de otile 18 de maio de 1862.
TABELLA DOS PREQOS
que tem aido eilibelecide para camarotes, platea
superior e platea infesior.
Camarotes........ 18&000
Cada camarote eoatm ieli cadairas, e so com-
prador se Ihe dar om certificado indicando o Da-
mero do camarote, o qual orb conservado em
mi proprii, pira provar que propriedade saa
durante aquella representicao, aiaiai como se Ihe
dari ao meimo lempo aeis bilheler de entrada,
que serio entregues 10 porteiro ne occiaiio de
entrar.
Platea superior. 30000
Os assentos.da platea scserior. sio ds pata*
ah, tolos nomaraaos, e ao comprador es tas ,
fornecer um certificado com o respectivo nume-
ro, o qual ser conservado em mi propria, para
provar que propriedade sut; assim como se
Ihe dar um bilhete de entrada, que sei entre-
gue ao porteiro ni oeeaetio de entrar.
Platea inferior.. l$5O0
Os ssseotos na platea inferior nio sio nume-
ra dos, porm commodos, e ao comprador se Ihe
dar simplesmente um bilheie de entrada, que
dever ser entregue ao porteiro na occasiio da
entrar.
AVISO PARTICULAR.
Bilhetes de entrada e certificados para camaro-
tes e cadeiras serio nicamente validos para a re*
presentacio do dia respectivamente annunciado,
e noa dias successivos estar
berto o escriptorio do smphi-
theatro porttil dn 10 horas da
maohia s 4 da tarde, todoi os
dias, psra a venda dos camarotes, cadeiras o bi-
lhetes de platea, e assim como dss 7 horas al
s 9 da noite.
O DIRECTOR GERAL '
com bastante sentimento ss v oa necessidade de
por este meio annundar, que depois de madura-
mente ter redecttdo nio Ihe possivel condes-
cender com os pedidos de muitas pessoas dislinc-
tas de Pernambuco, que deaejavam comprar ca-
marotes e cadeiras durante o lempo que a com-
panhia representar. Oa pedidoa em geral, para
obterem assigoaluns para todas as representa-
Qes tem sido em numero superior aos luztres
qae em si contem o smphilheatro. |
A demora da cempaohia nesta provincia lera
de poaca drsele, e desta maneira privarla ne-i
cessariamente mnita gente de ter occasiio de
presenciar aa represeotecoes, outros. podara
acontecer, oio apreciaren os divertimentos do
Paralaba, Rio Grande do Norte, Macau
do Amu', Aracaty, e Ceai.
O vapor louarasst, commandante Viaona,
sahir para os portos do oorte at o Ceari oo
dia 2t do corrente s 5 horas da tardo.
Recebe cargs at o dia 21 ao meio dia ; en-
commendas, pasaageiros a dinheiro a (rete at o
dia da sahida asi horas : escriptorio no Porte
do llattos n. 1.
Segunda Ceira 19 do carrate.
0 ageete Pinto tari leilis a requorimeuto do
inven liria ate dos baos deuados por falledman-
to de D. atavio B. Perreira Campo, e per despa-
cho do juix municipsl da segunda vara, doa pre-
dios abiixo mencionados, descrietos oo respec-
tivo inventario eeuio producto destinido para
pagamento das dividas que ahi for saa descriptas
e attendidas a aaber :
10 casis torreai sitas em ...
Estancia, ras de Manrique Dias. ra)dsavit,3o par
de 2as,cadi una coca ama parla a dais ja-
nellas, granos quintal e cicimba. a ana deltas
cora grande sacia .
tdtta dtra sita no becco do Agoague na Voa-
Vista n. 5, com quintil a cacimba.
2 sobrados o. 7 e 9 a rus 4a Cadeia do Re-
cite.
1 dito a. 8 da raa do Encantamento com 3
portn de frente.
1 diton. 104 ui ra da Senzali Velhi com 3
lojia de frentee urna ao oiiio.
Metido de sobrado da 3 indares e leja da ros
do livraeaento a. M.
O referido liliio ser effeetsido s 11 hiras
do dia aciaaa mencionado no escriptorio do mei-
mo agente, ra di Ctdiia, o. 9, onde ae dar
qualquM ioormagao a rospsUo.
DE
Um piano nove e forte do afamada fabricante
Pleyel & C. de tres cordas, urna rtci mobilia
de mogoo com lampo de pedra, guarda rou-
paa, guarda veitidoa, cama franceza de mogno
com caAxao de masas, capola e cortinados,
toilet #e mogno com pedra e espelho, secreta-
rla de mogoo, apparadores, mesa elstica,
commodas, cadeiras. mesas, msrqaezas, lava-
torios, unn machias ds fazer manteiga, urna
dita de coitura, (a esetnor que tem viodo) ber-
co, candelabros, etapas Uns, jarras, 1 relogio,
1 spparelho de metal principe, um dito de
porcelana paca jantar, 1 fogio americano e
econmico, copos, vidros o crystaea, um si-
lho, um selim inglez, um carro de 4 rodas
muilo leva e com retos, 2 cavallos proprios
psra carro e muitoi outros objectos que esta-
o a vista dos compradores.
TUDO EM BOM ESTADO.
Terca-feira 50 do corrente
Raymundo B. Lasserre tendo de retirat-se pa-
ra Europa com aua familia far leilao por ioter-
reocao do ageote Pialo, de lodei oa seus mo-
vis (cima mencionados) existentes em sua casa
da campo na Capuoga, penltima caa direita
de quem vai para o porto de Lasserre.
O mnibus pira transportar as pessoas que
quizerem asiistir o referiJo leilao partir da ra
do Crespo ss 10 fjl horas em ponto devendo
rollar as 3 horaa da tarde.
Ra do Amnin n. 4$.
PtaaiM-ae de orna im pare cosihsr o diaria
da asas casa ds soasa familia preferindo ae ee-
crava.
0 abaixo assignado declara que o Sr Joli-
no Carneiro Machado Ros ao mais seu procu-
rador bastante, ticando sem effeito e vigor algs-
ms procuracio que Ihe paisou par* hypotnscir
beca de rz. a por isso uinguem da ve cqatraiir
com o dita procurador revogalo sobre qaaaamaar
negocioi do meimo abaixo asstoaado. Recias leV
de mazo da 1862.
Francisco da Cunh Uuhsdo Rodrigues.
Pagio do eogeohe Solelade, em Porto Cal-
vo, no dia 3 de maio do correte mer, o escriv
Joaquim, de uaco Costa, com ilade e sigoaesae-
guintea: idade, pouco mais ou meos, de 30 a
35 ancos, cor ataiocada, que parece cabra, baos
barbada, a barba graods que e rapa a pase, ca-
talura baixa, pero as Son e oibeUudaa, baslaates
cabellos nos paitos, pea e maoe pe^ueaoa s besa
feitos, sacco do corpo, porm regular para altu-
ra, nariz um pouco chato, da oic&o Costa, po-
rm oio marcado no rosto, fall uat pouco
atrapilbada e apreaaads, aoda maiio ligeiro.
olhos muito vivos, rosto comprtdo e descarnado,
coatas muito timpaa por ainda nio ter sofirido-
casligo algum, levou camisa de chita e dita bran-
ca e iberia, tendo de algodio, Uvou duia caigas
de algodio azul, ama nova e outra mata usad.
chapeo de baota psxdo : quem o pegar, dirija-ea
a sus seohora ecle engenho, ou em Pernambuco
aa roa do Queimado, a entregar ao oegocianta
Joaquim Rodrlguaa Tararea de Mello, que sari
generosamente recompensado de seu tribalho.
rogando se sos capiaea de campo as autorida-
des policiaea a apprehansao do meamo captivo.
Licoes
Para a Baha.
Pretende seguir com multa brevidade o velii-
.0 e bem conhecido hiate- nacional Santo Ama-
ro, teas parto de seu carregamrento promoto,
rara o resto qae Ihe falta trala-se com oa iiua
consignatarios Antonio Lulz de Ollveira Azevedo
&;C, ao asa escriptorio ns rus da Crutp. 1.

ds portuguez, laiim. ioglez e fraocez em casas
particulares, ssads inglez e fraocez pelo memo-
do de OijesdMff, onico capaz de ensinsr a fallar
e traduzir em pouco tempo com perfeicio: ra
da matriz ds Boa-vista o. 34.
Precua-ae de um refinador que entend* il-
guma couaa deforaalha : a tratar na raa da*Guis
numero 42.
fOSII DE LISGLl FBWCEZl
a' noite
para a clas3e de commekcio.
Joe Soares d'Azevedo tem de abrir
um-curo pratico theorico de Liogua
Franceza pelo novo ytema de Ollen-
dorli, para a classe do co ai mercio que
nao pie frequentar ete ettudo de dia.
Ai pessoas que desejarem fallar e etere-
ver esta hngua, podem dirigirse a' re-
sidencia do annunciante, ra de Santa
Rita Nova n 47, at o dia 31 de maio.
LEILAO
Rio de Janeiro
pretende segair com mull brevidade o patacho
nacional cCapuan, capitio Tbeotonio Jos da
Silva Rodrigues, tem dous tercos de seacarrega-
ment prempto : para o reito que Ihe falta, ira-
ta-ae com os aeua consignatarios Antonio Luiz da
Oveira Azevedo dt C ra da Craz o. t.
M
COlPiNHU PEK^iAlBUGU
SI
Navcgatjo costeira a vapor.
Micei pelas escalas.
O vapor cPersinunga, commindante Moura,
sahiri para os portos do snl tocando as escalas
no dia 84 do correte aa 4 horas da tarde.
Recebe carga at o da 23 ao meio dia. En-
commendai. paieigeiroe e dinheiro a frete al o
dia da nhida ai I horis: escriptorio no forte
do Mittos n. 1.
IMS
Janeiro.
liiclUUltUUII UU
circo, como antectpavam. assim como dar-se o ... .
caso de nio poderem asiiitir i representado por A M u*,enl Atrevida segu psra all
motivo de chuva ou de molestia oeste caso ver- em *caco* dias por ter parte do aeu carregamen-
se-hia o director geral collocad'o n'ums poncio l0 Pr0B,P*: P,,B rt* < ra e Pisgeiros,
bastante desagndavel, com a lda de que hara Vi'"'" eott os cousigoatarios Marques, Barros
recebido dinheiro de alguma pessoa que is con- c" Ur* CorP s'Dto 6-
[T'^,?Kait'ou "J"90*0 poda rpormotivoinaoi Para o Aracaty
egne impreterlvelmente
t aaccos com cif, 2 caixas com cha, 1 dita com
conservas em frascos, 1 dita com fruetss
para pudios, 8 duzias de flaadres com sopas, 2
csixaade aletria, 2 ditas mscsrrio, 2 ditas de
paisas, 1 dita de fumo, 1 barril com aasucar,
8 pecas de lonas, 2 sinos, 3 compacos, 3 sgu-
Ibas de marear etc., etc.
As 10 horas em ponto do dia segunda-
feira 19 do corrente.
Alberto Ryan. capitio da galera americana
Chicago, (ara lei lio por ibterveocio do agente
Pinto, com aalorisacio do inspector da alfande-
ga e em preaence do seu respectivo cnsul dos
objectos cima mencionados salvidoi na sua re-
cente vlagem de New-Yoik para o Mexico.no dia
o boa* cima mencionado na alfandega armazem
P. 11.
Este leildo ssr effectaado is 10 horai em
ponto viito o referido agente ter de principisr
um outro Ieilio is 11 huras do mesmo dia.
LEILAO
DE
Urna casa com 6 janellaa e 2 portos ni frente,
com 4 silai, 7 quartos. um grande terrado oa
copi, parlai a janellaa nos oitd'S, grande
quintal, cacimba, cocheira o estribara.
Terca feira 22 do corrente a urna ho-
ra da tarde.
O agente Pinte autorisado palo Sr. Raymundo
B. Lasserre, que retira-se para Europa, fari Iei-
lio da casa de campo sita ns Capuoga porto do
Lassern, a qual aeba-so muito limpa e bem
conserva 1a, no dia e hora cima mencionada na
mesma easa.
O referido agenta dari qaalquer ioformacio
acerca da mesma cisa, em seu eicriptorio ra ds
Cadeia n. 9.
I
Correio geral
O Sr. Feliciano Bernaidino da
Sra
previstos.
Um artista de mrito pode estar iocommodado
ou cahir doeole e deata maneira, lornar-se im-
posaival o preaochimeoto daqailio i que elle se
cootratou para com o publico. Pode acontecer
que appireea algum destei especuladores que
odam eipreitindo a occaitao opporluoa para il-
ludir o publico, o que j est providenciado.
Em consecuencia daa enormes despezas, e o
grande costeio deite estabelecimeoio, torna-se
indiapenssvel representar todas as noites, e lio
rpidos e successivosentritenimentos podem til-
vez enfadar o assignante.
Pinalmente, se ss representares merecerem o
applauso geral, o director geral espers encontrar I
urna ampia proteceo da parte do publico desta'
eidade, visto que elle nio est resol vido a reque-1
rer pelo meio de assignalurss, para sustentar urna
enpreza que pode provavelmente tornar-ae in-
digna das boas aniecipaces que o publico leoha
formado tal respeito. Elle tem por consegun- {
le concordado de vender Ingarea cada dia nica-
mente pira as representares diquelle dia, e re-
serva para si o direito de veudec somenta um
camarote e smenle cinco cadeiras, i quaLquer
pessoa que se possa persuadir que o Qm de es-
pecular.
BATBRO nF-PRISESTACOES todlS
as noites ia 8 horaa 'em ponto,
e tm portas eetario abortas is 7
horaa. assim come todos os do-
mingos de Urde baveri rapreeeolac,io is 4 ho-
ras, portas abettas s 3 e meia da tarde.
Todas aa peasoaa qua qaiietem comprar luga-
res pan ot domingoi de tardo, lerao a bndade
de se explicarem diitinctamente, para evitar que
o vendedor de bilhetes, inadvertidamente Ibes
dem bilhetes de represeataces de noito em la-
se das de dia.
.0 SE RECEBKRV DINHEIRO AS PORTAS
OA ENTRADA,
e como os porteiros esli reatrielsmeats pro-
bibidoa de recaberem dtohairo, coga-ae aes coo-
curreoles deste esiibelecimeoto, de nio insisti-
r fosa os portotros a deepteearem um regula-
ment que Ihes sauaaria o preiuizo de secem d-
miltidoa do sea ? mareas*
N. B.Tolos oa empcigidos do Cuco Osasao
lio sseciilmeala rseuaMssadadas, coma saja
porteiros, rendedoroA da bilhetes etc., de sfteam
no da 19 do corrente o
palhabote nacional Invencivel, para o qaal
ainda ie recebe alguma carga : a tratar com Jos
Si Leilao Jnior, ou cam o capitio a bordo.
Lisboa Porto
Segu brevemeate a barca portugaeza Sym-
pathia, porque tam quasi toda a carg engaja-
da ; recebe pan qaalquer dos portoi indicados a
que Ibe filia e psssageiros, obrigando-se os con-
signatarios a dsr pssasgem s squellesque trata-
rem para e ultimo porto, logo que o navio che-
gue ao primeiro : trata-se na ra da Cadeia do
Recife o. lt.
o patacho portuguez Mirla da Glorian cipitio
Antonio da Barros Vlente, a aahir com brevida-
de por ter a maior parte de seu earregamento
prompto, para carga e paesagiiros para oa quses
tem excellenles cimmodos trata-ae com os con-
signatarios P. S. Rsbsllo& Filho, rus da Cadeia
o.S5.
Aviso diversos.
Grande laboratorio de lava-
gem de roupa a vapor de
Ramos A Pimentel.
Os donos dos nmeros abaixo mencionados
podem mandar buscar ss roapas que estio prora-
tas : 380,157. 398. 394.371.245, 203, e os novos
ns. 22, 29. 34. 6. 16, 27, 21, 23,11, 18, 28, 10,
21, li. 26. 17, 30. 8.
Nesta typographia se dir1 quem
precisa de urna ama para casa de pe-
quena familia.
LOTERA
Hoje 17 do corrente mez sera' impre-
terivelmente extrahida a terceira parte
da quinta lotera a beneficio da' matriz
de S. Pedro Martyr de Olinda no con-
sistorio da igreja de Nossa Senhora do
Rosario de Santo Antonio. Os bilhetes
acham-se a venda na respectiva thesou-
raria roa do Crespo n. 15, e as casas
commisaionadas do costume.
Os premios desde os de 10$ ate' o de
5:000$ se pagarao no mesmo dia da ex-
tracto de 1 hora da tarde por diante,
e os outros logo que se tenha eito a dis-
tribuirlo das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
amor e dever paternal
O abaixo assignado pae do ba- 2
! charel Guilhermino Gemente J
' Matques Bacalho, faz publico *
: que o seu filho exerceu 8 annos 1
o emprego de juiz municipal do
termo de S. Leopoldo na pro- J
vincia do Rio Grande do Sul eo*
segundo quatriennio findou no
mez de fevereiro do anno pas
sado de 18 1 e no mez de maio
do dito anno recebi urna carta 9
endressada por elle, ja fazendo
i 8 mezes que nao escrevi a-me, e
at esta publicacao abdi.vo da- (9
t a da, nao sei se existir' vivo ou 9
morto, residindo ou nao no re- O
ferido termo. s
A vista do meu grande pesar
e de sua mae, irmaos, parentes
e amigos, recorro a este concei-
tuado Diario rogando o favor
impagavel a qualquer digno se-
nhor que tiver relacOes commer-
ciaes para a referida provincia
I ndagarem se existe esse meui-
1 lho no lugar mencionado e do
l seu estado e profmao devida e
i todo o resultado podetao com-
| municar nessa eidade d"o Recite
I ao Sr. Laurino de Moraes P-
l nheiro e a dous mcus filhos aca-
i demicos Magno Bruno Marques
! Bacalho, Joo Silverio Marques
i Bacalho, todos residentes nesse
I lugar
i Muito ficarei obrigadissimo ao
I senhor que se exforqar a fazer*
| me certo dessa noticia tao dese-
I jada. Engenho Carauba 15 de
| maio de 1862.Joao Marques
k Bacalho.
49
4
Para
Rio de Si
aneiro,
eiue com toda a brevidade o petaabe nacional
f S. Josneiro. capitio Jeio Gaspar de Oveira,
lera parte de earref ameato prorapto : para o res-
tante, trati-sa cam e consignatario de meimo,
Hanoel Alvee ftuarri, oa com o sapKao.
Para Lisboa
val sabir em poneos dias a muito veleica. bafea
K
O capuao antooio Luu Uuarta nuutra e
o i-guoio-tenenle Antonio Luis Tiixeira
Campos, feridos di mais pungente d6r pe-
lo repouso eterno de aua presada a sampre
horada sogra a mi D. Bel mira Joaquina
Tiixeira Campos, mandan celebrar urna
mise pela alma da mearas ni terca-feira
20 de correte, pelai 7 hons ds rasnhai,
na igreja de Santa Tberezi (era Olin ia) e
fiados na boodsde de seus am'gos o coobi-
ciloaesperam que nao deixarao de com-
parecer a um acto lio ligioso. taatiaia-
nando-lh>i deid iieriti'iio Pterni.
Attencjao.
Joan Baptista Lopes, secretado sctiul da ir-
msuAada de Nossa eobori da Asaampcaa das
Fieaieiffas da imperial capaila da Sitaoeu, au-
knetaeda pala mesa retadora comWaa lodo* aeaa
wmx mw Liaw 1 pos ter prompto aerte da san asirnr Mraln i i ainiiaissaai nn domingo 18 da cor-
_mS .... n aailn Ai ,. ^t____ an ...U>lul. A_
Attenco.
Antonio Flix Pereirs, proprietario do hotel tm
Bicada (ai sciente o publico, que tendo .i 1>
iberli a 3* seceso da estrada de ferro das Cinco
Pootas s Gameleira, tem a'li eslabelrcido am
grande hotel Denominado Esperanza, quasi de-
fronte da estaca*, o como o mesmo proprietario
sempre seesmerou em quslqner um lugar que
se acha estabelaeldo apreseotftr aos seus amigos
e freguetes, todss aa coramodidades necessana
para qualquer numero de pessoas e familia, por
isso que ji rr.au ton edificar de novo um brra-
cao separado do hotel, denominado Barraca fa-
miliar. Psra uiais raostrar o quinto tem deaejoa
de querer que todas *s pessoas o familin se ra-
tirem com saudade, adrairaudo o grande aiseio
deste estibelecimeato, bem como graode diitra-
(ao, se lembrou o mesmo proprietario de man-
dar vir do Recife urna das melboris bandas da
msica, bem como urna boa porqo de fugo da
ir, que com ene intento se tornar mais bri-
lhante o recreio naquelle lugar. O dia aa Inau-
gurado da 3* seccao das Cinco Poetas s Game-
leira domingo prximo 18 do correte, e tendo
a compaohia deliberado fuera redu>c,o de ma-
tado des precos por ida e volts, enteode o pro-
prietario que mui diminuta a despeza a qual-
quer pessoa qmo o boare com sua estada alli
mesmo porque vio apreciar um dos melhorea
recceios desta provinets ns distancia de 22 le-
guas. Eerqasato a loin as coramodidades j
ditas, o proprietario garanta mais o bariUuimo
proco de todas as suas cemedorlar, bem eeaso
outro qualquer genero do meimo estabelecisBaa-
to. Portaoto, o proprietario i vista da qae lia-
ba de npendir, espera toda a proiiecio de lees
imigos certo de quede sua pirtenad deixtri a
deeejir pin servir bm toda e qualquer peesoa.
AclunJo se berta as estacn da Game-
leira e Prexiiras. ds estrada da tetro, preveat-
an aos seahores que reiidem asi proximdadaa
deltas, qae eeaviado-ibee recaberem asta Dia-
rio as releriJis etf,oea, podem mandar a
trantfereneia no escriptorio desta empresa.
Manoel Corts de lennos rae to Me da
aameleo:
piri a reato a paasagairaa
aa ceaaignaUrioa Carsaiho, Noa>eira 4.C. oa
ra de Vlgatlo n. 9 pslmolro andar, a com a
capitio na frac,a.
rente alai 10 horas do dU no consistorio da
mesase cepeili, para ama s&eee fetal aQm de
ttiUr-si de negados abasa, da utaaaaada
Pafa qua nio allam.
_ trecin-ae de am teitor que saja portagoaa
a apaa pratica de pNntacio para tomar coala dr




aas irUo muito parta desta eidade: quem
e as- lachar habilitado dirija-se a tus da Gru da
' Esla tu ??.primeiro andir.






Preciii-ie de umi ama para cata de pequea
familia, e para fazer o serrino interno t externo
le compras, preferiodo-se eacrava: na ra das
Cruzes n. 20, segando indar.
O abiixo assignado declara que deiiou de
aer caiieiro dos Srs. B. F. de Souza & C. dsade o
dia 14 4o correte. Recite 16 de maio d 1862.
Julio Geaar Galiao.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. 37
na ra do Amorim : tratar na rus da Gadeia n.
6S, ligando andar.
Henrique de Oliveira Soatea val a Europa.
Na ra do Vigario, armasen n. 7, deiej
fallar-se ao Sr. Jaeintho Antonio Alonso, chega-
4o de Lisboa no vaoor francer.
SOCIEDADE
Wm M IPMiXflM.
O actual theaoureiro da mesma aociedade com-
prou por cuota da mesma o bilhete ioteiro de o.
6S1 da matriz de S. Pedro Mariyr de Olinda, cu-
jas rodas correm boje.
Arrematacao.
*
Na praca do juizo de orphaos tem de sa arre-
matar depois da audiencia, no dia -20 do correa-
te, a parte do sitio Cajueiro, oode eiiate o hospital
poituguez, palo valor da quaolia de 2|667j>832,
por se ter abolido a quinta parle da adjuJicigo,
por execuclo de Hatbias Lopes da Coala Mata
contra D. Mara de Jess Cordeiro, escrivio
Brilo.
Gabinete porluguezde
Leitura,
Pergunta-se ao 1. secretario da directora do
Gabinete Portuguez de Leilura, quem fot que o
aulorisou a arrogar a ai o direilo de assigoar so-
mente com o leu nome as portaras daquelle es-
tabelecimeolo, como as quaes oram publicadas
por este Diario ni. 100 a 103, e bem auini o
officios, corro um que (oi bontem publicado 1
Se o secretario e o orgo da directora, a de
hoje em diaolo o ficamoe sibeolo; maa fiquem
sabendo tambem oa aasociadoa, que o 2.* do
art. 49 diz claramente que ao director compote ,
auignar ais aclat, diplomen, titulo de acedes:
officios, portaras, ele., etc. 111
Como socios daquelle estabelecimento, s fal-
lamos com a le as maos, e nao queremos que
fora delle tejimos aecusadoa de faltos de delica-
deza, quando talvez que a ao detejo de figurar
do senbor secretario ae poder atiribuir seme-
Ihante falla] Alguns socios.
Joaquina Ferreira de Carvalbo e Joaquim
Neuton de Carvalho, aeodo chamados oeste Dia-
rio por Marques, Barros & C. a negotio de seas
interesses, declaram que o dito negocio consista
em urna carta de ordem que Ibea veio do Piauhy
por intermedio doi referidos aec hores.
O abaixo aaaigoado, tend comprado o bi-
lhete o. 640da lotera provincial que tem de cor-
rer amaoha 17 do corrente. declara qae perdeu
o referido bilbele; por isso previne ao Sr Ihe-
oureiro que nao entregue o premio que porven-
tora sabir a oulro portador do bilbele que nao
seja o abaixo aaiignado. Recito 16 de maio de
1862 Aristides de Paula D. Marlios.
Altencao
Alugi-ie a casa terrea, j meecionada, em San-
to Amaro, por 4000, defroole do hospital ioglet:
quem pretender, dirija-se a ra do Cotovello nu-
mero 2.
D Hara Joanna Nepomuceno de Mello avi-
sa aoa credorea de seu casal qua est procedeodo
a inventario dosbena que ficamm por morte de
en litiaio marido Manoel Jas Goncalveada Luz,
para que os mesados se habiliten) com oa seus t-
tulos, a fias de na parlilha separarem se bens
para seus pegamentos.
Jos Marques dos Sanios Aguiar partici-
pando ao corpo commercial desla prega e a quem
mais convier, que do commum accordo deixou
no dia 30 de abril de ser caixeiro dos Srs. J.
Keller & C.,cumpre-lhe agradecer a estei senbo-
res a cooliaiica com que semire o honraram.
Recite 14 de maio de 1862.
Amonio de Souza Moreira Lelo natural da
fregueiia de Sao Cosme de Visleiros e fllho de
Jo. de Souza, em Portugal, londo por noticia
que tem um lio por nome Jos do Almeida e um
mano por nome Jos de Souza, residentes am-
bos em Peroambuco, o mesnio Ihe deseja fallar
em Fora de Portas, roa do Pilar taberna n 84.
Nos lias 16 e 20 do correte depois da au-
diencia do lllm. Sr. Dr. jais de orphaos iri s
praca o terreno foreiro oo bsirro da Boa-Vista,
em seguimento ao becro dos Ferreiros com lO
palmos de frente e 220 de fundo, o qnal est de-
voluto, teodo a frente para o dito becro e a par-
te de detraz para urna neva ra projectada ava-
llado por 8009, e como nao a< hasse lencador a
sla avaliaco, vai de novo & praca a requeri-
mento de Manoel Antonio Goo<:elves, em vlrtude
da execuclo que move contra es herdeirosdo co-
ronel Francisco Mame Je de Almeida, com o aba-
timeoto da le O eacripto esli em poder do por-
teiro Amaro.
Domingo 18 do cor-
i.i O /r.??-
rente as passagens de
ida e Tolta (no mesmo dia) de qual
quer estaco para a de Gameleira
sero pelo preco das simples.
Os precos das passagens de Cinco Ponas Gameleira sao os seguales:
1. classe 7S500
2. 58000
5. 58500
ESTRADA DE FERRO DO RECIPE A 8. FRANCISCO-
Abertura da S\ seceo at Gameleira.
Com a partida dos trens e os precos das passagens sero regalados pela tabella seguate.
ESTACOES
Lloco Puntas............
Afogsdos................
Boa -Vi a ge m.............
Prazeres.................
Hha......................
Villa do Cabo............
Ipojuca..................
Olinda...................
Timb Ass.............
Escada...................
Frexeiras...............
Aripib..................
Ribeiro.................
Garnelleira,..............
ESTAQUES
Attencao
Gamelleira...............
Ribeiro...............
Aripib..................
Frexeiras................
Escada ................
Timb Asi..............
Olinda................,
Ipojuca...............,
Villa do Csbo............
liba......................
Prazeres.................
Boa-Viagem.............
Afogados...............
Lineo Pontas............
TBEXS PABA O EXTERIOR
Das de traballao
NANHAA
Horas
8
8
8
8
9
9
9
9
9
10
10
11
II
11
Min.
15
22
33
40
1
15
30
44
57
10
40
20
45
TARDE
Horas
4
4
4
4
5
5
5
5
6
6
M 30
37
48
55
16
30
45
59
12
25
Domingos e alias
santos
MAMA
Horaa
7
7
7
7
8
8
8
8
8
9
9
9
10
10
Mo.
15
22
33
40
1
15
30
44
57
10
35
55
15
35
TARDB
Horas
6
6
6
6
7
7
Mo.
30
37
48
55
16
30
TttESS DO INTERIOR
Das de trabalbo
MANHAA
Horaa
6
6
6
6
6
7
7
7
7
7
Min.
12
25
40
55
8
89
36
47
55
TARDE
Horaa
12
1
1
1
2
2
2
2
3
3
3
3
4
4
Sin.
40
25
45
15
27
40
55
10
23
44
51
2
10
Dominaros e dias
santos
MANHAA
Horaa
6
6
6
6
6
7
Mm.
13
31
41
52
TARDB
Horas
2
3
3
3
4
4
4
4
5
5
5
5
6
6
Min.
50
10
30
50
15
27
40
55
10
23
44
51
2
10
FMECOS DE BIEIIETES

a
a
a


Viagem de Ida
CLASSES
t.
400 n.
18200 >
18400 >
29700 >
39100 >
3JJ900
49500 a
5{I00 >
59300
69000 >
V
300 rs
900
19100
28^00
28700
38000
38200
39400 >
39800
49000 >
48-200 s
43800
&9000
3.a
200 ra
500
600
19100
19400
18600
19900
29900
28500
2S800
38000
39200
navio
Viugem de Ida e volta
CLASSES
600 ra.
198(10
29000 a
48000 d
58000 >
58800 o
78000 o
79700
99000
98500 >
108500
II9OOO B
il500
2.
500 ra.
8400
19600 >
38200
48000
48500
49800
58100
58700
68000 a
68300 >
78200
7*500 b
3.a
300 ra.
800
900
19700
28100
29400
28900 b
38300 >
39800 b
4*200 t
48500
49800 >
5200 b
PBECOS DE BULHETES
Yiageiu de ida
CLASSES
1/
700 rs
19700
29400
38300
39900
48500
592OO
68000
683(10
68800
79*100 b
79300 b
79500
2.
500 ra.
18200
19800
8200 b
2*600 B
3S"00
39600
48000 >
48200
48500
4$700 >
48800 b
5S000 8
3.
300 rs.
700
19000 >
19100 b
1$600
18900
29IOO
28*00 >
29600 >
39000 B
39100
38200
38500 b
Via geni de Ida e volta
l.
18000 rs.
29500
3$oo
59000
59800
68700
79800
98000
98500
108200
109500
119000
118500
CLASSES
2.
700 rs
19800
29700 B
3*300
39900
495O0
59400
6)000
6|200
69800 b
78000 b
78200
78500 b
3.
Precisa-se de urna para lodo o lerrijo de casa
de pequea familia : a tratar na ra estrella de
Rosario u. 28.
Caixeiro.
Precisase de um caiieiro : na taberna granle
da Soledade.
Francisco V anuas, subdito portugus, re-
lira-ae para (ora do imperio.
Precisa-se de um escravo por aluguel
Juera o tiver, queira dirigir-ie a ra larga do
osario n. 30, loja de miudezai, qae se dir quem
precisa.
DESCOBERTAS E AVENTURAS
NOS
Nares e regioes polares.
Traduccao do inglez
DO l.s TENBNTE DA ARMADA
Colatino Marques de Souza.
A obra ser publicada em dez folhetos, do cui-
to cada um de 19- Assigna-ae na livraria n. 10 do
largo da Independencia.
C0NTEUD0.
Capitulo 1. O clima das regica polares.
c 2. Vida animal e vegetal as resides po-
lares.
< 3. Antigs vigens so norte.
4. Visgens em busca de urna passagem
nordeste.
5. Primitiras viagens ao polo do'norte.
6. Primitivas viagens em busca de urna
passagem noroeste,
c 7. Viageas de Roas e Parry em busca
de urna paaaagem noroeale.
8. Segunda viagem de Ross.
9. Recentes viagens ao polo do norte.
10. Expedirlo aos mares roda da Boo-
thia.
11. A expo&icao de Franklin.
12. A peacaria de baleias do norle.
13. Geologa rtica.
Expedirles pesquisadoras de 1850 a 51.
dem dem de 1851 a 52.
DeecoberU da passagem noroeatee ultimas no-
ticias ds comitiva de Frarka.
Jos Dias Pereira, Poituguez, ai para aa
provincias do sul do imperio.
Precisa-se de urna ama para o srvico in-
terno de urna caa de pequea familia na Tilla do
Cabo : a tratar-ie na traveseado Carmoo. 1, pri
meiro andar.
Criado.
Na ra de S. Francisco, sobrsdo o. 8, precisa-
se de um criado de 12 a 16 anooi, que nao seja
radio, burracbo ou ladro. sob pena de, asiim
sendo, ir parar na caa de detenejio: qnem se
achar isenlo de taes vicios, e se acbar habilitado
para um boro, criado, appareca em dita casa para
cootratar-se no praco ; a casa de homem sol-
Itiro com pouca familia.
Urna peisoa que tem ama letra soflrivel e
escreve com alguroaorthographia, offerece-se pa-
ra eacrever em algum cartorio de labelliao, ou
em casa de algum advogado: quem pretender di-
rija-ae a ra dos Goararapes o. 38, ou entio na
ra do Uabng o. 1 C, que se dir quem .
Offerece-se um ofcial de pbarmaeia : nea-
ta typograpbia deixar carta fechada com asini-
ciaea X L.
Bailar & Oliveira, na ra da Cadeia do Re-
cite n. 12, vendem libras sterlinas.
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
O procarador geral, em virtude do que dispde
o artigo 63 do nosio compromisso, tem a honra
de convidar a todos os irmos, ex-juizes e bem-
feiloreada irmandade para comparecerem no do-
mingo prximo 18 do correte, pelas 9 boraa da
manhaa, para darem execugao ao que diapoe 08
artigos 97 at 101 inclusive. Consistorio da ir-
mandade do Divino Espirito Santo 14 de maio de
1862.J. A. dos Santos Coelho,
Procurador geral.
Silvino Guilherme de Bsrros compra escra-
vos de ambos os sexos : na ra do Imperador n.
79, prioaetvo andar. ;
Acha-se justo e contratado com o Sr. Joa-
quim Carneiro da Costa a venda de seu terreno
com 25 palmos de frente e 90 de fondo, e nelie
exiatente 6 mucambos, na ra do Principe, aabida
para Bellem: quem sa julgar com direito ao mes
mo.aonancie no praao de tres dias,a contar deata
data. Recite 14 de maio de 1862.
No domingo 20 do corrente, rrtaram de casa
de Manoel Teueira Bailo, na Passagem da Meg-
dilena, um relogio de ouro do systema otferoo-
de dsc corda per cima sea .suio de chire, fot
furlado juatimeete com urna cadeia de euro,
conteodo urna chave j quebrada. O prejudica-
do olo ae record do nome do autor, e o numera
do relogio e'7851, e por iuoapenaa com sig-
naes, pode indicar ser de bella apparencia, des-
coberio, e com um vidro bem saliente em gros-
sura. A quem quer que o descobrir se sgratifl-
car generosamente. *
Aos Srs. consumidores de gaz.
Nos rameos do caes do Ramos na. 18 e 36
os ra do Trapiche Noto no Recife o. 8, ae ven-
de gaz liquido americaoo primeira qualidade e
receotemente ebegado a 1*9 a lata de 5 gales,
assim como latas da 10 e de 5 garrafal em
garrafas.
*
Deseja-ie fallar a negocio com o Dr.
Amenco Fernando Trigo
ra do Crespo n. 17.
de Loarairo, na
!
500 rs.
19000 b
18500 B
28100
28400
29800 b
39100
38300 >
38900
49300 b
49500
49800 b
59200 b
Offerece-se para caixeiro de fazendas ou miu-
dezaa um menino de 12 annos, omito esperto e
de boa conducta : quem precisar, dirija-ae a ra
do Nogueira n. 20, ou anouncie.
Curativo de urna grande
inflammaccona bocea
do estomago.
Nao posao deixar em ailencio o curativo feliz
feitopelo Sr Ricardo Kirk, eoriptorio na ra do
Parlo n. 119, por meio das seas multo acredita-
das chapaa me dicine es, as ijuaes me pozeram
perfeitamente bom de urna grande ioflammacao
na bocea do estomago, que me tomava quasi a
respiracao, cauaando-me aaiim um cansaco iosu-
portavel durante o tempo de qualro anooa con-
aecuvoi, pelo que Ihe aerei <>teroameote grato.
Ra detraz do Carmo n. 63Rio de Janeiro.
Antonio Jos Goocalvea Meodes:
Quem precisar alugar ama eacrava moca, de
boa conducta, qae sabe cozinbar bem, lavar de
aabio, engemmar, comprar oa ra, tratar de urna
caaa, e tratar de meoiooa com delicadeza, dirja-
le a ra da Alegra n. 7.
Na ra do Queimado, lo i o. 41, preciaa-ie
fallar com o Sr. Dr. Joao Biptisla do Ama ral e
Helio.
Aluga-ie o segundo sndor do sobrado unto
a casa do aabSo, no aterro dos Afogados : a fal-
lir na ra Direita, osa o. 6.
ENSAIO CRITICO
SOBRE
A \iagem do Brasil era 1852.
DE
CARLOS B. MA?ISFIELD
POR
A. D. de Pascual.
Os Sra. subseriploraa desla obra podem otan-
daa recebar o 2 tomo qae a completa a ra da
Cruz o. 45. primeiro andar. Para aquellas pee-
oaa que nao aaaigoaram iljaejarem possai-la
cuata dita obra 6|.
Aluga-se a.excelente casa da ra
dos Martyrios n. 2, onde morouo Exea,
brigadeiro Muniz Tavari:* commandaa-
te das armas da Baha, composta de 2
andares e sotao, contemlo boas sala* e
quartos, com jauellas no oitao do lado
do sul _e muito fresca : a tratar com
Antonio Jos Rodrigues de Souza na ra
do Crespn. 15, thesourara das lote
ras.
As horaa marcadas sao aquellas am que devem partir e ebegar oa trens, maa a compaohia nao garante que em todos os casos posss ter
lugar essa ponlualidade, e nem ser responssvel pelas demoras; comludo, os trens nao partirlo das estacoes antea do tempo especificado.
Os meninos menores de 6 anooa pagario melade.
Os bilhetes de ida e volta aervem para 24 horaa oa 48 quando nellaa te comprehendem domiogos ou dias santificados. Os de primeira nes
se ultimo ciso servem para tres disa.
Roga-se encarecidamente aos seohores que tragam sempre o dinheiro correspondente ao preco da viagera que liverem de fazer, para senao
yerem por falta de troco naa estacoes nacontiogencia de nao aegulrem, aeodo como certo que mais fcil lhea trazerem o dioheiro do seu bilhete
justo, do que as estaco-* terem indefinidamente troco para darem a todos.
BAGAGEM E PASSAGEIROS.Os paaaageiros poderlo transportar grsluitamente e sdb sua responsabilidade a bagagem de um peso inferior
a ama arroba, que possa sercollocada porbaixo de seu assenlo e sem incommodar osdemais viajantes. Ests concesilo nao se esleode aos objectos
preciosos.
As bsgagens e cavallos que liverem de seguir nos trens, deveilo achar-se naa eitaces so menos 15 minutos antes da hora marcada.
as portaa daa eata^oea aerlo fechadas cinco minutos antes da hora marcada na tabella, depois do que nao se vender maia bilhetes.
Aaaigoado.E. H. Brmmah, superintendente.
Attencao.
Antonio Gesario Moreira
Dias, faz sciente ao respeiU-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n 32, e est ventien
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affanca a
boa qualidade desAas merca-
dorias por serem{ue primeira
qualidade.
O Sr. empringado publi-
co que recebeuf differeutes
quantias para pagamentos de
objectos de sua ^epartico e
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existem em seu podeVcomo
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se prova a existencia
deste negocio.
Nesta typograpbia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
Precisa-se de um criado forro ou
escravo que seja intelligente e d bous
costumes, e que d fiador a sua conduc-
ta. Dirigir-se a ra nova de Santa Ri-
ta, sobrado n. 47.
IsRUABO QUEIMADO W!A6
%ASEROUPKSf^
Sortimelo completo de aobracmcoi de panno a S5|, 28, 80* e 35, cincoi malto bem
alU a 25|, 98f, 30$ e 85f, paletn acaaacadoa do panno pretoda 16 at 15, ditos de easemira
dt cor a 15, 18| a #, paialots saceos de panno e caiemra de 8 al 14, ditos saceos de alpaca
merino a la da 4 al. sobre da alpaca o merino de 7 at 10, calcas pretaa do caeemira d
8 at 14|, ditoa de cor de 7 at 10$, roapaa para menino de todoa os tamanhos, grande sorti-
ento de roupss de brins como seism calcas, peletoU e colletas, aorlimento de colletaa pretoe d*
satim, cssemlra e velludo de 4 a >$, ditoa para casamento a 6 8, pal ato ta braocoa de bra-
mante a 4 a 5#, ealcae brncaa m ilo finas a 5$, e m grande sorttmenUt de fazendaa fina a e mo-
dernaa, completo aortimento de casemiraa inglesas psra bornea, menino e aenbora, serealu de
Unhe e algodae, chapeca de eoldeseda, luvaa de seda do Jonvio para homem e aenbora. Te-
atoe ama grande f abvteade alfaiaU onde recobeaee enconmendaa de grandes obras, qua pan
ese est sendo administrada por isa hbil maatre de aeaelhante arte e um pessoal de maia da
etnceonta obreiroe eaeolhdos, portelo ezeeulamos qealqeer obra cosa promptidio e mais barate
da .eea eatre aatner easa.
Precisa-se
de um moleque fiel e diligente para o
servico de urna casa de familia : na ra
dos Guararapes em Fora de Portas n.
26,sobrado.
Precisa-se de urna ama, no pateo do Terco
o. 12, aegundo andir.
Aluga se o sillo o. 1 do Arraial, em o qual
reside actualmente o Sr. Samuel Power Johna-
ton : a tratar na ra da Aurora n. 86.
Casas para alugar.
Segundo andar da casa c. 12 da ra do Encan-
tamento, loja n. 33 da ra do Vigario, com ar-
msco para taberna : a tratar na ra da Cadeia
do ReciTe d. 33.
Franciaco Duro Soares, subdito hespanbol,
retrs-se para fura da provincia.
Parlindo para a Europa no vapor inglez
aOneidaa, e cao tendo tido tempo para daipe-
dir-me de todos os meus amigos, peco-lhet que
me diiculpem, e Ihes offereQo meus servicos em
qualquer parte em que me achar.
Dr. Joaquim de Aquino Fonieca.
Aluga-ie um mulato bom copeiro e com
principio de boleeiro : a tratar na ra da Aurora
n. 70. tecundo andar.
Aluga-ae urna preta boa cozioheira e en-
gommadeira : a tratar ni ra da Aurora n. 70,
segundo andar.
Max Homburger, illemao. Til a Europa.
Preciaa-se de um moleque ou negro pars
conduiir pso e bolacha : oa padaria da ra Di-
reita, defronte do Terco o. 129.
Manoel Cueiro, subdito nespanhol, retira-
se psra o Rio de Janeiro.
F de passeio, e urna victoria tambem nova, e am-
bos forrados de seda : a ver e tratar, na fabrica
do Sr. Grosjean, ra da Florentina. Tambem se
vende ama carrosa em maito bom uso, na co-
ebeira da traveasa do Ouvidor.
Aluga-se um escravo : na raa do Impera-
dor n. 50. terceiro andar.
Pracisa-ae de 800 a premio com bypothe-
ca em ama cass de pedra e cal nesta cidide,
alm de boas firmai que se di para mais garan-
ta oa vende-ie e mesma caaa, ba mais outrss
easss tambem de pedra e cal e moderna pira a
escolhs do pretendente: quem Interessir diri-
ja-se so paleo da Santa Crut o. 18, qae achara
comqaem tratir.
Aluga-eee a easa terrea confronte de S.
Jos do Manguinho, com bom quintal a eaeimba
d'sgua de beber: a tratar as ra Angosta o. 26.
Hotel Cinco Pontas.
Domiogo 18 do corrente, no hotel da eatacio,
fornece-se ilmoco aos passageiros da estrada de
ferro, antes da partida do trem que segu para
Gameleira, a 1 cada pessos.
Luis Barbalho de Vaiconcetlos declara que
sendo devedor da quanlia de 8:000 em diversaa
letras proveniente do ultimo pagamento dos en
genhos Santo da Serra, UoiSo e Jalob, as quaes
letras ae hao de vencer em 29 do correle maio,
avia a seus oradores que as nao pooe pagar no
vencimenlo com dioheiro, e aira com seus bens,
que francamente os offerece am de nao ser pro-
testada a firma de seu fiador, isso no caso dos
mesmos credores nao quizerem conceder reforma
com declaradlo para a safra prxima vindoura de
1862 a 1863.
Antonio da Rocha Accioly Lio acha-se reii-
diodo na ra do Queimado n. 30, primeiro andar.
Alexsndre Prader e Domiogos Visques re-
liram-ie para e Baha.
KCMQIMMMMB MStKdiS M3CM9K3SE
Saques sobre Portugal. ||
O abaixo asiignado agente do Banco i
Mercantil Porineose neita cidade, aaca
effectivamente por todos os paquetea ao- ore o mesnio Banco para o Porto e Lia- S
boa, por qualquer aomma avala e a pra- 1
zo, poJeudo logo os saques a prazo aeren) o
descontadoa no meamo Banco, na razio tt
de 4 por canto ao anno aos portadores
qua aasim ihe convier : as ras do Crea- |t
po n. 8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim di Silva Caalro.
i mmmmm ^mmmmmm
Juizo dos feitos.
No dia 22 do correte mez de maio, depois da
audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz doa feitos da fa-
zenda nacioual se vender em praca publica na
sala dos auditorios, urna caa de dous andares e
sollo n. 17, sita oa ra do Imperador, parteo-
cente a Francisca Thomnzia da Concedi Cu-
nha, avaliada por 6:000, cuja venda feila
psra pagamento da mesma fazenda. Recife 15 de
maio de 1S6-2.0 wlicilalor, F. X. t. Brito.
s
s
%
8
s
i
Rogase
aos senhorea abaixo declarados de virem
a ra do Crespo n. 8 A, a negocio de
seas interesses :
Nereu de S Albuqaerqae.
Jos Thomiz de Aguisr Juoior.
Anlooio Prisco de Franca Mello.
Fraucisco Lniz Wenderley.
Felippe Beoicio Cavalcanti.
Migoel Toleotino Pires Harinho Falcio.
Jos Thomsz de Aguiar.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque.
Viuva do bario de Ipojuca.
Dr. Joaquim Elvirio de Horaea Carvalho.
Dr. Pedro Gaudisno Ralia e Silva.
Padre Praocisco Alves Abrantea.
Jos Gorgonio Paes Brrelo.
Dr. Manoel Duarte de Fana (medico.) (
Toda attencao.
Custodio Jos Alves Gaimaraes aviaa ao res-
peitavel publico, principalmente a todoa oe sena
freguezes e amigos, que ae midou de loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, psre a bem conhecida a intiga loja
de miudezaa que foi do fallecido Joao Ceg, hoja
aera conhecida pelogallo vigilante,e pede eo
respeitavel publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estsbelecimeoto,
onde acbario um grande aortimento de miudezaa,
que affisnea servir bem e vender por menoe dez
ou Tinte por cento. do o.uo em outra qualquer
(fe Oa Sri. devedore da loja do tinado fc
Antonio Franciaco Pereira, queiram vir ^
pagar aeua debitca na mesma loja ra 9
(Bl do Crespo u. 8 A. fSj
Medico.
0 Dr. Brincante mudou-ae da ra do A
Imperador para a do Queimado n. 28,
segundo andar, onde pode ser procura- ^
do para o exercicio de sua profisslo. v
O Sr. Jorge Ferteira Fernandes
Siqueira, de Garuaru', queira mandar
com a possivel brevidade solver duas
lettras de seu aceite, sacadas por Joao
Paulo de Sjuza. sendo urna da quantia
de2:000$ e outra de 3:53>$620 rs., as
quaes tendo sido endossadas pelo abaixo
assignado a pedido do dito sacador, fo-
ram nos vencimentos pagas pelo mesmo
abaixo assignado a' caixa filial, por falta
dos oulros responsaveis.
Joaquim L. Monteiro da Franca.
Aloga-ee e grande casa tarrea na raa da
Soledade n. 81, de novo reedificada e pintada,
com grande quintal todo murado, cacimba pro-
pria, com 6 arvoredoa : quem a pretender, o-
tenda-ae com Jos Aoiunea Geimaraa no mesmo
lugar, caa n. 60, raa de Joao Fernandes Vieir,
onde se dar as chavea para ver.
O Sr. Joao Baptista Leal, que j morou em
Maeet. queira procurar ama carta vlnda da cida-
de do Porto, de aeu mano, em casa de Silva Bas-
tos & C, ra Nora o. 35.
Aluga-ae um aitio com grande caaa de vi-
venda, na estrada de Jlo de Barros : a tratar na
ra nova de Santa Rita n. 5, oa na ra das Tnn-
ebeirss, casco. 19, earlerio.
Aluga-ae urna casa na ra do Socego do
Boa-Vala, cuja casa tem 4 quarloa, quintal, co-
aioba etc., pelo preco de 25f; a tratar na raa da
Impertiran. 49.
3~Ria estreita da R9sro-3
Francisco Pinto Ozorio continua a eol-
locar dentes artiflciaes Unto por meio de
molas como pela prsalo do ar, nio re-
ceba paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de leui donos, tem pos
outraa preparando a aa maia acreditadaa
para eoniervicao da bocea;
Moraes Filbo avisa aoa seus deve-
dores nesta praca que ha autorisado por
procuraco ao Sr. Joaquim Hugolino
da Silva Fragozo para cobrar amigavei
e judicialmente de todos os seus dito
devedores at segundo aviso por este
jornal. Recife 14 de maio de 1862.
Perta.
Pardea-se desda a Trapiche Novo at Apipa-
coa urna chava pequea de broca de um cofre do
ferro : quem a acbou queseado restitai-la visto
que de aaa lbe serva procure aa Ira* eeea da
Madre de Doce n. Id, ou anuncie ae oafpatl-
ficir.
Precisa-se de un amasador: aa ras Direi-
ta, padaria n. 69, que en tanda boa da trabalbo
damaneiri e teodedeira.
.t
llw


MARIO DI KfctfttBUa*.^ a*s*l4*
1341
I

!"! i ^f
*<.*
0 thesoureiro das loteras roga ai pe
toas que tem bhcies e iatoi bilbetes
encommendados o favor de os ir buscar
ate a vespera da extracto pelas 8 ho-
ras da noite, do contrario s jrao vendi-
dos logo que se acabem os que existi-
r m a venda.
O thesoureiro.
A. J. R. de Souza.
Criado.

Precis-ie de um criado para um litio, ri.que
tenha algum conhecimtnlo dene tervico: m
na Nova o. 33, primeiro andar, das 9 1|2 horaa
da manbia em dianti.
Sitio.
m
1
Aluga-se um axcellepla sitio r. a eatrada doa
AfQicloi, o quatlo depoii da capilla, tem muito
boa ona, piolada e reedificada ha pouco lempo,
baatautes arvoree de (relo : trala-ae na raa
Auguita d. 60.
SOCIEDADE MHMIIA
Amorim, Fragozo, Santos & C.
Sao convidados os Srs. socios a receberera o
diridando relativo ao semestre Ando,
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & C. aicam e toman
equei para a pracx de Lisboa.
J. Hunier tem obrigacio fazer urna viagem
Europa, caualiaade de aua fimilia, por isao pede
encarecidamente a seas devedore de mandarem
pagar wai erotesoa na No n. 67.
O Sf: Antonio Tristo de
Serpa Brando tenha a bon-
dade de apparecer na loja do
Germano, na na Nova n. 21.
Precisa-se de oms ama livre o a escrava
para o aervico de ama pequea familia: rns
da Unio n. 40. \
Ama.
Preciaa-ae/de urna ama para todo o eervico de
urna caaa de pouca familia : na pisca do Corpo
Santo o. 17.
/ Mudanca
O agente Guimarles hsvendo acabado com seu
armazem tem a berto seu eacriptorio na ra da
Cadeia do Recite n. 3, primeiro andar, onde po-
dara ser procurado para o fim de sua profissao.
Ao publico.
Tendo madamo Lecomt recebido de Paria um
g*ande, bello e variado aortimento de perfuma-
ri .a e objectos apropriados a se fnzer presentes,
faz diaao scieole ao publico, aasim como que em
a loja, na roa da Imperatriz o. 7, se recebem
ncommendaa de trancelina o todas as obraa fei-'
tas de cabellos, para o que tem um empregado
franeez, perito n'arle de cortar cabillo, oqual se
Bch* a ordona do publico a qualquer hora, cus-
'.. odo cada corte 500 rs. A mostea madama de-
clara que recebe luvaa de pallicn de Jouvin por
lodo os vapores.
Joto Hypolilo de Meira Lima avisa ao pu-
blico que a propriedade aita em Santo Amaro de
Jaboalio. cuja venda aonuociida por Haooel
Joiquim Farreira Eil6vea, inda cousa litigio-
sa, poia o annunciante acaba de pedir vista dos
autos de execucao que lhe mova o referido Es-
Uves, pasa allegar o vicio radical da nutlidada
* todo o proceasado, e por coosequeacia da io-
debita potse judicial em que se acba da meama
propriedade o referido Estevea. E para que se
nao allegue ignorancia e boa f da parte de quem,
apezar disso, a comprar, se fsz o prsenle an-
nuncio. ,
Ama de leite
Precisa-se as ra nova da Santa Rila n. 55,
primeiro andar, junto ao deposite de carvao.
Caes 'Apollo ii. 7.
Aluga-se por prego muito com modo este ar-
mazem com 3 portas da frente e bastantes fun-
dos, muito proprio para recolher quaesquer ob-
jectos em grande qusntidade : na ra do Impe-
rador n. 46.
Precisa sealugarum escra*) para servi-
dos de caaa : na raa Nova n. 7.
O sanhor que annunciou a veDda de urna
preta com urna cra de 7 i 8annos uu permutar
por outros, pode apparecer do cien d'Apollo nu-
mero 45.
Laurino de Moraes Pi ~
nheiro mudou a sua residen-
cia para a ra do Apollo n. 36,
primeiro andar.
Hotel inglez
3Ba do Trapiche-3
uesappareceram ao abaixo assignado
no da 1 de junho de 1861 do engenho
S. Domingos na provincia de Sergipe,
comarca da Estancia, os escravos Lean-
dro, pardo, raoc>, cabello annellado,
baixo, grosso e tem na testa sobre um
olbo urna cicatriz proveniente de um
couce de urna vitella ; e Raymundo,
crioulo, moco, alto, olbos pequeos e
es grandes :'gratifica-se com 100# por
cada um dos ditos escravos a quem os
apreseotar no dito engenho ou na cida-
de da Baha uo esciiptorio do negocian'
te Joao Jos Leite, e em Pernambuco ao
acadmico do 3- anno Elias Jos' Pe*
droza ra do Hospicio.
Francisco Fernandes Leite.
Precisa-se alugar pretas
que sejam fiis para servico
de vender na ra : a tratar na
ra dos Guara rapes n. 64.
Cabriolet, carroca e'cavalio.
Vendo-so ua cabriolet escobarlo, quaai boto,
com oa arraios para ara cavalio, o qaal eati sen-
do pintado do novo, um axcallente cavalio do
meamo, de cor ruga, e muito manso, sendo um
dos melbores animaoa do cabriolet que exilie
nesta cidade, a urna carroca em boro calado para
cavalio : para ver, na eocheira de Thmas Jos
dos Reia, perto da prsc do cpim, a para tratar,
ni raa do Trapiche n. 14, primeiro, andar.
AtteiiQo
Compras.
Compra-ae um -avallo que tenha bons an-
dares e que eiteja gordo : a tratar na ra do Li-
vramento o. 20, com Crrala & Irmloe.
Vende-ae a loja da funileiro 4a ra da Cruz do
Recite n. 37 : quem a pretender, pode dirigir-ie
4 masma que la achara com quem tratar.
Vende-ia urna taberna com gneros, na ra
Diralta n. 48 : a tratar na meama taberna.
Veode-ie um terreno com chaos proprios e
murado, com um porfi de madeira, tendo 250
palmos de frente, no lagar do Campo-verde, dei-
ta os fundos com o silfo do Exm. Rvm. Sr. Bis-
po, tres mei-iguas na raa do Socego os. 57, 59,
e 61 : queoo pretender, dirija se a ra do Desti-
no n. 16 4 tratar.
Methodo deviolo.
Vonde-ie em aegunda mi um methodo de
violode Carulli: a fallar na ra DIreila o. 11,
loja.
Sintoscom borlotas e sintos
de camafeo.
Vendem-se ai o Loa de camafeo oa m ii moder-
nos que ha no mercado, agulbas imperiaes, agu-
lbas Victoris, agalhaa curtaa, eofeilea para se-
nhora, linhaa de Pedro V de 200 jardaa a 60 n.
o carto e muitaa oulraa miudesaa em conta ao
vista ae dir o preco da tudo : na ra larga do
Rosarlo loja de miudexas o. 38.
Yendas.
Paietots e calcas.
Vandam-ae paletota do paouo pelo Ona a 63,
alcas de eaaemira preU a 43500. paleti de faney
4a corea a 63, calesa da dito a 33503: la rus da
Imperatriz n. foja tfoPavto.
As seroulas do Pavao.
Vendem-se seroulas de linho francezaa a tf o
par ou a 143 a duzia: na ra da Imperatriz n.
M, loja UtfaajpcV Silva.
CHALES.
Grande pechincha na loja do
Pavo
Vendam-ae os mala ricas chalas com ponta re-
donda a borlotas tendo as barras a imitscio de
peluda e auetioadas imitando as espichas msis
moderoai pelo baratisiimo preco de 4|500, ditos
de 4 ponas a 43500, ditos a Garibaldina aendo
mullo graodea a 5|: na ra da Imperatriz o.
60, loja do Pari da Gama h Silva.
Saias bordadas a 2/J500.
Vendam-sa saias bordadas muito bonitas a
J|500 cada urna: na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavao.de Gama & Silva.
Bales do Payo.
Vendem-se baldea de bra maula francas co
arcos, aendo aa melhoreaarmacdee, pelo diminu-
to prego de 3j a 3J500: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Patio, de Gama & Silva,
Caixinhas e cabazes para
as meninas;trazerem
no bra^d.
Muito lindas caiiinhas e cabazes para meninas,
de 100 ris sl 2*500: na loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Oa melhorss eofeiles pretos e de cores que sp-
parece a 53500. 6* e 6|500 : ua loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricoa aortimentoa de franjas pretas e de coras
com vidrilhoe sem elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimado n. 75.
iuhasde peso verda-
deras..
peso verdsdeiras, meadas
na loja da Victoria, na roa
Saias com arcos de linho.
Queijos do Serid
a 640
Acha-se de novo completamente montado es-
ta amigo estabelecimento a protnpto a receber
psaaageiroa a qualquer hora do dia ou da noite.
Todo o servico feito com promplidio, aceio a
berateza, hsvendo no eslabelecnaeoto interprete
para psaaageiroa inglezes, franceiea, beipanbosa
e ellemiea.
Recebem ae pemioniatta ealu|;am-se quartoi
por aemanaa ou por mezea, gara atindo-se o me-
lhor servido possivel.
Tambem no eslabelecimeoto apromptam-ae
jantares e almocoe, aaaim como dfi-ae comida pa-
ra fora, envidando o dono do hottl todoa oa ex-
forcos para bem agradar as pesiois, que o hon-
raren) com aa auaa freguezias.
No intuito de preencher urea lacuna lo aen-
aivel a ama capital Uo comrnercial como a do
Recife, nao ae pouparam deipezaa a exfor;os.
aflm de ser collocado o hotel ioglez no bom p,
em que aa ach. Agora a a ai magao do pu-
blico poderi fazer medrar um estabelecimento ji
lo reclamado pelas necessidadea commerciaea
da oossa praca.
Aviso.
Guilherme Augusto Rodriguen Selte, declara
que a bem desuasaudecontioi a reaidir tem-
porariamente em Lisboa, a mora oa roa do Am-
paro o. 82, primeiro andar; ctntiaoando a se-
reno seoa procuradores na provincia de Pernam-
buco oa Sn. Dr- Joiquim Joa Jossoare de Azevedo, acorom.'l Joio Joa de
Gouvela, com quem nicamente devem tratar oa
interessadoa a nio ser com o annunciante direc-
tamente, o annunciante de novo proteala contra
qualquer trato ou tranaaeco orr deataa coodi-
Sdee, como j o tea fallo por di rasa vezes.
Lisbos 19 de dbrit da 1862.
Guilherme Augusto Roe i igues Setta.
MVM*
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55 loja da miadetas
de Jos de Azevedo ttais a Silva, est vendando
todas ss mindezaa beratiasimae, a saber :
Papeia de agulhaa a baleo muito supe-
riores a 80
Caixaa com mullo finas obreias a 40
Carloes com clcheles, tem algum de-
frito a 10
Frascos de macass perola muito fino a 800
Caixtnbaa com papel pequeo de diver-
sos goilos a 720
Pacotes dito dito dito amizade a 720
Novelloa da lioha de Crux a melhor
que ha a 40
Canas com agulbas cuitas de superior
qualidade SOO
Eotremeios, a peca com 3 varas 1|2 a lgOOO
Sabonetas muito linos a 120
Papeia de agulhaa francezaa com toque a 10
Parea de botdea para punbos de muitos
modelos a 240
Pares de meiaa cruss para meninos a 160
Ditos de ditaa cruaa para pequeo a 160
Ditos de ditas para meninas a 200
Frascos com agua de Lavande ambreada a 800
Ditos com cheiros muito finos a 240 e > 500
Ditos com banha muila fina a 240 a 320
Dilos com superior bsoha de urao a 600
Ditos com oleo babosa auito fino a 240 o 320
Ditos com oleo do Rio muito auperior a 500
Ditoa com superior pbilocome a 900
Ditoa com banha philocome finissima a 13000
Ditoa com banha transparente a 800
Ditoa com auperior agua de colonia a 500
Dilos com macaasi (oleo) a 100
Ditos com superior opiata a 500 e 800
Cartoea de linba Pedro V, com 200 jardas a 60
Ditoa de dito dito, branca de corea a 20
Carriteis de liaba coas 100 jardaa a 30
Masioi de lioha frouxa para bordar a 240
Peales de marim da auperior qualidade a 13000
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, loja de mludezas de Jos de Azevedo Maia
e Silva, est qaeimando tudaa as suas miudezaa
pelos precos que abaixo se declara, pois a quadra
boa para apreciar :
Duzia da melaa cruaa muito eneorpadaaa 23400
Dita de ditas brancas muito boaa a I36OO
Dita de ditas cruss mutto finas a 4$090
Dita de ditas brancas para aanhora, mui-
to tinas a 3f000
Carriteis de retroz de lo las aa cores a 280
Crozas depennaa de ac de todas aa quali-
dadea a 500
Dita de ditaa calltgraphicas I56OO
Nvelos da Iinha muito grandes a 60 e 120
Caixas de agulhaa perfeitas a 160
Baralhoa portugueses a 120 e 160
Groza de boloea de osso pequeos para
_ "'es a 120
Tesouraa para uohas muito superior qua-
KkJidade a 400
Ditaa para costura muito finas a 400
Ditas pequeas porm finas a 200
Baralhoa (rincezea muito tinos a 210
Agulbeiros com agulhss superiores 80
Caivetes da aparar pennas da 1 folba a 80
Pares de sapalos de tranca de lia a 11280
Cartas de alfinelea francezea a 100
Parea de luvss brancaa de algodo a 100
Eicova para limpar denles muito fi-
nas a 200 e 320
Masaos de grampos de todas as quali-
dadea a 40
Dedaea com fundo de ac 1 100
Caixaa com colxetea francezea a 40
Tioleirosde vidro com tinta a 160
Ditos de barro com lints superior a 120
Areia preta multo tina a libra a 120
Labyrinlho por lodo preco.
Vara de franjas largas brancaa a 200
Pides de nova iaveogao para meninoa a 200
Liona branca do gaz pelo prego ji sabido que
10, 20 e tres por dous, e outraa muitaa miudezaa
que vista far f pelae auas boas qualidadea e
precos entso nao fallemos.
Novo mez marianno.
O edictor do novo mez marianno, cuja extrac-
Cao tem sido extraordinarii por ser Wtlidsmenle
impresso, ornsdo com ricas estampas e muilas
viohetas, querendo que elle chegue a todos, tem
resolvido rebalsar o aeu antigo e fixo prego pela
maneira aeguiote: oa que custaretn 23 passam
para 13500. os de 23500 psra 1(800, o os da 33
pora 23 ; approveitem a occaito, poia lo mui
poacos oa que resta m : na ra do Imperador o.
15, das 9 boraa da manhaa is 3 1|2 da larde.
Queijos do vapor a
2,300 rs.
Oa maia frescaea que ha no mercado, vinho em
pipa da Figueira e Ltaboa a 400, 500 e 600 rs.a
garrafa, a 3$, 33800 e 43500 a caada, espirito de
vinho de 38 grios a 13000 a caada, a 240 ra. a
garrafa, caaa engarrafada a 240 ra : na ra daa
Cruzes n. 24, esquina da travessa do Ouvidor.
Veode-se um grande] sitio com casa mo-
Aluga-se

urna preta esersva para os setvlcos de casa :
quem a pretender dirija ae a ra do Cotovello,
paseando o boceo daa Bsrreiras n. 5.
Rezende & C., saca tu sobre Lis-
boa e Porto, a ra do Jlrum, arma*
zem n. 58, ou na ra do Vigario n. 9,
prirceiro andar,
- Precise-ae da ama peeeos qJe queira cobrar
dividas no mato, dando ledor 1 ua eonducta : a
tratar aa raa do Queimado o. 45.
deroi, baixa de capim, arvoredos,
plaotac.i. boa agua o baataule parlo da praca
na ra Bella n. 28.
Vende se um coup ds melhor qualidade
que tem viodo a esta provincia, sala como um
cabriola! novo, moderno c com oa melbores ar-
reios : psra vara tratar com o Sr. Grojean ua
ra da Plorenlins.
Machinas para lavar roupa.
Monteiro, Lopes & C- recebaran) machinas pa-
r lavar roupa syslems ioleirameola novo e
adoptado a eate paiz, pois qualquer peisoa pode
trabalhir com ellas.por ser o sea uso o maia sim-
ples que se p'oderia desajar, sen lo tambem mala
econmico a breve : quem quitar comprar diri-
jam-ae a raa da Csdeta do Recife o. 30, que aa
lhe dar todas aa explicac5ee por eicripto po-
dendo saber dos seus bons resultados por j ss
usar nesta pra;a no collagio das orphias dirigida
pelas iraiaa da csridade.
Vndese queijo do Serid muito frescal
rs. a libra: na ra dos Marlyrios n. 36.
Veode-se o engenho Alto, de Joao Fernan-
des, ailo ns freguezia de Agua Preta, com meia
legos de frente e auito maia de fundo, passando
a linha terrea por dentro do terreno, e fleando
distante da ealacao de Gameleira menoe da urna
legoa, em quaoto a qualidade do engenho nao
preciso dizer, j porque o meamo engenho
maito conhecido, e j porque o comprsdor deve
vir ver ; e quem pretender, dirija-se ao mesmo
engenho, oode tratar o oegocio com o propie-
tario.
Charutos de Havana.
Os melbores charutos de Havana, alo encon-
trados por preco rszosvel, em caa de Leandro &
Miranda, na ra do Crespo n. 8 A.
De Havana*
Sao chegados oa mais ssboroaoa charutos de
Uavana que tem vindo a eate mercado, e acbam-
se disposico dos apreciadores, em casa de Le-
andro & Miranda, oa ra do Crespo n. 8 A.
Attencao.
Joio Jos de Figueiredo tem a honra de parti-
cipar a asma numeroaoa fregueses que em seu es-
tabelecimento de fazendas finas, na raa do Cres-
po n. 9, se encontr am completo aortimento de
fazandas do ultimo goato e maia baratas que em
outra qualquer parle por se querer liquidar, co-
mo sejam :
Cspss de grosdeosple de 30, 40 e 45f, muito
ricas.
Chapeos de pslha de Italia para senhors a 183
e38S0OO.
Ditoa de seds psra senhora a 12 e 26f.
Ricos enfeites de flores para theatro ou bailes
a 153000.
Ricos cortes de seds de muito bons goitos a 80
e 1209000.
Chalea de casemira muito ricos a 153000.
MinLlotei brancoa da nhora a 283-
Veatidoa pratoa bordados a velludo.
Ditoa de corea da diveraoa gostoa e precoi, e
mnilos outros arligos psra aenhoraa e bomem,
muito modernos, e mais barato que em parle al-
guma.
EDgenho venia.
Vendem-se as parlas do engenho Boa Vista
sito na freguesia de Serinhem, com optimaa
terrea de prodcelo, copeiro, porto de embar-
que, excellenlea matas o arrendado por 4:4503
ancuaes, partea relativas a maia da metade do
mesmo engenho e que ao Exm. msrquez de
Olinds e aoa herdeiros do coronel Casado Lima
compraram o Dr. Sebaslilo Antonio Accioli Lias
e seu irmlo Priscisno de Barros Accioli Lins :
quem pretender pode entender-se nesta cidade
com o Sr. Antonio Jos Teixt-ira Bastos ns rus
do Apollo ou com os propietarios nos eogenbos
Goicina oa Tinoco da dita freguezia.
ftlovo sortmenle de fa-
zendas baralissimas,
NA
Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
DE
GuVMLV & SILVA.
Vendem-se aa seguintes fazendss por precos
baralissimos afim de apurar dinheiro : capas
suissas a imiisclo de sedas de quadrinhos aen-
do de todas aa cores e cores muito fizas a 200
ra. o covado, brilhanlinaa de quadrinhos muito
encornadas para vestidos de senhora e roupas
psra meninos sendo muito mais larga que chita
a 200 rs. o covado, gorgurlo de linho fazendi
muito nova para veslidoa 280 rs. o covado,
musselina branca com 4 1|2 palmoa de largura a
200 ra. o covado, grande e variado aortimento
da cusa psra vestidos seodo os padrees moder-
oisumos e as cores flxas a 280, 300 e 320 rs. o
covado, chitas francerasde cores flxas escuras e
alegres a 240, 260, 280. 300 e 330 ra. o covado
cbitaa ioglezaa s 140,160 e 200 ra. o covado
cortes de cassa tendo 7 1(2 varaa cada um a
23400 ra., cortes de organdys com barras tendo
12 varaa cada corle a 53, cortea da baregea com
22covados s 53. ditos com as salas feitas a 53,
laaziohaa de corea a 280 rs. o covado, de todaa
ealaa fazendas do-se aa amostras deixando o
penbor na loja e armazem do Pavio, ds Gama &
Silva, na ra da Imperatriz n. 60.
Madapolo do Pavo.
Vendem-ie fioiaiimaa pecas da madapolio com
24 jardaa a 43500. 43800, 53. 5$500 e 63. ditaa
francezaa eufeiladaa com 14 jardaa a 33: na ra
da Imperatriz n. 60, loja do Pavio de Gama &
Silva.
Lasa320 rs.
Vendem-ae modernlisimas liazinhas com pal-
mea a 320 rs, o covado: na ra da Imperatriz d.
60, loja do Pavio.
O Pavo vende a 4j.
PeQaa da eambraiai de corinhos brancoa a da
larraa de loJ" foras tendo 8 1|2 varas a 43 : na raa da
imperatriz o. 60, loja do Pavo.
O Pavo vende
codea de cambraia maito fina com dona babados
a duas saiaa aendo delicadamente bordados a
43, diloa sendo todoa adamascados a 43, corles
de phantaaia tazeoda fibiiiima a 6|, ditoa a 43500
o 53 : na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
sen do Pavio da Gama & Silvs.
Panno preto.
Vende-ae panno preto mullo encorpado a
1J600,13800 e 23, e dito cor de cate: aa raa di
laperalris o. 60, loja do Paveo.
Chales do Pavo.
Vendem-ae chalea de merino eatampados mui-
lo grandea a 33, ditoa da caen adamascada a 800
rs.: na ra da Imperatriz n. 60, laja a arasasasa
do Parlo da Gama 4 Silvs.
Vendem-se ss acreditadas satss com arcos de
linho que faxem 11 vezea d bailo a 3|200 e a 4J
cada um, ealaa siias sd ha oa loja do Pavo, raa
da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama &
Silva.
Para meninos a 4$5G0
Vendem-ae veitidiohoa de aeda para meninas,
muito bem en feita do, pelo diminuto preco de
4JJ500 cada um : na* ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavio, de Gama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Camizinhii com golliohaa e manguitos de cam-
braia bordados, fazenda muito moderoissima a
53000.
Ditis de fusMo com salpicos de cor a 33000.
Golliahia bordadaa com botaoziohoi a 1)000.
Ditaa ditaa de goatoa a 640 e 800 ra.
Ditaa com maogaitoa de cambraia bordados a
1JM0.
Manguitos de esmbraia fina bordados a 15000.
Golliohia bordadaa a 240 rs.
Romeins de esmbraia enfeitadas para lulo
sgooo.
Camiziohas para senhoras bem enfeitadas a 3{.
Lencinhos de linho com labyrinlho para mao
a 23500.
Diloa a imitacio do labyrinlho a 13 a a 13280.
Lavas de lorcal enfeitadas de vidrilho a 500 e
e 640 ra.
Enfeites pretos com vidrilhoe a 83000.
Ricoa enfeitea a turca e Garibildi a 58500.
Di loa mullo bonitos a 23500 e a 33500.
De tudo do-se aa amoslraa ficando penhor: na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Papel de todas as qualidades.
Venda-sea 43400 de quadrinhos, ditos pauta-
dos a 336OO, dito almajo pautado a 4/ e 43200,
dito greve a 4S600. em caixinhas de diversas co-
res a 610 el3, dito branco pautado a 800 rs,, an-
velopes de cor a 640, dito branco a 900 rs. : na
loja do beija-flor, ruado Queimado n. 63.
Ricos cintos dourados;
Vende-se a 23 e 23500, ditos de fita a 13600.
filaa para debraobos de rollete a 280 a peca, liraa
bordadas a 13 a 13200 ; o
do Qaeimado n. 63.
Vendem ae leaonraa finas para costura a
13. dita para anha a 640 e SOO ra., ditaa finia a
900rs. a duzia, penles de travessa psra menina a
640 : na loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63. lar 1 v-
Sintos para senhora.
VaodeixRsa os riqaissimos sintoscom borla ca-
bida ao lado, maito chique, seodo o ultimo gosto
de Paria, pii parece-me que nio ha ver aecho-
raa que deixe de comprar : islo 10 no gallo vi-
guante, ra do Crespo n. 7.
Enfeites de cabec.
Vendem-se os riqaissimos enfeites, tanto com
franja como sem elle, por baratiasimo prego de 1
235OO, 33 e 53: s no vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Linha de peso.
Vendem-se as verdadeiras linhas de peso, o
msis fino que se pode encontrar a 25500 o mas-
sinho de 30 miidiobss, sssitn como de outraa
qualidades : i 00 vigilante, rus do Crespo nu-
mero 7.
Vendem-se msntinhas de coril a 2g, 23400,
e fioa de coral a 720, maaiiohos de conlas miu-
dinhss de diverssa corea a 140, caixinbaa de alfi-
netes s 200 rs. e 240: na loja do beija-flor, ra
do Queimado d 63.
Vendem-se lavas de pellica de Jouvin bran-
cas para aenhora e bomem. chegadaa no ultimo
vapor : na loja do beija-flor, ra do Qaeimado
numero 63.
Vende-se csscarrilha de aeda de todas as
cores a 2f e 2|400 a peca, lioha de Pedro V a 20
ra. o cartlo, grvalas de aeda eatreitiohaa a ljj :
oa loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Vendem-se ricos eofeiles a 53 e 53500, di-
tos de vidrilho a I36OO, aderecoa pretos a 23500,
roselaa pretas a 160 rs. o par. golliohaa pretaa a
800 rs. e 1J : loja do beija-flor, raa do Queima-
do o. 63.
Vendem-se carleiraa propriai para guardar
diobeiro de ouro e prata a 13 a 13200, esporas
floas de seo a 1J, bandeijaa de lindos desenos a
13500, aioturlo de borracha a 200 rs. e 240, ben-
galas de canna a 23 e 23500, chicotes finos a 23
e 23500, de eslalo, ditoa aem ser de estalo s .
640, toucm de lia para meninos a 13, aapaliohoa
de lia a 800 n., ditos de merino a lg500 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Vendem-ae penles de tartaruga viradoa a 8
e a 93. carretel da linha de 200 jardaa a 940 a
duzia, colchetea de diversas qualidades a 40, 60
o 80 r., dd tordidoa a 100 rs., masios de
grampas a 40 a 80 re., diloa em caixinbaa a 120
rs. : na loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se toucadores de Jacaranda a 2(200,
ditoa brancoa a 23, caixinbaa com espelhoa para
navalhaa a 23 e 21400, colherea de metal princi-
pe para sopa a 43600, ditaa para chi a 23(00, con-
cha para anacer a 640, oculos fios a 400 rs.;
os loja do beija-flor, ra-do Queimado 0. 63.
. Vendem-se caivetes finos a 800 ra., caba-
zes psra meoinaa de escola a 3, 4 e 53, carteiraa
com agulhac francezaa a 240, caixas de pennas
de ac a 500 ri., meiaa para senhora cruas a 240
o par ; na loja do beija-flor da ra do Queimado
numero 63.
zapatos de borracha para
senhora a .$500 o par.
. Eilamos no mez Marianno,e por iiso de ne-
cessi lade que aa aebboraa que bem ae applicam
a eaia boa devocio se previosm de um par de
tpalos de borracha para assim lerem os pi es-
guardados da humidade e em alleocao alio'
jaato e louvavel Qm eatao ae vendeodo a 13500 o
par: na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
losas arliiciaes para ca-
bello.
A loja do beija-flor lando recebido bonitas ro-
sas que se eatao asando para os cabellos, vende
na rus do Queimado ns loja cima n. 63.
Amendoas.
Vendem-ae amendoas em frascos e avulioi e
os boas a rieo ppala coas aelalo para sortea:
aa raa da Sensata Nova a. 30.
Veodo-ie no armazem de Jamea Crabtree A
C, ra da Ou n. 43, a verdadaira gru iogle-
Sa n 97, em bariicaa de 15 duziaa, a diaaaira.
Linbas finas de
grandes a 240 ris :
do Queimado n. 75.
Phosphoros de seguranza
Phoaphoros de seguranza, por que livra de in-
cendio, a 160 ria a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Btelas muito grandea e boas a 160 ris urna :
ns loja da Victoria, ns ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
As melbores liohas de croxel para labyrinlho,
novollos monslros s 320 ris um : oa loia da Vic-
toria, na ra do Queimado o. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porcio de ricos espelhos de varios lmannos para
ornameotoa de salas, sfliaocando-se serem os
melbores em vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar.
Lia muito boa de todaa aa cores para bordar, a
73 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados par senhoras a 53200,
ditoa de ponta cahida a 43, ditoa de uta a lj600 :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Liohas do gaz,
Caixinhas com 50 novellos de liohas muito li-
nas do gaz a 900 ris a ciixa, ditaa com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brsncaa e pretas: na loja da Victoria,
na ra do Qaeimado n. 75.
Gandieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melbores
a loja do beija-flor, ra candanos de gaz que tem vindo ao mercado, por
precos commodos : ns loja da Yictoria, na raa
do Queimado o. 75.
Acaba de
chegar
novo armazem
DI
B4ST0S®O
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita*
res n. 47.
Dm grsnde e variado sorlimento da
roupas Taitas, calcadoa a faxendaa e todos
astea ao vendem por pro;oa maito modi-
cadoi como de seu coslume,assim como
sejam sobracasacos da superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
263,183, 309 a a 353, paletota dos mesmos
pannoa preto a 16|, 18f, 203 a a 243,
ditoa de casemira de cor meaclado a da
noros psdres a 143.16|, 183,203 e 243,
ditoa saceos daa meamas casemiras de co-
rea a 93,103,123 a 143, ditoapretoa pe-
lo diminuto prego de 83, 103, e 12J, dilos
de ssrja de seda a aobrecaaacadoa a 123,
dilos de merino de cordlo a 123, dilos
de merino chines de apurado gosto a 153,
ditos do alpaca prata a 73, 83, 93 a a 103,
dilos saccoe pratoa a 43, dilos da palba da
aeda fazenda muito superior a 43500, di-
tos de brim psrdo a de fusilo a 83500, 43
a a 43500, ditoa de fuello branco a 43,
grande quantidade de calcas de eaaemira
preta e de corea a 73, 83, 93 e a 10, ditas
8ardn s 33 a a 43, ditia debrlm de corea
nai a 58500, 33, 33500 e a 41, ditaa da
brim brancoa finas a 43500, 5|, 53500 o a
63, ditas da brim loni a 53 a a 6$, collele
de gorgurlo preto e de corea a 5J a a 61,
diloa de casemira de cor a pretos a 4f5G0
e a 53, ditos de fusilo branco a da brim
a33 a a835OO,ditoa debrlm lona a 4f,
ditoa da merino para luto a 43 a a 43500,
calcaade merino para luto a 4J500 e a 55,
capaa de borracha a 93. Para maninoa
de lodos os tsmanhos: calca de casemira
preta o de cor a 5f,. 63 a a 73, ditaa ditaa
da brim a 2$, 33 e a 33500, paletota sac-
eos de casemira preta a 6| a a 73, ditoa
da sor a 63 a a 7J, ditos de alpaca a|33,
icbrecasacos de panno preto a 123 a a
14, ditos da alpaca preta a 53, boaeti
para menino da todas as qualidades; ca-
misas para meninos de todoa oa tamanhoe,
meios ricos vestidos de cmbrala feitos
Eara meoinaa de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 83 a a 12f, ditoa de gorgo-
reo de cor e de Ua a 53 e a 63, ditoa de
brim a33, ditos da cambra! 1 ricamente
bordadoa para baptiaados.e muitaa outraa
faxendaa a roupaa faltas que deisam da
ser mencionadaa pela aua grande quanti-
dade; assim como recebe-setoda a qual-
quer encommenda da roupaa para se
mandar manufacturar a que para eate fim
temoa am completo aortimento datasen- '
das da goato e urna grande offleina da al-
state dirigida por am hbil maatra que
pala auapromptidi a perflelo nadada!-
xa a daaejar.-
Mobilia.
n.
-, Vende-se um oovilho lourlno de para rica :
* ns estrada dos Aflstctos, sitio iroatetro a itreja.
Na ra da Camboa do Carmo loja
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
com modo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevtda-
de e o maior apuro da arte.
Vende-se um moleque com 10 annos,
nila figura : na
do andar.
Superior sebo em velas e em
pes, ca'xas de urna
arroba
Vendem Antonio Luiz deOliveir ^zevedo 4
C, do seu eacriptorio ra da Cruz n. 1.
Jacaranda superior.
Tem para vender Antooio Xuiz deOliveirs A-
zevedo Si C, no seu eicriplorio ra da Graz o. 1.
Coraes lapidados*
-bao grossos que admira.
A loja d'sguia bronca acaba de recebar urna
pequea quantidade de coraea groaioa lapidados,
os quaea aervem para as voltas que ltimamente
usam as senhoras, e est vendando cada fio por
23, 23500, 3 e 43 : na ra do Queimado, loja
a iguio branca n. 16 : aaaim como recebeu meta
aa bonitas pulseiraa de missangas.
Meias em quantidade*
Na loja d'aguia branca acha-ae um completo
soitiment de meias de lodaa aa qualidadea e
precoi, sendo para bomem, aenhoraa. meninos
e mininas de 6 mezes a 12 anuos. Eonumerar
oa differenles precos confundir o pretndeme ;
assim quem se quizer convencer de qulo barata
te aillo ellas vendando, dlrigir-se com dinhei-
ro t dita loja d'sguia branca na ra do Queimado
numero 16.
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-se na loja d'agaia branca mui bonitae
escarradeiras de vidros de cores a 43500. 5 e 63.
assim como palmatorias de vidro lapidado com
mangas bordadaa a 43500 cada um : na ra do
Queimado, loja o'aguia branca n. 16.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, ete, etc.
A loja d'aguia branca acaba de receber um ex-
traordinario aortimento de ricas fitas, to boas
em qualidade qulo bonitas nos deseohos, tendo
entre ellas o msli largo que possivel; sssim
como algnmas pecas brancas com o centro liso
proprio para inscripcoes, e multas outrss de dif-
ferentes cores como de caf, ixa, escura, etc.,
etc., a como de sea louvavel coitume : a loja
d'sguia branca, ns raa do Queimado o. 16, veo-
de por preco commodo essas boas e bonitas filas.
Grava tas de setim com
ponta larga a i$
Vendem-se gravataa prelis de bom setim e
com pontaa largaa a 13 cada urna, to baratas
assim s is acha na ra do Queimado, loja d'a-
guia brinca n. 16.
Grande
lquidaco por todo
o pre^o, na bem'co-
nhecidalojadoSer-
tanejo.
[Ra do Queimado n. 4S.!
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escurai fins a 160, 180 e 200
rs., cortes da vestido pnios bordados 1
velludo de cuito de 1503 e se vendem
por 303,403, 503 e 703. sshidss de baile
de velludo e setim a 123 e 133,cemiiaa
para senhora a 2{000 e 33500, golliftbaa
de cambraia bordadaa a 500, 600 700
800, 900 e 13, dilaa de fil bordadaa a 120
rs., casaveques de fusilo a 53, 63,75,83,
meias de seda briocas e pretas para se-
nhora a 1200 o par, liraa de babados s
500 e 700 rs., ias de quadro enfestadaa a
300 o 360 ra. o covado, cambraia prela a
400 e 440 rs. a vara, organdys de corea a
600 ra. a vara, fil branco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 a 500
rs. a vara, cortes da collete do casemira
bordadoa pretos a 23 e 33000. ditoa de
velludo de cor e pretoa 1 33, 43, 53 e 63,
J* paietots de brim brsnco frsncezes a
II 33500 e 43500. ditos de casemira de co-
{"" rea e pretos a 143 p 163. ditoa de alpaca
preti e de cores a 33. 35500. 43 a435C0,
camisas de peilo de lidio a 23500, corlea
de collete de Korguric a 13500, 13700,
2320O, 30 e 3$.300. colleies feitos de brim
branco a 23500, ditoa feiloa de gorgurlo
a 23500 e 33500, ditoa feitoa de eaaemira
a 3550O, 4$ e 455OO, ditoa de velludo a
53, 63 e 73, ditos de fusilo de cores a
15500, um virlido sortimeolo de meias
para homem e aenhora, grioaldas cum
flores, chales de froco, esparlilboa, e to-
{da a qualidade de roupaa feilaa para ho-
mem que ludo se vende por metade do
seu valor.
mw*wv aveFawv^TW s^BwsFivvsWMlSVv/vervjBs
Oh! que pechincha.
Vende se palilos lixados foliados finos pira
denles, 2 masios com 40 masiinhos por 400 rs.,
na ra da Inperatriz loja da Arara o. 56,
Grande liquidacao
DE
muitas fazendas baratas,
na loja da ra do Cres-
po n. 8 A, de Leandro
Miranda.
Lencos de seda grandes e de bonitos pa-
drees a
Golliohaa de cambraia bordadas
Dilaa de dita e fusilo com botes de
800 rs. a
Bsreges de lia com pilmas matizadas,
covado
Grande diveraidade de collarinbos, um
Bicaa saias de esmbraia bordadaa
Pegas com 17 vsras de cambraia de sil-
picos a
Grande aortimento de camisas para ho-
mem a
Dito dito de ditaa para menino de lf 1
Chapeos de feltro, forma moderna a
Eofeilea de grade de corea e pretos a
Manguitos de cambraia bordados, a ba-
ilo, o par
Ricoa organdys de bonitos padres, vara
Chalea de merino liso delodss aa cores
Ditos da dilo matizados, ponta redonda
a 73000 e
Grande variedade de pecas de liraa e ba-
badiohoa, pecas de lf a
Grordenaple preto maito largo e bom,
covado
Hil e tantos psletots de casemira de co-
res liceos a sobrea de todos os lma-
nnos a
Paietots de brim de cor de 33 a
Chapaos de aol de alpaca de 83500, 43 e
Haveodo muitoi oatros arligos, e lodaa aeria
Tendidos sem reserva de preco, a dinheiro.
Oueijos do Serdo,
Vende-ae em porcio a retalho os aimados
be qooijoe do Serid, maito fresaos e par preco com-
- acaban : na raa da

rus da leaperalriz n. 40, segan- ?*?' *"* ,Dl" <" ,e
Ltmmenio a. o a.
13000
500
25000
23400
I25OOO
18840
I55OO
39OOO
lfOOO
23OOO
530
43000
83000
13880
23OOO
103000



i
DUMOM,Mmmcfr sUBlAft VtVkMMO M tffft?
W#
ARN4ZEIH PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarle
largo da Penlia
Vende-se nesle armazem de molhados os melhores ge
aros que yeta este mercado e por manoi 5 a 10 por canto do qae em outra qealquer parte,
rrenttndo-se a boa qualidade, por isso rogi-se a todos 01 Srs. da praca, de engenho e larradoree o
ror de mandarem auaa eocommeadas ao armaun Progresso, aflu de verem dlffereocade
areco a quilidada que fas, se foasem comprados em outra qualqtier parte.
*******5* W^VMa de primeira qualidade a 800 e 1J00O a libra,e sm barril as (ara
abatimeato.
a&a\i\taig& irvnecLi, mail a0T, 7i0 ri _, llbrt t Im barrili 600 r,
^*a WjkWwM 0 m,js auperior qtt# h no mareado a 29800 e 29500,a libra.
Gala AUIlMiaiinj, a perola, pela soa superloridade a SfOOO, o 29909 a Ubre;
Vua protO unjco pm 0| j0Qnies qu, ,e iraum com a homeopalhla a t>500 eHbre.
UeiJH dO TeiBtO hegedos oeste allimo vapor a laOO, ditos chegados do ultimo
navio a 2#20O
^|U*H3S lOlldriaOH 0 qu9 hj da b nesU gener0 nooo, a libra e em poreio ae
faz abatimeoto.
fUei JO OTatO 0 mtlt laperlor qua {6m ,D0 esta mercado a 1#W0 a libra.
frrezunto ing\ez para Hambre maUo n0T0. m rf., br.,. tB po-
gao ae ar abalimento.
%j BtftletftS aglezaS proprlas par, flambre a 800 rs. a libra e em porcao a 700 rs.
Prezunto do reino
Sleme
da luperior qualidade a 480 rs. a libra a Inteire, a 440 re.
o melhor oetiaco j u i pode hayer por estar prompto a toda a hora a 1# a libra, e
em por;ao a 900 rs.
X oueaao 4o reino mail0 n070 a280 ri a libta> e em batril d8 3 atrobal, 7#000
G^ourYcas e palos de lomos m r, UfcMi .m porqa0.. u .b.u-
ment.
Viales eom cnonri(jasJproa)plparag9COineryin(laiaprlmeirav,laMle
mercado a 2$000 cada urna.
leana de parco retinada em lala com 10 libra, por woo .d.....
Banna de porco muil0 flDa aWa 480 rs a llbri # em birril 400 ri
niarmelada Imperial d0 afamado Abre deoutros mallos fabricantes de Lisboa
a 800 rs. a libra, e em porcao ae faz abalimento.
tatas eom tratas dedoee em calda comoMiaop9raidamMCO,p,.
ceg, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
Mermelada de alper&e eo UlM de t Uora por l200 cada ,.
Latas com ameadoas conteltadas eonlendo maii C0nf9it0. Mac
candi, muito proprio para mimo, a 29000 cada urna.
Dote da CiSCa da gOiaba muit0 flno a goo rs 9 9m p0r5i0 ieai abatnenlo.
WOCe S CCO C em Cuida de differantea qu.lidades. em latas de 4(9 e 5 29500 cada urna.
Cario a 3 com bollo trancez propri0, par. mlmo.560 ri.
Paisa em caxiaba de 8 libras mail0 Q0V porJ50oa ret.iho,
480 rs. a libra.
rlgOS da Cbmmadre ^uo noroa. em caiiaade8 libra por t|500, ditas com*
por 18500, ditas com 2 muito bem eneitada por 900ra. cada uma.e a relalho a 320 rs.
libra.
Crvilnas trancezas e portngnezas em laU, Q, IiDra, p016.o n.
ditas em meiaa latas a 500 rs.
9&aea4e tomate em lal3S Q9 r libra por8oo rs.
ALmendoas de casc^ mole muUo or.,. 340 r... iib.
l\OZeS a 120 rs. a libra, e SflOOO a arroba.
\meixas i?ancezas e m lalas com 3 Ubras por 800> dUai com, ll2 por ,500.
AMei'Xaa pertngneZaS a 32o r.. a libra e em cala se fu abalimento.
^nOCOiate neSpni]iOla t j500 dil0 franeei a i|200 dito porUgues a 800 rs. s libra,
aauci-se a boa qualidade.
DOlaXinna d9 80da em |alJ com ditrerentea qulidades, a 1J440 rs.
a5: para SOpa lettij| maCarro e lalbarim. a 400 rs. a libra e em caixa por 8$000 rs.
PalltOS de dentCS ijxad0Si molhos com 20 maciohos por 200 e 180 r. mallo Unos.
SerejaS em frascos com i 6it2 libra por 800 rs.
* Ij^lv irancezpara lim^arfacass 200 rs. cada um, emporio se (ai batimento
BOlaXinn\ ngieza a mail nova do mercado a320rs. a libra a embarrice a4500
"O"*"** para engommar, muito aira a 100 rs. a libra e em sacca se (a abalimento.
eiXe de posta em ialas da, meihores qualidades de pexe que ha em Portugal a 1#600 rs.
BaSpermsete*aiiper(i:: de cinco e seis reas por libra a 760 rs. aem aia.a 740 rs.
9ardinn^S d9 Nantes ID utas muito noraa a 400 rs.
* eiA.e ainm de superior qualidade a 120 rs. a libra e em barris*com3 arrobas por 7f.
iVZeitO OQCe reoado de differeotes marcas e o maisseperior que ha a 800 rs. a garrafa
e em eaiza a 9$.
\ intlQS CngarraiadOS do duque do Porto e de outro mullas marcas acreditadas
neste mercado a 13200 rs. a garrafa e em caixa a 129000 rs.
tnnO em PIPO parl0i Figaeir, 8 Lisboa a 560 agarrafa e em caada3*500, 49 e 49500.
^erveja da9 ma, acreditadas marcas a 59 rs. a duzia, e em garrafa a 500 rs.
%iliHipag&C das marcas mais superiores qae ha no mercado a 159 e 22f000 rs. o gigo
Cognac ingiez a l0tm ri a cai 9 iaoo rl> a gaJrafa.
Qenebra dC IV aU.n&a Tardadelraem frasqueira a 69000 ra. e o frasco a 560 rs.
X amaraS dO E.gy ]itO a 610 rs. a libra a em caixinhas com 9 a 10 libras por 5f.
i enebra ingleza, 19j000 ra a 4tIia 9 a ttllb0, i^ooo a garrafa.
Palltes da gaz, ^im ., gf0It
*ai refioado em potes grandes a 500 ra. cada um, em porgao se far abalimento.
tUaie layado o qat se pode desejar oeste genero a 390 rs. a libra e em arroba a500, 98 dito mais
baixo a 280 ra. a libra e 8000 arroba.
9evaainiia de rranc.s a mais ora do mercado a 280 rs. a libra, em porcao sa faz abali-
mento.
^"gn muito ooro e airo a c20 rs. a libra.
\p arlnna d0 re00 d4s mai oaa SS8 e galega a 140 rs. a libra.
lta do Maranho aira o ch< iroza a 160 ra. a libra e em arroba a 49800,
iVerVlAUaS fectf muit0 0y t60 ra. a l*ra.
W CIO ,ie carnauba refinadas a 400 rs. a libra e em arroba a 129000.
',***,'*** doce de Ltaboa a 720 rs. i garrafa, afitoea-ae bee qualidade.
Y&agre d8 lboa a S40T() a gWrafa, e em caaada a 19800.
W intlOrjherez a 19600a garrafa e em caixa se faz abalmeato.
13110 braDC<> e asis superior que ai no mrcalo propio para missa a 640 rs. a garrafa a am ea-
caaada 4J8O0. .
Por hoja dei flm ao mea repretorio at a chegada do primeiro rsp%r rindo da Europa, palo
al astro doto aortimento ai> serei prigui?*so am o pablicar ao respaitaral publico.
i VeodeiB-se dous pa\6es:
nesta typograpbia.
Libras sterlinas
Jende-e ao escrptorio de Hanoel Ignacio de
Olireira 4 Filho, largo do Cerpo Santo n. 19.
Araruta verdadeira.
Na roa da Cruz a. 51. lej de Ihroa, am caixi-
nhas de.2 1(2 librea para cima a 6|400 a libra.
Milho e farelo
Vndese-ae aaeeoa eom milho muito novo de
26 cui.a. por 59500, farelo a 59, e feriaba a'4g :
na taberna grande-da-Soledade.
Superior caldo Lisboa. .
Tem para rendar em porc&o a reUlho Anta-
Dio Laiz da Olireira AmtMo & (;.. no aeo aa-
criptorio ma da Cruz n. 1.
Brincos prelx)s a balao, c
outros objectos para
luto
Desses objactoade qtw hoja infehznjante tantee
famitlaa preetsam, na toja a'agaia branca acha-ae
um bom aortimento delle, sendo brincos a rose*
tas a palio, palaeiras modernas de grossas a for-
tes contal.alOneles para peito.ditoatambam pre-
loa.em caiiinhaa, booites e maatacaea aderacoa,
e meios ditos, cinteiros de fitas e 0,talaa pretas,
aofeites para cabeca. grampoe da noroe moldea
para segarar cabelle, tutea de toteaj da aada a
pattica, aaaiaa de seda e algodo paca hosaaus a
eeoaoras): com oscompradorea da taae obieatee
ae teri a msior coatemplagao, atiento o fim para
queaio: por isso 4 dirlgiram-aa ra do Quei-
medo. loja d'agaia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segarar papis e
amitos outros misteres.
A loja d'agula branca recabau ame porcao de
srroelaa ou argolaa da borracha, que acerUda-
mente se applicam a dilTerenlea nos, como Um*
bem seja para ammassar papis naa direraas re-
partic'S publicas, oes carlorios, escnplorws,
armazena, lojaa, boticas, tabernas, etc., etc., e
meamo da alguna particulares, o qu na rerdsde
rale apena comprar-se pelo diminuto preco de
240 e 320 a duzia, para poupar-se o trabalho de
atar e daaatar um masso da papis tedas as ratee
que se precisa, assm como aa msis largasserrsm
para aegarar carteiras, e manguitos de aenhoras,
e mesme pin pulaeiraa da missaogas, adrertin-
do, parm, qae cada argola tem sua Q vela ; ren-
dem-se em dits loja d'aguia branca, ra doQ-ei-
raado o. 16.
a Arados americanos
para lavar roupa :
Johnston & C ra
42.
,."J>. -I .
e machinas
em casa de S. P.
da Se tiza Ha Nova
a.
Vende-se na fregoezia da Ipojuca o enge-
nho Diamante, todo bem montado, eom casa de
rireoda, senzala, olaria. dutilacao, estribara,
casas psra lsrradorea, ludo de lijlo a cal, moa
d'agua e muito bom de producto, com trras
para dar mais de 3,000 pes annualmente, com
trras ainds por descubnrem matas r quem pre-
tender comprar, pode dirigir-se ao mesmo enge-
nho i tratar com o proprietario. ou no Recite com
o Illm.Sr. commeodador Lemos Jnior.
Soahall Mellora 4 C, lando recebido or-
dem pata render o seucresc.de deposito da rilo-
gios v|sto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; conrida, portento, la peaaoaa qua quizerem
possuir um bom relogio de oaro oa prata do c-
lebre fabricsnla Kbrnby, a aproreilar-se da op-
portunidade aem perda de lempo, para rir com-
pra-loe por commodo prejo no aaia escrlptorie
roa do Trapicha n.28.
Borseguios infices.
Na ra da Imperatriz n. 10, defroh da none-
ca, loja do Pinto, receben pelo, allim rspor um
grande aortimento dos j bem acreditados borse-
guina ioglezes, qua rende por 105 e 1f a dinhei-
ro logo cootado.
Para liquidar.
Calcado muito em canta.
Na loja do Pinto, ruada Imperatriz n. 10, de-
fronte da boneca, acaba decheger um completo
aortimento de calcados doa melhores fabricante*
de Parts e Nantee : botinas de Melles, de bezerro
e cordaro, tinto desoll grossa, como de sola
(loa, bolinas para aenhoras e meninas,- aaeim co-
mo um graode sortimento de boraeguias inglezds
que se rende por menos do que em outra qual-
quer parle, e todo o mais calcado ; a dinheiro
srista.
Camfcratas.
Tendese cambriles de cor? de bonitos e ile-
gantea deaetrtna a 980 e St9 ra, o aerado : aa
rao da Impenrtriz refe-D. 10.
Oliados.
Vendem-ae ollados pintados de lindas rielas a
paieagDe larguras de 6, 7, 8 e 9 pemos, pro-
prlos para mesaa de Untar a 21 o corado na
roa da Imperatriz loja 0. 90.
Para o mez Marianno.
Sapatos de borracha o melhor que aa pode en-
onrrir neste mercado a l|500 e2 o par.iato .
por ser para o mez de Harta, por isto rende-le
por este prejo: na loja do risdo, na ra Noca n.
8, confronte a camboa do Cirmo. v
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia arioca acaba da raceber nors
remeaaa da proreitoaa e mu procurada amia
ambreeda, cajos boas effeitos do refrescar a cu-
tis, tirar o ardor qua deixa a nsralha qaando se
faz a barba e acabar o mo balito protstente
dotratrtpirar sao j bem cooheaidos, asslm co-
mo nss senhoraa por nao andarem ao sol faz
concertar perfeltamentoo brilho do rosto. A lo-
des querrtoi tena usado d'aga*embreada ni sao
eatranhos esaeo eflefiea e ellas serio aiada mais
ODhecidas por aquelles que maaldes da 19 se
dirigir a loja d'geia branca rao do Queima-
m a. 1 ottdo naicimente ao renda.
Relogios
Vende-se em casa da Johmtoo Valer C,
. :? o Vigario n. 3, nm bailo sortimento de
elegios do ouro, patona) iogfct, de um dos mais
.afamaios fabricarles do Liverpool; umbem
ama rariedada do bonitos trancallins para os
8YSTEIA MEDICO HODELLOWAY
PILLAS HOLLWOTA.
Esu inesiimavel oapecifieo, composto inteira-
mento da hervss medicinaes, nao contm mercu-
rio nem slgnma ontra substancia delecteria. Bei
nigno i mais lenra infancia, e a compleicao mas-
dslicada, igoalmente prompto o seguro par;
desarraigas o mal na eompleifao mais robustas
^enteirarxreate rnnooente em suu operacas a ef-
feitos; pois busca o reraove as doeneas do qual-
quer especia e grao por mais antigs e teoazes
que sajam.
Entro milhares de pessoas curadas com asa
remedio, muitas que ja estaram s portas da
rnorle, preserrando em sen uso conseguirn)
recobrar a saude oforeas, depois do barer tenta-
do intilmente lodos os outros remedios.
As mais afilelas Bao devera eotregar-se a des-
esperado; facam um compeiente ensaio das
efficazes effeitos dosta assombrosa medicina, o
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao so perca tempo em tomar esta remedio
Aara qualquer das seguiates enfermidades:
MENOS DEZ POR CEITTO
=D
NOS ARMaZENS
, MARTE d*j ra das Cruzes de Saoto Aotonio 36.
- ._ l**o ato Carino 9
# Fopneunos dostes acreditados armazens di molhados parlicipam sos sous numa-
sos freguozes que por todos o. vapores e nsvios da Europa, receben, de su. propria en^mmeno
L fSl! J! dem ^r menos ,0 P01 wn, d0 que m o 1"lqer parle, por isso
ro^.ttdeiS*jr*>sa, deengeuhoe l.vradores o fivor de mand.rera su.s encommonJas
*!^!!^'-*?r9m 8peri0r ^"'^ede gneros a differsn(a doprecos.
primeira qualidade a 800 e M rs. a libra e asa barril se
Afunteiga ingleza de
Febreto da especie.
Golta.
Homorrboidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Infla mmacSes.
Irregularidades de
menstruscSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
manchas na cutis,
Abstrueeao do ventre.
Phtysica ou consump-
go pulmonar.
Retenc.ao de ourina.
Rheumalismo.
Symptamas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceres.
Venreo (mal)
Borseguins.
Ru de Imperatriz n. 10, loja do Pinto, ven-
dem-se pelo baraliasimo preco:
Borseguins de lastre pera homem a 89.
Ditos de bezerro par homem e 8$.
Ditos de cordaro para homem a 89.'-
Por este prego s a dtoheiro s vista para li-
quidar.
Farinha de mandioca
superior ; nos armazens de Tasso Irmaos.
Rosas artificiaes para ca-
bellos.
A loja da aguia branca receben bonitas rosas
das que ee eato ueaado para os cabellos, e ven-
de-asna rus doQeeimado loja da iguia branca
o. 16.
Fita branca de borracha.
Esss fila de que tante falta havja acha-se hoje
na raa do Queimedo loja d'aguia branca o. lo;
assim como filas frouxas ou elsticas brancas e de
cores pera debruar vestidos.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se em casa da S. P. Jonbston & C.,
sellins o silhoes inglezos, candieiros e caslicaes
bromeados, lonas inglesas, fio de vela, chicles
para carros e montana, arreios para carros de
um a dous cavados, e relogios de onro patete
ingles.
Atten?o
Veodem-ae candieiros de gaz de todos os pro-
cos al 3g : na raa da Imperatriz n. 65.
Vende-se um mulatinho de 15 annos da
idade, mailo ssdio a de bonita figura, do aerri
co de casa e ttm principio da ooleeiro, muito
boa cooducta a proprio para quem quizar ter nm
bom criado : no caea do Ramos sobrado n. 2.
Vende-se muito sofirirel bolachinha para o
arranjo do secretos e 39 a arroba, e 100 rs. por
libra : na raa doa Quarteie n. 16, padaria.
0 Livro do Povo.
Sabio la publica a LIVBO DO POTO, publi-
cado sob a direceo do Sr. Dr. A. Marqaes Ro-
drigues, e contm a rida de N. 8. Josas Cbristo,
segundo s narrarlo doa quatro etengeltotas, e
meia os segulnles artigoi: o ngerio, o professor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prati-
ca. Simio de Uantua, meximaa e penssmentos,
a hygleaev oa deveres das manios, e o Brasil.
A publicacao do LIVRO DO FOTO oao s tem
por fim uniformtaar a leilura naa escolas ptimi-
riaa, oode cao* manan aprende por um Litro
diflereate-, a portaste facilUar e trabalho do mea-
tro o do discpulo, come teat>em vujgariaar, por
am preco barstlssisso, a historia do atlrador do
maaslsv aa melhores preceitos do moral.
, Vaajoo-aa Lrrra dto Pera, ao Reeafe, aa
lirraria da pnce da Independencia na. 6 es, a
00 ra. o exemplar a brochara, e a 800 rs. esr-
ccidentes epilpticos.
ALporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Aslhma.
Colisas.
Convulses.
Oebilidade ou extenua-
cao.
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
C0U58.
Deslnteria.
Dor de garganta.
do barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
, Enfarmidade no ventre.
| Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueta.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-sa estas pilulas no estabelecimenlo
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outrss pessoas
enearregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendera-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dallas conten urna insirucQo em portu-
gus para explicar o modo da se usar dess pi*
lulas.
O deposito gtaaJ em easa do Sr. Sourn
pharraaceutico. na ra da Cruz n. 22 em Per*
nambaco.
Queijos ^=sm-
os mais frescos que tem viudo ao nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
jjiOO e no pascado a 1^800.
A boa fama
vende golliohas e punhoa com botoes para aenho-
ra, fazeoda muito boa, pelo baraliasimo prego de
39 : na ra do Queimado n. 35, loja de miedo-
sas da boa fama.
Manguitos a balo com
gollinbas bordadas.
A loja da aguia branca em attenco a sua boa
freguezia quer que todos parlilhem do proveito
que Ihe resultara das boaa compraa as pechin-
ebes, como agora mesmo acontece com urna por-
ceode manguitos a bailo, punbos virados e bo-
nitas golliohas, ludo de elegantes e largos bor-
dados em finas cambralas, cujas guaroicoes eat
rendendo pelo admlrarel e bsralo prego da 29
cada urna, a meama obra que aiada ha pouco
tempo ae rendia por 39. A superloridade da fa-
zeoda e bordado einconlealarel, asaim pois nao
mailo que ume aepbora compre 3 ou mais pa-
res deases boniloa manguitos quando o importe
quaai equiraleate as de um t dos anligos, po-
dendo-se deesa forma e com pouco gasto mostrar
variedade ae sea aceiado trajar. Sao as golliohas
saltas que serven igualmente para aenboraa e
meninas, eendo oa bordados fazeoda em neda in-
ferior asoulraa.s eustam astas 19 a vista do que
coovem que todas as senhoraa aproveitem esaa
fsvoravel occasiao a nao se demorem em man-
dar comprar todo isso aa loja a'guia brenca raa
do Queimado o. 16.
Calcado
Joo Jos Pereira coa loja a fabrica ae calca-
do na ra larga do Rosario o. 12 junto a botica
do Sr. Pinto, participa 10 publico que tem ex-
posto em a dita loja diversas qaalidades de cal-
cados feitos na meama, os qua es sao sem diTe-
reoea elgoma fguaes eos franceses, mea como o
proprietario nao pode ser juiz em cansa propria
por isso pede soa seos numerlos fregueses o ao
publico em geral, que eioda me>oo que nao
qaeira comprar, coaatudo veoham sempre ver es
amostras s admirar o trabalho doa anules per-
nambacaaos qua trsbalham sm sua fabrica, pois
se assim o zerem, indubitavelmeota apreciarse
o eamerado trabalho dos msanos; e se alam dio-
so atteoderem a eatacao acraat jmala deixerlo
de comprar porque alen da a obra aar ds moflo
nsiaduraeo acreaea maia a circunstancia da
acetar am diminuto preco em rataclo ao* frao-
ceses.
far abatimeato.
Manteig franceaa na5 nova. 700 r, t ubri e tm blrrlI, m n
n\I A ?ySS.n luLs "pwior que ha no mercado a 29400 o 29800 a libra.
rkX ".UXIni fW nd inolhornoile genero a 29500 e 39000 a libra.
ni A P1* auiloaijperior vindo a primeira vez ao nosso mercado a 29200 a libra.
Olla hytiSOn o melhor que vem do Rio, em latas de urna libra por 19800 e em poreio
sa far abahiaento. r ^s
O ue,jS **&J*0 cheg,dos nasta ulli" vPr a ^O <*'- o -Huno
navio a 15S00 cada um.
QUIJOS pratO como nunca veio ao nosso mercado a 19OOO a libra e iateiro a 90* n.?
aios e c !i o u r 15 1 s mull0 D0V0S a 560 rs., Ubra a m se farS abafirtee).
Latas com Ungu\^^^m^^^l^^ittn^yi^%vtmSt
vez ao nosso mercado a 19800. V^
fexe em latas dodivorsos lamanhos, savel, sardo, pargo. pescadf > ngua-
dos fritos, atura maraado, robllos e lulas de tigelade, de 19300? 2*W '.
Toucmlio do r?i.10 mrjit0novo, 820 rs a Iibra e 9f500a%rroba, ltnUm
temos para 240 rs. a libra e 69500 a arroba.
Ba lilla de porcO em latas com 10libras por 400 e 480 a libra..^
Manuela (Id imperial de todos os conservemos de Lisboa, em lataf de libra o
meta e 2 libras a 750 rs. a libra
Latas COm frutas em Calda com0sejam pera, pecego, damasco,alper-
xe, ameixas e ginjs, a 700 rs. a lata.
>farmelada de Alperceemu^de aiibraspor uooocd. uma. -
Doce da Casca da goiah* ,700rs.e em pocrlo. IM .batimento.
iJ JCeh SeCCQS 9 diflerenies qualidades em hcelas muito bem arranjadas a 3500O.
i t ma ras M mais superiores que tem vindo ao mercado em caixinhas elegantemente aa-
feitadas a 29500 e 600 rs. a libra
Passas em caxinhs de 8 Hbris a 29500eoors. .br..
a? lDOS (la COmadre muit0 novos em cixinha de 8 libias e muito bem enfeitsdas a
a 29200 e 320 rr. a libra.
Krvillias francezas e portuguesas a 84o 720 rs. a tata.
MaSS i de tomate em laus de t librra a800 rs.
Araendoag da casca mole But0 novas a 400 rs. a libra. -
UlOZes muito novas a 200 rs. a libra.
AmeiXaS franeeZHS em latas com 5 libras por 49000 o a 19000 a libra.
Chocolate lieSpanlloi a liOO, trancez 1*000. portuguesa 800 rs. a libra.
Bol Xnha d SOda em latas com differentes qualidades a 19400 a lata.
JlaaglS pa ra SOpa maCarrao e talharim a 240 rs, a libra e a caixa por 59000.
^aiXlflU&S aiuio bem enfeilada com pevide, rodinha, estreliinbs, ele. a 700 o800
s ailtOS HXadOS paradentas em molhos com 20 nacinhos a 200 rs.
3eTejas em frascos de libra e meia a 700 rs.*
L iJOlO t? ra I'lCeZ para limpar facas a 180 rs. e em poreio se far abatimeoto.
Esper mcete SU perior m a varia a 740 e em caixa a 760 rs. a libra.
Sardiohasde Nantes muito novas a 400 e 600 rs.
Al piSta muito nova a 180 rs. a libra e 59500 arroba.
AZeite doce refinado de divercas marcas a 800 rs. a garrafa e 09000 a duzia.
oOlclCllllllia ingleza a mais nova do mercado a 300 rs. alifara e 49200 a barrica.
lOma muito alva a 100 rs. a libra e 29500 arroba.
V inUOS engarrafados duque do Porto, genuino. Porto fino, madeirasecca, Carcavellos, nc-
tar, feitoria, velho secco, Muscatel a 19200 a garrafa e 129000 a duzia.
)t-38 em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 49000 a 49500 a ca-
ada.
&erVtr^a& das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garraa e 59000 a duzia.
Cllfe mpaUlle das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
GogliaC ingles a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra de Hollallda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o frasco.
Azeita lias em ancoretas as melhores que ha no marcado a 29 o a 400 rs. a garrafa.
1 ra(|UeS superiores em caixinhis a 109 e a 320 rs- a carta.
Pllt.sdog'tZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de ca xas.
Sa I retinado em pacotas de mais de uma libra a 240 rs. aem porcao lera abatimonlo.
Cafe do RO o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra a 99000 a arroba.
Sevadinha de Franja a mais nova do mercado a 240 rs. a libra.
SagU muito novo a 320 a libra.
Farillha do lUatanhO muito alva e nova a 160 rs. a libra e 4980O aar-
roba. .., ..
Velas de carnauba e de composico. .mo. aiba e a iia
a arroba.
Vinagre piirO de LSboa a 2i0 rs. agarrafa e a 19800 a caada.
GrO de blCO muito novo a 200 rs. a libra.
feraS SeCCaS *3JU eaixinll US de oto libras a 29500 a a 640 rs. a libra.'
Marrasquino verdadeiro de zara, de liraone, caf, manta, ganapro, raandol amara
curacu, rosa sublimo e outras qualidades de 19500 a 29 a garrafa.
Bat 6ta8 em gigos de uma arroba por 19000 e 40 rs. a libra.
Com inllOS oa maia novos do mercado a 800 rs. a libra
Er Va doce muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOZ COm toque da a Vara era saceos de 5 arrobas a59 a sacca e 1950
a arroba.
CharUtOS verdadeiros superiores a 29 a eaixinha de 50.
SallUOn em latas com duas libras o maUbem arranjao que tetn vindo ao mar
cado a 19400.
lantega eiU latas com 4 libras a melhor do mercado lacrado ermeticamant
39200 cada uma.
Vinagre sm garridas com 5 garrafas do superior qualidad* a 1920*.
ArarUta verdadeira muito nova a 320 a libra.
Alen desloa gneros aaeontrari rsspsiiaval publico em aaasos arazeo:l urav eoaaatet
aormente de tudo teodeoio a molbtios.
AlliendoaS COOfeitadaS raals baratas qae ha na mercad, a 009 v o t
a libra.
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DARO 0g fflRKAIlOCO U 1B11DO I* 0| MUQ DK IMt *
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J
) .
Iwi expsito de fazen-
das baratissimas na!o-
ja e ar mazem da Arara,
ra da Imperatriz n.
56, de Magalhes
Mendes.
V*nde-se o mili barato possiral a i bar: lia*
zinhae para rostidos 380 400 rs. o carado,
ditaa multo finas aulitaa a 560 ra. o corad, ba-
rate da corea para vestidos coaa florea aoltaa a
360 ra. o corado, saias bordadla muilo fias t
31900, ditaa mallo larga de 4 pannos propriaa
para balo a 3* e 3*500. : na ra da Imperatru
loja da Arara o. 56.
m ^ Arara vende.
r*ee*>a-u P*?aa da madapolio finos de 24
Ijadas a 4J400, 4*500, 5. 59500 e 9. di toa en-
jertado a 8, meiaa crea para hornern a 1*200 e
21400* duiia: Da na 4a Imperatriz loja e ar-
maxem da Arara n. 51.
Panno preto da Arara.
FaoM prato para calca e paletos* a 1*700,
1*800 e t9o corada, corleado casen: ira preto
para eatca a 39. 89MO e S9500: aa na da Im-
peratru loja da Aran n. 56.
Manteletes da Arara.
Venden se manteletes de fil a maia moder-
opa) que ha a 159. capiohaa de faatio muito bo-
nilae a 39 cada urna : na ru da Imperatriz loja
da Arara o. 56.
Arara est venden do.
Venden -ae pega* de cambraiaa brancas a I96OO
e B|, ditas multo finas a 59500. 89 e 3*500, ditas
para cortinadoa de 96- Taras a 99, de 10 varee a
49500 e 3f, cambraiaa maito finaa de carocinbos
a 4* a peca com 8 li2 Taras, cortea de cambraia
de barras a 29500 e 39, ditas de babados maito
tinas entenados com entremeios a 59: na raa da
Imperatriz loja da Arara o. 56.
Arara vende roupa feita,
mJS**!? "'G" *e mira presa a 42500 e
p950O, paleou de panno preto a 69500 ett, di-
ia? JEcV S** francesa* a
19000* ditas linas j com grvalas a 2J, collar!-
nbo* de liobo maito fleos a 6(0 ra. cada um. ae-
roulee de tubo a 1J600 2| cada urna : na iaa
^TS*,a|* Ar" *?
Gorgurao da Arara.
Vende-ae gorgurao de Iinho para vealidoa a
n T*kZx co,r'00 ftMaln de cores para vestido a
280 e 320 ra. o covado, cassaa muito fina de co-
rea a 280 e 320 ra. o corado, cassas a tarca de
quadrioho para venido a 240 e 580 ra. o cora-
do, tiacados escoceses para vestido a 210 rs. o
covado : tu ra da Imperatriz loja da Arara nu-
mero 56
Est queimando Arara.
Vendem-ee chitas de corea fizas con pequeo
toque de mofo e 160 ra. o corado, ditas largas fi-
" S*0 'do. ditas garibaldinaa a 280
e 320 ra. o eorado. corlea de china finas de 13
corados por 2J500, cortea de moreantiqae de co-
rea com 11 corados e 5 palmos de largura por 89
o corte, corte de lia finas de 22 corados por 89
cortes de gorgurao com 18 corados por 69500
cortes de orgaodys finos de 15 rarsa por 89, di-
tos de 8 raras por 79 : na ra da Imperatriz loja
e armazem da Arara n. 56, de Magalbiea &
Alendes.
' na Arara.
Yendtm-M macos de palitos de dentes lidia-
do, coro 20 macinhos por 200 rs. psra se acabar,
*?*" P" 0 Imperatriz loja da
Arara n. 00.
vlulios e conservas.
chegadas pelo ultimo vapor
francez.
Yinhot de Bordeaux eta caixas de 12
garrafas.
luna St. Jeiiea 129000
CbaleauHaatBrioa 24*000
Grueu la Roce 400OO
alimenticia da caa de Rodei & Fila
da augusta caa impanal do
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto multo superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o corado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e M o eovado. easamir* preU
muu fin* > 91, 3500. 3, 39500 e 49 o cor.do,
maoUa pretaa de blonda muito superiores a 129,
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 359, sobrecasacaa de panno
preto muito fino a 309. casacaa tambem de panno
preto muito fino a 309, pelelots de panno preto
flno, 18 e 20f. ditoa de cssemira de cor mes-
ciada a I89, superiores graratiohaa estreitaa 1
19, dita de setim maco ede gorgurao muilo su-
periores para daaa roltaa a 29. ditas estreilinhas
com lindos alflnetes a 2*. superior gorgurao pre-
to para colletea a 49 o corte, ricos enteiles pretos
a 9, e assimoutraa muitas fazendas que sendo 1
dinheiro riata, rendem-ae por presos maito be-
"i0,.: .p' ru' d0 Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Panno de algodo da Baha.
Vende-ae no escriptorio de Antonio Luiz de
Olireira Azeredo 4 C., oa ra da Cruz n.l.
Nova exposi-
cao de candieiros
o aSaz
o propnelario da nors expoaigo arias a todos
os consumidores de gaz hydrogeoio que tem re-
ceido noramente urna qualidade de gaz super-
fina, assim como tambem de todas as qualidade
communs qae ae rendem nesta mercado, gsran-
tiodo o mesmo proprietario a qualidade que
rende mata de falaiflcaces. Tambem arisa que
tem recebido grandes remessas de candieiros que
rende em porgio e a retalho pelo proco da fac-
tura, caja rantagem pode ser conhecida pelos
pretndanles, (endo sempre ueste eslabeleci-
nsento todos oa atencilioa pertencentes ao con-
sumo de candiefjos a gaz : na ra Nora d. 20 a
24, loja do Carneiro Venna.


Conservas
frus torneadores
Brasil.
Galantina do rolaille 59. laogae foure 5a.
A oualtaa truffees 89. andouilletiee trafica* 39.
Aloaettea RoUea 21. andoaUetiea 29.
Grirea Rotiea 2*500. pigeooa uapoudiae 2.
Pteda de porc 29. ditoa de moa toa 29.
tonda d'articbaata a la Barigoule 21.
Carotlaa aujua 19. aa natarel 800 tu
X JP,5D0M ) Mwl" < 19.
OaeilU fina a 1| a 29. BoaUsoa groa 11.
?e,U poU. m '* iraW
Jaliena a 500. 800, 19500 e 29500.
Fraila sn jus aaa frascos grandes 21.
Ameizsa aeccaa am lataa do um kograma 2.
Peilos de fustao lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos da fustao larrado e
trancado para camisas a 500 ra. cada um, Dun-
da mu boa e ancorpada : na raa do Queimado,
loja d'agaia-branea n. 16.
Olhen para b pava* e
leiam.
Csmlsinhss com golliohsa e manguitoa
de cambraia bordados, razenda mo-
dernissima a
Dilas de fustao com aalpicoa da cor
Gollinhas bordadas com botiozloho
Ditss de todos oa gostos a 640 e
Ditas com manguitos de cambraia bor-
dadas a
Manguitos de cambraia bordados maito
finoa a
Gollinhas bordadas a
Romeiraa de cambraia enfeitadaa para
lato a
Camisinbas para senhora a
Lencinbosde liohocom tabrrintho para
salo a
Ditoa a imitacio de labyriotho a 11 e
Lu vas de (orcal enfeitadaa com vidrilh
Enfeites pretos com ridlbo s
19600
lOOO
240
390Q0
39000
29500
11280
500
80

6fOO0
29000
Ricos anfeites pretos e da coree, a Turca
Garibaldi
Grosdemple prelo s 19600,198OO e
Todas estas fazendas rendem-se na ra da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem do parao, da Ga-
ma & Silra.
Sementes de hor-
talices
Na ra da Cruz o. 32, depoaito da pi e bola-
cha, rendem-ae aemenlos de horUlices rindas de
Lisboa.
iSahio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Creapo n. 7, sonde o reapeilarel pu
blico achara am grande a variado aormento de
miudezas qae ae rendo por precoe mais baratos,
10 per cento do que em oatra qaalquer parta,
nim como aeja, franjas pretas com ridrilho a de
corea, Qlaa da todaa m qaalidadea, franja galio
de iinho, cauarrilhas pretas o de cores, frocosde
'oa?' as oor. as riqnaatanoa anUia** d .b.,.,
gallozlohos de linio a da seda para enfeites,
chapeozinnoa para eriancaa, chapelinbaa para se-
nhora, bonets de paooo a relindo muito Cnos
parameninoa, filaa maito chiquea para aintoa,
maogaitoa a gollinhas maito finas, lesgos de
cambraia de Iinho muito finoa, e mnitos mala
objecloa que Mcoolinaari annanciar, poia ren-
da-se ludo por precoa baratlssimoi por ae achar
am liquidac&o. Na meama loja ae achara um
rico aormento de ameodoaa a confeitoa proprioa
para qualqaer mimo, que ae rende pelo baralii-
aimo prego da 1J600 a caizinha.
Fuodico Low-Noor.
Ba da Seazalla Nova n. 4.
Nesta estabelesimeolo continua a haver am
completo sorticaento de moendas a meias moen-
das para engenho, machinas da vapor a Uixas
de ferro batido e coado de' todos 01 tamanhoi
para dito,
cortes de vestidos brancas
bordados.
Veadaea-M rico* cortas da rastidoa brancoa
boraadea com I babados pelo baratiasim* preco
de 59 o corta: na ra* da Queimado n. 22, na
bem conhaaida laja da boa f.
Camisas inglezas.
Veodam-ae superiores eaaaiaas iaglezaa com
pregas largu palo baratiaaimo preco da 35 a da-
lia : na laja da boa f, aa rea do Queimado nu-
mero SI.
Ricas gollinhas e punhos
com boioes
Veodem-ae rices gollinhas e pannos de um-
brala e fustao ricamente bordadas com Rodos bo-
toes, peto bsrallssimo preco de 29 cada gnarni-
no f '"* d Q,,B,*d0 W B* loJ* ',
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de Iinho com duas Taras de
largura a 29400 a rara, atoalhado da Iinho ada-
mascado com duas targuras a 29500 a rara, brim
braoco da Iinho maito superior a 11440 a rara
dito de corea, f azanda multo superior a 19, dito
pardo do linbo paro a 800, 19 a I92OO a rara, di-
to de quadrinhos multe proprlo para calcas, ja-
Saetas e paletots para meninos a 200 r*. o cora-
o, gangas francezas muito superiores a 400 ra. o
corado, cambraiaa francezas muilo finas a de
maito bonltoa padrdes a 260 e 280 o corado,
cambraia liaa muito fina a 4f. 5 e 69 a peca com
8 Ii2 raras, csmbrsia com aalpicoa tambem com
8 1[2 varas cada pecsa a 49500, dita maito aape-
59000 rior o melhor qae ha neate genero a 111500 a pe-
39000 ja com 17 varas, ou a 800 rs. a rara, chitaa fran-
I9OOO cezas de maito boaa qualldadea e de liudoa pa-
800 droes a 240. 280. 300 e 320 o corado, 016 da Ii-
nho liso maito fino a T20 a rara, tarlatana bran-
ca e de corea a 760 a rara, toalbas de Iinho para
mos a 79 a duzia, ditas pelludas muito saperio-
m ia duxia' lo|llol>a* de cambraia borda-
das a 800 rs.. manguitos a gotlss de cambraia ri-
umante bordadas a 29 o par de manguitoa com
ama golla, lencos brancoa multo fiooa com bico,
renda e rabyrintho a 1J280 cada am, ditos de
umbraia de Iinho para algibeira pelo baratiaaimo
preco de 4, 5 e 69 a duzia, a assim um completo
sorttaento de tszendas da todaa aa qualldadea
que sendo s dinheiro vista se renderao por pre-
coa mal baixoa : na bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Camisas e cer ou las
Vandem-sa superioraa ceroula da liaho maito
floja pelo barata preco de969 a daaie, dilas tran-
cadas de algodao, mea de maito boa qaalidade, a
179 a duna, tamuit branca francezaa a ttp 249
26 a 309 a daaia. dita pan manios a 221 a da'
zia, ditaa pare homem com abertura de corea a
219 duzia : na beae conhecida laja da boa f
na raa de Queimado B. 22.
Manguitos com gollinhas.
Vende-ae manguitos coa golliohsa, fazendi
muito boa, pelo barato preco do 2|0OO, gollinhas
e puohos ultimo gosto a 21000, gollinhas muito
fiosa e bem bordadas a 1J600 cada ama na rae
do Queimado loja da mladesaa da Boa fama,
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se peces de tiru bordadaa da S .iOQ
3.000. 3.500 e 4.000 ntremelos a I96M 000
cada pega na rus do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35. '
Booecas franoezas.
MM''L%22.ec"J22?" ricnte ?atldaa
olhoa moredeos a 2(000 e 39000, na ra do Quei-
mado loja de miudezas da Boa fama, n. 85.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-u fivelas de ac para ainto a 1*500 re. e
29000 na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama. o. 35.
Sapatos de bor-
racha.
A 19. 19500 e 91 o per, sgulhas Victoria a 120
r?l0Ptf2*,*,BPsriB*" conoafeae 100 re. a
cairt, eartetras para eacrerer a 14S e I69. calzas
PV "aaV 8 *f.trlxa frnceza econo-
a"' JL ^ pow> Bc amerteanaa para asea a
a 79 a ana, meiaa para senhora. homem. me-
es ate. por todo o proco, Bracelete de cabello
com pedra roza a amarella a 59 cada um : a
ha na ras do Qaeinrado loja Esperance n. 33 A,
Gotmaraes a Rocha.
a das 6 por-]
tas em frente do
Livramento.
Can*a franaazaa de boniloa gostos a
-*!l? '*. larrea de trecel platas
e de seda a 500 ra o par, chitas (renca-
'" traeres a 240 rs. o teredo,
"A" O a 280 re., lid de Iinho
liso a 040 ss. vars, urktsna fina de
todaa corea a 800 ra. a rara, lencoe
panera oona barra da cer a I9WO a du-
a a no re. ude na, meias pare ho-
? 1J100 a anta e 120 rs. o par,
bitas para coberta de bonito* deee-
nbea a 230 rs. e aerado, pecu da bre-
Unba de rolo a Z>. ditaa de cambraia liaa
com 6 Ir raras a 39. messetlna encar-
nada a 240 re. o corado, calcinse para
nenia** de eacora a 19 o par, peitos
**> aemlu braneos e de corea a 200
ra., perae de cambrar* branca de salpi-
wJ*s00. algodio entestado o melhor
a 700 ra. rar, dito branca para toa-
Ihaa alga rara, enfeites dos mais mo-
.? f*8"! a 69, a leja eal aber-
ta 14 as 0 horaa da noite.
Attencao
Gaimara & Luz, donoa da loja da miudezas
da raa do Qaaiaado n. 35, boa fama, pattkapaa
ao pablieo qae o aaa esUeelaeiaeste ae acha
completamente prorido daa melhor** aescadoriae
tandaoUa ao susmo aaiabeleeiaeoto, e maito*
g^dalijall Ja goato arado qaaai todo* reee-
bidoe de auas proprla* encommendas ; eaUnde
alies Inteiuaente resolridos a neo raadeum
fiado, aancam rendar aaia barato do que outro
qaalquer ; e juntamente pedaa aee Mea deredo-
res que ibas mandem ou ranhem pagar oa uua
dbitos, aoh pena.deaerea iaaticado*.
Para brinquedo de*S.
Joo.
Voade-se amoodeaa pelo barato prteo de 140
ra. e lleta : nena de Grupo n. 7, roe laiam a
Rosara n. 35, raa Velha aa Boa-visu o. 3S raa
do Biagal n. 9, ra das Claco Poeta, delraste a
estacas n. 140, raa Angoste, esquina do beeco de
Vende-u um aellim coberto de couro de
pene, em aeio so : na rea do Queimado, loja
numero 33.
Vende-ae urna casa pequea no Caminbo
Nore n. i: a tratar na Cspuags o. 35, nos qustro
cantoa, taberna de Jos de Alaeida Ferreira.
Moedas de ouro de 16$ e 20$.
Vende-aa no escriptorio de Manoel Ignacio de
Olireira & Filho, largo do Gorpo Santo n. 19.
Vende-aa a parte da- am rabudo em ama
daa priocipaea reaa da Boa-Vista, caja parte
rende actualmente 4009 annaaea: a tratar na
raa da Impera tris n. 58.
AtleBfao ao vigilante
Amendoas
confeitada at mais bonitas trae ha no
mercado a 800 e !J a libra : vende le
not ar mazem Progresista e Progresi-
vo no largo do Carmo n. 9 e ra das
Cruzes n. 36.
Os barateiros.
duzia, bramanle de Iinho com 11 palmos de fia.
5"? V25Lra?,,M de ,WM fi" 0. ditu
?^h2,a 20 "- ^'P60' de ailpaca"
^500. ditos de seda para senhora, decora*
69, cbalea de liazioha fiooa estampadoa a 81000.
madapolio enfestado maito fino a M, userniru
de duas largarse para caigas a 39 o corado, filo
de Hnho li,o fiD0 a 720 rs.! cambraiaa eranwu*
9 rs. a rara, merino azul verde de duas
Na ra do Crespo n. 7, loja que \ E?l^^ffl^SjX SS
101 dO fallecido JoO CeftO "'' 0nl^ 8or6"o a 19, tarlslaoas de todaa aa
,i' j 1 b 80 a T,r. enfeitea a imperatriz a 4a
est Aorrando por todo o ew. us outra.biendu que ,1i*iHm
Dreoo Sor "at?.pre5' Da rua 0 Creapo n. 18, aobra-
F1CVU do amarello de Diogo & Fernando.
Cora es.
Oa r*rdadeiroa floa de coraea redondos aasim
como rsiz, pols 4 o mais superior que tem riodo
ao mercado : s no vigilante rua do Crespo n. 7.
Micanga ou continhas.
alicanga ou conlinbaa da muito lindas cores a
240 rs. o macinbo : s no vigilante raa do Cres-
po n. 7.
Continhas do Rio.
Continhaa donradinbaa miada a groasa preprio
para palceiras daa quaee ae eatao nzando maito
por ser ultimo gosto, a 240 ra. o macinho, assim
como aljfar b.anco ede cor a 300 ra.: a no
rigilante roa do Creapo n: 7.
Prestem allencao
O Oa lo vigilante na rua do
Crespo n.
qae quer liquidar e vendendo i
Sue admira, como sejam :
iqulssimas bandejas de charo de multas dua-
lidades.
Salvas de
prata.
Gopioho e pratinho de metal
nio.
meiai moendas.
ierro batido e
Moendas p
Taixas de
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicSo
de D. W. Bouman.
O proprietario da ora ezpostclo arisa ao nu-
bltco queseusestabelecimsntosse acharo todos
os diaa abertos at as 9 horas da noite illumioa-
oo* com o mesmo gaz hydrogenio contendo nos
meemos eslabelecimentos urna riquissima galeria
de quadros que muito iotreteri a cnrloaidadedaa
faatlias que quizerem vl.it.r estes estabeleci-
mesrtes, assim como am numeroso sonimento
de objectartas que por gosto se podem comprar
garantindo aos concurren tea a franqueza do in-
greaao em aeua estabelecimeotoa : na rua Nn.
n. 20 e 4, loja de Carneiro Vianna. T*
Farinha de mandioca.
Vende-se a bordo da barca nacional Atrari-
ot'>, chegada do Rio de Janeiro : a tratar com
Marquea, Barroa i C,largo do Corpo Smton. 6.
Attenco
Chegou para a loja da victoria, candieiioa a
gaz da novas goales e modelos, tsnto para sala,
como para aseada e quartoa a para outra* muitas
coqass: ns loja da victoria na rua do Queimado
. 75.
S~*yjait~u ou Mada-se ama grande pro-
priedada maito perto da praga, com grande ola-
\ 5 ,O^D0, c*Pe4' "O" boa cata de ri-
renda, diversas casas habitada, dous grandes
Ir-*SiSSe*'* rTore de frucl0 Si-
versos coqoeiroa : a ira lar com o Dr. Souu Reis
ou cflajio. majar Belazmino do Reg Cm ase.
ta cidede, oa na Msguuaa. .
armazem de fazendas
DE
Santos Goelho
Una do Qneimadt, m. 19.
Leogoes de bramante de Iinho a 3*.
Cobertaa de chita finaa a 2S.
Ditaa a preco de 58OO.
Cembraias* pretas mnito finas.
Golchaa de fustao muito lindaa a 8}.
Esteiraa da India de 4, 5 e 6 palmoa de largo
propriaa para forro do cama o aalaa.
Lencoea da panno da Iinho fino a 2f.
Algodao monstro a prego de 602 ra. a rara.
Toalhaa de Iinho para meaa a 49.
Dilas de fustao para moa, cada ama 500 ra.
N. O.Biabar 4 G.aacceaaorea.rna daCraz
n. 4, tem paravanderrelogios paraalgibeirt da
ovro a prata.
A banha f aa,
bm eopoa grandes, chegou para loaj d.agnia
aranca, raa do Queimado n. 10.
Rua da Senzalla Nova n. 42
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro Mado libra i 10 r*. dem
de Low Moor libra a 130rs.
Saceos com superior fari-
nha'
a??.JUta d" Sua n. ,.B?h".aM fJ*** C0D b*K>
uaade queaedeuM vender para fechar conta*.
Superior
caf do Cear.
Vende-as ns roa da Madre da Daos n 13. ar
mazem de Arseoio Augusto Ferreira. '
Meias dela.
Vendem-se meiaa de lia edmpridas a oulras *
na rua do Queimado, segunda loja n. 18.
Vende-u am reoslo patente horisontal,
de ouro, maito bom regulador, com en gresso
correntio, oe sem este ; do pateo da ribeira na-
mero 7.
Vendem-se deuauizou de.loare pare ta-
berna, e igualmente ame boa beiaece, posee e
medaos : .a Usier aa rea da Imperatriz o. 4t.
Sapatos de borracha para
senhoras.
Vende-se aapatoa de borracha para senhoras e
meninos a 13500 rs. o par, upatioboe de lia para
eraligas a IgOOO rs. o par, ditoa meriool9500 ra.
touess de lia para creaocas a 2f000,19000,800 ra.
aapatinhos de seda ricamente bordados proprios
para baptisadoa a 8|000 o par, na raa do Quei-
mado loja de mindeua da Boa fama. o. 35.
Baleias.
Veode-u baleias i 120 r*. cade urna upa de ac
para baloa 160 rs. s rara, baodou a lU00ra. a
200 o par, na rua do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n, 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-ae cascarrilhaa de seda para enfeitar
restidoa a 2*000 a pega na rua do Queimado
loja de miudezaa, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-ae meiaa de borracha para quem padece
de erysipela a 15*000 o par, meiaa de seda preia
para senhora a IfOOO o psr na rua do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
Luvas de peiiea ecamurga.
Vende-ae luvas da pelica de Jourio a 2*000 o
SIJ?lU?. de cnir5* propriaa para montara a
2*000, ditas de escocia a 800 ra. o par na raa
do Queimado loja de miudezas da Boa faaa,
n. 85.
Palmatorias devidro lapi
dado.
Vende-se palmaloriaa de ridro a 1*600rs., ditaa
com mangas propriaa para rapazee 4*500 ra.,
Mjajpa, eacarradeiras de ridro a 4*500 ra.
o 5f000 o par, na rua do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata iogleu a 1*500 re, dita franceza a 500
rs., 640, 1*000. oleo da aocjedade brgienique
rerdadeiro 1C00 o frasco, oleo babosa de Pirer
rerdadeiro a 800 rs. o frasco, sgua balsmica
para oa denles a 1*000, dila de Botot tambem
para os dentes a tJOOO o frasco, pomada france-
za em poa a 500 ra. e 1*000, 320 rs. saboneles
muito fino a 640 ra., 800 ra. e 1*000 cada um na
rua do Queimado loja de miudezaa da Boa fama,
Oa 35*
A200rs.,sopavo.
Vende-u chita franceza escura de cor fiza a
doua tuetosa o corado: na roa da Imperatriz n.
60, loja e armazem do pari.
zV2j500,sopavo.
Vendem-se cortea de cambraia branca com 2 a
3 babados a 2*500, ditoa de tarlatana brancoa e
de corea, coa barrea e babedoa a 3*: na rua
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do parao de
Gama & Silra.
A 500 rs s o pavo.
Vendem-se as mala modernas s flniuimaa lia-
sinhaa de quadrinhos e de florea aoltaa e palmi-
nhas, deaembarcadaa do ultimo nano rindo do
narre,pelo baratissimo prego de quinhentoa rie
o corado, e dio-ae aa areeairae com peohor: ae
rua *o.I.mperaUi,t w loJ aua de Ga-
ma & Silra.
C abaias hespaaholas na
loja do pavo., a 400 rs.
*V!!m"m \t\00T" tazeoda de padrdesdetica-
..^.m i 'a Val'no^ l"a, Propia
para reatWoa da aanhora a 400 rs. o eo>a*>; na
.ai-ll1?'6"*^ ? M ,0J* "wtni d Pi-
re Gama & SH?a.
Ultimo gosto.
Gollinhas bordadas e punhos
combotoes para senhoras.
A loja d agnia branca, onde bem ae enconlram
objectea modernos a do gostos. acaba de recebar
um lindo aortimento do golliahaa bordadaa a pu-
nhos com bonito* boldea, e que boje A ultime
moda, a por\Mo neohama senhora u deve na-
dar a
unto mus aguanto eiaaa a*o neeauariu para
completo ornajmeoto daquellu que terao de apre-
ciar u bellaa; represeotacoea do Jlfarlnaogel, e
mesmo saque nao forem team igual diteilo de
comprar eaaae boaitoa arranioe ; na loja d'egeia
branca, raa do Qeeiaado n. 16.
Chumbo
por todoa
maia por
ae dirigir
do Quei-
\ ende- chambo de manicio a dinheiro por
SI* o quintal e a arroba per 50500: no arma-
sea de Antonio Ceurio Horelrs Das, roa da
Madre de Dos n. 32.
Agua balsmica j>ara conser-
vacao das dentes e agrada-
vel hlito da bocea.
Eua apreciare! a pureilou agua balsmica,
cujoa boos effeitos de conservar a fortidio dos
deoles fortalecer aa gingiras e tirar o mo hli-
to da bocea, aaa ji bem coohecidoe por todos
quantoa della tem uaado, e ser anda
quem, presando eties bona resultados,
com 1* i dila loja d'aguia branca, rua
mado o. 16.
Gravatas de seda pretas e de
cores.
Mu bou e bdnitas gri?ataa pretu da seda com
aalpicoa de corea a 500 e 640 ra. cada urna, ditaa
todas pretas de bonitas sedas de charisquiahos,
boa razenda a 1J. ditas de superior gorgnrao com
ponas bordadas a reliado a 1*600, diUs de traa-
pasao pretaa e de cores com alflnetea. e mui pro-
priaa, para meninos, sendo ella* de bonitas seda,
[I!tn **? cona dou' Poapontos de seda de corea a
i^iC5 UB" e n',,l* onlru do diffwentea
qaalidades e pracos : na rua do Queimado, loja
regala branca n. 16.
Meias de cores para homens
Maito boaa meias de corea a 160 o par, e 1*600
a duzta: quem aa ir nio se desagradar, poia
que aao boas e baratisiimas : na rua do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
7,
tudo
metal com ricos larrorea imitando
proprlo para me-
Manteigueira de liadas cores de ridro com tamoa
a pratinho de metal.
Lenco braneos para algibeira.
Ainda se rendea longos braneos Anos psrs si-
gibeira pelo baratiaaimo preco de 2*400 a dnia "'1*"sslmos espelhos com moldura dourada.
na loja da boa f, na raa do Queimado n. 22 j oucadores com gaveta e de outras qualidadea
Metal Dar senhora 5 noculoa com ezcellenlea ridros.
vh.csst,.,.,. b;. raffi^^^srjsaissi.
nunciar e que rista do freguez se far todo e
prego.
Aljfar fino imitando perola.
ratissimo prego de 3*600 a duzia : na raa
Queimado n. 22, na bem conhecida loja
boa f.
do
da
Pennas d'acp
. A T,ta,aela Paa inglez'aa caligraphicaa a Ve"la-se a 500rs. o fio de aljfar flno, imi-
1*400 r*. a uixinha : a no rigilante rua de Cru- J?na Pero1? : n f <<> Queimado, loja d'aguia
rs. o
peque-
po n. 7.
Banhas ou leos e ebeiros.
A superior banha tranaparente a 900
frasco.
Dita em latas de folha da mel libra a 500 rs.
Dila em latinhaa de quarta 310 r. .
O rerdadeiro oleo da aoeiedade hygienica a
900 ra. o fraaco.
Dito mausssr e muito fino em frasco
no a 1|600 a duzia.
A rerdadelra agaa de colonia fraaco grande a
900 re.
Ditoa peqaenos mesmo em garrafinhaa a 400 rs.
Ditoa com superior agua de flor de Urania fras-
co grande a 400 ra.
Dito com excallenta agua celeata frasco gran-
de a 15.
Dito frasquinhos pequeos com vinagre rugi a
400 rs.: aO do rigilante roa do Creapo n. 7.
Para conservar dentes.
Oa rerdadelroa pos da aociedada hygienica pa-
ra deDtu em ftaaquinboa de ridro o maia aape-
rior que tem apparecido pelo baratiaaimo preco
de 1* o frasquinho, assim como em caizinhas
qusdrsdinhas a 200 rs.: s no rigilante rua do
Crespo n. 7.
Gollinhas e pnlceiras.
Lindas gollinhas o palceiras de aicanga pelo
Daratlssimo prego de pulceiraa a gollinhas 3
palceiras s 2* e golliahaa 1* a 1*500: a no ri-
gilante rua do Creapo n. 7.
Sestinhas
Sestinhaa muito lindaa com seua perteoces ps-
ra menino 3* e 4*. aaaim como iodispeossreis
de conlinhsa ou miganga proprioa para menina
trazer no brago com lancinho pelo bara tissimo
prego de 1* : s no rigilante rua do Crespo nu-
mero 7.
branca n. 16.
Piano
Vende-se um de meu, j usado, po- tffc
rm em bom eatado proprlo para quem A
quizer aprender: no pateo do Terjo n. ]
3, segundo andar entrada pelo becco do 9
Lobato. a
$$9 ^@$ &
Carlos IV e III.
Rival
sen igual.
Miudezas e rap.
Rua larga do Rosario numero 36.
Lia da corea aortidae, libra a 6*400.
Sintos dourados a 1*600.
Ditoa ditoa com pootu a 3*500.-
Agulhaa francazaa curtss e compridas a 60 rs.
Dita* cantofaa a 120.
Pentes de mua para atar cabello a 500 rs. 3-
Ditos de dita dem (dourados) a 1*200.
Carretela de retroz de corea a 320.
Escoras para cabello muito bou a 800 e 1*,
Cartas de alflnetes a 80, 100,120 e 140 ra.
Escoras psrs unhas maito boaa a 320 e 500 ra.
Frenjaa pretaa com ridrilho a 320 e 400 ra.
Trangaa pretas com dito a 240.
Bieos preto* muito bona a 180, 240, 320 e 400
Carrateis de Hoha a 30. 60 e 80 rs.
Enfeitea de retroz com franja a 5*300.
Meiaa para aenhor (dual*) a-2*500./
Ditas creas para homem a 2*400 e 3*.
Teeouraa ordinarias a 80 rs.
Franjea de lia estreitaa Ipegal a 900 rs.
Sabonetea de bola liaos a 640.
Frascoe de diversos chelros a 320.
Linha de Pedro Va 30 rs.
-WW1 ? a 20. 30 a 40 re.
lape Paalo Cordetro (rerdadeiro) a 1W0.
Dito dito fino a 1|280, ^^
E outraa muitaa maia miadezae que com a pro-
seng dos bons freguezes seranderio baratea
rendem-ae urna folhaa de canoas maito
groaras e sadiaa, com 60 palmee de comprimen-
te, com am pranchao do mesmo comprimenlo : a
tratar coa Jos Hlgtno eSWsetfft"*
Ttntetros.
Tinteiros proprios para menino de escola ou
meamo para quem oa quiser comprar por bara-
tsimo prego a 500 ra.: s no rigilante rua do
Creapo n. 7.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, rua do Im-
perador n. 40, vende-se roupas feitas
de todas as qualidades pelos preeps
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pechincha.
Polassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Bieber 4
C, successores, rua da Cruz n. i-
Algodao da Baha.
Proprio para roupa de eacraroa a saceos de es.
sucar : vende-se na raa da Cruz n. 1, ucriptoiio
de Antonio Laiz de Olireira Azeredo & C.
ltenlo! attenco!
A.os pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da rua da Imperatriz acha-ae a
-renda um completo e variado aortimento de boaa
fazeodas, e qae i rista de aaaa qualidadea aio ba-
ratUaimamente rendidaa, e para maia reracidide
do que flea dito, abaixo rio mencionadas algamaa
das ditas fazeodas, a saber :
Chitaa largas cor fiza a 240 rs.
Madapolio fino com 24 jardas a 5*.
Cambraiaa de corea a 280,320 e 400 rs. o co-
rado.
Velludo preto e de cores a 2*.
Lindeza de corea a 160 ra. o corado.
Lengos peqaenoa a 80, 120 e 160 ra.
Chapeos de castor flno a 8*.
Chitas pretas muito largas e fioae a 240 ra.
Algodio trangado preto muito bom para rosti-
dos do seravos a 200 ra.
Cambraia liaa com 10 jardea a 2*.
Caasa de aalpicoa com 10 ditas a 3*.
Cambraia bordada para cortinadoa com 8 ra-
ras a 2/.
"-* Vende-ae am engenho oa ribeira de Una,
moente e correte, maito bom de tarrea e cerca-
do, com todaa aa obraa novas, Ua proporgoea
para ufrejer 2,000 piu annuaea, distante do
eabarque legoa e meia, oa tioca-se por predios
nula praca : a tratar do pateo do Carao n. 15.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber a C., aeceessorss,
raa da Cruz n. 4, rendem-se :
Machinas para regar hortaa a capim.
Ditaa para deacarogar milho.
Ditaa para cortar capim.
Selina com pertenece a 10* a 30*.
Obraa de metal principe puteadas.
Alca tro da S necia.
Verniz da alcatrio para narios.
Salea parrilha de primeira qaalidade de Par.
Vinho Xerez de 1888 em calas de 1 duzia.
Cognac ea caizaa da 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantea.
Carrosas pequeas.
Vende-se com esta effigie palacdea.
nhoea: na rua larga do Rosario n. 24.
hespa-
fiscrayosfugiaos.
Attenco.
A _
Fugio no dia 28 do mez prximo passado a *-
erava Manoela, c*br, estatura regular, de idada
Jo anno*. pouco maia ou menda, com falta de
denles na frente, nariz grosso, tem aa reas das
peroas muito salientes, e urna mais do que ou-
tro, lerou vestido de riscadinho rio e chales
azul: quem a apprehender, qneira lera-la aos
Afflictoa, quinto aitio depois da capella, que ser
recompensado.
No dia 13 de fevereiro deate anno, fugio do
engenho Florala, freguezia de Jaboatio, o eacra-
ro Thom. denagio Angola, eatatura regular, cor
fula, am pouco cheio do corpo, meio barrigudo,
falla um tanto grosu, e com aigoaea de aaa ne-
ceo na testa e no nariz, anda aa rezea com am
brinco na orelba : quem o pegar far o faror de
lera-lo ao sea senhor Manoel do Reg Barroa, no
dito engenho, ou no Recite, na rua Nova n. 60
terceiro andar, que ser bem recompensado.
Fagio no dia 20 do correnle da bordo de
patacho tCapuama, o escuro crioalo marinhei-
ro de nome Antonio, idade 19 annoa pouco mai*
oa menos, altara regalar, roato comprldo e com
algaoa signaea de bexigaa, leroa ulga e camisa
azul : quem o pegar lere-o ao escriptorio de
Antonio Luiz de Olireira Azeredo & C. rna da
Cruz n. 1, oa a bordo do dito patacho qae ser
generosamente recompensado.
Gratifica-se com 300$.
Contina a eatar fgido o escraro mulato de
nome Rogerio, de idade 24 annoa, pouco mala ou
menos, desde o anno de 1858, com oa aigoaea
aeguintea : altura regular ou menoa, rosto redon-
do esquexelado, cor alaraojada, com falta de den-
les, quando falla carrega no R, que ourindo-u
elle fallar d apparencias de tato, olhos amaral-
lsdos, nariz chato, cabellos amacaudos e ralos
quando fugio tinba principio de barba, tem a
cosas bem cicatrizadas, em um doa raaios ten
urna cicatriz de ums postema que tere, um tan-
to eapadsdo e estomagado, oa ps um pouco
I apslhetados com oa tornozeloa para dentro, ella
podeinculcar-se ter sido soldado por causas daa
muitaa cicalrizea que tem as costas : rogo, por-
tento, aa Illmas. autoridadea, tanto ciria como
policiaea, que se digotm auxiliar aos aenboru
cipitiesde campo ou particulares na apprehenaio
do dito escraro, e ser remellido ao seu legitimo
senhor, no engenho Pindobinha, sito na fregue-
zia de S. Lourengo da Malta, comarca do Recite.
Joa Laiz de Aodrade Lima.
Fugio no dia 12 de abril deate correnta an-
no do poder do abaixo auignado, o pardo de no-
me Franciaco de 17 annoa de idade, que tem bo-
nita figura, todos oa dentea, ubellos cara pin nos
e ruivos, leudo sido eate pardo eacraro do Sr
Dr. Antonio Borges da Fonseca, de presumir
que ande por algum dos lugares por onde o mes-
mo senhor tem riajado, como ujam Igosrsas
,,DD*I lDg S*loio' Can>Po. Serra do Tei-
xelra. Pi o Alho, Limoeiro, aa trea Tillas da co-
marca de Paje de Florea, sendo que segundo aa
suppoeesleja tambem no engenho Iobamia por
haver sido riato ha poucoadiss emlguaraasiz por
ter amizade com una mulatinboa desse engenho,
ainda de presumir que o dito escraro por aa
ae inculque como a serrigo do dito Sr. Dr. Bor-
ges da Fonsecs, afim de nio ser apprehendido,:
quem poia o aprehender ondeqaer que for encon-
trado eaae escraro e o vir entregar ao seu legi.
timo dono na rua do Hoapicio o. 6, qae ser mu
generosamente por elle gratifleado.
Ignacio Luiz de Brito Taborda.
100,0(10 rs
de gratificaco,
a quem apprehender e larar can deaeu aenhor
na cidade do Recife, na rna do CoHegio n. 75,
terceiro andar, o eacraro Antonio, de nagio Cae-
ange, com os signaea seguiates, a sabor idade
40 annoa, pouco maia oa menos, eatatura rege-
lar, falta de dentea na frente da bocea, aa ama
orelha tem ua taco tirado, debelen de qneizo u-
Serdo tem tru baracoa, signau de dea tu tfra-
i, tea um deelto no tornosele de ua do* pie,
pelo qual pucha em poace ao sedar, cutama
embreagar-se, a anda fagido I 91*,**
aaia eu menos, foi escraro de fallecido Marela-
no Antonio Pereira.


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t DIARIO DE^fjmhlHmcO -SAMADO 17 01 MAK) DE 1161.
--
Litteratura.
T
Grasideraees sobre os informes ca-
"iholicosno Brasil.
ni
(ConlinusgSo.)
Sjbre a instruegSo da clero : coovem, qusoto
entes crear em cada bispado una pequeo semi-
uaio,on1ese eosioe o curso de humanidades,
paseadas para esse as cadeira de preparatorios
estabeleci Jas nos acluaes seminarios, e creadas
outras, Pican Jo eates com. as materias si coplea-
mente cannicas ou theologicas para os que, que-
rendo seguir a carreira ecclesiastics.sahirem pa-
ra laso preparados, e determinados dos pequeos.
Nestesapequeaos seminarios a se admittirso jo-
beos nones menores de 6 annos nem maiores de
ti o habito talar pode ser-lhea dispensado ; os
directores devem ser ecclesiasticos.
Assim tambem deve-se tratar de levar a (
feito a instituigio das academias theologicas. Sa
com trints cootos (15 para cada urna ) nao se po
dera estabelecer duas, reuoam-se os 30 contos, e
ae abra umas, deixando a outra para mais lar
de : mais vale assim, do que star todos os en-
oos dlzendo o ministro a assembla, que as nao
estabeleceu, porque a sorama votada insuffi-
ctente. Porque nao se podem abrir duas aca-
demias,gno razio, pira que nao se abra urna
Reolva-epoi o Sr. ministro do imperio, e o
clero deixsr de ver-se na necessidade de expa-
triar-se, para poder fuer um esludo dss scen-
cias sagradas mais completo, e tomar o gran de
doutor.
Has, o que verdaderamente impele a institu -
cao dessas academias, sabe-se, que nao a eii-
guidade dos meios volados, para fazer-lhes face,
porm sim o orgulho mal entendido do governo,
essa vontide, que elle alimenta, de em ludo in-
tervir, mesmo naquillo, em que evidentemente
nao pode. ', porque elle questions com asan-
la s sobre a ioslilaigo, regularmento e direcelo
dellas: o gaveroo quer tratar as academias iheo-
logicas eomo as de direito ou as de medicina,
elle que quer marcar os compendios, nos quaes
se deva estudar, elle que quer nomear o direc-
tor, sem ouvir a neohuma autoridade ecclesias-
tlcs, para assim, se Ihe parecer e Ihe conrir, no-
mear talvez um medie-i. um engenheiro, e at
mesmo, quem sabe, se um militar, so elle for
bom servidor da patria ... porm Roma n3o quiz
6 cao quer subscrever a taes enormidades, nem
sseotira taes condigea, negou sua approvago.
Appellamo* para os espiritos imparciaes, para
os nimos cordatos ; pois juato, que o poder
civil enlre de tal modo na gerencia dos negocios
da egrpjs, e que negocio, o da educaco do cle-
ro I Nao ialo urna injustiga clamoroaa e um cri-
me de lesa-religio ?
Assim a quesillo da vioda para o Brasil de
missionsrios capuebiobos.
O governo nesta questo, assim como s santa
s, lem-se entendido em todos os pontos : mas
ltimamente, quando as coasis j estavam em
*ia de terminar-se bem, eis que o governo do
Brasil comee por sustentar o diretto de amov-
bilidade ; Isto quer o governo receber os mis-
aionarios capuehiohos, dar-lhes ama mensalida-
de ou diaria etc. maa quer ter o direito de remo-
ver um padre, por exemplo, que est na Babia,
para o Haranbo, e isto sem ouvir o superior nato
delle, a seu livre arbitrio e dos presidentes de
provincia, A santa s nao quer assim desligar
os religiosos da obediencia de seus superiores,
i'ars sujeita-los ao governo civil, coarctando as-
sim qualquer abuso da parte do govvroo, como
da parte dos religiosos, que se qutzerem subtra-
hir a sajeigo conventual.
K nesta differenga para a questao dos missio-
oarios capuchinhos, e em qnanlo o governo nao
ceder, elles Dio viro continuar suas missdes no
Brasil.
Oatra medida tambem urgente a convenien-
te dotagio do clero ou a niel hora as suas con-
grua.
J vimos, que o clero nao tem outro meio cer-
to, donde subsista, aeoo no ordenado, que Ihe
d o governo ; porque, o seu patrimonio ordina-
riamente constituido em bens emprestados, visto
que gente, que anmenle se ordena, nao da
ctasse mais rica da sociedad*, nao Ihe proluz
rendimenlo sufficiente para sua sustentarlo, an-
da mais qae, urna vez prvido em u.n beneficio,
resigna o patrimonio ; ora, sendo os beneficios
malissimamente retribuidos, sem duvida soiTro o
clero militas neceesidades.
A gente do ralo, espiritos vacuos, phospho-
rescentes pensadores, quando o clero se queixa
disto, rebatem-no com esta phrase de tanto espi-
ritoo padre nao tem familia, ludo Ihe chega
como se o padre tivesse vindo ao mundo so, e,
eomo s Helchiseder, nao se Ihe conhecesse pae,
nem mi, nem familia, nem adhetentes, ou ti-
vesse o triste privilegio de perder lodos eiles, ou
se j se entendesse por familia a mulber, que ae
torise_e>bile cosa fundos sufficitnUs o gover
oo, ata da Impetrar da s de Roma a repelo de
novosvupado, fazendo de cada provincia um,
com seus cabidos, seminarios e cathedraes res
peciivas. .
O ministro do imparto, hoje dos negocios ec-
clesiasticos, deve ter sempre, como consultor do
ministerio, um ou dous clrigos versa ios as
, bem
verdade e da exacUJio absoluta, da eviden- primitivo ostsatemunhoi da todas as uaces
cU.-^sfe i looge de ontrariar-se, esli o'um perfeito ac-
c (Multe de veradeiro Dens, diz o aaoiocar- ordo, egudment* i respailo desea idea, qae a
deal Goussot, precede* ajidolatria e a superslicao religiio consagra, elles erguem um brado uniso-
na trra. 4* verdade da rellgiio, isto aquel- no eloqaente. Os Hebreus, os Chioeies, os Ba-
las qae esliojpeoo* so alcance da razao do no- bylonloa, es Persas os Egypcioa, es rego, os
mem, aaaomwam primitivamente e de urna ve- proprioa habitante* das regios d'Africa, n'um*
_ no horizonte do espirilo humano : ellas os pala vra todos os povos reeonheciam evidencia
seiencias sagrada, com o axllio e parecer dos conlram no barco de todos os antlgoa poros, sin- d'este principio, e o consignavam osa suss cren-
quaes de suas decisdes, preste suas explicacoea, | ds quando nenas se cooheelam as cousss mais gae e documentos histricos, segando nos refe-
faga baixar seus decretos, portaras e circulares ; necessari a vid : prova manifesla de que esta* rem Job e Eseqaiel, Timhewski, na aua viagem
verdades forana originariamente reveladas o ho- Pekiog pela Moogolia, Diodoro de Sicilia, no
mem. (-Tbeolog. Dogm. tom. 1, terceira parte, livro segundo, capitulo primeiro, Justino, em o
cap. 1. ) livro 10, capitulo II, a Legislaclo dos Egypeios,
Ao passo, porem, une se nao pode por em du- Capitulo XIV, relaclo da Coala do Oaro, por
vida a existencia de*ftl revelagio primitiva, co- Henriqae Mereditlo, Sophocies, ns tragedia CE li-
mo baae uoca da religiao e do coohecimento pa- po, ThucyJidea, livro primeiro, paragrapho 186,
ra o hornero, porque a hiatoria e oa monamentos Ueaiodo, oo aeu poemaOs Tratoalhos e os Disa,
pois maa que inconveniente, que um medico,
oa mesmo um bectaarel em direito civil, geral-
mente pouco venados neisas scieociat, porque
nao sao de sua competencia, nem de seu officio,
anda que alias habis; subiodo s este ministe-
rio, eipegam avisos aos bfspos, doutores e prin-
cipes da egreja, decidam questea e como se ti-.
vessem feiio um estudo profundo das msteriaa trsdiceiooaes de todos os povos o sttestsm, nio
eccleslasticas. 1 ce pode por outro lado negar qae houve desde os
Augmente-se a verba de 4:0009000, votada pa- primeiros lempos urna grave degenerarlo moral,
ra irem estadar a Roma alguos jovens, ou mao-
de-se por em execucao a somma marcada, sen-
do a escolha delles feiti pelos bispos, que a seu
turno eoviaro de preferencia sempre aquellea,
que ttverem obtido o primeiro premio, ou se dis-
tinguido sobre tolos nos seminarios.
Seria melhor porem, que fessero, de modo que
anda ali frequenlassem o curao de phllosophia
que abraoge tres annos, e depois entao o de di-
reito ou theologia.
E' preciso, que a assembla dote o clero com
urna lei de aposeoiadorias, garaotiodo assim da
meodicidade, sustentando na decrepitude a ho-
mens, que toda aua mocidade, todas.aa suas
torgas gastaram no exercicio de seus beneficios;
s ha no Braail dous conegos aposentados, um na
digoidade de meslre-escola da cathedralde Olin-
da, e outro na de arcipreste da csthedral de Ma-
riaona. O governo tem dado a alguos emprega-
dos ecclesiasticos {caneas sem limites (nio sei,
se as pode dar) esta medida, cerlo, qae descan-
sa e satisfaz os empregados invlidos, mas, fl-
cando seus lagares oceupados, e elles livres dss
obrigaedes ioberentas, succele, que os que nio
asobteem, carregam com o servlco dos] licencia-
dos, o que aggravar-lhes mus e mais sua cor-
te j bem digna de lastima.
O governo faca admlttir sacerdotes oo corpo
ds diplomacia principalmente na legaco de Ro-
ma ; ah seus coohecimeotos especiaea sao de
muita utilidade.
As embaixadas da Franca, Austria eHespanhs,
todas tem, o jjue chamamtheologos da embai-
xada3 Brasil pois nao innova. as outraa le-
gaces elles servirao de capellaes para a mbal-
lala, assim como para todos osbrasileiros, que
por shi f ireoj.
Diz o Sr. E. J. de Borens, no sea Fiel com-
ptnheiro do chriso, em urna nota a paginas
310a Ha capellaes para os regimentos, os na-
vios, e para oulros estabelecimeolos: dam-se lu-
gares as nossas legaedes a advogados, lentes,
mdicos, militares; porque nao solllcitam tam-
bam os Srs. sacerdotes ser empregados Destas
mesmas legajos, sobre lulo dss dos paizes mais
habitados por brasileiros e portuguezes? Ser
Uso urna inutilidade? Os protestantes pensara o
contrario ; pois em Pars tem os Ioglezes um
pastor na respectiva legado, oode exercita o aeu
ministerio. Em Pars e era Londres, sonde con-
correm a miudo brasileiros e portugaezes por
motivo de sade, muitos dos quaes s (allana,
porluguez, parece, que seria uiilissimo hsver
um capello. E se formos historia patria, ve-
remos, que por rezes os ecclesiasticos, assim
como hoje acontece aos diplmalas enviados de
Roma, conseguiram ptimos resultados para o
paiz: basta cilarmos o grande nome do padre
Antonio Vieira.
Este artigo j vae muito longo, a nos tememos,
que sua extenso, unida a seu troncado estylo,
desgosle a oossos leilores. Fazemos votos pela
prompta execucao d>s medidas, que propnzemos
(visto ser sua utilidade do primeira intui(ao) e
pedimos para nos a illimitada condescendencia
do publico Ilustrado.
S. Luiz de Maranh&o S de ferereiro, (esta da
PuriGcacao de Mossa Senhora, de 1862.
Jos' Rwmi ndo da CrjTtBA-
(Do F.ccle$iattico).
0 christianismo.
Estudios relijciusos.
[Fragmentos de um livro indito )
Quem ler com atteocao o excellente livro de
Roselly de Lorgues, qie tem por UluloA cruz
nos dous mundos,nao poder deixar de admi-
rar, alem da preciao com que ahi alo cootados
os mais importantes (actos relativos Paixio e i
resarreiQio do nosso Redemptor, a copiosa eru-
digao iheologica e histories de que se elle serve
para decifrar, luz de urna phllosophia pura e
e muitos outros escriptores que seris escusado
enumerar. A anidado que exiate entre os bomens
. um (acto inconteslavol; maa, admittida urna vas
qae s suflkfentemente explicada pela existen- como verdade evidente, coosequeocia dalla
ca da queda do primeiro str racional. Admiitir solidariedade humana, c Esta aolidariedade exis-
o contrario, seria fechar os olhos i evidencia que te, a deapsito de todos oa aystemss, contina
noa (alia mui alto naa tendencias contrarias do o escriptor ltimamente citado: ella inherente
coragao humano, em lucia constante das pal- noasa natureza, e coostitue urna lei essencial
xdes a da razio, no combate de dous principios da humaoidsde. >
oppostos, do bem e do mal, naa loogas snermi- Por ventora poder-se-ha negar que as geragoes
dades do espirito, oa (ragilidade da materia. Aa-. ascendentes influem naturalmente sobre as sera
aignar-lhe outra causa quo nao o desvio da libar-, (des posteriores ? A aolidariedade humana um
dade humana o meamo eria que ridicularisar o deseca tactos que nao necessitam de demonatra-
plano da Providencia, ou redaair Deus condic- gao, porque melhor se aente do que se descreve.
Co de um ente imperUito e man, o que repugna | Destruida cata idea cardeal, nenhama importan-
propria razio enferma e abatida, e vae dar no cia poderiam ter para oi o mal que o noaso sa-
mis esiravgante de todos os abeurdos. Porem,' melbahte experimantasse, o crime perpetrado
se Deus nao polla aer a origem do mal, por que, looge de nos, em urna apoca affaatada ; nem po-
o bsm absoluto, e se nelle se di a uailade da | deriamos prestar alteocio ao aenlimento do vicio
Essencia e natureza (porque meamo, segundo o e da virtude, desenvolvido fora da nossa presea-
dogma da Triodad, s ha dislinccio as Pessots! ga, nem por causa dos filaos deveriamos hoorar
Divinas, mas nio em a propria sabatancia, como j os paes, por cansa de um perverso snspeilar no
nos eoalnsm S. Tuomai e todoa os orculos da aeu filho as Jmeimaa tendencias, nem coosa-
egreja) (alsissimo egualosete par aolvar,grar amtsade ao filho do poaso amigo, sem tod-
aquella grandissima queatio, theorie monstruo- va o ter coohocido antes em todas as inclinares
aa i que se fram soccorrer os manieheus, com a
repugnante idea de deua principios absolutos, o
Deus do Bem e o Deus do Mal. Felizmente, a
meama revelacao de que fallamos cima eatabe-
lece as bsses psra o verdadeiro juiao 4 semelhan-
le respeito|; e eremos que boje ae nio aoderao re-
petir mais tasas creoess desgranadas que tanto
abalem o eoteodimanto humano, e daa quaes lio
Bel pintura nos traga em saaaadmirareis eonfis-
ebei o sapientiesimo bispo de Hippooia, quando
nos moslrs a que abominareis eteesaoa o arrsa-
lra no ardor da juventude a peale deeoladora de
tio nefando systema. Atada para comprovarea-
ae (atal acootecimeoto oa origem das edades con-
corre a creoca de todos os poros, a luz da prirai-
do aeu corscao.
A mais insigne m f, diz o mesmo autor,
olo podara, sem ir perder-ae oa loucura, negar
esss solidariedade permanente da bumanidade,
que justifica a crenca unnime ns traasmissio do
peccado original, o
Um doa pbantheistss msis famosos d'eate se-
cuto, o mui conhecido Pedro Leroux, no aeu li-
vro da Humanidade, nio ae alreveu a regeilar es-
te principio eminentemente justo, bem que nao
soubesse deduzir d'elle todas aa auas legliimaa
coosequencias. E' qua os direitos de verdad* aio
imprescrepliveis; e por mais que a razio lente
iovadi-los ou oeutralissr-lhes a influencias, ja-
mis o poderi coasegulr. Tio certo 6 que a ooi-
tira revelacio que at hoje nio (o obscurecida (e sa razio, como nio duvldoa sffirmar o proprio
nunca o ser) mu grado oa mprobos esforcos dos Bay la, um dos maia emperrados philosophantes
sectarios da Razio Pura, e do progretso indefi-
nito. Ahi esli em p aa tradicea de todos o
povos da trra desde oa msis ada otados em ci-
vilisaco at oo mais barbaros e salvsgeas : shi
esli ebertoa oe livroa da legislago de todas as
naces do oriente e do occilente, do septeotriao
e do meio dia : ahi ao noa a presen tam, por en-
tre aa proprisa aombraada idolatra e do paga-
nismo, por entre os roythos o oa symbolos alle-
goricos do fetichismo e do polylheismo, aa
o opbiataa de que se tem noticia, s propria
para coafundir ludo, para (azer duridar de tudo
(pois apenas acaba de construir ama obra j nos
mostra oa meios de arruina-la), e que o melhor
uso que ae pode fezer da philosophia coohecer
que ella um camioho para o erro, o que deve-
nios ir em bases de outro que a luz revelada I
J S. Paulo tiuha dito que a morte passou a
No- todo os homem por um t, em o qual todot os
MI*. homtnt peccaram.\
dss eloqueotes de um s livro, a hiatoria, de urna Commentando es'le profundo peuaameoto do
s obra, a tradico universal, as quaes se leona grande Apostlo daa Gentes, um illustrado coa-
distioctameote as msis ioconcussas proras sobre temporneo assim se exprime : Todos cs
a existencia da queda do primeiro homem. En- realmente peccamos em Adi, e todava esae
tretanto, o que para admirar, asa meama rere- peccado nio nos pessoal. Esta pluralidade
lacio qae aurgiu desde o principio dos seculos, eita unidade do ser em Ado sio indicadas pela
que os tem atravessado at hoje, ioebalavel, in- elymologia hebraica do aeu proprio nome- Tanto
destruclivel em seus fundsmeatos. o msis so- Ie truocou o sentido profundo conlido n'este no-
lemne testemanbo para acensar a fraquezi da M-]Bie traduzindo-o aimplesmeole por homem.
le: Hoje neohuma dessas pretendidas expli-
carles satisfaz ao homem da acicocia ; porque e
propria ciencia Ihe ensina qae, dastruidas en-
tre multa povos essas ideas e ussocm meos
generosas e humabas, isto desterrado o esta-
do da barbaria e da ignorancia, aquellas sacri-
ficios permaoeceram instalareis. Os sacrificios
sio de data antiquiasims : dalles nos falta a
Biblis, referiudo-se a Abel, a Eaa, a Na a
muitos outros pstriarchaa : Moyss os menciona
como usos recebidos e transmiitidos de geracio
em gerago, e todos os povos da alta Asia, da
frica, da Europa e da America, os cooservaram
par de saaa disposices legislativas e regula-
mentares. Ser-nos-ha preciso atravessar looga
rilelra de seculos, perscrutar a civilisscio em
toda sua gloria ou decadencia, remontar ori-
gem primeva dos povos, para dar com a chave
priocioal desse (acto ? Nao o peosamos : bssts
Atar na memoria qaa os sacrificios prendem-se
i necessidade de urna expiaeUo, o sao a forma
porque ella constantemente ae traduz : os pan-
theistas, os proprios paotheistas o reeonhecem ;
e pode-se dizar, como j disse slgnem, que
a crenca na promessa da expia;io da falta, pela
virtude ou efficacia do saogae, nio menos ma-
nifesla que a existencia do homem.
Entretanto, o que se nio pode contestar que
a idea de expiacio e sacrificio implicam a de re-
habilitado a de reparaco ; e ple-se valiosa-
mente sustentar que por serem fiis a esta
iradicio, ata revelagao noiversal, que todos
os poros esperavam um libertador, um repara-
dor, um Redemptor, e anteviam que pelo sa-
crificio cruento d'esso Redemptor, virio ao mun-
do a aalvagao e apagar-se-hia a culpa originaria
com os seus iocommeosaraveis resultados; por
qusoto, como assevera Roselly de Lorgues, urna
expiagio commum a todos, egual para todos,
suppe ums falta egual em todos, egualdade Ir-
re cusa val, como-a da sociedad a o da morte, effei-
ti do peccado primitivo ou original.o
Mas esss expiacio indispensavel s poderla
ter lugar por meio de urna victima que, parleci-
pando da natureza do homem pela carne, lbe
(osse ioteirameate superior na sua essencia e
origem : d'ahi a idea necesssris e invarlavel da
redempgio por intermedio de um ser suparior ao
homem que, todaria, houresse de rerestir-se da
(orma humana, e tomar aobre ai a responsabiii-
dsde aolverssl. Esse ente, no qual se havia de
manifestar a uoiio hypostalica das duas natu-
rezas, dinoa e humana, devia nascer de urna mu
Iher purissima, virgem, superior a todas aa mu
lherea, e a inferior a Deus; o que tambem se acba
inscripto como dogma universal nos aooaea de
todos os poros e nos mooumeates ira d icio-
naes.
Eis como, subiodo por urna serie regular de
ideas, e parlindo de um poolo i n con tro verso na
vaslidio da historia e da revelagio, chegamos
sera esforco, lgicamente, ao grande facto da ea-
peranca do Messias entre todas as naces, ao fac-
to da necessidade imperiosa da incarnacio do
Verbo, para coosummar-se a obra da redemp-
Cio.
A coherencia pasmosa que anda sobre este
ponto se observa naa tradieges de todos os po-
vos; a harmona do pnssr de milhsrea de ho-
mens, separadoa por coslumas, leis, ritos e idio-
mas especiaes; o presentimento geral estampado
em todos os livros coohecidos desda a mais re-
mota antiguldade; ludo coocorria para estabele-
cer como iocootroverso o principio deumi reve-
lacio uoiforme, nica e primordial sobre a poca
da redempcio, e d'aquelle que dereris torna-la
effectira.
esposa ; quando sabido, que, era urna familia, aublime, o sentido myslico, cientfico e st certo
onde ha um padre, elle quem sempre carregaI ponto social de lodos esses (actos. O modo por-
com toda ella, porque os oulros irmos, seos ha I que elle os eocadeia, os deseavolve e descreve,
casam-se, e separam-se. I llgaodo-os sempre ai exigencias de urna fa in-
Has, o que se ha de esperar de gente egosta,
inimiga do sacerdocio porque inimiga da reli-
giao, da virtade, porque inimiga da verdade
seno taes productos 1
Nunca vimos odio tio arraigado, do que o qae
Qutrem os nossos bomens romsntieos, e dissolu-
tos, os nossos coraedes incorruptiveis e incor-
ruptos contra o clero I Para tudo e para todos
ra augmento, ha progresso, ha certo porreoir,
.para o clero cada 1
Permitta-se-DOS, que entremos em mais par-
ticularidades.
Nio revoltante, nao faz iodignar, nao produz
lastima, o .ver una cooego, que vive em urna ea-
ipital de provincia, que deve trajar de um modo
deslindo, que deve bsbilar urna casa nio com-
mum, com urna congrua de 6001)000 por anoo,
quando nao possivel viver-se com essa quantia
o em taes condicoea, aem expor-se a mil incon-
veniencias, quando nao ha porteiro de repartteio
alguma, que nao tenha um ordenado superior ?
Todos tem oecessidsdes, o clero nio, tudo se deve
melhorar, meos a classe amaldicoada I
Chamamos pois a alteocio do corpo legislativo,
do senado, do ministerio, do Imperador, para
esta necessidade da egreja, perqu a necessi-
dade de seus ministro?, necessidade palpavel,
evidente, sobre a qual nao ha mais duvida, nio
na mais exame.
Aio se pede ao estado um favor, um empresli-
mo, pede-se-lhe o que do clero, o que o go-
verno chsmou a si, prometiendo retribuir satis-
factoriamente, e, de possedo qual, nao cedeum
pouco, seno com pezar, com dor, guiza de
esmola; pede-se-lhe, o que o povo chriso es-
pontneamente davs aos sacerdotes do Seobor.
pois urna divida, e urna divida, cuja solugio
.insta, e cujo nao sallo importa um crima l
Aa ordena religiosas claraam remedio, e o re
. medio a reforma, e, nao como tem entendido
t agora o governo, a suppresio ou fioalisacio
, por falta de membros.
Tal reforma oio se pode fazer so nao de accor-
- do com a santa s; pode-se-lhe pedir, qua man-
de das ordens, que temos no Erasil, alguns reli-
giosos de estricta observancia, e com elles nos
conventos, abram-sesuss cortas mocidade bra
aileira, e em breve com a observancia da regra
taremos verdadeiroa modelos do religiao, pieda
de e amor.
Facilite o governo quaoto aotes aos bispos oa
meios, para ae reuoirem em concilio nacional,
afim de ahi, propostas todas as necesidades da
greja brasileira, lomarem-se medidas salutsres.
Talreuniio muitos bens ao paiz e religiao cau-
sar, e muito jubilo ao coracio do summo pon-
tfice e bondadoso pae, o papa Pi IX, que tanto
mor nutre pelo Brasil, que tatitos votos faz pela
aua prosperidsde, e que tanto (em trabalhado
para melhorar oa nossos negocios religiosos.
O finado sabio, e nunca ssai chorado prelado,
o arcebispo da Bahia, marques le Santa Cruz, ru-
minara esse desejo de ha multa : quando o poda
fazer, cinco pispados estavan vagos; quando
quiz porem realizar, voou i eterna (elicidadel
Suas esperances depositara nos dous novoa bis-V
po, o do Gro-Par e o de S. Pedro do Rio
Grande do Sal, mas a um nao chegou a ver con-
sagrado, a outro s poude ver moribundo. Ho-
je o solio archiepiscopal eati occopado, e occu
nado dignamente, por um pastor, em quem
abondam mritos, talento, sci( ncia e virtudes, i
S. Exc. Revm. sujeilamos pois este humilde alvl
tro; S. Exc. cumplir aasim n ainto desejo d
um sabio, o todos nao menon contentes ficaro,
yendo que, quem o realiaoa, bi um oulro.
O corpo legislstivo, coapeootrado da grande
raolagem, que virlr aoredad! aoi flwa, we-
terpretagio dos textos sagrados, e encocorndo-
os sob urna masmi serie de ideas para obedecer
a um pensamenlo principal, e que lhes apparece
corno centro de uoidade, realmente para sor-
prender : ha ahi a fidelidade do* historiador, o
bom senso do philoaopho, a tnspirago do theo-
logo, e a f robusta do catholico sincero. Nem
poderia deixar de ser assim. Quando o espirito
que medita est unido ao coragio que aente, quan-
do oa vos da acieocia nio sobem tio alto que se
peresm nos ares, ajudados tanto qusoto possi-
vel pelo impulso da crenga, nao ha receto de que
a seloocia ae torne perniciosa e fatal, nio se deve
temer que a crenca toque no excesso da supers-
tigio.
E' justamente o que observamos agora neste
escripto ; e pode-se dizer que em todas aa obrss
deste mesmo autor domina sempre este mesmo
carcter, este mesmo espirilo que summsmeote
orthodoxo sem se mostrar contrario a justas aa-
pirages da razio, que se sujeita necessariamen-
le ao imperio da f e da autoridade.
O que vemos, porem, em tudo isto, o que re-
salla dessas descripgdes tio primorosamente
feitas, deises quadros tio simples e tio comple-
tos, desses desechos to magistralmenle tragados,
a conviegio em que nos devemos firmar cada
vez mais sobre a necessidade urgentissima de aer
reparado, como realmente foi, o genero humano
por meio de um grande e tremendo sacrificio, de
urna aolemne expiacao, e anda sobre a necessi-
dade oio menos rigorosa de ser plantada ao mun-
do urna associagio especialmente destinada ao
eosino da verdade e deseovolugio do progres-
so que Ihe trouxe aquella reparagao.
A historia de lodos os lempos e de iodos os po-
vos patentes aos olhos de lodo o homem, que faz
legitimo uso de sua razio, a uniformidad* de prin-
cipio* tradicciooaes, sobra os pontos mais impor-
tantes manutengan e at i propria exiatencia da
aociedade. Nio preciso subir muito alio para
compreheoder que os deslios do mando moral
deveriam estar desde o principio ligados lei de
urna ordena providencial ; e que todoa os tactos
que ae houveasem de manifestar na successio dos
seculos lenderiam sempre a reatar cada vez mais
i essa origem primordial e uutea a solugio das
mais graves questes, daquellas de que depende
o completo coohecimento da vida da humanidai
de. Sem que esposemos terrlvei idss dr
paotbeista francez, ebefe do eclectiamo em dosso-
dias, pois que nio pojemos cooceber s Deus to
eslreitameole unido ao mundo, que julguemos s
creagio urna necessidade absoluta, o que sero*
nada menos que fixar noi acinhados limites da
razio humana o que Ihe superior, e cooundi-
o finito com o infinito ; nio podemos deixar da
reconhecer, entretanto, que, esiabeleclds a creaa
gio, o feito o homem, typo primitivo de toda e
bumanidade, era iodispensavel um ensino qae so
Deua Ihe poderia communicar: e d'ahi a neeeas-
dade de urna revelacio.
A phllosophia aera estulta, ser mesmo idiota
e incompreheosiral, todas as vezes qae se quizer
constituir superior ou alheia a estas ideas de tio
indisputavel peso ; e ser maia urna vergonhoat
derrota toda a tentativa para esquivar-se por es-
se lado autoridade da historia e da religiao.
Essa ravelagao primitiva dada aoa nossos primei-
ros paes, transmitida aos patriarchaa, e conser-
vada aempre airares de todaa as geragoea, e de
todas as traosfermsges sociaes, por qae tem pas-
eado p mundo, asaim como determina a existen-
cia iodu.bitavel de urna Ul anterior 4 todaa aa
convengoes humsnss, prova egualmenle qae hon-
re deade o bergo do mundo ama rellgiio a um
caito que nio podiam aer caracterlaaooi com o
cubo do erro di mentira, aaolt con 9 Mllo 4i
BBBB-B1
zio e para pu|rerisar os erros dos sopbistas ador
nados com o pomposo titulo de philosophose de
sabios; porque neohum delles, desde a eacola de
Celso e de Forpbyro,at a de Voltaire e de Hel-
vecio, eocootrou argumentos com qua invallidasse
aquelle ponto que figura, talvez, como a base de
lodaa as creugas conhecidas. Pode-se mesmo di-
zer que nenhum facto so cha lio irreaistiret-
mente provado na historia do genero humano co-
mo o do c paraso terrestre, da edada da ouro,
do estsdo de gloria do homem primitivo, e do
qual foi elle privado por um crime goal ao aeu
poder. A balalha da Pbaraaiia ou a ruina deCar-
tbago, diz-nos o erudito Stoffeis, na aualo-
troduccao Theologia da Historia, sio factos
incootestaveis, por certo, mas ente-tanto, elles
teem um valer histrico aUn mpmA llno a (acto
da queda ou do peccado original. nos sio aiieatados someote por algn historiado-
res, ao passo que o segundo o por todss aa na-
gea do universo, a mais abaladas urnas das ou-
tra*, mais estrangeiras entre si, as maia barba-
ras, que oio teem historia ulterior, o que ni-
camente conservaran) esta tradigo.
Com efieito, quem bouver compulsado com se-
ria atlengio as obras monumentaes, que desde
muito tempo e especislmente oeste secuto teem
sido publicadas nos mais cultos paizes da Euro-
pa ; quem houver lido o preciosissimo Genio do
chrislianismo.do inimlavel Chateaubriand,o pro-
fundo Jess Cbristo perante o seculo, de Rozelly
de Lorgues, os excelieatss Fastos da egreja, do
Sr. Rsbello da Silva, o luminoso livro do Destino
do homem, pelo abbade Duelos; quem bouver
folbeado a Defeza do christianismo, pelo celebre
bispo de Hermopolis, o fsmoso discurso sobre a
historia universal, do immortal Bossuet, aa ar-
den tes apologas de Bergier, aa conferencias elo-
quenlissimas do grande Lacordaire, a razio pbi-
losopbica e a Razio Catbolica, do sapieotissimo
Ventura, hade recoohecer inrenclvelmente que
nio poasivel prescindir da realidade da queda
originaria, no estudo e oo exame apurado da re-
velago e da historia.
A' frente de todas as legislages sagradas, a(
firma o escriptor ha pouco citado, eocootra-se o
dogma da decadencia. Os Iodous,. os Persas, os
Cbioezes, os Cbaldeas, os Egypeios, os Hebreus,
os hab'.taules do reino de Peg, os insulares de
Java, da Formoaa, das Phillipinas, daa Uoluccas,
os Scaodinaros, oa Trtaros, os Ssmoyedas, os
habitantes do Thibet, os Siamezes, os Assyrios,
os Gregoa, os Romanos, oa Gaulezes, etc.; na
frica, oa negros de Madagascar, da Costa do Ou-
ro, oa Hotlentoles ; no Novo Mundo, os Carai-
bas, o Veruviauos, os Tapuyas, oa indgenas do
Brasil, da Florida, os Esquimaus, os do Canad,
etc. etc., todas aa nages civilisadaa, as tribus e
as bordas selvsgens dos dous continentes, todos
os lugares da trra, aa floralas, as ilbas, as moo-
tanhas teem conservado o echo lgubre d'esse
grande calaclysma que rerolveu o mundo em aua
origem.
Esse crime qae aa sagradas paginas mencionara,
que a theologia demonstra, e a propria philoso-
dhia jamis deixari do aceitar, a nica solugo
cabal aoa desvarios, incoherencias e opposigoes
flagrantes que experimentamos sada passo. Se
um mysterio, devemos dizer com o eogenhoso
e profundo Pascalque o homem mais iacoo-
cebivel aem esse mysterio do qas esse mesmo
mysterio toconcebvel ao hornea; e segundo
o penaameoto da celebro barones 'de Stael, po-
demoa affirmar que esse crime primitivo dos
necessariameote demonatrado pelo deaarraojo da
natureza moral, aasim como as desordena da na-
tureza physica demonstrara um diluvio nos pri-
meiros seculos do mundo. O que ae nio poder
seriamente contestar que essa culpa originaria,
de qual nos fallara lio eloqueolemente as tradi-
ges e os escriplos de todas as nages do globo,
devia, sem duvida, acarretar para aquelle que o
commeltera urna ee nio pequea de infelici-
dades, e trazer-lhe horrorosas coosequencias.
Se verdade, porm, ( o que a acieocia esli
bem longo de repellir) que no deslloo do primei-
ro homem esUva implcitamente comido a desli-
no de todos os aeus descendentes e successores,
e que pela ideatidade das suas faculdades e da
ua formagao material e espiritual, todos os que
viessem depois teriam de seguir a senda primei-
ramente trtlhada, fosse ella qual (osse, e unir-se-,
pela respoasabilidade moral, aasim eomoj eram
ligados pelos vnculos da natureza ; iacootesta-
vel que desde eolio, desd o instante da culpa,
a aolidariedade que ae dava entre o primeiro
homem e oa seus filhos, pela aua creagio e pelo
aeu dealino, devia eatender-ae la rabear em rea -
Sao a eaaa meama culpa : ou, para fallai-mos urna
iogusgem mais compreheosivs, a transgrassio
se devia transmittir pelos oa* efleiloi e resulla-
dos i toda a raga humana. E' lato justamente o
que ae acha demonstrado aiada pela tradicgfio,
pelaa oscrlpturaa pelos monumentos hist-
ricos.
A Idea da transmissio, pelo ssngue, de urna
mancha ou peccado original, diz o erudislo autor
daMorte anta* de homem, rlsivel entro lo-
dos os poro -rl'arji o principie) da solidaria-
dad*. 9
E M1m como acare di lti*t;o.U do crime.
dando-lbe apenas um seotido individual, como
ae desvlrluou o de E/o/um,verte nio o por Deus..
Urna semelhante combinago entonlra-se nos
radieses da palavra Ado. A traduego samarl-
tana, que reprodaziu o genio primitivo do he-
brea, do qual os Judeus smeole cooservaram
mais larde a expressio materna, addiciooa i esse
sentido iocaoapleto da palavra homem o adjec-
livo universal.. Adi oio como muito se
tem crido, um homem, maa o homem; nio um
individuo da especie dsa individualidades huma-
nas de hoje, mss tambem nio deve ser com-
prehendido.como Fabro de Olivet emuitos outros
aps elle o comprehenderam, somante a'um sen-
tido genrico, para representar a fcumanidade I
conectiva, o genero humano. Deve ser enten- |
ido n'atlea dona saudos ao meamo tampo ". I
representa a humanidade encerrada n'uma un\-
dade viva, pessoal. >
Em sbono desta iolarpratacao, alia* lio douta
e preciaa, podamos citar o que ae l no capitu-
lo Io do Gnesis, verso 27, sonde o plural o o
siogular sio igualmente applicados ao homem :
ahi ae nota ama prova Dio manos importante
dessa combinago da uoidade e da pluralidade
em Ado, como em Deus, cuja imagem fra
elle creado : Elle (Deus 00 plural) disse :
Fagamos o homem, e'.elle o creoa sua Ima-
gem ; elle o creou imagem dalle Deus (anda
do plural), elle 01 creou macho e femea. >
Todas estas coaaideragdes cootribuern para
demonstrsr que primeira culpa se transmitli-
ra desde o proprio delinquente todos os seus
successores e descendentes, na plenitud dos se-
culos ; a solidariedade resulta da idea de que
todos sao culpados por um s.
Por outro lado, fcil do recoohecer que,
dado o primeiro passo na eatrada do mal, passo
esse que mudou face do mundo, e fez desap-
parecer a primitiva alluagio do chefe do gene-
ro humano ; a sociedade que delle se dirlvara,
herdando-lbeas incllnagoesdesregradas, as ten-
dencias corruptas, que lh'elle trsnsmettira. te-
da de caminhar perpetuamente sob o jugo d'uma
completa infelicidade, e precipitar-se para sem-
pre no abysmo da depravagio moral, aem es-
peranga de liberdade, ae urna aalutar expiaedo,
se um satrificio nio houveaae de ter logar nos
lempos futuros. Admillidas como evidentes a
idea do peccado o a ana exiateocis, nio pos-
sivel deixar de admiitir a idea de urna expiagio
correspondente ; o urna vez que ae recoohece a
iofallibilidade dos dous primeiros principiosa
realidade da culpa originaria, e a sua transmis
sao a toda a especie Aumana,cumpre reconhe-
cer a neceastdae de ama reparagao, de urna
radempgio para todo* o* bomeoa culpados,pro-
duzida pela expiagio do seu primeiro delicio
Aiada nesta parte arevelago ums s. a* Ira-
diccos fallara de accordo, e as creogas da hu-
manidade tem ama base uoiforme, idntica.
Assim como no meio de todos os povos existe
o coohecimento da culpa do primeiro homem, e
passa como dogma o principio da decadencia
moral que elle fra conduzdo pelo seu orgu-
lho, existe iguslmente na legisla gio de todos
elles, nos livroa sagrados de todos os paizes,en-
tre todas aa nagdes do globo, a crenga inabala-
vel da necessidade da eipiagao- Voltaire que se
vira forgado a confessar que a queda do hemem
degenerado i o fundamsnto da theologia de todas
ae naces antigs, Voltaire qae ae nio poieri
argir de suspeito, (oi o meamo que positiva-
mente declarou que entre tantas religies dife-
rentes nao ha urna s que nao tenha por fim
principal as expiaces. (Phtlosoph. da Hist.
Quest. sobre s Eacyclop). E' porque este prio -
clpio, bem como os outros, prende-se, por um
estreitissimo la;o, s fecundas ideas de urna re-
velagio primitiva, e mostra, de um modo diffl-
cillimo de refutar, qae s por meio de urna re-
ligiao forana ensinadas ao homem aa verdades
que Ihe compre coohecer. A hiatoria no* aties-
ta que os sacrificios sao iostituigoe que tesa vi-
gorado 00 meio de todos os povos ; o os anbaes
de tedas as nages, fazendo mengo das immo-
lagoes, dos sacrificios sanguinolentos, que a ao-
tiguidade pagia e idolatra oos pitante*, como
linguagem symbolica, de mysterio* explicago
e da significagio toda sobrenatural, iodicam-nos
que esse coatume era geralmenle introdazido
como representativo de ama idea profunda eim-
morredoun. A expiaedoeis idea primor-
dial consignada, por isto mesmo, em todas as le-
gislages, fazendo nascer e presidiado desde en-
lio i tberia do direito de punir, dominando a
idea philotophica da ptnalidade para os de-
lie tos.
O aaeriflcio, oa actos, as ceremonias daa im-
molages publicss,-oio os malos praticos dessa
idea expiatoria, o deseovolvimeoto dessa neces-
sidade quasi ioatinctiva, que se vae resumir orate
pensamenlo capitala rehabilitagao a huma-
nidades>Nio ou.tr origem dos sacrificios,
principalmente daquelle em qae ae derramara
o aaogue do homem ; a nio aeriamoa justos ao
fossemos procurar a razia desse Tacto universal
em outrss aircumalaociaa, como, por exemplo,
aa iuclinscoes farQiaa a barbajas, ai tendencias
para a aelriieris, o habito d. luVTQpQpnsiU
Deade o oriente ao occidente ; desde os mares
da India, s ilbas do Moditerrsneo ; desde aa al-
turas do Thibet aos plaiaos fecundos da Europa ;
desde as solides do Sharab, al as cidades
populosas baohalaa pelo Tibre e pelo Ebro ; dea-
de o slo tostado e iohospito da Cifrara at aa
risoohas campia* ds Italia oda Gallia ; um s
grito se fizera ouvir : era urna voz someale que
retumbav* nos quatro pontos cardeaes. A ludia
com os seus sacerdotes, e com os seus sabios ; a
Persia com os seus magos e prestigiadores ; a
China com os seus vates sagrados; a Chalda com
01 tea* astrnomos; a Grecia com oa aeus orcu-
los; Roma com oa aeaa vaticinadores; lodo o
polytbeismo com o* seus mythos, todo o paga-
nismo com as suas fleges allegoricas, a seu
modo, porm sob a impresso de ums s idea
absoluta qua era mais ou meaos desfigurada,
maia ou menos (astada do ensino primitivo,
oauaociavam a vloda de um homem exlraordioa-
aio, que, ou considerando como rei, como pro-
pheta ou |como egual a Deus, ers sempre, aos
ihos de todos, o reparador da humanidade. No
meio de ama nagio, porm, essa crenga, do mes-
mo modo que toda* aa maia inherentes i tradic-
gio e revelagio do* primeiro* tempo*, se coa-
serrara como heranga de pae* a filhos. O* He-
breo*, eacolbidos especialmente por Deus para
figurar como os senlinellas do seu ssoctuario,
como os representantes da sua lei, cemo os guar-
das do seus preceitos, haviam recolhido oa sua
Dlelligeocla o ihesouro d'esass verdades ; e na
pessoa dos patriarcas e doa prophetas viam re-
produzida a geragio dos seus guias e mestres na
Ierra. As prophecias cresciam,augmentaran),des-
eovolviam-se cada vez maia do meio do* des-
cendentes de Israel; e esta nagio, qual (ora
dada particularmente a heranga daa primeiraa
ideas,crengas e doutrinas do genero humano,repe-
ta tambem,ao som das acclamages uoiversaes, as
harmonas da sua religiao e dos seus ritos e ce-
rimooitt. Entreunto, essa mearas nagio eslava
incluida oo cathalogo das geragoea culpadas ;
por um deavio que a hiatoria d'aquellas pocas
basta para (azer patete, oecessitara .egualmenle
deemenda, e precisa va de remedio. N'uma pa-
lavra, os descendentes de Jacob, como lodos so
msis habitantes da trra, esperavam o Messias:
os signaos caractersticos de sua|vinda estavam
marcados oos livros sagrados de todos elles ; o
instrumeuto da expiagio era por todos conheci-
do ; oa acootecimeoto* ioseparaveis da vida d'es-
se libertador promeltido estavam patentes, por
um presentimento tradiciooal, a todas as asges,
desde urna at a outra exlremidade do mundo
Urna, porm, era oagio que maia do que todaa
entrara 00 conhecimeolo d'eaaas cousas: os He-
breus tireram urna revelagio mais especial e
precisa; e 00 meio delles que daveria appare-
cer o segundo Ado, puro e ioooceate, para des-
terrar o imperio do mal, e sacrificar-se por to-
doa oa descendentes do primeiro Ado, desva-
rado e crimiooso. Essas poess anteriores a
viada do Messias eram pois, figurativas, nio de
ums aova le, mas do complemento da lei que
o proprio Deus anaioara ao homem por ioter-
meo dos seas escolhidos : deviam desappsre-
cer ss formas do sacrificio aotigo aote a magos-
tada de um novo sacrificio, de qae (ora aquel-
la imagem represeotativa. O* patriarchaa aguar-
davam aocioio* esae periodo bem aventurado :
o* prophetaa o predineram. viram-n'o meima
na doraei do* aeculo, por entre aa aombraa do
futuro; e Plalio e Cicero, a Suetonio e Epitecto,
e todoa os philosophs d'aoliguidade, e at as
poesa* profanas doa- vate de Roma, preveniam
essa poca previlegiada.
Com a vioda de Jesus-Chrlsto realisaram-se
todas essas prophecias, compriram-se todas es-
sas promesas, salisflzeram-se todas essas ape-
rsogas, a resolveu-se, ns msior parte, o pro-
blema que a historia da humaoidade trssia io-
decifrarel desde o primeiro dia do mundo. A
philoaophia diaputadora do Prtico e da Acade-
mia, a acieocia vaidosa de toda a Grecia illas-
Irada, a cultura daa artea e daa leltrss romanas.
oio podoram at eolio levantar a homanidade
abatida no p, e redoziram'a a aer expeetsdora
dos (rise inuteis clculos de theorias e syste-
msa insuficientes. Os poros estavam presos ao
carro da prepotencia; e aoa reclamos das pri-
meiros oeceasidades do eapiriio, das aspiraces
do coragio, reapoodia-ae com a moral de Epi-
caro, com aa aabtilezas o sophlsmss de Pitaa-
goras, ou com as impudencias dos Cyoicos, oa
austeridad ioulil dos stoicoa. A liberdade
existia de dirsito.maa s oscraridio era o facto qo
se reproduzia aoa olhos de todos: nio havia
urna verdadeira aociedade, a familia era um sa-
cho, aem realisagio practica; o estrangeiro e
O nacional coofundiam-se em servilismo anle o
vallo emineate dos dominadores do dis.
Habito peroiciosos, costumes depravados,
corrupgio geral, doutrioas absurda, syitemas
oscillautes, crengas at cerlo ponto desfigura-
dasei* o que psiente*va ao grande aeculo
de Augusto. Havia um* civilisago arrbic*da e
preiumpgosa ; adornada de florea m*a pisando
n'um ao! immundo; faustosa e esplendida no
exterior, pobre e mequioha na sua propria es-
seocia; aem norte, asea guia, aem termo Bxo,
aem horisonie conkaotdo. Por um desvio da ra-
llo mtoravia JupHir, o incestuoso., 0 devino,
ybolo vivo de impudencia, no Ito doea.
pitollo; e aa agoiaa romanea-, tapida* da Mogft*
eji acetosas de novo combate*, despreodum"
se so veoto. enfunadas pela torrente deraartador
daa paitea iodomitas doa vkioa paWicos-do
gorernantea e governadoa. Jess Christo o
nico legislador capas de revolver 01 fundmen-
tos d'esss domioacio tyrtnnic* e lasciva ; e para
talo nio fas msia do qua (aliar e obrar censo a
propria verdade que era, o Filh o de Deus, Deus
e Homem o mesmo tempo. Asna vida a
pratica do bem, a virtude em acglo: a sua lin-
guagem a aabedoria que faz embesbacsr pas-
mar os orculos do aeculo : o pobres Iba de-
vana milharesde beneficios, os ricos sobarbos
convertem-se ao aeu cha mmenlo.- oamortoa aio
despertadoa do tmulo, os cegos veem, os mu-
dos fallara, os paralyticos andam, os pinto
eofermos resoimam-se. os ignorante Ilustrara.-
ae, moral ae reforma, a aciencl torna-ao ums
realidade, a (amilia completas-, soeiedade ae
(orma, a humanidade sobe i altura de ansa as-
pirares graodiosas. Individuos sem cultura,
despidos de illustrsgio compem o circulo dos
seus mais queridos e psrticularea adeptos:
mas em troca dos poucos recursos do que elles
diipoem, bem depretsa, se lhes abrem oa tha-
ssuros ds bem aveoturaoga, e o gredas do
cu lhes sio revelados oa pessoa do seu mostr.
Cmfun lindo os hypocrita, os phariseus tengo-
eiros e prfidos, os escribas orgolhosos, o fal-
sos philosophos, os falsos prophetas, Jeaua com-
pleta as verdadeiras prophecias, prebeoehe tudo
quaoto se achara escripto a respollo delle nos
livros sanios, inicia o progresso pela voz da
verdade que Ihe rompen brlhaote doa labios,
e tras aps si, como fsrldos e aterrados pea
sua varonil mss siagela eloiuencia, todos o
horneas que vio escutar seus ioimitareis dis-
curso*.
Raro prodigio de sanctidade 1 O Baptista, qae
viera para preparar-lhe oa camiuhos, o primeiro
d'eotre os aascidos da malher, o frvido prega-
dor das turbas, o misiioaario do deserto, nem si-
qur era digno de desatar-lue a fivela dos sapa-
tos! Quando esse, que era o rerdsdeiro Messias
spparecea, o borisonte da humanidade illami-
nra-se d'um clario repentino ; e ao paaao que
os pastores o adoravam, e o* mago lbe tributa-
vsm preciosa offrendas, e os espiritos celestes
eotoavam novos hymnos, abra -se o grande livro
dos deslios das nages, e o mundo resolvia-ae
pars entrar nos cerninos de ama traoaformsgio
completa. Quem nio coahece perteitameote os
grandes effeitos dasaa pasmosa rvolugio qae agi-
to os alicercea do mundo aotigo, e iangou tr-
ra, at li esterilissda, a sement di caridad* a
da beneficencia ? I Deixemoa por um pouco eaaaas
narragoes que lodo admiram,porque todoa asoo-
ohecem bastante : nio repitamos esaas palanas
edificantes e instructiras, essas admoestages sa-
bias, essas aeges portentosas, essas parbolas
enrgicas e profundas ; fallamos um povo que
enlende essss bellezas e maravilhaa do christia-
nismo em seus primeiros momentos : fallamos
00 seculo XIX, aps dezoito seculos de provas e
experiencias Inequvocas da verdade desta reli-
giao. Absteohamos-Dos tambem de tragar esses
quadres commemoralivos dos padecimentos do
Justo, que asss delineado Acarara pelo sabio
Roselly de Lorgues as paginas que vertemos [*):
e recordemos uoicameole que anda oesses ins-
tantes de amargura e desalent, nessss horas de
aficgo intensa, de agooia indeioivel. enche-
ram-se as prophecias, triumpbaram aa crengas
da humaoidade, completou-se o mysterioso s-
grelo da re velago e da tradigo constante.
Levantemos apenas as vidas para as alturaa de
Jerusalem celaste ; e, d'ahi langando-as aobre s
ierra, observemos o novo espectculo que nos
offerece a religiao plantada por Jess.
Quebrados os sellos ao sepulcro que ihe cocer-
rou o cadver, elle partir para o aeio do Pa*.
mas era mister que nova ordem de cousas sa
perpeluasse no mando, que o prego da rademp-
gao fosse eternamente valioso, e sobretodo que o
deposito daa crengas e o sanctuario da verdede
nem se perdessem para a raga dos Domea reo-
gata dos do ciptireiro da culpa, nem ficassem S
merc doa erros e desvarios de milhares de inUl-
ligencias. A instituigio do apostolado era urna
necessidade eminente, mas essa j fra em parte
satisfeita : era um corpo compasto, coja influen-
cia deveria eatender-se a todas as relagoes da vi-
da aocial e humanitaria : estavam laocadas ss
sementes do progresso ; mas cumpria que esse
corpo llveaaa vida propria, qaa ae dirigase a um
cento de uoidade, qaa obedecesse um principio
de autoridade absoluta e iafillivel, que ae cor-
vaste urna cabega suprema, d'oode constante-
mente peodetsem oa trra aa decisdes da ver-
dade.
Se a doutrioa plantada por Christo era a nica
ausceptivel de ser altribuida urna origem sobre-
humana ; a nica propria para trazar aos povo
e s nagdes do globo a salvaglo, acieocia e a
vida ; ae aquelle que a fizera apparecor era o
Filho de Deus, e como tal aua obra nio poderia
jamis estar sujeita ao dominio do que pura-
mente contingente e relativo ; aa, emfira, collo-
cado do cu par de aeu Etreo Pae, eli devia
permanecer para sempre at consummagio dos
seculos ; nio era possivel qae deixasse entregue
s oscillages e s duvidss, o frenes dos syste-
maa e daa theorias puramente humana, o que
hoavera constituido desde o principio o maior
object dos seus cuidados e diavelloe. Imprimir
um carcter de movimeato e de inerrancia ao
mesmo tempo rellgiio por elle fundada; asig-
na la-la com oa dona da perpetuidad* o da unida-
de iodivitivel at o ultimo dia doa seculos ; II-
vra-la doa cataclymaa, das revolages a das tem-
pestades contines, no desenrolar daa edadea e
das gersges, 00 descontar das escolase dos prin-
cipios oppostos ; importara o mesmo que deixa-la
segura e iaabalavel. Para ci vilissr o mundo, para
estender-se al oa seas maia apartados limites,
convinhaque easa religiao tivesse privilegios qae
aunes loram concedidos i quslquer outra ; e qn,
bem looge de particulansar-ae i um pais, por
signaes visiveis de distioccoes locaes e apparen-
tea, ergaesse o seu estandarle sob a influencia da
universalidade, o que, por cerlo, nenhuma obli-
tera antes. A religiio moysaica fiodira com a
desappsrigio da aociedade a o liga ; as ceremonias
sagradas dos Hebreus cahiram com O desabar
desse imperio dss (guras e dos symbolos ; o pa-
ganismo expirara de inanigo ; aa forma* allego-
ricas estavam quebradas ante a realidad* ; surg
urna nova rs, nma nova associagio devia appa-
recor aobre os reato da extiocta sinagoga.
E' Simio Pedro que toma conla da direcgo
da nova sociedad* fundada por Jess Christo ;
Jess Christo mesmo qn-Ihe confia todo o aeu.
rebanho. que ihe prometi estar com elle e com
os seus irmios at a consummagio dos sculo*, e
que, renovaodo-lbe ss promessaa que a todot
elles fizera, durante a sua pssaagem por este man-
de Ihe declara have-lo eacolhtdn para maia au-
blime de toda* as misses, pois eilabelecera co-
bre elle mesmo, eomoj aotes lbe dissera, a sua
propria egreja, contra qual eooea hio de ter
forga as portas do infamo. O chefa dos apost-
lo, revestido desse poder abaoluto, constituido
por Jess Christo freote do sea rebanho espi-
ritual, tem oas suas mies as chaves de todos os
segrsdos de cu ; e i sua vos, que ie faz ouvir
eairoodoia do meio das turbas, e de lodo* o
outros apostlos, a culpa deeappareee d'eotre os
filhos dos homeos, e os peccados lhes sao perdoa-
dos.
De pescador do lago de Geoesarslb elle se coss-
verte bem deprssa em pescador de homeoa : o
um dia, quando aproare 4 ProvideocU Eterna,
Pedro eoa sea* flei* compaoheiro io ubita-
meote illumioado pelo espirito dlvioo, eveem
cumpridss em toda a ua exteoaio ** ultima* pro-
messa* do *e proprio lle*tre. Dlsnte d'elle que
est esclarecido por urna la* upenor, os outros
dispensadores da lei, tambem IIlustrados pela ios-
piracao mais efficaz e poderos*, curvam se come
os filho* n preseoga do p*e commum ; e d'en-
tao por dianle o nova associagio se forma, se for-
talece, se perpeta. Logo urna bierarohta regu-
lar e necessariase eatabeleca entre elles ; tolos,
reunidos debaixo do mesmo espirito que es vivi-
fica, adsirictos i metma le<, fiis observancia
dos mesmos preceitos, firmam em caracteres In-
deleveis essa allisnga mysteriesa qua naoos foi
perturbada pela tyraonla.oem au(focada pelos gri-
to sediciosos de paixoes tumollariat e frenticas.
Tioham diante de ai a autoridad como principio,
e tioham aiada maia no primeiro pastor a aacar-
oago immediala desse principio d'autoridade : e
oaoca entre elle* ae decidir quettio alguma, que
nio partase a aua immediata solngio d'esss cen-
tro nico da lei a da doutrioa evanglica.
(CpnHnuor-M he.)
PCRN. TTP. DB M 1\ DI PAR IA t FILHO W82

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