Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08591

Full Text
HO XXXVIII. lOMERO 112.


?
**r tres 6ies idialados oJOOu
Fr tre le-^ veicids 6$0ff0

OOIBTi FEIBA 15 D MAIO DE 1&62.
^?^^^?^s^^sfcOa^sjajsejitBsjn
Por amo aditiUdo 19(000
Porto fraieo pin o sibseriitor
DIARIO
PEMMBICO.
ESCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO NORTE
Parahyba, a Sr. Antonio Alexaiidrino de Ll-
m ; Natal, Sr. Antonio Marqu sa da Silra ;
Araeaty, o Sr. A. da temo Braga; Cear o Sr.
i. Jos da Olveira; Maranho, o Sr. Joaquim
Marqaet Rodrigue; Para, Manoel Pinheiro &
C; Amazonas, o Sr. Jsronymo da Costa.
ENCARIIEGADOS DA SBSCRIPCAO DO SOL
Ala6as,oSr. Claadino Falco Dias; Baha
o Sr. Jos Martina Airea; Rio de Janeiro, o Sr-
Joao Pareira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS. IPHBMERIDES DO MEE DB MAIO.
Olinda todos o das as 9j,' horas do dia. I -
Iguarass, Goianna, a Parahyba naa segundes! 7 Quarfo craaaeote aoa 43 mi a toa da tajde.
a sext.a-feirae. ,.,,, 3 hei M 8 min a toa da man.
. iJSStfS? rt0.:?.B..?e!?;.f ,ru"' AUiDhofe '?* **T.', b0" -""
Pod'Alho, Nazaretb. Umoeiro, Brejo, Pea-|w L" ora aoe 44 minutoe damanha:
queira, lugazeir. Florea. Villa-Bella, Boa-Viala.j ..... ""
Ouricarye Ex naa qua> tia-feiras, PREAMAR DE HOJE.
Cabo,Seriohem, Rio Forraoao, Una,Barreiroalp._i.- .. r ... .o '
Agua Preta, Pimentetrss e Natal quintas feiras.|Prim,,r0 5 18 minutos da machi..
(Todos os correioi partem as 10 horas da manha|Segando as 5 horaa e 40 minatoa da tarde.
PARTIDA DOS TAPORBS COSTEIROS.
Para o api at Alagoaa i 5 e SO: para o norte
at a Granja i 14 e 39 de cada nasz.
PARTIDA DOS OXHIBUS.
Para o Reeife: do pipucot s 6 li2, 7, 7 li2, 8
a.8 l|2 da m.; de Olinda s 8 da m. a 6 da t.; de
Moal&o s 6 112 da na.; do Caxang e Yanta
la 7 da m.; de Bemfica s 8 da m
Do Reeife : par. o pipucot Sa 3 1|3. 4, 4 1|4,
ll2. 5, 5 Ii4, 5 112 e 6 d s t.; para Olinda a 7
e m. 9 1|2 da t.; pira Jaboatdo a 4 da I.: para
e Caxang Farseo l 4 lt2 da l.j para Bemfica
aa 4dat.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES ya CAPITAL.
Tribual do commercio: segandaa quintas.
R.lago: tercas a aabbadoa s 10 horaa.
Fazenda : quintas s 10 horss.
Juizo do commercio : segandaa ao meto dia.
Dito de orphsos : torcas e sextas s lOboraa.
Primeira Tara do ciral: tercas e eitas ao meio
dia.
Segunda rara do ciral: qaartaa a aabbadoa 1
hora da tarde.
DAS DA SENARA.
* Secunda. S. Joanna princeza; S. Pancracio.
13 Teres. Noaea Senbora dos MartyreaV
14 Quarta. S. Gil ; S. Bonifacio b.; S. Eoedins.
15 Quinta. S. I/.idro labrador; S. Dympna.
16 Seila. S. Joo Nepomaceno m.; S. Ubeldo.
17 Sabbado. S. Paachoal Baylio f.; S. Posaidonio.
18 Domingo. S. Venancio m.; S. Flix de Cant.
ASSIGNA-SE
no Reelle, em a lirraria da praee da indepen-
PARTE OFFICIU.
CIOVEHSO DA PROVECA.
LE N. 520.
b.eh.rel Manoel Francisco Corris, presi-
dente da provincia de Pernambuco.
Face aaber todos os seos habitantes, que a
asamblea legislativa provincial decretou e eu
santciooei a resolugo aeguinte :
Artigo 1. Ficam desmembrados da comarca
de Santo Antooio do Recita os termos de Olinda
Iguara.t, forman lo outra comarca que sedeo-
ner de Olinda.
Art. 2*. formar o tambem nova comarca deno-
minada Palmaros os lermoi de Bsrreiros e Agua
Preta, que fieam desmembrados da do Rio For-
mlo.
Art. 3*. A comarca da Boa-Vista Oca dividida
em duaa, parteoceodo antiga oa termos de Boa-
Vieta e Ourlcury, e nova, que ae denominar
Art, 4. Ficam revogadas as dispoticoes em
contrario.
Mando, portento, a todas as autoridades qaem
conhaciraeoto execucao da presente resolucao
pertencer, que a cumpram e faca ni cumprir, to
inleiramenle como oella se contem.
O secretario da provincia a faca imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, 13 da malo
de 1862, qaadregetimo primeiro da independen -
cia e do Imperto.
Manoel Francisco Corrtia.
Sellada e publicada a presente resoluto nesta
eecrelaria do governo de Pernambuco, aos 13 de
maio de 1862.
Joao Rodrigue! Chaves.
Registrada a ai. 131 do Uvro 5* de leis pro-
metaos.
Secretaria do goretno de Pernambuco, em 13
de maio de 1869.
Fortunato da Silva Neves.
deste trabalho, para oque lhe sero ministrados
pela secretaria do governo os dsdos necesaarios.
Dito ao inspector da saude publica. Mande
Vmc. apromptar aflm de ser enviada acamara
municipal do Booito, urna pequea ambulancia
de medicamentos precisos ao tratameolo da epi-
demia reinante.
Dito ao director das obraa publicas. Respon-
den Jo o oUicio. que Vmc. me dirigi em 28 de
abril ultimo, sob o. 86, relativamente a obra doa
reparos da casa da ra do Vigario n. 27, perten-
cente ao patrimonio dos orpho*, o autorlso a re-
cebar essa obrs se estiver ella regularmente feita.
Commonicou-se Ihesouraria provincial.
Dito ao eogenfceiro fiscal interino da estrada
de ferro.Accusando a recepeo do offlcio de 11
do correte em que Vmc.- me communtca, que
tendo em compaohia do enganheiro Dr. Manoel
Buarque de Macedo procedido as obras da 3a
aeccao da eatrada de ferro aoa eximes e experien-
cia oecessaris, emende que deve ella ser aberta
ao trafago, visto oflerecer todas aa condicoes de
aeguranca para o transito quer de pissageiros,
quer de mercadorias, tenho a dizer-lhe que Dio
o dia d'amanhaa para abertura da referida sec-
c&o, mas sob as condicoes deelarsdas no aviso da
reparlico da agricultura de 10 de outubro ulti-
mo, aob n. 40.
Commando dos araos.
Qunrtel-scmeral do commando das
arman Je Pernambaco aa clda-
do do Recite em 13 de maio de
186S.
ORDEJI DO DA N. 76,
O general commsndante das armas determina
que Gquem addidoa ao 2* baUlbo de infamara
OS ara. capilao Joa Joaquim w Barroa e alforea 4*rm com a importancia especial, de aue noaa-
quartel-meslre Bernardina Candido, do Araujo,
amboi do corri de gaarnicio, e o Sr. tenenle do
batalho de cegadores do MaUo-Grosio Antonio
doa Santos Caciaa, declarando que o primeiro
terceiro te achara preaoa respondendo a conselho
de investigado, e o segund em diligencia neata
cidade.
Assigoado.5oidono Jos kntonio Pe reir do
Lago.
Conforme. Joti Francisco Coelho, eapitio
ajudante de ordena eocarregado do detalhe.
-14 5
ORDKM DO DIA N. 77. .
O general commaodante fas armas tendo por
tua ordem do dis n. 78 de honlem datada, man-
dado addir ao 2" batalho de infamara o Sr. t-
ente do batalho de caladores de lialto-Grosio
Antonio dos Santoa Carias, que se acha preao res-
Dito ao delegado de Seriohaem.Ministre Vmc. I poniendo a conselho de investigare determina
Expediente
do da 1X de malo de
n_ 186*
Offlcio ao commandante das armas.Pars que
possa aer deferido o requerimento anneio ao of-
flcio de V. Exc. de 26 de abril ultimo, sob o.
842, em que D. Anna de Queiroz e Albuquerque,
pede o abono pelos cofres pblicos da quaatia de
409 para pagamento das dspotas feitss com o
eoterrameoto do cadver de seu marido o alfares
Luiz Waoderley de Aiagois, que falleceu sem
deixar espolio, cumpre que a peticionaria proce-
da de cooformidide com a segunda parte da io-
lormaco do inspector da theiouraria de fazenda,
lonta por copia : o qus V. Exc. se sorvir de lhe
laitji x...i.r
Dito aoraesmo.Sirva-se V. Exc. da almiltir
a aubstitaico do nTlisico de 9o batalho de l'nfao-
*aru Alfredo da Gama pelo paisano Jos Marcelo
sj Andrade, caco o aabstltato estis me condi-
?oes legaes.
Dito ao Inspector da Ihesouraria de fazenda.
Daferindo de conformidade com a sua informago
de 9 do crreme sob n. 406, o re juerimento que
deTolvo, autoriso V. S. a maodar pagar ao ha-
chare! Joo Francisco di Silva Braga, chefe de
polica removido para a provincia do Piauhy o
aeu ordenado de juz de direito emquaoto nao
expirar o praxo que lhe foi marcado- para entrar
om exercicio oaquella proviocia.
Dito ao mesmo.Nao ha ven Jo inconvenienle
no pagamento que no incluso requerimento pede
Uenrique Jos Vieira da Silva das pissageos de
officiaea, pracas e sentenciados, que deita cidade
seguirm para o preiidio de Fernando, e dos que
datli regressaram no hiate Strgipar,o autoriso a
V.S. a mandar effectuar esse pagamento, na Im-
portancia de 906JI
Dito ao mesmo.Estando em termos o incluso
pretem duplica, e havendo crdito, mande V. S.
pagar ao teoente Lolx Jernimo Ignacio dos San-
tos Santos, conforme sollcitou o ommandaote
uperior da comarca do Rio Formoio em offlcio
de 8 do corrente a importancia dos ven tmenlos,
a aontar do 1 at 4 deste mez, dos guardas na-
conaes destacados naquella cidade.Communi-
coa-se ao commandante superior.
ito ao mesmo.Autoriso V. S. em vista de
aua informarlo de 10 do corrente aob o..410 a
mandar pagar a Joa Pereira de Alcntara do O"
a quantia de 6589120 em que, segundo a coota que
evolvo em duplicanta coberta com o offlcio do
director das obras militares n. 76 deste mez im-
portou o ladrilho por elle feilo no miirtel do 9o
oatalhao de infamara.Communicou-se ao di-
rector das obras miiitsres.
Dito so mesmo.Attendendo ao que expoz, no
incluao requerimeoto, o juiz de direito da comar-
ca do Pao d'Alho, Dr. Delphino Augusto Cival-
eanti de Albuquerque, resolv, de conformidade
com a aua informec&o de 8 do correte sob n.
397, considerar justificada causa, que o obri-
gon a entrar no exercicio do seu csrgo seis das
depoia do prazo marcado para eise flm, e por isso
mande V. S. pagar-lhe o ordenado corresponden-
te a essss das.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Em
qV'J?VUa loorn>C8o io 6 do corrente sob n.
191 dada com referencia ao requerimonto de
Lauriaoo Jos da Barros, convenho em que saja
admitlido na companhta de artieei desse arse-
nal o menor .mellado do supplicaute de nome
Caatricrano Jos de Barros, visto hover vsga na
referida companhia, segundo se v de sua citada
iDtormaQSo.
Dito ao inspector de thesouraria (.ro?IncUl.
Recomiendo a V. S. que estando era termos a
inclusa relaco, e havendo crdito, mande entre-
gar ao regedor do gymnssio provincial, ou s pes-
aos por elle aatorissda, conforme solicito* o di-
rector geral interino da instrueco publica em
offlcio de 8 do corrente, sob o. 113, s quantia de
7651000 em qus importam as memadadea dos
alumnos internos, e meio-pensiooiitas gratuitoa
diqaelle eslabelecimenio, relstivas ao tremeslre
de abril ajunbo deate anoo.Comaunicou-ae ao
director geral interino da instrucglo publics.
Dito so mesmo.Tomando em ennsideragao o
que expi V. S. em gas informsco de 10 deste
mez, sob n. 070, dada acerca do pedido que de-
volro, e que me foi remetlido peto director des
obras publicas com offlcio o. 92 de do corrente,
na importancia de 8:4000 para as ilespezss com
as obras por sdminialrsco cargo daquella re-
particio no presente mez, o autoriso a mandar
entregar so thesoareiro pegador da raesma repar-
-7-l^?.r SonJf o mencionado pedido, somente
2V. "r*81115? naarespecti-
rpsrS.' DlC0U''e ao dir{Ct9r o1l'
Dito ao Dr. Joaquim de Aquino Fonceea. -
^U^L"*. ?ffl? do. motivo.
meos de condcelo des.a villa pars a do Rio
Formoso, aos dous caixdes com remedios e mi
pega de bata que eeguem deita cidade pela os-
tra la de ferro com oase destino.
Dito ao delegado de Ipojuca. Ioteirado pelo
seu offlcio de 9 do correte, sob n. 2, de haver
Vmc. recebido a ambulancia de medicamentos
qae lhe foi remettida, e do modo porque se acnam
elles destinados para o promptosoccorro dos des-
validos, tenho a dizer-lhe em resposta que ap-
provo o seu procedimeoto.
Dito ao delegado de Papaeeca.A' vista do que
ponderou Vmc. en offlcio de 5 do mez paasado,
remetto-lhe urna ambulancia de remedios e ios-
truecas para o tratameoto do cholera-morbus,
atim de que Vme. de accordo com a respectiva
cmara municipal procure soccorrer cm promp-
tido os desvalidos que forem abi accommelti-
dos daqaella eofermidade.Offlcioo-se neste sen-
tido a mesma cmara.
Dito so subdelegado da freguezia de Mtmbeca.
Ioteirado pelo seu offlcio de 8 do correte, do
estado da epidemia reinante nessa freguezia, re-
commendo-lhe, qus me communique sempre o
que a respeilo fr occorreodo.
Dito ao cirnrgio Simplicio Luiz de Souza Pon-
tea. Ficahdo inteirado do ofierecimento que
Vmc. faz em seu offlcio de 9 do corrente, tenho
a dizer-lhe, que se os seus servaos vierem a ser
neceasarios nao dixarei de recorrer a elles.
Dito cumara municipal do Bonito.Daclaro
a cmara-municipal uu B-juilu eia (esptala au
offlcio que dirigi a esta presidencia em 30 de
abril ultimo, que estando milito protimo o dia
em que deve eftectuar-.e a eleicao de um de-
putado provincial por esse districto, nao con-
veniente muda-la, e nao haveria tempo para ex-
pedir ordem em contrario.
Dito acamara municipal do Buique.Respon-
dendo o offlcio da cmara municipal do Buique,
datado de 8 de abril ultimo, tenho a dixar-lhe,
que, por offlcio de 12 de outubro do aono pas-
sado, declarou-se a Jos Marques de Albuquer-
que Cavalcsoii, que presidisse a eleicao da elei-
torea a que ia-se proceder nessa freguetia, por
constar que se achara elle enlo em exercicio
por falti ou impedimento do Ia juiz de paz, ve-
rificaodo-se porm pela acta existente na secre-
taria do governo, que Francisco Caaado da Cuoha
Lima eflectivamente o Io volado para aquella
cargo, neohum embaraco legal ha em que pres-
te elle juramento e o exerca, quando por lei lhe
competir.
Portarla.O presidente da proviocia attenden-
do ao que requeren o bacharel Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, jaiz municipal e de orphos
do termo de Nazaretb, resolve coneeder-lhe cin-
co das de liceoga com venclmentos para tratar
de aua aiude nesta capital.
que seja dealiga4o do corpo de guarnigo, ao
qual tambem coocidarado addido.
O mesmo geoeral faz publico que no dia 11 do
correte se apreseotou aa reopoctivo Sr. com-
mandante o soldado do 9* batalho de infaotaria
Antonio da Silva, que se achara desertado desde
25 de feverelro ultimo, para gozar de indulto de
25 de margo do corrente ehno, e nesta confor-
midade deve ser incluido no estado effeclivo do
mesmo batalho.
Assigoado. Solidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Conforme. Joti Francisco Coelho, eapitio
ajudante de ordene encarregado do detalhe.
vence de que a emancipadlo, dos servos occa-
onar oa Russia reformas liberaes com qae a-
proveilar rauilo Polonia.
Finalmente que a Inglaterra nada pode fazer
peta Polonia matado quecmanifeatar-lhe oa aeus
boni desejos, e cooselhos. s
Depois dessa questlo s cmara dos commoos
se occup.ou durante|dous dias inteiros doa nego-
cies da Italia. Os debates neste assempto ac-
EXTERIOR.
gratuitamente se havia V. S.
enea: regado como
memoro da commlmo central 7. <-
dlcoa dest. proviocU. cste-mna^^iheem w-
mu qa. agradece o telo. sVedieacju) e louvsvel
desinterese* com qteVtn'e. prestouTboa Micos
no desempenho d.quelle cargo. -^,onvidou-e
r. Joo Ferrelra da Silva para >wagar-*e
Expediente do secretario do
n aroverno.
umcio ao mspector da tbesonraria de fszen-
da. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, commuoico a V. S. que uo impedi-
mento do effeclivo foi nomeado para aerir in-
terinamente o lugar de promotor publico da co-
marca do Brejo, o cidado Jos Magalhes ds
. Prl0' 1ue eo'rou em exercicio em 22 de
abrir prximo Ando. Igual communicaco ao
inspector da theaouraria provincial.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda communtcar a V. S. para seu
conhecimento e direccao que, segundo constou
de offlcio do director das obraa publicas de 10 do
crreme, sob n. 107, consumirsm-se com a il-
luminacao do palacio da presidencia no mez de
abril ultimo 2,700 ps cabicos de gaz.
Dito so commsndaote do corpo de polica.
s. Exc. o Sr. presidente ds proviocis manda re-
metter a V. S. o conselho de julgamento a que
responden o cabo do corpo aob aeu commando
Amonio Aunes da Costa, itim de ter execucao a
seotenga nelle proferida pela junta de ultima
instancia.
Dito ao Io secretario da assembla legislativa
provincial.De ordem da S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia, envi a V. S. em additamenlo
ao meu offlcio de 6 deste mez e pera o flm nelle
indicado com copia do offlcio do inspector ds the-
souraria provincial de 10 do corrente. urna ta-
bella demooslrstiva das consignscoes da lei do
orea ment vigente que ae achara esgotadas e das
quantias necessariaa para occorrer as despezis
qae por Uaa consignaedes tem de ser feitss al
o um do corrente exercicio.
Dilo ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia transmuto a V. S. para
serem presentes a assembla legislativa provio-
" Vinao 80 e0D'a d* interrogatorios feitos ao
mactunwta da compaohia da eslrsda de ferro que
Li. pie"J? por deix" I"8 locomotiva que diri-
ga, esmagai.e urna mulher na altara da Cabsn-
por mm tote d' corre,Pndencl offlcial havida
..i^Ll"! re*P?1ndi<|o o offlcio de V. S. da-
tado de 14 de abril ultimo, sob n. 16.
Despachos do da 1C de mato.
fleouerimenfos.
Alexandre Americo de Caldas Padilha.Infor-
me o Sr. Dr. chefe de polica.
Cosms Joaquina de Lims Nanee. Informe o
Sr. Dr. director geral da iostraeco publica. '
Hsjor Jlo do Reg Barro Falcao. A' vista
da oformaQo o,o tem lugar.
Jas Lopes da Silva Cerdoso. Informe o Sr.
inspector_da theaouraria provioeial.
Joa Vicente Lios. Reqneira a uuem com-
petir.
Joaquim de Gaamo Coelho. Passe portarla
concdante eus mezes de licenQs com venci-
mentos nos termos do arl. 29 do rnTjMMlo de
3 do agosto de 1852. v
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Pars, i 1 de abril.
O silencio reina na Franga : silencio as cama
ras, silencio na imprensa, por tola a parte
silencio 1 Nao a.sim porm nos tribaoaes de
justica.
A atteocao publica se acha absorvida naa peri-
pecias, que se spresents o processo do bsnqeetro
Mires, o qual foi absolvldo em 21 deste mea pela
corte imperial de Donay.
Apsos 15 mezes de prevencio ; aps o pro-
cosso que correu peraate o tribunal do Sena, a
corte imperta: do rarla, codo do eaaoacao ;
finalmente aps a attnde msis aue severa toma-
da succesiivamenle pela magistratura nos divenos
graos da aua bieratebia a absolvico do ban-
queteo occaaionou naa verdadeira sorpreze para
todo.
Aseolencade absolvico pronunciada pela cor-
te de Donay em 21 do correte mez foi um acto
de frequeza, ou de independencia ? este o
enigma cuja decifraco se busca por entra mil
conjecturas.
Qaalquer que sej a soluco desse problema
claro qqe aquella leo tenca destruio n'am so dia
a obra de quinze mezea de um modo myaterioso,
oque de alguma forma refere-se poltica.*
Tratando agOrs dos negocios exteriores pssso a
occapar-me da poltica doa outroa paizea, a saber
da Inglaterra e eaaa preoecupacoee de defeza na-
cional, da Prauia e singulares evoluQee de Gui-
lherme I, da Italia e viagem de Vctor Emmaouel
a aples, emlim da Europa orientet e suas eter-
nas ameacas pel reapparecimento do velho pro-
blema adiado desde 1836.
A Inglaterra panou do terror psnice, de qae se
acha va possuid, eaperanca : Anda ha pouco
o Monitor prohiba-lhe o desesneo, boje est lado
mudado ; porque ella acaba de descobrir que um
dos caohes fabricados por sir William Arms-
trong pode penetrsr na mala formidavel couraca
que a industria inglese tem inventado. O eoge-
nhoso inventor tendo obtldo am elesnea
m cerlos rumores propagados ltimamente so-
e s stitude do governo inglez s respeito da Pe-
nnsula. A Inglaterra vera com desprszr a
Italia livre at o Adritico, e deaejaria antes que
a Veoecia nao escapasse do podar da Austria.
M. B. Laysrd e Palmerston, que fallaram em
noredo governo, mostraram-ss poaco explcitos.
DiLi certos remores se propsgaram, como dis-
semas, sobre urna alaoca aoglo-auslrisca que
gtraorira Veneza casa dos Hapsbourgs, psrs
que com o auxilio da ItaliacompleUmeote inde-
pendente a Influencia fraoceza nao coosegaisse
fzar do Mediterrneo um lsgo frsncez. II. Glads-
(dj9 porm retorquio, e com muita fclicidade ba-
tenbo argumento favorito dos ioimigos ds unida-
de italiana.
Km Londres prepsra-ae ludo para a abertura
da expoaicao Universal oo 1* de maio vindoaro.
Ser urna feita de ver-se essa rivalilade de in-
duatrias, esss grande revuts de trabalho. de todo
o mando. A Inglaterra dests vez eer represen-
tada por 5.000 exponento em lugsr de 7.381 do
anoo de 1851 ; porm todos osoutros paizea reu-
nidos eontaro 17.000 representantes em lugar de
6,556 : desses 17,000 figurare pela Franca 4.000,
pelo Jollwarelo 3,000, pelo novo reino da Italia
2,000, pela Austria 1,400, pela Hespanha 1,100,
pela Russia 700, pela Suecia Q00, ele., etc.
O palacio se acha construido em Soelh-Ken-
sington, e anda est pendente a queslose elle
ser conserrado para aa fatnrss solemnidades
dessa ordem. Esse palacio sa nao elegante ao
menos gjgaateaco. Neste momento talvez reino
na jueU edificio urna confuso, que bem se po-
de imaginar, una promiscuidade prodigiosa de
homens e machinas, a actividad de um cortice
unida desordem apparente dos preparativos
ainda nao acabados, em flm deve ser nma Ba-
bel. Da qui a oito diss porm o chaos dessppa-
recer, e depois da solemnidade da inaugaraco
os cena mil objectos enviados estaro em seus
logares para aerem examinados por essa oods de
viiltadores, que dahi em diante se succeder lo-
dos oadiaa em South-Ken.ington.
Os negocios ds Prussis apreseotam aluda e
mesmo aspecto eoigmatico. A cmara em qae
dominare o elemento liberal foi dissolvida pelo
simples facto de fazer opposicio, sobre ludo oo
terreno, dai qwestOes flnaaceiras: ella quera
raro espscislldada qusuto ae orce-
uecra, para melhor deaempaohar a
verificando com aeveridade o empre-
lia doa dioheiros pblicos, pedio a
das deapeza. Esse pedido foi
ente recusado ; e d'ahi a disputa entre
a freceo liberal do gabinete sobre a
Juestao -la spplica(&o mais ou menos Immediata
a especicscao.
oe deputados ao reenviados aos sem eleitores;
o rei declara que o ministerio-marece saa plena
contlanca; mas logo se fezem sentir ss neceasi-
dades da situaco. Os membtos liberaes do ga-
binete vtem-se oaobrigarjo de retirarse. Cons-
tilue-se ama nova admioislraco, em que domi-
os o elemento feudal e reaccionario, o qual es-
tende logo por ludo a sus accio.
A partir desse momento se tem marchado de
urprexa em surpreza. O que se liona por im-
posiivel loroou-se opportuno e neceassrio. O
ministro das Qnancas foi o proprio a exigir aqaille
mesmo que havia recussdo cmara. Ums csrts
coo leu :ial por elle escripia cabionao se sabe
comono conhecimento do publico. Essa carta
reclamava com urgencia umadiminuicao no orna-
mento da guerra, aflm de que o governo podeaae
retirar oa impoatos addiciooaes, e assim sprovei-
tsr-se as elet(5es do bom scolhimento, qae
neceuarismente merecerla esss sllivio de im-
poslos,
A carta em qnesto nao a deixou de aer des-
mentida, como al recebeu urna conUrmaco
maoiftista da parle de nm jornal, orgo lemi-offi-
saa
go que
eapeciO^
enrgica
a toalori
.. am alcance consi-
dera ve! para o sea caohio, descobrio ltimamente
,aml|>!l|dfnrpd.^aihLlIn, .r,Piaei '. 8 Pr jdl do fj. A Gaztta da Etlr'ella. aanun- acompanhado de M. Rattazz, e do almirante Per-
ianto tal forca de percussso a que nenhuma ar-Uioa so publico estupefacto a apresentaco de um
ir f*ioa*>.a. *" -- SI.___1_^__^_ n i r^ t I -. _f_ >,. mu ~
de qae lenham o carcter de espoetaneidade as
conceasoes reconhecidaa como nacesaarias. Tudo
islo noqutr dizer mais do que salvar as appa-
rencias; sem que deixe todava de obedecer
opioio publica : e por conseguinte nada adianta
a prerogaliva real.
A opposicio do partido reaccionario produzio
em resaltado felizmente a fuso das duafrac;5ea
do partido liberal, que de algum lempo para ci
hoatilisaram-ae com grande prazer dos seus
adversarios; tanto que o programma apresenta-
do pelos progressistas nao difiere do des consti-
luicionaes seoo n'uma forma democrtica mais
pronunciada. Comprebeaderam muito bem esta
yerdade: quaoto maiores ao as difflculdades
interiores, mais iadispeosavel se torna a uoio
dos amigos do progresso para a salvagao publi-
ca. Na Prussis por conseguinte existem hoje
smenle dous partidos o ds lberdaie, e o da
compreasao.
Publicou-se ltimamente o tratado de com-
mercio concluido eotre a Franca e a associaco
aduaneira da Allemanha. Esse'tralado sa appli-
ca aos direitos de imporlacao e exporlico.
navegaco, propriedade litteraria e artiatica,
etc. Deas tarifas se acham annexadas cen-
vencQo commercial urna relativa aos direitos
de imporlacao na Franca, oatra aos direitos de
entrada a pagar as frooteira. da Alleajanha. A
primeira corresponde tarifa du tratado fran-
co-belga com pequea modificado. A do Zol-
1 verein aoffreu profundas modifiescoes; reforma-
da quasi toda na malor parte de seus artigo.
passou por mo Jicaces, e reducQes apropriadas
i mercadorias da q*slquer proveniencia.
Disposic.des mu liberaes favorecem as relaeoes
commerciaea entre os doas paizes. Os subditos
das psrtes contratantes podem viajar e estabele-
cer-se no psiz una dos outros, gosaodo para suas
pessoas e propriedades da mesms protseco,
vaotagens e previlegios que os nsclonses. As
maribas mercantes dos dous paizes sero trata-
doscada urna no porto da outracom a mesma
igualdade que oa navios nacionaes.
Bitas indicace. re.umidas nao podem .ervir
de apreciado de um tratado aass complexo, cuja
negociado foi bsm trabaihosa: pois qua tal apre-
ciaco s poderia ter lugar vista das pe^as au-
tenticas. Todava desde j se pre> i um melhora-
mento certo e progressivo na. relaeoes commer-
ciaea dos dous paizes.
M. Rattazzi espreita a occasio favoravel de
patentesr o programma completo da sua poltica.
A' 11 deste mez dirigi eos prefeilo. urna circu-
lar, que dlzia am resumo o aeguinte : A polti-
ca italiana dominada pelas ideas de unidade
nacional e de libardade : em quanto ae nao com-
putar a obra de unitisaco, nao poderao existir
dou9 programlas politicn oa Italia. Os horneas
jaece Mcedem ne governo neo podem dilte.-ir
eatre al atao na apreciaco do grao de liberta-
do que convem. dar no paiz. O novo gabi'nete
suppe que a naca j gozar por muito tempo de
todaa af.iromuniaades concedidas pelo estatuto.
O governo promover a poltica de conciliaco,
porm depois de secoohecer todas ai orcas atis,
e reprimir com energa qualquer tentativa de
inva.ao as suas attribuicea, etc., etc.
Tida na qualidade de programma, a circnlar
digna de lodos os elogios ; porque encerra a rea-
peite da deiceolralisaco administrativa ricas pas-
sagena que coovidam medtacio os publicistas
Geis omoipoteocia e omnisciencia do estado.
Sa a Italia tiresse j a sua capital, se nada
msis lhe reslasse fazer a prol da unidade, epo-
desse mesmo ler s precisa resigna cao" para espe-
rar do tempo essa unidade que tem direito de pe-
dir os acootecimenlos, s circular ministerial msis
louvavel ainda e opportnna seria.
Porm assim nao : a aituacjlo dos estados ro-
manos e des provincias napolitanas urge por
urna prompta soluco. At que leona lagar essa
soluco, o ministerio nada mais pose fazer seno
exprimir as suas boas inlences ; porque, oo dia
seguate ao da uoificaQo, o quadro em que ae
move a adminiatraco ser muito e muito muda-
do. Assim mesmo as boaa iotencoes, ainda que
eatereis, merecem ums homeoagem : mas essa
bomeasgem vem prematuramente. A nica e
verdadeira questo da actualldade a uolQcaco.
Teve Analmente lugar a viagem de Vctor Em-
munel a aples. O rei sabio de Turin a 22
o ha m sido en. .a dos a Naupliea aflm da condazir
a seu bordo a lugsr seguro os habitamos d.quelle
cidade que ouizessem fuRir eos pango de um
bombardeamemo, e tambem aquellea des insur-
gentes que estivessem dispostos a acuitar a am-
ny9tia com todaa as condicoes por ella impoaUs.
Ma urna communicaco da lega;o da & lormou que os dees novios voltsrsm Prea sem
ter-.e obtido algum resultado. Depois da partida
delles. os insurgentes permitliram s familias qae
sshissem da cidade por Ierra medi.nte um iribnto
pago logo.
Ds tudo isto se conclue que os insurgentee nao
ae acharsm divididos nem desanimados, e se cen-
servavam ainda para com as tropas reaes em po-
posicao de tratar com ellas como de igual para
igual. Diza-se tambem qae o geoeral comman-
dante dessas tropas vira-se obrigado a limitar-ee
a defensiva, porque se convencere de qae sene
soldados recussr-ae-biam a um encontr com o
insurgentea.
Entretanto, um despacho de 22 de abril, o- qual.
verdade que nao foi confirmado, d a noticia de
entrega de Nauplies, e deque oa insurgentes nao
amoystiados depois desse acto aeembarcaram om
um navio estrangeiro. Se verdade tambem que
o rei Oihoo aasigooa urna ordnanos para a for-
macSo da guarda nacionalento o primeiro acto
do veocedor foi atteoder principal reclaaaeao
dos vencidos.
Neslas circumitancias o parlamento jnico res-
pondeu ao discurso do lord commisaario, decla-
rando que a uoio daa Ilh.a Jnicas com a Grecia
era o nico meio de maihorar a situaco actual.
O lord commisaario replicn naturalmente que
ao parlamento nao competa discutir aemelbante
questo. Cada vez se tornsm msis difflceis para a
Ioglalerra esses deveres de protectorado que ella
reivindica to altamente.
Um grande movimento revolucionario reane e
ioiurreicao grega aoa movmentoa de Herzegovi-
na e Montenegro. A Austria e a Turquia nao ig-
norara ests circamstancia. Em urna circular diri-
gida aos seus agentes dipiomalicoa. o governo
turco previne as principis potencias de qae
Omer-Pacha requisitra por um ultimtum ao
principe Nicolao urna restitnico de prisioneiros.
e a promeasa formal de oppor-se a qualquer ar-
mamento, ameacando-o no caso de recuss com a
entrada das tropas turcas no territorio montene-
grino.
O Seraikierat ordenou immensos preparativos
e expolio 20,000 nomeni para Herzegovina. Em
Constantinopla a questo do Montenegro domina
e absorte todas as.oulras, ot mesmo a de fi-
nanzas.
E' manifest que Omer Pacha ae acha incambi-
do da misso degeneralisar a guerra, ao qne den
comerlo ha um anoo sob o pretexto de abalar al-
gumaa rebelliea parciae*. Nao difflcil de pre-
ver-se que a resistencia se ha do generalis.r
msis de presta ainda do qne o ataque, taires
que nesses encontros nao sejam aa tropas turcaa
aa que melhor ae sahiro.
ti. M.
PERNAMBUCO.

madura pode resistir. Ciocoeot libras de polvors
nao ao ainda sufflcientes para determinar a ex-
plosao ; e a vista de semelhaote cargs nao resta
duvida de qae aejsm farades como a madeira oa,
esmigslhadss como o vidrochapas at aqui in-
vulneraveis.
E' assim qae ss noves invengoes, procurando
neatraltsar-se mutuamente, levsm as cousas so
seu estado primitivo. A carabioa moderna e o
canho raiado nem por isso dispenssram a cora-
gam do soldado, e a pericia do general. Da
mesma forma os navios encouragadoa e aa peca.
carregadas com vinte e cinco kilogramaa de pl-
vora nlo levsro a palma a nma armada nume-
rosa, e bem entendido naa suas manobras.
E um erro acrediter-se que es invencoei me-
cnica, cooseguiro tornar a guerra impoasivel;
e_um erro ainda maidr anppor-ae que ellas toms-
rao o lugar do pensamento qne dirige, e da ce-
ragem qae execute.
Quando no parlamento inglez esgotoa-se a ma-
teria para as discussei relativa, ao navios en-
couracados, e transformadlo da marinha brltan-
nica, tratou-se da questo da poltica exterior.
Lord Palmerston manifeetoa a snaadmirsco pela
constancia da Polonia ; e chegando ao lado his-
trico da quealo segundo o tratado de Vienna,
dedarou que no meamo tratado descobria a prova
do interesse que liga a Europa ntaira aorte da
Polonia.
O tratado de Vienna encerra a clausula de que
a Polonia formarla am reino irrevogavelmente
unido Russia ; mas qae o vinculo de unlo de-
ven, ser urna constitaieo que garantais aoi Po-
lacos sua representicao e inatitaicoea nacionaes.
A coostituicao foi cm effello concedida ; porm
cooaervou-ae letra mora at ea acontacimeotos
que se ssgutram revolacao (ranceza de 1830.
O governo russo depois de aua victoria julgou-ae
com direito de abolir essa coostituicao : deste
modo expunhs-se s reclamages des poteoclaa
asslgostarias do referido tratado.
Aa lela orgnicas,com que a Ruasia quiz subs-
tituir a eonatituigoe que no entender de lord
Palmerston aram um golpe dado oas estipulares
do tratado, liveram na pratica a meama aorta
pouco mataou menos por cansa da anlipathia pro-
funda e reciproca que existe entre Rateos e Po-
lacos.
Pialando aoa acontacimeotos actuaos ooobre
visconde recoohece que os Polacos tltm nume-
rosos e justos motivos de queixs porm reprova
os movlmaotos populare., com que os manifes-
tara, os quses na sus opiniao nao podem produzir
ootro resultado que nao seja otilar e provocsr
as autoridades russ.S.
Nao obstante esta ultima considerarlo, lord Pal-
merston reprova tambem com energa aa aeveri-
Oadee exceesivas dos .gentes Raaaea, e do mesmo
lempo sconebtha aos Polacos qua sejam prud.n-
lus, espertes no futuro : por quanto aa con-
orcamento mais especificado para 18621863, a
aboliese dos impostos addiciooaes de 25 % s
datar de jalhoem diante, a redueco das taxas
sobre ai minas, transporte de csrtas, e finalmente
a creacao de urna commisso composta dos mem-
bros man dactinctos do exercito, aflm de deli-
bertr-se sobre a possibilidsde de novas economas
oo orcameoto da guerra.
Deve observar-ae que um ministerio tranca-
mente parlamentar, que chegasse concluso
dos negocios depois do voto da mocao Hagen,
* spresentsria um progrsmms mais libe-
ral. Resalta d'equi que os eleitores no intuito
de cootriboirem para a recoociliaco entre os re-
presentantes do psiz e a autoridade devem reen-
viar Berlim o deputados libsrses e progressis-
taa da cmara dissolvida. As eleicas do lugar
a um movimento extraordinario, e um facto entre
mullos outros caracterstico que os sommer-
ciantes daa principia cidade.j e en tendera m
entre si para nao irem feira de Lepsig em
quanto nao pasiauem aa eleices, embora com
uso soffreitem os Has interesses. Tem-se feito
numerosas protsteles contra os eosaioa de
pressao eleitorel tentados pelo ministerio.
Quanto so plano do governo, revelou-se para
logo. N um rescrinlo dirigido so sea ministro de
estado Guilherme I*deu a sus approvaso offlcial
urna parte dea melhoramentos noanceiros
snounciadoi. Reeoita da declso real que certos
projoclo. de lei tendentes ao augmento de im-
P,S r.nao 8,rio spreseolados ns prxima tes-
. .latnrio ministerial, no qual ae apoia
essadecuo, eitaeelece que o dficit resultante
da suppresso des imposto, addiciooaes podar
ser coberto com outros recursos e novas econo-
mas, o documento real nao porm to claro
quanto a reduacoea nooresmento militar. Nsssa
materia delicada nem mesmo os liberaes se
acham todos de accordo ; o realmente oo ae
pode negar que a Pruisia tem necesaidade de um
exercilo bem montado, se que deaeja conaer-
var-se na altura do papel qua lhe reserva o pa-
triotismo allemo.
A.,'u.lB09 < governo prussiano tem produxido
verdadeira surpreza : porquanto depois de ter
hoilihsado os deputados liberaes trata dereali.ar
".ecoDoni Por alies reclamad..; e assim
adhire impUeitemente opiniao daquelles cuja
csaddstnra ainda hoje combale aberiamente.
uos-psn.am qa semeihaata conducta tem por
um lazar com que o mioialerio actual aej. acoaito
pela camera fatara, que ae prev desde j como
composta da elementos liberaes. OuUos pen-
aam, e a nsau ver ao estea os mais avisados, que
Guilherme I nao quereodo qua o governo do pas
enteje sobs vigileacia dos depatados, o que con-
sidera urna offenta ao dlrell divino de qua aa
juiga leveatido, procurs metrsr qae nao cede
reeolueede parlamentarse, que lirre, e que d
sue eiei, aua nao a receto: em tumma pratan-1
sano. E' provavel que deis, viagem reaulte ume
influencia favoravel uoilicacao e fatal reac-
co. Fallou-se do convite acceito pelo corpo di-
plomtico para acompanbar a Viclor-Emmauuel;
e se diste mesmo que a esquadrs fraoceza do
Mediterrneo ira Genova para escolta-Ios at
aples, assim como tambem a esquadra iogleza ;
e boatos anda msis exaltsdos chegaram ao ponto
de dar como certa a noticia da que o geoeral
Goyon recebra ordem de ir a aples cumpli-
mentar o rei de Italis.
A' 12 deste mez fot s cmara prorogada at o
flm de maio. Bem que n'um paiz ainda novel, a
de mais a mais colloc&do em con Jicoes irregula-
res e pouco estaris, a ausencis do parlamento
parece deixar livre o curso da arbitriedade go-
vernamental, todava no presente caso talvez nao
seja para lastimar esss dilsco dada s lulas es-
teris que tanto sgitaram os trsbalhos do parla-
mento da Italia, e a aeco do aeu governo. Do-
rante o tempo de prorogaco, os italianos ficam
immersos como que em um desses perodos de
revelscoas mystenosas o de iogenus credulidade,
em que cada qual murmura ao ourido do seu vi-
sinho a soluco que julga prxima, quando a fi-
nal de cootaa ntnguam sabe o que ha de aer, e
mesmo o sabem aquelles, cujss inlences lodos
bu.cam prescrutar.
Garibaldi tem proaeguido no seu itinerario,
despertsndo por toda a parte o snlhusiasmo po-
pular. A' vista dos actos deste agitador, as ten-
dencias governamentaes de M. Rattazzi perdem o
seu valor actual, e pouco se acham de hermooia
com a situsco. Somante quando fr completa a
obra conseguir esse ministro decentralissr e col-
locar os italianos em estado de ae governarem
por ai meamoa em todas as cousas, para aa quaes
nao Ihes falta multa sufficiencis moral e pratica,
e que nao devem Bear aubmettidas sutoridade
poltica pelo proprio interesse de todos.
Tornamos a dizer a annexiQo de Veneza
obedece s mesmss necessidsdes que ss da Tos-
cana e de aples ; e, se para effectua-Ia o go-
verno nao tem por ai mesmo o direito nem a for-
c ;^se elle precias oeste caso de auxilio do po-
vo, de um grande esforc occidental da naco,
como eapera cooter noa limitea methodicos de
ioslituiedes coostitucionses esse espirito publico
em fermentaco continua e necessarla ? _
Nao tio evidente qae, ae o governo conse-
guiste fazer hoje dos italianos, que dirige, cida-
dot livres e resignados de nm paiz iocemplato,
nao poderia amanha faz-los aoldados da urna
naco qne aa quer completar ?
Ah est toda a forga e todo o prestigio de Gi-
ribaldi.
As noticias da Grecia nao indicsm o flm dis
periurbicet. Deacebriram-se em diversos pontos
tentativas de imurreiQo, em todo e reine pro-
page-seumaioqaetac&o que ser fcil transfor-
msr-te em rebelllio.
Dow navios de guerra inglez e francez ti-
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
Da 13.
Presidencia do Sr. Bario de Vera Cruz.
Ao meio dia feita a chamada e veriQcando-se
nao haver numero legal de Srs. deputsdos, o Sr.
presdeme ditsolve a reanio.
SESSAO' EM 14 DE MaIO DE 1862.
Pretidencia do Sr. Bardo de Vera-Cruz.
Ao meio dia feila a chamada veriflea-se haver
oumero legal de Srs deputados.
O Sr. Presidente ebre e sess&o.
O Sr. Segundo Secretario 1 a seta da ante-
cedente que appro.vada.
O Sr. Primeiro Secretario menciona o se-
guala
EXPEDIENTE.
Um offlcio do secreisrio da proviocia, traosmit-
lindo por copia aa ioformac,oea miniatradaa pela
reparlicoea de obras publicas e thesoursris pro-
vincial, relativamente as obras da estrada deTa-
mandar, arrematada pelo engenheiro Heorique
Augu.to Millet.A* quam fez a requi.ico.
urna pelicao de Joaquim Ignacio Ribeiro e ou-
troa moradores de ra do Principe da freguezia
da Boa-Vi.ta desta cidade, pedindo que aquella
raa aeja illa minada gaz.A'commisso de obra*
publicaa.
Oulre do mesmo, remettendo urna tabella de-
monstran va dss consignaedes ds lei do orcaaento
vigente, que ae acham esgotadas, e das quantiaa
necoasariaa para occorrer as despezas com easae
consigoaedea al o flm do exercicio correte.A'
commitso de orcameoto provincial.
Outro do metmo, remettendo por copia oa in-
terrogatorios feitos ao machinita da estrada de
ferro sobre que se pediram inormaces.A' quem
fez a reqaisfco.
A meaa regedora da irmandade de Nosaa Se-
nhora da Boa-Viagem, pede preferencia para ae
loteriaa que lhe foram coocedldaa pela assembla
em 1857.A' commisso de poticoes.
Os moradores da freguezia da Boa-Vista desta
cidade pedem a dlvlao daquella freguezia, crean-
do-se urna outrs, tendo por matriz a capella dn
Estancia.A' commisso de negocios ecclesiasli-
cos a de estatistica.
Os moradores da rus de Joo Fernandos Vieira
da fregaezia da Boa-Vista desta cidade, pedem
illuminacao a gaz para aquella roa.A' commis-
so de obrss publicas.
A irmandade de Nossa Senhora do Amparo da
cidade de Goitnna pede a concesso de ums lo-
tera em beneficio d sus igreja.A' commieaie-
de petices.
Sao lidas e spprovadaa as redaccoei dos pro-
jaclos; Io que restaura a freguezie de Crnangy ;
2* que marca a ajada de cueto aos membros da
assembla provincial.
Val a imprimir o seguinte projeclo :
c A commisso de petices altentamente exa-
minando os fuodameotos da policio de Thomaz
Jos da Silva Gusmo. thesoareiro da theaoura-
ria provincial, e vendo, que a etenclo, qae re-
quer o peticionario presentemente, j lhe fr
concedida por eala assembla, por occasio de
gozar o mesmo peticionsrio d'uma licence, que
lhe fra dada para tratar de aua aade, que ae
achava gravemente aftotad, e que assim nade
mais pede do que a ratificico da diapenae do
abate de quinta parte de'seui ordenado, que ou-
tr ors lhe fdra concedida, e einda mais attenden-
do, que eala assembla exerceu am direito, que
lhe incoQlettavel, dispensando na lei o favor do
peticionario, de parecer, qne ae adopte a ae-
fuinle reaolacfte:
c A assembla legislativa provincial de Per-
nambaco reeolre:
< Artigo nico. Ao thesoureiro da thesourarie
provincial, Thomax Jos da Silva Gusmo ser
indemniaado o abate da quinta parte de seas or-
denados descontado durante o tempo, que gotou
ie urna liceoce, qae lhe fra concedida para tra-
to de aua aaide..
c Pa^e da assembla legislativa provincial de


irr


lviro Ucee
fninkiito, 44 de ras
"Cevalcanli.Manoel Neilo.
t' lido e fica adiado por le*r pedib a"p*Tva"o
Sr. Luiz Pelippe o seguinta parecer :
A commisiiro de fazeoda a mamitb fbl pre-
etiteo requertmeoto da jaiita adawisttativs da
.Santa Casa de Misericordia, ara que pede o paga-
monte da quenlla de 4t:iM#H*%
Batea a mearos junta a su pretendo em ama
rdem da preaidencia da provincia 4o Io 4e eguf-
%o de 1834. pela qual roandou jue foseen reea-
lhidoa oo grande hospital de i-,aridede, e ah (ra-
alos, por conta da verba eaeniuae os en.*
ermos remettidos pela poWiW. sode que pal*
thesoureria provincial foram pagas is detpetat
cora os ditos enfermos ti <:0 i* junho de 185*),
aJeixando de ser de eolio pi re c|.
A commiaslo nao procun indagar o motivo do
-nao psgamenlo de taea de>as deade o eierci-
*ia de Mtti 1880, o qualalia est bem pateute
devidameoi* Justificado nos aroprios documen-
tos con que a junta motivara a aua pelicio, e
cao recoohaeaodo so presidale da proiiocia o
direito de terminar que ae facam deepezaa nao
decretadas por lei, d'oode resulta que oeohura
legalidade ha em taes desperas, de parecer que
aja iodefenda aquella pelicio.
Sala daa commiotoes, 14 de maio de 1862.
Vario de Muribeca.Soub Reia.Barros Br-
lelo.
(Continuar-se-na).
Discurso do Sr. Dr. Ai aiiio Barros, pro-
ferido na sesso de 5 do correte.
O Sr. Araujo Barros :Honro-me, vaoglorlo-
aee bastete, Sr. presidente, que tintos cavalhet-
zoa ao mesmo tempo mostrem-se empenhados em
oriaiar% aua lance contra a mioha humilde pes-
ada. Regezijo-me muito, epplaudo mesmo....
O Sr. Souia Res :Pare que isso ?
O Sr. Araujo Barros:.... que depois de mi-
abas palavras supplfcavas fajeado ver i cmara
qae ae cirrumsteneiae, em cuten ia fallar ram-
eos ioteiramenle desfav ora vais, a mesma cmara,
apezar de aerem de justica os meus redamos, os
silo quitesse eltendtr.
Ua Sr. Deputado:A cana nao decidi cousa
Iguma ; fbl o S'. preeldeot*.
O Sr. Presidente :Fol o regiment.
O Sr. Souia Reis:Eu c>di da patarra, porque
cuereado fallar urna so ver. quera primeiro ou-
ei-le.
OSr. Araujo Barros:A cmara observo* que
beodo-se inscriptos dirn os oradores, que ti-
aibam de fallar tiesta queatio, apenae depois delles
a>edi ea a palavre, tolos desistirn) da com qua
*chavaa-se, manifestando iieaira o cruel detejo
tee, respoadeaae n contintnU ao loogo e ariifl-
erioso discurso do nobre deputado pelo segundo
circulo.
O Sr. Bario de Muribeca :E' como boro.
O Sr. Araujo Barros:A cmara ioteira foi les-
lemunht, Sr. presidente, de que eu, tio s oesta
ata, e aobratudo netla questao, em que ha maia
"de uma-difnculdade a vencer, reclame! contra esta
tctica, verdadeira tctica, senhores, que tioha
por flm bater-me pela retaguarda, quaodo esti-
veaee eagotada a mioha vez de fallar.
A cmara observou Analmente, que ha vendo
cu ea taea circunstancias desistido da palavrs,
por ver que a hora de nonos trabalhos eslava a
eahir na fatal ampolhela do tempo, traloa-ae de
acerrar a diecueeao, vendo-me eu por estas cir-
. cumctaocias violentamente compellido a ceder
torea, que ae eomprimia de iodos os lados, e que
arreetava-me i mert de auii corrale.
Ha! pedia a palavra nesta critica situado, todos
eiuclles, que haviam desist lo de fallar, ioscre-
verem-se de oovo, abandonando assim a paixo
lo silencio, a que me pareca haverem aoles obe-
decido. Foi realmente iaao, senhores, urna falta
_ / cavalheirismo para comig).
~t~ O Sr. Barros Brrelo:Isio sgors outrs
couss.
O Sr. Arsujo Barros :Fique bem registrado
*sss facto: aupplreas, reclamos, appello para a
fcenevolencia da cmara, cada valeu-me hnje.
Vou.poia, empeobtr-me do dbale, e tratando
4Je respooder aos discursos, que forara proferidos
ases de mim, e em relacio it miohas ideas, co-
mecerei pelo primeiro, noquero honrado mem-
oro pelo primeiro circulo se iouve com tanta pe-
vicia.
O disuado cavalbeiro, a quem me retiro. Sr.
presidente, levaniou Ke dizendo que eu havia ac-
anutado o meu collega pelo sezuado circulo de nio
aver tomsdo parte___
_ Sr. Baria de Muribeca:Aceusado, nio, que
nao poda.
OSr. Araujo Barros :Persuado-me que V.
Esc. nao pode ser metf jutz Beata questio ; com
a detida snia declino, parlante, de aua autoti-
elade
(O orador depois de urna breve pausa.)
U honrado membro, a quera me eu refers, Sr.
presidente, derlsroa que eu lio poda cenauraro
illaslrado Sr. Dr. promotor publico do termo de
Coiaooa pelo facto de nio haver processado o ex-
juis da paz da freguezia daquelle oome, aeodo,
orno elle asserere, corto que o mesmo juiz de
paz coaimsttera oo acto de firntr-se a masa pa-
rechial respectiva a mais lor >e das fraudes elei-
toraea, de que se lenha noticia, E aio era cab-
ala a mioha censara, diese-ooi honrado membro,
le encalo o debate de hoja, porque a leso se
ppuooa a disposicao do art. 111 da lei de 19 de
agosta de 1846.
Quando o nobre deputado asaim comeeave o
aeu discurso, eu logo lhe diese em um aparte, que
ue artigo da lei citada achara-se expressameole
revogado pelo 5 19 do art. Ia de decreto n. 849
da 19 de tetembro de 1853. Alm do que, anda
que o nio estivstte, a ceosuia aio era menot ca-
zuda, visto como os poderes :ooferidos pela elei-
$ao da que se trata, estavam j vtricadaa pela
utoridade competente, e por uso desembarazada
a jastica publica para obrar, segando eoteodesse
ala seu rigoroso dever.
O hoorado saembro, depon deesas minbas 11-
gejras observacea, leve a bondade de abrir mi
dease tpico de saa reaposia, pelo que bem v
esta Ilustrada cansara, qoeei me sinto dispensa-
do do insistir oesse ponto di oneu primeiro dis-
curto.
Passarei a outros pontos do discurso do nobre
deputado. .
A cmara ouvio, Sr. presidente, que o illustre
e dislncio orador, a quem lecho a honra de estar
respondendo, ealigmatisoii inuito que eu tecesse
elogios, que formasse brilba ates corse de honra
para os amigos, que me erara caros, sera qut
seaste iguaas louvorea para oa distribuir pelos
meus Advertariot. Singular argumentado, ea-
tranha censura, seabores I Pois eu quaodo trato
le elevar ao conceito publico aqaelles, que me
sao atJeieoados. e que lm jas indisputavel mi-
oha estima e dedicacao, sou obrigado a queimar
inoeaso aoe meus adversa rio.? '"
O Sr. Barao de Muribeca :Ku nio diste ss-
sim.
O Sr. Araujo Barras :O i irrito de compor co-
roas, e applaudir o mqreoimeolo real deve ser
exercido com toda a esponiaieidade, sem o que,
seabores, seri sempre urna sonja, que ha de ao
mesmo tempo macular os labio],que s proferirem,
eabaciar a gloria daquelle.', a quem ella se di-
rigir.
O honrado membro diste sindt que qasodo eu
ovencava na cmara que o Sr. commeodador An-
tonio Francisco Per eir era um cid adi, um per-
sonagem altamente moralissdo irrogara ama ia-
juria a todos os adversarios desse cavalbeiro;
mss quem nao vi, Sr. presidite, que esta argu-
meatacio oaa bisa procedencia aiguma?
Nao, mea distincto a honra do collega, ea posso
elogiar os meas saigas, pomo cbsma-los alta-
mente moralissdos, sem qua com isso diga que
saus adversarios aejsm deemoralisidos. A glo-
ria de uos nao poda fazer de< botar o merecimen-
to dos outros ; os louros, que podem ornar s fron-
te dos primeiros, podem muiro bem nio reflectir
a aua sombra sobre a fronte los segundos.
O Sr. Bario de Muribeca I'ode ser; mss da
raaneira por que o disse.
O Sr. Araujo Barios :Se i eoteo oem ao me-
nos toquei oo nomo daqoells gjinte I
Depois, seohores, aso foi a camera testemoohs
de que eu, ao fallar depois oo r. orne do Sr. cem-
mondador Joao Joaquim, coiifeisoi que ello era
um chefe activo, e de grande prestigie ae locsli-
dado am que mora ? Para que, poi, esosaras
Jetea ordem T
Crucam-se apartes.)
OSr. Arsujo Barros:Nsise ponto, senhores,
na posso et combatido ; si o ha defeca posti-
e onde nio existe aggrestoes, neb romo 11-
DIAH10 DE PEaNAMBUCO. a. QUIWTA FURA if DI MAM) DE II
3S
ri -
pleselo constante, um esludo paciente o faziam que tare crdito supplementsr i differentei er-
Dolavel entre os leus condiscpulos, o merecedor f--------------
da distincclo de saus mostrea.
Um homem deesa ordem, ecolhldo pelo U
coaserfador, tornar-ie-bia por gratidioe foi)
tsresse proprio am alliado de qaem se nio di
confiases.
As desconflancaa a seu respeito nasciam _
aio tsrem sido devidsmeole apreciadas as suss
qneliditotupeilgaami. ^-a. &
Afrecliodo b meu distincto amigo, o Sr. Dr.
Souza Csrvslho, o nobre deputado reconhecea que
elle ers um mogo taleotoso e illuttrado, mas sc-
croscentoa que Infelizmente tioha travessaras.
O Sr. Barao da Muribeca :Como lodos Dsco-
BBeeeajto.
O Sr. Araujo Barroa :Qual o homem que
Bio tea um deleito? Que raro mancebo ha ahi,
qae nio teoha commettldo am descuido, oa erro
mesase sa ihi verdea ai oes ? .
Se se pode, o que conteste, iMntrar oa
utro desmeio be vida pe tete lar de meu llUetre
migo, para que treaer essee dftMMos, qee aio
aros se enceelraa a mookiaOi Oas grandes ha-
mena, aera que, reflio, trsier bus* coussi se re-
cinto desta etaguali amate T
O Af. Sousa Car^efeo ole pode sor discutido e
aprecisdo nettt llluitreda atsembls, senao como
homem publico, e debaixo desta re1$io, Sr. pre
sidente, sinto grande ufsnis em diter que elle
tea ttulos sobejos 4 benevolencia o estima de
seas concidadios.
Bmpregedo polo gabioete de 10 do agoato, o
amigo particular de done doa ministros desse ga
hioele, a quem o actual gabinete nio me parece
votar cordial estima, o Sr. Soasa Carvalho i coo
servado por esto gabinete, apezar daa vlvaa los
tandea, que pela sea demissio. tem feito slguns
alliados extremos do mesmo gabioete.
Queris vos, seohores, urna prova mais robas- .
ta de que goveroo imperial, justo como tem do do mesmo partido, pagando articos feiloo
sabido apreciar o mrito incooteetavel, o talento eom sereegujcio tio vivs ?
superior de mea eetlmsvel amigo ? I O Sr. Bario de Muribeca:Quaes foram os ser-
O Sr. Barao de Muribeca : Resultado de seas *ces feitos ?
trsvessuraf. | OSr. Arsujo Barros:s servicos feitos na
O Sr. Araujo Barros : Resultado de tea ti- redecie da Unido em communidade com outros,
no admioietraiivo, provado a toda a las na sus o is votes s, e os relevsntisiimos servicos ptos-
5lorise e invejevel administrago da provincia lados ns redscio quasi exclosivs do Paiz o am
o Espirito Santo, resultado de teut coobecimen- ums quadra tio critica como a da iovasio e do-
tos, que fonm preconisados at por um illustre minio do chotera morbus nests provincia. Fo-
etlrangeiro que fol em aommitsao do sea gover- rana oessss lides diarias, nesse labor contlante,
oo aquella provincia, e qae fazeado juttlca ao onde se curtem desgostos, o se apurara osesrsc-
meriurdesse Illustre Pernambacano, nio hetitou teres, qae o Sr. Souta Carvalho den proras in-
2:
=
i do orcameolo vigente.
i a diacustio do prejecto nio eanc-
rata do privilegio concedido a F. M.
aUcacio de cesas oatta cidsdo e
os, seodo spprovsdo o parecer.
primeira diacutsio do projeeto n. 7,
: iT.tpV^*io ,6M McaMio com a diapeass
intersticio ; e proseguirlo em primeiro dis-
S!?00 Pro'ec, ** qMIciraodiaoab, foi offe-
P*}* ?mW**ma}9 adlameeUpelo Sr.
barao de Muribeca, al ser snaaea-aeo e regula -
S?!.!*ixo" ? Pt abita do numoro,
^louauoa, seguade diseatseo do projeeto n,
o 7, o terceira dot ni. H e IS.
em dizer que todas as cadairas das presidencias
devlam ser oo imperio oceupadas por cidadios
igualmente illustrsdos.
Tal seohores, o cldsdo, qae nunes pode ser
apreciado na provincia de Pernambuco, tal o
homem eroOm, em odio a quem tudo se empe-
nhava, tudo sacriQcava-se : anligos Iscos de cor-
dial amizade, alllao(as polticas firmadas em ba-
concuasas de seu prestimo superior. -
O Sr. Bsrlo de Muribeca :Mesma nesse tem-
po meracia deaconfiaocas. f
(Cruzam-se apartes.) --., ^_
OSr. Araujo Bsrros:Senhores, quando'eu
ae colloco neata aituacio, sioto-me peqaenino
para fallar della ; quaodo eu aprecio desla Jna-
neira oa iotereases do am grande partido sitto-
ses, que O devo crer perdaraveis, erafim tado, me profundamente acanhedo, principalmente *ea
para nio especifletr um sem numero de csusaa do-me contestado por verdea tio proemiaeoles,
todaa daquelle apreco'e valor. como o Ilustrado Sr. bario de Muribec*. Por
Este cidadao, que nao pdio ser nada na pro- essa razio, eu oapdeduzirei ama a urna todas tt
viocia de Pernambuco, apenas pisn em solme- con tequ encas, que tiveum, e bio de ter esss
nos ingrato, menos hostil ao talento, soube ser Uta, que tantas esperances murcharao, que tan*
apreciado pelos carecieres mtis proemioentea do >os estmulos amorteceram. Por essa razio ain-
partido cooservsdor. .da, senhores, eu nio posso desabafar toda o que
O Sr. Bario de Muribeca : Neg: ,*e scha contido em meu coracio. Se a miaba
O Sr. Araujo Barroa : Aa voaeas censuras, voz foste ouvida, se me echaste na altura de
seohores, tem perdido seu mrito; o cidsdio que meus honrados opugnadores, eu Ibes dizia : Em
nio vos mereceu um sorriso de benevolencia vai vez deesa guerra caprichosa, que promovestea a
camlnhardo deaessombrado, rodeado da estima tao distincto Pernambacano; em vez dessa la-
publica, spolado em seu mereeimento, columna le ingloris, que agitou tantos ioleresses, que ca-
contra a qual exerce pouca iouencia a accio es- roo tantos abysmos, que originou tantea difa,-
tragedora do tempo. culdadea, e tantos rescentimeolos, devicls ter dito
Fallis em lances patsageiros da mocidade ? I a ease Pernambacano :
A vida particular, senhores, murada, segn- < Mancebo, eia, levente te, anda, marcha, ea*
do a judicioss expressio do um escriptor trances; minha, segas, prospere, sobe ; (Muito bem) mais
ella oio pertence ao dominio da critica, nem po- quaodo chegeres s eminencias do poder, lem-
de ser trazida a este segusto recioto ; pesquizsl brs-tede quem te dea o impulso, que tecollocou
entretanto esas vida particular, e nada encontr- lio arto. (Muito bem, applausos.)
res que justifique s votis conducta. -/ O Sr. Suata Re.it:Est bonito, nio ha du-
Fallastes em theatro. Por ventura, Indeco- vlds.
roto ser alguem empresario de um theatro ? Iteo O Sr. Bario de Muribeca :Mas o que perdeu
nao cousa que eovergonhe a pessos algoms. Se o partido cooservsdor com ossa eliminacio?
a dfreccSo deesa empreza era perniciosa,a nioguem O Sr. Araujo Barros :Eolio a mocidade esiu-
poda olla ser fatal senio ao empresario, que em- diosa, os jovens de escol, os corseos srdentea e
pregou nelle alguna capitaos. cheios de estmulos, detses qae dispoem da ums
O Sr. Bario de Muribeca : Nao ftllel nesse aetividade infaligavel, diriam : Procuremos o
sentido ; fallei em travessuras polticas, o bel de sp^io doe veres conspicuos de Pernambuco pres-
expliear alguma cousa. temos servicos constantes is influenciss do partido
O Sr. Araujo Barros : Agora tratare! do ou- conservador da provincia. Jauta deltas bs re-
irs censuras, Sr. presidente. curso; ah aprecie-se, premeia-se o talento, e
Contestando os servicos baocatios do Sr. Dr. desculpsm-se at as pequenss ftltss, ss ligeiras
Souzt Carvalho, S. E\c. afliancou-nos que sie imprudencias, propriaa nos verdes snnor. (Mullo
cavalbeiro lhe assegurirt ser sectario dos ideas boa.)
de restriccio ; mas que apezar disto promover O Sr. Bario do Muribeca :Mas eram precisas
urna representado da praga, e oulra do Banco de mais garantas.
Pernambuco em favor das ideas de liberdade do O Sr. Araujo Barros (para o Sr. bario de Mu-
Bario de Muribeca ; Elle discuti
ribeca):Eu recooheco, fajo tanta >iti$a so
elevado carcter de honrado membro, que eslou
unamente persuadido que estas mlohssjjala-
credito.
O Sr.
coligo, mostrea que entenda da materia.
} Sr. Araujo 3arros : Nio me Helio coo- vras, fllhis de minha sincera conviccio.^ pro fe-
' p V I? ... ~lfc.__._ -.* ~ rl... __1_ ^_------- i lama
. qae
Mtar a
t Aoda-
r. Souza
moco
tealar a V. Exc'. am aemelhsoto potito ; mas o
honrado meojbro ha do convir comigo que o dis-
tiocto cavalbeiro, de quem fallo', poda como par-
ticular pensar de urna maneira, e todava como
homem de partido nio contradizer, apoiar mes-
mo aa ideas de seus amigos politices.
O Sr. Bario de Muribeca : Eis-ahi a traves-
surs.
O Sr. Araujo Barres: Nio; outros schsrio
nfsio disalplioa com melhores fundamentos.
O Sr. Luiz Filippe : So traveseara, aio 6
rtdaa na rsploso de urna franqueza tal
raria, bao de fazer impretto em S '
um dia, o honrado membro, qusode
voz generosa de seu coracio, ba de cMzei
aoa mal na guerra aleada contra o Sr. t
Carvalho, que era anal um nono elliar
6 ceno, mas j csrregado de trricos,aprecia
veis.
(Ha aa aparte.)
O Sr. Araujo Parros iepois de ama pauta.):
scupar-me he i agora com o que dltse o nobre
dss que podlam offendera reputa^ao do Sr. Souts deputado em relami aos candidatos do lerceiro
Carvalho.
O Sr. Araujo Barros: Muito bem I Nio po-
de ser censurado o meu nobre amigo pelo pro-
cedimeoto que acabamos de apreciar.
E' verdade, Sr. presidente, que esees servicos,
que alias foram dicsinutos, porque auitos outros
cidadios o promovern), e talvez com maior efi-
cacia, (acredite o honrado membro, qua coa o
que vou dizer neahuma roleoci) teoho de o of-
fender, pois qae o respeito sempre)....
O Sr. Barao de Muribeca : Respeita-ae
aais do que eu mereco.
drcalo.
Qaneo eram as possoas, que nio tioham proba-
bilidades de ser eleitaa por esse circulo ?
Q Sr. Bario do Mnribeca: Eu nio ebego tio
longo,
O Sr. Araujo -atorros: Quaes eram as pes-
soes, que nao titrbsm elementos naloraes, que
lhes podessem stsogarar am triumpho legitimo
nesse circulo?
O Sr. Berso do Muribeca :Nao tei.
O Sr. Araujo Bsrros :Creio que ningoom po-
i duvida qee aa dos candidatos, que se
O Sr. Araujo Barros : E' verdade que essee apreseotaram no circulo, e a quem coobco^...
servicos, dizia eu, nio podiam ter sido agreda- O Sr. Bario de Muribeca:Eu tembem co-
veis so honrado membro, toado corto qae ae re- nbeco.
presentaces que em sentido contrario foram OSr. Arsujo Barros:......como um dos
promovidas pelos slisdos do nobre deputado nao mais dittincios caracteres do paiz, dispuoha de
liversm xito algum, aautragersm completamen- todos os elomeotos o aturaos de triaapho.
Duuo outros ecbavam-se em qusti idnticas
circumstancias; ambos por suss familias pode-
rosas, ricas, boa relacionadas, podiam muito bem
aspirar a honrada representar o crculo. A res-
peito de um delles ha de mais aa sega mies coo-
sideraedes; j era cooheeido em um dos colte-
gioo de circulo, que oati'ora constituir um dis-
te. Creio que esse facto, Sr. presidente, foi um
dos mais poderosos motivos dessa guerra de ex-
terminio levantada contra o Illustre Sr. Dr. Sou-
za Carvalho.
O Sr. Bario de Muribeca : Nao tenhor; nao
fol tal.
OSr. Araujo Barros: E' desse
nasceu a perseguido tenaz, perseveran
chosa de um cavalheiro lio altamente collocado
contra um mancebo de tantas
tattn non *" H"" ro cuusmuira um OVS-
i a r.nri tricl' I*- elle 'f'ntra no eleicio preceden-
eolloeada ,e- '* Unh' """ reBl,5de eedas, muitos affei-
leranca como Ses, mutlos aympsthias conquistadas pelas suas
Sr. Dr. Souz rv.lho. perseguido?%' Zl SJ^uet-*- ptU" <***ki *
de um grande partido contra um alliado do mes-
mo partido, que nio dispanha de iguaes re-
cursos.
O Sr. Souza Reis : Isso romance.
O Sr. Araujo Barros : Nao, um facto mui-
to verdadeiro, que perteoee j aos dominios da
historia.
Era o Sr. Dr. Souza Carvalho tido aqu entre os
man ntimos amigos do nobre deputado como um
Prese-me, por tanto, que as palavras e re-
flexees do honrodo membro s podem ter exacta
applicacao a um doe candidatos, que triumpha-
ro, o que aiotendo familia, aem tantas reacoss
no circulo.. .
O Sr. Bario de Muribeca:Tinba tahsz mais;
osla engaado.
O Sr. Araujo Bsrros: ......achava-se em
luBiiiuuiuusamiKtiiug uuure aeuuiauo como um ..;... j.~x__ .. ----- .
moco de um.activid.de eapanJ.. dolado de um ^T^ll^^,^
espirito inquieto e vivaz, como um cidadao em
summa, que por etsas qualidades oio mereca o
smparo das influenciss conservadoras da trra.
Um cavalbeiro do mesmo partido, porem, re-
coohecendo, e apreciando o mrito do Sr. Dr, Sou-
za Csrvalbo entendeu que o devla tirar do centro
de tantas intrigas, e abrir carreiraaos ssus talen- .
tos superiores. Levantou-o, fazendo-o sea se-'
crelsrio na provincia do Maranhao, onde o Sr.'
de luta. A respeito desse nio me licito contestar
as obaervacea do honrado membro. De feito
esse candidato era tio imcompalivel no lerceiro
circulo, qae s poda ser eleito com a influencia
de extranboa, acbando-ae, como achou-se, debai-
xo da proteceo franca e decisivo do gorerno.
(Ha um aparte.)
O Sr. Araujo Barros:Isso cousa, que oio
desaira a ntogum, mas qae aio se pode contestar
por modo algua. Seso candidato, cujo mereci-
Souza Carvalho nunca desmeno o alto conceito | ^"7^-"^ThVc.V^^r'J.T ?el"
que della havia feito aquello ctv.lhelro.. D- **!aLlt*l?}*L B.*L,e.r.,or,eente
xando etto a presidencia' daquelle provincia, o
seu succestor que foi o Sr. contelhdro Parana-
gu teve tio boat informac5ea das excellentes
qualidades tro amigo a quem defendo, que oio s
escreveu-lhe dizeodo que necessjtava de seus
servicos, senio como mostrou-se empenhado por
Era anda a prova de consideraQao de um
elles.
talento notavel, e ji conhaelda a outro, que dea-
pontava chelo de vlcosaa espersneas na alta ad-
mioistragio do paiz.
Em pouco tempo, senhores, o Joven, que nao
pode ter afortuna de ser justamente apreciado
em Pernambuco, vio alsrgar-se disote si um hori-
sonte auspicioso, um campo vasto para o desen-
volvimeoto do sua vigorosa intellfgencis.
Porqve razio, pols, o partido conservados, da
provincia, que tem tantos inleresses legtimos a
sustentar, qae necessita por liso de acercarse
de mocos do tslento como o Sr. Souza Carva-
lho....
O Sr. Bario de Muribeca: A's vezoa ha ta-
lentos perigoso.
OSr. Araujo Barros : Qual a razio, repito,
porque o Sr. Spaza Carvalho bavla de encontrar
no chefe do partido coossrvador da provincia,
nao esss protecjlo providente qae os chefei de
ptrtido costumam dar aos hpmeos de leltras,
mss essa guerra crai e implacavel que todos nos
sabemos T
Desdo ot teut ettndoe. em Cblmbri. lato ,
desde os man tenrot sanos o Sr. Dr. Souza Car-
valho mottrou que havia nelle este fogo celette,
que ctrtcteriis o verdadeiro ttlinlo; ama ap-
apoiado pelo goveroo, que moveu guerra desa-
brida a am dos candidatos, ceja deicio era mais
provavel, nio poderla ter eleiio pelo lerceiro cir-
culo. m
O Sr. Cuaba Flguerede di em aparte.
O Sr. Araujo Barros :Digo que boave essa
proteceo, porque o sai, assim como todos as o
sabe aos.
O Sr. Arsujo Barros: Ten do respondido a to-
dos os tpicos do discurso do honrado membro,
que fallou em primeiro lugar, deixo de occopar-
me boje coa o discurso de nobre deputado pelo
segando circulo, porque nio quero mais abusar
da benevolencia da camera.
* hora deo trabalhos j expirou, ha muito; fe-
lizmente a cmara j nao pode votar boje por
falta do deputados, o eu aei de procurar qualquer
molo legitimo para responder aos pontos mais sa-
lientes do discurso do nobre deputado, a quem
acabo do referir-me, afim de reslabelecer a ver-
dade dos fados que por ella foi descommunal-
monle offoodiJs.
Para este Ba bei de servir-me al doi propjios
documentos offsrecidos pelo nobre deputado, te
quizar ter a bondade de m'oo fornecer
O Sr* Ferreira de Aguiar fernece os doeo-
menlot.
' <
lorias ja dadas, bem cerno a
Nua entretente etM jovoa recabefa aojai ama
prova de sympalala de aart* dopa*Uo coatarvv
der, o quem alio era tJicado.^^
ce Mus priraeioea pMOOt em pellica, as tusa _
brllbantes vlctoitaa ea| divecsu deaejttceet pro* levantando ae a testio
viaaaVos, feram dea idaa qosaeus prearioe recuff Conlinuam s fasar parte da rdea do
aoe, ia auss retacees cea slfafii dea ujais proa- boje as mata-'
limosos commercianles daata praca.
Nio pono en dlzer i rala deslaa causas que _
guerrs promovida ao Sr, Dr. Csrvslho na eleic.Jo
pastada foi um erro poltico dtquellet que s pro-
moveram? j^--
O Sr. Bario de Muribeca :A poltica do no
bre deputado multo pequenlai. porque chega s
elevar itto i catbegoria de poltica.
O Sr. Artejo Barros :Se o capricho nio oa
ser norma do poltica para nioguem, canapre
aceitar a verdade do miabas aprectacoes.
De certa, senhores, em nome de qu principio
poltico o chefe de um partido guerreava um allie*
dia de
primeira
EVISTft 01ARIA-
Em tna stsso ds hontam vetoa a atiombla
provincial um requerimeoto de adiamanto eflore-
cido ao arl. additvo propoito ao projeeto o. 18,
..T- poi* de nMa se devori extrahir a
!??".'W** oidHt a beneficio da
Sin'5 S'.P0 Matyc do Oliada. no cooait-
tani **"** S' Q ** S11 Ao-
tomo.
n^i0iGui'nIit^ '" no *3 tocoa neste
a? tlS!?*T ta,OOMM P-chinhos pa-
ra o hospicio da Penbs.
Sao sala doae ucsossveu trabelhadores do
de lides o de fervor inimitsveis.
Corla do furritl Piticaba, ao targento Catinga.
Maioridsde 12 de abril de 1861.
Anda anata, targento,
Mae ds hmo coaeoaieo,
Nio ha da certo um momento
Qu'oh oe julgue ter hatiit
A hora do patsamonto.
O do Ganges papa-gtntt
Meile pertinho camioha,
Ao passo que o presidente.
Coa s mi mpertadinha
Eipostos amm nos contante t
O povo todo estreaece
Oeviado della sa proeza;
Muita gente j padece
D'uaaa cartea carrenioiaa
Sem qu'a molestia tivesse !
Quaoto a mim teobo panado
Em cruel alternativa ;
Se manduca um ensoado
E' Jorrosca decisiva
Pelas tojas do sobrsdo I
Nio te fallo da Chlqaioha.
(Tea sido um Dsas nos senda) 1
Vive agora aesombrsdinhs,
Trate, sargento, trombuda
Mettida na camarinha.
Emqusato boave carado,
Eu a v oempra galharda,
Comer eom oatisfscio,
Como prenla bsrlerde
D'slgua ricaco, oa bario 11
Logo que niuo fallei,
Bem contra minha vontad,
' Tambem fui neteio, cave!
Como eoaioou o tal frad*,
Mas dt baldet nada achei.
Estando a bichinha perto,
Ne neta umm previdencia.
Estou de queixinho aborto,
Mirando aua excellencia,
Ou pregando no deserto I i
Porqao a manotkipal,
E' efuatt feaorente,
Qaea a tirar do curial.
Sus trittiza fomente.
Iaditpoe-ee c'o facal 11
O fiscal I muito cuidado
Veja que alie figurdo,
Tado corre no morcado
Com aua satorissQio,
E O povinho catado I 1 1
Nio d'agora qae falle,
CoBlr lauto, porcaria,
Tenho tangido o badallo,
Accaaaodo as svariae
Asnsira, alo cauta abalo 11
Tenho fallado por vezes.
Nao talgadeifo de couro,
E sobre a motte dss Miar.
lguret, sem mttadouro,
Mae nada abala oa froguozas.
Tenho fallado no lixo,
Oa estreo dos quintaos ;
Quaoto mais a corda espicho,
, Msis os brutos animaos,
Me sacodem cVrabicho ] I
Fallei contra os vendernoes.
Da poHcia protegidos,
Qae vendea coa corrupeer
Os gneros apodrecidos,
Sem temer multa$, prises.
Ataquei com oueadia
O commerde traficante
Qae vendo no mesmo dia
A caroinbs palpitante,
A imbcil fregustla.
Fallei mal da rae qua rea
J aorta para o mercado,
Por que o mal triste tea
Mario aullo o auito gado,
E o carbnculo tamben I
Condemoei o err-acao,
De tantos pareos, sargento.
Motores da corrupgo.
Contra os quses oesta momento.
Formo oova aecussgao I
Accusei o meu pastor
Por ser domis descuidado,
Encarando sem ter dar
Ds matriz o mi estado
Alm do grande fedor 11
Tambem por qu'ioda concede,
Dentro della eoterraaento,'
Quando tod'o povo pode,
Soccorros, charo targento,
Contra o qu'a tsudo impede.
J qae temos conversado,
Acere* do mal reinante,
Mudemos de phraseado
FaeamoB come estudante,
Quando aov reprovado.
A comarca nio transpira,
Couac que juizo prev.
Apenas viras revira
E dizem que nao se move,
Sem ioieresae, mentira I
Este nosto porozinho.
Criado da vosminc,
Para dar volts ao moinho,
Nio preciso da por oue,
A Unto chega o geiUnbo l
Naturalmente padece,
D'uaa sede de discordia,
Para a qual sempre fallece
Juetice, misericordia
Alm do mais qu'acontece.
Povo tio iotolligente
Nunca vi, monchir ami,
Poia iovenia de |repenle,
Cousinhss no Apody,
Qu'admirs, eu pos doenlel
All gmxelai nio ba,
E nea commercio lamben,
Mats elle noticias d
Do que vai por antarent.
California, Calcul.
Eolio desta capital,)
Tado ebega alli ferrando,
O thelegrapho ideal,
A mentira forneeeado.
Nunca indigita o canal.
Quea sa ve fallar crtenles,
Quando esli em dob mudo,
Peesa qu'os bichos ao gentes,
Ou qvta sabem d'Mao tado,
Qae vomitam pelo's denles.
En se os viste bem janliahos,
Uos mudos, eatros faMtndo,
Procura va outtoa caminbot,
Alguns cauces evitando
Denei fidalgot burriaba.
A sombro ha da. matriz.
Esta em ferias,{sargento,
A tal roda que maldiz,
Espera o doce momento
Do por alli e nariz I
E* um bello p.lourlnho,
Qae existe no lugar
Onde o aesae ioneaentlake,
E turrado sea pesar,
Bem turrado, coitatUoh l
Dizem qee falla o tulto,
Ou cacique.... etti ament;
Sem rlr o tal guro.
Aquella sucia indecente,
Nio di principio a sessio I
Acsrea do nosso estado
Vaaos pinta-lo, moa cher,
Nioguem vive tocegado.
Como tal, d em que dr,
D'un ceno tuoio ampregado.
A policio desconhoce,
Virlude, orio, valor,
De quando em vez favorece,
Um bandido ou malfeitor,
Qu'o povo todo atWreee I
S*inda d signsl de vlds,
E tmenle em eleigo,
Oa quaodo algnem a convida.
Para alguma arrumago.
Difflcaltoss, ou perdida I
O jolz municipal
Nunca maia deu audiencia,
Porque l no aeu curral
Elle tem a pretidtncia,
Ou emprego principal.
Deixa o rermo doua traa metes,
Sem pastar o expediente,
Vai vender ai suas rezos.
Onde o precinho cunente
E por l se fica as vezes 1
Depois que fol-se o Delflno,
Todo mudou de feicao,
Fallando com pouco ensina,
Fazia borrar eslcio
A qualquer am paladino 1
Ha poucoa das se dea
Um facto mai singular,
Porque um tucio judeu,
Qulz i forca recobrar
Um oirinho que perdea t
A' casa do delegado
Arraslou urna tnulher,
E quiz por forca ou agrado
(Como em direiio couber)
Saber quem tioha fnrtado l
A mulher amedrontada
Reconhecendo o perigo,
Denuociou-se culpada,
E seguida do inimigo
Foi ler a aua morada.
Procurou,... dseogaoada,
e encontrar o Ihetouro
Foi pelo sucio amarrada
Com finas cordas de couro,
E n'um catiro pendarada.
Correu p'ra logo o boato
O poto se condoeu.
Mas cootrs tal afrentado,
A polica emmudeceu,
Por ser o crime nvalo f
Desgrscada I apretentou-se,
Podio juslica, targento,
Em ambot ot bracoa trouxe,
Cicatrizes do tormeoto,
Quem vio, collega, enadou-ae.
Fez-sa corpo de delicio,
ricou sumo, aum doria
Ouem nan ptmue mm naortro,-
Nao procure garanta
Na polica do diatrlcto.
Vire folha.... a capital
Esta, sargento, em bloqueio,
Dizem que vai mullo mal,
(Segundo affirma o correio)
A rodinha principal.
Anda dorme a quettio
Da preta livre Thereza,
Mas o juiz sem razio,
T,|Tei Pr 9gante empreza,
Lhe demore a decisio I
Dizem que corto oangosiro.
Fomentador de queates.
Vendo perder o dinheiro,
Que dea sos taes figuros,
Converteu-se em padroeiro.
E que sendo o bom juiz,
Do rieacb muito amigo,
Deve dubrar o nariz,
E no dourado postigo,
Atteodex ao qu'elle diz.
Si o boatos, en nao quero.
Qu'assim venha succeder,
E Unto justica espero,
Qu'ainda nao quiz dizer,
Qu'o juiz nio sincero.
Stltoa fra o Apodi,
Desta comarca, sargento,
Muita saudade sent.
Por tio duro apartamento,
Cessam noticias dalli I
Hontem seguio oo vapor Qyapock, no qaal
havia vindo da corto, o Exm. Sr. presidente do
Pisoby Dr. Jos Fernandes Moreira, quem fez,
o 2 batalhao de infaotaria, as booras devidas,
salvando a fortaleza do Bruta, ao demandar a
berra o vapor. ^
Ao cathalogo dos grandes criminosos, scaba
de reunir-se o artista Francisco Antonio de Sou-
za Braga, que baveodo-se casado nesta provincia
ha 18 annoscom D. Carolina Machada de Araujo
e S, inda boje moradora ra do Caldeiro n.
6, contrahlra novo matrimonio na provincia do
Babia com a filba do um distincto medico, cajo
nome aqu nio cootignamoi em respeito dor
profunda qae o deve ler effiigido,rendo precipitar-
se em urna inconsolavel viuvez a peasoa em cuja
educacio apurava os esmeres de um bom psi.
Este desalmado Souza Braga, hacend sido
preso e processado na capital da Babia por denun-
cia do Sr. Dr. Francisco Leopoldiao de Gusmio
Lobo, promotor publico do tormo desta cidade,
oi levado ao tribunal de ja do correcta no meio de um numeroao auditorio
que ouvio ler entre sinceros applausos a sentenga
que coodemnou o reo de bygamia, cerno incurao
no grao mximo do artigo 243 do cdigo crimioal
4 6 anuos de priso Com trobalho o multa cor-
respondente.
Ot padrinhot do primeiro calamento, que fo-
ram os Srt. Antonio Vital de Oliveira e aliare
Galvao, anda hoje sao virot, mocando o primei-
ro ra do Livramento o o segundo rus do
Padre Floriano.
E' este am real e importante inico que a or-
dem publica dave & aetividade do Sr. Dr; Gutmao
Lobo.
Resta lmente que a autorldade eclesistica
competente completo a ana obra.
Coosta-nos que o Sr. bario de Vera-Cruz
tivera nettei ltimos diaa trea eteravos grave-
mente doentes da febre amaralla, dout dea quaea
chegaram ao ultima grao de pango, e que entre-
tanto Uvera a feUcidade da ole perder nenham
delles, o que foi em grande parte devido ao em-
penho o asiiduidade de cuidadoi quo om seu Ira-
lamento empregou o Sr. Dr. Lobo Moscoso.
EU o centesimo trigsimo qutrto
Boletim offkUi.
Em um officio de 12 da corrate, dirigido de
Iguassi i presidencia da provincia, communiceu
o respectivo subdelegado Joao de Carvalho Rapo-
so, qae o estado do povoado de Ilabalinga nio i
mais atauatador ; porquaato depois do dia 10em
que foi sffectado um individuo tem gravidade,
nenbum caso lera apparecido.
% Em um officio da 10 do corrale dirigido de
Nazareth ao Dr. chefe da polica, e tranamittido
por ealo presidencia da provincia, parlicipou
o respectivo delegado, capillo Frantiico Antonio
=====
1JL 2"Si2iqoa depoU 4* *" Hma ? ?^!^.0l,!?e,<,*<,0 'Mcasoa de cholera
no V' dtoiricta de Iracuakaom o oo V de Lsrsn-
V^lSXEyS** ? Ptrtieipaccas doa diffe-
na!?MtaHg**,, "**** h" corrido na
odSSgtdo^^
^ fdticia^ a per osle trantmittidos preoidoocla
da aroviaaaa parlicipou Autonio Gomoa Miraada
Laal, haver' tostocido do cholera o portuguez An-
tootedoa Sanies Miguel, msrinhelro do brigu.
Mercurio no da antecdeme pelas 6 hor.s da
{f** \1 "S*"0 4u '" 8 ho,M "otto,
uidoro Leu Beatos, pescador e morador oa ru
do Arelal.
As 6 boros da tarde do dia 14 de maio de
Ifflat
Dr. Ferreira.
c Em am officio de SS do mez paseado, dirigi-
do de Villa Bella pretidenca da provincia, par-
licipou o juiz de direito e Paje de fieros, Dr.
Joaquim Goocalvoa Lina, qua, nio tonda receba-
do depon de alguna diaa comaoakaeio alguma
dot pootoa efectedoa pela epidemia, presuma
que nenbuma alleraeio llnba batido depois da
ultima noticia que deu a preaidencia em 19 do
dito mez, aen lbe centava que at a aupra-
meocionada data tivessen sido accomaetUdos
outros lugares, a dina quo os trae ettecta-
dos, de que so havia oceupade ea seaaoficios
anteriores, esta vara restsbelecidos, teodo appare-
cido potterlormenle apenae alguns ceses redyar-
rha, simples ou acompanhada da vmitos, prin-
cipalmeoia em eriances, que tioham cedido sem
dfficuldade sos medicamentos spplicsdoc.
c Em um officio de 14 do crtenle, dirigido
da freguezia doa Afogadoa S. Exc, coaauoicou
o respectivo subdelegado, Antonio Goncalves de
Moraes, qua oo dia 8 dosle mea tioha fallecido do
cholera-morbus, Joio, preto, ingle americano,
de 35 anoos de idede. solteiro, trabeUtadaa na
estrada de ferro, seodo tratado pelos meemos in-
glezes, e que presentemente oa aceommeitidos
por ease mal eram em maior numero, ceao des-
de o principio da epidemie, no Barro o Peras, nio
se cootaodo caso algum de morle nestea attimoe
diat, e d.ndo-se apenas um ou oatro esao na po-
votcao, o que lhe fazia crer que o aal ia em gran-
de declinacio.
c A's 6 horas da tarde de 14 da maio de
1862.
Dr. A quino Fonceca. a
Nio tendo chegado o vapor ingles Oneida, an-
da cootioaamoa na redaccio do bolelim official
da epidemia, quo deixaromoa quaado nao nao fes
msis possivelescreve-lo.
Dr. Aquino Foncec*
Paaatgairos do hule bMsilairo SomU Rito,
viudo da ilha de Fernando :Franciaco de P. F.
Fsrrelra, Jote Antonio da Silva Araujo, Maooel
Vicente Gomea, Floriodo Gomes Vidal, Janearlo
Jos da Rocha o 2 filhoe osenoree, 8 procas e 2
tenlencitdos que acibarem o tempo.
Paasageiros do vapor brasilaire Oyeaecfc,
sabido para oa portoa do norte :Antonio Gon-
calvec Ferreira, Antonio D. da Silva L. Jnior,
Joaquim G. Bekhor, Luu Ferreira Leal, Manoei
Gomea Moreira.
Movimeulo da enfermara da casa de de-
tengo do dia 14 de maio do 1862.
Tiverma baixa para a enfermaria :
Antonio Ignacio Graciano da Frailas, febeo.
Jualino Pioheiro Daotas, idom.
Tiveram alta da enfermara :
Antonio Pereira dos Ssntos.
Beoedito Reinaldo Alvos do Castro.
Tbeotonio Jos ds Silva.
Bernardo Pereira Machado.
Jeronrmo RoCngaea Pstente!.
Joaquim, escrarode Ignacio Gomes Cardias.
Lucio, escravo de Msooeldo Rege.
Teve baixa para a cite de taude do Dr. Ramos :
Galdino, eicravo do Sr. Jos Bsrrsiro Raogel, va-
riolar.
Matadol-ro publico.
Mataram-se para consumo desta cidade, no dia
14 do correte 99 reres.
Paaaageiros do vapor nacional Oyapock,vio-
do dos portos do sul: JJarovends Calda. Ri-
beiro, Joaquim do Reg Rangel, Gemoro Marci-
caoo, Maceire Guiseppe. Desosla Guiseppe.Gen-
flna Louranzo, cadete Joao Nepomuceoo de
Araujo Sodr4, 14 pre;as dajaoret, Gemini> -
zilio de Oliveira Ges e 1 ekfzava. Joto Feliciano
Machado, Jos Ignacio dos Sadtoa. Josefa Marta
Mate, Dr. Temittoclea Delmiro Picheiro, Francia-
ca de Mello Calhelros, Roaa Anglica de Saab
Anna, Bento Jos Pereira, Domingos da Silva
Torres, Francisco Leite das Virgees, Aoteoio-
Teixeira Pinto, Jos Ignacio Montelro da Lima,
Antonio Ferreira de Azovedo e Silva, Jos Joa-
5uim de Oliveira, Beribolomon Campo Genio,
arlos Rodolpho Fincke, Gie Bola Trabuco, 1
escravo, Luiz A. uilherme de Barros.
Seguem para o norte :
Maooel Ciernen tino da Cunha, Joa Fernandea
Moreira, Jos Floriodo Torrea de Albuquerqa
toa familia, Abel Franciaco Crrela Leal, Magoe-
rio Elheovaldo Cezar Padilha. Jeio Ignacio, Ma-
na Adelina de Menezea e sus familia, Antonio
Augusto Guimaracs, Eduardo Maoa, Dr. Jaouari
Manoal da Silva, Dr, Uciulho Pereira da MotU e
tus aniljs, Dr. Antonio Luis de Alaeida, fDr.
JosAntonio Lopes, FrancUco Jetd Plaantol.
Dr. Francisco Xavier dot Reii, Joaquim de Paula
Galvao e sua aenhora, 16 precaa a t eacravo a en-
tregar.
' Putageiros do vapor frascos Guicnna viad
de Bordesux e portos intermedios :GuaUvoRe-
liog, Clemenlina Villeneure, Anaa Gindcelle, Eu-
genio Laumonier, Luiz Roger, fre Lodovico da
Mazanoo. fre Fex d'Arela, Joio Mara Losos,
Auguste Colombler, Jaciuiho Aatooio Alomo.Ha-
noel Ferreira da Silva Ramos.
Petsageiro do brigue nacional Siqueira in-
do do Ro de Janeiro : Geraane Lourenco de
Souza.
Obituario do du 14 db mo, so cemite-
nio piblico :
Rosalioa, Pernambuco, 3 mezo*. Santo Aatooio
convalidas.
Andr Dousllre, Blgica, 32 annea, solteiro, Boa-
Vists, anemia e diarrhea.
Jote Ignacio, Rio-Foraoso. 32 anaos, casado.
Boa Vista, diarrhea chronica.
Francisco Devintor Anver, Belgde.iO aoaos, ca-
sado. Boa-Vista, aoemla.
Loii Cyprianno da Silva, ilespanha, 50 aoaos,
solteiro. Recife, cholera.
Antonio dos Ssntos Miguel, Portugal, 26 sanos.
casado, Recife, cholera.
Miguel, Maranhio, 18 annoa, solteiro, Boa-Vista.
escravo, varilas.
Joio, frica, 45 anaos, solteiro, eacravo, S. Jo-
s, chrooics.
Mara Teixeira Lopes..Portugal, 106 annoa se-
sada, cidade de O. inda, veinia e.
CHROMln^Tcti\Rli\.
Tribonal da Relaco.
SESSAO EM 13 DE MATO DK18W.
PRESKBHCU DO EX. SR. COHSEtHEIRO KRJtjUJNO
BE LEAO.
A's 10 horas da manhSa, prsenles os seohorea
desembargadores CaeUno Santiago, Silvaira, Gi-
Urana, Loureno Santiago, Mutta o Perat Ucba
Ltvalcaoti, fallando o Sr. deaearbargador Can '
re, procurador da cor, abrio-aea.teuo,
Passados os feito*, eotreguea os distribuido
deram-se os aeguintes
J'.LGAMEHIOS.
Recurso commereioiL,
Recrreme, o juizo; recorridos, Tatuano.
.Candido Ramos e outros.
Relator o Sr. detcinbargsdor Perelli.
Sorteados ns Sis. desembargadores MoUa.
O Casiano Santiago. *
- Improcedente..
ggnxvo de nettftSo.
Aggraraote, Dr. Nebor Carneiro Bezerra Ca-
valeanti ; aggravade, o iajio.
Relator o Sr. desembargado* ParetU,
Negou-so provimiinto.
Appellantes, oa berdeiros de Manoal Joaquina
Pereira ; appetl.dos. os herttxdeTa FlaZ
cisco Beln.
Heceberam-te ot embargos.
AppoHsato^ Manuel Joaquim da Silr a Leio t
appellados, Manoel Fontoo\c
uso se temou eoobeetmonto.
Appellanle, Joio Pinto de OUveira e Soaza i
appeilade, Manoel Jnnaario Bezerra.
Mtndou-te remoller pira o trlbanal do com-
mercio.





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J



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wiiu* m namtjftw* ^
5
cisaaaBti??i,i,,to! **
Desprexaram-ae o embargo.
AametlMt*. Aleteo Jos da L ; ipperUdo.
Jimi.AiUDrtd. Silva Barros. '"'"00'
Ha1**.
. iifiliiii, Sebestlio, eacraro ; apellado, o
jalIO.
DESIGNADO DE DA.
Assigooo.-se da para julgamenlo das se-
guate*
AppelUoh, o juiro ; ampollado, Batnardo Jo-
a4Gori5lrdtl,wa.
Appellaate, noel Aotoaio de lloraos; p-
pellada, a juetic. ..
_ Apfalhntt, o izo ; appellado, :?raaci*to de
W Hangabeira.
llanta, o promotor ; appelli.do, Antonio
me, Joo Rodriguea de Souiu ; appe-
lad, a iualica. '
AppeJUnte. o premolar ; appeUa Joaquim datura.
f PPellaaMi J* *p*eUado, Domingos Pe-
reira da SUt.
Appsllaco civel.
AppcJUoe, a azeada ; appelladoi, oa herdei-
toa de Domingos Antonio Gomos Gaimaies.
- V
Muemcus CRIBES.
ag-
Clo da establlidade dp qualquer ieteato qae nuo-
i relaxara em una ampeexs, urna tez empre-
lodfda.
6 reaaltado orna Immensidade de saltoa para
trax o para oante sobre o seu carallo em altara
de algaoa pea, que desafia o Damero ou altara de
qaalquer objecto que por ventura te interpooha
diante delle, csmbalhotando em cima do carallo
a todo o galop, com ama facilidad que poacos,
at meamo sobre o ehio a nao adquirem ; e com
ama gradacio, camtalhota* para ira: em cima
do cuello em pe, um (eito qae a os mala emi-
aeatea eaealMror podem eoaseguir em alma de
anta aalU feiu pan eeaa fleo.
Oa circos de Spalding & Rogers apreseatado ac-
taalmente em ama singular traoeposlclo de suc-
eeaaaa) aempre coreada* de un ezite feliz pelo
melaor cavalleiro qae eziale, e a melhor do aeso
(minino, que tem plaado em cima da um caral-
lo, equele natural da Franco, a esta nstnral dos
Esladoe.Uoidoe da America do Necio ; nio oba-
tanta que a ezpresaa variedade deata origen tem
sido e era aotigamante a biatoria dos Circos.
Estrtila de Washington.
COMMiRCIO
contrato eogenheiro em ebefe, o Sr.
Cem vala ao appellado depon ae Sr. deaem-
Drgador promotor da justiga, a seguate
ApptUaeo arims.
Appenaole, o promotor ; appellado, Jos Be-
sens da sajo**.
atmnijicAo.
pptllaco crimt.
Ao Si. deeambargador Caetano Santiago : .
aVppelramte, o jaizo; appellado, Francisco.
icrwe.
Recurso crimt.
leeermte, o bacaarel Jos lafioo Fesaoa de
tlello ; recorrido, o juito.
pptllaco crimt.
Ao, Sr, desembargadas; SiUeira:
AppeWente, o julio ; appellado, Mnnoel Ze-
fetUK Ctadiao.
Appellaco crimt.
Ao Sr. deaembargador Gitirana t
crtP^,Unle* U" ; ppeU8dv **. -
Ao prava de pttico.
Ao Sr. desembargador Motta :
Aggfarante, Fraaoiaco Antala Mirtina
gravado, o iuizo.
A'ama a maia oras da tarde e(errou-aa a
aesso.
^rrespondencias7
Srt. redactores. Venho lio somente diri-
gir-me ae aeu omI apreciare! jornal, por elle
recorrer, para o meu alimento, a prolecc,o dos
eeemore IngUzes 4 ria-ferree, e com eapetfa*
litada aos dignos eogenheiro ebai:to mencio-
o astea-:
1 da compaohia, o Sr. superintendente Braae-
mah;
* dita inspector do trafico, o Sr. Herkman ;
3o dito eogenheiro da aseme, o ftf. Wilfteld ;
4" dito das officioaa, o Sr. Mann
1* dito do contrato eose
Chapm'ra
V dila do meamo, o Sr. Peareon, ou sea subs-
tituto; aQm desies apreciaveia seaheres me ar-
ruttarem com algnm emprego nos (rabalhos da
ria-erra*.
A raio da procurar urna oceupa^ao qae nao
aeja o trabalbo manual, a neeeasidade quem me
faz exigir oa metos de alcan;a-lo.
Decorrem dez ao dos qae moro tiesta villa, oode
Tifia do meu caaaercie, a delle dmm a levan-
tar um engenho, denominadoSapuoaio de Ci-
*- en terrea toa radios deeta .ildeia de N.
Setrberada Apreaeata^ao da Ecada, assim como
doce mecadas de eaaaa altas fest* riHa, e dous
siUee ae erredor da mesma 5 gozando da symps-
thta do* meue ex-amlgos, a de tressrnc p^ra c
poaco mais ou soeaoa, q a (ertaaa iia tem sido
a ditpaz illa de pagar aa miabas dividas, e outras
por nim afflan^adas; ficando em umi desespera-
da utuacao, al sem melos de poder trocorsr al-
g'ira recurso para o meu passar, e contiaus;io do
atxppriaieoto miaba noaerosa familia, de quem
Tiro ausente.
B' o motiro porque ha dous aonos di sta parte
que tenho enridado todoe os meios, ii&m do ob-
terum emprego que posea cumprir com as mi-
abas obrig(dea. Recorrerlo psra meas protec-
tores, aa peisoss importantisalmas desli provin-
cia, o resultado (oique todas as mlufaaa passadas
ioram mallogradaa.
Agora recorro paca mioha silvagao a prolecc&o
dos itlustres senhores Ioglezes; apeinr do qae j
out| dlze qae asta miaba preteocio teri mallo-
grada ; porque os senhores loxlezes nao presta-
riam attenjao, para nao benetlciarem ao brasi-
leiro que preeiaara remediar-se com ompregos
da ra frrea, seodo a raio porque oosta ri fr-
rea de Peraambuoo nao naviam loglezea de il-
luitraQo e nem de merecimento alga a ; e como
nao posso erar em umi proposito ti o extrara-
gaato cerno ests, porque tenho obseirado, salro
me oo eogano, que oa aeoboree Ioglezes, nao so
se teem prestado a empregar a ter pritegido oes-
tes trabalbo a varios brasileiroa desvalidos:
como aioda maia os meamos propietarios, quan
do a liaba vai tocano pelas saas piopriedades,
alguna desses senhores recorrem imrrediatamen-
e ao aeaborea logteiea: tornando se dalles
amigaissimos, aflm de obterem os melhores ser-
vifas dos eees terrenos ; e jimsis ne^ar-se-ha
esaa verdad, asaim como tambem deixar de ser
exiraob ao coobecimeato do respei'.avel publi-
co, que deixe de existir oessa via ferree de Per-
rumbuco Ioglezes capaies e dignos de mereci-
mento.
No entretanto, Srs. redactores, esparo na hon-
dada dos Ilustrados filhoa do psiz da clvilisa^io,
que com urgaacia ae prealarao com algn em-
prego para o meu recurso, pois em 01 tra oecssio
provarei os meas devidos sgrsdecimtmtos.
Qaeiram, Srs. redactores, dar publicidade a
atas mal tragadas liabas que expriraum o verda-
dero seotimeoto do seu constante leitor, que
muito lbe agradecer.
Villa da Escada, 13 de maio de 1862.
M. R. M. B.
Pracado Recite 14 de
maio de 1862.
\a quatro horas da tarde.
Colaces da junta de eorretores.
Cambio.
Sobre Loodres-90 d|r. 251|* d. por 1|000.
1. da Cruz Maaedopreaidente.
Joba Gatissecretario.
. Alfandega,
Bendimento do da 1 a 13. .
dem do dia 14 .... .
. 187:7111839
. 19.2579863
206.9691701
Bovlmeuto da alfandeca.
Velames entrados com (azendas.. 294
som genero.. 487
Velnmea sahldoa
c >
com Uzeadas..
com gneros..
781
180
34&
-=^ 425
Feliciano Joa Gomes, 100 aaccae oat MO ar-
robas de assucar.
Drbaoo Jos de Souza, 267 sacas cara 1J3B
arrobas de assucar.
Carralho Nogoeira & C.. 165 aaceoa com 815
arrobas de assucar. a 13 harria com 540 medidas
de mel, 8 pipas com 1,472 medida de espiritada
aguareen*.
Ia'" *nrii*, para Lisboa earragotv:
F.lidano Jos Gomes, 900 aaceoa. coa 1^00
arrobas da assucar.
Randimento do da 1 a II
leea da dia 14
L /*^!,-,f* ,pi, **T* damper*iidfB>p-
lSe*.4JKealea MarinaogeB a Laiza Cvbar, a
SsKlsrlial.B.rtotwS. ^
Priadpiarialhoraaem
o-m a
peal
dia di
do es
3
. 12^74*252
. 7S4H91
I
" ta.708f443
Ao, publica.
Randlmento do Aa 1 e 13.
Mam da dia 14.

Publicaees a pedido.
Ferdinand Tour-
niaire.
Ha alguna aooos passados o poro universal se
tem oceupado da lula entre aa prelencdes riv&es
dos doas prominentes aqueatrea daquelle scalo,
Sr. Leri J. North, e fr. Jemes Henandes, oa
quaea nao lioham sofkiao competencia alguma
m qaalquer hemiipherio, excepto entre elle
dous eii allaviao de amigos de jalde dispu-
avam sobre os mritos ato seus respectivos va-
lidos, sem elgum resaltado satisfactoio.
Mas receatemeete ellas tiveram di abandonar
o poeto, com a chegada des Srs. James Baoboosi
a Frank Barry, maia joveaa e competidores, mais
activa, caja mutlidao de admiradores de ambas
os ladea do A ti tico ; da meama man aira pele-
garam eobr o mesmo terreno, al que lhe tocou
"*ajSV como aconleceu aos aeua antecessores
am posto* (ora do pioecalo la fama do
rao'1 trmnand Tonmiair*. cujo ai;ora oceupa
* orgaihosa posijao qae estes quatro distiactos
ataoa oom a impertile aiffereng, iato ao pa-
o ajue a upremacia dos oulroa era contestada, o
jowao Tmisrirt, ah-a aUa a t(: aqui dando
lefcfao muodo equ*tr.
Ule rene todas aa qualiflcagoei esMtncises de
graadeaa ean sea pretsaio no malar earge possi-
e*i eeragem qaa nanea o desanima peraote aa
mata deeeaparadae facaahas ; um elho d'agaia e
um oaa errada dacernimeeto qae amoca estonia
cateab raaiemeate esforjo ioezgotareia; dntetmiaa-
m no dia 15 de maio.
Brigue hespanholDous Irmaos vioho, passas
e alhos.
Barca ioglezaColinafazendaa.
Barca ioglezaBonitacarvao.
Barca ioglezaIrisdem.
Escuna ingleza Honestaidem.
Patacho dioamaqaezDorotheagneros de ca-
tiva para fora.
Barca americanaBeJwinyfarinba de trigo.
Galera fraocezaSpherefazendas.
Barca francezaTombelgneros de estira para
fora.
Barca francezaMaraidem.
Brigue portugusSympathiaidem.
Brigue diuamarquezMarafazendaa.
Patacho botlandezSpeculantegneros de esti-
va psra fora.
Barca franceza Coligny viohoa, cemento a
pedra.
Iniporta\o.
Barca inglesa Bonita, rinda de Liverpool,
consignada a Roslron Roolcer & C, manifestou
o seguiote:
1 malla com 71 pares de botina ; i William
Rawlinson.
350 tooelada de carvao de pedra, 1 caix
ferrageaa, 7 ditas e 1 barrica globos de ridro, aos
consignatario.
Hiale nacional Btberibe, rindo do Ass, con-
signado a Pedro Borgea de Cerqueira, manifea
tou o aeguinte:
150 alqueirea de aal, 16 saceos assucar e 10
ditos sement de mamona; ordem.
Barca franceza Colegny, riada de Marseilie,
consignada a Tisset freres :
115 pipas. 60 meiaa e 50 barra viohoa, 500
barris cimento, 9 ditos resina, 300 aaceoa farelo,
125 balas papel de embrulho, 2 caixes dito de
eserever, 4037 podras de calamento; aos con-
signatarios.
Brlgoa fraacea Taot&el. rindo de Marseilie.
consignado E. A. Baile & C
49,207 kilogrammas da sal, 800 aaceoa trelo,.
20 fardos cominbos, 10 ditos ail, 6 ditos pimen-
la, 10 ditos alfazema, 50 caixae enxofre, 25 ditos
sabio, 25 barris chumbo de muo.ic.ao, 793 ditos
cimeoto, 1 eaixa amostra ; aos consignatarios.
9 pipas e 106 barra rinhos; Tisset freres.
Brigue hambarguez Olio, rindo de Hamburgo,
consignado a Ralmam Irmaos & C. :manifestou
o seguiote :
63 calzas e 1 fardo fazendas de algodao, de 13,
de linho e mixtas,4 fardos barbaote, 10 ditos aac-
eoa razios,2caixas chapeos de sol e cobertas de
dito, 4 fardos estopa, 1 dito e Tcaixas miudeza,
3 ditas calcado, 6 ditas coaros, 1 dita objectos de
ouro, 13 ditas palitos de fogo, 1 dita tinta para
escrerer, 1 dita prensa de copiar cartas, 1 dita
lirros, 1 dita drogas, 1 dita utensitios de escrip-
lorio, 11 ditas ferragens, 10 ditas ac.o.2 ditas vi-
drol, 1 dita oleo de arriendos, 2 ditas 'enxofre, 1
dita armas, 2 pacotas fazenda de borracha, 4 bar-
ris salitre, 500caixas fogo artificial, 16 ditaa cha,
205 ditas, 100 garrafoes, e 100 barricas genebra,
20 ditas agurdente, 20 ditaa farinha de trigo, 121
saceos pimenta da Iadta, 100 ditos farelo, 40 rol-
los esleirs, 100 pseotes papel de embrulho, 500
garrafoes vinagre, 9 caixaa objecloa de barro, 10
cadeiras de rime, 1790 garrafoea razios, 3S laboaa
de pioho, 1 caixa amoatraa, 20 toneladas de carrio
de pedra ; aos consignatarios.
201 caixaa velas atearnas; a Joo Keller & C.
2 ditaa courea enrernlsados : a Rabe Schmet-
ta & C.
22 ditas mludezas ; a Aires & C.
1 dita fazenda de l ; a Sehafheitlim 4 C.
2 ditaa agurdente ; a Gustar Bousset & C.
2 ditas cilgado ; a Rabe Schmmeltau & C.
Exporiaa\o
Do dia 12 de malo.
Barca inglesa NiU, para o Caoal, carregaram :
Saonders Brothers & C, 1,000 saceos com 5,000
arrobas de aaaucar.
Patacho bremense Germant'a, para o Canal,
carregaram :
James Ryder C 1,000 saceos com 5.000 ar-
robss de asaucar.
Barca portugueza Lima 1. para Lisboa, carre-
garam :
Cirvalho Nogueira & C, 200 aaccos com 1,000
arrobas de estucar e 7 pipas com espirito de
agoardante, 1,288 medidas.
Brigue periugaez Mercurio, para Liaboa, car-
regaram :
T de A. Fonseca Jnior, 73 cascos com 3,717
medidas de mel.
Berca portugueza Despique 11, psra o Porto,
carregaram:
Jos Joaquim da Silva Gomes, 3 papagaios con
gatolas de folhs.
13
Barca ingleza NiU, para o Canal, carregaram:
3aunders Brothers & C, 1.300 saceos com
6,500 arrobas de assucsr.
Patacho bromese Cermania, para o Canal, car-
regaram :
James Ryder & C 500 saceos com 2,500 arro-
baa de assucar.
Barca portugueza Lima I, para Lisboa, carre-
garam :
Carralho Nogoeira & C^ 250 saceos com 1,250
arrobas de assucar e 10 pipes com 1,8(0 medidas
de coiac*.
Jos Matheus Ferreira. 3 barriquinhas com 13
arrobas e 28 libras de assucar.
Bngee portoguez iWereurio, para Llsbos, car-
regaram :
Joid Pires Soarea. 107 barris com 4.035 medi-
da* de mel.
Barca nacional Marianna
garam:
Meooel Ignacio da Oliveira & Filho, 40
com 7,360 medidas de egoardeme.
14 -
Patacho bremense Gsrmmnia, para o Canal
carregaram :
James Ryder &C. .800 saceos com 4,000 ar-
robas de assucar.
Patacho logrea Jfersey, para New-York, car-
regaram :
Henry Fonter & C i '895 coaros seceos com
7,465 libras.
Barca portugueza Lima, para Lisboa carre-
garam :
2:233*560
MSiTl.
Movimento do porto.
Aavas aatrada no di* 13. .
Porto* daaal-.apa dscomI Otapock. da I.HO
toneladas, caamsndaute primeiro teneote
Pontea Ribeiro.
Bordeaux a porto intermedios18 dias. rapar
fraocez Gmanna, de 1,167 tooeladu conmaai-
deou M. Snout.
Ass39 dias, brigae naclooal Uniao do orle,
de 35 toneladas, cepillo Jos Diaa Pimenta,
equipagam 12, carga sal : s ordem
lio de Janeiro15 das, brigae nacional Abusa-
ra, de 198 toneladae, apilie Fr.acmoa Jos
Goacalrea, equipagem 10, carga 18,000 arrobas
de carne secta ; e Dsrid Bailar de OllraTra,
Gutbembourg48 dias, brigue sueco Enil, de
208 toneladas, espita A. Oslenb*rg, equipagam
10, carga madura ; a ordem.
Aat'ioi sntrados no dia 14.
Genova 68 diaa, patacho italiano Evelina, da
177 toneladas,capillo Miara Bertolelt, equi-
pagem 12, carga 1,120 baericee aa f-nol.a da
trigo e oatroa gneros; a Amarina Irma*.
Marseilie 61 dias, polaca fraoceza Augusto, de
196 toneladas, capitoAzibert, agaipagem 10,
carga vioho, cernalo oatroa ajenaros; a
Francisco Dragn.
Chegoa directamente de Nove-York, ea 42
diaa de ugem eos* destino psra
Par anco,
BaAia. \
Ri Montevideo,
t Butnos-Ayree.
A pomposa 9 mica.a con*aahU aadraprn
Spalding & Rogers
O" circo*rande Oceno
composto de ama eacolba feita com todo o esme-
rW *2 V"h *oaian# material dos qto*
tai cfrwadacaeaaaatiU
Spalding Roers
a a aabar :
Seu curco de Nova-Orleans
Stu irco Norte-Amtriesmo i M
Sm Sirco i Palmtim Fluctan f
a seu cxreo Caminho de Ferro
os quaea tem sido ha (cea annos passados os es-
tsBMectmeotos equeitraa mais salientes do :
Aorfs
8ul .> *
Mente /
I Occidente
do Estados Unidos da America do Norte.
Os SriSpailing A Hooer compreram e man-
dara* sapaair da saovo o f>ma brigae Ban-
nan expresssmente per risitarem os princlpaea
porteado mar da America do sal, at qae cessem
ocoes polticas, que tsoto tem agitado o
LS!'1 D*1'1 e Per5e qaeaeeie* aatl*
^"SE"10* "* *l*nde cala *e tonaaaa asis
ranlfosas e lucrativas, propdem-se d*ar um pe-
quena arie de dirertimentoa nesla cidade de
Pamambuco.
!
Director geralCarlos J. Bogeos.
liba de Fernando4 dias, basta bsamlaira 5aw(* iL? que "* *UUldo os Estados-Uoidos
fltta, de 63 toneladaa.capiao Joaquim Antonio "o dizef que os cirCos de Spalding
de Figueiredo, eqaipagem 7-em Lastro ; a Mar- L*0*" gosam oaquelle paiz a mesma aupero-
tins Irmaos. ^neaaa* na excellencia entre os estabelecimentos
Navios sahidos smmmss*. dfsu geqjseatres. assim como noa theetros as suas ma-
Macei-Brigue inglez/dafa*. a*prelo. O Sael-: JS* r?Pre,e,DtlSe- K como elles lenham
ler, em lastro. "?'janameoie saspeadido saas operacoea no
Porto do norte Veno* bzaaiUuo Ouapoek coa- !eup,1I,eiB l0(,0 os qaatro citado circo, e de-
ro a na nt Ponte* Ribeiro, '''" ^*. *MPP"v>teBdeBci pesaoat do proprieta-
^la)aj> o1*)B*r ter parte do seu esrregameo-
t* Mamat* : 040* o resto da urga e passag-erros,
traU-sd oB cousignalarios Marques, Barros
dt %V lataede ftorpo Santo n. 6.
C0WltU|a4SILEIR*
fkmm a nm.
Kspera-ae doa portoa do norte al o dia 17 do
correte o rapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capia* de mar guerra Gerrszio Mancebo, o
qual depoj da demore do coatam* aegairl par
oa portoa do aal.
Desde j recebem-ae paaaageiroa, eogaia-se
a carga eje* vapor podar conduzir, a aal de-
vala aeembarcada no diada aua chegada^liabei-
re a frele e encomoumdas at o dia da aabida s
frboraa da tarda : agencia ra da Cruz n. 1, ea-
cri|#**i*>dazt9rrr(rL*lt de Oretra Azeredo
*C.
GOIU
3
^Iavegaco costeiraa vapor
Parahiba. Rio Graahdedo Norte, Macau
do Assu', Aracaty, e Cear.
O vapor /fttorasM. commandante Viaana
sahir para os partos do norte at o Cear no
da 22 do correte is 5 horaa da tarde.
Recebe carga al o di*.21 ao meio dia ; en-
comajeoda, pasaageiroae dinheiro a frele at o
dia da sabida as 2 hora* : escriptorio ao Forte
do Hatta n. 1.
Pan Lisbt* e Porto.
Sahiri impreterivelmeale neiles poucos d'as a
bem conhecida barca Vissfleira Marianna, por
ter prompta maior parte d seu carregamenlo :
para o reatante d* carg*. e paaaageiroa trata-se
com Maooel Ignacio dedliveira & Filho, no lar-
go do Corpo Sanio o. U) *u com o capitau na
com X
pra;a.
Ltrerpo! Brigae lagpw IsVaaia, apulo s.^
Congdon. cargs aasacar, couros o algodo. vmaMni tquestrts
Obserracio. ? QsmoUwre, Bmtsm
Suspenden do lsmado o brigue austrseo Ilalo% Os melhores Gymnastscos
capillo Gaspsr Adrsrio, carga a mema eno'lrea- n ,1" ****
xe de Trieste. : Ot melhores Palhacos
_____rasaa-iLaaa_______ t/X TaTcTfTty^^T jtfltTffttTOTftVT^S
iJ^Z^^^S^SSSt^lTT^^S E os melhoro* Cavaos,
Rfll&SAdk Na*acom
_______________-------T. \ ../.. Os tram .cloras emsricanos,
._.., 7J .. aja fama tem aido identificada com suas cota-
U Ur. Tnstao d Menear Ararlpe, asUaial da im- paohtas. como tambem-
perial ordeaa da Rom eiaix MpaatnVda com-r Os principaes artista* turopeus,
mereio deaU cidad* da Recife capital desta ** tem rio*e> para- a Ame-tea engajados
proyocia de Peraambacp e aeu termo, por S^ W ? c,'c> lea Sra. Spalding 4 Rogers. lal-
M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, a qum Deus Tez b5 ,e |reampcao da noa parte dizer
guarde, etc. que ^
Faco aaber ao* que o preeetrte eital rirem o' Bmcagilai nenhuma do mundo
delle noticia Urerem que no dia 2f de maio ae ha "* aciuelmeni recooceatxada tanto oeaio.
de arrematar pe* venda 4 quem maia der. eco/ &**** gymaasUeo conxo oeste paiz.
pra?a pablica deate juiso, na sala dea anditorioa,' dinctor ecuestre Henriue W. Rccglss.
os bens seguales: t Oaseguialea aomes distiactosuerao f.cilmente
Urna eacrara de oome Harta Isabel, crioula do recoohecido por aqaelUs & quenVsao familiatea
mais de 40 annoa, avallada em 400$; am eecra- recente attracoes em ^>
jo de nome Pedro, aogico. paareiro, mais de '*
35 onos, a va liado em S50S; urna mobilia deja-' Londres
caranda 4 Luis XV, completo d itm sof, avaha [ Madrid
Para a labia.
Pretende seguir com muita breridade o relei-
.e bemeeahecido hiato nacional Santo Ama-
ro. tem parte d seu carregsmento prompto,
rara o-resto que loe-falta trata-se com os seas
caaaigatiro* Aotoaio Luii da OUvatta Aaatad*
iSilC ao aaa. eacriploro na ra da Cruz n. 1.
do por 509; duas cadelraa da braco, aaaliadjs a '
109, SOd; oze eadaira, avabadb a 69 72g
duas dttas d*blneT>, araiisda* a 299,90; ama'
mobilia de jaearandl, composta dabas aofi.av-'
liado por 100j; dea canslos com tampa de S>*. D.
pedra. araliadoa por 80J cada um, 120f; quatro Stw*D.
aarem de braco, avahadas por fOg cada boi,
1209 ; urna aaeralaria de jacarand coen lampos
de podra, avaliad por- Od ; ama etrnrmod de
Jacaranda, em 40$.
York .
ta-Orleans
Bttton.
A saber:
Ormond
rrjt Worltnd
Ara.V. m. emmtmt -
Srd- B. N.. Rogers
BjeW Refta [menina.}-
Ansxe Worland [dita)
-
1
r>.u,.uua, C1U t(/#. y I iSTUIB PVOrOI
Os quaes sao pertencenles aos h*rdeiros de Ha- Sr1. Ftrdinand Tourniairt
aa) U .^ ....... t \i .^ .^ 1 BT L.___. .1 iS_ ur. 1 1____ srt
noel Buarqae de Mace Jo Lima, elbea foram pe-
nhoradoe por execocao de J. F. G. aliadla. E nao
ha vendo laocador que cubra o proteo da avaliacio
a arrematago aer feita pelo valor da adjudica-
cao com o abatiaaente da li.
E para que chegoa ae coahecimeot* da lodo,
maodei passar e ditaea que serio publicados pela
im prensa e aunados o luga rea do costume.
Dado e pssaado oesta cidade de Recife saeital
da provincia de Peraambuco, aos 12 dias do mez.
de maio de 1862, 40* da independencia e do im-
perto do Brasil.
Ea Manoei Maris Rodrigues do Nascimento, es-
criro o aabacrari.
Tristao de Alencar Araripe.
Joo Btrnardiao de Vaecoacelloe, ofBcial da im-
perial ordem da Roaa, major e commaodaote
interino do segundo batalhao da iofsotaria da
guarda nacional do municipio do Recife e pre-
sidente do cooselbo de quatificagao da fregue-
zia de S. Jos por S. M. o Imperador etc.. etc.
Fago saber a quem ioleresaar possa que de
cooformidade com o dispoato ao art. 1* parte 2*
do art. 9 do decreto n. 1130 de 12 de margo de
1853 e DsIrucgdes de 25 de oulubro de 1850, se
ha de reunir na terceira domioga de maio econ
elho de qualifleago para a re visa o e qualifica-
go doa guardaa oaclooaes da referida freguezia
00 consistorio ds igrejs de Noisa Senhor do
Tergo que hora serr de mstriz.
Epara chegar ao coohecimento de todos man-
dei passar editaea que serie publicados pela im-
prensa e effixedos nos lugares designados.
Cidsde do Recife 13 de msto de 1862.
Joao Beroardioo de Vasconcellos.
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita breridade o patacho
nacional Capuan, eapitio Tbeolonio Joa da
Silra Rodrigues, tem dous tteosle- seu carrrga-
mento prompto : para o resto que lhe falta, tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz d
Oliveira Azeredo A C-, ra da Cruz o. 1.
Para Lisboa
vai aabir em poucos dias a muito releira barca
Lima I por ter prompto parte de seu carrega-
menlo : para o reato e papsageiros trata-se com
oa consignatarios Carralho, Nogueira & C. na
ra do Vlgaro n. 9, primeiro aadar, ou com o
espilao aa praga.
f dito n. 104 ua roa da Senzala Velba
id*** deaeolee urna no oitio.
Melado a* sebeado de 3 sudara e loj a raw
do LivraaicotA n. 24.
0 referido loiiio aer effeelaado s 11 hora*
do di ecitta mencionado no eaerjptoro do m*v-
mo agente, ra da Ca lea n. 9, onde ee dar*
qutqur iatormago a respailo.
LEILO
DE
Queijos f lamengos
do vapor fraocez
Por sus ds nao teram sabido da alfaadagat
os queijos nao p* le ler lugar o leilao dos mas-
moa anniiBclados para haatem. o que tere la-
gar boje 15 do correte pelaa 10 horas d ms-
nhaa, oa porta do armazem do Sr. Aones da-
fronte da alfandegs.
hWkM
DE
Um piano novo e forte do afamado fabrkanta-
Pleyel i C. de tres cordas, un rica mobilia
de mogno com lampo de pedra, guarda rou-
pss, guarda reatidos, cama fraoceza de naogoc*
com colxao de mogno, cpula e cortinada*.,
toilet de mogno com pedra e espelho, aaereta-
t d* mogno, apparedorea, taeaa Laatieav
eomraodas, adeiras, mesas, msrqaeza*. lava-
torios, umi machina de fazer manleiga, urna
dita de eoatura, (a melhor qae tem viodo)ber-
co, candelabros, eerpealiaae. jarra a, 1 relogio,
1 spparelrm de metal prncipe, am dita ***
porcelana para iaolar. I fogao americaao e>-
eeooomico, copos, vidros e cryslaea, um s-
Iho. um selim ioglez, um carro de 4 roda*
muito lave e com arreioa, 2 carallo proprio
psra carro e muilos ouiros objectos que esta-
o a vista dos compradores.
TUDO EM BOM ESTADO.
Terca-feira 20 do correnle.
Raimundo B. Lasserre tendo de retlrar-ae pa-
ra Earepa com aua familia fara leilo por inter-
vengo do agente Pioto, de lodo os aeus mo-
vis (cima meocionados) existentes em su casa
d eampo na Capaeg*. penltima cata direit*
de quem vai paro porto de Lasserre.
O mnibus para transportar as pessoas qoe>
quizerem asaistir o referiio leilo partir d ruar
do Crespo as 10 1|2 horas em ponto derend
voltsr as 3 horas da tarde.
LEILAO
DE
Urna tasa com 6 janellaa e 2 portoes oa 'frente,
com 4 salas, 7 quartos, um graod* lerrago oa
capii, portaa e jaoellas aos oitos, grsrrf*
quintal, cimba, coebeira a estribara.
Tenja-feira 22 do corrente a urna lia-
ra da tarde.
O agente Pinto aatoraado palo Sr. Rayosaada
B. Lasserre, que retira-ae para Europa, far lei-
lo da casa de'campo aita na Capaoga porto de>
Lasserr*. a qual acba-se muito limpa e beoa
cooaerrada, do dia e hora cima mencionada na
meama casa.
O referido agente dar qualquer informae*
acerca da mesma casa, em sea eecriptorio rw d
Csdeia o. 9.
LEILAO
Para
Ueciar&cftt.
Consulado de Franca em
Pernambuco.
Nenbum laagador se tendo apreientado a ad-
judicaejao do emsre.limo a rUco martimo necea-
rio ao navio fraocez Mara Nicols, cepita
Maynard, annaoeiado par boje, o cnsul tem a
honra de prevenir e quem inlereaasr poeea, qae
a adjudicado para e dito amprestimo mentando
acercado 17:0009000 garantidos pelo meamo na-
vio, casco, appsrelhos, maseamee vidaalbes, le-
ra lagar de aovo aa chancellara do consulado e
em sus preseoga, aabbado prximo 17 do corra-
te, e ser adjudicado como j o fot dito nos pri-
meiros sonancia*, a quem por menos flzer e ul-.
limo bogador.
Coireio geral
O Sr. Feliciano Berna.idino da Silva
dirija-te ao correio desta cidade para
receber urna carta reccmmeniadt,
visto ignorsr-ie a la residencia.
par o Porto, carre-
pipas
THEATRO
a
DE
Santa Isabel
COIPANHIA LYRIC1
Sabbadt 17 e mm.
4/ Recita da assignatura.
1 Grande opera en tras actos, de Doniate,
Sr. Wxllxam Du ver na
Sr. Naihaniel Rogers
Sr. Arry Worland
Sr. Joseph Burdeau
Sr Joseph Neal
Charlas Fish [menino}
Sr. Carlos l. Rogers
Sr. Jora* Sharp
Sr. Guitkerme Antonio
Sr. Theedoro Tourniairt
Sr. Jomo Nobles
Sr. Metuique W. Rayales
Sr. Davii Ayres
am graad* aaeaer* da iiliares que eeriam
apreciados em quaesqueroutros circos..
Os eavallos e cavalliabos easinado e destros
em ligeirezas e a mua cmica, nao sao menos
ola veis que os afamadas actores qae compre-
hende 0 circo
Grande Octano.
O maravilhoso cavallo de habilidades Heram.
O indomavel cavallo corredor, Wild/irt.
O ttlcagtm cavallo gutrreiro, Buctphalwt
0 cavallo doulo em habilidad, Zephir.
A mua cmica, Balaam.
O cavallxnho jocoso t habilidoso, Tun-
w ii \d*r.
Eos cavados e cavalliohos ensinados
Sulu Ellen.
Black Bess Emperador.
Tippecana Garibaldi,
fanny Baby.
Tem adquendo urna reputagio tanto na Euro
pa como oa America.
O grande Estrtbeiro... ...... James Prequa.
A melhor pega do circo
Grande Octano e o porttil kmphiiheatro
ioveatado o construido para os Srs. Spalding &
Rogtrs, expreasamente para etla digresso com
Qaarenla camarota
cociendo cada um seis magnificas cadeiras de
aasento de pallioha
Urna extensa plaUa superior
com elegantes asenlos de pallinba
Urna grandt platea geral
coro assantos com modos e prtatele, combinado
ao tolo em gosto, conforto como em qualquer
thealro permanente, e aioda que, mullo espigo-
so, 4 com facilidade armado e desmanchado
com am peqaeoo espago de lempo.
Jferfre de construido Sr. Robrt Me. Coric.
Art* de montar a cavallo
Gymnasticas
Pantomimas
Grandes apparatos dt espectculos
e toda a encyclopedia de novidades concernentes
nm circo, que tem distinguido estos directo-
res em s America do norte, e o que a ae ple
esperar de ama compaohia de tal exteosao e t-
lenlo, repreaeoUr de dia em dia com
Preparacott elaboradas
Etplendidos ornamtntos
Magnificoi traje*
Sumpluosa comitiva
8 tuarda roupa sortido.
Guarda roupa Thomaz Moore.
Guarda da uttmUios diversos A. Da vis.
Jfustca appropritda
ser fornecida debeiso da inspecgo do celebre
Dxrector e compoiilor.......... Jcukh Wtau,
Mb~ Para maiorea esclarecieaentos veja-se ca-
ta folhs depols ds msnbs.
Por ordem do director geral
W. T. B. e Van Orden Jnior.
Secretaria.
risos MarUimo.
Rio de Janeiro,
O agente Euztbio far lei'ao no dia quinta-
feira 15 do corrente de escraros de difftrente*
idades, cores e habilidades da ambos os sexos.
no seu escrtpio.io n n.. d. cdai do Recife O.
45 as 11 horas em ponto.
ATI50* tTPXS.
segu com toda a breridade o patacho nacional
S. Joaneiro, eapitio Joo Gaspar de Oliveira,
tem parte do carregamento prompto : para o rea-
tante, trata-se com O consignatario do mesmo,
Maooel Aires Guerra, ou com o capito.
Lisboa e Porto
S*goe brevemente a barca portugueza rSym-
patbia, porque tem quasi toda a carga engaja-'
da; receba para qaalquer dos porlos indicados* '
que lhe filia e passageiros, obrigando-se os con-
signatarios a dar pass'gem a aquellesque trata-
rem pare o ultimo porto, logo que o nario ebe-
gue ao primeiro : trata-se oa ra da Cadeia do
Recita n. 12.
Para o Aracaty
aegue imorelerlvelmente no di 19 do corrente o
palhabole nacional Iarencirel, para o qual
anda ae recebe alguma carga : a tratar com Joa
S Leilao Jonior, ou cara o eapitio a bordo.
a
Mal
ivrana n. 6 e 8 da pra-
o patacho portuguez Mara da Gloria eapitio
Antonio de Barros Vslente, a sabir com brerida-
de por ter a maior parte de seu carregamento
prompto, para carga e passageiros para os qaaes
t*m excelleotea commodoa trata-se com oa con-
signatarios F. S. rtabeo & Filho, ra da Cadeia
n. 55.
ia4iioe&.
LILAO
DB
Mez de Mara
Vende je na
ca da Independencia o Uvro Mez Ma-
riano, conforme o uso dos oiissionario*
capuchinhos a l#s
LOTERA
Depois da manhaa 17 seta' iuipre-
terivelmente extrahida a terceira parte
da quinta lotera a beneficio da matriz
de S. Pedro Martyr de Olinda no con-
sistorio da igreja de Nossa Senhora do-
Rosario de Santo Antonio. Os bilhetes
acbam se a venda na respectiva tliesou-
raria ra do Crespn. 15, e as casas
commissionadas do costume.
Os premios desde os de 10,s at o de
5:000$ se paga rao no mesmo dia da ex-
tracto de 1 hora da tarde por diante
e os outros logo que se tenha eito a dfc-
trbuicSo das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Aluga se o sitio n. 1 do Arraial, em o qoa
reside actualmente o Sr. Samuel Power Johne-
ton : a tratar na ra da Aurora o. 36.
Alaga-se o primeiro andar do sobrado ds
ra da Imperatriz n. 35 : a fallar na ra de A-
pollo o 35, primeiro andsr.
Urna casa terrea.
Sexta-feira 16 de maio.
O agente Euzebio tara leilo no dia cima de
urna csa terrea na ra da Alegra 42 com mais
de 40 palmos de frente, sendo 3 jaoellas e por-
ta, corredor independenle, 2 salaa, 4 quartoa,
cosioha fora, cacimba, quintal, morado, em per-
feito estado, rende 309 mensaes : os pretenden-
tes queiram ter a boodade de examina 1 com
antecedencia e para algans esclarecimentoa en-
tendam-ae com o referido sgente em seu eacrip-
loro na ras da Cadeia n. 45, primeiro andar,
onde ser ffectusdo, s 11 horas do dia 16 do
corrente.
LEILAO
A barca ascienal Atrevida segu pare mili portas de (tente.
Segunda feira 19 do corrente.
0 ageste Pinto tari leilao a requer ment do
nvesjtariaote dos bens deixados por fsllecimen-
lo de D. atara B. Ferreira Campos, e por despa-
cho do juir municipal da segunda rsrs, dos pre-
dios abaixo mencionados, descriptos oo respec-
tivo inventario e eujo producto destinado para
pagamento das dividas que abi foram descrfpfas
e atteadidaa, a saber:
lOeasea terreas sitas em chaos proprios aa
Rstaaeia. ra de arique Dis, numeraege par
da 2a 20 .cada ama com ama porta a duas ja-
nellaa, grano* qilatal e cieimba, e orna dellas
com grande eetao.
1 dila dita aita no boceo do Aceagoe aa Be*
Vista a. 5, cem quintal cacimba.
i sobrados a. 7 9 aa raa da Cadeia he-
d.
t ite a. 8 da raa do EatutsaWata com 3
Ama.
Na ra larga do Rosario n. 12,segundo andar.
preciaa-se de urna ama para casa de familia, que
saiba cocinhare eogommar com-perfeico.
Moraes Filho avisa aos seus deve-
dores nesta praca que ha autorisado por f
procuraco ao Sr. Joaquim Hugolin
da Silva Fragozo para cobrar amigavet
e judicialmente de todas os seus ditos
devedores at segundo aviso per
jornal. Recife 14 de maio de 1862.
M3A
Precisa-ae de ama ama para comprar e coit-
ahar para daas pessoas: aa ra Bella a. 14, pri-
meiro andar, paga-se bem.
Perda.
Perdeu-se dsde o Trapiche Novo at Apipa-
coa urna chave pequen de broca de am eofre d
ferro : quem a acbou quereodo reelitai-la ito>
que de uada lhe serr procure oa travessa dar
Madre de Dos n 15, oa aaaaocie qae ae gtvi
fie-'
Precisa-se
de um moleque fiel e diligente para o>
servico de urna casa de familia : na ra
dos. Guararapes em Fora de Porta n.
26, sobrado.
Quem precisar comprar da 10 a 1
manto pora aarrae, fraadwa, aavoa a
dirifa>m tvaeeasa 4u Cocr*a
Quem preeWer d*-aaN aaw pttu cosa
diriia-s* a roa (tas Cioo Pontaa o. 84.



i


MAMO 9*m4|IMm f OHT4JWIW .ftUtt Hito 4K 1161.
Aviso.
Urna escrava forra na melade de mu valor, boa
coaioheira, lavadeira, costereirn eogomaaadoi-
liao, tendo precisao do 350 pura lieertar-se
da ootra melade, contraa con qualquer peisoa
a aeua serviros, por lempo cooveDiente, at pa-
liar a dita quDtia : a quero ceoviero negocio po-
do procurar por todo da no Recife, rui da Crut
d. 34, terceiro andar.
Jos Marquea dos Santo Aguiar partici-
pando ao eorpo corcmercial deela pracj e a quera
nais coovir, qM da cnmmur aceordo deixou
no dia 30 de abril de ser caixeiro doa Sr. J.
Jeller& C,campre-lhe agradecer a eatea sen'ho-
res a cooflanga com que aempre o honraran)
Recie 14 de aaio de 1862. .
Antonio de Souza Uoreira Lto 'natural da
freguezia do Sio Cosme de Vial<(iroa o liiho de
Joi de Soma, em Portugal, tendo por noUcia
que tem um tio por nome Jos Je Almeida o am
mano por nome Jos de Souza, residentes ara-
boa em Peroambuco, o mesmo he deaeja fallar
m Fora de Porta, ra do Pilar taberna a. 84.
Noa diai 16 e 20 do correle depois da au-
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz de orpbioa iri a
preca o terreno forairo no bairro da Boa-Vista,
em aeguimento ao becco doa Fcrroiroa com 100
palmo de frente e 220 de fundo, o qoal est de-
voluto, tendo a frente para o dito becco o a par-
te de delraz para urna neva ra projoctada ava-
llado por 8009, e como nlo acbaaie lancador a
esta avahacio, vai de novo prs? a requeri-
meDlo de Maooel Antonio Goocalves, em Tlrlude
da execucao que move contra oa herdeiroa do co-
ronel Prancisco Mamede de Almaida, com o aba-
timeoto da lei O eacriplo est em poder do por-
leiro Amaro.
Franciaco Durio Soares, aubditoheapanhol,
relira-ie para fora da provincia.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
JLEITURA..
Tendo os Illmt. Sra. Dr. Filippe Nery Collaco
& C. generosamente franqueado aa columnas do
Diario do Recife, de que sio proprietarioa e edl-
lore, para a insercio daa publicacoes deate Ga-
binete, e sendo aceita to veotajoja orTerta por
esta directora, resoWeu a mesma fazer publicar
oa documentos abaixo transcriptos, nao s em
testemunbo do gratido por la o aigolflcanliva
prova de dedicacio a etle estabel cimento, co-
mo para cienliUcar ao mesmo lempo ao Sra.
asociados, que 'ora em diaote qusesquer pa-
blicQo** do Gabinete aero inseridas no aupra-
ollo jornal.
Secretaria da Gabinete Portuguez de Leilura
em Pernamburo aoa 12 de ruaio de 1862
Joaquim Gerard.i de Bastos.
1.* secretario.
SEGUEM OS DOCUMFNTOS.
Illma. Srs. presidente e mais membros da as-
amblea geral do Gabinete Portuguez de Leilura.
Oa abaixo assigoalos, proprietarios e eltores
do Otoo do Recife, desejando d.ir esta bene-
mrita ioslituicio urna prora da grande sympa-
thia que por ella seatem e sabeodo qae se acbam
boj* seus illuttres mamaros rennidos em assem-
bla geral para saneciooar o projecto de reforma
doa estatutos que a regem aproveilam a occaaiio
para darem expaasao aos seotimon cu benevolu-
los de que se achara animados, poni dispo-
afeo de V?. Ss. o jornal qae dirigen para oelle
sarem publicados todos os trabalhos desta beoe-
merita instituicao seto graticacao alguma.
Faiendo este offerecimento, os abaixo asslg-
uados s teem por m concorrer, posto que de
modo indirecto, para o eogranJedmento de urna
nslileicio que symbolisa na prorincia a nniao
de doua poros mais que amigos, lembrando a
Portuguezea e Brasileiros que, gjrando-lhes as
veas o mesmo sangue, fallando i mesma liogua
profeazandoa mesma religiio, e nendo ambos os
meamos cosiu mese urna historia commum, de-
?em para aempre coosderar-se como irmos, e
como laes ajudarem se e amareca-ie reciproca-
mente.
ai0gT?.uardea v*"Ss- Recife 6 de >>"1 de
uso.xiim*. Sr. presidente e maia membros
aa sembles geral do Gabinete |lortuguez de
Dr. Filippe Nerjr Collaco & C.
Illm. Sr.O Io ecretario da assembla ge-
ral do Gabioete Portugus de Leilura dirlgio-ae
o esta directora remetiendo um oflicio de Vr.
Si., em que benvolamente pdem a diposao
aitpatiqio do Oabiueie aa columnas do bem
conceituado Diario do Recife, ds que sao Vr.
Ss. dignos proprietarios e editores, para nelle se-
rem publicados tolos os trabalhes desta insti-
tuicao, sem a mnima retribuicSo pecuniaria.
Enriando a esla directora o indicado officio
de Vr. Ss., para que a mesma deliberaste como
melhor entendesse, por ser o poder para isso
competente, o referido Ia secretario os com-
monicou, para ser levado ao conhecimento de
Vr. Ss., que a assembla geral resolreu tribu -
tar-lhea um roto de gratido pelo seu esponta-
neo e generoso offerecimento; e como orgio,
embora indigno desta directora, eu o fago com o
maia vivo prazer.
A directora nao poda um s momento vacil-
larsobre o qae lhe camprla fazei: no cato ver-
tente ; e, pois, me encarrega do scientiQcar a
Vv. Ss. qae com a maior cordialidad^ aceita e
agradece to briosa e deaioteressada ollera, em
aeu nomo e oo de toda a Asocia;io, como ama
prova evidente do amor que Vr. Ss. professam
a am estabelecimento, que, ergu .do por moa de
Portuguezea oesta Ierra hospitalera, se toroou,
pelasua utilldade, um ooroe mus estreilo laco,
que une pela intelligencia e pelo coraco doua
povos verdaderamente umos e amigo, e dig-
aos um do outro.
E'quanlo mecumpre participar a Vv. Ss., a
quem, prevalecendo-me do enaejo, ouso (pre-
sentar oa protestos de minba respeitosa estima e
adhesao.
Secretaria do Gabinete Portugus de Leltura
em Pernambuco aoa 19 de abril de 1862.Illma.
Sr. Dr. Filippe Nery Collaco & Q., digno pro-
prietarios e editores do Diario do Recife,
Joaquim Gerardo de Bastos.
Io secre ario.
Precsa-se de um caixeiio para taberna
de 14 a 18 annosdeidade e que leona bastante
pratics : na ra da Penba n. 33.
Ra do Amorim n. 43.
Precisa-se de urna ama para losinhar o diario
de urna casa de pouca familia preferindo-se es-
crava.
Aluga-ae oarmszem da rus da Sanzala Ve-
lha n. 36 : a tratar no segundo andar ou na ra
do Crespo n. 19.
Domingo 18 do cor-
rete as passag-eos de
da e volta (no mesmo dia) de qual
quer estaco para a de Gameleira
se rao pelo preco das simples.
Os precos das passagens de Cinco Ponas Gameleira sao os seguintes:
1. classe 7s300
2.
o.


3S000
5S50
ESTRADA DE 1EHBO OO MECU7E A W. FRANCISCO.
Abertura da 3". seceo at Gameleira.
partida das irens e as preeos
EST.lfOES
Curativo.
Molestias syphilitica.
Atiesto que as pillas pal tanas do autor
Carloa Pedro Etcbecoin, de S. Paulo, tem aido
applicadas a algumas paatoaa de rr.ioha caaa, e
curou tambem doua pretoa do coleatias syphi-
IHica em poacoa dias; e pela minba fraca opi-
niao atsevero que produzam rpidos reaultadoa,
principalmente para oa bumorea A B. Quar-
tim.
DEPOSITO EM PERNAMBUCO
Pharmacia do Sr. Joi Alexandre Ri-
beiro, ra do Queiraac o n. 15.
Joa Antonio de Carralbo Guimaraea aub-
lito porluguez rae a Europa.
Antonio de Oliveira Ramos The-
orga aubdito portuguez residente
em Mamanguape provincia da Parala-
ba do Norte, retira-ie par lora do m-
perio.
Antonio Joaquim da Costa Gui-
marfiei Pancada, subdito portuguez, re-
sidente em Mamanguape provincia da
Parahiba do Narte, retir-se para fora
do imperio.
Pro*iaa-se [de urna ama forra ou ascrava
para cozlnhar : oa tua do lmporador, primeiro
andar n. 54.
O abaixo aaaignado declara que deata data
em diante ae aasigna por Jos Fmeira Airea Ca-
rioca. Recife 13 de malo da 18<1.
Jos Ferroin Aira.
Cinco Ponta............
Afogado...............\
Boa-Vigem............*
fraierea .................
I'ba......................
Villa do Cabo...........
pojuca.................
Olind.................
Timb Ass............."
Escada...................
Frexelras.............."
Atipib...............".".'.
Ribeirao................',
Gamellpjra.........;.....
ESTACES
passagCRs serao regalados pela tabella seguinte.
PBE^OSS DE BU IIIII S
Viaayem ale ida
CLASSES
1.'
Gamelleira...............
Ribeirio.................
Aripib..................
Frexeiras................
Escada ..................
Timb Ass..............
Olinda...................
Ipojuca..................
Villa do Cabo............
liba......................
Prazerea.................
BoarViagem.............
Afogados................
Cinco Ponlaa............
Has de trabalbo
MAKHAA
Hora
Mo.
6 __
6 12
6 85
6 40
6 55
i 8
7 29
7 36
7 47
7 55
TAH0E
Hora
12
1
1
1
2
2
2
2
3
3
3
3
4
4
Min.
4?
25
45
15
27
40
55
10
23
44
51
2
10
Dominados e
sanios
dias
MANHAA
Horas
6
6
6
6
6
7
Mo.
13
31
41
52
TARDE
Horas
9
3
3
3
4
4
4
4
5
5
5
5
6
6
Mi.
50
10
30
50
15
27
40
55
10
23
44
51
2
10
400 rs.
1|200
1|400
25700
39(00
39900
4*500
58100
59800
6000
69500
78000
79500

300 rs
900
19100 >
28200
25709
39000
38200
89400
39800
49000
4g200 B
488C0
59000
3.
200 rs.
500
600 t>
19100
19400
18600
19900
29200
39560 >
28800
38000
39200
39500
Vi a geni de Ida e volta
CLASSES
1.
r 600 ra.
19800
29000 B
48000 o
59000
59800
78000
79700
99000
9500
109500
119000 B
18500
2/
500 rs.
18400
19600
38200
49000
49500
49800
59IOO >
58700
68000
69300
78200
71500 b
3."
300 rs.
800
900
19700
29100
29400
28900 b
39300
39800
492OO
49500
49800
58200 b
PREC'OS DE BILHETES
' Visaren d> Ida
CLASSES
1.'
700 rs
19700
29400 B
38300
39900
48500 >
59200
9000
69300
68800
79000 B
79300
79500
2.'
500 rs.
18200 b
18800
29200
29600
38000
39600 >
48000
49200
48500
48700
48800 b
58000
S*.
300 rs.
700
19000
19400
18600
18900
29100 1
28200
29600
39000 B
39100
38200
38500
Vinar Am Hn irli. a vnlln
l.
18000 rs.
29500
38600
59OOO B
59800
68700
79800
9J000
99500
108200
109500
119000
119500
CLASSES
8.'

700 rs
19800
2970O B
3J300
3990O
49500
59400
69000
68200
69800 b
79OOO B
79200
79500 B
3.
500 rs.
19000
18500
28100
29400
29800
39100
39300
38900
49300
49500
49800
59200
se llimo0c\.bolh.VrVemep,r'.0trla..e"em Pm hr" U 48 qU"do DeU",e "P'ehendem domingo, ou di. santificado. O. de primeir. De,
para tres dia.
.-P-fiV^ 5..-q cerera de f.zer. par. senao
juato, do que as saUcees terem iodefioidamegte troco^para darem a td" ,U* '""' ""' u"ere" dnne" "" u bilhete
Atteni?o.
Cbegou do lio de laneiro am bom cozioheito
eitrangeiro, que e olTerece para cata de familia
nacional ou eitrangeira : qualquer pesioa qae o
pretender, dirija-a* ao becco Largo n. 4, pri-
meiro andar.
Precias-ae de um escravo por aloguel;
quem o tlver. queira dirigir-ae a ra larga do
Kosano n. 30, loja de miudea, que se dir quem
precia.
O abaixo assignado faz publico
que pesoa alguma compre ou faca ou
tro qualquer negocio com os escravos,
boii e bestas do Sr. Jos Pedro Carnei-
ro da Cunha, viito como se acbam to-
dos estes bens hypothecados ao mesmo
abaixo assignado para garanta do que
lhe deve o dito Sr. Carneiro da Cunha,
e cuja escriptura foi passada na villa de
Iguarassu' no cartorio do escrivao Ca-
valcanti. Jardim 10 de maio de 186 i.
Antonio Tristo de Serpa Brandao.
DESCOBERTAS E AVENTURAS
NOS
Nares e regies polares.
Tradcelo do inglez
DO 1. TENENTE DA ARMADA
Colatino Marques de Souza.
A obra aeri pablicada em dez folhetoa, do cua-
jo cada um de 19. Aaaigna-aa na livraria n. 10 do
largo da Independencia.
CONTEUDO.
Capitulo 1. O clima daa regides pelare.
2. Vida aoimal e vegetal as regie po-
tarte.
3. Aotiga viageo 10 norte.
4. Viagen em busca de urna paasasem
nordeate.
5. Primitiva visgen ao polo do norte.
6. Primitivas viagen em buica do urna
paaaagem noroeste.
7. Viagen de Rota e Parry em busca
de urna paaaagem ooroeate.
8. Segunda viagem de Roas.
9. Recentes visgena ao polo do norte,
10. Ezpedigao aoa marea roda da Boo-
Ibis.
11. A fxpo&icio de Franku.
12. A pescara de baleias do norte..
13. Geologia rtica.
Expedicoes pesquisadoras de 1850 a 51.
dem idem de 1851 a 52.
Descoberta da passagem ooroeate e ultima no-
ticias da comitiva de Fraoklin.
Jos DiasFerreirs, Portuguez, vai para a
provincias do sul do imperio.
Precisa-se de ama ama para o aervico in-
terno de urna casa de pequea familia na villa do
Cabo : a tratar-se na travessa do Carmoo. 1, pri-
meiro aodar.
Eu abaixo aaaignado declaro ao respeitave)
publico, que por morte de minba irmaa D. Haria
Cesar Mello Galrao herdoi a escreva Dominga,
de nacao Angola, e para constar a todos flz o pre-
sente.Antonio Joiquim Gaedes Alcoforado.
Criado.
Na ra de S. Francisco, sobrado o. 8, precisa-
se de um criado de 12 a 16 annoa, que nao aoja
vadio, burracho ou ladro, sob pena de, aisim
sendo, ir parar na caaa de detenco: qnem se
achar isento de taes vicios, a se achar habilitado
para um bom criado, appare;a em dita casa para
contratar-se no preco ; a casa do bomem sul-
teiro com pouca familia.
Urna pettoa que tem orna letra soffrivel e
escreve com alguma ortbograpbia, offerece-ae pa-
ra eacrerer em algum cartorio de taballiao, ou
em casa de algum advogado: qiem pretender di-
rija-te a ra do Goararapes o. 38, ou entao na
ra do Cabugi n. 1 G, que se dir quem .
Offerece-ae um official de pharmacia : ces-
ta lypograpbia deixar caria fachada com aeini-
ciaea X L.
Bailar & Olireira, na ra da Cadeia do Re-
cite n. 12, veudem Ubraa alerllnas.
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
O procurador geral, em virtude do que dispoe
o artigo 68 do nosso compromisso, lem a honra
de convidar a todos oa irmaoa, ex-juizea e bem-
feltoresda irmandade para comparecern] no do-
mingo prximo 18 do correte, pelos 9 boraa da
manbas, para darem execucao ao que dispoe os
artigo 97 al 101 ioclusive. Consistorio da ir-
mandade do Divino Eipirito Santo 14 de maio de
1862.J. A. doa Santos Coelho,
Procurador geral.
Silvino Guilherme de Barroa compra escra-
vo de ambos os sexos : na ra do Imperador n
79, primeiro andar.
- Acha-se justo e contratado com o Sr. Joa-
quim Carneiro da Costa a venda de aeu terreao
com 25 palmos de frente e 90 de fundo, e nelle
exittente 6 mucambos, na ra do Principe, sahida
para Bellem: quem aa julgar com direito ao rr.es-
mo.annuncie no praso de tres dias,a contar desta
data. Recife 14 de maio de 1862.
l.,j.*2taJ0, *9 d ortenlf, trtara ds casa
anoel Teueira Baalo, naPajeagem da eg-
do relogio e'7851, e por Uso apenaa coa ig-
naea, pode indicar aer de bella aooarenda d.a-
apparenda, das-
eoberto, e com um vidro bem aliente em gros-
sura. A quem quer que o descobrir se agralitV-
car generosamente.
Aos Srs. consumidores de gaz.
Noa armazens do caes do Ramos nt. 18 e 36 a
aa raa do Trapiche Novo ao Rclfe o. 8, aa ven-
de gaz liquido americano primeir qualidada e
receotemente ebegado a 149 a lata de 5 galea,
aaeim como lalaa da 10 e da 5 garrafa a em
garrafa.
Deseja-ae fallar a negocio com o Dr. #
Americo Fernando Trigo ds Loureiro, oa
ra do Creipo n. 17.
i
precioso.
SSHH^^^^^*^ a ss
NKA DO QUEIMADO W.A6
P/lr/hllGBANDE30mMBllT^
^DASEROPKSf
un.. h^,nSS? Sff't d* 1,0.br**M PMo a 259, 289. 309 e 359. .
fe i Us s 25|1, 28g 30fa 85f, paletota acaaacados ds panno prelo ds 1C at 159, ditos da sa
" f V ? V8!-* *?AP*l,loU ?"c.0, P,nn0 "" ds 8| al 149, ditos aaccos ds sil
8 at 141, ditoe do cor de 79 aU 10#. roapaa para menino de todoa oi tamanhoa. pande -rii-
sasasos mullo bom
ira
ment de roupaa de brln. como aeiam ealcaa, paletota a colleiea, aorUtenlo do SolSUa Metoa de
aetim, caaemir* a velludo de 49 a 9|, ditoa para casamento a 59 e 6. paletota braneos da^ bra-
rnante a 4e 5#, calcas branca, maito fina, a 5|, a um grande MrUsTeaU ds Uzeada, k se mt
derna, completo aorlimento ds caaomiraa ioglexaa para bomem, menino s aenhora, .ro.laade
Unho a algoJao, chapeo ds sol de seda, luvas de aeda de Joavin para borneas e aalMra" Ta
mo aoaa grande fabrica da alfaiala onda recebemoa aocommeadaa da groadasoM bm oar
.o e.ti ando adminiatrada por amha^il mostr de eaMlhaata arte e um sasarda'SaU d
UtaeenU obreiroa eecolhldo, portante .calamos qualquer obra com proapfidiTrmsis
po qae em ostra qualquer easa. F '"
barato
Attenco.
a
Fuglo 00 dia 28 do mez prximo panado a ea-
erava Manoela, cabra, eatatura regular, de idade
35 anno, pouco mai ou mend, com falta de
dantea na frente, nariz groo, tem as veias daa
perna. muito .alientes, e urna maia do qne ou-
tro, levou vestido de riscadioho roxo e cheles
azul: quem a apprehender, queira leva-la aos
Afflictos, quinto sitio depois da capella, que seri
recompenaado. H
O abaixo assignado, tendo de botar um pe-
queo negocio de taberna em aua casa da ra
Imperial junto a cs.a n. 243. admettio por aeu
caixeiro do mesmo eetabelecimeoto ao Sr. Fran-
ciaco Marquea Lentos Ribeiro. nao podendo o
mesmo eenhor zer compras a crdito sem aue
a.me.ma. aejarn signadas pelo meu proprio
punho.ssslm como todos o pagamentos que te-
nha a fazer serao feitos n caaa de aua reaidencia
no pateo do Terso n. 50. '
Antonio Moroira Rei.
Alaga-se o primeiro andar do aobrado da
ra da Cruzo. 13, proprio para eacriptorio : a
tratar no armazem do meama caaa.
Furlarsm no dia 7 do correte, pelas 8 00
9 hora da nolte, no Arraial, doua cavallo, aen-
do um caitanho pequeo com trae feridas do la-
do e.querdo proveniente de caogalba. lem oa
qualro pea brancoa. o outro ruco grande e baa-
tante carnudo, tambem lem urna ferida no eapi-
nnaco junto ao pesclo, anda baixo, curto, etc..
tem um csroco no lugar de aperlarasilha.e um O
do lado esqoerdo : quem o apprehender, leve-o
a travesea do Oavidor, anliga cocheira do Dr.
Lin, que aeri generosamente recompensado.
J Keller & C. participam ao corpocom-
mercial qae por mutuo aceordo deixou o Sr Jo-
tVm* ',0 sn0, Aguiar de ser seu caixeiro
no dia 30 do paaaado, fieando por eaU razio de
nenbam effeito a precuracao baataote de que ae
achara revestido. Resta-nos lonvar aoSr. Aguiar
pela probidade e inlelligente actividade coa que
lempre se portoo.
Fedel Pinto & C. em liquidado
mudaram o leu escriptorio psra a ra
da Senzala Velha n. 100, primeiro
andar.
Gasas para alugar.
Segando andar da casa n. 12 da na do Encan-
tamento, loja n. 38 ds ros do Visarlo, com ar-
aseis para tabana : a tratar oa ros da Cadeia
0 latino. 83.
Hotel Cinco Ponas.
Domiogo 18 do correle, no hotal da eatacao,
fornece-se almoco aoa paaaageiroa da estrada de
ferro, antes da partida do trem que aegue para
Gameleira, a 19 cada pessoa.
Aluga-se um sobrado de um andar e solio
na ra de S. Bom Jesua das Crioulaa n. 35 : a
tratar oa ra das Cruzea n. 22.
Luiz Barbalho de Vasconcellos declara que
sendo devedor da quaolia de 8:0009 em dveraaa
letraa proveniente do ultimo pagamento dos en-
genbos Sanio da Serra, Uoio e Jatob, as quses
letras ae hao de vencer em 29 do correte maio,
avisa a seus oradores que as nao pode pagar no
vencimeoto com dinheiro, e aim com aeu bens
que francamente oa offerece afim de nio ser pro-
testada a rm de seu fldor, isso no caao dos
mesmos credores nio quizerem conceder reforma
ia?ide,Qricl0 p"a "fra Pro*im Tindoura de
lao-J a 1863.
Antonio da Rocha Accioly Lio acba-se ro-
sidindo na ra do Queimado n. 3, primeiro andar.
Alexandre Prader e Domingos Vasques re-
liram-se para e Baha.
*mmmm mmmimmm*
i Saques sobre Portugal.
a O abaiio assignado agente do Banco g
I Mercantil Ponueme neta cidade, aaca 1
effeclivamente por todoa os paquetea ao- j
bra o mesmo Banco para o Porto a Lia- tf
boa, por qualquer (omma iviata e a pra- flt
zo, podendo logo os saques a prazo eerem 8
a descontado no meimo Banco, na razio tt
Q de 4 por canto ao aooo aoa portadores i
8 que aasim Iheconvier : naa ras do Crea- |
pon 8 ou do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Caatro.
MauiauttsaiatfaxaMaaiaMajt >'' ura.ir.----------"*^
m Sfe?R9R9KCM -7te?iK>Sie{i6{Wia!
Frectsa-ae de urna ama forra ou escrava pa-
ra casa de pouca familia : na ra do Amorim,
armazem n. 56.
AUenco.
Antonio Cosario Moreira
Dias, faz sciente ao respeita-
vel publico com especiaidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n 32, e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e amanea a
boa qualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
O Sr. empregado publi-
co que recebeu differentes
quautias para pagamentos de
objectos de sua reparti^oe
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existem em seu poder cmo
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se prova a existencia
deste negocio.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
Precisa-se de um criado forro ou
escravo que seja inteiligente e de bons
oostumes, e que da fiador a sua conduc-
ta. Dirigir-se a ra ora de Santa Ri-
ta, sobrado n. 47.
Toda attenco.
Custodio Jos Al ves Gaimaries avisa ao res-
peitavel publico, principalmente a todoa oa aeas
freguezes e amigo, que ae madou de loja da
aguia de ouro da ra da Gabug para a ra do
Greipo n. 7, para a bem conhecida e anliga toja
de miudazaa que (oi do fallecido Joao Ceg, hoje
eor coohecida pelogallo vigilante,e pede ao
reapeilavel publico o ao seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimento,
onde acharao um grande aorlimento de miudezas,
que afBaoca servir bem e vender por meos dez
ou vinte por ceoto. do que em oulra aualouer
parle *
% O Sr*. devedores ds loja do fina dofl|
sm Antonio Franciaco Pereira, queiram vir \
w pagar aeua debite na mesma loja ra V
A do Crespo u. 8 A. m
Precisa-ae de urna ama, oo pateo do Terca
n. 12, aaguodo andar.
Deaeja-ae fallar com urgencia ao Sr. Sa-
bastiao Antonio de Albaqaerque Mello : na ra
do Vigarlo o. 19, primeiro andar.
Aluga-e urna caaa na ra do Socego da
Boa-Viata, cuja caaa tem 4 quarlo. quintal, co-
ainha etc., pelo preco de 25J ; a tratar na raa da
Imparatriz n. 49.
Pede-ae ao Sr. fiacal da freguezla dos Afo-
gados que exija do aenhor que mora no aterri-
nho doGiqui aetem ou nio licenca da cmara
municipal par* matar e talbar gado dentro do
aeu silio diariamente, e iaao a horas que lio-
expresaamente prohibida pelaa posturas muni-
cipaea.
O curioso.
No largo do Corpo Santo n.6, segundo an-
dar, escriptorio de Marque, Barros & C, deaa-
ia-se fallar com o Srs. Franciaco Antonio de
Freitaa Barroa, Joaquim Neuton de Carvalho
Joaquim Ferreira de Carvalho para negocio de
aeu interaase.
Arrenda-ae o engenbo Minas-novas, sito na
freguezia de Seriahiem, moeute e correte, com
boa bica de aguachos terreno, proporcoe para
*2 a 3 mil piea annuaes, 2 grandes cercadoa, *
bona titios para lavradores, um quarlo de lego
da eatacao do Ribeirio, paseando a estrada, de-
froole da can, e dando ama importante e elegan-
te vala : a pessoa que quizer, dlrija-ia ao mes-
mo oogenbo, que achara com quem faja todo a
qualquer negocio.
Cao fgido.
Deaappareceu no dia 10 do corrente, do pode-
de aeu dono, no principio da Casa Fon, um cio-
branco mstico, com raga d'agua, de bom lama-
nbo. cauda e orelhas grandes, urna mslha parda
no'meio das costas, e oulra igual no lado direito
da cara, e com colleira de couro de vioa encar-
nados com as letraa S. 6., e foi visto nesse dia
caminhando para o Recife em companhia de urnas
mulhere lavadeiraa : quem o quizer realitair
dlrija-e ao escriptorio da raa do Imperador n*
75, primeiro andar, oa so dito lugar da Casa
Forte. w
Precisa-se alagar urna negrinha que tenha
de 10 a 15 snnos: ns rus ds Cadeia Velha a. 53
terceiro andar.
I Medico.
b. 0 Dr. Brancante mudou-ae da ra do A
| Imperador para a do Queimado o. 28 !
' segundo aodar. onde pode aer procara- **
^# do para o exercicio de sus proflsao. A
O9 9999
O Sr. Jorge Feneira Fernandes
Siqueira, de Garuaru', queira mandar
com a possivel brevidade solver duas
lettras de seu aceite, sacadas por Joao
Paulo de Souza, sendo urna da quantia
de 2:0000 e outra de 3:534^620 rs., as
quaes tendo sido endossadas pelo abaixo
assignado a pedido do dito sacador, fo-
rana nos vencimentos pagas pelo mesmo
abaixo assignado a' caixa filial, por falta
dos oulroi responsaveis.
Joaquim L. Monteiro da Franca.
IB
h
WaaV ^ S-"TT
o
^ (ozono) o c. a? o o
3~Ru estrella 4* RstP#-3
Francisco Pinto Ozorlo eontaaa a sol-
locar deatea artificia ss tanto por meio de
molaa come pela presaao de ar, alo re-
cebe paga algmma aem que a obraa nio
fiquem a vonude de seas doaos, ton oda
i oulraspreparacoesaimais aereditadaa
^wwujpajpsajajp JVWSJPfJP fJffJP
^

ai



*
ii,, .11 ... .
liarla:
Amorim, Fragouo, SanrW & C
aqnes pan a praea de Lisboa.
DUIKM PtaiUM^W. OWT MIBA 15 DE MAJO DE 1861.
sacam s tomam
&fipiffM
J. Hunfer lea obrigaeao tiktr ni viagem 4
Europa, cauaalidadede fia familia, por Uao peda
encarecidamente a leal devedor >a de raandarem
pagar auai cenias na ra Nora o. 67.
Ao commerdo.
O abailo aisignados leem dsolndo amiga-
velmente a aociedade que tinham na taberna da
roa Augusta d. 31, que gyrava nob a raxlo de
Reia A Gomes, Qcaodo a cargo 4o socio Haooel
de Pontos Comea a liqaidacio do activo e pasii-
?0 da referida aociedade. Recile 12 de malo de
1861.Antonio Moreira Reis, Manoel de Pontea
Gomes.
Precia-ae lugar urna p-eta captiva on
forra, qieaaiba coiiohar eeagommar, para casa
da pouca familia : a tratar na na do Rangel n.
43,.primeiro andar, ou n: 44, secundo andar.
MfcM
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia, e para fuer o servido interno e externo
de compraa. preferindo-se estrave : na ra daa
Cruces n. 20, segando andar.
Oa abaixo assignados. de aecordo, dlssol-
veram a aociedade que neata prai-.a gyrou desde
O 1.* da novembro de 1859 at 3 j de abril pr-
ximo paseado, tob a razio da Santa, Guimaraea
& Rocha : a mesma extincta aociedade nada de-
T neata praja ou tora della : n liquidado do
activo fica a cargo de ambos. Purnambuco 12 de
maio da 1863. Antonio Joi de Souia Guima-
rie.Jos Antonio Goncalvea da Rocha.
Precisa-se alagar om eitr.. nos Apipucos,
que teoha bastantes arvoredos, baixa de capim
para sustentar dous cavallos, casa aoffrivel, e
baobo; quem tiver algum neataa ceadiccoea, di-
rija-ie a raa do Queimado loja de ferrageoa, n.
13, que se dir quem quer.
" Precisa-sede urna pessoa que queira cobrar
dividas no mato, dando Dador aua conducta : a
tratar na rna do Queimado n. 45.
O Sr. Antonio Tristo de
Serpa Brando tenha a bon-
dade de apparece? na loja do
Germano, na ra Nova n. 21.
Atten D-se dioheire i premio sobro penhores : na
rma do Queimado n.45.
ioio da Silva Paria mudou sea eicriptorio
e armuem para a rus da Cruz n. 66.
No Cachang.
Arrenda-ie ou veode-se a bem conhecida po-
darla no lagar do Cachang, iz-se qualqaer ne-
** d-se mesmo a praso, visto o estado de
metesfla do proprietario : a tratar na Torre om
Sr, Francisco Jos Arantes.
Atiencao
Precisa-ee alagar um primero ou segundo an-
dar, sendo as ruaa seguintes : Aurora, Impera-
dor, lado do pasieio, e sendo de um s andar, no
pateo da nbeira, e se dar algumaa luvas : na
vua do Queimado. loja de ferrageaa n. 13, ae dir
pessoa que quer.
Ama.
Preciaa-se de ama ama para todo o servico de
urna casa de pouca familia : na praca do Corpo
santo n. 17.
Mu da rica
O agente Guimaraes havaodo acabado com sea
armazem em a berto aeu escriplorio na raa da
Cadete do Recite n. 3, primeiro andar, onde po-
der! aer procurado para o flm de awa prosso.
Ao publico.
Tendo madama Lecomt recebido de Paria um
g'ande, bello e variado aortimento de perfuma-
ri. e objectos apropriados a se raier presentes
fat diaao sciente ao publico, aaaioi como que em
asa loja, na ra da Imperatriz n. 7, ae recebem
encommendas de trancelioa e todaa as obras fei-
tss de cabellos, para o que tem um empregado
francas, perito u'arte de cortar caballos, oqual ae
acb* as ordens do pablico a qualquer hora, cua-
' ndo cada corte 500 rs. A meama madama de-
clara que recebe lavas de pellica de Jouvin por
todos os vapores.
Joao Hypolilo de Meira Limii avisa ao pu-
blico que a propriedade aita em Sinto Amaro de
Jaboalao. cuja venda aonunciala por Manoel
Josquim Farreira Eitevea, ainda cousa litigio-
sa, pois o annunciaote acaba de pedir vista dos
autos de execugao que lhe movia o referido Es-
toves, para allegar o vicio radical da nullidade
de todo o proceasado, e por consecuencia da in-
debita posso judicial em que se acba da mesma
propnedade o referido Esteres. 15 pira que ae
oao allegue ignorancia e boa f da parle de quem
apezar diaao, a comprar, ae fsz o presente an-
auocio.
A padaria do leio do norte, rua'do Colovel-
'o, preciaa-se de um homemque scja bom traba-
jador de masaeir.
"~ senhores asaigoantes da corresponden-
cia de Portugal, queiram mandar procurar na
agoocia.escriptoriode Tasao Irmioj.n. 7, deque
foi portador o Guienoe.
A pesaos que aanunciou ter para vender
amapreta perita engommadeira, com urna filha
parda de 7 para 8 annos, dirija-se ra da Ca-
uda do Recite loja n. 35, que se lar negocio.
Trocarxvse imagens de differentes
tamanhos muito bem feitas, por meta-
de de icu valor, para acabar : na ra
da Imperatrizn. 2t, serrara.
Quem precisar de um bom coziuheiro, diri-
ja-se a roa de Hortaa n. 34.
Pede-ae ao Sr. thesoureiro das loteriaa des-
ta provincia, que no pague a pessoa alguma o
bilhete inleiro de n. 1/76 da 3.a pine da 5.' lo-
tera a beoeticio da matriz de S. ,'edro Marlyr
de Olinda, no caao de ashir premiado, visto ter-
so perdido, e pertencer ao abaixo asignado.
Joa Caelano Martin! Marques.
15.000 rs.
Alaga-ae por 15$ urna caaa com l aalas, 3 quar-
toa, 1 aolo, cozinha fora e copiar, com cacimba
de agua de beber, alguna arvoredoa de frucio, e
um pedaco de trra para plaotacoea; em Santo
Amaro, aillo em que mataram o fn do.
Arrenda-ee oa ra do Hoapicio o. 17. o en -
genhog. Gaapar, atto na freguezia de Seriohaero,
com exctllenlea partidoa de varzoas mui lavra-
dos, roda da moende, pingue c cado, embar-
que na porta, matas a mangues para o servico
do mesmo eogenho.
Precisa-ae da refinadores : na ra de Apol-
lo n. 6.
Pede-se encarecidamente ao Rvm. Sr. Fr.
Pedro da Puriflcacao, religioso Carmelita, que te-
nha a bondadedeapparecer na ra do Livramen-
to n. 12, a negocio que 8. Rvm.* nao ignora.
LOTttMt.
O thesoureiro das ftenas roga aspes-
oas que tem biibetes e meios biibetes
encommendados o favor de os ir buscar
at a vespera d satraccao pelas 8 ho-
ra* da noite, do contrario serio Tendi-
dos logo que se acabem os que exist-
rem a venda.
O thesoureiro.
A. J. R. de Souza.
ESS.4I0 CRITICO
SOBRE
A. viagem do Brasil era 1852.
GARLOS B.
Aviso.
Selte, declara
a residir tem-
ni ra do Am-
Guilherme Augusto Rodrigues
que a bem de sua saude contina
porariamente em Lisboa, mora
paro o. 82, primeiro andar ; cool nuaodo a se-
ren seus procuradores oa provincia de Pernam-
buco oa 8rs. Dr. Joiquim Jos da Fonaeca, Dr.
JoMSoares de Azevedo, e coronel Joio Jos de
Y?. "la'.cam 1U8< nicamente devem tratar os
intaressados a nio ser com o annur cunte direc-
|f,nn!:-?tQnUD?UnUden0TO P,ot3il contra
Sl'! \ ? lr,?MCC,o fora .ledas eondi-
Soes, coao j o Um fe lo por direrua vazes
Lisboa 19 da dbril de 1862. '
Coilberme Augusto Rodrigues Setta.
i.
Aluga-se
urna preta ascrava para os servias da ca
DE
MANSFIELD
POR
A. D. de Pascual.
OsSrs. subscriptores desta obra podem man-
daa recebar o 2 tomo que a completa a roa da
Cruz o. 45, primeiro andar. Para aquellas pes-
soas que nio aasignaram a deaejarem possui-la
custa dita obra 69.
Precisa-se
de urna senhora capaz sem flhos e de-
sembarazada, para tomar conta do ser-
vico interno e tratar de meninos em
urna casa de pequea familia : a tratar
em Fora de Portas ra dos Guara rapes
n. 2o, sobrado.
Pelo presente se faz publico que o abano
aasigoado consumi por aeaa bastantes procura-
dores neata cidade ao advogado Jae Narcizo Ca-
mello, e ao solicitador Jos Coelho da Silva
Araujo, para tratar de todos os seus negocios ju-
diciaea movidoa, e por mover, fleando aem effei-
to os poderes concedidos em outras procuraces
diferas.
Recite, 12 de maio de 1862.Joao Vigoes.
No dia 20 do correte, depois da audiencia
do Sr. Dr. jais de orphaos, tem do ser arrema-
tada por trea annos, a rendado sitio denomina-
do Santo Antonio da Morara, no lugar do Man-
guinbo, na razo de7709 por aono, cujo aitio tem
varioa arvoredoa de fructos, cacimba, tanque,
grande caaa de vivenda com solao.com basta ules
commodoa, cocheirs, e eatribaiia.
Quiota-feira 15 do correte, depois da
jud'encia do Dr. juiz doa feitoa da fazenda, pelas
10 horas da manha, ae hao de arrematar em
praga publica a quem mais der os objectos
seguintes :
Um sobrado inlaipado na travesaa da ra dos
Martyrios. n. 5. com 46" e 1/2 palmos de frente e
e da e 1/2 de fundo, com Ouaa aalas, 3 quartos,
e outro que aer.e de cosinba, 2 lojas, naa quaea
na em cada urna 1 qoarto, alm de outro que
serve de cosioha, precisando de alguna reparoa
avallado por 6:0009000: o qual foi penborad
por execusao da fazenda provincial contra Fran-
cisco Antonio daa Chagaa, como fiador de Fran-
ciaco Cavalcante de Albuquerque.
Urna casa terrea de taipa na povoaco do Ca-
xang, a qual tem 32 palmoa de frente, 40 de
fundo, cosinha fra e um qaarto, e copia do lado
do no, quintal cercado de madeia, com algumas
i* nmeira1' 8eD(l0 ,oll fore>">. avaliada em
1:2009000; penborada por execucao da fazenda
provincial contra Vicente Ferreira da Coata Mi-
randa.
Um carro de 4 rodas, o. 4*. com todos os seus
222S5&"' e em bom e8ldo. avaliado em
OUOSOO, penhorado por execuco da mesma
fazenda contra Auguato Ficher, por Joao Lins
Cavalcante de Albuquerque.
Um dito de 4 ditas, pintado de verde, avaliado
por 4009000, penhorado por execuco da meama
tazenda contra Augusto Ficher, por Antonio Lina
Caldas.
Urna caaa terrea na ra do Rom-goato, n. 19
na freguezii dos Affogados, leudo 18 palmoa de
frente e 50 ditos-de fundo, quintal em aberto
chaos oreiros (em ruioss) avaliada em 209000. '
Outra dita, n. 21 na meama ra e freguezia
com as mesmaa dimenses, avaliada em 209OOO'
as quaea foram penhoradas por execucao d
niaaa fazenda contra os herdeiros de Joaquim
tao da Luz.
Duaa casas terreas oa ra do. Maxixe, da mes-
ma freguezia, tendo cada urna deltas 2 sslas 2
quartos, cosinha e quintal com 18 1/2 palmoa de
freD'e e 22 e 1/2 de fundo, avaliadas, cada urna
por 2009000, peoboradas por execucao da mesma
fazenda contra Miguel Loureoco Lopes.
Um terreno na ra da Mangabeira em Olinda,
n. 3 com alguos arvoredoa de fructo, tendo 10
palmoa de frente e 25 de fundo, foreiro ao mos-
teiro de S. Rento, avallado por 2OJ0O0, penhora-
do por execugo da mesma fazenda contra Joao
Tiburcio.
Urna caaa terrea na ra de S. Pedro Martyr. n
4, tendo 20 palmoa de frente e 84 do fondo, toda
-ft-SISrad,V era chaos PrPrl08. aliada em
oOjjOUO, penborada por exeeuQo da meama fa-
zenda contra Maria Elias do Carmo.
Recite, 12 de maio de 1862.O solicitador da
tazenda provincial, Joao Fumino Confia de
Araujo.
Criado.
Precisa-se de um criado para um sitio, e que
leona algum conliecimtnto desie servico: na
ru Nova n. 23, primeiro andar, das 9 Ii2 horas
damanhaa em dianta.
Sitio.
Aluga-se um excellente sitio na estrada dos
AiHictoa, o quarlo depoia da canalla, tem muito
boa casa, pintada e reedificada ha pouco tempo
e bastantes arvores de fructo : trata-se na ru
Auguata n. 60.
Medico operador
O Dr. Luiz Garlos Augusto da Silva, recente-
mente chegado a esta provincia, onda j exerceu
sua profissao em 1857. pode ser procurado para
o mesmo flm a qualquer hora do dia ou da noite
na roa da Aurora o. 30, e especialmeote para
tralameoto das pessoas indigentes do 3. districto
da Boa-vista, que forem accommettidos do chole-
ra-morbus, para cejo flm eal nomeado.
Rezende & C, sacara sobre Lis-
boa e Porto, na ra doBrum, arma-
zem n. 58, ou na ra do Vigario n. 9,
primeiro andar,
SOCIEDADE BA.\C.4RIA
Amorim, Fragozo, Santos A C.
Sao convidados os Srs. socios a reeeberem o
4 dividendo relativo ao semestre Ando,
Achou-se
na matriz de Santo Antonio um bilhele de lote-
ra: procore-se na thesouraria das loteriaa.
Compras.
Compra-se um cavallo que teoha boca an-
dares e que eateja gordo : a tratar na ra do Ll-
vramento. o. 20, com Corris & Irmos.
Vendas.
Machinas americanas.
Em casa de NO. Bieber & C., aucceasoras,
ra da Cruz n. 4, rendem-se :
Machinas para regar hortas a capim.
Ditas para descarocar ilbo.
Ditas psra corlar capim.
Selins com perlencei a 109 209.
Obras de metal principa pratoadas.
Alcairo da Saecia.
Veroiz da alcatrao para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Par.
Vnho Xeraz da 18SI m caixas da 1 duzia.
Cognac em caixas di 1 duzia.
Arados e grades.
Brlhanles.v
Carrosas pequeas.
Saceos com superior fari-
nha-
Em vista da qualidade e o tamanho dos saceos,
em parta nenhuma a pode comprar mais barato
que na ra Direita n. 17, aodde existe ainda quan-
lidado que se dsseja vender para fechar coates. '
50,000 rs.!!!
Vende-se por este preeo urna cama francesa
em bom estado ; aa tua do Jardim n. 19. ;
Superior
caf o Cear.
Vande-se na raa da Madre de Dos n. 12, sr-
mazem de Araeoio Augusto Ferreirs.
Vende-se o engeoho Alto, de Joio Fernan-
das, sito na freguezia de Agua PraU, com meia
legos de frenU a muito aaaia de fundo, paaaanda
a hnha terrea por deotro do terreno, e ficando
distante da esta cao de Gsaeleira menos de ama
legos, am quaoto a qualidade do eogenho nio
preciso dizer, j porque o mesmo eogenho
muito conhecido, e j porque o comprador deve
vlr ver ; e quem pretender, dirija-se ao nsostno
eogenho, onda tratari o negocio com o proprie-
tario.
Queijos
os mais frescos que tem tindo ao nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
2400 e no passado a U'800.
Amendoas
confeitadas at mais bonitas que ha no
mercado a 800 el f a libra : vende-se
nos armazens Progresista e Progressi-
vo no largo do Carmo n. 9 e ra das
Gruzes n. 36.
Charutos de Havana.
Os melbores charutos de Havana, sao encon-
trados por prego rszoavel, em casa de Leandro &
Miranda, na ra do Graspo n. 8 A.
De Havana.
BSio chegados os mais saborosoa charutos de
avaoa que tem vindo a este mercado, e achara-
se diaposicao doa apreciadores, em casa de Le-
andro & Miranda, na ra do Crespo n. 8 A.
AUencao.
Joio Jos de Figueiredo tem a honra de parti-
cipar a seus numerosos freguezes que em seu es-
tabelecimentode fazendas finas, na ra do Cres-
po n. 9, se encootra um completo aortimento de
fazeadas do ultimo goato e mais baratas que em
outra qualquer parta por se querer liquidar, co-
mo aejsm :
Capaa de grosdenaple de 30, 40 e 458, muito
ricas. '
-jS.-^0* d* p,lh' d* IulU Dara nl">" 1*
0 009UUO.
Ditoa de aeda para soohora a 12 e 26f.
juca* sjaMlajs de florea psra theatro ou bailes
fon01 C9rtei de 8ed* de >uito boos gostos a 80
Chales de casemira muito ricos a 138000.
Manteletes broncos de seda de rede para se-
nhora a 28|.
Vestidos pretos bordados a velludo.
Ditos de cores de diversos gostos e precos, e
muitos outros arligos para aenhoras homens,
muito modernos, e mais bsrato que em parle al-
guma.
Engeiho venda.
Vendem se as partea do engenbo Boa Vista
sito na freguezia de Serinhem. com optimaa
terraa de produeco, copeiro, porto de embar-
que, excellentea matas e arrendado por 4:4500
ancuaes, partes relativas a mais da metade do
mesmo eogenho e que ao Exm. marquez de
Olinda e aos herdeiros do coronel Casado Lima
compraram o Dr. Sebastiio Antonio Accioli Los
e seu irmio Prisciano de Barros Accioli Los :
quem pretender pode eolender-se neata cidade
com o Sr. Antonio JosTeixeira Bastos na rus
do Apollo ou com os propietarios nos engenbos
Goicana on Tinoco da dita freguezia.
Vende-*e
o brigue americano Redwing, com a
Iotaco de 1 i,(h 0 arrobas e de superior
marcha : na ra do Vigario n. 2.
Novo sorlimento de fa-
zendas baralissimas,
NA
Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
DE
GAMA & SILVA.
Vendem-se ss seguintes razendas por precoa
baraiisaimos aflm de apurar dioheiro : capas
suissas iiimilagio de sedas de quadrinhos sen-
do de todas as cores e cores muito fixas a 200
rs. o covado, brilhanlinaa de quadrinhos muito
encorpadas para vestidos de senhora e roupaa
pi" meniD08 ,en a 200 rs. o covado, gorgurio de lioho fazenda
muito nova para vestidos a 280 rs. o covado
musselina branca com 4 1(2 palmos de largura
200 rs. o covado. grande e variado aortimento
de caasas para vestidos sendo os padrea moder-
nisaimoa e as corea flxaa a 280. 300 e 320 rs. o
covado, chitas francezaade cores fixas escuras e
legres a 240. 260. 280, 300 e 30 rs. o covado
chitas ioglezas s 140.160 e 200 rs. o eovsdo
cortes de cassa tendo 7 1,2 varaa cada um
2J400 rs., cortes de orgaodys com barras tendo
12 varaa cada corte a 5, corlea do bareges com
covadosa58, ditos com as saiss feltas a 5a
laaziobas de cores a 280 rs. o covado, de todas
estas fazendas dao-se as amostras deixando o
penhor na loja e armazem do Pavao, de Gama &
Silva, na ra da Imperatriz n. 60.
Madapolodo Pavo.
Vendem-se fioisaimaa pecas de msdapolio com
14 jardas a 500 4S800, Sf 5S500 #, ditaa
fraocezas entestadas com 14 jardas a 3J?na roa
da Imperatriz n.60, loja do Kvio de Gama c?
Lasa320 rs.
Veodem-se moderoiasimas liazinbas com nal-
w"oj.'orF.io",<,0: M IU" d> la,PW"ri '
O Pavo vende a A$.
Pe?aa da cambraias de corinhoa brancos a do
todaa as corea tendo 8 1,2 varas a 4 : na raa d
imperatris o. 60. loja do Pavao. -
O Pavo vende
cortes de csmbrsia mnito floacom dous baados
?. "i! "," ,end0 ^cadamente bordados a
4#, ditos sendo todos sdsmsscadoa a 4J. cortes
de phantasia tazenda flnissima a 6fl, ditoa a 4*500
a 5* : na ra da Imperatriz n. 60, loja o arma-
zem do Pavao de Gama 4 Silva.
Panno preto.
JI60O, 19800 e 29, e dito cor de cat: na raa a
imperatriz o. 60, loja do Pavio.
Chales do Pavo.
Vendam-ee chalas de merino estampados mul-
to grandes a 3, ditoa da cassa adamascada a 800
na

loji do
Ptletots e calcas.
Vendem-ae palelota da panno preto loo a 63,
caljao de cssamira preta a 4500. paleta de faney
Imperatriz n.*0, foja de Pavao.
As seroulas do Pavo.
Vendam^ao seroulas de linho francezaa aMo
CHALES.
Grande pechincha
Pavo
Vendem-se os mais ricas chales com ponta re-
donda e borllas tendo as barraa a imitacio de
peluda e asselinadas imitando aa espin.s mais
modernaa pelo baraliasimo preco de 4J500, ditos
da 4 ponas a 4*500. ditos a Garibaldloa sendo
muito grandea a 5 : na ra da Imperatriz n.
60, toja do Pavio do Gama & Silva.
Saias bordadas a 2#500.
yJt?den"*e 4" bordadas muito bonitas a
2*500 cada uma: na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavao.de Gama & Silva.
Bales do Pavao.
Vendem-se baldes de brsmsnte francs com
arcos, sendo aa melhoreaarmacoes, pelo diminu-
to pre;o de 3* a 3(500: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavio, de Gama & Silva.
Saias con arcos de linho.
Venoem-ae aa acreditadaa saias om arcoa de
linho que fazem aa vezea de balao a 3g200 a a 4S
cada ara, astas aaiaa a ha na loja do Pavao, raa
da Imperatrisvn. 60. loja e armazem de Gama &
Silva. w
Para meninos a 4#500
Vendam-aa vealidinhos de seda para meninas,
muito bem enfeitsdos, pelo diminuto preco de
4|500 cade um : na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavio, de (jama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Camiziohaa com gollinbas e manguitos de csm-
brsia bordados, fazenda muito modernisslms a
Ditas de fuaUo com sslpicos de cor a 3*000.
Gollinhaa bordadas com botiozinhos a 18000.
Ditas ditaa de gostos a 640 e 800 rs.
Ditss com msnguitos de cambraia bordados a
lfOOO.
Manguitos de cambraia fina bordados a 1*000.
Golliohas bordsdas a 240 rs.
Romeiras de cambraia enfeitadas para luto a
35OOO.
Camiziohaa para senhoras bem enfeitadas s 3g.
LtBcinhos de lioho com labyrintho psra mao
a 2*500,
Ditos a imitacio do labyrintho a 1* e a 1*280:
Luvaa da lorcal anfeitadaa de vidrilho a 500 e
e 640 ra.
Eofeiles pretos com vidrilhos a 8*000.
Ricos enfeites a turca e Garibaldi a 58500.
Ditos muito bonitos a 2*500 e a 3*500.
De tudo dao-se aa amoslraa ficando penhor: na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Papel de todas as qualidades.
Vende-se a 4*400 de quadrinhos, ditos pauta-
dos a 3*600, dito almaco pautado a 4/ e 4*200,
dito greve a 48600, em caixinhas de diveraaa co-
res a 640 e 1*. dito braoco pautado a 800 rs an-
velopes de cor a 640, dito branco a 900 rs. : na
loja do beija-flor, ruado Queimado n. 63.
Ricos cintos dourados;
Vende-se a 2* 2*500, ditos de fita a 1*600,
fitas para debruohos de collete a 280 a peca, tiras
bordadas a 1* a 1*200 ; na loja do beija-flor, ra
do Queimado o. 63.
Vendem se tesn ras finas para costura a
1*, dita para naba a 640 e 800 rs., ditaa finas a
900 rs. a dnzia, pentes oe travesss para menina a
640 : na loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63. v
1 Sintos para senhora.
_ VendeuL-se os riquissimos sintos com borla c-
nida ao lamo, multo chique, aendo o ultimo goato
de Pana, ton parece-me qaa nio baveri aeoho-
raa que Mxe de comprsr : Uto s no gallo vi-
gilante, n a do Crespo n. 7.
Enfeites de cabeca.
Vendem se os riquissimos enfeites, tanto com
franja como aem ella, por baratissimo preco de
2*500, 3* e 5*: s no vigilsnte, ra do Crespo
numero 7.
Linha de peso.
Vendem-se aa verdadeiraa linhas de peso, o
mais fino que se pode encontrsr a 2|500 o mas-
sinho de 30 miadiobaa, aaiim como da outras
qualidades : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Vendem-se manlinhaa de coral a 2J, 2*400,
e fios de coral a 720, massinhos de comas miu-
dinbas de diversas cores a 140, caixinbaa de alfl-
netes a 200 ra. e 240: na loja do beija-flor, ra
do Queimado n. 63.
Veodem-se luvaa de pellica da Jouvin bran-
cas para senhors e hornero, chegadaa no nltimo
vapor: oa loja do beija-flor, ra do Queimado
numero 63.
Vendo-ae caacarrilba do aeda de lodaa
corea a 2| e 2|400 a peca, linha de Pedro V a 20
rs. o cartio, grvalas de seda estreiliohas a |f :
na loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Veodem-se ricos enfeites a 5* e 5*500, di-
tos de vidrilho a 1*600, aderemos pretos a 2*500,
rosetas pretas a 160 rs. o par. gollinhaa prelas s
800 rs. e lf : loja do beija-flor, ras do Queima-
do o. 63.
-7 Vendem-se csrteiras propriaa para guardar
dmheiro de ouro e prala a 1* 1*200, esporas
linas de ac a 1J, baodeijas de lindos desenhos a
1*500, aioturio de borracha a 200 rs. e 240, ben-
galas de canna a 2* e 2*500, chicotes finos a 2*
e 2*500, de estalo, ditos sem ser de estalo a
640, loucas de lia para meninos a i*, sapattoboa
de lia a 800 ra., ditoa da merino a l$00 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Vendem-se pentes de tartaruga virados a 8
e a 9*, carretel de linha de 200 jardas a 940 a
duzia, colchetes de diversas qualidadea a 40, 60
a 80 ra., ditoa bordadoa a 100 rs., maasos de
gra rapas a 40 a 80 rs ditos em caixinhas a 120
rs. : na loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se toucadores de Jacaranda a 28200,
ditoa brancoa a. 2*, caixinhas com espelhos para
navalhas a 2* e 2f400, colheres de metal princi-
pe para sopa a 43600, ditas para chi a 2*400, con-
cha para aaaucar a 610, oculos fiaos a 400 rs.
oa loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63
Veodem-se caivetes finos a 800 rs., caba-
zes para meninas de eacola a 3, 4 e 59, carteiraa
com agulhaa francezaa a 240, caixas de peonas
de ac a 500 ra., meias para senhora cruas a 240
0 p,r ".''"J* 00 beija-flor da ruado Queimado
numero 63.
Sapatos de borracha para
senhora a i $500 o par.
Estamos no mes Marianno, o por isso de ne-
cessidade que as senhoras que bem ae applicam
a eaaa boa devocio se pravioam de am par de
sapatos de borracha para assim terem os ps res-
guardados da humidada o em attencao a to
justo e louvavel Om cali se vendendo a 1*500 o
par: na roa do Queimado, loja d'sguta branca
amaro 16.
losas artificiaes para ca-
bello.
A leja do beija-flor toado recebido bonitaa ro-
aaa que se ealao usando para oa cabellos, vende
oa ra do Queimado na loja cima n. 63.
Amendoas.
Vendem-aa amendoas em frascos e avulsos e
os boas a ricee papis com asalo para sortea:
oa ra da Senzala Nova o. 80.
VenoVso ao armazem da James Crabtrea &
C., ruada Grog a. 4t, a vardadeira graxa ingle-
sa a 97, am barrioaa da 15 duzias, a dioheiro.
venda.ae uma scrava da 25 annoa, que la*
-va, cozinha engmala com toda a perfaiclo :
fu ru de Hortas n. 14, primeiro andar.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra Muito liadas caixiohss anbazes para meninaa
de 100 ria at 2*500: na laja da Victoria, na ru
do Queimado o. 75.
Enfeites para senhora.
Os mnihores enfeites pretos e de cores que ap-
parece a 5*500, 6* e 6$500
na ra do Queimado o. 75.
na loja da Victoria,
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sorlimentos de franjas prelas e de cores
com vidrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado a. 75.
iohasde peso verda-
deiras .
Linhas finas de peso
grandes a 240 ri : na loj
do Queimado n. 75.
verdadeiraa, meadaa
i da Victoria, na ra
Phosphoros de seguranca
Phosphoros de seguranza, por que llvra de in-
cendio, a 160 rla a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelss muito grandea e boas a 160 ris uma :
na loja da Victoria, oa ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
As melhores linhas de croxel para labyrintho,
no vellos mooatros s 320 ris um : na ioia da Vic-
toria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldara dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria uma pequea
porcao de ricos espelhos de varios lmannos para
ornamentos de salas, affiancando-se aerem oa
melbores em vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar.
Lia muito boa de todas as cores para bordar, a
7* a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado o. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados par senhoraa a 2*200,
ditoa de ponta cnida a 4*. ditos de lita a ljWi :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linhas do gaz,
Caixinbaa com 50 novellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancaa e pretas: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Gandieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhorea
candiairos de gaz que tem vindo ao mercado, por
precos commodos : na loja da Victoria, na tua
do Queimado n. 75.
pmnHHH 9N9 -vMMSHMmjj
Acaba de1^ *
Superior sebo em velas eem
pes, ca-xas jde urna
arroba
Vendem Antonio Luii delireirs Azevtdo &
C., no seu eacriplorio ra da Cruz o. 1.
Jacaranda superior.
Tem para vender Antonio Luiz doOiiveira A-
zevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Coraes lapidados.
Sao grossos que admira.
a loja d'aguia bronca acaba do receber uma
S!Q"ue.lr. qu",idade d c" grossos lapidados,
i*. 2*500, 3 e 4* : na ra do Queimado, loja
d agu.a branca n. 16 : .1Sim como recaben mais
aa bonitaa pulseiras de missangas.
Meias em quantidade-
Na loja d'aguia branca acha-se um completo
sorlimento de meias de todaa as qualidades e
precos, sendo psra homens, aenboraa. meninos
e manioas de 6 mezes a 12 annos. onumerar
os differentes precoa confundir o pretndeme ;
aasim quem.se quier convencer de quo baratas
ae estio ellas vendendo, dirigir-se com dinbei-
ro i dita loja d'aguia branca na ra do Queimado
numero 16.
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-ae na loja d'agaia branca mui bonitas
escarradeiras de vidros de cores a 4|500, 5 e 6*
assim como palmatorias de vidro lapidado com
mangas bordadas a 49500 cada um : na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Ricas fitas para chapeos^
cinteiros, etc, etc.
A loja u'agula brenca acaba de receber um ex-
traordinario aortimento de ricas fitas, tio boas
em qualidade quio bonitas nos desenhos, tendo
entre ellas o msts largo que possivel; assim
como algumaa pecas brancas com o centro liso
proprio para inscripcoes, e muilas outraa de dif-
ferentes cores como de caf, rxa, eacura, etc.,
etc., e como de aeu louvavel coatume : a loja
d'aguia branca, na rus do Queimado n. 16, ven-
de por preco commodo easas boas e bonitas fitas.
Gravatas de setim com
ponta larga a i$
Vendem-se grarataa prelas de bom setim e
com ponas largas a 19 cada uma. lio baratas
assim s se acba na ra do Queimado, loia d'a-
guia branca n. 16. '
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & MEGO
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande a variado aortimento de
roupas feitas, calcados a fazendaa e todoe
aatea aa vendem por procos muito modi-
ficados como do seu costume,assim como
sejam sobracaaacos da superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurioos a
269,389, 3l 359, paletots dos meamos
pannos preto s 16|, 18J, 209 a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
aros padres s 149.169, 189.209 e 249,
ditoa aaccos das mesmas casemiras de co-
res a 99, 109,129 e a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de89, 109, e 12J, ditos
de sarja da seda a sobracaaacados a 159,
ditos de merino de cordio a 129, ditos
de merino chines de apurado gosto a 159
ditos da alpaca preta a 79, 89, 99 a a 10'
ditos saceos pratoa a 49, ditoa de palha da
aeda fazenda muito superior a 49500, di-
toa da brim pardo a de fustio a 89500 4
a a 49500, ditoa da fustio branco a 4*
grande quantidade do calcaa d a casemira
preta o decores a 79, 89, 99 e a 10, ditaa
MdM.3L**Jfc dlts" debrlm decores
ttnaa a2S500, 39, 39500 a a 41, ditas da
Si" aMf *Mf 4*500' 5* 5500
09, ditaa da brim lona a 5 a a 6, colletes
de gorgurio preto e de cores a 5g a
Grande
liquidaco por todo
o prei?o, na bem co-
nhecida loja do Ser-
tanejo.
!Rua do Oueiraado n. 45.1
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
d comprar.
Chitas escuras finas a 160, 180 e 200
rs., cortes da vestido pretos bordados a
g "Iludo de cusi de 1509 e se vendem
I por 309,409, 509 e 709. sabidas de baile
de velludo e setim a 129 e 1.1* camisas
para senhora a 2*000 e 3j>500. rollishas
de cambraia bordadas a 500 600 700
800, 900 e 19, ditas de fil bordada.'. 120 %
8rs.,casaveques de fustio a 5, 697* 8 2
meias de seda brancaa e V0J9,a9' "
^BSsgASsSxtk I Grande Jiaoidacao
e a 59, ditoa defustao branco e da brim A y
139 e a 39500, ditos de brim lona a 411 M DE
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 41
ditoa da merino para luto a 49 a a 49500
calcas de merino para luto a 41500 e a 5!
cap., de borracha a 99. Para meninos
de todos os lmannos: calcaa de caaemira
11*!??*'%?!!}*' 6 79, ditas ditu
da brim a 2|, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6f a a 7, ditos
da cor a 6# ttlf, ditoa de alpaca a|89,
eobreeasaeoe da panno preto al2e
14, ditos de alpaca preta a 59, bonets
par. menino de todas aa qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meioa ricoa veatidos de cambraia feitoa
nara meninaa de 5 a 8 annoa com cinco
babadoahsosa89ea 12f, ditoada gorgu-
" r > lia a 59 o a 6, ditoa de
nnm a 39, ditos da cambraiaricamente ;
bordados para baptisados.e multas outraa
fazendaa e roupas faitee que deixam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recebe-se todaa qual-
quer encommenda de roupaa para ae
mandar manufacturar e que para aata flm
temoa um completo aortimento da f azen-
fJKaMI0?*?.* *** ""da officina de al-
leuie dirigida por um hbil mastre que
a J7romPlidl Preicaonadado!-
-------prelas para se-
snn i 122"- laa8de, Mh l Am COVad0' caa,b" Preta a
400 440 rs. a vara orgaodys de cores a
600 rs. a vara, fil branco adamascado
para cortinados e veatidos a 400 e 500
i rs. a vara, cortes de collete de casemira
1 bordadoa pretos a 29 e 39000, ditos de
ve ludo de Or e pretos a 3. 49, 59 e 69,
paletots de brim branco francezea
3500 e 495C0. ditos de caaemi" t" co-
res o pretos a 14 e I69. dllos de alpaca
preta e de cores a 3, 3J500, 49 a 495C0,
camisas de peito de linho a 29500, coTtei
de collete de orguro a 19500, 1700
2920O, 3| e 8S500. collete. lelto. de bril
'"? 23500, ditoa feitos de gorgurio
li^'Ttf-*50?' d,os de Iludo e
?i^?e "*' dlf08 de fulo de corea a S
18500, um variado sorliaeoto de meias II
para homem e senhora, grinaldas com
flores, chalas de1 froco^esparlilhos, e lo- 8
E da a qualidade de roupasfeilaa para ho- SC
? mem que tudo se vende por metade do 9
M seu valor. S
goteen tnmm mmmmmm
Oh! que pechincha.
Vende-se palitos lixados foliados finos para
deotea, 2 massos com 40 massinhos por 400 rs
na ra da Ioperatriz loja da Arara n. 56
muitas fazendas baratas,
na loja da ra do Cres-
po n. S A, de Leandro
& Miranda.
Lencos de seda grandes e de bonitos pa-
drees a r
de
1*000
500
de camisas para ho-
Nobilia.
Na ra da Gamboa do Carmo loia n.
12, vendo.se toda a qualidade de mobi.
Ua tanto a gosto moderno como anti
ga, phantbasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
..Jend?m"!* in$ P*tU de
rio n. 10, loja de pintura.
Golliohas de cambraia bordadas
D'5,nde d'U efus,0 C0I> botoes
Bareges de lia com palmas matizadas
covado *
Grande diveraidada de collarlnhos, um
Kicas saias de cambraia bordadas
focas com 17 varas de cambraia de sal-
picos a
Grande sorlimento
mem a
Dito dito de ditas para menino de 19 a
Chapeos de feltro, forma moderna a
Enfeites de grade de cores o pretos a
Manguitos de cambraia bordados, a ba-
ti, o par
Ricos orgaodys de bonitos padres, vara
Chales de merino liso de todas as cores
Ditos de dito matizados, ponta redonda
a 7$O00 e
Grande variedade de pecas de liras e ba-
badinhos, pecas de lia -
Grordenaple preto multo largo e bom,
corado
Mil e tantos paletots de caaemira de co-
rea aaccos o sobres de todos os tama-
nhoe e
Paletots de brim de cor de 39 a
Chapaos de sol de alpaca de 39500, 49 e
Havendo moitoa outros artigos, e todos serio
vendidos sem reserva de prego, a dinhairo.
Queijos do Serillo,
Vende-se em porfi o a retalho os afamados
qaeijoa do Serid, muito frceos e per proco com-
modo, a ellos antea que se acaben : na rus do
Livreneoto n. 3 A.
2J0OO
260
250
2J400
128000
1*840
1(500
3*000
sooo
29000
560
49OOO
89000
19680
29OOO
101000
5J000
49500


-r?
DUMO-M MWWiflUDCO ^ 1 Ve adem-se d ous p v6es:
lnestatypogxphia.
Libras ster lilas
NO
ARMAZEM PR06RESS0


Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penha
Veude-se ueste armazem de molhados os melhores ge-
oeros qne vem a este mercado e cor manos 5 i 10 por canto do qua em outra qealqaer parte,
rarantiodo-se a boa qualidade, po: isso rogi-se a todoa oaSra. dapraca, de engenho e lavradores o
favor de mandarem auas encomaieodaa ao armaren Progresso, afltn de verem a dCTerenca de
prego e qualidade que faz, ae (oasem comprados -m outra qualquer parte.
1A amteig* inglesa
abatimento.
de primeira q-i -.'isde a 800 e 1J00O a libra, em barrtl aa farl
M.a\lltQga lf fcll&QXa t ma, noTt 7i0 tUf llbr, 9m tutu, 600 ra.
" UySSOH 0 mais IUperior que ha no mercado a x80O e 2*500, a libra.
GuA UU'X.Ylil imitando a perola, pela sua auporioridade a 800O, e 20660 a libra:
K> lia pTfctO unic0 Bar, os oentes que se tratam com a hoaeopathla a *}5O0 a Hbra.
U*S do TClfiO ,hegedoi nesta tltimo vapor a 8*500, dltoi chegadoi no ultimo
na to a 2*200
QlWijOS lOdTiaoai 0 qua ha d bom nMU gen9ro a 1*000, a libra e em porco ae
faz abatimento: 0
Q^IWJO ptfttO 0 malj gnperlor qua tam rindo a este mercado a 1*190 a libra.
Vtexunlo ing\ez para luvuibt miUo noTO, 640 a libra. em Por-
qlo ae far abatimento.
CiatfilfctaS 1 agViaS pr0pras para flimbre a 800 ra. a libra o em porcSo a 700 ra.
Pf SXUHVl d* TeiUO d4 |aparior ,Mlldid# 480 re. a bra elntair. a 440 r.
saiaiuO 0 m9ihor petisco {ua pode haver por eatar prompto a toda a hora 1* Ubre.
em porco a 900 ra.
T OTa.elf\US dO re\HO muit0 novo a cjgo rf. a uVw, e em barril de 3 arrobaa a 7*000.
CYioTarlcas e paios de Vombos, MQ rs.. libra> em porco se ta abat-
meato.
Vs&t&S Wm enttUr\$aSjpr0mplssparag9eom8rtin(iai,primeiraveiBeate
mercado a 2JJO00 cad( urna.
Batia de porco refinada tBU1, com 10llbrM por 4*500 cada uma.
uanna de porco mu10 fiDa alva 1480 rs> a libra, em barrll,, 400 ra.
IMLarOielada imperial d0 afamifl(, Abrea c de outros mallos fabrleantea de Lisboa
a 800 ra. a libra, e em porgao se iu abatimento.
Lata COM Vrnta? d* doce em Calda comoaejlo pera, damascos pe-
cego, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
niarmelada de alperxe em ialal da 2 ubra por 1*200 cada ma.
Latas com amendoas conteitadas eonlendo msia confeitoa eew
candi, muito proprio para mimo, a 2*000 cada uma.
Yeode-ae cambraiaa de cores de bonitos e ele-
gantes desenhos a 280 e 820 ra. o corado: na
raa da Impera trl* lo ja n. 20.
diados.
Vsndes-se oliadoapintados da lindas vislss a
paisagena largona de 6, 7,8 e 9 palmos, pro-
ptios para meta* de jaotar i i| o aovado : na
rea da Isaperaltis loja n. 20.
Para omez Marianno.
Sapa tos de borracha o melhor que ae pode en-
contrar nesto marcada a tJNOet o par.isto ,
por ser para a mas ale Mara, par isto vende-se
par esta prec: na lojrdo vr4b, as raa Nora n.
8, confronte a camboa do Canato.
Agua ambreada
para baiihos do rosto e do
corpo.
i A loja d'agula brinca acaba da recebes nova
remessa da pro veitosa mal protarada agua
ambreada, cejos bae efleitea da refrescar a cu-
tis, tirar ardor que deixe a nevolhc ajaando se
fai a barba e acabar o mi balito prnvearieata
do transpirar alo ja bem conneeidea, aaaim co-
mo as aecharas pernio andarem a* sol fas
censerTar perfeltameateo brilho do rosto. A lo-
dos quantoa tem uaado d'agaa ambreada nao sao
estranhos esses efTeitos a alies serio anda maia
aonhecidos por aquellos qua manidos de 1* se
dirigirem e loja d'agela branca rae do Qaeima-
do n. lf onde nicamente so vende.
Relogios
Vende-ss am casa do Johnslon Pater < C,
da do Viga rio n. 3, un bello sor ti ment de
i elogios de ouro, patente inglez, de am dos mais
afamados fabricante* do Liverpool; tamben.
variedad a do bonitos
i.i i ..
MENOS DEZ POR CEMT0
NOS ARMAZENS
Vendase oo escritorio de Uanoel Ignacio do
Otivelra & Filbo, largo do Cerpo Santo n. 19.
Araruta verdadeira.
Na raa da Craz n. 52, loja de, livroa, em caixi-
nhas de|2 1(2 librss para cima s 6|iO0|a|Ubra. j
Botinas de lelis.
retabldas ultimamonta, molto frescaea. grande
aortlmento de bezerro o cordavio: na loja da
raa do Cabagi o. 18, do Borle Jnoior & Martina.
Superior caldo Lisboa.
Ttm pera vendar em porelo o a retalho Anta-
nio Lais de OlivoirO Azevado a C, no sen oc-
criptorio na da Crua o. 1*
Brincos pretos a balao, e
outros objectospara
loto
Dossec objactos do ano hoi infslismenle tantas
ramillas precisan, na loja d'agaia branca achs-se
am bom aortimeoto delles, sendo brincos e rose-
tas a balio, polseirss modernas de grossas e for-
tes tontee, elflnetes para peito, ditos tambam pre-
tos, em aiiinhas, boailes e nao darnos ieraooa,
e meios ditos, cinleiros de fitas e fivelas nielas,
entortes para cabera, grampoa do novoa mldOV
para segaretcabello, liaras da torcvl da aeda o
pelusa, metaa alo aeda a algodao para komeea
sanboraa : com oa compradorea de taca so tora e maior cootemplai;io, atiento o fim para
qaasio: por raso dirigirem -ae i raa do Quei-
mado, loja d'agaia branca n. 16. *
Arroelas ou argolas de borra- ^ 1uioM. dt Mum lrMC,I1n, m
chapara segurar papis e>B.
amitos outros misteres.
A loja a'agula branca recebeu ama porgao da
srroelsa ou argolas de borracha, que acertada-
mente se spplicam a diferenles fias, como tam-
bam neja psra mmaiaar napeia oas diferas re-
partigsa pablisaa, noa cartorioc, eacriptorios,
rmateos, tojas, boticas, tabernas, etc., etc., o
mesmo de slguns particulares, o que na verdade
vale apaoa comprar-so pelo diminuto prego de
140 e 320 a dazia, para poupar-se o trabalbo de
clare deaatar um maato de papis todas as vezes
que se precias, assim como aa mais largas servem
para segurar carteiras, e manguitos de senhorsa,
o mocmo para pulaelrac de miasaogae, advertin-
do. perm. que cada argola tem aua fivela ; ven- de Joa de Azvedo Maia o"Silva': asta vendando
dem-se em dita loja d'agula branca, raa doQuel- todas as miudezas por precos
PROGRESSISTA
MDtSlIS
DE
36.
sos
Polassa da Russia
Vende-e em cata de N. O Bieber
C, s ucees o res, ra da Cruz n. 4-
sem segundo
a libra.
oque hada melhor nene genero a 2*500 8 39000 & libra,
vez ao nosso mercado a 2#20*0 a libra,
em latas de uma libra por 15800 e am porfi
ra da Senzalla Nova
mado n. 16.
Arados
para lavar
Johnston & C
a. 42.
Vende-ae na freguezia de Ipoinca o enge-
nho Diamante, todo bem montado, com casa de
vivenda, senzala, otaria, distilsco, aatribaria,
caaae para lavradorec, todo de lijlo 0 cal, moa
d'agua e muito bom de prodcelo, com terraa
Na ra do Qeeimado o. 55 loja de miadezaa
Ivi
'i aabidoc e
Roee da osea da goV&na
da
muito fino a 800 ra. e em porfi ae Caz abatimento.
differentea qaalidadea, em latas de 4 e 59 por
Doce s*cco ejisi
2^500 cada uma.
*Ttoe com \>a\Vo (raiieez propriog p.r, mimo, 560 .
Paisas em caxiaua do 8 libras mgUo novss por ,550o 9 retaiho a
480 rs. a libra.
rlgOS ES C mUiadra muil0 OTOIt em caxas de 8 libras por *500. ditas com 4
por 1J500, ditas com 2 muito bem enfeiladas por 900 ra. cada uma.e a retalho a 320 rs.
libra.
\&rviV&s fraueexas o portuguezas om lltsi d9 x h, p0i 40 ra.
ditas em meias latas n >00 rs.
fll.a$*&e tomate em utM da, HUri p0r8oo rs.
\U\eildoaS de C*SC4 lUOia muUo aovas a 320 ra. a libra.
OlOieS 120 rs. a libra, e fyOOO a arroba.
A.mOl'X.aS iraUCeifcaS e m lat0, com 3 librs3 por j^oo, ditaa com l li2 por 1500.
^ftf\\%8 ^OrtUgU^XaS a 32) a [bra e am caia ae sri abatimento.
GnOCOiate USfM^, 1g500i dUo franeei 15200 dito porlaguez a 800 rs. a libra,
aauci-se a boa qualliade.
BOiaXllia de soda em iillBS com dHerenles qulidades, a 1J440 ra.
nAa^A 8 para 8^\>a ielrS| macarf0 e talbarim. a 400 rs. a libra e em caixa por 8SO0O rs.
rftlltOS de deUteS lixaj0S| molhos com aOmacinhoa por 200 e 80 ra. maito Dnoa.
S*erCja. em fraScos com l e 1(2 libra por 800 ra.
a. ljOlO [tancez para lim^arfatas a 200 rs. cada um, em poro se faz abatimento
Bol*XH.\*t\ \UgleZa a mais n07a dq mercado a3S0rs. a libra e embarrice a4J500
wOlll.il>.'* ptra engommar, caito alva a 100 ra. a libra e em sseca se faz abatimento.
1rtlX.C de posta em iatas das melhores qaalidades de pexe qae ha em Portugal a 10600 ra.
Spermsete iuperior de cinco e seis velas por libra a 780 rs. e em cala, a 740 rs.
SaYdiniiaS de Nantes em latas muito noval a 400 ra.
rOlXe atUm de aUp9rior qualidada a 120 rs. a libra e em barris com S arrobas por 7|.
iVXeitO O.OCC reQnado de differentes marcas e o mais superior que ha a 800 rs. s garrafa
e em caiza a 9g.
\lllllOS eUgarratauOS dodu(,,ie d0 Porto e de outr.s muitaa martas acreditadas
neste mercado a ljjiOO rs. a garrafa a em caiza a 129000-rs.
\ 1U110 e^ 'Pip* Porto, Figueira e Lisboa a 560 agarrafa e em caada80500, 49 4J500.
9*Mnre|a d9S mas JCreditadii8 mareaa a 50 rs. a duzia, a em garrafa a 500 rs.
uU&ny&gl.^ das raarcaj mais superiores qae h no mercado a 15J e 220000 rs. o gigo
ijOgl\aC VttgieZ. a ioj0)0 rs. a caia e 1200 rs. a gajrafa.
Geliebra de LOllaillia verdaJairaam frasqueira a 60000 rs. e o fraaeo a 560 rs.
X amaraS do ugy j*1 a 8M rs. a libta em calxlnhas com 9 a 10 libras por 5|.
G eliel)ra lUgleXa iOSooo rs. a dada e a retalho a 10000 a garrafa.
PaliUs do g*z a5co n.. gro.
ai refinado em potes grandes a 500 rs. cada um, em porco ae far abatimento.
viaie iaTadft 0 qU9 8e pode desfijar nesle genero a 330 rs. a libra o em arroba i500, 9f dito mais
baizo a 280 rs. a libra e 8JC00 arroba.
SevaOVUna de pranQa a maisnova do mercado a 180 rs. a librs, em porco se fea abati-
mento.
*$* muito novo e alvo a 350 rs. a libra.
h arinna d0 reino da8 mari..1$ S5S e gaiega a no rs. a nbra.
lflta do MaraDho alva e cheiroza a 160 rs. a libra e em arroba a 40800,
n.erVl\UaS,ecaf muitoni)>8 a 160ra. a libra.
\ ttt de carnauba refinadas i *00 rs. a libra e em arroba a 110000.
A-lOlie doc, oe nanos a 720 -s. i garrafa, aftin;a-se a boa qaalldade.
\ lUagrC ,,, Lisboa a 140 rs s garrafa, e em caada a 10800.
W 18lil0^nerez a ijgoo a garrjfa e em calis se la* abatimento.
UllO aojo e mais superior que h no mercado propio paramisaa a 940 ra. a garrafa o em aa-
caada 4S800.
Por hoje dei fim ao mea up retono at4 a chegada do primeira vapor vindo da Europa, pelo
al easro novo sortimento a nio serei preguicdso om o pabliesr ao raapeltavel publico.
nhecidos
americanos e machinas Crozas de pena aa de acede todas as quali-
roupa : em casa de S. P." NoTeios de Hnha que pelo tcmsnho s todos
admiram a
Gaixas de agulhaa francezas a
Caixas com elfloetea maito Unos a
Caixaa com appcrelbo psra entreter me-
ninos a
Ditas ditos grandes a
Baralhos portuguezes a 120 e
para dar mais de 3,000 pes annuamente, com Sro" d* bol6es Pe1u0 P !?
torras anda por descabrirem matas : quem pre- *e,,our" psra unbas mmto finas a
tender comprar, pode dirigir-ae ao mesmo onge- wapcra costura maito auperiores a
nho tratar com o proprietario, oa no Itecife com "Oafo "nsezea para voltarete muito fl-
o Illm.Sr. commeodador Lemos Jnior. *S f. .,
Soahall Mellors & C, tsodo receido or- Agolheiroa com egelhsa renceao e
dem para vender o sea crescido deposito derslo- S""*eVU P peonao do 1 folha a
gios visto o fabrieanto ter-ao retirado do neg- ESVA^eBcadoifo com 10 varaa a
do ; convida, portaoto, s pessoas.que qaizerem
poaauir am bom ralogio de oaro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveiUr-so da op-
portunidade sem porda da lempo, para vir eom-
prc-loc por commodo proco no cea escrlptorio
roa do Trapicho n.*8.
co-
500
120
1*0
60
140
500
200
120
400
400
Berseguins inglezes.
Na ra da Imperatris n. 10. de fronte
ca, loja do Pinto, receben pelo ullimo
grande sortimento dos j bem acreditad
guias ioglezes, que vende por 10$ e 11J
ro logo contado.
3*0 r
80
80
200
800
IflSO
100
320
100
200
40
20
60
100
Para liquida-
Calcado muito em conta.
Na loja do Pinto, raa da Imperattiz o. 10, de-
fronte da noneca, acaba de chegar am completo
aortimento de calcados dos melhores fabricantea
de Parla e Nantes: botinas de Melles, de bezerro
e cordavio, tanto de sola grossa, como de colla
fina, botinas psra aenhoras e meninas, assim co-
mo am grsode sortimento de borseguios ioglezas
que se vende por menos do que em outra qual-
qaer parle, e todo o maia calcado ; a dinheiro
aviata.
Borseguins.
Ra da Imperatriz o. 10, loja do Pinto, ven-
dem-se pelo baratiasimo prego:
Borseguins de lustre para homem a 80.
Ditos de bezerro para homem a 8|.
Ditos de cordavio para homem a 80.
Por eate prec,o a a dinheiro a vista para li-
quidar.
Farinha de mandioca
superior ; nos armazena de Tasso Irmios.
Rosas artificiaes para ca-
bellos.
A loja da aguia branca recebeu bonitas roaas
das que se esli usando para os cabellos, e ven-
de-as na ra do Queimado loja da agnia branca
o. 16.
Fita branca de borracha.
Easa fila de que tanta-falta haria acha-se boje
na raa do Queimado loja d'aguia branca n. 16 ;
aaaim como fitas froaias ou elsticas brancas e da
cores para debruar vestidos.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Ven de-se em casa da S. P. Joohston & C.,
seilins e silhes inglezos, eandieiros e castigaos
bronzeados, lonas inglesas, fio do vela, chicotes
para earros e montara, arreios para carros do
um a dous cavallos, o relogios de otrfo patente
inglex.
Attencao
Yendem-se eandieiros de gaz da todos os pre-
cos at 3$ e 2J500 : oa ra da Imperatriz o. 65.
Vende-ae um mulatlnho de 15 annoa da
idade, maito sadio e de bonita figura, do serv-
co de caaa e tam paiacipio de boleeiro, muito
boa conducta e proprio para qaem qvizer ter um
bom criado : no caos do Ramos sobrado n. 2.
Vende-se muito soffrivel bolachinha para o
arranjo de escravoa a 30 a arroba, o 100 ra. por
Ubra : na na dos Qaarteis n. 16, padaria.
0 Livro do Povo.
Sanio i luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direceo do Sr. Dr. A. Marqaes Ro-
drigues, e contm a vida dd N. 8. Jesns Christo,
segundo a narracio dea quatro evangelistas, o
mais os seguiotes arligos: o vigsrio, o profossor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prati-
ca, Simao de Naalua, mximas o peasemantoa,
a hygiene, oe devereedee meninos, e o Brasil.
A publicaco do UVRO DO POVO nio s tem
por fim uniformisar a leitura oas escolas prima-
risa, onde cada menino aprende por om livro
differente, e portento facilitar o rrabalho do mes-
tro o do discpulo, como tambera vulgariaar, por
am preco barstisaimo, a historia do salvador do
mundo, e os melhores preceitos de moral.
Vende-se o Lirro do Povo, no Retife, na
Uvraria da praca da Independencia ns. 6 o 8, a
500 rs. o eiemplsr em brochura, o s 800 ra. car-
bonado.
Ditas de traoca da lia de todas as cores a
Pares de sapa tos de tranca de lia a
Cartaa de aloetes francezes a
Paras de luvas fio da Escocia muito finas a
Ditas ditaa brancas grossas a
Escotas para limpar dantos muito finas a
Masaos com superiores grampoa a
Cartoes com colzetes de alguip defeito a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fondo de seo muito superiores a
Bufiadores para vestidos de senhora com 4
varas a 80
Caixaa com eolxeles fraaCezes a i 46
Cartas de alQoetea de {erro a 80
Cbaruteiras muito finas a 10000
Tinteiras de vidro com tinta a 160
Ditos de barro com tinta superior a 120
Areia preta e azul muito fina a libra a 120
Tenho nova remeasa de labyrintho para ven-
der por todo prego, assim como tenho trancas da
seda differentes cores para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Muita attencao.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n, 40, vende-se roupas feitas
de todas s qaalidades pelos precos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque e pechincha.
Algodao da Baha.
Proprio pira roupa de escravos e saceos de as
sucar : vende-se na rus da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & G.
Vende-se uma mulata mocs, oa ra Direi-
ta n. 30, sobrado que fica em frente ao becco
da Penha, eagomma. Uva e cosinha, e ainda
de pouca idade, ludo faz com perfeicio ; quem
pretender pode dirigir-ae ao segundo andar do
mesmo sobrado.
A boa fama
venda gollinhas e punhoa com botea para senho-
ra, fazeoda muito boa, pelo bsralissimo prego de
20 : na rus do Queimado n. 35, loja de miude-
zas da boa fama.
Manguitos a balo com
gollinbas bordadas.
A loja da agnia branca em attencao a sua boa
freguazia quer que todos parlilhem do proveito
que lhereaultaria das boas compras as pechin-
cbas, como agora mesmo acontece com uma por-
oso de manguitos a bailo, pannos virados e bo-
nitas gollinbas, tudo de elegantea e largos bor-
dados em finas cambraiaa, cojas guaroiedes est
vendeodo pelo admiravel e birato prego de 20
cada uma, a meama obra que ainda ha pouco
lempo ae venda por 30. A aaoerloridade da fa-
zeoda e bordado diaconleslavel, asstm pois nao
muito que uma senhora compre 3 oo mais pa-
rea desses bonitos manguitoa quando o importe
quaai equivalente aa de um a dos anligoe, po-
dendo-se desea forma e com pouco gaato mostrar
variedade no sau acetado Irajar. Sio as gollinhas
solas que servem igualmente para senhoras e
meninas, sendo os bordados fazenda em nada in-
ferior as outras, e custam eataa 10 a vista do que
coovem que todas aa aenhoras aproveitem easa
favoravel occaaiio e nao ae demorem em man-
dar comprar ludo isso na loja a'aguia branca rea
do Queimado n. 16.
Calcado
Joao Jos Pereira eom loja e fabrica de calca-
do na ra larga do Rosario a. 12 junto a botica
do Sr. Pinto, participa ao publico que lem ex-
posto em a dita loja direraas qaalidades da cal-
gados (eitos os mesis, os quaea sio sem difie-
renga alguma iguaes aos francezes. mas como o
proprietario nio pode ser juiz aa causa propria
por iaso pede aos sus numerosos fregaezes o ao
publico em geral, que ainda mesmo que nio
qeeira comprar, comtudo venham sempre ver aa
amos trae e admirar o trabalbo dos artistas per-
aamboeaooa qua trabalham om aua fabrica, pois
oe sssim o flzerem. ind ubi lvelo) ente apreciarlo
o eamerado tr&balho das meamos; o ae alem dis-
co atteoderem a eatacio actual jimais deixario.
de comprar porque alem de a obra ser de muito
mais deracio ccrcsce maia a circumstsnria do
costar m diminuto prego em relelo aos fran-
cezes.
, DLARTE <* C.
36 ra das Cruzas de Santo Antonio
. Largo de> Carao 8
Os propneurios destes acreditado! rmaseos ds molhados parlieipamaos saus numa-
freguezes que por todos oa vapores e navios da Europa, recebera de aua propria eneommeada
os melhores ganaros, pota que para isso tem possoas encarregadas em diversos pontos da Earona,-
para os ecolberem, o os venden por menos 10 por canto do que era outra qualquer parte, por isso
roga-se a todos os Srs. da prac.a, de engenho e lsvradores o favor do mandarem suas eneommendas
aos nossos armazens, afim do verem a superior qualidade de gneros a diSerenca da precos.
Manteiga ingleza da primera qu,1Hlde a 800 lf rs> t UbM m barriI
far abatimento.
Manteiga fra ncea raais nova m m rs. a ,bra e em barr1. m rs> '
L-ha liySSOn o mais superior que ha no mercado a 2*400 a J&800
Che huxira
Vvla prt?tO muito superior vindo a primeira
Ckl hySSOll o melhor qua vem do Rio,
se far abatimento.
Q lieij OS O reilO chegados nasta ultimo vapor a 2&400 e dos chegados ao ultimo
navio a IOO cada um.
QUIJOS pratO como nunca veio ao nosso marcado a 10000 libra e iateiro a 900 rs.
I alOS e C n O U r 19 a S muito novos a 560 rs. a libra e em porcio se far abatimento.
LataS COall IingUICaSja promptas para se comer a toda hora, viadas a primeira
vez ao nosso mercado a 19800.
reiXe eill lat'lS,ediversos taraanhos.savel, sardo, pargo. pescada, cavarla, lingua-
dos fritos, atm maraado, robllos e lulas do tigelada, do 10300 a 29000 a lata.
1 OUClIlho do reino multo novo a 320 rs. a libra e 90500 a arroba o tamben)
temos para 240 rs. a libra e 60500 a arroba.
Bail a de porCO em latas cora 10 libras por 49400 e 480 a libra.
Marmeladcl imperial de todos os conservaros de LhWa.em latas de libra o
meia e 2 libras a 750 rs. a libra
LataS COm frutas em Calda comosejampera, pecago, damasco, alpar-
i xe, ameixas o gioja, a 700 rs. a lata.
VIarmelada de Alprce em latas de 2 libras por 1000 eada uma.
Doce da CaSCa da gOiaba a700rs.o am poSrlo se far abatimento.
U JCeS SeCCOS ae differentes qualidades em bcetas muito bem arranjadas a 90000.
X amaras as mais superiores que tem viudo so mercado em caixinhas elegantemente en-
feiladas a 29500 e 600 rs, a libra
Passas em caxinhas de 8 libras 49500eeoors. a libra.
P Ig OS (Ja COmaare mu'uo novos em caxiaba de 8 libras e muito bem enfeiladas
a 20200 e 320 rs. a libra.
Pjrvillias francezas e portuguesas a64o 720 rs. a uta.
MaSS i de tomate em latas de 1 librra a800 rs.
Amendoas da casca mole Buito novas a 400 rs. a ufo.
ivi OZes iijuw novas 200 rs. a libra.
AmexaS franceZ S em Utas cora 5 libras por 40000 e a 10000 a libra.
Chocolate hespatlllol a 19200, francez a l*000eportugueza 800 rs.' a libra.
Bol< xillha d SOda 9mlaias com differentes qualidades a 19400 a lata.
MaSSaS para SOpa macarro e talharim a 240 rs, & Vibra e & caixa por 59000.
CaiXin'iaS muio bemenfeilada com ajpHe, rodinha, estrellinhs, tic. a 700 e 800
i' alltOS llX'idoS pira denles em molhos com 20 macinhos a 200 rs.
de rejas em frascos de libra e meia a 700 rs.
I yolo 1^ ranCeZ para limpar facas a 180 rs. e em porcio se far abatimento.
fspermacete Superior semavarU a 740 eemcaixa a 760 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes muito novas a 400 e600rs.
AI pista muito nova a 180 rs. a libra e 59500 arroba.
AZeite doce refinado de diverjas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duzia.
Boladlinlia ioglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alifara o 49200 a barrica.
Goma muito alva a 100 rs. a libra e 29500 arroba.
VinllOS engarrafados duque do Porto, genuino. Porto fino, madeira secca, Carcavellos, nc-
tar, feitoria, velho secco, Muscalel a 19200 a garrafa e 129000 a duzia.
DitOS em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 49000 a 49500 a ca-
ada.
>erVc ja9 das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garraa e 59000 a duzia.
Cila mpalale das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
CogiaC inglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra de Hollallda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o frasco.
Azeta lias ea ancoretas as melhores queh no morcado a 29 a a 400 rs. a garrafa.
fraques superiores em caixinhss a 109 e a 3i0 rs- a earta.
Pt llt S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
Si 1 retinado em pacoles de mais de uma. libra a 240 rs. a em porco ter abatimento.
Cafe do Rio o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e 9|000 a arroba.
SeVa)nha de Franca amis nova do mercado a 240 rs. a libra.
^agU muito novo a 320 a libra.
Farillha do ftlaranhO mnito alva e nova a 160 rs. a libra e 49800 a ar-
roba.
Velas de carnauba e de composico a4oors. a libra e a 129
a arroba.
Vinagre puro de LSboa 2i0 rs. agarrafa e a 19800 a caada.
GrO de bCO muito novo a 200 rs. a libra.
Veras SeCCaS em caxinliaS oito libras a 29500 oa640rs. a libra.:
Marrasquino vardadeiro de ara, de limone, caf, menta, genepro, raandoi'aaari,
curacu, rosa sublime e outras qualidades de 19500 a 29 a garrafa.
Bat Utas em gajos de uma arroba por 19000 e 40 rs. a libra.
Com i II ll OS os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Erva dOCe muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOZ COm toque d9 avara em saceos de 5 arrobas a 59 a saccael950O
a arroba.
O ha r UtOS verdadeiros superiores a 29 a caixinba de 50. .
Saimn em latas com duas libras o mais bem arranjalo qua tem vndo ao mar
eado a 19400.
IV!a 11 tega em latas com 4 libras a melnor do mercad Uerado ermoticamenta
39200 eada uma.
Vinagre era garrfdeseem 5 garrafas de superior qualidade a 19*00.
Araruta verdadeira muito nova a 320 a libra.
Alm destes ganaros encontrar o respeiuvel publico emnoatos armug* so complot
soriimente de tudo tendente a molhados.
Atuendos S COllfeitadaS t mais baraua que ua oo mercado a 300 ra. o 1
a libra.
4

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"
*m
diario m ftnuima>4- swfm ttt rt i mw dtiim
===


tova expwl$ao (fe lazen-
das baratissimati. na fo-
ja e armazem da Arara,
ra da Imperatriz n.
56, de Ma gal ha es &
Mendes.
Vende-seo mtii b*r*to ponivtlii saber: IX-
zinhaa para vestidos a 280 a 400 n. o corado,
ditas muito finas asteas a 560 re. o eoTado, ba-
rago da orea para vestidos coaa flores aoltaa a
860 a. o corado, aaiaa bordadas re ul .o finas a
39500, din maito largaa de 4 pannos propriai
Kra tallo a 39 e SjtjOO : aa ru dn Imperatri j
da Arara d. 56.
Arara vende.
Vendem-a* pacas de msdapolao finos de 24
jarda a 4*100,41600, 5, 5|60O e e. ditoa en-
testado 39. aaaiaa mat ara homom a 1920 a
2J400a duzia: na ra da Inperatrii loja e ar-
aazem da Atara, a. 56.
Panno preto da Arara.
Panno preto 'par* cale* paleto ta a 1)700,
l|800e X| o cavado, cortea de eaaiimlra preto
para calca a 3a, 89200 t 3*500: na raa da 1ra-
peratr loja da Arara a. 56.
Manteletes da Arara,
Vtndem-e manteletes de fil oa roa:a moder-
no que ba a 15, capiahaa de faslio maito bo-
nita a 3y cada ama: na ra da Imperatriz loja
da Arara n. 56.
Arara est vendendo.
Vendem-se pecas de cambraiaabrsncaaa 19600
e t. dita multo fins a 29500. 3 c 33500, dita
para cortinados de 20 raras a 99, de 10 raraa
49500 e 3J, cambraiaa maito fina da oarocinbo
a 49 a peo com 8 li2 vana, cortea de cambraia
de barra a 29300 e 39, ditas de babadoa muito
fins enfeitadoa com ntremelos a 59: na ra da
imperatriz loja da Arara a. 56.
Arara vende roupa frita,
Vende-ae caiga de caaemira preta a 42500 o
59509, paleiote de panno preto a 69500 e 8#, di-
to* de alpaca a 89500 a 49, camisas francezaa a
19600, dita* finaa j eom gravataa a 2J!. colliri-
nhea de Haho malte fiaos a 640 re. cada um, e-
roulae da ltobo a 12600 22 cada urna : na ta
da Imperatria leja e arenase da Arara n. 50.
Gorgurao da Arara.
Vende-ae gorgaro de linho para realidoaa
880 ra. o corado, fuslio de cores ptra reatido a
289 e 820 rs. o corado, eaeeae multo fina de co-
rea a 280 e 320 ra. o corado, cssaae a tarca de
uadrlnho para venido a 240 e 180 rs. o cora -
o, riseados eacocezee para reitido a 220 ra. o
ovad : aa raa da Imperatriz loja da Arara ca-
mero 56.
Est queimando Arara.
Vendem-aa chita de edrea flxaa com pequeo
toque de mofo a 160 ra. o corado, dita largaa fi-
na a 240 r. o corado, dita garibaldinaa a 280
e 320 re, o corado, cortea de chita unas de 13
corado por 2J500, corteado morcantique de co-
rea com 11 coradoa e 5 palmos da largura por 89
o corte, corte de lia finaa de 22 coradoa por 89,
cortes de gorgurao com 18 corados por 69500,
cortes de orgaodyt finos de 15 raraa por 89. di-
toa de 9 raraa por 79 : na ra da Imperatriz loja
e armizem da Arara n. 56, da blagalhaea &
Mandes.
E' na Arara.
Vendem-ee magos de palito de dentei licha-
doa com 20 micinbo por 200 ra. para aa acabar,
ja tem poneos: oa raa da Impertirla loja da
Arara a. 56.
Fazendas pretas
superiores.
Groadeoaple preto multo auperior pela dimi-
nuto preco' de 29 o corado, panno preto muito fi-
no a 3, 4,5, 6,7 e 92 o corado, calamita prata
muito ana a 21, 39500. 3, 39500 e 4 o eorado,
manta pretae de blonda multo auperiorea a 129,
mantelete de auperiore* groidenaplea preto ri-
camente bordadoa a 359, eobrecaeacaa de panno
preto muito fino a 309, casaca tamb m de panne
preto muito fino a 309, paletota de panno preto
fino a 18 e 209, ditos de caiemira de cor mee-
dada a I89, auperiorea gravaliohaa eatreitaa 1
19, ditaa de setim maco a de gorgaro muito au-
periorea para daa* rolla a 29, ditaa eatreitinha*
com lindos alfioatea a 29, auperior gorgurao pre-
to para colletea a 49 o corle, ricos eneitee preto*
a 69, e asaimoutras maitas (izendas que aendo 1
dinheiro & vista, rendem-ae por precos muito ba-
ratos : a* ra* do Quaimado n. 22. na bem conbe-
eida loja da boa f.
Panno de algodo da Baha.
Vende-ae no etcriplorio de Antonio Luiz de
Olireira Azorado & C, na ra da Cruz n. 1.
Nova exposi-
qho de candieiros
a gaz.
O proprietario da aora exposigao avisa a todos
o coniumidorea de gsz hydrogeoio que tem re-
ceido aovameate urna qualidade de gaz super-
fina, sssim como tambem de todas aa quatidades
communa que se vendem neste mercado, giran-
tindo o mesmo proprietario a qualidade que
vende mata de f*l*ifle*gdes. Tambem avisa que
tem recebldo grande remeaaaa de candieiros que
vende em porcio e a retalho pelo prego da fac-
tura, cuja vantagem pode ser contienda pelos
preteodentes. tendo sempre neste estabeleci-
mento todoe os atencilios pertencentea ao con-
sumo de candieijos a gaz : na raa Nova n. 20 e
24, loja do Carneiro Vianna.
NOVA
O proprietario da nova exposigio avisa ao pu-
blico que seusest&belecimentos se achim todos
os dias abertoa at aa 9 boraa da noite illa mina-
dos com o mesmo gaz hydrogenio con tendo nos
mesmos estabelecimentos urna riquissima galera
de quadros que muito intreteri a curioddade dai
familias que quizerem visitar estes esUbeleci-
mento, aaaim como um numeroso sortimento
de objectarias que por goato ae poden comprar,
garaatindo aos concarrentea a franqueza do in-
gresso em seus estabelecimentos : na raa Non
n. 50 e 24, loja de Carneiro Tianna.
Farinha de mandioca.
Vende-e a bordo da barca nacional Atrevi-
da, ebegada do Bio de Janeiro : a tratar com
Marques, Barros & C,largo do Corpo Santn. 6.
Attencsio
Chegen para foja d> victoria, candtairoe a
gaz de noves goitos e modelo, lano para sala,
./."-.^"i e qu'rt0 P" **
t5? j* Tctori aa ra do Juaimado
8. 75.
a
priedade muito perto da prega, eom aade ole-
ra de done foroo, capaila, boa em da vi-
vando, versas c.sss h.bit.d..,d, "*gSndee
virelros, mu ta. arrorea de ructo. l.cl.zVre di"
versos coquelro. : tratar com o Dr. Sonta Reia
ou com o m.ior B.l.rmiuo da Bego Barro nta-
ta cldidp, oa aa Migdalena. ^^ *
VBB6S e COBSCTYaS.
chegadas pelo ultimo vapor
francez.
Una Nova. 2.3.
Vinhos de Boideaux em caixai de la
garrafas.
Marca SI. Julien I29OOO
c Chateau Ha.t Brion 249000
* Gruau 1* Ros* 40*000
Mama alimenticias da ctaa da Rodel & Fila
frres formadores 'da auguala casa imperial do
Brasil.
Galantina de rolailla 59, Ungue fouree 59.
A oueltea truffees 39, andouillettea truffes 39.
Aloaettei Roties 21. andouillettea 29.
Grlrea RoUea 2J500. pigeooa crpoudine 29.
Piada de porc 2. ditos de montea 29.
Celen, pointes das perges asalaltU aujvs 29.
Fonda d'arlicbaats a la Barigoula 22.
Carottaa aujos 19, su natural 800 ra.
Champigncna 19, naveta acomds 19.
Oaeilte fine a l| e 29. Bouillon groa II..
Pelita pota a 800 e lft. Beurr* rais 29.
aliene a 500. 800, 19500 e 29500,
Fraile aa jus em raacos grandes 22.
Amenas secesa em lataa de um kilogram* 29.
Oh que pechnch
Vende-ae chita fraaceza escura e fiza a 220 rs.
o corado, meta caaemira para cele* paleto a
560 o corado, e cortee da mesm'a para caiga a 29,
bramante de fino linho com 10 palmos de larga-
ra a 2924O a vara : na ra do Queimado n. 43,
esquina que volts para a Congregacio: dlo-se
amostras com penbor ; quem precisar appareca,
que iate nio dura sempre.
Peitos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de fustao lavrado e
trancado para camisas a 500 rs. cada um. {asea-
da mui boa e encorpada : na ra do Queimado.
loja d'agaia-branca a. 16.
Olhem para o pavad e
59000
8900D
I9OOO
800
19600
I9OOO
240
39000.
39OOO
29500
11280
506
800
62000
29000
Camitinhae com golliohas manguitos
de cambraia bordadoa, leseada mo-
darnistima a
Ditaa de fustao com aalpicoa de cor
Golllnbaa bordadaa com botaozinho
Ditas de todoa oa goaloa a 640 *
Ditaa com manguitoa de cambraia bor-
dadas a
Manguitos de cambraia bordadoa maito
finos a
Golliohas bordadas a
Romeiraa de cambraia eafeitadas para
lato a
Camisiohss para aeohora a
Lencinboa de linho com labyrinlho para
mo a
Ditoa e imitacio de labyrinlho a 1J e
Lurss de torcal enfeitadascom ridrilho
Eofeitea pretoe com ridrilho a
Ricos anfeitea pretos e de corea, a Turca
e Garibaldi
Grosdentple preto a I56OO, I98OO e
Todaa estss fazendaa rendem-ae na ra da Im-
peratriz n. 60, loja e armasen do pari, de Ga-
ma 4 Silva.
Sementes de hor-
talices
Na ra da Cruz a. 32, deposito de pao e bola-
cha, vendem-ae semen tea de hortalicee vindasde
Lisboa.
8ahio luz o
Gallo Vigilante.
Isa ra do Creapo o.7, aoade o reepeitavel pu-
blico achara um grande e variado sortimento de
miudezas que se rende por precoe mala baratos,
10 por ceoto do que em oatra qaslquer parte,
aasim como seje, franjas pretas com ridrilho o de
cores, Otas de lodaa aa qaalidadee, frenja a galio
de llano, eaaearrilhaa pretas e de corea, frocoade
todas aa corea, oa riquissimos enfeilee de caneca,
galiozinhoa de linho de aeda para enleites,
chapeoziohoa para enancas, chapelinhas para ae-
nhora, bonete de panno e reliado muito unos
para meninos, fitas muito chiquee para aintoa,
manguitos e golliohas muito finas, lencos de
cembreia de linho muito finos, e mniloa mala
objectos que se continuar annunciar, pois ren-
de-so tudo por prego* baratlssimoa por ae echar
em liquidarlo. Na mesma loja se achara um
rico aorlimento de amendoaa e confeitoa proprioa
para qualqaer mimo, que ae rende pelo barata-
simo preco do 12600 a ceixinha.
\GE,NCIA
DA
Fundido Low-Moop,
Boa da* Senxalla Nova n. 4S.
Neste estabelesimeDlo connua a harer ara
completo sorumento de moendss a metas moca-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e eoado de todos os tamaohos
para dito,
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Una do Queimado n. 19.
Lencoee de bramante de linho a 39.
Cobertas de chita finaa a ?.
Ditas a proco da 19800.
Cambratas pretas maito finas.
Colchas de fustao muito lindas a 69.
Esteiraa da India de 4, 5 e 6 palmos da largo
proprias para forro de cama o aalas.
Lencoes de panno de linho fino a 29.
ai goda o monatro a pre$o de 600 rs. a vara.
Toalhas de linho para mesa a 49.
Ditas de fustio para mos, cada ama 500 rs.
N. O.Bieber & G.succeeaoree,raa da Craz
n. 4, tem pararenderrelogiosparaalgiboirs da
oaro e prata.
A banha fina,
bm copos grandes, ebegoa para a loaj d.agiia
eranca, raa do Queimado n. 16.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vande-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de LowMoor libra a 120rt.
Vende-se
urna negra que sabe engommar e cosi-
nhar: quem a pretender dirija-se a ra
do Apollo n. fS, armazem.
Meias dela.
Vendem-se meias de la edmpridas e outras
na raa do Queimado, segunda loja n. 18.
Vende-se um moleque com 10 annos, bo-
nita figura : na roa da Imperatriz n. 40, segun-
do andar.
Vende-se um relogio patenta horisontal,
de ouro, mnito bom regulador, com am grosso
correntio, ou sem este ; no pateo da ribelra nu-
mero 7.
Vende-se uro bom arallo novo, eom boas
signaes, pode servir para carro, oa mesmo para
montaria por ler alguna andares ; para ver e tra-
tar, aa roa Imperial n. 106, sitio.
- Ricos
cortea de vestidos brincos
bordados.
Vendm-se ricos cortes de raatidoa brancos
bordados eom 8 babados pe* baratissisM ptoce
de 59 o corle: na ra* de Queimado n. 22, aa
bem conhecida loja de boa 14.
Camisas inglezas.
Vandam-se superiores esmisa* inglau* eom
pregas largas a*l* batalasaimo preco da 359 da-
lia : na loja da boa f, na ru* do Quaimado nu-
mero sa.
Ricas gollinhas e punhos
com botoes
Vendem-se ricas gollinhas e panhos de cam-
braia e fnstio ricamente bordadas com lindos bo-
toes, pelo baratiisimo preco de 29 cada guarni-
' m" ru* do Q*"IBad0 "' M loi* i$
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de linho com duas raras de
largura a 29400 a rara, atoalhado da linho ada-
mascado com duas larguras a Sg500 a vara, brim
branco de linho multo superior e 1J440 a vara,
dito de corea, fazanda multo auperior a 1S, dito
pardo de linho paro a 800, 19 e 19200 a vara, di-
to de quadriahoa muito proprio para calesa, ja-
Saetas e paletots para meninos a 200 r*. o cova-
o, gangas francezas multo superiores a 400 rs. o
ovado, eambratas francezaa maito finas a da
maito bonitoe padraes a 260 e 280 o corado,
cambraia lisa muito fina a 4f, 5 e 69 a peca coa
8 1(2 raraa, cambraia com aalpicoa tambem eom
8 1|2 reras cada pesas a 49500, dita muito supe-
rior o malhor que ha neste genero a UfSOO a pe-
ca com 17 raraa, ou a 800 ra. a rara, chitaa fran-
cezaa de maito boae qualidades e de lindos pa-
drees a 240, 280, 300 e 320 o corado, fil da li-
nho liao maito fino a 720 a vara, tarlatana bran-
ca e de core* a 760 a vara, toalhas de linho para
mios a 79 a dotia, ditaa pelludae muito superio-
res a 119a duzta, gollinhas de cambraia borda-
das a 800 ra.. manguitos e Rollas de cambraia ri-
camente bordadas a 29 o par de manguitos com
urna golla, leneoa braoeos muito finos com bico,
renda e labyrinlho a 1|280 cada am, ditoa de
cambraia de linho para algibeira pelo baratissmo
preco de 4, 5 e 69 a duzia, e assfm um completo
sortimento de fazendaa de todaa aa qualidades,
que aendo a dinheiro 4 vala se venderio por pre-
co* mui baixoa : na bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Camisas e ceroulas
Vsndem-se superiores ceroulas de linho muito
finas pelo barato prec* de 269 a diaia, ditas tran-
adae de algodo, mas de muito boa qualidade, a
79 a duzia, camisa* branca* francez** a 21, 249.
26 e 309 a duzia.dkUe pasa menino* 2M da-
lia, ditaa para bomem com aberturas de coree a
219 a duzia : oa bem conhecida leja da boa f
aa ru* do Queimado d. 22.
Manguitos com golliohas.
Vende-se manguitos com golliohas, fazend
muito boa, pelo barato prego de 2J000, gollinhas
e punhos ultimo gosto a 29000, gollinhas muito
finaa e bem bordadaa a IgOO cada asas na ra
do Queimado loja de miudezas da Boa fama.
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pegas de tira* bordadaa de 2,500
3,000, 3,500 e 4,000 enlremeio* a 1)>600 e 29OOO
cada pea na ra do Queimado loja de miadezas
da Boa fama, n. 35.
Bonecas francezas.
Vende-ae bonecaa francez** ricamente va|tdM
i 49000 e 58000, e 21000 bonecaa de cera com os
olhos moredgos a SSjOOO e 38000, na ruado Quei-
mado loja de miudezaa da Boa fama, o. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-ae fivelas de ac para ainto a I95OO rs. e
29000 na ra do Queimado loja de miudezaa
da Boa fama, o. 35.
Sapatos de borracha paro
senhoras.
Vende-*e sapatos de borracha para senhoraa e
meninos a 19500 rs. o per, sapalinhos de lie para
creancas a 19000 re. o par, ditoa merino al9500 rs.
loucas de lia para creancas a 2f000,19OOO, 800 rs.
sapalinhos de seda ricamente bordadoa proprio*
para baptisadoa a 39000 o par, na ru* do Quei-
mado loja de mindezaa da Boa fama, n. 35.
Baleias.
' Vende-se baleias 4120 rs. cada urna aspa de eco
para balao a 160 rs. a vara, bandees a 19500 ra. e
29OO o par, na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Gascarilhas de seda.
Vende-ee caacarrilhas da sede para eafeiUr
vestidos a 29000 a pega na ra do Queimado
loja de miudezaa, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meiaa de borracha para quem padece
de eryaipela a 159000 o par, meias de aeda preta
para aeohora a lfOOO o psr oa ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
Luvas de pelica ecamurca.
Vende-se luvaa de pelica de Joavin a 29OOO o
psr, ditaa de camurc* propriaa para moataria a
29OOO, ditaa de escocia a 800 ra. o par na ra
do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
a. 85. '
Palmatorias deyidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias da vidro a 1*600 rs., ditas
com mangas propriaa para rapase* a 49500 ra.,
cada urna, eacarradeiraa de ridro a 49500 rs.
e 59000 o psr, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata ingleza a 19500 rs, dita fraaeesa a 500
rs., 640, 19000, oleo da aociedado hygUnique
rerdadeiro al&COOo frasco, oleo baboaa de Pirer
rerdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsa mita
para oa denles a 1*000, dila de Botot tambem
pera os denles a 18000 o frasco, pomada fraace-
za em pie* a 500 re. e 19000, 320 ra. aaboaetes
muito fino e 640 rs., 800 rs. e I9OOO ceda um na
ra do Queimado loja da miudezaa da Boa fama,
o. 35.
A 200 rs.,so pavo.
Vende-se chite franceza escara de cor fixa a
doua tustota o corado: aa ra da Imperatriz o.
60, loja e armazem do pari.
A 2#500, s o pavo.
Vendem-ae cortes de cambraia branca cosa 9
3 babados a 29500, ditoa de tarlatana brancas *
de cores, com barra* a babadoa a 39: na ra
da Imperatriz.n. 60, loja e armazem do pari da
Gama & Silra.
A 500 rs, s o pavo.
Vendem-ae es mais modernas a floiaslasaa la-
ziahas de quadrinhoa e de ores sola* e patmt-
naas, desembarcadas do ultimo aario rindo do
Harre.nelo baratiasimo prego da quuhentos lls
o corado, e dio-ae aa amostras com penbor : aa
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem da Ga-
ma & Silva.
* Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs,
Vende-se esta aova uzeada da padxoee delUa-
dsalmoa eom 4 10 palmos da largara, propria
psra vestidos da saebec* a 400 ra. o ovada: a*
r"* Veratria n. 60, leja t arojizeaa do pa-
vio deGaauSttw.
Sapatos d bor-
racha*
k 19. 19500 e 2| o par. agulbaa Victoria a 120
" "*. mpariaaa econmica* a 100 rs. a
csixs, certeirss para entrever a 14$ e 16. calas
pnw^.aMalffccraiu Wt*a exono-
9" **a "i ^ '*ra daifa, meiaepere aeabore, bomem, me*
aa esa. par todo o preco. braeelaue de cabello
com podra rota amareila a 59 cada usa ; s
he na ras do Queimado toja Esperaac* n. 33 A,
Caimanea & Rocha.
ja das 6 por-]
tas em frente do
Livramento.
Cate** traumas de bonito* goaloa a
d*> rs. o aovado, lavae de tr*e*l preta*
a d* a*d* a 500 rs. a par, chitas fraaca.
see urajea aaatea a 246) ra. o aovado.
f>* aaee a 2t0 280 ra., fil de linho
UM a 640 ra. a vara, tarlatana fina de
tedas aa corea 800 r*. a vr*. lenco*
msbco* com han* de cor e 19*00 a du-
zia t20 r*. da um, acias aera bo-
aam a lftoo a d.il. 120 ra. o par,
lisia* para coberta da bonitoe deee-
BBM a 220 re. o corada, pegas de bre-
tanha da ral* o 29, ditae de cambraia Itaa
com 6 IrJ raras a 39, muetellna encar-
nada a 240 r*. a eorado, caleta has para
maornaa de escola i I) o pir, peitoa
P' casia* braae** de corea a 200
ra., pee** da cambraia branca de aalpi-
eoJ9500, slgodao entestado o melhor
fu i* Ttr,> *ii0 t"* P" l0-
aaa a lf a vara, eofeitea doa mais mo-
dernos a garibaldi a 69. a toja estg aber-
t* at.* hora da noite.
Attenco
Guimsraes & Luz, donoa da loja da miudezaa
da raa do Queimado n. 35. boa tusa, participan
ao pablieo qu* a cea esUbelecimento se a***
completamente piorido daa melhoreemercadoriae
tendenU* o m.tmo estabelecimento, muitos
oulroa objectoa 4e gosto, sendo quaai todos reca-
bido* da uai propriaa encommendas ; a estando
alies inteiramente resolridos a nao vandaram
fiado, afiancam rendar maia barato do que outre
qaalquer ; e juntamente peden* aoa aoaa dorado-
ras que Ibes maadom ou voohaaa pagar oa sea*
debito*, sob pena descreo* iasticado*.
de Hamburgo.
De hortaliza florea.
Viudas pala ultimo vapor iaglez: na raa da Ca-
deia de Reeife loja de Vidal ef Bastos.
Arroz da India
com toque da araiia em eco de 5 arrobaa a
?*i.,^00""ok*','nlbellB,gigo <* b*11"]-
'*: 52V'?mM pre'***o a Progie.siaU mpdapolaoenfestadom.it
n. 36.
de duas larguras
de linho lito fino
no largo do Carmo u. 9 e ra das Cruzea
Moedas de ouro de 16$ e
Vende-se no escriptorio de Manoel Ignacio de
Olireira & Fllbo, largo do Corpo Santo n. 19.
Vende-se parte de um sobrado em urna .. Aun.'j'"""".' .
daa principaea ras da B9a-Viala, cuja parte oVaa Sti gorao X* ,"UUb 'das aa
rende actualmente 4009 annuaaa : a tratar na r0/!"800 n: ". eneitee
na da Imperatriz a. 58.
Os baraleiros.
Na raa do Crespo a. 18. r**dem-se as seguin-
,le! ^"Vii" D,ra ob*r golliabaa propriaa para
luto a 3*0 rs.. eofeitea de ridrUb* a 11, rice* bo-
nete psra menino s 29.2J5QQ 3* cbslee da lia-
tas e ponta redonda a 49, leocoe de labyrntho a
!&.C,?,,de br,m de,<><" qaalidadee, pale-
galea a 240. lencos de linho para bomem a 41 a
11 Hnh^fa^graTal* de ,eda finM **>, ditas
iiul. S.f 20 "- hapeoe de sol de alpaca a
ff?h.?Uo,d.*-,eda P">ore. d*aora*. i
69..chale.dela.ziDh. fino. e.Ump.doa e Sebo,
)uito Boa e 9$, caaemira*
par. calcas a 3 o aerado, fil
.-.. -.. a 720 ra.. cambraiaa francezas
Deas a 600 rs. a v.r, merino .zul verde d* dea
aVS.-?' prop"?" roP > meninoe a I96OO
o cavado, cortea de collete de fustao fiaos a 800
Atteecao ao vigilante
Na ra do Crespo o. 7, loja que
a imperatriz a 41
e oaDUU, e muita. outras fazendaa que se rendem
por barato prego, ne ru do Creapo d. 18, sobra-
do amarello de iogo & Fernandaa.
S vende barato
Na taberna da ra da Seniala ora a. 1, ren-
foido fallecido JooCe'go, pWM^&^S'it.
A.tx *-__j_ ._*_ Ur ratos e barat----"-------
est torrando
preco.
por todo o
limo rapor.
ataa a 19 o pote, ebegado pelo ul-
meias moendas.
(erro batido e
Moendas *
Taixas de
coa do.
Machinas de vapor.
Rodas d'agita.
Bodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 58 fundiqao
de D. W. Bouman.
Ultimo gosto,
Golliohas bordadas e punhos
com botoes para senhoras.
A loja d'aguia branca, onde bem se encontrem
objectoa modernoe a de goatoa, acaba da recebar
um liado aortimenlo de gollinhas bordada, e pa-
nhos com booile. botee, o que boj* ultima
moda, e pof isso neohuma senhora se dere ne-
gar a Cempfar um* desea, guaraicoe. por 29000,
unto anaij> afuaite lia ato aeeaaaariaa para
completo otlaamoatp daquellaa que torso de apra-
ciar aa bella* represeajtoeoea do Marieeogeh, e
mesmo es qae nao forem teem igual diretto do
comprar eaaca bonitoe arranioa ; na loja d'aguia
branca, raa do Qaaimado n. 16.
Chambo.
Vende-.* chambo de mnnicao a dinheiro por
219 o quinUl e a arroba por 5*500: no arma-
zem da Antonio Geeario Moreira Dias, roa da
Madre de Dos a. 32.
Agua balsmica para cooser-
vaco dos dentes, e agrada-
vel hlito da bocea.
Ese* a precia re a proreiloea agua balaamica,
cujoa bons effeito de conservar a iortidao doa
denles, fortalecer ss gingiva* a tirar, o mi hli-
to da bocea, ao jl bem conhecidoa por todoa
quinto* della tem usado, e ser ainda maU por
quem, prezando esaea bona reeultadoa, se dirigir
com 19 dita loja d'aguia branca, ru* do Quei-
mado a. 16.
Gravatas de seda pretas o de
cores.
Mui boa* e bonitas grarataa pretaa da seda com
aalpicoa de coree a 500 e 640 ra. cada urna, dita*
todaa preta* de bonita* aedaa de eberiaquinhoa,
boa faseoda a Ig, ditas de superior gorgorao eom
ponas bordadaa a reliado a I96OO, ditas da tras-
paseo pretee e de cores com alflaetes, e mai pro-
prisa para meninos, sendo ella de boniUesedss,
forradas,e com dous pospontos deseds decrese
19500 cada urna, a maltas oatra* de difiereotee
qualidades e precoa : na ra do Queimedo, loja
d'aguia braoca n. 16.
Meias de cores para homens
Maito boas meias de cores a 160 o par, e 19600
a duzia: quem as rir nao se desagradar, pois
que se boas e bsratiaiimas : na raa do Qaei-
mdo, loja d'aguia branca a. 16.
i Rival
sem segando*
Na rea do Queimado n. 39, defronte do obrado
ove, eet disposto a vendar tudo por preso que
admira, casita como eeje :
Fraecoe da agua de lavando muito grin-
dee a
Sabonetee o melhor qae pode harer a
Ditoo grande* multo finos e
Frascos com chaires maito fino* a
Ditos ditoa multo bonitos a
Garrefaa de egua colate o melhor e
Frase** com beaba maito superior a
Ditoa dita de arco flnissima a
Fraseos de oleo babosa eom chairo a
Ditos dito dito a
Dila* dito aito a
Ditoa para llmpar a oabeca a tirar caspas a
Ditas dito pbiloeom* do verdadelro a
Ditoa com banha trasparente a
Dito* cosa superior sgu* da colonia a
Dita, fraseo* grandea a
Frasee* de maca; oleo a
Ditos de opiata pequeos a S29 a
Ditaa do ta grande, a
Tem am resto de levando ambraada a
Liaha brema do gas a 10 ra., a trea por
dees, e fio a
Dita de cartee Pedro V, eom 200 jarda* a
Dita dita dita com 50 jardas a
Csrreteie da liaba coa 100 jarana
Deuda 4a meiaa craas maito encornadas a
Dita d* dita* maito auperiorea a
Dita da ditaa brancas para eeohora, mal-
ta Bnaa a
Vara de bico d* largura d* i dedos a
Dita da fraaja para taalbaa a
Grasa da bu*** da leac* brancas a
Duzia da phosphoros do gaz a
Dita 4a itaa 4* reta multo Mparlores a
Paseada fita patacos g* todas a* lai-
IVMS
Coraes.
Q*rerdadeiro* fio* da corsea redoadoa aaaim
come raiz, pola o maia auperior que tem rindo
ao mereedo : so no rigilantarua do Crespo n. 7.
Micanga OU continhas.
Mlcanga ou continhas de muito lindaa corea a
240 rs. o msciaho : s no rigilante raa do Cres-
po a. 7.
Continhas do Rio.
Gonlinhse doaradinhaa mluda e groas* proprio
para pulceiraa daa quaea ae esli mando mullo
por ser ultimo gosto, s 240 rs. o macinho, assim-j
como eljofir b.anco e de cor a 300 ra.: s no
rigilante ra do Crespo n. 7.
Lenops brancos para algibeira.
Ainde se rendem lencee branco fino* para 1-
gibeire pelo baratiasimo preco de 59400 a duzia :
na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Meias para senhora.
Vea4*te-ee meiaa Aoa* para acabara pelo ba-
ratiasimo prego de 89600 a duzia: na raa do
Qaoimado a. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Peonas d'aco.
Ag rerdedeirss penee inglesae caligraphicas a
I94OO rs. a caizinha : s no rigilante ra do Cres-
po n. 7.
Banbas u leos e cheiros.
A superior banha transparente a 900 rs. o
Irasco.
Dita em lata de folho de meia libra a 500 ra.
Dita em lalinhae de quarta a 320 r.
0 rerdadeiro oleo da aociedade hygienica a
900 ra. o frasco.
Dito macaeaar e muito fino em frasco peque-
o a I96OO a duzia.
A verdadelra agaa de colonia frasco grande a
900 ra.
Ditos pequeos meamo em garrafinhaa a 400 ra.
Ditoa com auperior agua de flor de Urania fras-
co grande a 400 ra.
Dito com excellenle agua celeste frasco gran-
de a lf.
Dito fraaquiohos pequeos com vinegre TUgl a
400 rs.: s no vigilante raa do Crespo a. 7.
Para conservar dentes.
Estojo.
hT Im' U.m "C0 6?,0 P"" b" W
numero irj.8"" f"DCeZ n' ,M do Cbu8*
Perfeita engommadeira.
Vende se urna preta cozinheira, Uvadeira e
excellenle engommadeira, muito morigerada o
ladta com urna filha parda de 7 parag ano.
mu linda, ou permut.-se por 2 eacravoseriou-
10, sendo t negro moco, robusto, e sem vicios
ou achaques, e 1 negra em identicaa circunstan-
cias, ambora sem babilidadea: quem quizar rea-
lizar qualquer negocio, annuncie por este Diario.
Prestem attenco
O Gallo vigilante na ra do
Crespo n. 7,
qae quer liquidar e vendendo tudo por precoe
que admira, como sejam :
Riquissimas bandejas de charo de muitie qua-
lidades. H
Salvas de metal com ricos lavroree imitando
prata.
Copioho e pratinho de metal proprio para me-
nino.
Manteigueira de lindas cores de vidro com tampe
e pratinho de metal.
Riquissimos espelhos com moldura dourada.
Toucadores com gaveta e de ou iras qualidade*.
Binculo* com excellentea ridros.
Riquissimos laques de sndalo e madreperola.
E muitoa maia objectos que se continuar an-
nunciar e que rista do fregus se far todo e
prego.
Aljfar fino imitando perola.
Vende-se a 500 rs. o fio do aljfar fino, imi-
tando perola : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
800
320
160
500
19000
19000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
SO
29400
41500
9J00O
O* rerdadeiros pa da aociedade hygienica pa-
ra dentee em fraaquinbos de ridro o meia supe-
rior que tem apparecido pelo baratisaimo preco
de 19 o fracqalnho, assim como em caixinhaa
qaadradinhaa a 200 re.: s no rigilante ra do
Crespo a. 7.
Gollinhas e pnleeiras.
Lindaa gollinhas o pulceiras de micanga pelo
baraliaalmo prego de pulceiraa a gollinhas 3f,
pulceiraa a 29 e golliohas 19 a 19500: s no ri-
gilante ra do Crespo n. 7.
Sestinhas
Seetinhaa muito lindas com seue pertences pa-
ra menino 39 e 49, aaaim como indiapenaareis
de continhas oa micanga proprioa para menina
trazer no braco com lonciaho pelo baratiasimo
prego de 19 : a no rigilante ru do Creapo nu-
mera 7.
Tinteiros.
Tinteiros proprioa para menino de escola ou
mesmo para quem os qaiser comprer por bara-
tiasimo prego a 500 re.: s no rigilante ra do
Crespo n. 7.
Rival
sem igual.
Miudezas e rap.
Ba larga do Rosario numero 36.
La* de corea sor lid a*, libra a 64400.
Sin to* do arado* I96OO.
Ditos ditos com ponta* a 3500.
Agulhaa francezaa cartas e compridas a 60 rs.
Ditaa can totas a 120.
Pentes de maua para atar cabello a 500 ra.
Ditoa de dita idem (doar.dos) a 19200.
Carretela da retroz de corea a 320.
Eacoraa para cabello muito boaa a 800 e 19.
Cartea de alfinetes a 80, 100,120 e 140 ra.
Eicorsa para unhas maito boaa a 320 e 500 rs.
Franjaa pretae com ridrilho a 320 e 400 rs.
Trangas pretas com dito a 240.
Bicos preto* muito boas a 180, 240, 320 e 400
rol*.
Carreteia da lihha a 30, 60 e 80 rs.
Enfeitee de retroz com franja a 59300.
Meias para senhora (duzia) a 28500.
Ditaa eruas para bomem a 29400 e 39.
Tesou ras ordinaria, a 30 rs.
Franjaa da lia eatreilae (pega) a 900 ra.
" Sabonttee de bola finoa a 640.
Fraacoa de diversos cheiros a 320.
Linha de Pedro Va 30 rs.
Botoes para easareqne a 20, 30 e 40 ra.
Rap Paalo Cordeiro (rerdadeiro) a 19600.
Dito gane grosso e rneio grosso a I96OO.
Dito dito fino a 11280,
seE outras muitaa maia miudezaa que com a pre-
senga dos bons fregaezeaae renderae barata*.
Menead! attencaO t
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na leja n. 20 da raa da Imperatriz acha-ae a
venda um eompleto e variado sortimento de boaa
fazendaa, e qae 4 vista de saas qualidades sao ba-
ratisaimameote vendida, e para maia rerecidade
do que Oca dito, abaixo ro mencionadaa algnmaa
daa ditaa fazendas, a saber:
Chitas largaa cor na a 240 rs.
Hadepolio fino eom 24 jardea a 59.
Cambraiaa da corea a 280,320 a 400 ra. o co-
rado.
Velludo preta e de core* a 29.
Lindeza de cores a 160 ra. o corado.
Leogos pequeos a 80,120 e 160 rs.
Chapeos de castor fino a 89.
Chitaa pretaa multo larga e finaa a 240 ra.
Algodo traagado preto maito bom para vesti-
dos da escraros a 200 rs.
Cambraia liaa com 10 tarda*a 29.
eea de aalpicoa com 10 ditaa a 39.
Caaabcnta bordada pa cortinado, com 8 va-
Piano.
Vende-se um de mess, j usado, po- &
T* rm em bom eetado proprio psra quem dta
c quizer sprender: no pateo do Tergo n. 3
w 3, segando andar entrnda pelo becco do 9
ssjj Lobato. jh
*nmmmm mmmm &
Garlos IV e III.
Vende-ae com esta eligie pataedes heapa-
nhoea: na ra larga do Rosario n. 24.
Escrayos fgidos.
120 rea a 2/.
80
Vende-ae am engenho aa ribelra do Una,
110 moeato a correata, multa bom da trra* e caiea-
240 do, cem todaa u obras novas, Um properedes
240 para eafrejar 2,000 paes annuaaa, distante do
___mbarque lego* a maia, oa Iroca-s* po* predios
aOJnaaiaiuca; atrataiaapatao do Urmo n. 15.
Escravo fgido.
Desde os ltimos dias de abril prximo pana-
do estaosente da casa de seusenboro moleque
Herculano, que foi escraio do finado Mi noel
Antonio dos Pasaos Olireira, tendo oa aigoaea
seguinles: cor preta, estatura regalar, falla um
pouco afinada e desosegada, tem urna cicatriz
proreniente de unheiro n'um dedo de urna dss
maos e repreaenta ler 26 annos de idade : ro-
ga- ae ss autoridades policiaes a apprebensao do
mesmo e sua entrega a Mj noel Antonio Goncal-
res, na ra do Cabug loja o. 3.
Fugio no da 20 do correte de bordo de
patacho Capuam, o escraro crioulo marinhei-
ro donme Antonio, idade 19 annos pouco mais
oa menos, altara regular, roato comprido e com
algn, signaes de bexigas, leroa caiga e camisa
axil : quem o pegar leve-o ao escriptorio da
Antonio Luiz de Olireira Azeredo i C. roa d*
Crac n. 1, ou a bordo do cilio patacho qae ser4
generosamente recompeosi;do.
Gratificase com 300$.
Contina a estar fgido o escraro mualo de
nomo Rogerio, de idade 24 annos, pouco mais oa
menos, desde o anno de 1353, com os signaes
segnintes : altura regular oa menos, rosto redon-
do esquexehdo, cor alarsnjada, com falta de den-
tes, quando falla carrega no R, que ouriado-ae
elle fallar da .pparenciss desvai, olhos amarel-
lados, nariz chalo, cabello amacacados e ralos,
quando fugio tinba principio de barba, tem sa
caataa bem cicatrizadas, em um dos rasios tem
urna cicatriz de ums postema que tere, um tan-
to espadtdo e ettomsgudo, os ps am pouco
apalhetados com os tornozeloa psra dentro, ella
pode inculcar-se ter sido soldado por causas daa
maitas cicslrizes que tem ras costas: rogo, por-
tento, as Illmas. autoridades, tanto ciria como
policiaes, que se dignem luxiliar aoa aenhorea
pitaes de campo ou particulares na apprehensio
do dito escravo, e ser remetlido ao sen legitime
senhor, no engenho Pindobinha, silo na fregue-
zia de S. Loureogo da Malla, comarca do Recite.
Joa Luiz de Aodrade Lime.
Fugio no dia 12 de atril deate corrente an-
no do poder do abaixo astigoado, o pardo don-
me Francisco de 17 annoede idade, que tem bo-
nita figura, todos os dente;, cabelle, carapinhoa
e rairoa, Undo sido este pardo escraro do Sr.
Dr. Antonio Borges da Fonieca, de presumir
que ande por algum dos lu| ares por onde o mes-
mo aenhor tem riajado, como sejam Igusrass,
Goiaona, loga S. Joo, Campia, Serra do Tei-
xeira. Pi 'Alho, Limoeir), aa tres villas da co-
marca de Psje de Florea, aendo que segundo se
suppoe eiteja lambem no engenho Iohamia por
haver sido visto ha pouco* dias em Iguarass por
ter amizade cora uns mulalinbos desse engenho,
anda de presumir que o dito escraro por ahi
se inculque como a serrigo do dito Sr. Dr. Bor-
ges da Fonsec, afim de nio ser apprehendido :
quem pois o aprehender ondeqaer que for encon-
trado esae escraro e o rir (intregar eo sea leg-
timo dono na ra do Hospkio n. 6, qae ser mui
generosamente por elle gratificado.
Ignacio Luiz de Brilo Taborda.
100,000 rs

de gratificaco,
a quem apprehender e tarar 4 easa dasau aenhor
na cidade do -Reeife, aa raa do Collegio n. 75,
terceiro andar, o eacraro Antonio, da nacha Cee-
sange, com oa algoaee seguales, a saber : idade
40 annos, pouco maia oa menas, estatura regar-
lar, falta de dentee aa frente da bocea, em urna
orelha tem um teco tirado, dabaixo do queixo es-
querdo tem trea buracos, aigaaede deatae tira-
do*, tem am deleito no toroozele de am deepes,
pelo qual pacha um pouco no andar, caataasa
mhreagar-ae, anda fgido a> meses, pswco
ala ou meaoa, foi estrave de fallecido Maraeli-
ao Aatonio Peraira.
-----------------.. \- .--------


DIARIO DJS PMNAMBCO QUISTA fUlA 15 DI MAIO DE 1161.
Litieraiura.
Cnsideraces sobre os interesses ca-
iholicos no Brasil,
i
Se o catholicismo porem urna obrigagSo para
o individuo, que o profesa, un debito enorme
para a sociedade que o osposa : e a maior glo-
ria para o particular, a posea da ft lcidade para
o estado ; deiorte que, quaudo urna sociedade
torua-se catholica, toda ella obngada a iros-
trer-se tal. sob pena de contradizer com o facto,
o que professa com a palavra : isto quando
um estado reconheee a excelleocia e es bens des-
ta religo verdadee, e clesle, verdadeira, por
que urna, celeste, porqu do mostr Deus, por
elle ero pessoa a dos eniioada, sem flecao, sem
duvida,sem desordem, clara, patente, bem regu-
lada, simples de porte i inteligencia menos
deseorolvida, sublime, espaz de exorcer os en-
genhos msis cultos, deve honra-la proleje-la,
honra-la com asas profissio leal proteje-la com
a sua tujeicao tujeicio pessoal, e coma pa-
uar a estrada, a livre propagado do evarjgelho,
e as sublimes incumbencias do espiritual minis-
terio ; deve protege-la com mostrarse elle o
primeiro dcil fervoroso, obediente ao seu ensi-
llo, emflm deve protege-la como o deve ser ums
religio divina, que tem em si todos os meios,
para faxer-se respeitar,
E isto deve ser assim nao s para bem do ca-
tolicismo como principalmente do estado : o ca-
tolicismo, esli provado, anda que seja perse-
guido, anda usurpado, conserva se intacto, nao
porque impedido em seus direitos, que Tem a
perde los, os mantera saldos, ccesmo em mel
dos maiores vendarse*, mesmo sob o ferro, o fu-
go e o odio de seus perseguidores : porem o es-
lado em desaccordo cora elle, e em proporgao de
auss usurparlessoTresiro.e soffreioimensamen-
te, porque :
Qusnlo mala eocadear a mestra da verdade,
menos a ouvir, quaoto mais impedir o passo a
seus aotesignaoos, menos abroquelado estar
coutra o erro, se nao reconheeer a egreja coiuo
mi, nao tersuas caricias, quando nao a quizer
por juiz, ficar sem administra :ao de justica, e se
um diachegar laucamente a desconbece-la e im-
peli-la, como a Inglaterra e grande parte da Al-
lemanha, nesse da o sol da verdade se obscure-
cer sobre elle, e em trevas Gcar abandonado a
todos os erros, desde aiucfedulidade atoatheis-
mo. (2j
Assim o Brasil, que nao s particularmente es-
cclheu a religio que mais lhe conviohs, porem,
que mesmo publica e solemnemente adoplou urna,
e com juramento aellou, como do pacto funda-
mental da naci : a A religio caiholica, apos-
tlica, romana, continuar a ser a religio do
imperioreconhecendo assim um facto consum-
uiado ; porque era essa a nica dominante no
paiz desde a sua descoberts, e a nica de todos
os seus habitantes, cootrshiu urna divida, e urna
divida de vida e morte ; porque nao basta, que
a tolere, iolerados, segundo a constiiuic,o, sao
-os outros cultos diasidentes ; ella deve sera reli-
gio do rei e do poro, do cidadso e do estado, do
-oalz e de seas flhos, um e o jiro sem ella nao
podem dar um passo : aquelie deve estar certo,
que nao basta que a proteja, preciso que a au-
xilie, e este, que nao basta que a aprenda e a
saiba, preciso que a pratique.
E de conformidade, ao catholiiismo deve elle
todo seu adiantamento as selencias, sua morali-
dade nos costumes, e seu progresso as artes e
oficios, egreja, sua f, sua religio deve
sua paz e sua falicidade, e emquaoto ella servir
de base suas leis, de norma seus governos, e
de animacao s seus Albos, elle nao se dissolver,
mas no momento, em que tentar persegui-la ou
aniquila-la, adeus paz, adeus poder ; o povo
commovido desconhecer sua docura, e infrene
conculcuar sua autoridade, e precipitar os tre-
menda borrasca das discordias sangrentas ; por-
que o catholicismo est profundamente gravado
em nossos coraces, seus primeiros propaga-
dores esculpiram-no de modo lat, que; nao obs-
tante o fatal descuido, em que laboramos, de
educacao religiosa, descuido j tan inveterado,
para nao ser notavel, todas as vezes que o com-
promeitem ou o falseam, desperta e protesta em
favor de sua doutiina contra a usurpaco.
Para nos pois nao ha a trepidar, nos nos i-
vilisamos com a religio catholica, e s com seus
preceitos, oulras armas foram iuuteis. outros
meios icoproflcuos ; acompanbe-nos ella pois
livre e franca, como ella por sua ioslituicao.
Equilibren!-se a religio e o estado, cruzara-se
seus interesses, coadunem-s suas vontades e sua?
delerminacoes, e cala um prestando auxilio ao
outro concorrer para seu beneficio, e fari fiel-
mente observar suas leis.
O estado esteja convencido, quo as unc^es sa-
cerdolaes, sendo totalmente espirituaes porinsli-
da aleada de toda oulra autoridade, que nao seja
a depositada para isso na egreja para velar
super agnot el oves a autoridade de Pedro e de
seus tucuessores, e que sendo de sua natureza
diversas das do estado, nao seoppdem, nem oflen
den os verdadeiros interesses suciies; e a reli-
gio tenha em vista com sua propogaco fszer,
oue cada vez mais se respeite o poder constituido,
e se garanta sua independencia, ensinando quan-
ta obediencia e respeito devido ao principio de
autoridade, o assim difficeis toroar-se-ho as dis-
sences, infundados os conflictos, e por conse-
quencia impossiveis as usurpseoes de alheios di-
reitos.
Como o governo deve religio catholica au-
xilio, reverencia e amor, porque jurou, que con-
tinuara a manle-la, salda eillibida, sem mistu-
ra eprotecco a qualquer oulra, e este juramen-
to de todos os lempos, e de todas as geracoes,
deponha elle toda idea de reacejo contra a crao-
qa universal e nica do paiz; protaja-a, e honre
a seus ministros de urna maneira elflcaz e promp-
la, e as geracoes futuras o bem-ciiro.
Eis o que o nosso governo deva fazer, aflm de
concorrer para a (elicidade do paiz e de seus li-
laos. Vejamos agora, o que ella tem feito.
O hornera, considerado em abstracto no seu es-
tado natural e fora da sociedade, Independenle
e livre de fazer ludo aquillo, que quizar, abstra-
biodo da moralidade da aeco, e isto se diz lber-
dado natural. Considerado, porm, o homem
em sociedade, e considerando, qie nao ha socie-
dade sen leis, e lei, que o exima da sua obedien-
(2) Risposte breve alie obiezioni piu' comn*
contro la religin del Padre Secondo Franco.
ca, o bomem cede oa ptrde parte de sua inde-
pendencia, e assim nao tem o direito livre a todas
as acedes,- que alo vedadas pela lei; em ludo
aqOTHo, pormqMaAt>edado,dis ie con-
servar sa IfteWlfe, onolireilo de obrar. Neate
direito nio se examina a moralidade, mas nica-
mente a aculdade de obrar, e direito de nao
er impedido.
O que diz do homem em particular e en so-
ciedade, diz-se da mesara sociedade, dit-se de
um estado, diz-se de un povo, diz-se de um go-
verno, ha lei ou lela, que lhe prohiban talou
taes aceftes, principalmente se saneetonadas con
universal approvagio, nao elle eolio livre de ir
de encontr a ellas, non a deroga-las a seu al-
vedrio.
Assim, o Brasll.'proelamaudo-se naco, ron
pendo a tutela, e eendo reconbecido independen-
le pelos outros estados, aellou com juramento :
que a religio eatbolica continuarla a ser a reli-
gio do imperio ; e, segando as bellas expresses
do Sr. conego Pinto de Campos c curvou cerviz
ante um (acto superior, direito superior a todos
os direitos ; repitiu, o que lhe nao era dado al-
terar, o que tres seculos haviam gravado no eo-
raco e na mente dds Brasileiros, edezenove se-
culos oa mente e no corceo da humanidsde in-
teira ; por consvquencia, assumiu ingente res-
ponsabilidade, nao s para faze-la observar, como
para para observar elle neemo. Desde eolio nio
foi mais livre em fazer o que lhe vedado por
ella, e s livre de fazer, o que ella permute, e
de prestar-lhe. o que ella exige.
Has ah I qu&o diversas sao as promessas do
Senhor das vaa promessas dos noraeos I O go-
verno, parece, que se arrependeu desse paseo, de
ter asseotido a esse Juramento, quiz arripiar car-
reira.
Um legado fatal linha o Brasil herdado do ve-
Iho Portugal, e esse tenebroso legado foram as
ideas regalistsa as mais exageradas ; a par del-
tas, con urna lgica errnea e absurda, chamoua
si, eusurpou aquelle* privilegios, que fldelis-
sima coroa portugueza linha a santa s concedi-
do, como, se as concesses feilas f viva da-
quelles, que olharam sempre como sea primeiro
dever e a mais brilbante de suas glorias mandar
e proteger os nissionarios, que com tanto pro-
veito para as almas difundan a luz do Evaoge-
Iho, e povoavam debomensas ruinas da Asia, os
ardentes desertos da frica, e as selvas mages-
tosas da America, se podessem transmittir por
heraoca ; sin la mais, nao apresentaodo os her-
deiros sequr urna das qualidades, por onde se
tornaisem digoos de tanta honra.
Nem se diga, que linha sido zelo em favor da
religio, amor egreja, e desejo santo de ser
distinguido pelo chafe da catholicidade, que ins-
pirara estas ideas, que as nutrir, e que iniciera
o governo brasileo a querer que o chamassem
patronoporque oenhoma probabilldade ha :
se justos fossem seusdesejos ; se a m f nio oa
io9ultasse, nao leria delle mesmo partido aa
ideas devastadoras doschisma, que esleve pres-
tes a proclamar-se, e o imperio da Santa Cruz
ao leria atiooito e terriacado perguntado que
novo lagello este?
O governo, como dissemos, arrependido, qaiz
arripiar carreira, e imbuido at as medallas das
doutrinas falsas dos rebeldes egreja, desco-
nheceado seus verdadeiros interesses, falseando
a confianca publica, ludibriando o voto popular,
quiz entrar em lula com ella, quiz oegar-Ihe sua
autoridade, quiz roubar lhe suas atlribaices, e
trnala sus nobre escrava. D'eoto com o espi-
rito perturbado ejo aoimo confuso se olha, mas
com pinares de pezar e dor para o governo, que
em vo busca anoiquillar um poder, mas um po-
der cujo aspecto o sossobra, cuja torca o abys-
m, e que possuido, como de infernal vertigem,
ataca desabridamente a filha de Jess Chrislo, a
eiposa de Pedro.
Ento, hallucinado, se o ve aabmeltendo i
conflrmaco da ssnts s para bispo de um padre,
cujas doutrinas lhe eram bem suspeitas. e este
nome teodo sido regeitado, pretendeu interrom-
per nossas relaces con a s apostlica, e lu-
iberuarnos (3) Diante do corpo dos legtimos
representantes da nac,o, o chefe do estado insi-
nuou a fatal medida de separarlo da s de Pe-
dro, proclamando-se um schisma (4) e um depu-
tado confeccionen e offereceu approvaco da
casa um projecto, noqualae propunha a separa-
cao da egreja brasilea, e a supremaca espiri-
tual do chefe do estado. Foi mesmo no parla-
mento da nacSo, que se propoz abrogar o celiba-
to clerical, a auppressio dos cabidos, a impstelo
da laxa sobre o culto calholico. o culto do pala ;
se quiz supprimir diversos impedimentos can-
nicos do matrimonio, e crear oatros dictadoa pelo
poder civil, com audiencia da egreja. Foi as-
sa poca de triste recordaco, que se despraali-
giou o clero, tirando-se-lhe o privilegio do foro
(5) qae se suspendeu em todo o imperio o provi-
mento dos beneficios nao curadoa (6), que ae len-
tou tornar os parochos amoviveis a arbitrio dos
presidentes de provincia (7), que ae coarctou,
sem plausivel fundamento, urna das Olis impor-
tantes prerogotivas do episcopadoa de ordenar
sacerdotessubordinando-a a un aviso do go-
verno (8), que um ministro da ceroa impediu
un ecclesiastico, eleilo bispo, dar certas axpli-
cacoes s apostlica, sob pretexto de ser un
ataque directo ae governo e independencia na-
cional [9) que outro ministro prohibiu aos supe-
riores regulares puoirem com a penajle carcere a
seus subditos refractarios, com o frivolo pretexto
deque, a constituirlo prohiba os carceree pri-
vados (10).
Passsram-se mais lempos, mas o governo nio
ceasou de offeoder a coosciencia publica e a ca-
tholicidade do povo brasileo,que com urna enr-
gica e ortbodoxa opposico mesmo no corpo le-
gislativo, linha j repelado suas innovarles, e
impedido a propsgacio, cootinuou a legislar pa-
ra o clero secular, para os claustros, e para oa
seminarios, olvidando que um poder, que nao rea-
peita a outro, reconbecido pela coosciencia da
FOLHETIN
ORIGINAL DO DIARIO DE P1.RNAMBUC0.
AGARAPUCADE HEITIO
ou
RECORDACES DE 11 HOJIES VELIIO,
(3) Sale de ietembro iiornallde 15 de novem-
bro de 1837.
(4) Falla da abertura da assembla giral de
1836.
(5) Cdigo do procetso aiminal.
(6) si de 14 de junho de 1831, art. 18 in
fine.
(7) Lei da aesemblaprovincial de Minas, re-
vogada pela a>sembla geral em 1837.
(8) Aviso de 6 de abnl de 1839.
(9) Officio do ministro da justica de 10 de
junho de 1835.
(10) Oficio do mesmo de 15 de junho Discurso do conego Joaquim Frqncitto de
Faria na abertura do seminario di Qlinda em
1855.
naci, di por isio meimo motivos de te duvidar
'O principio, que manda, que cada um respeite
quen governa, lhe impe tanben o derer de
respailar a oulras autoridadaa, mxime, se alias
sao de ordem superior, como a egreja, nio deri-
vada da vontade popular nem real, mas da ran-
tedi daqeelle, que baixou 4 tsrra pleno de poder
necee en (erra, do qusl delxou depositada a
egreja catholica. ^
Sita lata entre o poder civil a ecclealaatico, tul
sempre de fataes consequsnciaa para un e para
outro, aquelle quebrantando dasrespeitoiamenta
aa leis da egreja, di um exemplo completo de in-
subordinado a seus subditos, exemplo ae mui-
tas vezes aproveita, e este se desprestigia total-
mente, de aorte que depois torna se impotente
para reclamar a observancia da mais inaisniacan-
te regr.
O governo, nio inpedindo e propageiio de
ideas sabvaraivas em materia religiosa, nio cava
a a ruina da religio. cava a aaa propria ; dessa
desordem e deesa oofuso de legislsco desee
desrespeitc s coviccdes firmes do pau.no po-
de ella colber seoo fructoa amargos; estelen
convencidos oe governos desta verdade : ludo
reciproco na sociedade : la reapeiUro, se res-
petares ; se ba deverea, que ligara a sociedade,
os que deven obedecer aos qae comnaodam,
nio estao ellos iaentos de obrlgac5ee, a a prmei-
raseguir a justiga, e con ella contornar seus
actos.
Para Iludir a opioiio publica o nosso governo
eiirabiu a seu partido alguns sacerdotes, que ver-
l|tooaamente abandonaran as aleas, onde li-
nhan sido alistados para combater, e passaram-
entra parte ; tantos sio os elementos, de que
elle diapoa, para tormar partidarios sea causa,
inda qua m.
Pox fruU da educstlo, quer primaria, quer
secundaria, bonens inpragnados de saaa idees,
instrumentos de suas paixdes, e dentro de pouco
lempo os jovens, que eahian deasas escelss, eram
Untos exaltados ragalistaa e insubordinados ci-
dadaos, ambiciosos e desmandados?
Alguna publicaram obraa aobre direito canni-
co, moraos pela impiedada, que aellas ss respi-
re, e imnortaes pelos disparatea, qae nellas se
enunciara : a aanla s, o papa A niseravelmente
aespojado de suss prerogativas, como se alguem
sobre a Ierra Ibes podeese tirar I e apresenlsdo
qual outro simples bispo, e os institutos religio-
sos supprimidos cono iouteis.
K estas eram publicac.ea de lentes da acade-
nia de S. Paulo, eapregados pablkos; naso
governo nada dizis, porque taes doutrinas, qae se
espelhassem, convlnha a seus ns.
Con una portara deterntnou, qae os bispos
ae 8. Paulo e o capello-nr aobr'estassen na
ordenacao dos seus subditos, excepto oe que j
fossem subdisconos, e nao podessem ter oatro
destino, eeerevogou tanta arbltraredade somen-
le el9 de novembro de 1859, autorisando-os
anuo a ordenar clrigos aem iicenca do go-
verno 1
1853 querendo o biepo do Haranho dar parte
ao nuncio de sua aantidade, na corle do Bio de
Janeiro, das occorrercias do conveolo do Carmo,
nao o poude fazer, sem ter obtido un aviso do
governo, no qusl ae lhe conceda essa licen;a.
Desligou-se a ordem de seus legtimos superiores
e I o governo, quera ee constitue geral deltas,
e de qual necesssrio inpetrar liceuca, para par-
ticipar autoridade competente o qae nellas se
passs.
Em 22 de maio de 1855 expediu um aviso ao
mesmo bispo, para que examinasse com o nsis
consciencioso escrpulo os ordenandos apreeeo-
lados pelos prelados regulares, como se os bispos
nao soubessem cumprir com o que ibes impem
os caones, e precisassem dos conselbos e das ad-
moestagoes dos governos civis, qae nio entendem
nem lem que ver com as ordensgoes
Das ordeos religiosas eolae loneu elle posse
oteirs; dispe dallas, como dea enpregados da
azenda ou da alfandega.
Obstando, que ae participases, o quo se passata
no paiz com as ordeos religiosas, trato de na-
ta-las, fechando a porta dos conveatos sos aspi-
rantes maior perfeicio.
Con aviso de 10 da naio de 1855 deca roa oser
da compelosla do governo imperial (ate) a licen
5a individual, de que carecen os cidatfaos, para
aeren novicoe das ordeas religiosas, e deven
aquellas qae quizerem ser nellas arJnMldoe, ao-
Hiiiar a oblar do mesmo governo a necessaria
permueao, aeaa a qusl o nao podaras ,
Em 1858 o Sr. ministro 4a justi;a /apresentou
a conaideracao e approvico do coral geral le-
gislativo um projecto eslabelecendo no Bcaail o
saaamento civil, o brado da indignaoo, que tal
prwjecto incito a, fot geral, ee-elle ou so u. defec-
lo, s olle quera e insista por sua adpeo, s
un pseodo-cstaolico asalariado teve coragem de
em um opwculo sasteota-lo, s achou acbo no
animo- pervertido a atrabiliario de um Hngaro
protestante e rovoluciooario cuja obra foi coa-
dennada pela canta a. Apezar dos esforcos do
governo o projecto nonatruoeo foi iautiltsado, e
un outro, mate consentaneo con o espirito da
egreja, proposte e edoptedei
Como a constituico diz: a que todas aa outras
religioes serio permittidaa com aeu culto domes-
tico ou particular, em casae para isso destinadaa,
sem forma alguma exterior de templo o, o goaer-
uo em perfeilo o pleno desprezo d'ella pediu e
obtave da aaaembla pata um pastor protestante
um subsidio maior no ercamento do eetado, do
que o queparcebem os parocboa collados das fre-
guezias de todo o imperio.
Muitas aio aem davida as diapesices emana-
das dos poderes do Estado, coercitivas da liber-
dade da egreja, as en resuno, eia o qae se ten
feito no peix de religio catholica, apostlica ro-
mana que foi edoptada cono religio do imperio
pela conslituicao I
Nem se quer nao lhe agrilhom os pulsos 1 J
qaizeramos, que o governo fosee indiferente a
decadencia da religio; que a decadencia fosse
filha do deleixo de eeua cholos ; q.ue desprezasso
aa dores e a miseria do clero ; qae observaste
impassivel o desmoronamento dos templos........
mse que eonho l Taes sonsas nio se deriem' se
as alalaias da egreja podessem livreneote vigiar
sobre seus saldados, se nio lhe empeceesea a
narcha, aeno Iha deanoralisassan o peder, em-
flm se nao legislassem para a egreje.
Mas porque que o governo tem hoatilieedo
tanto ; religiio ? Ser elheu o nosao eovecno ?
como pergunlra Lamenais, fallando do governo
francs: Nio, o governo nao atheu, parque
o nio sao as instituiedas; mas seus actos tra-
dazem o mais profundo deiprezo pela religiio, e
um plano subterrnea talvex bem amadurecide
da aupprimlr as ordene regularas, e de appro-
Crisr-se dos seas bens.... se nio ha o plano am-
icloso, qua dsoaneianos, a ana todoa reconhe-
cem, negaam-no anteo felo Oe cerraren espor-
tee das ordena reguleres s, qaantoa pretenden
nellas ter entrada, quando a volhtce dos pWos,
qae a comede, promette e prxima extiaeco do
aeu pessoal. (11)
Se comprebende, qae em algunaeatsdos, an-
da que injastamente, se guerree a liberdade e oa
progressos do catholicismo, isso pode ser mo-
tivado, ou porque a religiio do paiz ostra, oa
porque aeaa ministros, menos conedidos e pru-
dentes, interven fortemenle nos negocios tem-
poraes; mas no Brasil que lemoans.Senho-
rea, perguntaoSr. Taquea, nasessio da cmara
do deputadoa do dia 9 de iulho de 1855, a te-
mer de egreja do nosso paiz 7 (Apoiados.) Haveri
alguna coaaa a tener de ana egreja, que nio
ten riqueaa, que nio ten grandee inslituicoes,
l 50?'?. "peBM ,m ,eu fafor con> > eoraco dos
fiis ? (Muitos apoiados.) Por consequencia nio
houve nen ha razio de conveniencia, que im-
pelliesen o governo e coarctar os passos da re-
ligiio ; a guerra, que ae lhe tem feito, toda
gratuita a sede de govaroar e de mandar ao-
bre tudo, o gosto, que tem o honen estulta-
mente, de ver Dos dspender delle, de oppor-se
e suss insiituices.
Mas abl quantoe nales nio produziu elle con
ests espoliado de direitos i egrejs I elle nesno
foi quen n*is sofireu.
Pondo i tests do eosino honeoe poaco firmes
en suas crencha, privn a nocidade da educa-
cao religioaa, mas alo vi, que ella sane aos ni-
Ibares dos lyceos, collegios e ecadenias todos
os annos, o sahe, verdade, sen f e sen re-
ligiio, nee tenben nio tras nen moralidade
nen costunes, e vem eivada de ideas terriveis,
declamando publicamente contra a autoridade,
contra a monarchia, en aunma contra lado, que
tem a marca da lei, ensinando aasim theorica e
orticamente a revoluceo coma rebeldaisauto-
ridades, con a desobediencia, a denagogla con
s destruico do throno, e o socialisno con a in-
dependencia absoluta do influxo de todo e qual-
quer poder.
Enva aos Bispos avisos sobre avisos, ordene
sobre ordene, leis sebre leis, as nio ouve oa
protestos e as queixas diarias, por parte da ao-
ciedade anda in ternera la, contra a ni f e o dolo,
que presidem a todos os contractos com perda da
moral publica a doa bae particulares. Nao pres-
ta atleoco aos gritos do povo, que cisma, que
se lhe faga jusilla recta, que ee castigue a vena-
lid ide doa empragados, naa s doa aubalternoa,
mas meano dsquelles, cujoa cargos devian aer
a morada da virtade e da inparcialidade, e cuja
posl^o devia aer am freio aoa abusos, quando
carecessem da coosciencia intima do seu dever.
Nao entende os queixumee e os ais desea mu ti-
do de men Jigos, pe lindo pi a toda hora, e en
todes ss portas, as to pouco soccorrldos, por-
que a phiiaatropia nao egaala a caridede; nao
sent os ardores da ade de bens e de riquezas,
que quelms, abraza e devora o eoraco de todos,
sem quererem comalo con o trabalho buscar
saciar-se, recorrendo ento i falsidade, ao roubo,
e at ao assassioalo.
Para nales Uto graves e tio assustadores era,
que o governo devia olhar; naa bon, qua ello
palpe con euss noa, o que ten ganho, aepa-
rendo da instrucQio seienlinca e civil a inetruccjio
fundamental, a iostruccio religioaa, sem a qual
aa oulras fallan de apoio.
A ealrada mais recta, a estrada ordinaria, por
onda ae chega depravado do enteodimanlo,
a depravaco do corceo. Ninguam ae torna ma-
terialista, socialista, incredalo, aem prineiro ron-
per o jugo da inconnoda moral, aem tornar-ae
antea vicioso; isto posto, a religia-o, desojramos,
que nao fosse. Dos que fosse um problema,
Christo que nao tivesee viodo sobre a trra, nem
nos livesee salvado, e nesta {fervescencia de
liberdade appareee a Iicenca, o a Iicenca, a ea-
tendeodo aobre toda a moral e os direitos d ho-
rneas, produz um choque interna), oapaz de des-
arraigar es principios maia iodubilaveia do direito
natural, do direito divino, e entao nao ha que
appellar, aeao para a religio catholica, ella-s
capaz de dizer: paraa essa ardeoteo dovo-
radora lava ; a- ella o apoio, o alcafar, oode
ae refugia a virtude perseguida-, assim como no
seio de seus primogenitores se refugia- a tremen-
te e candida arezinna, qae batida pelos cacado-
res, artaado e quasi desfalleeendo,. poude, en-
ganaado-o. enoa;ar at' ellas.
S muila religio pode curar urna sociedade,
que tem gaogrenado o eoraco, nio- baatan aa
boas lea: c as boas leis- pdem influir na- moral
publica v a severa inQex-itnlidade dos magistrados
em fazi-les executar, corrijir os abusos, porm
isto nao -sufflciente para aanar una sociedade
enferma,, cujos eixos esli gastos. Se oecessila
ueste caso daacer rais dos malea, eahi cura-loa
em> ana origem. O alimento religioso- o nico,
que pode cura-la de aeus nales noraes.. Os le-
gisladores, en cujas raaos deposita o povo o
sommo poder, aflm qae-o enpregue en faz-lo
feliz, deven applicar-se- con especial cuidado
a propagar os principioareligiosos entre os indi-
viduos de todas as classes. Sem ellos- oe outros
sero iouteis, e sua applicaco nao produsirfr
maia eleito, que o que causara um ligeiro re-
frigerauie, administrado ao enfermo devorado por
intensissima febre. (lj
At agora nao lenho feito appareeer aenio aa
arbitrariedades, que o-governo tem obrado contra
a religiio do imperio, a sua oppoeicio e a eo
guerra declarada; porm, para prevenir qual'
quer interpellacio do algum goveraistase elle
nio tem feito de envolta algum bem a religio 1
O nicodiremos: que nerece o none, e que
todes os brasileiros lhe agradecen,, e este nes-
no -devido i augusta pessoa doS. M. I. o Se-
nhor D. Pedro II, a escolha de bispos.
As nossas sedes- episcopaes nao tem a in vejar
a quaesquer da Italia oa Franca -,; esli oceupa-
das por caracteres eminentes, quer em virtudes,
quer em amor Santa S, quer em devolamenio
a seus rebanhos; teos no episcopado verdadei-
ros Bispos, verdadeiros pastoree das almas, ro-
bustos nes letiras e na f, devotados na eccio e
no governo, sapientes na anecio e na palavra,
Qrmee na devecio e oa piedade. Louvorea- pois ao
nosao querida maoarchs.
Porem ledo, nio ee enceras, nem aa decide pe-
la pessoa da am bispo, principalmente- em nosso
psiz, e no estado de pobreza de oossa egreja e de
seus niotstros.
Elles mesnos precisara ser dotados ds um no-
do digno A alta posicio, que oceupam, preciaam
ter um aeuiaario regalar, onde formen sea cle-
ro, precisan- ter ene calhedrel, onde exercan
auaa fuocces, precisan ter un cabido, com que
consulten ne> governo da diocese, precisen ter
ana cesa, onde habiten decentemente : preci-
aan ter sobre todo independencia, autoridade e
prestigio.
Mas, en qusl dos doze bispsdos, en que est
dividido o Brasil, se encontram estas cousas,
alias necessarias e indispensaveiaf
Se en un ha seminario, nao ba palacio, se ba
cathedral nio ha cabido.
Todas as vezes qua o governo aprsenla san-
ta s para seren confirmados os bispos, no exa-
me, qae em Boma precede da egreja, apostat-
se eaaaa faltas, a o papa exige eutao do governo
a asseguracAo, de que o bispado ser prvido de
tudo, e s depois conceder- se as bullas; poren
tendo eido ero nuitas e repetidas occaaides Ilu-
dido, porque o governo, une vez obtidasas bul-
las, nio peosava nais en cumprir a promesas,
foi forcado a impor-lbe, nio expedir alguna bul-
la, aen prineiro constar-lhe pela nunciatura,
que o bispado esteva, cono de direito, em es-
tado de receber seu primeiro pastor. Tal foi a
caaaa da demora, que houve, na expedico daa
bullas doa bispadoa da Fortaleza e Diamantina.
Dotoa oa seminarios ltimamente com algumas
esdeirss, ampliando assim mais o curso de estu-
dos, que antes nellea havia; mas qaem nao v,
que ellas mesmo nao sao sufficientes i iostruccio'
do clero? qualquer l/ceu ou qualquer collegio
est melhor orgsoisado ; poren o governo er,
que o clero nao precisa nais do que das cadenas
de latim, francez, retbonca e philosophia, em
quanto os seculares tem alem dealas, grego e in-
glez, geometra, grammatica geral, estudos de
clsticos etc.
Hoje nao falla, e com elle os jovens da poca,
aeno daa cadeaa doa seminarios retribuidas
com 1:0003000, quando qualquer professor de
primeiras lettras tem 1:2008000, qusodo qual-
quer continuo de repsrticjio ten esse ordenado.
K verdade, que para quem nao linha antes cou-
aa alguma, 1:0009000 muito I
Oa seminarios na actualidade representara as
academias do clero, aasin como aua escola de ru-
dimentos, aeu en ico foco de iostrueco; maa
quanto ganha qualquer um professor do collegio
de Pedro II, ou das {academias de medicina ou
da direito ? Para qae essa injustiga, essa desi-
gualdad* ? Ser, que para enainar nos semina-
rios, nao se requeiram tantas habililac.es como
para outra qualquer parte?
E depois clamara a todos oa cantos, que o cle-
ro ignorante e immoral. E' ignorante, porque
nao lhe mioistrastes meios para se instreir, e
privaslesde o fazer, quera o poda ; immoral,
porqae nio lhe dstesasylo, oode padesse apren-
der a aer moral, reaidindo entre vos, e d'entre
vos sendo cooduzido so altar, para l uio pedia
levar, aeno o qao eoravosco aprenden, eile vos
retrata, e a toda a sociedade. Um ctero, quan-
do independenle, quando governvdo pelos
seus bispos, o exemplar da sociedade, mas
quando o governo civil, que o forma, que o
designa, que lhe d o pao, elle, qae eofo de-
ve ser o exemplar, trocan-se as figuras, e se o
jcfaro inmoral, porque vos lhe daes o exem-
plo ; qaem for moral, que lhe atire a primea
pedra.
Nao com aemioarios mal orgsnisadoa, vreil-
la-ntes, com professores mal retribuidos, e com
compendio* eseolhidos e determinados pelo go-
verno, que ae iostrae e se regenera o clero, que
a religio gan&a brilhao tisno, e que os costumes
se refornam.
t' preciso, quo o governo de hoje em diante,,
conoecido o grande mal, que tem feito ao paiz
com este seu modo de proceder, se determine-
firme, solida e ioabalavelmente a querer cumprir
con conacieacia es deveres, que cootrahio con
a relrgiio e com o povo celholico braaileiro, pro-
tegen lo-a, e auotiando seus ministros ; e se
compenetre, que nem o Brasil tem outra guari-
da, oode abrigar-ae dosembalea, qae solre.se-
nio no seio da egreja catholica, nem o

teursfcs,. sanio insultos, cada am
car al. separado, ou aseiiosr-se-
fltel, 0 go
innmeras dieeur
dara aeu parecer i
ia?% e ,ai,T' o nio encontrara
voto collectivo.
eitabelecer-se-hia na corle "do Bi'o'de Janeiro (o
uue serla quase certo] e solio feria que pedir i-
ormacoaa s sutoridadaa accl.aia.tlca, daa on-
traa provincia* sobra aa necessidades de bispsdo,
ou teria qae pereorrertodaa as provincias, e em
cada urna deltas demordr-se por atgam lempo, a
ento que gastos, que despezss I Sirva de exein-
plo a recente comnissio scienlifics, qae foi exa-
minar as riquesaa do Cear, en quintos contos
nao importou, e esta, que se limitou a una s
provincia I Ora, se se restringase ao Rio de Ja-
neiro, para que formar una connisso para pe-
dir iofornacoes, quando o governo sa pode pe*
dir, e pede, quando quer I Se so contrario, pas-
aeasse todas as provincias, confeccionara seu re-
latorio, que nao passaria de ser urna consalla, e
que en consalta parara, cono paran todas aa
requeridas aos bispos e v'igarios capitulares, *
depois, dir-se-hia, que nio ha dinheiro, porqae
o disponivel applicou-se ao coateio da conmis-
sio. O governo est bem informado, e o paiz
bem convencido daa aeeessidades de nossa egre-
ja. Todoa oa annos o ministro dos negocios ec-
clesiaaticos pede aoa ordinarios, que Iba forne-
cam dados os mafa precisos sobra tudo isto, e o
desta diocese recntenteme o acaba de fazer ;
para prova leia-ae o relatorio do ministro, apre-
sentado aaaembla geral, e shi ver-se-ha, qoe
elle o primeiro a lastimar o eslsdo, i qae est
reduzida a religiio, e tudo que lhe diz reapeito.
2o<* Estabelacer junto ao prinado ana con-
gregarlo, decldindo defloitivanenle todos os pon-
tos de disciplina, culto, estados especiaos, a
etc. ete.
Esta congregarlo una innovarlo na tegisla-
?au canooica doa outroa palzea, excepto Roa,
onde o papa aa estabeleee segundo aa neceseMa-
des do nuodo calholico, e ds-lhes autoridade.
dependendo sempre suas deciades da sua aparo-
vaco, para poderen aer lei da egreja, me* IMo
em Roma, ultimo tribunal do governo eccle-
siastico, para onde ao trazidaa as causas de la-
do o mundo. Os bispos tem suficiente autorida-
de, nen tanta afluencia de materia, que preci-
sen de um outro tribunal. Se ba alguma couaa
a reformar, quaoto a noaaa dissrprina, reauara-
a oa biapoa am concillo nacional. Se ba a con-
aultar aobre o culto, oucam Boma, ende eat a
congregarlo do* ritos, decidindo davida* a pro-
mulgando leis para todo o mundo calholico. Jun-
to ao primado asiste a reiaco ecclaetsstca, qae
est bem montada, a cunpre at agora Sanente
seas deveres, e no Rio de Janeiro ha o tribunal
do internuncio de aaa ssntldade.
Por consequencia, para que innovarnos-,- e pai-
ra que ugnentarnec despezaa aem necataidnde
nen grende utilidede?
3 Exaninar o estado actual do clero secu-
lar, aua inatrueco, sua noralidade. Do-lo
conveniente e independen-tenente. Proporci-
nar-lhe oe neioa de aatistazer a aua alta ai*-
so. a
Vasta de exanes, neceseftamo* de obras, o ca-
tado actual do clero secutar lasttmavel, todo o
Brasil o sabe, a o governo, que dio causs, o
sabe nrelhor que ninguen. Sua iojtracQio li-
mitada, sua moralidade duvidosa. Onde ia elle
iostrair-se-, onde moraliaar-se f Todes os meios
lhe fallec am quer propros quer alheios. Para
iostruir-so falla va m -lhe lentes, para veraliaar-
se seminarios. A claaae ebegu' ultima deca-
dencia : nrnguem se quera fazer padre, e se al-
guna appareciam, eram de vocaooee exterquidas
e apparentes, incapazea de attingir a saWlmida-
de do lugar, a por conaegaint* aptos e promptos
para continuar na vida ecclearaatica< a-bragada
con a infeliz, em que tinhan estado.- De- taes
se ousa duvidar da impreaso do carcter iede-
, leve!. Eia o que pede cuidado, e o-que clama
POR
TOUMALE.
XXV
(Conlinuaco.)
Chegando all, o commendailor encontrou-ae
com o aeu incomparavel compadre, e principioa
a deaabafar o resentlmento e & rsiva de que se
achava possuido ; vomitando oa maiores impro-
perios contra o Miguel Felippe.
O que ae paasou ento entre cssas duas perso-
nagena, to dignaa urna da outra ; o que disseram
e o que entre si combinaram, o que eu nao sei
dizer com certeza, mas fcil d deprehender-se
pelos sconiecimentos qoe se deram posterior-
mente.
lgnoravam ainda o nome daquelle sobre quen
deverlam desforcar-ae ; por tanto ss suss reso-
lucdes nio poderism ser muito litas. Quando,
porm, chegarsm a saber que era o Miguel Felip-
pe, procuraran fazer-lbe pagar, ben caro a inju-
ria e mus tratos que o cotcnendador delle tinba
recebido.
Convencidos por algemas tei tativas infructfe-
ras, por ciladaa e esperas sen resultado, que pea-
soalmente nio podaran levar i cabo os seus
criminosos intentos, o commenta.lor e o sertane-
jo resolveram deixar pastar algum lempo, para
nio dar azo A suspeitas, qne lhe seria m til vez
perigosas.
Decorridos, pois, alguns mezes mandaram bus-
car, em Tary-Assi, um escravo da fabrica; afri-
cano de inioctos ferozei, mel bocal anda, e
por conseguate mu apto para o negocio que ti-
nham entre mos.
Anda asaim, nao conaeguiram logo o que de-
sejavam ; pola que o capilio nao era honen a
deixar-aa tonar desprevenido.
Decorreran, por tanto, naia alguna dia*.
O cornnendsdor enfureca ae e dava-ae ao dia -
bo por tantea deloogaa, e canamente faria alguma
ealralada, ae nao fossem os conselhoa do Manoel
Francisco, qua, aonso e um pouco avelhacado,
era muito azeiro e vizeiro em negocios dessa na-
tureza.
Finalmente, na madrugada do dia 26 de no-
vembro, foaae fatalidade ou um mero acaso, o
aasaasioo, que andava A cavallo a eapera de una
occasiao favoravel, eocontrou-se con o capltao no
lugar da Trenpe. Fazia um anno, dia por die,
hora por hora, pouco mais ou menos, que o com-
meodador fra sovado pelo Higael Felippe
naquelle meamo sitio.
Ao brado doquem vive ? dado pelo cabo da
ronda. Joo, qoe assim se chsmava o escravo,
deitou s galope quaal por cima do capilio, dapa-
rou-ihe un tiro qeeine-roupe, e, como ae
achaase ben montado, dasappareceu como nm
relanpago no meio des trevas.
A audaciosa coragen e o arrojo do acconnel-
timenlo, deixarem cono que assombrada a comi-
tiva do infeliz. Quando ella tornon a ai, j o as-
aaaaino ae tinba evaporado.
XXVI
Concluida este brilhante proeza aaatiafeitadea-
te nodo a sus vingenc,s, trateren oe done com-
padree de se destazaren do escravo.
O sertanejo levou-o comsigo para o engenho ;
parlindo innediatanenle do Recite, nao soman-
te para oafaalar deata cidade, onde a aua perma-
nencia nio deizera de ser perigoss, como tam-
ben por qu elle proprio nio se echara nuto
descansado sobre as consequencas do caso: a
discrcio do commsudador era mu poaco segara
por lodos oe motivo*.
Alguna dias depois de chegados A Tury-Ass,
merreu Joio miteravsloente queimido per ama
(11) Estado da religin no. Brakper O. da G.
Lobo.
(12] tnhretses catholicos em Amanea por 7. i.
V. Eyzafuirro t. 1 cap. 35.
abracir-se com atls, e sob ella pautar aua admi-
nistracao ;. porque o- governo civil impotente
para maoier o estadaem o soecorro do eccle-
siastico : porque incapaz de formar de per ai a
moralidade dos homene; que o funda-manto da
sociedade, sociedade que tambero nao pode aub-
aittir sam boas cottumes. nem os costumes sem
religio, nem religio sem ministros, nem minis-
tros sem autoridade ; mas-esla autoridade desap-
parece e pardo toda accio; sede divina torna-ae
humana, e se ae refunde na autoridade doa prin-
cipes ou magistrados seeulares. o (13)
Antea de-apontarrao* as medidas a adoptar pa-
ra bem dos- negocioa e interesses calholicoa do
paiz, traoacrevemoa as, que tambem offereceram
oa Srs. conego Pinto de Campos eco-sua bella
caria ao miuiatro dos negocios ecclesiasticos, e
J. M.Garda,, nosao conterrneo, em um opscu-
lo,, publicado no Rio de Janeiro, connentandoa
carta do Sr. conego Campos.
III
O Sr. conego Pinto deCampoa dirigindo-ae ao
Sr. ministro doa negocios eccleeiaatico em sua
carta cloquete a seientifica, pergaaia-lhe, j
quase no (im :Nao sariam conveoieatea algu-
mas ou alguma daa aeguinteadisposicossr
Crear-ae urna eommiaso 'ompoala de va-
ros competentes, incumbida de estadas a fun-
do as circumslancias, em que, aob o- aspecto re-
ligioso, se acha o imperio, consultando aobre oa
meioa de restituir o esplendor do culto, fundar
slidamente a moral chriats, esteader e arrai-
gar aa conquistas da cruz, tolo em conformidade
con os principios catholicos e a indlspeaaavel
submisso ao chefe visivel da egreja. a>
S a idea de crea gao de urna nova connisso
nos aterroriza e desanima. O que tan o paiz ga-
nho, o qae nel horado por infomaedes de con-
missdes, de tantaa que ae tem estabelecido ?
Depois, eesa connisso ou sa formara gratis
oa nio,. se gratos, evidente, qae nio dara un
passo para cumprir sea encargo, aa reunira una
ou duas vezes, fallar-ae-hia muito, diacatir-ae-
hia nuitissimo, e se resolvera nada ; se se mar-
cease un quantitativo, talvex chegaaae a nandar
offlcioa, a expedir circulares, e nisto cifrar-ae-
hia ;. alen de qpe, pranos, qae-temos par dian-
te um dficit enorme, a os cofres exhaastos, se-
ria urna despeza quando menos extempornea.
Ainda mais, ou esta connisso conpor-se-
hia a de padrea (o qua certa o ministerio nao fa-
ria) e entao suaa intornsedea sariam taxadaa de
auspeitaa, eu de pedrea e seculares, e ento com
estes, nio se entenderan aquelles, a depoia de
grande porcio de nelaco a fervor, que ee lhe en-
tornou por cia no momento en qjan elle aticava
e nettia alguna trocos os foraslhs do alambique
de deatillar agurdente, o eertsoejo nencommu-
nado com o mealre deatillador fizera aaltar a ea-
rapuca do alambique, emqasoto elle aa abaixava
e desta forma cooseguiu os seus intentos.
Na carreira-do crine oa factoa ae aueceden
com urna rapidez extraordinaria, e pode-ee dizer
qne ae aeguem encadeados uns aos outroa em
una progreasio assonbrosa. Na vida dos grandes
acelerados torna-ae iaso, por assim dizer, urna ne-
cessidsde imperiosa. O recelo de qne elgums
cousa ae venha a deecobrir, o temor do caatigo
oa de represalias terriveis, obriga-oa a pra'icar
novoa crimes para oceultar oa antigoa a apagar oa
traaos sanguinolentos que a sus victima agoni-
aante deixon eps si.
Tudo, porm, baldado, lado impotente ente
A previdencia do Eterno, e o criminoso, quando
nenoa o eapera, v-se colhido em aeua propros
lagos; lato aa vezes por una eireanatencia.
bem ftil, por algum motivo aliia insignificante.
Aasim aconteca con o connendador Felicissi-
no da Maia e con o aeu conpadre e facttum, o
aertanejo Manoel Francisco.
Nao aetisfeito este de ae ter desemberecedo do
eacravo Joio, por um neto tio atroz, aflm de se-
pultar o segredo da morte do capitio; aabeodo
que o meatre deatillador ae deixira lavar de al-
guma intemperante de lingne, a esse respeito,
com um empregado da casa de purgar, tentn
deafazer-se de ambos elle*; cenvidsndo-os para
ama cacada as matas a alirando-thes aem naia
ceremonia, assim que os apanhou desprevenidos.
Na realidede era am aertanejo de esperancaa o
tal Sr. Manoel Francisco, e apezar de estupido e
baatante ignorante, nio deixava contado de pos-
suir o seu tanto ou quanto de astucia, e deitava,
cono se v, as suas manguinbsi de fora muito a
proposito.
Felizmente para os dous, desta vez falharara os
plenos daquelle malvado; ambos censegairsm
eseepar, poeto que am dalles flcsit* ferido, e
Todos os meioa,- qa>e ampregsr o governo para
moralisaro pah,. sero de nenhum resaltado-, se
naocomecar pelo sen moralisaeor-aato e aotco
o clero calholicoae este nio o secundar, mais
compenetrado de seus deveres, seu rtatralbo se-
r vio, seus esforoo perdidos. As armas do es-
to sao a pena e o caitigo do delinquente s seo*
leis ; as-da egreja-a persuaso e o perdi aoav>
repeadido ; aquelles- poden prodas tenor; pon-
dera inculir medo.eeras porem convencen o es>
pirita e dominara o careci ; con aquellas po-
derA o homem recuar da senda do crrxre sprea-
aado e tremente, maa espreitar ensejo, e volta-
r A earga, com estas fugirA das occasides,. e o
evitar horrorisado ; aquellas pois nio produ-
zem e effeito requerido, recorrer forcose a e*>
taa, e estas s as pode empregar til e provelto-
aamente um clero formado segundo o espirito de>
Jesu* Ohrlsto, e quo segando elle trilhe a-em-
mara-ahada vereda da vida aobre a trra.
Quanto a dota-lo conveniente eindependeate*
mente, esta ume> da* necessidades vitaea do
imperio. Garantir a independencia daqaellea
que de sua natnrezr deven aer indepeodentes.
porque tem que ten que hitar con i odas-as pai.-
xoes e vicios ds hiMoanidad*, e fazer-lbeagaerra
de Herminio obra eania e de ella impor-
tancia. ^
**Inveatlgaay ee co-evem A religiio o ao es-
lado, que aa ordeae-religiosas sejam reformadas:
que se lhes impoaha como invariavel da ver ter
sempre cada orden, certo nunero da oradores
sagradores ; de nissionarios que peroorran o*
terrttorioa de nossos-geotios ; de mestre de en-
sino primario, secuodario e doutrlna ehriatia,
de ministros do culto ; qae preeachidss esta*
cor>dicoes. se faculte o iagresso ao noviciado,
como outt'ora ; que-aa aetaaes propriedadee no-
aasiicas de rsia, o- principalmente de eecravoev
ee coQvertam toda* em apolices ou papis do es-
tado, a
Ainda naia investigaces; poia oao- salta ao*
olboa de todos que coaven religio retornar
as ordeos religiosas, porqae no estado en qae
jazem. nao serven se nio de dar urna idea m
de todas as su tras, a do espirito qua aa susten-
ta T Has o Sr.. conego Pinto de Campos quer,
que se fagan investigaces por causa do estado,
ou melhor, que o estado investigue-, so lhe con-
ven reforma-las.
ectipsaran-se por entre as bastas cspoeiras.de
que tanto abunda o interior de paiz, e ni tor-
naran naia a appareeer.
Destes fados, narrados pelo Manoel Francisco
so connendador, resulto* cono raspala una
prolixa e conpride carta deate ultino; carta es-
sa qoe por un acaao ou para nelhor dizer por
um daaaes meioa de que ee serve e Saprena Jua-
iqi, para noa fazer eonhecer e verdade, cahira
em meu poder e achava-ae eolio nee mioa de
Jorge.
Quanto a notas encontradas na car taa do ser.
tanaio, parece-ne teren crvido de raaeanho ou
apontameoto da misaiva que elle prineiro dirigi-
r ao aeu anigo e compadre.
Esses papis, em poder de um adversario do
commendador, nao eren de certo para deaprezar,
a aem duvide eeriam urna arma terrivel pera
quen oe aoubeaae empregar. Enganava-me eu,
porn, quando com tanta ingenuidade me van-
gloriava de possuir entre es minhss nios o des-
tino daquelle honen, e penaava depender ni-
camente da nlnha vontade fsze-lo eubir oa de-
grAua de infamante patbulo.
Eu nio me lenbrava entao de que o principio
e o flm ds ledas ss coasas reside ne Providencia
Divina; ea ne esquecia da inlereaaada parciali-
dede doa nossos juizos, e nio tinba viato ainda
por enpraxe eeaa naxina tio vulgar e friaante:
c A justica bunana aaaenelha-se a una Bna e
delgada tea de aranha ; apanha as moscas e dei
xa passar os noscardos.
E' triste isto, as exseto, e fseto A que se
tem tornado con o andar dos lempos un incoo-
lestavel axioma. Eu igoorava, naquelle poca,
quaota verdade, quaota exactidio ee encerraran
nessas qaatro palearas.
Mas, que qaerem?!.. ea era mullo moco
anda e acreditara na agualdada de lodo* parante
a verdade e a justica; eu confiara, alen diaso,
naa innsnaaa relacoee de mea tio, e procurava
alenlar-me con a ductilidsde de inaginscio e
admlravel fscilldade cem que a juventude postu-
ma enserar qaast toda* as eouass de vida,
Aasin, pois, nio de espantar que ea madei-
xssse dominar por eeperaneoaaa perspectivas e
fallsaae a Jorge com tanta intinaliva aobre oa
neua neioa de ac;o.
XXVII
Tanto ooadeixamos levar pelo inleiesse e ca-
lor da diseusso, que nio denos f daa horas
queso snecadiam. ligeiraa e quando nos levanta-
mos da pedro, en que anboa esliveramos santa -
doa, eram naia de 6 boraa da nanha.
Chegando A casa, depranos com o nossa ami-
go Xiquinko, cuja eatada no lagar, Jorge ne
noticiara e que eabendo da miaba thegada, ti-
na* ento vtzitar-me : eslava no terraoo junta-
mente con mea lio.
Oh 1 oh I oh I meu charo senhor (... che-
gou ainda nao fazem tres dlss e ji passs as non-
tes fora de casa ? I
Pe$o perdi, neu lio ; respond, beijan-
do-lhe a nio.Encootrel-ne con Jorge ; esta-
vamos tio saadosos e tinhamos tanto qae noa
dizer un eo outro, que lvanos quazi toda a neu
te a paaaear. Demais o luar eslava lo benito e
Vmc. deve saber que no Bio nio se aprecia um
eguel.
Est bom, aenhor lisongeiro ; est ji per-
doado de olo ter tiesdo fazendo conpanhla i
sea lio. Gosto muito de ver a amizade que o
liga este mocetio ; disse-me elle, apenando
cordealmente a nio A Jorge. Aqu lhe epre-
sento este aenhor que ha muito nid.v e ha maia
de une hora me est a meter o biza do ouvido
con perguntes aobre a sua pessos,
Ah I A lico I diese eu, abracando o nen
antigo amiga.lia qae lempo que te nio rejo !
como ests ?
Bom; maito ebrigsdo I
E tua familia, como rae ?
Bem, meile bem I e a tua ?
A minha, cono vis, ntretem-ie agora en
fuar e pesa* axcellenternenta ; respond sor-
rinde e elheado para mea lio. Nio esperava
rer-te tio ceda, mas ji sabia qae te harU de en-
[Continuar te-ha.)
cootrar pos aqui : Jorge disse-raa que eslavas
en casa do Moura.
Sin ; eetou equi ha anas quairo eemanaa
e pretendo ainda denorar-m mai. Hontem
nauta foi que sube da tua chegoda.
Seotana-noa e pazemo-oos a conversar ale-
gremente : este encontr com um anigo da
collegio, ao qual nio via ha baatante lempo,
priocipiou por distrehir-ne un pouco daa pre-
vooco.es de qua na achava oceupado.
Infaliznente, depois de trocar algumas para-
ses conoosco, neu tio reliron se para dentro 4*
casa e Jorge conecou a esleoder-ae sobre um
dos bancos de pedra do terraco e acceodea un
charuto.
Fiquei, pois, eu s para sustentar a conversa.-.
qo com o neu amigo Xiquinho ; tsrefa que ss
me tornou quazi inmediatamente impossiveL
Pobre lico i Pondo de parte certas exquizili-
ces, elle era un bon e ezceilenle rspas e 4-eom
sincera asedada que delle ne lembro. A minha
imagioaco, porm, pairava iodeciza ; o neu es-
pirito alada nio se tinha despojado daa preoca-
pecoeede que acachara embebido. Assim, pouco
poaco e insensivelnenle a noaaa pralica lei en-
lancuesceodo e finalisou pelo maia completo
absoluto mutismo de anbaa as partes.
Ea recliora-ne aobre o espaldar da cadena
da btlaneo, en que ne achara aentado, e pen-
sativo segua con os olhos as variadas nutacQea
que ee auccediam no cuma daa arvoree, aloaradq
pelos fulgurantes raios do sol, que por delrei
del las se ergaia.
Jorge continuara a fumar muito aoeegado, ara
quaoto Jico procurava em vio lembrar-se do que
me barit de dizer e fezia esforcos incriveis para
fallar; conteguindo apenas repetidos abrimentoi
de bocea, seguido* de estalidoa oes queixos, que
ronoviam zombeteiros sotrlsoa da parte de
org*.
(Centinner-H-Aa),
PIRN. TTP. DI N F. DS FAMA At FILHO ttt9.