Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08590

Full Text
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0BI1TA fElli 14 DE lili DE 1162.
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Ftr un tduU4 19|00O
Porti fraieo ra ufe serillo r
ni
EJCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrioo de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marque* da Sils ;
Arasity, o Sr. A. de Lemoi Braga; Cear o Sr.
J. Jos da Ollreira; Maranhio, u Sr. Joaquim
Marqaei Rodrigues; Para, Mano el Pinhairo A
C; Amazonia, o Sr. Jerooymo da Ooste.
ENCARREGADOS DA SUBSCRll'CAO DO SOL
AlsgfJa*, o Sr. Ciaudino Faleo Diaa; Bihli.
o Sr. Joa Martina Airea ; Rio di i meiro, o Sr-
Jola Pireira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
OUnda todo oa Jias aa 9X horaa do da.
Iguacass, Goianna, Parahyba oaa eegundas
sexlaa-feiraa.
. r.AiSo' BexBrro M*to, Caruar, Altinho
Garanhuna naa tergaa-feirai.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro. Brejo. Pee-
queire, Ingazeire, Florea, Villa-Bella, Boa-VUta,
Ouricury e Exu oaa qua-taa-eirae.
Cabo, Serinhaem, Rio Formo*. Una.Berreiroa',,.,.. .
ir9 a* eli# **" e Natal quimas felraa.|Frlme,ro 4 WNiHMMiiN tta manhas.
(Todoaoa crrelo. w,te a. 10 hora, da rn.nhaalseg.ndo ..4 hon.e 30 mo. lo. da Urda.
IPHBMERIDRS DO HEZ DE MAIO.
7 Qu.rto creaeent. 101 43 minato. da tajde.
l3 La chai, aa 8 horu a 18 minatoi da man.
SO Qaarto minauante a 1 hora da manhaa.
58 La no vi toi 44 minutos da manhaa:
PREAMAR DE HOJE.
PARTIDA B0. VAF0RIS COSTF.inOB.
Pira o iu! ,u AUtoaa i 5 *0{ vara aorta
t a Granja 14 a SO de ad. m.z.
_ PA.TIO* DOS OtUlISUS.
J"* 2 s Apifueot s 6 li, 7. 7 1|S, 8
\W-** T'A" M^STa 8 da m. o da t.; de
Jahoatta s g 1|2 da m.; do Caxang Varxea
' a */ Btmfic* as 8 da a.
t *' hf' 5 *|2 dt t.; pan Wimda la 7
/--*" U' 9V Jabttat^> ;
a. 4 d. t ; "" ll2 d* l-; p,r' *****
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAE8 ya CAPITAL.
Tribunal do commercio : segunda* a quintil.
Rala gao: torga* aibbadoislOhorii.
Fazenda : quinta* la 10 hora*.
Jalao do aommereio aegundae io mel da.
Dito da orphiai i tefcaa e Mita* i. 10 borai.'
Primein rara do ir.J: terca* iitina mel
dia.
DAS DA SEMANA.
,13 Tarca. Noin Senhoa dos Marlyre.1
l\i r?""** 8 0n S. "o"" .; S. Ene*,.
15 Quinta. S. lzidro iarredor) 8. DyeapnaT^
5 5e,ta" s- J** "epomuceno m.; S. baldo
,17 Sabbado. S.P.ichoalBiyllof.;S.Poa.idonio>
18 Domingo. S. Venancio w.-; 9. Pelix de Cant.
ASSIGNA-SE
PAITE OFFICUL.
60VERK0 DA PROVINCIA.
ExpenlleBlej alo dia lOde malo de
186S
Offlcio ao Exm. presidente da pro incii o Piau-
fay- Rebi com o offlcio de V. Exc. de 7 di
abril ultimo, doua exemplaraa de relatorio com
que o ex-pruidenle Dr. Maooel iatolo Duirte
de Azeredo pauou a administra;: io detia pro-
rincia ao primeiro rlce-preaideote Dr.Joi Mi-
rianno Luitoia do Amaral, e be a auim igual
numero do que este apresentou a V. Exc. ao en-
tregara mesma administraco no di 13 da maio
panado.
Dito ao Exm. presidente da Baha.Pulo offl-
cio de V. Exc. de 26 de abril uliin.o, flquei in-
teiralo da tirem aido transportado* para esta
proTincia no rapor Cruretro do Si l, 65 caixoea
cootendo a bagagem do aetimo b, ulho de in-
fantina.
pito ao mesmo.Com offlcio de V. Exc, da-
tado de 31 de margo ultimo, recelii doea exem-
plarea da falla com que V. Exc. abri a esso
da aasembla legislatira dessa pririncia no l9
daquelle mez.
Dito ao Exm. presidente di prodocii do Rio
Grande do Sul. Accuso a recepcao do offlcio qua
V. Exc. dirigi a esta presidencia, em 12 de abril
ultimo, acompaohsdo de duas collec;oes dos ac-
tos legislativo, dessa prorioeia, promulgados o
anno paassdo.
Dito .o Exm. presidente do Rio le Jineiro.
Aoeuso recepelo do offlcio da V. Exc, datado
de 9 de abril ultimo, eom duas collecgoes das leis,
decretos, e regulamentos, promulgados nessa pro-
siocia durante o aaoo prximo passido.
Dito ao Exm. preaideot* da prorincia do Piau-
hy.Retebl com o offlcio que V. lxc. dirigi
asta presidencia em 7 de abril ultimo, dous exem-
plarea do relatorio que V. Exc. aprosenlou & as-
sombla legislatira dessa prorincia, por occasiao
da abertura de sua sesslo ordinaria at 13 de ju-
ibo do anno paseado.
Dito ao Exm. presidente di prorincia de S.
Piulo.Accuso a recepcao do offlcio que V. Exc.
dirigi esta presidencia em 31 da marco ulti-
mo, com doua exemplares do relatorio que V.
Exc. apreaentou assembla legiilatira desia
prorincia, por occasiao da abirtura de sui sesso
ordinaria do correte anno.
Dito ao conmandanle das armas.Em rista do
que V. Exc. informou em sen offle o de hootem
datado, sob numero 051, o autoriso a mandar es-
cusar do serrico militar ao soldadc do corpo da
guaroico Franciico de Azeredo Ctrtalho deSi-
quiira Varejo, aceitando para por elle aerrir o
tempo complementar de seu engaj sent o pai-
sano Antonio de Souza Machado, t|u* para isso
fot coosiderado ipto em iospecQao ilesaie, se-
gundo o termo aooexo ao citado off ci.
Dito ao mesmo.Slrra-ae V. Ex:, de mandar
alistar no exercito, se pata isso Inrem julgados
aptos, os soldados do corpo de pul ca Jos An-
gelo do Imperio e Joo Jos de Su la Aooa.que
iba aero apresentados por parte do respecliro
cemmandante.Officiou-se ao conmandanle do
corpo de policis para mandar apre enlar o* sol-
dados no quarlel-geueral.
Dito ao ebefe de polica.Pelo bCacto de 7 do
corrate, sob numero 719, flquei ioteirado do
que V. S. me comm.oicou com re n>ucii apri-
sao do soldado do segundo batalhiio de iofanta-
rta Jos Florencio.
Dito ao Sr. Dr. Jos Henrique Fe rreira, cnsul
de Portugsl. Respondendo ao olicio que o Sr.
Dr. Jos Henrique. Ferreira, cnsul de Portugal,
dirigi ao meu antecessor com data de O de abril
Rimo, cabe-ae dizer-lhe que em vista da in-
'formaco junta por copia, mloitttida pelo Dr.
crtefe de polica, com refsreocia k delegado do
termo de Seriohaem, nada ha a (t.zer-se admi-
nistratirimente acerca da queixa de subdito por-
tugus Frederieo Antonio de Freitas Bastos, a
que alluda o mesmo Sr. cnsul, em o citado
offlcio.
Reitero ao Sr. conaul de Portugal os protestos
de miaba perfeita eslima e dislint la considera-
cao.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Recommendo a V. S. que estando legal o pret
junto em duplcala, mande pagar ao negociante
Francisco de Paula Mindello, confirme aolicilou
ocommandante superior da coman a deNazaretb
em offlcio de S do crrante, seb tumero 136, a
importancia doa rencimsntos relativos aomazde
abril ultimo, dos guardas nacin, es destacados
naquella cidade. Communicou-no ao commao-
dante superior respecliro.
Dito ao mesmo. Transmiti a V. S. para os
convenientes exames, a inclusa co.iia da acta do
conseibo adminislratiro para fonecimenlo do
arsenal de guerra, datado de 30 de abril ul-
timo.
Dilo ao mesmo. Ao lente l uiz Jeronymo
Ignacio doa Sanios mande V.S. p. i-, conforme
aolicilou o commaodante superior < a comarca do
Rio Pormoso, em offlcio de 5do jarrante, a im-
portancia doa rencimenlos relativas ao mez de
abril ultimo, dos guardaa nacional* destacados
naquelli tidade, umi rez que esle[a em termos
o pret junto em duplcala.
Dito ao inspector da theaourarii provincial.
i 'i- d* oril,1 olD Q" foi rameltida
pelo director geral da inatruccao publica, com
fflcio de 6 do correte, sob numen 110, mande
V. S. entregar ao director do collegio de Santa
Thereza em Olinda, a quanlia de 1i)3>332rs.. pa-
ra pagamento dos ordenados relaliroa ao mez de
abril ultimo, de rarios empregados iaternos da-
quelle colligio.Communicou-se i.o director ge-
tal da mstruccao publica.
Dito ao mesmo.Annniodo so .ua aolicilou o
director geral da instrueco publi,; i em offlcio de
do corrale, *ob oumero 109. ecommendo a
V. S. que mande abonar ao direcor do collegio
do. orpbaoa de Siola Tbereza em OUnda,
quinlia de lOgOOO para aa despi ai miudas do
pradilo collegio no corrente mez.
Dilo ao commaodante superior da guarda na-
cional do Rio-Formoso.Hajs V S. de expedir
aa suas ordena para que pela guara nacional sob
seu commando superior sejam presladaa as pra-
xis que pelo delegado do termo la Rio Formoso
fonm requisitadas para diligencias peliciaes, sen-
.e,M wrtico feito por escala t no* termo* do
r" 86 da lei oumero 601 de V.i de aetembro
eris -"CoBB",,,ico'- eltgftdo daquelle
Dilo ao meimo. Queiri V. J. providenciar
?-S^Ln2i p'.ra <>ue ,0 51 ^.U,,rre,roMe* nlitwl.) o armamen-
ii.WltllV*!!''- eo.moc>' de ofl ci do rospec-
uli. Jlf'TS 2?to 0 t'. chafe de po-
nero 64L de 26 de abril jruxlmo Ando.
cipio cipja referido, q.a vieran coea o seu offl-
cio de d de jineiro deile auno para aerem con-
certidoa. Offlciuu-ae neato leotide ao director
n,"ena 8ue o chefe de polica.
Dito ao coraman laate auparior da guarda na-
cional de Pao d'Alho.Expeca V. S. as anas or-
dena para que ama guarda de honra do bitalho
da guarda nacional io. aeu cornmiodo superior
asusta .a fesli do Smliuimo .Corfcco de Maria,
que ter lugar oo dia 1 de junho rindouro, na
!ftf,J!.1? No,M S80h<>f lo Rosario da villa de
Pao d Alho. .,
Dilo ao director do arsoosl de guerra.Hila
v. 6. de informer-me quantoa aprendizes julga
restrictamente naceisanoa as ottkinai de coro-
nhiiroi eapingardeiros e coMtrucco de opere-
nos desse araeoal, e qu.e. os iornae* que se lhe
deve abonar.
Dito ao director daa obras militares.Riepon-
dendo io offlcio de V. S. de 25 de abril ultimo
sob n. 69. tenbo-i dizer-lhe que approro o con-
trato feito com Joo Gualberlo Correia para se
eocarregar di pintura daa casas e pella da for-
taleza do Brum, pela quantia de 590*000 ris,
lendo ene trabalbo lido oreado em 689*000, co-
mo se redo seu offlcio de 5 daquelle mez sob
n. 60.Commuoicou-se ao inspector da Iheiou-
raria de fazeodi.
Dito ao meamo.Haj V. S. de dar cumpri-
meoio a ordem de meu aotecesar de S* de abril
ulumo, delermiaando-lha que maode um pedrei-
ro fortaleza doBrum, aMtn de all fazer alguns
pequeos repsros qua derem preceder a piolara
que se re execular nos compartimentos internos
da mesma fortslezi.Gommaoicou-*e ao com-
maolinle dai irmaa.
Dito ao mesmo.De conformiiade com o que
aolicilou o bngadeiro com mandante das srmai
em offlcio de 5 do correte sob n. 901, mande
v.b. com urgeosia taparos ventiladores sobran-
coi ros jaoella do xadrez doqaartel da rmpa-
nme de carillaria, por oode ae tem evadido al-
gumia daa pragn recolhidaa no referido xadrez.
Lommuoicou-se ao brigadeiro commaodante
das armas.
Dilo ao juiz de direto do Rio-Formoso.De
poise de seus dous officios com data de 6 deste
mez commumcindo que a epidemia do cholera-
morbus deionr0Iera.-se em diferentes pontos
Decae termo, acabo de ordenar que com este lhe
sejam enviadas urna ambulancia de medicamen-'
tos e astrucgoes para o iralamento deaae mal,
com alguma baeta de que Vme. uira conrenien-
ostras "*-:'......... ^S^^r^-^^1^^-
EXTERIOR
lio
por
que
declarando
J? *t^''ft*Me^*^ e**^n ul-
ifS?U f"i, Ihe communio. que o direc-
tor do arsenal de gusrrs tem or. m p.r. eotre-
gar a q.ea ie mostrar autorlsad. por V. S ..
SZZZ2&JS&9** Prt' Vit o b"
do muni-
talhio samero 45 d* guarda nac t
temeote em bem dos desrallidos que delle forem
aneciados, fszendo com presteza todaa as requi-
sigoes que julgar necesarias para eritar os msii
fuoeitos eTeitos cene flagillo. S* porm o pro-
gresso do mal o exigir pode Vmr. coo ira lar o
medico ah existente e de que treta em um de
seus citados officios, arbilrindo-lbe urna grati-
cicao rasoarel, caso elle a peca, pelos mus ser-
ricos. Confio de seu zelo e seoiimeotos de hu-
manida*y-que oo poipir esforcos para que o
? i6" *ie|ain PromPlent aoccorridoae nao ae
nm* ,amenlar nl randa numero de victimas.
Offlciou-se so juiz municipal daquelle termo
para que enieod-ado-se com o juiz de direito
cerca das medidas necessarias afim de que se-
jam prompamente aoccorridos osiodigentes e se
possa evitar os peiore* eTeitos do mal, e ao ins-
pector da saude publica para mandar apromptar
a ambulancia.
Dito ao inspector da aaude public*.Mande
Vmc. apromplir urna ambulancia doa medica-
meatoi oecessarioi ao Iralamento da epidemia
remante aQm de aer remettida ao delegado do
termo de Papacara.
Dilo ao Dr. Flix Moreno Brandao.Palo aeu
olla co de 7do correte fico inlairado de lodo
quanlo oelle eipoe acerca das proridenciis
Vmc. tomadas em rista da declinaco em
ra a epidemia reinante nessa comarca.
Dito a cmara municipal de Goianna.Ao offl-
cio que dirigi esta presidencia a cmara, mu-
nicipal da cidade de Goianna em 28 de abril ulti-
mo, respondo dizeodo-lhe que approvo srre-
matagao do impostode 40 ris por cada p de
coqueiro de frueto dease municipio, na importan-
cia de 574000.
Dito ao delegado de Agui-Prets.Respondo
o seu offlcio de 27 de abril ultimo, dizendo-lh*
que a delibera$ao que Vmc. tomou de nomear
a Benedicto GoocMrea Lima para tratar doa in-
digentes accommeltidos da epidemia reinante
nesse termo, com a gratificaclo diaria de 20*000
rs., nio pode ser spprorada por aer excessira
essa gratificarlo, risto que sendo limitados os
recursos do gorerno, e lendo elle de accodir a
oulros muitos pontos que se acham as mesmas
circunstancial, nao poda azer quanto deseja.
Asslm, pois, cumpreque Vmc. informe quanto
otes, que servicostem prestado o referido Lima,
aQm de que se lhe possa arbitrar urna grstifics-
gao rasoarel.
Portarla.0 presidente da prorincia atienden-
do ao que requereu Franciaco Pereira da Silva
resolre coacader-lhe liceoca para remetler para
o presidio de Fernando no hiate Sergipano, o*
gneros comanles da relaco junta assigoada
palo secretario do governo, nio podendo, po-
rm, Recluir o deaembarque dos dito* gneros
sem que por psrte do commandante do mesmo
presidio se proceda a exame para rarificar se hi
agurdente ou ootra qualquer bebida espirituosa,
e sendo alm dalo obrigado apreaentar ao pre-
dito commaodante factura de tes genero* et-
tealads quinto ao* pre;u pelo presidente dos
correctores geraos.
Expediente do secretario do
Ifoverno.
Offlcio ao commaodante das armas.De ordem
lar si Sr* Pret**nto provincia declaro
a V. Exc. em reiposta ao sen offlcio d. 9 do
correte aob n. 952, qe desde 29 de sbr ulti-
mo se scha despachado o incluso pedido de Off*
tucham. que fez o commandante interino do 7o
batalhio de infantaria.
Despachos do dia IO de malo.
Requtrimentoi.
_ P"
da nade publica.
Pr-nciaco de Souza Goerr..Ioforme o Sr. Ins-
pector da theiourarla de fazenda,
rolle' ancUco Goncalve* de Moraes.Selle e
niSu"-^ e .AleTW, Carralho Siqueira.-
Dirijs-se ao Sr. brigadeiro commandante daa ar-
maa a quem aa expede ordena no sentido
requer o aupplicinte.
Bacharel Joaqun Jos de
requer.
Jos Antonio Pereira.Nio tem lugar
da ioformacao.
Jos de Moraes Gomes Ferreira.Satiifaea o
aupplieante a exigencia do inspector da alfinde-
ga com a que concorda o di thesoorarla de fa-
zenda.
Joaephs Miria di Cenceicio.Arista da infor-
madlo nio tem lugar o que requer. -
Joaona lfaria de Bipirito-Sinto.Sim.
Maria Carolioa de Brito Carralho.-Informe o
Sr. director geral da loetracclo pobllc*.
Rufino Goncalrea de Parla*.Informe o Sr
inspector da theioiririi de fizeada.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO..
Haniburgo, tO de abril.
J ha mullo tempo que nio no* ichamos
embaragidos, o que escrerer, do que hje.
O que se poderii relatar sao pequeas occor-
renciai sem qualquer loteresss maior. e de im-
portante nada tere lagar em parte alguma. Paa-
indo revista de tudo quanto aconteceu na Eu-
ropa oas duaa ultimas seminas, encootramoi em
toda parle a mesma pobreza de occorrenciasmaio-
rei. Li na Turqu, as fronteiras di Montene-
gro, e na distante Gracia, em frente de Nsuphia
SO faz ourir de vez em qusndo o estroodo dos ca-
nhoes. Mis tambera ali nada de deciiiro appi-
rece. rr
A ioserreico Em Nauphia nao se acha ainda
rencida.e na Herzogerioa oas frooleiraade Ron-
tenegro/continus a lula entre a Turqua debaixo
de Omer Pdscha, os insurgentes, soccorridos
pelos ilootenegrino?, sempre exactamente do
modoaoligo. Isto ora aqu, ora ali. se en-
contrara os insurgentes os Turcos, dando com-
bate maisou menos sanguinolento, no qual fica
vencedor, ora urna, ora a outra parle, ecada um
attnbue a ai rictoria, retlrando-ie depo!. cada
um para ai auas posices anteriormente oceupa-
das. A Austria e a Inglaterra desejariim muito,
que as grandes poteocias ioterrindo, puzessem
teroao ao combate ; a Rusria e a Franca porm
nenbum interesietem de rr a Turquia lirre doa
aeus ombaragos, e aabem iospirsr aos insurgen-
es sempre ooro animo para a conliouaco da
lata. Tambem se sabe que soccorros pecuoia-
nos e transpones de armamento, nio raras re-
zes lazom a rugem de S. Pelersburgo para os
Montes-negros.
Em Roma tambem continua o antigo estado
pendente, sem alteraglo. E cora elle o brlgin-
taggio no norte do antigo reino de iples. Sera-
pre se diz de novo, que o geoeral Goyo o em Ro
ms, ra tomar medidas para obviar o rompimeo-
to dos bandos, ali iocaossrelmeute alistados pe-
las commisaoes.bourbonas, alm das fronteirai
romanas para o territorio napolitano.
Tambem acontece com effeito, que em qual-
quer parte urna companhia franceza inlerrem
urna rez contra um pequeo bando de brigantes,
e entio aa folhss offlciosas em Paria nio perdem
a occasiao rte fallar duso como de urna prora, de
que a Fringa tem a seria inleugo, que a pro-
teegio das armaa fraocezaa nio aeja abusada pe-
los mimigos da llalla al liada, contra a pac inter-
na da mesma. Ninguem porm, oem na Italia,
nem em oulra parte s. deixa Iludir por eaiai
cousas. Sede vez ees qaaedo aa tropa* frniisj
zas derrotan um pequujio bando de 30 at 40"ln-
oividuos, o geoeral Goyon do outro lado nio ira
pede qua em Roma ae aliatem orgaoizem mi-
niares para as bandeiras de Francisco II. e ban-
dos montados em numero de 200 al 300 pessoa.
atravesum as frooleira. sem embarago algum.
Na Europa tambem se sabe apreciar devidamen-
le o motivos dessa atiitude da poltica oapoli-
taoa-
Nao no seu ioteresse urna prompta e rpida
consolagao da Italia, por qne ella tornara a Ita-
lia com muita rapidez independente da Frang,
e por laso o brigaolaggio e a reaidencia de Fran-
cisco II em Roma alo armaa muito agradareis
para o gabinete daa Tulherias. Quanto mais tem-
po a Italia aaaia conservada em desordera,
taolo mais intimamente ella ligada i allianga
franceza. O brigantaggio oenbuma eaperanga
tem de qualquer reaultado, porque oa bandos
sao goralmenie dispersados pelas tropas ou guar-
das-nscionaea italianos, e finalmente a falla de
meios pecuniarios ji porl m ao negocio. Em
todo o caso o governo italiano ss sent sempre
mais firme, e o'isso deu prora ltimamente, pu-
ntuando radicalmente a magistratura napolitana.
Nao menos de 1,500 empragadoa di mesms to-
ra m deslitoidos dos seus postos pelo ministerio
Ratazzi, esuppridos por outrosum acto que nio
se poda ousar, ae nio se achasse firme e ae-
guro. Eotretanlo a eventualidade de urna pr-
xima morte do papa Po IX comega a preocupar
a atteogao. De parte romana se nega ainda de-
cididamente a graridade de seu estado, mas as
Tulherias e nos ootros gsbioetes querem ter as
msis posturas noticiaa, que temos de esperar
urna ora eleigio de papa.
Na queatio mexicana, a poltica franceza pa-
rece ter de aabir urna grave derrota. Em todo
o caso a Hespanha e a Inglaterra perderlo a ron-
tade de apour os pisos frsncezes, depois de se
barerem conrencido, que o eslabelecimento de
um throno monsrebico no Mxico encontra in-
renciveis difficuldsdes nos proprlamente inte-
rcalados, isto oo poro mexicano,
V noticia de que os gabinetes de Loodres e
Madrid linbara rejeitado i coorenglo de Soiadad,
nao se confirma, e se moslra como urna mentira
de tendencia de Par. A Inglaterra e a Hespa-
querem retirar-ae debaixo de todas aa cir-
yA,^n**" ?, A i i conUB",r queilio do tempo.
U tratado de commercio negociado desde cer-
ca anno. e meio entre a Prnsau en nome do
jteiir-ereinicom^ Franc, finalmente ae reaaoo.
Nao peio>. oem elhor. como era di eipenr.
ollrerio dfmioM ai ion tarifa, pin ferro,
fazandas de algodio de aeda e para o* riohos:
ao seu lado a Fnmga reduz a aua tarifa pira um
numero da maiariaa primal, especiilmente d'ori-
gem anemia, em todo o caso a* moderacei por
ambo, oa lidoa nio alo xceairas. Apesir dUso,
o iraiado causa graodea recelos entre o partido
doi (bricante* allemiea. por cana dos faroraa
coocedidos i industri. frsocaza. e o meamo estl
tazendo grand.a eiforcoi pira impedir a ratifica-
cao ao tratado por parte dos outros eitadoa do
Zollrerein. Em Berln, porm ji se anticipou
esse caso
O tratado foi concluido, em primeiro lugar, pa-
ra o tempo de dozeaonos e sob a claoMla, que,
no ciso que nio forem rauoradaa aa rnpectivas
coovencoes do 2ollarein que decorrem no anuo
ae so, o tratado flear aem rigor deade 1865,
continuando, porm. no outro caso obrigatorio
para o Zollvereo. Deaaa maoeira aacceitaco do
tratado cow oiirereio, e nio ae pensa que qualquer doa ac-
tuaos gorernos do Zol|ereio tomara sobre si a
respoosabilidade de romper o Zollrareia. E isio
tanto menos, porque, i rista das circu mata ocias
lnaocelass da Austria lio desordeoadai. nio ae
inei apresenta nenhomi poiaibilidade par. aup-
pnr o Zollruein com a Prussia por um Zollre-
rein com a Austria.
Ad vocem cireumslancias financeiras da Austria
temos de referir, que entre a commiaso finan-
ceira da cmara dos deputados austraca e o mi-
niitro daa floaacas de Plener as relagoes se tor-
nan] cada rez asaie acerbas. O motiro a ques-
tao boncaria e monetaria. A commiisao fioan-
ceira fas a mais decidida oppottcio ao ajuste
feito pelo Sr. de Plener com o banco nacional
da Austria, relativo reooragao do aeu privilegio
que decorre san cinco aonos, um ajuste pelo qual
foi Imposto ao hinco decomegar de ooro oa pa-
gamentos era otoed* crrante ; rentada que de
modo muito lento, e succestiro, e ao mesmo
tempo como prego pela reooragao do privilegio,
um em prest mo i fazer ao estado de 80 milbes
de fiordes ao juro de 2 /.. Por contra, um pla-
no recommeoaado pela commiaso floancelra, da
creacau de papel moeda em lugar de urna parle
dai notas do banco nacional, encontra urna resis-
tencia igualmente decidida de parle do ministro
das finangas. Ai festaa da paseos interrompe-
ram aa negociactesi easerespeito pendentes por
quiuze das ; mas nao de prever um prximo
accordo, e par Uso j se falla dg urna prolonga-
gao at o met_> julho da sesso do Reicharalh,
reunido em mona desde o Io de maio do anno
panado. T
Entretanto b interesse geral de toda a Allema-
nna se dirige ueste momento sobre o movitaeoto
eleitoral oa Prussia. Mesmo em lempos do sys-
fema Maoteutlel-Westphslen as autoridades nun-
ca se esforcar m de um modo lio esteodido de
exercer influencia sobre ss eleices, como agora
acontece.
A lioguagem dos presidente* do gorerno e dos
cometbelroi ruraes inauita e as suas acgdas
correiponlera ii suis filia. Empregs-se lods
a sorte de intimidagao. e sobretu-Jo nos districtos
ruraes se preparara todas as difficuldsdes is reu-
nios dos eleitores. At agora o resultado de
nenhum modo saliifez os esforgoi teitos; o ex-
cesso do systems de imlyencas sobre as eleigoes
provocou nos circos dos empregados pblicos um
momelo em contrario: assim, sobratudo as uni-
versidades do psh, esees principies representan-
tes offlciaes da intelligencia, toda a unirersi-
dade de Berlim, proleitaram publicamente contra
qualquer participado as agitages offlclses. Mat-
as outraa instituigdes, gymoanos e collegios, se-
guiram esse exeraplo. Do mesmo modo levanta-
ran! protestos msgistndos e procuradores. O
tribunal do commercio de Trier derolreu eom
protesto o rescripto eleitoral do ministro da jus-
tica, e at meamo um pequeo tribunal rural,
composlo de alguns pslssnos, tere o animo de se
oppdr a um presidente do gorerno. Cada dia
Iraz noroa protestos idnticos e bem se compre-
hendera a semaglo que cansam esses protestos
oas tileirai de urna corporsgio do* empregados
pblicos, tanto acoslumada i disciplina, como a
prusiiaoa. No seio do miniaterio por isso, ha
duvida acerca da falta de resultado dessa sorte
de agiiagao eleitoral, e por iaao se acabou por
bem apparecer com urna leguo 1. Para lorpreaa
geral, o ministerio fez publico qoe renunciara i
conliouaco da cobraoca do idditimeoto de 15 %,
o que faria
xlaa, e pelo que respeita ao legando que ser
Bi a. o duque de Gharlres o principe esco-
Ihido.
Aqu sfeve he das o- Sr. Pereira da Silra,
commisssrio do gorerno imperial para a esposi-
cao Universal de Londrea. e depoia de berereon-
fereneiado com o presidente da oossa commistio,
o conselheiro Carrslho Moreira, acerca dos ."rao-
jos dos nosso productos naqueile estabeteciroen-
lo, segaio pira Farii aflm de aqui regresaar eom
sea ( mi lia em tempo para aasiatrr a ibertara da-
quella grande feats, que imprelerlrelmente teri
lugar oo dia 1* de maio assistiudo a es*, solem-
nida Je o duque de Cambridge, o corpo diploma-
tico e o ministerio, alm de diversas corporaedes
e..m^!^,8, IDiIn^e "e peawas O irvbathoi do \ moiitro
ediOcio, no que reapeita a constrorgio interna e
externa, esli eoocluidos : mas quanto aos ar-
ranjoa adornos dos diseos compsrttmentos
inleriores, eit por emquanto essa parte muito
atrazida, ae bem que o nosso tompartimento es-
teja quaai concluido nio restando durida alguma
que oo dia da abertura (eremos todoi os nossos
ertigos expostos com a melhor ordem e britban-
limo.
At asta data asto j rendidos mais de rile
mil bilhetes de entrada diaria na eiposicio o que
somms mais de aeaaeota mil libras; espera se
que at o dia 1 de maio os empresirioi tenhsm
apurado mais de sem mil libras esterlinas. Os
commisssrios dos direraos gorernos tem entrada
gratis.
Ficam a descont de 4 1 2 SB oett* mercado
as aeges da estrada.de ferro do Recife e nao
lhe. agouro melhor futuro .tleodendo a que hoje
aqui aabido harer o governo imperial declinado
o pedido da directora para exteosio da garanta
ao excesso do capital neceisario para a conclu-
laoda lioha. Ai aeges das estradas de ferro da
Bihia e S, Psulo esto pelo contrario a premio,
depositando o publico grande coofianga nesiss
emprezis : ai da primeira desias iiobas tem ob-
tido IrI 7j8 de premio, e as di segunda a J*
7|8 a 5J8.
O algodio de Pernambuco dea colado em Li
rerpool a 131[2 d por libra; o do Mareon-io .
13 d ; e o da Baha a 11 344 d. O cacao oo Bra-
sil es|| pelo aeguiote prego neste mercado52 *
64 s per cwt ; o pao-brasil 80 s por looelsds ;
o caf de primeira qualidade 70 s84 s, seguoda
60 a69 s, e o ordinario 51 s59s per cwt; o
assucir branco de Pernambuco e ds Parahibi 25 s
30 s. e o miscava lo 17 s Od24 s ; dito bran-
co da Baha 23 i-S9 s 6 d, e o mascarsdo 18 a
23 s per cwt; e couros seceos 8 d a 81(2 X di-
tos salgados 5 liS d a 7 d, e aeccoa salgados 5 d
a 7 d.
Os 5 "[ brisUeiros ficsm a 101 ei-diridoade
e os 4 lili\ 93 1(4. Os consolidados tnsjleze.
3i 913|8 e 93 ; Mexicaoos 9\iK ]4 Per-
luguezes 3 j0 s 4Vf (8; Runos 3 0\ a 61 59 ; e
os 5 ,t* Italianos a 07 5)8.
Na ultima quinsena aagulram de Inglaterra pa-
ra dirersos portos do Brasil os aeguiates navios :
de Bristol rSilosm (8) para Pernambuco ; de
Liverpool Ziziene (9) pan a Bahis ; de Lirer-
rerpool a Queen of the South (10) para Pernam-
buco ; de Gardiff Emraa (9) para o Rio Gran-
de ; de Cardifl a Matbilde > (10) para o Rio Gran-
de; de Cardifl c Julia (12) para Pernambuco ;
a de Cirdiff < Free Trade 115) para o Rio
Grande.
nba
Do Brail chegaram a dirersos portos da Gra-
Brelanha no meamo periodo os seguiotes: da
Baha < Alid (8) a Falmouth ; do Cear Olio
(11] a Liverpool : de Pernambuco Blissbelh >
(121 a Queeostown ; da Parabiba c Virid (14) a
Falmouth ; do Par! c Issbells Scott (15) a Li-
verpool ; de Pernambuco c Migam > (t5) a Liver-
pool ; de Peroambuco c Spy > (15) a Greeoock ;
da Parabiba a Gitana (17) a Queenslova ; de
Pernambuco c Slella (17) a Queeostown ; do
Cear < Aon Logan (19) a Liverpool ; da Pa-
rahiba a Campanero > (191 a Greeoock ; e da
Baha Raleigh > (20) a Plymoath.
Tem os joruaes de Londres annunciado que o
imperador Napoleio assistiri abertura da ex-
posigao ; o Monitor francs porm publicou ha
poucos das que nada haria por emqnaato de po-
itivo aquella noticia. O vice-re do Egypto vira
aqui para aasistir aquella grande aolemoidade,
bem como o principe real do Piemoote.
Fallecen em Turin no dia 22 o principe de Ca-
pua, irmo de Sua Magestade a Imperatriz do
Brasil Sua Alteza era casado com urna ingleza,
miss Smitb, e deixoo qustro Sinos.
O parlamento britnico aeha-se encerrado des-
de o dia 12 deste mez porocessiio das testas da
paschos, aeguodo costume immemorial nos an-
s parlamentares da Grl-Bretanhs. Em ama
nelle lugar
sobre os imposto*, e que faria entrar urna re^ I Ji!"" ?V'"!l,eVoe' Efi^ ,ef*
duegio prorisoria de 2 1/1 milhdes de thalers no I ""'^ni, mp0rtin,e Hff1. V*n\ ao,.ne80-
orgsmeoto militar; e anda mala o ir. roo derl!'" d'' fj 2* p"""' *"*<>*
Hevdt se encarroan Ha ..(Tai,,., u .r. h,.rt00i, muUo interesssnte psrte.
cumstanciss do negocio mexicano, e ae a Franca
anda hoje ae mostra inclinada de ahi continuar
as suas operagoes, ninguem acredita que isto a
sua seria nteogo. Abandonada pelos mus allia-
aos, ella oio tem a mnima eaperanga de ahi pe-
netrar com os seu planos. Taoto mais irritado
por isso, neste momento, o espirito em Pars
coolra a Inglaterra. A' isso accresce que lord
Palmerston tomou oecasiio no parlamento ioglez
de ae pronunciar mui fraacamente coolra a con-
tmuacao da oceupagio franceza de Roma e mui-
to enrgicamente em favor da cansa da Italia
contra a Frauca. Naturalmente liso nio coolri-
buio para eslreilsr a lotimidade das relagSes com
a Inglaterra, ea cooaequencls foi, que o impera-
dor Napoleio abaodonou de repente o plano que
liona de ir i Londres para visitar a exposicao de
Industria. w
A* notas e protestos da Aualria e da Praatia
acerca do negocio deShleswlg-Holstelo foram ha
(pouco respondidas pelo gabinete dinamarqus.
amonio Jos Pinto.Informe a Sr. inspector Como nio era de esperar outra mete, a reiooi-
la foi impliamenlenegtira. Declara a mesms
que, risto o espirito publico ns Dinamarca, o ga-
binete de Copenhague ji por Uso difficilraente po-
derla aonceder as exigenciaa das potenciaa alle-
mas, sobretudo relatiramenle ao Schleswig,
mesmo oo csso, que apene* de acreditar, que
o mesmo o desejasse. Segando a notifleacio ca-
tegrica, porm, que a Prussia e a Austria diri-
giram Dinamarca em auaa notas do mez defere-
reiro, est clsro que em Berln e em Vieooa nio
se est mais na posigao de acceitar tranquilla-
mente, e sem mais nem mono* a resposli negili-
ra Bmpregar ultima ratio regum, laso lio
pouco a cousa do conde d Bernstorff, como o
era do bario de Schieioitz. O que por isso se es-
pera 6 urna declararlo, que, persisliodo a Dina-
marca na recuaa de cumplir aa coorengea feitai
com a Allemanha ea 1851 e 185S, timbera do
lado da Allemanha nao ae julgarlo maii obrigi-
dos por esses engsjamentos, e que a AUeoanhs
roltir acerca do* '
no sentido qu
Andrsde.Como
arista
Heydt te encsrregou de effectuar ji para o budget
actual a especiflescio maior, exigida pela ultima
cmara doa deputados. Sao esses justamente os
pontos, por caus dos quses foi dissolrida a ulti-
ma cmara dos deputadoa, e por causs dos quses
os ministros liberaos so riram obrigados I reti-
rar-ae I E agora o aioisterio Uoheoloke-Heydt
de repente concede largamente, o qoe ba pouess
semanas ainda a corda declarara Imposiirel de
se conceder. Tambem eise repentino liberalis-
mo, calculado sobro a* eleigoes, nio faz entre-
tanto effeito no poro. Sorprehende nicamente,
e nos circosiatelligeute* elle canss maior indig-
nacao. porque denota que a posigao di corda
cootra a cmara dos deputados e os ministros
liberaes s se fundara aobre urna intriga do par-
tido conservador na corle. Por isso ainda se
sustenta a idea que o minutario levar! urna
completa derrota di* eleigoes, e na nossa prxi-
ma ji podaremos referir prorisoriamente i asse
respeilo. A complete e definitiva certeza i rer-
dide que s poderlo trszer as elefgdes dos depu-
tados, que derem seguir no dia 6 de maio is
eleigoes primitivas em 28 do corrente. Com tudo
ji das primeiris se deixarl deduzir approxima-
tirimente o resoltado final.
Londres, 3 de abril de 1861
O piquete trances Naoarr entrn em Brdeos
dia SO do correte, fraseado a mala do Brasil da
ultima quinzeni de'margo ultimo. Recebemos
squi a correapondeocia rinda por aquelle vapor
oa ooite de SI, e no da seguinte o* joroaes ape-
nas deram algumaa noticiaa commerciaea do im-
perio.
Entretanto o Daily Nmoi de 10 do correla
maz haria ji annunciado qae no da 25 de margo
prximo pastado, teiia lugar no Rio ds Jsneiro,
a uauguragio da estataa eqaestre de S. M. o Sr.
D.Pedro I, bem como que partirla brevemente
do Branl para a Europa urna missao especial en-
carregada de negociar o calamento de S. A. im-
peri pnoceM Isibel, hoje com 16 aonos da
idade e por isso campando ao imperador seu pai
cass-la par* amegarar miia firmemente s suc-
eessio do throno imperiil do Brasil. Esas folha
nio dengoou todava o nome do plenipotenciario
I?.-7i.,cetc! <,P,dflo P o seos tinos que riri oiquelli mssio, nem doorncino com
furtenter*Cd1.*3'{:-r d.* "W V^Z .lM0.1" q"m "'* 5*" fXJSHEJSS-
lUMimente darl logir a muito grito diplomtico ra ; per carta* particulares noria
do lado dinamarqus, mas por ora nao bsrerilque quanto ao primeiro sari o a
teoiti aqui
. parle.
Slr George Bowyer do partido tory e membro
citholico do parlamento pela Irlanda, inlciou
aquella debate, aecusando o ministerio Palmerston
de harer cootribuido por meio de seu apoio moral
para a obra de espoliagao (segundo o orador) em
qoe entrou o re Vctor Emmaouel cootra os sa-
grados direito* dos principes italianos destrona-
dos, desde qae na pennsula Italiana aurgiram os
nota val auccenos polticos que aioda hoje eatio
por dicidir. Na opinlio daquelle -orador, b go-
rerno inglez nio tem asbldo nem se quer, serrir
os proprios ioteresses da Inglaterra,; por quanto
a rerdade que a Italia est completamente I
morcS do imperador doa Franceiea, de quem o
rei Vctor Emmaouel eridentemenle um rice-
rei, sendo porm tambem cario que aquella es
pecio de prolecgio britnica tem contribuido para
animar o partido da rerolugao em auas tropelas.
Sir George Bowyer atacou a idea da unidade ita-
liana, laxando-a de utopia, e referindo-se sos te-
smos que os Piemonteses tem praticado oaa pro-
vincias napolitanas e ostro* ponto*do reino pira
iaporem i* tistes polticas do gabinete de Turin.
concluio qoe com tees elementos elle podia bem
prophelisar que Roma moca vira a ser a capital
da Italia, como affingam que o ier oa amigos
da rerolugao italiana.
Mr. Gladatone, mioniatro da fazenda, tomou a
palatra para responder Iquelle orador, e come-
gando por declarar que is exprimir auas ideas a-
cerca daquella queatio oa sos quslidade de de-
putsdo e nio de ministro, disse que a rerolugao
liberal da Italia se achata justificada peloa uti-
linimos fructos que tem j produzido em relacio
ao desenrolrimeolo daa liberdadea cooatit.cionaea
e ao augmento da riqueza nacional por toda a
parte daqeella Penlnaota qne est boje felizmente
sob o sceptro do rei Vietor Emmannei; e que
quinto ao* reximis alludidoi a nica resposla
que lhe cabia dar era lembrar caraira que a or-
dem era mentida nesiei pontos, onde msis se
falla de resistencia ao Piemonte, pel gasrda na-
cional o qoe sobeja prova da adhesio geral di-
quellis prorinciaa i causa liberal italiana.
Julgira o interpelante, diise Mr. Gltdatone,
Sue o actual rgimen porque ainda ae gotoroa
orna poderla maoter-ae peloa meamos meios e
eom a aasistencia daa tropa* trancaras ? I Na
optetio geral serii irriaorio luitentir essa dou-
trlna. continuou o illustre mioiotro, e Unte
_,-------_ ._ -._., vw_..uu v HiHin iBiuietro, e unie e
arques do La-'rerdade qne o poder temporal de Papa e*U in-
tnrament* merce do imperador Napoleio qw
oeeupaodo Roma eit aioda impediodo Me a- ci-
dade Eterna aeja como ha de rir r sor caflliat
do or0 reino iiaiiaoo. Entreunto, disse o ora^
dor coocluindo, > -faencia daa idssr ha do fcaer
dJS rlV" P*T^ de er' qner o gahinoto-
das Tniheriss coodeseeads quanto ante, com os
oloa da papulago italiana o aspecialmente ce
os da de Roma, retirando deste ponto o exereitiv
de occepac. para que abi Iriuaphe tambem av
cauaa da liberdade.
Seguio-ae a Mr. Gladatone oeste importante-
dbale o pnaelro ministro, lord Palmerstae, qae
em fazer distmcgio come alus fuera o cho-
Mler do Eschequer entre a sua qualidade d
e de deputado, eemegou invectivad
violentamente o gorerno fraocez pela occapaeifr
de Roma, tacto deegregedo a qne ae podia attri-
ouir o eitado anarchico da* prorinciaa napolita*
as porquanto I sombra do gorerno pontificio,
ustenlado pelaa baionetaa francezes. qae alaunsr
reacciomitae em faror dos Bourbons e parlido-
do loma estaram espalhaodo a desorden naa
prorinciaa napolilsaas. Lord Palmerston decla-
'ou maia que a pelitica do imperador Napoleio
na queaano italiana era contra o principio di nao?
mlertoneio proclama por eite priaeipa depois d
paz de ViUa-fraoca. e que pois a oceupagio 4
orna era um alteatad* politieo que dara ca*^
sor, e que de esperar renba brevemente a ce*-
Jar, porquaotoo garremo fraocez loria de ceder
a iufluencia da optoiao poblica eurapai que lo-
minileatamenle se tem declarado contra o itatu-
Sio no que respeits oceupaco de Roma pela.
rflDs9*>
Aqu termino no parlamento briUonico o dis-
cussao daquelle atsumpto, pareceodo flear a tic-
loria pelo lado do goterno vista dos sigoaes d
ppreragao com que foram recebadas pela cmara
I patarras dsquelles dous ministro*. Mas por
meio da mpreosa ingleza e europea tem ella pro-
(redido mecedeodo que os joroaes francezes tem
ombatido fortemente a manaira porque lord Pal-
fceriton encirou a poltica francesa oa questio-
ie Romo. '
OCoosttucionao a Palrio, falhaa de. Pari*^
lembraram ao gorerno ingles que o imperador
Nspoleao lera preilido i ciusa ds Italia mata do
'af ".,'mPle polo moral, e que por conse-
guinie lhe competa tomar nella urna parte activa
exclusiva, estudando as sua* dirersss phases at
nal arraojo dos dirersos Ioteresses em coaliso.
A Franga, continuaran) aquellas folhaa. oceupar
Boma emquanto asiim julgar con veniente nos d-
asres*ei da cauaa da Italia que o imperador eat
jerriadn, eabora esta poltica nao renba a agra-
dar i Inglaterra, qnea aabe aer generosa fra de-
cna sem lambrar-.a di situagio riolents em que.
manteo por exemplo as ilbas Jnicas, que he j&
A.ito ***?0 Protestsm contra o protectorado da
Qri*b(*aoha. quecondo reonir-ae i Grecia.
Atrout. joroaes loe. affirmado qua aujpai*
daquella famosa diseassao oa cmara doi coav
nsuos lord Russell dirigir urna nota so gabinete
irancez, reclsmando contra a oceupagio de Roma
pelas tropas fraoceza*. Nio posso affiangar couia
alguma a eite respeito; mas, pelo conhecimento.
que leoho da deferencia com qae o gorerno in-
glez coituma tratar sempre o poderoso imperador
dos Praocezes, inclino-me a crer que o ministe-
rio Palmerston nio se arriscara a dar aquello
pino, certo como dere eitar de que o gabinete-
ds Tulherie* repelliri para logo quaesquer con-
lelhos que sejam dados como em nome de um
quasi-direto. Se alguma couss, porm, hourer
tido lugsr s semelhinte respeito, brevemente a>
imprema publicar! enes documentos, a eotlo-
**k1 It" m*nucis conta aos leitores.
Na Iialia produzio excellente effeito o discurso
de lord Palmerston, e ji all tem tido lugar em>
direraos pontos rarios meetiogs em que fot
adoptada a resolugio de eoriarem ao primeiro
minu'roda Gra-Bretanha riras congratulacdes
por tao geneross parte que elle lomou na defeza.
da caus da Italia.
O parlamento italiano acha-se tambem em fe-
rias, e seguodo anouociam de Turim, ad em Om
de maio tornar a reunir-se. Antes ds aua se-
pa/agio rotou ama lei de fazenda, autorisando o
ainiatro das floangas a elevar o numero doa bi-
lhetes do Iheaouro de quinhentoa milbes de fran-
cos, dobrando auim a somma que aoteriormento
era autorisadi, aem qua todarla riease esta me-
dida afleclar desfarorareimente o crdito publico
por se achar elle na jasU proporgio com oa re-
cursos ds que hoje dispde o reino ds Italia.
O ministro Rattazti hsrU publicado urna im-
portante circular aoa prefeitos, deaenrolrendo
oeise documento o programara poltico do gabi-
nete por elle presidido. Ahi declara terminante-
mente o primeiro ministro italiano que o gorerno.
do rei manleri por certo cida cidadio oo gozo da
maior somma da liberdade poltica outorgada pelo
| constituigao, mas que nao coosentiri de modo al-
gum. que a pretexto dessa liberdade ae maquine
coolra a aeguranga da patria, embaragando-ae a>
marcha do gorerno.
Eita lioguagem eridentemenle calculada par*
agradar ao imperador Napoleio, com quem o mi-
nistro RaUzzi est coapromettido aflm de impe-
dir que a ootatel auocigao do c Prorediaent
Nacional ae aeeeohore da situigio, obrtgando
o gorerno a ir ea aua poltica exterior alm de-
que lhe permute a policio actoal ds Europa. Di-
zta-se at que o gorerno de Turim instara com
Girabaldi, a pedido do imparador Napoleio, para,
qoe esse patriota oio conlinuaaae a aua dlgressac.
pelas prorinciaa italianas, oode esti com effeito.
eetabeleceudo aa filia es da grande aaaociagao do
tiro de Turim ; e isso pelo receto do enthuiin-
mo que em toda a parte tea produzido a appari-
gio de Garibaldi.
Este, pora, progride, cobo fica dito ea aoa
tiagem de iostrnegio militar ; de modo qoe. a
ser rerdade qae fra insUdo pelo goreroo para,
recolher-ae s Caprera, parece nao ter querido con-
deaceoder com tXo demasiado escrpulo do gabi-
nete italieno. Garibaldi Acata ltimamente em
Cremona, oode flzera cauaa com o hispo o clero.
dessa dioceae. ootateis sea exeepqio por aeu es-
pirito etaogelico o ao meamo tempo patritico.
Felleceu em Liio (Franga) mooaenhor Frao-
zeoi, arcebiapo de Turim, e exilado bata ji al- .
gooa anooa naquella cidade depoia doa auccea-
aos religioso, do Piemonte, o* qoaea o obriga-
raa a deixar a sua dioceae. A celebre lei Ra-
Uzzi, que ba aonoa paseen no psrlaaento e pela
qual o gotaroo foi eatoriaado a interferir na
clames monsticas, dea principio la deasteaco
de monsenhor Fraozoni com o gorerno, delta,
roaultou a sabida daquelle prelado pora o eslrin-
geiro.
0 fallecido arcebiapo de Torim era estimada
per anea nrtudei, o Sos Sintidida Pi IX lhe
coosagrou sempre particular afioigio polo apego.
cora que defeodeu constantemente aqulllo que
eue julgira ser om direito improterirel do epia-
copado. Ease prelado fallece, no idade de 74
anno*. teado ritide aampre cercado do respeita
geral: aquellas meamoa qne divorgam de Sara.
opindea o aaaram.
O re Vctor Eamaoael doto te* periido noata
data pera Nipolaa, onde tai peraaaacer algum
toapo ; o aera acempaahado aesea almajal a
Fsllara-ae tambem
pelo Sr. Ratassi.
oa viagem
m


Jl
Itere que
excartao ali aples, tr> er
-bre percorrer ilht.
O principe Huab^ d**o
flfclTa ei flaftt.r* Sl-rffT *Wt^McoHenriqu,% p.
jolei. ti ervmdo ia.atust ni de mam a. ,,,..,;. ,
DU1I0 DE PMNAM1UC0, QUT4 A 14 W MAK) DE 1MI

t>ara vitiltr a etposicao ten aciooal de Londrea,
eegaodo.oouncitm ai (olhs tirgleats. od'^fV
teca coala apeoaa 18 en non, ola) m por aaa
juanto figurado oa vida pnrblica : antela"
vela ircunisUoci de ser o | rimogearUo do
o timado re G-alantuom^ ieN Moi dt
colhido em LoDdrea com unodaa sigaaes
ayapsthi, sendo de eapaur ae a sea preseas
aqu sr.. de pretexto para natovat demoojttT
coee em favor da causa lber il i'ltalia.
O msrquez da Ltatele, .bailador de Franca
m Roma, etia preeeot.mej e aeita capital, leu-
do aqu vindo stgundo ann ciam varioejornaaa
Paria fiara tratar negocios le familia. Suppoe-
e luda ni que cutro o n olivo da digretsio
>*aee diplmala, pela circum tancta de se aerar
en desavenga com o geneml iJoyou, commau-
ieate das orcas frtneeza. ea Roma ; e ase ou-
*ee motivo segundo a lotei jrel.cio de alguna,
sor querido Mr. Lvatele valer-te dquelle pre-
texta para, aOeenlaado-ee o imperador, afim da decit' r a contenda exis-
tente entre essea dous persoingeos.
-*) marquez de Ls vlete un com o papa para
^ue transija com a causa pop ilar da Italia, oge-
aeoa Geyoo tosiste pelo conti irlo pala manuten-
a do ttaiu quo aa poltica do Vaticano ; e dah
resultado a oppoaicio em que ae acham aquel-
la delegados do averno frent es.
dlaa, ae por um lado o coterador apoia Mr. de
avlete por seguir i risca as .Diirucc,esque le-
*ea ao temido de demover f> v*P* a transigir,
a?ar ouiro Udo nao quer den. uir do commaado
-anrtHar ao conde de Goyun, qtie at boje ten' as-
ando comerar em Roma a I anqwillidade com
taade apprevacio de Pi IX.
Aeeim, pea. gabinete tnui.tr. acha-ae emfca-
aacado a respeito do modo por que possa conci-
liar oa contendores; oem por m quanto sabido
oexpedieuie que tomar aeal.i emargeacia.
Ae ultimaa dataa doa Katada -Unidos chegam a
di te correte ; e aa noticiai i'alli recabidas sao
nia da maiar importancia
federara haran ataca!) Islaod o. 10,
ooseguindo redutir o inimif o que capitulo
scriacao. DepoiadesseautMSto o general Ha-
IlUn_evaacou sobre Corinlh. e a ni encontrando
iaimigo em grande torga sol o commando dos
-era* Beauregard e Johosti oe deu-lhe bala-
rae campal, da qual sahiram victoriosas as tropas
edenes.
A pnocipio haviam estas sido repellidat com
grande parda, asas posleriermunte ha vendo sido
atorcadas anearan) com vigor na poticoe doioi-
aigo, e depoia de ama encarnizada batalha der-
votaram aa forcas confederada*, que toram obri-
4*4ee a abandonar Corinlh.
O confederados perderam ci.OOU bomena, en-
re morios a fondos, achando-ie no numero dos
pnaneirot o general Johnstone i no dos segundos
o general B-auregard.
As torete federaea tiveram 2(>,O0O homens lora
de combata, entre moras e (en los. Esta victo-
Ta causara grande enibusiasmc no norte.
O congresso havia nomeado i iversss com mis
ara para inquirirem sobra o m >d* de s levar a
tala a eoaancipacao dos negios nos a Burder
Utas, a
1 de guerra da protmeia de
Uetteto da 15 do crrante.
d* asma.tai Mr .firttnt de a
pole. e ij se KaTOj ty STeSe v ^ _
v a-- ^"i.^^7^^g^^:^0rqu^
jjjlfjiTartaValo^
do emprego em que aa acha
do
numao cotpo Bo
Monleiro
la gerfl, do
tiro te^roffm Gramda. ^33 da
Caa^-rataymjtVMatatatLoa Msciel.
oomroartlar a (ariaiaaa daLaje^
Al* anftai lilAam-sa afreaaatsdo pdaWsl-
^G^re^Cl^^gltHf.8*' Mello, J. de
Alinear, Bandeira de Mallo, Araaio Lima. Uaa.
fique, Sergio de Marero, Ti vares Bastos. 3.
''4
PMIIDEiCIA
e A ei. hora
ar, epatados
sa lomeados
krismentoa
,- feota Aona
^2- o Trptador os "Srs. "depatados^acriaaT
J^i^, orgia dy^reodj. Blogo Yellio Ca-
es po bm* ao secada Uruguay com o de Colon.
Itfltt qiaipve recebe
Mariobo,
T. Otiooi.
INTERIOR.
Rio de Janeiro, ale abril.
Ameoba i 1 hora da larde s Isocarao ao mar
na auguala presenca de SS. IIM. II., a corveta
Miherohy, e o vapor Carioca, desliusdo ao ser-
150 de aosso arsenal de marinha, onda ambos
st-ie navios aio construidos.
A corveta tam : do coropritiento na lioha da
flgual90 pea, e da figura grit illa da popa M6
pootal SO ps ; carregada cala M pea de agua :
odealocamenio da quereos d > ,-291 toneladas
brssileiras, a a for$a das mas linas de 00 ca-
ballos : deva montar 28 pecas de calibra 30 de
pnmeira classe, das uuses 6 nulas de Whil-
worth.
O vapor tem : de comprimento na linha da
agua 80 ps. de bocea II n>i, 3 poliegadas, cala 2 ps e 9 poliegadas, e sal
auas machinas sao da forja oe 1'.: cavallos.
faram comeados praticantes lo thesonro na-
ciouai os Srs. : Maooel Fernmdo de Mallos
Juahybs, Joao de Oliveira Guunaries, Alfredo
Francisco de Araujo, Virissimo .'alio de Moraes,
Joaquim Jos Maciel, Csrloa Am>ricodos Ileis e
Rodrigo Antonio Pereira da Cun :ia.
28-
Por decreto de 3 do corrate a.ez foi o cidalo
Joaquim Gomes Leite de Carralho n ornea o
nombro do cooeelho fiscal do in penal Ioslilulo
Fluminense do Agricultura.
Foram exonerados, a pedido, ) commendador
Patricio Corres da Csmara, do cargo de vlce-
presiJeote da directorio do Impe ial lostituto Rio
Grandense de Agricultura, por d crelo de 19, o o
commendador Manoel de Arau o Porlo-Alegre,
da cargo da membro da commiisao encarregada
de representar o imperio aa expisijao universal
de Londres, por decreto de S3 do citado raer.
29-
Wa angosta presenca de SS. MM. imperiaea, e
de immeoso coocurso de poro, que. pejsva, nao
o recinto do arsenal de mar.aba, mas Uro-
bem a fronteira ds ilha dss Col ras e os navios
ancorados as proximidades, vtaJo se anda o
marcoalhado de escaleres e eni larcaces ligei-
raa, cabiram hontem dos estaLiroa do mismo
arsenal agua o vaponinho Car\oc% com as cal-
deiras acests e prompto a navegar, e a corveta
NMherohy, construida sob a dir :cao do Sr. pri-
meiro-tenente honorario Napoleaj Leel. A's 2
rieras e 10 minutos da larde tcov u- se a formosa
corveta, deslison lents, porm seguramente pela
aua primeira e ultima cerrerra te restre, e fluc-
tuoa gracioaamente no seu prtprio elemento,
onde doos fados possam segui-la.
Foi exonerado, a seu pedido, rio cargo de se-
gundo vise-presidente da provine a do Rio de Ja-
neiro, o bacharel Jase Ricardi; de S Reg, e
comeado para o substituir o bacba el Jos Norber-
to doa Santos.
2 de maio.
Par decreto de 30 do mes pasudo forsra no-
meadee para a tbesourara de fsimda da Baha :
i>nmeiro escrioturtrio, o offlcial di respectiva se-
cretaria Olympia Piusa Munit Bs reto; segundo
esetipturano, o ebefe de aeccao da de Sergipe
Joaquim Jos da Silva Castro ; oDcial da se-
cretaria, o segundo escrlpiurario da thesouraria
de S. Pedro, Augusto Frsoco Vela ico. Na mesma
data concederse a Antonio Moiteiro de Meo-
donca a demissio que pe-lio do emprego de por-
ieHada theaoararia de fazeoda do Matto-Grosso.
Por decreto de 28 de abril ullim, foi eoticedi-
da so director das inslrucces Oa"aea do arsenal
de marinha de corte Napole&o JoSx> Baptista
Lvala gradaa;o do posto de c piao tenente.
Por decreto de 30 do mismo tsm foi concedi-
do aos dous coraos da marinha 6 ase da ban-
deara nacional, coma a teem os sorpos do exer-
cil.
Na mesma data feram Borneados : o capito-
ttuente Marcos Jos Evsogelis professor de
Gama Ceraaeiis, Ferraira da Veig,
Psula Fooseca, Luis Carlos, Rodrig "
to, de Limare, Lamego, Caries da _
Tararea, Calasana, Furisdo, Aragio a Mello, Ta-
ques, Texaira Jnior. S a Albuquerque. Bezer-
ra Monleiro, Esperidiao, Fialho, Siqueira Meo-
de, Diogo Telho, Vieira da Silva, Carnelro da
Cun ha. Mella Franco, Z icarias, Fleury, Paulino
de Souza, C. Olioni, Angelo do Amaral, Paraoa-
gu. B.lio, Fonaeca Vanla, birao de Maua.Ser-
ra Carneiro e Ferreira Lage51.
Nio aeapreseauram anda, mas eslo na corte
osSrs. F. Oclavisno. Sayao Lobato. Paranho,
Silveira Lobo e Barbota da Cuoh, que com
queiiei 51 pretexta 56.
Por decrelo do mez de abril ullimo toram exo-
nerados :
0,bachar) Jos de Aodrade Guimaraa do lu-
gar de juiz municipal e de orphaoa do termo da
Barra .Manta, a aeu pedido :
Joao Beplisia de Castro Sousa da lerveolia vi-
talicia do offlcio de uballiao do judicial e notas
e do registro geral daa bypotheaas do municipio
de Iguape, a pedido;
Joaquim de Paria Lemoa da dt contado do
termo de Quixeramobim, noCear, a pedido ;
O major reformado de 1* lioha Antonio Leitao
da Silva do posto de major da 1 beielbae da in-
fantaria da guarda nacional da provincia do Ea
pinto Sanio.
Forana reCOOdutidoa '.
O bacharel Carioa Augusto Ferrar de Abren no
lugar de juit municipal e de erphaoa da termo
de Vslencs, provincia da Rio de Janeiro ;
Machare! Joaquim Ignacio de Moraes 00 termo
de Ilu. em S. Paulo ;
Bacharel Julio Xavier Ferreira no dos termos
reunidos de S. Roque, Coa e Piedade. na dita
provincia ;
Bacharel Jos Carlos Machado de Qliveire. no
doa termos reuoidoa de Itapebninaa e Tatehy,
na mesma provincia ;
Bacharel Jos Pacbsce Pereira 00 do termo da
n nc1"0' P'oriocia da Babia ;
Bacharel Zeferioo de Almeida Pialo so de Mar
oe Hespanha, provincia de Minaa Geraea;
Bacharel Jos Antonio de Sasnpaio no da Pota-
ba, da mesma provinei.
Foi dasigoado ao juu de diraiio Julio Ceisr
Berenguerde Biltaocourl, demmido
iaSilva cS'^'^^J^V' UW' bk"*< Ban<,el
di Luz Viu; I f8.,Mlll0* E,^** '*" Le e Junqueu. ;
ff-"\1!-. i Sw-1"w nwqoet de branlas, bario
flo Maraim, barao d* Antonias, Csndido Borges,
Teixeira de Souza, isconde de Sapucahy. viacon-
de de Jequitinhorla. Cerqueira e Mello. Rodri-
gues Silva a Pimtols Baeno ; a para a depu lacio
que deve recebar a S. M. a imperatriz os sVs.
dapaudo Rodrigo Stlre. Henriques de Lamer.
Tmeire Jonior, Cenefa do Cont e Saldtnha
Marinho, e os Sra. senadores viaconde de Albu-
querque, Da* de Car*!ho Soasa Franco.
a c2IDora d* Urde' "nciou-se a chfgada
oe as MM. imperises, s. hem dapuUcdes a es-
pera-Ios a parta do edificio.
Entrando S. M. e imperador na sala, ahi ro-
< pelos Srs. presidente e secretarios.
r Hoje pela 1 hora da tarde abre S.M. 0 Ip-/JMws0o. contina.. .
M.,.e.Gro..o.'gffi.V. d.5.?mr.dger.'l.2 iMrttt "' ^t&SSS/
_ 5 yS^Hsdd Oriental
SESS10 IMPERIAL DA ABERTURA
DA
ASSKMHI.KA GBRAL
wtvm
ONCUBABAEnif.
m*' daX reunidos oe
i
... permaneca tranquillo. Uma
HSLJtf^*' siaJ Urceiro ,D0 V* "
ipaaia ^aia calamidad, comecavam o govarno e
as cmaras a occopar-ae dos meios de acudir
cresedo do gado, industria principal do psix.
dtf!,-,*?M. V?*1'*****- WiWrtremores
de trra, incluaive na majeas caMiaL mas felix-
ente nao hariam prodt|t}o SCgaaV
rrojectava-s. a fond.c>.dayij.oa*ee nos de-
fronlpiro, aaaa defronU da nossa
I CeArtoa, e)eulra so-
Tsaikd isdis-
a na-
-PB^aa'!1c,m.,,1,'".#^cUraVa4dja
I vffi|d^ no'eul"mBensamba. perlencem.
a rensreiigy, se nao compr*r|ndit na -ceoaaaaSo
:tr?.dLih0 de *^. "SI S5S55T
outraa nacoea por tratados especiaos que aaiegu-
rsssem reciprocidsde. p-"v* negu
la-ae stabelecer ama liuhs de vaporea entre
a Assumpgao e Montevideo. ^
tainWJ"1**1* '* qie na Bo"la bentra
teodo ji tr ampbado em Sucre e Potos, uma re-
ra" Belz ^ **** M>"i"1 '" "'
uSSSmSii 'e," ,eo,(,0 por alu
de Negreiros Sayao Lobato. %.
provincia do Cear.
^ Cf.8Mni WVUll Olii
Sr. pmldante d. t Pouco M" "T"
Tiveram, com effeilo. comeco as sesteas prepa-
deMs
dad'
ldoB0
quaes unindo-se a depataco, aeompanham
aaasBa aagnato aenbor at o ihrono.
A cmara dos deputados elegeu hontem as com-
missoes de regpoatt i falla do throno, de eon-
titulcao e poderes, e as tres grJmairas do orca-
menlo o cootas. *
Os Srs. ministros da guerra e marinha apreaen-
ttrtm e leram as propostas sobre a fixaco de
os '"'i* coDcerneales aos seas ministerios/
raloriss do senado e cmara
da 27 do pssssdo.
Na primeira, alm do expediente rdlaario e
nomeacio da commissio para pedir a S. M. o
imperador o dia e a hora da mista do Eapinlo
sanio e abertura da asamblea eral cmaosla
t'^^-^W'il UruBsy.
D. Manoel, Cersa,ra Mello, birlo de AntoBaa
Na sanada, leram tecoobetMoa depuladoa os
Sra. cooeelbe.ro fcqsjM.pel.g>diikto Sb.-
hia. Dr.flda.efg Ti.bm pele f de Ulna, a Dr.
Nunes GaM.laMp.ioi* do-Mar.nlii7 o. ajnaea
ptetUranTwwmento rtmn.ram merrlo. V
coami"io comeada pata ir pedir 4 S. M.
o imperador o da e hora da mina do Espirito
santo, bem como occasiao da abertura da aa-
sembls geral, foi composta doa Sra.:
Baadeirade Mallo, Saldanha Marinho. For-
jado, Esperidiao, Fooseca Visnna, Silva Nenes
tfirA,0,v?i"a?V d* C,lnh. Luil ^'"N- Ua* e
Silva, Vilell. Tavare, Aragio e Mello, Teixeira
Jnior, Silveira Lobo Siqueira Meodes, Diogo Ve-
Iho Carnelro da Gonha. Martim Francisco? Son-
ta Carvslho, Msrcelino Goncslves, Coato. Tara-
res Baatos e Salatbiel. > '
..riTii seguale : presidente, vitconde de Abs.t V
Mentarlo. Jos da Iva Nafra : 2 dito. Jos
gees da Silva e 4 dito, Frederico de Almeida
e Albuquerque. A commiisao de respoets tal-
la do throno compe-M do. Srs. marqa. de
brante, barao de Maritiba a Caroeiro de Csm-
m0*0^' SaaMaietUde a Imperatriz,
J*;" q o prenda trra, pt em
eae t,a iHf**?** ft*" G**ioca. qaa apena.
ffSL!* !f,2Leo*t?D M'egar, movido pela
^edeae matlaba aaotDaaahado por alguna ofBdae.de dl-
L.V?f Ulr*f PM,0M I""*', o"-
'. It?'0 "-"0 di,lieK> Pelrieio o
ipltaa Napoleao Lev.l. conalractor da
Da ordem do dia numero 312. publicada
hon-
o
para mim objecto do maia vivo prazer. I Seon na pro-
como
Siote msior" ..T.-f7c.o Vm^om mu ni car- mS^&i^^-.'VP?* "ud ^ J.y
; I 2yj nnq.illidade publica no tem sido al- Sergipe, fled
- Es'ieimmen.o beneficio, que b. tanto, .nno. d^merVaOO tSSS&^'
KssBaaa^^ ,-
c Gragea ao Todo P*do.o. coib.ita. regula- En h de abril
roa trouteram a abundancia de gneros alimenti-'
co., cessando caresta que
veaon algumas provincias
O eslsdo da saade
serva-ae favor vel
para aerrir na provincia de
o tem elTeito a sui nomescao pu-
d namero 310.
- prximo fiado.
Exoneraclo.-Do Sr.JoaquimUot Gome, do
3 dito, Vieira
, 4 dito. Pedro de Calaza di. A com-
?d0 7LTS ,DUirior", ,ug',r d.e "i-10""19 m^BTOwS
lltrS'iar... con-lm"U #* Pw W5 < f' .
"L T"D'f,"n"---Da Sra. teoeole-corosel gra-
pa" duhdHCrl de MoriM Caa)isao. d0 C'P '-
rara- limara do Amazonas oara o hal.lhan d. m.._
P
. temos, porm, de lamentar
o appareermento do cholera-morbus em Per
buco, e sua propagacao pelas provincias da
hiba ehio Grande do Norte. ma arma
a?\W22yrsSss?^
pao deis. caridade p.blica ni Brasil de libera- -"-~ -- -' a ? commando do
lisaraoa que soll'rem.
As relaces de pst e amitsd
azoaaa para o 2* batalhao da m.s-
Decreto do Io do crrante met.
rBd inhl.M am manl.l.. k.. .. pm como re
2*bitalhao da mesma
Dito da comarca de Santarem, no Para. Fraa-
ctsco Urbano da Silva Ribeiro, para a do Ip ;
O juit municipal e de orpbaoa do termo do
Principe, bacharel Pedro Alfonso Ferreira de
P,TteU-.p,ra Ue Gupuava, na provincia do
Dito do. termo, reunidos de Belssonte o Can-
osvieira, bscharel Candido Augusto Ferreira
rranco, para oa de Aracei e S. Chritiovio. em
Sergipe;
Foram nomeado* :
. j"U |e, direit0 Theodoro Machado Freir Pe-
reir da Silva chefe de polica da provincia de
Monta Alto, na Baha ; "' 22! J" "llfleaoea Ja oltm Segundos tenantes Antolio Carlos de Oliveira
Anec..id.de de melhor.r o systema ad- i!mrJlV^ 'Ulbari. a p para a
miaiairativo das pro.inci.....po.irJ.od. seus oe,le ?.ra ,a JL&!l!?** L,g08ir0
primeiroa funecionario, assumpto digno de ifar S it con, nquererani-
ros., illustr.da atiencio. P 8 mS!SSSfuW^m ". *0 torP
* Naoposw deixaVde lembrar-vo. igualmen- J ZJ biSfi1^!? 5 '^f enl
te que necea..riu reformar iei orgnica da. Brfto f JSESlI C*i?Uno N,tto *
cmaras municipaes, para que lalas milhor ore- regiment para aquello corpo.
encham o fim de sua til institui(u.
raaHiIe!,Mgu,aine',,laroa,a,ei0,!*e,recedo"r pr decreto de 29 de marco do aooo correle
Unfi frenueS V"" V225P *** *io<* L ?0meado ctTalleiro d* de Leopo do o
nped TdUOhr....qU'l'flC*C^ 0,T0lan,es. e Sr- Lui? taoreye. wclo da cas. de S.port.a, C.
impeor a. duphcataa e apuracoe viciosss. e que durante muitos annos exerceu o lugar de
, t e*Pener" eonselhi algumas modifica- cnsul da Blgica nesta corte
es d. le de 3 de dezembro de l*l, qoe .per-
A amara doa deputados elegeu para a sua
mesa prasidente. visconde de Camarigtbe ; vi-
Pioio^ao0;?' ?tbi"' *' eoretarlo, Pereira
Pioto, 2 dito, Gama Cerqiiira
da Silva ; 4o dUo. "
A'VSttSlA f.alla 00 ,broo e eomposta
tgiSS" mht B,rb0M d' C-Dba
.JlSS^" ,id0 8PnMntadas. pelo, respecti-
vo miouire. propoaUa de forca. de mar e
trra, que aao a. aeguinte.;
* k'1' '\a*0,Sm u". para o aooo fi-
oaneetrod 1863 1864 con.t.rao :
81. Dos oinciaea doa corpo. movis e de
gaarnicao. da reparlicao accleaia.lica, e doa cor-
po. de taude do estado-maior de e > classes
de engenbairoa do eado-maior general.
V De 14,00a pracaa de pr.l da linba, em
circumatanclaa ordioarialL e de 25,000 em cir-
cumttancia. extraordinaria..
.'" A'-. a<* Al rg. fix.da. para circumtlan-
ciaa ordinarias serio divididas em 10,000 pracaa
guar'ntV0* COrp0' m^* 4'000 M corPos oe
. Arl. 3." Aa forca. fixad.i no 2o do art. 1 to
rao completadaa por engajameato voleolaric, a
pelo recruUmento 00. termo, d.s ditpoticea que
exislir.m.
..* ArU *" A respeito dos individuos que ..-
aeotarem praca voluntariamente ou form recru-
lados. observar-aa-hao a. aeguiuie. diaposicoes.
9 1- Os voluntarios servirlo por 6 snno. e
os recruiss por oito.
2." Os voluntarios, alm da gratifleacao
diaria igual ae sold
B.charel Sebaatiao Lir. dt Silr.,jujt munlc-' eicoando
pal ede or.hao. do termo
t Bach.rfrS.tuS,i..";raado '5S,. c.\, l *** *
dem do Termo de Mangsraliba
Bacharel Joaquim Falix
da Fonceca, eicrivo
Pinto Guimates,
appatatbo da escola de marinha, | ara o logar de
ajudanie da inepetedo do arser. 11 d. corle ; o
capiUo-t.neote Carlos Augusto Yktorls, eom-
mandanle da compaohia de apreml tes mariohei-
roa da provincia do Espirito Sti lo, para servir
interinamente aquello emprego; 11 primeiro-le-
nesit. Jote Lopes de S, para con: mandar a re-
Jersd. eompankia e aerrir iaterioH aetrte o lagar
de capitn do porto da mesma irovioct, por
ler-e eooeedifo, por decreto de '.i">, demisso
que dalle pedio o capito-teoente Jos Gregorio
Afleoeo Lima, nao entrando o prrt eiro em exer-
cioia sania qusndo for substituido ::a menciona-
da ~
. da Souza, idam doa
termos do Bom Fim e Santa Lacia, em Goyaz :
Bichsrel Benedicto de Barrse Vssconcellos
dem do de S. Bento, no Maranhae ;
Bacharel Antonio Augusto Ceaar de Azsvedo,
dem des de Baaevenie e Gusraty, na proviocia
do Espirito Santo, fieaadoaem affeito a nomea-
cao do Bacharel Francisco Goocalves Meireile.
Bulos par. o. ditos termos ;
Bschsrel Justino Ferreira Caroeiro, idem do
termo de Parahibuna, em Mina. Geraea ;
Bacharel Joto da Molla de Azevedo Corlea,
dem do delCabo Fro, oa provincia do Rvo de
Janeiro ;
Bacharel Innoceocio Marques da Araujo Goes,
dem doa termo, reuoidoa de brante, e Malla
de S. JoSo, na provincia ds Baha.;
Antonio Joaquim da Costt Cunea Jnior, ta-
oeuiao do judicial a notas do termo de S. Jer-
nimo do Bio Grande do Sui :
Numa Pompilio Saraiva
de orphos do dito termo ;
Marcos de Oliveira Rocha, partidor do geral e
orphaos do termo de Caixi.tf ;
Amonio Teixeira de Car.albo, leoente-corooel
chele de estado msior do commando superior da
guarda nacional de Barbacena
Capitao Maooel Antonio
idem do Santarem, 00 Para ;
Manoel Ferreira de Carvallio, ente coronel
commandanle do batalhao n. 81 da guarda nacio-
nal de Minas Geraea ;
Major Joao Fernanda. Carneiro Viauoa, idem
do de n.37, dairovinci.do Rio de Janeiro;
Pedro Teixeira de Carvalho major ajudaoiade
ordenado commando auperiorda Barbacena ;
Capitao Alexandrino Antonio Argllo idem do
de S. Fraocisco, na Babia ;
Jos Mendes de Carvalho, idem do deLeccas
os dita provincia ; '
Gu.t.vo Bernardo de Brito, idem idem ;
Capitao Joo Constantino de Oliveira, major
commandanle do esquadrao avalao de cavallaria
- S da1 provincia de S. Paulo;
Capiao Francisco Lopes Monleiro, idem do de
o. 9 da provincia do Rio de Janeiro ;
Tenente Francisco Jos Dinit, capitao secreta-
ri06e,al do commando superior Ue Barbacena ;
Belmiro Americo Cimor, idem do de L.n-
Qoes ;
Tenente Jos Joaquim Leal, idem do de Ala-
goinhaa ;
Vicente Ferreira Barboss.cpilo qaarlel-ates-
tre do de Barbacena ;
Jos Bernardo de Brito, idem do de Leo-
gea ?
Dr. Fefippe de Marlins de Si Vieir*. capillo
cirurgiao-mr do mesmo commsodj :
Tenante Lourenco Vieira de Azeredo Coulinho
J.nior, idem do de Santa Isabel de Paraguan
na Babia ; '
Miguel Pinto da| Silva, idem do de Alaaoi-
nbas.
Foi dssignado o capitao do 1 batalhao de ar-
tillara da capital da Baha, Pedro Ricardo da
SlDa-' pa/a ,etfr de mti' do meamo batalhao
Foi reformado no posto de mijor o capio
Domingos Cario, de Saboia, da provincia do
Cera.
ranea individual,
da ordem publica.
< Allivisr a guarda
a orgaauarjae e processo judiciario,
te e aegu-
seni delrimenlod interesaes
nacional do
frvl
Amanhecea hontem fundeado em nosso porto
Ico ordi- o vapor Oyapock. viodo dos do tul. com ioro.es
.. para que f lr<" An Di" "
fui instituida, uma neceasid.de cuja sstisfacao
nao deve ser demorada.
a Releva melhurar a legidacio o* eiercito e rio baitaram os dous
da armada 00 que se refere admioiatr.co da 3.* seceie.Rio de Jan '
'""i*- P*0"0,8 do imperio, em 26 de abril
t de urgencia a promulgado de uma lei I lm. Exm. Sr.-Foi ouvida a
B VSStiHgmkf "'""'O. r. aiT
Biodt Jautxro. Pel ministerio da do impe-
' ojixaram os dous avisos seguioles
oo que se refere admtnutr.cao da 3. secee.-R|o de Janairo.-Mioislerio dos
que remova
- seccao do. neso-
os graves ioconvenieQUa do adoal ? ipaHo do cooselho de etado sobre o
oaodri,..i.n Uin.eBV,: em o^llude ofJWoo. 140deltde dezembro do .ano p.ssV
d%h.",ap"terl0,le "Hender a uma med- I presidencia eubmetl. appro-
anaJ. B e'o geralmanto recU- JS" \ Knrno imperial as io.truccdss por ella
*'<** dadee cmara municipal de Caroar
Ha mtnifaat. corrflaoodnpi n. aaiaaV a* fimeoio i pelicio do hachare
iateiro, ao meto .odo de
primeir. pr.ga emqnanlo forera pracw de pret,
---------cooiorme Uverem ou nao crvido ao eiercito o
II Kodngues Bragan^a da.te para 'em)0 msreado o. lai, perc.berio como premio
i^DajameBl0U4nt*r*uflc,cil0 a 4UOg para o. primelros, a a 300* para os aagun-
dos, paga palo modo que for eslsbelecido nos re-
guiamento. do governo ; e, qu.ndo forem ca-
sos do sorvigo, e Ihe. conceder n.. colonias
? arMA ou oe "eioDae., am praso de trras
do 21.0OO braca, quadr.das.
* 83. o'recrutas e veluotarios poderio exi-
mir-ae do aervico militar por aobMituicio de In-
dividuos que teob.m idoneidade precisa para o
mesmo servico.
J fL*" nrno fica autonsado a de.ttcr
aie o uuo pracas da guarda nacional, em cir-
cumataucie. exlraordioariaa.
Att 6.4 Ficam revogada. toda. .. disposi-
cde. em contrario. '
aoLPaici do *i0 de 'eiro, em 6 de maio de
1862.-Marquoz de C.xias. a
**/*" l, AforQ.n.al, para o anao de 1863
a 1864, constar :
1." Doa ofciaes da armada e das demaia
ciaaae. quo for preciso embarcar cooiorme as lo-
laccis. dos navios e estado-maior das divis5es
ott.e.
2 Ea circumtt.ncss ordinsriss de 3,000
pracaa de marinbag.m e de pret do. corpo. de
marinha, embarcadas em navios armados e trans-
portes a de 5,000 em circumslsnciss extrsordi-
nariaa.
UIARIQ Dt PERNAWBCQ7
tio geralmante
em defe-
correspondeocia na creaco de ri.,nfn,<> PocSo do bacharel Aolooio Wilruvio
um monte-po par. 0a officUe do eaercilo. qua, S10.10 B\a4ekt Ae10" < Vssconcellos. que o-
aasegurando s ,ua, (aoiilias modesta subsisten- "* tosseta espedida, providencias para que
ca venh. Ueotar o theseuro dos encargos re- a,mID cmara procedesso com toda a refala
sulisnles da. Po0oei e meio
todoa cabem.
i,.*i.f^!ro ?u* T0" ,e' Psi*el nesta setsao
iraiar ao projecto de le concerneote is promo- critormidade com o parecer da ref-ri-
coes da armada, medida sujeita a vos, approva- fla n*080 ".Jo em consulta de 5 de marco
cao e uma da. primeira. necessidada. d. nossa D?roximo nodo, o gov.rno imperial declaras V.
marinha de guerra. -te- que, comqaaato aquellas
vetees peetos, aj
eaeo
r Joao
__* m-.L w-------------i wumiciur ui
crrala Muhenhy e do r.por Carioco, tfim da
compcimeatta-lo,
. a A (esta eslava bonita. A sor veta .em do-
vida o nosso primeiro vaso de guerra, e leamos
verdadeiro entbusiaamo veodo-a aabir tio gar-
bosamente do estaleiro, se Dio nos recordaaaemo
que tela annoa foram precisos par. a .a. eons-
UuceAo.
Mia$ Gsroas.Ao presideule da provincia no-
via aido presentado o parecer, planta e er-
epto para a editteacio de ama casa por. aa ex-
poaigoe. anou.ee de producto, da provincia a
qua se marcou o morro da Forca, arado cons-
truida 4 expen.ss de um. .ubecripcao promosida
pela cmara municipal. V f1"""*11*
L-t na Etrella Jrso.ira ;
Adolpho Opaeimor. franoes, mtacata de -
ros lavrados, viodo no dia 27 do mex paaaado do>
lugar denominado Carrapalo para eata cidade
foi am camin* a tirad o do mato, finado rs-ve-
mente offeodidt pela chumbada aaa etnpre-
^u'fiL6",.'"8 daa 4ee*' Penara* a faca e pi-
cou-ibe a lingua, caaaand-lbe copiosa hemorha-
Com difficaldade pode ehegar casa do G.
lt; 1. ,Uaii*0?l alCstro Vinaaa. onda tara
sido tratado pelo Dr. Pedro Bandeira de Goeva,
e acha-ae, pelo que se diz livre de perigo.
a tsse mscate havia deitado all no Garrapa-
to guardadas em uma cssa auaa canselr... ae-
gondo dit, com 2:500000 em dinhoiro, 15.000
em objectos de ouro e de sus msscslesco deslio
das respectiva caixinha, 50 60 cooto. de ria
em crditos. Todo fui roubsdo, acbando-.o aa
canaatra. arrombadas.
Logo que chegou a e.t. cidade a noticia dea.
le aconlecimento, dirigiram-se para all algumas
petaoaa o juia municipal Dr. Heorlque de Cur-
qaetr. Lima a o delegado de polica leneote Jos
Joaquim Pereira. ptocederam ao corpo de delicio
nos ertmeotos do fraocez, e t'rouxeram prese o
csixelro da casa onde ficiram e se acham rouba-
daa as caoastrss.
No dia aeguinte, dirigindo-se o meamo dele-
gado e subdelegado-.o lugar com um. forte es-
colta, prenderam e trouieraro, para indigacoee
policiaes, oito peiross, que com o caixairo fa-
aeat o numero de nove, as quaes te sebam reco-
Inidaa cadea.
Trsta-se do respectivo processo em o qu.l i>
juraram dua. testemuanas, e parece que se d*s-
cobrir a punta d. mead. ; ma. do. objecto. ma-
nados por ora nem noticia.
A policia tem-s presentado enrgica, os of-
nciaes e guardas nacionaea cumprtram aeu dever
e os boos cidadaos moatram grande inlereasa em
rastejar-se o crime e d.scobrirem-se os ebjecU).
rouoados mereceodo especisl meocio ocdadao
uaniel Pedro Beker, que nio se tem poupadoem
auxiliar as diligencias. *-?
Ha dous annos pouco ruis ou manos. Desie
metroo lugar, Carrapalo. foi aataasignado aid
Opneimer, irmioj Je Adolpho Opoeimer. Parece
que ahi ha iotencBo formada contra a lamilla On-
nelmer. r
Muilos mscales desse genero veodem gato por
lebre, e por isso grsngeam contra ai maitas in-
disposicoes.
Estas, porm, ouoc. autoriaam taea .tteota-
do. Os que nao quizerem ser manteados.nio-
oegociem com elles.
S. Paulo. Havi.m-.e tornado por demais ca-
lorosas as sesse. d. assembl. provincial, em
consequencia de dlscasses polticas provocada
pelos Srs. Nebias, Bsrbosa da Cuaba e baria do
Rio Claro.
L-se no Correio Paulittano :
e Sexta-feira pastada, [25) leve lugar em So-
tos ama ceremonia nio menos importante o. aua
signlflcagao, do que interessante nts circumstan-
cias que a cercaram.
leve lugar o primeiro eosalo com a primei-
ra locomotiva da nossa estrada de ferro, e ao-
meamo lempo foi celebrada a ceremonia de bapti-
zar creanca frrea.
A locomotiva em todo, os respeltos da pri-
meira ordem, sendo fabricada pela mui bem co-
oneeida firma de Sbarp Stewart e Comp. de Man-
cbesler.
.< Chama-te c Imperador.
qesst uma milha e voltou.
Espirito Santo. No dia 15 do paitado deraat
Fez am pttseio do
por meaos que foste & pesaos
sold qae oem a ['"M* a Puncao dos volos da eleicio de depu-
FSiSXS^^deMa proTi06ifl !*! $K
pe., le. .nterioree, do batalhao naval e do cor- rV.?,i?I* "mdaAe!ueI,a do W?****.,* quo
po de impetiaea mariaheiroe ds provincia do Ma-
to-Growo ; eoniiuuando a aatorisscio para ele-
va-los ao seu estado completo.
Art. 2. A forca cima mencioaada aer pre-
enchida pelos meio. .ulorlsados no art. 4# da lei
n. 613 de 24 de agosto de 1851.
Art. 3. Ficam rerogadaa ss disposices em
s nstrncces nao
sejaen man do que as dreposiges da lei e daci-
soes do meamo governo, loi.vis nao teodo a
mencionada camera mostrado duvida nem pedi-
do eipticacio da lei escussdas eram ellas, embu-
ra solicitadas por um ioteressado aa leicio. O
arbitrio de dar instruccdes nio pode recahir se-
nao sobre objectos que nio esto expressos oa lei
mas dells se deduzem ou anda sobre ponto, du-
Ihadore. livre. e morigerados, pelo melhorsmeo- q,,e l** na aleada do governo.
to do. proceuo. iadu*tria. e facilitad, de com- *, f8 ?afos Brn. e priocipaimeota em
muoicegOes. Este, meio.exigera lempo, avulu- m,,er,a eleicoe, .0 governo imperial, e nao
0 governo nio se tem descuidado de promo-
ver a emigregao e o deaenvolvimeoto da. colo-
nia, existentes, procurando .0 meamo lempo rea-
nsar outroe beneficios de que depende a prespe-
nsde da agricultura, fooie priocipal de nossa ri-
queza.
A deficiencia de bracos, de que tanta se re-
1 lavoura, a pode ser aupprila por trabs-
dos dispendios e a coopertcaode noaioa'aaricul- S* PrM.",eBt.e 8 provincia, pertence a 'exped-
regule HZ. i"" *&*
lores
Dos guarde a V. ExcJos Ildaonso de Sau-
S?; """* Prorinci. de
3* seccio.-Rio de Janelro.-Mjnislerio dos
negnos do imperio, em 2 de maio de 1862
Illm. e Exm. Sr.Em resposta ao ofBcio da V.
xc. n. 19 de 17 de marco ultimo, declaro-lhe!
eom a doutrlna do aviso da 4 da
a ordem do dia o* 311 publlcn :,a em 29 do
paataae peta repartteio do jadme general.
o-u Mraaafoee Mg.intei : *
.** *-"! itodaHlJalei desegunda
dataa Diogo Gtrcez P.lha para 1 r mpregido
00 araes.Ide garra desta corte "
do ata coBsm.ndo daa btterits
StatarCroc. Bm 35 do carrele.
Foram perdoada.:
A Joio Pereira Serzadello a pena de doa. me-
zas de prisao e multa imposta pelo juiz de direi-
to da 1* vara criminal da c6rte;
A D. Mariana. Leopoldina O Reilly a de cinco
das de prisio, imposta pelo jais dedireilode
CintagsIIo;
Joao Ferreira Guimates a de quatio meaaa de
pnsao e multa imposta, pelo juiz de diteilo in-
terino de 2* vara criminal da corle ;
A Mareos Borges Ferrsz o resto da que Ib. foi
imposta pela auditoria de marina, d. Baha ;
A Jos Ferreira de Cerqueira, a de am mez de
prito e multa imposta pelo iuu municipal de
termo da Cachoeir*. na Babia.
Foram commutadts em gales perpetui. as pa-
nas de morle aoa reo. :
Donata, escravo. pelo jury da villa da braba
na provincia da Bsha ; '
Vidal Rodrigues da Costa, pelo jury do Urrao
deCurvello.emMina. aViraet;
, porm. ..acial uma lei que re.u
com preciao e elccia oa diraito. e obrigacoes
reciproca, do. colonos doa fazendeiro*.
O pensameulo da uma exposicao asciooal
que em outroa paiiea tetr preduzido magoifleos
resultados, seaUrau-ae'pela primeira vez entre
os ao da 2de dezembro do anno paaaado Este
eosaio. levado effeilo, nao obstante grande, i""' "' \Z
difficBld.de., etcedeu eapeclaUv. ----? ao ccordo
tenteou nosss. riqueza, naturae,
adisotamealo nos trabalbos da indus'lrl*.
reroo fsr quanto eetaja da u. parte
repitam astas coneuraoa.
rirtl?T.tram."" Bd.M Pubea no ultimo exer- aweadau'a"aeicao d'reredon
S^^aLK^iffl aC0D,elh43"e ssde^e- porqu.nlo embora faaa eleicio foslr.* nuil.".'
hSn. Vi,m,(ad" % eraPeo,"o. j conr.- pelo avi.o de 24 de dezembro do anuo pa.sado
ico. mal. ui ^0,,"m!lhor"n.eDl.eo..er- deve ser julg.dos valido, o, acto, prattaadoa
cindr 6 n8 dad0 Pre- P-e' ditoi de Paz no ""o 1" "as U.
^aThLfldril??*,nmo' m breve qu.odo a junta cel.bron otteus tr.b.lho
No relalorio de cada um dos ministerios en-
contrareis circumstanctadas informagea sobre o
oeaPal?ci(> do Riod* Jaoeiro, em 6 de maio de
ooz.Joaquim j0t Ignacio.
Foram oomeado:
Commandanle do vapor Alpha, primeiro tenen-
te Francisco Antonio Salom Pereira;
Pr. tico -mor da. barras eportode Peroambuco
o aldanle Joio Francisco Pardelhss;
marinha da cflrte, Dr.
Dr. Propicio
Medico do arsenal de
Luu Augusto Pinto ;
Medico da fragata ConUituico,
Pedroso Birrelo de Albuquerque;
Segundo vice-presideoie da provincia do Rio,
Dr. Jos Norberto do. Santos.
-- Fallecer, no dia 2, o commeodador Joio
Pedro da Veiga, the.oureiro geral das loteras
da ecVle, deix.odo uma fortuna de 150:OOOJ>000
L-te no Correio Mercantil:
a Na quarta-feira, 23 do correte, assislio o
Sr. presidente d. provincia collocacao da pedra
fundamental da nova igreja matriz de Nossa Se-
nnora da Conceicio de Cordeiros, 00 municipio
de Nitherohy. r
Ceacorreram a este acto o Dr. chefe de po-
da provincia, o secretario do goveroo, o di-
Polo d_a juatica baixou o seguate :
Si* seegao.Ministerio dos oegocios da iusli-
des de prover: sobram=To., porm, stbedoria e
patrioliasne.
a bita .berta a sesteo. *
Terminado atte acia, retirara -se Sua. M.gea-
>m o metate ceremeoiiii mm
tades luspattaes com o mesmo ceremonia!
que forem reeebidoa; e immediatom.nte o Sr
presidente levanta a eeaaae.
aeeVm
A cmara dos deputados elegeu hootem mea.
que lem c* fuoceioadr daaaale o mez, fic.ado ss
sim cooslituida : presidente, o Sr. vi.eoade de
Cmara gibe; vica- presiden te, o dr. Nebiat te
crelsrios, es Srs. : i, Pereira Pinte ; % h.m.
Cerqueira 8} Vteisa da Suva j 4*, Oal.t.
fortaleza
I JiaU
Eotrou hantaa do Ria da Prata a apor ioalez
4d*
ft^rra prepara va a-.e grandes fe>-
a adwatttrado
f ".......ujuaaiua-ai aswariiM c.ogretto
IAdamak> con'
- n. 29 e data de 6 de
feyereire uhimo, em que V. Exc. commuoicou a
este ministerio que, schando-se vago o termo de
Vills Vicosa, nessa provincis, e sendo de summs
conveniencia para a administragio da jutlici a
presenca all de uma autorldade estrsnhs s in-
triga, locaea, nomera, firmado no t 6* do art
5 da lei de 3 de outubro de 1831. o bacharel
Emygpw Marqui. Santiago, psra interinamente
exercer as funecoet de juiz municipal e de or-
phaos do referido termo; o mesmo aagusio
senhor, oovido o cooselheiro consultor dos ne-
gocio, d. juttict, com culo parecer se confurinou
manda reaponder a V. Bxc. que nio pode ser
admiltido este seu acto, j pelo art. 10 da lei de
3 de dezembro de 1861, j por que o 6o do art
5* da lef de 3 de outubro de 1834, am que se ba-
seou emelhsnle nomescio, nio dere er enten-
dido, d. forma por que o foi por V. Ex,c, em
vista de circular de 25 de iunfio de 1842, e avi-
aos n. 65 de 1* de teiembro de 18*3, e n. 65 de
18 de jucho de 1845, qae flrmsram a doutrio.
de que os presidentes de provincis nio podem
nem interinsmeate, prover lagares que tem subs-
tituios mtresdos cm le.
sveo guarde V. Exc-friaciico de Paula
ofendido jaotar.
a Acha -te estabelecida-ama linha de paquetes
franceses entre a Franca e o Mxico, sshiodo no
dia 11 de cada mez um vapor de S. Nazeire, com
escala pelo forte de Franja, oa Martinica e San-
tiago de Cuba, at Vera-Cruz, no Mxico.
< A correspondencia do Brasil para aquellas
logares fica sujeita se dleeowee seguintes :
<< i." A correspondencia viida do Mxico e Cu-
ba e ice-vena, ea lado igualada i qua o Bra-
sil troca com os paizes de ultramar sem distioc-
Qo de destino.
2.a A correspondencia da Martinica Iguala-
da a qua o Bra.il troca com ame.m. colonia por
*ia de Franca, a do paquetee inglezea daa India.
Occidentaes.
3. Na vitgaa de Frasca para a Mexice es
vapores tocarao no feria de Franca a 30 e segui-
rio a 1, em Santiago tocarlo a 5 e seguirn 00
mesmo dia. chegndo i Vera-Crus a 10, d'oode
.ahir.o a 15 ; aa rolla tocarao em Santiago a 20
seguindo nesse mesmo dia psra o forte de Fran-
, onde deverao ehegar a 25 e seguir a 26 par.
S. Nazaire ; a 12 estarao neste porto.
4." A correapood.ncia do Brasil psra Mar-
tinica contada no arl. do haver da Frasca, e
SiI a 2 tDV-mo **""" e I" ""o Tar io-
d cacao de direccao, .er ncaminhada pela lo-
giaterra, quando fr pretumivel que por aquella
meto cnegue com m.U promplidfo ao aaa d.a-
Em 6 de maio da 1861
O director. Dr. Tboaaz Jos Pinto Ser-
queirs.
a Como aonancismos em presenta de Suss Ma-
geatades Imperiaea cabio hontem ao mar a cr-
vela JTtlneroAy.
< A mullidlo apiah.ad.no arieaal de aarinht,
00 m.r eos ilh. da. Cebra., .aadou com sothu-
tisstico. viva, a gentil e ralate crvete, qu.ndo
esta, rompendo aa llamea, que a reUob.a, aabia
do berco, e coa garbo saahoril anUou oo octano
a non patrio.
reaultasse damno
alguma.
floAia. Por acto presidencial de 30 do pssaedo.
loram prorogsdos os trabalbos legislativos provio-
ciaes por mal. quioze di...
L-ae 00 Diario da Baha :
No dia 7 do correte, teodo o Sr. capitao de-
porto noticia de que se acbava em risco de Per-
r-9,r",eJen!,,f-en,e aa Ba-V.gem ag.l.ra ineji*
Edward Ohtrier. de 116 toneladas, por ter p",*
8? wmtJSt ,UM ,n,ra eido i garra, e sond-
me pedido os necesstrios soccorros pelos Srs.
Wilson Scotto e C, consignatarioa do dito nsvlo
foram elle, promptamente preatados, seguiodo-
ogo o l" tenente psltio-mr com lanchas iripo-
ladas. por mannhagem do caes do arsenal e do.
da capitana, ancoretes, viradores, etc.
Os consignatarios Iralaram de fretar am vapor
da companhia Bahianna, capa, da a rebocar.
_ A s 8 horas e meie na ooita fez a capitana
signal de navio em perigo dentro do porto, a qua
to correspondido pelo forte do mar, afim da dee-
pertar gente saveirista par. mandar aovo, toccor-
ro. e activar a sabida do vapor.
A eatacio naval mandoa in continenta uma
lancha completamente guarnecida sob o commaa-
do de em eflicial.
Felizmente foram bem aprov.itado. os esfor-
cos all smpreg.dos, conseguiodo-se bootem t
hora de larde flor a dit. gatera em aalvo, no
competeote ancoradouro, sem que solTreise a
menor averia.
< O Sr. capitao do porto nio deacancou em
seus Irabalhos, sem qae por isso mesmo a vissa
livre de qualquer perigo, e entregue satisfacto-
riamente a seu. consignatarios, que muito agra-
decern] poalualid.de ds dit. repsrticio. asiim
como a pericia e aelividade do tenente patrio
mor enearregadod. admioiitracao do. tr.balhos.
dele i urde do di. 7 at o de loniem 1 how a
zd minutos, em que eterevemos.
Alagda$. As ultimas noticias offlciaes, recebl-
das de Porte Claro, ditem str inexactas as espa-
lhada. anteriormente cerca da existencia do
cholera-morbos, na. povo.cde. do Gamella e S.
NOTICIAS COMMERCIAE8 E MARITIMA.S.
., Montevideo, 30 de abril.
Cambio.Sobre Inglaterra, 40 li2 e 40 5j8 d,
por pese crreme ; sobre Franca, 8l, 81 liVeM
ll2frs. por oacs, conformes firma: sobre Ge-
oovt. tem ssccadores; sobre o Rio de JsqeUa-
^0peraQde*: *br BueaoB-Ayree. ao par. .e-
cont Wn-e j* feilo a It4 OtO dedea-
Divid. publica.Consolidada, 16 ra a* c.ut.-
s. do b.oco Mau ; exig va, 82 rio. Notos titu-
lo., 42 a 43 0(0 do valor.
Deecootoe.O banco commercitl empresta a
12 e recebe 8 0(0 .0 aono o btnco Vana em-
presta a 15 0|0 recebe a 10 0(0 ao aooo.
Frete.A Inglaterra, 55 a 65 sh. couros sal-
gados, 100 sb. ditos seceos, e 45 sb. oa firdoa
com 5 ClfO de .apa ; Havre, 70 frs. couroa salga-
dos, 110 frs. ditos seeeoa, e 80 frs. o. Urdo, com,
10 9\0 de capa ; Estado.-Uaidos, 5$ el. couroa
aeceoa, lid et. dito salgados, e 5 pata o. flrdoa
com 5 0i0 de capa (em uario americaool: Brasil
carne aecca 4 lis. para o Rio de Janeiro 5 ra*
psra a Bihie, e 6 rls. para Pernembaco com 5 Oi
de oapa. *
Em consequen.la ds. entrada, do xtarior du-
rante a quinten., honre maior actividad, en
nosso aereado. ~" *-a
1 carregamentoi: do brigua
* "? **** branca de a*2 aaTYlt
"." tai ddf a o*. 5 rl., e att TrtW m.-
cTdoi2 pt.i rLitj.. de brigaf portugu.x
_.
.


-1 -
WWMymtMKmABUCO *- QtldATA FiHU14 1>| MAft> M -|6t.
braco del*Wll9 rls. desp., 5*1:.'' ditas di 2*
* ****** ITipth. '
Qeaotoa proatodto do paiz tan
car
fifi. 100 di-
sido ai trtn-
I.
nwOei poda Importantes
B*tnoi-AVrt 2 d. a
Cambio.Sobre Inglaterra 65 ah a 05 ab e 6
ti.; sobre Fringa 84 a 82,50 ni. T. notare Hes-
pantia 2 13 0.0de premio; Rio Janeiro ria
S0JJ00 a 309509 por onya ; Monte' id 1(4 a 1|2
9$ prtmio.
Dssccntos.O bnn recebe am metilOto em
moeda correte 5. e empreata a T 0)0 ao aon.
Ve pnc regulara em metallico de i i[4 a 1 Ijt,
eia moeda correte ale 1 a 1\X Ol' o mez.
Frotes.Inglaterra, 08 ah. coerii < salgados, 90
Ai to seceos, ftrdot 45 th. cor i 5 OO de ca-
pa ; Harre, 60 ir i. couroa Migados. 1 JO Ira. ditos
saccoa e 80 fra. os fardoa com 10 0,0 de capa ;
Wartelha. tOO frs. couros seecoa u [ardoa 70 Ira;
Eitadoa-Unidoe, 8(4 ci. cotiros tecei i, e 6 pata, oa
fardoa cosa 5 0(0 de capa.
Ettamoa mullo faitea da genero* 4o Brasil, co-
me agurdenle, aaaucar, (nao taperior, nato a
De artigot de exportadlo effe :iuaram-ee aa
vendaa teguintes:
Carne aacc. 500 qulntaea a 18 ils. e 4,500di-
tos a 19 ra. Ficsm em ser 60,000 uintees.
Coaros salgados.50.000 da ni rrbo de 46 a
' 44 1 [8 rls 600 ditos a 600 de aacc a a 39 ta.
As malango dio 39,000 couros, Picando 18,000
descoberto, e em aer 6,000.
Ditos seceos.A 42 rls. para os fcjtadoa-Uoi-
dot, 50 a 49 rls-. para a Alemenos, aortido, e 45
da. para o Havre.
Em ser 51,000.
Rio de Janeiro, 28 de al ril.
Cambio.LeJres, l 7/3, aaocau, o-se sommi
avultndat.
30
Cambie.-Londree, 25 5/8.95 7/8, e 9fi.
I.Mtvnnto.
-OeaaWo.-LoBdTes 25 7/8 e .
Assucar branco.Pernambueo. 41CO0 por arroba.
iWle mascavado. -Macei, 29600 a 23800
DU branco regular.aee, SJWO.
Cambio.Londres. 25 7/8 e 26.
Paria, 370 a 371 ra. por Ir.
Havre, 317 ra.
6
Cambio.Londres 25 7/8 e 26.
Harre, 365 ri. por fr.
Ertectttarstn-seaaqnee imprtenlas sobre Loo-
dree a 25 7(8 d.( e em somma po ico anillada a
26 d.
Sebre Lisboale Porto tem regulido a lbella
esgun te :
113 0,0 4 vala.
tlt 00 30dias.
111 0|0 60
110 0(0 90
Sahirim era Peroambuco : a ib do pista-
do,o brigue Sigueira; a 28, o patiicho Candido;
28. o brigue Encantador ; i l do crranle, o
patacho Eurico, locando oa Babia ; e 4, o pa-
Ihabote Tino, o brigue sueco Sidon. \
Baha, 9 de mato
Cimbof.-Sobre Londres26 e 26 I18 d. por
1000.
Pars366 rs. nom.
Hsroburgo685 rs. non iusl.
Lisboa108.a 110 por noto da presa.
Meta es.Doblos hespaohoes, 31JI500 a 32*000.
n m < da patria, SI90CO a 31*500.
Pecas de 6*400 velhas
de 4*000
Pattcoes brasileixoa29'i00.
*-* t bespanhofis29IOO.
mexicanos-l|90O a 2*000.
rretee.Para Bramen e Htmburgo55 a 60 sen.
Gibreliar7 lilsch.
Gettemburgo 70 a 75 ach. por ton.
paasl e porto inglez45 a 50 sen. por
too.
Continente60 seh. por ki.
Lif erpool40 e 45 sen. por ton.
New York60 ach. por t;n.
Ilareelba60 a 70 ach. por too.
Londres 50 ach. por ion.
blodo de ponto a sjravtdaS* do negocio oaSerrla,>
pela recuaa da^odae Miguel s exigencias do
goveroo de Coostaotinopla.
A Inglaterra procara apptawar as difflcoldattas
uBestceiree; oonserraada-ae a Russia a a Aaatria
doobaervacio para nao perderetu as eccaaiet
de promover seas) iotsretses. .
Gretxa. A fio a I cipilulou a fortaleza de Nau-
Plia, a que trat am resallado a pacilcacio do
paiz inteiio, fisto coma ara alli o ceaUo de todo
o moTimento.
Jto/sa.A aegaiata circe!.r de Rateni explioe
a apoltica do boto gabinete, e qoa goero
'wiano quer a lodo o ir a a xa apossar-ae de
Roma e Vooei* :
Acosas poltica hoje acba-sa domioada pela
idea do restabelecimento da anidada nacional, e
pala das libardadei qaa aera seram um obstculo
para a unidade, assegurem o desaS*olimento
da vida publice aa todee ea partea da naci. Em
quanlo nio aativar completa a obra anifleadora,
isto em quanto os Amaos tnambroa da familia
italiana nio stiTeram reanido, a o gorarno
initallado no sau centro, nao pide ha*er na
Italia dous pregrammas politices. Ot hornera
que succeaem no governo, s podem divergir
entre si na opiniio aobte o gru de Uberdade de
que julgam susceptirel o. paiz as actas cir-
camttaoeias. O sao iuizo a a prudencia d que
os italianos team dado lio in contesta veis pro rae
ao mundo ciritisado, fazem crer ao novo gabine-
te que nio ba perigo am ditalar aa publicas li-
berdsdes que o estado concede i nscio. 0 shu
progrmala poltico redigio-aa ao grilo que teAa
de todos os pontos da peniosula: unidade e
Uberdade. O governo cuidar am leali-
sa-lo.
O essumpto da maior discauio em Turim 4 a
viagem do rei Vctor Emmannel, s proviocias
meridionses, e costas da Sicilia e Adritico. S. M.
j havia partido de Genova, com direegao i i-
ples, d'ooe seguir' sea intineratio, vindo,
talve, na rolla at Paria.
Corra geralmeole que urna represeotJQao de
35,000 italianos havia aido entregue ao embaixa-
dor inglez, pedindo ellas que Inlerposesse a In-
glaterra n sua influencia ana de ser Roma eva-
cuada palos fraocezes.
Frailea.Alguna jornies aonuociaram urna
da provfnds 1

do presidente da provtade percehario seus veo-I
cimentas peles,tofser;prolrHUesi e serio spo-|
tentados 60 jubilados no flm de25 aonoa com1
ordenado proporcional na forma dea lea que re-
gulara as aposetatscoes. a
Um Sr. Deputado :Quando mesmo se davease
considerar como emp reg publico, eraitso con-
trario a le especial que rege aa aposentadora*.
O Sr. Witrurie :Eu pens que nio; porque o
qae ahi fez o governo foi apenas ampliar o prazo
para a acquiaicSodo direlie i apoteotadoria pro-
porcional, em cooeeqaeacla daquella delega^io
O Sr. Barros Brrelo:E' um regulamentore-
formando a lei. Ha maita cauta boa aqui 1
(Gruzam-aa maites apartas.)
O Sr, WiUuvio :O regulamento o qua diz,
que ot empregados do collegio dos orphios para
serem apostoladoa, na forma da lei, com orde-
nado proporcional, devem contar 15annoa de ser-
vio ; so pesa* qaa a tai proprisda, exigindo
trinta annoa para a apossnladoria integral, con-
ceda direito a sarem-n'o proporcionaImanla teo-
do dez annoa de aervico oa fuocciooarioa pblicos
provincises. E' urna derogarlo, qua eslava as
coodiedes da apropria;io dessa le para reger a
materia, cuja consig/ecio definitiva nos parlance
agora, se fdr julgads conrenlenle pela sabedoria
da casa.
Por conseguinte ve-se, que a decretagio das
apoaenltdorias, am qaa parece querer-ss entre-
ver um favor i esta ou aquella pesaos, s podara
aproveitsr a mui poucoa empregados daqaelle
collegio, porque mui poucoa tsmbem estsrio ta-
las condic.oei.
Depois disto, Sr. praaidante, tambem a com-
miasio, apezar de bsaeada as disposic,6es legaes,
que autorisaram o acto da presidencia, atteodeu
a principios de equidad*, qne militavam em favor
do Dr. Pinto. Pelos documentos qaa o nobre de-
puttdo o Sr. bario de Muribeca leu. vio a casa
qne elle lem de aervico mais dease espac.o exi-
gido pela lei; porque lo obstante ser um con-
I trato esse titulo primitivo, todava existe poste-
' nrmente o titulo da nomeago ; o, como tal,
Inio devem ser desprexedos oa aer*;oa qua desde
longa data presta o Dr. Pinto oaquelle aalabele-
cimeoto.
Tendo eu apenas tido em vista, Sr. presidente,
apresentar os iuodsmenlos do parecer da com-
A' ordem do Hlm. Sr. Dr. chafe de potiefa,
Bento Caettno Martina Vieta.'brairfcoi do 2* ao-
osdeilade, catraeiro, eos pardos Julio Pacta-
leie da Santa Aoot. e Jos Norberto do Naaei-
meoto, ambos da 16snbos, o primeiro torneiro
o segando sem officio, todos psra reerntat.
A ordem do subdelegado do Recife, o innlez
John Colvio, de 31 annos, ditpenselro, i requis-
co do respectivo cnsul, W>r er rimiooso de
morle no alto mar i b'^ito Zefcafn.o, de 23 aa
oot, eacravo de Joaqufm Traveso, sem declara-
le O *hfe de i* aeoQio,
J. G. <1e Mesqoila.
No vspor frsncez Guienn* seguirn psrs o
Rio de Jsneiro e Rshia ; Antonio Joaquina Al -
ves, Maris e Lniza, irmias do certdade, Bramah
E. H., aua aenhora, seu secrettrio. I crisocs o 2
crisdos, Roderf Augusta, les Valerio de Berros
Lime, Silvloo Csvalcaoli da Albuquerque o I
criado, Joa Antonia ala Silva, Ramn Francisco
Lsgot. Gastavo Tissel.
* Movimento de enfermara da cata da deteo-
cie do dia 12 de mato da 1802.
Tiveram btixa para s entermaria! '
Emilio Maaoel dos Santo, partida.
Maooel Jos do Ntsctmante, deflexo.
Jaao da Crut Sizuda ; tita.
Josefa, escrava de francisco Ferreira do Mello,
cactuses.
Galdioo, escravo de Jo Barrelro Rsogel, va-
sta tac.
Abrabio, escravo de Francisco de Catiro, Mar
rhs,
ATADO URO FUSUCO.
Mataram-se para consumo desta cidade, no dia
13 do crranlo 95 rezes.
Obituario no ana 13 01 ato, so cemito-
ms> publico :
Msiroal, Pornsmbuco, 1 hors,Santo Anloolo.os-
paamo.
Igeea Maris d Concedi. Pernsmboco, 90 annos,
solteira. Recife. diarrhi.
Honrtco Marta, lian-.ua, 45 annos, cesado, Red-
Caixa Filial do Banco.
EM 13 DE IIA10 DE 1862.
A caixa deaconia aa letras at 4 mezea a 10 /J
a recebe diuheiro ao premio ale 8 */,.
SiBdimanto do da 4 a 19.
am da dia 13.
* t ?
173:3519981
14:459|858
187:7119889
a M. Ignacio da
11'-
a Maaoel Ferreira
de orello ; a Joio Luiz
Joio Fortunato do
yelamea entrados tom [tiendas
com gsoeros..
Velaa aekldoa cem (tiendas..
Man geaeroo..
17
230
natstt 406
197
m
-=r 381
porco ; a Francisco Tavare* d
a Antonio Valentas da Sitrs
Igualmente tundeou hontem pela manhSa em
vioaio porto, o vapor trances Guiei.ne, vindo dos
-da Europa, irasendo-oos cartas e jornaes com
dals: de Bambargo 20, de Bruxe las e Pars 23,
de Londres 21, e de Portugal 29 ) passado.
Em oatra parte eacontrario os nossos leitores
ea nossas correspondencias de Hataburgo e Lon-
dres; deixsndo de publicar as ds Hespaoha e
J.isbi, por aiada urna vez haver deaapparecido
da mala a carta que atli devia ln( sido lancada
polo nosto eorretpon lente. Aloro dellst, colhe-
mos man dos joroaes que temos visla :
Estados Unidos.Ai armas fadrnes alcao;a-
ram novas victorias, oceupando as tropas da
expedido de Burnside o forte Beaufort, e guar-
necenda o fort Hison com 500 hume na.
Os arredores de.Coriniho echacam-se cheioa
dss forjas confederadas, sob o < .animando dos
^eneraea B-auregard eJobnsloo, ct quaes faziam
prenara-tas, atsim como foriifica-am o acom-
panhameoto, para a batalba qaa davia ser dada ;
o que se realisou, durando doas d as.
A' principio pareca a victoria ender para os
-confederados, o que senao realiscu, em conse-
quencia dos refor^os recebidos pe u federalistas,
que perderam 18,000 bomens no combate, sendo
a perda o'aquelles de vinle e Untos mil ho-
rneas. Nao foi s isto que detcoroQoou aos con-
federados,- mas tambero a morte do afamado
general Jobnstoo, e o ferimento grave do geoertl
Beauregsrd.
O Sr. Seward, por parte do go'erno de Was-
hington, explieou aos agentes no estrangeiro, a
aua attitude na questo mexicana, duendo: que
oenhuma aegnranca oocootra em um governo
mooarcflico naqaelle paiz, tendo ni sua presen
<;a esquadraa e eterciloa extraoge ros; que, sen-
do o throno dado i um principo estrangeiro,
oeeeasariamente peorarism as c:udigoes dessa
moosrcbia ; e que tal deliberacao, em vez de ser
principio de pac daradours, servira de comeQo
revoluco.
Conhecedor das disposicoes e htbitos polticos
do povo mexicano, o goveroo de Washington
parece tor recio oeste seu procedir, tanto mata
<\ue es sympathiis do Meneo peodem psra as
domis repblica!.
Foram ulumamenle apresentido 1 no eoogresso,
por Mr. Cea, as reeoiocea sobre os direilos ma-
rilimot dos neutros, baseadaa na lamenlavel
-quesliodo Trent, ss quaes estabelecem : a abo-
4i;o do corso, sendo respeitsda a propriedade
partioatar dos subditos das parten belligerantes,
no alto mar; a coberta da mercadoria do iaimi-
^o, pelo ptvilhao neutro, urna vez qe nao sejs
-ella contrabando de guerra; o libertamento daa
marcadorias neutras, aioda mesmo coberlss com
a bandeira iaimiga; e a effectivijade dos blo-
queiot. pera que possam ser resi eitados; prin-
cipios nales que sanecionam a poltica do gover-
no de Washington,
decreteu.
ifexico.O presidente Jurez decTetou um
imposto toreado de 500JOOO pesos i seis casas'
iiespanhola, recusando-se urna dellts 4 isso ; <
orrendocomoeerto nenhums pane ter tido nessej
eanprestimo o ministro da (tienda, perquanlo foi
elle combinadoearo Jurez e o m nistro Doblado,
4la guerra.
Apenas constou isso aos allisdos, eoviaram-lhe |
um ultimtum, para que aaspendeme o emprea-
tinto, sendo sua recusa sigo al de rompi-
aaento.
HtKH4MBUCQ.
ao direito do Dr. Pinto, sido perfoitsmenle pre-
venido pelo nobre deputado o Sr. Buarque, (t-
poisdos] assenio -rae, julgando ter aasfeilo nests
psrte a caaa. (Muito bem).
ERRATA. .
No discurso do Sr. Dr. Araujo Bsrros publica-
do 00 Diario da 7 do correte, pag. 2a col. 3*.
donde vem com o oome do Sr. Dr. Drummood o
seguiole aparte :tendo promotor de Uoianoa
deu-se equivoco do tachigrapho, tendo aido esse
aparte dado por oulro Sr. deputado.
prxima viagem do imperador ao eatrangeiro ; o misaio, o tendo, qusnto ao anaie que diz respeilo
Jue foi solemnemente desmentido pela ful ha of- "
cial.
Achava-se em Paria urna embaixadado Japio,
que pretenda visitar as priocipaea capilaes da
Europa. Sendo receida pelo imperador, com
as formalidades do eatylo, 00 palacio das Tuilie-
ries, sua magestade dignou-se respooder ao dis-
curso do primeiro embaixador : que nao duvi-
da va de que a aua residencia em Frang permil-
liria queelles apreciessem exactamente a gran-
deza da najio. O scolbimento que encontra-
nam, e a liberdade de que gosavam havlam de
convence-loa de que a bospitalidade era um das
primeiras virtudes de um povocivilisado.
Rupanha.Sao destituidas de loteresse ss
noticias deste psir, continuando o jornaess dis-
cutir a queatao mexicana.
Portugal.Quasi oenhuma mudanga tiveram
aa cenata politicaa, apoa o ultimo vapor.
Diveraee propostss da lei fortmlpreseotadas
4s cmaras, urnas gravando os predios e outras
rodaxindo os direilos de alguna gneros de ex*
porttgo a imporlaco.
Aimpreoss em geral'clams contra a nova
-proposla.que elevou o projectopredial
Algumas iuterpell.Qoet se esparavn) na
cmara dos pares, versando sobre o exame pes-
soal mandado ex.osigao de Loodrea. Veril!-
cou-se 00 domingo, 20 do.correte, no sslio
grande do edicio da bolsa da cidade do Porto o
mteting, ou reuniio, de que pormuitos das se
faiiou, itrbaiado-se-lhe differentes iotengoes,
e que por lina foi para ae discntirem e assigns-
remas (epresentagas dirigidas a sua'magestade,
e a cmara legislativa, pedindo a demissio do
bario de Uoreira, do lugar cnsul geral portu-
gus no Rio de Jsneiro.
**' 11 e meia da mauhia, reunidas perlo de
700 pessoos, tomaram lugar na meas oa Srs. ba-
rao da Nova Cintra, Jos Pereira Loureiro, e Dr.
Alberto de Souta Neves, que linuam assigosdo
ea carias do convite, e que, com a approvacao da
assembles flearam coosiiluindo a meza, para
dirigir os trabalbos da reuoiio.
O presente, bario de Nova Cintra, expozo ob-
lecio de qae se Iratava, e em seguida, o secreta-
rio Souza Neves ieu as reprsenlagoes que foram
submeltidaa i diacuaaio. Como ninguem pe lis-
te a palavra, apezar da instancia do presidente,
foram aa representaces postas a votscao e ap-
provadss. v
.'i Urna meJalha commemoraliva da expedi-
gio enviada Angola em 1859, foi mandada ins-
tituir, lalo n'ums face a efOgie de S. M. D. Pe-
dro V, e oa outraExpedieo de kngola 1859.
Ser Irazida como pendente n'uma tita azul es-
cura orlsda de branco.
No dia 22 do passado teve lugsr no Porto
o atsentameoto da primefra pedra do hospital
militar Pedro V.
Nos nmeros seguinles daremos as csrtas
do uosso correapoodedo Porto.
ce, febre amarella.
Geniico. Peroambuco, 13 diaa, Boa-Vista, te-
psomo.
Jayme Horc, Hespaoha, 30 annos, solteiro, Bos-
^ Vista, febre amarella.
Sebanttio, Peroambuco. 12 annos, solteiro, S.
Jos, anemia (enersve).
Florioda Maris da Coocricio, Peroambuco, 19
annos. Boa--Vista, Irtropista.
Isidoro Luis Bastes, Peroambuco, 16 annoa, sol -
et>o, R-cif, cholera.
Balthaz-r Moreira, Portugal, 18 ano, solteiro,
BoaVista, fbre amarells.
Pubiie.?5es a pedido.
ASSEMBL.4 LEGISLATIVA PROVINCIAL.
Discurso do Sr. Dr. Witrnvio Pinto Ban-
deira na sesso de 10 do correnle.
O Sr. Witrnvio :Sr. presidente, a commiasao
de legislago elaborando e offerecendo conside-
ra gao da easa o parecer, que ora ae discate, im- Freir Pereira de
prestionoa-se, e nem poda deixar de faze-lo, do
direito, que tinha o Dr. Joio Jos Pinto 4 una
apotenttdoria ; e assim nao besitos em aceitar o
acto, que a constituir ; acto que sendo a senecio
de um direito, nio podia rerestir outra forma,
que nao fosse a do mesmo direito ea execugio.
O Sr. Buarque de Macedo :Apoiado.
O Sr. Barros Brrelo: Havera algum crdito
supplemenlar tambem para isso ?
O Sr. Witrnvio :Gomoj foi dito pelo nobre
depotado, que me preceden, o acto da aposenta-
doria do Dr. Pinto, basea-se no artigo 75 do re-
gulamento de 28 de Janeiro de 1861 ; o qual foi
expedido pela presideacis em virtude da aulori-
sago concedida no artigo 44 da lei n. 452 de 21
de juobo de 1856...
O Sr. Barros Barreto :Faz fivor de ler o final
do artigo ?
O Sr. Witruvio : Vou sstistazer ao nobre de-
putado. (Lendo) Fica o presidente da provincia
autorisa lo a reformar o regulamento da ihesou-
raria provincial,secretaria do governo e consola-
do provincial, bem como a darnovos regulamen-
tos para os collegios dos orphios e expostos, e
para ot estaaelecimeoios de caridade ; Otando di-
tos regulamentos e os mais saloriaadoa pela pre-
sente lei, sem prejuizo de sua execucio, sugeitos
s approvagio da assembla provincial.
O Sr. Barros Barreto :Ah, ah 1 bem l sugeitos
e o que ocoo,jreaso de Per | a aoprovagao desta attembla.
O Sr. Witrnvio : E' o que nt estsmos fa-
zendo.
O Sr. Barros Brrelo: Estamos fazendo s
isto?
O Sr. Witruvio:Estsmos apreciando o acto do
governo, para ver se elle merece oa nao a oossa
npprovagao.
OSr. Bsrros Barreto : Primeiro vamos appro-
var o regulamento.
O Sr. Witrovio :Como ia dizeado, Sr. presi-
dente, em virtude do artigo 44 da lei a. 52 de 21
< 25 'UQho d 1858 foi expedido o rognlvmento de
general Prisa achava-ae en. m posigao. 28^de Janeiro de 1861. em que assent.,aTposen!
Udoria concedida ao Dr. Pinto: ora, este regula-
mento devia aer posto em execugo, dependendo
ea^u" d apprevacio posterior...
O Sr. Barae d< Muribeca .Nao podo aer ob-
jecto de reguiatnaBio esta asteria; r.gulamento
cousa multo dittincta.
O Sr. Witrnvio :Parece-ana asas quera tem o
direile da roer empregus, deve fambem tere
Uireilo de especidesr oa de deeiarar tt condice
do respectivo exercicio. osa quses esta tem du
vila implcita a apaseoUdoria. (Nio poiadot)
E poia, tendo a asaembla alegado nrqseHenn-
tonsago 4 presidencia faculdada ra deoretsr
bem que reservaodo.se a appravagao ulterior'
aposeotadoria ou jubilagao, a do tjaie se trata tem
fundamento legaL-4 ^# if
O Sr. Souza Rasa;^a.oo Jaso j est preve-
nido por urna ki eapetisl 1
O Sr. Witruvio:Que todava nio era adapta-
vel ii siluagao, da aorta que toi preciso ik ano
REVISTA DIARIA.
Nio reunlado-se hontem numero aufficients
de aenhores depulsdos, deixou de funecionar a
assembla provincial.
Hontem teve logara abertura da 3* seccio
ds estrsda de ferro io transito publico. Nenbums
solemnidade honvealm da presenga do Exm.
Sr. presidente ds provincia, que visitn pela pri-
meira vez oa trabalhoa daquella estrada, endo
teunu peonado pelo engenheiro fiscal do governo e
seus aju Jantes, os agentes da companhis e alguna
amigos de S. Exc, que i sen convite se dignaram
comparecer.
O trajelo dnsta capital al Gsmeleira efTec-
tuou-ae coa peraita ragnlaridade, percotreodo
o trem de passageiros orna extengao de crea de
15 leguas com ama admiravel velocidade, oque
prora a solidez das obraa dasaa nova parte da
liorna
Informam-nos que domingo prximo lera lagar
urna grande excuraao para o publico, que encon-
trar na reducglo coosideravel dos pregos das pas-
sagens todaa as facilidades para visitar aquellas
localidades, lio cHeias de vegetacio e dignas de
serem admiradas.
Dizem-noi qae domingo prximo comegam
os trabalbos do Circo Oteanico dos Srs. Spaldiog
4 Bogors. '
B'-uma cempanhia equestre e acrobtica de.
grande importancia, quer pelo trabalbo, qutr pe-
loa recursos rie que dine, sendo proprio o as-,
vio em que fax saas digresses artsticas ; o qual
oada maistraz do que o peaaotla o material da
metma companhia.
O numero de artistas sobe a 33 pessoas,inclusi-
ve 4 seohoras. Alm disto ba 15 cavallos e 5
pontys, com que tratalba a companhia ; e segun-
do informscdes, que oda dio, nio s aa habilida-
des destes aoimaes, como as diTAculdades Jaquel -
les artistas sorprebendom e encanlam so espec
lador.
A referida companhia traz um ampbithealro vo-
lante, que pode ser assentado em 24 horas.e tem
capacidadepara admittir para maia de duaa mil
peaaoas. Tem urna ordem de 40 camarotes de
seissssentos de paliaba cada um, urna platea su-
perior e outra inferior.
Esta companhia, precedente de New York,con-
t seguir para o sol, depois de algumas repreten-
lages nesta cidade.
Por noticias do Rio consta que tivera lugsr
no dia 4 do correle a sesso imperial da abertu-
ra da cmara dos Srs, deputados; e que na elei-
cio para compoeicbo da meas, asbiram eleites
prasidantt o Exm. Sr. viscoode de Csmsrsgibe ;
vice-presidonle o Sr. Dr. Nebiaa, e secretarlos os
Srs. Pereirs Pinto, Gama Cerqueira, Vieira da
Silva e Pedro deCalazans.
Foinomeado o Sr. Dr. Theodoro Mchado
Silva para ebefe de polica da
Elcicao pop devfco do provedor e mats
pessMs, tjae tm de festejar e pa-
triarcha S. Jos de Agooia no fulu-
ro anuo de 4862 a 1863.
Provedor
O Illm. Sr. Jos Joaquim de Parias Machado..
Vtee-provedor
O Illm. Sr. Antonio Gongalvea de Azevedo.
Provedora
A Etms. Srs. D. H-nriqieia Naris de Mtodoogs.
Vice-provedora
A Exms. Srs. D. Aana Saturnina de Medeiros.
Mordomos
Os Illms Srs.:
Francisco Moreiro Dias.
Guilherme Jorge da Motta.
Manoel J.iaquim :os Reis.
Laiz da Silva Ferreira. -
Lait Gomes Dourado.
Jos Ferreira dos Reis.
Manoel Joaquim Botelho.
Jos Joaquim Ferreira Lima.
Feliciano Jos Joaquim Gomea de Araujo.
Manoel da Silva Ferreira.
Joio Chnsojtumo de Albuquerque.
JosM guel ds Silva.
Ventura de Medeiros BaTboza.
Berrlo de Mede"os Barbota.
Autopio Augusto de Moura Novaes.
de Magalhies Bulos.
Va Loureiro.
airea.
aquim do Nasrimento.
az de Siqueirs. ,
apeear de dizer-so que comtinuav m seus conte-
4hoa a serem seguidos.
Une achavam em Vora-Crez o reforgos trsn-
aana, e mando do general Llurence. os
jtMosoegiram para o interior com o general
Abuonte, victima dss perseguir, bespsnholss e
Icamsa; proteegio essa que eraolbada como
hf*** d 8AT4rD0fa*a* { idsa monsr-
A gnerraciviteootinnava. e*at do j4 Marqnez
emLuefniavac, e deveodo os allisdos transferir
* theatro da guerra peta Puebla.
Um grande tacendia tan |t,r em Onizava.
* um deposito de muoi?6es, tendo-m arictant
mil e trasentas entre moriose fendo.s
-^2T^lI?1S.en08 41* tonj'tnot Imam
velaanrdo nlltao combate
Monte-negra, da qusl
oolruegrinoa.
A decs do servios
'la Ironleira do
ahlram victoiloiua oa
e MoituBigrlBos. e a
aarttacio daquella parte do i ip. rio, tur?0..umJpriaJa pel art. S, qata aaaim aa exprims : (i*)
de
de
um
provincis de Sergipe. Felicitamo-lo por esta pro-
ra de diatiogio, de que sem duvlda credor S.
Eis os centesimo trigeaimo segundo e tri-
geaimo terceiro
a Boktins o/ficiaes.
Em um officio de 10 do correte, dirigido ds
freguezia de S. Frei Pedro GongsWes do Recife
ao Dr. ebefe de polica, e por esta trantmittido 4
presidencia da provincia, commuoicou o respec-
tivo subdelegado. Aotonio Gomes de Miranda
Leal, que tinha fallecido do cholera-raorbua no
hospital provisorio do arsenal de msrinha Semeio
Gorreit de Lago, pardo, casado, de 39 annos de
idade, natural de Paje de Plores.
As 6 horas da tarde do dia 12 de maio
18o2.
a Dr. Aquino Fonceca
Em um oOlcio de 8 o correnle, dirigido
Muribeca presidencia da provincia, communi-
cou o respectivo subdeiegsdo Jos Antonio de
Albuquerque, que o cholera-morbua linha reap-
parecido no dia 5 desle mez no oogenho Penan-
dnba deasa freguezia, e que oito eram os doen-
tes, todos indigentes, havendo entre estes
que nao dava esperances de salvarse.
< Em um officio ds meaos deis, dirigido do
primeiro districto de Iguaraeta S. Exc., parti-
cipou o respectivo subdelegado, Joio Csrvelbo
Raposo, que, (endo chegado aeu coohecimen-
to.no dia antecedente, que no povoado da Ila-
bttinga, prximo villa, etistiam algumas pes-
soss accommeitdaa dacnolera-morbua, a haven-
do partido immediatsmeote para o lugar indica-
do linha com effeito encontrado trea peasoss,
stndo daas menores e urna mulher, e coocluo
dizendo que conliouava mullo mal ata mulher,
a achava-se bstanle doente outra
Em um officio de 10 do corrate, dirigido
do mesmo diatriclo S. Exc, dase o mesmo sub-
delegado que no dia 8 deale mez bavia partici-
pado a S. Exc. o desenvolvimiento do cholers-
mo*bus no povoado cima referido, e que ti-
nha m fallecido dos menores, e fica va m mal as
duas mulherea, que quasi suecumbem ao ama-
nhecer do dia antecdante em que bavia sido
accommeltida outra mulher; e tersjioou duen-
do que s tras lioras da larda liona aido chama-
do para soccorrer outra mulher que na entrsds
da villa havia cabido quasi fulminada, como
disea.
A's 6 lioras da tafia de 13 de maio dt
.862.
Dr. Aquino Fonceca.
Contando partir para a Europa no Vapor ioglez
9twon, io podemos onfinatr ns redsegio do
oJeatm o^torf do cholera-morbus que reas
epidenktcasnonte, -por Isto pastar a ser redi-
gan per oatro eaembro da commirso central da
oaaortoa mentos.
Raerte 1t da maio da t8f}2.
Dr. /eaoafim -cf Annand Ponaacg.
- REraaTtcio a otrcta- Vtttraclo di na*-
t do is t o maro.) *
Potam racethiflos i ean* 4a aetangao no dia 1?
do crrante :
Anteare I
Joio Fe
Joio Gol
Maooel
Joaqum
Francisco-Am.
Maooel Aio.
Manoel Francisco dos Smtos Mais.
Joo Baptists Gongalvea de Oliveirs.
Marcolioo Dotnellss Cmara Jnior.
F.lviro da Silva Caldas.
Josquim Antonio Henriques da Silw,
Vicente Ferreira da Silva.
Jote Bernardino da Silva.
Uordomas.
As Exmss. Sras :
D. Joanna Guilhermina dos Smtos Dias.
D. Conslantina Franvisca doa Santos Diss.
D. Mrtiniana da Fonceca Lima Araujo.
D. Jesaina Marta Candida.
D. Mara da Exaltacio de Queirs Monteiro.
D. Mara Mactnira Tarares.
D.Antonia Msria Quitea de Jess.
D. Emilia da Co*tt Pinto.
D. Carolina do Mello Triodade e Silva.
D. Marianas Francisca de Soaza.
O. Jotephina Amalia de Moraes e S.
D. Joan na dJe*t Neves Simoes.
Francelina de Almeida Pereira Lima.
O Prior, Fr. Manoel de Santa'nna.
Eleicao do prevedor e mais irmos, que
tm de reger a contraria de S. Jos
de Agona no futuro anno de 1862 a
1863.
Provedor
O nosse charo irmo ex-vice-provedor, Joaquim
Jaciolho.
Vice-provedor
O nosso charo irmio ex-defieidor Jos Ferreira
Leite.
Secretario
O nosso charo irmio ex-detioidor Csodido Aires
Lims.
Theaoureiro
O nosto cbsro iranio ex-tbesoareiro Jos Rodri-
gues Colho.
4a Procurador
O nosso chsro irmio Luiz Aives Vileila.
2 Procarador
O nosso chsro irmio et-defloidor Jos Antonio
de Siqueira.
Definidores
Ot nossos charos irmaos :
Ex-provedor Antonio Joaquim de Almefda Cruz.
Idara, Paulo Joa Gomea.
Et-secreterte Mtnoel Francisco dos Santos Silva.
Ex definidor Jos Moreira da Silva.
lix-thesourairo Luiz Moreira de Mondonga,
lix-definidor Antonio Jos Dias.
Itero, Joio Pelippe da Cotia CordeiVo.
dem, Francisco Jos de Sampaio.
Ex-procurador Bernardo Gongatres Salgado.
Ex-deQoidor Aotonio Jaaauim Moreira de Sam-
paio.
Antonio Pedro Msrtina.
Firmino Ferreira Leal.
Bellarmioo Piole Oiorio.
Benjamn Francisco da Silva Araujo.
Maooel Ferreira Pinto.
Aoisnio Pereira da Carvalbo Gnlmsries.
. Provedora
A Exata. Srs. D. Francisca Rufina de Gutmaa.
Vlce- Provedora
A Exms. Srs. O. Evaritta Rosa Ferreira.
Procura dor-G en 1
O nosso cWaro irmao ex-provedor Custodio Anto-
nio Soarcs.
O Prior, fr. Manoel de Sania nna.
COMMKMCIO.
nom banco
A IM 13 MAO DE Uift.
t> banco descanta aa pesante
*!vV
ao auno aj o prazo da 4 mas, ... la ^t ai
de 6 i)ezfi,,uiavainJ.airo am aoauoooweatn
simples e com jugos pelo f retio o-bosoo qua al
convenelonar.
Daacarragam no dia 14 do malo.
Brigue diuamarquezMarie mereadorias.
Barca americanjRedninv farioha de trigo.
Barca iogleztColinafazendat.
Patacho portugueiMaria da Gloriamarcado-
riat.
Barca francezaColigoyidean.
Darca francezaMariadiversos gneros-
Barca franceza Tombel dem.
Brigue portugueiSyrapathiaidom.
Etcuna bollandezaSpeculante4dem.
Brigue hespaoholDous Irmiosdem.
Barca inglazaBonllacarro.
Barca inglazaIrisdem.
Eacuoa inglezaHoneaUdem.
Brigae portugus Activo ideo.
Irnportafao.
Barca ingleza Iris, rinda de Cardiff, conaigna-
"SMlt Wilson & C, msnifaston o seguinte :
dOO tooeladaa do cervio de pedra ; aos mea-
mos.
Berganlim hespanhol Ooui Itmaot, vindo de
Barcelona e Malaga, consignado v Ctrvalbo No-
guaira & C. mauifeatou o seguiole :
248 pipss, 12 meias e 450tiarris de diversos l-
mannos vinho tinto; a Costa Pereira Paiva & C.
tOOO restess sinos, 2 meias pipat e 1 barril vi-
nho tinto, 4 volumes chocolate e dito em psali-
Ihas ; ao capitio do mesmo D. Fernando Tor-
rea.
Barca oriental Murienela, vinda de Montevi-
deo, coosignada a Amortm & Irmios, manifestou
o teguiole:
3700 quintaes hespanhoes de carne de char-
que e70 courot aeccos ; a ordem.
Brigue beapanhol Manoel, vindo de Montevi
do, consignado a Araoaga Hijo & C, manifestou
0 seguinte:
3.60K quintaes bespanbocs de carne de char-
que. e25 couros de csvallo ; a ordem.
Hiele nacional Intencirel, vindo do Aracaty,
consignado a Jos de Si Leitio Jnior, manifes-
tou o seguiote:
154 molhos com 3,080 pelles dt cabra ; a T-
rente Viaona ii C. manifestou o seguinte :
21 caixas velas de carnauba : a Justino An'o-
cio Pinto.
153 tceos cers de carn>uba, 68 caixas e 1 bar-
rica alas de dita, 12 ditas tobo, 1 pecte peo-
nas. 128 couros salgados, 726 courinhos curtidos,
o25 matos de sola ; a ordem.
Hiate nacional Lindo Paquete, vindo do Mara-
nhaoi, consignado a Almeida, Gome*, Alves & C,
manifestou o seguiote:
774 saceos arroz, 541 ditoa farioha de maodio-
ca, 125 encapados tapioca. 10 arrafes sequirs,
200 barricas farioha de trigo, 1 caixio camisas, 1
dito tecidoade algodao e seda e chales de lis, 1
caixa brioquedos psra creancas, e boneets de
masas, 1 dita lamparinta de cera, 1 dita borrseba
am obra ; a ordem de diversos.
Brigue nacional Encantador, vindo do Bio de
Janeiro, cooaigoado a Marques Barros A C, ma-
nifestou o seguinte:
27 pipas e 82 barris vnho, 800 barricas e 300
meias abatidas, 32 barris toucinho, 40 rollos fu-
mo, 15 saceos arroz, 512 ditoa caf ; a ordena.
Barca nacional Arsciia. vinda do Rio de Ja-
neiro, consignada a Marques Barrot & C mani-
festou o seguinte:
1 pocote linha de barquioha, 39 volumes bsr-
ricat abatidas, 500eaixiohaa fogoda Chioa, 6 pi-
pas vinho 20 fardoa saceos vatios, 50 fraaqueiraa
ganebra, 50 saccoa arroz. 10 caixas azul ultramar,
12 ditas salsa parrilha, 630 saceos caf, 23 cai-
xas veiss de carnauba, 2.000 aaceos farioha de
mandioca, 3 caixas armafet para stiaa de balo,
1 caixio um relogio Je perteocaa, 1 pacotioho do-
ces; a ordem de diversos.
Vapor nacional Oyapoek, procedente dos por-
ros do sal, mauifesiou o seguinte :
1 encapado; a Viuva Amorim & Filhoa.
1 caixole ; s Goocalvea & Cruz.
,1 dilo; ao Dr. Julio Augusto da Cunha Guima-
raes.
30 rolos fumo; a JoaoOuirino deAguiltr.
130 ditos dito; a Amonio Luiz de Oliveira Aze
vedo.
1 caixio; a Domingos R de Almeida.
1 caixa; a Jos Aotonio de Figaeiredo.
1 Caixole; a Nogueira da Azevedo & C.
1 dito ; a Freaerico Trebouilll.
2caixoes; a Claudio Falcio Dias.
1 caixa ; a Pinto de Souta & Bairo.
I dita; a Bastos & L-mos.
1 dita joias ; a Norat & Irmio.
1 volme; a Bastos & Oliveira.
I dito ; a Emilio Xavier S. de Mello.
1 dito ; a Jote Baroosa de Mello.
1 dito; a Jos Alves Ribeiro.
I dito ; a Jos Leopoldo Bourgsrd.
1 dito ; a .homar de Farla.
1 dita ; a Jos da Cunha Jnior. /
1 caixa ; a Jos Baptista da Fonseca Jnior.
1 caixio ; a Jos Feliciaoo Machado.
4 saceos cacao ; a Henry Forster & C.
2 volumes; a Domingos A. Malheus.
1 pacota ; a Henry C. Ville.
1 caixa ; ao commendador Manoel Jos da
Cosa.
1 encapado ; ao Dr. Alfredo da Costa Bastos.
Brigue americano Reydling, procedente de Bal-
timore, consignado a Phipps Brothers & C, ma-
nifestou o seguiote:
1,279 barricas fsrinha de trigo, 100 barril ba-
oha de porco, 1,000 aaccot milho. 225 ditos t-
relo, 50 caixts velat de espermaceti?; tos con-
signatarios.
Brigae portuguez Activa, vindo do Lisboa, con-
signado a Amorim & Irmios, manifestou o se-
guinte :
2 cartuchos com 100 soberanos em ouro, 10 pi-
pas a 50 bsrris vinho, 5 vipss vinagre ; aos con-
signatarios.
8 pipas atolle de palma, a Balmeira & Beltrio.
22 ditaa 16 metas e 42 barris vinho. 170 ditos
szeite doce, 33 pipas vinagre ; if.S. Rtbell &
Fithoa.
20 barra azeite doce, 45 fardos alho ; a Anto-
nio L. de O. Azevedo.
10 caixas velss; a Alexandre J. da Silva.
14 ditss vinho, 4 pipas e 10 barris vinsgre ; a
A. Joaquim de Campos.
10 aaceos farello, 1 barrica cevada ; a Ferreira
& Matheea.
2 barris vinagre, 100 saceos semea ; a L. J.
da Coate Amorim.
4 pipas e 15 barris vinagre, 5 caixas azeite ; a
Jos Aotonio ds S. Jnior.
I caixas agaa-raz ; a Giilherme Augusto Ri-
cardo.
8 barris vinho, 1 ctixo calcado, 50 ttecot mi-
lho, 90 ditoa semes ; i Francisco Gomes de Oli-
veira Soorioho.
3 pipat 40 barril vioho ; a Thomaz de Aqu-
oa Fonseca.
3 lilas 85 ditoi dito, 20 barricas notes, 31
earixaa velas de cera ; a Themat de Aquino Fon-
seca Jnior.
30 aaceos semes, 1 calite marmelada e massa
d tomate ; a Luiz Antonio Fragoso.
1 caixio mermeledt, 1 dito figos, 1 dito peras,
1 dilo piolines e ssaadores de barro, 1 dito massa
de tmate ; a Haraoset 4 Silva.
3 Csins*>lai le era ; a Domingos Herrrlqoe
de Oliveira.
8 caixotei drogas medicinis piaat di borra-
cha ; a Caen di Barbees.
5 gaiolas coxixot ; Jos Soares.
3 saiaotes 1 fardo drogas mediantes e graes
da vidro ; a B. Francisco de Soasa.
6 ceiatea 7 barricas out fardos drogas a
modioaatenios ; a J. da Silva Faria,
50 saccoa semea, 10 saceos farello, 4 caixas a 1
barrica drogas melicioaee ; a ordem.
1 bwrU vntie, 4 cainose mtrmiiada ; a Domkt-
goe Francisco Tavarea. -
% oaiiotea mermelada outros doces ; a Jet
Aotonio dt Oltveirt.
25 barris axeite doce, 41 ditos e 6 pipss vins-
gre. II ditas e 45 bsrris vioho
Oliveira & Filbo.
, *j0nipfa>50.b#riia vioha
di Silva Terroxe.
2 caixaa chinsllas
Viannt.
2 ditas ditas ds dilo;
Santos Porto.
1 dita dita da dilo ; a S. Serefim da Slvo.
7 caixotea marmelada ; a Joaquim Jos Pereirar
Arantes.
50 saceos temes ; a Henry Gibtea.
.'"' cera; a Jos Pereira da Cuaba &
Filbo.
1 dilo carne de
FiUto.
20 caixts cera
Barroca.
1 catxota machina de costara tollo de lia ; w
Maia & lrmao.
27 caixaa ceblas ; a Tasto & Irsaios.
20 saceos semea ; a Jote Joaquim da Coate.
10 caixaa cera ; a Alves & C.
50 barris azeite doce, 25 ditos e 5 pipas vioa-
gre ; a j. da S. Regadas.
1 csixs broxts, 1 dita pos de Johtnoea; m Jos
Baptuta da Fonseca Jnior.
a calzles mercurio ; a Canhs Irmio i C.
30 ditos veltt de cera ; s Forluoste Cerdoso de
Gouveia. '
8 pipat, 10 meias e 10 barris vinagre ; s Mane el
Alvos Guerra.
80 asccoa temet; i Domingo! Rodrigues de
Andrade.
25 saceos farello; Eduardo P. Wilson J-
nior.
30 caixaa relias;
Sirve.
a Manoel Josquim Ramos
30 caixotea velas, 2 caixss mercurio ; e Paren-
te Vianna di C.
50 caixas ceblas, 4 ditas figos. 50 ancorte*-
aieitoaas, 10 ditas vinho, 10 btrris choriew, 25
caixas btalas. 3 ditas azejte doce : a C. J." Alves;
Guiraeries.
Barca portuguesa Sympalhia, rla do Porto,
consignado a Balthtrdt Ol reir, manifestou eaa-
guinte:
70 csixes vioho ; a Barroca & Medeiros.
1 caixio paiteesalpicos; a Jos Antonio An-
tunee de Souza.
1 barril vinho ; a P. i. Christiaoi.
17 ditos vinho, 150 caixes pomada, 5 ditos pi-
lilos, 8 ditos rolhss, 1 dilo toalhas o linho. I
ssccos feijan. 3 mesas. 2 sofs e 40 cadeirst. 2
caixs linhat ; a Cunhi Irmos & C.
12 btrria e 30 caixes vinho, 130 taceos feijio.
1 lata livroa ira prestos, 5 barris salpicoes ; a Tilo-
mas de Aquioo Fonseca Juoior.
200 aocorelas azeiteoat, 12 saceos feijio. 8>
barricas prego*. 20 barrts e 68 caixas vioho ; a
Matheus A Rodrigues.
2 caixas chapeos ; a Guimaraes & Fon-
seca.
2 ditose I Ista salpicoes; s Jos de Azevedo
Andrade.
1 caixio pelles de cabra e outros artigot ; a J.
M. Pereira.
I caixio salpicoes ; Joaquim Antonio Vi-
eira.
99 caixes vinho ; s Manoel Ferreira da Silva
Tarrozo.
85 saccot arroz. 30 ditos feijio. 200 caixotea
velat de seb, 97 ditos sebo em pao, 84ditos po-
mada ; a Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
12 caixoies ferragens. 30 barris pregos, 3 cai-
xas miudezss; a Thomaz Remandes ds Ca-
nhs.
1 caixote salpkes; s Joaquim Diiarte de>
Campos.
2 ditos lingaigaae presuntos; s Jos Gonqalve
de Oliveira Mala.
2 latat salpicoes; a Jote de Paiva Ferreira J-
nior.
2 ditas dito. 1 barril vinho ; a Jos Jotqaim do
PinhoMendonca.
2 caixevvinho; JamesCrabtree & C.
1 barril dito; a Henry Fonles & C.
1 caixio imageos e figuras de barro, 1 caixa n
1 sseco ptlhioht preparada, 50 saceos faretto. 1
barrica eastanhas; ao padre Jos Antonio des
Santos Lessa.
42 caixes vinho ; a Aotonio Joaquim Van de
Miranda. m_
2 ditos pallilos^-" csattras aihos, 415 ancore-
tas szeitonos, -t saceos e 66 volumes obrss de
time ernlhss ; a Antonio Lopea Braga.
25 saecos feijio, 5 ditos grio de bico, 2 fardos
toucinho, 2 caixas salpicoes; a Marcelino Jos
Goocalvea da Ponte.
100 rodal de arco de pi ; a Antonio Pereira
Monteiro.
1 barrica presuotos e salpicoes; a Jos dos S.
Neves.
1 barril presuatos ; a Joaquim da Silva Cas-
tro.
150sncoretas azeitona ; a Anlonio Nogaeira
dos Sanios.
1 caixio velludo; s Ferreira & Araujo.
5 ditos globos de louga, 4 ditos diversos objec-
tos, 1 dito Santo Anlonio, 730 ladrilhos ra too^v,
100 rodaa de arcos de pao ; a Carvalho Noguer*
& C.
25 cansstras alhos ; a Manoel Duarte Rodri-
gues.
12 csixiahaa velas de sebo, 12 barris aieite do-
ce, 8 ditos presuntos; a Francisco Guedes de
Araujo.
144 saceos milho, 14 ditos feijio, 50 ditos fa-
rdo; a F. S. Bibello & Ptlho.
40 saceos fcijo e 2 latas salpicoes; a Jos
Marcelino da Rosa.
220 canaslras alhos, 293 ancoretas azeUooat, t
caixio ehuscbaim, 8 barris retvos, 40 ditos ar-
dinhat; a Domingos Rodriga** de An irede.
6 caixes chapeos; a Jos Baptista da Fooeeca
Jnior.
1 embrulho panno de linho ; a Josquim Jos
de Moura.
15 saceos farelo; s Jos Cardoto de S & C
1 barril vinho; a Luiz Correia Duarte
2 varas psra estandarte ; a Antonio Csrvalh >
dos Sanios.
1 volunte ignoro ; a Joaquim Ferreira Va-
leote.
100 dunas de garrancho. 1 caixSo com 1 lata ;
a Guilherme Luiz de Souza Lobo.
1 viveiro canarios; a Gailherme dot San-
ios C.
2 volumes igooro, 30 ssccos feijio ; i Billar
ii Oliveira.
I barril salpicoes, 138 eaoattras albos, t peco
te meias de lia, 1 dito putcvtrss de cabelio ;
Aogeiino Jos dos Saotos Aodrade.
I caixio 1 fogio e pertenece ; a Jos Alves da
Silva Guimaries.
II ditos follias de louro, 2 caixas pailitas ; a
Joaqoim Vieirs de Barros. *
1 caixao miudezas ; a Alves & C.
4 ditas tocatas vazist; a Francisco los Al-
ves Geimaraes.
BaaeaBbastlorltt de rendas Interna*
eraen de PennmMeo.
endimentododla 11 12. 11:6783615
dem do dit 13.......l:298ffS7
12474*252
Con salado provincial.
Rendimento do da 1 a 12. 15:16*3833
dem do dia 13...... : 1 590551
6;75lM7
Hamsturgo SO de atril.
Bolelim commercial.
Km consequencia das testas da psschoa, a>
mercado se tem cooservado tranquillo.
Caf. O mez comecou.muito taimado; mas
as traosaeces nao lem silo muito cootideravei,
apesar dos ltimos despachos do Rio de Janeiro
qae foram favoraveis em parte porque os possui-
dores flearam na reaerva, e em parte por cansa
das testas da patchua.
A opioiao geral potm, multo favorevel,
segundo todat tt appareoctat ot .precot conti-
Quaro a aua tendencia de subida.
As vendas na ultima quiozena sndarem por
cerca de 44 mil aaccatde caf do Rio e de San-
tos, metade fluctaanto.
t) preco do caf regular do Rio de Janeiro
colado:6 5/8-fi ifi tcbilllngt.
Auucar.O prego tem aofirido ama dami-
naiCio de cerca 8 schilliogs ss .100 libras; a
uliimee venda notaveis loram daart 4.200aac-
cts di itaacar maacavo di Pirnambuco en-
Tab'aco. Sem transaecet diga tt de meocbo ;
em leilio se venderam 111 btls da tabaco da
Bthia averiado pelo pra$o de t> f/l-T 7^1ehll-
lings.
Bal
m


OUlUa MttftMAMtUg, m W*F*A fUEA. H DI M*> #1 U#2
Bastan em ler cercs de 1,600 bala* de (abaco
da Babia.
Algedie.--Aa considerareis (n msecdes i pre-
$oe subidos en Liverpool tambis linnoi aqui
subir osprecoi; o deposito emtinto dimi-
nuto.
O cacao tontio rouxo, (ico redcelo de
arecoe nao nevera irsnsstcoes.
Ccurot.O mercado se icha sem movimento
elgum; reatan em aer:
5.500 couros de Perna nbuco.
3,500 diloa da Babia.
Do Rio de Janeiro entrera tn cas deas semanas
pinada, os navios :
Flying Butchman, La Plac, Schlvelbe,
com cerca de 10 mil saccas de caf
De Sanlot, os navios : Sil, Caiharioa,
oen, Jelleftea, Jupiiar, Georg Andrs e
com 28 mil saccas de caf.
Do Ctar., o safio Capiioioaa.com 3,871 sac-
cas de caf.
De-Pernambuco, o navio Garollne,- com 3,360
siccas de asaacar.
E da Bahia, os nsvios Gtrreit e Mathild com
2,900 saecae de caf, 1,000 feixes de piaisava, 41
saccas de cacao e 52 torea de jacsreod, e 1,190
tatas de (abaco.
\ Eptn constar le mandou efliar o nresoete e
Bambuco, 8 de julho de 1861.
O secretario,
A.'F. da Aiiumpcie.
O Dr. T riilio de Alentar Arsrpe, offitiai da im-
perial ordem da Rosa, a juiz eapecial do com-,
mercio desta oWatfe do ReotTe de Pernambuce
na chancellara do consulado de Franca, onde
leri lugar a dita adiudioaeloi em preaenca do
aenhor cnsul de Frenes, quem por menos
flzer.
Pernasnliuco, 9 de malo da 1861.
O cnsul de Franca ,
ViieonU E. di Lmont.
Flora
or-
Njurd
Movimento do porto.
Navios tahido no da 10.
Castor, capillo Tbomez
MaceiBarca Inglesa
Smitb, em lastro.
Rio de Janeiro e BahiaVapor
commaodaDle II. Eout.
francs Gnietnie.
Editaes
A cmara municipal de Olioda a seu ter-
mo, faz saber aoa seue municipios, que e Eim.
presidente ds provincia dirigi-,ha o offkio ae-
guinte :
4a seccio.Palacio do governo de Pernem-
buco, circular em 28 de abril de 1862.
Remetto Ihe copia da portaris de 14 do correo-
te pela qual oomeei por quatro aonoa, contado
dodia 24 de julho viodouro, su| penles do juiz
municipal e de orphoa oesse termo, os cidadioa
delta coostsntes, alim de que Vine, independen-
temente de reuoiio dessa cinara delira jura-
mento aoa que para isso se sprt-sentsrem at o
referido dia 24 de julho, para o jue os mandara
convilarnominalmente e por editaes, na forma do
artigo 4 do decreto o. 2012 de 4 de oovembro de
1857, declarando quo o podero prealar perante o
juiz de direilo da comarca na hypothese do arti-
go 3 do citado decreto, e que ficario renunciadla
o ds nenlium efieiio aa nomeacoue doe que o nao
preatarem at o dia cima indicido. E lavrado o
uto de que trata o rilado artigo }, Vmc. me com-
muoique pontualmeote a data d na juramentos, os
nones dos juramentados, que devero receber
saos titulos do juiz municipal desae termo, s
quem sao pira ease lim remeltidoa.
Deua guarde a VmcJoaqun Prea alachado
Portella.Sr. presdeme da cmara municipal de
Olioda.
E para constar mandou-se fazer o prsenle edi-
ta! e afiliar no logar do coatume e publicar pela
imprenaa.
Relac o a que se refere o edital aupra.
Manoei Aotooio doa Passoa e Silva.
Dr. Jos Cardoso de Queiroz Fonseca.
Dr. Hauoel Antonio dos Pass js e Silva.
Joaquim da S Cavalcaoti.
Jos Aotooio ds Rocha.
1.*
2.
3
4."
S.
6\ Francisco das Chagas Salgueiro.
Olinda 10 de maio de 1862 Cirislov&o Perei-
ra Pinto, pro-presidente.Ha colioo Dias de
Araujo, secretario.
Jos Francisco Pires, officisl da imperial ordem
da Rosa, tenente coronel e commandante do
quarto batalbio de infantaria c a guarda nacio-
nal do municipio do Recife, ele.
Fago saber, que em virtude de ordem do lllm.
Sr. coronel com mandante sopeior interino da
guarda nacional lem de reuoir-st eos consistorios
dss igrejas matrizes das fregu iis do Poco e
Varzea (da tridos do bstelhio do meu com mando]
osconselhos de qualicaco de que trata o art.
10 do decreto n. 7M de 25 dt outubro de 1850 ;
oa quses dsrio principio sos stus trabalbos de
conformidade com as disposicots do decreto O.
1130 de 12 de margo de 1853 s 9 horas do dia
18 do correte, e durario por teinpo de 15 dias
sesuidor.
E para constar sos ioleressados mandei fazer o
presente que ser afiliado nos lut/.ares msia con-
corridos das freguezias, e publicado pela im-
prensa.
Ouartel do commando do quaito batalhao de
infantaria da guarda nacional 10 de maio de
1862.
Jos Francisca Pires.
O Dr. Trislao de Alencar Araripe official da im-
perial ordem da Rosa e juiz especial do com-
mercio deata cidade do Kecie de Pernambuco
e seu termo por S. U. I. que )eos guarde etc.
Faco saber aoa que o present edital virem e
delle noticia (iverem, que a requerimento de
Bailar Oliveira, acha-ae a berta a (alienis de
Azevedo & Pires pela sentencji do theor se-
gointe :
Vendo-se destes autos que os commerciaotes
Azevedo & Pires estabelecidos na ra da Praia
com armatem de carne aecca, cus.'aram oa sana
pagamentos, declaro oa meamos commercianlea
em estado de [alinela, conlaodo-se esta a datar
do da 2 de abril prximo fiodo. Nomeio aura-
dores rjscaes sos credores Baltei & Oliveira e
depositarios provisorios aoa cr.-dores Seises &
Azevedo, devendo estes aeaigoar termo de de-
posito e squelles prestar o juranento do eiiylo :
remelts. o escrivo copie deste despacho ao juiz
de paz com ptenle para a apposicio de selos em
todos os bens, liaros e papis dos fallidos; de-
pois do que publique-se a fallen :ia por edilaes,
proceda-se a conrocarao dos ciodores e as de-
mais diligenciaa legaea.
Recife 1 de maio de 1862.T litio de Aleo-
cal Araripe.
Nada maiase cootinha em dita aenlenca aqu
transcripta e nao teodo aceitado a nomeaca.0 de
depositarios os credores nomeados, fOra em aeu
lugar nomeado o credor David ?erreira Bailar.
E para ioteiro cumprimeoto di presente sen-
tenga convido a tolos os credores presentes doa
sobredttoa fallidos, para eompaiecerem na sala
dos auditorios no dia 14 po comile mez as 12
horas da meobaa, am de se proceder a nomea-
cio de depositario ou depositarios que hao de
receber e administrar provisoriamente a casa
fallida- E para que o presante chegue ao co-
nh aciment de todos ser put icado pela im-
prensa e afiliado na forma do eslylo.
Cidade do Recife 12 de maio de 1862.Eu
Adolpho Libralo Pereira de 01 eira, aecreven-
ie juramentado o escrevi.Eu Manoei Hara Ro-
drigues do Naacimento. escrivo o subscrevi.
Tristio de Alinear Araripe.
Antonio Bernardo Quinteiro, ca< alleiro da impe-
rial ordem da Rosa, major coiomaodaote inte-
rino do terceiro batalhao de icfanlaria da guar-
da nacional do municipio do Recife, e presi-
dente do conseibo de qualiQogao da parochia
da Boa-Vista, por S. M Imperial, etc.
Faco saber a quem ioteressa possa, que de
conformidade cem o diaposto no art. 1* parte 2
do art. 9 do decreto n. 1,130 di 12 de margo de
1853, o art. 8* das iostruccSes ile 25 de outubro
de 1850, se lem de reunir, na erceira deminga
de maio, o cooselho de qualificacio para revisio
qualicacao da guarda nacinil da referida pa-
rochia, no consistorio ds igreia matriz da Boa-
Vista.
E para que ebegue ao cooheci ment de todos
mandei passar editaes, que serio publicadoa pele
imprenaa e afiliados aoa luga; < a designados os
lef.
Cidade do Recife 10 de maio < e 1862.
Antonio Bernaiio Quinteiro,
Hajor presidente do cooselho.
O Illa. Sr. inspector ds ihesoursria pro-
vine! al manda fazer publico pira cenhecimento
dos intdressados o art. 48 da lei provincial n.
150 de 18 de junho do crrante acno.
Art. 48. E' permiltido pagai -se a mala aiza
toa eseravos comprados em qui Iquer lempo an-
terior a data da preaente lei Ind ^pendente de re-
vslidscio e multa, urna voz i ue os devedorea
actosas i este imposto, o facam c entro do exerct-
ci de 1861 a 1801, oa que nao > zerem ficario
ujeitoa a revalidajo e malta em dobro. aendo
um terjo para o denunciante. V Iheeoureria -
r aanuociat por dial noi prit eiroe lOdiu da
cada nez a preaante dliposljo.
mercio desta otdatfe do ReorTe de Pernsmbuce 1_ 1
IXSS.'Z?" "^W Bper,,, AO pUDIICO.
Faco saber aoa que o presente edital virem. e
delle noticia tiverem, que no die 19 do correte
mes. Goda a audiencia, tari legar a arrematado
da escrava parM leaesetaa.de W^tMette idade.
pouco man ou meaos, perUncente a Francisco
Marques de Leaos Ribairo, a qual se schl com
principio de frialdade, e vii a praca para paga-
mento da eiececo que por este juizo Ihe movem
Jos Joaquim.Dsae Fetoaades 4 Filho. *
E nao havendo langador que cubra o prego da
avaliagao, aera a arreteatacao feita pelo prego da
adjudicaeio, com o abale respectivo, sendo s sua
avaliagao em 350|.
E para que o presente^chegue ao eonhecimen-
(o de todos, seri publicado pela imprecas e affl-
xado na forma da lei.
Recife, 3 de maio de 1862.
Eu Adolpho Liberato Pereira de Oliveira, ea-
crevenle juramentado o eacrevi.
Eu Manoei Hara Rodrigues do Nsscimento, es-
crivio o subscrevi.
Trislao de Alentar Araripe.
O Dr. Trislao de Alencar Araripe, oflicial da im-
perial ordem da Ross, e juiz de direito eape-
cial do coaomerciodeaU cidade do Recife eseu
termo, capital da provincia de Parnarobuco,
por S. M. I. e C. o Senhof D. Pedro II, que
Daos guarde etc.
Pgo saber pelo presente, que no dis 23 do
mez de junho do correte anno se hao de arre-
matar por venda, a quem maia der em praga pu-
blica deste juizo, e depois ds anuencia respec-
tiva, oa alugueie da eaaa terrea sita na rea doa
Trazares ds nos-viste, svsliados em 309 men-
eaos, a qual casa perlencente a D Engracia do
Amparo Santa Ross e suss duaa fllhas, a ae
chaos peohoredoa os meamos alugueie, por exe-
cucao que contra ss mesmas encaminham Gama
a Silva ; e aa falta de licitantea serio arrema-
tados pelo prego da adjudicagao, com o abellcen-
lo da lei.
B para que chegue a noticia a quem convier,
mandei passar editaes que sarao afiliados nos
lugares do cosiume, e publicados pele im-
prensa.
Dado o passsdo nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos nove diaa do mez de msio de 1862,
quadragesimo primeiro da independencia e do
imoerio do Braail.
Ka Menoel Mara Rodrigues do Naacimento,
escrivo o aubecrevj.
Triatio de Alencar Araripe.
Chegoo directamente de Nova-York em 42
diaa de viagem com destino para
Perno moneo,
DahU, >
Rio de Janeiro,
Montevideo,
e Buenot-yrce.
A pomposa a extensiva companhia quadrnpla
Dettiaracfs.
Correio
As malas que lem deconduzir o vapor Oya-
pok com desuno sos portos do norte, fecham-
aa hoje (14) as 3 horas ds tarde ; as cartea se-
guras e jornaes al as 2 horas.
Iaspecsaodo arsenal de ma-
rioha.
Faz-se publico que a commiseio de peritos
deste arsenal, examinando na forma determinada
no regulamento baixando com o decreto n. 1324 de
5 de fevereiro de 1854, o casco, mschins. caldei-
raa, apparelho, masireagio, amerres e ancoras
do vapor Camaragibe, pertencente a companbia
vigilante do servigo de reboque, adis todos ea-
ses obiectos em regular estado.
losnecgao do arsenal de marioha da Pernam-
buco 13 de maio de 1862.-0 inspector,
M. A. Bsrbozs de Almeida.
tonselho administralivo.
**.2& id,Bni9irattvo, pera fornecimento
agailSt gUe"8' tem de COmpr" os objec,os
Psrs ofardameoto decorpo da guarnlcao daoro-
7a ^ Vinia d0 Ce,r- -i
768 coaradoa de panno azul para capoles.
311 bonete.
851 corados de panno azul.
28 covados de caaemira verde.
813 rosados de hollsods de forro.
825 varas de brim branco.
457 par*s de clcheles pretos.
114 1|3 varas de auiagem.
448 covados.de baeta verde oa azul.
Para o dcimo batalhao de infantera.
1825 covados de penno verde.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
propostss em carta fchala, na secretaria do
conselho, s 10 horas ds machia do dia 16 do
correte mez.
Sala das sesses do cooselho administrativo
para fornecimento do arsenal da guerra. 10 da
maio de 1862. 6
intonio fomei Leal,
Coronel presidente interino.
Franciico Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Directora geral da iastracco publica.
PORTARA. *
O director geral iolerioo da instruegio publica,
ouvido o conaelho director em sessio de hontem,
e de conformidade com o disposto na lei regla-
mentar n. 369 de 14 de maio de 1855, considera
ocursos no srt. 100 ds citada lei os professores
a profasaoraa particulares :
Alexandre Joa Gongalvea de Miranda.
Jos Antonio Googalves de Helio.
Manoei Alves Viaona.
Manoei Bellarmioo Ildefonso Cabra!.
Joio Fraociaco Peasoa de Vasconcellos.
Jos Joaqnim da Silva.
- Jorge Doroellaa Ribeiro Peasoa.
Fraociaco Jscinlho Sampaio.
Franciaco Antonio Cesario de Azevedo.
Padre Francisco Feixotu Duarte.
Antonio Joaquim de Pasaos.
Thomazia deAtheyde e Albsquerque.
Igoez Pereira Guimaries.
Maria Mariiniana Campos e Oliveira.
Joaquina DelQoa de Helio.
Candida Clemeolina Cesar Duarte.
Joanna Emilia de Brito.
Florinda Mara do Naacimento Barros.
Franklina Aneis Barbse.
Francisca Lina de Oliveira Ssntos.
Thereza Alexaodrina de Souza Bandeira.
.Ursulina Amelle de Albuquerque Mello,
e emo taes sujeitos a pagar a mulla de 20000
cada um, por terem deixado de enviar, nos de-
vidos lempos, os mappee doe elumooe dos seos i
estabelecimentos, relalivoa aoe trimestres do an-
no paasado, sem reolvarem esaa falte como Ibes
cumpria ; devendo cada um doa referidos profes-
sores e professoraa recolher i tbesoursria da fa-
zeoda provincial a mencionada quantia de 209000,
dentro do prazo de trinta dias cootadoa da data
dests, fiodo o qual, sarao as meamss multss co-
bradas executivameote, como se pralica com a
divide activa provincial proveniente doa im-
posto*.
Secretaria da instruegio publica de Pernam-
buco, 8 de maio de 1862.
O director geral interino,
Dr. Bras Florentino Henriques de Souza.
Acha-se depositado nesta subdelegada om
cavallo mellado, grande, o qual foi appreltendtdo
em um doa escondrijos de Joio Franciaco de A-
raujo, conhectdo por Joio Grande, morador em
Tigtpi, e qae se puzera em faga nesta occaai ao
quem ae julgar com direito ao mesmo, dando oa
signees, Ihe ser entregue.
Sebdelegacia dos Alagados 10 da maio de 1862.
O subdelegadoMoraes.
Consulado de Franca em
Pernambuco.
O capitio Hayoard do as vio francs Jfario Ni.
eolat, em reparado oeste porto, precisa tomar
risco cerca da 17:000*000 rs. pars pagar as dif-
(erentee despezes, quo esl obrigedo a fazer oee-
(e porta.
O dito emproatimo aera gerentido polo mesmo
navio, caeco, epereiboe, mcame a vletuelhee.
As pessoss que pretenderem fazer eate adiso-
taaeno, ,ut cenvfdedasi comparecarem qaar-
ta-eira, 14 de co <
de
Spalding 4 RoGEaa
O circo-Grande Ocano ,
composto do ama oacolba feita com todo o esme-
ro, Unto no pesaoal, como no material dos qaa-
tro clrcoa da companhia
Spaldino Rocem
a saber ; <'
Sea circo de Nova~Orkant
Seu eirto or te-Americano .
Seu circo do Palacio Flucluanle
e cu circo Caminho de Ferro
os quaea tem sido ha tres conos pastados oa es-
tabelecimentos equealrea maia aslenles do :
Norte
Sul
. Oriente
Occidente
dos Estados Uoidoc da America do Nono.
Oa Srt. Spaliing & Rogert compraram e man-
daran reparar de nevo o fsmeso brigue Han-
nah expreasamente para viaitarem oa principies
portos do mar da America do sul, at que cessem
aa commogoea politices, que tanto tem agitado o
seu pais natal ; e aa operacoes i que ellos esli
acoalumados em grande scels ae tornean maia
vaotejoaase lucrativas, propoem-se dar urna pe-
quena serie de diverlimenlos nesta cidade de
Pernambuco.
Director geralCarlos J. Rocers.
Aqeellea que tem visitado os Estados-Unidos
desoecessano dizer que os circos de Spaldiog
& Rogera gosam oaquelle pan a mesms saperio-
ridede na excellencia entre os estabelecimentos
equeslres, assim como nos Useairos as suas me-
Ihores represeolagoes. B como elles tenbam
temporariamente suspendido suas operacoes no
aeu pan em todos os quatro citados circos, e de-
baixo da auperinteodeocia pessoal do propieta-
rio interino Sr. Carlos J. Rogerrtem escoltado
0$ melhoret Equeslre
Os melhoret Equeslres
Os melhoret Gymnaslicos
Ot melhoret Acrbatas
Ot melhoret Palhacot
Ot melhoret Equilibradores
E ot melhoret Cavallot.
Nao s6 com
Ot grandes actores americanos,
cuja fsma tem aido identificada com suas com-
panhias, como tambero
Ot prinsipaet artillas europeut,
os quaea tem vindo para a Ame-ic engajados
para os clrcoa dos Srs. Spsldiog & Rogers, tai-
vez nao seja presumpgio da nossa parte dizer
que
Em capital nenhuma do mundo
existe actualmente reconcentrado tanto genio
equeslre e gymnaatico como neste piz.
O director equettre Henrioue W. Rugcies.
us seguioles nomes dislncios serio fcilmente
reconhecidos por squelles quem lio familiares
ss recentes sltracdes em
Parit
Londrtt
Madrid
Nova-York
Nova-Orleant
e Boston.
A saber:
Sra. D. Kat Ormond
Sra. D. Jerry Worland
Sra. D. Luisa Noble
Sra. D. Jf. Formond
Sra. D. N. Rogert
Bella Rogers (menina)
Alinee Worland [dita)
Sr. Ferdinand Tourniaire
Sr. William Duverna
Sr. Nathaniel Rogert
Sr. Jerry Worland \
Sr. Joseph Burdea u
Sr. Joteph Ntal
Charles Fith (menino)
Sr. Carlot J. Rogert
Sr. Jorge Sharp
Sr. Guilherme Antonio
Sr. Theodoro Tourniaire
Sr. Joo Noblet
Sr. Henrique W. Ruygles
Sr. Davit Ayret
e um grande numero de auxiliares que seriam
apreciados om quaeaqueroutroe circos.
Oacayallos e cavelliobos enaiuados e deslros
em ligeirezas e a muta cmica, nio sio menos
noisveis que os afmalos adores que compre-
hende o circo
Grande Octano.
O maravilhoto cavallo de habilidadet Heram.
O indomavel cavallo corredor, Wildfire. '
O telvagem cavallo guerreiro, Bucephalu't
O cavallo doulo em habilidadet, Zephir.
A mua cmica, Balaam.
O cavalltnho jocoso e habiliduto, Tun-
E oa carelios e cavalliohos ensinados
Sulu Ellen.
Black Beu Emperador.
Ttppecana Garibldi,
fanny Baby.
Tem adquendo urna repulagio lento na Euro
pe como oa America.
O grande Eatribeiro.......... James Freqia.
A melhor pega do circo
Grande Octano e o porttil kmphithealro
inventado e eonatruido para oa Srt. Spalding &
Rogert, expreasamente para esta digreasao com
Quarenla camarotes
cociendo cada um aeis magnificas cadeiras de
aaaento de pallioha
Urna extinta platea superior
com elegaolea aaaentos de pallinha
a7ma ranos pfalo oeraf
com asseotos commodos e prtatele, combinado
ao todo em goato, conforto como em qualquer
ihealro permanente, e anda que, muilo espe-
so, com fscilidede armado e desmanchado
com um pequeo eapagode tempo.
Yesre de conttrucco Sr. Bobert He. Conaic.
Arte de montar a cavallo
Gymnatlica
Pantomimas
Grandes apparalot dt espectculos
e toda a encyclopedia de novidadee concernentea
um circo, que (em distinguido estos directo-
res em a Amenes do norte, e o que s se ple
esperar de ataa compeshia de tal extecsio e ta-
lento, representar de die em dia com
Preparacet elaboradat
Etplendidot ornamentos
Magnficos trajee
Sumptuosa comitiva
E guarda rovpa tortido.
Guarda roupa Thomaz Hoore.
Guarda de utensilios diversos A. Da vis.
Jfuica appropriada
seri foroecide debati da inspecgso do celebra
Director e compotitor.......... Jdlibn Wtate.
tST Para maiorea esclsrecimentos veja-se es-
ta flha depoia da maobaa.
Por ordem do director geral
W. T. B. e Ven Orden Jnior.
Secretario.


Para Lisboa.
Vae aahir Imprelerivelmente no dia 20 do cr-
reme o brigue porlagaez aMercuioa por ter
qussi todo o ten csrrcgsmentoooa pelo : para o
resto e pssssgeiros trata-so com o consignatario
T. de Aquioo Foneece Jnior, na traversa da Ma-
dre de Beos n. 7, primeiro andar.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
fm%m > twrm
EspeTa-se dos portos dfforte at o dia 17 do
corrente o vspor Cruzeiro do Sul, commandante
o capillo de mar e guerra Gervazio Hancebo, o
qual depois da demora do cos(ume seguir para
os portos do sul.
Desda j recebem-se pasaageiroa, a engaja-ae
a carga que o vapor poder eonduzir, a qual de-
"e:i aer embarcada no dia de aua chegada.diohei-
ro a frete e encommendas at o dia da sabida a
2 horas da tarde : agenda roa da Cruz n. 1, es-
criplorlo de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C
COMPANHIA BRASILEIRA
* DE
lAfronras iMm.
At o dia 14 do corrente, esperado dos
portos do sul o vapor Oyapock, commandan-
te o primeiro tenente AntoniolMareelioo Pontea
Ribeiro, o qual depoia da demora do cosiume
seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se psssageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder eonduzir a qual deve-
r aer embarcada no dia de aua chegada, en-
commendaa e dinheiro a frete at o dia da sahi-
da as2 horas: agencia rus da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
LEILAO
C0.WARH.A PERMMBUOIU
DE
J\avegada cosleira a vapor
Paralaba, Rio Grande do Norte, Macau
do Assu', Aracaty, e Cear.
O vapor Iguarass, commandante Vianna,
sahir para oa portos do norte sl o Cear no
dia 22 do corrente a 5 horas da tarde.
Recebe cargs al o dia 21 ao meio dis ; en-
commeodss, pssssgeiros e dinheiro a frete at o
dis ds sabida aa 2 horaa : escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
Para Lisboa e Porto.
Sahir imprelerivelmente nesles poucos diaa a
bem conhecida barca braaileira Harianna, .por
ter prompta a maior parte de aeu carregamento :
para o restmte da carga e paasageiros trala-se
com Manoei Ignacio de Oliveira & Filho, no lar-
go do Corpo Santo d. 19 ou com o capitio na
pra;a.
Para a Bahia.
Pretende seguir com muita brevidade o velei-
.e e bem conhecido hiato nacional Santo Ama-
re, (em parte da aeu carregemento prompto,
rara o raslo que Ihe falta trata-ae com oa eeue
consigoetarloa Antonio Luiz da Oliveira Azevedo
iiC, no aeu escriptorio na ra da Cruz r. 1.
Rio de Janeiro
pretende aeguir com muita brevidade o patacho
nacional Capuana, capitio Tbeolonio Joa da
Silva Rodrigues, (em doua tercos de aeu carrege-
mento prompto : para o resto que Ihe falla, tra-
ta-ae com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo 4 C., ra da Craz n. 1.
Para Lisboa
vai aabir em poucoa diaa a muilo veleira barca
Lima I por (er prompto parte de aeu carrega-
mento : para o resto e passageiros trata-se com
oa consignatarios Carvalho, Nogueira Si C na
ra do VIgario n. 9, primeiro andar, ou com o
capitio na pnga.
Para
Rio de Janeiro,
legue com toda a brevidade o patacho nacional
S. Joaoeiro, cepitio Joio Gaspsr de Oliveira,
tem parle do carregamento prompto : para o res-
tante, trsla-se com o cunslgoslsrio do mesmo,
Haooel Aires Guerra, ou com o capl(io.
Lisboa e Porto
Segu brevemente a barca portugoeza Sym-
palhia, porque tem queai toda a carga engaja-
da ; recebe para qualquer dos portos Indicados a
que Ihe falla e paasageiroe, obrlgando-se os con-
signatarios a dar paasagem a aqaelles que trata-
ren! para o ultimo porto, logo que o navio che-
gue ao primeiro : trata-se na ra da Cadeia do
Recife d. 11
Para o Aracaty
legue imprelerivelmente no da 19 do corrente o
palhabote nacional elovencivel, para o qual
anda se recebe alguma carga : a tratar com Jos
Si Leilio Jnior, ou cam o capitio a bordo.
Lisboa
o patacho portugus Mara da Gloria capitio
Antonio de Barros Vlenle, a aahir com brevida-
de por ier a maior parte de aeu carregamento
prompto, para carga e passageiros para oa qoaea
lem exeellenlea commodos trata-ie com oa con-
signatarios F. S. Rabillo & Filho, ra da Cadeia
n. 55.
Uiiides.
AYisps martimos.
-* *
? barca acieoel Atrevida segu pera all
em pe coa dias por lar parta do aeu carregamen-
to prompto : para o resto da sarga e psssageiros,
traU-M coa os coutignitcrioe Marques, Bao*
dr C, largo do Corpo Santo o. 6:
LEILAO
DB{
Urna casa terrea.
Sexta -fetra 16 de maio.
O agente Euzebio (ari leilio no dia actma da
urna esea terrea sita na ra da Alegra com maia
da 40 palmoa de frente, aeodo I ianollas a por-
ta, corredor independeote, 2 salaa, 4 quartoi,
cosinhs" lora, cacimba, quintal, matado, em por-
folio estado, rondo 30 menaaes : oa prstende-
les queiram ter a bonetada, da examina-la com
antecedencia e para alguna esclarecisseotoe eo-
tendsm-se com o referido agente em son escrip-
torio na roa da Cadeia n: 45, primeiro andar,
onda ser efTectuado, i 11 horas do dia 11 do
Corralo.
Um piano forte om perfeito eslsdo, orno neobilia
dajaoarand, ama dita de faia, orna dila de
amarello, 4 cadeiraa de balinco, 1 mesa' de
amarello, 2 camaa de ferro, 1 com moda, 1
cama franceza, 1 candelabro, 1 relogio, o mul-
los outros objectes que islario pateles no dia
Quarta-foira 14 do correte
O.agOBla Piolo far leilio por conia da um
astrangeiro que retirou-so zara Europs, a com
autorlsec&o do respectivo cnsul, doa objectos
cima menciooadoa oa quaes serio vendidos sem
reservs de preco no da cima mencionado na
ra da Cruz n. 9.
Nesta meema occaaiio vender-se-ha nm cabrio-
let de duaa rodas, um cavallo que aoda bem em
sella o cabriolet, e urna exeellenle machina de
coatura, ludo sem reservs de preco.
Principiar as 10 horaa.
mmiLD
DE
Um piano novo e forte do afamado fabricante
Pleyel & C. de tres cordas, urna rica mobllia
de mogno com lampo de pedra, guarde rou-
pas, guards vestidos, carta franceza de mogno
comcoliao de mogno, cpula e cortinados,
oile de mogno com pedra e espelho, secreta-
rla de mogno, apparadorea, meas alaatica,
commodas, cadelrar, mesas, marqaezas, lava-
torios, urna machina de fazer roanleige, urna
dita de costura, (s melhor qe tem vindo) ber-
co, esndelabros, serpentinas, jarras, 1 relogio,
1 apparelho de metal principe, am dito .de
porcelana para jantar, 1 fogio americano' "o.
econmico, copos, vidroe a cryataea, um al-
Iho. umselim ing|ezvum carro de 4 rodea
rauito leve e com arreios, 2 cavallos propiios
psrs carro e muitos oulroa objectos que esta-
rio a vista dos compradores.
TUDO EH BOM ESTADO.
Terca feira 20 do correte.
Rsymundo B. Lasserre tendo de retirar-so pa-
ra Eeropa com sua familia far leilio por inter-
veoco do agente Pinto, de todos os seus mo-
vis (ecima menciooadoa) exiatentee em sua caaa
do campo na Capunga, penltima cass direita
de quem vai para o porto de Laaserre.
O mnibus para transportar as pessoss que
quizerem aiaiatir o referiJo leilio pertir da ra
do Crespo es 10 1|2 horas em ponto devendo
voltar aa 3 horas da larde.
Quinta-feira 15 do corrente
as 10 horas em ponto.
O agenta Pinlo far leilio por conia do qaem
pertencer t 38 cadeiraa de vime grandea e pe-
quenae, camaps, 94 duzias de cestos e balaios
de differemmtama naos e qualidades, 2 escri-
vaninhasirmadeiras, differenlee caixinhae para
costura dasmfferentes madeiras, carrinhos de pe-
ina com 4smpdaa que admitttm doua meninos,
alguns entrTmejose liras bordadas e outros ob-
jectos perleoceotes a ama facture recentemente
chegada da Iiha da Madeira, oo dia e hora ci-
ma mencionada na ra da Cruz n. 9.
LEILaO
DE
Urna casa com 6 janellaa e 2 porloes ns frente,
com 4 sslss, 7 qusrtos, um grsnda terraco oo
cupi, portas o janelles nos oildas, grande
quintal, cacimba, cocheira o estribara.
Tenja-feira 2 docorrente a urna ho-
ra da tarde.
O agente Pinto aatorisado pelo Sr. Raymuodo
B. Lasserre, que retira-ae para Europa, far lei-
lio da caaa de campo sita oa Capunga porto do
Lasserre, a qual acha-se muilo limps o bem
conservada, no dia e |ora cima mencionada na
mesma cass.
O referido agente dsr qualquer informacio
acerca da mesma casa, em seu escriptorio ra da
Cadeia n. 9.
LEILAO
DE
IMsMII..
O agente Euzebio fer leilio no dia quinta-
feira 15 do correle de eacravoa de dioerentea
idades, cores e babiiidsdes da ambos os sexos
no seu escriptorio na rus ds Cadeia do Recife a
11 horas em ponto.
LEILAO
DE
Queijos fiameugos
O agente Pestaa vender por conts de quem
pertencer 25 csixas com encllenles queijos la-
meogos, desembarcados hontem do vepor francez
em lotes a vootade dos compradores : hoje lado
corrente pelas 10 horas da manhia, na porta do
armazem do Sr. Annea defronte da altandega.
Aviso* arrerso.
Mez de Maria a i$.
Vende se na livraria n. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia o livro Mez Ma-
riano, conforme o uso dos misionarios
capucliinhos a \$t
LOTERA
Sabbado 17 do corrente aera' impre-
terivelmente extrahida a lerceira parte
da quinta lotera a beneficio da matriz
de S. Pedro Martyr de Olinda no con-
sistorio da igreja de Nossa Senhora do
Rosario de Santo Antonio. Os bilhetes
acham se a venda na respectiva tliesou-
raria ra do Crespo n. 15, e as casas
commissionadas do costume.
Os premios desde os de 1 O,' ate' o de
5:000$ se pagarlo no mesmo dia da ex-
traccSo de 1 hora da tarde por diante,
e os outros logo que se ten ha eito a dis-
tribuicao das listas.
O thesoureirc,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Aluga-ae o sitio n. 1 do Arraisl, em o' qual
resida actualmente o Sr. Samuel Power Johns-
ton : a tratar na ra da Aurora n. 36.
Aviso.
Os sbsixo assigosdos sCsentiflcam so corpo de
commerelo que tendo Joio Lilly socio gerente
de sua caaa eommercial de fazer orna viagem a
Inglaterra, Oca encarregado da direccio da mea-
ma durante a suiencis do referido socio em pri-
"o0 u*,r Sr- W' G- Fwnelly o am segando
o Sr. Maooel Jos dos Santos com poderos
oecessarios para a gerencia delle.
Recife 9 do maio do 1852.Southell Mellor 4 C.
. Aluga-sa o primeiro andar do sobrado da
rus da Impera tria n. 35 : a fallar na ra de A-
pollo n. 35, primeiro andar.
Ama.
Na ra larga do Rosario a. 12,segando andar,
paeciaa-so do orna ama para caaa do familia; qae
seiba oozltnare engommer com perfficio.
* Eserayo fgido.
do esl ansent da case de aeu leobor o moleque
^^S' qS' Io Mavo do finado Manoei
ABlonio doa ramos Olivelrs, tendo oa signaos
aeguiotea : cor preta. utura regalar. fauTom
pouco aliada e deacancade, tem ama cicatriz
proveniente de unheiro n'um dedo da ama dss
mioae reprsenla ler 26 annos de idade: to-
ga-ao ea autoridadea policiaca a apprehenako do
mesmo e sus entrega a Manoei Antonio Goncal-
vea, na ra do Cabug loja n. 3.
A peasoa quo aaounclou ter para vender
ama preta perita eogommedeire, com ama lhe
parda do 7 pare 8 anaos, dirijs-se ra da Ca-
deia do Recife loja a. 35, que se fari negocio.
Trocamse imagens de ditlerentes.
laman los muito bem feita s, por meta-
de de seu valor, para acabar: na ra
da Imperatrizn. 21, serrara.
Quem precisar de ama ama para coslnbar
dirija-so a ra dss Cinco Ponas n. 84.
Ra do Amorim n. 43.
Precfsa-so de ume ame psra cosiohar o diarlo
de urna cass de pouca familia preferindo-se es-
erare.
" Aluga-ae o armazem de ra da Smala Te-
na n. 36 : a tratar oo segundo andsr ou ni ra
do Crespo n. 11.
Venda-ae um cassl do aaersvos bous o ba-
ratos : a tratar o ve-Ios na ra da Cadeia Velha
n. 30, armazem daa 9 boraa s 4 da lardo.
Curativo.
Molestias syphilitica.
Atiesto que ss plalas pauliatanas do autor
Carlos Pedro Elcbecoln, de S. Psulo, tem ardo
applicadas a algumaa psssoss de roinha casa, o
curou tambem dous pretos do molestias lypbl-
liticas em pseos dias; e pela mioha fraca opi-
niioassevero que prodazem rpidos resaltados,
principalmente para oa humorea.A B. Quar-
tim.
- Jos Antonio de Carvalho Gaimariea sub-
dito portuguezvae a Europa.
Antonio de Oliveira Ramos The-
orga subdito portugus residente
em Mamanguape provincia da Parala-
ba do Norte, retirarse para fora do im-
perio.
Antonio Joaquim da Costa Gui-
maraes Pancada, subdito portuguez, re-
sidente em Mamanguape provincia da
Para'iiba do Njrte, retira-ce para fora
elo imperio.
Precisa-ae de costureiraa para fazerom obras
de alfsiate : na raa do Croapo n. 18,
O abaixo asaignado, tendo de botar um pe-
queo negocio de taberna om aua caaa da ra
Imperial junto a casa o. SU, admettio por sen
csixeiro do mesmo estabelecimeoto ao Sr. Fran-
cisco Marques Lemos Ribeiro, nio podendo o
mesmo senhor fazer compras a crdito aem quo
ss mesmai tejarn assignadaa pelo meu proprio
punbo, assim como todos os pagsmentos qne ts-
nhs s fszer serio feitos na caaa de ana residencie,
no psteo do Terco n. 50.
Antonio nioreira Reis.
Irmandade da Santa Cruz dos
Ganoeiros do Recife.
Por ordem do juiz da irmandade, convido a to-
dos os Irmlos para domingo, 18 do crtenle, a
9 horas da manhia, comparocetem oo consistorio
para se proceder s eteicio da mesa que tem do
reger do anoo de 1863 a 1863.O secretario,
Joaquim Jos Vieira.
Precisa-ae do urna ama forra ou escrava
para cozinhar : na ra do Imperador, primeiro
andar n. 54.
O abaixo aasigoado declara que desta data
em diente ee essigna por Jos Ferroira Alves Ci-
noce. Recife 13 de maio da 1862.
Jos Ferreira Alves.
Alugs-se o primeiro sndsr do sobrado ds
rus ds Cruz n. 13, proprio para escriptorio : a
treter no armazem do meama cass.
-- Furtsrsm no dis 7 do correte, peles 8 ou
3 horas da noite, oo Arraial, dous cavallos, aen-
do um castanho pequeo com tres feridea dola-
do esquerdo provenientes do caogalha, tem oa
quatro ps brancos. o outro rugo grande e bes-
tanle carnudo, tambem tem urna (crida no espi-
nhaco junto au pescoco, auda baixo, curto, etc.,
tem um ceroco no lugar de apartar a silba.e um 0>
do ledo esquerdo : quem os apprehender, le ve-os
travesa do Ouvidor, anligs cocheira do Or.
Lins, que aera generosamente recompensado.
J. Keller & C. participsm ao corpo eom-
mercial qae por mutuo accordo deixou o Sr Jo-
s Marques dos Santos Agulsr de aer seu caixeiro-
no dia 30 do paseado, ficando por eata razio de
nenhum effeito s procuracio bastante de qne ao
achara revestido. Resta-nos louver aoSr. Aguiar
pela probidade e inielligeole actividade com quo
sempre se portou.
Attenco.
Chegou do Rio de Janeiro nm bom cozinheiro
estrangeiro, que se offerece psrs casa de familia
nacional oa estrangeira : qualquer pessos que o
pretender, dirija-so ao becco Largo n. 24, pri-
meiro andar.
Precisa-se de um esersvo por aluguel ;
quem o tiver, queira dirigir-so s ra larga do
Rosario n. 30, loja de miudezas, qne se dir quem
precisa.
S, Jos d'Agooia
A mese regedora da contraria de S. Jos d'Ago-
nia muilo agradece aos religiosos do convento do
N. S. do Carmo pele hoore que noe (ez de assistir
a uossa featividade, e a companhar a nossa pro-
cinao assim como agradece igualmente vene-
ravel ordem terceira de S. Francisco o a irman-
dade de N. S. do Terco pelo acompanhameoto da
meema prociaaio e pede desculpa ao reepellavol
publico o nio ter paseado na travesea da caaa
queimada naa Cinco Poolea como tioha aonun-
ciado, por sDoitecer ; em conaequencie de estar
muilo tempo no pateo do Carmo esperando pela
irmandade do Seabor Bom Jess dos Passoa do
Recife.
O secretsrio,
Manoei Francisco doa Santos e Silva.
DEPOSITO EU PERNAMBUCO
NA |
Pharmacia do Sr. Jos Alexandre Ri-
beiro, ra do Queimado n. 15.
O abaixo assignado faz publico
que pessoa alguma compre ou faca ou
tro qualquer negocio com os eseravos,
bois e bestas do Sr. Jos Pedro Carnei-
ro da Cunha, visto como se acham to-
dos estes bens hypothecados ao mesmo
abaixo assignado para garanta do que
ihe deveo ditoSr. Carneiro da Cunha,
e cuja escriptura foi pastada na villa de
Iguaraisu' no cartorio do escrivo Ca-
valcanti. Jardim 10 de maio de 1862.
Antonio Triito de Serpa BrandSo.
Feidel Pinto & G. em liquidarlo
mudaram o seu escriptorio para a ra
da Senzala Nova n. 100, primeiro
andar.
Precisa-se
de um moleque fiel e diligente para o
servic de urna casa de familia: na ra
dos Guararapes em Fora de Portas n.
26,sobrado.
Quem precissr comprar do 10 a 15 bois
manaoa para carraca, groados, nevos o gordos
dlrija-ee a travesea da Concordia o. 47.
la abaixo assignado declaro ao res pella ve*
publico, que por marta da miaba irmia D. Varia
Csar Mello Galvio hardai a estrave Dsmingas
do naci Angola, a para constar a todoa fix o pre-
sente.Antonio JosqaJm Geedea Alce forado.

ammmi


-


MAMO O PtlHAMiW. (JO-vET fiA 14 DE MAK) DE 1

.-
rreno na rui ou traversa da
Concordia, toda^enluto di maro com 6
porta; ten cB4o conloa palmo tem maia de fuado, proprio piri stebelecimeo-
,.i.el?Mmo Mr" le?D'r lualtiner curro deca-
yaibohoe, e te fot para aia fia proprielario
timbea (o mece ai objectae da maneara ana ja
eerviram em oulro curro : a filiar com Henri-
qu Jorge, di obra da travesea lo Pociobc.
O ibalxo aaiigaadoi. de ccorjo, djsaol-
Teram a aotiadadaque neata praja gyrou desda
o l/ds norambro de 1859 al 30 de ibril pr-
ximo panado, 10b a razo da Soma, Guimaries
& Rocha : a meima extlocta sociedade, oda d-
te neita eraca on fora dalla : u liquidadlo do
actiro flca a cargo de amboa. Pernambuco 12 da
maio de 1862. Antonio Joi de Soaza Guiraa-
iea.Jos Antonio Gonc.alvei di Rocha.
Offerece-te urna ama para cata de familia,
' a qual 4 riita de quem delta pnelsar, dir oaer-
Ti9 origa a (aier ; na ma de Sinta Rita
n. 40, sobrado.
Precisa-se alugar orna ee;ravi, ou mesmo
ama peno* lirre, para oservico de urna pequea
familia : i ra da Uoiio o. 40.
Preciaa-ie contratar una Impreasor lytho-
grapbo; na ra de Aguaa-Verdea, o. 62.
Preciaa-ae alugar um silic ooa Apipucos,
que teoha biatantea srvoredos, baixa de capim
para auitaaUr doui eavalloa, caaa soffrivel, e
baoho; qum tiver algam aeitn condicc.6es, di-
rija-ie a na do Queimade loja de ferngeos, n.
13, que ae dir quem quer.
_ Preciaisede um a pellos que queira cobrar
divida no mato, dindo fiador ra conducta : a
tratar na ma do Queimado n. 4ii.
Precia-ae lomar 4:000$ a premio aobre hy-
polheca m um sobrado em boa ra ; a tratar na
ra, do Hoapiaio n. 13 ou na ra da Imperatriz
B.80.
O Sr. Antonio Tristo de
Serpa Brando tenha a bon-
dade de apparecer na loja do
Germano, na ra Nova n. 21.
Offerece-se um moco para cuidar doa ira-
tamentoi de doeolea em quilquer engenho, para
o que tem aa preclaaa habilitacoe i: quem preci-
sar de aeu trabilho dirija-ae a ra nova de San-
ta Rila n. 4 ou annuneie por eate Diario.
AttenQo.
Di-e dioheire 4 premio aobre penhores : na
na do Queimado n.45.
No escriptorio de Taiso Irmios existe urna
encommenda vinda da Parahiba para o Illm. Si.
Dr. Jos Loureoco Meira de VascoDcelloe e urna
dita viada do Rio de Janeiro para o Illm. Sr. Dr.
Bernardo Dias de Giatro Sobrinhi.
Joao da Silva Paria mudou seu eicriptorio
e armazem para a ra da Cruz n. 66.
No Gachang.
Arrenda-ie ou vende-se a beri coobecida po-
dara do lugar do Cachang, fiz-ne quslqaer oe-
gocio. d-se meimo a praso, viiito o eitado de
molestia do proprielario : a trata- na Torra com
o Sr. Franciico Jos Arante.
4eucao
Preciaa-ae alagar um primeiro ou leguodo an-
dir, sendo as ruaa seguintea : Aurora, Impera-
dor, lado do pasieio, e sendo de um i andar, no
pateo da ribeir, e se dar algumas luvis : na
ra do Queimado, loja de ferragem o. 13, te dir
a pesio que quer.
Ama*
rreca-se de urna ama para tolo o servico de
urna casa de pouca familia : na praja do Corpo
Santo n. 17.
Mudanca
O agente Guimares havaodo acabado com seu
armazem tem a berto aeu escriptorio na ra da
Cadeia do Recite n. 3, primeiro andar, onde po-
der aer procurado para o m de ma profissao.
Ao publico.
Tendo madama Lecomt recebido de Pars sm
g-inde, bello e variado sortimento de perfuma-
rte e objectos apropriados a se azer presentes,
fat disso scieule ao publico, ssin como que em
sua loja, na ra da Imperatriz n. 7, se recebem
ancommeodas de traocelioa e todiis as obras fei-
tas de cabellos, para o que tem um empregido
francez, perito n'arte de cortar caballos, o qual se
aeh aa ordena do publico a qual juer hora, cua-
ndo cada corte 500 rs. A mesma madama de-
clara que recebe luvaa de pellica de Jouvio por
todoa os vapores.
Adriano Si Caatro fazem- icii nle a todos oa
seos devedorea que podem pagar suas contaa na
loja da roa do Creipo aos Srs. Alvaro &. Magalhaes
porque os meimos senbores esto autorisados a
passar recibo do que recebem.
Precisa-ae de um menino do 10 ou 12 an-
uo, quer Brasileiro ou Portugus, para eaixeiro
de um armazem de sal: a tratar i,a ra Imperial
numero 221.
Club com mere ial.
Areanio familiar do correte mez ter lugar
na noite do dia 18.
A padaria do leao do norte, ra do Cotorel-
p, preciaa-ae de um homem que aoja bom iraba-
hador de masseirt:
' Oa aenhores asignantes da corresponden-
cia de Portugal, queiram manda procurar na
agencia,escriptorio de T.sio Irmios, n. 7, de que
fdi portador o Guieone.
Grande laboratorio de lava-
gem de roupa a V8 por de
Ramos A Pimentel.
Os donos dos numeroa abaixo meocionadoa
podem mandar buscar as ronpas qie ealao pron-
tas : 277, 398. 157. 203, 393.130. 362.171, 331.
161,191. 144. 371, 274, 145, e ns. 1 e 2 novo.
Quem precisar de um bom enziobeiro, diri-
ja-se a ra de Hortaa n. 34.
Pede-aeao Sr. thesoureiro das loteras des-
ta provincia, que oto pague a pe moa alguma o
bilhete inteiro de o. 1/76 da 3.a parte da 5.a lo-
tera a benelicio da matriz de S. Pedro Alartyr
de Olinda, no caso de aahir premii io, visto ter-
se perdido, e perteneer ao abaixo issigoado.
Joa Caetano Matlins Marques.
15.000 rs.
Alaga-se por 15$ urna casa com S salas, 3 quar-
tos, 1 sotio, cozinha fora e copiar, com cacimba
de igua de beber, alguna srroredr i de frucio, e
um pedaco de trra para plaotac's; em Santo
Amaro, aillo em que mataram o fnd*.
Arrenda-se na ra do Hoipicio o. 17, o en-
genho S. Gaspar, uto nafregnezia le Seriobiero,
com excallentes partidos de varz >as mui lavra-
dos, roda da moenda, pingue circado, embar-
que na porta, mataa a mingue gara o servico
do meimo engenho.
Precisa-se de refinadores : ni ra de Apol-
lo n. 6.
Pede-se encarecidamente ao Rvm. Sr. Fr.
Pedro da Purificacp, religioao Carmelita, que te-
nha a bondade de apparecer na ra do Livramen-
to n. 22, a negocio que S. Rvm.* ;iio ignora.
Aviso.
GuInerme Auguito Rodrigues iette, declsra
que a bem desuasaude contina i residir tem-
porariamente aa Liiboa, a mora na ra do Am-
paro o. 82, primeiro andar ; comineando a le-
rem teua procuradores na provincia de Pemam
buco os Srs. Dr. Josqwim Jos da Foneecs, Dr.
Joa toares de Azevedo, e coronel Joao Jos de
Gouvae. com quem nicamente dnvuai tratw os
interesaadoi a nao aer com o aonunciinte direc-
tamente. O aoouocianle de aovo p otate contra
quilquer trato ou traoiaccio fora leitas condi-
Soea, como j o Um feito por diverms iti.
Liaboa 19 do dbril de 1862.
Guilherme Augusto Rodrif uti Se lis,
Aluga-sc
urna trata aterava para os serv }<* de casa :
quem a pretender dirtje.se a raa di Cotevello
paseando o baete aa Btrreiras n. >.
MSL&
Preciii-ie de urna ama para casa de pequea
familia, e para fazar o iz/ico iaUrno externo
de oompni. preUrindo-se eiciiva : na ra daa
Cruzes o. 20, segundo aadir.
Jos Caaimlro da Silva Pereira aviaa a seua
oradores, que est procedendo a Inventarlo doa
sanad* atu canl, pelo carlorio do escrivto Brl-
to, e juizo de orphioa, para que oa meamoa no
inventario ae babilitem com oa aeaa litlos, sfim
de oa partilha leparar-se bena para teua pagi-
nantes.
AinfiisiDu
J. Hunler tem oerigicio fazar urna viagem
Europa, caualidade de aua familia, por iiao pede
encarecidamente a seas devedorea de mandaren)
pagar anas erlas na roa Nora o. 67.
4o commercio.
Os abaizo aaaignadoa teem disaolvido amiga-
velmente asoeiedade que tinnam na taberna da
ra Augusta n. 31, que gyrara aob a razio de
Res & Gomes, icando a cargo do iodo Maaoel
de Pontea Gomea a liquidicao do actiro e pasii-
vo da referida aociadade. Recite 11 de malo de
1861.Antonio Moralr Reis. lieaoel de Fontei
Gomea.
Preciaa-ae alugar urna preti eepliva oa
forra, que aaiba cozlohar eengommar, para cisa
de pouca familia : a tratar na ra do Raogel o.
43, primeiro andar, ou p: 44, aegundo andar.
Veneravel ordem terceira de
S. Francisco.
Precita conlratar-aa com quilquer reverendo
aacerdote que queira encarrgir-aa de celebrar
misaa nos domingo na can de delenco, para O
que poder intender-ae com o irmao ydico o
Sr. Domiogos Jos Perreira Guimares, na loja
de ferrigeo na ra do Queimado n. 87. No im-
pedimento do aecretario,
Tbomaz Jos da Costa e S.
Nos abaixo aisigoados temos justo e con-
tratado com o Sr. Joao de Santa-Monica Lima
urna armacao e utencilioa de ua taberna sita
na na da Casa Forte por ae achar livre e desem-
barazada ; mas ae alguem ae julgar com direito
a meama loja, haja de apreseotar-se no praso de
3 diaa, a contar da dita deste. Caaa Forte 11 de
maio de 1862.Miooel Ferrcka da Cruz.-Ro-
zendo Maximiano dos Santo.
Soeiedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos Si C. sacan etomam
aqnea para a praca de Lisboa.
Pelo prsenle se faz publico que o abaixo
nignado comlituio por seua bastantea procura -
dorea neata cidade ao drogado Jua Narcizo Ca-
mello, e o olicitidor Jos Coeldjr di Silva
Araujo, para tratar de todoi o leufXigocio ju-
diciies movidos, e por mover, ficanam aem effei-
to o podere concedido! em oulraaiocuracoei
divenas. ^r
Recite, 12 de miio de 1861.Joao Vigoer.
No dia 10 do correte, depoie da audiencia
do Sr. Dr. juiz de orpbos, tem de ser arrema-
tada por tres anuos, a renda do litio denomina-
do Santo Antonio da Morara, no lugar do Man -
guinbo, na razo de 770$ por aono, cujo aitio tem
varios arvoredos de tractos, cacimba, taoque.
grande casa de viveoda comsoto, com bastantes
com modos, cocheirs. e estribarla.
Qniota-feira 15 do correte, depoia da
audiencia do Dr. juiz doa feitos ds fazenda, pelas
10 horas da machas, se ho de arrematar em
pra^a publica a quem mais der os objectos
leguintes :
Um sobrado intaipado a traveasa da ra dos
Martirios, n. 5. com 46 e 1/2 palmos de frente e
e 35 e 1/2 de fundo, com duas aslae, 3 quartos,
e outro que serve de cosiohs, 2 lojas, as quaes
ha em cada urna 1 qnarto, alm de outro que
serve de cosioh*, precisando de alguna reparos
avahado por 6:000*000: 0 qual oi penhorado
por execucao da fazenda provincial contra Fran-
cuco Antonio daa Chagas, cerno fiador de Fran-
cisco Cavalcaote de AlbOquerque.
Ua caaa terrea "de Lipa na povoac&o do C-
xaoga, a qual tem 32 palmoa de frente, 40 de
fundo, cosinha tora e um quarto, e copia do lado
do rio, quintal cercado de madeira, com algumn
frucleiras, sendo o sollo foreiro, avadada em
l:200li000; penhorada por execucao da fazenda
provincial contra Vicente Ferreira da Costa Mi-
randa.
Um carro de 4 rodas, o. 44. com todos os seos
pertences, e em bom estado, avaliado em
600J000, penhorado por execucao da mesma
fazenda contra Augusto Ficher, por JoSo Lins
Cavaicante de Albuquerque.
Um dito de 4 ditas, pintado de verde, avaliado
por 400*000, penhorado por execucao da mesma
fazenda contra Augusto Ficher, por Aotooio Los
Calda.
Urna cata terrea na ra do Bom-gosto, n. 19
na freguezia dos Adogados, tendo 18 palmoa de
frente e 50 ditos de fnndo, quintal em aberto,
chaos foreiros (em ruinas) avahada em 20*000.
Oulra dita, n. 21 na mesma ra e freguezia,
com as meamas dimenides, avahada em 20*000,
as quaes foram peohoradaa por execucao da*
mesma fazeoda contra oa herdeiroa de Joiquim
Caetano da Luz.
Duaa casas terreas na ra do Maxixe, da mea-
ma freguezia, tendo cada urna deltas 2 salas, 2
quarto, cosinha e quintal com 18 1/2 palmos de
frente e 22 e 1/2 de fundo, avahadas, cada urna
por 200*000, peohoradaa por execucao da mesma
fazeoda contra Miguel LoureDQo Lopes.
Um terreno oa ra da Maogabeira em Olinda
n. 3 com alguns arvoredos de fructo, tendo 10
palmoa de frente e 25 de fundo, foreiro ao mos-
teiro de S. Benlo, avaliado por 20|000. penhora-
do por execucao da mesma fazeuda contra Joo
Tiburcio.
Urna casa terrea na ra de S. Pedro Martyr. o.
4, tendo 20 palmos de frente e 84 do fnndo, toda
deteriorad, em chaos proprios, avaliada em
OgOOO, penhorada por execucao da meama fa-
zeoda contra Mara Eliaa do Crmo.
Recite, 12 de maio de 1862.-0 solicitador da
fazeoda provincial, Joao Fumino Coria de
Araujo.
Criado
Precisa-se de um criado para um aitio, e que
teoha algum conhecimtnto'desie servico: ni
ra Nova o. 23, primeiro andar, das 9 1(2 horas
damanha em diaote.
Aiuga-se um excelleote sitio na eatrada dos
Afilelos, o quarto depoia da capella, tem mullo
boa caa, piolada e reedificada ha pouco lempo,
e baataotea arvores de fructo : trata-se na na
Augusta n. 60. -
Medico operador
ODr. Luiz Carlos Augusto da Silva, recente-
mente chegado a esta provincia, onde j exerceu
aua proQsso em 1857, pode ser procurado para
o mesmo flm a quilquer hora do dia ou da noite,
m rna da Aurora o. 30, e especialmente para o
tratamento das pessois indigentes de 8.* districto
da Boa-vista, que forem accommeltidos do chote-
ra-morbus, para cajo flm est oomesdo.
A' dous mezes, pouco msis ou menos, fur-
laram-me de caaa dous relogioi, sendo am es-
quisito, que tilvez aqui nao hsjam dona oa tres
como elle, por inbalbar por debiixo do mostra-
dor, e eotao tem um buraco no lagar daa 12 no-
na aonde all vio apparecer todae aa horas, e
lamber tem um ponieiro em que apona todoa oa
diaa do mez ; e o outro regular como qualquer
relogio : ambos sao suissos : quem os descobrir
e m'os presentar, receber lOOg de gratiflcicio'
na na Direits, casa o. 6. '
A. Joaquina de Mello.
Re zea de Si C-, tocata sobre Lis-
boa e Porto, na ra do Brum, arma
zem n- 58, ou na ra do Vigario n. 9,
primeiro andar,
SOCIEDADE BAMARIA
rVmorim, Fratrozo, Santos & G.
Sio convidadoa oa Srs. socios a receberem o
4* dividendo rea tiro ao semestre Ando,
LOTERA.
0 thetoureiro das loteras roga aspes-
toas que tem bilhetes e meios bilhetes
eocommendados o favor de os ir buscar
ate' a vespera da extraccSo pelas 8 ho-
ras da noite, do contrario ser5o rendi-
dos logo queje acaben* os que existi-
rem a venda.
O thesoureiro.
A. J. R. de Souza.
ESSA10 tarrico
I0BRE
A viagem do Brasil era 1852.
DE
CARLOS B. MANSFIELD
A. D. de Pascual
Oa Srs. aubacriptorea desta obra podem man-
daa receber o 2 tomo que a completa a raa da
Cruz o. 45. primeiro andar. Para aquellas pes-
soaa que oao aiiignaram o deaejarem poasui-la
casta .dita obra 6.
Precisa-se
de urna senhora capaz sem filhos e do
embarazada, pirra tomar corita do ser-
vico interno e tratar de meninos em
urna casa de pequea familia : a tratar
em Fora de Portas ra, dos Guararapes
n 26, sobrado.
ESTRADA DE FERRO
DO
Rccife a Sao Francisco.
Domiogo 18 do crrante as pasaageos de ida e
volta (no mesmo di) de quilquer estico para a
de Gameleira ato pelo preco daa limplti.
AssignadoB. H. Bramah,
Sapirintendenie.
endas.
Veudem-se dous pavis:
nesta ty pographia.
Engenho venda.
Vendem-se ss partes do engenho Boa Vista
aito na freguezia de Seriohiem, com ptima
terna de produeco, copeiro, porto de embar-
que, excellentes matas e arrendado por 4:450})
ancuaea, partea relativas a maia da melado do
mesmo eogenho e que ao Exm. marquez de
Olinda e aoa berdeiros do coronel Cassdo Lima
compraram o Dr. Sebastio Aolonio Accioli Lins
e seu irmo Priscisno de Barros Accioli Lins :
quem pretender pode eoteoder-se nesta cidade
com o Sr. Antonio JosTeixtira Bastoa na ra
do Apollo ou com oa proprietarioa noa eogenhoa
Goicsna on Tinoco da dila freguezia.
Meias de la.
Vendem-ae meias de 13a compridaa e outraa ;
na raa do Queimado, aegunda loja n. 18.
Vende-ae um moleque com 10 annos, bo-
nita figura : oa rui da Imperatriz o. 40. leguo-
do indar.
Vende-ae um relogio patente horizontal,
de ouro, muilo bom regulador, com um grosso
correntio, ou sem este ; no paleo da ribeira nu-
mero 7.
Araruta verdadeira.
Na ra da Cruz n. 52, loja de livro, em caixi-
nhas de 2 1|2 libras para cima a 6i00 a libra.
Vende-ae urna eacrava de 25 anuo, que la-
va, cozinha e eogomma com toda a perfeicio :
na ra de Horras o. 24, primeiro andar.
Vende se am bom cavallo novo, com bons
ligmei, pode servir psra carro, on mesmo para
montana por ler aiguns andares : para Tere tra-
tar, na ra Imperial a. 106, sitio.
Vendem-se tres venexianas para porta de
veranda, pintadas e promptas: na ra do Viga-
rio n. 20, loja de pintura.
Veme-ie
o brigueamericano Redwing, coma
lotaco de 14,0o0 arrobas e de superior
marcha : na ra do Vigario n. 2.
Novo sorliraenlo de fa-
zendas baratissimas,
NA
Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
DE
CaAMaA & SIL.VA.
Vendem-ae as seguintes fazeodis por procos
baratisiimos afim de apurar dinheiro : cpss
soissas a milaco de sedas de quadrinhos sen-
do de todas, aa corea e corea muito fizas a 200
ra. o covado, brilhaolinaa de quadrinhos muilo
encorpadaa para venidos de senhora e roupaa
pira meninos sendo muito raaii larga que chita
a 200 rs. o covado, gorgurao de linho fizendi
muito nova para vestidos a 280 rs. o covado
musselioa branca com 4 1i2 palmoa de largura a
200 rs. o covado, grande e variado sortimento
de cusas psra vestidos sendo os padrdes moder-
nissimoe e as cores flzaa a 280, 300 e 320 ra. o
covado, chitas fraocezaade cOres fixis escuras e
alegres a 240. 260, 280. 300 e 320 n. o covado,
chitas ioglezas a 140.160 e 200 r. o covado
eortes de cassa tendo 7 Ii2 varaa cada um a
2400 rs., cortes de orgindys com barras lindo
12 viraicada corte a &f, cortes de bireges com
22 corado a 5j}, ditos com as saiss feltas a 5,
laziobaa de corea a 280 rs. o covado, de todas
estas fazendas dio-se ss amostras deixaodo o
penhor na loja o armazem do Pavio, de Gama &
Silva, oa ra da Imperatriz n. 60.
Madapolao do Pavo.
Vendem-ae fioiaalmaa pecas de madapolao com
24 jardaa a 45O0. 4*800, 5. 5J500 e 6. ditas
fraocezaa enfeatadaa com 14 jardas a 3f: na roa
da Imperatriz n.60, loja do Pavio de Gama &
Silva.
Lasa320 rs.
Vendem-se modernissimas laazinhaa com pal-
mea a 320 re. o corado: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pari.
O Pavo vende a A$.
Pe;aa de cambraiaa de coriohoa brsocoa a da
todaa aa corea tendo 8 lit vana a 4a : na raa da
imperatriz n. 60. loja do Pari. ^
O Pavo vende
corlea de cambraia muilo fina com dona babadoa
e duaa aaiaa sendo delicidamanle bordados a
4, ditos sendo todos idimiscadoi a 49, cortes
de phmtaiia fazenda Solsima a CJ, ditos a 4*500
e 5* : di roa da Imperatriz o, 60, loja e arma-
zem do Pavio da Gama & Silva.
Panno preto.
Veode-se peono preto mallo cocoreado a
JJ600,1*860 e t*. a dito cor de caf: na raa ds
Imperatriz o. 60, loja do Pari.
Chals do Pavo.
Vendem-ee chelea d> marin' estampados mui-
to graadaa a 3. ditas a cassa adamascada a 800
rs.: na raa da Imperatriz n. 60, loja e armazem
doPavao de Gama & Silva. 1
Paletots e calcas
Vendem-sapaleiota depanno preto fino a 6*.
calcas de cssemirs preta a 4*500. pileta de fincy
de corea a 6, calcas da dito a 3*500 : aa rus da
imperatriz n. 60, leja do Parlo.
As seroulas do Pavo.
Vendem-se seroulss de Hato frsncezss 2* o
Pou a 24 a duzia: na raa da Imperatriz o.
W, loja de Gama & Silva. *
CHALES.
Grande pechincha na loja do
Pavo
Vendem-ae oa maia rlcoi chelea com ponta re-
donda borllas tendo as barrn a imiUeio da
pelucia e aiietioidisimitando aa espin! maia
modernai pelo bariliaaimo preco de 4*500, ditos
da 4 pontaa a 4*500, ditos a Garibaldioa aebdo
muito gnodei 5* : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavio de Gama & Silva.
Saias bordadas a 2#500.
^^dam-se aaiaa bordadaa mallo bonitia a
2*500 cada urna: na ra da Imperatriz o. 60,
loja do Pavio.de Gama & Silvi.
Bales do Pavo.
Vendem-se baldea de bramante francez com .
arcos, aendo aa melhorea irmac5ea, pelo diminu-
to preco de 3* a 31500: na rna da Imperatriz o.
60, loja do Pari, de Gama & Silra.
peio verdideiras, meadas
ns loja da Victoria, na raa
Saias com arcos de linho.
' Vendem-se es acreditada! salsa com arcos de
linho que fazem aa vezes de balao a 3J200 e a 4$
cada Sm, estii siias s ha na loja do Pavio, ra
da Imperatria n. 60, loja e armazem de Gama &
Silva.
Para meninos a 4$5G0
Vendem-ae veitidiohos de seda para meninas,
moito bem entestados, pelo diminuto preco da
455OO cada um: na raa da ImpeTatriz d. 60, loja
do Pavio, de tiama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Camizinhia com golliahaa e manguitoa de cam-
braia bordados, fazenda muito moderDissima a
5*000.
Ditai de fuitso com aalpieoe de cor a 3*000.
Golliubia bordadaa com botiozinhoi a 1$000.
Dilaa ditaa de goatos a 640 e 800 rs.
Ditas com maogailos de cambraia bordados a
15600.
Maoguitoi de cambraia fina bordadoa a 1*000.
Golliohts bordadaa a 240 rs.
Romeiras de cambraia enfeitadas para lato a
3S0OO.
Caraiziohaa para senboras bem enfeitadas a 35.
Lencinhoa de linho com labyrintho para mao
a 2*500.
Ditos a imiticao do labyrintho a 1* e a 1*280.
Luv-aa de lorcal enfeiladaa de vidnlho a 500 e
e 640 re.
Enfeitea pretoa com vidrilhoa a 8*000.
Ricoa enfeite a turca e Garibaldi a 5S500.
Dito muito bonitos a 2*500 e a 3*500.
De ludo do-se aa amoitraa ficando penhor: na
loja do Pavio, ra da Imperatriz o. 60, de Gama
& Silva.
Papel de todas as quididades.
Vende-iea 4*400 de quadrinhos, ditos pauta-
dos a 3*600, dito atmaco pautado a 4/ e 4*200,
dito greve a 456OO. em.caizinhas de diversas co-
res, a 6(0 e 1*. dito bra'oco pautado a 800 rs,, ao-
velopes de cor s 640, dito branco a 900 rs. : ns
loja do beija-flor, ruado Queimado n. 63.
Ricos cintos dourados:
Vende-ae a 2* e 2*500, ditoa de fita a 1*600,
filaa para debrunhoa de cohete a 280 a peca, liras
bordadaa a 1* a 1*200 ; na loja do beija-flor, ra
do Queimado o. 63.
VenJera se tesouras finas para costura a
1*. dita,parvanha a 640 e 600 ra., dilaa unas a
900 rs. a'duzta, p en tes de traveasa para menina a
640 : na Loja do beija-flor. ra do Queimado nu-
mero 63.
i Sintos para senhora.
Vendrseme oa riquinimos ainloi com borla ca-
bida ao I' "^ mallo chique, aendo o ultimo goito
de Pari j parece-me que nio ha veri lenho-
raa que deixe de comprar : iato s no gallo vi-
gilante, ra do Creipo n. 7.
Enfeites de cabeca.
Vendem-se os riqnissimos enfeites, tanto com
franja como sem ella, por baratissimo preco de
2*500, 3* e 5*: s no vigilente, ra do Crespo
numero 7.
Linha de peso.
Vendem-se aa verdadeiraa linhas de peso, o
mais fino que se pode eocontnr a 25500 o mis-
linho de 30 msdinbss, aaiim como de outraa
quilidades : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Vendem-se mantinhaa de coral a 25, 2*400,
e fioa de coral a 720, maatiohos de contaa miu-
dinhaade diversas cores a 140, caixlnbaa de a 1 T-
eles a 200 ra. e 240 : na loja do beija-flor, ra
do Queimado o. 63.
Vendem-se luvaa de pellica de Jouvio bran-
cas para senhora e homem, chegadaa 00 ultimo
rapor : na loja do beija-flor, ra do Queimado
numero 63.
Vende-ae caacarrilba de aeda de todas as
corea a 25 e 2,400 a peca, linha de Pedro V a 20
rs. o carto, grvalas do aeda estreiliohaa a 15 :
oa loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Vendem-se ricos enfeites a 5* e 5*500, di-
tos de ridrilho a 1*600, aderecoa pretoa a 2*500,
rosetaa pretas a 160 rs. o par, gollinbas pretas s
800 rs. e 15 : loja do beija-flor, raa do Queima-
do n. 63.
Vendem-se carteiraa propriaa para sairdar
dinheiro de ouro e prata a 1* e 1*200, esporas*;
(loas de ac a 1J, baoiieijas de lindos desenhos a
1*500, siolurlo de borracha a 200 rs. e 240, ben-
gilai de cona a 2* e 2*500, chicotes fiaos a 2*
e 295OO, de estalo, ditos sem ser de estalo a
640, toucaa de lia para meninos a 1*, sspaliohos
de lis a 800 rs., ditoa de merio a lgOO : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Vendem-ae penies de tartaruga virado! a 8
e a 9*, carretel de linha de 200 jardn a 940 a
duza, colchetea de diveraaa quilidadea a 40, 60
e 80 rs., ditos bordados a 100 rs., massos de
grampas a 40 e 80 rs., ditos em caixinhas a 120
rs. : oa loja do beija-tlor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se toacadoraa de Jacaranda a 25200,
ditoa hrancoa a 2*. ciizinhas com espelhos para
naralhas s 2* e 2|400, colheres de metal princi-
pe para sopa a 4*600, dilaa para chi a 2*400. con-
cha para anacar a 640, oculos finos a 400 rs.;
ns loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Vendem-se caivetes fiooa a 800 rs., caba-
zes psra meninas de escola a 3, 4 e 5*. carleiras
com agulhas fraocezaa a 240, catxaa de pencas
da ago a 500 ra., meiaa para aeobora croas a 240
o par ; na loja do beija-flor da ra do Queimado
numero 63.
Vendem-ie trave do lourp muilo baratas :
no ces do Rsmos n. 4.
Sapatos de borracha para
senhora a 1^500 o par.
Eitamoa no mez Marianno, e por isso de na-
cessidade que as senhorss que bem se applcam
a eiaa boa devocio ae previnam de um par da
aapatoa de borracha para anim lirem oa pea res-
guardados da humidade a em atteocio a lio
juato e louvavel flm eilao se rendendo a 1*500 o
par: na ra do Queimado, loja d'aguia braoca
oamero 16. ,
Sosas arlificiaes para ca-
bello.
A loja do beija-flor lindo recebido bonitaa ro-
sas que se astio uceado para oa cibeiloa. veode
aa ra do Quetmao oa loja cima n. 63.
Amendoas.
Vendem-se amaadoaa ata frascos, a o, boas a
ricoi papis com aatai psraioilee: na raa da
Senxala Nova a. 80.
Vende-se no irmizem de Jamea Crabtree &
C, ra da Cruz n. 46, a verdadeira graxa iagle-
san 97, em banicu da 15 dazias, a.diahaira.
Caixinhas e eabazes para
as n^inis traz^em
no braco.
Muito lindas caixinhas e eabazes para maninai
da 100 rii at 2*600: na loja da Victoria, na ra
do Queimado o. 75. .. -
Enfeites para senhora.
Oa melhona enfeites pretoi e de cores que sp-
parece a 6*500, 6* e 65500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado 0. 75.
Franjas pretas com.vi-
drilho e sem elle.
Ricoa sorlimeolos de franjas pretas e de edras
com vidrilho e sem elle : oa loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
Zinhasde peso verda-
deiras..
Liohas fioss de
grande a 240 ria :
do Queimado o. 75
Phosphoros de seguranza
Pboaphoros de seguranza, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelea muito grandes e boas a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado d. 75.
Linha de croxei para la-
byrintho
As melbores liohas de croxei para labyrintho,
no vellos moostross 320 ris um : os loia da Vic-
toria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loia da Victoria urna pequea
porco de ricos espelhos de varios tamaohos para
ornameotoa de salas, affiaogando-ae serem os
melhores em vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar.
Lia muito boa de todas as cores para bordar, a
7* a libra : oa loja da Victoria, na ra do Quei-
mado o. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados par senhorai a 2*t2O0,
ditos de ponta cabida a 4*. ditos de fita a 1600:
na loja da Victoria,na ruado Queimado n. 75.
Liohas do gaz,
Caixinhas com 50 novellos de liohas muito fi-
nas do gsz a 900 ria a ciixa, ditaa com 30 no-
vellos a 700 ria, ditas com 10 novelloi prendes
a 700 ris, brancaa e pretas: na loja da Victoria,
oa ra do Queimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria oa melhores
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
precos commodos : na loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Superior sebo em *etas e em
pes,cauaa de urna
arroba
Vendem Antonio Luiz doOliveirs Azevedo 4
C, no sea escriptorio rus da Cruz n. 1.
Jacaranda superior.
Tem para vender Antonio Luiz aVOliveira A-
zevedo 4 c, no aeu escriptorio ra da Craz n. 1.
Coraos lapidados.
Sao grossos que admira.
A lojadagni.a bronca icab. de receber urna
pequeo. qu.olidadede eor.eegroma, baldados,
oa quaes lervem para .. voMa qeanltoemente
?;-^' 364:fln4 do Queimado, foja
eyagnia brinca o. 16 : anim como recebeu mita
ai bonitas pulieirai de miisaugis.
Meias em qdantidade-
Na loja d'aguia braoca acha-se um completa
soitimento de meias de todas as quilidadei e
preco, lendo pera borneo, leo horas, menino s
o mininas de 6 mezes s 12 sooos. Enrramerar
os differenles pracoi confundir o preteodnie ;
uim quem te quizer convencer de quio barata
ae eslao ellas vendendo, diriglr-sa com dinhei-
ro i dte loja d'aguia branc na ra do Queimado
numero 16.
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-ae na loja d'agaia branca mui benitas
ascrrdeirss de vidroa de corea a 4*500. 5 e 6*.
assim como palmatoriaa d vidro lapidado com
mangas bordadaa a 4*500 cada um : na ruado
Queimado, loja d'guia branca n. 16.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja o'agula branca acaba de receber um ex-
traordinario sortimento de ricaa filas, tao boas
em quslidade quio bonitas nos desenhos, tendo
entre ellas o msis largo qua possivel; assim
como algumas pecas brancaa com o centro liae
proprio para ioacripcea, e muitas outraa de dif*-
ferentea cores como de caf. rOxa, escure, etc.,
etc., e como de sen louvavel ceitume : a loja
daguia branca, na rus do Queimado o. 16, ven-
de por preco commodo eisis boia ebooitaa filaa.
Gravatas de setim com
ponta larga a i$
Veodem-se grvala pretas de bom
com pootas largas s 1* cada urna, tao baratea
assim s aa acba na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca o. 16.
Na liberna da ra de Horlaa o. 18, uerten-
cente a Antonio Jos Hirquea Perreira Pombal,
vende-se espirito de grtduacta aubida, licorea de
todas as qualidadei, reino, aoiz e geoebrs, lado
por meos do que em oulra qualquer paro
aetim e
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DK
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm trade a variado aorlimento de
roupa tenas, calcados e fazeodaa e todoa
stes se vendem por procos mnito modi-
ficados como i da seu eostume,assim como
sejam sobncasacos de superiores pannoa
e casacoe feitos pelos ltimos flgurioos a
16*. 28*. 30* a a 35*. paletota doa meamoa
pannoa preto a 16|, 18f. SO* a a 24*.
ditoa de casemira de cor mesclado e de
novoe padroea a 14*. 16*. 18*. 20* e 24*.
ditoa aaccos das mesmas casemira de co-
rea a 9*, 10*. 12* a a 14*. ditoa pretoa pe-
lo diminuto prego de8*, 10*. e 1 Jg, ditoa
de aarja de seda a sobracasacados a U*.
ditos de merino de cordio a 12*, ditos
de merino chines de apurado goato a 15*,
ditoa da alpaca preta a 7*, 8*. 9* e a 10*,
ditos saceos prelos a 4*, ditos da palba da
seda fazenda muito superior a 4*500, di-
tos da brim pardo a de fuslio a 3$500, 4*
a a 4*500, ditoa da fustio branco a 4*.
grande quantidade do calen da casemira
preta a da cores a 7*. 8*. 9* a a 10, ditas
pardea a 3* e a 4*, ditaa de brim de cores
finas a 2f 500, 3*. 3*500 a a 4f, ditaa de
brim brancos finaa a 4*500,5|, 5*500 a a
6*, ditaa da brim lona a 5* a a 6f, cohetea
de gorgqrio preto ede cores a 5f a a 6|,
ditos de casemira de cor e pretoa a 41500
a a 5*, ditoa de fuatio branco e do brim
a 3* a a 8*500, ditos da brim lona a 41,
ditoa da merino para luto a 4* a a 4*S0O,
calcas ds merino para luto a 41500 e a 5f,
capas da borracha a 9*. Para meninos
de todoa oa tamanhoa : ealca de eaiemira
ata a da cor a 5 J, 6 a a 7, ditaa ditaa
de brim a 2J, 3* e a 8*500, paletots sac-
eos do casemira preta a 6f e a 7, ditos
de cor a 6* a a 7f, ditoa de alpaca a|8*.
aobrecasasoa depanno prato a 12* o a
14a, ditos da alpsca prata a 5*. bonets
para menino do todaa aaqaalidades, ca-
misas para meninoa da todoa oa tamanhoa,
meios ricos restidos de cambraia faltos
Cara meninaa da 5 a 8 annoa com cinco
ibadoi lisos a 8* a a 12J. ditoa da gorgo-
reo da cor a de lia a 5* a a 6*, ditos do
brim a 3*, ditos do cambraia ricamente
bordados para baptlsados.e muitaa outraa
fazendas e ronpaa faltaa qaa deixam do
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; aeairaeomomeebe-aetodaeqaal-
qaer encommenda da roapaa para aa
mandar manufacturar a qut para uta flm
tamos am completo sortimento defaxen-
11T. *J0?10 "m" fOBo oficina da al-
| latata dirigida por am hbil meatra qaa
pala iui promatidi e perfeicio nad ad ai j
xa a deeejar.
Grande
H? Nobilia.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende-se toda a qulidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti-
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, laz-se toda a quadade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
- Vende-se ais corroes para cavallo, em
o estado; p*rt ver o trMsr, na coebeira da
" da riorealiBs n. 5.
liquidaco por todo,
o pre^o, na bem co-
nhecida loja do Ser-
tanejo.
Ra do Oueimado n. 4S.|
Apparecam com di-
nheiro que nao deixarao
de comprar.
Chitas esruris finas a 160, 180 e 200
rs., cortes de vestido pr.tos bordadoa a
velludo de custo de 150* e ae vendem
por 30*. 40*. 50* e 70. sabidas de baile
de velludo e setim a 12* e 13*, camisas
para senhora a 2j000 e 3J500, golliehss
de cambraia bordada i 500, 600 700
800, 900 e 1, ditis de 016 bordadaa a 120
ra., cisaveques de fuslio a 5*. 6*.7#, 8*.
meiaa de seda brancas e pretas para se-
nhora a 1*200 o par, tiras de babados a
500 e 700 rs., lias de qaadro enfeatadaa a
300 e 360 rs. o corado, cambraia preta a
400 e 440 rs. a vara, organdys de cores a
600 rs. a vara, 016 branco adamascado
para cortinados e veslidos a 400 e 500
rs. s vara, cortes de cohete de caaemira
bordados prelos a 2* e 3*000. ditos de
velado de edr e prelos i 3*. 4*. 5* e 6*
paletots >ie brim brinco fraaaezes a*
3*600 e 4*500, ditos de casemira de co-
rea e pretos a 14* e 16*. ditos de alpaca
preta e de corea a 3*, 3$500. 4* 4*500
camisas de peito de linho a 2*500, corlea
de cohete de trorgurac a 1*500, 1*700
2*200, 3J e 3S500. cohetes MtoiI d brim
brco a 2*500, ditoa feitoa de gorgurao
a 2*500 e 3*500, ditos feitoa de remira
IPSP&I,4**0. dito, de velludo.
5, 6* e 7, ditos de fuslio de corea a
1*500, um variado sortimento de meiss
para homem e senhora, grioaldas com
flores, chales de froco, esparlilbos, e to-
da a qulidade de roupas feilaa para ho
mem que ludo se vende por metade do
seu valor.
Os barateiros. -
Na ra do Crespo n. 18, veodem-se aseeguia--
tea fazendas pira acabar: golliobaa propriaa para-
luto a 320 rr., enfeites de vidrilho a 1 j, ricos bo-
oels para meoioo a 2*. 2$500 e 3*. cbalea de lie-
tas e pona redonda a 4*. lencos de labyrintho a
I*. calcas de brim de todas ss qualidades pale-
tots de alpaca a 4*500. ditos de brim a 8*. ben-
galas a 240, lencoa de linbo para bomem a 4J
duzia, bramante de lioho com 11 palmoa de lar-
gura a 2*500, gravatas de aeda finas a 480, ditas
4*500 ditos de leda para seohora, decores, a
o*, chales de laazioha fios eitimpidos a 8*000
madapolao entestado muilo fino a 91 ctaemira
de duas larguras para calcas a 3* o covado, filo
de linho liao fino a 720 rs.. eambraias francesas
paas a 600 r. a vara, merino azol verde da duas
larguras, proprio para roapaa do meninos a 1*606
o corado, cortea de cohete de fusto finos a 800
rr., ditos de gorgurio a 1*. tsrletanas de todas se
cores s 800 rs. a vara, enfeitea a imperatriz a 4*
e 5*500, e muitaa ou tras fazendas que se vendem
por barato prego, ns ra do Crespo n. 18, sobra-
do amarello de Diogo & Peroandaa.
S vende barato
Na taberna da ra da Senzala aova o. 1, vea-;
de-se queijo de msnteiga do Serld e 800 rs. r
libra, assim como o approvado remedio para ma-
lar raloa e bintaa a 1* o pote, ebegado pelo ul-
timo rapor.
Estojo.
Vende-se um rico estojo para barba a variai
obras em portuguez a frsneas na na do Cabag
numero 10.
Perfeita engommadelra.
Vendo ae orna preta coziaheir, lavadeira, a
txcellente engommadelra, maito morigerada, a
sadia, com ama ilha parda de 7 para 8 imana,
mui linda, ou permnta-se por 1 escraveacriou-
Ios, Modo 1 negro moco, roboslo, e sem virio*
on schiques, e 1 negrs em idnticas circumstan-
das, embora aeaa hibilidadee: quem qalser rea'
Usar qualquer negoeio, annanda par esta Diina.
Libras sterliiws
Veode-ie no escriptori<
Olireir* Si Filbo, largp do Cerpo Santa n. 19.


II ......
0UB4Q J iEULbfiCO QAIIA FJEtRi 14 l JfAJO Di Utf


NO
ARMAZEM PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
Larg; da Penlia
Vende-se ueste armazem de molhados os melhores ge-
fot qu* raro este mercado e p >r meaos 5 10 por cento do qa* em oatra qealqeer par*,
srantindo-ae a boa qualidade, por isso rom-so a todos 01 Sri. da praga, de angenho lavradores o
i?or de mandaren! anas eneommsolae ao armasen Progreaeo, aQm de Terem a differenca de
reg e qualidade qee fax, ae toast m comprado* em oatra qaalquer parle.
Vt&ttteig* U^VeZa de ^m\n qaelidad* a 800 e tfOOO a libra, e em barril te ar
batimento.
X&*l\talg% lYfclICtal'a mai, n0Tt 720 ra., i libra a em barril, 600 n.
** liy*8*al 0 08l8 lyporior que ha no mercado a 1J800 a 2J500, a libra.
Vlua ttUXVIIl imjtaB4o a 6rola, pela iua suparioridide a 1*000, eSfOOO a libra.
O IVA pre\0 nle0 f ars 0I ioentes qu se tratam com a homeopathta a 2*500 a Ubre.'
X***!** **** l*a5aa*\0 ih.ged,,, neiti ,itinio vapor a 1*500, ditos chegados no ultimo
afio a 1*200
V^**l** lOHdTlatOS 0 que ha d, oom Q9|U genef0 i|ooo, i libra e em porcio se
(at abatimeoto:
\IUeiJO praVO 0 mait iaperl()r qt, {etn Tiai0 B eiU mercado a 1*100 a libra.
PrexuiUo iagWi pata ambte mUo noTO. 6W r... iibr.. *m por-
gao se (ara abatimeoto.
GtStftletaS iag\eZ.8l& propria para fiambre a 800 ra. a libra o em porcio a 700 rs.
PtfeZUllt d TeiUO d, tap,rior qu.Udade a 480 rs. a libra elnteire, a 440 la.
' lttO o malhor oetiaeo fe* poda hav*r por estar prompto a toda a hora |f a libra, e
em poroso a 900 rs.
T olcVhYo 4o wiao mait0 n0T0 am rf Ubra> e em barrild9 3 robtt 7#0oo.
ChouTtaas o paios le lombas m .. librs, em p0rco se m bat-
meoto.
UataS COm CllOa in^aS J prompti, pari Ie coiner f,n(iM a prlmeira tai a aate
mercado a 2JO0O cada urna.
ttaaba de porco Te Tinada #n ,iU com 10 librai por 4*500 Md. .m..
Danna de porco mail0 flQa alra 1480 rs a llbra # em birril j wo f,
n&armelada imperi B V d0 afamad0 Abra< t daoulrormaitos (abrlaanles de Lisboa
a 800 rs. a libra, e em poroso se faz sbatimento.
LaVas com ruvas 1* doce em ealAa como Ieji0 p9r., d,BMeo. pt.
ceso, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
H%sTm\eA*dn de alperxe em latai d4 2 ubr por 1*200 cada ms.
Latas com amendoas confeitadas conlendo miU confeUoi aliucar
candi, muito proprio para mimo, a 2*000 cada urna.
llOee da C^SCa da gOiaba muit0 flno goo ra. e em porQio ae las abamento.
llOCe S CCO e em C&lda de dtfferentea qnalidadee, em lataa de 4$ e 59 por
2*500 cada urna.
Cartoet coa bollo traneez proprio, para mimo, 5W rl.
Paisas em eaxinb 480 rs. a libra. ,J
Figos Aa c mmadTa muil0 BOf0it em Clixas de 8 iibras por555500. ditas com 4
por 1|500, ditas com 2 muito bem eneitadas por 900rs. cada urna e a retalho a 320 ra.
libra.
Eirvilnas tranceza ditas em meias latas :t 500 rs.
laa^ade tomate em i,,t3 d i ubra porsoo rs.
iimendoas de easca mole maito novas a 320 rs. a 11.0.
rlOXeS a j-20 ra. a libra, e 3:^00 a arroba.
AmciiLas trancezas e m latas com 3 llbras por tjsoo, ditas om 1112 por 1*500.
^Tknelx-as prtngn* 2 as a 32o ri. a iibra e ,m calx. ,e (ri sbatimento.
Gn O COI ate nespnn0la lg500i dl0 {raneex a 1 jjoo dito portagaea 800 rs. s libre,
aflaoca-se a boa q'ialade.
Bol&Xinna de 80da em lus com differentes qulidades, a 1J440 rs.
n&C,t S paTa S?pa [(lria> macarfo e Ulbatl. a 400 rs. a libra e em caixa por 8S00O rs.
PalltOS de dCntCS iiad0i, molhos eom 20 maciohos por 200 e 180 rs. muito Anos.
SeTejaS em frasC08 com l e 1|2 libra por 800 rs.
* tjOlO (taacei para limr,ar(iiejs i 200 rs. cada um, em porQio se fai sbatimento
OOl&Xlnna ingleX.Ul. a mais ora do mercado a310rs. a libra a embarrice a 4*500
tutull para engommar, muito alva a 100 rs. a libra e em sacca se fax abatimeoto.
ei3kwC de p0gta em latas das melhores qualidades de peixe qee ha em Portugal a 1*600 rs.
lSiSpeTmaSeie Hp9ci0r de coco e seis Teias por Hbra a760 rs. a em caixa, a 740 rs.
SaTdinnaS de Naotes em latas muito aovas a 400 rs.
* ei^.e amm de superior qualidade a 110 rs. a libra e em barris com S arrobas por 7|.
tVXeiie noce reOosdo de differentes marcas e o mais seperior que ha a 800 rs. a garrafa
a em caixa i 9ft.
\ inUOS engatralalOS doduqua d0 Porto e de outr.imuUsj mareas acreditada
oeste mercado a 1*00 rs. a garrafa e em caixa a 12*000 rs.
VinnO em pipa Parl0| irgueita Lisboa a 560 agarrafa e era caada 3*500, 4* e 4*500.
erVeja dal ntja 1Credilailss marcas a 5* rs. a duiia, e em garrafa a.500 rs.
"lampagne das marca* mais superioraa qae ha no mercado a 15* e 22*000 ra. o glgo
Cognac inglex a mm ri> a caix,, iaoo rt<, gajra,.
GenebTa de HlOlla acia 9rJa4airaem frasquelra a 6*000 ra. o frasee a 560 ra.
TamamS dO ^gy OtO a 6i0 tSt a libra em caisinhas om 9 a 10 libras por 5$.
Gfetiebra IngleXa iojooo rs. a dada e a reUlho a 1*000 a garrafi.
Patitas do g*z a 3J3.M rs.. groxa.
^ai teQnado em potes graodsi a 500 rs. cada na, em por^ao ae far abaUmento.
^ate iITado o que se pode desejar oeste genero a 320 ra. a libra e em arroba a500, 9g;dllo mala
bsixo i 280 rs. a libra a 8f)00 arroba.
SevadlnUa de r-ranca a nalsnora do mareado a 180rs. a Hbra, em porfo safas aba-
mento.
aftgU mut0 Dovo e alto a 3,!0 rs. a libra, .
Farlnna d0 r9|n0 daa mlr( aa sss e galega a 140 rs. a libra.
Hita o n>ranhao aira e tb,ei ora a 160. l libra e em arroba a 4*800,
* etVliliaS ieeat mt4to D< raa a 160 ra. a libra.
\ elaa d ceroaut rfloadss a 400 ra. a libra eem arroba a 11*000.
^at%e^009 d9 uboa a720 rs. r garrafa,aflsaca-ae a boa qualidade.
Vinagre d Lisboa a 140r*. $ gurafa, a em cenada a 1*600.
Viano
Hito
Botinas de Melis.
racabidaa ltimamente, muiU Ireaeaea. grande
sortlmenlo de beiarro e cordain-; na loja da
roa do Gabug a.' 10, de Burle Jnior & Martins.
Superior.cal de Lisboa.
teta para vendar em per$o a reUlho Ante-
Dio Lnix de Olireira Azeredo & ., no ara ea-
criplorio ra da Gru n.l.
Negocio de vantagem.
Vende-se a propriedede Duaa-Ooas, sita em
Saoto Amaro de Jaboattro, com caaa de virenda
de tijolo cal ara pirare*, com otaria a rasa de
farinha, plenliQdes, le, com terrea e matas sn-
Idrataa pera mentar um eugeaho, cuja proprie-
dada pertenceu onlr'era Julo Hrratito ce Mai-
ra Lima : a pretndante* pndetio ir ao lugar
eianioarem a enema, para tratar Caita neaje*
ci, com o actail dono Haaoel laaqnin Ferreira
Eileves, na ra Imperial o. 40.
Jlo Mrpeiite ra Metra Lima avisa o pu-
blico que a propriedade sita em Santa Amaro da
Jaboatio. caja vende aooeociede por Haaoel
losquim Parreire Sstevea. ainda coat litigio-
sa, poia o aonuociante acaba de pedir vista doa
aetoa de etetecie qae lhe movia o referido Es-
teves. psra allegar o vicie radical da aeilidade
de todo o proceasado, e por eooaequencia da io-
debita posse judicial em que ae acha da maama
propriedade o referido Isteves. E pare que sa
nao allegue ignorancia a boa da parte de quero,
epcinr disto, a comprar* ae fas o presente a-
aoele. T^

Vaede-aa
itoa e ale-
covado: na
decomid
gantes dastnhos a 280 e 810 ra. o
rae ato Impctetris leja n. 20.
Oliados.
Vendem-ss oliados pintados da lindas vistas e
paisufeei largaras de 6, 7, 8 e 9 paimns, pro-
prios para masas de jaoUr a 2f o cavado: na
rea da Imperatris loja o. 90.
Para omez Marianno*
SapatosdeborreelM e melhor que se pode en-
conirir neste mercado a 1J500 e2* o par.iato ,
por ser para o mes de Marta, por isto veode-ae
por eete preco: na leja do viada, aa ra Novan.
8, confronto a camboa do Carao.
. Vende-te ame taberna com poecoa fundos
o bem afreguexada ; a ratee na rea Dirella na-
mero 85.
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'egula tranca acaba ie raeber no
remeasa da provellosa e mai procerada agu
ambreada, cujoa booa effeitos de refresesr a an-
tis, tirar o ardor que dfixa a navalha quaodo ae
fat a barba e acabar e mi* balito proveniente
do transpirar sao ja bem conhecidos, assim co-
nt nat teahorat por ai* aadarem ao Mi fat
conservar perfaltemeote o brilbo do roalo. A to-
do* quantos Um ussdo d'agcs ambrstda nao sao
eetranh* w*N efios e ellas lerlft inda mais
eoobeciues por aquellas qua munidos de 1* ce
dirlgrem a loja d'.gnia branca rea do Queima-
do n. 16 onde nicamente se vende.
Relogios
Vande-sa en coa de Johnitoo Pater & C ,
. do Vigsrio a. 3, aa bello sortimento de
tas a bailo, Pilwiras modernas de groaeaa e fot* letogios de ooro, patente Mies, de um dos mais
tea contaa, a flnetea para paito, ditoa tsmbom pr*- .f.m.n, r.KrU.i- j. luLi. J-Z-*
Brincos pretos a balo, e
outros objectos para
luto
Dessee objactos de qee baje inaliimente tantas
familias precsate, na loja d'agaia branca acba-ie
am bom sortimento delles, sendo brceos e roso-
MENOS DEZ POR CET0
NOS ARMAZBNS
iPiDa

afamados fabricanles de Liverpool; tambera
urna varieiada da bonitos tnnceltins para o*
mesmos.
Potassa da Russia
Vende-se em case de N. O Bieber A
C, successores, ra da Cruz n. 4-
sem segundo
Na ra do Qaeimado n. 55 loja de miadezas
de Jos de Azevodo Maia e Silva, asta vendando
todat as miadezas por precos j sabidos e eo-
nhecilos
a
Bnos
._ pre-
tos, em caiiiahas, bonitos e modernos aderacos,
a meioa ditos, dntelros de filas a I valsa pteta*,
eofeiloa para cabeca, grampoa da novos moldes
psra segarar cabello, luvaa do torc] de aeda e
pellica, meiaa de aede e algodio para homen* e
senboraa : eom oacompradera* da taea objectos
se tari a maior cootemplec,ao, aliento o fim para
queaao: por iiiodirigirem-ta ra do Quai-
mado, loja d'ageia branca o. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
muitos outros misteres. '
A leja 'ageia branca recebra ama porcio de
irroelaa ou argolas de borracha, que acertada-
mente se spplicsm a differentea fina, como ttm*
bem *eja para emmaastr papis na* diversaa re-
particd's publica*, no* carlorios, escriptorios,
armazens, lojas, boticas, tabernas, .ele., te, c
mesmo de elguos particulsrea. o que na ventado Crotaa de'penn*s de seo de todas as aeaU-
vale apaa comprar-ae pelo diminuto preco de dade* a v v qo M
140 e 320 a duzia, psra poupar-ae o trabalho de Novelo* do linha que pelo tamaaho a todos
stsr e deaalar um masso d* papis (oda* aa vezea admiram a
VSLl ei dlt" l0" d'agU' brnC ru' d0 Q",u <>'< grandea a
mano n. ib. Baralhos portugneies a 120 a
traaos americanos e machinas Groza de botfiea pequeooa para calca a
para iavar roupa : em casa de S. P. T*01" Pa nhas mnito finas a
Johnston 4 C ra da Senzalla Nova SSSTJSSJSt^SSSZ^ -
a. 42. no* a
Vende-te na fregaezie da Ipoiaca o eoge- Agelheiroa com ag>ilhss francesas a
nho Dlsmante, todo bem montado, com casa da dnivatea da apara-; pennaa de I folhs a
viveods, senzala, olsria. drstilaQio, estribaria, Pe?a de Ceneja de ira com 10 varea a
casas para lavradorea, ludo de lijlo cal, moa D'taa da trenca de laa da lodaa as cores a
d'agua e muito bom de producan, com terraa *>araa de spalos de tranca dalia a
para dar mala de 3.000 pies annualmete com C(r(aa de Suelea francezea a
terrea anda por descubrirem matas : adem pre- Pare' ae luT,s Uo aa Escocia muito finas a
tender comprar, pode dlrigir-ae ao meSmq eoge- DiUa ditaa b^ancaa groase* a
nho 4 tratar com o proprietario. ou no Raerte com E,co,a para Hmpar deotes muito finaa a
o IIIm. Sr. commeadador Leaos Junio Masaos com auperiorea grampoa a
Soahall Mellora & C. t.ndo r ,'bido or- 9.?.rloe.8 com colxetea de algum defeito a
dota para vender o sea ereacido dep | derslo-
giua v|ato o fabricante ter-ee rrllrrs i nego-
cio ; convida, portento, s petsoaa que quizaren)
possuir um bom reloglo de ooro oe prata, do ce-
lebra fabricante Kornby, a aproveltar-ae da op-
portunidade aem perda de lempo, para vir com-
pra-loa por commodo preco no aau aacrlptorio
ra do Trapicha n. 18.
DE
do ra das Cruzes de Sauto Antonio
n 8 L<*taT lo Canno O
Os propnetsrios destes acrediados armazens da molhados
36.
barril se
ia froii0T ,,:. ij. ~~----- ..u... ui huiiuuw partieipam sos seus nume-
oira^ncnlhJrnT .voi P US ,em ****** -**-* 3 pontos da Europa,
woslarmaran- J^J* d" eng9nh 8 Umdores fvor de d.rem su.s enconiraend'.*
aos nossos armazens, afirn de verem a superior qualidade de gneros e .Terenca de preeos.
SZnTo ^ ^ Prmer' "^ m -% '- b'
Manteiga rranceaa amaisnova,700M., 6#BMrr,m
Ch ?^SS.n **" 8UWriw ,ua M O0 W00 800 libra.
Ckia flUXim 0qui hada raolbometiegrawo a 2500 e 3X)00 a libra.
Cha preto nut0 8uparior Tin(l0, prmeira ver 50 noMo merMdo 2fa00 a ^
Olla liySSOli o aelhor N far abatiraento. r v *
O ueijos do re no chegldos atst ulUmo t|te00 dos doj bo ulimo
navto a 19400 cada um.
QUd JOS*SUl5SOS o mais superior mais frescos.'que lera vindo ao mercado
500
libra.
a 19 a
120
110
0
140
500
200
110
400
400
310
80
80
200
800
11180
100
320
100
900
40
20
60
100
las a StOOCT-.
en-
Borscguins inglezes.
Na ra da Iraperatriz n. iO, defronte da bone-
ca, loja do Pinto, receben pelo nllimo vapor um
grande sortimento dos j bem acredita Jos borse-
guins inglezes, que vende por 10$ e US a dinhei-
ro logo contado.
Para liquidar.
Calcado muito em conta.
Na loja do Pinto, ra da Imperatriz n. 10, de-
froote da boneca, acaba de chegar um completo
sortimento de colgados dos melhores fabricantes
de Parts e Nantea: bolinas de Melles, de bezerro
e cordavao, tanlo de sola grosaa, como de sola
fina, botioaa para senhorss e meninas, assim co-
mo um grande sorlimeDto de borsegains inglezes
que se vende por menoa do que em ontra qual-
quer parte, e todo o mais calcado ; a dlnheiro
aviala.
1 Cheret a 1J60O a garrafa e em calis ae faz abaUmento.
Borseguins.
Rus da Imperatriz n. 10, loja do Pinto, ven-
den-se pelo baratissimo preejo:
Boraeguins de lustre para homem a 80.
Ditoa de bezerro pera homem a 8$.
Ditoa de cordavao para homem a &S.
Por eate preco a a dlnheiro a vista para li-
quidar.
Farinha de mandioca
aaperior ; nos armazena de Tasio Irmaoi.
Rosas artificiaes para ca-
bellos.
A lojs da aguia branca receben bonitas rosas
daaque ae estao osando para o* cabellos, e veo-
de-at na ra do Qaeimado loja da agnia branca
n. 1(1.
Fila branca de borracha.
Eaaa lita de que tanta falta havia acha-ae hoja
na rea do Quelmado loja d'aguia branca n. 18 ;
aasim como fllae froaxaa ou eleelicaa brancaa o da
cores para debruar vestidos.
Ra da Sen zalla Noy a n. 42.
Vendt-se em casa da S. P. Jonhston & CM
sellios e silhoes inglazos, caodieiros e castigaes
bronzeados, loaas inglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavados, e relogios de onro patente
ingles.
Oleado de cores para
forro de carros,
Na loja da ra do Cresf o n. 14, venda-se no
extellente sortimento de oscedo de cares para
forra de carros, bem como lado qaanto neces-
ario psra eate flm por meos preejo do que em
outra qualquer parte.
Ditos de dttoe auperiorea a 40 e
Dedaea de fundo de ac muilo auperiorea a
Eofladores pera vestidos de aeohora com 4
v*raa a 80
Caixaa com colxetea franceses s 40
Cartaa de alfioetes de ferro a 80
Charuteiras muito finaa a 19000
Tioteiraade vidro com tinta a 160
Ditos da barro com tinta aaperior a 120
Arela preta e azul muito fina a libra a 120
Tenbo nova remesaa de labyrintho para ven-
der por lodo preco. assim como lenho traocaa de
aeda differentes cores para vender por todo dl-
nheiro que offerecerem.
Muita attenco.
*
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vende-se roupas feitas
de todas as qualidades pelos precos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode ?ir os freguezes com-
prar porque pechincba.
Algodo da Baha.
Proprio para roupa de eseravos e saceos de as
cucar : vende-ae na roa da Cruz n. 1, eacriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo i C.
Vende-se um eseravo moro e sadio; na
ra do Livramento n. II, segundo andar. Na
mesma caaa aluga-ae urna eterava que aeja fiel.
A boa fama
venda golllohas epunhos com boioes para senho-
ra, fazeada muito boa, pelo baratissimo preco de
2d : oa ra do Queimado n. 35, loja de miude-
zaa da boa fama.
Manguitos a balo com
goilinbas bordadas.
A loja da agnia branca em attenc,io a sua boa
freguazia quer que todoa parlilhem do proveito
que lhe resultara das boas compras as pechin-
chaa, como agora mesmo acontece com urna por-
c,eode manguitos a bailo, puohos vlradoa e bo-
nita* golliohaa, ludo de elegantes e largos bor-
dados em Boas cambraias, cujaa guaroicea est
vendando pelo admiravel a barato prego de 2>
cada urna, a mesma obra que anda ha pouco
lempo se venda por 5|. A auperloridade da fa-
zenda e bordado iocootealavel, assim poia nao
muito que urna senbora compre 3 on maia pa-
rea deases bonitos manguitos quando o importe
quasi equivalente as de um s dos antigos, po-
dendo-se dessa forma e com pouco gasto mostrar
variedad* no ae* aceiado irajar. Sao aa goilinbas
solas que servem igualmente para senboraa e
meninas, sendo oa bordados fazeoda em nada in-
ferior soulras, e cuslam estas 1| a vista do que
convem que todaa aa senhorss aproveitem easa
favoravel occaaiao e nao ae demorem em man-
dar comprar tudo isso na loja a'aguia branca raa
do Queimado n. 1S.
Attenco
brinco e mais superior c.i hi no mercada propio para mina a 840 rs. s garrafa* *m ca-
canada4|800.
Por hojedeim ao mea epretorlo It a chegada do prmeiro'rapor vindo da Europa, peto
al estro novo sortimento- na-i serel priraleoio am o publicar ao respeltrr!poWec.
Vendem-a* caneieire* d* gas de todo* oa pre-
coe at 31 e f5001 oa ra da Imperatriz o. 65.
Vende-se em mulalioho de 15 annos. da
idade, mailo sadio o de bonita figura, do servi-
00 de caca e t*m principie d* eeleeiro, meito
bo* eradeet* proprio *bm qoem qaicer ser um
bom crisdo : no caes do Ramea sobrede n. 2. -
Vende .a* meito aof rival bolabanha pare- o
afraojo de ciara ves a 3p a attobe, WO rs. por
libra : rea do* Qeavtei* n. lt, padairis.
Gallado
Joo Jos Pereira com loja o fabrica de calca-
do na ra larga do Rosarlo n. 11 Junio a boliea
do Sr. Pinto, participa ao publico qee tem ex-
posto em a-dita loja diveraaa qaalidadts de cal-
cado* feilos na mseos, os qnae* sao aem dille-
rene* sgame iguses so* franceze*. mes como o
proprietario. nao pode ser jeit em canea propria
por iiso pede sos aaua oumeroiot fregusies ao
publico em geral, que anda mesmo que nao
qaeira comprar, cositodo v**bim pempre ver aa
amostra* e admirar o trabalho doa arliataa par-
nambacanoa fue trabslham am ana fabrica, pois
se aasim o fixeram, inaubitavelmente aprecarao
o eamarsdo trabalho doa mesmos; ae alem da-
ao atteoderesa a eatacaa acleai janaU ddxario
de **aaprar p*rqu* alem da a obra ser de mnito
srai* duratio acresce mai* a eirenmataoaia de
ratr um diminuto prego em relselo eos (ran-
eles. iai
^ljOS pratO como nunca veto ao domo mercado a tflOO a libra e inteiro a l0OO.
\ aiS e CII OU r l;i S muito novos a 560 rt. a libra e am po^io se (ara abatimanto.
Latas COHl IlllU UjaFjj pimplas para se comer a toda hora, vindas a ptimsira
vez ao nosso mercado a 1800.
reiXe em latas dediversos tamanhos, savel, sardo, pargo. pescada, cavalla, Hngua-
dos fritos, aim maraado, robllos a lulas de tigelada, da 11300 a 29000 a lata.
1 OUClllliO (lO rf i IO rnuito novo a 820 rs. a libra a 9#500 a arroba a tambaos
temos para 240 rs. a libra e 6500 a arroba.
Ba nha Ue POICO em latas com 10 libras por 4#400 a 480 a libra.
tUarmelada imperial de todos os conserveiros de Lisboa,am latas da libra *
maia e % libras a 750 rs. a Hbra
LataS^COm frutas em Calda comosejampera, pecego, damasco, alper-
xe, ameixas ginja, a 700 rs. a lata.
>armelada de Alperce em latas da 2 libras por UOOO cada urna.
Doce da CaSCa da gOiaba ,700rs.e am pocro se (i abatimanto.
UJCeS SeCCOS de diflerentes qualidades em bcetas muito bem arranjad
J. 8 ma ras ej mais superiores que lem rindo so mercado em caixinhas elagaoteraente
(eitadas a 29500 e GOO rs. a libra
Passas em cuxinhas de 8 libris a 29500 eooOrs. a libra.
A? lg"OS (la Comadre mut MVM era cixinha de 8 libras e muito bem enfeiladas
a 2200 a 320 rs. a libra.
ttrvilhas francezas e portuguesas a 64o 720 rs. a lata.
MaSS i de tOlU ite em laus de 1 hbrra a 800 rs.
Amendoas da casca mole uio novas a 400 rs. a libra.
i* OZes muito novas a 200 rs. a libra.
AmeixaS franceZHS eIQ uus com &librss por 4*000 e a 1>000 a libra.
Chicla te hespanllol a 1|200, francez a 1*000 epottugeza 800 rs. a libra.
Bol Xilina d SOda emlatas com differentes qualidades a 19400 a lata.
MaeSlS para SOpa macarro e talbarim a 240 rs, a libra e a caixa por 59000.
CA1XIHI1&S muito bem enfeitada com pevide, rodinha, estrellinhs, etc. a 700 e 800
a alItOS IlXadOS paradeates era molhos com 20 macinhos a 200 rs.
^^rejaS em frascos de libra e meia a 700 rs.
L Jy Olo r raMCeZ para limpar facas a 180 rs. e em porqao 98 ar abatimanto.
Espermaceti Superior Mm averia a 740 eem caixa a 760 rs. a libra.
Sardllhasde NailteS muito novasa400 e COO rs.
AlpiSta muito nova a 180 rs. a libra e 5*500 arroba.
AZdte doce refinado de divercas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duzia.
BolaCllilllia ioglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra o 49200 a barrica.
*Oma muito alva a 100 rs. a libra e 2#500 arroba.
VinhoS engarrafados duque do Porto, genuino. Porto ino, madeirasecca, Carcavellos, nc-
tar, eitoria, velho socco, Museatel a 1 200 a garrafa e 129000 a duzia.
D'tC8 era pipa Porto, figueira a Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 4#000 a 4500 a ca-
ada.
SerVc ja8 das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garris e 59000 a duzia.
Lili 111 paillie ,ia3 maress mais acreditadas que h do mareado a 149 a 209 ogigo.
COgnaC nglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra d3 Hollallda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o frasco.
Azeta 1SS em ancoretas as melhores que ha no mareado a 2# e a 400 rs. a garrafa.
I raC[ UCS superiores em caixinhas a 109 e a 3-20 rs* a carta.
Pe, llt S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
S*. 1 retn ido em pacotes de mais de urna libra a 240 rs. aem poreo lera abamento.
Cfe do ltlo o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e 9#000 a arroba.
Sevadinha de Franca amis novadonercadoa240rs.albra.
SftgfU muito novo a 320 a libra.
Farinha do MiaranllftO mnito Ity e nova a 160 rs. a libra e 49800 a ar-
roba.
Velas de carnauba e de composi^o 84oors. alibra e a 129
a arroba.
Vinagre puro de LSboa t240 rs. agarrafa e a 1800 a onads.
GrO de bCO muito novo a 200 rs. a libra.
Peras SeceaS eill Caixinhas de oiio libras a 29500 a a 40 rs. a libra.
Marrasquino vardadeiro da ara, da limone, caf, manta, genepro, raandol'amara,
curacu, rosa sublime e outras qualidades da 19500 a 29 a garrafa.
Batutas em gigos de urna arroba por 19000 e 40 rs. a libra.
Comnh lS os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Erva dOCe muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOZ COUl toque d9 a Varia ero saceos de 5 arrobas a 5# ascese l|50O
a arroba.
ChamtOS verdadeiros superiores a 2 a eaixioha, de 50.
Salmn eill latas com duaslibrajoraaisbem arranjalo que teta vino ao mar
eado a 19400.
Vlanteig'a eill latas om 4 libras a melhor do mercado lacrado erraeticamente
39200 cada urna.
Vinagre m garrios com 5 garrafas de superior qualidade a 19200.
Ara rula verdadara muito nova a 320 a libra.
Alm destes gneros encontrar e respeitavel publico em nossos armazeos um coatpUi
sortimente da tudo tendebt a molhados.


.1.1 II 1111
T*P
~
*m> 'i '
I
.
' UiU9iMIJIAHB0OD QUtflTi
DIlM
## i^sicft 4d roo-
dasbaralfesmcs m'lo-
ja earwtpafisi Arara,
ra qa Impera trizn.
56, de Magalhes
Hendes.
Veode-ie o miis bsrato poesirel a saber: lia-
nnbat para restidos a 260 a 400 n. o corado,
litas rouilo finas sosias a 560 r. 0 corado, ba-
rege da cores para restidos coa flores solas a
50 rs. o corsdo, saias bordadas multo finas a
2*500, ditas maito largas de 4 pasos propriaa
para bailo a 39 e 3*500 : na ra da Imperatriz
loja da Arara n. 50.
Arara vende.
Vendem-se pacas da madapolo finos de 24
i" MOO, 4*600. 5f. 5J500 e 0. ditos eo-
wmo a 3*. meias cruaa para bomem a lJ^OO e
2J400 a duaia : oa ra da Impenti z loja e si-
ma zem da Arara b. M.
Panno preto da Arara.
Panno prato para calca o plelo!* a 1*700,
11800 a 29 o orado, cortes de eaiieoiir* preto
para calca a 3, 39200 e 39500: na na ala Im-
peratru loja da Arara n. 50.
Manteletes da Arara.
Vtodem-se manteletas da fil os ais moder-
nos que ba a 15. eapiohaa de fastiio maito co-
aitas s 39 cida urna : na rus da Imperatriz laja
da Arara n. 50.
Arara est yeude u io.
Vaadem-se pega de cambraiaabiancaaa 1M00
a 2, ditas maito finas a 2*500. 3* e 3*500, dita
par cortinados de SO raras s 9, de 10 rsras a
4*500 a 9f, cambraia* maito finas je caroclnboa
a 4* a pega com 8 Ii2 raras, cortei da cambraia
de barras a 2*500 e 8*. ditas de babades mallo
fins enfeilados com ntremelos a EJ: na rua da
Imperatru loja da Arara n. 56.
Arara vende roupa feita,
* y,?e",e "'S** de 0"W preta a 4fi500 a
5*500, paletn de panno prato a 6*500 e 8*. di-
mSLS *&tc* 8*500 '" frenceaa a
1*000, ditaa tina j com grvala* a 2f, collari-
nao de liaba muito flooa a 010 ra. cada um. ee-
roulaa do Itabo a 1*600 e 2 cada mi : oa saja
da imperatru toja o armases da Arara n. 56.
Gorguro da Arara.
Veade-se gorguro de linjto para vestidos a
3 "-SiCOT,do' 'uto de cores para vestido a
KJO e 320 ra. o corado, cassaa muito fina de co-
reo a 280e 320 rs. o corado, csssss a tarca de
quadrioho para venida a 240 e 280 rs. o cora-
do, rucados escoceses para restido s 220 rs. o
aerado : na ra da Imperatriz Iota da Arara na-
ero 56
Est queimando Arara
Vendeas-se chitas de cure fias com peqoeao
*" "o 1W ra. o corado, d tai largas fi-
D, 34 "* <. > aribaldlnaa a 280
e 320 re. o aerado, cortes de chita fioas da 18
corados por 24500, corles de moroanliqae de co-
rea com 11 covados e 5 palmos do largura por 8*
o corte, coito da laa floas de 22 corado* por 8*
cortas de gorguro com 18 corados por 6*5Q0'
corles de organdys finos de 15 vara por 8*. di-
tos de 9 rsrss por 7* : ns roa da Imperatru loja
e armazem da Arara n. 56, de Magilr-ies S
Mendea.
.1

E na Arara.
Vendem-se magos de palito de denles litba-
doi com 20 macinbos por 200 rs. para ae acabar,
j tem poucos: na ra da ImperatrU loja da
Arara d. oo.
Fazendas pre tas
superiores.
Grosdenaple preto moito superior palo dimi-
nuto proco de 2* o co*edo, panno preto maito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 O 0| o corado, eaueraira preti
muito oa 28, 2*500, 3, 3*500 a 4* o aovado
maolaa preta do blonda mullo superiores a 12*,
mantelete desuperiares grosdensples pretos ri-
camente bordados a 35*. soareeasacas de panno
preto muito fino s 30*. casacas tambem de paonc
preto multo fino a 30*. paleloU de panno prete
fino a 18 e 20*. ditoa de caaemira do cor mes-
fU J.*18*' "Pe' grarslinhas estreitaa t
i*. ditas de selim maeao o de gorgaro maito su-
periores para duaa roltae a 2*. dita etreitiubai
com lindo elOnelee a 2*. saperior gorgaro pra-
to para colletea a 4* o corte, ricos anfeitee pretos
a6*, a assimoulrss maitas (szendas que sendo a
inbeiro riela, rendem-se por prei.os maito be-
ritoi : ns rus do Queimido n. 22, ni bem conha-
cida loja da boa f.
Panno de algodo da Baha.
Vende-so no escriptorio de Antonio Luii de
Olireira Azeredo 4 C., ns ra da Crex n. 1.
Nova exposi-
co de candi eiros
a gaz.
O proprletario da nova exposico risa a todos
os conaamidptet de gaz hydrogenio que toa re-
cebldo noramenle urna qualidade dt gaz super-
fina, assim como tambem de todas ai. qualidsdes
communs que se rendem nesto mercado, giran-
tiodo o mesmo proprielario a qualidade que
rende otila de falsiticacoes. Tambem avisa que
tem recebido grandes remessas de caodieiros que
vende em porcio e a retalho pelo prego da fac-
tura, cuja vantigem pode ser conhecida pelos
pretendentes. tendo sempre neste eslebeleci-
menio todos os atencilios pertencentes ao con-
sumo de candieijos a giz : na ra Nora n. 20 a
, loja do Carneiro Vianna,
NOVA
O proprietano da nova expolelo nviss ao pu-
blico que eeu estabelecimentos se nchsm todo
os das abertos at aa 9 boraa da noi.e illumina-
oos com o mesmo gaz hydrogenio contendo ooi
meamos estabelecimentos urna riquii sima galena
de quadro* que multo intreter a cuiioiidade da
familias que quizerom risitar estes estabeleci-
mentos, asum como um numeroso sortimento
deebjectarias que por gosto se podara comprar
garantindo aos concurrentes a franqueza do in-
gresso em setls estabelecimentos : na ra Nov.
n. 20 e 4, loja de Cirnelro Vianna. *
Fariiiia de maoil ioca.
Vendo-sea bordo da barca nacin al cAtreri-
". chegada do Rio de Janeiro : a tratar com
arquea, Barros & C, largo do Corpo Santn. 0.
Atteuco
b.?-8.1*!!*"* ,loa Ticioria, .andieiross
fm n.0T0* l<> e modelos, tanti para aala,
cousa: na loja da rictori. na ra. do Qa.im.do
ri*yfni*~P ou awe*^*-M urna iiMBda pro-
ymhl W? ,0'' P*11*. ma boa caa de ri-
ol^JJliS^^'0 Df- Souia Res
sfciSTd.0. rr. ssjslss.** ^r**-
Vitm c oseras.
MtJJl.-
chegadas pelo ultimo vapor
. frajjxez.
^Ual\4>VaV#lo.
Vinhos de Bordeaax em caixa de 12
garrafas.
Harte St. Jaliea is*00
c CaeteauHautBrion 24*000
a Gruau la Roae 40*000
Conaerraa aUmaoUciaa da cata de aaedel Fila
trree fotmadoree da augusta casa imperial do
Brasil.
Calantine da eolaille 5*. langaa foaraa 5*.
A oualtaa truffees 3*. andouilleUea trafas 3*.
Aloaettes EoUes 21. andaaiUeUea2*.
Grirea Roliaa 2*500. pigaona etaaoadiaa 2*.
Pieda de porc 2*. ditos de mate* 2*.
Celeri, poiatea dae pergea e selsifis aajus 2*.
Fonda d'srtichaals a la Barigoula M.
GarotUa aujaa 1*. .. ataral 800 ra.
a n1"!B6M ^ *** corada 1*.
Oeeille fine a lg Ja, Boaillon groa lf.
f^*^ Beorra r&fl.
Jaliene a 500. 800, 1*500 e 2*500.
Fraila aa aa asa frascos grandes 21.
Ameixaa saccaa asa latea de um kilogramo 2.
Veode-ae na ra atora de Saato RiU a. 1,
u aaal de eicravoa crioulos, moeoe a bonita
Oh que pecoincha
Vende-se chita francesa escura e flxa a 220 rs.
aovado, mels cssemira para calca e paletota
560 o corado, e cortes ds mesma para caiga a 2*.
bramante de fino linho com 10 palmos de larga-
re s 2*240 a rara : na ra do Qeir.do n. 43,
esquina que rolla para a CoDgregaco: do-se
amostras com penhor ; quem precisar sppsrecs,
que isto nao dar sempre. "~"',
Peilos de fustao lacado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-ae bonitos pellos da faalo lavrado o
traacado para eamisss a 500 re. eada um, (asea-
da mu boa e eacorpada : oa rea do Queimado,
leja d agaia-braaca a. 16.
Oliiem para o pavao e
ieiam.
Camislobaa com gulliobaa a maogailos
de cambraia bordado, fazenda mo-
daroieaiata a
Dilaa da faalo coa lpicos do cor
Gol habas berdadaa com botosiobo
Dilaa de todos os gostoe a 640 e
Dilaa com manguitos de cambraia bor-
dadaa a
Manguitos de cambraia bordados
finos a
Golliohas bordadas a
Romeiraa de cambraia enfeitadas
le toa
Camiiiohaa para leobera a
Leocioboade lichocom labyrinbo para
mo
Dltoa a imitacio de labyrintho a 11 a
Luras de lorgal enfeitadas com ridrllln)
Enfeites pretos com ridrilho s
Ricos snfeites pretos e de cores, s Tures
e Garibaldi
Grosdenple preto s 1*600,1*800 e
Todas estas fazendas reodem-se ns ra da Im-
pere tnz D. 60, loja e armazem do pavio, de Ga-
ma 4 811ra.
"' *ji
cmtMA'mmos brancoa
. bordados.
Vaadasu-se ricos coste da raatidoa brances
boraadoi cota 3 babades pelo baraiisaiae proco
de 5 o corte: aa ra do Queimado n. 28, aa
besa eoohecida leja da boa .
Camisas inglezas.
Vaadasa-ae auaotioreo camisas inglaiae eeao
prega lasgae pelo baratiaaimo praco de 35 a da-
zas : aa loja da boa na ra do Queimado na.
mero 2z.
maito
para
5*000
8*000
1*000
800
1*600
1*000
240
3*000
3*000
^00
800
6|000
2*000
Sementes de hor-
talices
Ns ras ds Crax a. 32, deposito de pao e bola-
chi rendem-se sementes de horlalices rinda de
Ludo*.
Sahio i luz o
Gallo Vigilante.
Ns ra do Crespo o.7, soade o reepeitarel pu-
blico achar um grande e variado sortimento de
miudeza. qaei se rende por procos easie baratos,
10 por ceoto do qae era oatrs qaalqaer parte!
ssum como sejs, frsojss pretsscom ridrilho o de
eores. Otas de todas ss quslidades, frsnja o galio
dei Kobo, caacarrilhaa pretal o de cores, frocosde
todas as cores, os riquissimos enfeites de cabeca.
galoznhos de linho e de seda para enfeitl
chapeozohos para erisness, cbspelinhas para se-
ahora, bonela de panno o reiludo muito finos
para menino, fitas maito chiques psra sintos,
manguitos o golliohss maito finas, lencos de
cambraia de linho muito finos, e muitos mais
objectos que te continuar annunciar, pois reo-
de-se todo por precos bsrstlssimos por se acbar
em liquidagao. Na mesma loja se achara am
neo sortimento de smeodoaa e confeitoa proprios
para qualqaar mimo, qae se rende pelo baratU-
eirao prego de 1J600 a caixioha.
xVGENCW
Ricas gollinhas e punhos
com botoes
VendSm-se ricas gollfnbss punhoi de cam-
braia e fnjtSo ricamente bordadas com lindes bo-
toes, pelo baratiasimo prago de 2* cada guarn-
no fD* '"' d <>*,,n'",0 *n BJ "* d
Fazendas baratis-
simas
Superior bramaate de linho com duaa raras de
largura a 2*400 s rsrs, atoslbsdo da linho ada-
maacado com duss largaras a 2*500 rara, brim
branco de linho mallo saperior a 1J440 a rara
dito de corea, fazenda mutto superior a la. dito'
pardo de linho paro a 600, 1* a 1*200 a raa, di-
to de quadrinhoe mullo proprlo para calca, ja-
3netas e paletots para meninos a 200 rs. o cors-
o, gangai francesis maito superiores a 400 rs. o
corsdo, cambrsias francesas- muito finas a de
muito bonitos padrees s 260 e 280 o corsdo
cambraia lisa muito fina s 4f, 5 e 6* a paga com
8 t|2 raras, cambraia com lpico tambem com
8 1[2 raras esds pe jai a 4*500, dits maito supe-
rior o molhor qae ha neste genero s 112500 s pe-
ga com 17 raras, oa s 800 rs. s rara, chitaa fran-
cezasds mutto boaa quatldadea o de lindos pa-
drees s 240, 280, 300 e 320 o corsdo, fil do li-
nho liso maito fino s 720 a rara, tarlalsns bran-
ca e de corea a 760 a rara, toalhes de linho para
mao a 7* a dazis.ditss pelladas muito superio-
res a lf*a duiia, gollinhas de cambraia borda-
das s 800 rs.. manguitos e ollas de cambiis ri-
camente bordadas a 2* o par de mangaitos coso
urna golla, longos brsneos multo fios com bico,
rendo e labyrintho s 12280 cada am, dilos de
cambraia de linho para algibetra pelo baralissimo
preco de 4, 5 e 6* a duzia, o assim um completo
sortimento de fazendas de todas aa qualidade
que aendo s dinheiro risls se renderlo por pro-
cos mui baixo: na bem conhecida loja da bos
f, na rus do Queimado n. 22.
Camisas e ceroulas
Vsndem-se superiores ceroulss de linho muito
finas pelo barato prego de26* a duiia, ditas trsn-
cadaa de algodao, mas e maito boa qualidade, a
17* a duzia, camisas brsncss frsncezaa a 22*, 24*
26 o 30* a duzia,dilaa para menino a 221 a du-
zia. dilaa para botaem com aberturas da coro* a
22* a duzia : aa bem conhecida loja da boa M
na raa do Queimado a. 22.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se msnguitos com golliohas, faseodt
mailo bOa, pelo borato prego de 2)000, gollinhas
e punhos ultimo gosto a 2*000. gollinhas muito
fiase e bem bordadas a lfOOO cada ama aa raa
do Queimado loja de miedosas da Boa fama,
O. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
o J&&2& KS'l ie tlr" bordada* da 2,500.
3.000. 3.500 e 4.000 ntremelo, a 1*600 e 2*000
cada pega na ra do Queimado loja de miadezaa
da Boa fama, n. 35. *
Bonecas fraucezas.
S 4*000 e 53000, & tfOOO bonecaa de cera com os
olhos moreOcos atfOOO 9*000, na raa do Quei-
mado loja de miadezaa da Boa fama, n. 35.
Fivelas de a 50 para sintos.
Vende-ae fi vela de ac para sin lo e 1*500 rs. e
2*000 na rus do Queimado loja de miedosas
da Boa lama, n. 35.
Sapatos de borracha para
senhoras.
Vende-if sapatos de borracha para senhoras o
meninos s 1*500 rs. o par, sspstinhos de lia para
reangas s 1*000 rs. o psr, ditos merino at*500 rs.
toacas de lia para creaogas a 2f000,18000/800 rs.
sapatmhos de seda ricamente bordados proprios
para baptisadoa a 3*000 o par, na ra do Quei-
mado loja de miudezas da Boa fama. n. 35.
Baleias.

>.
10.
#Brco convida.
* i -
iil?5M"*? 6">les lirros: ata jogo de
!?"! k*1** *m it0 t* Portugus,
.m dito de dito geographico do Brssil e a atila,
mxima o conselbeiro Bistos, o fio* santorum
ou Jtwi doa priacipaes santos : aa ra do Quei-
msdo n. rL primeiro sndsr.
."" vende-se leite puro e 320 rs. s garrafa : aa
'S'de da can de baohos, no pateo do Garmo,
iJJl2 horas do dis sl n 10 horas do da.
|Loja das 6 por-|
tas em frente do
Lvramento.
,^*1(|s frsnsezae de bonitos goito a
3SW rs. o corsdo, luras de Irecal pretas
e de suda a 500 rs. o par, chitas fraace-
" ; rw a 240 rs. o corado,
r U* -".S* 280 ra., flld de liaho
JMJ a 640 ra. a rara, tarlaUaa fina de
todaa aa corea a 800 rs. a rsrs, lencos
franco com barra de cor a 1*400 a du-
na e 120 rs. cada am, moias para ho-
asa a l|200a dasia o 120 re. o par,
tbilas para coberta do boaitoe dase-
rabo a 220 ra. o corado, pegas de bre-
tanha de rolo a 2*. ditas de cambraia llaa
om 6 1|S raras a 3. maaselioa enear-
"ida a 240 rs. o carado, cslciahes para
menina de escola a 1* o psr, peites
psrs esmisa braacos a de cores s 200
ra., pecas de cambraia branca de lalp-
*Jiv?*50Q, algodao entestado o melbor
i\ "" Tara> dil br,Do Pera toa-
Ibas a lf a rara, enfeitea dos mais mo-
deraos a Kiribaldi a 6, aloja ail iber-
ia al as 9 horas da aoite.
Atteuco
Gaimaries & Las, donos da loja de miudezas
t '"iu ^Mi > *. oa "esa, parUeiaam
ao publico qae o sea asUbelecissento se echa
completamente prvido dea meteoros menadorias
tendentes ao mecano ealabelecimento, a mallos
ootros objectos le gosto, sendo quasi todos rece-
bido do suss propriaa eaoemmendas ; a estando
ellos inteiramenta resolridos e nio rsnderem
fiado, afiangam raedor mai bsrato do qae outro
qaalquer ; a juntamente pedem aos seas dorado-
res qae lhee mndeos ou rooheea pagar os eeus
dbitos, too pona de serem jaaticados.
.
deHamburgo.
De hortaliza e flores.
Viadas pelo ultimo rapor ingles: na raa de C-
dela do Reelfe loja de Vidal 4 Bastos.
Arroz da India
eom toqae de avaria ca aaccoo de 5 arrobas a
* l5* a arroat, tambem gigos con bitaUs
i* : aos rmanos Progressivo o Progressists
no Isrgo de Csrmo n. 9 e raa das Cruzes n. 36.
Moedas de ouro de 16 e 20.
Vende-se no escriptorio de lanoel Ignacio de
Oliveira 4 Filbo, largo do Corpo Santo a. 1.
Vende-se o parta de am sobrado em ama
dss principie ruse ds Boa-Viole, caja parta
nade actualmente 400* annuaea: a tratar na
raa da Imperatru n. 58. m&*
AUeiicao ao vigilante
Na ra do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Joao Ceg,'
est torrando por todo o
preco.
Coraes.
Oa rerdadeiros fio de corss redondos aaaim
como raiz, pois o msis superior que tem rindo
ao mercado: s no vigilante ra do Crespo n. 7.
Micanga ou continhas.
Higanga ou continbaa de muito lindes core a
240 rs. o macinbe : s no vigilante raa do Cres-
po a. 7.
Continhas do Rio. ,
Continhas doaradlnhas miuds e grossa proprio
para palcefraa das qusee se esli usando maito
Zapatos
ra
de'boiy

A \*,,m rs. o pspel, lamoarloas acoaoaaicaa a 100 rs. a
eaixa, carteiras pira escrerer a 14| e 16, caixas
P e 8f el6#,graiia trTacesa econ-
mica a 640 o pote, facaa americanas para mesa a
ni.TV ""' B,ea"Pf whars, bomem. me-
? i?- PItodo DM' "colotes da cabello
com pedra rxa e amarella a 5 cada um : a
Atteocao.
36 Ra Nova 36
Acaba de chegar am completo sortimento de
obras (aliada, assim eomo correeldes, corrente
carta para relogioa, brincos a balso, botio para
panhos. adereeos e meros aSerecos. obras ea mais
modernas que se pedem encontrar o o preco ad-
mira o quanto barato.
Vende-se
Salitre de Londres, o molhor que tem rindo a
este mercado, por prego commodo : na ra da
Ladeu do Recife armazem numero a. 62.
Presten, atteocao
O Ga lo vigilante na ra do
Crespo n. 7,
qae qoer liquidar e rendendo tudo por precos
que admira, como sejam :
Riquissimas bandejas de el
lidades.
Salvas de mslsl
Dala.
cbaro de multa qa-
com ricos terrores imitando
Moendas f metas moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Bodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicSo
de D. W. Bouman.
DA
Fundido bw-Moor,
Boa da Senzalla Xova n. 4.
Vesta eslibelesimento continua a haver um
completo sortimento de moendas e meias rooen-
ds para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos os Ununhos
para dito,
armazem de fazendas
DE
Saatos Coelho
Ru* do Queimad* 19.
Leocoe de bramante de inho a 33.
Coberta de chita finas a SjS.
Ditas a preco de 1|800.
Cambraiaa pretas maito fina.
Colchas de fustao muito lindas a 6|.
Esleirs ds luda de 4, 5 a 6 palmos de largo
propnas para forro de cama e aalas.
LeDeoes de panno da linho fino a 2a.
Algodao monstro a preco de 600 rs. a rara.
Toslhaa de linho psrs mera a 4|.
n ?*1'0 para oaot,aBda ama 500 ra.
-- N. O.Biabar & C.aacceaiorei.rna da Cras
o. 4, tem psrareoderrelogioapaiaalgibeira de
oaro e prsts.
Essencia de ail para engom-
mado.
ml!!86?^ a ,*, p"m ll>' q
aar cor n ama baca de gomm
Vende-se baleias 120 rs. esda ama aspa de eco
para baloa 160ra. a vara, baadea a 11500ra. e
2900 o par. oa rus do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, o. 35.
Cascariihas de seda.
Veode-se cascsrrilhae de seds psra enfeitar
vestidos a 29000 a peca na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meiaade borracha para quem padece
de eryipela a 15#000 o par, meiaa de seda prete
para senhora a lf.000 o par na roa do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
Luvas de pelica ecamurca.
Veode-se.'luras de pelica de Jouvia a 2j000 o
^.ftil^.deaMur^ProPr P moolsrisa
2|000, ditss de escocia a 800 rs. o par na ra
do Queimado loja de miudezas da Boa fsins,
n. 35.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Vende-se palmsloriis de vidro a l|600ra., ditss
com mangas proprias para rapasea a 4#O0 rs..
mLJSP*1 eKarradeiras de ridro a 4*500 rs.
e 50000 o par, na roa do Queimado loia da
miudeza da BOa fama, n. 35.
Ultimo gosto.
Gollinhas bordadas e punhos
com botoes para senhoras.
A loja d'ageia branca, onde bem se encontrsm
objectos moderos e de gosto, acabe de recebar
um lindo sortimento de gollinhas bordadas e pa-
nhos com'bonitos botos, o que hoje ultima
modr, e pbr tsso neohama senhora se dere ne-
gar a comtuer urna dessss guarnicoei por 21000,
tanto m. qaaoto ella* aso necoeearies para
completo rrnamento daquellaa que terio de apre-
ciar as bella representacoes do Marioangel, e
meimo as que nao forem teem Igual direito de
comprar eise bonitos arranios ; oa loja d'agaia
branca, ra do Queimado n. 16.
Chumbo
Vende-sa chambo de manicio a dinheiro por
2iy o quintal o a arroba por 52500: no arma-
zem de Antonio Ceaario Moreira Dias. ra da
Msdre de Dos n. 32.
Agua balsmica para conser-
vacao das dentes, e agrada-
re! hlito da bocea.
vigilante ra do Crespo n: 7.
Lencos brancos para algibeira.
Alnds se rendem lencos brsneos Anos psra al-
gibeira pelo baratiasimo preco de 2*400 a dezia
na loja da boa f, na roa do Queimado n. 22.
Meias para senhora.
Vandem-ae meias finss para senhora pelo ba-
ratiasimo preco de 3*600 a duzia : na raa do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
Pennas d'aco.
^^ftVe^d'deir,.^pena, D1* ell"Phicasainocail i
10400 rs. a caixinha : i ao ripiante ra do Crea-
po a. 7.
Banhas ou leos e cheiros.
A superior bsnba transparente a 900
frasco.
Dita em lataa de folha de meia libra a 500
Dita em lalinhaa de qaarta a 320 rs.
Orerdsdeiro oleo ds socledade bygienica a
900 rs. o frasco.
Dito macassar o muito fino em frasco peque-
o a 1*600 a dasia.
A rerdadelra agaa de colonia frasco grande a
yoo rs.
Ditos pequeos mesmo em garrafinbaa a 400 rs.
Ditos com saperior agua de flor de Urania fras-
co grande a 400 rs.
Dito eom escolente agua celeste frasco gran-
de a 11.
Dito frasquiohos pequeos com vinagre rogi a
400 ra.: sA no rigilsnle raa do Crespo n. 7.
Para conservar dentes.
rs. o
rs.
Essa apreciarel e proveitoia agaa balsmica
cujos bons effettos de conserrsr a ferlidao dos
dentes, fortalecer as gingiraa a tirar o mo hli-
to da bocea, ao j bem conbecidos por todos
quanlo della tem usado, e ser anda maia por
quem, prezsndo esses bons resultsdos, se dirigir
com 1* dita loja d'agui* branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Gravatas de seda pretas e de
cores.
Hu boa a bonitas graratae pretas de seda com
lpico de coree e 500 e 640 ra. cada urna, ditas
toda preta* da bonitas sedss de charisqainhos,
bo fazenda a 1J. ditas de superior gorgaro com
poetas bordadas a reliado a 1*600, ditas de tras-
patio pretai e de coses com arfioetee, o mui pro-
priaa para meninos, sendo ellas de bonitas sedss,
forridas,e com dous pospontos de seda de cores a
1*500 cada ama, e maitas oatrae da difforeatee
qualidades e pracoa : na ra do Queimado, loja
d'agaia branca a. 16.
Meias de cores para homens.*
Muito boai meias de cores s 160 o par, e 1*600
a duzia: quem aa rir nio se desagradar, pois
boas, e baratsimas : na raa do Qaei-
aV
Os rerdadeiros pos ds sociedsde bygienica pa-
ra dentea em frasquiohos de ridro o msia supe-
rior que tem apparecido pelo baralissimo preco
de i* o frssqainho, assim como em caixiabae
quadradiohaa a 200 rs.: s no rigilaote ra do
Crespo n. 7.
Gollinhas e pulceiras.
Lindas gollinhas a paleeiras de micanga palo
baralissimo prego de pulceiras a trollioba* 3f
pulceirse s 2* e golliohas 1* e 1*500: s no ri-
gilsnle ra do Crespo n. 7.
Sestinhas
Sestinhaa muito lindas com seas pertences ps-
menino 3* e 4*. atsim como indispensareis
ce continhas ou micaoga proprios para menina
trazer no braco com lsnciaho pelo baralissimo
preco de 1* : s no rigilante ra do Creipo nu-
mero 7.
Tinteiros.
Tinteiros proprios psra menino de escola ou
meimo para quem os qaiser comprar por bara-
tsimo prego a 500 rs.: s no rigilante roa do
ra
me-
htanteigueira de lindas cores de ridro com tamo*
o pratinho de metal. *^
Riquissimos espelbos com meldurs doarada.
Toucadores com garete e de outris qualidade*
Binculos com excellentes ridros.
Riquissimos laques de sandslo e madreperola.
E muitos mala objectos que se continuar so-
nunciar e que vista do regaez se tar todo
prego.
Aljfar fino imitando perola.
Vende-se a 500 rs. o fio do aljfar fino, imi-
tando perola : na ra do Queimado, loja d aguia
0 Livro do Poyo.
Sahio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direegio do Sr. Dr. A. Hirqaes Ro-
dngues, e contera a rida de N. S. Jess Chriito
segundo a narraco doa quatro evangelistas,
mais os seguintei artigos: o rigario, o prooisor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prali-
ca, Simio de Naolua, mximas e pensameolos
a bygiene, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicsgio do LIVRO DO POVO nao s tem
por fim uniformisar a leilura as escolas piima-
riaa, onde cada menino aprende por um livro
differente, e portento facilitar o Irabalho do mos-
tr e do discpulo, como tambem rulgariear, por
am prego baralissimo, s historia do ailvador do
mundo, e os melhores preceilos de moral.
Vende-se o Lirro do Poro, no Recife, na
sum? da pra5* dl Independencia ns. 6 e 8, s
500 rs o exemplsr em brochara, e a 8001$. csr-
tonado.

S pife no. S
S Vende-se am de mess, j usado, po- s
rm em bom estado proprio psra quem R
quizer aprender: no pateo do Terca o.
3, segundo andar entrada pelo boceo do V
aj Lobato. a
Carlos IV e III.
Vende-se com esta efflgie paUcee hespe-
nhoes: oa rus larga do H osrio n. 24.
Vende-se ums mnlata mocs, aa roa Direi-
ts o. 30, sobrado que Oca em frente ao becco
da Panha, engomma, lara o coainha, e atnda
de pooca idade, tudo faz com perfeigio ; qaem
pretender pode dirigir-se ao segando andar do
mesmo sobrado.
am : na
... i- _. ue gomma, lenao a
gem de aao praelpiur o nem d oodoar a
TSSSST ? "it,, con> fl"
reodem-sa em frasq.inhos s 500 rt. cada
rus do Queimado, botica D. ^VTW'vaa*
A banha fina,
bm copos grandes ebegoa para a loa i d aaaii
ersnca, raa do Queimado n 16: "."
Ra da Senzalla Nova n. 42..
Neste estabelecimento vende-se: ta-
de Low Moor libra
------------- v easal~" ^^ w aaisww
cha de ferro coado libra lift r$. dem m* &Si1"-
rubra a 1*0ri.
Vcnde-se
urna negra que abe engommar e cosr-
nbar: quem pretender dirija-te a ra
do Apollo n. S8, armazem.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata iogleza a 1600 rs, dita ftaneesa a 500
rs., 640, 1*000. oleo da sociodsda brgtaniqee
rerdadeiro a 1|COO o frasco, oleo babosa de Pirer
rerdadeiro a 800 ra. o frasco, agua balsmica
para os dentes a l;000, dita da Botot tambem
para os dentes s lfOOO o frasco, pomada france-
za em paos a 500 rs. e 1#000, 320 ra. sabooetes
muito lino a 640 rs., 800 rs. e IgOOO cada um na
rua do Queimado loja de miadezaa da Boa fama,
A200rs,sopav*o.
Vende-se chita francesa escora de cor fita a
doaa tuatoea o corado : na raa da Imperatriz n,
60, loja o armazem do parao.
A2j500,sopavo.
yendesa-so cortes do cambraia branca eom i e
3 bebidos a #5O0. ditoa de tarlatana brancos e
de cores, eom barras o sbados a 8f; na raa
da hnperatriz o. 60; loja e armazem do pari de
Gama & Silra.
A 500 rs s o pavo.
Vendem-se ss msis moderaos a finiseimss lia*
zinhas do quadrioboa o de floree solas o palmi-
nbaa, deiembarcadaa do ultimo navio riado do
aarro.pelo baratiasimo prego de qaiahentos ris
o eorsdo, e dao-se ss araoatras com peabor : na
rua da Imperatriz o. 60, loja a armassm da Ga-
Cabaias hespanholas % na
loja do pavo, a 40& rs,
Vende-se ests ora fazenda de psdroes delica-
atssimoscom 4 li2 palmos de luguti, propris
aara^eMldo. de senhoraT^kTeovsto : ns
que sao
mado, loja
e baratsimas : na
'aguia branca n. 16.
sem segundo*
Na rua do Queimado n. 55, defronte do sobrado
noro, eit disposto a render tado por preco que
admira, assim como sejs:
Frascos de sgus de lsrande muito gran-
des a
Sabonetas, o melhorque pode harex a
Ditos grandes maito fios a
Frascos com cheiros maito finos a
Ditos ditoi muito bonitos a
Grrulas de sgas celeste o melhor a
*M,0?,e.om banha maito saperior a
Dito dita de urgo flnissima a
Frascos de oleo babosa com chairo a
Dltoa dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos para limpar, a cabega e tirar caspas a
D tos dito philocome do rerdadeiro s
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonU s
Dita, frascos grandes a
Frascos de macaca oleo s
Ditos de opiata pequeos a 320 s
Ditos de dita grandes a
Tem um resto de larande embreada a
Linna branca do gaz a 10 rs., o tres por
dous, e fioa a
Dita" de caiUo Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de Iinha com 100 jardas a
Rui a ,me" maito eneorpidas a
S* aillM "f110 "Perfores a
Dita de ditas brancas psra senhofa, mul-
to Opas s
*?" bic? > lergura de 5 dedos a
Dita defrsnja psra toalhae a
Groza de boloes da Joaca brancos a
800
320
160
500
19000
19000
240
600
240
3
500
720
900
90O
400
500
100
500
800
500
20
60
20
80
H400
4fS00
^"'.fePhosphorosdVgu.
Dita de ditos de res multo superiors s
girasa
3J000
1
80
110
240
240
390
Rival
sein igual.
Miudezas e rap.
Ba larga do Rosario numero 36.
Lia da cores sortidss, libra a 6J400.
Sintos dourados s I96OO.
Dilos ditos eom poetas a 3(500.
Agulhas francesas curtss e compridss a 60 rs
Dilaaeanlofa a 120.
Pentea de massa para atar cabello a 500 rs.
Ditos de dita idem (dourados) s 18200.
Csrreteis de rstroz de cores s 320.
Escoria para cabello maito boaa a 800 e la
Cartas de alnetes o 80, 100,120 e 140 rs.'
Escoras para unhas maito boaa a 320 e 500 rs
Franjn pretai com ridrilho a 320 s 400 rs.
Trancas pretas com dito s 240.
Bicos pretos muito bons a 180, 240, 320 s 400
ris.
Carratels de linha a 30, 60 o 80 rs.
Enfeitea de retroz com franja a 59300.
Meias para senhora (duzia) a 2s500.
Ditas cruas para bomem a 29400 e 39.
Teiourai ordiosrias a 30 rs.
Frsnjaa de laa estreitaa (pega) a 900 rs.
Sabonetas de bola finos a 640.
Frascos de diversos cheiros s 320.
Linha de Pedro V a 30 rs.
Botoes para cassreqne s 20, 30 e 40 rs.
Rap Paulo Cordeiro (rerdadeiro) a 19600.
Dito gane grosso e roeio grouo a I96OO.
Dito dito fino a 1|280,
seE outrss mullas mais miudezas que com s pre-
senga dos bons fregueses se Tenderlo baratas.
41 lenta A! allenfao!
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Ns loja n. 20 da rua da Imperatriz uba-ie a
renda um completo o rariado sortimento de bou
fazeodaj, e qae riela d&aass qualidsdes sao bs-
ratissimameate rendidas, e psrs msis reracidvde
do que flea dito, abaixo ro mencionadas algunas
daa ditas fazendas, a aaber :
Chitaa largaa cor flxa a 240 rs.
Madapolo fino com 24 jardas a 59.
Csmbrsiss de cores a 280,320 e 400 rs. o co-
rado.
Velludo preto e de cores a 29.
Lindeza de corea s 160 rs. o corado.
Lengos peqaepos a 80,120 e 160 ra.
Chspeoa de castor fino a 8J.
Chitas pretas multo largas e finss a 240 rs.
Algodio trangado preto muito bom para rosti-
dos do escraroi a 200 rs.
Cambraia lisi com 10 jardas a 29.
Cana de salplcos com 10 ditas a 3.
Cambraia bordada para cortinados com 8 ra-
na a 2/.
Vende-se am engenho na ribeira de Upa,
moente e corrente, muito bom de trras e ceres-
do, eom todas as obrai oras, tem proporces
para ssfrejsr 2,000 paes annnaea, distante do
embarque legos e mels, oa Iroca-s* por predios ntairw menos, _
nesta praca : a tratar no pateo do Carao a. 15. no Antonio Pereira.
Escravos (agaos.
Fugio no da 20 do corrente de bordo de
patacho Capuama. o eacraro crioato marinhei-
ro deaome Antonio, idade 19 bobos ponco mai*
oa menos, altura regular, rosto comprido e com
ilgum signies de bexgas, lerou eslea e camisa
azul : quem o pegsr lera-o ao escriptorio da
Antonio Luiz de Olireira Azerado V C. roa da
Craz o. 1, ou a bordo do dito patacho qae seri
generosamente recompensado.
Gratifica-se com 300,$.
Contina a estar fgido o eacraro mulato de
nome Rogerio, de idade 24 annos, pouco mata oa
menos, desde o snno de 1853, eom os signses
segoioles : altura regular ou meaos, relo redon-
do esquexelado, coralaranjada, com fallado den-
tes, quando falla carrega no R, que ouriado-ae
elle fallar di apparencias de tato, olhos amarel-
lados, nariz chato, cabellos amacacados e ralos,
quando fuglo linos principio de barba, tem a
costas bem cicatrizada?, em um dos rsiios tem
ama cicatriz de ama postema qae loro, um tan-
te espadtdo e estomagudo, os ps um pouco
apalhetados com os tornozelos para dentro, ella
pode inculcar-se ter sido soldado por cansas das
maitas cicatrizes que tem nsa costas : rogo, por-
tanto, as Illmss. sutoiidadss, tanta civja como
policiaes, que se digoem auxiliar aos senhoras
pitaes de campo ou particulares naapprebensio
do dito escravo, e ser remeltido ao sen legitima
senbor, no engeoho Pindobinhs, silo ns fregua-
zia de S. Lourengo da Malta, comarca do Recife.
Jos Laiz de Aodrade Lime.
Fogio no dia 12 de abril deste corrente an-
as do poder do sbaixo assignado, o pardo de no-
mo Francisco de 17 sonosde idade, qae tem bo-
nita figura, todos os dentes, cabellos csrspinhos
e ruiros, t*odo sido este psrdo escravo do Sr.
Dr. Antonio Borges ds Fonaeca, de presumir
qae ande poralgnm dos logares por onde o mes-
mo senhor tem viajado, como sejam Iguarisstt,
Gsianoa, loga S. Joao, Campia, Sorra do Tei-
xelM, Pao a'Alho, Limoeiro, as tresrlllasda co-
marca de Pajea de Flores, sendo que segundo se
suppe eiteja larobem no engenho Iohsmia por
harer sido rjtto ha poucos dits em Igairsss por
ter amizade com una mulatinhos desee epgenrro,
a inda de presumir que o dito escraro por a ni
so inculque como a sertlgo o dito Sr. Dr. Bor-
ges da Fonseca, aflm de nao ser apprehendido :
quem pois o aprehender ondeqaeT que for encon-
trado esse escravo e o rir entregar ao sea legi-
timo dono na raa do Hospicio n. 6, que ser mni
generosamente por elle gratificado.
Ignaeio Luiz de Brito Taborda.
100,000 rs

de graUficagfio,
a quem appreheadece levar casa da seu asahoc
nacidade do Recita, na rus do CHgi# p. .75,
terceiro audir. o escravo Antonio, da nagao Cat-
saoge, com oa aigasaa seguiaus, a ashoi: Idade
40aooo, pouco maia ou maaoe, ablua *u=
lar, falla de dentea oa frente da bocea, esa *ib
ralba lem um taco tirado, aoaaixo^qaaita ei-
querdo lem irasi baracoa.atajues 44 dsele tira-
doe, tem um detaio ao torpozalq jB.am. pela qual pucha um poaaaoo ajwtar. costam
*""""" :atsttiiisrat


__




TZitrirr-j,
01AW0 Dfi PMhAMICO r QUARTA FUI 14 Dft MAIO DE 1161,
Litteratura.
fe
Guyot, beijaodo iaa Qlha ai fronte, lemhra-te
que m la torta nao est indiisoluvelmeflTeliba-
da ejjfa. L*{afl|f1l1qai #tju taris o
..
wTTlfTLTOneVVTEatanieTe voT"ady
Cheerlefs en tos odeta-a amboeL ,
Mioha, fiUja eu tamben) lenho sido bem cul-
pada, mando que elle; poit davia proteger-te.
Perd *i-me!
Miaba querida mi, interrompeu LuUa Ten-
do sua mi quite a seos ps, minha querida
me, eu eitou louca ; sou eu quem dore implo-
rar o vosso perdi; por oa"o ter tegeido vonoi
conselhoi.
E accueairrjrj-se rcipYotsmrJnte (fe suas valda-
des e fraquezas ,coniolavam-se da seus malea,
exagerendo mutuamente oaaeui erroi; quo he-
roicaa ramas humilisgoea dettaa pobres creetu-
rat condeanaiai a toff.-er ai contequenciti de
seu erro commum, e procurando cada urna as-
a mir-lhe a responsabilidad f Estas duas victi-
mas da palavra dada ; coaheciam muilo o eora-
cio egosta de Mr. Lafaille, por isso nao penu-
ram em recorrer a aua geaerotidtde e honra.
0 sileocio laceadora a esta conversa entre a
mi e a Qlha. ElUs ettavem abysrasdaa em auaa
retleides ; quaodo a criad* annunciou Mr. Des-
champs, e Mr. de BUnpy.
Antea fflearao de madama ,Guyot manda-Ios
entrar, Luii Deschampa eslava j aoi pes de
Luiza e beijava-lhe as mata com tranaporte. Es-
lava longe de auspeitar que Ihe iam pedir o su-
premo sacriQcio de sea affeigao. Esteva exlre-
mameate alegre. Pastando de uoi desespero ex-
tremo a mais doce de todat as felicidades, julga-
Ta posiuir Luiza,
Sr. DeschampsI Sr. Deschampa 1 exclamo*
ma lama Guyol.
Oh! seobora, respoadeu Deschamps, per-
di, mil vezea perdi I por que era a vosa quem
en deveria dirigir minhas primeiras caricias, a
LUIZA GUYOT.
,' *T
(Cootiouecao.)
Certaraeata, avista da permita> sollicitsda e
ooitda por elle de essistrr ao casamento de tus
protegida, deve-se euppr. que oo era por es-
quecimento, e sim de proposito, qae elle fdra
excluido desta festa intima. Jolgon anda ver
insto a DJeoci de madama Chnerlefs, que no
entretanto ignorara inteiramente isto. Depois
da conflsso que Luiza fizra a sua mae, estas
doas mulheres pemavam confuta mente a que ae
dirigiam a dedictcSo e benevolencia de sus pr-
fida amiga. Elias acceilevam eileacioiameote, e
sern se queixjrem, oa resultados de sua cega
conQsnga ; porem evitaran com culado, mos-
trar- Ihes os seas loffrimenloi. Recebeodo-a tao
oofidamente como d'anlea, s6 lhe coofiavsm o
que nao podiam tccultar-lhe, e mottraram-te
sempre ilegre esa sua presenc.
Em urna conversa que Luir Uvera com o sea
futuro, conseguir ssber tudo o que fizra lady
Chaerlefs; entio comecou a davidar da verdad*
desaccasacdet que ella fizera contra a moralida-
de de Luiz Deschampa Esta mequlnagio para-
ceu-lha oais odioaa aioda qae todas aa oulraa ;
nao fdra ella dirigida particularmente cootra seu
amor? Nao livera por floa madar as aspiragoes
de saa alma? QuMido aua mi lhe disse, o mais
tmidamente possleel, que ella faria bem em nao
procurar oecssiio de ae encontrar com Luis Des-
champa, Luiza conheceu quauto en prudente es-
te conselho, e reaolveo nao convida-lo para o
casamento de sua afllhade. Todava, secreta-
mente, seu coragio aaogrou, ao toxaresla de-
terminagio. Esle joren que conseota em renun-
ciar a todas as esperanges, que secondemnava a
si propria, eentia seu pello erguer-se, saa voola-. vi que consentsm preencher meas votos. Lui-
do revollar-se, e s*u animo enfraquecer. Cada boriva.
Lshille,
madama
.ha poaco
hora qae a aproximara do momento em que aua
nda ia ser ligada para sempre, Irazia lhe urna
nova tristeza. Entretanto ella resista a tufo isto,
quando Mr. de Blangy, aob pretexto de lembrar-
lhe a promesss que ella lhe fizera de interceder
por elle a miss Mary, veiu augmentar ao ultimo
ponto a perturbacao qae a agitava.
Mademoisella disse Mr. de Blangy, que
nrhando-a a oa salla quiz eproveitar eata cir-
cunstancia em favor de seu amigo, tendes em
votsas mitos a sorte de meu amigo Deschampa,
e'.le est extremamente ffiicto por causa do voa-
ao casamento com Mr. Lsfaille, e se elle estires-
se cedo do vosso amor, ha muito temoo que te-
na impedido esle casamento, qoe .6 (ole tornar-
ros iofeliz. Foi sem o consultar que eu vim pre-
* nir vos, e pedir-vot que me ajudeis a salvar o
homem quemis amo no mundo, e que morre-
r cortamente ae vot perde I
Mr. de Blangy dase lulo isto de ama vez e
sem timar reapiragio, com tanta volubilidade,
que nao leve lempo de considerar q'iecommettia
urna grande aulacia. Eolrelaolo Luiza nada res-
poodeu.
Ah 1 replicn Anatole, sou timido como
urna mulber; porem agora nao poaso reQecttr,
quero salvar meu amigo. Luiz nao ousa espe-
rar, vosso amor, porem ros nao i o lestes occul-
tar-m'o urna destaa noulee, quando eu voa ob-
servava. Vossa commogio valia mais que urna
confissao, e os coutos delady Cheerlefi, nao po-
deram fazer mudar vosso coracio.
Aioda tendo a certeza de* serles amada por
Miz, um homem/iao bom, to generoso, e per-
feito, que aeus amigos se sacriQcariam por elle,
nesitariels em romper com Mr. Lafaille I Ah I
Mademoitella tanto por ros como por Luiz que
vos peco tenha~es piedade 1
Porem, senhor, ioterrompea Luiza, que
queris que eu faga agora? muito tarde.
Consents?
Porem?...
Consents! Ah 1 Mademoisella quo feliz
rae elle ser, quando eu lhe lerar rosta retpos-
ta I
Senhor! que queris? que me dizeis? o
qae preteodeis fazer? replicou Luiza a quema
eloqueucia de Mr. de Blangy acabara de roubar-
Ibe o sentimento da sua situago.
' Bem I responden Anatole vou buscar Mr.
Deachamps; agora que me distestes que o ama-
veis elle aaberi livrar-vos de Mr. Lafaille I
Ka oada disse e prohibo-vos de fallar a Mr.
Deschampa...
Luiza nao polo acabar sua Iras. Anatole
desapparecra com a rapidez do raio. Ella quix
chama-lo, porem elle j eslava na rus.
XVI
Quando Luiza contou a sua mi, a scena pre-
cedente, a brusca partida de Anttole, e a vinda
provavel de Mr. Deschamps, madama Guyot res-
pondeu-lhe:
Pois bem I tanto melhor 1 Mr. Deschamps
um bornea honrado; dirigindo-nos directameu-
te a saa lealdade, estamos certas de ser ouvidas ;
elle comprebenderi que dere d'ora em diante
cessar todas as persegnicoes a tea respeito.
Se ludo est perdido, replicou Luiza, eu
deaejaria aotesno loroa-lo a rr, porque pare-
ce-meque perderia a forca de que necetsito...
para depoisn'amaohaa... iofeliz joren oo ou-
sava pronunciar nem o nome de Mr. Lafaille,
nem a patarra casamento.
Esperemos, respondeu msdama Guyot a
quem a apprehento de um to grande aconteci-
mento tornara concias.
Que tupplicio me infring, minha me I
disse eolio Luiza quaii supplicante, para qae
oo me poupaes ette acrescimo de dores? Para
que queris que eu tome a ver a Mr. Descham-
pa, pois qoe mesmo o declaraos que eu nao pos-
to ser saa mulber? Se anda restaste algooa es-
peranza I porem vos mesmo acabaes de dizer qua
eu nio devo cuidar mais Disto I
Tem animo, disse aimplesaiente madama
Sr. Deschampa, levantae-vot, e ouvi-me,
eu va rogo.
ro somanie eolio que Luiz Deschamps notou
a tristeza de Luiza e de aua me. Atseotou-se,
e com ar ancioso, espern que madama Guyot
fallase/
Seohor, diste ella, creio moitrar-vos o
apreco qae fsco de vossa honra, recebeodo-ros
neste momento.
Recuzaes-me a mi de mademofsella Lui-
za ?
Senhor, tos sabis, qaa minha furia casa
ao depois 'amanhia com Mr. L'faille.
Entio, replicou Luiz, olhtndo para Mr. de
Blangy, que eslava extremamente perturbado,
entio porque razio estou eu aqu?
Porque trata-so do descaoco de minha fi-
Iba, e da honra u'aquolle que bem depreasa ser
meu genro.
Eu vos ourjo, tenhora.
Anuunciattet a votsos tmigot, diste lenta-
mente madama Guyot, qae tenciouareia riajar?
Sim, seahora, porem...
Pois bem I disse ella, accentuando anda
maissuaa patarras, nos ros rogamos, eu e mi-
cha Qlha, que partaea amanhia.
Porem, senhjra...
Este sacriQcio, acresceolou maiama Guyot,
sem fazer caso de suas inlerrap(5ea, nao temos
direito algum de exigi-lo ; porem talrez elle vos
custar menos a cumprir porque ssbeis que mi-
li ha Qlha vos ams, e qaa oo p6ie ser vossa mu-
lber.
Eolrelanlo, replicou Deschamps, ella nio o
aioda de Mr. Lafaille ; e ae sus vontade per-
tencer-me, poder algum humano podar impe-
di-lo.
Ella oo pola ser vossa mulher, repeta
madama Guyot, poriue deu ana palavra a Mr.
Lafaille, e porque, para servir-me de vossas pro-
prias expresadas, poder algum humano, poderia
fazer urna joven honesta faltar a saa palavra.
Ah I mademoisella dase Luiz, vos oo me
amaea I O que urna promessa arrancada por
meio de vergonhosos subterfugios, a vista de ama
vida inleira ?
Minha lilha promelteu.
Ella foi engmada, cootinuou Luis, engaa-
da do modo mais odioso, e visto que ella me
ama, irei fallar a Mr. Ltfsille.
Mr. Lafaille dere ignorar o que se passa
agora aqni. Ha pouco appeltei para vosas honra ;
certameole nao vos aproveilareis da coofiao;a de
duas mulheres para perde-lts.
E' oais do que a minha honra qae exiga,
o sacriQcio da felicidade de vossa Qlha, e da
minha. Vos nio amaes vossa Qlha?
Oh J disse madama Gayot abracando Luiza.
Eolio se a amaes, deveis desejar a sua feli-
cidade
Seobor, disse madama Guyot ioclioaodo-se
quast dianle de Luiz, quereis-ver-me, e a minhs
lilha a rossos ps '.'
Luiza chorava. Ha oito dias que as mais di-
versas commocdes, do amor, do despeito e de-
sespero assaltavam rudemenie seu carscter, de
ordinario resoluto e aoimoso. Luis Deschamps
julgando qua a ioflexibilidade de madama Gayot
nio reaistiria aa supplicas de aua Qlha, dirigiu-se
da novo a Luiza.
E vos mademoisella, tus que sabis que vot
amo at a adorarlo, vos que sabis que tremo
em vosta presenca, e que urna s palavra vossa
pode madar a minha rila, heaitaes l Em vez de
derramar lagrimea esteris, acresceolou elle ajoe-
lhando-ao diante della, apezar da presenta de
sua mi, em vez de vos consumirdes em quei-
las inuteis, porque oo vos ergueit altiva e re-
soluta como quando recusareis aquelles qae vos
detagradavim, e com a vosta mi na mioha,
porque nio dizeis: eu vos amo, fizei com qae
eu vos perlen;a I
Senhor I exclamou madama Guyot, em co-
me do cea, caiae-vos I
Eolio, cootiouou Laiz, en tao, eu ro-lo ju-
FOLHET1M
0 P41Z DO 1ED0 O
POR
A. LE GONDRECORT.
(Costumes de nmades.)
TERCEIRA PARTE.
vTi
(Cooliouaco.j
< Estou persuadido, comecou francisco Klaio
com a voz perfeitameote tranquilli, de que tudo
quanto possa dizer a mea respeito odioso i V.
Exc, come;arei, pois, por captar-lhe a allencao,
occupaodo-me de assumptos, que ha de ourir com
todo o prazer, e nos quaes serel verdadeiropro-
meti sob a miaba palavra de honra. A promes-
as deve parecer-lbe extraordinaria ; mas crea V.
Exc qaesiocera, porque baadilo, coma sou,
lenho (ambem o mea melindre. Alarmo que ma-
demoisella Magdalena de Saelorf, sua Qlha, co-
ohecida oodeaerto pelo oome de Slamia, goza de
perfeita sade, e to pura quanto baila: em
summs para tudo dizer em pouca: patarras o
retrato completo da liada Thereza l'Amstadt, que
conbeci ha quinze tonos em Seelisberg. O exilio,
e o clima srdeote da frica zenm por ella o
que a educs;io europea talrez oio tivesse frito
por sus mi, e provavel que 'i. Exc. a ache
taaia bella do que te jtilgava a ti propria oo es-
pelbo em an contempla va a saa ivealude. Ella
tem o mesmo talhe elegante, ot clhoi, a pobre-
za melanclica, e o placido semblante de V. Exc;
possue egualmante a mesan bond ide, virtudet e
coragem ; este dom, qae tem V. Exc, de a to-
dos captivar sem o querer, e a qualUade mais
rara aioda de nio se aparceber dos captivos qae
E potso en acreditar I exclaiaon baroneza
qaa oavia exlatiada: posto au esqueeer-mt da
prfida liogoagem do ceg de Seel sherg 1
Dei a minhs palavra de boora, e repito
tambera en lanbo o mea melindre, que consiste
em nio saber mentir nat occasioen graves.
Continu.. Oh I o aenbor nio sabe aua
balsamo derramou oaschtgas do mea coracio 1
Peco-lite mil perdoet, mo ia tenhora, tai
um pouce aprestado em fallar-lhe j da ttuacio
presente de saa Qlha: permitta-ine que depois
de ter-lbe dado tsses preciosos isclsrecimeatot
oceape a wt attencio, ftllaodc-lhe de 8ia1-
ro, pertencer-me-heit
apezar...... ^
o,i"3li." _____
dlssestes que nio erait vt que tos oppeoheis
a felicidade .de vossa Qlha, o sim urna prometa,
sem valor, test) o aatois. A attutU e a m f de
ooatos sdveraarios, oppoohamos ama recata ter-
mal I Luiza com os olhos iUnminadot pela etpe-
rangt que tt patarras de Deschamps lhe faifam
entrever, olhava ora para ana amante ; nio era
para o sou teu coraco pareis querer aahlr-lbe
do peito, seusoihot brilhavam, ella la ceder/
A porta da tsla abriu te e appareceu Mr.
Guyot.
Senhor, diase o velho a Luiz Detchamps,
lado oavl. Poit bem, jurae-me tob a votta pala-
vra de homem honrado qae te tireiteit promet-
lido rosta f a ama jovem, na antevetpera do
caaimeoto, quando s altaaaem >a forana li da dea
lagaet para vatta aniso, a vt apatxonttaelt por
outra, irieit dizer t ests joven : Nio ctso com-
rosco porque amo a urna outra.
Luiz Deschamps abuxou a cabeca.; todos se ca-
lara m.
-r- Mademoisella, respondeu Luiz, vosso pae
tem razio : porem o mondo pelo qual ros tacri-
Qeaet, recompertar-vot-ha o votso tacrlQcio ?
Cumprireis a vossa promessa, verdada, obra-
reis segundo st leis da honra I Quanlo appare-
cerdet as sociedades, seguids de vosso marido,
nio harer differenca em elle chamar-te Lafaille
ou Deschampa. Quando entrardesem casa e ros
achardes em presenga de homem, que ser a ca
involuntaria de todas aa rotttt dores, o mundo
e rossa (tmilia nao ros teguirio abi. Em Tugar
de marido respeitavel e respeitado, que di e re-
cebe a felicidade, em lugar do esposo estolhido,
tereis constantemente a vosso lado um ser caita
cariciaa aborreceris, porque nao sero santifica-
das pelo amor ; cuja proleccio tornar-te ha um
jugo, e que, por mais 'que faca nunca ser um
amig, e sim um liranno. E se, despresando as
leis do devar, roa deixasseis levar por esta ne-
cetsidsde de affeicio commam a lado o que
respira, ento o mando, pelo qaal despresaales
aa vossas inclinac5es, cbamar-vos ha esposa
adultera ; vossa familia feichar-vos-ha os bra;os,
e vossa me que ros ama lentamente, a roseo
pae a quem adoraea, toroar-se-hio rossos jaizes
es mais toreros I
Desla vez foi madama Guyot quem abaixou a
cabega, a etla lgica iaexor'avel do tato; Luiza
cutiera muito a conservar toa lucidez. Se neste
instante ella se acbatse s com Luiz, leria fgido
d sua familia ; ama t palavra teria baalado
para abrasar aua imagioaQio, e desenvolver nel-
la esta exiltago sob a iofluencia da qual ai ma-
Iheret commettam aa maiorea filias quando se-
guem as inspiracSesdo homem amado.
Deschamps rendo Laiza abatida, Mr. Gayot
silencioso, e madama Guyot preste a render-se,
cootinuou assim :
Luiza, ea vo-lo juro, sois a tenhora do ros-
so destino. A vos perteoce decidir se sereit fe-
liz ou iofeliz. Nio vot fallo mait de mtm, de-
veis tsber que ros amo, pota qoe vaoho dispu-
tar-vot a votto noivo, to mundo e a rotta fami
lia. Desposando-me s sereia calpada para com
Mr. Lafaille. O mundo fallar disto um raez,
dout talvez, porem depoit etquecer, e retpeilar-
vos-ha quando fordes minhs mulher; quanto a
vosta familia, ella quer o que ros quizerdet, e
nao pode querer outra couta. Bscolhei I esco-
ihei 1 eu vo-lo peco.
Vos tornaet mioha Qlha louca, exclamou
madama Guyot que sustentava Luiza, ide-vos,
senhor, eu vo-lo peco.
Luiza, diste gravemeote Mr; Guyot, eu
sou teu pae, e dlgo-te : Ctta com Mr. Lt-
failla, porem tu, t tenhora de tea destino, como
disse Mr. Descampa, agora escolhei I
Luiza abra os olhos,e depoit de olhar para sea
pae a quem abraooe convulsivamente, vollou-se
para Deschamps, e disse-lhe :
Parti, senhor, ptrti etts noute, oa ama-
nbaa ; ea o quero.
Luiza I disse Deschamps, Luiza!
Eu vo-lo rogo 1
Em quanto Aoatole levara sea amigo, mada-
ma Guyot, ajudada pela velha criada,a,qnam cha-
mara, transportaran) .Luiza para O leit
XVII
Nesta mesms noute urna segede po
zia pela estrada da Picarda a Luiz D
Mr. de Blangy.
Esta resolucio suprems nio fdra to
haver algum debate. Anatole quera
lempo provocar em daello a Mr. Lafaille, qua el-
le coosidersva como o rico obstculo psra a fe-
licidade de aeu amigo, e a air Samuel a quem
tornara reapontavel, como chafe da familia das
acedes de lady Cheerlefs. Esta lgica brutal, eate
desespero do homem tmido affastaodo-se do seu
modo de pensar, assustsram a Luiz Deschamps.
Na necessidade que leve de tornar de Blangy
prudente como um homem bem educado, o meio
mais certo.que Uve para subtrahi-lo as veleida-
des do esesndalo, foi aprestar a partida.
Luiza nio acceittva seu destino com tanta re-
sigoafio. Ella podra conter-se em quanlo Des-
champa esleve a seu lado, quero dizer em quan-
lo lhe restou alguma esperanca ; porm quando
elle sahiu, comprehendea qae a felicidade de to-
da sos vida se (drs com elle, e reroltou-se cootra
a crueldade dos acontecmentos.
Em poucot minutos ella reaamiu teu paitado
ebeio de paciencia, as alternativas de alegra e
soffrimentos, que se seguiram ao sao encontr
com Luiz Deschamps; compsrou a terrirel rea-
lidade que a opprmia, com o sooho que entrevi-
rs, e os ardores de sua uoica paixao mallofra-
dos; degeneraram em delirio.
Acensara seu pae e sai mi. Similbante ai
creencia que reem em toobot aoytmoi sem Cun-
do, esteodia para elles bracos supplicaates, epe*
dia-lhet que a ttlrastem. Depoit o orgulho e a
tenaeldade de ten caractar r
qaatia antea matar-se que te
H Vide torio a. 110.
Ghrellab, ou se quizerde Francisco Klein, hu-
milde criado de V. Exc.
Temoa lampo para tudo : prometi que de-
pon, quando fallar de si, ouvi-lo-hei com resis-
oagio.
Nio assim, replicou Franelseo, sorrlndo;
o lempo pode faltar-nos; e apezar da teguraoca
em que ettou. e da mioha ousadia, nio me sebo
muito i vontade nesta cidade chela de toldados,
que terlam o maior prazer em alirar aobre mim
como sobre um chacal, cato reconhecettem t mi-
nha idenlidade. Se tal couta acooteceise, Sr.*
baroneza, V. Exc sentira sobremodo; porque
com a ultima gottt do meu sangue se escapara
para sempre a esperanza que tem de tornar a ver
sua fllha, pela simples razio de qae s eu Ih'a
posso restituir, e foi para isso qae aqui vim af-
rontando os malores perigos. Porm V. Exc. nio
esl satisfeitavejo-o bem no fogo do seu olhar,
oos tormentos de sua alma expresaos pela palli-
dez do semblante : e en nio posso resistir I Va-
mos, senhora, faca-me as pergunlas que quizer;
aellas responder! francamente: s pego que de-
pois me deixe fallar. Eolio, o qae deseia sa-
ber?
A pobre me hesitou um instante : eram tan-
tas as pergenias que desojara fazerqae no tro-
pel dos seus peosameotos mal sabia escolher
aquello que mais lhe satisflzesse o coracao, e o
seu amor materoal. Finalmente perguntou:
Primeiro qae tudo, quando toroarei a rer
minha Qlha?
lito depende de V. Exc
De mim? mea Deail Msglalena ettar em
Lighoast?
Nao; mat ser-lhe-ha rastitiida, ae, como
espero, chegarmo-nos a entender. Tranquila-
se se, minha senhora, e aproveite-se di mioha
boa vontade em instrui-la nio do futuro, mas
do pretente e do patudo.
O teohor nio foi j prisioneiro de mea ma-
rido?
E' verdade: foi isto ha um toit mezes pai-
tados.
E nio ameaQOu ao Sr. de SeelorI com a cer-
teza de que deipoiarla miohi filha?
Tambsm verdade.
Eolio....
Eoto?.... O homem pe eDeut dispoe....
Este casamento nio teeffeclaou.
Nette ctio i Magdalena eit aioda por catar
netie oais onde ai jovem te cmm da lio tenra
edade ?
t Anda nio catou, mal est par Uto.
Jaiio cea I E com quem ?....
Tritiremoi breve deste aiiampto : a par-
guota de V. Exc. loca a urna ordem de lactoi qna
devo detenvolver mt minhu revsiseos. Sis fi-
los e" pura como 01 aojos; est para catar; po-
,C00du-
hamps e
da sem
o mesmo
lata; ella
_ la ao juppli-
ato. ^ll'll l
Quando recokrau ot santUot, saa ms ajoelha-
da a aout pee, or vi; Mr. Guyot mentado a aua
caJMCtira, penaava, cara a cabega entra as miot.
Laiza choroa por muito lempo, torora-se mu-
lher.
Km quanto Mr. Deschamps fizia os seus pre-
psratvos de viagem, eqaa mandara procurar ca
vatios naposta, a familia Guyot recebia a visita
do feliz Lafaille.
Ette oo comprehendie nads do silencio de sus
ooiva e de mus pses ; em sna alegra nio se
perciba que trazia o luto, no fundo de seu rico
acafele de noivado; nada em tai eootcieoeia o
adverta, qae immolava a aeu egosmo a exiaten-
ia d ora em diante aem descaoco daa tres pea-
tn astentadaa diante delle. S pensara em ti,
na unio que ia contratar, a visto qua nella acha-
ra taa propria aatiataeio. julgava-ae com direito
de coosidersr Luiaa lio feliz quanto elle. Altri -
bata por tanto o modo grare da familia a solem-
nidade da circumatsocia ; e oo entretanto um
pentamenlo commum animara aua noira, e a
aeui piei. Proturaram um meio honrlo pira
expellirem o mut feliz Mr. Lafaille.
Porm tomo 1 Nio fra Mr. Lafaille acolhido
por Luiza e acceito por sua familia ? A tai reco-
nbecida- honaetidade, posico social, a publicida-
de do acto nao Urnavam impotsirel esta rapta-
ra? Estes iofeliset niotireram recurao algum.
Se Luiz Deschampe aeubcsao do que se passa-
va em casa de Mr. Guyol, talvez tivesse demora-
do sua viagem repentina para o dia seguate, tal-
vez tivesse tentado conatranger violentamente o
tea destino.
Um pino commioitorio de iui parte ou da de
air Samuel, que csrtamente nio teria reculado
em por aua cavalleireaca pertinacia aa ordem de
eu amigo, teria talvez esclarecido ot auuilido
Mr. Lafaille, e desenvolvido o drama intimo que
acabamos de cootar ; porm Deschampa que, a
ama a palavra de Laiza ler-ae-hia laocado in-
trpidamente oa lata, Qcra atterrado com ai ul-
timaa palavraa que ella lhe dissera. Ordenando-
irte que partate, Luiza rara-Ihe todae qualqner
esperanza. O homem honrado domioou o aman-
te. Sacrificou sua paixio ao aeu dever.
Dous das depois da sus partida celebra va-se
as egreja de S. Luiz diante de um grande con
cuno de aasitteatei. o calamento de Mr. Lafaille
eom mademoisella Luiza Guyot.
Al peitoai, que daa menores circunstancias
dot casamentes liram progooiticoi, notaram que
a noira eatava paluda, e tioha ot olhot verme-
ihot, qae o eirio della, apagou-te por duat vezet
e quaodo se foi acender pela segunda vez um me-
nino do coro deixou-o cahir, e que mademoisella
Guyot fra a primeira a levaotar-ie ao erangelho
a que finalmente Mr. Lafaille era a nica pes-
soa que pareca alegre.
Sir Samuel e tutt duat Qlhat asiiitirim a ce-
remonia. Quanto a lady Cheerlefs cra em ca-
sa por causa de um peqeoo eocommodo-
A familia Gayot oo moslraram notar a sua au-
sencia.
Ao jantsr que leve lugar no hotel dot Reserva
torios, os convidados ficaram muito admirados
por oo rarem os recem-csssdos. Espalhoa-te
o boato de que Mr. Lafaille imitando os costumes
aristocrsllcos levara tua mulher a sua casa de
campo, para ah cootervar-te durante a la de
mel.
Porm a verdede era que madama Lafaille dei-
tada em aeu leito da donzalls, eslava com um vio-
lento ataque de febre escarlatina.
Notaos leitorea desejario saber, sem duvida, o
destino dos diferentes personagens deste ro-
mance.
Cada um delles obedeceu forzosamente s lgica
dos acootecimeotos. Sua historia pode contar-se
em poucas palavras.
Depois de ver pels segunds vez suas esperan-
zas malogradas, Luiz Deschamps, este bomem de
bem, eotrou na carreira diplomtica. Poi viver,
em urna cidade da America do Sal, onde oceupa
um consulado importante.
Por diversas rezei tem tido convidado psra rol-
lar a Franca, tem-se-lha propotto cassmentoi
ventajosos.
Tudo tam recusado. Entregue inteiramente as
suas lembraocat. morto psra a ambicio, elle es-
pera ; se amanhia Luiza Qcasse viuvt, elle se
apreaaaria a voltar. E' daquelles qae tem pa-
ciencia para eaparar muiloa a'oooa; am dia ou
otro elle voltar ; a vida urna illusio.
Anatole de Blangy depois de ter viajado du-
rante dous anuos, reaes desta vez roltou a
Vertaiiiet, e foi recebi lo carinhoeameote por air
Samuel e lady Cheerlefs, desposou miss Mary, e
goza em paz deaea fortuna. S tem um deagos-
to, o de Luiz Deschamps; vire em continua cor-
respondencia com elle, e s espera um signal,
para ir juolar-se-lhe, se Deschamps fotse Maho-
met, elle seria Abou-Berker, se D. Qjixote, elle
seria Sancho-Pansa.
Se Deschamps for a cabega elle deseja sar ot
bragos.
Mili Kate est tambera casada, e segundo seu
goato.
A espirituosa doozella, hoje ama alegre mi
de familia que passa a vida a fazer aaltar sobre os
joelhos, tras cresngas bellas e rosadas.
Ella t tomou da vida femenina, o nico lado
verdadeiro, a familia.
Quanto a air Samuel prepara aempre com pra-
zer teus grogt americanos, e lady Cheerlefs de-
pois de rer tutt ulhai estadal, renunciou a ma-
nta de fazer catamentoi. Quanlo te falla do ca-
samento de Luiza Guyot, que tanto ruido fez em
Versantes, ella muda logo de coorersagio. Se-
rio remoraos do mal que fez? Ou ser simples-
mete modestia de sua parte? E' o que oo po-
demos saber.
Mr. e madama Guyot morrersm, a desgrana de
saa fllha matou-ot.
Mr. Ltfsille ignora todae aa cireumitantin pe*
lat quaatiernaa-M a marido eLuizI. -
Alguna aewadaoova do tea cwotMt mada-
ma Lafaille conitringidt peloa deveret di poltica
foi f casa de lady Cheerleft.
A tua tranquiltidade pereceo extraordinaria a
lady Cheerleft, que qaiz atender i profundidade
daa chagas que fizra. <
E' um jogo eruat qae agrada aa naturezat mes-
quinhsi a quem a educago nio pode mudar. A
antiga modista informou-sa com um iaterene
exagerado do interior da casa Lafaille.
Veteo marido, cara tenhora, ditse ella,
um homem encantador. Deve fazer-roi bem fe-
liz, nio verdade?
Nao, dine limpletmente Luizs.
Ah replicou lady Cheerlefs, muito sorpren-
dida por esta resposta cathegorict.
Nio, cootinuou Laiza, e oinguem melhor
que va, o deve saber, pota que o meu casamento
obra vossa. Fostea vs qeem o conclua.
Psra ceder a reitairadss instancias de vos-
sa mi, cara senhora.
Bem sei o interesse que vos lerou a iotro-
meiter-vos nieto I
E apezar dat denegagn que lhe eppoz lady
Cheerlafa, cooton-lba aa ultimas tentativas de
Laiz Deschamps. Como sua interlocutor! pro-
curasse dsseulpar-se, ella ioterrompeu brusca-
mente :
Agora, disse ella, j teoho reflectido. Nio
vos quero msl por isto. A aoica culpada fui ea.
Amaldigoei-ros um momelo, duidei 4a affeigo
de mea pae e de mioha me, aborrec o bomam
de quem trago o nome. Porm hoje que minha
desgraga irreparavel, e que paixo alguma me
cega, oo ro# odeio, aem a mea marido.
Como lady Cheerlefs se mostratse admirada,
ella accreiceotou:
Consum toda a minha mocidade em querer
ser feliz, todat as minhat forgai de joven diri-
giam -te para etta idea. No momento em que eu
detetpertva de encontrar o homem a-quem devia
amar, elle me appareceu, e em vez de conservar
urna nova energa para etta felicidade inespera-
da, deixei-me desanimar ao primeiro obstacalo.
Nao foates vt, senhort, quem me impedittet de
casar com Luis Deschamps, foi s minha fraqueza.
Soffri a pena, eu a merece Se tivesse continua-
do a ser o qae ere d'antes, se s oito sanos de pa-
ciencia tirease accrescentado um mez de animo,
todos os rossos esforgos, totas as vossai intrigas
aeriam deitruidit por nono mutuo amor; por-
que Luiz Deschsmpsamava-me, s parliu dapois
de me ler dito. Expiu minha falta de lgica. No
dia em que consent em trtzerdes Mr. Lafaille a
nossa caaa, fui calpada porque davidei de mim.
Se me tivesse conservado soltelra seria hoje ma-
dama Deschampa. Agora rttoa resignada ; meu
marido nanea se aperceber de que o nio amo, e
eu vos esquecerei seohors, disse ella, acentuan-
do nestii palavras, porque quero ter boorida e
boa.
Lady Cheerlefs mordeu os labios, madama La-
faille levantou-ae, e poz fim aa auaa dolorosas
erocaces, deixaodo para nunca mais tornar a ver,
aquella qae fra a causa de toda a sua infelici-
dade.
Luiza Guyot cumprlu o que promelteu.
Amedee Rollan'd.
(Traducgio de Emilia Luna.)
rm nem todos os esposorios se effectaem como
muito bem sibe V. Exc. pela historia de Thereza
de Seelorfe de sea primo Weiter...
Nio pronuncie ette nome deteitavel ni mi-
aba pmsenga, senhor, ioterrompea e baronesa
corando de pejo: nunca eilive pira casar ionio
com o homem que i hoje mea marido.
Ser-me-hi muito diffkil nio fallar do ba-
rio Walter, porque foi elle quem edecou i fllha
de V. Exc, replicou friamenie Francitco. Mas
continu em suas pergunlas; observo-lbe t-
mente que o lempo pasti...
Esse homem, que educo* minha filha, ios-
truiu-a pelo menos oa 'toa aeligiio? Ha quin-
ze aonoi que Walter e eu nio profestamot
mait do que urna religiio de convenci. So-
mos mahometanos n'am paiz onde absoluta-
mente mialerque a gente ae proatre ante o pro-
pbeta. Mademoitella de Seelorf ae echa soffri-
velmenteInstruida oai impoiturtt do Koran:
urna excellente musulmana como Indica o aeu no-
me, porque Slamia qaer dizer : Salva pela reli-
giio.
O' dor 1 murmurou Tbereza.
Adiaote, ditti Ghrellab eom iodifferanji.
De quem Megdalena te julga filha ?
De Sidi-Mansoar e de uma mulher rabe.
Mantoar o aeu primo Walter.
E, perguntou a baroneza eatremecendo, et-
ta auppoita mi anda exilie ?
Nio, senhora ; morrea dando luz taa fi-
lha : tal o botto que Walter fez correr:
Magdalena falla mutas vezet de iui me ?
Qaui sempre. Oh I detctnc : sua filha
ter digna do telo que a trouxe.
Tm ella o etpirito cultivado ?
Creiceu na ignorancia a mait absoluta, co-
mo toda a mulber rabe.
Ao menoa nao moitra teralgama iolelligen-
cia?
Intelligencia tem ella como bondade e pu-
reza.
O Sr. me ditse que ella era multo bella.
De que cor aio os seus cibellot ?
Bem ; j rejo qae etti eigottda a serie dsa
pergunlas principaes, porque V. Exc. entra net-
sss minuciosidades com que se aprsz o coracio
maternal. Chegou portento a minha vez de tal-
lar. Est decidida a ouvlr-me ?
Falle, responden Thereza.
. A pobre mi prestos a principio pouca attencio
is palavras de Ghrellab : jalgara ealat vendo es-
roscar no seu apoatnto o aoje de atas brancaa de
lodos os aeus sonhos ; porqusnto a sua imagina-
gao, deapariando com os eiclsrecimentoi forne
cidot pelo bandido, dart ama forma mait ou me-
noc viivel a om querida vltio, que nio dexa-
ram ot olhoi de tus tima.
Francitco Klein camegou a tus nirragio de
multo longe : pastoa rpidamente pelos tcoote-
cimentot de Seelisberg, e tas complicidade no
crime premeditado por Walter. Todava, ene
homem deteitavel nada poopou a si mesmo quao-
do tioha de fallar dess petaos ; so contrario en
quando mais desenvolva a sus sioceridade, o qae
poderia julgar-se cyoiimo, mas nio passava de
impudencia, como veremos na conclusio que re-
servara ao leu irrazoado.
Thereza mal o ouvia emqoaoto elle tratara de
ai, e de Maoaour; mai todti as vezei que pro-
ouoeiava o nome de Slamia, a infeliz mi arre-
galara grandes olhot qne ptreciam querer pene-
trar no peoiamento do tea interlocutor.
Francitco narroa com perfeita elegancia a ini-
talUcao de Slamia no Kiir-Djerid, e usou das
mais graciosas Qguras e comparagoi para det-
crerer a belleza di reiideacit onde se expandam
ot mtigoi torritoi do aojo da luz. Iospirado pe-
la potica innocencia dos tmidos amores de Bra-
bimfez ribrar todas as cordaa seoeivets da casta
paixio, e sorprenden nos olhos de Tbereza lagri-
mas prestes a escoar ao, qae o flzeram rollar ao
plano de ataque de qae te baria deiritdo no ir-
roubimenlo de tuit detcripcet
Sou um louco, pensou elle fszeodo ama pe-
Sueoa pauss ; desprezo os meus interesses petos
os outros.
E cootinuou logo em roz alta :
En a qae poato chegaram as cousas. Sla-
mia e Brahim sabem, gragas malicia de Wal-
ter, que nio alo irmoa ; maa cada qual ae julga
o nico Instruido nene importante segredo, e da-
qui resulta qae se amem tem meo te sem o de-
clarar um ao outro. Ora, quem ease joren Bra-
him ? O fllho rerdadeiro da Walter : um meni-
no que vivera pouco lempo, um arabeainho dea-
tinado ao desprezo dos Arsbaa, porque nunca te-
r a torga de sustentar ams espingarda.
E' este o partido qae se reserva para made-
moisella de Seelorf, esle o gepro que V. Eze.
ter a aalisfagio de spresentar no mundo drill-
aado. em que saa fllha tem um lugar que lhe
devido pelo seu oascimento, e pelos doos com
que a dotou o creador.*
E pode o Sr. pensar um t momtnto ni pot-
slbilidade de tao monstraoeo projecto formado
pelo mea carrasco ? Suppe por rentara qae
nelle consenllrei ?
Estou certo qae nao ; porem o perigo
im ai i nenie, e dentro de aeia mezes....
Dentro de teit mezes I ioterrompeu There-
za : mat o Sr. promelteu rettitulr-me minha fi-
lha dsqui adas
J diste que lita depende de V. Exc, e da
resolacio qoe tomar.
Al de mim I Esta retolugio acaso nio eal
loado ao mea temblante ?
Se V. Exc. aceitar is mlohtt propoitat....
Gtnsideraces sobre os interesses ca-
thelicosDO Brasil.
Ha quaronta annot, que somos llrret, que oos
pottaimoa, qoe nosgoveroamos, que somos na-
gio ; e quarenta aooos oo aeculo XIX equirs-
lem a quarenta seculos em outras eras I
Nestes quarenta annos temos progredido, te-
mos adoptado aa novas idaa, auxiliado as oovaa
descobsrtas acolhido os novos inventos ; temos
reformsdo e aperfeigoado lado : as scieocias, as
lettras e as artes ; temos comegsdo estradas de
ferro, levantado alguns monumentos, melhorado
a marioha e o exercilo, diffundido um poaco
mais pelo povo a iostruccio primaria, que em
quanto fomos colonia, era imperdoavelmeote
deleixada, e entrelazado oossas relagea com as
nages cmlisadas e grandes; temos cuidado em-
flm do adiaotamento material do paiz, de aeu
brilho exterior, de sen desenvolvimento territo-
rial, somos, e nos reconhecemos como um povo
livre, progressistaci'ilizado.
Mas, nao a neate aagualo circulo, que ae
encerr o destino do homem a das nagoes: ha
outras aspirages, ha outros deveres. Se somos
civilisados, devemoi ter am Deat, a quem ado-
rar, uma religiio, que pertencer, um culto,
que seguir; porque nio ha civilisagio, oode fal-
ta Deus, nio ha libardade, onde nio te respira
religiio, nio ha progresso, onde nio se obser-
van) seas preceilos.
O qae temos pois feito nestes quarenta annos
em favor da religiio e de Deus? Ao meaos nio
temos sacrificado a religiio it mximas cirit, o
sacerdocio poltica, oa temos acabruohado a
egreja, vilipendiado aeut ministros, e retcula-
risado suas orticas ? Temos observado os dic-
ta mas do catholicismo, ou oa d'aqueiles boment
que se dizem bellos espiritas e livres pensado-
res, mat que nio lio, nem bellos, uem pensa-
dores, nem livres, cajo ordiosrio duvidt,
cujo timbre o detprezo das comas sagradas e
divinas ?
Infelizmente, verdado, que temos feito mu
pouoo em favor da religiio e de Deus.
Desvairsdo, o governo do Brasil ae allucioou
pelo reflexo de exterioridades, pelo filio brilhaa-
lismo do ouropel. Esqaecido daa palavras da
verdade. Quia non in solo pane vivil homo, sed
in omni virio Dei (1) s tem cuidado do mate-
rialismo.
Tem-se esforgsdo por formar seas filhos na
etcoli da iodifferenga e do deitprecn, contando,
qoe arredtndo.-ta da relUBo. reeeba-los-hi
amantei da aua patria, mata Stioia
derotadds .qua/do Ma7. ,efl8to ."M
fr** y** *M***&w le liejSTaiho-
d" td altberdade e- de toda a felicidade dutar-
Jode fu poli mii ngaranga no selo da egreja
ou not bracos da descreo? T Em aquella ludo
realidaV.rtatatuo Qcgo, m aquella ia
tem cooicieocit, nesta nio se tem nem coojciec-
cia, nem moral.
as viaa do progreaio material temos caml-
ohado a passs de gigante, mas as do moral s
pisadas de pigmeo.
Pouco importa, que as nagtt arancem as ras
do progresso material, se se rslsrdam por oatro
ledo ; por qae corroem-oaa malea de maior
transcendencia que a pobreza, que e mendicida-
de reguladi, que a ignorancia de aeui magistra-
dos ; se tempestuosamente sio arrojadas e sub-
mergldat no barathro inaoodarel do egosmo, se
s boa f dos cidadios, fructo de|uma conscieocla
si o recta, e que deve ser psra os estados a base
solida, a base nica de sua prosperidsde, deseo-
nhecdi e motejada.
Uma aociedade, degradada a tal ponto, eati em
estado de distolugio, porque fslta-lhe o vinculo,
bue conglutina e fez compacta a uniojentre seai
membroia religiio.
Pouco importa, que os vspores, eruzendo r-
pidamente os marea, nos ponham am fcil com-
municagio com os outros poros, s ellee alo
transportara nem (aeilitamaa ideas religiosas.
Poco importa, que os telegrsphos elctricos
com um impulso transmutara em segundos oossos
pensamentos alravsde mueres do leguas, se da
eovolta oio transmitiera tambera os dictamos da
rehgiao, Oio produzem algum bem ao catholi-v
cismo e a ooiiii simas.
Pouco importa, que o commerclo, iccumulm-
do riquezas e altrahindo grandes interesses pera
um paiz, o faga exteriormente, como que proa-
perar, aa d'eite commercio once a agiotagem, te
d esta accumalagio da riquezas nasce o cootiouo
especular, mesmo com grave detrimeotodealhetoa
interesses, se altas nio produzem a caridade in-
distiocla, aturada, a caridade christia ; ae alias
loroam o homem duro de coragio, lasso de cos-
tumes, vacuo da espirito, e intimamente orgu-
Iboso. Isto nio prosperar dentro dos limites
do justo o do honesto, isto tranalornir a obra
prima de ueus, desnatura-la a anniqoila-la em
tua nobreza e dignidade-
0 verdadeiro progresso de ara povo e ser
sempre ns religiio e na moral, e a eorrupgio do
progresso, e e falla de ciriltagio em preferir oa
beos terrenos ou maleriaes aos moraes, o hume-
no, fluctuante ede poucos das, como sio as ri-
quezas e es prazerea da trra, ao rerdadeiro,
eteroo e divino.
Quando as idss de commercio, de ganho, de
especulagio e de laxo adqairem maior importan-
cia, e tornam-ie aa idaa unlcaa e eepeetaea de am
povo, com evidente prejalzo daa do paraizo e daa
da eternidade doi castigos, esse povo te encontra
borda do mait horrivel precipicio, est prestes
perder-se ; entio a egreja, como mi solicita e
carinhoss, oio pode estar tranquilla sobra teu
porvir, era callar-te sobre asas actoi; oio eat
tranquilla, porque taes ideas sio ideas de morte;
nio cala porque a egreja de Jesos Chrislo, nio
transige com o ricio, seu maior inimigo.
(1) Deuter 8, 3.
Ettou sua discripgio, senhor, ordene o
que quizer.
Oh I nio se spresse : a minha lealdade de
bandjdo prohibe-me hoje qualquer sorprezs ; e
eu nao quero queda sua boecs ssia alguma pro-
messa sem me ter explicado claramente.
Explique-ae pois....
VIII
Senhora, replicou Francisco Klein, os ho-
rneas da miaba natoreza, itto : aqaelles por
quem satans tem feito muito mili do que o bom
Deui, lio especialmente fanteaticos a capricho-
sos : correm com febril ardor alraz de areolaras
capszea de exaltar-Ihes a imaginario : perdem-se
no miu camioho, e nelle se obstiosm guiados
por sua m estrella, at qae am noro capricho oa
desvie para petares veredas. Raras vezes porem
acontece (por felicidade) qae se elles aborregara
do crime e do mal, que fazem, e buiquem entio
por etforgot ioaudiloi voltar ao caminho recto.
Se o cu nao ot tem irrevogavelmente abandona-
do, eaclarece-oi no seu retroceuo, e atsitte-ot a
ponto de elles depararem com alguma bemfazeja
e protectora mi, qae ae eocirrega de tira-lot
do lodo e do crime. Nette cito, senhora, o ca-
pricho, que detvii o perdido do tea mia cami-
nho, ara sppello da Providencia.... e este ap-
pello j aoou aos meus ouvidos ; oo o poseo
com certezs sffirmsr, mat creio qua mim : e
j itto comidero maita couta para um malfeitor
da mioha especie.
A misericordia divina profundamente mys-
teriosa e caritativa: O Sr. se ha de reconciliar
com Deas, porque o sen primeiro arrependimeo-
to lhe aconselhou a reparacio, infelizmente tar-
da de um crime abomioavel.
E' etta a minba eeperanga I Depoit de ter
fgido por um deavario do espirito a esse muodo,
onde poderis sustentar uma poaigio hooroas, de-
pois de me haver eothutiasmado pela vida doa
Nmades, e por iuas aaoguiooleataa aveoturai, e
de haver panado debati deste cu de fogo uma
exiatencia em que tenbo vialo laciadaa todat ai
minhat culpotai ambiges, ri-me de repente ac-
commeltido de aborreciminto, de cntico e de
odio por mioha libardtde deirsgridi, pata tyrao-
ola que exergo, por meutioohot realitadoi, pelot
homem curvadot a meus pea, em lammt, pele
deserto, e suss fastosas tristezas, que me embria-
Sarasa durante quinza annos ; vi-me poisuido do
etejo ardeote infatigavel de rollar 10 estreto
circulo di ride|europee, de iraeolar-me aos Urea
onde com o tacto t coalas tantas vezes cbml o
po da eamola...K'singular, extravagante iaao,
senhora ; maa mim!
Pelo que rejo, tocou-o e grata divina. O
que o tenhor chima am capricho, um detejo in-
fatigavel oio melsfdo qne o ippello mtteri-
cordtoso do aoit difiero Redimptor.
Nao combatamos o progresso material como
nocivo, para o banlr completamente, qaeremot
matar iui autonoma ; queremos, que am oio
obambre o outro : a par de uma bella roa e bel-
los edificios desejamos ver uma bonita egreja ; a
par de uma academia militar ou de medicina de-
sejamos ver ums tambera para o clero ; a par da
escola central, da escola da marin*, detejimoa
ver am seminario regularmente montado e func-
cionando r desejamos, que, para se fazerem estra-
das, nao se derribem os poneos templos, que poa-
saimos; que, para se falsear a rootade do povo,
e representar a comedia mais sensaborona da
pocao voto livrenio ae profanem aa egrejas,
nio se iosulte a religiio, nio se affrontem seut
ministros ; desejamos, que religiio oio teja
ettranha t acgea de nosia vida : porque ella foi
feila para o homem, foi feita para aeompsnha-lo
desde a mocidade to a velhice, desde o bergo t
o' tmulo, deade a trra t o paraizo.
Nem te diga o catholiciimo nio pode entrar
nos mysterios da vida publica do homem, porque
muito severo, nem nos da rida psrticnlsr, porque
muito asctico, nem se coaduna com as novas
ideas, porque irreformavel: o calholicismo, sen-
do de origen) divina, nenhuma de anas leia pode
ser lio severa, lio atcetica, tao Irreformavel, que
seja contraria sis poltica, a recta razioe
juata liberdade do homem.
Elle quem o sustenta, o anima e o conforta ;
quem, depois de te-lo (feito membro da egreja,
oao o dexa entregue a si mesmo, que corrlgir-lhe
oa costumes ameoiaar-lhe o trato, domeslicar-lhs
as piixoes, emfim quem se etforga por muda-lo
interna e externamente, e par itto uta de uma
ene do prioclpiot, que sao os evingelicos, paten-
tei-Ihe um grande numero de melos, que sio so-
bretudo os sscrameotos, emprega precetos e pro-
hibigoes. que sio as leis. e ameaga com penas e
premio, que a sanegio. Formara o bomem nao a
para a vida privada, senio para a da aocieda-
de, psra a da familia ; de torta que, ot eetholi-
cos em la conducta particular lem obrigages
internas e externas: nao podem constituir-so
pois de familia, sinio de um modo determinado,
tilo por meio de um sacramento ; oio podem
rege-la, aenio de cooformidade com aa preicrip-
ges evanlegicaj, emfim nem mesmo na morte,
oem oa aepaltura podem deixar de sabmeller-
se-lhe.
[Continuar-se-ha.)
Auim o er ?
Basta ter-ae orado um s dis de todo o co-
racao pin recoobecer-se a graga por esse tlgaal
manifest.
Tsato melhor! replicou Ghrellab com hu-
mildade. Porm o meio de voltar a Europa, e ir
acabar pacificamente na Saissa asta terrivel,exis-
tencia que hei arrostsdo por toda a parte ?
E' a isso que o impede ? a crdito do Sr.
d'Amitadt, e o meu, o valor do terrigo que nos
rae prestir...
Sim, sei qae tudo isto j slgums couta
com que potio cootar ; maa...
Ah I percebo : o Sr. chefe nette paiz ; ter-
Ihe-ia pinoso roltir pobre pira a tua patria.
Porm, teohor, lembre-se de qae iou me da
Magdaleoa, e serei generosa o mais que poder.
Fixe desde j o prego de taa boa accio : quer me-
lado da minha fortuna ?
Como V. Exc. eit to longe de me perce-
ber I Sou hoje mait rico do que nos venturosos
diai da mioha bella mocidade ; e teoho um dei-
gosto profundo pelas tacas prodigalidades qae
arruinara ot ettoavtdos. A minba ambicio vi-
ver na Allemaoba ou oa Frange como honrado
millionario, nio avaro, e de all merecer a repu-
tago de um bom pae de familia.|
Eolio o que precito pin gozar deua for-
tuna de qae pode dispor, legaodo diz ? Acha en-
baragos em remove-ta para a Europa ?
Tambem nio isto. A maior parte da mi-
oha forluoa etti cOllocidi em differeotet cofres
de banquelroa israelitas de Mirrocoi.
Em summa o qae lhe falta ?
Sra. baroneza, respondeu Froncisco KleJa
om solemoidade, lenho a honra de pedir V.
Exc. a mi de mademoitella Magdaleoa de See-
lorf d' Amatad!.
A mi de miaba fllha para o aenbor I ex-
clamou Thereza ergueodo-ie tremule de horror.
E' etta o roto da Providencia, replicn Fran-
citco aem te alterar ; o ippello do Senhor, a o
nico meio de conduzir ao gremio da egreis ca-
tbolica duas pobres simas, dn qutea orne se per-
de ni ignorancia, e a outra implora esse mitagre-
para escapar ea penis qae no inferno lhe estio
reiervadai.
Nuoea I nunca I comprehendeu bem o ae-
ohor o alcance de aemelbante blatpheaia ?
Engao manifest i replicn Francisco ; e
tecrescentou logo: tomo a padir-lhe, Sra. baro-
neza, que tenha a bondade de sentir te. Sio
anda muitai as cousai qae ron dizer-lhe, e o
lampo nrge : dero a prestir-me o mait pos-
sirel
(C#itfTvr-ii-na).
------------------------------ i--------------------
i
.

I
I

PIRN. TTP. DE M F. DE FARIA FILHO1882^