Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08587

Full Text
-S


AIIO XXXIIIII.
Ptr tres i exea adiai tadei IfOOo
Por tres nay vencidos 6f000
MARIO
.#
SABBADO 10 DE MA10 DE IM2.
i ,
Nr ii9 adiaatad* 19$000
Porta fraieo pira niseripUr
ESCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aletandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Itarqu >s da Silva
J. Jos da 01 veira ; Maraohio, o Sr. Joaquim
Marqau Rodrigues; Para, Justino J. Ramos
Amazooaa, o St. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SL
Atagdas, o Sr. Oaudino Fslcao Mas; Babia.
o Sr. Joa Martina Airea; Rio da ..cairo, o Sr
Joao Paraira Martina.
PERIVAMBICO.
KPHEJIERIDES DO MEZ DB MAIO.
7 Quarto creacaota aoa 43 mioatoa da tajde.
PARTIDAS DOS COR REOS. |
Olio da todos os dias aa 9tf boraa do da.
Iguarass, Goianna, a Parahyba naa secundas
sexlas-feiras. ,.
S. Asilo, Beierros, Bonito. Caruar, Altioho i "6" 8 ho,M e l8 da man.
Garanhune as tergaa-feirae. ,0 Qarto mineante a 1 bora da manbia.
n-^V d'A,h0-. P-">xra>tb. Lmoairo. Brejo. Paa- Las ora aos 41 minutos da manha.
que re. Iogazeira, Flores. Villa-Bella, Boa- Viate*.
r S'^ .E\- DMua.tea-eirae. PREAMA1 DE HOJE.
Cabo, Serinfaaom, Rio Forrooao. Una.Barrelros1-^
Agua Preta, Pimenlelres e Natal quintas feraa.lPrai8,ro B0" e 42 minutos da manha.
KTodo. o. crrelo, partea a.lOhor.ad.m.nha.seg.ndo .1 hora 18 min.lo. d. larde.
PARTIDA DOS TAPO RES COSTEIR0S.
Para o tul ata Atagoas 5 e JO; para o norte
at a Granja 14 a 59 da seda mes.
PARTIDA DOS OMMBIS.
" Ree,fe: do Apipueoi is 61|2, 7, 7 1|1, 8
a.8 112 da m ; de Olinda t 8 da m. a 6 da t.; de
ettnr, 4. C J c\ a ..."
DAS DA SEMANA.
\ %**+ Cooeriao de S. Agosiirrito.
6 Terca S Juio ente-portem latinara.
7 Qaarts. S. Estaoisio b. m. : S. Fla.ro m
PMTE OFFIOAL.
da m. e 8 Ir da t.; para Jaboato a 4 da t.; para
oCaxang a Parcea Si 4 1,2 da t.; para Bcmfica Segunda vara do tlvel: q.art.s
* I bora da tarde.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAIS yq CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas qalataa.
Relagao: lergea sabbados s 10 boraa
Pazenda : quintaa a 10 boras.
Juixo do commercio : segundas ao meto dia.
Dito da orphaos: tarjas a sestea a 10boras.
Primeira vara do eivel: tergae e estas se meto j
..kk a i 5 "u* linaria da praca da Indeoen-
aabbade. il den el a n. 6 e 8. dos propriel.rioeManoellEf.
mi fia Hurla Jr L7ilk. O""*"
9 ?el,tt?'SArPP"l?-e?: M'i"'AwlSkft:
, Sexia. S Gregorio Nezienzeno b.:S.C.i-{..,
) Bastado. ^^m^Zt^SlSt*
Domwgo. O Patrocinio de S. Joa.
ASS1GNA-SE
til
roa de Faria & Filbo.
60YEBK0 DA PROVIRCl.
Expediente alo dia 7 de malo de
Offlcio ao Exm. preaideote da provincia daa
Alagoaa.Pano ia maos de V. Exc. por copia,
para os los convenientea, o incluso termo da en-
caxotemaoto dos objectoa queaeguitam no vapor
Pernnunga, cora destino ao deposio de artigo*
bellicos dessa provincia.
Dito ao com mandante das armai.Com a in-
formado jante por copia, minstrala palo Ins-
pector da thesouraria de (ateods, en data de hon-
tem e aob o. 385, reapoodo o offlcic que V. Exc.
me dirigi em 3 do eorrenw, o. 88$, comrauoi-
cando haver o alferea comraandantt do destaca-
mento da cidade da Victoria, declarado nao ter a
respectiva collectoris dinbeiro psra pagamento
doa venciraentos do mesmo destacamento.
Dito ao inapector da thesouraria le fazende.
Tomando em considerarlo o qae V. S. expoz em
seu offlcio de 5 do correte, aob o. JI79. o autori-
so a diaoeoder, sob minhi rasponsibilidade, noa
termo do srt. 5 t do decreto o. 2 884 do !
de fevereiro ultimo, mais 10:000, cim soccorros
aos indigentes sc:ommeltidos do cb llera moibus
casta provincia.
Dito ao mesmo.Certo do contt lo do offlcio
de 23da abril ultimo, aob o. 342, com que V. S.
remetteu eopta da representado feta pelo cou-
talor dessa thesouraria, acerca do progresaivo
augmento do gaz con sumido com a illumioscao
diaria do quartel do 10' batalhio da iofantaria,
tenho a dizer em resposta, que ess augmento
devido a causa indicada pelo commandante do
mesmo batalhio na ioformacao junta por copia,
a qual ceaaar logo que fijue extincla a epidemia
reinante, e seja removida a enfermara all esta-
bleoida provisoriamente para o trutamento das
pravas de primeire linha.
Dito ao mesmo.Autoriso V.S., nos termos
desua inforroa^io de hootem, aob n. 387. dada
com referencia a da cootadoria dessi thesouraria,
escripia as costas do offlcio qae de-olvo do bri'
gadetroMaooel Maniz Tavares, a ciandar pagar
o vencimentos que compelem ao alteres do 8o
batalbao de infantarta Manoel da Cuta da Alfon-
aeca, que tendo deixado a coxmisso em que se
acbava (ora eacolhido pelo mesmo brigadeiro para
faaer parte do aau eatado-maiur, poi ter sido no-
meado commaodaote das armas.Communicou-
se ao mesmo brigadeiro.
Dito ao iospector da thesouraria provincial
*m vista do competente certificado, mande V. S.
pagar a qaanlia de 7:633J333, em qie importa a
primeira prestado a que tem dire^o o arrema-
tante da obra da eoberta dogyranasij provincial,
Jos Augusto de Araejo, por bsver futo, de con-
formidadecam o respectivo or^ameoio, um terco
daquella obra, segundo consta de offlcio do direc-
tor da reparticao das obras publicis datado de
hontem, sob o. 99.
Dito ao capitao do porto.Em vista da aua in-
tormacao de hootem, sob o. 55, dada acerca do
requerimanto do recrula Joaquim Cavalcanti do
Reg Barros, lenho a dizer-lhe que achando-se
lie aioda em tralamento na enferciaria de ma-
rinha. ahi deve ser inspeccionado gara se poder
altenderao que elle requereu.
Dito ao inspector do arsenal de m irinha.Sir-
va-ae V. S. de (dr a disposi^ao do brigadeiro
commindante das armas, para aeren empregados
no hospital militar, oode os seus trricos sao por
em quanto indispensavels qualro atcanos livres
do desasis que estao destinados a :ooduzir em
padiolas os enfermos para o hosp tal a cargo
desse arsenal, segundo consta da seu offlcio de 16
de Janeiro ultimo.Commuoicou-se ao romman-
daote das armas.
Dito ao director do arsenal de guerra.Re-
commendo i V. S. que fa$a Irn:portar seu
destino a ambulancia pedida pelo diector da co-
lonia militar de Pintenleira, e que te acha reco-
Ihida a eese arsensl por ordem do brigadeiro
commandante daa armaa, seguDdo declarou-me
este em offlcio da bontem, sob o. 9( 8.Commu-
nicou-se ao commandante das arma i.
Dito ao director das obras miliiar>s.Approvo
o ajuste que fez V. S. com Rufino Manoel da
Grez Cousseiro, como parlicipou-m em seu offl-
cio D.7S do 1. do corrente, para secutar pela
quantia de 184f900 rs. o concert da priso de
um alienado existente no hospital n ilitar.Com-
manicoa-se ao inapector da Ihesouraria de fa-
zenda.
Dito ao mesmo.Compre qae V. S. organise e
me remella com a maior brevidade Jm ornamen-
to da deapesa a fazer-se com os coocerlos neces-
aanss no quartel do quarto batalhao de artilharia
iDdicaoo no offlcio iocluso do brigade iro comman-
dante daa armaa, qae me aera oevclvido. -
Dito ao gerente da Companhia Pemambacana.
O Bxm. Sr. preaideote da provincia do Cear
em offlcio de 2 de correte, agrad'cendo o ge-
neroso e gratuito oflerecimento qae Vmc. fez,
pondo disposicao desta presidencii o vapor Ca-
maraqxbe aflm de conduzir medico i e soccorros
para aquella provincia, onde acaba ie desenvol-
rer-se o cholera-morbus, commun a que ser
saga logo que f6r aprsenlaU a conta da despe-
za doearvo qae consumi o referid vapor nea-
sa viagem.uoica condi(o que Vmc.impoz.
mii ABU d?ai'il0 1 Brejo.-Respondo ao
offldo de Vmc. de 16 da abril prosino Ando, di-
zeodo-lhe que nesta mesma data i com offlcio
desta presidencia loe foi remetiida orna ambu-
Isucia de me licamentos com ioslruccoes para
e tralamento d is desvalidos do tero. > do Brejo. e
espero que Va. Wnlioue a emprear seus es-
orgos para o prompto soccorrodm mesmos
Commu tu-se ao juiz municipal isquelle ter
mo e recoi ndou ae que emende ido re com o
mesmo iraito o auxilie do empeoho de
bem soccorre desvalidos.
diwlo do Bonn.. -Coogratu-
lando-me com i noticia que Vm. d era seu
offlcio dt' orreole, de adiarse quasi ex-
tincta nesaa- i de Ctrunr e i;-sssar benig-
uameote a Bjnlto a epiloraia do cho-
lera-mol li deliberagii) que tomou
Vmc. de tf lervigos do ciiurgio Fran-
cisco Htrciaa 0o Lima.
Resta-as*i os medie amentos so-
l'cit.doa pe ptavo B.IJum.. de lloura
Cansar, as afcj do dia 3 deste mez.
bato Pao '..lho.-loi9i-
ll^fl* '? asP" immedia-
Qoea tem d htoravelni -ntH desde o
eliiLan. f- H* Vmc- onaidera ia
S* i1he em esposta que
Cd0J?.0Ji\?A0 ?0r V"5- <"1niara o aervico
o!M ,"" ** accommeltidoa, da
ra. ,\ rei0i,oU "sss cidade.Pica as.im
respondido o seu offlcio de 30 de abril ultimo.
Dilo cmara muoictpsl do Recife.-Commu-
mco cmara municipal do Recife em resposta
ao seu offlcio de 5 do correle aob n. 49 que em
virtude do art. 2" do decreto de 25 de outubro de
istsz transmuto nesla data assembls provin-
cial para tomar em considerado o artigo de pos-
turas que acompanhou o citado offlcio.Fez-se a
remesas de qae se treta.
Porlaria.-O preaideote da provincia, alteo-
deudo ao que requereu Antonio de S Leitao
propnetario do hiate naeiooal Sa a
qual mettre Henrique Jos Vieira "da Silva,
resolve conced^r-lhe licenca para mandar o
referido h-ate ao preaidio de Fernando, ficanlo
porem obngado a transportar nessa occasio
sendo prectao mediante pagamento os emprega-
dos. pragas, senleoclados
No dislricto do Poco da Panolis, nicamente
loi preao e ae acha recolhido casa de detencao
a orden daquelle subdelgalo, o pardo Poncieno,
Jos de Souza. por ter ferido o pardo Antonio
Rodrigues Colho, pelo que se tem de instaurar
o competente processo, tendo-se feito a veatoria
no ferido.
N' districto da Varzea, alm de se sehsr reco-
ihtio casa de detenQio. ordem do respectivo
aubdelegado, Jos Bureto de SanfAona Jnior.
Por ter deflorado Maris do Rosario, fol remetti-
do a chefatara de polica o auto de corpo de
delicio feito na pessoa de Joa Aotooio Lyra em
coosequencia do ferimenlo que Ihe foi feito pelo
Fioalmeiite a deleeacia de polica do 1* dis-
tricto do termo do Recife, trsbslhou na semana
anterior, nos processos instaurados contrs Juvlno
Machado Csrneiro Rios, pelo crime de estelliona-
o me.mVpVe-.idlofbVm'comVVaa0' &!**!*! "-"
consentir qu* para all ae tranaporlem nomesmo
mate sem permisso du governo gneros e
quaesqaer oulros objectos pertencentes a parti-
culares e nao pudendo eflectuar o desembarque
do csrregamento. que levar o navio sem que por
parte do commandante do presidio se proceda a
exame para vericar-se se h. agurdente ou outra
quslquer bbida eapiriluoaa.
Dita.-O preaideote da provincia, altandendo
ao que requereu Henrique Jos Vieira da Silva,
mestre do hiate nacional Sergipano, resolve
C,fnC!er"^e liceo* P,ra 00der embarcar no
reterido hiate os gneros constantes da relacao
junta assigosda pelo sesretarip do governo, nao
podeodo porm efTeetuar o desembarque dos
ditos gneros sem que por parte do commandan-
te do mesmo presidio se proceda a exame para
verilicar-se se ha agurdente ou outra qualauer
bebida espirituosa, e sendo alm d'isto obligado
a aproieotar ao predito commandante a factura
de taes gneros attestada quanto aos presos pelo
presidente dos correctores geraes.
Expediente 1o secretario do
nm aroverno.
onicio ao inspector da thesouraria de fazeo-
dclTrar l v Z'*1*** ? P.WU mana
uecisrar a v. S. psra seu conhecimeoto e'diree-
ao que o brigadeiro coramaadaote das armes
participou em offlcio de hootem aob o. 910 que
P0*"**0 correla despedio se do lugar de
se vente do hospiial militar o paissno Ssbioo Joao
Uimaco da Cruz, e que en, substituicao admit-
i-se em o oessa qualidade o paisano Aalonio
Joaquim.
Dito ao Io secretario da assembla legislativa
provincial.-Os ordem de S. Exc. o Sr. presidan-
te da proviocia transmiti V. S. para aerem
preseoUa a assembla legislativa eroviociel a.
mformagoea solicitadas em seu offlcio de 2 do
corrente relativamente as bragas de estrada feilaa
peto angenheiro Mamede que ae acbam dellaili-
X^Jr* "M q'">r a" "v** do norte quer
L k pi" ""*lh. bem assim quanto
tem recebido o mesmo engenheiro dos cofres
provmciaes em pagamsoto da mesma estrada.
Despachos do dia 7 de mato.
Requerimento.
Pinto da Molla. Informe
do municipio de
de Avellar.
Pires.Passe do que
do ,
Mica.
pu-
me Vmc. para ser pag, conta da le
Teoente Antonio
o Sr. commandaoie-superior
Olinda e Iguaras>.
Bacharel Joaquim Theotonio
Passe.
Bacharel Luiz Antonio
constar.
jarla Joaquina de Mello Silva.Satisface a
EBKfS'aS*"* da 'ne0""f'a provincial
constante da informaco junta por copia.
Coronel Trejano Cezsr Bulamarque.Informe
o br. Dr. promotor publico desta capital.
Vicente Ferreira de Hattos.-CertiQqae.
Reparticao da polica.
HA63,C1,7 P."cia do 1 distrkto do termo
do Recife. 7 de maio de 186.
i.ri.lvT' snrDdo cumpnmento a por-
de suhmi.E"; Qrm-d" 2 do arrele, tenho
crime. i 7 f COD9,iJ5ao de V. Exc todoc os
ant?rie Ch?" ?ohel" occorridoa na semana
uSFUi ",ldlil5o Oos subdelegados de po-
expft lo, Ju'<'Sao: islo posto, pa.a.rei a
e-fLS^ de Si0 Jo8- al4n> < exUlirem
por concluir os proeessos. contra Emigdio Haooel
f'l'H0^0' ler *'i0 um fseada em Rogario
x.ndre Viaill,a' c?c,fa Porlaguea Joto Ale-
f,r,J J ieit*' Cas,d0' Por Cfim de estellion.to,
ZnJTeS0.' ereco|htdos a casa de detencao
S! iVJfffV"0 8ubdele*<'> Alexandrina M.ria
da Conceicio. parda, fateira, Manoel Francisco
Nbs! !', "DC2 aohador, Luiz Antonio do
S Prd0' ">">'. Bernardino Gon-
nt>*wL2. S,BV.ort"ue- nbador. e Anto-
aor h nn d' S ,Ta< pard0' S, todo,
por briga: o preto Antonio
aullado a um soldado
escravo, por ter io-
do 9
testemunha
por
por em-
Unacio Antonio Borgea pelo crime de injurias ,
contra o machioista da estrada de ferro James
tlarveysoo, alm de grande numero de interro-
gatorios, inclusive a aulopaia feita no cadver da
prets Joanna, escrava de Jos Ignacio Pereira da
Rocha ; alm d'isso recolheu casa de detencao
a $ pardo, Manoel da Rocha Nunes, Francisco Soa-
res de Brilo, cabras, e Policsrpo Jase da Con
ceicao, pardo, para recrutas. Mara Franciaca da
Concei$ao. por briga e desobediencia, Francisco
Duarle Pereira, branco, para averigueedes em
crime de rnubo e bem assim Leonards de tal
Antonio Jos Ferreira para
crime de morle.
Deixo apenas de tratar do diatrieto da Boi-vists
e do 2o districto dos Affogados. por nio me terem
remettido as partea aemaoaea os
subdelegados a despeito das
que Ibes Uz.
Deua guarde V. Exclllm. e Rxm. Sr. Dr.
Jos Aotonlo Vax de Crvalhses, muito digno
chele de policis ds provincia. O delegado sup-
plente, Jos Antonio Correa da Silva.
e
em
respectivos
reccommendscoes
INTERIOR.
-. da companhia urbana; Jo-
s Francisco de Ltma.eSeverino Barros da Silva,
pardo, sem profissao, por briga. Francisco Anto-
nio dos Sanios, pardo, pescador, por embriaguez,
e bem aaaim Bernardina Mara de Jeaus e Sil vina
Mana de Jeaus, pardas costureiras, por embria-
guez e insultos.
No dislricto de Santo Aotonio, alm dos ioter-
rogatorios feitos aos roa. Firmloo Antonio de
i .ei\,e"Bdre Gome" d" W*b aoldados
Dataiho de tofiotaria do exercito, e das
lunhas inquiridas para o processo qae se
ia!!V-StUrou ui pre recolhidos casa de
2. ? do respectivo subdelegado,
harfi^0100'0 d* Rocha' P*rd. ehapaleiro a
i. *od0/ de"rne- PeU iofracco do art. 18 do
di'izQ PJ'tl,r" ncipaea de 30 dejnoho
de 1849, seodo posto em liberdade depois de in-
terrogado, por ser possivel dafender-se sollo,
nao revelando deacoofiaoca.
ttSSff^M* d0 Reci*apena'foraai PrM0S
subdeii0.'/ C'Aa da dele"Co ordem daquelle
farcefrn ; fD"goada Jeaua Ferreira pardo,
Camj o. f9rioJ"D'08. Antonio, pardo, e Joao
fecru *J Hollad. Pdo. slf.i.le. para
Joanuim q pd8Mr disposiao de V. Exc.;
senhor%K!?*.5f,a' >W e seu'
H.Kffj Jos Patricio. Beoto. preto. ea-
iniri.'"^' fiE ,l6a d0 P"asao de
injurias verbaes instaurado contra Basilio Alva-
'L I" i Ul'J!Di't V"ii0 pela 1" dada por
Joao Luiz da Silva M.rtins; fa.m recolhidos
I"s i delengao, presos ordem do respectivo
subdelegado, o preto Goncalo, escravo que diz
ser de Joaquim Manoel da Silva Jnior, senhor
do eogenho Caxoeirinhe, na villa da Estada
andar fgido, assim como Jos Glarim
brtaguex.
[districto dos Affogados, pelo que diz o
Uvo subdelegado, o uoito faci policial
do, foi a remeses do retrata Raymundo
ttVi'Anaa, para i sacra tan a de po- a e
a disposicao de V. Ese. de
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
PABA'.
Belvm, S8 de abril de 1862.
Aqai apparecea eala madrugada o vapor Apa
Com a demora de cinco dias.
A demora, por cario, causoa nests praca arios
recelos e desguato, j pela poasibilidade de dea-
arranjo no vapor, j porque siguas novelistas
Kouraram grandea acootecimentoa l pelo sol,
ja analmente, pela incerteza daa vtagens dos pa-
quetes da analfsdada companhia braaileira.
Com islo nao Ihe don noticia de pura invencio
mioba ; a deaconaaoca, porm, eslava teda em
deaiavor da companhia, porque em referencia
pooualidade, os vaporea andam sempre von-
ta 1e de quem mais quer e mais pode. Hoja, por
exsmplo, que ha urna grande accumulacao de
correspondencia no commercio para o aul e psra
a Europa, apenas se demora doze horas de sol o
vapor, tendo o crrelo entregue aa cartas as nove
da manha, e fechando a mala com porte simples
es oito horas da noli*, e com duplo s ooze I
t preciso, cada nm, ler urna machina deva por
para adiantar o aervigo de escripia, e principal-
mente em urna occasio destasque se accumula-
ram noticias do sul da Europa, eda America.
Deixemos os vapores, porque por mais recla-
mos que o publico fara, malhar em ferro
rio I
Esta provincia vai por em quanto em per feita
paz, assim como a Providencia nos tea preser-
vado do maldito judeu errante, que vai sacrifi-
cando existencias oessa provincia.
De_ poltica nada ha de notavel, a nao ser a
eleicao de deputados provinciaes, cujo resultado
foi totalmente a favor do partido conservador.
Nao sou dos que applaude a ezcluso do o-em-
bros opposiciomstas nss assemblas deliberantes ;
enlendo antes que dss discassoes sriss e Ilus-
tradas dos patudos polticos, que nssee o trium-
pho das grandea ideas e o equilibrio do governo
representativo.
Urna cmara de nma s eicao, mais dia menos
da se divide, e em regrageral, em conaequencia
do choque de ioteresses e de susceptibilidades
todividuaes.
Fago votos para qae este acontecimenlo se nio
oe na actual representado provincial; estou per-
suadido que os membros do partido conservador
eleitoa pela provincia, faro o sacrificio das
questoes de mteresses particulares em favor dos
principios, que caracterisam as grandes ideas da
poltica conservadora.
A presidencia e em geral autoridades da pro-
vincia, marchsm sem opposicao; por em quanto
or. urueque tem-ae conservado, no meio das
exigencias partidarias.
A poca tamben) da calma, porque na verda-
m o que iocita os espiritos, e nove as ambicoes.
sao as cabalas eleitoraes as eleigoes primarias ;
passads essa poca ludo volve iraoqnillidade e
ao Irsbalho.
Hoje todae as vistss dos homens de bom senso.
te e qeetro leguss e ceres de quatrocentss bra-
?" P'Vowe a malta mais rtea que lenho explo-
t k*T,,par"cia um Perfe" Pl1"" com deze-
sete nberros permanentes e neo caudalosos, pas-
asndo o tragado por entre trinta eseis sldelasdos
rerozes gavides, e pelas ponas desses lio eims-
dos campos dos fredes, em verdade dignos do
empenho, ha tantos snnos mostrado de serem co-
ohecidos.
a Esto portsnto aalisfeitos os dselos hs mais
de quarenta annos nutridos ; o Capim est unido
" i 5i TherM8 do Tocintins por ama escolenle
estrada e os campos dos fradea estao descobertos
audacia fortuna juvat. .
A estrada a partir do Capim a este lazar nao
tem Leceasidede de nada mais para por ella via-
jar-secommodamente, nao exige ama ponte,nm
atierro, um desmoronamento de ribaaceira, etc.
*. ,e 8C*o no tragado por urna malta dea-
conhecida, nio appsrecer-me nem se qner um ga-
vo e a circomstanria de nao ter am easo a la-
mentar,auelentam cada vez mais a idea que me
oceupa de que Deua conduzio-me pela m&o, tan-
to a bem do digno povo Paraense em relago
necesstdade qae soffre de cerne, como a bem dos
azendeiros dss comarcas da Chapada e Carolina
em relagao aos ncommodos inauditos, qae hs
longos annoa padecem. transportando os gados s
feras de Caxias. da Tapicui e Miarm.
Os pastos para as boiadas, ortncipalmente na
iinba o aqu a encontrar a do Capim superabun-
dara, porque alm desses grandes campos dos
irades que fleam jnolos estrada, sao aa rogas
vethas ou capoeiras outras tantas campinaa.
a Em alguna lugares a estrada urna patallela
com a margen do Tocanlin, da qnai dista tao
pouco que o viandante caminhar gozando desua
vista ptttoresca.
Nesaes lugares sbri poitos em numero de doze
na margara do rio, cujoa porlos sao risonhos lu-
gares com proporcoes para vaotaiosos eslabeleci-
mentoa.
As noticias de que'os gavioes me ereteodism
atacar, conforme ti*e a hoora de communicar a
V. Exc. em meu offlcio de 8 de dexambro do anno
prximo passado, tomavam mais corpo de dia em
da em sentido cada vez mais aterrador: algum
esmorecimento eonheci em meus constantes e
obedientescompanheiroa, e ento tanto para ani-
ma-los, como para nao dar um passo leviano,
cujas con.equenciae aeriam fuoestaa. era conse-
jo com Fr. Manoel e capitao Cooslsnrio Diss
Marlins, resoltemos augmentar o numero de h-
meos com alguns paisanos e soldados 'do desta-
camento de S. Joao de Areguays.
Itlo feito part, nao no da 12 de deiembro
do anno findo, como tire a bonra de communiear
a V. Exc, un meu predito offlcio de 8 do referi-
do mez e auno, e aim no dia 18 de Janeiro do cor-
rente.
Como Ihe disse a empresa faz maia ou menos
parle da companhia do Aroaiooas, pois que me
asaeveraram ser o chefe deste negocio o baro de
Mau.
Por isto v a influencia o o- prestigio que tem
esta companhia no Para, e os sueros que neces-
sariaraente anfere.
EmQm braviments lereraos a rllumioago gaz.
pois os trabalhos vo ser posto em eiecugo.
Entre as oovtdades especiaea da provincia,
avulta a conQrmago de urna noticia, ha dias dada'
por um dos jornaes desla cidade de que o dito
Sr. Manoel Antonio Pimenta Bueno, assim como
o Sr. Dr. Camillo Jos do Valle Cuimaree, foram
agraciados pelo re de Portugal D. Luiz, com o
fdro de mogos Qdalgos com exercieio na sus real
casa.
Esla noticia tem sorpreheodido a muita gente:
porque apezar de muitos e valiosos servigos que
Porluguezes e Brssileiros tem feito a favor daa
cansas fortaguezaa nesli provincia, rarissirns
lem sida a graga que ha vindo de Portugal para
o Para I
Convem, porm, que o governo portugaez nio
esquega oulros caracteres dislinctos das duas na-
cionalidades, que nunca negaram o coocurso das
suas luzes, dos seus servigos e dos seus meios
bem dos portugueses e de Portugal.
Corre como certa igualmente a noticia de echar-
se escoHiido senador pelo Cear o Sr. Dr. Miguel
Fernandea Vieira, digno juiz de diretlo daaegun
da vara crime desta capital.
Esta escolha tem aido muito applaudida por
todas as pessoas que coohecem o Dr. Vieira ;
porque nesta provincia qur como particular,
qur como magistrado, tem sabido angariar as
atl-ices de todas pelas suss maoeiras e pela sua
rectidio de juiz inlelligente e circamspecto.
Hoje segu para a corle o Or. Ambrosio Leitio
da Cunta, a tomar assento oa assembla geral,
como deputsdo por esta provioeia.
Pelo Paran noliciei que no mearao aegaia com
licenga para essa o Dr. chefe de polica Olyntho
Jos Mera, atlm de ir visitar a sua provincia, a
Parahiba. S*m duvida o Dr. chefe de polica es-
lava para seguir viagem ; mas resolveu por em-
quanto demorar-se por aqu, em coosequencia de
noticias particulares. Hoje nio segae igualmente
e nao ss sabe quanlo o far com certeza.
Sobre negocios commerciaes as quebras tem
ltimamente parausado; maa o commercio an-
da vive em desanimo pelos abalos soffridos e por
desconQangas futuraae por iooeiteza de que me-
Ihore as relagea para a America do Norte, em
conaequencia da guerra-civil.
Emum oa negocioa, apezar do progresio da
provincia, dos roelhoramentos e emprezss que se
inciam, caminhs com lentilo e mais ou menos
desconfiado ; provavel que este estado nao ser
urna casa que pretende elreleveoler.A' com mis-
ao de orcamento provincial
fJu!r2 de Tnom,z d Costa Lima Cenlasria, pro-
d. nJil f"1" d0 ""**' doe orpbboa de blin-
da, pedindo apoaeotadoria. vial ontar maia d
sao
vinci
para o melboramento e prosperidsde da pro-
A im prensa maisou menos val ajudando aopi-
Ia? 8_9D,sU da provincia, e todos em geral cora-
da o
abata
#'
Trece
geral
em que a alterago da ordem publica
todos mais ou
equsnclas. E'
scarrela graves desgrsgss ao pai
menos veem a soffrer em snas
por isso que qnaodo aqui appTfece a realidade
ae urna grande idea, todos a applaudem com ex-
trema alegra.
i..V'im *caba desucceder com s abertura da es-
iraaa que communica esta provincia com a de
5 "?.i-I-"?-,-pon_d.e,n "nfaeto, em pouco mais
ge.
A muito louvavel aldea de V. Exc, consig-
da em seu respeUsvel offlcio de 4 de Janeiro
ale snc
lago em
navios da Europa e Norte
Americanos, e pelas alterigoea martimas ver os
que se acbam oeste porto.
l.T?fJ!,<,dt? e,p,C .a,eo,i. en'r d-radouro porque o mal maior est pMad.
*&fc. 1 dU m qu* parl1 ni f*btic"f-! Tero havido falta de
nona e esperar os paisanos mandados avisar.
a Os aervieba prestados petos mencionados Fr.
Manoel a canNio Constancio sao dignos de toda
a cqosideregaV a ellea posso dizer que deo a
conclasio dafatrada ; estes dous dislinctos Bra-
sileros como quo i porfa ae moatrsram iocaoss-
veis em auxillar-me.
O capitao Constancio assim se porta desde
que pela primeira vez a fome e a oudez levou-
me colonia que com tanto proveito publico di-
c Nio fo;em menos importantes os servigos qae
tambera prpstou-me osublelegado desto lugar
1 neo ton io Goo^alves Neves.
Aqui vim achar oa creadores mais fortes do
lugar, com quem estou a cada momento em cora-
municagio, todos moslrsm-ae muito satisfeilos
com a conclusu da estrada, e alguns dentro alies
voltam a man h ia para suas fazeodaa a se prepa-
rarem para com suas boiadas seguirem para o
aspira, o que me duea fazer at o dia 15 do mez
vindouro, e pelo que conviria que at o Cm do
reiendo mez houvessem barcos de transporte no
mesmo Capim oo lugar da aldeia dos Turys que
lenho destiasdo psra porto de embarque, e coo-
vm notar que o gado nunca ser menos de 400
cabegas
Navios descarga.
Barca fraoceza Dio Grande.
Escuna iogleza Citpid.
Barca porlugueza Amazona.
Hiate americano Fteetwood.
Navio carga.
Barca fraoceza Tocanlins, segu psra Nabtes
no dia 3 do mez de maio.
PERNAMBUCD
deste anno, relativamente Vm nudeo"^ popu-
irn am um. _^^._ ."'_
urna parle da eairada que aeja provei-
oso aos viandantes s acbo difficuldade em dar-
me execu.Uo com indgenas, porque alm de
preguigosos e inconstantes, um impossivel des-
loes los donde nasceram para Arma los em um
outro lugar; mu fsc, porm, me ser estabe-
lecer esse nucleu de populagSo se V. Exc. se dig-
nar aatonssr-me o stabelece-lo com christaos,
pois os tenho experimentado no trabalho e promp-
tos seguirem o que Ibes eti determinar.
no ais I" do mez que vem pretendo daqui
partir com Fr. Manoel. e do porto de S. Fran-
cisco em frente de S. Joio d'Araguava seguire-
mos pela linha do Cipim at o lugar que tenho
marcado para delle partir o raio qae tem de pdr
a estrada em commuoicagao com o Muj, cujo
raio vou abrir apenas chegar ao Capim, tendo
assim a honra decumprir o ordenado por V. Exc.
em seu j citado a muito respeilavel offlcio de 4
de Janeiro.
0 lugar que tenho destinado para feira ou
embarque no Muj, como o mais proprio para
o um que se deseja, tanto em relagao facilidade
do embarque e curta distancia a essa capital pelo
rio, como porque tambera o pooto mais pro-
prio tanto geographica como astronmicamente
fallando do Capim para levar o raio.
mfJZSifSSr9 f..V* E"-Sania Thereza, 29 de
margo de 1862.-Iilm. e Exm. Sr. Francisco Car-
los de Araujo Brusque. digoiisimo presidente ds
provincia do Para -A/onoc/ Jos Pereira Tavares
dt.Mello e Albuquerque.
Outro fseto muito applaudido, especialmente
pelo commercio, a creagio de urna nova linha
de vapores, para Chaves Macap, tocando em
Breves, Soure, Muani
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
C0NCLU50 DA SESSAO DE 7 DE MAIO
DE 1862.
ORDEM DO DIA.
Tercera discusso do projecto o. 9 deste anno,
que alterara diversas disposicoes do regiment ds
assembla provincial.
t' approvado sem debate.
Segunda discusso do projecto ?. 3, que restau-
ra a freguezis de Cruaogj.
0 Sr. Arsujo Barros : (Daremos em outro nu-
mero.)
Vai mesa e apoia se o seguinte requeri-
mento :
Requeiro que a representarlo da cmara man-
Outra de Thomaz da Coala Lima Cenlasria, pro-
?sor de msica do collegr doa orpbos de Olin-
. pedmdo apoaentadorla. visto contar maia d
?no. de servtgo A' commi.slo de legisla-
Erlido e approvado o segnint requerimento :
Kequeiro, que pe|oa canse competentes se
Pe9,nJ sseguinlesnformacdesT
m -t J-'bMoreiro do patrimonio das or
phaaa \j prestou as suaa conlas.
V No caso affirmativo. se ouv saldo em favor
dosi orpbaos. em quanto monis, e se j foi reco-
Inid. ao- respectivo cofre.
.' 0 CJ8? !*,,,*>. tem .He deixsdo de cumprir com essa obriga-
P-rnS^k*. "MJrM* legiilativ. provincial da
Pernambueo 8 de maio de 186*.Pereira de Lis-
ORDEM DO DIA.
n. 40, de 1864, adiado da sessao de hootem.
(Consnuar-se-Ao.j
Dibcurso o Sr. Dr. Buarqae ie Haced
na sessao de 1 de correte.
O Sr. B arque : Sr. presidente, antes de en-
trar na discusso do projecto que offerecido
considerago da casa, eu daaejaria ser informado
acerca dos eatylos seguidos sobre doas pontos
aiuda duvidosos : primolro. se ests assembla
se julga legalmente constituida na forma do ait.
15 do acto addicional, ialo ae ella entende qua
os dous lergos de qua trata o citado artigo ae re-
ferem simplesroente aos seua membros pre-
sentes. r
Existindo d ivergeocias a reapeito desta materia,
havendo mesmo cousultas em contrario do con-
seiho de estado, psra desejar que nao encele-
mos o debate do projecto que nos foi submettido
sera que estejamos informados dos estylos da casa
acerca da duvida que proponho.
O Sr. Suuza Rea : Tem vinle membros, logo
tem dous tergos.
O Sr. Buarque Dona tergos dos membros
da|asserabla, ou dous tergos dos membros pre-
sentes sau questoes diversas.
(Crutsmse apartes).
OSr. Buarque : Passo a asseverar aos no-
bres deputados, que ha varias decises do conse-
Iho de estado eale respeito. Eu nao avent
quasto; apenaa eatou pediodo lntormacoes acer-
ca dos precedentes da casa, porquanlo ha quem
pense, e com muitos bons fundamentos, que oa
doas lergos exigidos pelo acto addicional. sao os
dous tergos da totalidsde dos mambrosda assem-
bla ; oulros ha porm que apoism pelos dou
tergos dos deputados presentes.
A primeira hrpolhese sustentada por alguna
membros do conselho de estado fundamentada
na inteligencia que se d ao artigo 15 do acto
addiccional, considerando o quando exige'os dous
lergos dos membros da assembla, como urna ar-
ma defensiva, urna egidecom que o poder execa-
live defende suas prerogativas, como urna medi-
da garantidora da cooaideracio devida um alta
funccioneno do lado, a primeira tutoridade da
provincia.
Para a segunda dominou o principio de que oa
ausentes nio deliberemtota abuntium ac-
cretennt prcienttbus.O governo aceitoa por al-
gum lempo a primeira intelligtncia. maa ulte-
riormente revogou-a, declarando que iria sub-
metter s questo ao corpo legislativo para qua
desse ama tolerprelagio aatheotica ao citado ar-
tigo do acto addiccional. V-se pois, que a pri-
meira aolagao da minha duvida, a solago auto-
risada anda est suspensa___
O Sr. Souza Reis : o juizo do nobre depu-
lado. r
n?r" SP9* Quero portanto aaber quaes
sao os estylos de casa, para melbor dirigir a
impugoagao que fago so projecto que ae vai dis-
equinzedi..;.qVelie-mVrV.7o^mod;;r.'p;i'- EsTe* contmn fi SiTf l1UCtt,B D?."Ara'y
a. Emflm. talo 2 negocio decidido, porque agora ele" do ,1 S0mA" C0B,Panl"a da na*"
o que ae precisa a conservacao da eslrada a a nutra h ra" do Ama*o,. nenhuma
aua coramunicagio. o que nWdifflcil. pelos i" c d"'contrito norP,er 2&P COnal
vinc's* qUe ta" P"8 e8ta8 das po-!de".--
Eis aqu o offlcio do eogenheiro a quem fol en-
arregado eale grande trabalho; trabalho, na ver-
dade, cheio de iocommolos e sacriQcio's, e qu
taz bonra ao seu execator pelos perigos que a todo
ni n ai o n I \ anaa^_aaa
dests empreza. est bem montado, e felizmente
| para seu crdito e da provincia lem at aqui aa-
ito a poolualidade e regularidade de auas
liabas creadas por esse contrato
momento supportou, a par de urna constancia e
animo a toda a prava :
lllm. e Exm. Sr.Tenho a honra de levar ao
coDhecmento de V. Exc, qae no dia K do cor-
rente mez de margo, s cinco horss ds larde, en-
tre nests povoagao com aeatrada concluida.
Moroso e mais iocommodo foi o trabalho pelo
rigor do invern, e aioda sofri alguns dias de fo-
me por me fugirem com a farinba os Indios Api-
oags que a carregavam.
Ti osiocommodos, porm, lego esqusci.
lano pelo prazer qae conceb com a conclusu
'.0k",?._m?.'i^frjlj0'-*- a.ffaTel "ceblmenlo
8^*l Xr^"7; c"=r0e.0c.Srr'85
AtagoajaTi __________________f!5^,,^ao>pe,_08.e"f**"toa de diran amata nrovincia c.
viageos.
As novas
sao :
_. Primeira.
ne SI*.i 2 CaPUi ChTe, C0ln eWaU Pr
por Muan. Breves e Macap.
Da de partida a 15 de cada mez.
o S'gunda.
Entre esta capital e Itacuan no Arary.
Dia de partida a 6 de cada mez.
Tarceira,
Entre eala capital e Soure.
Da de partida a 3 de cada mez.
eala por Abast em todas aa suaa viageos.
da^SniV"!?8'!* 8,aM preS'doa
fid.d. ^P'?,h,a da i"loacao a gaz desta
^*'JlUf ^'* o eontratodor o Sr. Leo-
o de vio- aegocioa a empreza.
O segundo pooto duvidoso refere-te ao nume-
ro de discuaaoes que deve ler o projecto.
efma Voz : Urna.
O Sr. Buarque : Nio aei qual tenba sido a
tontea de S. Vicenta sejam remettidas commis- nies, mesmo no proprio conselho de estado Se
gnndo a letlra do acto addiccional me parece' aun
o projecto deve ser aubmettido a tantas discossdaa
quaotaa ae acham determinadas psra outro auai.
quer projecto de le ; entretanto limitar-me-hsi
a seguir o que est adoptado na casa.
Sr. Presidente: Quer que responda a
suaa duvidas para poder continuar a fallar ?
.,k h Bu"1ue : -Sio. aenhor. quero apenas
aaber dos estylos, por sso que sei que a questo
se acha suspeoss, e deve ser reaolvida pelo poder
competeote rt
O Sr. Presidente : Anda ha poucos annoa
eu me lembro. deixou de ser aancciooada um.
le pelo presidente ds proviocis ; voltou a esta
essa, e foi sanecionada por ama s volagio Es-
tos sao os estylos da essa, e creio que dea eolvi-
da a duvida do cobre deputado. Quanto a Dr-
meira duvida,islo sea casa competente para,
lomar coohecimanto... *
O Sr. Buarque : Se se acha conitituida oa
forma do acto addicional para a votago de aa
t*Xi',?J?t*.Com f Ben,bro preaentes.
O&r. Presidente : -Aaasembla esl consti-
taidii cora o numero com que pode trabalhar.
OSr. Drummond : A metade e mai. um.
hl !**nPfe8SS1" : Td08 8 "cl" d assem-
bla aio pratieados com a maioria dalla, nao ve-
jo no regiment nada qaeeatabelega ou peca
numero completo, mesmo. porque er. at ma
fcil nunca haver assembla para certa, a deter-
minada, cousaa. Estes sio pois os estylos ds ta-
sa, e aegundo.elles que hel de decidir.
fJi: Bur1*: Bem, apenaa queria ser in-
formado acerca dos estylos, porqne a respeito da
malaria, aei que ha muitaa duvidas, e ea at po-
dara invocar mnitaa epinieoem sentidos opona,
tos. como j declarei. vv
O Sr. Preaideote : lato quanlo primeira
duvida a assembla vai decidir coa o numero com
que decide todas as questoes. m
O Sr. Buarque : Com o numero com que de-
cide todas a. questoes, nao, pego liceng.1 V.
O Sr. Presidente: Com dous tercos da casa
PreE?er.mbem ea?.qUe 'V "t0 addi"l '4'
*0?.i?ikme,u.0ylo da casa; de ontraa
e.H.r?'"ri,,,e : em, apenas consulto acer-
ae.SdaPiemCe.ae,me,; 8U n0r8Ta 8 arcn" O"
da. .i.%Ui".8 Pr*rtaoie*as ; linha dnvi-
i.!t ?**. davidaa feo oa nobrea de-
putados hao de reeoohaear multo boa fundadas
S^i,\Mt ^1rMdIoPM poder encamiohar
miobas idss oa discassso, qua passo i encalar.
Sr. preaidente, tratando agora da materia qua
ae discute, comtgarei por declarar a casa que uaa
Ihe jaco oo todo oppoaigio ; nio descoohego a
verdade do principio qae a domina ; contesto
apeoas a urgencia qae poassmos ter, com relagio
sao de eatalistica para se coosidersr sobre sua
maleris, em vista das mesmaa representares, fi-
caodo adiada a discusso do projecto por 8 dias
Araujo Barros.
O Sr. Souza Reis : (Daremos em outro ou-
mero )
O Sr. Araujo Barros : (Daremos em outro
oumero.)
O Sr. Ferreira deAguiar : (Daremos em outro
numero.)
Bocerra-se a discussio, e posto votos o ada-
ment regeitado e approvado o artigo.
Passa-ae ao art. 2o.
E' approvado aem discusso.
Entra o art. 3*
Vai mesa e apoia-se o seguints artigo substi-
tutivo :
. ^t00? freguezia Ocar pertencendo comarca
de Nazarrtb.Veiga Peasoa.
O Sr. Ferreira de Agaiar :(Diremos em ou-
Iro numero)
O Sr. Veiga Pessoa : (Daremos em outro nu-
mero.)
OSr. Araujo Barros :(Dsremosem outro ou-
mero.)
0 Sr. Baro de Muribaca :(Daremos em outro
numero.)
Eocerra-se a diacusso, e posto a votoa o artigo
approvado, aendo regeitado o artigo substi-
tutivo.
Terceira diacusso do projecto o. 41 do anno
paasado. que crea a freguezia da Pelrolina, des-
membrada da de Boa-Vista.
O Sr. Araujo Barros: (Daremos em outro nu-
mero.)
O Sr. Cuoha e Figusiredo :(Daremoa em ou-
tro numero.)
Dada a bora, tica a discusso adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a aeasio.
SESSAO* EM 8 DE MaIO DE 1862.
Presidencia do Sr. Bmrio de Vera-Crux.
Ao meio da feita a chamada verinca-se bsver
numero legal de Srs. deputados.
O Sr. Presidente abre a seasao.
O Sr. Segundo Secretario l a acta da ante-
cedente que approvada.
0 Sr. Prineiro Secretario menciona o se-
guinte
EXPEDIENTE.
Urna patigSo de Francisco Maris Duprat, pe-
dindo qua ae reconsidere o projecto que Ihe con -
cedeu previlegio para aocorperar na provincia
ama eompaobia para a edifleagio de pradioa ur-
banos, e qne nio foi saocciado peta presi-
dencia. A' commissao do cooetituigao a po-
Outra da Associagao Commercial Beoeficeote
dests prega, pediodo auxilio para a eJifleagio de



'.''-
&
DUelQ M PEINIMKX, v SBBftDO M DE KAtO DE MU.
os intorssea.pubricoi, dr^l rpaf ruMtl occaeilo
creicio de tre nona cobo rca oa provtoci.
l*r certo que eala aisembla u o*-de" a na **h*-e ero ftaU *s conveniencias poli lien, a
S?nhorts, ajapafa-teo nectstidtde de qu.. ha-
le se trata coa o etUo actual dos nestoi cofres,
ttribuicao quindo dtcrelou citacreacio : ore pa-
rece, ,ora), que oio alteodi >i ueiar aaoeira
rigorosa a todas as contenten ciara.
Coa quaotu, senhifei, nesii una id tenhimos
te considerar o que relativa Soa interesses me-
rsente proviocUe, toda!* sempre que obem
publico, sempre que a til dad* geral te atba
ea jogo, nos Dio devemoa dt torean-tas, ta cn-
*a deve alleuder, a outrai 0 sevtSJreetla., qoaee
nao sio aquellas meramente! tocaee.
(Jo Sr. depulado : -A ihe te rto a verde
4erra.
(Ha un? aparte)
O S'. Buarque :-Peta '. aceita por \ntr-
iBtdsde, nio coota que te provincial superior utilidad e publica. E" a*
ttieoria seguid e inconveitavel, que o bes pu-
blico est sobre tudo.
OSr. FeaeJes: Mn por unanimidad*, nio,
porque j onebre deputado ae uppoe (signad-
do o Sr. Pedan Affotno.)
O Sr. Buarque::4ea, nio dir*i por xoaoi-
midede, porque aepde sfflr nat que robre prin-
cipio algum ti* unanimidad! ; pateo *? parecer
nieaao oa oae, opiniea ca richoaaa, que se op-
pouhara M -que ftw maia ,usl otenda-ae, que o aero publi ojem ftypelbe se al-
<|ubu pode aer preterido p dos iot*rose com-
auwfs, petos calidades.
Oa interesse* que podiaia <*er doaioado na
r*eo dett** omarcaa fon m dictados sem du-
id peta conveniencia da oior dutriuuicao da
j uetica nenn localidades... (Ha um aparte).,
pactkido da-ai te v, em c rsuoaU >o aparte do
oebte Oepuiaiio, que esta ai alia opintao a con-
equetioi* do qu* decltrei o* cuat;ii das Binlias
coaisiderscees, quando atar mi. que nao linha
por Uro impugnar a idea de projeclu, maa sim s
onveniencii de ser eile adoptado aclualBente.
(Csoeam-ae apartes)
O Sr, Buarque:Anda, Sr. presidente, par-
liado do mesmo principie qge ennuuciei, de que
steveao* considerar u rtrtece g-ral, eu direi,
qa*et no punamemo do guveruo.se parlad*
otea idea uiil, ncei*ari e reeonbecida da v-
onoania do* dinheiroa publicas, se eata adminis-
tracao patritica a wtaeuUiaeulebrasileirs, de-
dja a prosperidade do-iaper o, por certo Sra, que
nao deemoa adoptar urna medida, cuja eaiiata-
'jio-uao 4 urgente, em preju todo cofrea nacio-
O Sr. Lurena :Como adplou a creacio de
.parochua ?
O Sr. Butrque :*u direi ao oobre deputade,
que nutras considera coe do aaia peso coocorce-
a*m pera a creci de pa ochiaa ; e responde
seto nao em relac" ao aporte iooi que honrou-
ne, cono para explicar o oto que pronuocaei
po* eatn creacoea.
A aalUagao des necestidides da provincia f
*b derer tfesta asaBbla, eos diuheiroa leem;
ata appttcacao ; mas desde |ueessia necestida-:
Ufa nao si acham devn)amen e demonstradas...1
Om Sr. Depuiado Esta i queatao.
4s Sr. Buarque....desd", qae nao de ur-|
reacia o sea nrostaaento, deide que nao de ab-
soluta conreniencit o aerea ellas attendidas na
iccaiio, ae pareeeque nos iao marchamos eom
acert, nij aceilamoa os p iocipios patritico,
deade que era detrimento Joi cofres pblicos p-
provamos um projerto de urna utiltdade futura.
O Sr. Lucen :Feli/men ta o preaidente da
provincia recorilucu qae o irojecto era til.
OSr. Buarque:Ku chega e. a ete ponto.
OS-. Ara ojo Birro :Eu ai lio que a queetao
de economa dos dmheiros tubhco.
Cruzam-se mullos apartes.)
O Sr. fcoerque:Eu creio j ter declarado,
que nao condemno a ulilidr do do projecto que
rea comarcas, tanto mais, :,ue, preciso coo-
"esaar, que a provincia de P rnambuco em rela-
jo sua Mtenao e a aua ptpulsco parece mal
a juiohoada no oumero de anas comarcas. Mas,
Sr., alien dimos as condic Socaes, alien damos
a earas oecessidades e vejamos se ellss Ao ur-
gentes, se ellas exigem qut esta casa approre
pelos oua tercos um projecto desla ordem, p-
denlo discutir a conveniencia de cada urna des-
aaa coscareas, examinar qul dallase mais ur-
gente, em qual desaes lemos a jutica se acba
wat distribuida....
Um Sr. >Dt>putarjo :lato j i foi multo bem dia-
utido.
O Sr. Buarque :....e nao sanecionemoa o
projecto em toda a sua im gia, quando ee nao
acha devidamente comprorado qo todas essaa
comarcas ao indispensaveisj.
OSr. Feoeton:J o fai em tres discussoes
quande o projecto loi aprer niado, e com pti-
ma raicea.
O Sr Buarque :Srs., eu apenas estou apre-
emendo ae mioh idaa i bre" a materia, nao
cnepersaiado que aa razea que ofTereco preva-
iecem sobre as que por veaiura j tintura aiio
presentadas neale recinto.
O Sr. Fenelon :Digo, q. e a materia ti
nova.
O Sr. Buarque:Maa neo por isso deve dei-
arde eer dtaculida, e me pirece qae esta con-
sideracae de economa publi ta dere de atguma
maneira posar no animo desticasa.
O Sr. Souza Res: O qu; sao des contes de
rei, que se deapendam com provincia de Per-
asaabui-o, que avulla oas endas geraea com
mais de cinco mil contos 1
OSr. Buarque:Sr. pretiuenle, o aparte eom
que acaba de honrar-me o nebredeputado cer-
tmenle urna das raioes exindas no parecer da
eoamissao ; mas se considmarmos que todaa as
provincias do imperio nao ti m rendas suficien-
tes para a satifcio de saas i ecessidades, e an-
da menos par aceitaren] os encargos que obre
ellss devem pesar, como parle integrante do
imperio e na reo, me parece, que anda oeste caso se acha
eaj jugo o bem commura, e porlaoto nao pode
prevalecer tacto de coocc rror eata proviacia
com grande somraa para o ;eciuto gerat do es-
tado ; para que vamos onen r oa cofres pblicos
quando nos sabemos, qua rm deQcilimmento
peaa sobre o imperio, que o i overoo se echa em-
penhado em coapromissos de alta ordem, qae
as reodas publicas aero laulicieules para aua
aalisfaco, e que seremos le redos oeste caso a
lancer mao de pessdos impoilos para que secu-
tiram dossos dbitos ?
O Sr. Souza fiis.: Para titisfac&o dos esban-
Jsaeotot.
OSr. Buarque:O oobre 'lepuladodeve acei-
tar os fados consumado, Dio pode censurar o
paseado (nao poiados, redamacoes). Eu nao
sei sebouveram esbaryamenus, e o eobredepu-
rado deve aceitar a acta idade, lauto mi<
dignidad* do pata, e diga.me oosjde vamos vos
parar com etsntameniat deseesas ? Considre-
se ss avottadat somraas que vio pesar sobre os
cofres publicas com estes creacoes se pertirom
de lodos os ponto* do imperio 1
O Sr, Veneton : ero per teto.
OS*Sou?^BBt*/: Ikeay.coo** *Je rirpara
PeroadaflracdM
O 9K Luseirt :- A pi^ttMaf Ot Cear BM 14
marea*, e a o* P^nantrnc* eenta tambera 14.
(Cruttta-tVaaattM ouM--n*>tMtj*.)
O S^Buattjte : Paras respeeider aot aparte*
* oobres d*jMtaTJe, vt^at-srre a deceirtdMe de
camisibar no-t^at* lerresm, d* repetir resma
fda, porque ton atacado por todos os IIancos, e
nio me (tetum caotinusr ; -cada um prime um
peosa ment diverso, de -maneira que mal posto
reepouoer. u eesejo oonr a os oobrea deputadet,
e declare, que se 'fita r de vida meo le conveecide
de necssid**e dets* xxeacio, voto peto pro-
jecto.
Occerre-ae outra coasidrco, Sr. presidente,
que ae paree* de algia peso com relacen a clas-
se da raegisiretura, essa corda brilhante do
paste
Sr. presidente, Dieguem ignora neata casa, que
entra oepena*ment do goveroo desda auMuae-
Iberar a nobre elatae do aagiatradoa, talve*
ueica, ou urna drs mal remuoeradaa que temes.
O Sr. Souza >Beia :Eis aqui o que neg.
O Sr. Bario de Huribeca : Estao remunerados
ate de mais.
OSr. Barros Brrelo :Enio tem trabalhofle-
nbum.
OSr. Buarque:Eu estou dispensado de de-
snemstrar esta these, porque ella e geralmente
cent, porque, ntnguem dir que um jiz de di-
reito, um alio funecionario da Justina se che bem
pago com 2-4009000.
O Sr. Bario de Muribece :Digo eu.
O Sr. iBuarque : Ninguera dir que ua pro-
jiiior publico, que tero de dirigir a palavra em
noroe Ja lei, possa manier-se, e que sej bem
remunerado, em relami i sua posigao tecial,
com 600*000.
Portento, Sr. presidente, quando eiittem 4ao
aHas raieaem apoio da proposifio que avance),
creio que intil abundar em oovm considera-
coe para susleuls-la.
Agora, perguolo eu : a creacio de oovm co-
marca, os doto encargos que vio pesar sobre
es cofres, nio serio um obstculo a re* lite cao
deate peina ment ?
.(Cruzam-ae inultos apartes.)
O Sr. Buarque :Se nos esiivesse mocea urna
poca de prosperidade, ae dispozeesemos fcil-
mente de recursos para prover a todaa ea oeces-
sidades do paii, por certo que iato nao seria um
embarazo.
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque : E* fallo oeste sement ji
em relacio a classe d< magistratura, ji ea refe-
rencia aua cofres pblicos, e digo que nieguen)
contestar, que a creacaodeasaecooiarcaa vaieol-
locar o goveroo em urna poiicao difficil, vai fazer
retardar a realisacio de aeu oobre pensrseme,
lio aceitavel, lio juato, e que lodo* atds aanrcio-
Damos, vai fazer com que os hmeos Ja lei con-
tiouem a perceber vencimeotos que ual poderao
chegsr para sua subsistencia, porque iofeliemen-
te a magistratura brasileira 4 pobre, e raros sio
oa lilhos da foituna que abraQam lie oobre car-
reira ; maior parle ueilve chegaa ao ta da vi-
da dvixandu suaa familias oa pauprrima orpnao-
dele, e na contingencia de recerreiea a ni
penao, que iroploram da clemencia imperial.
V a casa, que esta neceasidade palpitante
deve peaar de preferencia no aoimo dos nobre*
deputados, sobre ludo dos magistrados que se
acham presen tea.
Um Sr. Oepulado : Disae urna verdade, aaa
sera applicacao para o caso.
O Sr. Buarque : Ou o nobre deputado ha de
concordar qua aereaba* dessaa coaaccaa, vai de- 1,Je e urna pega
cididaaenle sobrecairegar o cofre publico, e por e*1** priociio.
*e eu mostrarei; quando oto sao cnarpridas se-
gu-se s demrssio.
(Cruzaao-s rtriitos apsrtn e tectemaedet,)
O Sr. Buarqtte :EtttVem v%fos circariare* de
goveroo oeste sentido ; o pretldent* de provin-
cia ua delegado dogo-veree getal, e desde -que
este ordena eu tnsioua quarquer provldeneie ella
deve ser secutad*....
(Mi apoiadn repetidos, reclamacoea I
Uaftv Oepu***.:: *C.os*., aJBaM* ut.iat.d*
* preslo que in neajar-lhe a tsjaco.
dtores, nio ped*r4 preencho-los ao Rio
eso?
\Jm Sr. Deputado ; F*x olio tessoes do jary
O Sr. Beerqee :Vamos sos dados, t raides,
ao positivo, admittam algumaa demoottraces me-
tlktatMieat. irrecusa veia ..
Ua Sr. Bepvjiado : Isto i te discuti muito
aqu.
O Sr. Buarque :-*Eu na li aV dteoatasea, por
isso taires ten ha ib corrida no desagrado ds csss,
O Sn B*rq*e:Ot> skibrvj* desasado** aato n# Km de que oao tenho *a>a>hec4aeiit* especiaea
dteiBab-concleir1 ra*-p*naaabHIJr; DS sutw sobre e projecto de cpi* trarto ; todava cretn que
t natfcan ^ne quero faoer i pplkaedeo i eata case na quelidade de deptastVO ua direito e
q****ra dentrod* sots attribaicjsW. 'pece *o* nobres dep^ilaafa*qm ueirva
OSr. Pensin: Logo, juaneo 0 presidente _
n**>aanccionr ema l*i, qsiai dtaev ordeno
a asseabla que nao fc o \ O S. Bua'rqii* :Nio, s*ttnr, a assembla ote
a* cha tugeito ao goveroo, que nio Ihe pode dar
ordena nem directa oem indirectamente, mea ot
delegados daquelle eato Dgeitoa as ordeot ter-
minantes eu" inainuacoes....
O Sr. Penelon: Eu repillo a Idea. Quatquer
luiiceiormto publico tem o circulo de aua* altri-
bui(des tragado a nenhem superior llhe pode ster
orden* tora dessa* allrrboigdet.
O Sr, Buarque :0 nobre deputado repelle a
consequencia, maa Dio o que eu digo na caa.
Seohoree, ninguem ignora a xiatencia dessea
aviaos circulare*. Eu appello para o auito digno
deputado pelo prlmeiro circulo que acaba de dei-
ar prendencia, peco-lbe que declare se nao
exacto qae o goveroo tem dadoesnt orden*.
OSr. Souza Reia :Sim, aeohor, appello para
elle.
O Sr Machad* Portella :Nao me consta que
tenham bavido ordena multo terminante ; pode
ser que tenham existido, mas eu ignoro-. A
existencia das recommendac,ea ea aviaos circo-
lares entretanto real.
(Cruzam se muiloi apartes.)
O Sr. Presidente : Assim nio pesiivel ao
orador continuar.
O Sr. Buarque : Sio avitoa circulare* par*
(odoa ns presidentes de provincia.
Ua Sr. Deputado :Se astim ios, deia ser
respongabriisado o ministro qu* dense tal ordem
porque nio reapeitara a coostituic&o do estado.
(Apoiadoa.)
0 Sr. Buarque:Ua* ordem oestes termos
urna ordem de conveniencia publica.
O Sr. Peneloo :O presideole *tt*n lera a essa
ordem como entender conveniente, porque nio
pode ser mais do que nma simples recommen-
dscio.
(Cruzara se oulros apartes.)
O Sr, Buarque :Sr. presidente, disse eu, o
repito, servindo-me de exprues que sejam acei-
ta* palos nobres deputados, os presidentes de
provincias leem recebido insinoac,es....
Um Sr. Deputado :Recommeudacea me-
Ihor.
O Sr. Buarque : llecommendacoe reiterada*
para que nio sanecionem projecto* d* Moaelhaa-
te oa tu reza ; esae* aviaoa parlera de um a pen-
aamento que a economie dot cofret publico*.
O Sr. Urummond : Para aa provincias ; oa
corle nio ha isso.
O St. Baarqu: Oa avisos tao par* lodss a*
prosiniM. J 4 portento esta casa....
O Sr. Fenelon : C'ioheco auitos pas de fa-
milia que negam os lillus o oecestario para es-
banjarem a tus voolade.
O Sr. Buarque : Eu admiti a opintao do no-
bre depuiado coa relacio a alguna actoa pasea-
dos, que nao devem ter apreciados agora. Hit
quem sabe ae de hoje em disale se nao realissri
a proroessa do goveroo ? Pelo meos estes prin-
cipios de rcooomis sio proclamados pela co-
rda....
Um Sr. Deputado : Sao bonitos.
O Sr. Buarque :Pelo meos era a baodeira 4o
actual gabinete.
(Ouzru-se muitos apartes.)
O Sr. Buarque : Mesmo ns falla do throoo
importante, vera proclamados
consequencia o governo nao deve realisar o aeu
pensariiento, ou eutao d'Sejaodo e coovindo ane-
lborar a coodicio dos magistrados, o que urna
neceasidade recouhecida por lodo o paiz, elle te
ver cada vez mais ere barajado propor$io que
auiimeiiiartuoa o oumero dss comarcas.
Um Sr. Deputado : Nao sao essis despezas
que fazem mal.
Outro Sr. Deputado :E a reforma judicierit ?
(lia muito outros apartes.)
O Sr. Buarque : late mesmo em apoio do
que sustento. A reforme judiciaria que se acha
igualmente no ptnsamento dp goveroo...
OSr. B-irros Barrete : E que oao consiste id
no augmento do ordenados.
O Sr. Buarque :Utas o nobre deputado ha de
reconhecer, que eaaa condic.o essencial para a
independencia da magistratura, e que toda vez
que o governo tiver de apresentsr oms reforma
judiciaria, elle nao pdedeixu de atteoderi or-
le dos magistrados, e sem esta coodicao jimais a
magistratura pode estar devidamente garan-
tida.
O Sr. Feneloo :Protesto contra isto.
(Vivas redamacoes e apartes petlem de todos
os sugulos da casa.)
OSr. Buarque : Os nobres deputados inter-
prelaram mal o meu pensamento. Disse, que o
juix ueressilsva de garantas para sua iuJepeo-
dencia, nao conclu que a magistratura devia ter
paradeirus ; essa uecessidade ae independencia
pecuniaria servir para melhor cssligarrooa aos
deavairados da classe.}
(C-uzam-se muitos apartes, reclamaces vivas.)
O Sr. Presdeme :Aitencao I
OSr. Buarque :Eu nao oliendo a nobre clas-
se dos magistrados ; pelo contrario ji declarei,
que unha por ella lodaa as coosideracoee, que a
reapeitava ; e o dizer que o juiz nao ple ter a
oecessari independencia, nao saodo devidamen-
te remunerado, nio importa urna injuria. Os no-
bres deputados bao de reconhecer, que um ma-
gistrado pobre, que nio tvm recursos extranhos
sua protlssio, nao pode dar muiae vezes intei-
ro cumplimento os seus develes. (Nao poiados,
reclamaces )
Pois um juiz pobre que nio tero outros meios
de subsistencia, cujo ordenado insufciente pa-
ra as sua* neceaaidades, nio forjado a dislra-
hir se de suasobrigacoes para oaocommetter ia-
dignidade?
Um Sr. Depuladn : De modo que os que se
Diodisirahem pnticam indignidades I
O Sr. Buarque :E' porque os que se nao dis-
trahem oispdem de ouiros meios; mas o nobre
deputado h de convir na tnsufJiciencia dos re-
cursos do offlcio de que disiern os juizes.
Um Sr. Deputado :Emquaoto Dio dfsprezar
Sr. Deputado : Torna a coros respon-
parlea.)
go-
que
que alada quando existase o esses 4ipeB4tOt, I ^SS^^S^u&^SIISSS'
ZE'JSS'*' ^ i"1" "* ,PreCaS 40' I to Pm;haChopinr "e "t*-
O Sr. louza Re'ia :-Toda i ez que o nobre de- \ JH*** .duUdo .^u . petado
aprsenla o argumo'lo de economa, e
ae funda sell, fornece occ. siao para se tratar
dos abanjamentot.
O Sr. Buarque:Nao oessio opportuns. 0
oobre deputado nao
pesado dficit existe
por propria dignidade devez os morlisa-lo pe
economa dos domos diobiiros, a menoa que
prefiramo adoptar o systein. para dos ruiooso,
dot empreslimos.
Um Sr. Deputado diaiauan-e ss despezas.
O Sr. Buarque : Aceito i opioiao do oobre
; estio bem remuneradoa ? Talvez nao se encon-
| trem 50 que vivam dos nicos recursos do ofBcio.
O Sr. fenelon :Protesto contra isto.
(Cruzam-se muitos apartea e redamacoes }
O Sr. Buarque :Maa oa nobres deputados nio
melo em que eu af-
inteuces de ha pouoo forsm
mal compreheodidas.
O Sr. Souza Res : Eutlo melhor ficar ah.
O Sr. Buarque :Nao iasislirei mata neale ar-
gumento; creio, porm, que os oobres deputa-
dos oao coDteatario, que a creacio de comarcas
hu ui:> suo upuoituua. \J c. R,,..,, u .
0.4. U -acoohecTr. que .. | lBXd rn'o
TUA Z22SXSI. ?M5 2S5S" ,Bl"5
deputado ; eis ah onde eu quera que o nobre i eaibaraca a realisacao do peosameoto do gover-
no...
O Sr. Souza Reia :Isto outra cousa.
O Sr. Buarque -..... porque essa criacao traz
como consequencia o augmento da desperas, tan-
to mais se recooheccrem que nio pode apparecer
a reforma judiciaria coa resultados prodcoos,
sem a satis(acao daquella necessidade.
Sr. presidente, a approvar^io do projecto pelos
dous tercos da casa importa urna saoccao, visto
l'.aver declarado a nobre commissflo de poderes
i que psrecis-lhe queo presideole lerla deicado de
.... i saneciooar o projecto por offendar aoa interesses
provjnciaes ; mas, seohoree, na sabemos quaea
Ba Sr. Deputado :Elle sesmo retoobece a fdePJ8 lVmlJ,tait',^.g0I!^0. *f ltll \oot
uiilidade.
tepulado cbeg'fte
O Sr. Souza Res :Mas aa despezas super-
puse, as despezas nio autorizada por os.
OSr. Buarque:Quando a conveniencia de
urna medida oio ae acha di'idamente demons-
trada, quando de rigorosa n ceaeidae, coao no
4o presente, por isao qut nao julgo demona- i
irada a Uilidade dtaaas tres otoarcas ao mesao '
empo.^
O Sr. Fenelon :Est demonstrada, meu col-
legs.
O Sr. Buarque :A aclu.i: idade
ter apenas a ulilidade futura.
/Ha outro aparte^
O Sr. Buarque i^0 oobre deputado eiU o-
phiaaaado. Dizia eu que taarer utilidade para
o futuro na creago dessas i oioarcat, e isto a-
coolece todaa aa vazea que 11 (OBdigea de uaa
localidae nos fazem prever para ella prosperi-
dade iisoDgeira ; eolio pan oms poca, enten-
doeo, Sr, presidente, que is atienda a creacio
dearat cemarcat.
{Ha fxrulloi spaitei, que hdanmfem 0 oa- Pssirl que o gorerao asslm procedes*?.
tj
Ot pretidentet de provincia, para negarem sane-
cao a eet projectos.
O Sr. Souza Res: Terainaotes neg; e creio
que al o oobre deputado olo devia dixer itlo;
te o tabia, devia occults-lo.
(Crozam-M oulros apartes.)
O Sr. Buarque :Essas orden* estio no domi-
nio de lodos, e sio diciadat por aa pensamento
oobre....
O Sr. Souza Reis : Terminantes nunca, nem
O it. Bata, de Ntffifecttt ;-TrainiDte, im,
**Vf I.
(Cruzam-se
O Sr. Buarque :Eu nao quiz attrlbuir a rea-
ponbilldde a corda : urna exprettl* de que
ae faz uso multo gersl, quereado ex*priroir o go-
verno, e como Ul nio deve ser eirnhavei ao
nobre depuUdo.
Se, pois, oa presidente de proyocia Um re-
coromen lacee* para que nio aanccrWnera projoc-
toa de crea^doa de comarcas.... M
O Sr. Lucen : Que nie fosserlde rec mhe-
cida utilidad* publica.
O Sr. Buarque :Essa idea do Ulilidade reco-
uhecida. de conveniencia manifest acha-se salv.
OSr. Lucen :Cono oo caao presente.
(Ua um aparte.)
O Sr. Buarque : Eu respondo ao aparte do
nobre deputado, que nio me rellro tto que esta
casa pretenda fazer.
O Sr. Lucen* :Ao que j fez.
O 8*. Buarque : Por tanto, Sr. presidente,
tendo j presumpees de que psssaodo o projec-
to pelo*dous lerdos da cata, essa comarcas olo
serao providas, pergunlo tu, sonde est a ulili-
dade ?
Um Sr. Deputado: Ahi est dado o remedio
pelo nobre deputado,
O Sr. Buarque: Mas, seohoret, de que nos
servem rear comarcas nao prvidas em que
melhor a juslica ?
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque :Eis-aqui a ulilidade queeu
reconhecerei para o futuro.
Um Sr. Deputado :Poit bem, o goveroo mais
tarde retonheeer a necessidsde e fari ooroca-
coea,
(Cruzam-se mais apartes.)
O Sr. Buarque: Vemos um exemplo ; creio
que a.comarca de Garsnhuns foi provida aooos
depois de creada....
Una Sr Deputadu :Nazaretb.
(Ha nutro aparte.)
O Sr. Buarque :Mas quando foi que 0
verno fet isto ?
Ora Sr. Depotado :Quaodo quiz.
(Ouvem-se muitos outros apartes.)
O Sr. Buarque : Bem ; todaa aa vezes
essa uulidade for recoohecids geralmeote ple
dar-se isso. A respeito da comarca de T*ea-
rai o que se compreheode que o goveroo
nio reconheceu a aoa urgente necessidade quan-
do creada, e a mais tarde jolgou conveniente
prot-la.
Um Sr. Deputado :Reconbecer a ulilidade
quando apparecerem certos candidatos aoa lu-
gares de juizes de direito.
d-SrJJarque :Mais um motivo para votar-
ae contra, se recoohece-se a ulilidade pelo patro-
nato.
Um Sr. Deputado:A ulilidade foi recooheci-
da por ealacasa, o governo que t reconheceu-a
quaodo apparecau urna candidatura -das suassym-
pilhies.
O Sr. Buarque:Se a creado de comarcas d
lugar a reconhecer-se somente sus ulilidade qutn-
do apparecem candidatos de sympsthias, me
parece que nos, foote desse mal, devemot vi-
ta-lo.
O Sr. Souza Reis :O nobre deputado est sp-
plicaodo ssserobls o que eu disse com relaco
ao governo geral.
(Ha um outro aparte.)
O Sr. Buarque -Mas esas necessidade nio se
acha verdadeirameole demoostrtds Eu nio sou
magistrado, maa creio que nio aeri muito diffi-
cil, fszendo o preciso calculo de distribuido do
lempo, mostrar que m juiz de direito pode mui-
to bem desempotur aa auas obrigacoes n'uma
comarca, embora composta de quatro termos.
O Sr. Drummood :No Ro Forro oso nao ca-
paz de me demonstrar isso.
O Sr. Araujo Barros :O que verdade, que
existe ulilidade ds creacio dessss comarcas, mas
ba outra necessidade maior. que a de pagarem-
se as dividaa do estado.
O Sr. Buarque:No principio do meu discurso
eu declsrei que poda alguma detsas localidades
ter necessidade palpitante desas creacio, e que
esl* casa desejando atiende-la, devia rejeitar o
projecto preieotemeott, para apresenla-lo em ou-
tra occasiio, afim deque disculisiemos ceds vma
das comarcas slidamente.
Qaanto ao Rio Pormoso urna comarca em
qu* os termos se acham em multo pequea* dis-
laueiat, uos dos ostros, sobreludo ae a comperar-
mos com a Boa-Villa.
O Sr. Drummond ;Mas os serrijos do juiz lio
uuitot.
O Sr. Buarque i Acba o nobre pilado que
ua j.li dt direito acliro, zetas. eueaytMor e
speoss
ver no que tenho avaaeaMo'*aaHicao do
eses pensaniento et>a fPsrWdVetclarcer-Be e
oliv*r o meu voto e i declare! que deade o
"" eoi que e** nobre* .petados membros
de commiaaio me demoostrarea a conveniencia
do projecto, a necetsida le de ser elle adoptado
neata occasiio, eu nio duvidodar-lhe meu assen-
tmenlo.
Vejamos te durante 12 meces ua juiz de di-
reito nio pode cumprir os seus deveres u'uma co-
marca de qoatro termos.
O Sr. Barros Brrelo :Pode de tobr*, porque!
sioda Ihe lcaa oa quatro mezes que cosluma es-
tar de licence.
O Sr. Buarque Urna aesso do jury durs 15
da*-, e uaa correccio...
Um Sr. D-putado":Trala dice e mais.
O Sr. Buarque :Mas todaa as vezes que o juix
de direito campee eom ot seus deveres, sempre
que as correcceisao feita regularmente no lem-
po marcado, eliaa nao podeu ir alee do prazo da
le, e sobreludo no* termos do interior aoode oa
negocioa de je*lic* uao tio tao numerlos tomo
0** capitaea.
O Sr. Veig Petsoa :A'i exea aio mal nu-
meroso...
O Sr Buarque.Poi a presumpcio 4 contra-
ria ; naa ci Jadea populosa* devem In ver aai* ne
gocio jodiciaciot, rasia quesioes ea litigio.
(Cruzsm-selapsrtes)
O Sr. Buarque :Prosganos : umaaessio do
jury dura 15 das, urna correccio...
Ora Sr. Deputado :Pode durar auito mais.
[Ouzam-*e muitos apartes.)
O Sr. Buarque: Eu nao sou magistrado j o
diste, oao tato* aeaao a psr de todas susa atlri-
buicoe. ata julgra que ea 15 da*...
Ua Sr. Deputado :Muito menos. iNio poia-
dos. apartea.)
O Sr. Buarque : E Unto aaia n'ua paiz lio
pacico coao o bosso *a geral, sonde ha lio
pequeo oaraero de criminlo*.
O Sr. Souza Reia :Pola acha pouco?
O Sr. Buarqu* : Perdoa o nobre deputado
porque nos populacio te acba de ul modo
accumulad* emalgumas localidades, que nos pa-
rece que os crimea sao numeroso, maa leona ai-
tencao...
O Sr. Souza Beia: Nao em silencio o-
teoaio do territorio, bou ooltege.
O Sr. Busrque :Ea a tt*nc3o aua populacio
numerosa.
O Sr. Souza Re:Pois eu eslava persuadido
4o contrario.
O Sr. Peneloo :E eu tamb*m.
O Sr. Buarque:Percorra a eatatUttca dot pai-
res asis vaneados e popullos, e veri que o
numero dot enmes, ea relacSo i populacio,
muito aaior do que ntrenos...
O Sr. Bario de Muribec :Creio que a sim.
O Sr. Souza Reis: Deut permuta que assim
seja
O Sr. Buarque : E e se qaizer ea o pro-
TSrei.
Iodague o nobre deputado quaes si csasss mais
coromons dot crimet no notso paiz, e ver que
sao muito differentea das que setuam no eslrsn-
geiro. km geral sio motivos de honra, inimizades
raocoroaas que dio lugar ao apparecimento des-
le crimes aqui, eotretsnto nos outros psizes sio
causea muito **ir*oh*e. O domo poto de mui-
to boa fodole, oao lera propensio para o mal...
maa mlio, isto nio est ea discussio.
0 Sr. Feneloo .Nao, por ahi tai bem.
O Sr. Buarque :Quer que Ihe ditra ama cou-
sa a respeito da diviiio do tempo ? E' orna razio
que ai vezei cala no espirito do publico. Eu te-
nho ootado que o* juizes de direito esto por ve-
zea com liceocas. lors de suas comsress, o qee
roe leva a crer que nio leem ellet este insano
Irabalho qae hoje se inculca ; porquanto o go-
verno nomeaodo homena honestos e cumpridores
de eus devere pra *s*e earo*, egue-se que
e ellas senlm-*e das comarcas pata leu re-
creio 4 porque ellas nio tem urgente necessidade
de seuiiervicoa...
(Cruzam-ae apartes.)
O Sr. Buarque: E' urna idea que tenho ; e
nem estou fszendo uaa censura ao governo,
quando digo que elle mana para a comarca
aagistrados honestos o cumpridores dosseua de-
veres.
Um Sr. Deputado :Auseotam-se s vezes at
por motivos polticos.
(Cruzam-se muitos apartes )
Um Sr. Deputado:Eotio um magistrado nio
pode ser poltico ?
(O orador islerrompido dorante alguos minu-
tos por oumerosos apartes.)
O Sr. Presideole :Pego aos nobres deputados
que deixeni o orador cootinuar, do contrario nio
poler concluir o sou discurso.
OSr. Buarque :Eu passsrei agora a dividir o
lempo, tocarei em cada um* das comsresa...
(lii um aparte.)
O Sr. Buarque : E chegarei ao Ro Formoso
tambero.
(Ua am apiri*.)
_ 0 Sr. Buarque: Eu nao cooteato a convenien-
cia ds diviso da comarca do Rio Formoso. do
que me nin convengo da urgencia dessa medi-
da ; entendo pelo contrario que a comarca de Pal-
mares, como infelizmente a denominaran), urna
das de mais futuro ; all necessariamente se for-
mar um centro populoso de muila importancia ;
dentro era poneos aonos Agua-Preta oceupar
ua iugar dstinclo na provincia, pelo menos todo
nos faz crer que assim ha de aer.
Um Sr. Deputado : Entio prepare-se o ter-
reno.
O Sr. Buarque:A creacio de urna comarca
ji nao preparar terreno, reconhecer a ulili-
dade presente. Se se trataste de urna freguezia,
villa, etc., bem, mas urna comarca...
(Cruzam-ae muitoa apartes )
_0 Sr. Buarque :Seohoret, aejamoa lgicos:
nao ha neceaiidade actual, a ulilidade de aerea
essas comarcal prvidas deade que sao creadas,
oio est de vi lamente demonstrado ; e desde que
temos s prevengao de que o governo nao ha de
priva-laa, oque se segu o'ahi? Aon le que es-
t a conveniencia de adoptar-se o projecto, para
que aa comarcal sejam prvidas d'aqui ha quatro
ou ciuco annos ?
Uro Sr. De pula do : -No Rio de Janeiro oio se
d isso. Aioda o anno pastado i assembla creou
algumaa comarcas e o governo proveu-as logo.
O Sr. Buarque:O nobre deputado aabe que o
pensamento intimo do goveroo, que a sua coai-
ciencia dila-lhe sempre o bem publico. .
O Sr. Souza Reia :Nio apoiado.
OSr. Buarque:Eu nio argumento com os
abusos; te um ou outro goveroo tem praticado
acto mi, oem por ino te pode dizer que em re-
gra o governo mo ; a oem factoa desla ordem
podem vir em apoio de urna opioio.
(Cruzam-ie algum apartu.)
O Sr. Buarque :Isto 4 outra cousa muo dif-
ireme, oem eai ero diicuisao s spreciscao dos
actos do governo.
Um Sr. Deputado:Mas visto que o nobre de-
putado falla em economa, preciso apreciar es-
ses fados
O Sr. Buarque : O nobre deputado obligado
a acceitar o principio por um enunciado tal como
elle o e admitlir suas rigorosas coosequencias,
nem pode agora argumeotar com os factoa pas-
sados.
O Sr. Souza Res: Nao potso, porque?
O Sr. Buarque:Nio ple oesta occasiio.
O Sr. Souza Reis :Pois hei de a presenta-loa.
0 Sr. Buarque: -Pois eu hei de defaoder os
actos do goveroo que me psreeerem justos.
(Cruzam-se mulos apartea.)
O Sr. Buarqee:Seohoree, isto oio vem nada
pira a questio.
Deixeai-me os qobres depulsdos concluir o
meu peosimenio, para depoit darem os iota
apartea.
Dizia en, que esla.-a ns contciencia do gover-
oo este peasamento poro do bem publico, a eco-
noma dos cofrea PuMcojuejj^O nobre deputi -
do deu-me entio j^^H ludo que no Rio
Graoie do Norte i atseabre *rlr urna comar-
ca ; o prMldeatB nego'u lancflr} fsse projecto,
foi elle apptovado pelos doattercos, e o governo
vio te logo na necessidsde de prover, porque
achoe candidato do tea peito, ua favorecido da
fortuna, por isto qae hoje o lugsr de Juiz de di-
reito am premie grande, (ipolidot.) Per-
gunlo *u Sr. presidente, servindo-me de urna
id* inipirada pelo Sr. bario de Muribeca, oio 4
auito regular, olo coacorrer para o Sea publi-
co, eviiarmos so governo eaaa polcio dBcil,
po>ic3o de que elle oio se aahir fcilmente com
relacao ao* negocios politico*T
O Sr. Bario de Muribeca :EtU idea nio foi a
ataba*
O Sr. Buarque :-Poit eolio toae-a carne at-
aba.
O nobr*>deputado que argumeota tanto coa
os (setos, nao admiti que possa haver o perigo
eminente de-4i*g4r-*e o governo por atTeices
particulares oo provimenio dessas comarca?
(Cruzam se alguna apartes.)
O Sr. Busrque : Pois a atseabls reconhe-
ce que uma id ai, que pode Ir a detri-
aento dos interesses pblicos....
Um Sr. Deputado: Se a assembla recoohe-
ce que til a id, como vem em detrimento
dos iuteresses pblicos ?
OSr. Buarque: Maa 4 predio que esta uli-
lidade se sebe coovenienlemente deaonstrsda.
( O orador interrompido por numerlos
aparte*)'.
O Sr. Buarque [continuando] : Eu li ebega-
rei ; mat que ot nobre deputidoi nao me dei-
xaa continuar ; aou toreado a responder a todot
ot apartea, que procurara deitruir a forca de
aeua arguaeoto* ; cadaum aprsenla um facto,
e eu tenho necessidade, tenho mesmo a convic-
co de que hei de responder s todos.
Repilo anda, nao detcooheco a ulilidade do
projecto, maa me parece que mui inconvenien-
te a aua approvagio tal qual se acha elle confec-
cionado.
U n Sr. Deputado : Mais aioda nio diste
porque.
O Sr. Buarque : Ji ditie qual era a rtzio
principal, a economa publica, o achar-ae o paiz
obrecarregado de ua dficit que nao devenios
augmentar por forma alguma.
O Sr. Souza Reit: O nobre deputado na aua
repartici* meimo talvez liresse auito em que
econo misar.
O Sr. Busrque : Em qual ?
O Sr. Souza Reia : Na estrada de ferro.
(Apeiados).
O Sr. Buariue : Eu desafio o nobre deputa-
do a que diga se durante a minha Bscalisscio eu
nao teoho empregado todos os meios para econo-
aiaar oa dioheiros pblicos.
O Sr. Souza Reia : E sinda assim nada tom
conseguido.
O Sr. Buarque: De alguma forma o tenho
cooaeguido, e se neata cae* for provocado, eu ar-
gumentare! com oa dados. Desejo mesmo trsUr
detU asteria, p*ra que a casa fique inteiramen-
te esclarecida icerca do negocioa da eatrsda de
ferro, qneatio que ji foi aqui bastante elucidada
pelo Sr. Dr. Manoel PorMI*. mat sobre t qual
ha ainda pontos, que s por aia podem ser ex-
plicados.
Respondido tisim o aparte do nobre deputado,
vamos ao tempo.
Dizia eu, Sr. presidente, qae urna sessio do ju-
ry durava 15 dia.
(Ha am aparte).
O Sr. Buarque : Eu quero que o Juiz de di-
reito eumpra com os seus devere, que se uao au-
sente repetid vezes, fallo neata hypothese.
Mat vejamos. Urna etilo do jury e trabalho
regularmente de 15 da, mas antei de fazer t
applicacao a cada um doa termoa, eu parguoto:
a correccio nio deve ter feita em cootinuacao do
jury ?
Um Sr. Deputado: Deve.
O Sr. Buarque : Se deve aer em continuaclo
de jury e pode durar 30 diat, abi temoa 45 diat
pira cada uma poca do anno, e ea referencia a
cid a termo.
(Cruzarn-te repelido* aparte).
O Sr. Buarque : Eu vou mottrar aos nobre*
deputadoa, com toda a lgica do calculo, qae ha
tempo tratase do cada uma ds comarcas de per
"roas deixem-me continuar nesss analyse da
diviso do tempo que me pareee muito utn, por-
que um dado positivo, a que ae nio pode op-
por outro.
Quinzadiat para o jury e trinta para a corree-
gao em cada termo, temoa quarenta e cinco diat.
Plseme agora a outra poca, a vamoapor gra-
dac. Na segunda poca n temos apenas
quina* di>a de jury e nao temoa maia correegao,
por cooseguiote sao sessenla das, tudo isto com
relacio a um mesmo termo ; duas tessdes do ju-
ry, e urna correccio ahi est grande parte do
trabalho do juiz de direito de um termo. (Nio
apoiado*.)
(Cruzam-ae muitos apartes.)
O Sr. Baarque : Mas este o tnbalbo maia
pesado, com tale trabalho que oa oobrea depu-
tados argumentara.
Um Sr. Deputado :E os recursoa, aa eppella-
c,des. A revtsio que se faz annualmente ?
O Sr. Buarque : Mas nem sempre assessoes
do jury duram quioze das ; muitoa desses traba-
lhos de que falla o oobre deputado so fszea no
gabinete.
O Sr. Luiz Felippe : Quantaa vezes espe'a o
juiz de direito por nao haver numero?
0 Sr. Buarque : Temos, pois seasents dias
para cada termo, duzeotos e qusrenta dias para
os quatro termos, por cocseguinie aio la Hcam
quatro mezes, durante os quaes pode ojuizoecu-
par-se dot pequeos trsbalhos de aeu cargo.
Ua Sr. Deputado : Pequeos trabalho, nio.
O Sr. Buarque :Pequeos trabalho em rela-
cio ao jury, e esses oulros irabalhos que podem
ser ft-iios no gabioet", nao depen lem de lautos
esforcos e fadigsi, que provm do Irabalho ma-
terial.....
Um Sr. Deputado : emandam estudo e
lempo.
O Sr. Buarque :Todos ellet podem ser feitos
em casa, em audiencias, etc.
O Sr. Luiz Felippe : O pobre juiz de direito
ha de andar constantemente 4 ca val o sem parar.
O Sr Buarque :-Pois os quatro mezes nao tao
sufflceotet, para todas essas fisgeos, para todos
estes Irabalhos ?
(Cruzam-se apartes.)
O Sr. Buarque :lato negar .a verdade reco-
ohecida.
O Sr. Souza Reis : Divida os outros quatro
mezes pelaa outraa obrigacea do juiz de direito,
os despachos de habeaa Corpus, appellacoes, re-
curaos, aggraros, tempo de trsosporte, etc.
O Sr. Buarque :Mas lodos elles sio trabolhos
de gabinete...
Um Sr. Deputado :Mas nao exigem tempo?
O Sr. Buarque:Mas oio tio tio pesados como
do jury.
(Ha um aparte )
O Sr. Buarque : Se ha lamo trabalho, aenho-
res, como possivelser-se juiz de direito em uma
comarca de quatro termos ?
O Sr. Souza Res: Segue-se que nio cumprem
com os seus deveres.
O Sr. Buarque : Nao lei se tenho razio no
que vou dizer, mas paroce-me que poneos sio os
juizes de direito que segundo marcha que eu
tracei, que abrem correcc.9o todos os annos...
Um Sr. Deputado : Nem possivel.
O Sr. Buarque : Se eu admiuindo o mximo
do Irabalho, ae admiltinJo o cumpriraeuto rigo-
roso de todos os deveres, sinda me sobraram
quatro mezes, como que os que oio cumprem
seus deveres, que nio fazem tudo quanto eu dis-
se, uao lem tempo sufflciente ?
Boj) Sr. Deputado : A base adrxiltide pelo
oobre deputado 4 falsa.
iCruzam-se muitos sparUii.
O Sr. Preaidente : Altnglo I silencio I O
nobre depotado, respondoslo assim a 'todos os
apartes, pode a discussio nao terminar.
O Sr. Buarque : Se estes apartes tem toda a
relacio eom a questio I
O Sr. Presidente : Eolio o discurso do nobre
deputado se toroari de apartes: um dialogo.
O Sr. Buarque : Emm, Sr. presidente, leo
do eu demonstrado que o tempo sufflciente, que
os quatro mezes chegam para oa irabalhos addi-
ciooaes de que fallei, admiuindo ainda o mximo
do trabalho, e aa comarcas de quitro (eraos.....
O Sr. Drummond : No Rio Formoso o juiz
que mais procurou cumprir os seas deveres foi o
iraio do nobre deputado (deiigotodo o Sr. Luiz
Felippe) e nio
O Sr. Luiz Felippe : Protesto coolra sea.-
lhante eropoiicao, porque aslou cario que ma
irmio eumpra os aeu deverea.
0 Sr, Druantead: Nao oa poda cumprir par
/Ua de teapo, o qua a quero dizer.
O Sr, Buarque : Agn, Sr. presidenta, aioda
knnslf dm atirlbuigoet doa magiilridoi Coa relacio ao
tpo qua. ,nei lem diaeoaive), ms j vejo a
.ora bsstsnle aditoudt, por isto paasare a dizer
algum* couta acerca da conveniencia de cada ra-
ra aaa comarca, e principiar*! pela de Oliod.
a naiireaaaiBnio em aaa parecer ( e a oio
o tenho di*cetido, porque 4 materia v*ocid* ) de-
clereu, que nao ae devera ter ent coneiderecio
lomete a dttencia dot Urmot, maa. principal-
mente, BfUM. diatribuicao da juatica. Acceito
lito, Sr. pretideaie, mi me parece. Ulvez.eiUin
lludldo, que a comarca de Olinda oio ae acha
ea condieoee de ser creed* acUlB*nU, ttlo
estte aceeca deila ene utilidad* evidente, dt que
quaesm linear aio oa nobraa deputados. Nio
d*conhco a imporUocia da localidada. maa at-
Undeodo que sao dous termoa que ae chm ea
ir igniQcaole diatancia deali cipiUI, onde eaia-
tem doua juizea de direito, eando Olinda e
Iguarata de alguma forme ea dtcidetveia........
(Cruzm-e muito apartes.)
Tal** ettej* iludido........
Ua Sr Deputado : A cidade de Oliod ett|
ua pouco decadente.
O Sr. Souza
dindo.
Reit :| Ignaras*, rei progre-
O Sr. Barro* Barrete : Progredlndo para traz.
(Gruzea-ee outro apartes.)
O Sr. Buarque : Be nao tenho pe (tito co-
nhecimento desses termos ; de Olioda apenas co
nh*co cidade, ma creio que. tich alguma ra-
zao de seppor, ene vio ea decadencia.
Nao aei ae na ducustio do projecto, aa aeiiio*
transada, te itnoilrou convenientemente a ia-
possibilidade ea que se chavea oa doua juites-
d* direito denla capital de cumprireot o* teus de-
vere com relelo i Oliod e Ia>arra*a.
O Sr. Amara!: Tanto qae nao tea havitlo-
correccio ea Iguara* deede 1851.
O Sr. Buarque : Maa eeguo-tw que nie tero
batido correccio por Ulta de lampo? Ha pan no
se disse aqui que muito* doa juuee nio coan-
priam coa ot ieui devere*. eu nio aei *e esti
bea demonstrado que a-j trTectmrneot* fa4*a
de lemyo que concorreu para este tacto naquel
les termos. Ea quera lambem dividir o teapo
com relacio 4 coarc do Recite, ais ji vejo
que os nobret dp*tadoe repeliera a ataba idea
era relacio a eata com*rc*.
(Cruzam-se auitos apartes.)
Eu noto que. fazendo applicacio do meu cal-
culo 4 cidade do Recif* obre tempe pan oa jui-
zea de direito cumprirea coa ot aeua devere
nos oulros termos.......
O Sr. Witruvio : Nio se esquecendo de notar
o lempo que leva para t* reunir o jury.
O Sr. Luis Felippe : Eolio *q
O Sr. Buarqee : Maa nao ht aeio de cerrigir
este mal ?
Ua Sr. DepuUdo: O nico aeio ai aa mul-
ta* que se nao cobraro.
0 Sr. Buarque: Aqui aa capital deveraa* ter
seis sesses por aono, por conseguinte tres para-
cada juiz, dua ea Olinda e lguaia**.
Um Sr. DepuUdo : Anda is veza* ha doua-
ou tres procesaos.
(Ha rouitot apartes.)
O Sr. Buarque: E* desejsvatada entrar ea
Igumai conidrac.*s obre materl, que o
amda oecesairiaa pan completar ai ligeiraa ob-
servagoea que teoho feUo, quera faser aprecia-
co das comsress do Rio Pureoso e Boa Vits,.
pretenda applicar a rada uaa delta o argu-
mento* de qua me aervi al gura, aat creta que
anda potso fallir eeguoda vez sobre a miieria ;
e como ae acho demasiadamente fatigado pela
cruzada dos partea principalmente, e noto a ho-
ra a vaneada, limito-me ao que Unbo dito, aguar-
dando-me para, em outra occasiio, protr
nove* argumento em auitentacio de ataba
idai.
Discurso do Sr. Ferreira de Agiiar, bu
sessaode Io do corren le. *
0 Sr. Ferreira d. Aguiar : br. presidente,
quando pedi houtem a palavra. o oobre deputa-
do que se oppoe ao projecto (o Sr. Araujo Barro)
liona apeoas aventura do poucas proposicea, ha-
va apenas comecado o seu discurso, eseeu pro-
ced assim foi per mera cautela, aperando queo
nobre depulado eolraria em urna refuUcio rigo-
rosa de tudo quanto eu acaba a de dizer, eape-
nodo qae elle, rico de rteurtos cobo 4, apre-
sentara novo* argumentos para robustecer sua
olimao relativamente ao projecio qu ae diacut,
porm eu engaoei-rne ; o diacurao do oobr di-
putado rolou sobraos meemos pontos que hsvioa
constituido o aisumpto do primero que pronuo-
ciou, quaodo encelou a discussio que se agita. L'
jue o oobre depulado, quaodo da primatra vex
falloo, disparou toda a aua arlilbaria, queimou
todo o cartuxame de que diapunba para o com-
bate em que se empeohou ; que esas artilheria
era iraca, que esse cartuxame era pone....
O Sr. Araujo Barros di um aparte.
O Sr. Perreira de Aguiar: Entretanto, Sr.
presidente, eu sei qua a culpa nio foi do nobre
deputado, eu estou certo de que o defeito oio foi
de sua inteligencia, porm im da causa que de-
fendeu. Essa causa oao en justa, nio eitava apa-
drinhada pela razio e pela juatica, e em tao cir-
cunstancia fraqueiam as inteligencias aa aai
robust, oa talemos os maia vigorosos.
Tendo. pois, o nobra depulado repetido ludo
quanto havia dito oo teu prlmeiro discurso, oao
tendo apreseotado idaa noat___
O Sr. Araujo Barros : Nao me oceupei com o
seu discurso ?
0 Sr. Ferreira de Aguiar : .... repelilo o
que ji havia dito, eu nao quero fazer o aesmo,
oao quero repetir hoja o qoe ji. uaa vez diase, e
por uso iraUrei apenas de alguaat proposicea
aventuradas pelo nobre depulado, que aa aca-
rara maia impretsis na memoria, e Unto mata
procederei assim, quanto sou contrario is diteut-
sss demasiada e desnecessariaacet lungu, que-
no importam outra cousa maia do que proUlla-
edes Inuleis.
0 nobre deputa lo, fallando aioda em coosenti-
melo do Exm. prelado diocesmo, ditse que esta
essa ora se mostrava muito respeiudor* desse
consentimento, era muito desaltenciosa para com
elle....
O Sr. Cunha e Figueiredo : De 1846 para c
teni-se sempre mostrado muito alteociosa para
com elle, menoa aomenle quanto fraguetia de
Santa alaria.
O Sr. Ferreira de Aguiar : que esta cata oro
nio ligava a menor imporUocia, o esse contenli-
mento, ora eom elle argumentan, conforma Isto
coo'inha ou oio para a suileolacio de um
idea.
O Sr. Araujo Barroi : E' o qae me pareca.
O Sr. Ferreira de Aguiar: Eu respondo i.or
miro, e declaro jo nobre depulado que easa cen-
sura oao me toca (poiados), oorquaoto oesta ea-
aa anda nao argumentei-----TjtJIMnlm nin 11
Sr. blspo....
Um Sr. Deputado :-Eolio 4 Oa o Sr. Souz
Beis.
O Sr. Perreira de Aguiar : Nio sei; e aera
mesmo declsrei aioda qual o peto qua esse aa-
aentimento tem para miro ; o que *u fix hontem,
quaodo fallei, fot dizer que o oobn depulado ni
tinha argumentado com este conatatiaeoto rei-
peito do projecto que s* discute, nio pelas razo*
que allegou, que mostrei seram auito frac**, po-
rm sim porque nao se poda valer delle eom
vaotagem para o lim de oppor-se a projecto ;
porque esse Cons-ntimenlo era concebid ea tor-
mos mui favoraveis ao mesmo projecto.
O Sr. Araujo Barros di uro aparta.
O Sr. Ferreira de Agi*r :Eu, Sr. suldente,
nao argumentei com o taosentimento.do Exm.
prelado ; nio lirei delle o menor argumento.
O nobre depulado disae depoia.qu o oio ha-
via locado na diTerenja que a nova freguezia da-
va causar ao numero e leitoret de lUroU o de
N'.izareIh. Eu nio toquiii nttte ponto, 4 vrdde ;
ms fa-lo-hei agora, ainda 400 mui rtmida-
mente.
0 Sr. Araujo Barros: E depail diga ao a fre-
guezia ficar m Cruaogyqual 4 a parcialidad, qae
lem a mesa.
O Sr. Bario de Muribeca ( para o Sr. Arauj
Barros): O nobre deputado lem mullo modo da
mesas.
O Sr. Araujo Barro .Tanta aio tonbo aedo
que (silo sempre neilaa.
Um Sr. Deputado
-*' aoaano por f*IUr nel-
pOle cumprir essas obrigacoes. las, que a toa.
O Sr. Ferreira da Aguiar : Iodos aei taba-
moa, Sr. presidente, que o numero doa ttaitoree
nio 4 de ordinario regulado pola populacio daa
freguezi, pela tea iaporlancla, peU aoa riqu*-
za.etc. que *io estss aa coasidsra;oea, aa ulti-
mas a qua te atteode, e a pratica o tem daacoot-
Mfc.


WHU*
a-
msmmm

dum& m mmtMMW 0**14 i m maio os tm.
trida. Alea dtto, porque- o (robre lenutado tao-
to recela fue djttereoca <**r porque ha da
receitr tase que se procare essa differenca?!
NiO Ihe aeav rszao. Be-os hornea > fe lUmb e
de Naztrtth lem toei o mesmo pe aumento po-
ltica, iranaallllse se o nobre de >ulado. ellee
uootloaarie pensar da mesmo ib >io, oio na-
dirle de opioiio someate pelo f j : .o de ticaiem
parteoeeade a ama ora Iregoezti. ..
0 Sr. Araujo Barros : A mea< ; a meta.
O Sr. Ferr ir de Agaiar : Delito, oio con-
cordando eu que teja tornete o pri upto eleito-
ral qae dere regalar oa casos de croa^ao, dirisio
e tuporeeeio de fregaesias, como lioatam date,
dio posto admtttir que fique prejudirade orna me
dida de conveniencia a de ioteresie geral para
ame parle da populado da protlt :ia, tornete
porque essa medida ofrende o prio; pi eteitoral,
omento por qae ella importa desn alagena poli-
tices, para etta ou aqaella parcial1 tade.
O Sr. Araujo Barros : Ea tea 10 medo de
quets inleioa esse projecto.
O Sr. Ferreira de Agaiar :0 uc ore deput do"
oio parece lio medroso como ae q aer inculcar.
O Sr. Ara jo Barros da oatro aparte.
O Sr. Ferreira da Agaiar : De pola, o aobre
debutado, nio obstante quintos estreos t para
demonstrar que o projecto, que si discute, em
nada eotende com poltica, iosistic anda nessa
idea, a date aesss ocoasiio coasas taes qae, con-
testo, moveram-me i aensbilidede....
O Sr. Araujo Barros : Veja so morra de ter-
sura.
O Sr. Ferreira de Aguisr:... qs fizeramcom
3na aa (casta compadecido do poore Naurtth,
oiof.liz Itamb. (Riso)
O Sr. Araujo Barros : Quants ternura I
O Sr. Ferreira de Agaiar: O nebro de potado
dase que se pretenda castigar ot rol el des, que se
pretenda anoiquillar da todo os ranciaos; que
ee procurara destruir completamen' e a influencia
da Natareth, qae aeqeeria agrilhoe que ae que-
ra acorreoiar o Itamb 111 Para q le esses pni-
cas do nebro denotado?
O Sr. Araajo Barros: Demniqa etses re-
ceios.
O Sr. Ferreira da Agaiar: Qob sem razio 1
Pota Natareta ha da perder toda a san influencia
porque ea Ihe tira ama oesga de te ra T O llam-
ad aa ae Icar agrilhoado, porque i diride o sea
territorio quaodo multo de crer qae ae etta re
gaaaia unnime do sea modo di pensar, nao
nadar da opioiio, por se partir em dasa par-
tea ti Desrtoeca o aobre diputado esses seus re-
celos; cesse de sttribuir i commitiio peossmeu*
tos poltico* que ella nio tere, e q ie oio lem.
O Sr. Araujo Barros : Drszoofl n.
O Sr. Ferreira de Aguiar: Has sioto que es-
sas decatngas nao possam ser desvanecidas de
maoeira alguna.
O Sr. Arauo Barros di um aparl >.
O Br. Ferreira de Aguiar:Oero anda obser-
var ao aobre desalado que (oi demasiadamente
iojusto quando, tratando dos negocios eleitoraes
de Itamb, laxou o ex-subdelegado d aquella fra-
guara, de autoridade infrene, que procurou por
todos os meios dar reocimeoto de Ciiata a parcta-
lidade a qua estara ligado. Ksse sabdelegado, ca-
jo nome nio cito, porque o nobre diputado pare-
ce assastar-sa sempre qae (alio em nomes pro-
prios...
O Sr. Araujo Barros : Nio me assutto quan-
do o nobre deputsdo delende os sei s amigos.
O Sr. Ferreira de Aguiar : S tos defeodo por
qaeoaobra deputado os aecust injustamente.
Esse subdelegado, ia oa dizendo, ire naa me-
nores relaces com os seas adrarsa ros polticos,
que fazem delta o melbor conceit., e que nuoca
chegaram a dizer delle o que o n bre deputado
aquk diste. O nobre depatado 1er jo o tea zelo
pelo Itamb al mais longe do que derla ir at o
pooto de, fallando por ioformacd'is, attribuir i
aquelle subdelegado defeltos que os seus contra-
rios polticos nuoca Ibe atlribuiram ; e por ahi
ae pode rr o modo aere porque o nubre depotado
fula Jos negocios de Goiaona...
O Sr Araajo Barros :Nao moto li.
O Sr. Ferreira de Anular: Fin 1 menta o no-
bre diputado, como que era represiUa ao que eu
fiarla dito a seu respeito, aecusoa- me ds rae ter
envolvido as eleiedes de Goiaon i. Declaro ao
nobre depatado que eu nao consii ero isso que
disse de mlm como una accusscio.e taoto que
nio medefeoderel; e declaro que ooge de pro-
ceder como S. S., que qulz justilicat a tua riagem
Goianna, dizendo ter sido de rocreio, quando
nao tere por Um seno pleitear un, elelcio, ou,'
orno muito bem dase o Etm. Sr. Bario de Mu-
ribeca, cooiuislsr urna eleic.io.coul uso pelo con-
trario qua 6 rerdade que me envolv naquellas
eleigoes, porque tanho a coragem b a franqueza
bastantes psra dize-lo ao nobre denotado ea esta
casa como o dlsseao Sr. Ambrozio Leilio da Cu-
aba, presidente de eotio.
OSr. Araujo Barras: J r q e nio lbe fiz
urna iojusiica.
O Sr. Ferreira da Agotar:Esse presidente of-
flciou-nn. eentre outrat perguata fez-me a se-
guate: Porque me eslara eu e irolrau Jo em
eleiedes contra at terminantes ordene do goreroo.
-<-Se reapoadi-lhe que nao tiohs recebido taes
ordens terminantes do goreroo, ( que, qnando
mesmo at tivesse recebidu, nao at linaria nunca
de um direito que tem tolo o cid lio de iege-
rir-s legtimamente em eleiedes. Eu pois nio
ettou as mesoias circunstancias do nobre de-
plate; eu fui >an:o. coofessei qui liara ioter-
rin lo as eleices, taoto mais quanlo oio poda
por isso ser censurado, por quinto en all cida-
dio qualilicado; e o nobre deputado aega o qae
lodos sabem, nega que estere c ahilando em
Goiaoaa...
O Sr. Araujo Rarros di um aparl!.
(Ha um aparte.)
O Sr. Ferreira de Aguiar: Ea i io desojo en-
trar nessa discassio.
O Sr. Bario deMuribeca :Eusou testemunha
o jaro.
O Sr. Anujo Barros :Jura o qa< ?
O Sr. Bario de Muribeca: A m meira porque
o aobre depatado se enrolveu na el Mco.
O Sr. Araajo Barros : V. Exc. aibedisso per-
failameule ?
O Sr. Bario de Muribeca : Tolit o sabem.
O Sr. Ferreira de Agaiar: O nubre deputado
sao pode negar que interven) abiertamente as
oleicOM de G>ianoa, e que fez ate do sbralo
m que atsistio oaquei cidadeo quittel general
de tolas a opera;es eleitoraes.
O Sr. Araujo Barres: Nao posto estar em re-
lami com os meus amigos?
O Sr. Ferreira de Aguiar: Sem dorida
nenbuma, poremnio do modo porque o fez, ca-
balando com elles em urna eleicjio.
0 Sr. Araujo Barros di oulro sparte.
O Sr. Ferreira de Aguiar: Nio desejo eotrar
aiesia diteustio, mas, se o oobre dapulado prcr-
reca-la. lomare! parle nella, e enli.o terei occa-
aiandediu Hrmat verdades
0 Sr*' Blarroa: O nobre lepatado esti
persuadido a que eu estou espan.aio do papel
0.ue flz em Goiaooa ? Tenbo mu'. prazer de o
ter feito, e por tanto aceito qualqner discussao
nease sentido.
O Sr. Ferrairade Agaiar:E' melhor ser fran-
ca assim; diga, coafeue que se orolreu naa
aleigoos de Goianna, assim como eu o flz...
O Sr. Araajo Barroa:Como autoridade do la-
gar nao o poda (azer.
* Sr. Ferreira de Aguiar:Est engaado ; eo
aou at qualifleado, eu eier mamenle um direita poltico, ing riodo-me em
ieices ; e alm disto son promol ir e nao juiz,
o aobre depatado sabe que a iei, teodo em at
tengio as attribuijes de ura e oulro cargo, s
decreten ineompaiibilidade a respiito do segun-
do, isio a respeito do juiz.
(Ouvem-se apoiados e apartes.)
O Sr. Ferreira de Aguiar: Sr. |Teiidente, eu
ci quero mais cacear a atteo;&o la casa, e di-
tai. tersBiaando, qua essas arnesgas que o oobre
depetado honiera deixou trausparecir no seu dis-
curso a respeito de cousas que sab i h que poda
dizer sobre es negocios eleitoraes do segundo
circulo nio ate intimidare. Re i i Jmenle is
lei(es de Goinna aceito a discui lio, nio que-
rendo to Jara ser ea o prorocador ella.
Fozes:lluho bem; mosto bou .
Saado rotado a projaeto, foi eoprorado S*
alnaaaia.
Em seguida eotrou em ditcusslo o projecto
aio aanecionado, que concede u-ra prirlleglo a F.
M. Duprat para ediffcagea neata cidade e aaus
sabarbiot ; e depois de orar o Sr. Buarqae de II i-
cedo, lerantou-se a sessio pala hora, aendo dad*
para a ordem dodia de hoje aa maamsa materias
com iaclutio do projecto sobre o crdito para
presos pobres.
Hoatam pala neis hora da tarde, embsr-
coa na rampa da ciea da & de Noreatbro, a ala
direita do 10* balalhio a infaotari, aab a com-
mando do Sr. tenaote-coronel Joe Aotoato Silva Geimariea. lando 4 saa frente o Eim. Br.
general commaadanle das armas e seu eslado-
maior, indo aeompaoha-los at o caes as beodas
de msica do B e T da mesma arma.
Temos noticias da colonia da Pimeotelres
com data de 3 do eorrente:
O cholera acba-ta all desenvolvido, bem como
palos dstrictoa adjaoeotas, Ctenle, Perpery e
Gapoeiras, constando que neste lugar at 29 do
pastado harUm taceumbido 19 pefsoss, tlm de
varios accommettidot, a qae oaquelle de Caten-
de, at 28 do meamo,3t eram as victimas, e cer-
ca de 16 os sffectados.
Em Perpery mallos eram os accommettidot, e
o respectiro subdelegado receiara grandes es-
tragos.
Ni colonia proprianente tioham succembido
at igual data B. e desse da at o 1* do correte
sis 5, sendo oa affectedos em numero de 8.
Commuoicam-noa que extrema all a penuria,
e que o obituario avalla aiada por asta canta,
visto qui oio pode ser darldameote observada a
dieta proscripta.
Do Ico recabemos cartss e o respectiro Jor-
nal, cujas dalas chegam a 6 do passado.
Na cidade morrera o Sr. Jos Leonardo Tara-
res no dia 5. a nease mesmo da hoove um ou-
lro caso fatal. A cholerina acha-ae mu desen-
volvida.
Os Vaccsmorta, 5 legoas distsnte da cidade,
appareeiam noticias de estarem stacadaateis pos-
toas, alm de ama mulher, qae linhe taceumbi-
do. Em coatequancia disto, o Dr. Theberge bt -
ra seguido para esse ponto, levando remedios ;
e de participarles suas sabia-te, que electiva-
mente exutia all desenvolvida a choleras, e que
era igaalmente certa a morte da referida mulher.
Toda a populacho muilo ae preoecupa pala fel-
BEVtSTA DIIR A
flamtlaaoa honlem a asaeaabli provincial a
dscoesao o projecto qae fita a farca policial,
epata de sascitar-ae ama quetlo le ordem o
** ma indfctcfto no sentido da se -em- reforma-
des algaoa artigos do regimealo, e de ser aprs-
aeatado um projecto abrtndo crediti rarst oreaos
pobres. r
ta de mdicos ; "e o Jornal do leo compartindo
deseas appreheotes, iolerroga i Djus qae aqu
tem, chegario para acudir aos reclamos da Tena,
Larras, Perero, Varzea-Alegre, etc., etc.?
O jury do termo da Telha eslara marcado para
o dia ti.
E'precito que o Sr. fiscal desta freizuezii
trate de fazer exequireis as posturas, impondo as
penas que ellas coosagram nosses moradores da
ra Nora, que fazem da ra o lugar do despejo
de quanta porcarta tem em casa.
Taes procedimeotos se nio derem tolerar, e
pelo contrario reclamam ama coarctaeio serera
da parle ds autoridade a qaem isto esti incum-
bido.
Foi considerada sem effeilo a portara que
nomeou o Sr. Dr. Jos Joaquim da Fonseca mor-
domo supplente da Santa Casa de Misericordia,
visto oio fazer parte o mesmo da respectiva ir
maodade.
O Rvm. Sr. padre Lino do Monte Carmello
Luna foi nomeado euppleote do mordomo da jun-
ta administrativa da Santa Casa da Misericordia.
Escrevem-nos da villa de Nossa Seohora do
O', em data de 7 de correte e seguinte:
O cholera, ou por outra o terror dos crdu-
los, e deseogaoo dos iocredulos ji invadi esta
rilla, o oem linhamos outra cousa a esperar, pois
ji elle nos hiria circulado, faiendo estragos em
dtreraos eogeohos.
c Ji hootem falleces e sepultou-te no cerai-
terio. um cholerico desta villa, querem alguns
que fosse o prlmeiro e outros o segundo, entre-
tanto estamos principiados, e nio ha mais da-
vida.
Urna cousa anima a populacho segundme
parece e termos nesta rilla urna botica bem
sortija com um pharmaceulico fntelligente e la
borioso 4 sua frente, onde ae tem rindo prorer
de remedios os propretarios dos eogenhos ac-
coramettidos, e loda a mais populacho, inclusive
os indigentes a quem elle contina a dar reme-
dios gratis, t que o goveroo d6 providencias a
respeito.
A lotera que esti a renda a 3* parte da
5a a beneficio da matriz de S. Pedro Uarlyr de
Olinda, cuja etlraccio dereri ser no sabbado 17
do correte.
Na casado deten;io fallecen honlem de fe-
bre amarella o preso sentenciado Francisco Jos
da Costa, natarat doCeari, idade 25 annos, ca-
sado, agricultor, estatura 5 ps, 3 polegadaa e 2
pontos, cabellos pratos e crespos, olhos pretos,
rosto comprido. corpo, nariz e bocea regulares,
barbado ; recolhido em 4 de Janeiro do correte
aooo, por ordem do Illm. Sr. Dr. ebefe de poli-
ca, e conlemnado i dous annos e qeatro mezes
de priao pelo Dr. juiz de direito da comarca do
Bonito, por crime de furto de carados.
Procedeu-se a exame de verifkago e identi-
dade de pessoa pelo juizo municipal da l* rara.
Eis o centesimo rigesimo nono
a Boletim official.
Era um ofliclo de 8 do correte, dirigido do
1 districto do termo de Iguarass 4 presidencia
da provincia, participa o respectiro sublelegsdo,
Joao Carvalbo Rtpouzo, qne no dia aolecedeote
iinha chegado a seu coohecimeoto que oo po-
toado da Iiabatioga, prximo 4 rilla, existism al-
gumas pessoas accommeltidas pelo cholera-mor-
bus, e, parodo tmmediatameate para o lugar
indicado, havia oelle encontrado Ires pessoas,
duas meninas e urna mulher, que aprsenla?un
symptomas da epidemia reinante ; e coactuio di-
zeodo que no mesmo dialiaham fallecido as duas
meoiaas, e que a mulher continua va muito, mal.
Picando accommetlida oulra mulher.
Em um ofcto de 7 do correte, dirigido do
Poco da Panella ao Dr. chefe de policia, e trans-
mittido por este a 3. Exc, communica o subde-
legado supplente, Jos Gongatrea da Porcjuncula,
que do da 15 a 25 do mez passado tioham suc-
cumbido ao cholera-morbos naquella fraguezia
oito pessoas, e que desse ultimo dia em diante
nio hara caso algum, pelo que suppunba ter
desappareeldo o mal.
c A's 6 horas da tarde de 9 de maio de
1862.
Dr. Aquino Fonceca.
Repartirlo da polica. (Extracto das par-
tes dos das 8 e 9 de maio.)
Foram recolhidos 4 casa de detencio oo dia 7
do correle:
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
Henrique Saturnino, de 20 annos de idade e o in-
glez David, de 19 annos, ambos brancos e ma-
chiaistas, por embriaguez ; Antonio Jote da Sil-
va, de 23 aooos, serrador, e Jos Seraphira de S.
Jnior, de 13 aooos, criado, igualmente braocos,
este para recruts e aquello como fgido da esdt
de Goiaona ; e bem assim os pardos Aolooio
Francisco de Lima, de 2i annos, e Virginio Gou-
tioho de Araujo, 25 annos, ambos como deserto-
res,o Io do exercilo e o 2o de policia.
A' ordem do delegado da capital, Polycarpo
Jos da Concei;4o, de 28 annos, funilelro, para
recruta.
A* ordem do de Santo Antonio, Romana, cri-
ouls, de 26 annos, escrara de Aolooio Ferreira,
por suspeila de andar fgida ; Joaquim Jos de
Saol'Anoa Sibir, pardo, de 22 anoos, soldado do
9a balalhio de infantera, por suspeito de ser
desertor e andar com um vallo que suppe-se
ser furtado, e Jos Joaquim dos Santos, crioulo,
de 38 annos, canoeiro, por embriaguez e desoj-
deni.
V ordem do de S. Jos. Antonia Domlciana
rerreira, semi-branca, de 80 annos, costureira,
por insultos.
A'ordem do da Magdalena, Maximians Mara
da CooceiQio, crioola, de 40 annos, laradeira,
por disturbios e ter recolhido em saa cata um
prelo escrjro.
A'ordem do dos Afogados, Manoel Jos Sera-
ro, de 18 annos, dado a agricultura, por crime de
armas defezss.
Dia 8.
A' ordem do Illm. Sr. Dr. ebefo de polica o
pardo Secundino Es lindla, de 48 annos de ida-
de, e o crtonlo Valenlim Monteiro de Aodrade
da 42 annos, ambo* agricultores, remettidos pelo*
Sr. Dr. chefe de policia da Parahiba como cri-
minosos, e Maooel Mara, pardo, de 17 annos
crioulo. para recruts.
A* ordem do delegado da capital, Htnoel Joa-
quim Jorgt, braneo, de 2T aooos, oleiro, tambem
para recruta, e Benio da Barros Balcio de Lacer-
as, pardo de 44 annos,.peacaor, por brigs.
Aborden do subdelegado do Racie, riatUo
Joaquim, de 20 annos, embarcadico, aasravo ale
Jote Gaspar deOlivoira, a requiaicko deete.
A' ordem do da 8. Jos, Benedicto Reinaldo
Aires da Bosta, ercelo, de|l8 annot, carroeiro,
para recreta.
A' ordem do da Cepuoga, Malhilde Hara dea
Prazeres, parda, da 45 annos, costureira, por
insultos.
O chefe da 2* seceso,
J. G. da Mosquita.
O vapor ferastletrs Apa, aahido psra os por-
to* do sul, condaxio a seu bordo os paiaageiro*
seguiotss :
FrancaHoa Mara da Conceicio, Joaona Mara
da Conceicio, Jos Antonio da Sil va Gui maraes,
cadete Aolooio Lait da Silva Beltrio, Carlota
Josepba, Jos Aolooio da Costa, Igaaeis Mara
Francisca da Conceicio, Anoa Maria Casado de
Luna, Mara Ombaltna, Jote Targino Goocalvaa
Fialho, brigadairo Manoel Mbqz Ta varea. 1 filho
menor o 9 escraroa, atfarea Manoel da Costa Al-
fonso, soldado Aolooio Vieira da Silva, Francis-
co Piobo, Theotonio Mauricio de Meadooca Lu-
na a 1 eaaravo, Bernardo Gomes da Silva, Joa-
quim Gomea da Silva, Antonio de Carvalbo, ba-
chera! Manoel Antonio Coelao Ramtlho, Lail Ma-
ria de Freltas e Albaquerque, Marta Francisca da
CooceiQio Fariaa, daaa pravas do corpo de poli-
ca da Babia, escoltando o presa Severo, T.bur-
do Aodrade Valasques, Jos de Lana, Maoool
Rodrigues de Sonta, Aolooio Jos daCosts, Jos
Augusto de Cittro, Manoel Luiz de Siqueira. Sil-
raatra de L. Nones, Sereriaao Bandeira de Mello,
Dr. Jos Bernardo G Aleoforado, sua tenhors, 2
criados e 1 criado, e ala direita do balalhio de
infantera a Manoel Joa de Pana.
O hiato braeileiro Sania Luna, sahide para
o Ro Graode de norte condutio a aea bordo os
pattageiroa aegaiolea:
Aolonio Jaciotho de Oliveira Ciminht, Sebastiio
Vieira da Paz e Narciss Claudina de Mello.
Monmanto da oolarmaria da caaa de de-
len;io do dia 9 de maio de 1862.
Tire baira para a enfermarla :
Jerooymo Rodrigara Pimeotel.
Tiveram alta da enfermara:
Francisco Jos da Costa (por ter fallecido de fe-
bre amarella.)
Josi Joaqun da Saot'Auaa Frtire.
Jos Demasi de Souza.
Manoel Gomes Pereirs.
Ignacio Jos de Galmsraes.
Manoel Antonio Espindola.
Joaquim Bazerra de Saot'Anna.
Abrabio (sersvo de Francisco da Coila )
Mataoouro publico.
Mataram-ae para consumo desta cidade, no dia
9 do crrante 70 retes.
Obituario do da 9 DE mu o NO CEMITE-
RlO publico :
Francisca das Dores Ferosndes Fontes, Portugal,
63 annos, viuva, Boa-Vista; hepapite chro-
nica.
Marta Cessr de Mello Galrio, Pernambuco, 45
aooos, viuva, Boa-Vista ; pneumona chro-
nlca.
Joio Alberto, Pernambuco, 40 annos, casado,
Boa-Vista; cholera.
Francisco Jos da Costs, Cear4, 25 annos, cssado,
Santa Antonio ; febre amarella.
Joao Vieira dos Ssnlos, Pernambuco, 45 aanos,
cassdo, Boa-Vista ; Herida chrooica.
Gerirudea Maria da Conceicio, Pernambuco, 26
aooos, solteira, S. Jos ; diarrha.
Joaquina, Pernambuco,8 das, S. Jos; espasmo.
Luiz de Oliveira Lopes, Pernambuco, 25 anoos,
pardo, soldado, Bos-Vista ; cholera.
aillo ; aarqeaoto aa Detraoste V. S. tentara pri-
mttivameoH tirar dentro toast cateado, abo po-
dras saftaa, faa teaho ce o serva-do para obras, que
piat>SHNtMdito aaeu aitio.
Outroslm, para estriWr aqoellas pedras, dere
V. 8. asar do camiae ja feilo daTabenuraa
para o Saecerro a-ganhar a mesma estrada da
Victoria, porquaotb a oio aer por all, por onde
sempre se tem tirado pedra do dito lugarTaba-
quinasem que eu me leona opposto ; tert eo-
tio de pasear por daalro da mo lia lavours, com
prejaizo meu.
Deat guarde a V. S.areaife 9 d maio da 1862.
Illm. Sr. Alexaodrino MUrlins Crrela Barroa.
Ignacio Francisco Cabral CaoUnil.
(Estara racoohecido e aellado).
COHHkRCIO.
fra^a do llecife 9 de
maio de 1862.
rVs t^ualro horas da tarde.
f.oiaces da justa de corretores.
_ Cambios.
Sobfe Londres-BO dir. 25 1(2 e 35 5i8 d. por
IffOUUa
Sobre o Rio de Janeiro15 dir. 1 Oio <*"
cont. '
Descanto de letrss.
10 e 11 0,0 ae anao.
Frete.
Assucar para o Canal40/ e 10 OO ms. para o
Continente.
J. da Cruz Maaedopresidente.
John Gallasecretario.
aVIaattaatorm.
aadimanto do dls 1 a 8 .
Mam da da 9 ..... .
120.65U103
9.013*371
129:694474
Movlrmeato da altandega.
Velamet aotrados eom (tiendas..
* ion gneros..
Velamet tbidos

tom (asentas..
com cenerot..
67
190
-= 257
CHR0NICA_JUDIC1AR1A.
JURY DO RECIPE.
2* SESSO.
Dia 9 de maio.
PRESIDENCIA DO SR. DR. UIZ DE DIREITO DA SE-
CUNDA VARA, MANOEL JSE DA SILVA NEIVA.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Uopol-
dino de Gutmo Lobo.
Stcrivao privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Estevet Clemente.
Adrogado, o Sr. estudaole do 5 anno da faeul-
dade de direito, Cuio Guerreiro de Castro. .
A's II horas da maohaa, achando-se presen-
tes os Drs. juiz de direito e promotor publico, o
escririo procedeu 4 cbsmada e rencou estarem
presentes 48 juizes de fado.
E' aberla a sessio.
Entra em julgamenlo o processo em que reo
Manoel Antonio de Moraes, coohecido rulgar-
meote por Jatobi, proouncialo em 29 de margo
como incurso oo art. 205 do cdigo criminal pelo
subdelegado doa Afogados, o Sr. Antonio Gon-
galves de Moraes, sendo confirmada a proemncia
em 2 de abril do correte anao pelo juiz muni-
cipal da Ia rara, o Sr. Dr. Hermogenes Scrates
Tavares de Vasconcelos.
Achando-se o reo preso desde o dia 9 de outu-.
bro do anno passado, aem que Ihe fosse devida-
mente instaurada a f rmacao de culpa, consta do
processo que o Dr. promotor publico denunciara
nos termos da Iei contra a autoridade respectiva,
culposa por essa negligencia.
O auto de corpo de delicio fdra feito segundo
as declaragdet dos cidadios Fructuoso Pereira do
Naacimento e Luiz Monteiro Cabral, os quaes fo-
ram chamados ns fall de profestiooaes.
Eatranlo-se no sorleiameoto do cooselho de
senleogs, sao sorteados os seguintet Srt. juzet de
fado :
Miguel Francisco de Souza Reg.
Joio Xavier da Fonseca Captbaribe.
Francisco Geraldo Moreira Temporal.
Maooel Fonseca de Madeiros.
Thomsz Caroeire ds Cunha.
Maooel Francisco Sefler.
Jos Alfredo deCarralbo.
Jos Francisco Pires.
Francisco Antonio daSilra Cavalcaotf.
Joe Alfonso do Reg Barros.
Francisco Alexaodrino de Vasconcellos Callaba.
Jos Egido Ferreira.
Deferido ao cooselho o juramento dos Santos
Eraogelhos, procede-se 4 leitura do processo, e
o reo passa a ser interrogado.
Seguem-se os debates, sendo a defeza produ-
zida pelo alvogvlo cima mencionado.
Propostos e respoodidos oo qoesilos, o Dr. juiz
de direito lavrou e proferio a sentenga Anal, pela
qual absolre o reo e coodemna a muoicipalidade
i pagar as cusas do processo, risto haver o jury
recoahecido que o reo eommettera o crime de
offeotas physicas mas que o pralicara em legiti-
ma defeza.
Uareodo comparecido o Sr. tenenta-eorooel
Luiz Francisco de Barros Reg, que apreseotou
um processo devidamente preparado, o Dr. juiz
de direito prope a prorogagio do jury por 3 das,
risto como sa encerraram os 15 das fizados oa
le. A.m desle processo, encontra-se em mi do
escrivio um outro processo que, hareodo sido
a presentado anteriormente, nio p lude ser sub-
mettidu julgamenlo.
Posta rotos a mocio do Sr. Dr. juiz de di-
reito, o cooselho dej'urados rogeitou-a por 23
rolos contra 15.
Em rista desta declsio, o Dr. juiz de direito
proferio a allocuc.no seguinte :
Srs. jurados.A rossa assiduidade, durante
a sossio. o bello comportamento que tiresleis, e
as justas deciaes que proferisteis sobre os pro-
cassos submellidos ao vosso coohecimeoto, for-
mam jus ao recoohecimeolo e gratidio, que com
sasUc&o ros manifest.
< O excellente comportamento do Dr. promotor
publico, o talento ji recenhecido por todos com
que constantemente aoube lio digno empregado
desempenhar as funcjee do aeu magisterio, obri-
gam-me a render-lhe um velo de louror, cooas-
graodo-lhe perfeita amitade.
a A pootualidede do escririo do tribunal no
respectivo espediente, faz com que Ihe dirija os
meus cumprimentos
< Esl encerrada a sessio.
Deacarregam no dia 10 de maio.
Bfigue portugaezMercejiochumbo.
Brigua inglezMercurycarvao.
Escuna inglaza-Honesta-dem.
Importafao
Vapor nacional Api, procedeots dot portos
do norte, consgnalo a compaahia brasileirs,
maoifestou o seguinte :
I caixa ; ao Dr. Carlot F. dot Saotot Xi-
rier.
1 dita ; a Jote Francisco de Vireiros.
1 rolume ; a Marlinho de Oliveira Burgos
1 dito ; ao Di. Francisco Domiogues da Silva.
1 dito ; a Joio Baptista Ramos.
1 dito; a Antonio de Almeida Oliveira.
1 dito; a Kaikmann Broiho's & C.
I dito ; ao Dr. Maooel de F. F-ma.
Vapor nacional Iyuarass, procedente dos
portos do norte, consignado s compauhia Per-
nambucana, maoifeatou o aeguinte :
1,333 aaccos com assucar, II ditos gomms,
35 ditos caf, 20 barricas sebo, lOcaixas velas de
carnauba, 190 meios de sola, 40 barricas baca-
Ihio ; a ordem.
46 couros salgados e 250 meios da sola ; a Cu-
cha Irmao & C.
3 barricas queljos ; a Francisco Alvet Montei-
ro Jnior.
Exporta tao
Do dia 8 de mel.
Brfgue inglez Titania, para Liverpool, car'ra-
garam :
Kalkmano Brothers & C ,208 siccas com 1,118
arrobas e 2"> Huras de algodio.
Patacho bremeose Gemiana, para o Canal,
carregaram:
James Ryder & C, 500 saceos com 2,500 arro-
bas de assucar.
Brigue portugus Mercurio, para Ltsboi, car-
regaram <
Thomazde Aquino Fooseca Jnior, 123 pipes
com 22.632 me lidas da cachaba.
Bngue ipriuguaz Lima, para o Porto, car-
regou : f
Jos Aa/eaio de Orvalho, 8 barriquiohas com
23 arroba e 25 libraa de aasucar.
Becebe loria da rendas Internas
geraes de Pernambaeo.
Itsndlmeoto do dls 1 a 8 8:5159501
dem do dis 9....... 933881
aaa tem primelo o aacrirao tn pastar a presen-
te com o prazo de 30 dias pela qual chamo, cito
a hai por dudo referida suppcado para qae
comparece oeste juizo aflm de allegar tua defeza
sob pana de reveie. Porlanto tod* e qatlquer
pteos parale, amigo oa coohecido do referido
supplicado o poieri (azer sciaote de tudo quan-
lo tica expendido.
E para qua cnegue ao coohecimento de todos
maodei pastar editaea que serio publicados pela
impreosa e afiliados nos lugares do costume.
Recite 7 ia mato de 1862.Ea Manoel Maria
Radrigaea do Naacimento, eecrivio a aabscrevi.
Tnatao de Alencar Arsripe.
Perante a cmara meoicipai desta cidade e
tari om praca nos dias 8, 10 e 12 do eorrente
obra de atierro a fazer-se oo cemiterio de fregu
zia de S. Loureo^o da Malta, oreada na quaotia
de 900$. a qual deveri ter taita no prazo de 10
dias : os que pretenderem arrematar poderio
comparecer oa pec,o da meama cmara nea dias
iodiesdos, munidos de aeus fiadores, aem o qae
nio aerio admitiidoa a licitar.
Pago da cmara municipal do Recite em sessio
de 5 de maio da 1862.Luiz Francisco de Berros
Reg, presidente .Francisco Canuto da Boaria-
gem, official-raiior, serviodo de secretario.
saaaaiaBBaaaBaaBiaBaBeBBBBBaBB-rHaBBai^ ______Ueclaracn*.
Consulalo de ifraoca em
Pernambuco.
O capitio Mayoard do navio trances Kartc Ni-
colas, em reparafio oeste porto, precisa tomar
i risco cerca de 17:0009000 rs. para pagar dif-
ferentes detpezss, que esti obrigado a fazer nes-
te porto.
O dito empreslimo ser garantido pelo mesmo
navio, casco, apsrelhos, mcame e vietuelhas.
As peisoas que pretenderem fazer asta adao-
tamento, ao convidalas comparecarem quar-
ta-feira, 14 do correte, at 11 horas, em pooto,
na chancellara do consulado de Franca, onde
lera lugar a dita sdjudicagio, em presenta do
aenhor cnsul de Franca, 4 quem por meos
Bear.
Pernambuco, 9 de mtio de 1862.
O contal de Frene/
. Visconte E. de Lmont.
No dia 10 do corrent, depois da audiencia
do juiz substituto da seguoda vara municipal, que
tera lugar aa II boraa da maohaa do mencionado
dia, lem de ir em prar;a publica do mesmo juizo
os escravos seguales : Mara, crioula, com 20
annot de idade, ssdia, avaliada em 5009; R'fi-
no, crioulo, liada de 10 annot, sali, avahado
em 5009 ; os quaos foram penhoradota Joio Ber-
nardino Nanea Ribeiro, pr execu^o do padre
Antooio da Pureza Vasconcellos
Para Lisboa e Porto.
Sahiri impreterrelaealft oestes poucos das
bem condecida barca brasileirs cMarianns, por
ter prompta a maior parta ds seu carregameato :
para o rostaote da carga e aassageiros trata-*
com Manee! Ifecle ded>iivelra 4 FMhe, ao lar-
go do Corpo Saalo 19 ou com o csplto na
taja.
Para a Baha.
Pretende aegetr com muita breridada o relei-
.o e bem conhecido hiate nacional Santo Aaaa>-
ro. tem pane de aeu can-afmenlo promato,
rara o resto que Ihe falta trau-se com oa aeu*
consignatarios Antonio Luiz da Oliveira Azorado
&:c., no sea eacriptorio na ra da Crut a. 1.
Rio de Janeiro
pretende seguir com muits breridtde o pataebo
nacional Capuan, capitao Tneotanio Joe da
Silra Rodriguea, tem dout t rcot de aeu carrege-
mento prompto : para o reato qua lbe falta, tra-
ta-te com os aeus consignatarios Antonio Lniz da>
Oliveira Atevedo & C ra da Crat o. 1.
Para Lisboa
PubiicaQoes a pedido.
Illm. Sr.Recebendo hootem 8 do correte um
officto de V. S., acompanhsdo da copia do des-
pacho do Etm. Sr. presidente da provincia, para
que eu marque a lagar do meu sitio Retico, den-
de V. S. possa eitrahir a pedra precita para o
empedramenlo da estrada da Victoria, da qo V.
S, e -r miliitjiai. Ibjtlis a dizez-lhe qua pode V.
S. extrahif padres do lugar denaminoda Taba-
quloa, wiiaapedrelrrque.azisie sm dllo meo
val aabir em poneos diss a meito releira barca
Lima I por ter prompto parte de aeu errege-
meoto : para o reato e paaaagairot trata-te ecos
ot cootianatariot Carrslho, Nogueirs & C.. aa>
rus do Vlgario n. 9, primeiro andar, oa com
espilio na prar^a.
Rio Grande do Sul
Sahira' dentro de poucos dial o bri-
gue nacional almperial Pedro, recebe
carga a frete e alguns pastageiros : tra-
ta-se com o seu consignatario Domin-
gos Ferreira Maia, ra da Cruz n.
13.
Freta-se para os portos do Rio da
Prata o brigue nacional Maria Isabel,
de lote de 250 tonelladas e de primeira
classe : trata-se com o seu consignatario
Domingos Ferreira Maia, ra da Cruz
n. 13.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COMPAXiII.i LYRIC1
DR
9:449|381
Consulado provlnelail.
Rendimanto do da 1
dem da dia 9 .
a 8
9:100$483
1.500*861
10:6619345
Movimento do pono. '
Navios sahidot no dia 9.
Portos do SulVapor nacional Apa, comman-
dante primeiro teuente Joaquim de Paula Cun-
des Aleoforado.
Ass pelo Rio Grande do NorteHiate nacional
SanlaLuziu, capitio Joaquim Francisco do
Souza, carga difereotes gneros.
Observarlo.
Bordejsns no lamarae**Jma galera americana e
um patacho portugus, e fuodeou no lamarao ura
patacho americano, mas nio tiveram communi-
cacao com a trra.
feaiiaes.
O Dr. Trislio de Alencar Ararips, official ds im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito espe-
cial do commercio desta cidade do Recite ca-
pital deata provincia de Pernambuco e aeu
termo por S. II. I. e C. o Sr. Oom Pelro II, a
quem Dos gusrde ele.
l'aco aaber aos que a presente carta de edilos
virem e delta noticia tiverem que por parte de
Joao Gatemiro Gonreia me foi feita a pelicio do
tbeor, forma e molo e maneira seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.Diz Joao
Caaemiro Goureia que quer fizer citar a Belmiro
Baptista de Souza para na primeira audiencia
destejuizo vir assigoar o 10 diaa da Iei a sua
escriplura deobrigaro e bypolheea j reocida
da quantia de 8 99t190 rs., com a pena de re-
relia, aendo condemnado no principal, nos res-
pectivos Juros e as cusas. E como nio ae sa-
be o lugar certo sonde existe, requer tambem a
rossa senhoria de admitti-lo a justificar pleoa
mente a incerteza daste lugar aflm de que jul-
gada depois de prorada se sirva mandar passar
cariado etilos por 9 dias a um de se realisar a
cltago, oem 9 pira o lim expendido como para
toJos os termos da execucao at real embolso do
supplicante.Pede a V. S. assim Ihe deflra.
Espera receber merc.Fonseca.
E maitse nao coolinha e nem aljama outra
cousa mais se declarara e moatrara em dita pe-
llgaoaqui transcripta, a qual sendo-me spresen-
lada nella dei e pruferi o seguinte despacho :
Cite-aee para a justificado marco o da 3 do
crranle mez as 11 horas da maohaa. Recito Io
de maio da 1862.Alancar Araripe
E mais se nao cootinha e nem alguma outra
cousa mais se declarara e mostrara em dito des-
pacho aqui mu bem e fielmente copiado e trans-
cripto, por fon;a do qual para a mesma peticao
distribuida ao escrivio destejuizo Manoel Maris
Rodrigues do Naseimeato, e tendo o sapplicaote
produzido auaa leetemuohaa que joetifitsram a
ausencia do supplieado em lugar nio sabido, sel-
lados os autos sabiram a mo ha conelusio e Oti-
les dei a seateoca do tbeor seguioto :
Hei por justificada a austncia de Manoel Jos
Leite, qua ae provoo achar-se em lugar iacerio,
e assim mando qo* se fsca. a eiiacio edital com
prazo da 30 dias, publieando-se na forma do eos
turne.
Recite 5 de malo de'1802.Triitio de Alencar
Anrrfps.
Em tempo justificado Belmiro Baptista de
Souza, que se prorou achar-se em lugar incerto
e nio Manoel Jos Leiie, como cima ae escre-
reo. Recite era- sopre. Alencar Araripe.
E mais so-nao cootinha e nem alguma oulra
coesa mais-se declarava e mostrara em dita seo-
teosa tijjil.muiaoBi copiada a trirmrtpta e era
.MYIVINVAGFAA.
SABBADO 10 DE MAIO.
3.a Recita da assignatura.
Grande opera em quatro actos, de Verdi,
TRVAME.
Prestando-se aioda etta rez a executar o pa-
nel de Eleonor a Sra. Giulieta llarinangel, por
favor a Sra. Stella, quej se acha muito melhor.
Principiari is 8 horas em pooto.
Os bilbetes rendem-se no dia do espectculo
(EdDBHPMIttA
DAS
Messagenes imperiales.
Al o dia 14 do correte espera-te da Europa
o rapor fraocez Guienne, commaodante Enout,
o qual depois ds demors do costme stgulr
para o Rio de Janeiro tocando na Babia, para
passagens etc., trata-se na agencia ra do Tra-
piche n. 9.
Para
GRANDE
E extraordinario
1MLK
NOS
Magestosos sales
no
Caes de Apollo.
Sabbado, 10 de maio.
EM BENEFICIO DE
Luiz Uves Correia Lopes.
As 9 horas da notte a banda militar dar prin-
cipio, tocando as variadas pegas das mais m
deroas, aQm de satisfazer os concurrentes i
beneficiado.
Ser cumprido o regulamento do Illm. Sr. Dr.
chefe de policia.
O beneficiado tendo distribuido grande quaoti-
dade de bilhetes, pede a todos que concorrerem
para sua benevolencia, que serio pagos i porta,
visto o beneficiado oio poder andar pela sua mo-
lestia.
Entrada pars homent 20000 ; para seohorss
ratit. ______ __________
BAILE
CAS POPULAR
DE
MASCARAS EPHANTASIA
NO
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Hoje 10 do correte.
A pedido de grande numero de amadores do
baile Cassino, hsreri grande baile de mtsesras e
sem ellas. Seri mantida a boa ordem e harmona
do cestume n observadas as ditposifdes do regu-
lamento interno epprorado pelo Illm. Sr. Dr.
chefe de policia.
Eotrada para damas, gratis ; para caralbeiros
1000.
Atsos mantiimos.
COlPAlMIA PERNAIBUCAIU
DI
Navegado costeira a vapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, Macau
do A*W, Aracaty, e Ceara.
O vapor lijuarass. commaodante Vianna,
sahiri par* os portos do aorta at o Cear no
dia 21 do corrate ia 5 horas da tarde.
Recebe cergs at o dia 21 ao mel dta ; sn-
commeode, pissagelros e dlnheiro a frete al o
dls da sahide'asi horas : eacriptorio ao Porta
4aMitU3*a, 1.
Rio de Janeiro.
segu com lods a breridsde o patacho ntrional
S. Joaneiro, capitao Joio Gaspar de Oliveira,
tem parte do carregameolo prompto : para o res-
tante, trata-te enm o cootlgnttario do mesmo.
Mannol AIvps Guerra, oo com o capitio._________
LE1LA0-
A i 0 do eorrente*
O agente Oliveira far leillo abado limite em
preco, de um excellente terreno proprio par
edincaqao ou oulro qualqner mister, siloado jun-
to so hospital inglez, e leudo 700 palmo de
frente e 610 de fundo, sendo foreiro aos herdei-
ros de Maooel Luiz da Vpig :
Sabbado 10
do correte, ao raeio dia em ponto, em seu ea-
criptorio na ra da Cruz a. 62, bairro do Recife.
LEIUO
DE
Um piano forte em perfeilo estado, urna mobilia
de Jacaranda, urna dita de fai, urna dita ds>
amarelio, 4 cadeiras de balaogo, 1 mesa da
amarello, t canias de ferro, 1 commoda, f
cama franceza, I candelabro, 1 relogio, a mui-
tosoutros objectesque esia-o patentes ue dia
Terga-feira 13 do correte.
O agente Piolo far leilao por conla de un
estrangeiro que reiirou-se para Europa, e eom
auioris.ic.3o do respectivo consol, dos objeelos
cima meocionados os qases serio rendidos sem
reserva de preco no da cima mencionado na
ra da Cruz n. 9.
Principiari as 10 horaa.
LEILO
A 10 do corrate.
O agente Oliveira far leilio por autoritario
dot respectivos p-oprietarios da rendosa e ele-
gante casa de sobrado conalruida ao gosto mo-
derno com ptimos reptrtimentos, e com sitio
contando cocheira, estribara e ctsas para pretos.
defroole do palacete do finado bario de Beben-
be, nt ponte de Uchoa. Os tubos do encane-
menlo das aguas do Prata passam a betra do .mu-
ro na frente do sitio, e quem qaeira agua em ca-
sa pode obl-la fcilmente. A excellente e agrt-
'.aral sitaacio desta propriedade, porto a praca.
e em estrada a mais piloresca e transitavel de
todas as dos suburbios da cidade ; a bella isi-
nban;a adornada de sitios apraaireis, habitarlo.-'
pelas mais dislinctas familias, es sres salubres a
muilo procurados da situacio, sempre animad
com a concurrencia de povo. tornam aua posic
sobre apetecida, muito conveniente para aquel-
les que presam a saude, aa conveniencias da vid
retirada e do recreio sobretodo sps as lides dia-
rias, do commercio principalmente. 0 encanta-
dor rio Caplbaribe, baohando o fundo do sitio
completa o quadro da belleza do lugar, apar da
conveniencia do desembarque e embarque pars
qualouer digressio quer rio cima, para lograr
do mararilhoso de suas margeos, orladas da po-
readoa e elegantes rooattutcoes por loig* dis-
tancia, qutr em lado opposto, para a cidade;
Sabbado 10
do correte, ao meio dia em pooto lera lagar o
leilio, no escriptoriodo referido agente, ruada
Cadeia do Recife, a quem os pretndanles po-
dara dirigir-se aotecipadameote para craaiouer
informaejio.
Avisos omino*."
Mez de fiara a \$.
Vende te na livraria n. 6 e da pra-
tja da [ndependencU o Hvro Met Ma-
riano, cotiiwraie o uio dot miuionarioi
capuchinhos a 1|


f
\


'i

DU110 BB MffiHJBW. ^ SABBADO 10 DI MAIO fe ii61.
_
RASGOS ME101IAVEIS
DO
D.
INHOi
PEDROI
POR
A,D, de Pawhoal.
Beta obra en um volume nii idamente lmprei-
%t, publicada no Rio de Janeira por occaaiao da
intguracao da estatua equeite de D. Pedro I,
acba-iea vend ni ra da Cruz o. 45, primeiro
andar.
Preciaa-sede urna pesso que queira cobrar
divida no mato, dando fiador I aua conducta : a
tratar aa iaa do Queimado o. 45.
Engenho.
Quem tirar um que ceja boni e o queira arren-
dar com toda ou parte da fabrica, anouncie por
eata folhe.
Aos fabricantes de gen-
gibirra.
Na taberna da ra do Rangel n. 43, ha para se
Tender geoRlbre. novo, tanto em arrobas como
em libra : cheguem antes que se acabe,
Muita atteiioo.
Crus & C, auocessores de llibeiro & Lobo
Muoizlrrno o C, pedem aos ileredorea e ditas
firmaa, que venham pagar seui dbitos no prazo
de quinie dias. e nao o fa .endo serio cha-
mados jaito sem excepcio slguma : rus do
Queimado d. 45.
3kWtarlts)4^3ii Ctt-CtGti CiWlICft *
%\6-miadaCruz~\m
S
i
O Dr. Rocha Bastos
di consultas lodosos dias.
Cura radical e em pouco das moles-
tia syphHiticas e dos orgios genilo uri-
narios.
Consultas de graca das 8 ns 9 horas da
manba-
SnMMHfilWdK-MSeiiHiNIKIKX
Ama.
Na ra larga do Rosario n. i;!,segn lo andar,
precisarse de urna ama para ca i de familia, que
saiba coiiohar e engommar com perfeic*o.
mmmm mmm-mmtmmn
8 Roga-ae aos senhores abiiio detiara- U
dos de vitem a ra do Imperador n. 34, 1
a negocio de seas interessea:
Antonio Prisco de Franca M 'lio.
Miguel Toleotino Pires Marinho Falcip.
Jote Thomas de Aguiar Jnior.
S Joaquina Csvalcanti de Alboi|u rque.
Praucisco Luiz Wanderley.
Nereu de S Albuque-que.
<> Jos ThoHiaz de Aguiar.
I Andr de Si Albuquerque.
Precsa-se de um ci ido forro ou
escravo que teja intelligentt; e de bous
costume?, e que d fiador i sua conduc-
ta. Dirigirse a ra nova de Santa Ki
ta, sobrado n. 47.
SOCIEDADE BAMARIA
Amorim, Fragozo, Santos & C.
Sao convidados os Srs. socios a receberem o
4* dividendo relativo ao semestre lindo,
Precisa-se
de um perfeito forneiro, cl-se bom or-
denado : na padaria da ra das Cruzes
n. 32 ; na mesma padar a precisa-se
tambem de um menino de 10 a 12 an-
nospara caixeiio
O Sr. erapregado publi
eo que recebeu differeiites
quaotias para pagamentos de
objectos de sua repartico J
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existem em seu poder como
deposito, alias se publicar
seu uome e mais cartas pelas
quaes se pro va a existencia
deste negocio.
i Sociedade
| Recreativa Corjbaotina{
Pelo presente sao convidados todos os a
meo-broa da aoeiedade Recreativa Cary- *j
9 banllna, i reuoirem-se no dia ti do cor- V
sm rente mez is 10 horaa da maohia, na jfc !
O can da mesma sociedade, sfim de em
assemblia gersl sattsfazerem as disposi- V
4p coes do art. 38 dos respectivos eatatu- fjp
/tk tos, procedeodo-se a eleicio da nova ata
directora.
0 1 sscretirio, V
Jeronymo da Costa Lima. ^
Precisa-se lomar 4:0005 s premio sobre hy-
potheea r m um sobrado em boa ra ; a tratar na
ra do Hospicio n. 13 ou na ras da Imperatriz
o.80
Ama.
Precisa-se de ama ama para lodo o servico de
urna cass de pouca familia : na praca do Corpo
Santo d. 17.
Aviso.
Aluga-te una sitio na estrada da Torre
p com excedente caaa de vivenda, maitas Q
SJ) srvorea fructferas e banho no Capibari- aja
gj) be : a tratar na ra da Imperatriz r. 47, )
m primeiro andar. (t)
*
sociedade bancaria.
Amorirn, Fragoso, Santos & C. sacara etomam
saques para a praes de Lisboa.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joo Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recite.
{ Altencao,
V Len Chapelain, profenor photographo $$
K e successor do Sr. Siall. acbando-se ft
gravemente eofermo, nao tem podido 2
*8 entregarse aos deveres de sua proQsso, IS?
|j| e pede aos seus freguezes Ihe revelem ^
g esla falta toda involuntaria, abrindobre- g>
* vemente as portaa do seu estabelecl- "
9 ment. O
- O abaixo assignado pede a todos
os seus devedores por conta de livro as-
sim como aos que devem a firma de
Peres & Vasconcetlos de virem pagar as
LOTERA
Sabbado 17 do cor rente sera' m pre-
ter velmente extrahida a terceira parte
da quinta lotera a beneficio da matriz
de S. Pedro Martyr de Olinda no con*
sistorio da igreja de Nossa Senhora do
Rosario de Santo Antonio. Os bbetes
acham-se a venda na respectiva thesou-
raria ra do Crespo n. 15, e as casas
commissionadas do costume.
Os premios desde os de 10$ at o de
5:000$ se pagarlo no mesmo dia da ex-
tracto de 1 bora da tarde por diante,
e os outros logo que se tenha feito a dis-
tribuido das listas.
O tliesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
SOCIEDADE
IMO BENEFICENTE
DOS
ARTISTAS SELLEMOS
Em Pernambuco.
Scientiflco aos senhores socios effectivos que
em sesao extraordinaria de assembla gersl do
dis 27 de abril prximo pssssdo foi concedido o
prsso de 60 dias a todos aquellos que esli in-
carsos no 1. do art. 64 dos estatutos, asslm
como rindo o prsso ser posts em vigor a dispo-
aico do art. 72 dea meamos estatutos.
Secretaria da sociedade Unio Beneflcente dos
Artistas Selleiros em Pernambuco 6 de maio de
de 1862.
Taurino Cantidio de Moraes.
1.* secretario.
A'dous metes, pouco mala ou menos, far-
tsram-me de cssa dous relogios, sendo um es
quisito, que lalvez aqui nao najara dous ou tres
como elle, por trabalbar por debaixo do mostra-
dor, e entao tem um buraco no lugar das 12 ho-
r tambem tem um ponleiroem que apona todos os
dias do mez ; e o outro regular como qualquer
reloio : ambos slo suissos : quom os dsscobrir,
e m'os spreseotar, receber 100$ de gratifleaco,
na ra Direita, caaa n. 6.
A. Joaquim de Mello.
Precisa-se de urna pesaos para todo servico
de urna casa, das chegadas ha pouco de Portugal;
precisa-ae tambem de urna ama para o servico de
urna casa : a tratar na ra ln perisl n. 45.
i Antonio Goncalves Perreirs, subdito portu-
guez, vai ao Pari.
O solicitador Jos Leandro Martina Filguei-
rssoflerece so raspeitavel publico os seus servi-
dos como solicitador de causas nos auditorios
desta cidade, sempre me acharo s suas ordens
em casa de minha residencia, ns ra das Cruzes
n. 21, segundo andar, das 6 s 9 horas ds ma-
nilas, e daa 10 em diante, no escriptorio do Dr.
Jos Lean tro de Godoy & Vasconcellos, na ra
estreita do Rosario o. 34, primeiro andar.
SOCIEDADE
RECREATIVA NOVA AO'.
Por ordem desta directora, e em virtade do
art. SI, cap. 12 dos dossos ettalatos, convido aos
senhores socios a se reunirem m assembla ga-
rsino domingo 11 do correte, s 10 horaa da
maohaa, ns cass dests sociedade. aOm de se pro-
ceder a eleicio da nova directora.
Sociedade Recreativa Nova Ualio 7 de maio
de 1862.O secretario.
Molla.
Alugs-se a elegante e grande casa dos Coe-
Ihos n. 8, que conten duas alegres e eipscotas
salas ns frente, duaa na parte de delraz, 1 booi-
INTERNATO
Estabelecido no lugar da Gapunga, um dos arrabaldes
mais prximos da cidade do Recife
* DIRECTORO BAGHAREL EM HATHEUATIGAS
iiiASLDG) mmtu m mm.
O director do ioternito de S. Bernardo nio tendo evitado esforccs ncm sserifl
cioa para proporcionar aos aeua alumnos urna perfeiU educajo phisica. moral intel*
lectual e religiosa, off bridsde, habis professores que sao solcitos em prepera-los coovenieLleosenle so fim
a que se destinara, medico pratico que Ihes faca comprehendar oa preceitoa da hveiena 25
e lhea cure aa doenat, e analmente um sacerdote illuatrado e honesto qae lhes exoli" :*i
que os principioa da religiao chrstia, espera que assim constituido nao deixari o seu*
eslabalecimento de merecer dos Srs. pses de familias o auxilio e cooQaoca com que ii
alguns o tem honrsdo; e Ihes roga, bem como a todaa as pessoas interessadas que se
diguem de visitar o mesmo seu eslabelecimento, onde sempre encontraro franco in-
gresio.
O eollegio tem a sua sede as elegsntes e eapacosas propriedadaa da Sr." iuva
Lasserre e doa Srs. Roberto & Filho, i Capunga Velhs.
Com o fim de tornar maia brevea e commodaa as commuoicscoes dos Srs. pses e
correspondentes, o director Ihes aviaa que as eocommendas e todas ss correspondan-
ciaa poderao aer entregues na casa de residencie do seu irmio o Dr. Pereira do Carmo
ou oa loja do Sr. Joaquim Ferreira da Costa, ra Nova n. 56.
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bom Gonselho.
Fqgio no dia 23 do mez passaclo, da tonda de
marcioeiro sita na ra estreita do Rosario, o mu-
latinho forro por norte Luiz, de idade de 10 ao-
noa, pouco mais ou msoos, levou vestido calca
de riscadioho pardo, camisa branca ejaqueta par-
da, tem os sigoses seguintes : cabello cortado
rente, olhos grandes, ostiz afilado, bocea peque-
a, elle magro, tem ums msrea escura do lado
esquerdo do rosto, urna costura ca testa e outra
do queixo: quem o pegar leve i ra da Aurora
O. 4, que ser gratificado.
0 leilio annunciado para 9 do correte foi
transferido, por ordem do Illin. Sr. inspector da
aiftndega, pura o dia 12 do corre te mez, is ho-
ras do cosame.
4.* teccio pa alfandega 9 de mco de 1862.
O 1." eacripurario,
Firmino Jos do Oliveira;
Anlonio Jos de Abreu, Portuguez, vai ao
Rio de Janeiro.
Offerece-se urna malher para ama de casa
dehomem solteiro, cosinha com muito asseio e
engomms: quem precisar dirijt-se traveasade
S.Pedro sobradod. 4,segando andar.
suas contis at ao Gm deste mez ou na l? 6*Mn*ie. 16 quarloa grandes, 1 etpacoso so-
falta pastar letra, a fim de se verificar tL'SSStASUSSlt SmStS
OS dbitos d} contrario publicara' os la* e 1 porta, e 4 quartos, ambas com quiutal
seus nomes por este Diario o que nao ";"aad?lm. d.0.,!u,ro'.,u"b" caaa, e toaos estes quiataes estao ^ercadps de
muro, e esda um contim sua cacimbaiaoin aupe-
rior agua, e eata em abuodancia : a trotar na
meio-pencionistss
natureta do estado i
tA ii*!i*^ e,lDlcimeoto, i rea da Aurora n. 50, recebem-se peocionistas e
ate a idade de 16 annos, o estudantes externos de toda a idade.
Ascondicdes 4a admissio viriam segundo a classe do recipiendo e a
que se destina. r
O enaino, qae all ae recebe, o aeguinte :
Prmeiras lettras, comprehendendo leirura, calligraphia, pelo systema de Adler, arithmetica
(as*opers5oea), doutrina chrstia e elementos de civilidade, grammatica portuguesa e noyes de
geograpbta ; lingaaalatina, franceza eingleza, geographia e historia, ihetorica e potica, pniloao-
pna racional e moral, arithmetica (al logartlhmos) e geometra.
Eata o creados, alm diato, dous cursos, nm de sericultura e outro de commercio, que serio
sbertos logo que hsja alumnos.
O edificio em que faocetona oImperial Institutotem as acommodacoes necessarias para
receber grande numero de pendonistas, e pelo seu estado de aceio e pela ailuacio preenche a to-
daa as condicQoes de bygieoe e de commodidade para oa alumnos externos e meio-pencionistss.
O direcior do eatabelecimeolo, que ha cerca deoilo annos ae tem votado ao aoaioo da mo-
cidade com toda a dedicado do que capaz, tendo recebido ltimamente de S. M. o Imperador a
honrosa distioccio do oto das armas im perla es, e do titulo de Imperial para o sea dito eiU-
belecimento. que jl entrn do quarto anno de existencis, comprehende que deve envidar todos os
eui exforcos para manter ao Instituto o crdito que tem adquirido.
deseja para constar aonde convier.
Jos Peres da Cruz.
- Joio ds Silva Faria mudou sea escriptorio tu' d c,dei a0 R"ife l <>F cambio,
esrmazem para a ra da Crur n. 66.
Manael Ferreira da Silva Tarro-
zo saca sobre Portugal.
Aviso.
Oa abaixo assigoados sisen tifie un ao corpo de
commercio que tendo Joio Lilly socio gerente
de sua casa commercial de fazer urna viagem a
Inglaterra, Oca encarregado da direccio da mes-
ma durante a ausencia do referido socio em pri-
meiro lugar o Sr. W. G. Feaneli> e am segundo
o Sr. Manoal Jos dos Santos com procuraciofe
os fiadores necessarioa para a gerencia delle.
Recife 9 de maio de 1852.Soutliall Mellor & C
Roga-ae a qualquer pesaos pie poreogaoo
conduzisse ou levasse da saleta c i casa do jury
um chapeo da sol coberto da seds rOxa em o dia
de honlem, o favor de o mandar anlregar na loja
defazeadas na ra daa Cruzea em Santo Antonio
o. 41, aonde receber o portador a gratifleaco
de 10,
Rezende & C, sacara sobre Lis-
boa e Porto, na ra do Itrum, arma-
zem n. 58, ou na ra do N'igario n. 9,
primeiro andar,
Preciss-se slugar um sitio oos Apipucos,
que teohs bastantes arvoredos, tiaixa de capim
para suitenlsr doas cavados, ciss soffrivel, e
banho ; quem tiver algum oettss condic(6es, di-
rija-ae a ra do Queimado loja ie ferrageoa, n.
13, que ae dir quem quer.
Attenco.
a
Nio convindo a alguna senhort s de engenho e
tosa pessots que moram fura di praca o teiam
seus filhos em collegios, ou morando em com-
mum com outros esludaotas, enleguesa s mes
mos, e sem ter quem oa dirija (o que nio peque-
oos ioconTeoientas acarreta], ol rece-lhes o ao-
nunciante, empregado publico, jai de familia,
que tambem tem fllboa a educar, a aua casa nes-
ta praca, para nalla receber nio i alguns meni-
nos que sindsse acham em primaras letras, co-
mo tambem estudantes de prepi ratorios para a
Faculdade de Direilo, nio tendo aeus pais ou
correspondentes o menor cuidad com ellas a tal
respailo. Bma casa eommoda, bom tratamento,
constante aolicitude pela aua api) icaco para que
teoham bom resoltado noa exam *, e fioalmente
urna gratifleaco a maia mdica >'. razoavel; esta
sao as vantageos que encontra io: a tratar na
na do Raogel o. 73.
AUentfo
Precisa-se alagar um primeiro ou segundo an-
dar, sendo as mas seguintes : Aurora, Impera-
dor, lado do passeio, e sendo de nm so andar, no
pateo da ribeira, e se dari algt mas luvas : na
rea do Queimado, loja de ferragtis o. 13, ie dir
a pessoa qae quer.
O Sr. Dr. Serpa Brtndio Isoha a bondade
de se dirigir i roa da Imperatriz o. S.
Joaeph Marin, subdito ti: glez, relira-se
pira EuT9pi.
Ra estreita do Rosario n. 22,
primeiro andar.
O dentista usna Pompilio planta denles arti-
flciaea por grampoa e ligaduras e a pressao do
ar, dentes ioeorruptiveis sobre ouro, systema
norte-americano e faz todia aeoperace* de sua
arte com promptidio e limpeza.
Aluga-ae o primeiro andar do sobrado da
ra da Imperatriz n. 35 : a fallar na ra de A-
pollo n 35, primeiro andar.
Precisase de ama ama para o servico de
casa de duas pessoas : os rus estreita do Rosa-
rio, loja de calcado.
O secretario da Irmandade de N. S. do Ter-
co convida a todos os seus charos irmios para
domingo II do correte, pelas it 1(2 horas da
larde, comparecerero em nossa igreja, afim de
em corporacao, scompaahar a prociisao do pa-
trlarcha S. Jos da Agona, que tem de sahir da
igreja do N. S. do Carmo, onde erecto.
No Cachang.
Arrenda-se ou veode-se a bem conhecida pa-
daria no lugar do Cachangi, fiz-ae qualquer ne-
gocio, di-se meimo a praao, visto o estado de
molestia do proprietario : a tratar na Torre com
o Sr. Francisco Jos Arantes.
Lucas da Silva Antuoes, cidadio brasileiro,
vsi s Europa.
Elisa Martin, Britansics, e um filho menor,
vio a Europa.
Precisa-se de ame boa eogommadeira, for-
ra ou captiva : oa ra da Imperatriz n. 47, pri-
meiro andar.
Joaquim Goncalvee Belchior, subdito por-
tuguez, retira-se para o Maranhao.
Aluga-se ums ama com muito e bom ieite:
aa roa Nova n. 53.
Manoel Correia dos Reis, Portuguez, retira-
te para (ora do imperio.
Francisco Vasques, subdito portuguez, reti-
ra-ae para (ora da provincia.
Com urgencia.
Paga-se bem a quem tiver para alugar no bair-
ro de Santo Antonio, urna sala ou nm quarto com
a entrada independenle: a rea Nova n. 47, loja.
Alu dioa no Recite, am sitio em Bemfics, a margem
do Capibariba, com caaa para grande familia, ar-
voredoa de frnelo, e algum terreno para planta-
fio : quem pretender qualquer dettes negocios,
entends-se com o Sr. Manee! Ribeiro Bastos, na
ra do Queimado n. 18.
Purtaram no dia 7 do crrente, pelaa 8 ou
9 horaa da noile, no Arraial, doas cavallos, ten-
do um eaatanbo pequeo com trea (eridaa do
lade esquerdo provenientes deoangalha, tem os
quatro pea trancos, o outro russo grande e bas-
tante carnudo, tambem tem ama (erida no espi-
nhsco jauto o pescoco, inda baito. curto, etc.,
tem um caroca ao lugar de apertsr a ailba, e nm
O do lade esquerdo : quem oa appreseader, le-
ve-os i travesea do Ouvidor, antiga coctieira do
Or. Lint, que ari geoerosomento rexoaopen-
sado.
Por ordem do Llm. Sr. procurador da contra-
ria do Senhor Bom Jess da Via-Sacra da igreja*
de Santa Cruz, convido a todos os irmios, a com-
pareceris no consistorio da mesma para mesa
geral no da 11 do correte is 6 horas da tarde
(com urgencia) afim de se tratar de negocios de
interesse da mesma igreja. Recife 7 de maio de
1862.Manoel da Silva Bastos, escrivio.
Spina e Boyelot subditos (rancezes reti-
ra m se para fora da provincis.
Aluga-ae o litio n. 1 na travesa do Pom-
bal com baixa de capim, boa agua potavel e ar-
voredos de fructo : ns travesea do Carmo n. 1,
primeiro andar.
Miguel Joaquim Cesar proprietario e mora-
dor do eogenho Serigi, pede a qualquer pessoa
qae tiver em seu poder lettras aceitas por elle
vencida ou a vencer, digne-se comparecer ao
referido engenho para receber o seu importe.
Attenco
Pflr/hhGBMDE201TMEre
^ASEROUPKS
Antonio Cesario Moreira
Dias, faz seiente ao respeitt-
vel publico com specialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n 32, e est yendeu
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a
boa qualidade tiestas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
Gasas para alugar.
Segando andar da casa n. IS da roa do Encan-
tamento, loja n. 33 da ra do Vigario, com ar-
mario para taberna : a tratar na roa da Cadsia
do Recife n. 33.
Attenco.
Gandido de Albuquerque Ma
ranho, alfaiate.
Mudou aeu eslabelecimento da ra estreita do
Rosarlo para a roa do Crespo n. 18, primeiro an-
dar, all est prompto psra receber aeus fregu-
es mais pessoas que quizerem servir-se de sea
presumo abaixo declarado aflQao;aodo a todos
servi-los com dia e hora e suas obras tio feitts
com muita attenco a contento dos freguezes,
responsabiiissodo-se por quslquer dessstre que
appareca as obrai que taiam de seu sslsboleci-
mento ; no mesmo s trabalha-ae por encom-
menda toda obra que quizerem mandar (azer da
mesma arte assim como tambem corta e con-
certa -se e reedifica -se toda e qualquer obra do
alfaiate.
Saques sobre Portugal.
SO abaixo assignado agente do Banco
Mercantil Portuense neita cidade, saca
efectivamente por todos os paquetea so-
bra o mesmo Banco psra o Porto e Lis-
boa, por qualquer somma avista e a pra-
zo, podeodo logo os aaques a prazo serem
descontados no meamo Banco, na razio
de 4 por canto ao anno aoa portadorea
que assim lhe convier : as ras do Cres-
po n. 8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Programla da fes"
ta de S. Jos d'Agonia na
igreja do convento de Nossa
Senhora do Garmo.
No dia 10 do correte ao meio dia urna girn-
dola de fogo annunciar a subida do esttndarlo
do patrlarcha a sua baste, acompsnhada pelos
religiosos, a confraria e a banda militar do 3 ba-
talhio de infantaria de guardaa nacionaea, de
qae mestre o Sr. Chsgas, depois do qae toesri
as pecas do eslylo.
A's 6 horas da tarde depois que a banda militar
tiver tocado varias ouverturaa de guato, dar-ae-ha
principio as vesperss, em cuja conclasio serao
locadas outras tantas pecas de msica.
No dia 11 pelaa ooze boras do dia se dari
principio a fetla do Santo Patriarcha, aendo o
orador o Rv. padre provincial frei Norberto da
Puriflcacio Paiva.
Pelas 3 horaa ser apresanlado ss vistas doa
fiis em solemne procissso o Santo Patriarcha, a
qual transitar pelas seguintes ruaa :
Ao aahir. Gamboa do Carmo, ra daa Florea,
Nova, Cabug, ra larga do Rosario, estreita do
Rosario, Queimado, Cruzes, traveasa do Ouvidor,
roa do Imperador, patto de Pedro II, ra do
Queimado, LivrameoUi, Direita, pateo do Terco,
travesa da Casa Queimads, ra Augusta, Ilor-
tas ao recolher.
A's 7 horas dar-se-ha principio ao Te-Deum,
no qual ser orsdor o Rv. padre Lino do Monte
Carmelo Luna.
O secretsrio da coofraria aproveita a ocessiio
para convidar a todoa os seus charos irmioa
para assislirem sos setos cima declarados, e
pede a todos aquelles, que tendo capas em seu
poder, e nao possam acompanhar a procissio,
queirsm mandar ao irmio thesoureiro psra aer-
virem, visto aer bastante seosirel a falta das
mesmss, assim como pede aos moradorea das
ruaa por onde tem de transitar a mesma procijo,
que as tenham limpa*.
Manoel Francisco do Santos e Silva.
Secretsrio.
Furtaram poucosdtaa no Recife ama bea-
ta do engenho Bella-Rosa, da cor alaaia, peque-
a, ossos bMxos, e com um ferro, foi (arlada com
cangalha, cassuses. e um encerado de carga :
quem a appreheoder, leve ao dito engenho, ou
aos Srs. Manoel Ignacio de Oliveira 4 Filho, que
ser recompensado.
Jo3o Jos de Figueiredo participa a
todo o corpo do commercio e a todos
os seus freguezes, que o Sr. Antonio Jo-
t de Squeira deixou de ser seu caixei-
ro desde o dia 6 do corrente mez de
maio.
Atten No domingo 80 do corrente, furtaram de caaa
de Maooel Teixeira Basto, na Pssssgem da Mag-
dalena, am relogio de ouro do systema moderno
de dar corda por cima sem auxilio de chave, foi
(arlado juntamente com urna cadeia de ouro,
contando urna chave quebrada. O prejudica-
do nao ae recorda do oome do autor, e o numero
do relogio e'7651, e por issoapensa com sig-
naes, pode indicar aer de bella apparencia,, des-
coberio, e com um vidro bem saliente em gros-
aura. A quem quer que o descobrir se sgralifl-
car generosamente.
I Aluga-se a casa terrea da ra Imperial n.
97, com commodes para Rraode familia : a
tratar na ra do Rangel n. 7, taberna.
Para acabar.
Phosphato de ferro de Leraa verdadeiro, res-
tem poucoa frascos, que se vendem por mdico
prego ; na ra da Cruz n. S7, eacriplorio.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra do
Apollo n. 47 : quem e pretender entenda-se com
Jos A mues Guimare*. a chavea seacha no de-
posito n. 48, ni ra da Senzsla.
Os Srs Pedro Goacalves da Ro-
cha, do engenho Cumaru', e Silvestre
Dantas Lima, do engenho Pari, tem
cartas na ra das Cruzes n. 44-, segundo
andar, das 0 as i 0 da maohaa.
Aos Srs. consumidores de gaz.
Nos armazeos do cies do Ramos na. 18 o 36 e
a rus do Trapiche Novo no Recife n. 8, se ven-
de gaz liquide americano primeira qualidade e
recentemente cnegado a 149 a lata de 5 galea,
aaaim como latas da 10 e de 5 garrafal a esa
garrafas.
Sortimento completo de aobrecaaacos de panno a 259, 28#. 309 359, caaacoa muito bem
j faitea a 95f, 28j, 30g e 35f, paletota acaaacadoa de panno preto de 16 at 159, uitoa de caaemira
de cor a 159, lBf eIOS. paletota saccoa de panno e caaemira de 89 at 149, ditos saceos de alpaca
i m erin e li de 49 at69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, caigas pretas de caaemira da
i 89 al 14J, ditoa de cor de 79 at IOS, roupaa para menino de todos os tamanhoa, grande sorti-
mento de roupaa de brina como sejam caigas, paletota e colletea, aorlimento de colletas pretoe da
setim, casemira e velludo de 49 a 9f, ditoa para casamento a 59 e 69, paletota brancoa de bra-
mante a 49 a 5f, calcas brancas muito Qnaa a 5f, e um grande aortimenlo de fazendaa Ana a e mo-
dernas, completo sortimento de caaamiraa ioglezaa para homem, menino e senhora, seroulaa da
linho ealgodio, chapeoa de aoldeaeda, luvaa de seda de Jouvio para homem e aenhora. Te-
moa urna grande laorica de alfaiate onde recebemoe encommendaa de grandea obraa, que para
sso esti sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um pessosl de mais ds
cincoenta obrairos escolbidos, portelo executamos qualquer obra com promptidio e maia barato
po qae em outra qualquer caaa.
Ama
Precisa-se de urna ama de leite qae nflo tenha
Qlhos : na ra dot Piret n. 37.
Deseja-ie fallar negocio com o Dr,
0 Amenco Fernando Trigo de Loureiro, na
ra do Crespo n. 17.
*#
. Aluga-ae o lion. 1 do Arraial, em o qua
reside actualmente o Sr. Samuel Power Jokns-
tOD : a tratar nt ra da Aurora a. 86.
o, na
m o qual
Aviso.
O agente Pestaa faz seiente que em virlade
de despacho do Exm. Sr. Dr. juit especial do
commercio em requerimeolo dos administrado-
rea da masa fallida de Manoel de Atevedo Pon-
tea ficam trsnsferidos para o 6m do prximo mez
de junho oa leiles aonunciadoa doa ocjecloa que
fazem parte da referida masa.
Em pra;a publica do juizo de orphios desta
cidade tem de ser arrematado de venda um ter-
reno na ra de Fandicio em Santo Amaro ava-
llado em 1509, pertencente aoa beos do finado
Miguel Arcbaojo Fernandes Vianna, sendo dito
terreno em terrss proprias.
*
4Vh A professora particular de inetruc;io dfJk
Z primarla da freguezia de S. Jos, deca- 2
w raaos paesde suaaalamnss, que, resta- V
Sj| belecida de seas ineommodos, abre sua *j$
aula no dia 12 do correte i raa Augua- gajj
ta n. Si, aonde cooltnaa a receber pen- '
SJp ionietas e exlarnaa ; attancando entre- (gf
fie, tanto o seu desvelo no deaempenbo doa fM
devores que conlraira. Alem daa disci- g
plinaa exigidss pelo regula ment de '
( inatruccio publica, ella ae amerar em fjp
neinar ae suas alumnas, o que demala m
preciso ae faz mialer para a educacio de
W aoa moca. V
*-
Fuciaram aontent 7 do corrate da porta
do armazem do Sr. Machado ns ra do Apollo,
um cavallocom ocaignses seguintes.: pedrea cla-
ro, grande gordo, junto a cauda sen urna ci-
catriz, tambem tea oo espinhaco proveniente da
cangalha, tem as mina brancas, eetf oa um
caroca junto a pata esqoerda, anda bso e no
sndsr manqueija: quem o aprehender leve-o a
ra da Aurora ao Sr. Dr. GsbrfeJ, qae m&feae-
roisssoale recompensado.
O Sr. Antonio Tristo de
Serpa Brando tenha a bon-
dade de apparecer na loja do
Germano, na ra Nova n. 21.
Irmandade do Senhor dos
Passos.
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jess dos Paaaos do Recife, roga encarecidamen-
te aos Srs. irmioa, que se digoem de compare-
cer no domingo 11 do corrente, as 21 2 horas d
tarde na matriz do Corpo Sanio, para em corpo
racio acompanharem a procissio de S. Jote
d'Agonia para o qae foi a mesma convidada.
O. de Souza Franca,
Escrivio.
Offerece-se am moco para cuidar doa tra-
tameoloa de doentea era qualquer engenho, para
o que tem aa precisas habtlitacdes : quem preci-
sar de seu trabilho dirlja-se a ra nova de San-
ta Rila n. 4 ou anouncie por este Diarlo.
O abaixo assignado sendo oomeado pelo
juit municipal da cidade da Victoria, inventsri-
ante doa bens do finado Jos Francisco da Rocha
Guedes, avisa a lodos os credores do meamo fina-
do, que se spresentem com os seus documeotos
e ttulos para serem atteodidos. Cidade da Vic-
toria 8 de maio de 1862.
Antonio de S Cavalcanli.
Aluga-se o armazem do aobrado da raa do
Brum n. 34 junto a (undigio do Sr. D. W. Bou-
man, bem proprio para qualquer eatabelecimeo-
lo de padaria oa fogos por aer no logar marcado
pele cmara municipal, o qual lem sabida psrs
o caes do Brum e j com a frente feita, aa cha-
vea eatio no aobrado para ver: quem pretender
entenda-se com Jos Antones Guimaraes.
Attenco.
D-te dinheire i premio sobre peonte*: as
ra do Queimado 45.
W Medico.
$fe O Dr. Brancsnte mudou-se da ra do J
Imperador para a do Queimado n. S8, gm,
segundo andar, onde pode ser procura- '
$0 do para o exercicio de sus profissio. vfgr
Precisa-se de ums ama forra ou escrava pa-
ra casa ds pouca familia : na ra do Amorim,
armazem n. 56.
Toda attenco.

Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao rei-
peitavel publico, principalmente a todoa os seas
freguezes e amigos, que se mudou ds loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra da
Crespo o. 7, psra a bem coobecida e amiga loja
de miudezas que foi do fallecido Jlo Gego, boje
ser.conhecida pelogallo vigilante,e pede o
respeitavel publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar oo dito eatabelecimeolo,
onde acbario um grande aortimenlo de miudezas,
queafBsnca servir bem e vender por menos dea
ou vinte por ceoto, do que em outra qualquer
parte.
'OSr. Jorge Ferreira Fernandes
Siqueira, de Caruaru', queira mandar
com a possivel brevidade solver duas
lettras de seu aceite, sacadas por Joao
Paulo de Suuza. sendo urna da quantia
de 2:000$ e outra de 3:53*1680 rs., as
quaes tendo sido endossadas pelo abaixo
assignado a pedido do dito sacador, fo-
rana nos v/encimentos pagas pele mesmo
abaixo assignado a' caixa filial, por falta
dos outros responsaveis.
Joaquim L. Montetro da Franca.
Avisa-se
aoa devedores s massas dos fallidos Jos Fer-
nandes Agr e Antonio Jacintho Pacheco, quei-
ram vir aaldar sena dbitos, na ra do Cabugi
n. 3 ao abaixo aisigntdo, foisuidor das dividas
pertenceotes s massas dos mesaos fallidos, no
prazo de 15 dias a contar deata data, do contrario
paseario pela deeepcio de vertaa aeua nomes
por estenio neste Diario.
Recite 6 de maio de 1862.
Maotl Monttiro da Cmha.


MARIO DI PKUUMBUCO. SiBBiDO 10 DE MAJO DE 1861.
f 00,0*0 rs.
de gratificarn,
quem epprehender e levar a cna da mu ssnhor
oa cidsde do Recite, na ra da Collegio d. 75,
terceiro andar, o escravo Antonia, da. naci Cae-
aaoge, com os aigoaea seguate*, a aaber: idade
40 anuo, pouco mais ou menos, estatura regu-
lar, falta de dentea na frente d.'. bocea, en ama
orelha tem un taco tirado, debati do queixo es-
uerdo ten trea baracoa, aignaen de deotea lira-
os, ten un defeito oo lornozelo de un doa pea,
pelo qual picha un pouco no andar, coilana
embreagar-ae, e anda fgido i 5 nezea, pouco
naia ou nenoa, foi escravo do tallecido Marceli-
no Antonio Pereira.
Precisa-ae de un caixeiro de 20 a 55 annos
de idade, o qual eotenda de tatema e de Mador
a aaa conducta : en Pora de Portas, ra do Pi-
lar n. 133.
Preciaa-se de tonar a premio 5:0009000 a
6:0009000 sobre hypotheca em caaaa de nuito
maior valor, con acondicode pagar-ae os juros
todoa oa mezes.e dir se 1.000$ todos oaannoa por
conta da bypotheca : a quen c >nver> pode ao-
nunciar para aar procurado.
Preciaa-ie a lugar una caai terrea no bairro
de Saoto Antonio, que tenha aoto, corredor ao
lado, e quintal, ou un obrado de un andar con
solio : a tratar na prega da Independencia ou-
nero 39.
O bacharel Witruy o po-
de aer procurado r a ra
Nova n. 23, aobrado des
quina que volta para a
camboad Carmo.
No din 13 do correte, depoia da audiencia
do Dr. juiz municipal da priutira vara, ae bao
de arrematar por venda en praca publica que teri
lagar na casa das audiencisa.ao neio dia, oa bena
penhtfrados a Jos Atexsndre Gjbian de Verdun
por iecucao do Dr. Joio Jos Pinto Jnior, es-
crivSo Baptista.
- Joio Hypolito de lleira Lima avisa o pu-
blico que a propriedade aita em Santo Amaro de
Janoallo. caja venda annunciada por Manoel
Jesquim Parreira Esleves, aindn cousa litigio-
sa, poia o aonunciante acaba da pedir vista dos
autos de exeouco que Ihe novia o referido Es-
ta vea. para allegar o vicio radical da nullidade
lie todo o proceaaado, e por consequencia da in-
Jebita posaa judicial em que se acha da meama
propriedade o referido Kslevea. B para que se
nao allegue igooraocia e boa t a parte de quem,
apezar disao, a comprar, se fsz o presente an-
nuneio.
Filippe Dom, Jos Dom. Joio Dom, subdi-
tos Belgas, reliram-ae para o R o de Janeiro.
Grande laboratorio de lava-
gem de roupa a vapor de
Ramos A Pimentel.
Os donos dna nuneros aballo mencionados
poden mandar bascar aa roupaa que ealio pron-
tas : 971, 256. 966. 392.157, 335,830. 251. 291,
190. 970, 29. 9*4.378. 326. 384. 231, 318. 204,
183,195, 391. 161, 216. 185,168.
Para cobrar dividaa, tanto dentro como to-
ra da cidade, ae offerece urna pessoa conhecida e
sefficieolemenle habilitada : quem'orecisar, diri-
ja-so a raa do Imperador n. 46 Na mesma ca-
sa ae dir quem precisa de im honen para an-
dar con ana carroca.
Altencao.
Aluga-ae a casa terrea en Saoto Anaro, de
froote do hospital ingles, com bastantes comino-
pos e bom sitio ; quen pretender dirija-se i ra
do Cotovello n. 8.
AJolpho Schafbeitlen teodo de fazer una
viagem a Europa, aviaa ao reapeitivel corpodo
commereio, que deixa como gerentes da auacssa
commercial, sob a firma Schafheitlen & C, os
Sra. Leonardo Kukn & Conatantino Nappel, aoa
quaea deu procuraco baatante. Recite 9 de maio
de 1862.
Procisa-ae de urna ama que eozinhe o en-
gomme.para duaa pessoss: na ra do Crespo nu-
mero 18.
O raapeitador da lei, que hontem fez por
eate Diario umaa perguntaa, com o delicado
proposito de agitar a queslao do direlto, que a
Sra. D. Prancelina Amalia de Souza Ramoa s-
atele, para htver da maaaa fallida de aeu marido,
o Sr. Jos Antonio da Silva Ara ojo, o seu dote,
tenha a boodade da repetir aa seaa perguntaa,
assigoando por baixo o seu nome proprio, i ver
se merece que oabaizoaasigoadolhe d resposta.
Recife 9 de maio de 1862.
Jos Joaquim de Campos.
Criado
Precisa-se de um criado para um sitio, e que
tenha aigum conhecimanlo deaie servico: na
ra Nova o. 23, primeiro andar, das 9 1|2 horaa
da manhia em diante.
Precisa-se
de urna senbora capaz sem filhos e de-
sembarazada, para tomar conta do ser-
vico interno e tratar de meninos em
urna casa de pequea familia : a tratar
em Fora de Portas ra dos Guara rapes
n 26, sobrado.
Heory Delporl retira-se para fora da pro-
vincia.
Vendas.
Novo sorlimento de fa-
zendas baralissimas,
NA
Loja do Pavora da Impera-
triz numero 60.
DE
t. ompras.
Compran ae moedaa de ouro de 209 : na
ra da Cadeia do Recife o. 34, loja.
Na ra do Trapiche n. 17, com-
pram se soberanos a 9$ cada um.
Gompra-se um cylindro para psdaria : na
ra do Rangel n. 69, deposito.
3
DE
FAZENOAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernardina Jos da Silva Maia.
43 Ra do Queimado 43
Esqu na que voka para a Congregacao.
GAMA & SILVA.
Vendem-ae aa aeguintea fazendaa por prscos
baratlaaimoa aflm de apurar dioheiro : capia
aoissas a imilaco de sedas de quadrinhos sen-
do de todaa aa corea e corea moito fitas a 200
ra. o covado, brilhanttnaa de quadrinhos nuito
encorpadaa para vestidos de seohora e roupaa
para meninos sendo nuito mala larga que chita
a 200 rs. o covado, gorgurio de lioho hienda
muito nova para vestidos a 280 ra. o covado,
masselina branca com 4 1|2 palnoa de largura a
200 ra. o covado, grande e variado aortimento
de cassas para vestidos sendo os padrdea moder-
nissimos e as corea fizas a 280, 300 e 320 ra. o
covado, chitas francewsde corea fixas escuras e
alegres a 240, 260, 280, 300 e 3,0 ra. o covado,
chitaa ioglezaa a 140,160 a 200 rs. o covado,
corles de cassa tendo 7 1(2 varaa cada um a
29400 rs., cortes de orgaodys con barrea tendo
12 varaa cada corte a 59, corlea de baregea com
22covadoa a 59. ditos com aa aaiaa feitas a 59,
lazinhaa de corea a 280 ra. o covado, de todas
estaa fazendaa do-se aa anoatraa deixando o
penbor oa loja e armazem do Pavio, da Gama &
Silva, na ra da Imperalriz d. 60.
Mdapolo do Pavo.
Vendem-ae flaiaiimas pecas de madapolio com
24 jardea a 49500. 4)800, 59. 53500 e 6$, ditaa
francezaa enfeatadaa com 14 jardas a 39: na ra
da Imperalriz n.60, loja do Pavo de Gama &
Silva.
Lasa 320 rs.
Vendem-se moderoissimaa liazinhaa com pal-
mas a 320 ra. o covado: na ra da Imperalriz o.
60, loja do Pavio.
O Pavo vendeja 4$.
Pecas de cambraiaa de corintios braocoa e de
todaa aa corea tendo 8 1 [2 varaa a 49 : na ra da
imperalriz o. 60, loja do Pavio.
O Pavo vende
cortea de cambraia multo fina com doua babados
e duaa aaiaa aendo delicadamente bordados a
49> ditos sendo todos adamascados a 49, cortea
de phantasia tazenda flnissima a 6$, ditos a 4*500
e 59 : na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavo de Gama & Silva.
Panno preto.
Vende-se panno prelo muito eocorpedo a
1(600, 19906 25, e dito cor de caf: na ra di
Imperalriz o. 60, loja do Pavio.
Chales do Pavo.
Vendem-se chales de merino estampados mili-
to grandes a 39. ditos de cassa adamascada a 800
rs.: na rus da Imperalriz n. 60, loja e armazem
do Paveo de Gama & Silva.
Paletots e calcas.
Vendem-ae paletota de panno prelo fino a 69,
calesa de caaemira preta a 49500. aleta de faney
de corea a 69, calcaa de dito a 39500 : na ra da
imperalriz n. 60, loja do Patio.
As serouias do Pavo.
Vendem-se serouUs de lioho francezaa a 29-o
par ou a 249 a duzia; na raa da Imperalriz b.
-60, loja da Gama & Silva.
CHALES.
Grande pechincha na loja do
SYSTEli MEDICO HODELLOWA Y
PILLAS HOLLWOTA.
Este ineslimavel espeeifieo, eomposto inleira-
raente de hervs medicinaos, nio contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delectara. Bei
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleicao mais robusta*
jenieiraraenie innocente em suas operacoese ef-
feilos; pois busca e remo ve as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn]
recobrar a saude e (oreas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-sea des-
esperarlo; facarn um competente ensato das
etficazes effeilos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das segua tes enfermidades:
epilpticos.
Neate moderno eslibele imento se en-
contrar un completo e variado aorti-
mento de fazendaa e roupaa feitaa por
precoa mui razoaveia. O deaeogano da
vista ver:
Paletota de case mi r saceos e aobrecasc-
coa a t09.
ft'rtoe de meia casemira dilo dito a 59.
Ottoa de brim pardo de linho muito fi-
nos s 09.
Oitos de alpaca preta Boa de 49 a 69.
Citas tobrecasacos de pane o muilo fi-
no 22$.
Oitoa de fusta o de cor miudioho a 3( .
Caigas de asemira de cor a 59, 69, 79
69000.
Hitas de dita preta a 79, 8J e 109.
Bitas de meia casemira a (#,39300 e 4}.
Ditas de fuatio e ganga de cor a 29,29100
e 29500.
Ditas de brim pardo de lhho 29, 3$,
49e59-
Bitas de diie branco a 29, 39 e 49.
Colleles do>ctsemira prela e do cor a A$
e 58000.
Cambraiaa organdya padres muito bo-
nitos a 600 re. a vara.
Ditaa moderna duqueza de Orleans a
560 ra.
Chitas largas escuras finas o covado a
240 e 260 ra.
Ditas muilo finas verdadeira francezas a
300 e 320 ra.
Cambraiaa branca finas a pega "39, 49 e 5$.
Ditas de salpieos com 9 varaa pega a 49-
Chales de la-eecocezes para as senborss
andarem em casa a 3.
Liazinhaa para vestidos o covado a 520.
Cambraia preta muito fina a vara a 500
ria.
Chitaa fusto pera vestidos o covado a
340 rt.
Saias balio arrendada a 59-
Lencea de bramante de linho fino a 39.
Ditos de dito deelgodao a lg80 rs.
E ouiras multes qualiJadea que s a
vista do freguez.- Tambera -manda fazer
roupaa por medidas.
De ludo se de -amostrar, com penhor.
ARMAZEM
RC'JP A FBITA
Joaqnim F. dos Santos.
40Hiua do Oueimado40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Mate eatabelecimen o ha aempre nm aortimento completo de roupa falta de
todsa m qualidades e tambem ae manda ezecular por medida i vontado doa [recue-
zas paca o que tan un dea melhorea profaaaoraa.
Casacas ae panno preto a 406,
Ufe
Sobrecaaacoede dito dito a 359 a
Paletota de panno preto e de co-
res a 359, 809, 259,10, 189 a 209000
Ditoe de eaaentira de coren a 229,
15g, 129.79
Ditos de alpaca preta gi 11 da
velludo francezas a
Ditos de merino aelim piatoa a
de cofas a 9f e
Ditoa de alpaca de corea n 59 a
Ditos de alpaca preta a 99, '9,59 a
Ditos de brim de corea a 5f,
49500,49 e r
Ditoa de bramante de linho b an-
co a 69, 5 J o
Ditoa de merino de cordio preto
a 159 a
Calcaa de caaemira preta a de co-
rea a 129. 109, 9#, 79
Ditaa de princesa e ner n da
eordo preto a 59. 69500 e
Ditaa de brin branco o de corea a
59.49500 e
Calces de ganga de corea a
Gollete de vellido preto e de co-
rea hsosa bordado* a 199,99 e
Ditoa de caaemira preta a la co-
*U? boratd's 9.
#500, 59
Ditos de setim preto
Ditos de seda e aetim branco a 6 o
Dilos de gorgurao de seda pratos
e de cores a 79, 69, 49 a
Ditoa de brim e fusto branco a
31500, 29500 a
Saroulaa da brim de linho a 29 a
Ditaa da algodo a 19600 e
Camiaaa de peilo defuato branco
e de cores a 29400 o
Ditaa de paito de lioho a 59, 49 a
Ditaa de madapolio brancaa e de
corea a 39, 29500, 29 a
Chapaoapreoa de maaaa franceza
forma da ultima moda a 109,
Ditos de feltro a 69, 59, 49 e
Difoa de aol de aeda ioglezaa e
rancezea a 14J, 199, 115 ,
Colarinhoa de linho muito tinas
novosfeitioa da ultima moda a
Ditoa de algedo
Relogioa de ouro patente e hori-
zontal a lOOf, 909. 801 e 701000
Ditoa de prata galvaniaadoa pa-
tente e horiiontaea a 409 80f00o
Obraa de oaro, aderecos e malos
adereces, pulceiras, rozatas a
aneia a 9
Toalhaa de linho duzia 10J, 6J a 91000
3|500 Ditas grandea para mesa urna 39 e 49OO1
309000
309000
99OOO
109000
89000
39500
8g500
39500
49OOO
89000
69000
49500
2|500
9000
89000
59OOO
59000
59000
39OOO
292OO
19280
29200
3O00
i$oo
79000
29000
79000
9800
9500
Pavo
Vendem-se os 818 ricos chales com pona re-
donda e borllas teodo aa berras a imilar;ao de
pelucia e assetinadsaimitando as cspinh*s mais
modernas pelo batalisaimo prego de 4(500, ditos
de 4 ponlaa a 49500. ditos a Garibaldina sendo
muito grandea a 5J : na ra da Imperatrix o.
60, loja do Pav&o de Gama & Silva.
Saias-bordadas a 2$500,
Vendem-se saias bordadaa muilo bonitas a
1500 cada urna: na ra da Imperalriz n.-SO,
loja do Pavie.de Gama ,&-Silva.
Bales de Pavo.
Vendem-se bales de bramante francez com
arcos, sendo aa melhoresarmacoes, pelo diminu-
to preco de 89 a 3J500: na ra da Imperalriz n.
60, loja do Pavio, de Gama & Silva.
Saias Mil arcos de link
Vendem-se as acreditadas aaiaa com arcos de
linho que fazera aa vezea de balo a 3g20Q e a 4$
cada um, estas sias s ha na loja do Pavo,-ra
da Imperalriz n. 0, loja e armazem de Gama &
Silva.
Paranteninos a 4#500
Vendem-ae vealidinhos de-eeda para meninas,
1 muito bem enfeitados, pelo diminuto preco de
4J500 cada um.: na ra da Imperalriz n. 60, loja
I do Pavio, de Gama & Silva.
Olhem para o Pavo e le i ara.
Camizinhsa coro golliohaa e manguitos de cam-
braia bordados, fazenda muilo moderoissima a
5JJ000.
Ditss de fusUo com salpicoa de cor a 39000.
GolRbaa bordadas com botioziahos a laOOO.
Ditas ditas degostoe a 640 e 806 rs.
I .J^i}." 0m manguitos de cambraia bordados a
Manguitos d-e cambraia (loa bordados a 19000.
Gollinhas bordadas a 240 rs.
Romeiras de cambraia enfeiladas para luto a
Camizinhas paca senhoras bem enfeiiadaaa 3J
*-eJJcionoa de liuho com labyrintho para mao
a 29500.
Uitosa imitacao do labyrinho a l9e a 19280.
Luvaa de torcal eerfeitadaa de vidnlho a 500 e
e 640 rs.
Ecfeiles pretos com vidrilhos a 85OOO.
. Ricos enfeites a turca e Gsribeldi a 52500.
Ditoa muito bonitos a 29500 e a 39500.
De tudo do-se aa amoslraa ticaado penhor : oa
*Jc 11 e,yio> rui d Imperalriz n. 60, de Gama
Prestem ailencao
Vende se urna armacao de amarello
envernisada e envidracada, feita ao gos-
to moderno, assim como tambem se
traspassa a chave do mesmo estabeleci-
mento com o consenso da propria : a
tratar na ra da Cadeia do Recife n. 55,
ou na ra Nova n. 18,
Um carro.
Vende-ae um carro de 4 rodaa para um boi :
quem o quizer comprar dirija-ae a padaria da
ra da matriz da Boa- Vista o. 26.
Oleado de cores para
forro de carros.
Na loja da ra do Crespo n. 14, vende-se nm
exceilente sortimento de oleado de corea para
forro de carros, bem como ludo quaoto neces-
ssrio para eate fim por meooa preco do que em
outra qualquer parle.
Vende-se ou permuta-ae por urna escrava
duas pequenaa casas de laipa coberlaa de telha,
na Estrada Nova, logo adianto do aobrado gran-
de, cujsa cssaa rendem 189 por mez, e tem gran-
de terreno para o fundo : a quem convier, pode
dirigirse ao palio da rlbeira n. 1.
Attenco
Vendem-aa candieiroa de gas de todoa oa pro-
cos at 3g e 2f500; oa ra di Imperalriz n, 65.
Febreto da especie.
Gotla.
Heraorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacdes.
Irregularidades de
menstruacSo.
Lombrigas de toda es*
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis,
Abstrucco do ventre.
Phtysica ou consump-
co pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Caixinhase cabazes para
as meninas trazerem
no bra Muito lindascaiiinhas e cabazes para meninas,
de 100 lis al 29606: na loja da Victoria, aa ra
do Queimado o. 75.
Enfeites para senhora.
Oa melhorea enfeites pretos e de cores que ap-
parece a 59500. 69 e 6J500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado o. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos aortimenlos de franjea pr/tas e de cores
com vidrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimado o. 75.
ihasde peso verda-
deras..
Ba do Crespo n. 25.
as
eeidenles
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Dabilidade ou exten
cao.
Debilidade ou falla de
torcas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enferraidade no ventre.
Ditas no Bgado.
Ditas venreas.
Encasqueca.
Heryslpela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento!
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outrss pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna deltas contera urna insiruccao em porlu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito gaaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. i2 em Per-
ca mbuco.
Papel de todas as qualidades.
Vende-ae a 49400 de quadrinhos, dilos pauta-
dos a 39600, dilo almaco pautado a 4/ e 45200,
dito greve a 4$600, em caiiinhaa de diversas co-
res a 640 e 19, dito branco pautado a 800 rs,, ao-
velopes de cor a 640, dito branco a 900 rs. : na
loja do beija-fior, ruado Queimado n. 63.
Ricos cintos dourados:
Vende-ae a 29 e 29500, ditoa de fila a 19600,
fitas para debruenoa de rollete a 280 a peca, Urea
bordadaa a 19 e 19200 ; na loja do beija-flor, ra
do Queimado o. 3.
Veultm se tesouraa fioas para costura a
18. dita para unha a 640 e 00 rs., ditaa finaa a
900 rs. a duzia, pontea de traveesa para menina a
640 : na loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Si ntos para senhora.
Vene era-se oa riquiasimoa ai ntos com berta ca- :'
hida aojnde, muito chique, aendo o ultimo goslo
de PirApiii parece-mo que nao haver aeoho-
ras queHeice de comprar : isto s no gallo vi-
gilante, fu do Creapo o. 7.
' En (i tes de cabeca.
Vendem-se os riqiiesimos enfeites, tanto com
franja como sem ella, por baralissimo preco de
29500, 39 e 59: s ne vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Linha de peso.
Venden-se as verdadeiraa linhas de peso, o
maia fino que ae pode encontrar a 2J300 o mas-
sinho de 50 miadiobas, aasim como da outras
qualidadee : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Vendem-se mantinhaa de coral a 2$, 29(00,
e floa de coral a 720, naasiohos de coutas miu-
diohas de diversos cores a 110, caiiinhaa de a I fi-
ne les a 260 ra. e 240 : na loja do beija-flor, ra
do Queimado n. 03.
Vendem-se luvaa de pellica de Jouvio bran-
cas para senhora e homem, cheg-adas no ultimo
vapor : na loja do beija-fior, ra do Queimado
numero 63.
Vende-se cascarrilha de aeda de todaa as
cores a 2f e 2(400 a peca, linha de Pedro V a 20
rs. o cartao, grvalas d aeda estreiliohas a 15 :
na loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Vendem-ee ricos enfeites a 59 e 59500, di-
tos de vidrilhe a 18600, aderecos pretoa a 25500,
rosetas pretas a 100 ra. o par. gollinhas pretas s
800 rs. e 1|: loja do beija-fior, raa do Qaeima-
do n. 63.
Vendem-se carteiraa proprias para guardar
dioheiro de ouro o prata a 19 e 19200, esporas
linas de ac a \, baodeijaa de iodos desenos a
.500, sioturao de borracha a 200 rs. e 240, ben-
galas de caona a 29 e 29500, chicotes finos a 29
e 9500, de estalo, ditos sem ser de estalo s
640, toucas de laa para meninos a 19, sapalinbos
de la a 800 rs., ditos de merino a IgOO: ns
loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Vendem-ae pentea de tartaruga virados a 8
e a -99, carretel de linha de 200 jardas a 940 a
duzia, colchtt,- de diversas qualidades a 40, 60
a 80 r., ditos bordados a 100 rs., masaos de
grampasa40 e 80 rs ditos em caixiohaa a 120
rs. : aa loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se toucadores de Jacaranda a 2fl200,
ditoa braocoa e 29, caiiinhas coro espelhos para
oavalhas a 2 e 2f400, colherea de metal princi-
pe para aopa a j600, dilaa para cha a 29100, con-
cha para aesucar a 640, oculos fios a 400 rs.;
ns loja do beija-fior, ra do Queimado n. 63.
Vendem-se caivetes finos a 800 ra., caba-
zes para meninaa de escola a 3, 4 e 59, carleiras
com sgulhaa fraocezas s 240, cansa de pennaa
de ac a 500 ra., meiaa para senhora cruaa a 240
o par ; ae loja do beija-flor da ra do Queimado
numero 63.
Novo Mez Mananto.
O edictor do novo mez mariaono coja extracto
tem sido extraordinaria, por ar ntidamente im-
presao, ornado com ricas eatampaa e muitaa vi-
nhetas, qaerendo que elle chegue a lodos lem
reolvido rebaixar o seu antigo e fizo preco pela
maneira segulnte : os que costaran 2S passam
para 1(500, oa 2(500 para I98OO, e os de 39 para
29 aproveitem a occasio pois sao mui poucos
os que reatam : na ra do Imperador o. 15, da
9 horaa da maohaa aa 3 1|2 da tarde*.
Sapatos de borracha para
senhora al $500 o par.
Eilamos no mez ilariaono, e por isso de ne-
ceaaidade que aa aenhoras que bem se applcan
a easa boa devoco ae previnan de un par de
sapatoa de borracha para aaain teren oa pea rea-
fiuardadoa da hunidade e en atleoclo a lio
aalo e louvavel fin eatao ae vendendo a 19500 o
par: amado Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
-- Vende-ae ou arrenda-se o sitio denominado
, silo na freguezia da Varzea, com terrss
muito boss pars plantaces, una casa de esteios
i coberls, com diversos ps de fructeiras : a tra-
tar na ra do Sebo n. 20.
Vendem-se travea de louro muito baratas :
no csi do Ramoe n. 4.
Liohaa finaa de peso
grandes a 240 ria : na loj
do Queimado o. 75.
verdadeiras, meadaa
i da Victoria, na ra
Phosphoros de seguranza
Phoaphoroa de segursnea, por que livra de in-
cendio, a 160 ria a caixa : na toja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Btelas muito grandea e boaa a 160 ria urna :
na loja da Victoria, ns ra do Queimado o. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
Aa melhores linhas de croxel para labyrinho,
no vellos monalros a 320 ris um : na Iota da Vic-
toria, na ra do Queimado o. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
SalraS
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porco de ricos espelhos de varios tamanbos para
ornamentos de salas, effiaocando-se serem OS
melhores em vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado o. 75.
La para bordar,
Laa mnilo boa de (odas as cores para bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos douradoa par seohoras a 29200,
diloa de ponts cahida a 49. ditoa de fita a U60 :
na loja da Victoria, na ra do Queimado o. 75.
Linhas do gaz.
Caiiinhas com 50 novellos de linhas muito li-
nas do gaz a 900 ris a caize, ditaa com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancaa e pretas: na loja da Victoria,
oa ra do Qneimsdo n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria oa melhores
candieiroa de gaz que tem vindo ao mercado, por
precoa commodoa : na loja da Victoria, oa ra
do Queimado n. 75.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & RE60

Na ra Nova junto a Con- S
cei$o dos Milita- j
res i. 47.
Um grande a variado aortimento de *>
roupaa feitaa, calcados o fazendaa e todoa &
catea se vendem por precoa muito modi- 4
Ocadoa como de seu costume.aaaim como |
sejam aobrecaaacoa de auperiorea pannos
a caaacoa foitos pelos ltimos flgurinos a m
269,289, 309 a a 359, paletota doa meemos
1 pannoa preto a 16J, 18(, 209 e a 249,
i ditoa de caaemira de cor meaclado a de
| novoa padrdea a 149,169, 189.209 e 249,
i ditoa saceos daa mesmaa ceaemiraa de co-
rea a 99, 109,129 a a 149, ditoa pretoa pe-
lo dimiouto preco de 89, 109, e 2(, ditos
de sarja de aeda a aobracasacadoa a 129,
ditoa de merino de cordio a 12J, ditoa
de merino chines de apurado goato a 159,
ditoa de alpaca preta a 79, 89, 99 a a lOp,
ditoa saceos pretoa a 49, diloa do palha de
aeda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3&500, 49
o a 49500, ditoa de fusto branco a 49,
grande quantidede de calcas d e casemira
preta e de cores s 79, 89, 99 e a 10, ditaa
pardas a 39 a a49, ditas debrlm decores
Anas a 2(500, 39, 39500 a a 4(, ditas da
brim brancos finaa a 49500, 5(, 59500 e a
69, ditas de brim lom a 59 a a 6(, colletea
de gorgurao preto e de corea a 5( a a 6(,
dilos de casemira de cor o pretoa a 4(500
e a 59, ditoa de fusto branco e de brim
a 39 a a 39500,ditoa de brim lona a 4(,
ditoa de merino para luto a 49 o a 49500,
calcas de merino para luto a 4(500 e a 5(,
capaa de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamaohos: calcaa de caaemira
-refa a da cor a5f, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2J, 39 e a 35500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6( a a 7, ditoa
dacor a 69 o a 7(, ditoa dealpaca a|39,
aobrecaaacoa de panno preto a 129 e a
14, ditos de alpaca preta a 59, boneta
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhoa,
meios ricos vestidos de cambraia feitoa
Eara meninaa de 5 a 8 annoa com cinco
abados lisos a 89 e a 12(, ditoa de gorgu-
rao de cor a de la a 59 e a 69, ditos da
brim a 39, ditos de cambraia ricamente
bordadoa para baptizados,e muitaa outraa
fazendaa a roupaa feitaa que deixam de
aer mencionadla pela aua grandeqianti-
dade ; assim como recebe-se toda eqaal-
quer encommenda de roupaa para se
mandar manufacturar a qe para este flm
temos am completo aortimento de fazen-
daa de goato o una grande offldna de al-
faiate dirigida poran hbil meatre que
pala auapromptlda parfeco nadadel-
xaa desajar.
2(000
5O0
1(200
29500
59000
29500
400
640
200
640
640
500
700
320
2300O
29000
200
I9OOO
1900O
640
7(0C0
69OOO
oaooo
159000
8(000
400
99000
59000
I29OOO
vendem por
File
do
*mmmmmmmmsmm\
% Nobilia.
Nesla loja vendem-ae por precos nuito baratos
fazendaa aeguintea para acabar :
Vestuarios de brim para meninoa
Sedaa de quadriahos miudos
Pecaa de entremeioa bordadoa
Ditaa de babadoa largoa
Tapelea para aol
Camisas para homem a 19600, 29 e
Lazichia finas
Chally de seda
Cassas de cores (covado)
Organdya muito tino, vara
Cambraia de salpicoa, vara
Collarmhoa Je linho
Peitoa de lioho
Diloa de algodo brancos e de cores
Csmiaelaa de cambraia bordadaa
Golliohaa de manguitos
Chitaa largaa rotas com mofo, e riscado
francez
Algodo trancado com 9 palnoa de lar-
gura, vara
Merino de corea de duaa larguras
Tsrlalana branca e de cor
Pannos de casemira psra mesa
Chapeos de seda para senbora
Casavequeade cambraia
Ditos de fil de linbo
Roupdes de seda
Polar de seda (covado)
Chapeos de sol de seda ioglezes
Corlea de cambraia de seda
Ditoa de barege
E outras muilas cousas que
menoa desea valor.
Vinlios e conservas.
chegadas pelo ultimo vapor
francez.
Ra Nova v,2>3.
Vinlios de Bordeaux em caixas de 12
garrafas.
Marca SI. Julien 129000
c Chateau Haat Brioo 249000
Gruau la Rose 409000
Conservas alimenticiaa da casa da Rodel &
frres tomadores da augusta casa imperial
Brasil.
Galaotioe de volaille 59, laogue foure 59*
Alouetlea truffees 39, endouillettes truffes 39.
Aloaettes Roties 2, aodouilleltes 29.
Grives Rolles 2(500, pigeoos crspoodiae 29.
Pieds de porc 29. dilos de mouton 29.
Celeri, pointes das perges esalsis aujua 29.
Fonda d'artichauts a la Barigoule 2(.
Carotus r-ujus 19, su naturel 800 rs.
Champigncos 19, naveta acomds 19-
Oseille fine a 1( e 29, Bouilloo groa lf.
Petits pois a 800 e U, Beurre f-ais-2.
Juliene a 500. 800, 19500 e 29500,
Fruita au jua em frascos grsndes 2(.
Ameizas seccesem latas de um kilegrama '29.
leKOMMMM -mmamm Grande
liquidaco por todo*
o pre^o, na bem co-
nhecida loja do Ser-
tanejo.
lina do Queimado n.4S.j
Apparecam com di-
nheiro que nao deixarao i
de comprar.
Chitaa escuras finaa a 160, 180 e 200 *
rs., cortes do vestido *pratos bordadoa a I
velludo de custo de 1509 o ae vendem 9
por 309,409, 509 e 709, sa ni Jas de baile
de velludo e setim a 129 e 139, camisas J
para senbora a 2^000 e 33500, gollinhas jf
de cambraia bordada*- a 500, 6C0, 700, S
800, 900 e 19. dilas de fil bordadas*a-128-g
rs., caaaveques de. fuato a 59, 69,7(, 89,
meiaa de seda brancaa e pretas para se- JR
nhora a IfiO o par, tiras de babados a 5
500 e 700rs., lasde qoadro enfestadaa a B
300 o 360 rs. o covado, cambraia preta a i
1 400 e 440 rs. a vara, organdys de cores a t
\ 600 ra. a ivara, fil branco adamascado &
> para cortinados e vestidos a 400 e 500 S
rs. a vara, cortes de collele de casemira Jg
bordados pretos a 29 e 39000, dilos de >
velludo de rr e pretos a 39, 49, 59 e 69, |f
paletots de brim branco francezes a **
39500 e 4950O, dilos de casemira de co- S
rea e pretos a 149 o 169. ditos de alpaca &
prela e de cores s 3, 3(500. 49 a 495CO, m
camisas de peilo de lioho a 29500, cortes
de collele de gorgurao a 19500, l70O. X
29200, 3(e 3(500. colletes leitos de brim S
branco a 29500, dilos feitoa de gorgurao 9f
a 2jj50O e 3500, ditos feitoa de casemira a
a 3(500, 4( e 4(500, ditoa de velludo a K
519, 6Ue 79, ditos de fuslao de corea a
1(500, um vanado aortimento de raeias
para homem e senhora, grinaldis com
flores, chalas de froco, espartilhos, e to-
da a qualidade de roupaa feitas para ho-
mem que ludo se vende por metade do
seu valor.
Bolinas de Helis.
recebidas ultimamonle, mnilo frescaes. gran ie
sorllmeolo de bezerro e corJavo: oa loja da
ra do Cabugi n. 16, de Burle Jnior & Marlins.
Veode-se a taberna aita na ra de Santa
Thereza n. 39 ; a traiar ua meama.
Vende-ae na ra nova deSsota Rila n. 1,
um casal de eteravos crioulos, mocos e bonitas
figuras.
Vende-seo botequim da roa do Imperador
n. 16, muito afreguezado como se poder verifi-
car com a presenca dos pretendentes, isto porque
a propietaria retira-se para fora da provincia ;
a mesma proprietaria desde j pede a todos os
seus devedores que oestes 8 dias venbam Ihe pa-
gar o quelhea devem do contrario vero oa aeua
nomes declarados neste jornal at aer embolsada
de dilas quantiss.
Na ra da Cideia do Recife n 25, vende-se
queijo de maoleiga do Setid a 800 rs. a libra,
assim como venda diversos gneros muito em
conta.
Vende-se um mulelinho de 15 annos da
idade, muito sadio e de bonita figura, do servi-
co de casa e tem principio de boleeiro, muito
boa conducta e proprio para quen quizer ler nm
bom criado : no caes do Ramos sobrado n. 2.
losas arliliciaes para ca-
bello.
Na ra da Camboa do Carmo loja n.
12, vende e toda a qualidade de mobi*
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Vande-ae a easa terrea no pateo do Terco
o. 13, e a melado de urna mei-agua oa ra da
Astumpeo : a tratar coa Henrique Jorge.
A loja do beija-flor tendo recebido bonitas ro-
sas que se esto usando psra os cabellos, vende
na roa do Queimado na loja cima n. 63.
Vende-ae nm eacravo moco e sadio : na ra
do Livramento n. 11, segundo andar. Na mes-
ma caaa ataga-se urna eacrava que seja fiel.
Vende-se urna otaria a margen da camboa
do Remedio, con barro proprio para toda obra,
en terrenos proprios : a tratar na ra do Cabugi
numero 1 D.
Vende-ae un aellim com os arrotos, a salla
ingleza, quaai novo ; na roa Nova n. 8.
Vende-ae una carroca para cavallo, em
bom catado ; para ver e tratar, na coebaira da
roa da Florentina a. 5.
Vende-se por todo o preco 2 bascos e mai-
ta ferraneola de carapina : no pateo da nbeira
o. 1, sqoioa de Ssola Rita.
1

<
rr


__.. ,,,..;----------L------

SAMADO
l MI
. a
ARMAZEM PROGRESSO
Vende-se
urna negra que tabe mgomau: e
nhar: quera a pretender dirij*-*e a rae
da ApoHo n. t, armaicm.
TNlt-N a* carraca usa axcellaata
be* affli M>! cwrodos ar oelboc peo
aivel poro Irabalho : o* na do Queimado loia
B.01.
Negado de vantag^m.
Vanoo-ee proprtodade Dm-Udm, ata a
Santo Amaro do Jaboatao, com ctn do vivenda
do lijlo cal aob pilaras, com olaria o caaa de
f adobe, plaotcoea, etc., com trras e matas snf-
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlia
lleientes para montir um tugecho, cuj aroptia
pertanceu owlr'om a Joio Hypolito de ei-
r Lima : es prewnooniea podero ir ao lugar
Veude-se ueste armazem de molhados os melhores ge-
ooros que Tem a esta marcado e por menos 5 a 10 por cont do que em ostra qaalqaer parte,
Cifantindo-se a boa qualidade, por iaao rogi-se a todoa oaSra. da atraca, de eatmatie o4avraderee o
vor de mandarem anas encomiendas ao armasem Progresso, aflm de varea a dlfferenca de
prejo e qualidade qae fas, ae fosism comprados em outra qoalquer parta.
Harntelga ingleX, de primeir qaaUdade a 800 e 1*000 a Ubra, a ara barril aa (ar
a batimento.
ML.*Htaig& f Ts\H41 ft m,u ora a 7i0 ra., a Ubra e em barril. tOOre.
hb 1iyM%B 0 mais iU|>erior qu9 ha no mercado a 29800 a 20500, a libra.
Ca YaTLXYUs. imiuajo a perola, pela sea suporlorldsdo a 3*000, o SftM a libra:
@ utt pT\0 unlc0 para 01 doeales que se tratam com a homeopalhla a t|5W a Ubra.
QlOi^Oa dO fOllaO (hegedoi oeata altimo vapor a 29500, ditos chegados no ultimo
navio a 29200
Qu j 8 loadlTialOll 0 qua ha it b0IB nasli |enaro a 1#000, a Ubra a em porcio se
fat batimento.
QUOljO pra\0 0 mat, superior que tem rindo a eate mercado a lbOO libra.
P? eiunto inglez \>vt*. liaiabrc BlUo B0T0, m ri., HiMt, anl por.
cao se far abatiment i.
!Ste\et%8 \ag\ez a\S proprM p,M fl,mbr, 800 r. libra a em porcio a 700 rs.
PrOHTOtO dO TeillO d, iaptrior qualidade 480 rs. a libra aintalre, s 440 r.
SfalOUlO 0 maihur oetisco ios pode haver por estar prompto a toda a har a 19 a libra, o
em porco a 900 r.
X ouelnao 4o reino fflBl0 n0T0 tigffl u UbtB> e em birril d, 3 wobM, 79000.
OUTCaS e pa'lOS de lombOS MQ libr,f em porcio se faz abat-
melo. '
V40te\0 0O1A ellOIIT\^a8]a prorflpi,s para se comer viudas a prlmeira re a eate
mercado a 2000 cad 1 urna.
Qanua d porco retinada ,B ltli com 10Ubr por 49500 cada uma.
Ban.ua de porco o,Blo flna aWa a 480 r9>, lbr,, em Dirfn A 400 rs.
armeiada imperial d0 a(amad0 ore, dooutros muito. fabrUantes de Lisboa
a 800 rs. a libra, e em porco se (ai sbatimento.
Latas com frutas de doce em calda como MjSo p,( damaacoape-
cego, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
Matmelada de alperxe em latas de l Ub.a por 1#200 cada urna.
Latas COm ameildoao COllteUadaS contendo m>s conleltoa assucar
candi, muito propri) para mimo, a 2JO0O cada ama.
OOCe da C%8Ca da gOialia muil0 Qno a gOO ra. e em porcio aelaiabamento.
H0Ce StCCO e em Calda de differaotes qalidadea, em lalaa de 49 e 5 por
2*500 cada ama.
Cario es com bolle franeez. propriog par, mimo. 5w rs.
Paisas em caxiaba de 8 libras mult0 nov por J5500 e a retiho a
480 rs. a libra. .-^'
Figos da cmmadre muil0 naTOIi eiB caixag de s libr por 54500. por 18500, ditas conij-RiuUotem enfeitadaa por900rs. cada umae aretalho a 320 ra.
Cambraias.
Vende se cambrslai da corea de bonitos e ele-
gantes daaenboa a 200 e 8S0 ra. o corado: na
ra da Imneratri leja su .
Ohados.
Vendesn-se olladav pistadaa de liadas vtetse a
paiiagena largaras da 7, B e 9 peame, pro -
prios para meaas dejanlar a 2J o corado: na
ra da laperatria loja o. 90.
Para omez Marianno.
Sapatoa de borracha o melhor que ae pode en-1
contrtr nrste mercado a ffoOO e 2f o par, lato ,
por aer para mos de Marta, por lato feode-se
por este prego : na loja do visdo, na ra Nora n.
8, confronte a camboa do Garmo.
Veade-se una eacraro paca, meetre da aa-
aucar a ptimo para o campo: a tratar na roa
Kara n. 33.
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca ataba de recaber non
remeaaa de provaUeaa a- mui praewada agua
ambreada, cajea bona efleitos da rafraaaar a tti-
tia, tirar a ardor qua dalia a-oa*elha qaando se
fas o barba e acabar o mo balito prorenlenta
do traoapirar ai o j beao eoobaeldea, aaaim co-
mo naa aeohoras par nao aodarem ao sol fas
coaservar parfetUmeateobrilha do rosta. A to-
dos quantoa tem uaado d'agaa ambreada nao aie
eatraohoa eaaaa fritos e eilea aero alada mais
eanhecidea por aqaellea que muaidoa de 1# ea
diriglrem a lojad'.gaia branca'rae da Qaeima-
do n. lf onde nicamente aa rende.
Relogios
Vsnde-se em can do Johnston Paler & C ,
. a do Viga rio n. 3, un bollo sortimento de
elegios de ooro, patente inglez, da un dos mais
afmalos fabricantes da Liverpool; tambera
ama variolada de bonitos irsacellins para es
mesmos.
Potassa da Russia.
Vende-se emeata deN. O Bieber &
C, successores, ra da Cruz n. 4-
laWfefL
semseguodo
MENOS DEZ POR CEHTO
NOS ARMAZEIfS
PROGRESSISTA
examioarooa a meama, a para tratar deate nego-
cio, com o actual dono Haooel Joaquim Ferreira
aWoree, na- rae ImactM n. 30.
Vende-se am eecravo aaostumado a traba*-
Ihar em padaria : a tratar aa ra 4a- Aurora a.
70, segando andar.
Brincos pretos a balo, e
outros objectos para
lulo
Deasea objactoade qae boje infelizmente tantea
familias precisan), na loja d'aguia branca acba-ae
um bom sortimento deltas, sendo brincos e rose-
tas a balao, peiaerras modernae de grossaa a tor-
tea contaa, eiftaatea para peito, ditos tamben pao-
tos, en caiiinhaa, bonitas e modernos aderecoe,
e meioa dito, cinteiros de fitas e Ovalas pretas,
eofaitea para cabeca, grampos de noros moldea
para segaras cobalto, laree pellica, meias de aeda e algodao para homeoa e
senboras : com os compradores de laea objectos
se tara a maior contera placeo, atiento o fim para
queseo: por issotfrrlgUem-se ra do Quei-
mado,: loja d'aguia bronca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
muitos outros aiisteres.
A iafa d'aguia branca ecebea uno poroao 40 '
irroelaa ou argolaa de borracha, que acertada-
mente aa applicam a difieren es flns, como tm- '
bsm seje pare ammeasar papis nes diversas re-
partidas pebUcos, noa carlorios, escrptorlos,'
srmstent,: lojas. boticas, tabernas, ale, etc. a
mesmo de alguns particulares, o que na verdade
vale apaa comprar-se pelo diminuto preco de
940 e 820 a dosis, para poupar-se o trabalbo de
atar a desatar um messo de papis todas as vezes
que ao precisa, assiea como ea mala largas serven
para segurar cartelras.-e manguitos de senboras,
o mesmo para pulseiras de missaogas, advertin-
do, porm, que cada argola tem aua G vela; ren-
dem-ae em dita loja d'aguia branca, ra do Quel- N' o Queimado o. lna da miudezaa
mado n 16 de Jo, de Azevedo Mata e Stlvs, esti vendando
Arado americanos e machinas aSl&l*"*"" "' Pr65* '* Um' *0"
para lavar roupa : em casa de S. P. Grosaa de peonas de acode todas as quall-
Johnston AC, ra da Senzaa Nova Nftd'wL hk. i k a m
W Nvelos de linha que pelo tamanbo a todoa
admiram a
tt Caizas de agulhas francesas a
- Vende-se n freguezia de Ieojuca o enge- Caixa, com a,fln,tea muUo flnoa ,
nho Diamante, odo bem montado con casa 4a Caixaa com apparelbo para entreter me-
vivenda, sensala, olaria, dutils^ao, estribara, otos a
casas psra Isvradores, tudo de tijolo e cal, moa Ditas ditos grandes a
d agua e maito bomde producto, com terrea Baralhos portuguezes a 120 e
para dar mais de 3.000 paes annualmente, com Grosa de botes pequeos psra calca a
erras aioda por deseabnram matas : quem pre- Tesouraa para unbaa muito finas a
tender comprar, pode dingir-ao ao meara o enge- Dita, para eoslura mnilo iuperiores s
nho tratar como proprietano. ou no Recite com Baralhoa (rancezes para voltarete multo 0-
nos a
or-
libta.
./
o Illm. Sr. eommeodador Lemos Jnior.
Soahatl Mellora & C, tando recebdo
dem para vender o sen crescido deposito de rslo-
giaa v(ato o fabricante tei-sa retiredo do nego-
cio ; convida, portanto, s pessoas que quizerem
posauir um bom relogio de oaro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op-
portuntdade sem perds de lempo, para vlr com-
pra-Ios por com modo prego no aeu eacriptorio
ra do Trapiche n.98.
Borseguins ioglezes.
Na ra da Imperatric n. 10. defronte g bone-
ca, loja do Pinto, receben pelo nlllmo par um
grande sortimento dos j bem acreditados borse-
guins inglezes, que vende por lOf e llg'a dinhei-
ro logo contado.
120
W
60
940
500
200
120
400
400
3*0
80
80
200
800
11980
100
320
100
200
40
20
60
100
3i!l*M^^meeias e portugneas am UU| d, i ubre, por 6w rs
ditas em meias latas s 500 rs.
sftacade tomate em lalas de t bra por soo rs.
\mcadoas de casca mole maUo novas a 320 rs. a tova.
viOieS a i-20 rs. a libra, e SftOOO a arroba.
%.mei%.as ranceitis e m ialsl com 3 isbra8 por jjroo, ditas com 1112 por isoo.
\mel%aS pOTtUgUtXaS 320 a libra e em caixa se (ari sbatimento.
GbOCOlate beSpwbola 1|500i dit0 [rancez lJ2O0 dito portugus a 800 rs. a libra,
aQaoQi-se a boa qualidade.
OlaXlHlia de aoda em iolaa com diHerentes qulidades, a 15440 rs.
iSiaQt 8 para 8pa ]8lrai macarrao e talharim. a400rs. a libra e em caia por 8S000 rs.
^alltOS de dentCS i Ijd0J> moihoi com 20 macinhos por 200 e 980 rs. muito finos.
SOrC|aS em rseos com e lr2 libra por 800 rs.
nijelO (rancezpars limt,arlatan 200 rs. cada um, emporio se fax abatimenlo
ftolaX.Qba aglea a ma,$ n0Ta do mercado a 3*0 ra. a libra o em barrica a 4#500
WOmma para angommar, nuilo alva a 100 ra. a libra e em saces se fax sbatimento.
sreVX-C da posta em iatas as melhores qualidades de peixe que ha em Portugal a 19600 rs.
CiSpermaSete tttperior de cinco e seis velas por libra a 760 rs. sem caixa, a 740 rs.
SardiniiaS de Nantes em latas muito novas a 400 rs.
l*e\..C atlim de supet 0f qualidade a 190 rs. a libra e em barris com S srrobas por 7J.
m.ieite COCe regoado de diSerontea marcas e o mais superior que ha a 800 ra. a garrafa
a em caixa i 9f.
VillboS CHgaTrala IOS d0 duque d0 Port0 e de 0tttr(f multasmarcaa acreditadaa
oeste mercado a l;;()0 rs. a garrafa e em caixa a 120000 rs.
w nbO em pipa Por,,_ Fgaeira e Lisboa a 560 agarrafa e em caada 33500, 49 e 49500.
Srvela da( m,i8 acredita las marcas a 59 rs. a duzia, a em garrafa a 500 ra.
: IiampagaC das marc,,s mais superiorea que ha no mercado a 159 e 22SO0O rs. o gigo
CiOgnaC Ingiei a 10300 rs. a caixa e 1200 rs. a gairafe.
ftenebra de 11 Olla Oda rdaleiraem frasquelra a 69OOO rs. e o fraaeo a 560 rs.
TamaraS dO *E>gy JltO a 6i0 rs# a libra em caixiohas com 9 a lOllbras por 55.
Genebm inglea ^3000 rs. a darla e a retalho a I9OOO a garrafa.
Palitos de gai a 29,00 rs.. gfoz..
ni refinado em polea grandes a 500 ra. cada na, em porreo ae far abatimenlo.
daiC laTad0 0 p-ue ge pode d.sejarnesle genero a 320 rs. a libra e em arroba a 9J500, dito mala
baixo a 280 rs. a libra e 8J000 arroba.
Sevadlnba de franca n mais nova do mercado a 980 rs. a libra, em porcio aa fax abati-
menlo.
^* fin muito aovo a alvo a 20 rs. a libra.
F rinna d0 reD0 daa marcas SSS a galega a 140 rs. a libra.
Hitado Maranhao alva e che roza a 160 rs. s Ubra e en arroba a 49800.
Inef VainaS ieca naito novas a 160 ra. a libra.
* C&aS da carnauba refinadas a 400 ra. a libra e em arroba a 199000.
tmieite foa0 de Lisboa a 72(i rs. garrafa,entoga- s aJ>oa qualidade
Vinagre da, uaboa a 940ist a garrafa, e em caada a 19800.
W OUO cherez a 19600 a gs rata o em caixa ae fax abatimenlo.
OitO braMa mala superior iue h ao m arcada propio para miase a 640 rs. a garrafa a em ca-
*Por hojedefij ao as pretorio al a chagada do primeira uapor rindo Aa Europa, pelo
oal estro nova sortimento e ni o serei prtguirdsO em o publicar ao respeitavel publico.
Para liquidar.
Calcado muito em conta
Na loja do Pinto, ruada Iroperatriz n. 10, de-
fronte da booeca, acaba de chegar um completo
sortimento de calcados dos melhores fabricantes
de Parts e Nantes: bolinas de Melles, de beierro
e cordavo, tanto desolla grossa, como da sola
fina, botinas para senboras e meninas, assim co-
mo um grande sorlimeoto de borseguins inglezes
Agulheiros com agulhas fraocexaa a
Caivetes de apara.* pennas de 1 lolha a
Pec.as de trinca de lia com 10 varea a
Ditaa da traoca de lia de todas ss cores s
Pares de sapatos de tranca de lia a
Cartas de alQneles freocetea a
Pares de luvss fio da Escocia multo finas s
Ditaa ditas brancas grossas a
Escovaa para limpar denles muito finaa a
Masaos com superiores grampos a
Car toes com colxetes de algnm deleito a
Ditos de ditoa superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ac muilo superiores a
Eafladorea para veadoa de senhora com 4
varas a 80
Caixas com colxetes francezes a 40
Cartas de alQneles de (erro a 80
Charuteiras muito finas a 19000
Tioteirasde vidro com lints s 160
Ditos ds barro com tinta superior a 120
' Areip preta e aaul muito fina s libra a 120
i Tenbo nova remeasa de labyriotho para ven-
der por todo preco, aaaim como tenbo trancas de
seda diHerentes cores pera vender por todo di-
nheiro que oflerecerem.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
U.V MU. g.WUl.11 0WI..U.VUW HU W.B.H 1 -J -* .
que se vende por menos do que em outra qual- .peraolor n, *U, vndese roupas leitas
quer parle, e lodo o maia calcado ; a dinheiro Je todas as qualidades pelos precos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pechincha.
Algodo da Baha.
Proprio para roupa de escravos e saccoa de aa-
aucar : vende-se na ra da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C.
Veode-se um escravo moco e sadio; na
ra do [.mmenlo n II, segundo andar. Na
meama casa aluga se uma escrava que seja fiel.
A boa fama
renda goiliohas e punhos com botoes para lenho-
ra, fazeoda muito boa, pelo baratissimo prego de
29 : na rus do Queimado n. 35, loja de miude-
zaa da boa fama.
Borseguins.
Ra da lmperatriz n. 10, loja do Piolo, ven-
dem-se pelo baratissimo prsc,o:
Borseguins de lustre para hornero a 89.
Ditos de bezerro para homem a 83.
Ditos de cordavo para homem a 8j.
Por eate preco s a dinheiro a vista para li-
quidar.
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana d-
superior qualidade em casa de N. O
Bieber & C. successores, ra da Cruz
n# Vende-se ou arrenda-se orna grande pro-
Obras de metal prateado. jjed'
Em casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores, vendem-se apparelbos completos
para almoco, porta licores, garlos, fa-
cas, colberes paia chae sopa, galbetei-
ro, copos e outros muitos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualida le e duracao : na ra da Cruz
n. 4.
Farinha de mandioca
MARTE & C
36 ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
. Laureo do Carino a
ej propnetarios desloa acreditado? armazoas ds molhados participara aos seus mimo-
sos fregttazos qae por todos os vapores e navios da Europa, recebara de sua propria eocommeoda
os memores gneros, pois que para isso tem pessoas eoearregadas em diversos pontos da Europa,
para os ecolberem, a os vandem por meos 10 por cont do que em ontra qtnlqaer parte, por sao
rogo-so a todos os Srs. da praoa, de engenho e lavradores o favor de mandarem suas oneommeadas
aos nossos armazens, aBm de verem a superior qualidade de gneros e dirieren? de procos.
iilantei^a ngleza e primelra quiIilde, 800 # lf llkft fl m bmi,
far abatimenlo.
Matiteiga ifra ncesa mai8 nof,, 700 m, ubTt e m ^ m t
Li1a IiySSOn 0 mais superior que ha no mercado a SoMOO e 4goo a libra.
Cha JlUXIllJ o qus ha di melhor mste genero a 29500 a 3oV)00 a libra.
L/R pretO niaiio superior vindo a primeira vez ao nosso mercado a 29200-a libra.
L/il hy6SOIl 0 melbor que vem do Rio, em latas de tima libra por 1800 e em poreao
so far abatimenlo.
QUeiJOS dO relflO chegados neste ultimo vipor a 2800 e dos chegados no ultimo
navio a 29400 cada um.

Qliei JOS SU1SSOS o mais superior a mais frescos* qne tem vtoo*> ao mercado s lf
libra.
QUIJOS pratO como nunca veio ao nosso mercado a 1S100 a Ubra e intoiro a lfOOO.
I a IOS e Ctl O U riC^S muit aovos a 560 rs. a Vibra e em porco se f sr abatimenlo.
Latas COm Iing'UlcaSj proaptas para se comer a toda hora, viadas a primeira
vez ao nosso mercado a 19800.
I Oi*e f3IH latas dediversos tamanhos, savel, sardo, porgo, pescada, cavada, lengua-
dos fritos, atm marenado, robllos e lulas de gelada, de 19300 a 29000 a lata.
I OUCinllO dO rt 1 O maito novo a 820 ra. a libra e 99500 a arroba e timbea
temos para 240 rs. a libra e 69500 a arroba.
Ba nlia de p )ICO era latas com 10 libras por 49400 e 480 i libra.
M arme la da imperial de todos os conservaros de LUboa.am lalas de libra a -
meia o 2 libras a 750 rs. a libra
LataS COm frUtaS em Cald* como sejam pera, pecego, damasco, alper-
xe, ameixas e ginja, a 700 rs. a lau.
\larmelada dt: Alperce em latas de 2 libras por 1900 eada urna.
Doce da CaSCa da g'Oiaba ,700rs. e em pocriosefarabatimento.
Lf JCeS seCCOS e diflerentes qualidades em hcelas maito bem arranjadas a 31000.
JL 8 maraS as mais superiores qae tem vindo ao mercado ea caixinbas elegantemente en-
filadas a 29500 e 600 rs. a libra
Passaa em caxinhas de 8 libr-is a 29500eeoors. a libra.
a? lg"OS da COmadre muito no vos em cixinha de 8 libras e muito bem enfeitadas o
a 29200 e 320 rs. a libra.
tCrnllias francezase portuguesas a64o720rs. a uta.
MaSS i de tom *te em Utas de 1 librra a 800 rs.
AmeildoaS'da CaSCa mole BU10 novas a 400 rs. a libra.
J^fOZes muito novas a 200 rs. a libra.
AmeixaS f ranceZ4S em lalas com 5 Um por 49000 e a 19000 a libra.
Chocolate hespanlll a 192OO, trances a 19000eportogueaa 800 rs. alibra.
Bol X lilla d SOda 6mlatas com diHerentes qualidades a 19400 a lata.
3IasSl S pa ra SOpa maearro e talharim a 240 rs, a libra e a caixa por 59000.
CaXflliaS muito bem enfeitada eom pevide, rodinha, eslrellinh, etc. a 700 e 800
PalitOS llXadoS para denles em molhos com 20 macinhos a 200 rs.
^erejaS em frascos de libra e meia a 700 rs.
Lijlo FraiCeZ para limpar facas a 180 rs. e em porcio se far abatimento.
Espermaceti! Superior sem avaria a 740 e em caixa a 760 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes muUo novas a 400 e eoo rs.
Al pista muito nova a 180 rs. a libra e 59500 arroba.
AZete doce refinado de divercas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duiia.
Bolacllinlia Dglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra o 49200 a barrica.
Goma muito alva a 100 rs. a libra e 29500 arroba.
V II h OS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira secca, Carcavellos, nc-
tar, feitoria, velho secco, Muscatel a 19200 a garrafa e 129000 a duzia.
Dt J8 em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa e de 49000 a 49500 a ea-
superior ; nos armazens de Tasso Irmios.
Venle-ae doce de caja secco e de limo, e
mangaba secco. assim como s prepsram bocelas:
de dons foroos, capella, ama boa casa da vi-
venda, diversas casas habitadas, doua grandes
viveiros, maitas arvorea de fructo, tnclarlve di-
versos coqueiros : a tratar com o Dr. Souza Res
ou com o major Belarmioo do Reg Barros nes-
ta cidade, ou na Hsglaleoa.
Novos e lindos
enfeites par* vestidos pretos
e de cores, e roupinhai de
criaocas.
Em aproprlado tempo receben a loja d'aguia
branca um bello e completo sortimento de enfei-
tes de seda para vestidos pretos o de coras, a roa-
na cidade de Olioda, ra de Malhias Ferreira nu- pinnas de crianzas, sendo trancas e bordados de
mero 13. I novos a lindos desechos, a difficeia tecidaa. com
_ ii t .*. os qoaes podo-ae tom goato a moderniasimo en-
Rlia da SenZalla J\OVa n. 42. feitar qnalqaer vestido ou ronpinho de crianza.
Ao paaso que ditos enfeites a todos geralmente
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120rs.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C,
sellios e si I hdes inglezos, caodieiros e caslicaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dons cavados, e relogios de onro patente
ingles.
Superior caldo Lisboa.
Tem para vender am porco e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C., no sea ea-
criptorio rus da Cruz n. 1.
Rosas artificiaes para ca-
bellas.
A loja ds aguia branca receben bonitas rosas
das que se esli asando para os cabellos, e rao-
de-aana ra do Queimado loja da agola braaea
o. te.
Fita branca de borracha.
Esas fita de qae tanta falta havia acha-ae hoja
na raa do Queimado loja d'aguia branca n. 16 ;
agradan, a commodldade dos precos anima ao
comprador, a esta verdade ssr verificada por to-
dos que se diriglrem dita loja d'aguia branca,
roa do Queimado o. 16, cajos precos esUo mar-
cados as amoitraa, as quaes ae daro com pe-
nhores.
Calcado
assim como fitas froaxas ou elsticas braneaa a da
eorea para debraar reatldos.
Jlo Jos Pereira com loja e fabrica
do na roa larga da Rosario n. 12 junto a botica
do Sr. Pinto, participa so publica qae tem ei-
posto em s dita loja diversss qualidades de cal-
cados feitos na mesmo, os quaea sio sem diffa-
renca algoma iguses aos franceses, mas como o
propriatario nio pode ser juiz am canas propria
por isso pede sos seus numerosos freguezes a ao
publico am geral, que anda mesmo qaa alo
queira comprar,omludo venham sempre ver as
amostras e sdmirsr o Irabalho dos artistas per-
oambacaoos qae trebattitm am aaa fabrica, pola
se assim o Dzeram, Indubttavslmento apreciarlo
o esmerado Irabalho dos mesmos; e se alem da-
so attooderem a eaU?ao actual jsmais deixsrio
de comprar porque alem de a obra ser da mallo
mais duracao acresce mata a circumstaocia de
costar am diminuto proco em relelo aos I
ceses.
nada.
-SerVr ja9 das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
Cil t mpaillle das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
COgliaC inglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra d8 Hollallda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800rs. o frasco.
Azeta naS em ancoretas as melhores que ha no mercado a 29 e a 400 rs. a garrafa.
Tra<|UeS superiores em caixinhss a 109 e a 320 rs- a carta.
Pi. llt S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
S 1 refinado em pacotes de mais de uma libra a 240 rs. e em porcio lera abatimento.
Cafe dO RO o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e 9#000 a arroba.
SeVa (ntia deFranCt amis nova do mercado a 240 rs. a libra.
SagU* muito novo a 320 a libra.
Farillha do HarailhaO mnito alva e nova a lOO rs. a libra e 49800 a ar-
roba. .
Vel&s de carnauba e de coniposi$ao a4oo. a libra e a 129
a arroba.
Vinagre purO de LSboa 340 rs. agarrafa e a I98OO a caada.
Gl'o de bCO muito novo a 200 rs. a libra.
Peras SeCCaS em eaixinll aS da oto libras a 295OO e a 640 rs. a libra.
Marrasquino vardadeiro de sara.de limone, caf, menta, geaepro, mandol'amara,
curac; rosa sublime e outras qualidades de 19500 a 29 a garrafa.
Bat Utas em gajos de uma arroba por 19000 e 40 rs. a libra.
Com n h US os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Er Va dOCe muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOZ COm toque da avaria em saceos de 5 arrobas a 59 a sacca e 19500
a arroba.
CharUtOS verdaderos superiores a 29 a eaixinha de 50.
Salmn em latas com doas libras o mais bem arranjaio qua tem vinio ao mar
cado a 19400.
Hantega etll latas com 4 libras a melhor do mercado laclado mlicamente
89200 eada ama.
Vinagre am garrios com 5 gtrwfas de superior qiwUdade a l90.
Arar Ufa verdadera maito aova a 810 a libra.
. Alem desies gneros encontrar o respeitavel publico em nossos armazens um complot
IsortMieaio de tudo tendeate a molhados.
,

II 1
II


--------.. -i i m*
DIARIO
9ABAD0 If 0t M4IO DE IMS
das barassimas na Io-
ja e armazem (la Arara,
ra da Itoperitriz n.
56, de Magalhes
Mendos.
Vende-se o mal birto poiaiiel a saber: laa-
xinbu pira restidos 280 400 ra. o corado,
ditaa muito floaa aulaaaa a 560 ra. o corado, ba-
r*e da corea para reatidoa coa florea aoltia a
300 re. o corado, saiaa bordadaa multo fioaa a
2*500, dltaa multo larcas de 4 pannos propriss
para bala o a 39 30600 : oa roa da Imperatrtx
loja da Arara o. 50.
Arara vende.
Vendem-ee pecas de medapolo flnoa de 24
jardar a 49400, 4*600, 59. 5*500 e 69. ditoa en-
featsdo a 39. meiaa oruaa pira humero a 1J}200 e
28400e duzia: na ra da Imperrtriz loja e ar-
mazem da Arara d. 50.
Pauno preto da Arara.
Panno preto 'para calca e paletota a 1*700,
1*800 90 corado, cores de cesemira preto
para calca a 3, 3*800 e 39500: na na da Im-
pertir loja da Arara n. 56.
Manteletes da Arara.
Veodem-ee manteletes da fil oa maia moder-
nos que ba a 159. "piorna da tastio muito bo-
oitaa a 39 cida urna : na ra da lmperalrii loja
da Arara o. 56.
Arara est venden do.
Vendem-se pegee da cambraiaa brancas a I96DO
2. ditas muito finas a 39500. 89 e 39500, ditaa
para cortinados de 20 Taras a 99, de 10 Taras a
49500 e 32, cambraia maito finas da carocloboa
a 49 a pega com 8 li2 raras, cortes de cambraia
de barraa a 29500 e 39, ditas de babadoa muito
tinas enfeitados com enlremeioa a 59: na ra da
Imperetriz loja da Arara o. 56.
Arara vende roupa feita,
VenJe- se ealgea de casemira preta a 43500 a
59500, paletota de panno preto a 69500 e 83, di-
tos de alpaca a 3*500 e 49, caminan francesas a
19000, ditas finas ja com grvalas a 23. colleri-
nno de liobo muito fiooa a 610 ra. cada um, ae-
roulaa da linbo a 13600 e 2jJ cada urna : na iaa
da Imperalriz loja a armazem da Arara o. 50.
Gorguro da Arara.
0v*Bd**** lorgurao d* llnho "* TUdoaa
380 ra. o corado, (uiio da cores para vestido a
280 a 320 rs. o corada, csasss muito Una de co-
res s 280 e 320 rs. o corado, cesaas a tarca da
quadriuhoa para rettido a 240 e 380 rs. o cort-
Oo, rlacados eaco< ezee para vestido a 220 rs. o
corado : na ra da. Imperatrlz loja da Arara Da-
mero 56
Est queimando Arara.
Vendem-se chite de cores fixas com pequeo
loque de mofo s 160 rs. o corado, ditas largaa fi-
D" 240 ra. o corado, ditaa geiibaldinea a 280
e 320 rs. o eorado, corles de chitas fina de 13
coradoe por 21500, corleado moreaotlque de co-
rea com II cotadoa e 5 palmos de largura por 89
o corte, corte de laa finas de22 coradoe por 89
cortas de gorgurio com 18 corados por 69500'
cortea de orgaodys finos de 15 raras por 89, di-
tos de 9 raras por 79 : na ra da Imperalriz loja
e armazem da Arara n. 56, de Magalhes A
Meodea.
' na Arara.
Vendem-se magos de palitos de denles licha-
doa com 20 macioboa por 200 ra. para se acabar,
ja tem poucoe : na ra da Imperalrix loja da
Arara n. 56.
Fazendas pretas
superiores.
Groadcnaple preto muito superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o corado, panno preto muito 0-
ao \*> 5. 0, 7 e 9| o corado, caaemira preta
muito fina a Sf, 2*500. 3. 39500 a 4 o covado,
mantea orates de blonda muito auperioree a 12*,
minteletes de auperioree groedenaple pretoe ri-
camente bordadoa a 359, sobracaaecae de panno
l preto muito fino a 309, caaacaa tambero de paone
preto muito fino a 309. paletota de panno preto
uno a 18 e 209, ditos de casemira de cor mee-
clade a 189, auperioree gravatiobaa eetreiUa a
19. diteede eelim maco ada gorgarao nimio au-
perioree para duaa rolla a 29, ditaa eatreitinbea
com lindos elQoeles a 29. superior gorguro pre-
to para colletea a 49 o corle, ricos eofeiles pretoi
a 09, e aseimoulres muitas (azendaa que aeodo a
dinheiro riele, rendem-ee por precos maito ba-
rato : na ra do Queimado n. 22, na bem coohe-
cida loja da boa f.
Panno de algodo da Baha
Vende-se no escriptorio de Aotonio Luiz de
Oliretra Azeredo & C, na ra da Cruz n.l.
Nova exposi-
cao de candieiros
agaz(
O proprietario da nova expoaicao avisa a todoa
os consumidores de gaz hydrogenio qua tem re-
ceido noramenle urna qualidade de gaz super-
fina, aaaim como lamber de todas aa qualidade
communs que ae rendem neate mercado, cuan-
tiado o mesmo proprietario a qualidade que
vende o*ata de falsificages. Tambera avisa que
tem recebido grandes remeaaas de candieiros que
vende en porco e a retalho pelo preco da fac-
tura, cuja rantagem pode ser conhecida pelos
preleodentes. lendo aempre neate estabeleci-
menlo lodosos atenclioa pertencenles so con-
sumo de candieijos a gaz : oa rus Nora n. 20 a
24, Jeja do Carneiro Vianna.
O proprietario da ora expoaigo aviaa ao pu-
blico que eeus estebelecim.otoe se acharo todo
oa oa aberlos at as 9 horae da noile iilumioa-
ooe com o mesmo gaz hydrogenio cooUndo nca
meamoa eatabelecimentos urna riquiaaima galera
ee quadros que muito intreler a curioaidade da
familias que quizerem rlaitar estes estabeleci-
menioe, asaim como um numeroso sortimenlo
de objectarias que por gosto se podem comprar,
garaolindo aos concurreates s franqueza do iu-
gresso em seus eatabelecimentoa : na ra Nora
n. 30 a U, loja da Carneiro Vanos.
Vende-se a parle da uro aobrado de dona
andares n'ama des principaes ruai da Boa-vista,
cuja parte rende actualmente 401* soauaes: s
tratar na ra da Imperalriz n. 58.
Iojecco Brow
Remedio nfallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
rto na botica franceza ruada Cruz n.
22. Preco 3jt
Botinas
Vende se ama esersva de boa fisura sendo
JsSJu i 5M ?'*5* ,0 ^mprador : na ru.
t;ita do Rosarlo n. SI, loja.
Attenco
O'
Ghegaavpara a loja da victoria, candieiros a
gaac da nares ejeetos a medeloo, tanto pera ala,
oeao pera aseada a quartoa a- para oulraa muitaa
oataa:. aa loja da rictorla mraado Qaeimedo
O* 76*
Cestinhas 011 cabases para as
meninas de escola.
O tempo 4 proprio das meninaa irem para a
tola, a por taso boa que rio compostas com
me das oras e bonitas cnliohas que se ren-
dem ce raa do Queimado loja d'aguia brance
n. lo.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A toja d'aguia branca ataba da recebar pac
eraoalra urna pequene quantidada de flrallae
doeradaa a esmaltad a para ci toe, todaa da no-
roa a bonltoe moldea, a tarabem douradse qae
perecam de ouro da le, o qna ae com experien-
cia ee conbecer nio o aerea, estando no mesmo
ceeo se aamaltadia, a aaaim meamo rendam-e
pelo barato prego de 22500 rs. cade ame, na raa
do Queimado loja d'aguia branca c. 10.
Palmatorias de vidro e de la-
to para v el las.
Vendem-se booitaa palmatoriaa da rldro lapi-
dado para rallas a 19200, a ditas de lato mui
ora e limpaa a 400 rs : na ra do Queimado,
loja da Aguta branca n. 16.
Peilos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-sa bonitos peilos d faeto lavrado e
trancado para eaaiaaa a 500 ra. oda um, telen-
da mui boa e eocorpada : na ra do Queimado,
loja d agaia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados.
A loja d'agaia-branca recebeu um noto e lin-
do or ti memo de tiras bordadea em emboa oa la-
dos, a contina a vender baratamente a 19260
cada lira, a oulrae de bordadoa muito la rgo a
29000, o melhor que poesirel em tsl genero,
}4'* ** Pl largura qua leem, podem aar
dirididaa aa meio, pelo que aa toraaa baratiem-
maa : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
o. 16.
Olliem para o pavao e
ieiara
Camlainhss com golliohss a mengnitoa
de cambraia bordados, (axende mo-
dernissims s
Ditaa de fualao com lpico de cor
Golllnhaa bordadea com botioxinho
Ditaa da todos os gostos s 640 e
Ditss com manguitos de cambraia bor-
dadaa a
Manguitos de cambraia bordadoa maito
finos a
Gollinhas bordadas a
Romeirae de cambraia enfeitadas para
lato a
Camiainhaa pare senhors s
Leocinhos de linho com labyrintho para
meo a
Ditos a imitaco de labyrintho a lf e
Leas da torcal enfeitadas com ridrilho
Enfeites pretos com ridrilho s
Ricos snfeites pretos e da cores, s Turca
a Garibaldi
Groadeniple preto a I96OO, 19800 e
Todaa eataa fazendes rendem-se oa ra
peretriz n. 60, loja e armazem do pari,
ma & Silva.
59OOO
39000
19000
800
19600
19000
340
39OOO
39OOO
29500
1*280
500
800
6S0O0
39000
da 1ro-
daGa-
Sementes de hor-
talices
Na ra de Cruz n. 32, depoaito de pao e bola-
ch, veudem-ee aemeotca de borUliees vindaede
Laboa.
Sahio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Crespo n. 7, sonde o respeitavel pu
blico achara am grande e variado sortimento de
miudezas que ss vende por prejos tois beratos,
10 por ceolo do que em outrs qualquer parte,
aaaim como aeje, franjas pretas com vidrilhu e de
corea, fitaa de todaa ae qaelidades, frsoja e galio
de llnho, caacarrilhaa pretas e de cores, rocosde
todaa as coras, os riquissimos eofeiles de cabeca,
galozinhoa de linho e de aeda para enfeites,
chapeozinhoa para criancaa, chapelinhaa para ae-
nhora, bonete de panno e velludo muito fiooa
para menino, fitaa muito chiquea para siolos,
maoguitoa e gollinhaa muito finas, leseo de
cambraia de linho muito fios, e mniloa mala
objectos que ae continuar annunciar, poia ren-
de-te lado por pregoe baratlssimos por se echar
em liquidacSo. Na mesan loja se achar um
rico sortimento de amendoaa e confeitoe proprios
para qualquer mimo, que ae rende pelo baratia-
aimo prego de I56OO a caixinha.
iYGRNClrY
Reos
cortes de vestidos brancos
bordados.
Vendem-ee rico corta da vestidos-branco
boraadoe com 3 babedoa pelo barelieelmo prego
do 59 o corte : oa raa do Queimado n. 22, ne
bem conhecida loja da boa- f*.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores caioiaae ingleaa com
prega largas pelo baratlaaimo prego de 309 du-
sia : na loja de boa f, na ra do Quoioado nu-
mero 33.
Ricas gol 1 inhas e punhos
com boioes
yeodanr-ee rices gollinhaa o panhoa de cam-
braia e fueteo ricamente bordadee com lindoa bo-
loes, pelo baratiaaimo prego d 29 cada guarni-
gio : na ra do Qaetmado n. 22, na loja ds
nos f.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de linho com duas varaa de
largura s 29400 s rara, atoalhado da linbo ada-
mascado com duas larguras a 29500 a rara, brim
brenco da linho muito superior a 11440 s rars,
dito de coras, fazeoda multo euperlor e 19, dito
pardo de linho paro a 800, 19 a 19200 a rara, di-
ta da qaadriohos muito proprio pare calca, ja-
queles e plelo psra meninos s 200 rs. o cora-
do, gangas frsncezas maito superiores s 400 rs. o
corsdo, cambraiss franceza* maito fines a de
muito bonitoa padres a 260 e 280 o corado,
cambraia lisa muito fina a 4f, 5 e 69 a pega com
8 1|2 raras, esmbrsis com alpicoa tambem com
8 1|2 rsrss esda pegaa a 49500. dita maito supe-
rior o melhor que ha neate genero a 113500 a pa-
ga com 17 rarae, ou a 800 re. e rar, chitas fren-
cezes de muito boas qualidades e de lindos pa-
dres a 340, 280, 300 e 320 o corsdo, 016 ds li-
nho liso muito fino s 720 s rara, tarlelana bran-
ca e de corea a 760 a rara, toelbas de linho para
ruaos a 79 a duzia, dilaa pelludas muito aaperio-
res s H9s duzte, gollinhaa dwcambraia borda-
das a 800 rs.. msnguitos e golla| de cambraia ri-
camente bordadas a 2f o par de manguitoa com
urna golla, longos brsncos muito finos com tico
renda e labyrintho a 1J280 cada am, ditoa de
cambraia de linho para atgibeire pelo beralisalmo
prego de 4, 5 e 09 a dozia. e aesim um completo
sortimenlo de fazendas da todaa aa qualidades
que sendo a dinheiro riataae randerio por pre-
co mui baixos : na bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Camisas eeeroulas
Vandem-aa euperiorea eeroulae de llnho maito
fina pelo barato prego de 269 a dude, ditaa tren-
;adaa de algodao, mas de maito boa qualidade, a
179 a duria, camina brancas francezaa a S*) 24a
26 a 309 a duzia, ditaa para menino a 32$ a du -
zia, ditas para hornera com abertura de coree e
239 e duzie : na bem conhecida loja da boa f
na ra do Queimado n. 32.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se maoguitoa com gollinhaa, fazendt
mutlo bOs, pelo barato prego de 23000, gollioha
VeajoVireai branca da
perlor qualidade, a* barricas, ptapriaa para
prego': no trapiche
geoho o por commodo
Remos o. 10.
Jagaeribe da) sa-
en-
do
Loja das 6 por-|
tas em frente do
Livramento.
Cassas francezaa de bonitoa goales a
35 rr. o corado, lurae de troeal preta
da teda a 500 rs o psr, chitas rsnee-
xes larga acune a 240 ra. o covado,
dltea fines a 360 a 380 ra., fil de Moho
Ino s 640 rs. s rara, tarlatena fina de
todas es cores a 800 rs. a vare, lengoe
wancoa com barra da cor a T9I00 a du-
*1s e 130 ra. cada am, meiaa para bo-
IfSOO e dazia a 130 re. o par,
oilae para coberta do bonitoa deao
Boa a 220 rs. o covsdo, pecaa de bra-
tanhii de rolo a 2. ditaa de cambraia Haa
? ti* T,rM r3- Bteaaalina encar-
ada a 240 ra. o covado, calcinhaa para
meninee de escols a 19 o par, peitos
para camisa brsncos de corea a 200
r>-. Pegas de cambraia brenca de aalpj-
"w'500' l*0'180 eofeatadu o melhor
fk *** """ <"t0 br,DC0 P" l*-
tnaa a lf a vara, enfeitea doa maia mo-
dernoa a garibaldi a 69. a loja eel aber-
ra at as 9 horas ds noite.
Gtaimsraes & Luz, donoe da loja da aludexss
* do Qveimado n. 35, boa fama, participem
ao publico qaa o seo estsbelecimento se schs
completsmente proridodas melbores marcadoriaa
tendentee ao meemo ealabelecimeoto, e muito
oatros objectos te goato, aando queai todoa rece-
Otdoa de auea propriaa eneommendes ; a eaUndo
'J<* incremente resolridoa s nio renderem
nado, afiance m rendar meie barato do que outro
qualquer ; e juntamente pedam aoa aeua daredo-
res t-# Ihee mandem ou raoham pagar oa aeas
debato, soa pena daaeram iuetigados.
Moendas p tneias moendas.
Taixa de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Kodas, dentadas etc., etc.
Ra do Bruna a. 38 fundicao
de D. W. Bouman.
lUtimo gosto.
Gollinhas bordadas e puchos
combo toes para se u horas.
A loja d'aguia branca, onda bem aa encontreo)
objectoa modernoa a de gosto. asaba de recebar
um lindo aortimeoto de gollinhas bordadas pu-
nhos com bonitoa boioee, o que beje ullima
moda, e por isao neohame eeohora se dere ne
mutlo boa, pelo barato prego de 23000, gollinhas mod*> e Bor 1M0 neohama saohora se dere oe-
e punhos ultimo gosto a 29000, gollioha muito >ar comPr" ume dessss guaroicoes por 23O0O,
uoa a bem bordadaa a 1JJ00O cada ama na ra ls0, mi"' liU3D,u ellaa aao neceaeariaa para
do Queimado loja de miudexaa da Boa fama i comPle'u ornamento dquella que terao de spre-
do Queimado
n. 35.
fem,
DA
cter as bellas represenlacoee do Marlnangel, e
meemo ae qua nao forem team igual dtretto de
Tiras e ntremelos bordados. \ ZSZSTtSSZZtL ",oi"
%*&> pe5" de '' bordadaa de 2,500.
3,000. 3,500 e 4.000 eotremeioa a 19600 e 29OO
cada pega na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Bonecas fraucezas.
Vende-se bonecas francezss ricamente vestidas
49000 e 54OOO. e 21000 bonecae de cera com os
olhoe 11 ovedgos a SfOOO e 3JOO0. ne rus do Quei-
mado loja de miudesaa da Boa tema, u. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se relas de sgo psra sioto a i9500 rs. e
29000 na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Sapatos de borracha para
senhoras. -
Vende-se rpalos de borracha para senhoras e
meninos a 19500 rs. o par, sspaiiohoa de lia para
treangaa a I9OOO rs. o par, ditos merino ai9500 rs.
toucas de lis psrs creaogsa a 2f000,19OOO, 800 rs.
sapaliohoa de seda ricamente bordados proprioa
para baplisados a 39000 o par. na ra do Quei-
mado loja de miulezesda Boa fama, n. 35.
Baleias.
Grvalas econmicas.
Na loja d'aguia brance echa-se um bom aorti-
meoto de gravalaa de boes e bonitas sedea ingle-
zas, ss quaes se venden demeaiadamente bara-
tas aemjoue tenham deleito algara, e so aira por
erem iA pouco mata largtainhas, et< a 320 rs.
cin* ur ?lra* maia eelreilae e euperioree a
640 e 194 Aeeim, poie, conrea a todoa spprovei-
tarem a otcasiio, porque grvala boea e por laea
pregos oingaem aa deixa de comprar: na loja
d aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Chambo,
Vende-so chambo de muagio a dinheiro por
219 o quintal e a arrobi por 5*500: no arma-
zem de Antonio Cesarlo Moreira Das, rus da
Madre de Deoa n. 32.
Agua balsmica para conser-
vado das dentes, e agrada-
vel hlito da bocea.
Eaaa apreciare! a proveilosa agua balsamice,
cujoa boos effeitos de conservar a urUdo dos
-. uju uuos eueuoa de conaerrar a forUdo doa
Vende-ee baleias i 120 re. cade urna aspa de ago ^nie, forUlecer ss gingivas e tirar o mo hali-
para baloa 160 rs. a vara, bandees a 19500 rs. e 1lo bocc. *o j4 bem conbecidos por todos
29OO o par, na rus do Queimado loja de miadezes 1unloa della tem usado, e ser4 anda maia por
da Boa fama. n. 35. Quero, orezandn eiaea hnna ranii>Hn *a Mmd
Sementes
; deHamburgo.
Debortalica e flores.
Vindaa palo altlaao vapor Ingle: na raa da Ca-
dela do Red fe loja de Vidal 4 Baetoa.
Arroz da India
com ,oque de ""* em CC01 d 5 arrobas a
59la I92OO e arroba, tambem gigoa com balataa
a 1: 00a ermazene Progressiro a Progreaeiata
no largo do Carao n. 9 a raa das Craxes o. 36.
Moedas de ouro de 16,0 e 20.
Vende-s no escriptorio de Manoel Ignacio da
Olirera & Filbo, largo do Corpo Santo d. 19.
Ven4o-ee raa armegao de aaarello toda
forrada, eorstaiseda e enridregeda, propria para
qualquer ealabelecimeolo por estar quasi ora ;
na ras do Qaeimedo n. 17, loja.
AlteBcao ao vigilante
Ra ra do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Joo Ceg,
est torrando por todo o
preco.
Coraes.
Qs rerdadeiros flos de coraes redondos asaim
como raz, pola e o mais superior que tem viodo
ao mercado : e no vigilante ra do Cxeapo n. 7.
Micanga ou continhas.
Miganga ou coottobas de mnito lindas cores a
340 rs. o macinho : s no vigilante raa do Cres-
po n. 7.
Continhas do Rio.
Continhas doaradinhas miuda e grossa proprio
pars paleeirse daa queea ee eato mando maito
por aer ultimo goato, a 340 rs. o macinho, assim
como sljofar b.anco ede cor a 300 rs.: no
vigilante ra do Crespo n. 7.
Lenrjot brancos para algibeira.
Anda se rendem lengos brsncos Anos para al-
gibeira pelo baralisaimo prego de 23400 s dazia
na loja da boa f, na raa do Queimado n. 22.
Mei s para senkora.
Vendem-se meias fina pare senhors pelo be-
rsUssiao prego de 39600 a duzia: na raa do
Qaeimedo n. 22, na bem conhecida loja da
boa le. '
Peonas d'aco.
i*^nV*rd,d*,",Lp,n" ,Dl" celigraphicea a
19400 rs. a caixinha: i no rlgilante ra do Cres-
po n. 7.
Banhas ou leos e ebeiros.
A superior banbe tranaparente a 900 rs. o
fra eco.
Dita em latae de folbade meia libra a 500 rs.
Dita em latiohaa de quarla 320 r.
O rerdadeiro oleo da aociedade hygienica a
900 ra. o fraaco.
^gP"i muito fino em frasco peque-
o s I96OO s duzia.
A rerdadelra agea de colonia frasco grsnde a
loo rio
Ditos pequeos mesmo em garraflnhas a 400 rs.
Ditos com superior agua de flor de Isranja fras-
co grande a 400 rs.
Dito coa excellente agua celeste frasco aran-
de a II.
Dito frasqoinbos pequeos com rioagre rugi s
400 rs. : s no rigilsnte roa do Crespo n. 7.
Para conservar dentes.
Oa rerdadeiros pos ds aociedade hygienica pa-
ra dentes em frasquinhoa de ridro o mais supe-
rior que tem appaiecido pelo bsrelissimo preco
de 19 o fraaqalnho, aaaim como em caiziohas
qaadradinhas a 200 re.: s no vigilante ra do
Crespo n. 7.
Gollinhas e pulceiras.
Lindss gollinhas e pulceiras de miganga pelo
baratiaaimo prego de pulceirae a gollinhas 33
pulceiree a 29 e gollioha 1 ,3500: s no rl-
gilante rus do Crespo n. 7. ^^
Sestinbas
Seatinbss muito lindes com seus pertences pa-
ra menino 39 e 49. aasim como iodUpensareis
de continhas ou miganga proprioa para menina
irazer no brago cora lencinbo pelo baratissimo
prego de 19: a no vigilante rus do Crespo nu-
mero 7.
Tnteiros.
Tinteiros proprios para menino de eacola 00
meamo para quem os qeizer comprar por bara-
tiaaimo prego a 500 rs.: s no rigilsnte ra do
crespn. 7.
Sapatos de bor-
rfceha.
A 19. 19500 e 2f o par. agulhas Victoria n 12
re. o pepel, lamparines sr/ewiraa- a 100 rs. a
eetxe, cartearte para eeererer a H el6. caixaa
PV" *?Sra 8f **l.grl franceza econo-
anea s 640 o pote, facas meriesoas psrs mesa a
#e79 a duzia, meia pan senhors, hornero, me-
^Me,f poIioio Pr*? "veletes de cabello
com pedra roza e emerelle a 5* cada um : s4
Gi.rT,,.dQRo!Jh-'40 bi ^""S n A'
Attenco.
36 Ra Nova 36
Acaba de chegar um completo sortimento de
obres fuhsde. aaaim como correntoes, corrate
carta para relogioa, brincos s bati, boleo pare
punhos. adereco e meios aderecoa. obras as mata
modernae que se podem encontrar e o prego fl-
auta o quento barato.
Vende-se
Salitre de Londres, o melhor qae tem rindo a
eate mercado, por prego commodo : na ra da
Ladea do Recite armazem numero n. 62.
Presten, alenlo
O Ga lo vigilante aa na do
Crespo ii. 7,
qae qaer liquidar e rendendo tudo por nrecoa
qua admira, como sejsm : v^
Riquiasimas bandejaa de charlo da muitaa aua-
lidadee. *
Saleas de metal com ricos terrores imitando
preta.
Copinho e pratinho de metal proirio pare me-
> nio.
Hanteigaeira da lindas corea de ridro com tampa
a pratinho de metal.
Rlquisiimoeeapelhos com moldura doarada
Toucadores com gaveta e de oulraa qualidades
Binculos com eicellentes ridros.
Riquissimos laques de sndalo e madreperola.
E muitos mata objectoa que se continuar an-
nunciar e que risla do fregaez se fari lodo o
prego.
Aljfar fino imitando perola.
Vende-se a 500 rs. o fio de aljfar fino, imi-
Undo perola : na ra da Queimado, loja d'aeuk
; branca n. 16.
0 Livro do Povo.
Sehio luz publica o LlVltO DO POVO, pufi-
cado aob a direego do Sr. Dr A. Marques Ro-
dngue, e contera a rida de Ifv S. Jeans Chrialu,
segundo a narragao doa qoatro erangeliatae, e
maia os seguintee erligoa o rigario, o professor
primerio, o bom bomem Ricardo, a moral prati-
ea, Simao de Nanlua, mximes e pensamentos
a hygiene, os dereresdoe meninos, e o Brasil.
A publicago do LIVRO DO POVO nao s tp
por flm uniformisar a leilura oes escolas piima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
diferente, e portento facilitar o trabalho do mee-
tre e do diacipulo, como tambem rulgariaar, por
um prego baralisaimo, a hitiorie do sil?ador d
mundo, e os melhores preceitos de moral.
Vende-se o Lirro do Poro, no Recife, na
Urrerie da praga da Independencia ns. 6 e 8, a
SOO ra o eiemplar em brochara, e a 800 rs. car-
locado.
Oh que pechiacha
Vende-se chita franceza escara e fiza a 220 ra.
o corado, meia casemira.para caiga e paletota
560 o corado, e cortee de meema para caiga a 29,
bramante de fino liobo com 10 palmos de lirau-
ra a 2*240 a rara : na ma do Queimado n. 43
esquina que rolla para a Congregago: d&o-s
amoatraa com penhor : quem precisar epparec?.
que lato nao dura aempre.
Vende-se urna casa terrea reedificada de
noro, cuja caaa na cidade de Olinda, no pateo
do Amparo n. 2: qaem pretender dirija-se a rus
eatreita do Roaario, loja n. 38.
Ameudoas.
Vendem-se amendoaa em fresco*, e os bons e
neo papis com eatalo parasertes: oa ra da
Senzala Nora o. 80.
Fundido Uw-Moor,
Roa da Sen zalla Nova n. 43$.
Nte eslabelesimento continua aharerum:
completo sortimento de moendas meias moen-
das pata engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos os lmannos
para dito,
rwer
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Uua do Queimado n. 19.
Lencoes de bramante de linho e 33>
Coberta de chita finas a 2.
Ditas s prego da 1800.
Cambraiaa pretas mnito finas.
Colchas de fusto muito lindes s 6J.
Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo
propriaa para forro da cama e aalas.
Lengoee de panno de llnho fino a 2*.
Algodao monstro a prego de 600 rs. a rsrs.
Toalhaa de linho pera meea a 4$.
Ditas de fustio para maoe, cada ama 500 ra.
N. O.Bteber & C.saccessores.roa daCraz
n. 4, tem parareoderrelogios pars algibeira ds
ouro a prate.
Esseucia de ail para eogom-
mado
Esta easeocia a mais purs e a melhor que
tem app.rucido.mn, a duas golas bastante para
dar cor o ama bacia de gomma, lendo a ranta-
gem de nao precipitar e nem de oodoar a roupa,
como auccede muit. ,eMa com a flor de ail:
rendem-se em fraaq.inboa e 500 rs. cada am : na
rus do Queimado, botica n. 15.
A baiiha fina,
bm copos grandee, chegou para e loaj d eamia
eranca, ra do Queimado n 16.
Oh! que pechiri-
ch\!!!
Vendem-se palitos licitados folhaado, finos,
P dentes, dous masaos com 40 masainhos por
400 ra. : ns rus 4a Imperalriz, loja da Arara
o, 50.
da Boa fama, n. 35.
Cascarilbas de seda.
Vende-se cascarrilhaa de seda para enfeitar
re8tidos s 2*000 a pega na ra do Queimado
lojs de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-ae meiaa de borracha para quem padece
de erysipela a 153000 o par, meiaa de aeda preta
para aeohora a 11000 o par na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, o. 35.
Luvas de pelica e camurca.
Vende-ae luvas de pelica de Jourin a 2$000 o
tS*L?*Tmm* PrPri" P" montara a
23000. ditas de escocia a 800 rs. o par na ra
do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n 35.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de ridro a 18000 re., ditas
com mangas propriaa para rapazea a 4#500 ra
"s*nZm*' e*cra(leir" e 5|000 o par, na ra do Queimado loja de
mudeza da Bi fama, n. 35.
Perfumaras milito finas e
baratas.
0pV io8|e" e 13500 re, dita frsocezs a 500
rs., 640, 1&OC0, oleo da aociedade hygianique
rerdadeiro a 13C00 o frasco, olso babosa de Pirer
rerdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
pare oa deules a 18000, dita de Botot tambem
para oa dentes s t$000 o fresco, pomada france-
za em paos a 500 rs. e laoOO, 320 rs. saboneles
muito tino s 640 rs., 800 rs. e 1*000 cada um na
ru*o= 0uein,,a'0 Iia d miudezae da Boa fama,
o. fio.
A200rs,sopavo.
Vende-se chita franceza escura de cor fin a
dous tuslois o corsdo: oa ra da Imperalriz d.
ou, loja e armazem do pari.
A 2#500,so pavo.
Vendem-se cortes de esmbraia branca com 2 e
3 babados a 2*500. ditos de tarlatana brancos e
de cores, com barras e babados i3t: na rus
da Imperatrlz o. 60, loja e armazem do pavao de
Gama & Silre.
A 500 rs s o pavo.
Vendem-ae asmis modernas e fioissimas lia-
zinhas de quadrinhos e de flores solas e palmi-
nhas, desembarcadas do ultimo, navio rindo do
Harre.pelo baratiaaimo prego de quiabentos ris
o corado, e dio-se aa amoatraa com penhor : na
ra da Imperatrlz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silra.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Veode-ee asta nova fazenda de padres delfca-
simeseom 4 1)2 palmos de largura, propria
para reatidoa de aeohora a 400 rs. o corado : na
ra da Iroperetris o. 60, loja o armazem do pa-
rlo de Gama & Silra.
quem, prezando eeaee bone resultado, aa dirigir
com 1* dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Gravatas de seda pretas ede
cores.
Mui boas e bonitas grsratee pretas de seda com
lalpicoa de corea a 500 e 610 rs. cada ume, ditae
lodaa pretas de bonitas sedas de churisqainbos,
bos fazeoda alg, ditas de superior gorgoreo com
ponas bordada a reliado a 1*600, ditas de tras-
passo pretea e de coree com alfinetes, e mui pro-
priaa para mooinoe, sendo ellas de bonitas seda,
forradaa.e com dous pospontos de seda de cores a
1*500 cada urna, e raaitae outras de dlOerentes
qualidades e prrgos : na ra do Queimado, lojs
d'aguia branca n. 16.
Meias de cores para homens
Muito boas meias de cores a 160 o par, e 1*600
a duzia: quem aa rir nao se desagradar, pois
que aao boas e baratisiimas : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 10.
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do sobrsde
noro, est disposto s vender tudo por prego que
admira, asstm como ssja:
Frascos de agua de larande mullo gran-
de a
Sabouetee o melhor que pode harer a
Ditoa grandes muito finos s
Frascos com rheiros muito finos a
Ditoe ditoe muito bonitoa a
Garrafaa de agaa colate o melhor a
Praacoe com baoba muito aaparior a
Ditoa dita de urgo floiaeima a
Frescos de oleo babosa com cheiro a
Ditos dilo dito a
Ditos dito nito a
Ditos psra limpsr a cebega a tirar caspas a
Ditoe dito philocome do rerdadeiro e
Ditoa com baoha transparente a
Ditoa com auperior age de colooie e
Dita, frascos grandes a
Frascos de mecaci oleo a
Ditos de opiaU pequeos a 320 e
Ditos ds dita grandes s
Tem um resto de lsrsnde ambreada a
Liona branca do gas a 10 rs., e tres por
dous, e fina a
Dita de eailao Pedro V, com 200 jardaa a
Dita dito dito com 50 jerdee a
Carretela de linha com lOOjsrdss a
n V' teacrues muite encorpadass
u a dil"IDtt410 perior
Dita de ditas brancaa para ssnhors, mui-
to finae a
Vara de blenda lergnra de 3 dedos a
Dita de franja para toalhaa a
Groza de botaos de louc. breacos a
Duzia de phuaphoros do gaz a
uua dediles de rel maito suterieres a
recae da fita para coa de todas ss lar-
garas s
800
320
160
500
1*000
1*000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
2*400
44500
3f000
120
80
120
240
240
320
Rival
sem igual.
Miudezas e rap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Lia da corea aortidae. libra a 6*400.
Sintos doursdos a 1*600.
Ditos ditos com pootas a 3*500.
Agulhas francesas curtas e compridas a 60 rs
Dilsa cantles a 120.
Peotes da m*sa para atar cabello a 500 rs.
Ditos da dita idem (dooradoa) a 1*300.
Carreleis de retroz de corea a 320.
Eecoraa para cabello muito boae a 800 e 1*.
Cartea de alneles a 80, 100,120 e 140 ra.
Escoras psra onhas maito boae a 320 e 500 rs
Franja pretas com ridrilho a 320 e 400 rs.
Trengas pretas com dito s 240.
Bieos pretos muito bons a 180, 240, 320 e 400
ris.
Carreleis de linha a 80, 60 e 80 re.
Enfeites de retroz com franja a 5*300.
Meias psrs senhora (duzia) a 23500.
Ditaa cruas para homem a 2*400 e 3*.
Teaouree ordinariae a 30 rs.
Frenjaa de laa eatreitea (pega) a 900 rs.
Saboneles de bola fiooa a 640.
Fraacoa de dieeraos cheiros a 320.
Linha de Pedro Va 30 re.
Botdes psrs cssareqne a 20, 30 e 40 ra.
Rap Paelo Gerdeiro (rerdadeiro) a 1*600.
Dilo gasse grosso e meio grosso s 1*600.
Dito dilo fino s 1|280,
seEoutra multes maia miudezae que com a pre-
sengados bona fregnezesse eenderio baratas.
Aencad! attenfao!
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da ra da Imperalriz isha-se s
renda um completo e rariado aortimeoto de boaa
fazeodaa, e qae i riate de anas qualidadea sao ba-
ratiaaimamenle rendidaa, e pare mala reracidade
do que fice dito, abaixo rao mencionado* algunas
das ditas fszeedea, s ssber :
Chites larges cor fiza a 240 rs.
Madapoln fino com 24 jardas a 5*.
Csmbraiss de corea a 280, 320 e 400 rs. o co-
rado.
Velludo preto e de cores a 2*.
Lindeza de cores a 160 rs. o corado.
Lengos pequeos s 80, 120 e 160 rs.
Chapeos de caeior fino a 8*.
Chitas pretas multo largaa a flnaa a 240 ra.
Algodao traogado preto muito bom para vea-
doa da esararos a 200 ra.
Cambraia lisa com 10 jardas a 2*.
Caaea da salpicn eom 10 ditaa a 3*.
Cambraia bordada para corlinadoa com 8 va-
ras a 2/.
Venda-ae am engenbo na ribelra de Una,
moente ecorrente, muito bom de trras cerca-
da, com todas as obras oras, tem proporcoei
para aafrejr 1,000 pica enouaea, distante do
embarque legoa e meis, ou troca-se por predios
nesta praga ; a tratar ao pateo do Carao n. 15,
ttscravos fugiaos.
Fegio no dia 20 do correte de bordo dw
patacho Capuam, o escraro erioulo matinhet-
ro de noma Antonio, idadel9 annos pouco mar*
oa menos, sitara regular, rosto comprido e com
alguoa sigoaes de bexigaa, levou caiga e camisa
azul .- quem o pegar lere-o ao escriptorio de
Antonio Luiz de Olireira Azeredo d> C. ra da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
Gratifica se com 300$.
Contine a eatar fugiJo o escraro mulato d
nome Rogerlo, de idade 24 aonos, pouco mais ou
meno, desde o anno de 1853, com oe aigoae
aegointea : altura regular ou menos, rosto redon-
do esquexelado, coralaraojada, com falla de den-
les, quando falla cerrega no R, quoourindo-ee
elle fallar d apparencias de tato, olhos amarel-
lados, nariz chato, cabello amacacados e ralo,
quando fuglo tioba principio de barba, tem a
coataa bem cicatrizadas, era um dos rasios tem
urna cicatriz de urna postema que tere, um lan-
o espaddo e eitomagudo, oa ps um pouco
apalhetadoe com os tornozelos para dentro, elle
pode iocolcar-seter sido soldado por causas das
muitaa cicatrizee que tem as costea : rogo, por-
tanto, as Illraas. autoridades, tanto ciris como
policiaes, que se digoem auxiliar aoa aenhore
capitaeade campo ou particulares na apprehensSo
do dito escraro, e aer remettido ao seu legitimo
senhor, no engeoho Pindobinha, sito ns fregu-
ra de S. Lourenco da Malte', comarca do Recife-
Joa Lalzde Aodrade Lima.
500,000
a quem aprehender e lerar fazeoda do Cale1-
lo, em Santa Hara Magdalena (municipio de
Cantagallo), ou roa Municipal o. 8, no Rio de
Janeiro, o escraro Gelelio, pertencente ao Dr.
Lobo de AlbuquerqueeiDiz, que fugio he 7 roe-
feS' ni"1"10 de PerDaB)buco, ligeiramente fu-
lo, tem 26 aonos mais oa meos, a cebega de ta-
manho regular, os cabellos carapinbados e cres-
ctdo, eos trazrepartidos de um lado, olhos pe-
queos porm riros, naris chato, com venia
aoertas, bocea regular, cora bona denle, baiao.
tendo as pernas nm pouco arcadas, tem algn
cabellos por bsizo do qaeixo e pouco bugo,
muito esperto e bem conversado, e quando anda
more muito o oorpo para os lados, excelleote
pagem e entende de boleeiro, eopeiro e alguma
cousa de pedreiro, e na oceesio em que fugio
ha) 7 meses) era entermeiro da fazenda, sabendo
bem applicar rento, bichas, etc.
Fugio no dia 12 de abril deste correnla an-
ao do poder do abaixo aaignado, o pardo de no-
me Francisco de 17 annos de idade, que tem bo-
nita figura, todos oa denles, cabelloa cerapinhoa
e ruiroa, Undo eido eate pnrdo escraro do Sr
Dr. Antonio Borges de Fooece, 4 de presumir
que ande por algum dos lugares por onde o mea-
mo senhor tem riajado, como sejam Iguaraesi.
i *0Dii g S"loio' ^mpiQ. Serra do Tei-
xelre. Pao o'Alho* Limoeiro, as tresrUlasda co-
marca de Pajei de Flores, sendo que segundo se
aiippoeeateja tambem no engenko Iohamae por
bar, do Bi pouco> Ub 6J| jjo,,,,^ wr
ter amizade com uns mulatinhos Asase engenho.
e anda de presumir que o dito escrero por W
se inculque como a aerrico do alto 8r. De. Bor-
ges da Foosacs, afta de nao ser snarehendido :
quem pois o aprehender ondeqir qae fe*encon-
trada essa eseravo a o rir entregar ao seu legi-
timo dono na ra do Hoipiio a. 6, qae serl otui
B""' oaaaeose per alia gsa kifteedo.
Ignacio Luis deBriie reborda.

.
--


DIARIO DE PMNAMBUCO. SAMADO lt DI MAJO-DE l.
I
f
" Ltteratuni.
LUI2A GY6T.
vi
(Contiouacio.)
Finalmente, un joroiI que e dizta bem in-
formado, falluu utn dia em ana chroica de un
oen trance nilural de Veraaillef. M. A. de 81...
(por aiscrico apenas indicara as iniciaes) que ar-
ruinen successivs mente os bancos de Baden-Ba-
den, de Hamburgo, o'Aix e de Spa ; e que gi-
nhira dos rendeiros das margeos do Rheno mais
t)e quinhenlos mil franco.'.
Nada fallir para a aters do fijante, porque
sitas carias escripias com htbilidade proratam
qoe elle comer ates aquatieas as rarseos do
Neta .cacara ursos com Sthanrl Bo Caucaso,
comprara escraros de todas aa cores em Constan-
nopla, e que estiren 4 ponto ce naufragar do
mar Negro.
Em Versaillea ji so hara perdido o costure
de chamar a Mr. de Blangy s Nympha commo-
i!. Aoco8lMrlo. elle passava por um hroe
Dhioiaalico que nao tema Deas nem o diabo,
por um oassdo arenlureiro que iiffrontava todos
os perlgos e espalhara ouro em abundancia para
Beber em todos os copos, saborear lodos os praze-
res e experimentar todas ss emocoes.
Soa volts para Veraniles foi qussi um soleta-
oidade. A seje de posts que o conduzis, con-
certada em diversos lugsres com cordas e coberta
de lama e peeira, bem mostrar que riuha de
pi)2s longioquos, percorridoa por Anstole. A
sua bagagem que cooliohs diversas curiosidades
randas de loas a Europa, cora difficuldade cou*
bera em cinco carros da estrada de ferro e cau-
aava admiracio a lodos.
Ouanto a Mr. de Blangy, alera do bromeado
de seu rosto, a da barba que deixira crescet, ne-
ohuraa oulra mudsnca nolavel se is nelle. Era
anda como daotea ioflexirel, silencioso e reser-
vado. Se alguem o interrogara sobre auss fia
gen, respooaia iovariavelmeote:
Vi tanta cousa 1 ....
Eslava de tal aorta caneado da vida prodigiosa
que pusara durante dexoito mezea que a sea
luaior felicidade era continuar na vida montona
de Versaillea ; pelo qse cooaiderava um grande
obsequio nao Ihe recortaren) aquilloque detejra
esqueeer.
A principio recebeu com algums friera oa con
itee que Ih dirigirm eaafealas | para celebrar a sua volts, mas desos aecusou-aa
pulidamente.
Pan que oio pssassae por incivil respoo -
dia, 11 quem Ihe pergunlava a razio de virer ,io
retirado, que oio deaejav* dar-aa em espect-
culo. De mais, diiis elle, essen bons habitan-
tes de Verstiles querem que me dessccomraode
por sua causa, eu que recusei a hoora de jantar
com o principe de Reuss Lobeosteia Ebersdorf
almfar com dous hospodare. Ettou muilo
bem em mioha caaa I
Como est galhofeirol dirato todos; de
entes lio affsvel, lio tmido, como se toroou
sao altivo 1 quem o teria crido ?
E entretanto Mr. Anatole de Blaogy nunca
merecer msii do que eolio o apellido de Nym-
phs commovida que perder inda pan dezoito
roeies etn um porlo de peses, ua baha de lo-
signhy, em Graod-Csmpo. D'ah escrevia asi
tuaa caitas ao aeu procurador, (.ora cinco (rao-,
coa que pagou por cada lioha en um joroal al-1
ancua a fcil replselo de ler > -ruinado aa ca-,
aaa de jugo da Allemanne, o que ihe aeris baa-!
tanta, porque alguna imbecla eren a que era cousa
muito fcil ganhar quiohentos mil francos na
i>rela e feraelhe, e, dando cre.Jilo ao jornal,
corrern a reparar aa pardas imaginarias dos ren-
diros de Baios.
O segredo de Mr. da Blaogy cootertou-se de
forma que todoa pensaram que 1U com tffeito
altera cantado por extravagancias precoces. Dea-
tulpanm-no por tanto *, de coo.ir.um accordo,
itmilanai ua solidio de hoaeto estregado.
Por ventura nio tinha oecessidide de descan-
to em toteUgetel viajaou que a signalara cada
HWf) que era com um escndale, um eaforco e'
jne excentricidad^ San asa id.de eJuW
e ludo m Um patudo. Nio ka caneca J eo-
*S* ****?*" >* artheelego. aa
AaiajSa? ** Km*M* U,* ** ***
m^ASrt # Mal ina*o*tee
* ttagoa. dotaos Mee, mm nk aeciaaa Mas
**** aRmAl tto, aWutasK UaTeV
tt^tMSMHiMaiils, Anea feee sea
e^AetaW*m4nra*4aenae
sana, anaaMakBaika** >------------
attasas'-"
Quo tmbecisl diiia comsigo Aoatole: e
eio elles que de antes zombavam de mim I
O desprezo que consagrara a seas conciJsdios
fol provavelmenie a foote de onde tirara o trum
Delicio que permtli,-lhe represer.tsr convenien-
temente o aeu papel.
Lniz Deschampa eotootrsra-o em caaa de air
Samuel Cheerlef. onde eraracebiio tom a con-
sideraran que o inquilino dev ao aea proprieta-
rio. A casa do boalevard da rainha em que h 1-
bilava sir Ssmuel fszia parte do patrimonio de
Mr. de Blaogy.
A indulgencia de Mr. Daschsmps, a sympslhii
que inspirara, Ihe atlrabiram a eondanc.a de Ana-
tole, qua travou estreits amizsdeeom elle. Luii
Deschampe era o uoico que sabia a rerdade so-
bre ss visgens de Anatole. A narracio deass
natural myitilicicao enternecen profaodameole
Mr. Deschampa que se spplicoa desde logo a des
envolver os Nympha coosmovila aa qualidades
viris que Ihe fallsram.
Lady Cheerlefi preparava os negocios com an-
tecedencia e va em Aoatole o futuro marido de
aua Glha maia moca. Com quaola misa Kilo ti-
vesso apenas qustorze sanos saa mi, que se
oceupara muilo de casamento, anda meamo que
nio dissesse respeilo a sua familia, pensara que
em tres aooos sua ti Ib a convina perfeitimeote a
um mancebo da viola e aeia annos, rico e bem
educado. E, como baaeasae sempre os seaa pro-
jectos em raciocinios solidos, chegsra a conven-
cerle de qua Mr. de Blaogy fazia a felictdade
de misa Kste, assim como Mr. Deschsmps a de
miss Msry.
Atm disso admittia como palavraa do eveo-
gelho a apopes dss aventuras e viagens de Ana-
tole, e nio tenia o futuro.
Nio mu, psossvs ella, que um mance-
bo tenha sido extravagante; psra tornar sus mu-
Iher feliz preciso que o homem teohs vivido;
um msrido que sabe muilo e melhor do que um
qoe nads ssbe. o que elle fez entes do casamen-
to oio lentsr tazer depois, Mr. Anatole perdeu
sua alegra, porm Kate tem-na para repartir
com elle: hio de viver felites.
Como se deixa ver lady Gheeriefe tinha urna
lgica flexival: aera capaz de, por meio de de-
dueces, justificar o casamento do doge com o
Adritico. Saa disculpa, no caso presente, era
aa sessenta mil libras de renda que poaauia Mr.
Aoatole, e uros so mis nio censursri lady Che-
erlefs por ler desejado para sos filha Kate .0 no-
me de madama de Blsogy.
Infelizmente Mr. de Blangy amata miss Msry.
Tratara a miss Kilo como menina, e esta, que
adrinhars sus timidez, impscientsra-o monas
vezes com a mais eocsotadora contumacia. De
balde ana mi fszia-ihe ver que nao aseeotava
bem em ama moga ser lio al-gre. miss Kate con-
tiouava oio obstaote suas trsvessoras, com gran-
de pezer de sua roae e sobretodo de Mr de Blan-
gy, que j aotipalhisava aquella que Ihe desti-
navam para esposa e que elle s quera psra cu-
ohade.
Luiz Dschamps,confiiente ordinario dos peo-
sameotos 'Aoatole approvan muilo as suas
ideas malrimooiaes.
O casamento para vos, di/.ia elle, como
para as donzollss: sagrar-ros-ba homem, assim
como a ellas, mulheres. Quaodo fordaa o ebefe
responsavel de urna familia, recobrareis vossa
vootsde.que est apenas oceullao que eolio eo-
psrecer.
Dar-me-ha porm sir Ssmuel a sua Glha?
Nio me achara muilo moco ?
*~* Sir Samuel faz ludo qusoto quer sua mu-
Iher.
miss Msry ser miaba es-
Porm qoerer
posa ?
Por que oio ? Sjs rico, esbelto, elegante ;
eodes carro ; mootaea a cavalio ; .leas disao
tendea um nome, accreaceolra Luiz Deschampa
suspiran o, que qualqoer mulh-r pode Inzer
sem corar. Porque recusara ella ?
Eme amar por ventura ?
E por que nio ?
Desde que a coohec'), mea charo Deschampe,
ouoca Btou aeu olhar sobre o ates. Quaudo
W.?pr,?*UB4 di : madetBoi-
1 *i rPenJe-aee apeoaa: Bou dia se
nbor I
""" .'* 1,M>e 1e respondesae !
t *rjl, .,......
Ella Um o direto de ser tmida porque ej
^sMnea* porque o anas na a obstante s*r-
A*Ue nao qaereis qua suba
S^'^SJs" bm*"- imposaifal pan que seja verosmil.
i it fosst) o sau pensamsnto ?
KT.dlsseLuiz DeKh.mp., aatio....
mais tal alo acontecer se me autorisardes a pe-
dir para tos a mi de olea Msry, hoie mesmo
depois do j.ntar, queris ? '
Tois bam. quero, responden Anatole, a
quena o receto de perder para sempre miss Msry,
den a coragern de aflrontar ama recusa.
Luiz Deschampa, feliz pela rnisaio de que vo-
luntariamente se eoearregra, apresentou-se em
cssa de sir Samuel sem ihe passir pela imagina-
cao que algum obstculo se podesse oppor a pro-
jectos Uo louvaveis quaDto os de Mr. de Blangy,
!|ue, dando-Ihe suas DStruc;5es e poderes Ihe'
oroecera tambem informajes extensas a respei-
lo de sua fortuna, e o autorisara declarar a
lady Cheerlefs que a sua intencio formal era ca-
ssr sob o rgimen da commaoldade, e fazer doa-
cao a aua muiher de todos os sea bens presen-
tes e futuros. De baile Mr. Deschampe Ihedia-
sera que o negocio nio estara tio adiaotado para
que ae deresse tratar de promenores inlimos
Ansile, que de urna extrema descoofitnca pss-
srs rpidamente a urna certeza exigerads jul-
gou conveniente nada esqaecer n'aqualle primei-
ro passo que is decidir da su sorte.
Quaodo annunciaram Mr. Deachampa miss
Mary eslava ao piano, e air Samuel, com miss
Kste sobre os joelhos, ouvia com transporte s
ouvertura de urna opera nova de Auberfis tinha
esquecido HceodelJ. Lady Cheerlefs pensara as
me listas da praga Ven lome.
Agora so.moa quatro, exclsmou sir Ssmuel
depois que Luiz Descbamps comprimeotou lady
Cheerlefs e aa jorens miss ; podemos por tsoto
Jogar o visth !
Mr. Deschamps fez sigoal a lady Cheerlefs aua
recusasse.
Meu amigo, dase ella, deiis-nos que por
um instante apreciemos o quo toca Mary. Esloe
certo que isto ser mais agradavel a Mr. Das-
champa que o teu moootono wisth. Depois,
chegando-ae para Descbamps qua ae assemra
no sof ao lado o'ells, dase-Ihe em voz baixa :
Tendes algums cousa a pedir-me ?
Teoho.
Com urgencia ?
Muita.
Esperae para a oceaaiio do ch.
Estss patarras forera trocadas lio rpidamente
que, nio foram percebidas por sir Samuel, nem
por mas Kste, que entretanto prestara muits at-
iene* o.
Bem, disse no fim de meia hora lady Che-
erlefs, vendo seu marido oceupado com oa qroqt
e auss Albas s preparar aa faltas o o chi, o que
que me queris?
O nogocio de muita importancia, resDon-
deu Luiz Deschamps.
De muita importancia ?
De tanta que nio sei como haver-me diante
de vosso marido e fllhse que podem ouvir.
Ioquietsies-me ; de que se trata ento ?
De um casamento.
De um casamento! pan vos?
Nio. para miss Mary.
LaJy Cbeerlefa empalideceu ligeinmenle e
parou para respirar.
Ah I exclamoo elle.
Ful encarregado de pedir-roa a aua mi.
Vos! replicou lady Cheerlefs qua mental-
mente accrescentou : E eu que julgsra que elle
a amara I *
Eu mesmo, por Mr. Aoatole de Blangy,
quo antes de dirigir-se solemnemente a {sir Sa-
muel, desoja obtej o vosso coosenlimento e o
de miss Msry.
Esla confidencia surprehendeu extraordinaria-
mente lady Cheerlefs, que resolveu nio respon-
der km mediatamente.
N'este momento imposaivel convmarmos
por maia lempo, disse eita ; vinde amanhia ai-
mocar cosan oeeo, por que eolio j lerei fallado
"> fy sir Samuel; vinde porm meia hora
antee, que farei coas que ponamos (aliar lirre-
rnente
Poraa, disse Deschampa, Anstola me es-
pora
.. WMho-fcoi*. quo nio foi possivel estardes
a catango.
Forjse foi obedecer o lady Cheeriefa.
Esta oaoaeo amo oeol* ternvel. Cortamente
SPriP ot*at loxavmoel a reteec
da Mr. de BlaefiT. Fora-liM HOScU. l^taV
U a saa cosaia laeira etoitcar kae for
raFsmailka
seo carcter grate o reservado deve sor psra tos
nao solida garants. r
Tem fallo mullas loacuras I
80 ora destaraos qua aaaaa loucurss sao o
, nico obstculo que se oppSe a que oio deis
i vossa filba a Aoatole, obrigo-me a dar-vos a as-
se respeito esclsrecimeotos que oio deixsrio de
satisfazor-ros.
Trataremos, depois, disso.
Entretanto1 quero expor-vos o que o amor que
tenho a mfohasduss fllhas me flzera ardentemen-
te desejar. Permitli porem que exija de vos a
vossa palsvra de hoora em como, d'aqui aahio-
do, oio revelareis s pessoa alguma o que eu vos
disser.
Luiz Deschamps fez um movimeoto.
-- Recusaes? perguntou lady Cheerlefs com
ar inquieto.
"T,Se 1 tendea a dizer diz reapelto a Mr
de Blaogy, respoodeu Lai, nio posso empeohar
a mioha palsvra. Represento aqu a sua pessos
e os seus interessas, devo pois suspender a oosst
eonversacio ae me prohibido revelar-lh'a.
Porque rasio eocarregou-vos Mr. de Blan-
gy deisa missio 1
Porque qussi que sou seu anteo a mino in-
timo.
Porque nio veiu elle mesmo?
Bem conheceis o seu acsnhamenlo. De
mais se s miaba mediaco prejudica a realtsacio
de suss espersness, supponde que nada dase.
Nem em tsl pensis I respondeu lady Cheer-
lefs, desgostosa do eamioho que tomara a eon-
versacio; exprimindo o meu pezar oso Uve por
Om offeoder-vos. Em rerdade nio sei mesmo
como tirar-me do ombsraco em que mo vejo;
porque preciso que saibaea boje mesmo o que
eu devera ler-vos dito ha mais lempo.
Pois bem seobors, eu vos ouco, disse Luiz
Deschampa que nio poda comprehender essas
reticencias.
Creio, disse lady Cheerlefs. nio soque Ms-
ry olha psra Mr. de Blaogy com a maior iodiffe-
rensa, mas aioda que Ihe, aeria difflcil ler outro
seniimento por elle.
Em que tos fuadees pan pensar assim ?
Em que...
Em que?...
...tem sempre mostrado por vos ama admi-
rsQio...
Por mim I exclamoa Luiz Deschampa ad-
mirado, por mim 11
Urna admiragao, cootiouou a excellente
ma de familia, que sempre Ihe dei a liberdade
de manifestar, tanto me julgsria feliz de vos cha-
mar meu genro.
Sioto-mesrerJadeiramente sfflicto, senho-
n, pelo que me? acabaes de confessar, disae Luiz
Deschsmps com am tom gnve e ao mesmo lam-
po Joria I ; o tanto mais sfflicto quanto me tejo
na necessidade de deixar de frequentar ests casa,
onde alus sempre recebi de vossa parte um affs-
vel accolhimento e de air Samuel os signaos ds
cordeal affeicao.
MJi Mr. Deschsmps, continuou Isdy Cheer-
leis, que coohecers que a sus ambiejio a ama-
tara muilo depresss e para muito longe, dae-me
lempo de explicar-me. A conQsaio que aesbo
de fazer-vos pertence-me, mioba filha, nem meu
marido me autorisou a vo-Is fazer, goora at
sobre que estamos conversaodo. Se ba alguem
queaeja culpada e indiscreta, aou eu.
Infelizmente senhors, desde o momelo em
que, sem o querer Uve a honra de merecer a
disiioccio de mas Mary, nio dero loroar a te-
la.
Porem...
...nao desejo cassr-ma, seabora I
Preleodeia ento ficar solteiro ?
Agora nao devo peosar em miss Msry, por-
que aei qae Mr. da Blaogy a am*.
.E ae ella o recusar.
Aioda assim.
J vedes qoe tioba rsso qaaodo disse qoe
sen lia aerdes vos o encarregado desea misso.
J qua aso pretendo casar-me...
Qae devo fazer eatte ?
Consentir no cssamaoto de miss Mary com
Mr. da Blaoay.
Anda nao tas ososa todo: sabei que para
vosso amigo destinara Esto.
Miso loto loas apeoaa qeatorae aaaoa.
IVeqa a tras aaeee tata deveesto o Mr. do
Uogjr rite seis ; sari aaa Mo par.
Ah! aatady I smUey I exclaaaoo Deacbam
pa hode Oeste vez evos guo, liobos tado pre-
visto o oattida; osa osaa waoaracoof
Tea ri rarasit aoo
500.
Vos record aaa 00 t osee andiga astada, Sr.
I heos, vrtamee voso mmmlnm.
Pois bsm, respondeu Luiz Deschampa, de-
pois da refleetir aminstsnte, soja gamo queris ;
tornee porem sentido, senhora. qaa Mr da Blan-
gy rico o qae ser-vos-hs difcil achar para
miss Mary am partido maia conveniente. Pen-
aae lamben am que Ansile ama-a apiixonsds-
manto, a que o offerecimeolo qaa Ihe queris fe-
zar da mi da mias Kate para d'aqui a trae anoos
est bam longe da reparsr aas deeepcio que al-
ie por certo nio espera. Emfim pe>co-vos que
me nio envolvaos nesse negocio que esteve a
ponto de custar-me a vosas amisade e a de sir
Samuel.
Eu o prometi.
Anatole recebeu com prazar a agraJavel noti-
cie de que lady Cheerlefs o receberia oesse mes-
mojdia.
Segui bem meus cooselhos, Ihe disse Luiz
Deschamps. Nao vos perturbis em preseoca de
madama Cheerlefs; para adquirir a certeza de
que amses verdaderamente miss Msry, ella nio
deixaride fazer-vos mil perguntaa difneeis. Res
pondei-lhe.sempre quo todo o vosso pensameoto,
todas as vossas esperancaa coosistem nesse casa-
mento. Seta firme e respeitoto, sobretodo obri-
gae-a a concluir, e, se a'sus conclusio vos for
fatoratal, farei com que a communique imme-
dialsmente a aeu marido.
Aoatole jurou cumprir aa preacripcoee de seu
amigo.
Por aua parte lady Cheerlefs nio eslava muito
descontente do modo porque se tiran da diffl
cudale em que a colloesra a iotervencio ines-
perada de Mr. Deschamps em seta projectos me-
trimooises.
. "~fom, Mr.' de BIan*y -"8 sahirei bem I Quao-
o a Mr. Deschampa o facto de me ter consenlido
entsr facer Mr. Ao.lole esperar at que Kate
teohs a edade de casar se, prora bsstaote que
elle tem alguma tencio de esposar miss Mary.
ueste lado naja tenho pois a recetar; oio devo
porem esqoecer oademoitella Guyot: prometli
a aua mi achar um marido psra ella, e por meu
proprio oteresss devo cumprir esss promessa,
porque tenho um preseatitneoto de qui ss ha pe
ngo d'abi que vem.
- B,i" / ?u me.r? T?z de,oil de muitossnoos
que lady Cheerlefs nao pensava em aborrecerse.
E, que ella tinha entre maos tres cssamentos au
mesmo lempo. Verdade qoe nos mais bellos
es rombos se eocootram barrancos e que o msis
nabil cocheiro pode fsser tumbar a carrusgem na
mais plana. Porem lady Cheerlefs nao
Nao ha oh | nem mas I Queris oa oio c-
ssr cea alta f
. Q^ero, mil tezaa vo-lo repito se o deso-
jaos I porem como ?
Com itso oio tos imprtala. Dse-me plenos
slto,M ,M,4Ucr,t0' mo dependa o boa
Entre tsnto___
Conaea osa mim ?
Sem dutlda ; mas....
Poia bsm, faxei o que toa disser.
Como quizerdes. E se o consegoirdes. se-
nhors....
Bem, bem, disse Isdy Cheerlefs deixsndo-o,
agrsdecer-me-heis de outrs tez. Vou i caaa de
madama Goyo! a tenis em breve noticias mi-
chas.
Lsdy Cheerlefs prometiera madama Guyot,
que dentro do prazo de oito dias ssberis o segre-
do do Laizs, o qoe, aa quixasta seguir os seus
conselhos, bem depresss cesa-la-hte.
< Eis cumprids s primeira parta do meu pro-
gramms, dina comsigo lady Cheerlefs; tenbo um
nolvo prompto, e equelle cihiu maia na grec,a
de mademoisella Loiza. Mal de decid! la a ca-
sar com elle, oa nio me chamaret Cheerlefs.
< E' orna conspiraco, disaara Deschampa
quaodo lady Cheeriefa referlu-lhe os seos projec-
tos. >
E ere, con effeito ama conspiraco. em qua a
ex-costurelra s quiz ler cmplices o oio confi-
dentes.
Madsms Gayot, pelo bom interesso qae lioha
00 bom xito de saus projsctos nio Ihe causara
recelo algum.
Lady Cheerlefs lioha a sufJkieote experiencia
pera comprehender qae os tres cssamentos quo
projectira poderiam deafazer-ae se nio fossem
promptamente decididos. A' seu fstor tiabs Mr.
Lsfaille e sus filha Mary, e contra mademoisella
Guyol, Kate, Mr. de Blsogy o Mr. Deschsmps.
se.bem que coottsse com Mr. de Blaogy e com
aua segunda Qlba ; era com ludo d'ahi qae lamia
o perigo.
Kate, apezar de sua extrema moeidade tinha a
liberdade de dizer o que Ihe tioba a idea, e
quando fazia rir aeu pae, ou por um bom dito, ou
por qualquer oulra grtciosidade, oio poda aer
reprehendida. Verdsdeiro furiozioho, ella des-
cobris ludo sem mostrar ioqaietar-se eom cousa
alguma.- Era prtenlo difcil oceallar-lhe o des-
eovolvimeoio deasa comedia ntima.
De outro tado,Mr. do Blaogy sob seu ar reserra-
-------_ ,.,. via*. rurern iaoy uneeriets nao "" w> isao.ssr. ae Blangy soo aeu ar reserva-
se assuslara com tio pouco, e logo 00 dia se- i ^> oceultava talvez um carcter Iroso asa aoes
guinie poz-se em campo, principiando por fazer rosoleses. Lady Cheerlefs, ignorando a verda-
uma risita a madama Guyot, aob o rasosvel pro- e Podia eoganar-se, e, malograodo-ae o nego-
teXIO de Que nn tirara n nn. nn.._... i_ c.in or n>la latn .kII.. lt ... ;._ -*-- .. _i.
0 prazer de encoolra-ls
texto de que oio Uvera
aa vspero.
VIII
O acaso ns vida um elemento com que nio
contamos, a que entretanto se eocarrega de de-
seovolrer a maior parte dos acontecimeotos. O
acaso, pois, fez qae lady Cheerlefs eoeonirasse
no eamioho Mr. Lsfaille, procurador do recebe-
dor geral, o ultimo dos pretenderes recussdos
por mademoisella Luiza.
Mr. Lafsille vinbs pelo boulevard da rsiohi
em sentido contrario a Isdy Cheerlefs. e, com
quaolo seguisse a outra alea, quando se schou a
ans trila psssos de distancia da respeitavet se-
nhora, comelo a sauda-la com o mais pro
fundo aeatamento. A polldez nelle era antes am
dafeilo que muito eocommodava, do que ama
qualidade aasvel. Lady Cheerlefs corresponden
a osee priaseiro cumplimento com ums simples
ioclioscio de cabis; pona o digno procarsdor
quaodo vio qua esteta distante dalla apenas oos
vintepsssos, strsvessoa s calcada coa o chapea
oa mi e o eorpo meio cortado para freole. La-
dy Cheerlefs oio achou Mr. Lsfaille obsequioso
de aaio; peosoo aasao que ers muito capri-
cho de Luiza despresar oa borneen ao boa eda -
sado.
Quetjio so poyales Mr. Lsf.illa nio era nem
ello oaa feio. Nio obstante lar sea qiennls
o aooe .noo. de edade, esteta afola aeilo forte
e robusto. Er. moreno, barbado, grosoo, o pro-
carava o maia possivel coa o t'rilette eotebrr a
Mj *"!*' Otwoto 00 aerat oro frrtv
Btehesjeftel. S-a-Pre sppUcade .e v.balbooVs-
aaw teawa a.rtdaela sioaea Uvera tea,
ewattogo eelieqof. ,oo,i.e>-ee ooe
Mtaooo leieocie de 0 Utt. Sooo heailee U-
haa a (rao*?er*eeta de oa crftal, e a eea vi-
da a lociaez de ama coota ofreot>. tVs, S9M
ktur, nm occottooto heaea. ore-
s r.gy.do
co por este lado, eolio l se ism lodos os pa
oos.
Em cass de madama Guyot siods o icito U-
toreceu lady Cheerlefs.
Luiza tinha sabido com seu pse. As dusa mies
poderam conversar sem constrangimento. Lsdy
Che.rlef., justiflesndo-se com a .atizada qua
conssgrsvs s mulber do professor de piaoo.revolou
lodo o segredo de Loizs.
Madama Gayot a priocipio sdmiroa-se 4 ao-
Uro que levira sua Alba a recusar successivs-
menle quslro esssmentos ;-depois ieabrou-sc
de muitas circumatanciss que corroborara lado
quanto Ihe acabara de contar lady CheoiMf. Luixa
maltas teses repetir aa sua presea;, qoe os
mlores homeos oio ersm os polticos ', qoe a
dedicscio aos seas, s abnegarlo | fsails cosla-
tam mais asforcos e ersa msis sseritorlsa do 000
o amor da patria ; qoe o dotar asodoato prtoo-
chido os obscorid.de tot$f-a m.is 4o qao a
asis nobre sreio da oa beroe pralicads pobft-
esmente, coa o duplico movei da a^hsgid po-
polarid.de ; floalae ate qoe ara mata taM m -
lustra do boa. Msdsas Guyol rreoooeee-eo da
ler spplsudldo essss idss qee gaistisss to fo-
asoaacaa.
Afora, Ihe disae lady Ch parlaos, Ojunrrow
lia?i." oitfotuidt $ rssisofd do Mr. 00
Lsfaille 7
Ortsaaoie, meeoeee aadsao Coyot; pe-
raa olio I ...,
Alago 4 mt*m:
Pa>roa Uaof ..
Depois U qoe lt # dooo tmt, fUM too
fM 00 t esas eovfswco 7
fmitmU, tnttmtm 0 900 aaoataaw Coyol;
/aHtaaka tmm a O ilaaala SaatkltSla^a i
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