Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08586

Full Text
^W!
l!*S!m*?*^lTW
1


AHO XXX (III. 10HEK0 107.
'* aa i..
r (res DUMesidianlados 0JOO0
"r [res iuzes vencidos 6$000
9 '.
Por anuo adiantado 19|000
Ftrto fraico ma sabscrlator "**
lMBroMPERMMBlK! 0.
E1CARREGAD0S DA SUBSCRIPCAB l0 NORTE
Par.hyba, o Sr. Antonio Alexacdrloo de Li-
an ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva
Areaatv, o Sr A. de Lmoa Braga ; Cear o Sr!
SASSR' Ss.%,:.8;: ftss? I. fc^Sr^*^ AraH' ~-
IPHEMERIDES 00'HEZ
Amazooaa, o Sr. Jerooymo d. Cos
BNCARREGADOS DA SURSCR1P.A0 DO SOL
Cliudino_Filco [iiu; Baha,
da f ireiro, o Sr-
PARTIDAS DOS CORREIOS.
pitad, todo, o, di., .. bor.. do di. "^RIDM DO HEZ DE MAJO.
. SSSS*"* P"*hybt ,,8Und"l I r0u"t0 "MC"" d- taide.
La cheia a 8 hora, e 18 mina toa da mao.
anta a 1 hora da maoha.
o norte
Alarias, o Sr. .
o Sr. Joa Martina Airea ; Rio
Jola Paraira Martina.
auefra tSSiS",relh- Lioioeiro, Brejo, Pe.. L" OTa.oa44nHnntoa daa.ot
Onr r .gvel"' F|oree,vVilla-Bella.Boa-Vists,
flZSft! a D" qua' tae-foiroe. PREAMAB DE HOJE.
C.bo.Seriobaem, Rio Formoao. Uoa.Barreiro1 ,
Agua Preta. Plmeotetrae a Natal quintas feiras.P"me,r0 *M minlos da manhia.
aos oa correioa p.rtem < 10 horaa da menha Segando .a* 30
minutos da tarde.
P... TID.A. 1* r*'0lBS C08TEIR0S.
.Ir "?' ?** A," R o SO; para
at a Granj. 14.,, |, '. p"r*
P.,. D "MIDA DOS OBIIIIBUS.
. R to .Z V d K *' 12 .; do Caxang a Fae
rL i;L* B,m*e*it9a*m
/wiW* ,,; p,M '"O"** 4 o^axo,d rVarzea 4 1,2 da I.; p.r. Be'm/Ua
paute official
de
60VERN0 DA PR0VIKC1A.
Expediente do da t de malo
186
Offlcio ao brfg.deiro commandaole daa arrute.
Paseo ae n.nos de V. Etc. p.r. terarn o destino
conveniente os incluaoa proceasos de conselho de
avenguagao a que ae procedeu para qu.liBcaco
de segundos cadetes do primeiro a.-genio Fran-
cisco Pires Ferreira, e do soldado Ft-lu d. Fr.o-
ga Lum.cbi Miguis, este do 4o b.talho de rli-
lheria a p a aquella do 10 batalli iu de iofan-
W rala
Dito ao mesmo.Eovio a V. Eso para ler o
dealioo conveniente o incluso proceiso de conse-
lho de arenguagao a que se prooefileu p.ra a
2.I.Sa?Q?l?e.'fJ-IDBro ca,le,e do ...gundo sar-
gento do 9* bat.lbao de ior.nt.ri. Luir Francisco
de Paula de Albujuerque Muaohao.
DUo ao mesmn. Respondo ao cilicio de V
Exc. de 3 de abril ultimo, sob n. 6'6, duendo-
Ihe que nesta data cooaulto ao governo imperial
se deve ou nao ser extensivo sos calotes em ser-
vio dos corpos do exercito a providencia que lo-
moui o governo de augoieolar o etape das pracas
ae liaba dorante aquadr. epidmica que afli
ge esta provincia.
Igual communicaso ae fet a thesoirarla de fa-
zenda.
Dito ao commandaole da estaca o naval.Da
inclusa copla do offlcio do Drig.deiro comman-
danto das armas datado do Io do correte, sob n.
870, com referencia ao offlcio do inspector da
thesouraria de faend.. tambera ji oto, ver V.
S. que at a data de seu offlcio o. 38 de 21 de
Dril prximo Ando oeohuraa orden prohibitiva
avia acerca do embarque e destmbarqae de
pessoas no caes Vinte e bous de Novembro. mais
que dora era diante, par. meibor a laxeods e a requisigao do respectiio ius.ector
nce probido naquelle lugar oembarqae e dosem-
Darqae de gneros e meresdorias di 6 horas da
tarda as 6 da manh. OIRciou-se no comman-
daole das armas ditendo car ioteimlo das ero-
vuencias que deu oesse sentido.
- Dil tnapector da Ihesouraria de fatenda
Commumcoa V.S. para aeu couheciraenlo e ati u
c q,?e, .a "nar a quera competir que o
a' i7 ur* CoUul P''Cipou-ii:e em offlcio
flo bontem ha ver obtido de seu tol;rano a exo-
nerasao que pedio do lugar de :-couaul da
eigica que occopav. nesta provincii.Fizeram-
ae n outras commuoica;6es.
Dito ao mesmo.Estando nos terrros legaes os
inclusos documentos que me oraoi remedidos
peio commsndante superior interico da guarda
nacional deste municipio com offlcio de hoje e
aoD n. 27, mande V. S. p'gar os veocimautos re-
I ti ros ao mes de abril ultimo do i officiaes do
exercito, cometas, clsnnse tambores empregados
nos corpoa da mesma guarda nacional.Com-
9u-ae ao commaodante supeiior respec
'"r'1rLnle-'"d0 dV" V'n^ljw'oa como taea oecasionou o boato 4 que tan-
com referencia a Didumia mi. ln ( ,i...___________ "".1"' "
ci de 4 deste m
me communicou coa refereocia epidemia rei-
nante oesse termo.
Dito .o delegado da Villa-Bella.Com eate of-
cio ser apressot.do Vaic. um. ambulancia
dos medicamentos preciaoa ao trat.roeotodos io-
digonles que forem ah accommetiidos da epide-
mia reinante, e recommendo Vmc. que de
accordo com a cmara municipal desse termo d
as providencias necesarias aflm de que sej.m
prompiamente soccorndos aquellas desvalidos e
.ll2a,|.o.l,"Mtar 0' 'UDeSl0S +*? d-
rlnrt*C'frf4ra.IDU.oicipal do Biique.Reapoo-
deodo o offlcio do 1 da abril ultumo em qu.l a
cmara municipal do Buique communicou a de-
liberacao que hi'ia lomado de man lar prohibir
em vmatede requerimenlo dos respectivo, ha
oiiautes a cre.go de cabras e ovelhas nos lata-
ZnP?,,!'d0." P!a>e" elngaseir.s. ooasa
municipio, tenho a duer que deve meara, ca-
dV* e|nOSKrVa0ra.D^ arl" W ^8 e 10 da lei
tur' aJehOU,ubro i? 1828 Pfo'erpo? meio de pos
rnaU, 1erf,,9r0bertC,u a fl,n rol..r como
Si V J S? Or' QuaD, por(n ao 9iUo que
a a predita cmara no final do citado offlcio
n!f. ^Sla IEe diri* a a"8fflbl. pronocial o-
iicuando que tome em conaideraco o pruiecio
de costuras relativo a esses municipio e que se
acha aflecto a mesma aasembia.
PmMs-0' tVMm companhia brasileira.-
,,,? hd,meniu a pot,aria de 3* correla em
que mabJei dar transporte a ala dlreili do 10
balalhao de mfantaria destinada proriocis da
nhe.imeuto dua. relaces contendo os nomes
dos offlci.es e cadetes coraurebendidos era di
ala e das pravas que leram familias.
loriara.o presidente da provincia resolve
jue fique sen. eleito a portara do V do correo!
te smente o. parte relativa a
J_
AUDIENCIAS DOS TRWUNAES ya CAPITAL.
Tribunal do tommereio : aeguodaf a quintas.
Relagao: tercas a ssobados s 10 horaa.
Paseada : quintas a 10 horas.
Julio ao commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphaos : percas e sextas s 10 horas.
Primeir rara do arel: tercaa a extas ao
dia.
SegaDda vira do
hora da tarde.
meio
OAS DA SEMANA.
6 WandS ?Te"r *' S- AgOSliDbd.
7 A C!" 9' J' *Dt-P>rtam latinam.
9 Sexi. VP,r,5,0e?' Mgel ArchaaJ
in s .1'/ re0r,oN"D"nob.;S.GoToiicio
10 Sabbado. 8. Antonino .re; S. Phil.dSL
11 Domingo. O Patrocinio de s! Jos '
sfaJ: qaartaaa aabbadot 1
ASSIGNA-SE
no Reele em a Imana da praca i Iodasiim
raoecer
de um.
charel Joaquim Joi da Fonseca para supple
mordomos da junta administrativa da bu
ia Misericordia. isto nao ser elle iro
nomea;o dbl-
ente de
nta Cisa
mes-n. Santa Cas, V noraVparaTsuomlVo'
padre L-no do Monte Csrmello Luna.
Kxpeilieute do secretario
nmJ owerno.
uoicio do commaodante
Sr. presidente d
do
tiro.
Dito ao mtamo.Cerlo do conteudodo seu o-
Ocio de hootem sob o. 378. tenbo a cuer ero res-
posta que guardo as inforraacoes por V. Exc.
exigidas dos collectores de Goianna e Nazareth.
relaiirsmente ao.numerodearmazeaide recolher
assucar existentes naquellas cidadei
^-D'V0JaiSs.mo--T,odo em ,i,lB informaco
ae v. s. do V do correle sob n. 338. dada com
referencia a da contadona dessa Iheicumia o u-
tonso a remelier ao coronel comuiaadante do
presidio de Fernando os 23:0009000 cousianles do
pedido que derolvo coberto coai ol ci do mes-
mo coronel o. 48. de 14 de abril ult rao. para as
daspezas daquelle presidio no segundo trimestre
aesie aooo. Communicou-ae ao mesmo co
tonel.
Dito ao inspector da Ihesouraria i rovinci.l.
aaja v. s., deenviar-me com a main breridade
ama tabella demooatrstira de todan as verbas de
orsamento vigentes que ae achsm Bsgotadas ex-
ceptuando nicamente a rotada pira sustento e
curativo des presos pobres e bem asiim do aug-
mento de crdito que dere ser just.icado neces-
aan em cada urna dellas. para que as respecti-
vas despezas possam ser regularme:, e feitas at 0
ara do'exercicio.
Dito ao mese.Estando oas termos legaes a
."Jt*"!* ,mande V' S- P* JoSoJos
ferreira da Mello oa a pesaos por elle autorisada
conforme solicitou o chefe de polma cm offlcio
da hawtem aob o. 706 a quanlia de 4l2600,
despendida com o sustento dos preos pobres da
cadete do lermo do Limoeiro no tria estro oeia-
aenro a margo deate anno.Comminicou-se ao
Chefe de polica.
Dito ao chefe de policia.-Comn: mico a V. S.
que S. M. o imperador houre por bem por de-
creto de 25 ae margo ultimo, cono ler perdo a
todaa as pregas de qualquer calheipria dos cor-
poa policiaea do imperio, iocursas no crime de
primeira e segunda deaergo, que se aprsenla-
rem nos seus corpos dentro do p-asodedous
mezes contados da puocaco do mesmo de
creto.
Igual commuoicscao
do corpo de polica.
Dito so director do arsenal de gum ra.Em ob-
servancia do aviso circular da repart:eo da guer-
ra do 1 de margo ultimo e para exi minar os ob-
jecioe coudos em 6 caixes nodos do arsenal de
guerra da cflrte oo re por Cruzeiro do Sul, com
destino esta prorincia, nomeio pin compor a
commissao de que trata o referido aviso, o coro-
nel Francisco Joaquim Pereira Limo, lente-
oronel reformado Jos Antonio l'.nlo e maior
Sebastiao Antonio do Reg Barros o que com-
muoicoa V. S. para sea conhecimeoto eem res
posts a seu offlcio de 3 do correte i ob o. 122.
oaiciou-se ao commandaole das anas para a'vi-
aaro lenle coronel Pinto.
Dito ao juiz dos fetos da (sieoda- KesponJendo
o offlcio que Vmc. mefdirigio no V do crreme,
tenho a dizer que designo o hachare I Miguel Jos
de Almeid. Peroambuco Filho par serrir de
procurador fiscal ad hoc oa execacio que more
a ihesouraria prorinciai contra Jim Marcellino
AUea da Foncece e aaus II.dores >elo alcance
1e hado como thesourein da reparti-
U()6?WMk.V.1P?bllc" "*Poruncia de ris
t^Saii.Po l!",0.r 1,cal i0lcr,c da me'ma
a^"f ni "el A8el Heolt>ue. da Sil-
r&ia r'"ram H necesi.ria. :. mmun.es-
pon^mc:osfe!,rt;^ii?ui'aa--
J^Uaia hora I.K. ^ '.^offlVo'^e
Co1fL,4refDle d '"P'^enlo de Saolissimo
^SfT.40 Jc"* na "lla Ge Iuarssi Res-
^oiiido o offlcio que Vmc. di.ig'c I.
I em 26 de'.bril ultimo, ui.ho Sm
Ibe q.e con.Uodo da iaformacao do niaector do
raaiial de m.rioh. Armad, em adobante
tSSUS^ '""" erl;o de,"," 6
tsbeleeimanlo nao pode ser atiendica\ pedido a
que se refere o citado offlcio t"uiao a
Dito.ad delegado da Waz.rajth.-i^to ,ea offl-
daa armas.0 Exm.
provincia reapoudando o offl-1
d. dqecll',E.hP- 'he d,"l Ni o- 909 m.o-1
fea rlln. ,h9 qUe aCa,", Hr aa convenien- i
ara ?r.L5f2! ''"e aot trmt da '-ferr, ae-
o SSa I"' a?e,U Ciaa4e *l C.me.leira.
o 2 rooraa Pooapaa Theodoio de Souza
C...II.!. i qU8 ,ean,Panh hem como os dous
tranos do que trata o citado offlcio.
vinol.|a0rPt"ner0 aecrelio da asamblea pro-
}S5 l0"1', S. Exc. o Sr presidente
remPne lr,B,B,,w Pr copia V. S.para ee-
inmrt. n "!." as,emtla laji.I.liat provincial
alira de que ella se digne de a'tender como for ius
!..?.T.if em que a caa,ara n-aoicipal do Buique.
fm-mu'" ,PPr?v," o Projecto de posturas que
ormulou e fo. remettido a meama assembla
cora o meu offlcio de 2 de abril sob n. 25.
Dito ao mesmo.-Passo por copla as maos de
pror oCa par? serenj presentef ( ,emblt
gislativa provincial as informacoes
ram o inspector da ihesouraria
S".8'"' Ja ""ccao publfc. acerca da
BSL^Sque Dr-Joa j0, Pinto mdico a
. df ,, :phaos re1eu a sua aposentado-
le min, eU""r 0S do"loa com que I
entr ... '. """' Pet?*0' Por lretn 'lo
K gc'. v.em VKluJe da ispos.gao do mesmo
rVfari m n COm0 a COpa d0 ,ilul em 1U6
car re.?r.,erCeU,aq,,e"e eiDpreg0 por nao 8e
n,.. ? D8sla seCfe'i. constandoso-
i miet0 ter P8 os direilos de sua nemeaco.
imUSul?*!'*!* a deliber'?ao da mesma
M'S?.h iCOf!8UB40 officio *lueme dir'8i" de
zy de abril ultimo o. 22.
SrD'nr MDf-, J?,ao FfaDcio Daarte.-S. Exc. o
m 9;e/,!,1(,en,9 "do inteir.do de havar V. S.
r. ii-f,1 /8,,8d0 aMumdo o exercicio da
.p?,?i 10 de8!,a ?* 00 impen.mento do
cfafar Im PrPflel"10 i lh'o maod. de-
dat. re,Pnia ao sea offlcio
Dito
JiL,8Je.Z !larm? "
dadaa a,UIn ranleseobre elle
O correio chegado de Rio Branco reio des-
lodos os receios, que aloda rest.r.m
ovasao rrolenta as cabecairas deste.
por urna forga iogleza. Os fados que all se deram
em dezembro do laeo lindo nao pssssram de
a tata eolre as tribus indgenas dos tt.caiis
Mg*" de cent0 oa, ss da Jarrean., e
sericurus, que exceder a duzentos. d. qual se
ongioaram rarias mortes.
r-.". A 1de',8?nc,i "Pedida pelocommaod.nta do
^rie de S. Joaquim cota deslino ao lugar Ripu-
mury nao deparou com estrangeiro algum na dis-
laom. dalli deura quarto de legua, endo in-
formada de poucoa das sotes esterera ingle-
es em pequeo numero reudendo oeste peor
algunsobjectos.
Pacto, aemalhabtaa eada rez mais nos cen-
rencem de que sem a influencia moral e reli-
giosa de misionarios seseas psrageos. osouaes
ae compenetrenadesua miatao e ardam no deso-
jo da cmliaar oa lodioe, oeohura resultado pro-
hcuo se pode colber p.r. om estes satrageos.
^IV.""?0.^'"?1- aem 0,ro qtesquer
?Sa .. J" ,"ld"s,0u 8 n0 ,er "> Pera-sao
e de exemploi. os chamsrao a civilissgao e f
d*!..-*.; p8" .qu8 exP"'eni* d odoa os
oa. vero em auxilio a est. assergao
Df rh7 ."L8 Va tod* PfO'ioci Perfeita
paz o boasalubridade.
,.r~.J *' cosMiuid.. aa eleigoes da depu-
Mdor.| m TeMWd0 P,rli .T acabara de ser aoUagae ao Irafego publi-
TherS"--"- d-a_.ro.*"_ Belem eSsnt.
d.
lo-
que mioi.tr.-
prorioci.l e o
na pronocia de H.tto-Grosso.
..Tuf!* xu" de ,*Pore. 1u tae.ro em Cha-
hara sido contratada com a com a compaohia
de n.veg.gao e commercio do Amazooas.
iJT Iam chegado c.pit.l o cootr.t.dore
aiguns ampreg.doa par. comp.ohi. de illumi-
SI V .ffiaf84 J <,9ra,n comeco ao l"haihos
ua canalisigao.
m,^n'!l, lt 22 a'aaajia, |o r.por Relew.ulti-
miraeale chegado de Iagl.ierr. par. compi-
ohia do Amazona*, doqual commaodante o Sr.
capuao-teoente Pereira Leal. ez um passeio ma-
rtimo terca fera 22 do correte, o. rast. e f,r-
moa.i baha do oosso porlo compreheodeodo o
'I^WTJ?*'eQ,ra polad ***,
Foi um> fe.t. esplendida eimmenssmeota cuu-
cornda : porto de 200 pessoas se cruz.r.m ao
comes, no tombil lo. e o.s c.m.r.. d.quelle
m.goiaco paquete cntreos concurrentes vl.m-
dsqaell.
aojiiiz municipal do Csbo.-S. Etc. oSr.
presidente, manda accus.r recebido o offlcio de
LiHUrreD,e ,em ('ue v- s- participou ter
dreUo dea.q"e,Udata ciclo d. rara de
r.'.lii. C0IBa^Cl Por har-e. doeote o
respeclivo (Toprielario.
Oespacliosdo dia 6 de malo.
. faguerimentos.
nr hSrZO. Ig8aci,u d9 Athayde.-Informe o Sr.
Di. juu municipal da segunda
pilal.
rara desta ca-
se fez ao ommaodante
Mello. Opportunamente
Joaquim d'Aoceto
sera aiteodido.
RtJ**? f0, Pin'o.-Ioforme o Sr. iospector
da ihesoursria pronocial.
o Sr'PcSmJarm Albino de Gusmioloforme
do Cabo? 8 ,UP<5rOr da guardj ""i0"1
chl-i;dmeoegDh-eir08 Jos Clrneiro Re
azaoda! "wpeelor de Ihe.ouriri. de
o Sr.
di/S l8'1" da GoDCeicao. Ioferme
director do arseoal de guerra
Padre M.noel Ignacio de Lima, Diriia-se a
Ihesouraria provincial. iwija-se a
w-.^c' d'.Cooe.eio -Selle e rolle.
i,i. V Secundmo Meodes Lios.-P.sse por-
tara concedendo a liceoga pedid..
DIARIO DE PERNAMBUCO-
Erara cerca de 9 horas d. m.oha quaodo o
uel$n% largan a boi. o se fez ao mar em rolt. lar-
ga pela crrela nacional Imptal Marinheiro,
que salrou nessa occasio. e n'uma marcha so-
berba seguio o Beltm al a poota do Hosqnsiro.
A urna hora da larde sarrio so um aparatoso e
opipero lunch que durou algumas horas na mais
prazenteira e fraternal conriveocia :haria alli
somente amigos, e admiradores do progresjo
desta ierra que pagaram compaohia o feudo
deudo aosbons serrigos que ella tem prestado
ao rara e ao Amazooas entre a espuma efferres-
ceote o os estaloa do champagne, do duqae do
Porto edo moscatel de Salaba!.
Antes e depois do iuneh tocou-se e daocou-ie
sempre, pois bariam duas bandas de msica.
Do rolla e quando o paquete se diriga j para
a boia para repoussr das fadigas do dia. uma
commissao da seohorss dirigio-se o Sr. Pimen-
a Bueno, muito digao gereate da compsnhia e
me pedio que fizesse seguir o Btlem .16 Jagua-
5J52 V qu9UI *aria C,P" d6 reaiatir um po-
dido tao amarel, e roziniiouaote de lo en-
llscommissionadas: ninguem, e muilo princi-
palmente oSr. Pimenta Bueno delicado ecaral-
leiroso como O Btlem aproou entao a J .guara -
ry entre (ocos de espuma, e com a elegancia de
ura miso enamorado, aoberbo e orgulhoso com
o doce peso que tarara.
Va horas da no.te estira o Btlem de rolta
f,.mP."' P C0"ela t'WM Marinheiro.
m22E*f contentes n.r.g.dor*. aor
preheodidos pela rista piltoresca que esle ma"-
illlT.J^Z"' ,-P'C"nl.ra illumin.do
uesde o topo al a fiord agua.
Depois todos se despedirn) com saudades de
i,"."!8"' com.PaDhi. ebem-dizeulo os carel-
eiros que Ihes linham proporcionado um lo bel-
lo paisa-lempo.
Apezar de barerao cessado as quebras.
que em tao grande escala se reproduziram lti-
mamente o commercio seolia-se atada lngui-
do, rielo faltarem-lhe o. compradores dos pro-
ducios do paiz. em consecuencia de continuar a
guerra dns Esl.dos-Uoidos.
Acharam-se descarga : barca fraaceza
mo brande a porlugueza Amazonas, escuna la-
lleta C-WK, e palhabote americibo Fleelwood.
,7 f^*?0 c,rga apena" haTa bca Iran-
n. lT,nt:ns' que defia 8aWf 3 d corrente
[jara naulrSa
, r^.a.rn^n' ZU1* ,0,r' 47 d0 P"". O"
i cas. do Dr. usdros, ama reuoiao de pessoss
tSV. he.n,l,J*r,ga' c*tanhede. Pedro Leal,
a Sis?*: ^oweThenistoclesAranhs. e
tarm.;.m J 8 ,?,,al s. Pra o um de
formarem uma sociedade, eocarregada da cen-
?n0^.T8BM',,,'eiia T,,,a re9id ato-
tl.-u.Tllq8para.tomaT P'orirtaneiaa urgen-
iM?* """*)* 1" realisar se o'
'IS "J**** "Itim.menle p.r. o c.rgo de
Tu. r?.n I0*88' acceitar- T coo tem
a2 j tro da villa.
ri Z *l,>**,i0 Pplenle era vista da oarricipa-
tXESZSZ .""tairio a dos f.lbiorio.
n deSS! "huaM P* s proceder ao corpo
nn IV.!,I8 **% tMK cadarar sepultado
u?^i"riV Dtad.ligen!i. era.oad.dode-
au*. 1 "rbM8M q"'"1 ">>> : 6 de crer
que. morle fosae n.tar.l.
di.<.e^ln*.TlA, nlic, qtte tU1' d'tam tres
d.. 'Jue/8c?beoa pelo Camamgibt. que ha
dous di., fuodeou aj dono portoT
o rice-pre.id.ole h.ria nonM.do coramis-
n^88P."r8.9 eneirre'n> do aoceorrimeoto dos
cali, .A! C*d8 1 ch0,eM- em *?' lo-
calidades da provincia.
Laos no Redro 11, de %:
He notici*. olzki.ea do Ico at 18 do mez
P*.?82* aA l*,"ta d cholera paraca que ti-
ohk chegado .11 .o seu matar grao- de recrudes-
ceocia.Tiato como lendojregal.do a moit.lid.de a
i- V *& P&*-Jit aterioraenta, n.qualle dia
linha aubiao a i. Tinba sido .ecommetiido d.
epidemia o Or.Taeberge. e tanta e.le, como o
Dr. Ruboo da Aleut.r tinrum-se mostrado lo-
cansareis em acudir os afRutos peta quese tor-
o.v.m ejHdora. 4a publica grati-lao.
. ? V****01 *tas, para sj oosso. irmios do
Ico j eaXejam a ei hora livre. do flagello, e de
novo lembr.mo. os-comprovincianos deoulros
pontos a cuBv.nieocis de eoc.r.r o ioimlgo com
tods cur.gern, aartos de que este o meio da
epidemia faxer pouoos estragos.
. P****""* de proposito os dsdosofflii.es
riodo do Ico p.ra que o modo e a exigerago nao
Ibas aagsieuUm .. proporgoes.
* Praparemo-nos todos para receber o inimigo
com animo diaposto de ajularmo nos un. aos
oulros, como irmao, e tenhamos em Deus que
e epidemia oio nos ser lio fatal, como o medo
a tem descrilo.
NoAr.caty a epidemia comegava a fazer ric-
Um.s, j teodo seu num.ro subido 8, e o dos
ac.ommetlitas %.60 a poucos.
- No dia | ah chegir. o Exm. Sr. IX Jos Bea-
to de Loaba e Figueiredo Jnior, presidenta l-
timamente nome.do. derendo tomar pone oo
dts da sabida do Apa
Rio Grana*.0 Exm. Sr, Lelo Vnlin.n ,
Una-se em aeu "J,"J d nora, procurando,
C4UXI os proaivi"' 'cursos envalos .os lugares
.Mc.uoa do citolera, aeoao diminuir o terror de
que se apodlr.r.m a. popalagoes, ao menos
conveuce-Us fu_ que o governo, que deve velar
o primeiro recia-
imitan } !l,U """ JrDSM du n'ta do
imperio de qua tar.m portadores os vapores
Apa Iguarass, entrados hootem .lcan;ando
do Araszonas 6 14 e do P.r a 28, do Maraoso
Mh. 7 V' ,i3, d0 Ri0 Gran,le 5 da Pa-
moa a 7 do correle.
Amasonai.a EUrella, racliGcsndo ums no-
HjlaTM dera aluni '"rapo ames, diz oae-
Demosi noticia da rei pastada nesle jornal
de am conflicto hsrido as cabeceiraa do Rio-
Branco entre a tribus Jaricunas, SaricunaseMa-
cuxis 1 gedas as duas ultimas contra a primelra.
resultando dab a roorte dos tuxanas Lustosa e
bar.gary (ingle?) e mais ouiroi iudios e bem aa-
Sim d. escolta enviada peloa logleze. e estacio-
nada no lugar Prtale., pu Boitati que Qc. entre
os nos Ripuraury e Tacut, par. prur.relmente
indagar do faci e obstar novas desoldeos : o
que deu lugar ao commaodante de S. Joaquim
mandar ura cabo com 11 pragaa p.r. verificar a
ooticf. que iba fura commuoicads.
Melhor informados do oecorrido entre aquel-
les nos nos .pre.s.mos em retiUcr a noticia pu-
blicad.. r
o Neoboma ioterreoglo houre do orca arma-
di da parle dos Inglezes oo terrilorio. que. se-
gundos ostr.tado.calebr.do., con.ider.dyoeu-
iro. Apelas o simples faci deapp.receram al-
guna a negociar rndenlo miadezai e oulros ob-
o Eira. Sr.'preaicjaoto Va" prVvi'.VaTTaiaa Kf ""!? ji?rla e C^Je "u ,
orid.d Mott, ^.e?", p.C0D,enUr b.nimeoto-dos
A' parda S. Etc.,nao manos sollicito se tem
mostrado o actual Sr. Dr. chafe de pocia inte-
rino Dr. Joaquim Pedro d. Cos. Lobo, cujo lino
ecircumspecgao sao bem conhecidos entre nos,
envidan Jo de sua parte lodo o possirel para que
sej.m enriados os soccorros, eom a maior promp-
lilao e relocidade.
O maldito viajante haria ja analista o Apodr
e Cuoha com algum. tatensidade, sogundo af-
nrmavara ; lendo declinado na ll.iorid.de e no
Serid ; e reinindo anda na Piedade, Marcaco
e Piranhas.
No dia 24 do pastado eucerrou-se, depois de
olio dss de prorogago, a assembla pro-incial,
conseguindo, coa o Miagada do Dr. Pinag, po-
der irabilhir nos ultimo, diss por todo o lempo
dasesso, pois que spprorou rite equstro reso-
lugoas para subirem saoccao presidencial.
Haria ido nomeado promotor da capital o
nosso comprovinciano Dr. Jos Heorique Uafra,
em substituigo do Dr. Aotoaio Loureiro, que
psssou juiz municipal do Apoly e Mossor.-
I'arahiba.O nosso cotrespon lente diz-nos o
seguate :
A malher de qem lhe f.llei alada oceupa a
alteagao publica, que ha tomado interesse pro-
nunciado por uma infeliz cujos prenles a repel-
leni de um modo bem inconsiderado, quanto
mim.
c A polica em suss indagacoea procede com
todo o tino e perspicacia precisos, e manifest
pronunciado interesse peto descobrimeotod. ver-
dale, que p.ra mim o queses.be.
< Tere lugar a apreeeolacAo do commend.dor
Antouio de Albuquerque infeliz D. Mara Um-
behna, e o que ae paasou. s risto b.bilit.r, i
qualquer formar aeu juito acere, d. p.teroi-
d.de de D. Maria ; m.a o que *e pa.sou entre es -
sss duas creaturas foi a troca da expresio da ui-
tureza que em taes casos nao se contrasz. E' o
caso de dixer-se :
A bocea mete
Os olhos nao.
a Como espero taformages mais exactas nao
me along acerca deate assumpto, que digno
de uma peona hbil.
Acata de chegar a triste noticia de dous a.
sassiostos oa villa do Teixeira, sendo um os pes-
soa do ex-delegado a primeiro suppleote do juiz
municipal Delno Baptista dos Antonio, o outro
oa do reraador Aotooio lavares de Oltraira Ca-
bral. Esset crimes loram praticadoa poi una
Guabirabas, as.ai.iao. da grande rullo, que ria-
g.ram nesses iofeiizes a mora da um parete
que suecumbira em resistencia i torga que o cer-
cara. *
Consta-me p.r. alli seguir torga sufflciente
p.r. abater a audacia de taes criminosos. -
Da epidemia nada consta.
A assembla provincial que deri. ser sbert.
a J do corsete, nao o foi por falta de numero, o
que se espera haja, pois me coo.ta que o Sr.
Araujo Lima nao qoer adala, o
de subir scena no
sura das pegas que lirerem
tbealro da provincia.
m.F. acc,aniad0 Presidenta o Sr. Sbtero, e elei-
tos secretario, os Drs. Gentil Braga a T.r.res e
membros d. coamiaaio confaccioosdra dos es-
tatutos os Drs. Reg Oasdrose A. Henrique..
caTo Icata* 0 blicador Mar^hente, scer-
n \ F6.?*86 Va eDl6rro Precipitado no lugar
Baiacuhy do termo desta villa o. tarde de 11 do
corrente. onda a porta da aua propria ca foi
aapuIUda a velha mulata Roza Helena, uma hora
depoi. de ezpirar apesar da sua choupsna cao
dislar t.lrez 200 bragas do ceraiterio 11 I Dizera
que estando sseotada aa porta da ra poz-se a
tremer e cshio, porm, chira por ter motrido.
ou por effeito de algum. eyucope? .Seria se-
pultada rira ou mora? ... E' o que cumpra ser
venfleado pela pocia. mesmo para que se nao
tornem a dar precipitarles aos eolerros dos que
morrerera repentinamente, pois que, algum as-
sassino bem se pode aproraitsr do esemplo. ma-
tando alguem e enterrando logo para que saaim
desapparegam os vestigios do crime.
O iospector de qaarteirao do lugar, informa-
do do tacto pelas 6 horas da larde, dirigio-.e a
rula abade o traosmittir a alguma autoridade
potam infelizmente nio ha uma sequ.r, que re-
sida na rjlla, a todas, dslagado.e sabdelegado.juiz
municip.l a de paz, legues distantes ; tare de
aoe,ra' Pr osegaiote dia por ser o da audien-
cia do delegado, uoicoa diaa em que rea a rilla
aa autoridades, o que oio deita de ser prejudi-
cial ao ttrico publico e ao dai parte, teodo
dl,1t00a0,.*',M 2" ne'se l""*odoi>s po-
H hrml."8S a *^t *"*" Pni6*a
aai harmonissra-3.. A,hypo|fca... porm. ouira :
'"i"" d*.c'eaCao. masfsim da re.raur.g5o
de uma freguezia.^atautago considerada como
oecessaria. sendo que a esle respeito-jA foi ouv-
ao o um. Sr. bistw. de cujo parecer estamos de
posse. Aquesta, neis, marcha n'oiitrocamn -
eooseguintemenle 0.8 temos mais ,e ver com'
a audiencia do reladf(apoiados). que jfoi sol-
citada em occ.siio o(iportan.. e que .eVeslisou
ae m' em rea,*tod0 41uee esrao. parece
que todo farorarel.
Rsl-nos b-je p6V em pra'tica uma ftecessida-
de que nao pede ser s.tUfeila honlem. mas rue
se reconhece umn.meolo proveiio. e ira por.
"nio. Asr.zoet que fo/. i produzid.. pof..riuel-
les oradorea que ausleni.m o projecto moatr.m a
coDvoaieacia da resUuragao da fregueii. le y*
uelle se traa ; e por nio estou bem longede pen-
sar qua essa reaUursg.o asseta n'am plako de
poltica mesquioha. oo jogo de ioteresses fel5to-
raes. na espeeulagio aemyre desfaroravel de in-
fluencias de localidade (apoiados). N'esta parte
pois, eu me aftssto iuteiramente do nobre depu-
tado que combate o pioj-cio (o Sr. Ara-uta Bar-
rosj a quera eotretsnto consagro mulla a misad e
e .loto e.l.r ara opposigao i .u.s ideas.
Sr. presidente, esse notte deputado, quera
me rebro, cujos recur.os intellectuaes eu sou o
primeiro a recoohecer.nio- foi desta res lio feliz
no des.nrolrimento de su.s ideas, corao tem si-
do era outrss occa.ioes : Uo cerlo ue sus-
tent.gao de uma caus. m compromelU anda os
raaiores taleotoa e os faz naufragar. O nobre de-
notado atirou-se no campo vago das declamagoe
(pondos], trouxe p.ra aqui lugares sommuns,
creou phsotssm.s (poiadoj e caslellos, que alie
na de ser o primeiro a destruir, por isso mesmo
que nao provou neuhuma das asserges que lan-
gou ns casa (apoiados).
Eu acredito. Sr. presidente, oo pensamento ge-
neroso que domina o nobre deputado. eslou con-
vencido de que elle um represntame dos ta-
rreases legilimos da sociedade ; mas dere com-
prehender o illustre collegs que. assim como elle,
nos representamos aqui esse. mesmo. inleresses
que cada um dos membros desta casa sa acb. do-
minado destas mesm.s idea, e que s por estes
principios se dingem em todos os seus .dos, no
proprio procedimento.
projecto que flx.
pela hora.
seu
Entretanto,
o, o nobre deputado ana u >
r-w" reOOo dessas ideas.
rbrga policial, sendo adisde
Bc!encidad, e,U ?'*"*** edia'> cora um. pr"!
fift "" 'e'ela P' de ioletligeocia aacta-
.i rdiertaeae.n,.S "* 1531.
a!i?i! HBa,meta d ua. apndice de materia
nMogas .0 mandato, sendo a legi.laco cora!
sSat1?l Cm ""'i- pmUc. que tae ta
d.do o governo e o. uriseosuiio, o pal.
aait2S 4l8," COmo ^ DMa mao- irapori.oci.
.e, ra f.L8 00r,,flc,8do ,mpwi<>. titleav
,,1? '"' clew.srico. lettr.do.. fld.l-
gos. conselheiro. m.gi.irados a presidente de
pToeT'ix ,smKbem tobfe W31T1
peigoes. commuohao. embargos e peohor.a
...V-,1 *oru-se lacil encontrar entre tanta, e,
o difTerente. ndicg^q^ue sedew/s. *
esi. expo.igao aimple. desta iYoth.se da
pbra a que nos referimos, v-.e o qu.oio II
otaress.nie. e qu.nt. utilidsde pr.l.ca del!, re
SnheSta a 2T ^ g8ral- KS"ni d-
EvnaectSJa a comohcara.i n rtiiB..n.J. j. __,
encherg. ne.i. projecio o parto de uma poltica
emperrada e mesquioha. a qual, por con.eguiute
nao corresponde um iolere.se real, em vez de'
prov.r ioatilidsde deste mesmo projecto, deleo-
deu os inleresses de uma p.rcialrtade poltica I
(^pondos.)
OSr. Araujo Barros: lato que decla-
magao. '
OSr. Torres Bsodeira :Talrez aeja declama-
gao, porque nao adhiro s suas ideas, nao mar-
cho oa sua ileira.
Sr. presidente, o nobre deputado nao coroba-
leu a uiilitade do projecto. nao fez mais do que,
segn Jo j disse, langar-se no campo das (Teda
rasgoes, argumentar com os excessos e caprichos
da poltica odiosa e pequeoina de parcialidades,
expraiar se em largas cousideragee a proposito
de quesloes eleiloraas ; e assim quiz persuadir-
nos que o projecto obedece a um jogo de ioteres-
ses locaes. o que nao tem nada de cooveoieute.
O nobre deputado, qaa moslra fagir tanto a essa
poliuca reprorada, que s combate o projecto.
porque se lhe figura dictado por principios menos
justos, o proprio que advoga e sustenta aqui, e
de um modo lo caloroso, alausa de uma par-
cialidadel Coabata o nobre deputado o projeclo
como intil e ioconrenieote, porque favorece a
Planos eleitoraes de um. das parcialidades de
ooianna ; e o proprio deputado que assim o
laz, porque representa os ioteresses d. oatra par-
cialidad., e os droga a tojo o traose I
Sr. presiJeote, todos ni temos o derer de pug-
nar pelo ioteresse publico, por cooseguiote o no-
ore deputado cao dere pensar que elle s o
propugoador dessa nobre causa : nao dere pen-
sar e menos dizer, queesla assembla esle i loda
sujetta s exigeocias. aos caprichos de uma mise
ra el poiiiica.derivada d. imprudente rontade das
r.cgoes, porqu.nto, alera de que propri. digni-i n r.
d.de da assembla repelle i. i.raioe lo'injuriosas oVa-u. taur..*, ,BC6,M-
asserges. o nobre deputado nao peder sr acre- P 1 a\ i"?"r~ 181n,10
dil.do neisa. eces uue enirenrira marrh.nrin *L:iiferrea. "<* o
flege. que engendre : marchando
em lal terreno, o nobre deputado nao pode espe-
rar seoao o contrario de sua preleago, porque
elle o uoico que vem trazer para aqui, e tratar
no recinto dest. casa, de inleresses de faeces.
ou de parcialidades.
Eoteodo, Sr. presideole. que combaler o pro
jacio pela maneirs porque o fez o oobre deputa-
do. quando a utilidade de.le projeclo j foi reco-
nnecids em outr.socc.sioes, quaodo este mesmo
projecto em outras legislaturas j foi considerado
conreniente, quando jesl. por assim dizer.sanc-
ciooado pela opioio ger.l. abrir o campo a
uma controrersi. desnecessaris, escusada, e sem
o raeoor rislumbre de rszao.
O Sr. Araujo Barros d um aparte.
rn?\ n"e* Bsn4eira (0a" o Sr. Araujo Bar-
ros] ora, o como foi qae o nobre deputado
combateu o projecto ? argumeatou smeote coo-
ira inleresses eleltorsea a conveniencias de uma
parcislidade, que lhe oppoita.
O Sr. Araujo Barros : Uto que decla-
magao.
O Sr. Torres Rmdeira : -
assim o echo da oulra
adhere.
sul
Urt'n**.1'18 ? con,P|,cacao"e difflcuTd.de" d
cao peculiar o raen,tato : legUl.co aue ,e of-
ferece t.e. bice, qusnlo .o merc.ntil civil
Loe!00/"." re8alado* ch.m-.e m.i. .o l-
u"8eA dobra d8 ohataeoloa qa.ndo materia
iid.d'1. a 5*C0> ,w'as ,eii tan tantea especia-
lidades, definid. era numeros.s ordeo.. .lguma
rfosquae. nea public.d.s se chara as colIteToet
ddi dtexsoes do governo. -ecfoes-
.mE'n!n'!0H p0'8' que Sr- Dr- Trind.de colligta
era ara lodojyitem.Ucn.ioda tagi.l.cio relatu
mandato. escu,odrnnr, dl"ereQtas especie da
procurar a ini2-P I l forma ao tadouto de
Cwl.' i"?'.' ao de am adr8ado. e i ast.
de negocio, qu. flrsSaar^," 'rro para a aolugo
acilid.deexpost.. '""nta a com
i-m8!,".8!? direo?os a respeito do lirro de que
temos tratado, pois das patarras qae ah Qcam.
se deprehende a respectiva importancia, o qual
ST qUe.K S6U a?t0r fez da Popula-
cao, pondo-lhe ao alcance directo o meio d. di-
ngir-se por si em taes caso*.
Felicitamos ao oosso patricio po bello xito
de sua produegao que por cerlo sttiagio ao esc-
po da coocepgao de modo proflcieote
MnT. ha muil0 ^ue tameatamoa as tristaa
consequencia. dos diversos disturbios prstiedos
no Campo Verde, onde esrosg. e paira esse ban-
00 M harpas, que a causa principal dos refe-
ridos disturoio. O Exm. Sr. commandaole das
armas, prondeote como 4, e a polici. por sua
parle. Riera m cessar esse estado de cousas; m.s
hoje queja rao e cheg.odo para os cnicos
aquellas aves, de crer que tenhamos de legis-
n'.n.ame,D,ar a reproduego das mesoss de-
ordeos dentro em pouco,
mrW8' P"8 Pre'enlrmo-lo. solicitamos da au.
,/,.LlWfSSf. as suas ,ii,as Prevantiraa
para aquella loc.lid.de. de modo que nao appa-
rectn as anlig.s .ssuadi. Bom seri. mermo
prorideiiciassa de m.neir. que de taea aves
Tem ? ,faDS'o. donde tir.ri.ra o re-
i i- ,de e?,lareai a miseria era que regetam.
e de evitarem o crime. = i
.-~'No/4.por ipa 'ei0 de Pgeni o Exm. Sr.
commend.dor Ambrotio Leitao da Cuohs. que
ral oceupar a sua cadeira na assembla geral
tendo-se^oipedado em casado Sr. Dr. Sarmen-
S. Etc. ful visitado
mNAMBUCD.
ASSEMBLA LEGISL4TIVA PMVINIAL.
Oscnrs* do Sr, Bf. Turres Bandeira,
na sessao do Io do corfeele.
.. nri";.r/M.Bandeira -* Pre.ideote. gotto
sempre de fund.mentsr o meu voto a proposito
de qu.lquerque.Uo que ae agita nesl. cas. : en-
i,^0n.a}e8m0qa,,.proca,,9odo "" "Pro de
lguma aorta um dever. porque multo me .pr.z
Sibi2,e.r.8?dltu,,8l,a*0 Cri^ri0 dos a,ena ''"
?.- 5?. .Vr .M-qae ac,uam em men e'Pto. e
E! iAM ,m. d,e MrBa de Procedimento. Por
nVn,e8n i n,Q.l9'raMeole duP"ta *ol.r peta
projecto em discus.o. l.v.nto-me para expender
craze. de taha adhesio ao 9S*?Z
orco'V'dl8; ? 8e- ,raUaae da Mac*. P-
que
constuindo-se
parcialidade, qual
Klr- ^ra"jo Ba"08 =Cedo-lhe a palma.
i u nr Torres Bandeira : Agr.dego lhe. por-
que ella est em dignas mos. e oao lhe quero ti-
rarsemelbanle gloria.
J Terminando. Sr. presidente, direi que voto
pelo projecto em discus.o : estou convencido
de que til e conveniente restauraran, da
ireguezia, deque se trata,nao s em face d.sra-
zoe. que for.m ponderadas oa casa, seno tam-
bera em vista do parecer de S. Exc. Rrm.. que
lhe da todo farorarel. *
Teoho concluido. (Apoiados. Huito bem, mui-
to bem. *
REVISTA DIARIA.
Coolinuou hootem, na aessio da assembla
prorioc..!. discusso sobre o sdi.meoto"5pta-
esl^ar.'60.10 4' 8flm da ir a coramiito d
ic. par. recon.idera-lo na circumscripcao
combio.gao com a oformagio do
territorial de
Exm. diocesano.sendo Votado o admeBto'aflaaT
15T!. 8m pr,n,eira dicussio o projecto n.
q grega ua,a parla de tarritorio de Ipo-
juca p.r. eocorpora-lo ao Cabo; e depois oe
.Sr..6818 t0i- apPr"ad. 'endo .ido regei
i ?.m requerimeoto do Sr. Pedro AffoSso
eor.e.iD8dn4 qU8.-f0,8e 0,Mn" Projecta
commissio de est.ti.tica para .obre elle dar
L6uJizp?i9ice0r:8endn \ppro,ado 2VoV
Luiz Filippe m.ndaodo ouvir a Etm. Sr. bispo
dio.e.no, seo prejuito da primeir. "
Enaeguida entrn em segunda
>ui. mi. uiapu
Mi.
' jBnewo
,Z. NS Sff d0 '?"* lera10 d Olinda, Joa-
quim Briogel fez ferimeoto. com in.trumento
perfuranie nos dous pulsos de Joaquim Jos doe
banios, que dellet reta e fallecer di. depoi.
u d.leg.do fez auto do corpo de delicio, e den
prondeocia. p.ra a captura do criminoso.
Ac.bam de chegar esta c.pM.l, rindo
presos d. prorinci. da P.rahib. os criminosos
de aorta Valenta HonteiroeSecuodino Espin-
doli, o primeiro pronunciado ao termo de lga-
tele, a o segundo oo de Nazareth desta pro-
nocla. r
dJL3*W* laabea presos e remettidos pelo
de egado de N.iarea o desertor do corpo do po.
. nhrgiui0 fi ***** Coutinho. e o de primel-
ra linha Anlooio Francisco de Lima.
Pelo meamo delegado foi preso e enriado
SlraTrnYft8PUl "m" Antonio Jol da
deiT.adeUmGodi.noq.Q.8' h' l9m8' "8dira da -
oii7a.EnL,.'i10"8e.h0Q.Um' aoB P,ra ldoa da
n.. eMn,barc*ra tarde contrabando de f-
1mZ V* "V10 para barcagaa que tomaram
Or.rC80id< c,dade- Pa,a P01"" d'alf.ndeg.
aeram-se logo prompt.a proridenci.s. das quae,
por ora nada tem resultado que confirme a no-
Eis o canlesimo rlgesimo oitaro
Bolelim oficial.
,t Ia J.m .fficio da 3 d0 correte, dirigido da
'illa de Pao d'A.ho presidencia da provinci.
disseo respectivo juiz de
Franciaco Teixeira de $,
msuta agradarel parlecipar
nin* Am ,U8f in,B}d'ac5e"a a"p jemi. i
na. Saa^Tr.t m"Ml"* indiriduo. qae
ou. r.7m. em 8eu ,e*iaien "o' hygtane
StaL S?,A- ter em po uA"2d0 qM a intaoaldeda o mal
se lioha desenrolrido, o o creacido numero do
tictim. que hari. feto erara factos qae. coto-
parado, com o estado presente, o animaram
considerar xtinci. meama epidemia.
Em um officio de 4 do corrente, dirigido da
cidade da Caru.r i S. Exc, coramuaicou o re*.
pectivo juiz de dimto. Dr. Julio Barbosa de Pas-
coneellos, qae a epidemia estar -qa.ii exncta
ness. cid.de. apparacaodo apenas em seas so-
berbios algn, caos, au qua no lugar M.lheda
a^.* dU,.aoci" d? taawlagama ttaha apparo-
cido, biri. qoalra ou ci.o olea, o cholera, e qae
na neto dajR.poozaa epidoml. ai3 harta ata-
da declioado, teodo-se dado noi taoa riiimoodlaa
provinci,
direito Interino, Dr.
qua lhe era summ-
S. Ixc. que ni



i

DU110 DI PERNAMBUCO. > SEXTA FElrU 9 DI 11410 DE 1IM.
-
CommirOicou
lo
diverso IsWde Ubre attsllf*.
ra.it me o dis f derte mea litehnba o fBe lado
o juta municipal do termo d) Bonito, ainado- i
lite que a epidemia s- hwU tletenvolvido all
con benigoleda, e que a ana t.ilalidtde deide o
lia 5 do mei patudo *< diH teprs-meacto- |
nada, ra de viole pessoas, teado alguna* da
utrat moleiliaa, e qonai todas de (era desta ci-,
dada ; concloio dizendo que segaia o cirurgiao
Araujo Lima por terem diapnuan tas o* teusser-
58, por que Acara o C.t Gustavo xatldtioi)
le Honra e Cmara.
A's 6 horas da lardo de 8 de naioA
1861.
c r. Ajwno-Fonceta.
Litta das peaaoia bapusuda* e das cea*-
tnentos (itos nt fr*guejata di Boa-Vitta,;oo -mez
<)e margo do correte aooo.
Cuilhermint, parda, idade 9 tx.ezes, filha natural
de Faetlino Jote dos Santn t Josepha Mara
da Conceico.
Antonio, pardo, idade.2 mete?, filho natural de
Francisco L-ao Cardoto e La uriana Marit da
Conceico.
Joao, branco, idade 7 mei.es, filho legitimo de
fjeeoel alaria de Caldas Brando e Gertrudet
liara Gtldas.
Ciara, branca, uatcida a 20 di Janeiro do corren -
te aono, fllha legitima do Cbrislobal Iruydel
Marta Lanriaoa Iruydel,
aria, crioula, idade 1 mete, fllha legitima de
Maooel Joaq.uim do Espirito San toe Jacintha
Maria da Conceicio.
Eduardo, crieulo, idade 5 .mezes, filho natural
de Igoez Mara da Concer ao.
AfJouso, pardo, idade 7 meze:, filho natural de
Auna Luzta da Conceicio.
Adelaiie, branca, nascida a 2fi de Janeiro doao-
Earenio, aranoo, nascido em 13 de notembro da
1860, filho legitimo de Joio Cardoao Ayres, e
Maria Rosa da Silva.
Jos branco. idade 2 metes, filho legitimo de los
Cuelmo Vielra da Slvs, e Clara Joaquina Bren-
kteld Vieira.
Maria, branca, idade 10 mezes, fllha legitimo de
Joaqulra Pedro Barretto de Mello Reg, e Her-
mina de Mello Reg.
FrancMpo. bt***, Ma4* 3 arq, lho natural
de4*sanc*eo Ignacio Ataes e*nindaaWfes.
A m sita, braoes, *d* 15t*neies. fllha legiitaa* de
Maooel Xavier U*na. eJJtaita Uabel Lima.
tVeroltoo.btoticq, idade.5*) eses, filho tagvJimo
I deMjsrcolteP e* Pup,p* eMiarla da Cencei-
ciodu* Siles Rsawie.
Martq.rpirde.iidMtj 3 nej*es.#lr lagMana de.
i Manoel Severo da Silva,, e Joanna Maria da
CooCeicao Barro?.
Theresa, branca, idade mas e meio, filha legiti-
I na de Francisco Jos Ferreira rites, e Gandi-
da Rosa da Cooceigo.
Falippe, pardo, idade 7 meses, filho natural de
' Evaristo Pedro Alexandte, e Mara J. da Con-
ceicio.
Cassmentos:
Msnoel Alves Campos, com Simplicia Maria do
I Eapito Sanio, crioulos.
C'ptt&o BosTentura de Mello Castello Branco,
I com DelQoa Mara da Cooceico, brancos.
Renovato Jote de Andrade, com Antouia Maria
' da Cooceico, pardos.
Frsncitco Jos da Fooseta, com Jutelna Ferrei-
I ra Pamba, branco.
Dr. Americo Nelto de Menlonja, com Emilia
Speoce, braocos.
Guilhersce Vieira da Rocha, com Fraoctsca das
Chagat Das, braocos
Relatado o leito pelo Sr. dasembargador Vil-
lares.
esprezaram-se os embargos.
ppellante, Victorino de Almeida Rabello ;
appellado, Manoel Jos ds Silva Pimenlel.
Designado o dia de hoja
Sorteados os Srs. depatados Lemos e.Siiveirt.
Relator o Sr. detembargador Silva Guimtree.
Foi conflrnada sentenct appellada.
UkAVOgy
Agitanante, Mantel Joseuim odrptM* *
Soues;; qfgrsaMdo, Imt ioaoPdie Soma* RV
O^m.Sr. r*eai*eo*e den RMtiaenio.
ao Dr. Manoel Galdino da Crut para servir como
carador do reo, que meoor de SI annos.
O reo Interrogado, e faz-te a leitura do pro-
Sguem-se os debatas.
Propoatos e respondidos os quesitos, o Dr. juiz
de direito publica a aentenca pela qual, julgaodo
oreo incurso no grao mnimo do art. 201 do
cdigo criminal, o condemos solrer a pena de
um mez de prislo^atmaitase mistas cenespooden-
:te i melada do lempo, jtMttdjHtlo meemo reo as
(Cusas.
Levanta-ge a lesseo na* 1/Biorss da tarde.
PublicaQoes a pedido.
mo Farnaodes e Laupoldin > Amelia da Fon-
saca.
Belthatar, branco. idade i metes, filho legi'i-
ao de Guilhermioo de Albaquerque Martius
Pereira e Theodolioda .i<>come Martina Pe-
reira.
Alfredo, branco, nascido tu 25 de marco de
1858, filho legitimo de .Icio Augusto Carva-
Mo a Rosa Augosia de Altmquerque Martina.
Francisca, parda, idade 3 anuos e 9 mezee, filha
legitima de Jote Fernaodes Corris e Francis-
ca Maria do Natcimeoto.
oo paitado, filha legitima aos ds Gama, brsncos. \
Manoel Poriella da Silva Moura, com Senhorinha
Theodora de Lima, branco.
Passtgeires do vapor brtsileiro Apa eatrs-
do dos portos do norte : Joao dos Santos, lente
coronel Luiz Jos de Almeida Una. ana senhora,
e 4 escrsvos, Felippa Maria do Espirito Santo,
Maria Tertuliana V. de Aguiar. 2 filhos, e 1 cria-
da, Manoel Rodrigues deSouis. Adolpbo 11. Mel-
ler, Antonio Eooch dos Beis, e 1 escravo, Lucaa
da Silva Antunes. Francisco Fernandes Abru-
nhoss, Antonio Telles de Menezes, Antonio Jos
Soso, braoco, idade 7 mezen, filho legitimo de ; de Catiro, 1 praca de pret, etcravo Mlitao a en-
Joaquim Jos Luiz deSou; Ve Olimpia Pereira
le Gaatro Souza.
l.uiz, branco. idade 4 mezes, filho legitimo de
Luit Jos Nuces de Castro e Isabel Msris Bap-
titta de C'ilro.
Edutrdo. pardo, idade 4 mez< s, filho natural de
Joanna Maria Joaquina da Cooceicio.
Maria, parda, nascida a 2 de dezembro passado,
filha legitima de Antonio Calalo Silvestre do
Monte e Rosa Anglica da Um*.
Joo, branco, nascido a 24 de junho do anno
paassdo, filho natural de Jos Antonio Nunea
a Maria Rota das Mercs.
Bardomioiano, pardo, idad: 16 aono*, filho na-
tural de Patricio Jos de ouza e Joanna de
Seisas Cavalcaoli.
Trifonio, braoco, nascido a 5 de julho do aono
pateado, filho legitimo de Tranquilino Ferreira
Machado e Anna Klizia Catado Lima.
Mtria. braocs, idade 2 mezen, filha legitima de
Jos Targino Martios Fialbo e Theodora Um*
belioa Duarle.
Marcona, parda, idade 6 metes, filha nslural
de Maria Joaquina.
Maria, parda, idade 4 mezen, filha natural de
Ano* Maria da Conceico.
Julia, branca, naacida a 27 Ce outubro passado,
filha legitima de Joao Rodolpho Velloso de
Azevedo e Joaquina Velloio da Silveirs.
Jesuina, branca, nascida a II de uovembro de
1860, silba legitima de Fransco de Mello
Braga e Isabel Maria da Conceico.
MdocI, criouto, OasclOO t 17 Ha ootnbro do an-
no passado, filho naturt 1 de Esperao(s, es-
crava. TV
Ignacia, crioula, dada 1 mez, filha natural de
Joanoa, etcr&va.
Eutircio, branco, natctdoa 11 de abril do anno
passado. filho legitimo do Dr. Pedro de Albu-
querque Autran e Rita de Car**- -'""
, _,t*inco, nascido a 16 de novembro do an-
no passado, filho legitimo do Dr. Jos Maria
Moicoso da Veala Pessoa e Anna Luiza de
Mello da Veiga Peisoa.
Julia, branca, naicida s 25 de outubro do anno
pataado, filha legitima do Dr. Gervszio Goo-
calves da Silva e Maria .1 .chaela Prea San-
tiago.
Adelia, branca, idade 5 mezos, Giba legitima de
Paulo Augusto Laine e Lviza Cicilia L&ine.
Maria, parda, idade 4 metes, filha natural de
Joaquina, escrsva.
Laurinda, parda, idade 11 iodos, filha legitima
de Manoel dos Santos Rio airo e Rita Maria da
Conceico.
Antonio, branco, idade 6m:zes, filho legitimo
deJoo Goor;alves de Souia Guimares c Isa-
bel Maris da Cooceico.
Augusto, brsoco, idade 6 m de Augusto Cesar de Abreu e CmJida Rosa de
Oliveire.
Cicilio, crioulo, idade 5 son ds, filho natural de
Mariaona Joaquina dos Prazeres.
Manoel, pardo, idade 4 mezes, filho natural do
alteres Antonio Jos Ribeuo de Moraes e llosa
Maria da Cooceicio.
Cnsamentos:
Dt. Francisco da Rocha Z n: pello com Luiza
Csodida de Moraes, braceos.
Manoel Joaquim Segundo com Corioa da C n-
ceico, ptrdos.
Jote Goocalves da Silva It< slos com Joaquina
Umbelina Gorreia, braocos.
Miguel Duarle de Olveirs com Luiza Antonia
Amanca do Rosario, paro" ;s. .
Francisco de Paula Men en com Josephioa
Amanda de Castro, braoco*.
Lista dos baplissdos e casamentes bsvidos
na freguezia da Boa-Vista oo mez de abril do
correnle :
Vicencia, criula, idade 2ante, Giba natural de
Victoria, escrava.
Belarroino, pardo, idade 3 mezes, filho nstursl
de Carolina, escrava.
Mara, .parda, idade 5 mema, filha oatural de
Victoriano Lopes Feitos, u Francisca Maria da
Conceico.
Maria, parda, nascida a 20 de Janeiro do corre-
le, fllha natural de Peds Manoel da Triada-
de, e Alexandrioa Maria ilu Gonceigao.
Manoel pardo, idade 2annon, filho natural de
Maooel Mooleiro, eGermica Mtria.
Jos, braoco, nascido a 20 d i selembro dd 1853,
filho legitimo de Jos Maria Navarro Porto, e
Eugenia Guilhermioa Port>.
Justino, crinlo, idade I auno c 9 mezes, filhs le-
gitima de Bernardo de Mittos de Sanl'-Anna,
e Josepha Marinha da S. f oque.
Joio, branco, idade 15 mezes, filho legitimo do
alteres Joio Jocome Nogueira Bou man ,e Maria
Leonarda Nogueira Bouma >.
Antonio, pardo, idade 11 meces, filho nataral de
Ignez, escrava.
Leocadia, parda, idade 5 re ses, fllha legitima de
Maooel Antonio dos Sanws, e Engracia Ame-
lia Benedicta.
Maris, parda, idade 3 mezci e meio, fllha legiti-
ma de Antonio dasChag'i Ramos, e Maria Be-
litia da Penhs.
Estefana, branca, nascida a 24 de junho do anno
paitado, filha legitima do taptto Pedro Affon-
so Ferreira, e Virginia Zeoaodes Ferreira.
Usrios, branco, nascido a 11 lie Janeiro do corre-
te, filho legitimo de Jos Cypriaoo Aoluoes, e
Lidia ILlumioata de Souza Kitoaes.
Luit, pardo, idtde 6 mezes, filio natural de Do-
tningaa Maria da Conceic.io.
Jos branco, nascido a 26 de jamero do correte,
filho legitimo Jo Dr. Vicente Pereira do Reg, e
Joaquim Ciriaca de Paiva llego.
Candido, criulo, idade 3 anuat, tilho legitimo de
Jos Antonio, e Rosa Mar;a da Cooceic&o.
Senhoria, branca, idade 5 re;:es, lho legitimo
do Maooel Frsncitco Miii:Feijo, e Candida
Maria Aquioo.
Amelia, parda, idade 8 menr, filha natural de
Jos Pedro d Miranda, e Victoria Mtria Fran-
fics
Julia, branca, idade 4 mes, filha legitima de
Beraardioo Dia*} Ferrtirs, e Jesuios Igoez Per
Mlr.
Julia, bisoco, oas'5tde a l de a oeiro do correte,
filha legitima de /onocetv:ij Ferreira da-Silva.
eGunhermlna MwiV,fh*m. '
Dslslno, braoco, idade ? n ee, *lho legiltma
deJosqMm Barasrde
' CU4M da Fonsees.
tregar a Segismundo Antonio Goncalves, escravo
Felippe a entregar a S. Batios (t Irmaos, escravo
Camilo a entregar.a Manoel Ignacio de Oliveira
& Filho. Frsncitco Carlos Samuel Natao, Fran-
cisco Alexanirino da Costa Lima, Maooel Firmioo
da Silva, Francisco Ferreira de Novaea Jnior,
Dr. Joaquim Moreirade Lima, JooOtton do Ama-
ral Uenriques, Antonio Francisco Ramos, Ma-
noel de Mattos Conrado, Maooel Pereira de Arau-
jo Vianoa, Primo Pacheco Borges. Antonio Jof
Tavares, os ctiminosos Valentim Monteiro, Se
gundino Etpindola em urna escolla de 3 pracas
queacompanham, Jacome Tasto, a 1 criado.
Seguem para o aul Fortunato Alhain, e 1 filho,
Joaquim Cardozo de Araujo Diniz, Dr. Ambrozio
Leitao da Cunha, e 1 escravo, Antonio Lope*
Guimares, Joaquim Cardozo Bamalho, James
Jaffray, Antonio Jote Moreira, Jean Etchugogen,
Manoel Serafim da Molla, Sebattio Jote Braulio
Pvrrn, e 1 filho, Maooel Jacintbo Marques de
Oliveira. e 14 pracas de pret, Garlos Julio Laoge,
Emilio Hoch, Jote Antonio Rodrigues Catramby,
Dr. Fabio Aleandrino de Carvalho Reis, 3 es-
cravos, Francisco Antonio Golaz, Carlos Augusto
Rodorf, Dr. Viriato Bsndeira Duarte. sua senho-
ra, 2 escravot. Achules Macedo Frebunr, sua se-
nhora, e 2escravos, Joaquim Avelloo Ferreira le
Carvalho, Auna Maria, Dr. Joaquim Jos Ferrei-
ra Valle e 21 escravo... Raimundo Jos Ferreira
Valle,e escravos, Maiia Roza do Espirito Santo,
Augusto Garlos de Amorim Garca, Joo Rodri-
gues Moderno, Jelotuis, 36 praess de pret, e 3
recrutas do exercito, 2 recrulas de marinha, 1
escravo a entregar a Olympia Goocalves Uiss.
r>r.-L----..i. a. rnnrpico,
Pasiageiros 0o vapor Crasimiu .,---------.
entrado dot portos do norte Ignacio Leopoldo A.
Msranho, Agostinho Martios Morefra, 1 criado.
5 acravos, Itidorio Bender, Fraocisco Jos
Aoluoe. Antonio de Souza Odas, 1 escravo,
Joaquina de Barros Leao, 4 filhos, e 1 criada,
Joao Severiano de iluraes,- Antonio Francitco
Vieira. e 1 etcravo. Albino Alves de Souta, Ma-
noel Francitco, Luiz Ferreira Leal, Esequiel Cor-
reia da Silva.
Mataoouro ruBLtco.
iniAuumu i-lhlii-u. tseauinle
Mataram-te para consumo desta ciode, no da Ao j"..",
vmm hk.
r skssaj, m
^faa *t elsB f si lis.
PRESIDBAOA DO S>. DR- JUIZ DE DlRBlTO DA SE
6UIIDA VA.RA, JtA.NOEL aosk DA SILVA NEIVA..
Promotor publico,'o Sr. Dr Frantitco LtopoU
dio d Gutmo Lobo.
Bicrivao priwlivo, o Sr. Joaquim Francisco
4e Paula BtHvtt Cirnante.
Adrugado, o Sr. estadanle do 5o asno da facul-
dade de dirailo Jos Robeilo da Cunha Salles
A's .11 horas da maoha, achando-se prsen-
les os Drt. juiz 0,e direito e promotor publico, O
eacrivao procedeu chsrosda e veriflcou estarem
presentes 43 juises de faeto.
E' aberta a tessao.
Eolia em juuz.am.Qnto o procetso em que reo
Liborio Jos Tavares de Mendonos, pronunciado
como locurto no art. 193 do co*ig criminal em
20 de novembro de 1860 pelo Sr. ente-coronel
Luiz Francisco de Barros Reg, delegado do 3o
distrelo do termo do Recite, sendo confirmada a
prenuncia em 18 de dezembro do metmo anno
pelo Sr. Dr. juiz municipal la 2* vara, Francisco
de Araujo Barros.
O reo aecusado pelo fado criminoso de baver
matado com duaa escaladas Jos Maria do Es-
pirito Santo em 18 de outubro de 1860 no 3 dis-
tricio, S Lourenco ds Malta.
Entrand-ie se aorleiamento do eooselbo de
sen tenga, sao tortead oa os seguiotea Srs. juies de
laclo:
Thom Carlos Paretti.
Caetaoo Jos Mendes.
Dr. Joaqun Francisco de Miranda.
Augutto Cesar da Cunha.
Jos Thomaz de Aguiar.
Fraocisco de Paula Borges U.hdt.
Jobo Luiz Vctor Lteuthier.
Francitco de Souza Reg Monteiro.
Joto Chryeoslomo de Albuquerque.
Maooel Francisco Sefler.
Jos Marcelino da Silva Braga.
Deferido ao eooselbo a juramento dos Ssntos
Evangelhos, precdese leitura do processo, e
o reo passa a ser interrogado.
Seguam-se os debates, sendo a defeza produ-
zida pelo aJvogado cima mencionado.
Resumida a discusso, sao proposlos os ssguin-
tes quesitos so cooselho de senteoca que se re-
colhe sala das conferencias secreta*:
Quesios.
1.O reo Liborio Jos Tavsres de MeDdonca,
no da 18 de selembro de 1860 e na freftuezia de
S. Lourenco da Malla, descarregou sobro e cabe-
ca de Jote Mtria do Espirito Sanio duts cace-
tadas ?
2." O mal causado per esiat escaladas foi
mortal ?
3a Desttt cscetadss, por ser mortal o msl
causado reaultou a morte do paciente ?
4."A morte resulto, nao porque o mal cau-
sado fosse mortal, mss porque o uffendkde nao
applicou toda a necessaria diligencia para remo-
ve-lo?
5 O reo commetteu o crime impellido por
motivo frivolo ?
6.O reo commetteu odelieto, tendo superio-
ridade em torcas, de rasneira que o ofiendido
nao podera defender-se com probabilidde de re-
oellij a offensa ?
L'aTZI eo,Dn,*,?u -^*lo> tendo sope-
rtoridade em armas, de msnerra ^.:. rfepdido
nao podera defender-se com probabilidde de re-
pellir a ofleoaa 1 <
8' O re commetteu o criase ctom sorpresa ?
9."Etitlem circumalaocias atteaaauloa fa-
vor do reo f
Recolheodo-se o consalho de sdntenca i sala
das conferencias secretas, 'jhi voltou depois de
uma hora, respoodeodo aos quesitos pela forma
I
i------------
Commiicii.
8 do correte 54 rezes.
Obituario do da 8 de auto, so cemite-
rio publico :
Mara, Pernambuco, 46 annos, parda, soMeira,
Boa-Vista; cholera.
Benedicto los Custodio, 30 annos, pardo, casa-
do, Ssnlo Antonio; cholera.
Laurinda Maria da Conceic&o, Parthibs, 15 annos,
solteira, Boa-Vista ; catarro pulmonar.
Anna, Pernambuco, 17 mezes. Recite ; convul-
s5e*.
Fernando, Pernambuco, 6 annos. Boa-Vial*;
gattro enfeltte.
Maria Theodora Sonreir, Pernaobuco, 88 annos,
viuva, S. Jos ; gastiile.
CHRONICA_JUDICIAf.lA.
Tribunal do commercio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 8 DE MAIO
DE 1862.
PRESIDENCIA DO E1B. SR. DESBMBARGADOR
V. A. DE SOUZA.
A's 10 horas da manhaa. reunidos os Srs.
depulados Reg, Lemos, Bastos e Silveirs, o Sr.
presidenle declarou aberta a sestao ; sendo lidt
e approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Foram presentes as cotacoes offkiaes dos pro-
cos correnles da praca, da ultima semana.Ar-
chive-se.
DESPACHOS.
Um requerimento de Callos Jos Asiley &
Compaohia, pediodo o registro de duas procura-
rles que apresenlaro.Como requerem.
Outro de N O. Bieber & Companhia, succes-
sores, pediodo o registro de uma procura;o que
ajuotam.O mesmo despacho.
Outro de Schapbeiilio & Companhia, tambera
pediodo o registro de uma procureQao O mes-
mo despacho.
Outro ae Soulhall Mellors & Companhia, pe-
diodo igualmente o registro de uma procuracio.
O mesmo.
Outro de Casemiro Pinto de Nogueira, repli-
cando do despacho dette tribunal de 21 de no-
vembro de 1861.O tribunal tem dado a indili-
gencia pedida sobre s tabella que marcou s por-
centagem que cabe aos curadores Qscaet, a de-
positarios de massas fallidas, julgaodo que re-
triboe bem a taes fuDccibotrios, dos trabalhos
que prestam a massa gravada e oa qutl de or-
dinario tem paite.
Outro de Jote Euzebio Alves da Silva, agente
de leiloes, scompanhaodo o termo de flanea de
teu oQgo em observancia da resolu^ao oeste
tribunsl do 1' do correte Archive-se e remet-
ta-se copia a Ihesouraria de fazenda.
Outro de Jos Rodrigue! Sordos e Martioho Lo-
pes dos Reis, pediodo o registro do contrato de
sua sociedsde, sob a razo de Rodrigues Si Reis.
Haja vitta ao Sr. detembargador fiscal.
Outro de Jos Moreira Lopes e Antonio Correa
de Vascoocellos, pediodo o registro .de sus so-
ciedsde em comtnandila tob a razaode Antonio
Coria de Vascoocellos & C. Satisfgate o pa-
recer fiscal.
SESSAO JUDICIAR1A EM 8 DE MAIO
DE 1862.
PRESIDENCIA DO EU. 8R. BE8EMBARGAD0R
SOUZA.
Secretario, Julio Guimartt.
A' meia hora, o Exm. Sr. presidenle abri a
sesso, estando presentes os tenhores desembar-
gsdores Villares e Silva Guimares, e depulados
Reg, Lemos, Bastos e Silveirs.
Lila, foi approvada a acia da sessao ante-
rior.
Poi assigoado o accordo proferido oa sessao
antecedente, entre psrtes :
Appellante, Jos Teixeira Leile ; appelladot,
Maooel Joaquim ovaes de Campos, Jaso Furrei-
ra da Silva, por leu procurador, e os curadores
Oleses de Garrido i. Veigs.
JULCAKKNTOS.
7 necee, libo legiltais Arpellantes, os curadores fitcaet te !,(;, e Jesqrjna Ce- de Josquim Luiz dos Ssntos Villsverdo J *fPl-
ldo, Narciso Joi ds Coila Pereir.
quesito : Sim ; por II votos.
Ao 2." quesito:Sim; por 9 votos.
Ao 8.* quesito : -Sim ; por 9 votos.
Ao 4.* quesito :Nao ; por 7 vol*.
Ao 5." quesito :Nao ; por 9 votos
Ao 6 quesito :Nao ; por 10 votos.
Ao 7. quesito:Nao ; por 7 votos.
Ao 8." quesito :Nao ; por 7 votes.
A o 9. quesito :Sim ; por 8 votos. Esistem
as circumslaocias de nao ler havidooo delinquen-
te pleno ennhecimeoto e directa inlencao de o
pralicar, e de haver sido o reo provocado.
Ein vista das retpetlaa do jury, o Dr. juiz de
direito publica a senteoca, pela qual, julgando ao
reo incurao no art. 193 do cdigo criminal, o eoo-
demna solrer a pena de 7 annos de priso
simples
sessao is 4 horas da larde, sen-
o dia 8 de mato s 10 horaa da
Levanta-se a
do adiada para
manhaa.
2 SESSO.
Dia 8 de mato.
PRESIDENCIA DO SR. DR. MANOEL JOS DA SILVA
NEIVA, 4U1Z DE DIREITO DA SECUNDA VARA CRI-
MINAL.
Promotor publico, Sr. Dr. Francisco Leopol-
dina de Gusmao Lobo.
Escrivao privativo do jury.oSr. Joaquim Fran
cisco de Paula Eileves Clemente.
A's 11 horas do dia. presentes os Dr*. juiz de
direito e promotor publico, verifica-se baver nu-
mero sufficiente.
E' aberta a secsao
Entra em julge melo o procetso em que leo
Manoel Jos do Nsscimento, pronunciado em 11
de dezembro de 1861 como ineurto no srt. 205
do cooigo criminal pelo subdelegado da freguezi*
de Muribecs, o Sr. lente Jos Antonio de Al-
buquerqo, sendo confirmada a proouncia em 18
de dezembro pelo Sr. Dr. juiz municipal da2a
vara, Fraocisco de Araujo Barros.
. O reo aecusado por haver produzido uma
queda em Joanna Mara do Espirito Sauto?da qual
Ihe resullou a frsetura do braco esquerd.-
0 cooselho de senteoca foi compoelo dos se
guiles Sr*. jurados:
Jos Francitco Pires.
Manoel Gomes de S.
Francisco de Paula Borges Ucha.
Maooel Isidoro de Uliveira Lobo.
Dr. Luiz Carlos deMagalhet Breves.
Claudico Benicio Machado.
Fraocisco Ignacio de Medeiros.
Augusto Pater Cesar.
Thomaz Carneiro di Cunha.
Msnoel Juvencio de Saboie.
Maooel Fraocisco Sefler.
Jos Alfonso do Reg Barros.
Deferido o juramento dot SaDtos Evangelhos,
procede-se leitura do processo e o reo passa a
ser interrogado.
Proposlos e respondidos os quesitos, o Dr. juiz
de direito lavrou e proferio a senlenca final, pela
qual, julgaodo ao reo ioeurso no art. 201, grao
mnimo, o coodemna solrer aptos de un mez
de pristi e mulla correspondente metade do
lempo, e pagar as cusas do processo.
Entra em julgameotoo processo e
Antonio J
._ reo
Manoel Antonio de Albuquerque, pronunciado
em 26 de selembro de 1861 como ioeurso no srt.
205 do codifto criminal, sendo confirmada a pro-
nuncia em 3 de Janeiro prximo passado pelo juiz
municipal da Ia rara, o Sr. Dr. Hermogenes S-
crates Tava res de Vascoocellos.
O eooselbo de senteoca compe-se dosseguin-
tes Srs. julzet de laclo :
Dr. Joaquim Fraocisco de Mirinda.
Joi Thomaz de Aguiar.
Maooel Isidoro de Oliveira Lobo.
Thomaz Carneiro da Cunht.
Augusto Cessr da Cuol.a.
Fraocisco Antonio da Silva GavalceM,
Francisco Geraldo Mortira Temporal.
Antonio Reg de Souza Monteiro.
irg4lio Jos da Meta,
noel Gomes deS.
Luiz de Franca Souto.
Tiburcio Valeriano Baptist*.
E' deferido o juramento so eooselbo, bem como'
flfam. eJhm.Sr.lrcebsrst) da Bala
D. Manoel Joaquim daSilveira, e al-
guns dscolos padres do Bahia.
Cui pudor non.est, Orbi iominator 1
Wma ridicula e srdida pandilha de padres des-
moraligados, e relapsos da cidade de Sao Salva-
dor da Beba acaba de arrestar o moi illustrado
e Tlrtuoto prelado metropolitano, o Exm. Sr. ar-
cebitpo-D. Manoel Joaquim da Silveirs, ao mait
ptrido lodscsl de convicios, em que aquella per-
dida genie vive enxafurdada.
Tal foi o arrojo o protervia deesa sucia vomi-
tada do averno, quo ditse .entro outras affrootas,
que c aquello -venerando prelado nao era pessoa
inmune,-e nao tinhi jus a coneideraces e res-
peitos por haver transposto a esphera legal.
Nem esss Incendiaria doutrina para exlranbar
quando a mesma pandilha fallando de Sanio Ig-
nacio de Loyoa, e Vieente de Paula tambem
assim se exprimi.
* Loyolla, e Vicente de Paula sao irmaos em
espirito edootrioas inatt outro a tocieda-
de vola a execracao de vida aos Irsficantes ds
< moral e da religiao.
Com elleto. cusiou -nos cter, que ministros do
altar attim procedestem com lamanba impuden-
cia, descomuoal iagraitdao e clamorosa injustica
contra o seu nico, respeitavel e verdadeiro supe-
rior leg'limO.
A nao ser a leitura de um immundo pasquim
dsquells cidade intitulado Interesa Publico, que
um amigo,not confiou, por corlo nao acredita-
ramos.
Nao nos era possivel attribuir que tao grande
maledicencia e coosummada maldado bouvessa
da parte daquelles mesmos, quemos livros san-
tos tsnlo recommendam, que tenham excetsiva
mansnetude, ao ponto de que nao sejsm capa-
zes, nao leuhaan aoimo para apagar o pavio de
de uma valla fumigante I >
Mas nao, taes padres fautores de toda essa ini-
quidade nao sao nem podem jamis ser estes
verdadeiros mioittros do Seohor, ministros de
paz, de brandara e de humildade, como insina
a Sagrada Escriplura, a sim elles realmente aio
ministros de Satanaz, ais instrumentos da dis-
cordia, germeos da anarchia e desordem na pro-
pria casa de Deus, que elles ceda momento, e
i cada psaso s6ett violar com lorpissiroo sacri-
legio 1 Moostros I Maldicao de Deus Padrs sobre
vossas caberas seja fulminada I Sim, padres,
que so por urna misrrima quettao de emprego e
veocimenlos de vinieras, ouaam deucatar at aos
proprios santos, como equelles puros archelypos
de todas as virtudes evanglicas, Stnlo lgoscio
de Loyolla e S. Vicente de Paula. Emfim, pa-
dres, que outatn estsbelecer o tinistro e perigoso
principio de que s autoridade exorbitando da
esphera legal, nao msit merece considerares e
c respeilos, itlo contrario sentu (argumeo-
to por elles ctds iotlante invocado) pode ou
deve ser desconsiderada, dosrespeitsda ou ultra-
jada, de que elles come(aram a dar logo o mais
publico e solemne testemuoho a respailo do Exm.
Sr. srcebispo metropolitano, atuendo Ihe os mais
atroces baldosa, e mais injuriosos epiibelos, sao
sacerdotes que se tem tornado indignos daa sagra-
das ordeos que potsuem, e so sao crederes da
aulmauvciav publiva do f|or*t oihcaia sucio!,
o patarra s sao dignos da mais severs e
justa explcito.
Em que cdigo, ou em que lei esses psdres vi-
ram e deparara), que o fuoccionario publico que
iommaUe eiroa ou obusus de o fu ci tavem ou
podem solrer impunemente os ultrajes e at in-
juria* que se Ihe queira dirigir ? Poit, se o luoc-
ciooario publico deve respooder pelos erras, ou
crimes que bouver pralicado, como bs de ser an-
da victima de um outro crime, qual o de injuria
praticada contra sua propna reputacSu, que elle
muitoe znuito deve zelar para mtol-la sempre
i Ilesa, sempre illibaJa ? Onde iramos parar com
tao immorai e malfica doutrina ? Que tresva-
rioi 1 Que ryoismo !
Sem duvida, esses padres como refractarios s
leis da obediencia, aos principies religiosos, tro
cramo seu verdadeirocaraeter pelo o de minis-
tro de Satans, e asiim nao deve espantar ludo
quanto elles disterem, ou praticarem por quees-
tao pjo faci el ipso jure auimitados para pro-
paga re ore iraotmitlirem tao ieferoal doutrina e
urdidura.
Por tal guiza, s e exclusivamente ad nutum
de algum brilboslre poderlaquetquer faneciona-
rio publico, alias respeitavel por seos honrosos
precedentes, ser considerado lora da esphera le-
gal, em omisso, erro, ou crime ; e desde logo
desse juiz arvorado em cauta propria, ou ex pro-
prio Marte, tem mais salvas nem rodeios, so-
frer impsssivel toda especie de insultos, nio por
castigo do seu supposto crime, mas como sobre
quebra i esse mesmo catiigo, itto sobre o des-
aggravo social que por veotura podesse ser lo-
mado, sob as frmalas judiciaes, mais anda sof-
freria um puro destbaio particular, e urna vin-
ganca privada, qujcA mais grave e mais atroz.
Eis o que precisamente aucceoe no caso verleote
poie que a tal pandilha (oi quem nicamente de
motu proprio, e em sua escaldada mente phaota-
siou a existencia de um crime itlo a admittir
etlrangeiros aos cargos ecclesieslicos, para logo
imputou esse grande crime quelle venerando
prelado, arrojaodo-lho um cardume dos mais pun-
gentes convicios.
Se prevaiecesse. tao cerebrioa doutrina vera-
mos poatergadas as salutares disposQoes do pro-
cesto crimiosl que consideran) a injuria dirigida
ao funecionario publico de um carcter mais gra-
ve, a constiluicao sugeila acgo publica, e ea-
taluiram sobre ella mais severa puoic,o, com to-
da justice, por que se a reputscao de um simples
cidado, ou a sua vida privada deve serum ssyle
ioviplavel sempre sagrado, e sempre retpeilado,
com msioris de razao deve ser a sua boa repu-
tacao oflcial, deque mais especialmente o estado
se oceupa e tem immediato intereste e zelo, alim
de constituir nao s urna associaQo de cidadaos
honestos e moralisados, se nao Ismbem para pos-
suir um fuocciooalismo ou oorporago de seus
agentes, composta de pessoas de merecidos cr-
ditos, de toda honradez, verdaddira circumspec-
cao e iocorruptibilidade, bem como diziaVinen
Estudos Administrativos psg 65,Laprobil,
les bonnes meurs, la droiture. Su caractre sont
les plus vulgaires el les plus indispensables ouo-
lits ds funclionaire.
O thema ou motivo de toda essa venina vomi-
tada contra o venerando preltdo metropolitano
foi por haver elle nomeado para cargos do semi-
nario archiepiacopal algups padrea Lazaristas, oa
quaes, no entender dos taes publicistas de fresca
data e de accordo com ioterpretacao que elles
prestam ao oosao pacto fundamental, sempre por
argumento contrario sensu nao podem exerc-
los por serem eslraogeiros.
E pois como est questo toda de direito, e
nella ser-nos-ha possivel tambem emiliir algu-
nas opinio, entraremos em sua justa apreciscao
no seguinte artigo, abundando entretanto em ou-
tras considerares de summo peso, sem deixsr
alias de apreciar o celebrrimo ofilcio dirigido ao
Exrn. Sr. afcebispo pelo Sr. cooego D. Rodrigo,
em que elle segundo diz : com nao pequea
repugnancia por coohecer a sua iniufficiencia
nio se digoou de aceitara confirmtcao decar-
a go de examinador tynodal daquella diocess.
Resta porra que esses detractores nao quei-
rtm tambem emprestar $ este nossoprocedimeo-
lo motivos mercenarios como j prtlicartm i
respeito dos que mesmo oa Baha os pulverita-
rsm, someate pelo grande crime de oso espozar-
mos a cauta delles, e oqsar por amor da razio e
da justict, conlrtdicta-lot cm tao iojuslas aecusa-
coes feitas quelle venerando prelado, com qusm
nio entretemos relagOes algumas, nehuma depen-
dencia ou intereste temos, nem delle nads espe-
ramos ou queremos. Entretanto, se assim suc-
ceder, olho por olho e denle por denle sero tro-
cajos, c Ao depoi pao haja arrepeodiroeoto.
Ytritat.
de seu elevada e msges-
Fortaleza, de mfertl.
A companhia Maranhense I vapor teaa at aflo-
ra mentido regularmente um vapor mensalmente
entre eate poito, Acaraca, Granja, Parnahybe e
Maranhao.
Este vapor tem pratUdo reiovanUa tervicoi ao
commercio no traotporte de nossos gneros at
Maranhao.
O cortffjsaneanse do-vapor o Sr. Pedro Fraocis-
co Pereir*., pelas sum maaeirss e bom luto a
bordo mullo tem estasfeito aos ptstageiros a os
carregadoass jo aconojeciooamenlo de saetvear-
Alm desle vapor existe oatro no Maranhao,
que faz as -vlagens dalli ove o Para l ocando era
Guimare*, Gururop, Turiass, Viseu, Bragsn-
(a. Cintra e Viga.
De junho dsste aono em diaote a mesma com-
panhia obrigada a ler dous vapores psra faze-
rem es viageos eotre Cear at o Para, tocando
em todos aquellos portos iolermedierios.
A notas praca e outros lugares da provincia
aonde coslume tocar, (Icaria asss bem servida,
cooliouando um vapor a fazer a mesma escala
desle porto at o Para como outr'ors, pssstndo o
outro vapor a (tzer a oulrs vitgem dette porto
ele o Par,' toesndo tmenle oo Mtraoho.
Nio convm ao carregador deala praca que tem
a mandar generas ptrs Maranhao e moilo menoa
para o Para embarca -lo* n um vaso que alm de
ter ame escsls de 15 portos fies sujeito s pagar
nm seguro muito grande.
O mesmo ioconveniente se di com aquellas
duas pracaa a respeito dos embarques de merca-
dura! para este porto.
Fazendo os dous vapores ss visgeos como in-
dicamos, rica ludo aaoado, e nem os portos do
Ararsc, Granja, e Paroahyba ficam prejudica-
dos porque continuarlo a ter o sea vapor como
at aqui, e nem o expediente daquelles lugares
esrece de mais.
Com cota medida o commercio eotre este por-
to e o Para tomsri um vulto coosidersvel nao s
na permuta de mercadorias como facilitar um
futuro de operacoea para a America do norte.
Antes da revotucio dos Estsdos-Uoidos projec-
lsra-se estsbelecer uma lioha de vapores para o
Par, realitndo-ae isto teremos noticias tao r-
pidas daquelle logar como da Europa.
Promover ss nossss relsces com Cayeooe
Frsnceza e com outros lugares prximos que em
futuro serio outros tantos coosummidores de
nosso excedente eaf.
Suriano o porto aonde vem as malas da Eu-
ropa, que sao dalli condozidas por um vapor de
Cayeooe.
Se as nossss relsc5et se augmentaren! em fu-
turo por via da compaohia Maranhense por meio
de ramiicacei de outrst para Cayenne, nos po-
demos ler mu bem noticias neste porto com a
mesma promptidao, como s temos por Pernam-
buco-
(Oo Pedro II.)
ella colloque na altura
tufofim.
V^*lie em*w Potivassedecii6ei que coa-
prehendeis que a mitsio do juiz de facto nohre>
e importante ; por lito que o exercicio de urna
grande parte desoberania nacional; por laso-
que tavtervoneao do povo na adminittracao
da justica da seu psiz ; e que esaa inierveucao
una poderos* garanta para aa vossas liberdsde
e inleresses ; para aa liberdades a interesses de
voseos concidadaot.
c Nao t talo ; que recooheceis que ella
um lorie baldarle erguido em defeza, nao t de
StMeot direilos msis sagrado, con o atalas da
vosa* honra, da .honra de vossos psis, de vossas
re*es, desoseos rfllhos.
Meus senhores, digamos mais urna vez ; di-
gamos urna vez or todas ; digamos sempre, e
sempre com o peito offegaote de enihutiatmoo
com a cubeca alfada, que j nao somos nm po-
ro brbaro ; porque o matar sigaal ds civilitt-
co de um povo, a adopcao a comprehensio
das bellas iostiluicoas. E a beMa lastilutcAo do-
jury j vai sendo comprehendida pelo povo bra-
sileiro. O jury, que justica popular; o jury,
que, por assim dizer, o povo sendo jniz de s
mesmo : e um povo, que sabe te julgar a si
mesmo, iamsta pode sor um povo barbare.
< Senhores jurados, en ene nio caoeorei nan-
ea em lecer elogios ioaluiceo do jary, pe-
(o-vos portento que me neo lometa por enfa-
donbo.
c A Lnitituicao de jury 4 o saeta re* theeon-
ro, que nos legaram os nossos anteoastidos,
oossos pas, "por tase pergunto-vos : Quem de
vsdeixari jamis dse etforcar incessantemen-
le por aua cooaervacao, e por Uga-lo intacto a
sens descendentes, aseos filho* f Nao digo in-
tacto, mais abundante e perIirotdo ? Quem ?
* Anda nio ludo. Esta inttiluicfto. que
eu nao cessarei de cbama-la bella, que eu nao
cansarei de chamadla uma belleza tocial-po-
pular, ae me Uto permillido, nio s impor-
tante enesnda pelo lado da llberdade, da oqui-
dade. Nio. Pelo lado* philosophico e rxortl,
uma escola publica, em que o povo. fazendo-
se jusli^a a si mesmo, entina eae educ a ai mes-
mo ; a te amear e fraleroitar; ser liare e indo-
pendente. A jnsttcs o amor ; a liberdade ;.
a independencia. E' urna etcola publica, em
que o povo chega ao coohecimeoto de que, por
falta de aua intervanco oa administracod* jus-
tica de seu psiz, a liberdsde, a honra, a vida de
um cidadio, jamis serio sacrificados sem a in-
terveocio e asientimeolo de teus coucidadiee.
c Por elle se infiltra na mana do povo ha-
bito flexivet e doceis ; por leso que aestale i
debstet ; por isso que v-se julgar e se julge o
si mesmo.
Cidadios jurados, um brado de anisoaco :
aede patrilas, velai pela couservecio de vosean
mais livres, mais bellas e importantes institui-
ces, daodo-lhes importancia, moraltdade e sen-
do frequeotes e acodados em exercita-Iaa.
c A uen i ai que do desprezo del las podem t ur-
gir para vos e para vossos coocidadioa malea e
, ah eu o digo com petar,
Rio Grande do Norte.
A publicidade do mrito por um jornal iocerra
um duplo dever: primo estimular as pessoas a
que o pratiquem, secundo animar com o vivo
brado do prazer sos que seoo tem poupsdo pa-
ra sua realisacio, reatisseto santa e gloriosa em
si, e suas coosequencles; porm ardua em ex-
tremo, chela de grandes troperos e embsracos
psra o seu desempenho.
Naseem do cumprimento deste sagrsdo dever
dous salutares defeitos : prepsrarmo-nos psra a
pratica do bem, e collocar ao p do altar da be-
neficencia, um vaso de licor especifico, j psra
conservar as flores de que se elle compoe ao a-
brigo de mil rigoroeaa estacos, que se succedem
para cresta-las, j para que nio soffram ellas a
menor inlerrupcao do seu desabroxameoto, e as-
sim preencham o seu flm, corando com o seu
aroma vivificador as tristes, mas necessarias con-
secuencias da iafraccio de oossos.deveres, e por
lauto 4a depreclscio do mrito.
Sendo pois verdade o que acabtmos de dizer,
anda a respeito de simples particulares, quando
se trals de um magistrado, que, para bem di-
zermot, contem em suat maos o detloo de par-
le dot cidadaos de um ealade, suas vidas, tuas
liberdadea, propriedadea, honra, etc., e ludo o
que ha de nuis caro e sagrado para constituir-
nos feliz, s oecettidade resalta aos oos olhos, e
s prudencia nos aconselha qae sem perda de
lempo o fajamos.
Eis-nos, pois, procursodo desobrigar-nos do
dever, que nos iocorre, se bem que desta vez nao
nos caiba mais, que a transcripcio de urnas pa-
lavras que se lem em um jornal do Rio Grande
do Norte, peridico que se publica sob o titulo
o Dous de Dezembro, -numero 53 de24 de feve-
reiro do correte aooo : referem-se ellas ao nos-
so patricio o Dr. Francisco Luiz Correa de Ao-
drade, digno jait municipal da comarca de Maio-
ridade daquella provincia.
Saiisfeitea, pois, com o cumprimento dette
trabalho secundario, reata-nos finalmente felici-
ta rmos aos dittinctos Riograodeotet, e mais par-
ticularmente aos habitantes daqu'.'lla comarca por
uma lio feliz acquisicio, e a elle .s estas duas
palavraso bem jamis podera ler como sanc-
cio outra couta que nio teja o mesmo bem. Eis o
que diz o Dous de Dezembro, onde alem dos enco-
mios, que, quanto a nos, bem merecidamente se
Ihe fazem, se encontrar um bello discurso, pro-
va ds sus illustraco e boa vontade :
Senhores redactores. Pedindo desculpa ao
publico, pois esta mais uma vez que vamos
submeller um juizo nosso sua opioiio, cujas
deci*e8 sao sempre acera las e imparciaes, roga-
mos-Ibes que ioterevam em seu coocei'.uado jor-
nal as seguiotes linhas, que s tem por flm fszer
sobresahir o mrito.
lis mais de um anno que reinara em todo fu-
ro desta comarca da Maioridade uma perfmta
confutao ; pois que ha mais de um anno eslava
entregue juizea supplentes, aioda que na mor
parle bem intencionados.
Aqui, porm, por felicidade nossa, a 6 de fe-
vereiro do correle anno chegoo o Sr. Dr. Fran-
cisco Luiz Corrs de Andrade. Com a sua che-
gada, Ilustrado, ioctosavel e pootual, como ,
no cumprimento de seus deveres e trabalhos,
tudo tem melhorado.
Logo que chegou diversos foram os juizos, que
a seu respeito se fuera m ;uns diziam nortis-
ta ; outros sulista ; e a mor parte pode ser
muito bers juiz, mss muito moco.
E porm, para honra sua, tem elle sabido por-
tar-se com tal digoidade e inteireza, que a res-
peito do primeiro juizo, nio obstante j terem
decorrido quasi nove mezes, aioda estio lodos
vtciiantes ; nao scontecendo assim, a respeito
do segundo visto como todos se piouunciam a
urna s voz.
E' um magistrado sem falta ; as suas deciaes
pelo espirito de justica de que se revestem, e
pelo modo jurdico, porque sao elaboradas, mos-
trara tanta erudicio e impsrcialidade, que sem-
pre o hio de por cima de todo o embate, de to-
do o elogio.
A' IS de malo, por impedimento do nosso dig-
no Dr. juta de direito, seguio para Porto-Alegre;
e foi por elle presidida toda a sessao do jury
daquelle termo com taota pericia, que a todos
ptrecea um juiz de direito aotigo e j muito af-
feto queilet trebalnos ; e dirigi no eocerra-
meoto dos trabalhos taes palavras de emulagao
e agradeciroeoto aos juizes de facto, que os pe-
ohoraram e commoveram tanto, que lodos o
acompanharam at a caes da sua residencia.
Ha pouco aqui, na cidade da Imperalriz, onde
tem residido, desde que.chegou, foi de oovo pre-
sidida por elle, pela mesms razo, loda sessio
do jury de 2 a 14 de selembro.
A mesms pericia, pootualidade e msoeirss sf-
faveis e delicadas para com lodot foram taes,
que a todos admiraram, a pooto de dizerem que
a neohum dos juizes de direito, que aqui tem
presidido o jury, Ucou a quem ; e no eocerra-
mento pronuociou o discurso seguinte :
c Cidadaos jurados.Estio lindos os oossos
trabalhos ds presente sestio desle importante
e elevado tribunal. Agradeco-vos do Intimo da
alma a manetas, per que vos soobesles compor-
tar. Foi msis um prova, que desles de que sa-
bis comprehender a sua importancia e ulili-
dtde.
< Sim, meus senhores, grande, muito impor-
tante, elevada e utll esta iottituigao. Compra-
zei-vos tantamente comigo de que etta cada vez
mais se v so raizando eotre dos; e pego.-.vos, nao
vos pteo, rogo-ros que vos esforctis sempre e
sempre aura de que nunca jamis elli desmiela
pelas vossts decitet 8 oobreza do peosarnento
que a coocebeu ; fin? de qoe. c.ada ves msis se
males bem graves ; e
e, sea pratica me nao houvessedemonstrado,e
o nio acreditara que a maior parte de vos pro-
deixa-los de excitar por querer
cura deixa-iosde excitar por querer forrar-so V
um leve e passageiro iocommodo e por inleres-
ses, permitti-me a ceosura, por ulereases i mor
pirie dss vezes bem mesquinhos I I
E porm compreheadeis vos o alcancs dos
msles, que disto podem su-gir ? O abysmo, que>
cavaes com vostat proprias mos, e que asaetea
eogolir os vossos direitos m*ie sagrados 'l Nao
por certo.
< Notai bem ; tquelies que com msis ou menos
razio atacara oa abusos dos jurados, mas oa me-
nos Ismbem j atacam a insiitucao ; ella mes-
ma tem suffrido golpea bem profuodos e lamen-
tareis. E porque ? Por vossa cauta ; eu o digo
com dor, e o digo porque uma grande verdtde,
uma verdade conhecida de lodos.
c E em prejuizo de qusm ? Cm vosse pre-
juizo 1.
E etta iostiluicao aioda existe entre ns.nteu*
senhores, po-que a sua boa lado est superior
lodo o embrte.
Reflecli que o ataque nio recshindo, nio po-
dendo recahir sobre a inslituico, vem em ulti-
mo resuludo i recahir aobre 6s ; i depdr con-
tra o estado moral e de civiliae(ao da naci.
Eslorcai-vot, pois, para forlica-la cada vez
mais ; porque ella a melhor possivel ; porque
o mais seguro baluarte de vossas liberdades e
direitos mais charos; porque urna forte colum-
na da justica dettribuiliv* de vottos peta.
Esfurcti-vos para depura-la e nao para des-
tru-la.
a E ella bem compreheodida ; e v* actuando sobro
os coitumet, sobre a moral nacional sempre pelos
vossas rectas o justas decises.
< Lembremo-oos todos que nao devemos tra-
bslhar s para o dia de hoje : e sim para o gran-
de fularo de um grande povo ; de uma grande
uacao, da oacao bratileira ; do povo braaileiro.que
tomot os.
< Mss duas palavras. Meus senhores, como
se explica que tamaoha iudilferenca se ligue ao
importante cargo de ser juta I
a Diz-se geralmeole : ditse a cada cao lo que
etta iostiluicao tem sido golpeada pelo gever-
no ; o porra pergunto-vos : quem mais i golpeia,
o governo ou aquellos que se lorram ao encargo
suave e honroso de exercer uma judicatura peri-
dica, de que tantos fruclos tem a tirar?
a Finalmente promova a cmara municipal a
execucio das multas, cuja imposicio, porveotura
se tornara definitiva e irrevogavel ;e fique certa
de que assim nao t augmentar uma importante
verba tua receita, como tambem concorrer, o
concorrer potorosamente para que os cidadaos
sortesdos e inexpertos nio detxem correr a reta-
lia o voto de consciencia na ordem judiciaria
de sen paiz ; nao deixem definhar emorrer uma
instituicio que uma das mair estimaveta garan-
tas, que o noss systema de governo off erece ao*
nossos direitos iodivdnaes, da vida, da liberda-
de e da honra de nossos pata, de nossss miis, de
nossas mulheres, de nossos filhos, do que temos
de mais charo e sagrado oeste mundo.
< Foi oulra vez por todas acompaohado al a
sua morada.
Assim, pois, elogiando o governo, que lio
acertadamente fez a sua nomeacio, per mili-nos
o Sr. Dr. Francisco Luiz Corris de Andrade quo
Ihe dirijamos as seguiotes palavras de animacin:
Prosiga na senda encelada : somos lodos oa
primeiros i reconhecer que ella difficil e ospi-
nhosa, nio s porque nao pode sgradar de modo-
slgum aos mal ioteociooados e mos cidadaos,
como atsim porque difficil e espinhosa a mis-
sio do juiz, por isso que heroica e pde-se di-
zer divina ; nao descare:oe, certo de que ogover-
oo, que tio acerlameote o nomeou, Ihe ba de-
compensar os seus trabalhos e meritu inlelleclual
no flm de teu qualrieoio ; e de que sempre bo-
de ter i seu ltdo e por si os bous e bom inten-
ciooados cidadios, e o publico illustrado.
Imperalriz 14 de outubro de 1861.Profestor
de ltiro, Cosme Damiao Barbosa Tinoco, lenlo
Jos de Souza Pereira, advogado Manoel Antonio
Piolo, lenle Jos de Souza Martios Pereira,
Maooel de Souza Pereira, administrador de reodas
da fazenda provincial Francisco da Costa Oliveira,
Manoel Affooso Pereira Moreno, primeiro sup-
plente de delegado, alferet Francitco Eatevao Se
Queiroz, profetsor publico de primeiras letras
Francisco Alves de Oliveira Mata, subdelegado
tupplente Jote Severino Franco do Naacimento,
capito Francisco Robarlo de Oliveira, vtrendor
Hermenegildo Duart* Filgueira, juta de pea mais
votado Manoel Luiz Brrelo, Joaquim ds Guata
Pinto, padre Antonio de Souza Marlios.advogado
Bernardo Eugenio Peioto, Prudencio Jos do
Carvalho, Benigno Goocalves Gloris ; Antonio Ca-
minha Cabral, sargento da guarda nacional e ve
reador da cmara Cosme Juttiniano de oui* Li-
ma, negociante Joao Ildefonso de Araujo.
O Sr. capitao do porto des4*
cidade.
J uma vez livemos occtsiao ds contignsr si-
guana palavras em honra do Sr. capitie do Bor-
lo Casiano Alvee de Souza Filgueirss, pata ata-
neira digna com que se tem portsdo nessa com-
mittio pelos uleis e importantes servc/is, que
bt prestado ao porto deala cidade. o Qoelmeote
peta aciividade que ha desenvolvido e honrados
Mu tem spreseniido.
>E com a maior talistacao, que boje vemos
que nosso juizo a respeito de Sr. capitio do por-
to, alm de confirmado pela opiniao publica, que
reconhece a importancia deases articos, acbn
ipoio, tanto pereote o governo imperial coma

zr


II II

.


DIARIO Di P1WUMBW jXTA WA MTMMO 0ff mi.
pirante o Sr. rice consol da Ioglitmra e capl-
tes de natios da diui oac,le.
E' iito por mi duvida ama gran le satisfago
. para o Sr. cepillo do porto, i quite felicitamos
por ver aanm apreciados devidaoieote, e meu-
cioaados com louvor os servieos oie est pres-
ando i esu prortoda.
' para sentir que tao bons desejo i nao teobem
sido dedsmeote secundados por x, uelles que
podem e que mais sufruem aa vsutigens do me-
Ihorstnento do porto.
Muito m lem arrefectdo o eothusi sido, que a
principio tero logar, e todo ae ha de x ido eo tra-
balhe do tomem iocaosavel, qe r.o poupa ea-
criflcioa e diligencias para levar a efleito ana mis-
lo.
O que porm poderi de mais fuer o Sr. ca-
pillo de porto aero proficuo auxilio !
Estasaos acostutnados a tado eepa ar do gover-
oo e doa cofres pblicos; nao nos timbrando
qae, como eidadioa, derar ooseo :oncorrerreos
para tudo qae for de msnifesta uiili&ade publi-
ca, dando cada um conforma sa:i oircumstin-
ciaa.
Os eaforcoa dos particulares devota secundar
as diligeociaa do governo, a praeipalmente
por eaaa harmona, que se tem e so pode le-
var a effeiio graodes obras e coosic erareis em*
prona.
Os cofrea pblicos nam samare cisaportam aa
desperas que as exigencias du servici publico re-
claojaas.e meimo o go-erno aa a embarazado
aa spplicacao das taeies para aerea leradaa
realidade as obraa de maior utilidade, pela ssul-
tiplicidsde dolas, e urgencia da mi parte.
Tenham os particulares bastan.3 patriotismo
para coadjurar e governo, qaaado se tratar de
qualquer obra de reconhecida vanta.-eni, tomem
mosnao a ieiciativa em negocio* taei, a estamos
certos de que-multo ae conseguir, e que por
oossa re tsmbem reremos realtssdus beneficios,
de qae em rerdade a prorincia premio.
Dirigimos-nos mais particularmente aa respei
tarel corpa de commereio, que por saa Impor-
tancia, pelos rastas meios de que 4 spoe, e por
aar quem mais iamediatameote osiifi-ue oa be-
aeficio., que podas traier o melh:rameoto, lira-
pea do porto, derrobameato doa enages, aeg-
oto de lugares para facilitar o einbnrque o de-
emb arque, ae a cha eailocado em islrcumslaocias
de animar e eoadiuver ao digno Sr. capitao do
porto para lerar i realidade os linnaQcios que
tem encelado, a dos qaaes j se Itm tirado nao
pequeas rantagen*.
E eonrencidoa estamos, do que o reapeitaral
corpo de commereio nao ser i iadiiL't rente ao ap-
pello que para elle ruemos.
Gimo prora doa servieos, que ncoabecemos
aatar prestan lo o Sr capitao do poito, publica-
mos em aeguida am oflicio do Sr, vice-coosul
Ingle/, una parecer de doua cepillen de navio,
um ofTuio do mesmo vice-conaul, participando
ana retirada para Inglaterra, o arinc (Id miaiste-
rio da marioha do primeiro de nnr;o fiado, e
oflkio da presidencia remetlend) quelite a-
aiao.
Sao documentos que muito hooram ao Sr. ca-
pitao do porte, que por esta forma ni sendo re-
compensado dos valiosos Borricos que tem pres-
tado esls provincia.
comusmcio. i^ass.'S.rsSBss
novo Banco
DE
Peroambuco.
EM 6 DE MAI DE 1862.
O banco desconta na psente aemana a 10*/*
ao anno at o prazo da 4 matea, e a 12 7, at o
de 6 mezea, a toma diahairo am con (aa crranles
simples e com juros pelo premio a prazo que so
eonrencionar.
Praca do Recife 8 de
* maio de 1662.
tVs (\uaVro oras da Urde.
Cotaces 4a junta de eorretores.
Assucar masesrado purgado Sp300 por ar-
roba.
' Descosto de letras.
10 e II 0t0 ao anno.
Cambio.
Sobre Leadres-90 d|r. 25 5(8 d. por 1*.
i. da Cruz Mace dopresidente.
John Gatissecretario.
Allanase ara,
aadtmeate do dta I a 7 .
idam do dia 8......
104:S08t8U
16.443S79
140.651*103
oriniento da a I fondeara.
Velamos entrados com (aaandaa..
a ora gneros.. 51
Valemos

51
lahidoa

aom (axendas..
com gneros..
120
96
.aa*-- 816
_eie da 1W.-0
eacripiuratio, Firmioo Joe Olliroira.
Ferante a camera municipal destacidade es-
tar em praca nos dias8, 10 ej 12 do correte a
obra do Hierro a lazer-ae no cemiterio de treguo-
?< 3. LoereoQo da Halla, oreada na qaaatia
de 9009 e qual de*er ser fetta|uo prazo de 10
das : os qae pretenderen! arrematar podero
comparecer na pac.o da mesma cmara nos diaa
lodicadoa, munidos de aeua fiadores, sera o que
nao serio admltlidos s licitar.
Peco da cmara municipal do Recife em sessio
da maio de 1802.Luiz Francisco de Barros
Rogo, presidente .francisco Canato da Boaria-
gem, cfficial-maior, serrindo de secretario.
1 ""
Declarares.
Atios martimos.
COlf ANHU PBRIUlBlCilU
M
Vie-e consulado Britaooico. Parahyba, 5 de
novembro de 1861 Illm. Sr. Accuso a recepcao
do officio de V. S. com data de 30 de oatubro do
anno prximo passsdo em que pedi -me de ou-
riro que os espitaos das embarcaces inglezas,
presentemente aqui, tem de declar.ir a respeito
da condeso deste porto ; tenbo agora a satisfa-
go de remetter-lhe a resposta deltas, e por mi-
nha parte declaro que eu inteiramor t concordo
com ella e espero que os esorcos fsilos por V.
S. para o melhoramento do porto :ncaberam aeu
merecido apreco.
Daus guarde i V. S. R J. Srulders. B. V.
cnsul.
Illm. Sr. Cietano Aires de Sjuzs Filgueiras,
capitao de fragata e capillo do ; crio da Para-
byb.
Dascarregam no dia 9 de maio.
Brigue inglezSlercurycarro.
Barca inglezaIdaliadem.
Exportabas
Do dia 7 de maio.
Patacho ioglez M$ruy, psra New-York, car-
regara m :
Henry Forster & C, 100 saceos com 500 arro-
bas de assucar.
Brigue inglez Titania, para Lirerpool, cerre-
gsram :
Manoel Comea de Campos, 8 meias barricas
com 7 arrobas e 30 libraa de aesoear.
C. Starr & C 1 caia cora 2 e meio alqueires
de farinha de mandioca.
Barca portugueza eipiqu II, para Lisboa,
csrregaram;
Pinto Barboza & C, 500 ssccos com 500 ar-
robas de assucar. .
Recebedorfa de rendas Internas
sjeraea de Pe mamoneo
Rendimento do dia 1 a 7 7:410*538
dem do dia 8.......1 10IJ963
8:515*501
Consulado provincial.
Rendimento do da 1
(dem do dia 8
a7
6:9119584
2.178899
9:1003483
Movimento do porto.
Navio $nlrado no dia 8.
Para e portes intermedios 8 das e 18 horas
e do ultimo porto 9 horas, rapor Apa, com-
mandanle Josquim de Paula Gunloa Alcofo-
rado, equipagem 57, toneladas 917.
Portos do norte Vapor nacional Iguarattu',
comraandanle M. de M. Vianna.
Nao houreram sabidas.
Parahibs,5de novembro de 1861.Sr. Robert
James ShaUers.
Recebemos o aeu favor de 31 do i.liimo, e em
resposta tamos a dizer o seguate : primeiro, que
a respeito da sppsrencia do porto, notamos um
consideravel melhoramento, nao aumente sobre
asseio, como em conservaco, sendo que a activi-
. dado deseorolvida todos os diaa na limpeza dos
mangues, augmenta gradualmentes accommodi-
io para os navios. Segando, que existindo ao
ongo do caes, onde os navioa pre-eu .emente en-
costara, urna quaotidade de montes da entulbo e
cisco, foram todos ltimamente rato tridos, e pas-
eando a informar-nos de to sensiveis melhora-
meolos, tomos sabedores que esi m importaoU*
servicos tam sido feitos com ioouaieras diOicul-
dades, pelo9 estorbos do actual cap:to do porto,
quem pedimos para ofertar nos-is msis veras
coogratulaces por sua aclivtdadn desenvolvida
am tao curto espaco, a beneficio ge al do porto.
Em conclusao nao podemos furia'-nos de ac-
crescentar que a conlinuago de lees servidos
far com que em breve lempo hja xtaior espago
para carga o desearga dos navios, o jue at agora
cao tem permitlido oacanhameuto do caes exis-
teote, pois junto a Ierra ha bastsme profundidade
no rio ; e sinceramente pedimos n goveroo bra-
sileiro digne-se apreciar a eoergia .leste intelli-
genteempregado, facilitando-o, eaoioiando-o em
seas trabtlhos encelados em um p>rto. onde j
tao grande quantidade de productos anoual-
mente exportado.Pedimos-lhe de novo se digne
offertar ao capitao do porto mencionado uossas
felicitacoes mais ardenlea.
Somos com respeito seus ser;os obedientes,
John, Towille, capitao da galera iu,l.-za Hermio-
ne ; John Gohu capitao da barca ingleza Ooo
Anna.Conforme, R. J. Shalders.B. V. cnsul.
Vice-consulado britnico.Parahi'ba 1 de Ja-
neiro de 1862.Illm. Sr.Tenbo n honra de
participar a V. S. que emdati de toje entreguei
a direc;o deste vice-consulado ao Dr. Henry
Krjuse, que est nomeaOo rice-conHul lotera0
de ana magestade britnica nesla povincia, du .
cante mioha ausencia.
Aproveito a occasiao para offerwe" V. S. o
meua agradecimeotos pelos valiosos ervijos qes
V. S. lem cortezmeate prestado a mim ; quero
tambera expressar a grande satisfac&o com que
tenbo viste o melhoramento deete porto debaixo da
directo de V. S., o uual lenho lili a honra de
levar ao coohecimemo do meu gor a V. S. os protestos de mioba man lu estima e
considera?ao.
Dees guarde a V. S.Illm. Sr. (aetano Alvea
de Souxa Filgueiras capiaoda fragata e capitao do
porto n'esta provincia. =R. i. Shaldros.B. vice-
CMSUl.
8.* saccio.Rio de Janeiro.1 .misterio dos
negocios da marioha em 1 da man:o de 1862.
Illm. e Eim. Sr. Sua magestade o imperador, a
Juem foi presente os officios do ci>iiao do porto
'en* provincia numeroso,e 5, do 7 domezpas-
aado, que compsoharam o de V. l ce. numero 3
de 8 do mesmo mes, ba por bem ca terminar qae
aejs lourado o referido capitao do porto, nao s
pela maoeira acertada, com qae d speadera a
quantia de oito ceotos mil res, cooiigaada para a
limpeza do rio porto da respectivi capital, mas
aiada pelaactividade, que empregi'ua no desem-
eoho dos ditos Irabalbos : O que coaomunico s
V. Exc. psra a devida execuc,o.
Deoa guarda a V. ExcJoaquina Jos Ignacio.
-Ao Sr. presidente da provincia da Parahibn.
Cumpra-ae. Palacio do govaroa di Parahiba 89
de marca de 186sV-Csafarsa.O secretario Luiz
da Albuquerqua Hartins Pereira.
Kdtaes.
1. aecclo.Palacio do governodi Paralaba 29
4 arcodiaei-N. OS-Qumiro com aatla-
lacao o aviso do ministerio da mar oha que em
data do Io do crranle, o manda elogiar, nao s
pa msneira acertada, com que Jespendera a
upiie ds oito ceato mil reia, coas! rnnda para a
fiw,*?*, porto d'e,t, e,Dil'' m" l0
aiSl's Al*" PP'*** h0 "lasempenho
doa Has trebaiaos. Passo s aioi a Vme. ca-
pis de arisa i Dos gaarde a Vmc. tiaaciai a
Lima.Sr.capUlo do parte.
da Araujo
( De Despcrlac tr
)
. O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para coohecimento
dos intdressados o art. 48 da le provincial n.
150 de 18 de junho do corrente anno.
Art. 48. E' permittido pagar-se a meia siza
tos escravos comprados em qualquer tempo su-
perior a datada presente lei independente dere-
validsgo e multa, urna voz que os deredores
actuaos deste imposto, o fa;am dentro do exerci-
ci de 1861 a 1862, os que nao o zerem ficario
sujeitos a revalidado e mulla em dobro. sendo
um terco para o denunciante. A thesouraria fa-
r annunciar por edital nos primeiros 10 das de
cada mez a presente disposicao.
E para constar se maolou atusar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da Assumpcc.
.-" O presidente da cmara municipal desta
cidade, em consequencia do ofiicio circular de 28
de abril ultimo, qne recebeu do Exm. preaidente
da provincia, convida aos cidados constantes da
relaco abaixo, que foram nomeados por portara
de 14 do citado mez, para supplentts do juiz mu-
nicipal e de orphaos deate termo, oa quaea deve-
ro servir nos quatro aonos, contados de 84 de
julho prximo futuro, a vir preslsr juramento no
pago da mesma cmara, e o poderao tambem fa-
zer perante o juiz de direito deata comarca, oa
hypothese do arl. 3. do decreto n. 8018 de 4 de
novembro de 1857 ; 6cando renunciadas e de ne-
nhum efleito a nomea^o daquelles que o nao
prestarem at o dia cima iodicado.
Paco da cmara municipal do Recife 5 de maio
de 1862.Luiz Francisco de Barros R>o.
8,a seccao.Palacio do goreroo de Pernambu-
co 10 de abril de 1862.
O rice-presideBte da provincia usando da at-
(ribui^o que lhe confare o art. 19 da lei de 3
de dezembro de 1841, resol ve nomear por 4 an-
uos supplentes dos julzes municipaes e do de or-
phaos do termo desta capital, comarca do Reci-
te, os cidados coostantea desta portara, pela
ordem em que vo nella mencionados;
Juiz municipal da primeira rara.
Dr. Joan Alfredo Correia de Olivelra Ao-
drade.
a Ignacio Joaquina de Souza Lelo,
c Miguel Jos de Almeida Peroambuco.
c Eduardo de Barros Cavalcaoli de Albu-
querqua.
Antonio Aunes Jacome Pires.
< LuizSalazar Hoscoso da Veiga Pessoa.
Juiz municipal da segunda rara.
Dr. Maiioel Gentil da Costa Airas,
a Virgilio de Gusmio Coelho.
c Heuriqae do Reg Barros,
c Amsro Josquim Fonseca de lbuquer-
que.
c Pedro Affonso de Moli,
c Miguel Bernardo Vieira de Amorim.
Juizo de orphaos.
Dr. Virginio Cacneiro da Cuaba a Alba-
querque.
Francisco de Paala dos Santos Alleluia.
< Leandro Francisco Borgea.
Jorge Dornellas Ribeiro Pesaos.
Josquim Cordeiro Coslho Cintra,
c Bernardino de Sena Das.
Joaqwlm Pires Machado Porlella.
Conforme.Francisco Lacio de Castre.
Pela inspeccao da alfsadega se fsi publico,
que no da 9 do corrente mes, porta da mesma
rsparlicio e depoia de meio dia, se bao de arre-
matar trea eatxaa da marea AHW, os. i a 8 rin-
dae do Hsrra pela barca francesa Solferino en-
trada neste porto em 85 de fevereiro do 'anno
prximo passado, ronteade setenta e doasrio-
loes, valor de am 16&666 res, total 1:199&952 rs. -
8 grosas de brdeos pesando 9 libras urna 4to-
tal 86f, qualro ditas de tripa pasando dais libras
2 48, 72 rebecas com seas) perteoces ralor de
ama IOS'780f, 14 arcos para as ditas valor de
am l#668.ris 83f324 ris, 15 dolas de bordes
pesando meia libra valor' da libra 49 8J. 5 du-
itas de ditas de tripa, pesando urna libra valor
4, 14 l|t duriis de cordas de tripas para rabera
passado rela libra ralor ds libra 8| 1$ cajos
obiectoa foram abandonados ao pagamento de di-
retios por Manoel Josqeim Ramos e SIWs 4 Ced-
ros sendo a arrematado liara da direitos o ar-
rematante.
2.
3
4."
5.
6.
1.
2."
3.
*.
5.
a\
1.
8.
3."
A.'
6.'
6.
Correio.
Pets adminlstrsQo do crralo se fsz publico,
que hoje (9) es 3 horas da tarde em ponto rochar'
se-hle as malas qtte deve conduzir o paquete
brasiletro Apa* segade hontem os portos do
norte, e com destino sos do sul.
Coaselh admnistravo.
O conreina administrativo, para iataeciaeoto
do arsenal de guerra, lem de comprsr os objectes
aeguiutes;
Pare o fardamaoto do corpo da gearnlco da pro-
rincia da Ciar.
768 corados de paaao azul para capoles.
3(2 bonets.
851 corados da panno azul.
88 coradoa de casemira verde.
813 cotudo de bollaoda de forro.
825 varas de brisa branco.
457 pares de clcheles pretos.
114 1(3 varas de auiagem.
448 coradoa da saeta verde ou azul.
Quem quizar vender taea objeclos aprsente as
propostas em carta fchela, na secretarla do
cooaelho, s 10 horas ds maohia do dia 14 do
corrente mes.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do araenal ds guerra, 8 da
maio de 1862.
Antonio Gomes Le ti.
Coronel presidente interino.
Ftawitco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel rogsl secretario interino.
No dia 10 do crrente, depoia da audiencia
do juiz substituto da segn la vara municipal, qae
Jara lagar aa 11 horas da maoha do mencionado
dia, tem de ir em praca publica do mesmo juizo
os escravos segeiutes : Mara, crioula, cora 20
anuos de idade, sad.avajiada em 5009; Rufi-
no, crioulo, idade de 10 annos, sadio, avaliado
emrjOOj; os quass foram peohoradoa a Joio Ber-
nardino Nanea Ribeiro, por execuQo do padre
Antonio da Pureza Veacaocellos.
Juizo dos feitos.
Na quinta-feira 15 do corrente, na aala du au
dtencias, depois das 10horas da manhaa, ns pr-
senos do Itlm.Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda,
se render em praga para pagamento da fazenda
nacional, urna casa de um andar e lojs, aila na
ra Velba da Boa rists n. 89, avaUada em 3:0000,
cuja casa pertece aos herderos do tinado Antonio
Dusrts Ferreira Vetloao.0 solicitador,
F. X. P. de Brito.
Tribunal da couimercio.
Pels secretaria do tribunal do commereio de
Peroambuco se fas publico qae nesla dala tica
inacripto no lirro da matricula dos eommercian-
tes o Sr. Manoel do Couto Guedes, cidadao Por-
tuguez, de 36 aonos de idade, domiciliado e ea-
tabelecido oeste cidade do Recife com loj de
miadezas e ferrageos.
Secretaria do tribunal do conmercio de Per-
nambuco 8 de maio de 1862.
Julio Guimares.
Official -maior. ,
Pela subdelegada de polica do districto da
Capunga se faz publico, qae se aafaa recolbido a
casa de deleocio um preto, o qual diz chamarse
Goocalo e pertencer a Joaquim Manoel da Silva
Jnior, senhor doeogenho Cachoeirinha do ter-
mo da Escada, quem se julgar com direito ao di-
to eacravo comprela nesla aubdelegacle que pro-
vando dominio legal lhe ser entregue. Sabde-
legacia da polica da Caunea 8 de maio de 1862.
O aubaelegado,
Manoel Gentil da Costa Alves.
Correio geral
Relacao das cartas seguras existentes na admi-
nistragao do correio desta cidade paar oa aenbo-
res abaixo declarados:
Americo Fabiao de Freitss Brrelo Nobre.
Antonio Pires Ferreira.
Bernardo Antonio Loureiro.
Fraocelina Francisca Mara da Cooceigao.
Francisco Itrederodes de Aodrade.
Franciaco de Curalbo Prales.
Francisco Vicente de Vssconcellos.
Julio Augusto da Cunha Gaimares.
Joaquim Monteiro da Cruz.
Jos Antonio de Araujo Souza.
Jos Thomaz Googalves do Rosario.
Mara Lina do Espirito Santo.
Hara Jerooima de Oiiveira.
Rodrigo Antonio Telles ds Silva.
Acha-se recolbido i casa de detencao o
moleque Abranho, que diz ser escravo de Fran-
cisco Bento Jos da Coala: quem for dono do
meamo escravo dirija-se a esta subdelegscia, que
provando com documentos lhe ser entregue.
Subdelegacia da Boa-vista 29 de abril de 1862.
O subdelegado,
Franciaco Martins Riposo.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel director do ar-
senal de guerra se faz publico, que nos termos
d0 "^0 d0 min'8lerio d uerra de 7 da margo
de 1860, se tem de mandar manufacturar o se-
guioie:
Sobrecasacaa if<
Calcas de panno azul 172
Fardetaa de brim 161
Caigas de dito 483
Camisas de algodozioho 483
Pares de polainas de panno preto 483
Cilletea para alienados 2
Camisa para dito 1
Quem quizer arrematar o fabrico de ditos srli-
gos no praao de 85 diaa, comparece oa sala da
directora do mesmo arsenal, pelej 11 horas da
manhaa do dia 9 do corrente soez com aua pro-
posta, em que declare o menor preco, e qusl seu
bador.
Arsenal de guerrs da Pamambuco 5 de maio
de 1862. Sereriano Ferreira de Souza, servindo
de escriptursrio.
Por esta subdelegacia se faz publico que ae
acha depositada urna egoa alaza, qae tora en-
contrada na noite de 17 de abril prximo passado
vagando pelas ras, tendo um par de cassuaea :
qaem for sea dono comparece na mesma subde-
legada, que provando lhe aera entregue.
Subdelegacia ds fregaezia de Santo Antonio d
Recife 6 de maio de 1868. O aubdelegado sup-
plenle. Manoel Antonio de Jesas Jnior.
JMavegacao costeiraa vapor
Paralaba, Rio Grande do Norte, Macau
do Assu', Aracaty, e Cear.
O rpor ignaras**, commaadaote Vianna,
"htr ffara aa parios de norte at o Ciara bu
da 21 do correte s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 21 ao meio dia ; en-
commeodaa, passageiros a dinheiro a frea al o
da da sabida as 8 horas : escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
Para Lisboa e Porto.
Sahir impretervalmeate oestes poseas d!*s a
be coanectda barca arasiler* Marannai, por
ler prompta a maior parte ds aeu carregamento :
para o restante da cargv e passageiros trata-se
com Manosl Igaaco deOlJvaira A Filho. no lar-
go do Corpo Santo n. 19 ou com p capitao na
pra;a.
Para a Baha.
Pretende seguir com multa breridada o rslei-
.0 bem conhecido hiate nacional Santo Ama-
ro, tem parta de seu carrsgsaienlo pro rapto,
cara o reste qae lhe falta trata-se cosa oa Mus
aesigoetirios Antonio Luiz de Olireira Azorado
&'C, no sea eacriptorio na ra da Cruz*. 1.
GFeVllde laboratorio de lava- pessoa DOda*>M-bcoi*eocr deasaseuras ms-
ge de rOUpa a Vapor dev *Uos peUleitgi dos peridicos, qualufi
Ros ft Pimentel.
O* doaos 4ns nmeros abaixo maodooadoa
podem mandar buscar asroapss que estn prom-
tas : 303.195, 9, 291, 164, 876. 386. 381. 129
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Gaisaares avisa ao res-
petsvel publico, principalmente a todos os seas
fregpezes e amigos, que se madou ds lojs ds
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo o. 7, para a bem coohecida a amiga loja
de mludazas que foi do fallecido Joio Ceg, hoje
ser coohecids pelogallo vigilante,e pede so
respeitsrel publico e sos seus fregueies e amigos,
que o queiram procurar no dito estabeleclmeoto,
onde acatarlo um grande aorliraeoto demiudezes,
que affianca servir bem e vender por menos des
ou rite por ceoto, do que em outra qualquer
parte.
- JO Sr. Jorge Feneira Fernandet
Siqueira, de Caruaru', queira mandar
com a possivel breridade solver duas
lettras de seu aceite, tacadas por Joio
Paulo de Souza. sendo urna da quantia
de 2:0000 e outra de 3:53#620 n., ai
quaet tendo sido endouadas pelo abaixo
assignado a pedido do dito lacador, o-
ram nos vencimentoi pagas pelo mesmo
abaixo aitignado a' caixa filia!, por falta
dos oulros responsaveis.
Joaquim L. Monteiro da Franca.
Aloga-se a caaa terrea da ra Imperial o.
97, com commodoi para grande familia : a
tratar oa rus do Raogel o. 7, taberna.
Avisa-se
Rio de Janeiro
pretende segair com muila brevidade o patacho
nacional Capuana, capitao Theotooio Jos ds
Silva Rodrigues, lem dous lerdos de seu carrega-
mento promp'to : para o resto que lhe falla, tra-
ta-ae com oa seus consignatarios Antonio Luiz da
Oiiveira AtevedoiC-, ra da Craz n. 1.
Para Lisboa
aoa devedores a maeeas dos fallidos Jos Fer-
nandos Agr e Antonio Jaciotho Pacheco, quei-
ram vir saldar seus dbitos, os rus do Cabug
a. 2 ao aballo assignado, possuidor das dividas
perteocentes s massas dos meemos fallidos, no
piazo de 15 dias a contar deata data, do contrario
passarao pela decepQo de verem seus comes
por estenao neste Diario.
Recite 6 de maio de 1862.
Manoel Monteiro da Cunha.
GRANDE
HOTEL GIOTI.iL.
rotstam todo os diss ha amitos annos; a
Bator parte deltas fio to sor prndente cjua*
admiram os mdicos mais celebres. Quaotaa
passoasrecobrara com este soberana remedio
o uso ds seus bracos e pernas, depota dador
permanecido longo lempo sos hospitae,o la
cUviam soffrer a amputado 1 Dallas ka isaa-
cas quelavendo daixado ssses, ssylos depa tmenlos, para se nao submeteress a esss opa-
rar^o dolorosa foram curias complelameatoj,
mediante o uso desse precioso remedio/'Ar-
gomas das taos possos na enfusio de seo
nhacimento declararsm este; resultados
eos diante do lord corrsgedor e outrosjs
irados,sfimda mais auienlictrem sua afimativ
Ningueo desesperara do astado desatado sa>
ttvesse bastante confianza para encinar este re-
medio constaaiemeoteseguindo slgam teospo
irsumento que nacosstasse a natureza do mal.
eujo resultado seria provar incontutavelmenia.
Que ludo caa.
Onnguento he u 111, mais partlesa-
larmento nos
Alporeas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabala.
das costas.
dos mesabros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas di anu.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdads ou falta do
calor nas extremida-
des.
Frieiras.
Gsngivas escaldadas.
Inchaces.
Dflammarao do figado.
vai aabir em poneos diaa a muito releira barea
cLima I por ter promplo parte de aeu earrega-
meoto : para o resto e paaaageiroa trata-se com
os comif.nat.inos Cirvalho. Nogoeira & C. na
ra do Vgario o. 9, primeiro andar, ou com o
capitao na pngs.
Rio Grande do Sul
S.thira' denlro de poucos dias o bri-
gue nacional Imperial Pedro, recebe
carga a rete e alguns pawageiroi: tra-
ta-te com o seu consignatario Domin-
go Ferreira Alaia, ra da Cruz n.
13.
Freta-ie para o portos do Rio da
Prata o brigue nacional Maria Isabel,
j I S-rn ii i j m uiaiii, loem ua laier quareniena no 1.a-
ae lote ae o\J tonellauas e de primeira zareto, podem dilli, querendo, preveoir-se, dsn-
claste : trata-se com o leu consignatario
Domingos Ferreira Maia, ra da Cruz
n. 13.
LISBOA
Este estabelecmento, considerarelmente aug-
mentado, e completamente mobilbado do novo,
riralisa com os trmetros hoteis da Europa, pelo
seu conforta e excedente servico.
Tem magnifica vista sobre o Tejo, e commodos
especiaes ao alcance de tolas as bolsas.
Os empregados do hotel fallan as lioguas por-
tugueza, fraoceza, Ingleza e allemia.
O hotel tem tambem caf e restaurant a la car-
te, banhos, salo de leitura com os joroaes quo-
tidianos do pan, e mullos dos estrangeiroa.
Tem embarcaces especiaes para passeios so-
bre o Tejo, e carros para Cintra, Mafra, etc.
Como os seobores passageiros vindos directa-
mente do Brasil, teem de fazer quarenteoa no La-
uintescas
Inflacneaac;jo da}]
di mairu
Lepra.
Males 4* pernee,.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de raptisw
Picadura de mosquito*.
Palmos.
Quei modelas.
Sarni.
SupuracJJef ptridas.
Tinha, am quslquae
porte que safo.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das srticulaces.
Vetas torcidas oa ao-
dss nas pernas.
Venda-sa este ungento no estabelecimeoia
geral de Londres n. 244, a Stand, e na loj*
de todos os boticarios droguista e outras pas-
soas encarregsdas da sus venda em toda a
America do sul, Havana a Hespanha.
Vonde-se a 800 rs., cada boce.tinha conto
urna instruecao em portnguez para explicar a
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum.
pharmsceuuco, na rus de Cruz n. 12, en
Peroambuco.
Para Lisboa.
Vae saliir fmpreterivelmente no dia 20 do cor-
rete o Aligue portugus Mercrico por ter
qussi toiJWo aeu carregamentotnso pelo : para o
resta e palasReros trata se com o conaivnatario
T. -A^uloo fonseca Jnior, ns travessa da Ma-
dre Djos n.7. primeiro andar.
do auaa ordeos (pelo correio diario do Lazareto
para Lisboa] ao proprietario do hotel. Os aeoho-
rea viajantes encontrarlo no hotel todos os es-
clarecimentos de que precisaren! e empregados
para o sevi;o de sua btgagem.
A. Butz,
Proprietario.
Laf
UOtt.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COHPAKHIA LYRIC4
r*.
t
DI
G. M\UN\NGE1A.
SABiADO 10 DE MAIO.
p.* Recita da assignatura.
Grande apera am qaatro actos, Oa Verdi,
Prestando-se alada ata vez a ezecutar a pa-
jel de Eleonor a Sra. Gielieta Harinangeli, por
favor a Sra. Stella, que ji aa achaUnallo melhor.
Prlaclpiar la 8 horaa am poni.
Os bilhejes rendem-se no dta do elpedticalo.
LE1LA0
A 10 do corrente
O agente Oiiveira far leilao abaixo limite em
prego, de um excellente terreno proprio para
adiQcacao ou outro qualquer mister, situado jun-
to ao hospital inglez, e tendo 700 palmos de
frente e 610 de fundo, sendo foreiro aos herde-
ros de Manoel Luiz da Veiga:
Sabbado 10
do correte, ao meio dia em ponto, em seu es-
criptorio na ra da Crui n. 62, bairto do Recife.
LEIUO
DE
Um piano forte em perfeito estado, urna mobilia
de Jacaranda, urna dita de faia, ama dita de
amarello, 4 cadeiras de balango, 1 mesa de
amarello, t camas de ferro, 1 commola, 1
cama franceza, 1 candelabro, 1 relogio, e mu-
toa outros objectes que estaro patentes no dia
Terca-feira 13 do corrente.
O agente Piolo far leilao por conta de um
estrangeiro que retirou-se para Europa, e com
autorisacao do respectivo cnsul, dos objectos
cima mencionados oa quaea aereo vendidos sem
reserva de preco no dia cima mencionado na
ra da Cruz n. 9.
Principiar as 10 horas.
LEILAO
A 10 do corrente.
O agente Oiiveira fu leilao por autorisacao
doa respectivos proprietarioa da rendosa e ele-
gante c>sa de sobrado constru ja ao gosto mo-
derno com ptimos repartlmentos, e com sitio
contendo coebeira, estribara e casas para pretos,
defronte do palacete do finado bsro de Beberi-
be, n ponte de Uchoa. Os tubos do eocana-
mento daa aguas do Prata paasam a beira do mu-
ro na frente do sitio, e quem queira agua em ca-
sa pode obt-ls fcilmente. A excellente e agrs-
avel situarlo desta propriedade, perto da praca,
e em estrada a maia pitoreaca e traositavel de
todas as dos auburbios da cidade ; abolla visi-
nhanca adornada de Sitios aprasiveis, habitados
pelas mais distinctaa familias, os ares salubres e
muito procurados da eiteacio, sempre animada
com a concurrencia de povo, tornam aua posicao
sobra apetecida, muito eoo venanle para aquel-
lea que presam a saude, as conveniencias da vid)
retirada e do recreio sobretudo sps as lides dia-
rias, de commereio principalmente. O encanta-
dar rio CsptOaribe, bar/hando o fundo do aillo
completa o qualro da belleza do lagar, apar da
conveniencia do desembarque e embarque para
qualquer digresin quer rio cima, para lograr
da maravilhoao de au>s margena, orladas de po-
voados e elegantes construcede* por longa dis-
tancia, quer em lado oppoeto, para a cidade ;
Sabbado 10
do correlo, ao meio da san pacto tari lugar o
leilao, no escriptorio do referido sgenle, ruada
Cedes* do Recife, a qaam os preieodentee po-
dan dirigir-se aalecipadsmete para qalquer
joformacao. ~~w~. .
O Dr. Carolino Fran-
cisco de Lima Santos,
mudou-te da ra da*
Cruzes para a do Im-
perador, sobrado o.
17, em frente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de continua no exerci-
ci de aua proasao de
medico.


Avisos dTersos.
Mez de Maria a
Vend se na livraria n. 6 e 8 da i
rano, conforme o uso dos eniiionario
capuebinhos a 1p
Attenco
Pergunta-se quem souber ou pertencer res-
ponder, se um homem que nunca fui estivador,
nem lem pertencido tal prossao, ae pode to-
mar navios seu cargo, improvisando demestre
da mesma arle, sendo o dito nicamente patrio
de botes ou lanchas, e que nunca entendeu e
nem entende de talarte, hoje por empenhosou
querendo improvisar da mesma se quer apossar
della ; precisa que os ditos agentes de seguros
se digne tomar coohecimenlo para que nao os
primarios que tem servido par maitos annos e
condecido pelo commereio, que nao carreguem a
reaponsabilidade sobre elles a falla que poder
acontecer.
Aos fabricantes de gen-
gibirra.
Na taberna da ra de Rosario n.43, ha para ae
vender geogibre novo, tanto em arrobas como
em libra : cheguem antes que ae acabe.
Milita atteuco.
Cruz & C., successores de Ribeiro 4 Lobo &
Munizlrmao & C., pedem aos devedores s ditas
firmas, que venham pagar seus dbitos no prazo
de quioze dias. e nao o Jfazendo sero cha-
mados juizo sem exceptan algumi : rus do
Queimado a. 45.
Attenco.
D-se diobeire premio sobre penhores : na
rus do Queimado n.45.
Compra-se um cylindro para padaria : na
ra do Raogel n. 69, deposito.
Consultas medicas.
Serao dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at a 10 hora*
da manhaa menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
I.* Molestias de corado e de peito.
3.* Molestias dos orgaos da gera;o *
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suss entradas, comecando-se po-
rm por aquellos que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos sero empregados em suas consul-
tares e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destru-la ou
curar.
Varios medicamentos aer ioambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que ten de sua verdadeiraqualidade,
Spromptidao em seus effeitos, e s necessi-
de?les.,eU em,,,^"eQ^ q e usar
Praticar ahi mesmo, ou em c. ,.
doentes toda e qualquer opencp que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim ae cha
prvido de urna completa collecqao de
instrumentos indispenssvel ao medico
operador.
3-Raa cstreita de Rosario3
Francisco Pinto Uxorio continua a eol-
locar denles artificiaos tanto por meio de
selas como pala pressio do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a rootade de seus donos, tem pos
outras prepsracoe sas mais acreditadas
para conservaco da bocea.

para consen
Militares de individuos de todas as nardos
podeat testemunhsr as virtudes Mtaremedie
iaoessfoaraveleprevaramease aeeaasare.qoo,
pelo so qsro deile fizaran lasa soaaorpos
meJBDrosinteirornenlesBOsdepoisdehaTajr aaa-
pregado inutilmenta outrosuaui
CONSULTORIO ESPEQAL U0SE0FATH1C
PO DOCTOR
SABINO O.L. P1NH0.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consaltas todos oa diaa tela deada aa 10 hersa
at meio dia, acerca das seguidas molestia :
moltttias da mulhtrt, molestia* da* erton-
ea*, molestias da pelle, moltstia* do* olhns, me-
IbbHsM typhilitica*,toda* as espeds ds febret,
febrit intermitiente* e usa* consecuencias,
HAR1UCI BSfBlAL H JMEO? ATH1C A .
Verdadeiroa medicamentos bomeopatbitoapra>
jaradoa aom todaa aa cautela neeeseariee. fat-
allireis em seus effeitos,tanto em tintura,ec-me
am atabalee, pelos prejos maia commodo* paa-
sireis
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino ala
anicamante vendidos en* saa pharmacia ; tesJea
qua o forem f ora della si falsaa.
Todaaaacarteirsa ao acompanhadas da m
Impreaso com um emblema em relevo, tendo aa
reopr aa seguinles patarras : Dr. Sabino O. L.
Piano, medico braeileiro. Este emblemas posta-
igualmente na lista dos medicamentos qua se pe-
da. As carteiras que nao levaremesaeimpresa*
asaim marcado, mbora enhamnatampa a o-
co do Dr. Sabino aia falsaa
SAHIO DO PRELO
0 1 VOLl'UE
DO
Ensillo pralico-theoricD
DA.
'LAtagua Crauetzm
Segundo
0 PiOVO HETHODO
DO
Dr. H. G. Ollendorff,
PARA
Aprender a ler, escrever, fallar a tradusir asea
liogua em seis mezes,
POR
Cicero Peregrino t
Bacharel em direito.
Obra inteiramenle nova, e uoica eaccripta esa
portuguez por este sjratema ; approvada pelo
conselho director da instruecao publica desta pro-
vincia para o uso dos estabelecimentoa de ins-
truecao secuaiaria. Acha-se i venda no eacripto-
rio do aalor, ra do Queimado c. 2r>, primeiro
andar, onde os seuhores assignanlea poderlo
mandar bascar os seus exemplare?.
'ejaiejdjdii;
bacharel Winvorto p-
procurado aa rata
28, sobrado da es
quina que rolla para a
cambesd Carmo.
:"J tntvesast da r* Au*
t, pjiasl am e-e para todaa
aseo presteza e commodo pretjo.

ssal



WllM DB PKRM41MUC0. BITA fUU. OS MAiO fc jftte
BASCOS IHORAVBS
DO 8ENUOR
D. PEDRO ][
POR
A,D, de PasekoaL
Esta obraem um volume oi , publicada do Rio de Janeiro por occasiao da
ioauguraco da esUlua equestro de D. Pedro I,
acba-iea veoda qi ra da Gru n. 45, primeiro
andar.
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Pede-se doa Sra. advogadoi; delta praga o
douto parecer aobre o eeguiote i o uto :
A cmara municipal, prohibindo em sua
poituraa acreacode cabras o* o transito dal-
las, em pastor, pelas ras das rilas e povoacoea
poder aatorisar a moile d'aquellas, que forem
encntralas em contraveneno'.' :
| AlteocSio, |
sjjTs) Len Chapelain, professor iibotographo 9
tan, e succeisur do Sr. Stall, achsndo-se fe
? gravemente enfermo, nao lero podido 2
* entregar se aoa deveres de si a profisso, W
$ e pede aos seus freguezes lie revelem (fe
A esta falta toda involuntaria, brindo bre- $
* temente as portas do seu estabeleci-
*9 ment.
O abaixo asignado aede a todos
os seus devedores por coata de livro as-
sim como aos que devem a firma de
Peres & Vatconcellos de virera pagar as
suas coritis at ao Gm dests mez ou na
falta passar letra, a fim de se verificar
OS dbitos d> contrario jiublicara' os
seus nomes por este Diario o que nao
deseja para constar aonde convier.
Jos Peres da Cruz.
Joao da Silva Paria mudou seu etetiptorio
c armazem para a ra da Cruz n. 66.
Eugentio.
Quem tiver um que seja bom eo queirs arren
Jar coro toda ou parte da fabrica, annuncie por
cata folba.
Manoel Ferreira da Silva Tarro-
zo faca sobre Poitugal.
0 Sr. empegado publi
co que recebeu difierentes
quantias para pagamentos de
objectos de sua* repartico e
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existftm em seu poder como
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se prova a existencia
deste negocio.
S
f
Sociedade
Recreativa Corybanlinaj
Pelo presente sao convidados lodos os
membros da sociedade Recreativa Cary- J
bsntina, reunirem-se no dis 11 do cor- \
rente mes s 10 boras da manhaa, na i
casa da mosma sociedade, afim de em .
assembla geral satisfazerem aa disposi- *
(des do art. 38 dos respectivos e.tatu- |
tos, proceJeodo-ie a eleigo da nova
directora.
0 1 secretario, <
Jeronymo da Costa Lima. I
m
Quem precissr lugar um cozinheiro um
copeiro, dirija-se a ra da Palma n. 41, ou ra
da Cruz n. 11, primeiro andar.
Precise-ge alugar urna preta escrava para
todo o servico de ums casa de pouca familia ;
quem tiver dirija-se a rus do Queimado n. 69,
ou rus do Raogel n. 44, seguodo indar.
Offerece-se 'aitenco dos Rvms. Srs. sa-
cerdotes, os objectos recentemente chegados na
loja o. 44, na roa da Cadeis, por prego commo-
do, s saber: sobrepelizes lisas, ditas guarneci-
das de bico, um roquete superior, e volias de se-
tim braceo.
Permuia-se um engenho perto dests praca
por sitios ou predios nesta preca o engenho
Um grande nrzea de massap que pode safrejar
maia de 3,000 pes anouaes, bom cercado, boas
matas, muito bem obrado, bom moeJor com
agua, bous sitios de lavrador, tambem se fari
algum negocio com a boiada, e mesmo com al-
gn enravos : quem qnizer dirija-se a ra de
Apollo n 4, armazem de Ferreira Irmaos.
Precisa-se de um boleeiro para carro par-
ticular : quem lhe 1 he convier servir, dever
apreaentar flanea de sua idoneidade, na ra dos
Quarteis n. 20.
Ama.
Na ra larga do Rosario o. 12, segundo andar,
precisa se de urna ama para casa de familia, que
sai^a coziohare eogommer com perfeico. '
t'recisa-se fallar com o Sr. Antonio Jos
Pereira Pires a Degocio de seo ioleresse, na pra-
ca do Corpo Santo n.17.
Aluga-se
um boi com carroca : a tratar no Bazar Pernam-
buesoo da ruado Imperador o.6.
Precisa-se lomar 4:000$ a premio aobre hy-
potheca em um sobrado em boa ra ; a tratar na
ra do Hospicio n. 13 ou na ra da Imperatriz
o. 80.
Deseja-se contratar um impressor lythogra-
pho : na ra de Aguas-verdes n. 62.
Ama.
Ra estreita do Rosario n. 22,
primeiro andar.
O dentists Numa Pompilio planta denles srti-
flciaes por grampos e lig'duraa na preso do
r, denles ineorrnptiveis sobre curo, systema
norte-smerierno e faz todas aso| eragoes de sua
arte com promptido elimpeza.
Aluga-se o primeiro aodar do sobrado da
ra da Imperatriz o. 35 : a fallar na ra de A-
pollo n 35, primeiro andar.
Precisa se i orna ama para o aervico de
caaa da duas pessoas : na roa estreita do Rosa-
rio, loja de calcado.
O secretario da trmaodade d i N. S. do Ter-
90 convida atodos os seus charca irmaos para
domingo 11 do corrente, pela* 2 1|2 horas da
tarde, comparecerem em nossa igreja. afim de
em corporacao, acompanhar a prociaso do pa-
trlarcha S. Jos da Agona, que t>r.u de sahir da
igreja de N. S. do Carmo, onde uredo.
INo GachB-ng.
Anenda-se ou vende-se a ben coohecida pa-
garla no lugar do Cachang, fz- ib qualquer ne-
gocio, dase mesmo praso, vicio o estado de
molestia do proprielario : a traa- na Torre com
o Sr. Francisco Jos Araoles.
Lucss da Silva Aotunes, cid.idao brasileiro,
vei a Europa.
Elisa liarliB, Bntaooics, e um lho menor,
to a Europa.
Precisa-se de urna boa eogonmadeira, for-
ra ou captiva : na ra da Impentriz o. 47, pri-
meiro andar.
Joaquim Goncalvea Blcho-, subdito por-
tuguez, retira se para o Maranhc.
Aluga-se asna ansa com muito e bom leite:
ca ra Nova n. 53.
Manoel Careta dos Res, Po tugue/, retira-
se para fura do imperio.
Francisco Vasjues, subdito icrtogue?, ret
ra-se para tora di provincia.
Com urgeoicia.
Pagase bero a quem tiver para alugar n-j bair-
ro de Santo Antonio, urna sala ou un qusrto com
a entrada independen le : na rui >ova n. 47, loja.
Alujase, veide-se ou peruiuta-se por pre-
dios no Recife. um sitio em tem ica, a margem
doCapibarib, com casa para graide familia, ar-
voredoa de tracto, e algum terrena para planta-
fio: quem pretender qualquer 6estes negocios,
enleoda-ae com o Sr. Mano-I Riliciro Bastos, aa
ra do Queimido n. 18.
Fuaran no dis % do correte, pelas 8 ou
9 horas da noite, oe Arraial, dous cavallos, sen-
do um castantao pequeo com res feridas do
lado esquerdo prevenientes decagaos, tem os
quetro ps braoeus. o outro russo i;raode e bas-
iante carnudo, tamoem tem urna terida no espi-
sihago jauto peeceC, tsko, curto, etc.,
iem um caroco ao lugar de apetti r a silba, e na
O do lado eaquerdo : qetem os eppi-eheaiar, le-
e-os travessa do Ouvidar, aoog cocOeira o
Br. Llni, que ser geaerasomeoii recompon-
ido.
O abaixo asslgnsdo. nlo pe kodo pessoal-
xeole dWpedir-ae de lodos os setsaimifes e p-
cenles, o fajelo prsenle, f wado o sea
diminuto preltimo na provincia dn Ilants. Rec*
le, I de maio de 1852.Usaoel A!Ci,ol Stntugo
Memos.
Preciis-se de ama pessos b *|ueira cobrar
dividas ao mato, daedofiador i sus conduela : *
tratar na ra do Queimido o. 45.
Preciaa-se de urna ama para lodo o servico de
ums casa de pone* fanii .. f.,. aa corpn
Santo n. 17.
Precisa-sede 1,0009 i"1 dando-se orna
casa de pedra e cal para hypolheca da mesma
tratar com Caeleno Baptista de Mello.
Perdeu se da ra da Saudade at o meio da
ra Nova urna carta com ioderesso so Sr. Dr. Ju-
lio Barbosa de Vasconcelos, juiz de direito do
Bonito : rogs se a quem a tiver acbado o favor
de entrega-la ao Sr. Francisco de Barros Palco
Csvalcanli de Albuquerque, na ra da Saudade,
ou na preca da Uuioao proprielario deste jornal.
Perdeu-se no sabbado a noile 3 de maio s
7 hor.-s e meis pouco mais ou menos, entre a
porta da casa n. 42 da ra da Cruz do Recife e
alguna passos para adianto dentro do becco do
Porto das Canoas urna pulceira de ouro guarne-
cida com carbnculos grandes: gratiUca-se bem
a quem entregar e previne se a polica, aoa Srs.
ourives ou a qualquer outra pessoa a quem ella
r offerecida.
*
9 Aluga-te um sitio na estrada da Torre aj)
O com excedente cesa de vivenda, muitaa #)
fs arvores fructferas e bsnho no Gapibari- ej
aj) be : a tratar na ra da Imperatriz r. 47, sj)
gj primeiro andar. am
* *- #
LOTERA
Sabbado 17 do corrate era' impre-
terivelmente extrahida a terceira parte
da quinta latera a beneficio da matriz
de S. Pedro Martyr de Olinda no con*
sistorio da igreja de Nossa Senhora do
Kosario de Santo Antonio. Os bilbetes
acham se a venda na respectiva tbesou-
raria ra do Crespn. 15, e as casas
commissionadas do costume.
Os premios desde os de 10,^ ate' o de
5:000$ se paga rao no mesmo dia da ex-
tracto de 1 hora da tarde por diante,
e os outros logo que se tenba feito a dis
tribuicSo das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
SOCIEDADE
vmu mmmmn
i DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Em Pernambuco.
ScienliQco aos seobores socios etTectivos que
em sesso eilraordinatia de ammbls geral do
dia 27 de abril prximo pasudo foi concedido o
prsso de 60 diss a todos aqualles que esli in-
corsos no 1.* do art. 61 dos estatutos, asslm
como fiado n prsso ser posta em vigor a diipo-
sico do art. 72 dos mesims eatatutos.
Secretaria da sociedade Unio B'neflcente dos
Artistas Selleiros em Pernambuco 6 de maio de
de 1862.
Taurino Caotidio de Uoraes.
1.* secretario.
A'dous mezes, pouco mais ou menos, for-
taram-me de casa dous relogius, sendo um es
quisito, que talvez aqui nao bajam dous ou tres
como elle, por trabalbar por debaixo do mostra-
dor, e eolio tem um buraco no lugar das 12 ho-
ris aonde alli vio apparecer tolas as horas, e
tambem tem um ponteiro em que apona todos oa
dias do mez ; e o outro regular como qualquer
relogio : ambos sao suissos : quem os descobrir,
e oi'os apreaentar, receber 100$ de graliflcacio,
na ra Diretta, casa n. 6.
I A. Joaquim de Mello.
Preciss-ie de urna pesaos para todo servico
de urna caa, das chegsdas ha pouco de Portugal;
precisa-se tambem de urna ama para o servico de
urna casa : a IraUr na ra la perial n. 45.
Antonio Goo;alres Perreira, subdito portu-
gaez, vai ao Para.
O solicitador Jo. Leandro Martios Pilguei-
rasofturece ao respeitavel publico os aeus serv-
eos como solicitador de cavias uos auditorios
deata cidade, aempre me scharo s suas ordene
em casado mioha residencia, na ra das Cruzes
n. 21, segnnlo andar, das 6 is 9 horas da ma-
nhaa. e das 10 em diante, no escriptorio do Dr.
Jos Leantro de Godoy & Vasconcelos, ai ra
estreita do Rosarlo n. 34, primeiro andar.
SOCIEDADE
RECREATIVA NOVA IXIAO
Por ordem desta directora, e em virtede do
art. SI, cap. 12 dos oossos estatutos, convido sol
senhores socios a se reunirem em assembla ge-
ral oo domiogo 11 do corrente, is 10 horas da
manhaa, oa cass dests sociedade, a tim de se pro-
ceder a eleigo da nova directora.
Sociedade Recreativa Nova Unio 7 de maio
de 1862,-0 secretario,
Molla.
Thomaz Ashley, subdito inglez, vsi a lo-
gia Ierra:
Aluga-se a elegante e grande tasa dos Coe-
lhos n. 8, que contm duas alegras aj espscosss
salas oa frante, duaa oa parte de del
to gabinete, 16 quarloa grandes, 1 e
lio, onda esto as duaa coziohaa
duas grandes lojas, conlendo cada 1
lo O
z, 1 boni-
a5050 so-
asa, com
a 2 janal-
. ^quiutal
separado um do outro, e tambem do quintal da
caa, e todos estes qnintaei esto cercados de
muro, e esds um contm sua cacimba com supe-
rior agua, e esta em abundancia : a tratar na
ra da Cadeia do Recife n. 88, loja de cambio.
f
INTERMTO
Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldes
mais prximos da cidade do Recife
DIRECTORO BACHAREL EM ImATHEMATICAS
O director do intrnalo de S. Bernardo nao teodo evitado esforces nern ssrrifl
cos para proporcionar aoi leui alumnos urna perfeita eWaco phiaica, moral inii *
Lf^U*J LrelgIOM,,ofr'receDdo',he,um,h,bilacioco ">das as condic-ea de aalu
bndsde, habis professores que sao solcitos em prepara-lo convenientetRente aa n
a que se desiinsro, medico prsllco que Ibes faga compr[hendr os preceitos da anteo*
e lhes cure aa doencas, e finalmente um sacerdote illustrado e honesto qe lhes exol
que os principios da religiao chnata, espera que asum constituido nao deixar o
estabalecimeoto de merecer dos Srs. paea de amilias u auxilio e conflaoca com aue i*
alguns o tem honrsdo; e lhes rogs, bem como a todas as peasoas ioteressadaa aue se
diguem de visitar o mesmo seu eatabelecimenlo, onde siempre encontrarlo franco io-
0 eollegio tem a la tde as elegante! e espacosaa propriedadss da Sr viuva
Lasserre e doa 8re. Roberto & Pilho, i Capunga Velha. [
Com o flm de tornar maia brevaa e commodaa aacommunicacoes doa Srs naea
correspondente!, o director ibes avisa que as eocommeridas e todas aa corresond.n
ciaa poderao ser entregues ns casa de residencia do. seulirmo o Dr. Pereira d rZ
ou na loja do Sr. Joaquim Perreira da Costa, ra Novb n 56 v.rrno
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bom Conselho.
i .f!\ 'belecimento, i ra da Aurora o. 50, reebem-se pencionistss e meio-pendonistas
1 te a Idadede 16 annos, e estudanles externos de toda a idade.
... *'con,,i?es a admisso viriim seguodo a claaae do reciplendo e a natureza do esludo a
O ensino, aue alli se recebe, o segoiote :
r a p,,B,"r"jeUr*. comprehendendo leirura, calUgraphia, pelo syatems de Adler, srlthmelica
(aa4 operecoea), doutrina chrislaa e elementos de civilidade, grammatica portuguesa e ooedes de
fv????1* ',lin8u,8Jal*">i. francesa eingleza, geographia e historia, rhetorica e potica, pniloso-
phia racional e moral, antbmetica (at logaritbmos) e geometrs.
Esto creados, ilm disto, doui cunos, um de agricultura e outro de commircio, que serao
aoertoi logo que naja alumnos.
O edificio em que fuocciooa oImperial Institutotem ss acoromodaedes necessarias para
recebar grande1 numero de peaciooistas, e pelo sea estado de aceio e pela aituaco preenche a to-
das ai coodiccoei de hyglene e de commodidsde psra os alumnos externos e meio-pencionislas.
a a dlr?cjr do estabelecimeoto, que hs cerca de oito annos se lem volado ao ensino da mo-
cidide com toda a dedicaco de que capaz, tendo recebido ltimamente de S. H. o Imperador a
nonron distinccao do oso das armas mpertaes, e do titulo de Imperial- para o seu dito esta-
Deiicimenlo. que entrn oo quarto aono de existeocia, comprehende que deve envidar todos os
eus sxrorcos psra manter ao Inatituto o crdito que tem adquirido.
bacharel Joo Francisco Teixeirs,
continua com o eeu escriptorio de advo-
gacia rus do Queimado n. 28 primeiro
andar, onde pode ser procurado das 9
horas da manhaa, aa tres da tarde.
Precisase alugar um preto para o servido
externo: oa ra da Roda n. 6.
sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santoa & C. sacam e tomara
saques para a prac de Lisboa.
Nesta typographia precisase fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que rnorou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
Claudio Dubeux, proprielario das liuhas de m-
nibus fac sciente a quem coovier que de boje em
vante haveri omuibus para oa diveraoa lugarea
que fleam em directo de Apipucos todaa va noi-
tes que houver theatro lyrico, ssnindo um m-
nibus de Apipucos paja o Recre ss 4 1|2 horas
da tarde, e regressaro dous dos ditos mnibus
para a meama direccio logo que -s acabe a re-
presentarlo, chegaodo um atea Ponte de Uchoa
e outro at Apipucos para asslm irera os seobo-
res passageiros msis a sea eommodo. Adver-
4e-se que o preco dss psssageoe de 1$ por cada
pessoa, e para qualquer lugar aioda mesmo para
a Boa-Vista, nao sendo adaiasiveii acsts con-
dueco os bilbetes que muilos senderes comprara
para entrada doa mnibus, oem fiados.
Os Srs Pedro Goncalves da Ro-
cha, do engenho Cu mar u', e Silvestre
Dantas Lima, do engenho Pars, tem
cartas na ra das Cruzes n. 44, tegundo
andar, das 6 as 10 da mania.
Aos Srs. consumidores de gaz.
Nos armazeot do cies do Ramos ns. 18 e 36 e
as rus do Trapiche Novo no Reeife n. 8, se ven-
de gsz liquide americano primeira qualidade e
recentemente chegado a 149 lata de 5 gales,
assim como Utas di 10 da 5 garrafas e esa
garrafas,
Por ordem do lllm. Sr. procurador da contra-
ria do Senhor Bom Jess da Va-Sacra da igreja
de Santa Cruz, coovidoa todos os irmaos, a com-
parecerem no consistorio da mesma para mesa
geral no da 11 do correle is 6 horas da tsrde
(com urgencia) afim de so tratar de negocios de
interess9 da meama igreja. Recite 7 de maio de
1862.Manoel da Silva Bastos, escrivo.
Spina e Boyelot aabdiloa francezes reti-
ra m se para fora da provincia.
Aluga-se o sitio o. 1 na travessa do Pom-
bal com baixa de capim, boa agua polsvel e ar-
v o red os de tructo : na travessa do Carmo n. 1,
primeiro andar.
Miguel Joaquim Cessr proprielario e mora-
dor do eogenbo Serigi, pede a qualquer pessoa
que tiver em seu poder leitrsi aceitas por elle
veoelda ou a vencer, digne-se compsrecer ao
referido engenho para recebero seu importe.
Atteoco
Joao Jos de Figueiredo participa a
todo o corpo do commercio e a todos
os seus freguezes, que o Sr. Antonio Jo-
s de Siqueira deixou de ser seu caixei-
ro desde o dia 6 do corrente mez de
maio.
Precisa-se de um bom imisssdor para mes-
tre de masseira : na podara da rus Imperial nu-
mero 51.
Attenco.
*
No domiogo 20 do correle, furtaram de cass
de Manoel Teixeira Basto, na Passagem da Mag-
dilena, um relogio de ouro do systema moderno
de dar corda por cima aem auxilio de chave, foi
furlado iuntamenle com urna cadeia de ouro,
tonteado umi chave ji quebrada. O prejudica-
do nao 6e recorda do nome do autor, e o numero
do relogio e'?851, e por isso apeoaa com sig-
naes, pode indicar aer de bella aoperencie, des-
coberlo, e com um vidro bem saliente em gros-
lura. A quem quer que o descobrir se sgralfi-
ear generosamente.
A^BICA
kRUADOOUEIMUjQ W.kS
^DAoEROUPKSf^
Sorlimento completo de sobreeaaacoa de psnno a 25, 28, SfXJe 35$. casacos muito bem
taitas a 25|, 282, 301 e 85|, paleloU icasacados de panno preto de 16 at J5J, ditos de easemlra
de cor 1 159,18J e 20|. paletoli saceos de panno e casemira de 89 al 149, ditoa saceos da alpaca
merino a la de 49 it69. lobre de alpaca e merino da 79at 109,calc;aa pretaa de casemira da
89 al 14$, ditos de corae79 at lOf, roupaa psra menino de todoa os tamanhoa, grande aorti-
mento de roupai de brini como lejam calas, paletota e colletes, sortimento de colletes pretos di
setim, casemira e velludo de 49 1 92, ditoa para casamento a 59 e 69, paletota bra neos de bra-
mante a 49 e 5f, caigas brancas muito finas s 5$, e um grande aortimento de fazendaafini a e mo-
derna!, completo sortimento de caaemirai inglezas para bomem, menino senhora, aeroalas da
. linho ealgodao, chapeo! de sol de seda, luvas de seda de Jouvn para bomem e senhora. Te-
mos urna grande turica de alfaiale onde recebemos encommeodaa de grandes obras, que para
* sso esti sendo adminiatrada por em hbil mestre de semelhante arle e um pessoa! de mais d*
' etncoenta obreiros eacolhidos, portantoexecutamosqualquer obra com promptido e maia barato
po queem outra qualquer caaa.
Aviso.
SJ Deseja-se fallar a negocio com o Dr. aj)
SJ) Amenco Femando Trigo de Loureiro, na sj>
ruado Crespo o. 17.

Alaga-se o amo o. 1 do Arraial, oa o qoal
resida actualmente o Sr. Saoaaej Power Jokos-
190 i aralar as rus da Aurora o. 36.
DE
CHAPEOS
O artista Flix Resal acba-se eatabelectdo na
praca da Independencia o. 12, prompto para sa-
tisfazer ao publico em qualquer concert per-
leoceol a ana arte per menos preco do que em
outra qualquer parte,
Feitor.
Precisa-se de um feitor oara'um Sitio perto da
praca ; a tratar na ra lo Amorim, armazem au
ero 41.
Para acabar.
Pboapbato do ferro de Le ra verdad eiro, ree-
tam poucoa frascos, que se venden per mdico
preco ; aa ra da Cruz n. 27, escriptorio.
Aluga-se o armasem de sobrado da roa do
Apollo o. 47 : quem o pretender eotenda-ae. coa
Jos Animes Getmaries, a chaves teacha ao de-
posito b. 48, as roa da Senzals.
\
O agente Pestaa fas sciente que em virlade
de despacho do Exm. Sr. Dr. juiz eapecial do
commercio em reqaerimoto doa admioiitrado-
rea da maaaa fallida de Manoel de Aievedo Pon-
tes ficsm transferidos psra o fim do prximo mez
de juoho 01 laudes aonunciados dos otjectos que
fazem parte da referida maesa.
Em praca publica de juizo de orphaoa desla
cidade tem de ser srremstado de veoda um ter-
reno na roa da Fuodicao em Santo Amaro ava-
llado em 1509, pertencente aos beos do finado
Miguel Arcbaojo Fernandes Vanos, sendo dito
terreno em trras proprias.
w primaria da fregus!* de S. Jos, deca- !
ra aos pees de suas alumnas, que, resta- V
* belecida de aeus incommodos, abre sua stt
aja aula 00 dia 12 ao correte 4 rea Angas- gm
f ta o. 94, aonde continua a receber pen- '
9 cionistsse estarnas ; afflancaodo entre- v
ala tanto o aeu deas ele no desempenbo doe sl|
^ deveres que cootraira. Alem daa diacl- :
plinaa exigidaa pelo regulameoto de 9
49 instrucoi* publica, elle se eamorari em O
ejs, anainar as suas alumoaa, o que demais aa
' preciso ae faz mtaler para a adueaco de J
9 urna moca. SJB
m-* *****
Fertsrsa hontess 7|do corrente da porta
do armazem do Sr. Machado aa roa do Apollo,
um cavallo com oa aignsel a.guiles : pedrea ta-
ro, grande e gordo, Junto e cauda tea ama ci-
catriz, tambem lem 00 espihaco proveniente a
caogalha, tea as maoa brancas, tUi com uss
csroco junto a pata eiqeords, anda baixo e no
andar roanqueija : quea o aprehender leve-o a
roa da Aurora ao Sr. Or. Gabriel, que ser f ne-
rossaente recompensado.
O Sr. Antonio Tristo de
Serpa Braado tenha a boo-
dade de apparecer na loja do
Germano, na ra Nova n. 21.
Irmandade do Senhor dos
Passos.
A mesa regidora da irmandade do Senhor Bom
Jess doa Pasaoa do Recife, roga enea retida meo
le aoaSra. irmaoa, que ae dignern de compare-
cer no domingo 11 do correle, aa 21|2 horas da
tarde na matriz do Corpo Santo, para em corpo-
racio acompanharem a procusto de s. Jos
d'Agonia para o qae foi a mesma convidada.
O. de Souza Franca,
Escrivo.
Offerece-se um moco para cuidar dos tra-
ta menloa de doeotea em qualquer engenho, para
o que tem aa precisas habililacdes : quem preci-
sar de seu trabtlho dirija-ae a ra nova de San-
ta Rila n. 4 ou annuoele por este Diario.
O absixo aaaignado sendo nomeado pelo
juiz municipal da cidade da Victoria, inventar-
ame doa bena do finado Joa Franciaco da Rocha
Guedea, aviaa a todos os credores do mesmo fios-
do, que se a presentera com os seos documentos
a ltalos para aerea atteodidos. Cidade da Vic-
toria 8 de aaio de 1862.
Antonio de Si Cavalcamti.
Atuga-se o armazem do sobrado da ra do
Brum o. 84 junto a fuodicao do Sr. D. W. Bou
nao, bea proprio para qualquer eatabelecimen-
lo de nadarla ou fogea por aer oo lugar marcado
pela cmara municipal, o qual lem sabida para
o cies de Brum e ji com a reole feita, as cha-
ves ealo no aobrado para ver: quem pretender
eoleoda-se enm Joa Antunes Guimaraee.
Arrenda-M ua engenho perto da estscio
de fiameleira, distante urna legos, muito bom de
agua, a terreno todo de varzea para safrejsr dous
mil pies annual ; a tratar na rus das Cruzes nu-
mero 41.
Attencao.
Antonio Cesario Moreir
Dias, faz sciente ao respeita-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n 3% e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chutiboe salitre e afila oca a
boa qualidade tiestas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
Gasas para alugar.
Seguodo andar da casa n. IS da ra do Encan-
tamento, loja n. 33 ds ra do Vigario, com ar-
msc&o para taberna : a tratar na roa da Cadeia
do Recife o. 33.
Attenco.
Candido de Albuquerque Ma
ranho, alfaiate.
Mudou seu eatabelecimenlo da ra estreita de
Rosario psra a ra do Crespo o. 18, primeiro an-
dar, alli rali prompto para receber aeus fregue-
zes e mais pessoas que quizerem servir-se de sen
prestimo abaixo declarado affiaacando a todos
serv los com da e hora e suaa obras sao teilaa
com maita allenco a contento dos freguezes,
reapooaabiiieando-ae por qualquer deaaaire qae
appareca nasobraaque aaiam de seu estsbeleci-
menlo ; no meamo s trabalba-se por encom-
menda toda obra que quizerem mandar fazer da
mesma srte sssim como tambem corta e con-
certa-aee reedifica-se toda e qualquer obra de
alfaiale.
Troca-se por prsochoes de amarello um
santuario e mais algumss imagens ebegadaa do
Porto ltimamente : na ruado Vigario o. 9 pri-
meiro andar. '
CamNMK MM mm mu
Saques sobre Portugal.
SO abaixo sssignado agente do Banco
Mercantil Poriaenae netta cidade, aaca
effectivamente por todos os paquetes so-
bra o mesmo Banco para o Porto e Lls-
Sboa, por qualquer somma ivisla e a pra-
zo, podeodo logo os saques a prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razao
de 4 por canto ao anno aoa portadores
que assim lhe convier : naa ruaa do Cres-
po n 8 ou do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Programla da tes-
ta de S. Jos d'Agonia na
igreja do convento de Nossa
Senhora do Carmo.
No dis 10 do corrente ao meio dia uaa girn-
dola de fogo onuuciari a subida do estandarte
do patriarcha a sua hsste, acompanbada pelos
religiosos, a confraria e a banda militar do 3 ba-
talho de infantaria de guardaa nacionaes, de
que mestre o Sr. Chagas, depois do qae tocar
aa pegas do eslylo.
A's 6 horas da larde depois que a banda militar
tiver locado varias ouverturas de gusto, dar-ae-ha
principio aa veaperas, em cuja coocluaio aerao
locadas oulras isntas perss de msica.
No dia 11 pelaa ooze horas do da se dar
principio a testa do Santo Palriarcha, sendo O
orador o Rv. padre provincial trei Norberlo da
Puricacao Paiva.
Pelaa 3 horas ser apresentado as vistea dos
fiis em solemne procissso o Ssnto Palriarcha, a
qual tranzitar pelas seguirles ruaa :
Ao sahir, Csmbda do Carmo, ra das Flora*.
Nova, Cabug, ra larga do Rosario, estreita do
Rosario, Queimado, Cruzes, travessa do Oovidor,
ra do Imperador, pateo de Pedro II, ra do
Queimado, Livramenti;, Direita, pateo do Terco,
travessa da Casa Queimads, ra Augusta, flor-
tas ao recolher.
A's 7 boras dar-se-ha principio ao Te-Deum,
no qual ser orador o Rv. padre Lino do Monte
Carmelo Luna.
O aecretario da contraria aproveila a occasiao
para convidar a todos os seus charos irmaoa
para assistirem aos actos icima declarados, e
pede a lodos aquelles, que teodo capas em seu
poder, e nao possam acompanhar a procisso,
queiram mandar ao irmao thesoureiro psra aer-
virem, visto ser bsstanle sensivel a falta daa
mesmss, assim como pede aos moradores das
ruaa por onde tem de tramitar a mesma procgo,
que as lenham limpa.
Manoel Francitco dos Santos e Silva,
Secretario.
Antonio C. P. de Burgos Ponce de
' Len, legalmenle autorisado para soli- J
Citar causas ante os auditorios dests ci- V
*JJj dade, offerece o seu limitado e acanhs- flfc
asaj do preatimo a todos que quizerem lhe j.
confiar ss suas quesles judlciass E 2
? reaide na ra de Santo Amaro casa d. ejp
a 26 reguezia de Santo Antonio, aonde po- m
do ser procurado das 7 aa 9 horas da ^
igi- manhaa o das 3 as 5 da tarde. y
B$mm-&m-9wmmw
Os abaixo assiansdos fszem ssber que no dia
30 do mez prximo passado f.rlaram do poder
de seu procurador em Gamella de Barra Grande.
Joo Evangelista Bello, com maia alguna papis
e dazentos e tantos mil ris *m diobeire, as se-
grales lettras que haviam entregado ao mesmo
psrs cobrar: urna de 2.9159600 aceita a sua or-
dem por Jos Fellcio Buarque, endosssda por
Joo ds R cha V. Cavalcanti e Dr Joo da Rocha
Cavaleanli e vencida era 12 de fevereiro prxi-
mo passsdo ; duas no valor de 2:1759170 aceita
por Lourenco Luiz das Neves, sendo ama de
9999100 rs. vencida em 26 de junho de 1861, a
outra de l:!76$070rs. vencids ea 26 de agosto
do mesmo son ; e quslro 00 vslor de 3 978S382
rs. aceitas por Msnoel Jos de Olivelrs, sendo
urna de 1:0480134 rs. veorida em 29 de Janeiro
de 1861, outra de 1:05327 rs. vencida em 15 de
fevereiro, outra de l. 739951 rs. vencida em 15
de abril, e outra de 8039 vencida em 11 de a (ta-
te do correle anno ; p*lo qae previnem oa abai-
xo assignsdos que ninguem faca negocio algum
com tsea lettras pois lhes perteorem psra o que
ji preveniram lodosos sceitaotes e mais garan-
tes daa meamas lettras. Recife 6 de miii) de 1862,
Campos A Lisaa.
Furtaram i poneos dtss no Recife urna ber-
ta do eogenbo Bella-Rosa, de cor slasi, peque-
a, ossos bi-ixos, e com um ferro, foi fartada com
caogalha, cassuaes. e um encerado da carga j
quero a apprehender, leve ao dito engnho oa
aos Srs. Msooel Ignacio de Oliveirs & lllho'aae
seri recompensado. ^
Ama
Precisa-M de urna ama de leite qae nlo ttnha
Glhoa : na ra doa Pire o. 87.
*$
W Medico.
O Dr. Braocante aedeu-se de ra do sjft
Imperador para a de Queiaude n. 28, 2
secundo andar, onde pode ser procura- ^
do para o exercicio de aua proflssao.
II ? ,
Aluga-ae ua cabrio ha bastante esperte a
geiloso : ns ras Diretta n 120.
Precisa-se de ama ama forra oa esersva pa-
ra casi de pouca familia : oa ra do A mora,
irmaztm o. 56.


MIM


*-, -
DURJO DI PfelHAMICO. SEXTA RIBA 9 OS MAK) DB 1861.
Precisase
de urna senbora capaz sem Qlhos e de*
sem bara cada, para tomar coata do ser-
vico interno e tratar de meninos em
urna casa de pequea familia : a tratar
em Fora de Portas ra des Guararapes
n 26, sobrado.
Henry Delports retira-le jire fora di pro-
vnola.
Liompras.

Conpra-M papel de diario i pata enbrulho
a 120 rs. a Ubre : na na da Senzila Velna nu-
mero 48.
Comprem-se moedas da oiro Je 205 : na
ra da Gatfea do Recife n. 34, luja.
Na ra do Trapiche n. 17, com-
praos ve soberanos a 9 cada um.
Diarios.
Compra m-sa folhaa de E i rio qae sejam
novo, em pequeas e gran*!i porces i 4j|a
arroba i na fabrica de cigarro* la ra larga do
Rosario n. t.
i do Crespo b. 25,
Vendas
Vendem-se dous paves:
nesta typographia.
Vende-S;
urna negra roe sabe engommar e cosi-
nhar: quema pretender dirija*se a ra
do Apollo ti. 28, armazem.
Vende-se urna carrosa con um escolente
boi sfflangaofto-se o comprador aer o melhor pos*
eivol para o trabaIho : na ra da- Qaelmado loja
n. ai.
Negocio de vantag*m.
Vende-se a proprledade Duan-Uass, lita |#m
Sttito A.rairo de Jahnato, com asa de vi venda
de lijlo cal aob pilarea, com alaria e caaa de
flrintra. plant-goes, etc.com t iras e matas ruf-
flciedtM para mootar um ngenro. cuja proprie-
dade pertenceu oulr'ora a Joio Jyoolilo de Mei-
TB 'Lima : os pretndanles poderlo ir ao tugar
ezaartnarem a mesas, pera tmtsr deste neo-
cio/com o setoal done Haooel Joaquina Ferreira
Eiteves, na ra lmpefisi n. 40.
* Vende-ie um escravo pega, mestre de aa-
sucar e ootimo para e campo: a tratar na ra
Hova n. 33.
Vende-se oa *rrren4s-se o sitio denominado
'Galanas, sito oafregaezia da Vauea, com trras
multo boas para plaatagoes, urna casa de esteios
coberta, com diverso ps de (ructeiras: a tra-
' lar na rea do Sebo a. 20.
Vende-se um escravo aeos ornado a traba -
jhar em padaria:: -a tratar na ra da Aurora o.
70, segundo andar.
Nesta loja vendem-se por precos muito baratos
as (alendas seguintes para acabar :
Vestuarios de brim para meninos
Seda de quadriuhos miudos
Pecas de ntremelos bordados
Ditas da babados largos
Tapetes para sof
Camiaaa para homem a 19600, 2} e
Lazinha floaa *
Chally de seda
Cassas da cores (covado)
Orgaodys muito Uno, rara
Cambraia de salpicos, vara
CulUrihos de liuho
Paitos de liobo
Ditos de algodio brancos e de cores
Camisetas de cambraia bordadas
Goiliohas de manguitos
Chitas largas idus com mofo, e ilscado
francs
Algodio trancado com 9 palmos de lar-
gara, tara
Merino de cores deduss larguras
Tarlataoa branca e de cor
Pannos de cassmira para mess
Chapeos de seda para senhora
Cssavequesde cambraia
Ditos de fil de liobo
Roapes de seda
Polar de seda (covado)
Chapeos de sol de seda ioglezes
Cortes de cambraia de seda
Ditos de barege
E outras multas cousas qae se
menos deseu vslor.
2j!000
500
1J200
295OO
58000
295OO
400
640
200
640
640
500
700
320
29000
29000
200
19000
19000
640
7$0OO
69001)
lOOOO
159000
88000
400
99000
59000
I29OOO
vendsm por
Cambraias.
a
e conservas.
chegadas pelo ultimo vapor
francez.
Vinlios de Bordeaux em caixas de 4 2
garrafas.
Marca St. Julien 129000
a ChaKauHaetBrion 249000
Gruau la Rose 409000
Conservas alimenticias da c*sa de Rodel & Fila
rres formidores da augusta cass imperia'l do
Brasil.
Galantina da volailla 59, langae foure 59*
Aloueltes truffees 39, andouitfetles Iruffes 39.
Alouetlea Ruties 2J. aadoirillettes 29.
Grives Rolles 2$oOO, pigeoos crapoudioeS9.
Pieds de porc 29, ditos de moelou 29.
Celeri, poiotes dss perge esalaifi uju2*.
Foods d'artichauts a la Barigoule 2g.
Caroltas aujus 49, su mturel 800 rs.
Charapigocos 19, navels scomds 19.
Oaeiile (loe a lg e 29. Bouilloo groslS.
Pelits pois a MO lt Beucce frais 29.
Julieoe a 500, 800, 19500 e 29500.
Pruits su jus em frascos grandes 2g.
Ameiaa aeccaeem latas de um kograms 29-
m msmm
DE
lUZEPDAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernwrino Jos da Silva Mata.
43 --Ra do Que i ruado -43
Esquina que voha para a Congregacao.
Neste noeerno estabeleci ment se en-
Malvar un completo e -variado sotti-
meoto dp. (aiendas a roupas feltas por
presos mui-razoaveis. O testogano da
vista ver:
Patetets de-easemira sscc-ji e sobrecase-
eos a IO9.
Ditos de me: caiemira dte dito a 59.
Ditos de brim pardo de liuho muito fi-
nos a 59.
Ditos de alpaca prela Sos ale 49 a 6.
Ditos sobrecaaicos de pacoo muito .li-
no 229.
Diloo de fuito de cor miudintio s 38 .
Caiga* de casemira de cor a 69, ,69, 7f
6 89000.
Ditas de dits prets a 79, 89 e 109.
Ditaa de meia cose mira a I,), 39300 e 49.
DiUs de fuste j e ganga de cor a 29,29100
e 29509.
DtM de brim pardo de lias 10 a 2*>, 35,
4 59.
Ditas de diio branca a 29, c9 e 49.
Coi le i*s de casemira preta 11 de cora $
e 50000.
Cambraia orgaodys padrees mullo bo-
nitos a 600 rs. a vara.
Ditas moderna duqueza de Orleaos a
560 rs.
Chitas largas escuras finas o covado o
240 e 260 rs.
Ditas muito finas verdadeira francezas a
300 e 320 re.
Cambraiaa branca finas a peca 39. 49 e 5|
Ditas de salpicos com 9 vara pega a 49
Chales de lia escocezes para as senhorsa
andsrem em casa a 39.
I.aazinhai para vestidos o covado s 520.
Cambraia preta asalto fina a vara a 500
ris.
Chitas fustao par.*, vestidos o .covado a
340 r.
Saias balo arrendada a 59*
Lences de bramante de linho fino a 39.
Ditos de dito de algodo a 1J280 it.
E outras muitas qualidade que s a
vista do freguez. Tambera manda fazer
roupas por medidas.
De lado se do amostras com penhor.
ARMAZEM
RCUPA FUTA
Joaquim F. dos Santos.
40-Ilia do Oueiaiailii-10
Defroute do be da Congrega cao letreiro verde.
Neste estabelecimenlc ha aampre um sortimento completo de ronpa falta de
todas a qualidadei tamlnm se manda ezecutar por medida i vontada dos fregue-
ses para oquatem um des mInores profassorsa.
Casacas M panno prelo 1 40|,
351 a 309000
Sobrecsacosda dito dito 11 359 309000
Paletota de panno prelo e le co-
res a 359. 809, 259,10|i, 189 209000
Ditoe de casemira de corea 1 229,
15|, 129,79 a 99OOO
Ditos de alpaca preta goila da
raltudo fraacezas a 109000
Ditos de merm seiim pr:oi a
da corsa >9|i 89000
Ditos de alpaca de cores s bt a 89500
Ditos de alpaca prela a 99,71. SSc 8S500
Ditos de brim de coresl n 51.
49600,49 e r 39500
Ditos de bramante de linho t an-
eo a 69. 5f e 49OOO
Ditos da merino de cordio ireto
;_ 59a 89000
Calesa de casemira prets s de to-
n,reVl,!t0'9l.7 'o"000
DiUs de prlncaza e meri i5 de
cordio prato a 09, 69500 a 49500
Ditas de brim braoco a de 9 re a
.8^41900* 2|500
Calesa de ganga da cores 1 fOOO
' Cotlota da velludo preto ale co*
I rtaliaoae bordados a M;j,9e 89000
Ditos da caaamira preta a (i 1 co-
II
Ditos da setim preto 59000
Ditos de seda e setim branco a 6 a 59OOO
Ditos de gorgurao de ssds pratos
a da corea a 79, 69, 49 s 59000
Ditos de brim e fustio branco a
3fS00, 29500c 39000
Saroulas de brim de liobo a 29 a 29IOO
Ditas de algodio a 19600 e I928O
Camisas de peito dafuslio branco
ede cores a 294d0 c 29200
Ditas de paito de linho a 59, 49 e 3000
Ditas da msdspolio brancas e do
cores a 89. 29500, 29 e 1S600
Chapaos preto de maaaa francesa
forma da ultima moda a 10|.
8J500. 79000
Ditos da feltro a 69. 59, 49 e 29OOO
Ditoa de sol de seda inglezea a
francezes s 14|, 129, 1I| 1 79000
Colinabos de linbo muito fines
novo feittos di ultima moda a #800
Diios da algodo 9500
Relogios de ouro ptente e hori-
zontal a lotlf. 09. 80| a 70|000
Ditos da prata galvaniaados pa-
tente e horisoataes a 409 a 80|00o
Obraa A* oaro, aderecoa e meioa
aderecoa, pulcairaa, rozetaa a
asolea 9
Toalbaa de linho dusia lOf, 69 o 9
Ditaa granJea para mesa ama 39
Vende-se cambralss de cores de bonitos e ele-
gantes desenhos a 280 e 320 rs. o corado : na
ra da Imperatrts lojs n. 20.
Oliados.
Vendem*se olisdos pintsdos de lindes vistss a
paissgens larguras de 6- 7, 8 e 9 palmos, pro-
prlos para mssas dejantar a 2f o covado: n
rus da lmperalrii loja n. 20.
Para oiez Marianno.
Sapatos de borracha o melhor que se pode en*
coninr neste mercado a 1$500 e29 o par, isto ,
por ser pera o mez de Mana, por isto vende-se
por este prego : os loja do viado, ns ra Nova n
8, confronte a camboa do Carmo.
4 excedente tinta preta
commercial.
* Contioua.se a vender: na ra do Queimsdo,
casado cabelleireiro.
Novo sortimento de la*
zenias baralissimas,
NA
Loja do Pavorua da Impera-
tri numero 60.
DE
GtVMLrV & SlVaViV.
Veodem-se as seguintes fazendss por presos
bsrat8simos aBm de apurar dioheiro : capis
saissas a imita^ao de sedaa de quadriuhos sen-
do de todas as cores e cores muib flzsa a 200
rs. o covado, brilhanlinaa de qoalrlnhoe muito
encorpadas para vestidos de senhora e roupas
para meomes sendo muito mais larga que chita
a 200 rs. e eovsdo, gorguro de linho fazenda
muito nova para vestidos a 280 rs. o covado,
musselina branca com 4 1|2 pal moa de largura a
200 rs. o covado, grande e variado sortimento
de cassas para vestidos sendo os padroea moder-
nissimes e aa coros fizas a 289,960 e 320 rs. o
covado, chitas fraocetasde (Ares fizas escures e
alegres a 240, 260, 280. 300 e 3.0 rs. o covado,
chitas inglesas a 140.160 e 900 rs. o eovsdo,
cortes de cassa tendo 7 1(2 varas esda urna
429408 rs., cortes de orgsndys com barras tendo
12 varas cada corte a 59, cortea de baregee com
22 covado a 59. ditos com as ai*s ferias a 59,
iotiahas de ceres a &80 rs. o eovsdo, de todas
estas fazendaa do-se as amostras deizando o
penhor na loja e armazem do Pavio, ds Sama dt
Silva, oa ra da Imperatriz n. 60.
Madapoiodo Pavo.
Vendem-ie finissimas pegas de madapolo com
24 jardas a 49500. 498O6, 59. 58500 e 69. ditas
frsacezas entestadas com 14 jardas a 89 : na ra
da Imperatriz 0. 60, loja do Pavio de Gama &
-Suva.
Laas a 320 rs.
Veodem-se modereiesimas liazinhas cora pal-
mas a 320 rs. o corado: na ra da imperatriz n.
,60, loja do Pavio.
O Pave vende a *f|.
Pegas de cambraias de corintios brancos e de
tedas as cores tendo S 1(2 varase 49 na raa ds
tfmperstriz a. 60, loja do Pavio.
O Pavo vende
sortea de cambraia muito fina com doos babados
e duas saias sendo delicadamente bordados s
41), ditos sendo todas sdamascados a 49, corles
de phantasia iazenda finissima i% ditos a49500
e 59 : oa. ra da Imperatriz o. 60, leja e arma-
zem do Pavia de Gama & Silva.
Panno preto.
Vende-e panno preto muito ncorpado a
Hr600, 19800 e 29, e dito cor de caf-: na raa di
Imperatriz o. 60,-loja do Pavio.
: Chataftdo Pavo.
Veodem-se chales de merino estampado mui-
to.grande a 39, ditos de casia adamtecada a 860
rs.: na ra da Imperatriz n. 60, luja e armazem
do Pavio de Gama& Silva.
Paletots e calc-as
V'ndem-se paletots de panno p/eio fino a 69.
calca de casemira preta a 49500, paleta de fanej-
de cores a 69, caigas de dito a 39500 : oa rus da
Imperatriz n. 60, lujado Pavao.
As serouks do Pavo.
Veedem-se seroulse de linho francezas a 29 o
par ou-a 249 a duzia : na ra da Imperatriz n.
60, leja ds Gama & Silva.
CHALES.
Grande pechineha ua loja do
Pav-o
Veodem-se os mais ricos chales com ponta re-
donda e borllas tendo as barras a imitagao de
pelucia e aesetioadss imitando aa capinh-s mais
moderna pelo baralissimo prego de 49500, ditoa
de 4 ponas s 49500, dilosa Garibaldioa sendo
muito grandes a 59 : na ra da Imperstriz n.
<60, loja do Pavao de Gama & Silva.
Sajas -bordadas a 2#500.
Veodem-se oaias brdalas muilo bonitas a
295OO cada urna : na ra da imperatriz n. 60,
loja do Pavao, de Gama & Silva.
Bales do Pavo.
Vendem-se bales de bramaole francez com
arcos,sendo as melhores armacoes, pelo dimiou-
(0 prego de 39 a 3(500: na ra da imperatriz n.
60, loja do Pavo, de Gama & Silva.
Sais com arcos de iinlio.
Vendem^se as scrediladas saias com srcos de
linlve que fazem as vezea de balito a 38200 e a 48
cada aan, estas saias s ha na loja do Pavio, ra
da Imperatriz n. aSO, loja e armazem de Gama &
Silva.
Para meninos a 4#5G0
Vendem-se vestidiahos de seds para meninas,
muito bem eofeitados, pelo diminuto prego de
48500 cada um : oa rus da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao, de Gama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Camizinbas com goiliohas e manguitos de cam-
braia bordados, fazenda muito moderoissims a
59000.
Dltis de fusilo com sslpicos de cor s 39000.
GolliBhas bordadas com botaozinhoi a I9OOO.
Ditas ditaa de gostos s 640 e 800 rs.
tJ&SP com D6-,itos de cambraia bordados 1
lpoOO.
Manguitos de cambraia fina bordados 1 19000.
Goiliohas bordsdss a 240 rs.
o-J^"'" de can*br8*fl enfeitadss psrs luto a
Camizinhas para senhoraa bem enfeitadaas 38-
LeBcinhos de linho com labyrintho para mo
a 295OO.
Oilos s imitagio do labyrintho a 19 e a 19280.
Luvas de torga) eofeitades de vldrilho a 50o e
e 640 rs.
Enfeites pretos com vidrilhos s 89OOO.
Ricos eufeites a torca e Garbaldi a 51500.
Ditoa muito bonitos s 29500 e s 39500.
De ludo do-se as smoslrss ficando penhor : na
loja do Pavio, ra da Imperatriz n. 60. de Gama
& Silva.
SYSTBIA MEDICO HOELLOWAY
PILULASHOLLWOTA.
Esta ineslimavel esfecifico, composto inleira*
mente de hervs medicinaos, nao conloo, mercu-
rio era slgums ootra substancia delecieris. Bei
aigno mais tenra infancia, e a compleicao mas-
delicada, iguslmente prompto e seguro par;
desaneigai o mal na compleigo mais robustas
Jen tei ramea te mnocenie em suss operagoese af-
feitos { pois busca e rernove as doengas da qual-
quer especie e grao por miis amigas e tenares
que sejam.
Entre militares de pessoss cursdss com este
remedio, muitas que ji estavsm s portas ds
morte, preservando em sen uso conseguiram
recobrar s ssude e torces, depois de haver tenis-
do intilmente todos os outros .remedios.
As mais sfflictss nao devera entregar-se a des-
esperago; fsgara um competente ensaio das
efficazes effeitos dests assombrosa medicina, o
prestes recupersro o beaefieio da ssude.
Nio se perca tempo em tomar esta remedio
Aara qualquer das seguales enfermidades:
Caixinhas e cabazes para!
as meninas trazerem
no bra?o.
Muito lindas caizinhas e cabazes para menina,'
de 100 ris al 29500: ns luja da Victoria, aa ra
do Quetmado n. 75.
Enfeites para senhora.
Os melhor. enfeites pretos e de edres que ap-
parece a 59500, 69 e 68500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sortimentos de franjas pretas e de cOres
com vidrilhoe sem elle : ns loja da Victoria, na
raa do Queimsdo n. 75.
iohasde peso verda-
deiras..
Pobreto da especie
Gotta.
Hemorrhoidis,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmacOes.
Irregularidades ds
menstruigao.
Lombrigas de toda es*
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrucgo d venire.
Phiysica ou consump-
cao pulmonar.
Retengo de ourini.
Bheumalismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Bolinas
psra senhoria, ss msis bonitas e bem enfeitadss,
Unto preas como de setim branco, chegadaa to-
das pelo ultimo vapor francez : na roa Nora o.
7, loja do vapor.
CELO.
No deposito dfronte do theatro ra
do ApoUo n. 31, vende-se gelo a 4f a
arropa e 2f 500 meia arroba e libraa
a!60rt.
ccidentes epilpticos.
Alporcss.
Ampolss.
Areias ( mal de).
Aslhms.
Golioas.
Gonvulsoes.
Dsbilidsde ouextenaa-
go.
Defailidade ou falta de
. torgas para qualquer
eousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas. .
Enchaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Pebre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no eslabelocimento
gersl de Londres n. 224, Strand*, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
enearregadas de sua venda em toda America
do Su!, Havana e Hespanhs.
Vendem-se ss boceiinhas a 800 rs., cada
urna dellas contesa urna instruegio em portu-
Buez para expliear o modo de se usir dess pi-
rulas.
O deposite gtaal em casa do Sr. Soura
pharmaceutioo. aa ra da Cruz n. 22 em Per-
oambuco.
Papel de todas as qualidades.
Vende-se a 49(00 de quadrinbos, ditos pauta-
dos a 396OO, dito almago pautado a 4/ e 49200,
dito greve a 4f600. em caizinhas de diversas co-
res a 610 e 19, dito branco pautsdo a 800 rs ae-
velopes de cor a 640, dito branco a 900 rs. : oa
loja do beija-flor, ruado Queimado o. 63.
Ricos ciatos dourados:
Vende-se a 29 e 29500, ditoe de fita a I96OO,
fitas para debraobos de collele e 280 a pega, tiras
bordadas a 19 o 19200 ; na leja do beija-flor, ra
do Queimsdo n. 63.
Vendem se teaouraa finaa para costura a
19. dila para anha a 640 e 800 rs., ditas finas a
900rs. a duzia, pentes ce travesea para menina a
6 0 : na loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63r
Sintos para senhora.
Ven*m-ae oa riqui*toio atnto com borla ca-
bida aolavdo, muilo chiijue, sendo o ultimo goato
de Pars, pois pareca-me que nio haver aecho-
ras que deixe de comprar : isto 16 no gallo vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
En4eites de cabeea.
Vendem-se os riqoisslmos enfeites, tanto com
franja como sem ella, por baralissimo prego de
2tf00, 3 e 59 : s no vigilsnU, ra do Crespo
numero 7.
Linlia de peso.
Vendem-se as verdsdeiras linhss de peso, o
mais fino que se pode encontrar a 2J500 o mas-
sinao de 30 miadinfaas, anim como de outras
qualidades : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Veodem-se mantinhaa de corsl a 28.29100,
e Ais de coral a 720, masiiohos de comas miu-
din ia de diversas cores a 140, caizlnbss de al fi-
ne lis a 200 rs. e 240: na loja do beija-flor, ra
do Queimsdo o. 63.
Veodem-ae luvas de pellica de Jouvio bran-
ca* para senhora e bomem, chegadaa 00 ultimo
vaior: oa loja do beija-flor, ra do Queimado
numero 63.
Vende-se cascarrilha de seds de todss ss
cores a 2J e 2|400 a pega, liaba de Pedro V a 20
rs. n cartio, grvalas de seda eslreilinbas a 15 :
oa bja do beija-flur, cua do Queimado o. 63.
Vendem-se ricos eofeiles a 59 e 59500, di-
tos de vidrilho a 19600, aderegos pretos a 29500,
rositas pretas a 160 rs. o par, golliuhas pretas s
800ra. e 1|: loja do beija-flor. raa do Queima-
do 1. 63.
Veodem-se csrteiras proptias para guardar
dioleiro de ouro e prsta a 19 e lffzOO, esporas
tina de ago a 18, baodeijaa de iiodos deseobos a
195)0, sinlurlo de borracha a 200 rs. e 240, ben-
gala de caona a 29 e 29500, chicotes finos a 29
e 2.300, de estslo, ditos sem ser de estalo a
610 toucaa de lia para meninos a I9, sapatiohos
de la a 800 rs., ditos de merino a 18500: oa
lojado beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Vendem-se pentes de tartaruga virados s 8
e a 19, carretel de linha de 200 jardas a 940 a
ditaa, clcheles de diversas qualidades a 40. 60
80r., ditos bordados a 100 rs., massos de
graopas a 40 e 80 rs ditos em caiziohas a 120
rs, :oa lojido beija-flor, tua do Queimado nu-
men 63.
Veodem-se babados do Porto a 120, 110 e
200 n. a vara, pegas debicocom 10 varas a 19 e
e -1*0)0, ditas adamascados a 18200. 19400 e
I95OO renda( de diversas qualidades a 600. 800.
18 e IftOO : na loja do beija-flor, ra do Quei-
mado n. 63.
Vensem-se toucadores de Jacaranda a 28200,
ditos branco a 29, caizinhas com espelhos para
nsvalhas 1 } e 2|400, coiherea de metal princi-
pe para sopta 49600, ditas para cha a 29IOO. cou-
cbs psrs asucar a 640, orulos fios a 400 rs.;
os loja do 'eija- flor, rus do Queimado n. 63.
Liabas fins de
grandes a 240 ris :
do Queimado o. 75
peso verdsdeiras, meadas
ni loja da Victoria, na ra
Nova exposi-
cao de candieiros
agaz.
O proprietario da nova ezposigio avisa a lodos
os consumidores de gaz hydrogenio que tem re-
cebido novamente urna qualidade de gaz super-
fina, assim come tsmbem de todas as qualidades
communs que se vendem nette mercado, giran-
lindo o meimo pmprietarlo a qualidade que
vende nasls de falsificagdes. Tambsm avisa que
tem recebido grandes reraessaa de candieiros que
vende em porgio e a retalho pelo prego da fac-
tura, cuja vaotagem pode ser cenhecida pelos
pretendentfs. tendo sempre neste estabelecr-
menlo todos os utencilios perlencenres ao con-
sumo de candieijoa a gaz : na ra Nova n. 20 e
24, lojs do Carneiro Visnna.
Phosphorosde seguranza
Phosphoros de segursnga, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caiza : na loja da Vicloris,
na ra do Queimsdo n. 75.
Baleias para vestidos.
Bslelss muilo grsndes e bou a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
As melhores liohas decrozel para labyrintho,
00vellos monstross 320 ris um : na lo|a da Vic
toria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegou psra a loja da Victoria urna pequea
porgio de ricos espelhos de varios tmannos para
ornamentos de salas, afangando*se serem os
melhores em vidros que tem vindo : oa loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar.
Lia multo boa de todas as cores psra bordar, 1
79 a libra : na lojs da Vicloris, na ra do Quei-
mado o. 75. '
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados psrs seohoras a 29200,
ditos de ponta cahida a 49, ditoa de fila a I96OO:
ns loja da Victoria, oa rus do Queimado o. 75.
Liohas do gaz.
Caizinhas com 50 novellos de linhas muito fi-
se do gaz a 900 res a caiza, ditaa com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancas e pretas: na loja da Victoria,
na ra do Queimado a. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
pregos commedos : na lojs da Victoria, os raa
do Queimado o. 75.
avisa ao pu-
acham todos
O proprietario da nova expongio
blico que seus estabelecimaatos se 1
os das abertos al ss 9 boras da noite iilumioa-
dos com o mesmo gaz hydrogenio contendo oca
mesa os estabelecimentos urna riquisaima galera
de quadros que muito irireter s curloildade das
familias que_qoizerem visitar estes estabeleci-
meatos, assim como um numeroso sortimento
de objectarfas qne por gosto se podem comprar,
garaotiodo aos concurrentes a franqueza do in-
gresso em seus estabelecimentos : na ra Nova
n. 20 e 24; loja de Carneiro Vanos.
p^E^TixnTarj.aas5rnaraWrmgg
Loja das 6 por-|
tas em frente do
Livramento.
Cassas frsoeszas de bonitos gostos s
320 rs. o covado, luvas de trogsl pretas
e d seda a 500 rs o par, chitas france-
zas largas escuras s 240 rs. o covado,
ditas finas a 260 e 280 rs., fil de linho
Uso s 640 r. a vara, tarlaUna fina de
todas as cores a 800 rs. a vara, leogoa
brancoa com birra de cor a 19(00 a du- I
zia e 120 rs.cada um, meias para no- j
mem a 18200 a duna e 120 rs. o par,
chitaa para coberla de bonitos dese-
nhos a 220 rs. o eovsdo, peges de bre-
tanha de rolo a 29, ditaa de cambraia lisa
com 6 1(2 varas a 39. musselina encar-
nada a 240 rs. o covado, calciobas para
meninas de escola a 19 o par, peilos
para camisa brancos e de cores a 200
rs., pegas de cambraii brinca de salpi-
co a 395OO, algodo enfestado o melhor
a 700 rs. a vara, diio branco para toa-
lhas a 18 a vara, enfeites dos msis mo-
dernos a garibaldi a 69, loja esti aber-
ta al as 9 horas da noite.
m
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
Venero-se caivetes finos a 800 rs., caba-
zes para rentosa de escola a 3, 4 e 59, carteiraa
com agulh francezaa a 240, caizaa de pennas
de ago s pQ rs., meias para senhora cruas a 240
o par ; aloja do beija-flor da ra do Queimado
oumero o.
Nevo Hez Marianno.
O edjtor do aovo mez marianno cuja eztragao
tem si.) extraordinaria, por ser ntidamente im-
preisoprnado com rica estampa e muitss vi-
obetasqaereodo que elle chegue a todos tem
reolvlo rebaissr o seu enligo e fizo prego pels
maoefe seguinte : os que castavam 29 pssssm
psrs J500. os 28500 para 19800, e os de 39 psrs
29 aplveiiem a oecasiio pois alo mui poueos
os qu restam : oa ra do Imperador o. 15, dis
9 ho/s da maohaa as 3 1 [2 ia larde-...
sapatos de borracha para
nhoraa .$500opar.
irnos no mes Msrisnoo, e por isso de ue-
ade que as senhoraa que bem se spplicam
boa devogio se pro rinam de um par de
sfle borracha psra suim ttrem os pea tes-
gui Isdoe ds humidade e em altengao a lio
jes e louvavel fim sitio 13 vendendo a 11500 o
pi na ruado Ou limado, loja d'agaia branca
oa aro 16.
I4ST0S k REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Qm grande e variado aortlmento da
roupas fetas, calgadoa a fazendaa e todos
estes se vendem por precos muito modi-
ocadoa como 4 de seu costume.sssim como
sejam sobrtcaaacos de superiores pannos
a caaacos feitoa pelos ltimos figurinos a
269,289, 309 a a 359, paletots dos mssmoi
pannoa preto a 168,188. 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroea a 149.169, I89.209 e 249,
ditos saceos das mesmas caaemiras de co-
Mea 99, 109.129 e a 149, ditoa pretos pe-'
lo dimiouto prego de89. 109, e 128, ditos !
de sarja de aeda a sobrecasacados a 129 ;
ditoa de merino de cordio a 129, ditos 1
de merino chinez de apurado gosto a 158
ditos do alpaca preta a 79. 89, 99 a a |S I
ditos lceos pretos a 49. ditoa de palha da '
aeda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fustao a 89500. 49
e a 49500, ditos de fustio branco a 49
grande quantidade de calcas d e casemira
prela e de corea a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardea a 38 a a 4, ditas de brim decores
Anas a28500, 39, 39500 a a 48, ditas ds
brim brancoa finas a 49500,58. 59500 a s
69, ditas de brim loni a 59 e a 68, colletes
de gorgurao preto ede cores a 58 e a 68
i i* 5?."mr\d' ?or Drel0 --I500
L5*' ffiH d0 fulao branco e de brim
a 39 e a 39500. ditoa de brim lona a 4|
ditoa de merino para luto a 49 e a 4500'
caigas de merino para luto a 48500 e a 5|!
capas1 de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamanhoa: caigas de casemiri
grabada cor aBf, 69 a a 79, ditas ditaa
de brim a 28, 39 e a 39500, paletota aac-
eos de casemira preta a 68 e a 7, ditoa
deso a 69 a a 78, ditoa de alpaca a|89,
sobrecasasos ds panno preto al29e a
14, ditoa de alpaca prata a 59, bonels
psra menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios risos vestidos de cambraia(eitoa
Eara meninas de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos s89e a 128. ditos de gorgu-
rao de cor e de lia a 59 e a 69, ditos de
brim a 89, ditos de cambraia ricamente
bordado para baptiaados.e muitaa outras
fazendaa e roupaafeitaa que deizam de
ser mencionadas pela aua grandeqaanli-
dade; assim como recebe-as toda a qual-
quer encommenda de roupaa para se
mandar manufacturar o que para eate fim
temos 10 completo sortimento defazen-
das de gosto o urna grsnde offletoa de al-
falate dirigida por um hbil mestre que
pela sua promptldi e perfeicio nadadel-
xa a desojar.
H? Hobilia.
Na ra da Gamboa do Carmo loja .
12, vende-se toda a qualidade de mobi.
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phantbasia etc. por preco mais
comsBodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Veade-se a casa terrea no pateo do Tergo
o. lo, e a melada de urna mei-agu oa roa da
Assaatpclo : a tratar com Henrique Jorge.
n.
Vende-se cal branca de Jaguaribe de su-
perior qualidade, em barricas, propriss psra en-
genho e por commodo prego: no trapicho do
Ramos n. 10.
Vende-se s psrte de um sobrado de dous
aDdares n urna das principaes ras da Boa-vista,
cuja parte rende actuilmenle 4009 annuaei: a*
tratar na ra da Imperatriz n. 58.
Nova exposieao de fazeii-
das baratissmas na lo-
ja e armazem da Arara,
ra da Imperatriz n.
56, de Magalhes
Mendes.
Vende-se o mais barato possivel a saber: laa-
zinhas para vestidos a 280 e 400 rs. o covado.
ditas muito Boas suidas a 560 rs. o* eovsdo. ba-
rege de cores para vestidos com flores solas a
o enr.,,?c 29D0O, ditas mullo largas de 4 pannos proprias
para balao a 39 e39500: oa rus da Imperatriz
loja da Arara n. 56.
Arara vende.
Vendem-se pegas ds madspolio finos de 24
jardas a 49400, 496OO. 59. 59500 e 69, ditos en-
festado a 39, meias cruas para homem a I9200e
28*500a duzia: na ra da Imperalrz loja e ar-
mazem da Arara r. 56.
PatiDO jL-reto da Arara
iaJian 9*rel0 "pa,ra ",ca e pale,0 *700,
f>800 e^290 covado, cores de casemira preics
para caiga a 39, 38200 e 3500: na roa daP Im-
peratriz loja da Arara n. 56.
Manteletes da Arara.
Vendem se manteletes de fil os mais moder-
nos que ha a 159. capinhas de fustio muito bo-
nitas a 39c.da urna : na rus da Imperatriz loja
da Arara r. 56.
Arara est vendendo.
Vendem-se pegas de cambraias brancas a I96OO
e 29, ditas muito finas* 29500. 39 e39500. dilas
SwaaortlBades de 20 varas a 9^, de 10 varas a
49500 e 38, cambraias muilo unas de carocinbos
a 48 a pega com 8 Ij2 varas, corles de cambraia
de barras a 29500 e 39. ditas de babados muito
linas entenados com entremeios a 59: na ra da
Imperatriz loja da Arara n. 56.
Arara vende roupa feita,
Vende-se caigas de casemira prela a 48500 e
58o00, paletots de panno preto a 6950O e 89. di-
J de alpaca a 39500 e 48. camisas francezaa a
1J600, ditas finas ji com grvalas a 28, collsri-
nboa de linho muito fios a 640 rs. cada um, se-
roulas de liobo a 18600 e 28 cada urna : na iaa
da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56.
Gorgurao da Arara.
Vende-se gorgurao de linho para vestidos a
do rs. o covado, fustio de cores pars vestido a
. er '! co"do. csssss muilo fina de co-
res a ao e 320 rs. o covado, csssss a turca de
quadrlohos para vestido a 240 e 280 rs. o cora-
do, riscados escoteze para vestido a 220 rs. o
covado : na ra da Imperatriz loja da Arara nu-
mero 56.
Est queimando Arara.
Vendem-se chita de cores fizas com pequeo
toque de mofo a 160 rs. o covado, dilas largas li-
nas a 240 rs. o covado, ditas garibaldinas a 280
e 320 rs. o eovsdo, cortes de rhitas Boas de 13
covado por 2|500, cortes de moreantlque de co-
res com 11 covados e 5 palmos de largura por 8
o corte, corte de lia finas de 22 covados por -89
cortas de gorgurio rom 18 covados por 69500,
corles de orgaodys finos de 15 varas por 8, di-
tos de 9 varas por 79 : na ra da Imperstnzloja
MendeT03 Arara n. 56, de Magalbee 4
E* na Arara.
Veodem-se snacoa de palitoa de denles licha-
doa com. 20 macinhoi por 200 rs. para ae acabar,
14 tem poneos: na ra da Imperatriz loja aa
Arara n. 56.
Sementes
de Hamburgo.
DehoruI
Vinda pelo ultimo vap daCa-
dela do Recife loja de Yidil & Ba

I


:
OUJUO OS BUUMWJCO SEXTA f1UU 9 K tt*Kk M uti
NO
ARM4ZEM PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlia
Vende-se nes:e armazem de molhados os melhores ge-
aero* que Tem a esle mercadc e por menos 5 a 10 por cento do qa em autra qaalquer parte,
larautindo-se a boa qualidadn, por Uso rogi-se a lo lo* 01 Sn. da prea, de aogenho e Urradorea o
avor de mandsrem auas encommenda* ao armaze.n Prograno, afim de Terem difirenos de
pre;o e qualidade que (ai, te lossem comprado* em outra qoalquer parte.
Aamteig* ingVC Ltt de primelra qu,,,la40 800 e I50OO a libra, a em barril a* (ara
a bat meato.
Hanielga f raaenza. ma n0T,, 7S0 ri t, Ubra t m barrilt 600 ri
** *?*** 0 mti. imperior que ha oo mercado a SJBOO e 29500, a libra.
tafea feUXIDi mHani,, a perol,t te|a ,Uperloridide a S|000. e 2*600 t libra.
. V**_ unieo pen| 01 doentes que se tratara com a homeopathta e 3*500 Mbr,
heajedof neate altimo vapor a 2$500, ditas chegadoa no ultimo
$aei}oa do re
Darlo a 19200
Q utijas londrlaos
(ax abatimeoto;
Arados americano e machina!
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston 4 C rita da Semalla Nova
a. 42.
Liadas bonecas de dile-
reates tamanhos e quali-
dades.
A laja da agaia branca acaba da recebar a sus
eocommeoda de lindas e bem vestidas Lonetas
(rancezat de 9 e S 1(2 palmos de altara, aa quaea
aa vareada vieren* tae paafaitaa a bem arraaie-
daa que uaa aa ir iofallielmeote deseja com-
Ka-las, porque amas aiam da (ormoaura tem
los cabello* cachiados, oulras bonitos cha-
peozinhos a Garibaldi etc., etc., todas a 0b
aa indisaso****** aeia bateo ; asaba como reee-
btu igualmente otro bello aorlmMio da boce-
aaa de cboro Uolo de maaaa como de eera sendo
estaa de olhoa moredijos e de dfSereute lma-
nnos at 9 palmos. Agora pois melbor oe-
cisiao de qewlquer paeaoa miaaoaear ama meai-
na que aeia cus Alba, parela oo cocheada, di-
rigindo-ae primeiro (manido do dioheiro) a loia
da aguia branca raa do Qaetmado n. 16, afim de
conoprarama deseaa boaecaaoa- outra quataeer
soasa de agrado.
Bandos ou crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de dina muito grandes e bem
f estos.
A toja d'aguia branca a*isa a todaa as senhora*
que haviam mandado procarar e eocommeodar
eesea necessarios reatantes de cabello* bumaoo
(e meamo aa que da novo precia rem| que ellas
aeabam de chegar, tio bem arraojados como jus-
tamente se desejaTa sendo o sortimento da pra-
tos, cestanhos etc. a maito bem tecidot nos pe-
quenoa pente*-qe*rvem para prender, tuna,
do ao mesmo taaapo eachimento, da que resalla
que urna senhora com um per desses crescentes
pode meravilhosemente fezer o ammadilho da
lhor que em tsl genero ao pode dar e vendem-se
a S| o par, ludo iiso na bem conhecida loia da
aguia branca raa do Qaeimado n. 16.
Vende-se na fregeezia de Ipojuca o eoge-
nho Diamante, todo bem montado, com casa de
viveode, aenzala, olera, dutilacao, estribara, :
casia para lacadores, tudo da- lijlo cal, moa
d'agua e maito bom da prodac;ao, com trras
para dar mais de 3.000 pae* annualmeote. com
trras anda por deacabnrem matas: quem pre- .-, **. -^^. ^ J
tender comprar, pode dirigir-ae ao mestno enge- SCH1 SC^llIlalO
nbo tratar com o propietario, ou oo Recie com ^F^"** ^^fS **MV*V
A illm Cr PAmmanilutne I" m na **- __ > n .
o que ha de bom neste genero e 1*000, a libra e em porco se "?. "b.ell na *0* "?" Par*r 1
B *^ dellea sents, casta cada par 5*; taaaaam. ha
A. ~\\ A sxrftt O biasscda clina mai grandes a bem eitos o me-
VUV1JV Vtttlu o miis superior que tem rindo a eate mercado a 1#S00 alrbiav
pTeiunto iiiglc pa?a ftamb nuUo n0T0,640 r, ,, eB por.
cao se (ara abatimeoto.
CaSteleta aglC tftS propra, para flambr# SOO ra. a UWa a em porcio a 700 ra.
VTXUntO da TeillO di inptrior qoHdad# 430 rf. ubre alnteiro, e 440 re.
saiaillQ 0 m6ihor oetiscj.: que pode harer por estar pro rapto a toda a hora a 1| a libra, a
em porcio a 900 rs
1. ontinus io re no mail0 n0T0 a ggg ra a llbr>i e em barril de 3 arrobai, 7#000
CfeouTi-w *i*B de \ombo8 Ma libta em por5ioge fil abltl.
melo.
l**1V'*"j promptaa para se comer vindaa a primeira vez a este
mercado a 2JOC0 ci da urna.
Ban\ia de ^otco i efinada ,B Ui com 10 librai por ^ uit ums.
Banna de poreo ,ltto flna alva a 480 rs a libra # em barri,- a 400 ra
^lannelada Vmp rial d0 a{amad0 Abre, de 0Btr0l BllUffli fibriMBlei a# Lliboa
a 800 rs. a libra, e em porco se (az abatimento.
Latas com frutan de doce em calda
ceg, alpexe, e gin!s, a 800 rs. cada lata.
ttlai-melada de a pei-xe em utii ae s libra por 1|200 cada uma.
Latas com amenoas eoneUadas
como sejio pera, damascos pe-
contando msls conleitos
candi, muito proprio para mimo, a 2g000 cada urna.
assocar
differentes qaalidadea, em latas de 4 (Je 5 proprioa para mimo a 5S0 ra.
muito novas por IgOO e a retalho a
Barato assim barato de mais
Sabonete finos.
A leja d'agna branca receben ama crescida
quantidada de sabonetas Anos para bsrbas, os
quaea convm a todos compra-los mesmo pare
mjos, avista do dimlaato prego de 3g porqeanto
se est vendendo a duzla. Para satisfszer-se aos
bons freguezes se vender timbem em menores
porcdes, porm quem mais comprar mai* lacrar
porque assim barato nao sari fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora sd ha aa* r* do Queimadr
loja d'agaia branca a. 18.
Coraes.
Em massinhoa a 500 rs. cada um.
Em fios a 640 rs. csda um.
Em voltas de 3 fio* a 2*500 cada urna.
Vendem-ss mallo bons coraes, em massinhoa,
fios soltaa da 3 fio*, palea baralsaimos preco*
aclBM: na roa da Qaeimado laja (Tagala branca
o. 16.
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba do recebar novs
remesaa da proveltoaa a mu procaraOa agua
ambreada, cajos baae effeitos da refraacir a cu-
tis, tirar o ardor que deixa a navalha quaodo se
fas a barba e acabar o mo hlito proveniente
do transpirar sao j bem coohecidos, assim co-
mo as senhoras por nao andarem ao sol faz
conaervar perfettamente a brilho do rosto. A to-
dos quantoa lem naado d'egaa ambreada nao sao
eslranhos esses effeito* a ellas aerio aioda mais
eonhecides por sqneiles que munidos da la se
dirigirem a loja (Tagaia branca rae do Qeeima-
do n. 16 onde nicamente aa vende.
Relogios
Vende-se sm casa da Johnston Pater & C ,
. 4 do Vigario n. 3, um bello sortimento da
i elegios de ouro, patate inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
ama variolada de bonitos trencelln para os
mesmos.
Polassa da Russia.
Vende-se emcasa deN. O Bteber &
C, successores. ra da Cruz n. 4*
MENOS DEZ POR CEHTO
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
DE
Boee da c%sca d goiaba
Boce steeo e embada d9
2*500 cada urna.
CaTt5e>a com bol francez
Paesas em caxiu va de H libras
480 rs. a libra.
T IgOS la Camm^r muit0 novoii em caxas de 8 libres por *500. jllUa com 4
por 18500, ditas coo 2 muito bem enfeitadas por 900 rs. cada umae a retalho a 320 rs.
libra.
ftrvtlbas trancis e $ortaguei.as em laU, d, t UbMi pot M0 r..
ditas em meiaslati s a 500 rs.
Wiaea&e tomate er3 iat d9 x ,ibra por8oo rs.
rVmcudoas de eaaca mole mall0 aoval, 320 r... ubr..
l\OXeS a 120 rs a libra, e 3*000 a arroba.
Ameiitas Irauceas em lsla, com 3 UbM1 por tJ800> dta, com l i,a por i5oo.
iVm^lX^S prVngU Xas m ri> a libra e #m calxa 88 sr batimento.
Chocolate uespH iola l50()( dil0 franeez 1J200 dit0 port,gUei a 8oo rs. a ud,
aDaugi-se a boa quililade.
nOiaXlllUa de 80da eij, ial89 f0m dfferentes qulidadea, a 1J440 rs.
"a?i8 para SpaUtrlai macarroetslharim.a400rs. a libra e em caixa por 8J000 rs.
ValltOS de deilte8 [Xad0Si moihos cora aOmacinhoa por 200 e 280 rs. maito finos.
seTejaS eB1 {r8SC0S com l e li2 libra por 800 rs.
. *J',-' franeez para linat>ai fasaa s 200 rs. cada um, em porco se faz abatimento
BOlaXltlua agle a a mai8 Q0Ta d0 merC8d0 a 320 rs. a Ufen em barrica a 4*500
df.*lH.U\H para engommar, muito aira a 100 ra. a libra e em sscca se faz abatimento.
^*^- de posta em latas dis melhores qualidades de peixe que hsem Portugal a 1*600 rs.
i&spermase\e iuper r de cloeo e se8 Teia8 por ibra ,750 r8#, em caiX8i a 740 ra.
Sardlnbas de Nantes
IPeixe atum
iVXei%e ttOCe reaaado de differentes marcas e o mais superior que ha a 800 ra. a garrafa
e em eaiza s 9g.
\ 111 aOS eUgarralli.dOS d0 du1ue do totU e de entesa muilas martas acreditadas
oeste mercado a 1*200 rs. a garrafa e em caixa a 12*000 ra.
YlllllO em pipa p0,i0,Figueirae Lisboa a 560 agarrafa e em caada3*500, 4* e 4*500.
^T"CJS da3 m8j| icredili das marcas a 5* ra. a duzia, a em garrafa a 500 rs.
**aa.ampagae das mar<:as mais superiores qae ha no mercado a 15* e 22*000 r*. o gigo
CogUaC ll&gieZ a ,0,000 r*. a c.ii. e I2OO r*. gasraf*.
Genebra de HolVinda T9rjai,ira9m frasqueira a 6000 rs. e o fraseo a 580 r*.
TamaraS dol&gjj JltO a 6(0 rs> a Hbri em caxinha* com 9 alOUbras por 5|.
(xCnebra IngleZ* a 10gooo rs. Uii e a retalho a 1*000 a garraf.
Palltss da gaz, 3,^0.. gr0I..
'ai tefiaado em potes grand >s a 500 rs. cada ura, em porgao se far abatimento.
ViSIC iavado 0 qag te pode (jesejar nesie genero a 320 ra. a libra e em arroba a 9J500, dito mais
bsiio a 280 ra. a libra e f J00O arrcbs.
Sevadlnba de Fra0Qa
ment.
-. eoga
nbo tratar com o propietario, ou oo Recita com
O Illm. Sr. commeodador Lemos Jnior.
Soahall Mellors & C, teodo recebido or-
dem para vender o sea crescido deposito de rslo-
gio visto o febricaete ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portento, spetsoas que qeiieram
fiossair um bom relogio de oaro ou prata do ce-
abre fabricante Kornby, a aproveilar-se da op-
portuoldade sem perda da tempe, para vir com-
pra-Ios por commodo prego no seu escrtptoro
roa do Trapiche n.28.
Argolas de ac para cbaves
vendam-se 200, 240, 320. 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca o. 16.
Froco fino, e aeda frouxa para
bordar
vende-se na raa do Queimado loja d'agaia branca
n. 16, onde se achara completo aortimento.
Borseguins iiiglezes.
Na ra da Imperatriz n. 10, defroote da none-
ca, loja do Piolo, receben pelo ollimo vapor um
grande aortimento dos j bem acreditados borse-
guins inglezes, que vende por 10$ e 118 a dinhei-
ro logo cootado. "
Para liqaidair.
Calcar?o muito em corita
Na loja do Pinto, raa da Imperatriz n. 10, de-
froote da booeca, acaba de chegar um completo
sortimento do calcados doa melhores fabricantes
de Parla e Nantes: botioas de afeites, de bezerro
e eordavo, tanto de sola grossa, como de sola
fioa, bolinea para senhoraa e meninas, assim co-
mo um graode sortimento de borseguins inglezas
que se vende por meaos do que em outra qaal-
quer parte, e todo o mais calcado ; a dinheiro
avista.
500
120
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
80
200
800
11280
100
320
100
200
40
ao
60
100
80
40
80
1*000
160
120
120
m latas muito nova* a 400 rs.
de supe'icr qualidade a 120 rs. a libra e em barriacomS arrobaa por 7f.
Borseguins.
mais nova do mercado a 280 rs. a libra, em porco se faz abeti-
no.
9SgU ffluit0 MT0 e jT0 j 320 rj a ,ibra
1? &rinna d0 teno 88 miS rCM sss e Raiega a no rs. a libra.
" "-ta d0 Maranhao aira a cli roza a 160 rs. s libra e em arroba a 4*600,
U-CrVl\naS ,ec mito| ovas i leo rs a libra.
K Ca de earnauba reQnadl s e 400 ra. a libra e em arroba a 12*000.
.Vieite 4oee de Ueho* e 7:0 rs. a garris, afiance so a boa qualidade.
It^S*^ !* Lisboa a 240 rs. agarrafa, e em caada a 1*800. *
W laUO cherez a 1#00 a g rrafa asm caixa aa faz abatimento.
UltO branca a mii* superioi que bi oo mercad* propio para missa a 640 rs. a garufa e,*m ta-
cana da 41800.
Por hofe dei fim aa me: repretorio at a chegada do primeiro vapor viada dt Europa, pelo
val aero novo sortimento e 13o serel prtruiCJio em o pabllesr so respeltavel pablltc.
Ra da Imperatriz o. 10, loja do Pinto, ven-
dem-se pelo baralissimo prec,o :
Borseguins de lastre para hornero a 8*.
Ditos de bezerro para homem a 8$.
Ditos de eordavo para homem a 8*.
Por este preco s a dinheiro a vista para li-
quidar.
Charutos da Havaiia.
Vendem-se charutos da Havanad-
superior qualidade em casa de N. O.
Bieber & C. successores, ra da Cruz
n. 4.
Obras de meta, prateadn.
Em casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores, vendem-se apparelbos compleos
para almoco, porta licores, garios, a
cas, col rieres para che sopa, galhet-
ros, copos e outros muitos objectos dis-
te bem conbecido metal, pela sua ba
qualida le e duracao : na ra da Ctuz
n. 4.
Novo sortimento de cascar*
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba dereceber um n>vo
e bello aortimento de cascarrilhas de aeda de
muitas e differentes cores, e veude-se 1$00
t 2*500 ris s peca, ne raa do Qutimado loja
d'aguia branca, a. 16.
Farinha de mandocs
superior ; nos armszens de Tasso Irnoj.
Vende-se doce de caj secco e Hmio, e
mangaba secco, assim como se prepartn bocels:
na cldade de Olinda, ra de Mathiss Frreira nu-
mero 12.
Ra da Seozalla Nova i. 42.
Neste estabelecimento vendase: ta-
chas de ferro coado libra 110 rt dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Ra da Seozalla Nova n.42.
Vende-se em casa de S- P. Jonhston & C,
sellios o silbos inglazos, candieiros e csiieaes
bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, eleotes
paTa carros e montara, arreios para caris de
um a dous cavalLs, e relogios de onro pente
ingles.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porco a a retalho te-
nle Lufa de Oliveira Aaevedo & C>, no *ea*-
criplorio ra da Cruz o. 1.
Rosas arficiaes para ca-
bellos.
A loia da aguia branca recebea bonita* ron
das que ae eato usando para oa cabellos, e vi-
de-asna ra do Qaeimado loia da aguia brati
n.M.
Na ra do Queimado n. 55 loja do mivdezee
de Joa de Azevodo Maia e Silva, esli vendando
todas as miudezas por precos j sabidos a co-
ohecidos :
Crotea de peonas da ac de todas aa quali-
dades a
Nvelos de lioha que pelo tamanho a todos
admiram a
Caixas de sgalhaa francezes a
Caizae com elfinalee maito fino* s
Caixa* com apparelho para entreler me-
ninos a
Ditas dito* grandea a
Sarelbo* portuguezes e 120 e
Groza da botdea pequeooa para caiga a
Teaouraa para uohaa moito finas a
Ditaa para costura muito superiores a
Baralhos frsncezea para voltarele muito fi-
nos a
Agelheiro* com agulhs* francesa* a
Caivete* de apara.- penna* de 1 folha a
Pecas de tranca de lia com 10 varaa a
Ditaa de tranca de la de todas as cores a
Pares de sapalos de tranca de la a
Cartaa de alfinetes francezes e
Pares de luvaa fio da Escocia muito fina* a
Dita* ditas brancas grosaaa a
Eicova pare limpar denles muito finas a
Mseos com superiores grampo a
rrtt>.ft rom f>.nUla* ria algum dofoilo *
Dito* de ditos auperiorea a 40 e
Dedaes de fundo de eeo muito superiores a
Baadores para vestido* de senhora com 4
varas a
Caitas eom colzetes francezes a
Carta* de alfinetes de ferro a
Charuleiras muito Onaa a
Tinteirasde vidro com tinta a
Ditos de barro com tinte euperior a
Areia preta e azul muito fina a libra a
Tenho nova remesia de labyrintho para ven-
der por todo prego, assim como tenho trancas de
aeda differentes core* para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vende-se roupas feitas
de todas s qualidades pelos precos
mais baratos possi veis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pecbincha.
Algodao da Babia.
j Proprio para roupa de escravos e sacaos de aa-
' sucar : vende-se na rus da Cruz n. 1, eacriptorto
I de Antonio Lwiz de Oliveira Azeredo & C.
Vende-se um escravo 01050 e sadio; aa
ra do I.ivramento n II, segundo andar. Na
mesma cas* aluga-ie urna escrava que seja fiel.
A Boa fama
vende golliohasie punhoscom botoea para senho-
ra, fazeoda muilo boa, pelo bsratiasimo preeo de
2* : na ra do Queimado n. 35, loja de miude-
zae de boa fama.
Veode-se ou arrendase ama grande pro-
'priedade muito perto da praga, com grande ota-
ria de dous fornoi, capella, urna boa caaa de vi-
venda, diversas caaes habitadaa, dous grandes
viveiros, muilas arvorea de fructo, iacluzive di-
| versos coqueiros : a tratar com o Dr. Souza Res
ou com o mejor Belarmino do Reg Birros oes-
| ta cidade, oa na Magdalena.
I Novos e lindos
enfeites par* vestidos pretos
e de cores, e roupinha de
enancas.
Em apropriado lempo recebeu a loja d'aguia
branca um bello e completo aortimento de enfei-
tes de aeda para vestidos preto* e de coras, a rou-
pinha* de crianzas, sendo trancas e bordados de
novos e lindo* desenho*, difficeis tecidos, com
os quaea pode-te som gosto a moderolisimo en-
feiler qualquer vestido ou roupinho de crianca.
Ao pasao que ditos enfeites a todos geralmente
agradam, a commodidade dos precos anima ao
comprador, e eata verdade aera verificada por to-
dos que ae dirigirem dita loja d'aguia branca,
ra do Queimado o. 16, cojos precos eatio mar-
cados osa amostras, as quae* se darlo com ps-
nhore.
Fita branca de borrach;
Ees* fita de que tanta falla haria acha-se b\
na raa do Queimado loja d'aguia brinca n. 1
astfm como fitas frooxas ou elssllcas braness *|
cores part debruar vestidos,
Calcado
Jlo Jos Fereira com loja e fabrica de calca-
do na ra larga do Rosario b. 12 junto a botica
do Sr. Pinto, participa ao publico que tem es-
posto em a dita loja diversts qualidades de cal-
cados feitos na mesma, os qoaes sao sem diffe-
renc* elguma iguaes aos francezes. mas como o
proprietario nao pode ser juiz em causa propria
por iaao peda aos seus numerosos freguezes a ao
publico em geral, que aioda mesmo qae nio
qaeira comprar, comtudo venhim stmpre ver as
amostras e admirar o Irabalho dos artistas per-
nambucanoa que trabalhtm am taa (tbrica, pois
Se assim o Ozerem, indubitavelmenle apreciarao
o esmerado irabalho do* meamo*; a e alem dia-
0 atleoderem a etticlo actual jtmal* deixarao
de comprer porque alem da a oaraatr 41a muito
mai* daracao aerases maia a eiratnrstancia de
estar um diminuto pr*c,o em ralelo aos fran-
ase*.
. BIJAMTE di C.
d ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
n 9 Lr*jro alo armo 9
TJSSSTJUm S Vp0'eS e navios da EurPa' re*9n Wrl. eacommoflda
SLTE2 J! ^r m0a Pr eenU) d0 1aa em ou,r 1NMr parte, por isso
os .JJS?J2B* d9 eng8nh e Umd0rM f*vor da dem as encommendss
sos domos rmaseos, afim de verem a superior qu.lid.de de gneros e difieren;, de precos.
UBt^fStS^M P*- !-. 00 re. Z e em berri.
Manteca francesTa masnova (700 r,. libr,; em birr1 a 600 rg>
ChA i!^SS.n "Mis 8uperior qae ^ mma0 4M0 *3lb.
Una IUXIIQ o qu* hada melhor nettegenero a SfOO e S9000 a libre.
ni A Pret0 mUl SUper,0r *nd0 primeira Vflz ao nosso njoredo a 2200 a libra.
i^SSOIl^meihor qu* vem do Rio, em latas de ama libra por 15800 e em porejo
Queijos wreino chegadosneslatnmmgtifmoudo*v**m+im
navio a 29400 cada um.
QUei JOS SU1SSOS 0 mais superior e mais frescos: que tem viudo ao mercado a 19 a
nava.
Quijos prato como nanca Vflio ao nosgo marMdo a 1|l061 lbfte ia{n ^ imo
I aiOS e Ch0ur9as mait0 novos. 560rs.. libr.ee porcio se far abamento.
Latas com lm vez ae nosso mercado l800. v
relie em latas dediversos umanhos.savel, sardo, pargo. pescada, eavalla, lingos
dos fntoe, atura maraado, robllos e lulas de tigelada, de 1300 39000 a lata.
ToUCinho dO rei-iO mait0Il0TO 20 rs. libra 9500 .rrob. t.mbs.
temos para 240 rs. libra e 6#5O0 arroba.
Bail a de porCO em leus com 10 libras por 400 a 480 libr..
Harmelada imperial de todos os eonserveiros de Lisboa,em latas de libra
meia e 2 libras a 750 rs. a libra
Latas COm frutas em Calda comosejampera, pecego, damasco, .Iper-
m, ameixas e ginja, a 700 rs. a lata.
Marmefada de AIperceemi.tasde 2 libras por 1*000 d. uma.
Doce da CaSCa da gOiaba ,70ars.e em pocrlo m f .batimento.
J-^w-CeS SeCCOS de differentes qualidades em bcetas muilo bem arranjadas 3000.
M. a maraS m.s superiores qae tem vindo ao mercado em caixinbas elegant feitadas a 29500 e 600 rs. a libra
"assas ena caxinbas de 8 libras 29500eoor3. libra.
m lDOS (Ift COmadre muilo novos em cixinba de 8 libras e muito bem enfeitadu
a 2200 e 320 rs. a libra.
Hrvilbas francezase portuguesas a64o 720 rs. a uta.
Mass i de tom a te em latas d 1 bim oe .
Araendoas da casca mole BUlU) nov.s. 400 rs. a ia.
131 OZeg muito novas a 200 rs. a libra.
AmeixaS f raUeeZ'* S em latas com & libras por 4*000 e a 1*000 a libra.
ChrCOlate hespanllol 19200, francs a 1*000 e portugus a 800 rs. .libra.
Bol- xiillia d SOda emUascom differentes qualidades 19400 a lata.
3IaS8aS pa ra SOpa maesro e talbarim. 240 rs, libra e a caixa por 59000.
V'aiXinll&S maito bem enfeitad.s com pevide, rodinha, estrellinbi, ele. a 700 e 800
a ailtOS llXaUOS par.deates era molhos com 20 maciohos a 200 is.
^erejaS em frascos de libra e meia 700 rs.
I iJOlO x4 ranCeZ para limpar facas a 180 rs. e em porcio se far abatimento.
Espermcete SU perior sem av.ri. a 740 em caixa a 760 rs. a libra.
Sardiuliasde Nantes muito novas a400 e 600 rs.
AlpiSta muito nova a 180 rs. a libra e 5*500 arroba.
AZeite doce refinado de divercas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duzia.
OOiaCll 111 lia inglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alibi* o 49200 a barrica.
IrOina muito alv. a 1O0 rs. libra e 2*500 arroba.
V1110 OS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira secca, Carcaveltos, nc-
tar, (eitoris, velho secco, Muscatel 1*200 a garrafa e 129000 a duzia.
JJlt C 8 em pipa Porto, figuein e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 4*000 a 4*500 ca-
ada.
>3trVc J89 das mais acreditadas marcas 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
tdlS. mpaillle das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
COgnaC inglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra d Hollallda verdadeiraa 79500 frasqueira e 800rs. o frasco.
AzGlta n& S ea ancoretas s melhores que ha no mercado 2* e a 400 rs. a g.rr.f..
I raQ^UeS superiores em caixinhis 10* ea 30rs .cart..
Pix llt S d O g'aZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
S.--1 retinado em picotes de mais de uma libra a 240 rs. e em porco ter abatimeoto.
Caf do JO o raelhor que ha no mercado a 320 rs. .libr. e OtOOO arroba.
Sevailnha de FrailC-l mais nova do mercado 240 rs. libra.
^ag"U' muito novo 320 a libra.
Faruha do MaranhaO mnito alva e nova 160 rs. a libra e 49800 ar-
rob..
Velas de carnauba e de composigo .400. aiibr. a 129
a arroba.
Vinagre puro de Lisboa ,240 rs. agarrafa e a 1*800 a caada.
Grao de biCO muito novo a 200 rs. a libra.
Peras seccas em caixinhas de oito libras a 29500 a 64o rs.. ian.1
Marrasquino verdadeiro de zara, de limone, caf, menta, ganepro, mindoramaw,
curacu, ross sublime e outras qualidades de 19500 a 29 a garrafa.
Bat fitas em gagos de uma arroba por 19000 e 40 rs. a libra.
CoUlnhoS os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Er Va dOCe muito nova 400 rs. libra.
ArrOS COm toque da a Vai'iaasaceos deS arrobas a 5 a aaccael:>0O
a arroba.
CharUtOS verdadeiros superiores a 2* eaixinha de 50.
Salmn em latas com duas libras o mais bem arranj.jo qae tea vindo ao mar
cedo 19400.
Mantega etU latas eom 4 libras a melhor do mercada lacrado srmetieamenia
89200 ead. uma.
Vinagre em g.rrfM com 5 garrafas de superior qualidade a 208
Arar Uta Wdedera muito nova a 320 a libra.
Al destes gneros encontrar o respeitavel publico em nosws ir aiMeni un eomplat
tormejue da u4o lendoaie a melbades.



^pVMMVMi^Wi
IMBMfMM
f+
DUR10 DI MEMUIMOCO MITA F11R1 g DS Mi Dg 1M*

i
Sfca 410(0,
Vendo oda ama esees : ai i ratean do pi-
teo de Ptreixo n. Id, foeste de enastilo.
4rroz da bulla
com toque de araa em aaecoa pa 5 atroba a
5| e 1200 a arrobe, tamben gigoi com batataa
19 : noa armazeoa Progrei o i Progressista
do largo do Carmo o.9 e rae da Cruzes d. 36.
Grana
liquidaco por todo
opre$o,nabeaico-
nhecidalojacbSer-
tanejo.
[Ra do Queimadfl n. 4S.
Barato que admira.
Chitas escaras tio a 160, 80 e 200
re., cortea de reetido pratoa I o dado* a
rallado pelo baraliatiao prego de 859
65|, ditoa adamascado* a 50 j 369, sahi-
daa de baile de reliado o eelii a 159
160, camiai para seobora a l'j e a 49,
golliabaa e manguito a 2950:, 39500 o
49500. golliohas de cambraia Jiordadae a
720, 800, Ig. 19900 e lfOO r* ditaa de
fil bordadaa a 240 n., casaveqnes de fus-
to a 69,7J e 8J, meiaa de 'da branca
e preta para eeohora a I98OO o par, ti-
ra de babados a 800 e 1J, lea 1 de qaadro
enfeetadat a 360 e 400 re. o co redo, cam-
braia preta a 440 e 480 ra. a ri ra, orgso-
dys de corea a 680 re. a rara, fil brin-
co adamascado para cortinado 1 a veni-
do a 48 e 540 ra. a rara, corle de col-
lele de caaemira bordadoa prelos a 39 e
39500, diloa de reliado de cor e preta a
49. 59, 69 e 79, paletote de b im braceo
franceses a 49 e 49500. ditos te caaemi-
ra de corea preloa a 16$ e 181, dito de
alpaca preta e de cores a 3J!i00, 49 e
450OO e 59, camisas de peito t) lidio a
29500 e39, cortea de collots di gorgoreo
de aeda a I98OO e 29, 21500,3ji e 49. col-
lete (eitoa de brim brenco a ,9 e 29500,
ditoada gorguraoa 39 e4S,diloi de caaemi-
ra a 4$. 4f500 e 51. ditos de Iludo a 69.
79 e 88, dito de fustao de coros a 1J500
e I98OO, meiaa de la para haiiem e se-
ohora, ditas de algodao croas para ho-
rnero duna I94OO, 19450 e 393)0, ditas a
39.49 e 59 a duzia, ditas) para menina a
29600 e 29800, daa finas e di reaos la.
macho, dito par maoioo a :> e 2500
a duna, pecas de algodio a 3] 800. 49 e
43500, chitas (rancezaa finas 1 240, 280,
300, 320 e 360 rs. o corado. 116 borda-
do e liso, griaaldaa brancaa toa ramos,
chile de troco, eapartilhoa, ciapeo de
ceator para homem, pannos pa -a meaa o
um variado sor tmenlo de ro ipis feitaa
que tudo ae rende por baratsimo prego.
Zmm mmm msms mmmm
Facas e garios de todas
as qualidade!
Vendem-se duzia de faci e gaifoicom caboa
de mtrfim o maia fioo que se pode deeejar pelo
barato prego de 69, ditia para aob-e mata a 149,
ditas muilo Qoas de bataneo a 694C0, ditaa mul-
to finas tambero de bataneo e com iioua butoea a
79. ditas imitando aade balando a 68. ditaa pira
obremesa (azenda multo superior 1 59500 e 6J,
dita entrefina a 2$5O0, dita pn a meninis a
320. 400 e 500 ra. cada talher e ale o dettaa qua-
lidadea outraa muitas que se reodi>m barato : na
ra do Quaimado na bem conhecic 1 loja de miu-
dezas da boa fama o. 35

Para violari.
Venie-se muito superiores cord s para riolo
pelo baratissimo prego de 120 rs. cala urna e
bordao a 160 rs.: na ra do Queim ido na loja de
miudezas da boa (ama o. 35.
Perfumaras baratas e de
boas qualidadh s.
Vende-ae para acabar muito bi ns abneles
creme de amendoaa em caixas de louga a 500
rs., frascos com o bem conhecido sndalo a
10500 e 29, fraseo com banha ti emptenle a
90J rs., ditos pathcholy a 610 ra .aixinhas com
nove qualiladeade extractos e todcs muito fios
a 29, ditas com 12 tambem muito liooa a 38200,
fraaco grandes com agua de colon a muito au-
perior e bem coohecida a 19500, a e 39, pasli-
lhas muito cheitoaaa de Luban par coaserrar a
roupa lirreda traga a 19 cada papel, ditas do
meimo fibricaote proprias para ilefumar a 29
cada canina, duziaade abnete muito bons a
600 r. e outraa muitas qualidade que ae rende
muito baratas na ra do Queimad > na bem co-
nhecida loja de miudezaa da boa lima n. 35.
Golheres de todas as qua-
lidades.
Ven lem-se duzias de colheres d
sopa de to boa qualidade que nadi
do at de prata pelo baratissimo :
ditas para cha a 69. ditas de metal
sopa a 58, ditaa para cha a 29500
tirar aopa muito aupariores a 2950
ditas para tirar assucar a 800 ra.,
estas colheres fioiisimas ha oot
mais ordinarias que se reodem ba
do Queimado na Oem coohecida lo.
zaa da boa fama o. 35.
> metal para
ficam deven-
reco de 1O9,
principe para
. conxas para
) cada urna,
Iem de todas
11 qaalidades
rato : na ra
a de miude-
Vende-ae urna escrara critula, idade 31
aono, pouco maia ou menos, muit i fiel, quitan-
delra, engomma e lava perfeilam >nte ; quem a
pretender, dirija-ee a estrada de J ,o Fernaodea
Vieira, sitio n. 2.
Vende-se orna armigao de amarello toda
forrada, enrernisads e enridragadt, propria para
qualqner estabelecimento por est, r quaai cora ;
na ra do Queimado o. 17, loja.
No engenho Mega6 de baixo, com porto pa-
ra embarcar, rende-.e 3 mil canac as de mel de
furo novo.
Moedas de ouro d:16$ e 20$
Veode-se noescptorio de Mam el Ignacio de
Oiiveira & Filho, largo do Gorpo Sinto n. 19.
Fazeodas pretas
superiores.
Grosdenaple prelo muito superhr pelo dimi-
nuto preco de 29 o corado, panno | reto muito fl-
no 3, 4, 5, 6, 7 e 9f o corado, < iseraira preta
auito fin. a 2f. 29500, 3, 39500 e 49 o corado,
mauta pretas de blondo moito su leriorea a 129,
7.l!. 1" d?uPerloresgroadenarle3 pretos ri-
222 i* br*,00 *. aobrecasi ca de panno
Siete Stta no SSr c"aca, t4ni bem de PaDno
SnqaW?iS05i.SO|'*p,lrtoU d' P"Veto
Uru,.H?L.?J?eri0I5' IimiiDlai eatreltasi
19, ditaa de settm maco a de gorg.rao muito se
perioToa para deas voltea a 29* dilis esUaitiiihai
!lelei f 4* c?>rle' ri Ofelias pretal
5nL,'V*0? ?utr" mullM u*>' qse sendo
duba ro- risl. rendem-ae por &-,"*$*
PaoQO de algodao di Baha.
Veoda-se 00 escriptorio de Ai ionio Loi de
Olireira teredo & C, na ra da Gru n.l.
Attenco
Cbegou para a loja da victoria, candieiroa a
gas de noroa goatoa apodlos, lauto para sala,
como para eacada e quartoa a para oulras muitas
conaas : na loja da victoria a rae do Queimado
n.75,
Cestiohas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo d proprio daa meninas irem para a
asceta, e por io bom que rio compostas com
toa das oras e bonitas cestinhai qae asi Tn-
dem ca na do Queimado loja d'aguia branca
O. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia brasa acaba da) recebar por
amostra urna pequea quantidade de firallaa
douradaa e esmaltadaa pasa cintos, tedas de se-
ros e bonitos moldes, a tamban douradaa qae
parecem de ouro de lei, o que 6 com experien-
cia as eonheceri nao o aerem, estando no meamo
caao as esmaltadla; e assim meamo rendem-se
pelo barato prego do 2S500 rs. cada ama, na r*a
do Queimado loja d'aguia branca n. 19.
Palmatorias de vidro e de la-
teo para \ ellas.
Vendem-se bonitos palmatoria de vidro lapi-
dado para relia a 19200, e ditas de lstao mu
ooraa e limpaa 400 rs. : na roa do Queimado,
loja da Agu branca n. 16.
Peitos de fusta o lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de fastio terrado e
trancado para camiaaa a 500 ra. cada um, faaen-
da mui boa e encorpada : na ra do Quaimado,
loja d'agaia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-braoca receben um novo e lin-
do aortimeoto de tiras bordadas em ambos o la-
dos, e conlins a render baratamente a 1J200
cada tira, a outras de bordados muito largos a
29000, o melbor qne possirel em tal genero,
e todaa ellas, pela largura que leem, podem aer
dividida ae meio, pelo que se tornam baratsi-
ma : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
n. 16._
Olhem para o pavad e
ieiam
Csmlsinhss com gollinha a manguitos
de cambraia bordadoa, fazenaa mo-
daroissima a
Ditas de fuello com salpicos de cor
Golllnhaa bordadaa com botaozioho
Ditaa de todoa oa goaloa a 640 e
Ditaa com manguitos de cambraia bor-
dadaa a
Manguitos de cambraia bordados maito
finos a
Golliohas bordadas a
Romeiraa de cambraia enfeitadas para
tolo a
Gamisiobss para senhora a
Lencinhos de lioho com labvrinlbo Jara
rae-a
Ditos a imitaco de labvrintho al5 e
Luras de lorcal enfeitadas com ridrilho
Eofeites pretos com ridrilbo a
Ricoa aoeites pretos e de cores, a Turca
e Garibaldi
Groadentple preto a I96OO, 19600 e
Todia eslis fazendaa rendem-ae na ra
peratriz n. 60, loja e armazem do parao,
ma di Silva.
Sementes de hor-
talices
Na ra da Cruz n. 32, deposito de pao e bola-
chi, rendem-se sementos de bortacea rindas de
Lisboa.
Saiiio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Crespo o. 7, aonde o reapeilarel pu
blico achara am grande e rariado sortimento de
miudezas que se rende por precos mais baratos,
10 por cento do que em ostra qualquer parte,
auim como seje, franjas pretas com ridrilho e de
cores, utas de todas asqualidades, frsnja e galio
de llnho, cascarrilhaa pretas e de corea, frocoa de
todaa as cores, os riquissimos eofeites de cabeca,
galoziohos de llnho e de seda para eofeites,
chapeoziohos para enancas, chapeliohaa para se-
nhora, bonets de panno e velludo muito fino
para meninoa, fitas muito chiques para siotos,
manguito e golliohaa maito finas, leacoa de
cambraia de linho muito finos, e muito mais
objeclos que se continuar annunciar, pois ven-
de-se tudo por prego barallssimos por ae acbar
em liquidac&o. Na meama loja ae achara um
rico sortimento de amendoas e confeilos proprios
para qualquer mimo, que ae rende pelo baratia-
aimo preso de 1J600 a caixinha.
\GENCl\
59000
39000
19000
800
19600
19000
240
39OOO
3900(1
295O0
11280
500
800
65000
29000
da lm-
deGa-
DA
Fundicto LuvV-Moor,
Ra da Sen/alia Nova n. 48
Neste eslabelesimento continua a haver uro
completo sortimento de moendss o meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos os tamanhos
para dito,
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Ru* do Queimado n. 19.
Leocoes de bramante de linho a 39.
Coberlaa de chita tina a 29.
Ditas a prego do 19800.
Cambraiaa pretas mnito finas.
Colchaa de fuato muito linda a 69.
Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo
propriaa para forro de cama e salas.
Lencoes de panno de lioho fino a 29.
Algodao moostro a preco de 600 rs. a rara.
Toalhaa de lioho para mesa a 49.
Ditas de fustao para mos, cada ama 500 rs.
"2 N. O.Bieber & C.saccessores.rna daCraz
n. 4,tem pararenderrelogios paraalgibeira de
ouro a prata.
Essencia de ail para engom-
mado.
Eala essencia a mais pura e a melbor que
tem appareetdo, urna a duaa gotaa bastante para
dar cor n ama baca de gomma, teodo a ranta-
gem de nao precipitar e nem de nodoar a roup
como succede muitas rezes com a flor de ail
rendem-ae em frasqainhosa 500 rs. cada um : na
rui do Queimado, botica o. 15.
A banha fina,
boa copos grandes, chegou para a loaj d(agnia
eranca, roa do Queimado n. 16.
Oh! que pechin-
cha!!!
Vendem-se palitos llenados e folheado, finos,
psra denles, dous manos com 40 massinhos por
400 rs. : na ra da Imporatrir, loja da Arara
0. 56.
Ricos
cortes de vestidos brancos
bordados.
Vendem-se ricos cortea de reatidee brancos
bordado com 3 babados pelo baratissimo preco
de 59 o corte: na roa do Queimado d. 22, na
bem coohecida loja da boa f.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores casnises ingiera com
pregaa largaa pele baratiasimo preco de 359 a du-
na : oa loja da boa f, oa ra do Queimado nu-
mero 22.
Ricas gollinhas epunhos
com boies
Vendem-se ricas gollinha e panhos de cam-
braia e fustao ricamente bordadas com lindo bo-
tos, peto baratissimo preco de 29 cada guarni-
cao : oa ra do Qseimado n. 22, na loja da
Fazendas barat-
simas
Superior brameato de lioho com duaa raraa de
largura a 29400 a rara, atoalhado da linho ada-
maactdo com duas larguras a 29500 a rara, bm
braoco de linho muilo superior a 1J440 a rara,
dito de cores, fazenda' mutto superior a 19, dito
pardo de lioho pero a 800, 19 e 19200 a rara, di-
to de qaadrnhos muito proprio psra calcaa, ja-
qnetas e peletots para meninos s 200 rs. o cora-
do, gangas francs* multo auperiorea a 400 rs. o
corado, cambraiaa francezas muito finas s de
muito bonitoa padrees a 260 e 280 o corado,
cambraia lisa muito fina a 4J, 5 e 69 a peca con
8 1|2 raras, cambraia com salpico tambem com
8 1(2 raras cada peca a 49500, dita mnito supe-
rior o melbor qse ba neste genero a ll|500 a pe-
ca com 17 raras, ou a 800 ra. a rara, chitas fran-
cesas de muilo boaa qualidadea e de lindoa pa-
droes a 240, 280, 300 e 320 o corado, fil de li-
nho liao muito fino a 720 a rara, taa tana bran-
ca e de corea a 760 a rara, toalbas de liobo para
ruaos a 79 a duzia, ditaa pelluda muito superio-
res a 115 a duzia, gollinhas de cambraia borda-
das a 800 ra., manguito e gollaa de cambraia ri-
camente bordadas a 29 o par de manguitos com
urna golla, lencos brancos muito tiooa com bico
renda e labyriotho a 1g280 cada am, ditos de
cambraia de linho para algibeira pelo baratissimo
prego de 4, 5 e 69 a duzia, e assim um completo
sortimento de fazeodas de todaa as qualidadea,
que aendo a dioheiro rists se renderao por pre-
coa mui baiio : na bem coohecida loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Vende-ae am jogo de relhuiana : na ra
da Concordia o. 9.
Camisas eeeroulas
Vendem-se superiores ceroulas de lioho muito
fioaa pelo barato prego de 269 a duila, ditas tren-
zadas de algodao, mas de maito boa qualidade, a
179 a duzia, cerniese brancaa francezas a 229.249
26 e 309 a duzia, ditaa para meninos a 22S a du -
zia, ditaa para homem com aberturaa de corea a
229 a duzia : na bem conhecida loja da boa l
na ra do Queimado o. 22.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com golliohaa, fazend
muilo bd, pelo barato preco de 28000, gollinhas
e puohoa ultimo gosto a 29000, gollinhas muito
fioaa e bem bordada a IgOOO cada urna na ra
do Queimado loja de miudesae da Boa fama
o. 35.
Tiras e entremeios bordados.
Veode-se pecas de tirss bordadas da 2 500
3,000, 3,500 e 4.000 entremeios a I96OO e 2900
cada pega na ra do Queimado loja de miudezaa
da Boa faina, o. 35.
Bonecas fraacezas.
Veode-ae bonecas francezis ricamente vestid
49OOO e 5000. e 21000 bonecas de cera com os
olhos Ecovedcos a 2J000 e 39000, oa ra do Quei-
mado loja de miudezaa da Boa tama, o. 35.
Fivelas de a 50 para sintos.
, ?**'*> Obelas de ago par sinto a 19500 rs. e
29OOO oa ra do Queimedo loja de miudezas
da Boa fama, o. 35.
Sapatos de borracha para
senhoras.
Veode-se sapatos de borracha paraaenhoraa e
meninos a 1$500 rs. o par, aapatiohes de lia para
creangaa a I9OOO s. o psr, ditos merino al&OO rs.
touess de lia para creeogas a 2f000,19OOO, 800 re.
sapatiohos de seda ricamente bordadoa proprioa
para baptisados a 35000 o par, na ra do Quei-
mado loja de miudezas da Boa fama, o. 35.
Baleias.
Vendo-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ago
para balao a 160 rs. a rara, baodes a 19500 ra. e
29OO o par, oa ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se cascarrilhaa de seda para enfeitar
restidos a 29000 a pega na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vndese meiaa de borracha psra quem padece
de erysipela a 159000 o par, meias de seda preta
para aeohora a 1J009 o pr oa ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
Luvas de pelica e camurca.
Vende-se luraa de pelica de Jouvin a 29000 o
psr, ditaa de eamurga propriaa para montara a
29OOO. ditis de escocia a 800 ra. o par na ra
do Queimado loja de miudezas da Boa fma,
n 35.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a I96OO rs., ditas
com mangas proprias para rapazes a 49500 r
cada urna, eacarradeiras de ridro a 49500 r.
e 58000 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata iogleza a 19500 rs, dita franceza a 500
re., 640, I9OOO. oleo da sociedade hygienique
rerdadeiro a 19CO0 o frasco, oleo babosa de Piver
rerdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balssmica
para os dentea a 19000, dita de Botot tambem
para os denles a 1JO00 o frasco, pomada fraoce-
za em paos a 500 rs. e 19000, 320 rs. sabooetes
muito fioo a 640 rs.. 800 rs. e 19000 cada um na
ruado Queimado loja de miudezas da Boa fama,
D, OO.
A200rs,sopavo.
1 Vende-ae chita franceza escura de cor fixa a
dous tustois o corsdo : na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do pari.
A2#500,sopavo.
Vendem-se cortes de cambraia braoca com 2 e
3 babados a 29500, ditos de tsrlatana brancos e
de cores, com barras e babados a 3>: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pari de
Gama & Silra.
A 500 rs s o pavo.
Vendem-se as mais modernas e flnissimsa lia.
nnhas de quadrinhos e de flores soltss e pslml-
ohis, desembarcedla do ultimo navio rindo do
Havre,pelo baratiasimo prego de quiahentos rls
o corado, e dio-ee as amostras com penhor : na
ra da Imperatrit o. 60, toja e armazem de Ga-
ma & Silra.
Cambraia! hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-ae esta oora (azoada ato padroes delica-
dlisimos com 4 i|2 palmos de lirgure, propris
para vellidos de senhora a 400 rs. o corado : na
ru di Imperatriz n. 60, loja e armazem do pa-
rao de Gama & Silra,
Allencao ao vigilante
tfa ra do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Joo Ceg,
est torrando por todo o
preco.
Corad.
Os rerdsdeiros fio da coraea redondo auim
como seis, pola o maia superior que tem riodo
ao morcado :a no eigiiaale ra do Crespo a. 7.
Mi canga ou continhas.
Hicenga 0u contmha de muito linda corea a
*40 rs. o mscinbo : s oo vigilante ra do Cres-
po n. 7.
Continhas do Ro.
Continh doaradiohaa miuda e groase proprio
para pulceiras das quaes ae esli osando maito
por ser ultimo gosto, a 240 rs. o macinho, assim
como aljofr b.anco e de cor a 300 ra.: s oo
rigilante ra do Creapo m 7.
Lencos brancos para algibeira.
Anda ae reodem tongos braoco finos para al-
gibeira pelo baratissimo prego de 29400 a dazia :
na loja da-boa f, na ra do Queimado n. 22.
Me..s para senhora.
Veodem-ae meias finaa para senhora peto ba-
ratiaaimo prego de $9600 duzia : na rea do
Qseimado n. 22, na bem coohecida loja da
boa fe.
Gaimaraeo & Luz, doeoa da loja de miudeza
da rea do Qseimado o. 35, boa fama, participan)
ao pabuce qae o seo eetabelecimeolo ee acha
completamente prvido das meihorea mereadoae
teodestea ao aoesmo esUbelecimeoto, e muito
WMrddSa^aiBisji gosto, sendo quaai todos rece-
bidos de ansa proprias encommendee ; e catando
ellea inteiremenU reaolridoe a nio renderem
Dsato, aftoocaaa render mais barato do qoe outro
qealquer ; e juntamente pedem aos aeus deredo-
f" que Ibes maodem ou renbam pagar oa seas
dbitos, sob pene de serem jueiieados.
Mocadas t> meias moendas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brutn n. 58 fu n di cao
de D. W. Bouman.
Ultimo gosto.
Gollinhas bordadas e punhos
combotes para senhoras.
A loja d'aguia branca, onde bem ae encontram
objectoa moderno e de gostos, acaba de receber
um lindo aortimento de golliabaa bordadaa e pu-
nhos com bonitos botes, o que boje ultima
moda, e por isso neohuma senhora se dere ne-
gar a comprar urna dessas guarnigdea por 29000,
tanto maia quaolo ellas ao necessarias para
completo ornamento daqellaa que terio de apre-
ciar as bellaa represenlagoes do Marinangel, e
mesmo as que nio forem leem igusl direito de
comprar esses bonitos arranios ; na loja d'aguia
branca, ra do Queimado n. 16.
Grvalas econmicas.
Na loja vagoia braoca acha-se um bom sorti-
mento defravataa de boaa e bonitas sedas ingle-
sas, as qie *e reodem demaaiidameate bara-
tas sem qaje tenham defeito algum, s iim por
erem um pouco mais larguinhaa, estis a 320 rs.
cada ama, a oulraa maia ealreitas e superiores s
640 e 19. Assim, pois, conven a todos approrei-
larem a occaaiio, porque grvalas boas e por laes
preco niogaem aa delia de comprar: oa loja
d'aguia branca, ra do Queimado d. 16.
Chambo
Veode-se chumbo de maoigio a dinheiro por
219 o quiolal e a arroba por 59500: no arma-
zem de Aotonio Ceario Uoreira Dias, ra da
aladre de Dos o. 32.
Agua balsmica para conser-
vaco das dentes, e agrada-
vel hlito da bocea.
Esaa apreciavel e proreiloaa agua balsmica,
cujoa bons effeitee de conserrar a fortidio doa
deolea, fortalecer as gingivas e tirar o mi hsli-
lo da bocea, sao j bem conhecidos por todos
quanlos delta Iem usado, e ser ainda mais por
quem, prezando esses bons resultados, se dirigir
com I9 dits loja d'aguia branea, roa do Quei-
mado n. 16.
Gravatas de seda pretas e de
cores.
Mui boaa e bonitas grvala pretas de seda com
aalpicoa de cores a 500 e 610 rs. cada urna, ditaa
todas pretas de bonitas sedas de charisquinbos,
boa fszeoda a 1$. ditas de superior gorgnrio com
ponas bordadas a reliado a I96OO, ditas de tras-
paaso pretas e de cores com alfinetes, e mui pro-
priaa para meninos, sendo ellas de bonitas seda,
forndaa.e com dous pospontos de seda decorosa
I95OO cada urna, e multas outras de differeotes
qualidadea e pragoe : na ra do Queimado, loja
d'aguia braoca n. 16.
Meias de cores para homens
Muito boas nieia de cores a 160 o par, e 1 #600
a duzia: quem aa rli nao se desagradar, pois
que aio boas e baratistimss : na ra do Qsei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado o. 55, defronte do sobrado
noro, eat dispoato a vender tudo por preco que
admira, auim como saja :
Fraacos de agua de toreada multo grao-
dea a gQQ
Sabonetes o melhorque pode haver a 320
Ditoagrandes muito fios s 160
Frasco* com rheiros muilo finos a 500
Diloa ditoa muilo bonitoa a I9OOO
Garrafaa de agua celeste o melhor a 19000
Frascos com banha muito superior a 240
Ditoa dita de urgo fioissima a 600
Fraacoa de oleo babosa com chelro a 240
Ditos dito dito a 320
Ditos dito nito a 500
Ditos para Umpar a cabega tirar caspas 720
Ditos ano philocome do rerdadeiro a 900
Ditos com baoba transparente a 900
Ditas com superior sgua de colonia a 400
Dita, fraseos grandes a 500
Frascos de macagi oleo a 100
Ditos de opiato pequeos a 320 e 500
Ditoa de dita graodes a 800
Teoa um resto de larande ambreada a 500
unha branca do gas a 10 ra., e tres por
doua.e fioaa 20
* ?. M,l" t*l v-00B1200 jardea a 60
Dita dito dito com 50 jardas a 20
Cerceleia de linha con 100jardas a 80
.U*At maito eocorpadas a 29400
Dito de ditaa muilo superiores a 41560
utu da dita brancas para senhora, mui-
to finas a 3|00O
Vaca da bico da largura da 3 dedos a 120
Uita da franja para toalhaa a 80
Groza de botos de loses braoco a 120
P"' Pbosphoroa do g.i a ,840
Wto de ditoa de rea moito anteriores s 240
Focas de fita para coa de todas as lar-
guras 1 320
Brincos pretos a balao, e
outros objectospara
luto.
Desies objeclos de qae boje infelizmente tantea
familia preciiim, na loja 'gui branca acba-e
um boaa aortimento delles, sendo brincos s rose-
tos s baile, peleeires modernas de grossa e for-
tes conlas, alfinetes psra peito, ditoa lambeta pre-
los, esa caialnhss, bonitos e modernos aderegos,
e aaeios ditos, cinteros de Atas e firclaa pretaa,
eofeites paca cabega, grampoa de noroa moldes
ptra segurar cabello, luras de torcil de seda e
peluca, meiaa de aeda e algodio para homens e
senhoras : cem oscempradoree de taea objectoa
ae teri a maior coolemplagao, atiento o fim para
que aio: por iasoidirigirem-se i ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de horra-
cha para segurar papis e
muitos outros misteres.
A. loja d'sguis branca recebau urna porgo de
arroelaa ou argolas de borracha, que acertada-
mente se spplicam a difireme fina, como tam-
bem seja para emmassar papis as dirersas re- j
particoes psblicaa, noa cartorios, escriplorios.
armaren, loiaa. botica, tabernaa, etc., etc.,
mesmo de alguns particulares, o que oa rerdade 1
5n "SSS" ""P1"-6 Pe diminuto prego de 1
240 e 320 a duzia, para poupar-se o trabalho de
atare desatar um masso de papis todas as rezes
que se precisa, assim como aa mais largas servem
para segurar carleiras, e manguitos de senhora
e mesmo psrs pulseirss de mitsaogae, adrerlin-
do, porm, qae cada argola tem aua rela ; ren-
dem-se em dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Pennas d'aro.
a-Af!/erd,deirM penM ,nlezae caligraphicis a
19400 rs. a caixinha : s no vigilante ra do Cres-
po n. 7.
Banlias ou leos e cheiros.
A superior banha transparente a 900 rs. o
frasco.
Dita em latas de folhs de meia libra a 500 rs. I
Dits em latiohas de quarla 1 320 rs.
O rerdadeiro oleo da aociedade bygienica a'.
900 ra. o fraaco.
Dito macaaiar e muilo fino em frasco oeaue-
no a I96OO a duzia.
A rerdadelra agaa de colonia frasco grande a
900 re.
Ditoa pequeos mesmo em garrafinhas a 400 rs.
Ditos com superior agua de flor de laranja fras-'
co grande a 400 rs.
Dito com excellente agua celeste frasco gran-
de a 1|.
Dilo frasquinhos pequeoos com rinsgre rugi a
400 rs. : s 00 vigilante ra do Creapo n. 7.
Para conservar dentes.
Os rerdadeiros pa da sociedade bygienica pa-
ra dentea em frasquinhos de ridro o mais supe-
rior que tem apparecido pelo baratiaaimo prego
de 19 o frasquinho, sssim como em ceisinhas
quadradinhas a 200 rs.: s no vigilante ra do
Crespo o. 7.
Gollinhas e pulceiras.
Linda golliohas e pulceiras de migaoga pelo
baratissimo prego de pulceiras e golliohaa 3S
pulceira a 29 e golliohaa 19 e 19500: s no vi-
gilante ra do Crespo n. 7.
Sestinhas
Sestiohas muilo lindas com seus pertences pa-
ra menino 39 e 49, assim como iodispensareis
de continhas ou migaoga proprios para menina
trazer no braco com lencinbo pelo baratissimo
prego da 19 : s no vigilante ra do Crespo nu-
mero 7.
Tinteiros.
Tinteiros proprioa para menino de eacola ou
memo para quem oa quiter comprar por bara-
tiasimo prego a 500 rs.: s oo auante tua do
Crespo n. 7.
^M3M*M9MS fi* fiMdKSMMSK
JNao duvidem que na ruaj
Jdo Crespo n. 17, loja de S
GuimaresA Villar.
56*eT" Veste -se urna senhora dos p$
at a cabeca.
Principiando pelos chapeos de palha a
{' Garibaldi e chapelinas de palha de Italia
os mais superrores qae tem riodo de S
Manteletes de gros bordadoa, capas e
casaeoes a Lulz XVI, sedas de cores e
moircsotiques pretos e de cores e aca-
bando peloa respeitareis bales de erox
e de musselioas e que reodem baratia-
aimo. Senhoras freguesas a vista faz f,
mandem ver.
n^>e ^ ^^^e^^H
Rival
sem igual.
Miudezas e rap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Lia da cores sortidss, libra a 61400.
Siotos dourados s 19600.
Ditos ditos com ponas a 3)500.
Agulhaa fraocezaa cartas e compridas a 60 rs.
Ditas c o totas a 120.
Penles de matsa para atar cabello a 500 n.
Ditos de dits idem (dourados) a 19200.
Carreteis de retroz de corea a 320.
Escovaa para cabello muito boas a 800 e 19
Cartas de alfinetes a 80, 100, 120 e 140 rs.
Escoras psra unhas maito boas a 320 e 500 rs.
Pranjaa preta com vidrilho a 320 e 400 rs.
Trancas pretas com dito a 240.
Bicos pretos muito bons a 180, 240, 320 e 400
res.
Carreteis de lioha a 30, 60 e 80 ra.
Eofeites de retroz com franja a 59300.
Meias para senhora (duzia) a 2500.
Ditas cruss para homem a 29400 e 39.
Teaouras ordinarias a 80 rs.
Franjas de las estrellas (peca) a 900 rs.
Sabonetes de bola fios a 640.
Frascos de dirersos cheiros a 320.
Linha de Pedro Va 30 ra.
Botes para casareqne a 20, 30 e 40 ra.
Rap Pesio Cordeiro (rerdadeiro) a I96OO.
Dito gasee grosso e meio grosio a I96OO.
Dito dito fioo a IJ280,
seE outras muitas mais miudezss que com a pre-
seoga dos boas fregoezes se renderio baratas.
Aliento! aliencao!
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na toja o. 20 da ra da Imperatriz acha-se s
renda um completo a rariado sortimento de boas
fazeodas, e qse i rista de anas qualidadea aio ba-
raliasimameete rendidas, e para maia reracidade
do que fica dito, abaixo rio mencionadaa algunas
daa dilt fazeodas, a saber :
Chitas largaa cor fixa a 240 rs.
Madapoln fino com 24 jardas a 59.
Cambraias de cores a 280, 320 e 400 rs. o co-
rado.
Velludo preto e de corea a 29.
Lindeza de cores a 160 rs. o corado.
Lencos pequeos a 80,120 e 160 ra.
Chapeos de castor uno a 8f.
Chitas prelaa mutto largas e fioaa a 240 rs.
Alggdio trancado preto muilo bom para verti-
dos d cscraros a 200 rs.
Cambraia lisa coca 10 jardas a 29.
Caaes de salpicoa com 10 ditaa s 39.
**" ** 00nlds para corlioadoa com 8 ra-
Vende-ae am engenho ns ribeira de Una.
moento e correte, muito bom de lerraa e cerca-
do, con) todas as obras oras, tem proporcoee
parasafrejec 2,000 pies anouaes, diataois do
embarque legos a meia, ou troca-se por predios
neila praga : s tratar no pateo do Carmo o. 15.
Sapatos de bor-
racha.
A 19. 19500 o 9f e par. egoibee Victoria a 120
ra. o papel, lamparioas eeooomicas a 100 ra.
caixa, carteiraa para esererer e 14fl e 169, caixa
PV" "<' 81 e 161, gr.fxa franceza econo-
mice a 640 o polo, faca, americanas para mesa a
n?n.7!i! \ ?' P*" *eubore. homem. me-
J. PIlodo pre- ceteles de cabello
com pedra roza e amarella a 5 cada um : 16
fi&3 fe*,o'K,per,DS*B *A*
Attenco.
36 Ra Nova 36
Acaba de chegar um completo aortimento de
obras foliada, assim como correotoes, corrento
curta psrs relogios, briacos a balo, botio par
puohoa, aderegos e meios aderegoa, obraa as msis>
modernas que ae podem encontrar e o preco ad-
mira o quanto barato.
Vende-se
Salitre de Londres, o melhpr que tem rinda *
ete meresdo, por prego commodo : na ra d
ladea do Recite armazem numero n. 62.
Presten, allencao
O Ga lo vigilante na ra do
Crespo n. 7,
qae qaer liquidar e rendando ludo por preco
que admira, como sejam :
Riquissimas baodejaa de chario de muitas aua-
lidades. *
Salrss de metal com ricos lavrores imitando
prata.
Copioho e pratinho de metal proprio para me-
nino.
Manleigueira de lindas cores de ridro com tamp
e pratinho de metal.
Riquissimos espelhos com moldara dearada.
Toucadores com garete e de outras qualidades
Binculos com excelleotes rtdros.
Riquissimos laquea de sndalo e madreperola.
E muitoa maia objectoa que ae costinuari an-
nunciar e que i riela do fregsea se tari todo a-
prego.
Aljfar fino imitando perola
Veode-se a 500 rs. o fio do aljfar fino, imi-
tando perola : na ra do Queimado. loja d'acuia
branca n. 16.
Vende se um escrara de boa figura, sendo
perfeita laradeira e quitandeira, sem rielo neo
achaque, o que se aflanga ao comprador : Da ro
estrella do Rosario n. 36, loja.
0 Livro do Fovo.
Sahio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direegao do Sr. Dr. A. Marques Ro-
driguee, e contm a rida de N. S. Jeaoa Cbritlo,
aeguodo a oarragio dea quatro evangelistas,
mais os seguintea artigo*: o rigario, o professor
primario, o bom homem Ricardo, amoral prati-
ca, Simio de Naolua, mximas e pensamenlos,
a bygiene, os dereres dos meninos, e o Brasil.
A publiccao do LIVRO DO POVO oio s6 iem
por fim uoiformisar a leilura as escolas prima-
rias, onde cada menioo aprende por um lirro
differeoie, e portanto facilitar o trabalho do taes-
tre e do discpulo, como tambem mlgarisar, por
um prego baratissimo, s historia do ailrador do-
mundo, e os melbores preceilos de moral.
Veode-se o Livro do Poro, no Recife, na
E!M* d* pr*S* t Independencia ns. 6 e 8,
500 rs. o exemplar em brochura. e a 800 rs. car-
tonado.
Oh que pechincha !
Vende-se chita franceza escura e fixa a 220 rs
o corado, meia casemira para caiga e paleto:
5b0 o corado, e corles da meama para caiga a 2
bramante de fino liobo com 10 palmos de largos
ra a 2J240 a rara : na ra do Queimado n. 43
esqooa que rolla para a Congregagao: dio-s
amostras com peohor : quem precisar appareja"
que isto nio dura aempre.
Vende-se urna casa terrea reedificada c*
noro, cuja caaa oa cidade de Oiioda, no pateo
do Amparo n. 2 : qaem pretender dirija-se a ru,>
estrella do Roiatio, loja n. 38.
Amendoas.
Vendem-se amendoas em frascos, e os bons o
ricos papis com estelo para sortee : na ra da
Senzala Nora n. 30. _______
Escraros fugios.
Fugio no dia 20 do crreme de bordo *
patacho aCapuam, o escraro eriouto mariohei-
ro de nome Antonio, idade 19 bobos pouco maia
ou menos, altura regalar, roato comprido e com
lguoa signses de bexigas, lerou caiga e camiaa
azul : quem o pegar lere-o ac eacriptorio de
Antonio Luiz de Olireira Azeredo oV C. roa da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompeosado.
Gratificase com 300$.
Contina a eatar fgido o eacraro mulato de
nome Rogerio, de idade 24aonoa, pouco mais oo
menos, desde o anno de 1853, com os signae
seguintea : altura regular ou menos, rosto redon-
do eiquexelido, cor alaranjada, com faltado den-
tes, quaodo falla carrega oo R, que ourindo-ae
elle fallar d apparencias de talo, olhos amarel-
lados, nariz chato, cabellos amacacados e ralo
qusndo fugio tir,ha principio de barba, tem a
coatas bem cicatrizadas, em um doa rasios Iem
urna cicatriz de um postema que tere, um tac-
to espadido e eitomagodo, oa pea um pouco
apalhelados com os iornozelos para dentro, elle
pode inculcarse ter sido soldado por causas daa
muitas cicalrizea que tem as costal: rogo por-
tanto, aa Illmas. autoridadea, tanto ciria 'como
policiaes, que se digoem auxiliar aos senbore
cipitiesde campo ou particulares na appreherjgao
do dito eacraro, e aer remetrido ao seu legitimo
senhor, no engenho Pindobinha, sito na fregue-
zis de S. Lourengo da Malta, comarcado Recife,
Jos Luiz de Aodrade Lime;
500,000
a quem aprehender e levar fazenda do Caeui-
Io. em Ssnts Mara Magdalena (municipio de-
Caotagallo). oa i ra Municipal n. 8. no Rio de
Janeiro, o eacraro Getulio, pertencenle ao Dr.
Lobo de Albuquerque Diniz, que fugas ba 7 me-
zes. E cnoulo de Pernambuco, ligeiramente fu-
lo, tem 26 annos maisoa menos, a cabega de ta-
manhoregular, os cabellos carapinbados e cres-
cidos, e os tras repartidos de um lado, olhos pe-
queos porm Tiros, nariz chato, com ventas-
abortas, bocea regular, com bons dentes, baixo
tendo as pernas am pouco arcadas, tem algn
cabellos por baixo do queixo e pooco buco
muito esperto e bem conversado, e quando anda
more muito o corpo pare os lados, excellento
pagem e rateada de boleeiro, cop.ro e algomt
cousa de pedreiro. e na occasiso em que fugio
ha) 7 meses) era enfermeiro de tosejada, sabendo
bem apphcar rentosas, bithae ele uenot>
nnl/K dil12 de *rU dM, wrento sn*
m. i? i 2 S110 aM,Bado, o paydo de so-
me Francisco de 17 annos de idade, que Iem bo-
nita figura, lodosos dente, cabelles carapinho
e ruiros, tendo sido este pardo escrsro do Sr.
Dr. Antonio Borgesda Fomeca, de presumir
que anie por algum dos lugares por onde o mes-
mo senhor tem riejado, come sejaa Iguaraas
Goiaooa, loga S. Joso, Caseptos, Sorra do *ei-
xeira, Pi d'Alhe, Limoeiro, as tree Tillas da co-
marca de Pajei de Flores, sendo qse segando se
suppe eileja tambem oo engenho lohamia per
harer sido visto ha posees dias em Iguaraas por
ter smisads oem sos meiitinboa desse eagesbo.
aioda ds presumir qoe o dito esoraro por B*
ae isculqae como s serrigo do dito Sr. Dr. Bor-
ges da Fossecs, a fim le ose sor appreoeodido :
quem pois o aprehender oode qaer qse foreoeosr-
trada eiss sestero e s rk entregar ao seu legi-
time dono na ra do Hospkie s. 6, qoe ser mu,
generoiesjenle por elle gratificado.
Ignacio Luiz de Brilo Taborde.
-



DUMO BEPEtWAMBCO t- $EXTA fIIHA DI tUIO DE 1161
Litteratura.
LUIZAGUYer.
[Continuacao.)
Sir amuel Chee/le aealido do prelo dirigu-
se em um estro casa deMr.e madama Miretti.
Encontrando eu futuro sogio m una Inje- (eli-
d, preuaran-lo-se para coricxrl ir una velha pan-
talooa, em quaulo aua futura io[ra observava at-
tenlameoie um guuado quaferv-i n'uma catsa-
rola, sobre um fogu de met que servia ao
menino lempo de chamic e de braseiro de cosi-
nha, o imp.-ssivel Ioglez nao ;o)e eequivar-se
da soltar tres oh I, cad* qual com urna ectonago
particular. O primeiro aigoifi.ava : Bem razo
tioha quando deeconfiei doa pues da linda miaa
aoe ; o segundo quera diier Que me impor-
tara seus paes,;se nio aso elle* que desposo ; o
terceiro tinalrente Servia de complemento sos
dous primeirus, e aigoiflcava no da seguale
o do meu casamento nao os loroarei mais a
ver.
Mas qual a razio, perguntsri os leilores, de
ir sir Samuel escolher ruulher sub as sombras
vicindaa doTiroli ? Em priroeirn lugar, devenios
dizer que elle nao fr* all procurar, ms siro
que encontrara, no que ha diH-minca. Depois,
nr Samuel Cheerlefs julgava-t de boa f o ca-
valleiro mais spleeoiiko quo poda existir noa
tres reinos, e procaravs (riamenie lodos os meius
, e lembrara-se
do casamento.
O casamento*}, para mira inri distrajo ou
um acto de loucura, dissera coa jigo o digr-o ba-
ronets : logo devo casar-rr.e. &> urna dislrac-
(o, cora quea<-ja imprevista.
O prazer calculado da aniemo, nao pra-
zer.
Se loucura, urna loucura commum
maior parle dos hornera, e nao devo en, sir Sa-
muel Cheerlef*, o homem original por ex.ellen-
cia,faze-lo como lodoso fazem. Nao farei corte
S'nha noiva; moda esia eofcdunha e vulgar.
Nio quero conhecer o seu carcter, porque se
rae zer feliz, j eslarel prepara, o para isso, se
pelo contrario me lizer infeliz, engaar me-ha,
o que humilhaole. Antes quero entregar-me
eo acaso. Se mioha mulher (: boa, tanto me-
ihor, ser urna sorpreza ; se fdr m, tanto peior,
aei urna commocao.
B como coslumaase sempre praticar com toda
soleraoldade as suas excentricidades, resolveu
casar com a primeira viuva ou donzella que en-
cootrasse, cora tanto que o seu physico corres-
pondesse ao signalameoto com que vestir o seu
deal.
Esse ideal elle o divisara n'ura domingo lar-
de, em Tiroli, as feices de Joions Miren*, e
i-is porque pediu-a hoja em casamento seus
respeitaveis paes, que Julgaram nao dever re-
cussr-lhe.
Nao contaremos a celebrado do casamento de
ir Samuel Cheerlefs, nem os diversos expedien-
te* que foi obri*ado recorrer para romper a
amisade com aeus novos paes, quem tirara de
>pu quartioho imraundo, e os quaes honravara-
se era testemunbar frequenlemente o seu reco-
nhecimeoto d um genro que pos.suia tantas ren-
das. .Dous annoa se passaram, em que sir Sa-
muel tivesse tampo de se enfadar.
Lady Jane dera-lbe duas lllhas ; e que-
tendo seu sogro e aogra entrometter-se no
vegimen desua casa, o apoqueol-vam tanto que,
quando se iu livre da familia de sus mulher,
quasi que perder o habito de julgar-se um re-
presentante completo do splttn uaciooal A edu-
cogau de suas duas liihaa, o amor sincero que ti-
nba lady Cheerlefs iropediram-cio de continuar
i:esse eaiado permanente de agrsdavet loucura,
que 0 linha levado to graves excentricida-
des, entre as quaes o seu casamento foi, com el-
eito, a menos excntrica.
B' justo accrescentaraqut que lady Cheerle-
fs cobfl a honra de um* tal mudanza.
Nao lhe faltar habilidade, nem bom com-
por la raen lo. Ella soubera bara coraprehender
que, na casa de seu marido, deveria representar
ira papel til, e que lhe nao conviria brilnar ca-
rao mulher da mola, como teria pensado a maior
parte das costureiras que se vissera repentina-
nenie elevada* a urna posicao superior ao seu
nascimeoto. Gom quanlo lady Cheerlefs nunca
tivesse amado a sir Samuel, tioha para com elle
todava a amizade e o reconhecimento, o qoe es-
t muilo prximo do amor, que nao aeno o
reconhecimento da felicidade recabida e sobre-
tudo dada. Ella va nelle o homem que soube-
ra escolhe-la entre tantas, o chefe de sus fa-
milia, e iato baslava para faze-la evitar com to-
do o cuidado qualquer occasio de ciusar-lhe o
mnimo deagoilo. Diriga o inferior de sua casa
segundo o gosio e inieresaes de seu marido, a
educava suaa Ulhas cora a vontade Qrme de tor-
na-las seohoras perfeitss.
Em quanlo ao maia, lady Cheerlefs, bem como
quatl todas as raparigas que sahem da bsixa con-
0c,o, desempenhava maravhos? mente seu no-
vo papel. A. costureira Joaona era urna lady
Cheerlefs muilo digna e respeitavel, nunca pro-
nuncava urna s palavra qne trouxesse a memo-
ria a antiga habitaco paterna, nem repreheiidia
os aeus criados seo com rouito boas palavras.
Se se Iratava diante delta de questdes Iliterarias,
rusticas ou sociaes, ento, e somenle eolo,
nao fazia mais do que ouvir. Bem que ella dis-
. pozeise nessaa occasies, de um certo numero
de phrases estudadas, banalidades do jaez das
qua se seguem : este quadro esta colorido, esta
estatua de um pensamenio sub.tme, este mo-
numento est a carcter, esta joia lem sinta,
era evidente que do nada disso entenda (o con-
trario seria admiravel) e que a cor, o pensa-
fiientn, o carcter, e o sinte eran para ella na-
da maia que palavras bonitas, que nao corres-
pondan! a nenhuma id familiar sua intelli-
gencia.
O bom senso, porem, de lsdy Cheerlefs nunca
faltara quando se eotrava no dominio da cien-
cia do trato cazeiro, do interior, da familia, da
educacta dos fllhos eda felicidade domestica.
Entretanto nao era feliz. Mokas vezea lem-
hrava-se desses bellos domingos que passara em
alegres divertimeutos com as suas antigs com-
faoheiras. Ento ella perguntava a si mesma o
que seria feito de Flora, Anoetie. Rosa, Sophia,
todas modistas ds loja da praca V ndome. Cer
(ament vivero mais contentes que eu, dizia
comsigo. Um dia soubera que a costureira que
oceupava o segundo lugar em casi de sua enliga
patroa acabara de comprar os [a: dos do estabe-
cimento. Entretanto Jenoy ara tambera fllha
fie pobrea artfices. Lady Cheerlefs comparando
ento a situaco de Jenoy ana, interrogara a
i mesma qual seria preferivel.
I Ol DI I l>l
-ORIGINAL DO DIARIO DE PEf NflWBUCO.
O raoviraent) do commercio, ss moda* nova*,
a palaatra^oum os Creguates, o auasurro da* cos-
tureiras. tu lo isto roltjva entao mamoria da
pobre mulher, qus se arrepeadia 4o momento
eq qtiV; levada pela raidade, aceitara a propos-
ta de casamento que Iba filar* sir Samuel. Maa
logo abracara ana* ilhas, voltava realidada, e
durante oito das eaqoacia aeus deagostos. lofe
lizmoalfl elles vollavam bem depreaia maia eon-
tumazea e permanentes Ella contioaava a io-
vejar.a- felicidad* de Jenoy. Se em rez da me
ler casada com air Samuel, dizia comsigo, livea-
se couliousdo oa mioha proflsio de costureira,
seria eu certameule e nao Jenny quem teria
succedido patis. Pazendo estas reflexe* ima-
ginava-ae ver no bdoao, vendendo* grandes se-
nhoras noa dia* de espectculo, ou de grande ga
la na (orle ; concedeodo ou recusando Ihea, con-
forme a aua fanlazia, aeus lindos chapeos, lou-
esdoa e vestidos de cauda. Aisim, a alegra e
jovial costureira aa transformara em urna seoho-
ra grave e pensativa. Smente mis Kate linha
o dom de alegrar aua mte, aequem era o retra-
to Qel; misa Mary. pore-u, bardara da seu pae
urna obstinada melancola, que alias asaentava
bem as lindas fegoea de seu rosto. J
Alem disso sir Samuel vivs em muHo bds
harmona com sua mulher, e nunca oa placidos
echos da casinha em que elle habitara no bouie-
vard da rainha foram perturbados por urna dia-
cusso conjugal. Nunc alterara a voz dirigiodo-
se a lady Cheerlefs, que por sua parte lambem
nunca musir va enfado em suas resposlaa, entre-
tanto que muitaa vezes ella solTri*; muilas re-
tes o sangue de costureira rrfluia-lbe no cora-
Qao ; muitas vezes o embolo de Tiroli ou a risa-
da de suas companbeiras retumbavam-lhe noco-
rago ; purera o dever superava as aaudades.
Se Deus nao inese coocedido a lady Cheer-
lefs duas Dlhas em quem ella empregava todo o
amor maternal, anda mesmo aepia de casada
ella nunca deixaria de aer Joanna Miretti como
d'aotes ; porem o trabalho j havia salvado a
costureira, suas Olhas aalvaram a mulher ca-
aada.
Tirando de su* propria existencia um til
exeraplo, ella jurara nao casar suas filhas, sena
consultar-Ibes o coraco, e s tomar para genroa
aquelles homens que pela conformidade de aeu
carcter, genio, educacao e fortuna podeaaem
assigoar a felicidade de miss Mary e misa Kite.
Se bera que sir Samuel repelase constante-
mente que, j que fon. e anda o era, to felis
com sua mulher, o tysiema pelo qual elteaea-
colbera deveria aer o preferido, lady Cheerlefs
queria, pelo contrario, que todas as probabilida-
des falizea estivessem do la u. de sua* filhas
quando ae tratasse de as casar. Assim, quando
sir Cheerlefs lhe presentar* Luiz Deschampa,
com quem se encontrara inesperdlameole, orna
idea acudio-ihe immediatamenle ao peoaamen-
to, e foi de que esse mancebo seria tilvez um
bom marido par* aua fllha mais velha. Princi-
pila pois a esludar o carcter do ex-addido le-
gaces, beai resolvida a repelli-lo no caso de nao
encontrar nelle um genio em tudo conformo ao
de mis* Mary.
Cooheceu ento com pr*zer que elle era me-
lanclico, inclinado sos estados e s mejil*cdea
artistiess, e viu nisso urna felicidade, porque
miss Mary amava a poesa, a msica e a pintura.
Em quaulo mis* Kate se applicava com paixo a
fazer tortas epuddings, sua irruaa mais velha de-
senhava, lia o eatudava no piano. O lempo que
a loura traressa gastara em cuidar dos gatos,
cae*, canarios, papsgaios, em fim de todoa os
animaes domeslicus do interior da caaa de um
inglez, a sentimental morena empregava-o em
grandes conferencias com Shnkspeare, Byron,
Weber. ou a copiar alguma aquarella de Tony
Johannot.
Bem depreasa lady Cheerlefs descobriu em Luiz
Deschampa novoa e mei* serios motivos de esti-
ma. Seu bom senso pralico, a r*ctido de aeu
Juizo, a firmeza errJ seus designios, a nobreza e
a boodadede s*u corago, a impasslvel araabili-
dade de seu carcter, excitrram-na a pretender
urna unio, que desde ento lornou-se para ella
aua nica preoccupar;o.
Nao con'em, dizia ella comsigo, para con-
seguir o meu miento, mostrar que obrigo diri-
jo a vootade de Mary ; da mesma forras devo evi-
tar toda a provocado a respeito de Mr. Deacbam
p*. Deixeioos que essas duas almas ae compre-
bendam e amem. Com o lempo naturalmente
ebegaro a isso. Mary anda n.uito joven e
oo perde por esperar. Quaoto Luiz Dachsm-
pa lady Cheerlef* e*tva muilo tranquilla, por
quanto* requantava em Versalles a caas de air
Samuel, e nao hsvia receio de que um amor pa-
rsita viesse contrariar seus projectos.
Luiz Deschampa, sem que o deaconflaase, era
o alvo da pootaria de lady Cheerlefs, e a eapa-
ranga matrimoniaes desla devia urna iofinidade
de delicadas prevencoee, solcitos cuidados, e af-
faveis civilidades, que s tinham por fim faaer
ronascer n'elle o gosto pala vida de familia
avivar em seu espirito o culto extincto do lar do-
mestico.
Miss Mary prestava-se innocentemente-sos ma-
nejos clandestinos de *ua me, e favoreca ma-
ravillosamente os seus projectos. O physico gra-
ve e bello de Luiz, aeus olbo* brilbanlea e temos,
*ua barba negra e oa, sua lt ba$a, (atondo um
singular contraste com a energa e correcta am-
plido do rosto, produziram um efieito extraordi-
nario sobre esse espirito joven em que a leitura
dos romances e poesas eutretinha urna excitaco
ideal. Como seu pae repetisse continuamente
que M. De8champs era um homem illualre, que
ae livasse querido, como muilos outros, abalar o
seo legitimo ursino, teria oceupado os cargoa
maia elevados, ella habituou-se a ver nelle um
ente extraordinario vindo ao mundo de proposito
para ella.
Faltava pola para que viesse a aer madama Dea-
champs apeoas o consenliraento de urna pessoa,
visto como seu pae nao negara cerlameote o seu,
pois que aa tratava de aeu melhor amigo. Era
o de Luiz Deschampa que ignorara completa-
mente a mais extraordinaria das machinacea.
IV
O elegante aalo de lady Cheerlefs aprsenla
oeste momento o mais encantador aspecto. Oa
coosolos carregados de jarroa cheioa de flores que
perfumavam o ar, oacandieiroscoberlos com seaa
ven arrendados, que dimiouiam o rigor da luz,
a rica mobilia, a meaa de chi dispoata em forma
de altar e sobre a qual resplandeca ama bateta
de prata magnifica, a toalha adamascada de urna
alvura deslumbrante e ss porcelana da China de
forma e cores caprichosas, tudo contribua para
que neasa casa ae respirasse a commodidade, a
calma e a felicidade. Miss Mary e miss Kate a'n-
davam de um para oulro lado, trazendo aa cha-
venas de cha, offereceodo o aasucar o o crome, o
rhum ii genebra, e pastando oa pralos carrega-
dos de fatiaa esaod-wick. B
S mademciaella Luiza Gayo* antoatada ao-pia-
no conservava-Mastraohaaomvimaotoe acon-
reraacio geral; aua poaico Uoguida, aiu ar dii-
trahtdo. indica va m que o **u pansamento estar*
bem longe das pessoa* que a rode*vm.
Estar mademoisella Guyot doente ? dase
Luis Deschamp*. delx*odo urna grave ditcusso
mualcsl e aproximandoae de Tady Cheerlef* :
oo dase urna a palarra- aojaniar, e agora ae
conserva afTasUda comoae soflrasse.
Anda nao conheceia esaa querida Luizs,
respondeu |lady Cheerlef, do coolrario me oo
(arela urna aemelhaole pergunta. Mademoisella
Guyot melanclica, aua imaginarlo viaja na*
rtgioea cerleas.
Sim I dissa simplesmeote Luiz Daachamps,
que, nao querendo prorocar da parle da prolixa
lady Cheerlefs, alguma coofiJeocia aobre peasoas
e facloa que pouco lhe inleressaram, mudou logo
de conversarlo.
Entretanto o digno baronate que nada eotendia.
da msica, que nunca a aprender, e que mesmo
d ella nunca se oceupra, austenlava uma quea-
llo musical contra a opinio de todaa as peasoaa
preseoles, inclusive mr. Guyot. e aecuaava-aa de
mu goslo e lgnoraocia. Sir Samuel oo querii
admttir oulro msico alm da Hondel. Seu or-
gulho nacional s recoohecia esse maeatro, que
nasceu na Sixonia. e, depots di ler eatudado na
Italia e na Franca fra mnrrer em Londres. De
toda* as singularidadea briUooicte aasa preter-
Qdo da re viu tica r Hoeodel como compaulola
uma daa maia caraa aoa habitantes das ilhas bri-
tnicas. Nem Beelboren, Mozart.Werber, Mehul,
Cserubioi, Roasini, Donizeii, Herol. nem Auber
merecem a graga doa dileilanti a'eea oaco a
mais protestante e a menoa artstica do mundo.
Elle s amam e admiram Haaodel, o Saxooio;
il Sassone, como dizem os Italianos.
Sir Cheerlefa era pola o nico a sustentar aeus
paradoxoa d'alm Mancha ; mr. Guyot, Descham-
pa, o joven Blangy, que jamaia emiltlria ama
opiolo contraria ao oriociploa de Luiz, nenhum
ae queria deixar convencer. Qianto a aoa mu-
lher e Gihos, sir Samuel pensando que ella nio
podiam ler opioiea contraria! ai auaa achara
intil coosulla-las e aa reciaeu quando mr. de
Blangy lhe diasa, pedase-lhe sua opinio.
Entretanto, diaae eale ultimo a air Samuel, re-
conbeceis mademoisella Guyot como uma excel-
lenle muaica, leohu-vos onvido repetir tato mui-
taa vezes, mesmo em sua ausencia; porque nio
quvreia consulta-la ?
Mademoisella Luiza ama Hoendel.
Pois rejamoa I
Bem. Pedi-lhe que toque a marcha de R-
nand, a obra prima do maestro e ficareia con-
vencido quando a ourirdet.
Luiza I diaae mr. Guyot chamando sua fl-
lha.
Luiza nio respondeu.
Luiza I disse de novo aeu pae.
A donzella immorel, absorta em suaa contem-
placoea nio fez um a geato.
Sua mi julgou que a devia adrertir de aaas
distraerles que atlrahiam aobre ella a attenco
geral.
Luiza, diaae aila ao ouvido, tsu pae te
chama.
Ou mademoisella Gayot fusse victima de urna
excitaco nervosa, ou o abandono e a aolidio qoe
a rodeavam, liveaaem favorecido a abstraeco
momentnea de sua existencia, o certo que ella
soffreu uma reaego violenta quando aua mi a
lirou do eolorpecimento em que se achava. Sof-
freu immediatameole um eocommodo geral, aua
respiraco parou, empallideceu, e um soluco
quasi a arrebeolar pro iu;iu em seu organismo uma
tal commocao, que c.hiu anhelante edeafallecida
noa bracos de mademoisella Guyot.
Mioha fllha est mal 1 exclamo ella. Luiza
que tena?
Luiza cooaervara-se inerte. Seu rosto tioha a
ta i n+f* c6r* e ,eu' l"b0, lvidos
Te-la-hiam por certo julgado mora ae nio toaae
uma reapirsgo quaai imperceplivel com que d*-
va sigoal de vida. Todo* a rodearan. Miss Kate
correndo ao quarto de sua maa trouxe uma c*r-
leira de marroquim com aal ioglez, o/ual respi-
rado por Luiza f-la abrir laoguidVmente os
olbos. 1
A am sigoal de lady Cheerlefs tedia, oa ho-
rneas ae retiraram para a salla de jaolaK e quan-
do madama Guyot, ajudada pelaa joven mis,
poude desapertar sua fllha, e fricciar-lhe as
mos e as tontea com o vinagre, ella tornou ln-
leiramente a si. Psaou a mi pela fronte, como
se despertaase de um sonho, e tornou a eahir noa
bracos de ana mi. Abracando-a madama Guyot
ssoiiu que algumas lagrimas lhe corriam pelas
facea a lhe diaae muilo bailo:
O que que te faz aoffrer mioha pobre
fllha ?
Vamo-nos embora, respondeu ella, nao
posso impedir as lagrimas I
Lsdy Cheerlefa conhecendo, pelas confidencias
que lhe fuera madama Guyot, quedepoia de uma
tal emogio a me e a fllha tinham necessidade
de carem sos.
Vou traoquillisar Mr. Guyot, disse ella
levando comsigo miss Mary e miss Kate, e dar
ordem a Jorge que prepare o carro.
Mioha boa mi, exclamou Luiza, quando
retirou-se lady Cheerlefs, perdoae-me o cuidado
qae vos cauaei I
E abracou convulsiva e repetidamente madama
Guyot.
Mas, disse esta procurando acalmar a exal-
ta cao de aua fllha, o que que aoflrea ?
Quando me fallaste anda ha pouco, oo
aei o quesenii; oa olbos se meanouviaram, o ar
faltou-me de repente; uma frsqueza geral ae
apoderou de mim. Depola........ de nada mais
me lembro.
Maa em qae pensarse-?
Em nada, bslbnciou Luiza corando.
Ohl tu nao tena confiaoca em tua mae,
disse madama Guyot.
Juro-ros..........
Nio jurea, cootinuou madama Guyot, e
lembra-te que prometteste a teu pae contlar-lbe
todoa oa peosameotoa que tiresseia.
Luiza reclinou a cabega sobre o hombro de sua
mi e pareceu peosar. Madama Guyot asperou
n'ease instante ver emflm abrir-se ease coracie e
aer-lae permittido ler n'eaaa alma afilela; mas,
como enrergonhada de tanta fraqueza, made-
moisella Guyot lerantou-ae, e fazendo am
esfurco supremo ; diaae:
Vamos ler com eases senborea; quero dia-
culpar-me do cuidado, que certamente lhes
causei.
Luiza I exclamou madama Guyot procuran-
do a'oda merecer a confiaoca de aua fllha.
Maa ji mademoisella Guyot tioha aberto
A CAB.iPLCA DE IIEL'TIO
ou
RECORDA0ES DE UM H091EH VELHO.
POR
YOMALE.
ansa
XXIII
(Conliouacio.J
Estendemos ambo oa nossos el apeos de feliro
e, dentro da copa de um deliea, principiamos
ciscar um apa oulro a maior part dos palitos da
caixa; o vento, porm, oa apagara immodista-
raenle.
Vendo a inutilidada dss nossas entatvas e que
o seu soriimento de phospboros j se achava quaai
agotado, Jorge propoz-se recorn r aoa charutos
e cunvidou-me fumar.
Posto que me acbasse eubmi rgido no maior
desalent e tristeza emeaentiaae sioda agitar por
alguna lamptjoa de colera, lio pude resistir
tentaco que aemaofferecla i *a doa meuspas-
atempol mais predilectos.
E como nio havia assim de Mr? Esa* herva
santa da rainha ou planta de Je ao Ncot, como
(he chamavam primitliramente as Fraocezes,
certamente ama dlalraccio pode osa i msgoas,
um Unitivo consolador aoa mais icorbos e afflic-
tivoa petares.
Meooa poderosa do que o opio em oa leus eCfei-
oa narcticos; possuindo, porio, as mesan*
propriedads toxicu, todava mus fiare, maia
innocente, posto que menos phantattica em as
auaa vaporosas visoes.
Quem ha ah, acostumado i fumar, que Ble
sinta desvauecer-se gradualmente o aeu furor oa
flicco ao fruir as deliciosas emanicftes de um
excellente e aromtico charuto de Hat ana.... ou
pelo menos nio os veja adormecerem suavemen-
te e adejarem em breve no espaco de enrolla com
os afumagados norellos, que sa eleram noa
ares?!....
Por mim o digo: foi isso o que me succedea e
o que me succede uma immensidade de rezea.
Quando me rejo mais trate ; quando me acho
mais desesperado, mais aborrecido da vida, e con-
templo ss alvacenlas e caprtchcsss nuvens de fu-
mo que, em vagarosas espiraea, ae elevam ma-
gestosamente da chamin do mau comprido ca-
chimbo de eapuma do mar, eu me sinto um poi-
co mais allivtado ; a mioha imagioacio vaguis
maia llvremente no espado; em cada oovelo de
fumo julga distinguir alguma imagem bizarra e
phantastica, algum aer exquisito o diaphaoo, e
aflnal acaba por adormecer, molemente embalada
pelo* vaporea narctico*.
Estmente, se nio temos o rio do esqueclmen-
to, lio decantado na fbula, em eomptnsacio to-
do* os paiies do mondo parecer poaauir, nease
f;enero, um $p$cimen favorito, um recurso como-
ador pira oa pezares mala afflictiro* da vida.
Assim, sos poasoem o tlramonio vermelko,
como a No*a-Gr*nada e a cordilheira douHima-
laya ; ouiros, como s India, a China e o arebipe-
lago do Levante, sa suas favat e a sua pimanta
de truel.
A Siberia, ease paiz tio frioreoto, lambem pos-
sue os seus fungoi; a Turqua, a India a Chi-
na, o seu opio: e toda a frica, desde Marrocoa
al o Cabo da Boa -Esperanza, a Perala, a India,
a Turqua a China, mesmo at oa Indios
do Brasil, lem o canhamo a o aeu embriagador e
pbaotastico hatehch, tio poetliaMBtlaa cele-
a porta da alia e todoa leliciUram-na pelo aeu
prompto reatabelacimento. Neate momento an-
nunciaram **tar propasado e carro, e a familia
Guyot retirou-se agradeciendo a air Samuel e aua
mulher aa auaa atlences. Que vos dizia eu
inda ha pouoo? disse lady Cheerlefs baixa a
madama Guyot.
Luisa nada me qutz confiar, respondeu
esta. r
Po'* bam ; amaohia irai- a vosss cass as
irea horas; sari bom que' a encontr s. Pro-
meti* vos saber tudo.
Deus queira I
Depoia da partida da familia Guyot a con
vereacao veraou necesariamente sobre esse
inesperado desmao. Em provincia, um tal in-
cidente, que o'um aalo de Paria mudaria o aerio
em desastre, torua-ae orna aventura ; por quanlo
cada um nelle uma distraeco que o lira da
monotona habitual. Os meamos talladores e
curiosos tomara um interesan directo n'esses
pequeos aconlecimeotos a que ae mostraran)
totalmente estranhos se achassem um alimento
mais digno de ssu espirita. Essa conversac6s
sobre o prximo, que aa maia das vezes tem por
Um entrar na vida privada doa amigo oa iodilfe-
renlea, lem silo familiarmente carteterisados
pelo substantivo malidicencia, de origem nor-
manda. Na Normaodia anda se conjuga o verbo
maidtzer.
Falln-se poa no aalo de lady Cheerlefa sobre
o desmato de mademoisella Guyot.
Ma Mary e miss Kate ae retiraram, e lady
Cheerlef, sem faltar i* lea da discricio ; poude
oroecer aoa aeus hospedes algumas particulari-
dades sobre a vida de mademoisella Guyot e
seua paes.
E' ama excellente familia, disse sir Samuel,
julgar-me-hel bem feliz se lhes poder ser til.
a "7rw "' reP,icou "e Blangy, qae na qualidade
de Blho de Veraailles, coohecia perfeitamente
a hHloria dos pertendentas recusados, se made-
moisella Guyot qaer ficar aolteira 6 talvez
porque obedeza a um exceasivo senlimento
religioso.
Nio ser antes por soborbo? disse Luiz
Deschamps.
E porque teria ella soberba.? disse sir Sa-
muel; os que ella recutou nao lhe eram inferio-
res e eram maia ricos.
Mas, coottnaou Deschampa,o que uma alma
orgulhosa procura no casamento, nio ao s-
mente as conveniencias sociaes: ella quer encon-
trar naquelle a quem se lem de unir um certo
aumero de qualidsdes idaes, de virtudes
raras.
Quem 6 assim nunes se casa ioterrompeu
sorriodo lady Cheerlefs.
E* o que acontece a mademoisella Luiza,
dase Mr. de Blangy.
. ""*. ^ r'ePnder-se-ha sem duvida accrescen-
tou lady Cheerlefs.
Pois me parece, disse Luiz Deschamps, que
todos vos eitae* em erro. Mademoisella Lui-
za oo lnvejoaa, nem visionaria. Julgo-a pelo
contrario muilo positirs, e de am espirito multo
elevado, pelo que concluo que multo in-
feliz.
Mlito infeliz verdade inlerrorapeu lady
Cheerlefs.
Huitaa rezes, cootinuou Luiz Desch-mps,
uma donzella bem infeliz nao obstante a affeico
de um bom pie e de uma excellente me. Ma-
demoisella Luiza Guyot est n'esia edade em
que os sentimentos filiaea se extinguem para
dsrem lugar a outros sentimentos. Os affagoa de
uma carinboaa me nio aaliafazem maia ex
panso de que tem neeeatidade uma doazeila de
vinte e seis aunos. Sem mesmo saber a trana-
forma(8o moral e phyica porque pissa. made-
moisella Guyot comeca j a lolfrer os pesares
reservadoa aoa que sao votados ao celibato.
D'aqui a dous aonoa o carcter de made-
moisella Luiza mudar, disse Mr. de Blangy:
loraar-se-ha m, areogueira, impaciente, como
todaa aa aolteirooas.
Meu caro de Blangy, respondeu Luiz Des-
champa, todaa aa aolteirooas nao sao como pen-
ases; se queris fallar dessaa creataras misera-
veis, que, por serem feiss ou doente, pobres
ou feridas de uma iadignidade social, nanea po-
dero casar-se, certamente nao deve admirar que
nao possam supportar corajoaamente um isola-
m*oto rooQstruu-o para toda mulher. Ella* po-
o*m julgar-se com o direito de vingar-ae do
mundo pelo odio e indiOarenc*. Mas a par
deassa oo-is coodemnadss ao celibato pela na-
tureza ou pela aociedade encontram-se caracteres
nobres e dignos, que, como mademoisella
Guyot, tem tido muitas occasies de deixar a casa
paterna e entretanto tem recuaado faze-lo. Suaa
almas pois nao sentem pesare, e por coose-
queocia nenhum odio; querem eicolher, espe-
rara e resigoam-se.
Al o dia de desanimo, accrescentou lady
Cheerlefs; elle vera vagarosamente, mas sempre
chega.
V
No dia seguinte os paes de Luiza Azorara quan-
lo Ibes foi possivel para saberem o seu aegredo
e esta a tudo resist. ; e moatrou-se de tal forma
alegra que madama Guyot entrou em duvida se
sua fllha teria verdaderamente algum aegredo,
ou ae deveria attribuir a seu iocommodo da
vespera ao aprto do vealido.
Entretanto lembrou-se que lady Cheerlefs lhe
prometiere vir s tres horaa da tarde e aahiu pa-
ra deisa-la em completa liberdade.
A conversarlo que terminara o sero do dia
antecedente preoecupava bastante lady Cheer-
lefs.
A verdadaira amizade, que tioha Luiza e a
seus paes, fazia que recaae encontrar um si-
lencio pertinaz onde eaperava ackar plena con-
lianca; pelo que resolveu nio ferir a delicada
susceplibilidade de mademoisella Guyot. Come-
cou por informar-ae de aua s.-de, e tallar -lhe em
cousas indifTereBtes.
O toilette materia ioexgotavel para as mu-
Ihsre*.
Lady Cheerlefs estendeu-ae sobre as modas no-
vas, procurando com toda a habilidade eocami
nhar a converaaco de forma que podesse captar
pouco a pouco a attenco da donzella.
E o toilette de ooiva? disse de repente la-
dy Cheerlef*, quando traja-le-heis mioha chara
Luiza ?
Oh respondeu esta, meie alegre, meto tris-
te, quando Deas quizer.
.Tea* por ventura algum casamento ? voa-
sa me aBda nao me faliou zi'uso.
Nao temos casamento a-lgum ; porm na mi-
nha edade deve-se esperar cada dia que appareca
um nolvo.
Se nio me engao j ae apresentaram ai-
guns ? I
E' verdade, aenhora, responden Luiza.
brea e horripilantes historias do chefe doa cem
valles.
O tabaco domina, porm, aobre quasi todo o
imperio terrestre e raro o poro que deseonheca
o seu uso e nelle deizede procurar uma dlsirsc-
c,io poderosa aoa mtlaa da vida.
Tudo invade; entre grandes e pequeos, por
toda a parle elle ae lntrodu. Desde a Europa
at oa confn da Abyisima; desde o despreaado
paria al o maiaorgulhoso potentado da trra, to-
dos ou quasi todos nelle busesm uma distraeco,
um prazer e um remedio.
Sem divida vio bem longe estas divsgacoea I
mas que lhe he i de fazer? I Agora mesmo do alto
da mioha pobre e solitaria mansarda a o'enlre as
sombrea silenciosas da noule, contemplando esta
pequea e turbulenta cidade adormecida e dea-
cansada doa aena affezerea diurnos, eu delxo pai-
rar oa meua peosameotoa aobre denssa nuvens de
fumo e procuro avivar a racordacio do pateado,
aapirando aa auavea emanacoea que ae ezhalam
do meu tchibuk.
Que feito doa meua companbeiros de infan-
cia ? Que feito desses velona, mas vardadeiro*
amigoa, que ae reuoiam no trrico da noata po-
bre casinha e ali entre densas nuvens de fumo ae
oceupavam a matar aa compridaa noria, que Ibes
restavam doa seu affazeres, em agradaveis e chis-
tosa palestras? Que desse mesmo Jorge, tio
iuconsequeote e tio voluvel, quando ae tratava
do bello teso j maa tio verdadeiro lio ajuizado
em todoa oa outros negocioa da vida? I....
Todoa ou quaai todoa deaappareceram da tace
da larra, fus andam dispersos e errantes por
paizee desconheeidos ; outros, a maior parlo, ja-
zejn esteodidos a immoveis aob aa (risa louiaa de
esauecidos aepulcbroa.
XXIV
Emfim ao darlo instantneo, que faziamos re-
flectar doa noasos chsrott sobre o papel e depola
de multo trabalho a sufocando-nos i todo o mo-
S m I exclamou lady Cheerlefa, como ae qo1<
zease dizer: coutae-me, pois, islol
Luiza em desconfiar (uma donzella os aua si-
tuaco eofia mais em ama amiga ou simples co-
nhecida, do qu em sua m) cootou a lady
Cheerlefs o que asta j sabia a respeito dos aeus
estamentos abortados. Porem uma cooisso traz
outra. -
Alm diaao lady Cheerlef* eseolhera, sem o sa-
ber, um desses momentos de abatlmento em que
a pobre moca se achara completamente extenua-
da para lutar contra as provocacoes cooioladorat
que a experiencia e o saber puebam ao disporda
antiga modista.
Mademoisella Guyot sentia neeeatidade de dar
axpanso a sua alma, e uma forma i aua afflic-
Co. Talvez entreviese uma foote de amargas fe-
licidades as censuras, conselhos e exhortiede*
que cerlameote lhe faria sua coniideote.
Assim, quaodo lady Cheerlefs perguntou-lhe o
motivo porque recusara constantemente todos os
mancebos que se spreseotavam para desposa-la,
nao hesitou um s momento oa resposta :
S quero e**ar-me com um homem que jul-
gue digno da obediencia e respeito que a mulher
lleve a seu marido.
-r Eolio Picareis sempre solleira. Haver por
ventura um homem que merece realmente todos
os sacrificios que a mulher deve ater em aua
caaa ?
Cooheco um, aenhora, meu pae.
rJ~ w 1usol 'm Pe bom, disse lady
Cheerlefs, madama Guyot m'o tem dilo.
Miuha me nio vos disse tudo; ella mes-
mo ignora quanto feliz. Julga.-meu pae sem
compralo cora os outros homens. Nosabeque
talvez a mulher maia feliz do mundo, e aceita,
sem reparar, a vida iaenta de pezarea que meu
pae lhe d aimplea e modestamente.
E quem voa autorisou a auppor, querida
Luiza, que entre oa homens, que pediram vossa
mo, ae nao echaste um desses maridos modelos
como vosso pse ?
Anda ha pouco vos meamo dissesteis que
taes maridos nao existiam.
Nada de gracejos, querida Luiza, conliouou
gravemente lady Cheerlefs ; j-que me quizestes
confiar uma parle de vossos segredos sede franca
at o flm.
Luiza olhou com sorpreza para lady Cheerlefa,
e esta eoatiauou :
Vosso desprezo pelos horneas em geral nao
provir antea de um amor ignorado, do que de
vossa extraordinaria admirarlo por vosso pae?
Nao, aenhora.
De reras?
Certamente.
{Sunca observastes um homem e nelle pen-
saste mais que oos outros?
Nunca.
Nunca disseates vendo-o: Desposa-lo-hia
de boa voutade.
Nuoca, respondeu Laiza.com energa.
Houve um momento de silencio, durante o
qual lady Cheerlefs peosou.
~~ vo* fazeis, chara meoina, uma singular
idea dos maridse do casamento; exageraea cer-
tamente a difficuldade dos deveres da esposa,
que sao aimplea e facis lego que a mulher bem
e meada e naturalmente bs como sois. D'abi
parts e chamaes sacriGcios e deveres s aeces
maisuaturaesda vida matrimonial. O casamento,
mioha chara amiga, nao s um negocio de in-
teresse como do coraco. O marido e a mulher
pouco lempo ou nunca sao amante. Bem depres-
sa tornam-se simplesmenle associados.
Pois bem, em uma associac,io convm que
os associados se auxiliem reciprocamente.
Entao al o presente haveia tido raiea pon-
derosas para recusar vossa conflanca.
Mademoisella Guyot inclino* a cabera em sig-
oal de affirmativa.
Apresentastes assas razea i vossa mae?
Nao.
A' vosso pae?
Tambera nao.
E por que, mioha chara menina ?
Porque diise Luizs hesitando.
Por que ?
.... Ha talvez de minha parte muilo orgu-
Iho, e nao tenho querido affligir meus paes, ex-
plicando-Ibes minbas resolucoes ; prefer antea
que julgaaaem um capricho meu ; prefer dar-
Ihea aempri uma razo vulgar a duer -lhes a ver-
dade. Mioha me penaa q.ne nao quero apar-
lar-rae della ; uma illuso que a contenta. De-
ve pois igoorar sempre o fundo de meu peota-
ment, pois do contrario tratara certamente de
loucura o que para mim o resultado da obser-
vaco e do raciocinio. Quero ser feliz por meu
marido, porque me sioto lambem capaz de fa-
ze-lo feliz; porm quero eecolher e eaperarei.
Lady Cheerlefa lembru-ae que na veapera Mr.
Luiz Deschamps, fallando ds mademoisella Guyot,
lhe suppozera os sentimentos que ella acabav*
de exprimir, e recordando-so da-resposta queda-
ra eolio, disse Luiza t
At o dia do desanimo 1 Luiza abaixou a ca-
beca e nio respondeu.
Perdoae-me se vos sfflgi, lhe diste vira-
mente lady Cheerlefs, pois tal oo foi mioha in-
leDco. Quiz apenas dizar-vos que nao devereis-
mosrrar-vos muilo difficii era juanio moga, por
que mala larde, quaaao o* aoaoa se spprozima-
rem, quaodo cada dia appsrecer em vosso sem-
blante uma ruga que apagar um pouco a vossa
raocidad* e belleza, vos arrependereis talvez de
ter esperado tanto.
M-adama Cheerlefs, disse Luizs, agrade-
to-ves muito os bons conselhos que me daes ; aei
que sao ditadoa por vosso excelloota corceo-, e
por iso nao me offendem. Sois a primeira pea-
soa em quem me confio, e aeris provavelmeBte
a nica. A razo de meu silencio est as obser-
vacea que me flzesles Deven comprenender,
querida madama Cheerref*. que nio recusara
certamente qialro casamentus conrenientes sera
ter bem refleelido as consequenciss de minhas
recuaas. Cooheco que seu orgulhosa, mas se-lo-
hei ateo fim ; consequeate com os meus princi-
pios esperarei at o dia- em que ae apreseotar
aquella que eapero; oo- me arrependere nem
deaanimarei. Apreaaar-me agora, seria reconhe-
cer que tenho peosado mal. De mais se ficar aol-
teira, aolleirooa, como se diz por desprezo, con-
solarme- hei de mioha aolidio, pensando em to-
daa aa mulherea casadas que tem aaudadea do
celibato.
Sem desconfiar, Luiza Guyot acabara de dar
no fraco de lady Cheeriefs.
Teria advinhado meu pezares ? dtsse ella
eurasigo ailnbuindo a Luiza uma penetre^io que
lhe era impoaivel ter.
Quereudo pola mudar a couversaco da um as-
sumpto que lhe era particularmente dosagrada-
vel, diaio :
Em verdade, talvez qu* lenhaes razio, qu-
menlo com aa repelidas e amiudadaa fumabas,
que nos vamos obrigades aspirar para decifrar-
mos lettra a lettra cada palavra desaa importante
carta, aobre a qual eu tanto desejava aaber o opi-
nio de Jorge, conseguimos 16-la do principio-at
o flm.
Com os demonios I disse-me o meu campa-
nheiro; tena em tuas mos uma arma bastante
perigosa para o commendador Felicissieao I onde
panhaste este papel?
Nao o apaohei; coofiaram-me, ou antes,
deram-me; porque j nio desle mundo aquella
que m'o eotreguu.
Quem I o Man Xico ?!
Esse meamo.
Pois elle morreu ? .quando ? onde o encon-
traste ?
Vicha lambem de viagem i bordo do brigua
de guerra Relmpago, do qualdesembarquel non-
tem de manbia. Uma tatalidade ou talvez ama
providencia fez com qae acabasse reiseravelmeo-
te, pouco depois de deixarmos a Baha: morreu
anveoeosdo.
Como?l II....
Sabea que elle apreciara batante as bebi-
das esplrl tuntas ?....
_ Que duvida I demaia quaai todo o aettaoejo
mais oa menos inclinado isso.
Pois o que verdade que o tal compadre
do commendador metteu-se de gorra com umaa
poucas de garrafas de ama (rasqueira do com-
maadaute do lleiampago; embornchou-te e afl-
nal, oo salisfeilo anda, bfJaja^aJMM ganda de
tinta de galha para a
tomago.
Stfa devia lar ama
Dtmnado me pare Lem-
brss-te do cspitio Miguel Filtppi parguntei,
depola da ler narrado & Jorge oa principaes in-
cidentes da minha viagem.
O qua foi assssiinado, ha quaai dous an
rida meoina, e, comqanto pause JM o casamen-
to uma le commum a que todos oa deremos
submetier, deixando que o acaso ool d um bom
ou mu marido, respailo todava a vosea Tontada
e nao divulga-la-hei a peesda alguma, meamo a
voseos paes. Poram, acersaceotou ella, j qua
tuestes motivos para recusar alguna pretndan-
les, por que elle tnhnm algum vicio oa de-
leito.
Nio.
Eolio ?
E' porque oio tinham as'qualidadea que en
Ah
Minha boa Sra. Cheerlefs, talvez qae acbeia
era mim mais orgulho do que suppunheis, e zo-
Deis de minhss preteoc*, quaodo vos fizar'-o
retrato do homem a quem consagrara de boa
vontade a minha rida. Nio me importa a belle-
za phisics. Desde que um homem oio teioWu
ridiculo, julgo-o aeeitavel. Eotrelaoto. ae oo
quero um homem precisamente bello, deseio que
seu ar, aua phistonomia complelgao denoten a
forca, a coragem e iotelligeocia. Nao quero qie
seja velho, nem lambem mofo ; quero que seja
maia velho que eu apeoas ps Conos precitos pa-
ra que possa justamente ser o chefe da familia,
porquanlo deaejo eovelhecer egaalmente com
elle. Dposando-o parlilbarei de suas ale-
gras, pezsrese tristeza*. Nio exijo que seja ri-
co, nio porque despreze a riqueza': maa, julio
que uma daa con Jige pr* a felicidade domes-
tica o trabalho, que a mulher reapeita maia o
marido qua a faz trabalhar, e que esto ana mal-
lo mais a mulher quando lhe consagra o peosa-
mento e o trabalho. Emflm, quero um homem
estimado de todos pelos seis nobres sentimen-
tos, iseoto das fraquezaa ordinariaa iquelles que
querem rpidamente fazer carreira ; finalmente,
quero um nomem que, como meu pae, saiba sa-
crificar a gloria e a fama pela sua mulher e fl-
lhos.
Agora compreheodo, diase.lsdy Cheerlef, a
razio porque aioda oio encontraste um homem
de vosso agrado.
E pbrveotora absurdo suppor-se que ovo
ezista um semelhante homem ?
Conhec.0 um que tem todas esssa condiceo,
disse comsigo lady Cheerlefs, e, depois de algu-
mas palavras iosignificantea despediu-ie de
Lause.
Entrando em sua casa lady Cheerlefs perguntou
a si mesma se oo estara Luiza namorada de
Deschamps, cujoa tragoe e carcter ptniira fal-
lando do homem a quem deaejava amar ; e ao
Deschamps que adviobara lambem oa senlimen-
to* de Luiza, com quanto a vase pela primeira
vez, oo ae teria oceupado multo deils no serio
da vespera. E assim peosaodo ella arrepundia-
ae de ter dado occasio a que ae viasem esaaa
duaa almas indagadoras, incredulaa no amor, qie
am acaso poda eaclarecer aobre a paridade de
aua aorte. Juroi pois nao s combatet esse aca-
so ae por ventura apparecease, mas ainda fazer
quanto lhe toase possivel para previnMo. Pro-
oceupada com esse pensameoto decidlo que tudo
faria em favor de miss Mary.
VI
Mr. Anatole de Blangy, apezar de ter violo a
dous aooos, e aodar aborrecido da vida era mais
simples, do que o sao de ordinario Deesa edade oa
mancebos da noasa poc. Osteotar o porte, oa
soffrimentos e o desencanto da velhice paasa boje
entre os mancebos por moda de subida elegan-
cia.
Cora essa maturidade precoce ganhario as fa-
milias, porquaoto a mocidade ae diverle com me-
noa algazarra, despreza o baile, aa partidas do
campo e aa costureiras. Porem essa mocidade
joga o wsih, frequeola a Bolas, oa bastidor* o
o quarteirio de Breda; tem aeua clubs, curro
vicio outrora reservado exclusiva meo te para oa
horneo* de edade.
Assim, o eollegial qne aos treza aooos trazia
uma bengala e uma luneta, quaodo bacharel
quer ler uma cadeira oa opera e um cavado. E
quando finalmente, obtem o diploma de licencia-
de lem logo um* dancarina e um coap.
Mr. Anatole de Blangy, personificara comple-
tamente essa raca de mancebos que Theodoro-
Barrtre deoomioou Gandini em aua Della come-
dia dos Parimnie?. Seohor absoluto, aos dezoi-
to aooos, de sesseota mil libras de rende, entrara-
aa vida com uma fortuoa que deveria te-lo coo-
duzido a Paria. Porem Aoatole era de im ca-
rcter extremamente timorato. Procurara mui-
laa rezea vencer essa timidez ; e por maia energa
que empregasss nunca podera vence la. Se al-
guem o interpellava em alta voz num aalio, co-
rsva; se, quaodo passeuva a avallo ou a carro,
duaa peasoas paoram para admirar s*u jumento
ou aau carro americano, fiesra immediatamenle
eorergoabado e confuso, lima ooute, daosendo
ra cotilho, nu-ma ligara em que, aaseotado en-
tre duaa aenboras, devisa uma offereceruma ro-
ta, e valtar com a outra, no memento de ezeeo-
tar esse acto muilo natural o eertameote muito
fcil, tere um pnico to sbito, qus retirou-se
lio spressado qae esqueceu-se de, quando atra-
vessou ante-*l, tomar o aobreludo. Em Ver-
saillea s o chamavam a ifyfitfvJia commovida,
appellido muito desagradavel para um mancebo
de dezoito aonos e meio, e que poaauia sesseota
mil libra* de renda-. Eis porque nio se atrever
a viver em Parta.
Era preciao a todo o cusi fazer esquecer es-
aea precedentes ridiculo.
Aoatole de Blangy nio eentiooo se com a for-
ca precisa para- rencer esse acaohameolo natu-
ral resolveu cortar a difrkuldad* por outro la-
do. Em uma bella manha* toda Veraailles sabia
que Anatole de Blangy partir a viajar pela Eu-
ropa.
Como se haver elle oessa viagem ? diziam
os crticos do lagar.
Dous meses depois de sua partida, o sea pro-
curador em Veraaillea ostrava a quera quizesie-
ler uma carta de Anatole de Blaogj detada de
Madrid, na qual pedia-the qu nenia rrM francoa o
contara-lhe as loucuras que fitera pela celebro
Espersnc Mercedes, daoserina notavel por suaa
excentricidades e luso.
E' extraordinaria! murmuraran todoa.
Que queris ? responda o procurador dos
Mr. Anatole ; que Versailtea era jugar muito
pequeo para o seu desenvolvimiot.
Cinco mezea depels recebta-e outr* carta d*>
Mr. de Blangy. Desta vez ptssra o carnaval
era Roma. Seus trajes, equipagens e os p ra are
da cidada eterna cuataram-4he trea mil lutria,,
qua recommendava a aeu procurador lhe remet-
teaso por todoa es correies. Os habitantes- de
Versailles jararm|qua nanea mandaram aeufl-
lhos para a Haapaoha oem para a Itali.
[Co-tinuar-te-ha J.
oos, com im tire da pistola no lugar da Trom-
pe?.... perfeitamente E aioda me lembro mais
daa vagas suapeilaa que nene tempo tivette do
commend*dos;/soapeitas esssa que a preseote
carta parece confirmar.
Parece?) II dize que a prova e muilo
bem provado. Por esta carta e por algumas no-
tas garatujadas pelo serlsoejo, que tsmbem trago
nesia carteira que lhe perlenceu, v ae clara-
mente que o embudado que malou Miguel Fillp-
pe, foi um escravo do commendador Felicisai-
mo, dss duas para aa tres horaa da manhi do
dia 26 de novembro, por mandado de seu aeahor.
Mas, o capiio de navio, de que tanto ae
falln e aa patmatoadaa?!
A historia d capitao de navio foi, sem du-
vida, ama fbula para atsstar aa auspeitas
quaoto s palmaloadas, t mesmo acabas de lr
uma carta do commendador, na qual diz ter
mandado matar o Miguel Filppe para se viogar
de urnas palraatoadas que odrera
Que tal? 1.... e alie tio iresquinho e se-
cegado a passeiar por squi no proprio dia em que
por aua ordena se commettia eaaa mor te 1
E nisso nao para, meu amigo; t nio faaaa
idea da barbaridad! e crimes.dusse homem.
Pois ainda houve mala'alguma couaa?
Nio lestes a carta que ahi tens?!
Ah 1 verdade I comiedo ella parece-ma
um pouco obscura em cerina lugares.
E' porque oio teste, com eu, as gsrslujat
do sertaoejo. Ouve-me a vers as bonitas con-
tas que ambos elles fizeram.
XXV.
Com effeito o capitio Miguel Filppe, homem
duro e rigoroso, tioha por cosame, naquelle
tempo, sahir i rondar quasi todas aa|ooulea aa
ruaa da cidade do Recite a arrabaldea; acompa-
' abado, alm dos jaldados, da algum aacraro*
aeua, armados do chicotes e oaQI y,, como
muito bem di*ser meu lio e D. La d*. 3/ett-
donza.
Ora, urna, noule encontrou-ae elle no. lugar da
Trempe com o commendador, que, icolbla
de uma dessas turbulentas e ruid
tan uzuaes naquelli poca.... *|H
segunde me parece.
O cummeodador vinha completa: mamonea-
do n'um ampio capota e ao avistaj
maia ae encobriu. Isto desperl euspeitis
do capitio, que tentn interraf
por orgulho ou por j estar i usa-
ndo, nio lhe quiz o commafl
O Miguel Pillipe, borne
civel, mandoi-o agarrar ti
deeoa um doa aeua
duaa duziaa di bolos;
zir muilo bem com um
cnido por larra.
Cumpre notar que ne
mendador se con ha
eacurido da oouli
mele depoia de
soube quem lhe ti_
sericordia; Uto pelo i
ouvira o proprio ca' '
da aljuoa *mlgoj.
1 rWlaj^r
neio

i
1

anjpa-
at mo-
co nal-
n aacootrar
a vergonha e o misera-
a daiiira o capillo.
lCot\H%*r-te Ao.)
PERN. TTP. Di ai r. 01 FARIA FlLaJQ 18*9.'

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