Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08584

Full Text


HIHII. IOMEEO 106.
Ftr tres im^i TeieUti efeoo
m JtaMm aa
tutr-unji
OARTA FEI1A 7 DE MAIO M m,
. FiPiiii tifiUd MJJ00O
trtt fraiet t*ri iiktertftor


o Sr. Antonio Ala [andrino de Li-
Sr. Antonio Marines da Silva;
Aracaty, o Sr. A. da Lomos Braga; Cear o Sr.
. foso da Ottveira; Maranhlo, o Sr. Joadaim
BiarqaM Rodrgaos: Para, Juj tino f. Ramos;
Amazonas, a Sr. Jeconymo da Costa.
ENCARRKGADOS DA SUBSCBIPCAO DO SOL
Alagoas, o 8r. Clsadino Falta o Diaa; Bahia.
o Sr. Jos Martina Airea; Rio a Janeiro, o Sr-
Joto Poralra Martina.
PARTIDAS DOS CBRELOS.
OKnda todos oa diaa 9) horaa do dia.
Iguarass, Goianna, a Parabyba as segunda
sextsa-feiras.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caraar, Altinho
Garanhuna as tergae-feiras.
Pi d'Albo, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pea-
oveira, Lngaseira, Florea, Villa-Bella, Boa-Vista
Ouricury a Ex as quar tis-feiras.
EPHESEKlKS DO MEZ DE MAIO.
7 Quarto oreacento aos 43 mioatos da tajde.
(3 La cheia aa 8 horas e 18 mina toa da man.
10 Qaarto minguante a 1 hora da manhia.
28 Laa nova aoa 44 minutos da manhia:
PREAHAR DE HOJE.
. ^ho.Serinhiem, Rio Formoao, Una, Barreiros p-,_... .. .... ... .
Agua Prela, Pimentelraa a Natal quintas feire8.iPrme,r0 ",0 t0'" e 5* Inajloi da manhia.
Todos oacorrejoe partera aa 10 hora da manhaVsPtf ndo as 11 boraaa 18 ni na toa da tarda.'
fARTiuA ooa varlas cusamos.
Para o sal at Alagoa i 5 a SO; para o norte
at a Granja i 14 e9 de asda mas.
PARTIDA DOS MNIBUS.
VI a Ret1f*: d0^PVw* 6 >l2, 7, 7 lit. 8
Jl* dt i.; de OKiMfa la 8 da a. a 6 da t.; de
l*a s >l* da m.; do Caxang e rorrea
,JLd"'j Btmfiet s8 ds m.
i td V ? pr -*<" s > 1. 4 i|4,
8 ,'*.? M P"a Jaboato s 4 da t.i para
o Caxang a Varxia i, 4 1,2 da t.; para Btmfica
'
PARTE OFFICIAL
60VERN0 D PROVINCIA.
Secretaria do governo da Pernambuco, 3 de
maio de 1862.
Pela leeetari do governo se iz publico, para
conhecimento de quem interessar posta, que ae
cha vega desle a sua creagao, e de novo era
conearse o offieio de eicrivo do jury e eiecugoes
rlminaes do termo do Cbo. creado belo art 108
da le o. 361 de 3 da dazerabro da 1811 ; e sioda
por asta rat te convida os pfetetidentes ao refe-
rido ofBcto a apreseatarem sewt reioerimentoa
no prazo de 60 dtas, contados desla dita, instru -
dos aa forma do decrato n. 817 (le 33 de agosto
de 1851 e arijo n. 251 da 30 1854.
Joo Rodriguer Chacal.
2* secgao.Secretaria do goveno da Peroam-
bueo.6 de maio de 1862.
Pela secretaria do governo se faz publico, para
conhecimento de quem interessar posas,o decreto
de 25 de marco tfltirao, aballo t sm:ripto, pelo
V"' S.-Vt, o Imperador, por sua imperial ele-
m*5J* houTe por bam conceder perdi a todaa
lt#tfesju tfd qual luer cathegoria dos corpos po-
Iiciaes do imperio, ioearsaa no i:rime de Ia 9a
disercio, qaa se apreaentarem ara seus corpos
dentro do prazo de doua mezes, untadas da pn-
blieaco do mesmo decreto naa i espedirs pro-
pnalas.
Joio Rodrigues Chatis.
Querendo dar aos corpos puliciaea do imperio
urna prora da mlnha imperial clemencia por oc-
caaiio do faustoso anniverssrio c o juramento da
coustitaiQio aolemnieads pela ir i u ;;nracao da es
tata de meo enguato pai de suudosa mem'oris,
e Sr. D. Pedro I, bel por bem conceder perdi a
todaa aa pracas dequalqoer ctthtgoria dos lefe-
ridoa corpos polieiaea incursss no crims de Ia e
2a dieercio que deotro do prato de dous mezes
contados da publicaco do presente decreto as
respectivas provincias se apreaentarem nos seas1
corpos, pondo-se logo em libcrdtde aa que se a-!
cbarem presas por atae crlme, j seotencisdas ou
por sentenciar.
Franciaco de Paula de Negreiroa Sayao Lobato,
do mea conselho, ministro e secretario dos ne-
gocios da justija, assim o leona < atendido e fice
execstar.
Palacio do Rio de Janeiro, 25 de marco de 1862.
41* da independencia e do impe lo.-Cm a ru-
nrubica de S. II. o imperador.Francisco ds Pati-
ta dt Negreiroi Sayao Lobato.
Conforme.Serriodo de director geral, Joo
Caelano da Silva.
da Bahia a
ra de fazenda
AUDIENCIAS 1>S TKIBUNAtlS yU CAPITAL.
Tribunal do sommerdo : segundas a qniotas.
Ralacio: tarcas a tobadosa 10 horaa.
Fasanda : quintas s 10 horaa.
Juizo do commercio : segundas o maio dia.
Dito da orphioa : tergas a aextaa a 10 horaa.
Primalra Tara do eiral: largas a extaa ao maio
dia.
Seganda rara do alral: qartas a sabbados 1
horada tarda.
5 Segunda.
6 ~
7
8
OA 1>A SEJIAfllA.
no Recite,
deucia ns
expedicSo de suss ordena a thesoura-i provincial e bam assim o parecer doa reapectivoa
daqualla prorincia para que, a l examinadores, resolre nomear a Bernardo Car-
.
contar do Io do correte em diante ceas o paga-
mento da prestado mensal de 125000 ris que
de seu sold consignara lli o referido captio a
ser entregue ao seu procurador o que communico
a V. S. pin seu conhecimento e deridos effei-
tos.OCQclou-se neste sentido ao Exm. presi-
dente da Bahia.
Dito ao meamo.Nos termos de sua informa-
cao de hontem sob n. 370 dada com referencia a
da contadora dessa tbesouraria escripia no verso
do offieio que devolvo do brigadeiro tlanoel Mu-
niz Tasares commandante das armas nomaado
para a presidencia da Bahia autoriso V. S. a
f"0*" booar ao meamo brigadeiro a quantia de
*O0|000 rli que Ihe compete como ajuda de
Cusi.Gommuoicou-se ao predito brigadeiro.
Dito ao mesmo Tenho de embarcar paro a
prorincia da Baha na forma das ordens imperiaes
a ala direita do 10 batalhio de infantaria. no va-
por que se espera do Norte, sirva -se V. S. de
providenciar para que nao s se abone aos res-
pectivos officiaes o adiantameoto do sold al o
am do correte mez, bem como que ae paguem
os de mais veoeimentos a que tiverem direito at
o da am que ae verificar o embarque, em vista
da folha que para isso for apresetada nessa re-
partigao por parte do commandante do mesmo
baUlbao.
Dito ao meamo.-Em vista da inclusa folha em
auplicata, mande V. S. pagir a quantia de 84S
res em qae importam os veoeimentos do mez de
aoru ultimo, de dous enfermeiros cootrsetados
por autoriaacao de mea anteceasor, para servi-
rem osa enfermaras provisorias estabelecidas no
arsenal de marinha, para trata manto das peaaoaa
indigentes da freguezla de S. Frei Pedro Con-
calves que forem accommettidosdo cholera mor-
oua.Commuoicou-se ao inspector do rseoal
de marinha.
Dito ao mesmo.Para satisfazer resoluco da
aasembla legislativa provincial informe V. S.
cora urgencia quantos armazena de assucar e lo-
jas extstem as comarcas da Goianoa a Naza-
rolo.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
Para saliafazer a deliberarlo da aaaembla legis-
lativa provincial sonlida em offieio de 2 do cor-
rente, informe V. S. com urgencia qaaoto tem
recebido o engeobeiro Mamede, dos cofres pro-
vtnciaes em pagamento da estrada da lioha do
norte, bem como da de Pi u'Alho para Naza-
roto
Expediente alo alia 3. ale maio
tees.
Offieio ao Exm. presidente cs Alagoas.Se-
k" i? p,M **** Pro"*nele "o 'iipor Persinunga
v bacbarel Angelo Gaetano de :>ooza Cousseiro,
promotor publico nomeado para a comarca da
Boa-Vista, rogo V. Exe. qae i;e sirva de pro-
videnciar, afim de qae Ihe sejs <.ada, se for pot-
mvel, ama paaaagem d* estado em um dos va-
porea da companhia Bahiaaaa lossa capital at
0 Penedo. Offlciou-se ao gernote da compa-
nhiaa Peroambacana para dar tnnaporte ao mes-
mo bsebsrel dests capital paia aquella pro-
rinda.
Dito ao mesmo.Tendo, de ccoformidade com
o offieio de V. Exc. de 28 de abril ultimo, man-
dada dar transporte para essa provincia ao Pias-
tra de msica do corpo de polica, Jos Moreira
dss Virgena, assim o communl.: i i V. Exe. para
aeu conhecimento, e afim da qa se digne man-
dar indemnisar a importancia ltssa pasiagem,
ae mi poder ser contemplada u i numero das de
que dispe o goeroo, como icabo de rocom-
mondar ao gerente da compaa Pernambuca-
n.Offlciou-se naste sentido ao mesmo ge-
rente.
Dito a o Exm presidente da P< rahiba.-Traos-
xnttto a V. Exc. para aer altenJido como julgar
conveniente, o incluso reqoerimeoto acompanha-
do de daaa chaves em que Cario'a Lacia da Bri-
to, que se acha no presidio de Fernando cum-
priado aeotenca, pede-lhe aejam restituidas duas
sus, copteodo a aua bagagam, as quaes, sendo
apprebenddss na occasiao de aer s supplicaote
presa, foram dapositadaa no te-mo do Breio da
Area nessa provincia, sob a guarda do respecti-
vo jaiz municipal.
Dita ao eammaodaata das artnas.Sirvi-se V.
Exc. de lando em vista a inclu;i informaco que
me ser devolvida, ministrada pelo inspector da
tneaourarla da fazenda em data le Ia do corren-
ta, sob n. 369 ioterpor novamente a sua opinio
sobre o requerimento que aqui ijunto e veio co-
berto com o ata offieio n. 742. no qosl o capi-
Uo Hanoel Pereira de Souza Buiily pede o abono
da gratificagio de 20 pelo tempo que com man-
dn o destacamento de Cabro wS mafor de 40
pracas.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. informar-me
obre o que pede no raquerimioto junto Luiza
Mana Ferreira.
Dito ao mesmo.Para qae se possa satisfazer
exigencia do Exm. Sr. ministre da guerra em
aviso de 9 de abril ultimo airva-se V. Exc. de en-
viar-me a certidao dos assaotamentos do 2* ca-
dete do 10 balalhio de infantaria Caelaoo Beaaooe
da Asis Campos.
Dito so mesmo.Sirva-se V Exe. de expedir
suas ordens para que na escolta le 8 pracas com-
mandadaaporum official se nreaente ao Dr.
hela de polica afim de coodi.ilt 5 criminosos
at o termo de Iguarass.-Coinmuntcou-se ao
befe de polica.
Dito ao capilio do porto.Com este offieio ser
apresentado V. S. o recruta i e marinha Do-
mingos de Jess Pereira afim i e que d o con-
renrente deitino depoia de inspeccionado.
Dilo a theaouraria de fazenda.Declaro V. S.
para seu conhecimento, e flm looveniente, qae
o ogenheiro W. Manioeaa pirticipou-me em
offieio de hoje haver paaaado >i empreiteiros da
ponte de forra entre o theatro de Saota Izabel,
e a rna da Aurora o competen a certificado na'
importancia de 4:6OOO0O ris por terem ellea
exacotado durante o mez de al til ultimo aervico
correspondente a esss qnsntia.
Dito ao mesmo.Reeommnido V. 8. que
nos termos do aviso do ministerio do imperio de
7 de abril ultimo* de qae ae 1 n remettea copia
em 19 do meamo mez, mande ?agar a Caetano
Cyriaco da Costa Moreira pe' verba succorros
pblicos a quantia de 2839000 is em qae se-
gundo a coota junta em deplioata q*e me foi
reaatlida pelo director do arenal da guerra,
com offieio d* Ia do crtente ax-i n. 115 impor-
}* fcrris de aleatrio eomprsdoe a requesi-
fiSo do Exa presidente do Casia para o trata-
meato do cholera morosa, n iiuells provincia.
mP ^.c!,JBOrADnaio,Jo Ia rqereu-
A? ? fi?rtl c<>0tfi Hibeo de Areujo
acabo de solicitar nasta data do Exa. presidente
neiro Monleiro da Silva Santos para o meamo lu-
gar, e ordena que pela aecrataria do governo ae
Ihe expega o competente titulo.
Expediente do secretario do
governo.
Offlcio ao secretario da aaaembla provincial.
S. Exc. o Sr. preaideote da provincia manda
transmittir V. S. para ser presante a aaaembla
legislativa provincial aa informacoes aobra que
versa o offieio de V. S. firmado em 11 de abril
prximo fiodo, aob numero 12.
Despachos do da 3 de malo.
Requementoi.
Dr. Delfioo Augusto Cavalcaoti da Albuqaer-
que.Informe com urgenda o Sr. inspector da
theaouraria de fazenda.
Teneote Joa Antonio Pestaa.Informe o Sr,
Dr. chefe de polica.
Jos Lopes ds Silva Gardozo.Exhiba o sup-
plicante ter casado com conaentimenlo da junta
administrativa da Santa Casa da Misericordia.
Dr. Joo Francisco da Silva Braga.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda-
Joio Carlos Aagusto da Silva.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Luiz Jos Nones de Caitro.Informo o Sr. ins-
pector da theaouraria de fazenda.
Thereza Guilhermina de Carvalho.Selle e
vplte.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
CONCLSO DA SESSAO DE 5 DE MAIO
DE 1862.
O Sr. Bario de Huribeca, depois de contestar
algumasproposicoes emittidas ns cass ceres de
oegocios de Goianna; passa a oppr-se ao arti-
go do projecto em discussio.
O Sr. Ferreira de Aguiar: (Nio devdlveu o
aeu discurso.)
O Sr. Araujo Barros:- (Nio devolveu o seu
discurso }
Tendo dado a hora*"
O Sr. presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a stssio.

Ditoao mesmo.Sirva-se V. S. de enviar-me
cem brevilsde urna demonstrado do crdito pre-
nso para satisfazer as despezas com allimenta-
i cao dos presos pobres de todas as cadeias da pro-
| vine no lempo qu reata para nadar o correte
de I erctcio, calculando se oa razio do que at hoje
ae tem deapendido.
Dito ao meamo. Em rista das dnas contas
Matan mande V. S. pagar a compaohia deTtebe-
nbe a quenlia de 8100, proveniente de agoa
P'8?e' ^mecida do Ia de novambro de 1861 a
i da abril do correte anno, para o consumo da
secretaria do governo e a repartico das obras
publicas.
Dilo ao director.do araeoal de guerra Inlei-
rado oelo offlcio d V. S. do do correte, sob
n. 117, do acharem ae promptos os objectos de
tardamenio mandado fornecer a provincia das
Alagoas por avi90 do ministerio da guerra de 11
de janeiro ultimo e dos motivos por que deixa de
ser srTectuada para all a remessa dos sapatoa.
recommeodo que faga aguir todos os objectos a
seu deatino na primeira opportunidade depois de
preenchidaa as formulas legaes. Communicou-xe
ao presidente das Alagoas.
Dito ao director das obras publicasPara aa-
iiatazer a deliberagio da aaaembla legislativa
provincial comida em offieio de 2 do correte,
lutorme Vmc. com urgencia quantas bracas de
estrada feta pelo eogenheiro Mamede se acham
deuuitivameole entregues, assim na linha do nor-
ia, como na de Pao d'Alho para Nazareih.
Dito ao Dr. Oomiogues da Silva. Communi-
co Vmc. para sen conhecimento e dlrecgio,
que segundo coosta de aviso do ministerio ds
guerra de 22 de abril ultimo, S. M. o imperador,
por aua immediata e imperial resolucio de 12 da -
quelle mez, tomada sobre parecer aa secjio de
marinha o guerra do conselho de estado, bouve
por bem approvar a declsio afflrmativi dala por
esta presidencia a consulta feita por Vmc, ae de-
via cooliauar a exercer o cargo da auditor de
. guerra aesta provincia, depois de remolido para
a vara especial dos eitos da fazenda nacional.
Hemetieu-ae oopta do citado aviao ao comman-
dante das armaa.
Dito ao juiz de direito da comarca do Cabo.
setenta do que expoz Vmc. em offieio de 2 do
correnta relativamente a epidemia reinante nessa
comarca, tenho a dizer Ihe em rssposta que af-
ia data determino qae sejs sstisfetto o pedido de
medicamentos, feitos nio s por Vmc. como pelo
medico ahi em commissio. Eatou certo que
Vmc. continuar a prestar os seus servicos em-
quanio durar aquella epidemia, ioformando-me
ludo que oeeorrer. Offlciou-se ao inspector da
aauoe publica para mandar apromptar a ambu-
lancia e commucicou-se ao medico de que se
trata. r
Dito ao jaiz de direito da comarca de Floras__
i* f*" offlcio onmeros 15, 16. e 17, de 11,
iz, e ib, do mez prximo findo flquei inteirado
do que Vmc. me eommunicoo com referencia a
epidemia reinante, e approvo a deliberagio, que
tomou de despeosaros servigos do Dr. Francisco
de Paula Cavalcanti al que se toroem ellea outrs
vez oecesssrios.
Dito ao juiz de orphgos da capital.Para cum -
pnmento do aviso do ministerio da justiga de 23"
do mez paasado junto por copia, ioforme Vmc.
com brevidade o que hotfver occorrido aobre aa
porcentagena e emolumentos cobrados pelo es-
envo desse juizo dss berengas jacentes da sub-
ditos portuguezese som herdeiros necessarios.
Dito ao promotor da capital.Ao seu offlcio de
26 do mez passado com refereocia ao preto He-
oorio Nanea Pinheiro da Gama tenho a dizer-lhe
que pode usar das informacoes a que allade
como maiscoovieraos intoresses da justiga.
Dito a cmara municipal de Barreiros.Accu-
sando recebido o offlcio que a esta presidencia
dirigi a cmara municipal da villa de Barreiros
em 25 de abril ultimo, acerca do apparedmeolo
do cholera-morbua nessa villa tenho a dizer-lhe
que ao juiz municipal desse termo com quem deve
essa cmara eotender-se j rsmetti urna ambu-
lancia doa mediaamenlos e instruc;oes apropria-
daa ao tratameato dos indigentes O'aquella epi-
demia, devando a mesma cmara se o mal tomar
carcter epidmico que anda nio se veriflcou
visto como consta do citado offldo que s um
casse dea, sem resaltado fatal, communicar
quanto aates s ests presidencia para providenciar
orno convier.
Portarla.0 presidente da provincia tendo em
vista ss prorss escripias dos eoacorrentes ao lu-
gar vago de segundo eseripturario di thesouraria
j
i

/*)*

SESSAO' EM 6 DE HaIO DE 1862.
Presidencia do Sr. Bario de Vera-Cruz.
Aomeiodia aberta a aeiso approvada a asta
da anterior.
O Sr. Ia Secretado menciona"o saguinto
ESPEDIENTE.
Um offieio do secreUrio da provincia partici-
pando, de ordem da- presidencia ter sido mares-
do o dis 17 da agosto tal urer paralar tugara alai-
gao de um deputado pelo 5 circulo eteitorel da
provincia, afim de preheocher a vaga que dei-
xou o Dr. Amonio Baptista Gttiranna Coata.In-
teirado.
Outro camettando a demoaatracio das dividas
de exercicioa nodos e do exercicio corrate, e a
nota do producto do imposto arrecadado alea ul-
tima dala, em virtude do artigo 48 da lei do or-
namento vigeote A quem fez a lequisicio.
O airo, remetiendo copiaa doa actos da presi-
dencia abrilo crdito aupplementares.A quem
tez a reqaisigao.
Urna petigao de Haooal Aotonio da Silva, et-
desenbista da reparligo das obras publicas, pe-
dindo apoiaotadoria, visto ter 27 aonos de aervi-
co oaquella reparligio.A commissio de legis-
lado.
Outro de Jos Gomes Coimbra, Ia tabelliio da
notas e escrivio do ci vel da cidada do Rio For-
moao reclamando contra o projecto o. 12 daate
anno.A commiaao de legislago.
Outro de Hanoel Peres Campillo de Almeids.
arrematante da cooaervacio da estrada da Pao
d'Alho, padindo prorogaglo de prazo.A com-
miaao de obraa publicas.
Um offieio da cmara municipal de Nazareth,
remetiendo representages dos moradores de S.
Vicente que reclamam contra o projecto que
restaura a fr#guezia de Cruaogr.A commiasao
de estatistics.
E' lido e mandado imprimir o projecto de or-
gameotu proviudal.
c A commissio de fazenda e orcamenlo, jul-
gando de neceasidade propor em le eapedal me-
didas conducentes melbor execugao de autori-
sagoea que enlendam com a arrecadagio e em-
prego da renda publica, tem a honra dooffere-
cer o seguale projecto :
A assembla legislativa provincial da Per-
nambuco reaolve :
..Arl'gol-0 Alelo. 511 de 18 de janho de
l8ol ser executada com aa aeguiotes alleragea :
1.a O prszo de que trata o 3 do artigo 12
tica reduzido a 30 das: para as obras porm de
valor excdeme de dez al cincoaota conloa da
ris ser de dous mezes, o deslo valor para cima
de trea. r
2. Fica aupprimido o artigo 19.
3 Na execugao do artigo 20 o presidente
da provincia alteoder essancialmente a reduccio
do pessoal, embora augmente oa veoeimentos,
com tanto que nio seja excedida a desposa actual
Arl. 2.a O excessodas varbaapara expedien-
te e asseio das repartiges e eslabelecimentos pro-
vioaiaea correr por cauta doa emolumentos qae
em cada um delles ae cobra, e da porcentagam
as repartiges em que ella ae deduz.
Arligo'3 a Fica prohibida a emisso das apo-
icesautorisada pelo artigo 31 da lei n. 488 da
16 de maio de 1860.
c Art. 4.a Cinco diaa depois da abertura da
assembla provincial deverio ser remetlidos
esta o balaogo, o balaneete. r proposta de o re-
menlo e orelatorioda thesouraria, (ludo em ma-
nuscripto, se ainda nio estverem impressos.
< Art. 5.a Ficam revogtdas aa disposicoes em
contrario.
< Sala daa commissaa 6 de maio de 1862.
Birao de Huribeca;Souza Res.Barros Br-
relo.
E' lido e approvado o seguate requerimento :
aequeiro que ae pega com urgencia ao governo
informagea acarea do motivo porque ainda nao
foi abarlo ao transito publico a tarceira aecgao da
via Terrea, estando j concluida, como denoto-
riedade publica..Recite de 6 maio de 1861.Pe-
reira de Lucena.
(Confinar-is-A).
Discurso do Sr. Dr. Araujo Barros na
sessio do 30 do passado.
0 Sr. Araujo Barros:Sr. preaideote, sinlo que
depois do discurso do honrado merabro. que fal-
ln em primeiro lugar, teoho de fallar debaixo de
urna impressio bem desagradarel; mas nio te-
nho remedio sanio responder immedlstamente ao
illastre collega, aflm de dar-lhe ama prora loa-
.
quivoce, de que o aeu discurso
mira na devida consideragio.
ax .m^>r? col'Mo de estatistics, e autor
do projecto em discussao. alm de ter hoje de fa-
LIk,U,,eslr8' e" aP9er-ae que o honrado
mombro tranai para aqui um discurso bam eatu-
oaao, oem deduzMo, e abundante em coosidera-
goea de mala de urna ordam.
in11?"' oa,u ,udo ^,n,o *i reepeito
utnidade do projecto debaixo da aen aepaclo reli-
gioso, para oceupar-me com os deraais pontos do
discurso, a que me teoho referido, e a cmara sa-
ber* muito brevemente a razio dease mea pro-
cedimento.
Sr. presidente, o honrado memoro pondo d par.
rii qua0(o eu dMI0bra e inconveniencia a
inutilidad do projecto debaixo do ponto de viata
eleitoral, nnico lado pelo qual o combat, por
laso que sement o principio eleitral parecia-me
inspirar a creagao da nova fregueaia. procurou
eapraiar-se largamente aobra a utilidade do pro-
l,c'c" relago ao paato espiritual.
Este Tacto me obriga a fazer aqui as aeguiotes
observagoes, que desejo fiaem bem registradas.
Uuando se discuta o projecto creando a nova
traguezla da Petrolina, a caaa votou em primeira
ducuasao por am requerimento de adiamento.
apresentado pelo Ilustre membro, que ae aeota
na ultima cadeira da direita (oSr. Barroa Brralo],
00 do de que viessem esmara aa informa
COM do Exm. prelado diocesano, afim de poder
entrar na apreciagio do projecto.
I eeguoda discussio do meamo projecto, quao-
do ella foi encalada ainda nao aa acbavam pre-
,8D!f' "aotme do Sr. bispo, nio exisliam
na casi dados, oem eselarecimentosalguns, quar
sobre o utilidade do projecto, quar aobra os lian-
tes, que elle condgnava.
Por aase motivo vi me os obrigacie de provo-
car a abrir urna discussio renbida, sfim de qae
do pago episcopsl noa viease alguma las, o qne
era tanto maia conveniente quanto oa cmara se
diese que assa lux nao tardada em
appsrecer,
pois que o Sr. bispo multo deaejavs a creacio da
ova fregueaia;
O debate duron nio so st que chegaaaem aa
informacoea eolieltadse, mais ainda depois desse
aconlecimanto.
Qae caso, porm, se fez dss informagoes pedi-
das, o que vierm sem grande demora ?
0 honrado merabro qua aenta-se do lado oppos-
fo.e qne tem silo aquella qua mais tem combatido
as minhas idaa, o quem tem feito alias com toda
a rantsgem do mestre e veterano aobra o caloiro
Inexperiante.
OSr. Souza Reis :Obrigadissimo.
0 Sr. Araujo Barros :O honrado membro, di-
J, dizendo-se autorizado a entrar na apreclasio
S informagoes do meamo prelado, declaro -nos :
< Nio estoa porestss infarmagea ; ellas nio tem
o caobo da justiga. que reconhego no projecto, e
rr coQseguiots eu aa desprexo. E de feito,
i presidente, o honrado membro, sem sedar ao
trabalho de fazer sequar urna llgelra demonstra-
gao da m '
ditas info
todoa oa
guoda dia
fia da Pelr
0 Sr. Sou
dizer do no
proposigdea, regaitoa aa sobre-
gdes, e a despeito dellas, e de
Traeos esforgos, paasou em se-
'*ao o projsctu creando a nova fregu-
ina.
a Reis :Protesto contra o modo de
edepafado.
O Sr. Araajo Barros :Como ?
O Sr. Souza Reis : Quanto ao desprezo.
O Sr. Araajo Barros :Regeilar e deaprexsr sio
duss expressoes equivalentes : a idea em suba-
"" meama, e por tanto passarei adiante.
Alm diaao acaba de dizer-me mito bem o mea
''lustre collega o Sr. Drnmmood.que deaprezar e
termo jurdico.
Do exposto visto que o principio religioso oa-
quella occaslio nio vigorou, nio obstante todos os
protestos de f e ortodoxis que eolio fizeram
quantos tomaram parle no debate.
Pergunto eu agora : Se o principio religioso
nao viogou na adopgio do projecto da Petrolina.
iirespailo do qual alias nenhuma informago t-
nhamos, porque neste momelo Invocado por
to-ioa com tanto empenho ?
Um Sr. deputado :E porque o nobre depata-
do que tanto pagooo por elle neeaa occaeio, ago-
ra o nao aceita ?
p Sr. Araojo Barros : Esse priodpio nio pre-
valecen ontr'ora, porque nio era conveniente,
querem-no agora porque assim Ibes convm I
urna Voz :Olhe a espada da dous gumse.
U Sr. Araujo Barroa :Sr. preaideote, aerapra
que se maneja urna aapada de dous gumes, aquel-
lea que o fazem devem empragar nieto todo o
cuidado, porque essa espala fere tanto i direita
como esquerda.
Um Sr. Deputado :Tome o conselho para ai.
O bt. Araajo Barroa :Por tanto, o nobra de-
putado a quem respoodo, e o honrado membro,
qae me tem atormentado com aeas apartes, nio
eatao autorisadoa para me dizerem qua en nao
quix apreciar a utilidade religiosa, ou espiritual
ir P.rolect0> Porque iaso me nio aonvioha. Com
sffeito, deada que eu comeco por declarar que
nao quero apreciar o projecto aob naa aspecto,
declaracio.que fiz, porque ss tem entendido qu
ai xnformasdet do biipo pedem ter desattendi-
das por uta cmara, como ae preteode dixer,
qua eu nao encaro a qaeatio pelo lado religioao,
porque nio a domo combater por esae lado ?
Nao, Sr. presidente, en nio fago mala do qae
obedecer aoa precedentes desla (Ilustrada cmara,
aiaim como oa honrados membros, que me tem
combatido, nio podem deixar de reconhecer qae
*eJfayO feriodo com as suaa proprlaa armas.
O Sr. Bsrio de Uaribeca :Nio exacto. .
O Sr. Araujo Barroa : Cerno nio exacto ?
Nao passou em segunda diacussio a creacio da
Petrolina, ,9m que ae altendessem s informacoea
do prelado?
0 Sr. Bario de Huribeca :- O prelado quera
" no da rette*W. noa a dividimos.
Um Sr. Deputado : E Ihe demos eolio os li-
mites, que jalgsmos -mais convenientes. (A-
poiados.) "
O Sr. Araujo Barroa : Eia ahi a coofirmaeio
demmbaa palavras, ainda ha pouco cooteatadaal
iq c* rf" n0 co'taram os limitas lembradoa
peto br. biapo. se nenhnmas outraa informagoes
tiohamoa, sanio as delta, e se ninguem, como
agora recoohecem oa nobrea depatados, mais
competente para daraeaa informagoes 1
O Sr. Lceos ; Porque temos o direito de
,Prtea coaT'eocls deasaa limites.
O Sr. Araajo Barroa: Nio acaitsram, porque
nao IbM convinham (ouvem-ae apartes); maa
agora, que ea multo de propasito nao quero dis-
eaur o projecto palo lado religioso, afarram-ao a
esies principios, e enternecem-nos s todos com s
snaorinodoxial...
(Oavem-sa novos apartes.)
O Sr. Araujo Barros :Nio respondo mais ago-
ra aoa apartas.
Urna Voz :-Muito bem.
O Sr. Bario de Muriaeca di a a aparta.
O br. Araajo Barros (para o Sr.'Bario da.Hari-
beca}: -a Eatou convencido que nio roapondecai
foi tomado por com proficieocia a todos os argumentos o apar-
tes dos honrados membros.
Urna Voz :Isto modestia.
(Continuara oa apartea.)
O Sr. Araujo Barros : Decididamente nao
queram deixar-me fallar 1 I Eslao fallando todos
ap meamo tempo.
O Sr. Presidente :AUengio I
._?_?*>" Barroa : Has. Sr. presidente,
o I! pode?. qUM"' hei Ma,pr8 Sma0
a E Me qae o principio religioso nio linha ai-
do attendido na creagao da fregueria da Petroli-
ce, e em poucas palavras o direida pasiagem.
A antiga reguezia da Boa-Vista contiaha em
si cinco capailas, a saber, as da Petrolina, da
Caxoelra, do Caboclo, da lina do Pontal.ea an-
tiga matriz.
Oa meua diatinctoa impugoadorea creando a
nova fregaezia aepararam todaa as cspelles para
a nova e lympathiea fregueria da Petrolina, dei-
xando a Boa-Viata somante com a aua matriz
Urna Vos : Era de mais.
O Sr% Araujo Barros : Sr. tscbygrapho regis-
tre este sparte.
Um Sr. Deputado :Esl.fsllando cootra o ven-
cido.
O Sr. Araujo Barros (para o Sr, Moscoso] :V.
Exc. que tanto falln contra o vencido, pode com
justiga dar-me este aparte ?
(Cruxsm-se apartes.)
O Sr. Araujo Barros :-Pois deixarei o vencido
e voitaret ao discurso do honrado membro, a
quem eaiou especialmente respondendo.
Demonstrado,como fka. que com a espada, com
que me suppuoham ferir, feriram-se mais pro-
fundamente os meus nobres impngnsdores...
O Sr. Bario de Muribeca : O que nao de-
monsiroa.
O Sr. Araujo Barros (para o Sr. Bario de Hu-
ribeca) sao oploies... En passirai agora a outra
parte do discurso', a que reapondo.
O Ilustre membro achou em aua benevolencia
que devia dizer achar-me ou fazeodo oppoaigo
ayathematica a qualqoer projecto. aue aaui se
discuts.
Qiarta. S. Bataoialc1 b. m } tJl,.
Quinta. Apparigo des M j'ae ak *
Sexta. S GregorioNa^nnoi^"0-.
10 Sabbado. S. Antonino are < kfifiiX?0'
11 Domingo. O Patrocinio do's. Jo" >h0,
A8SIGNA-SE
'roa d.F.ri6.eA:8FdiDJoPrOPmt'r<" "-"Htl-
I. ,nDU8nd- direS,r- P"> nr.V. 6U "- pediri* paI"r- P jwlificar 0
Sh..V" <,,"u,". 1> mesmo qu.odoo
achare bom e sdoptavel debaixo de mal. de urna
dolobre'dVJm'dl880" C" ^ll" <>S5e.
ih f PresesidentH, que a creacio da
tiS^J****1* "'"'Por Bm claro e'm.oi-
numero doa eleilores de Itam-
fasto diminair
b
rios:.qeCDm0,. MU fre>a h*i reaietido glo-
ZeSH, qU8 ',U ?0 """ inttiencias
belSia. e" PtK" PBIlU' c"li" re-
0 Sr".
O Sr. Bario de Muribeca : Quem disse isto ?
Fuieu?
O Sr. Araajo Barros:V. Exe. nao foi s quem
falln na cass.
O Bario da Huribeca : Como est olhando
para mlm...
OSr. Araajo Barros : Olho, porque est na
minha frente.
O Sr. Bario de Muribeca :Est bem.
O Sr. Araajo Barros : Haseu, Sr. presidente,
protesto contra ests proposigio.
O Sr. Ferreira de Aguiar Dase que pareca
O Sr. Araajo Barros:Nio exscfa seme-
lhaote assergao, repito; so me proounclel aqui
contra o projecto creando a nova parochia da
Petrolina, a quando hontem abri a discuno do
projecto de Croaogy, s o fez tratando a questio
sob d ponto ata vista eleitral.
Nio disae cousa alguma acerca da utilidade do
projecto aob o aeu lado espiritual, e ae isto assim
, Sr. presidente, em que qae estou contrari-
ando a obra de meus amigos?
Como pelo faci da dizer-se qae o projecto nio
til sob seu especio eleitral, logo o honrado
membro, ha de encontrar ama cootradigio entra
mlm a a paasoa, a qasm ae atlribue a idea ori-
ginaria do projecto.
Por outro lado o q.ue me importa a mim, qae
um ou outro de mena amigos acha aonveniente
um projecto, que en jalgo Intil, e contrario ao
principio eleitral deste ou daqaelle destricto,
eoteodido este principio de conformidade com o
bem geral nesla materia ?
Quando poia oa nobrea deputados me atacam
por esse lado, acreditem que nio combaten*, a
mim, maa aoa castalios, que armaram ; foi isto
justamente o qae acootoceu ao honrado membro,
de quem me oceupo.
O Sr. Ferreira de Aguiar:D um aparte.
O Sr. Araajo Barros:(Para o Sr. Aguiar.) Ea
ouvi o seu discurso com paciencia; tenha a
meama padenda commigo ; deixe-me continuar.
(Ha am aparte.)
O Sr. Araajo Barroa:Qae tem qae o projecto
osse obra do Sr. Dr. Souza Carvalho 1
Por entura eu flz compromisso algum de subs-
crever todss as oplnioea deaae illustre cavalheiro 1
Querer o nobre deputado achar-me em cootra-
diego com aquillo, aobre o que nanea emitti
opiniio alguma?
Para que, pois, insistir sobre essas cousis?
Ea vi, verdade, qae o nobre deputado ia fa-
zer a aua estrs; precisavs de thema para alargar
o plano de aeu discarao, e em falta da aMumpto
mais idneo, asseotou que devia crear phaotas-
maa para os combater, emprestando-me cousas,
que en nio dase, em que alus nem toque!.
O honrado membro teria obrado com mais pru-
dencia, encelando o debate antes de mim, e fa-
zeodo eolio as conaideracoes, que quizesse ; mas
querer bater-me, attribuindo-me argumentos am
ponto, em qae nem de leve, toqaei 1 Isso nio
poaao admit!r.
O Sr., Agotar : Esta 4 a primeira diseuwio,
e o nobre deputado comecou o sea discurso, di-
zendo que nio hsvis aeeessidade e nem utilida-
de no projecto.
O Sr. Araujo Barros : Sim, senhor ; mas
olhe que fui logo dizendo qne oio ia tratar da
quealao aob o ponto de vista espiritual. Porten-
to, procurando o nobra deputado agredir-me aob
essa aspecto, crea qne apenaa fez de poeta.
Um Sr. Deputado : Olhe qae elle tarta tudo,
menos de poeta.
O Sr. Araajo Barroa: Oh l aa o fax 1 -
Sr. presidente, maito de proposito eu nio tra-
lei da queatio aob o ponto era que foi combatido;
e ae o uzease, acredita o nobre depotado, e acre-
dita a cmara qae eu dira tambem : restauremos
a parochia de Cruaogy, levantemos ama matriz
no centro do territorio da nova parochia, afim de
que nenbam chrialo morra sem o pasto espiritaal;
colloquemoa o aaeramenlo porta da caaa, ae
for posslvel; em ama palavra ponbamoa a igreja
em tal ailaacio, que todoa oa fiis possam fcil-
mente exercer e pratioar todos os actas proprioa
para a aua aalvacao.
Haa poaao eu faze-lo, qoaodo a opiniio do pre-
lado nada vale a eaee reepeito r Posao aa faze-
lo, quando em vista do que occorreu com a Pe-
trolina son abrigado a apreciar a creacio das pa-
rochiaa somante dabaixo de ponto do viata elei-
tral T
Greio qae nio ; e ae eu qaizease manifeatar-
me am favor da creagao da nova parochia, creio
que o molhor camioho era calar-me, ou fallar
centra a idea.
Sim, Sr. presidente, V. Btc. tem vista, que
apenas pego a palavra naata caaa, inacrevem-ae
loga contra, troa o maia oradores.
Um Sr. Deputado : Isto nao sari poesa f
O Sr. Araujo Barroa : Nio o como pan-
sa o nobre deputado, porque os tactos confirman)
aa miabas palavras.
presidente : Eu nio posso permittir
2ov i..D0,bhe depulad0 e0B,l" eaao taVieno, e
a m.,ta HnPe? q"! deixe ,s MtrannaS
S \d0 PrJecl. cinja a ella.
o Sr. Araujo Barros : V. Exc. v aue ea-
tou respondendo ao discurso do nobra deputauo
que toeou em todos esses pontos. Sal exobS-
S'SSuKT Pr0Ur"ei "r U0 b'' I"-
todE,m.Cr,^nuas8 direi Sr- Pedente, e com
i l,q,e,!a que ni0 aMro no projecto
8 a onahSli.i?"''"-' freg0e"' -
h;.q L-^mSlleu eDne peceado de nao
tttadV. 9Ji1,,n{aAl' in*" Goi.nos. au-
a orciV?6.10 POd.er-, Uoa freueii Uo rebelde.
LPr 7 ?''. "'*. dminuindo-ae-lhe o nu-
.ioUnfneLe.ure',qUe le,B- E" ob idea.
i a, 'i"1". I""' tambera se lira par-
Sm f"10"! d*, fregUM" d Nazareth. que
R?rtaS.5i.0i"lr ffegUMa tebe,d9 *'"
iTi?'$?} "l Precl0 I' collocsr a
?nnf,a,m4ir'zpn' fre8ae*i a Cruangi. onde as
mQuencias de Goianna, como ea j o diaae nesla
casa, tem mullos elementos de triumpho, tendo
ffM de p81 d0 lu8 e o raspeclivs
penles, e por iaso tendo el meuloi para a
poaigao da futura mesa.
Ha nada mais claro do que assa demonstra-
Nao se asta vendo por isso s rszio, qae ea ti-
hs. e nho para dizer que o projecto nio otil.
anp-
com-
porque elle teode somente a favorecer interesaos
.fi glr(,up0a'1ue Qoerem preponderar.acabando pelo
retainameoto com a influencia natural a leaitim
ae seus adversarios ?
7
natural e legitima
nf '"?.D!0 ei"Cl0' S'- sHaMMoota. V. ElC.
me permittir qua en manifest estes receos
exponha essas duvidas.stque os honrados mem-
bros, que me combatem, aa dissipem do mea es-
pirito. **
..E"T ,OBfe,-io. Sr. preaidente. estss cou-
sas rae auggerem milharea de Ideas ; anie mim
ae alarga um vasto horsonle ; ideas sem nume-
ro de preparos eleitorses. de predispoges, e
arranjoa para o futuro, tudo isso vejo que ai pren
de a um systema de poltica machiaveiiee, pro-
mi! P*" 0B?J,"' ritoagio por q.alquar
vencidos*" D "eguado **! com os
O Sr. Bario do Marbeca d am aparte.
O Sr. Araujo Barros : V. Exc. pode ter lido
mallas vezes a obra, de quo me falla ; pode ta-
la co(aprehendido melhor do qae ea ; maa creio
que nao levar a mal, qne eu a comprehendes-
se, segundo o meu enunciado.
O Sr. Bario de Muribeca di um aparte.
O Sr. Araujo Barroa : Vou tratar de outro
pomo do discurso do nobre deputado pelo ae-
gundo circulo. Sei que tenho de percorrer am
terreno escabroso.
i.iSr'.SDU" R,i* : "" A ,erra d0 Mascarenhas
laivez. (nisoj.
O Sr. Aranjo Barroa (para o Sr. preaideote) :
mas desde j asseguro a V. Exc. qua nio Ihe da-
rei lugar, a que me chame ordem.
Urna Voz : Qua insinuagao geitosa I
u sr. Araujo Barros : Quero somonte lasti-
mar, que o nobre deputado tiouxesse para a dis-
cussao oomes proprios, qua bem podiam flear
margen), para que a diacussio se oio tornasse
desagradavel, tornando se pessoal.
De feito, Sr. presidente, qual foi a convenien-
s de serem declinado aqui os nomos dos
Bro. Drs. Carvalho e Alfredo ? Nao se podiam
discutir essas cousas, como eu o flz, sem decli-
nar a ornes proprios ? Por ventora o nobre de-
putado deixana de enchergar a inconveniencia de
urna discussao oesse terreno ?
a*.* qoe> P0"1 enfaores, esses oomes invoca-
dos aqui ?
oeUeV* S0*" R8I : "" Enti0 9tne Mm toc,r
O Sr. Araujo Barroa : Jenha paciencia : ne-
cessito de registrar aqui estes tactos ; quero que
as minhas coosideragoes a esse respeito fiquem
oem gravadaa na memoria de todoa.
a. eXaGto> Sf. presidenta, qae os dous cava-
Iheiros, a quem me refer, e em cojos nomes pri-
meiro tocou o honrado membro, a quem respon-
do, osla vam e esli em antagonismo na comarca
de Goianna ; mas assim como o Sr. Dr. Joio Al-
fredo tem aqu vozes qae o defendaos, muito
natural que eu ainda me levanta para fazer valer
maia ama vez o interresse dos auzentes. Onde,
porm, nos arrastario as coasas no terreno das
personalidades ? Qual o. proveito, que podamos
tirar de discutir os nomes proprios ? Para que
poia o nobre deputado troaxe psra a casa oa no-
mes destes dous individuos ?
O Sr. Ferrsira de Aguiar : Somente para
explicar a politica de Goianna, mas nsda disse
reapeito da individualidade de am oa de outro.
O Sr. Araajo Barros : Para que provocar.
como provocou. comparages odiosss ?
O Sr. Ferreira de Aguiar: Nao* o fiz maito
de proposito, emquanto que o podia tazer.
O Sr. Araajo Barros: Para nio incorrer naa
faltas, que censuro ; afim de nio irritar a dia-
cussio ; desejaodo evitar comparages, qae altea
nao recelarla, de'uo o nobre deputado s no ter-
reno, em que se collocou. Registro o tacto, a
passarei a outros pontos de seu discurso.
Disse o nobre deputado que oio ha partidos
polticos em Goianna, que ha somente grupos
qae fazem esforgos a bem deale ou daqualla af-
taicoado I
Bate apontamento que fiz daa palavras do nobra
deputado, encerr, como se v4, considerages de
mata de urna ordem.
Sim, Sr. prndente, ae nio ha partidos polti-
cos em Goianna, sa all ba somante fecgea, gru-
pos que nio representam pensamento algum po-
0 Sr. Ferreira de Agotar d na aparte.
O Sr. Araujo Barroa : Hntao para que troa-
xe lato para a discussio ?
(Ha nm aparta).
O Sr. Araujo Barros : Pota bam I Deixarei
tambem iaao de parte, a iral a oalroa tpicos do
sea discurso.
Sr. presidente, cuando es encetei a diecaosio
sobre o projecto, vio a camira que soasante o en-
carel debaixo do ponto de 'Uta eleitral.
O Sr. Bario da Muribeca A potado.
O Sr, Araajo Barros :Nessu intuito fit ver

-------------


7'.-sr
*
oiidM | elM
1
vencer ai niluraes e legUinsii lotaMClU de
Itamb. era. precito castigar a etOe, IfM^^H
PUMO DI mNAMBUCO;
rio ai baliace peHoea d* eieoove, aflea.** estesarto
elegi exprim senorn voatsde geauiaa pido.
imo circulo. -AiwmiHii-wnaoorno 4!t*io qu
incideate; dmete o boa- carato em ntoorla a circulo, de que
tos chimo i orden. as fregaeziaa do metmo nome, bem
arado membro, a qeem
laa biioaela, que mn
r. presidenle, o
responde, fillou aqu
*ralt#e>b.
*neeetildtde, por lilo, de responder a
do discurso, de que no tent occu-
que sabido qae o
Ambrosio nao scibou a aaa
Symeedfci.o ae
'cssafse dina
portan fazeT *
Sr.
OSr. Ar.ujo Berros: Mas le quaodo alguam
oe acha desprotegido pelo poder, ae quaodo al-
een ao contrario ae v perseg lijo pelo meimo
poder, se quaodo alguem aclisodo-te em lata
cosa urna tutoridade infreoe. cono athou se, le-
gando es informaceSque irre, a geotede Itam-
b oa eleicao de aetembro de 11160, se quaodo te
dSo todts estas circamslaocia*. b te vence, *e
piediier que esse algaem urna influencia Je-
intima,eule en digo que em Itamb, freguezia
briosa, e superior a todo o elogio, existe legitima
afluencia.
O Sr. Bao de Muribeca : Se te deu isio 6
Terdade ; a quetiio se se des.
O Sr. Araajo Berros :Se as influencias se re-
conhecem e se mostram, quamlo lulam con oa
proprios recursos, ae ellaa se m dem somente por
semelhaoie bilola, entio creia o oobre depulado
qesao legitimas as influencias de Itamb, que
veccenm, lutando vantajossmente contra o po-
der local, contra o poder irritado de Goiaona, o
quil quera a todo o cueto, nid o triumpho desis
sm aquPlia freguezi, mas o de todas s fregue-
zias de Goianna, am de se drr aos amigca da
capital urna demoostrscio de prestigio e prepon-
derancia, de que se fasia osieoticao.
Encarare! esse pento debaixo de outro as-
pate.
O honrado membro acabou d> confessar squi,
que os eleitores de Itamb o huism honrado coa
os eeus sufirsgiot.
O Sr. Ferreira de Aguiar:E isse que nao M
lo, por Unto, con pe xa o.
ranos, ou tirando-lhei
equilibrio
flo mesmo' circulo. A*nm mesmo a acreditara, que a ci cacle da (reguexia
nao era inspirada pelo aern piMlae I "*'
OSr. Ferreira de Aguiar jVioAobri daf
lado, que nao.so simples M*ieina, ae o aoea*
gem ; o nobre depulado esli31 reatado.
O Sr. Araujo Barros: Nio ea irrita, xaeu eMtV
Jege. Espere uro pouco.
O Sr. Souxa Reii:!Oo ; lie eott aprecaoslo
o seu proced menta.
O Sr. Arsujo Barros :Mas ruando eu etpe-
rava, qoe o tnrr/rv/ deputado (iss paste a minha
rene, mostrando que os roeus clcalos, nao
ram fundados j usado eu ei>erei que o aobre
deputado me demestraiee quo s* nao quera laxer
de Cruangy alimento coucuoi taole para a lorca
atal de Golaooa, eie qae honrado aaro
i*"?!* procuron por em din da que befan em
*'amb influeeciaalegitiaaa.
Pode ser, aeohor presidsau, que todas essas
cousas nao sejam verdadeirai, que as mirihasap-
preheniet nao tensm fundamento, que eu nio
tenas apanhado bem os eyaitemas, as idea,
que jelgo eorcisteea n aquel le qae agora ae lert-
brarao de fuer reviver eeto prajecto ; mas, re-
4*a, oenhor presidenle, wu aatiaii o ponte, aeeim fim". enlo eritar perturla^oes
E rospondendo agora so apmte do nobre depu-
nuto digo-lhe, que bem razio ibhi eu em acoo-
elhar-lhe qae aguardasse as conclusoes, qua me
iuaia de echar semp/e em p>rfeita coherencia
con as miabas interiores paii rras.
O Sr. Ferreira de Aguisr :--Da um aparte.
O Sr. Arsujo Barros :Poi.i se foi o nobre de-
putado quem ae il^rou do peccado de me sebsr
eso ceniradicao, entao sgradeco-lhe cordilmeate
ooaa prora oe aaa boodsde.
a tratarei de responder agora Se os ditlinctoi
cidadaos de Itamb sao ou oan Influencias leci-
tiSBM. ~
(O orador depois de urna paun.)
Esta cousa chimada ioflueocii legitima, Sr. pre-
Moote...
O Sr. BatSo de Muribeca :I* muito difficil si-
oor qaal .
O Sr. Araujo Burros : nao Un eolre dos urna
oeoico aceitavel em toda a exteosio da pala-
bra, nao poderei portante sati'fazer taires com-
ytetsmente ao honrado memtra sobre eue tpi-
co #o seo discarsj.
O Sr. Ferreira de Aguiar :la diise que o gs-
nho di eleicen oso significan influencia legi-
commendador
itracao demo- A Goi
The umjlpro- u |
ei-
o.
, a
cm
As
*'
eleitorsl, que era perteocente em sus quaii toti-
lidade aos edfersariee oo henredo ooHoge.
Essat baionatap oram lalres cautelar a desor-
den), que devia naturalmente rebcotir do fado de
ae querer coaper iimh, rSfrodakrndO na ra
listia Uisifkadaa, asesiptaa por olgaaem, a aleras a
distribuir eotre oa adreraaroo or algum falso
amigo destes, bandea do por motivos, que ato
quero revelar A casa por nio ter neceisidale
disto.
O Sr. Batao da Muribeca :Ea ltaaa?
O Sr. Araujo Birros:Sin.
Por taoto nao et teja moa a leranlar auspeita,
qae le deitroem tSo ficilmenle. As poucaa pra-
cas, que oram pata luaoo, ora ooo>aa 4or oor
na ordem pu-
Sr. Deputade: A desales settpre
Mas*
Om
esta.
O Sr. Arsujo Barros:Aesin ceno at accnu-
coes alo sempre do nesno theor. Aten de que,
lleve se mais aituralmente sapptfr qae os actas
dos homens, que esto oo poder, sao sempre ios
pirados pelo bem publico.
(Ha a*o aparte.)
Urna Voi: Porque nao falla em Tejueepapo?
Voiee:Nio, nio.
O Sr. Ignacio Leo :--Porqe alo Se falla Des-
eas coirse*-, eo a>tejaa OOflr.
O Sr. Araajo Barres:Nio tehbo hitoTesse nis-
so ; quem o tirer qae o faca.
O Sr. Bsrros Brralo :Ah ven a discusiao da
forca policial.
O Sr. Mello Reg Joaquin]: JI est na Or-
den do dta. P
O Sr. Ariujo Barros: Digo e applico as mea-
naa reflex&es acerca dasiostruecoes, em que fil-
loa o honrado Sr. depatado, a quem respondo.
Nao ba administrador to ioepto, tSo pouco ze-
lador de aua propria dtgoidade, que diodo ioa-
truc(5ea a seus subordiosdos, o fses de nodo que
laare o seu coreo de dellrto.
O Sr. S jub Reia :Nao dar aoa sous smpre-
gados, mas s quem nao empregido talrez.
O 8r. Araujo Barros :Serla inepcia maior, o
por itso mesmo msis inscredrtSTel.
O Sr. Bario de Muribeca d um aparte.
O Sr. Araujo Birros: lsso de legados s /alera
parece-rae que s pode aahir do corpo dos cr-
deles. Crefo eu ; oio eitou muito certo nestss
coum de legados.
(Ouzara-se apartes.)
O Sr. Araujo Bsrros :Nlb nsda diss I Easlnem-rne algums cous aobre este
ponto; o que eu sei que ba legados laltre,
legados minos, etc., etc., etc.
O Sr. Souza fleis:lito pelo estudo .que o
nobre depulado fes sobre as cousas eccesias-
liea-s.
O Sr. Araojo Barros:ProVeito mea.
(O orador depoie de algaraa pauss).
Agora, que terminaran os aparlea, Sr, presi-
dente, continuarel bo que la duendo.
Se aa presumpedes naturaea sao as qae nos
deven levar a crer as boas inteocoes dos qae
goverusm, quero persuadirme que as 12 ptaca*
que foram para llanos, nao ttreram outra mino
seoo t de garanta a paz publica, e assltn con-
tinuarel a pensar at qu por documeotoi au-
ihenlicos se prove o contrario. Quem acceso, dea
rirluando as intenroes, dere estar armado de
proas.
O Sr. Souza Reis:Da censara A aecusacao ba
muita distancia.
O Sr. Araujo Barroa :E tinto compreheodi
JO Sr. Araeje Barros :-Peie 4 ,em I Ba tanbeaj^di
nao esto* fallando coa paixeo.
Se oa eleitores da Itamb, n ie obstante ser o
nobre depulado alTeicoido, a Ir oa chapa dosaeot
adrersarios extremados e implac i veis,liveram bas-
tile espirito de jlat'ca, bastan e forca de aonta-
de pra enchergareo no nobre x eputado, nao um
adversario poltico, mas o sed toerecimento pei-
aoal, as rtrrades cvicas flo honrado membro....
O Sr. Ferreira de Aguiar:Foi boodade.
O Sr. Araujo Bsrros: preciso coofessar
que estes homeos poisuem pro licados qua coos-
>ituem influencias legitimas.
O Sr. Ferreira de Aguiar:Nao.
O Sr. Araojo Barroa:Obi l'ois homens des-
ee tempera, que sabem distingo r nos adversarios
o merecimeoto para o premiar, lo-s&o iouen-
te legitimas f
O Sr. Ferreira de Aguiar:Nao.
O Sr. Araajo Barroa:Pola heos, que a es-
ees qualidades iovejaveii, e raras boje, reunem
for^a propria, opinrio decisiva, i leo ponto de re-
sistir e vencer contra o poder, lemeos que alm
diaso dispejn de am numero (rescido ae votos
pera premiar os merecimentoi ;>eisoaes de seus
adversarios olo serio influencias legitimas?
O Sr. Pferrelra de Aguiar:Nio.
OSr. Araujo Barros :Entio o que influen-
cia legitima?
O Sr. Soua Reia :Boc opui l
O Sr. Araajo Barros: Ser i que vence com
o apoio dai baionetia?
Dm Sr. Depulado: Olh bem quem vencen
com as biloneta.
[Gruzam-se outroi apartes.)
OSr. Araujo Barros :Fsllain somente das que
oram pan Goiinna 1 Por que rio fallan das que
forera para Olioda e Iguirass'f
O Sr. Sarao de Muribeca : 1 ebegaram tarde
en alguos lugares.
(Mi um aparte.)
O Sr. Araujo Barros:Contesto isso solemne-
anearte.
(Crzim-ae apartes.)
O Sr. Araujo Barros : Estivi ram A disposicio
s autordade para msnler a ordera.
Om Sr. Depotado :Estiman A disposicio do
jaiz de par.
O Sr. Araojo Bsrros :Para moler as auas de-
cisdes Jegies. E' a presumpcio natural. Tudo
roais sao saspeitas; sio cousas que ae dizem, e
que nio se provsm ; lugares commuos, armss
gastas, e que JA nao inquieiam ni governos.
O Sr. Ferreira d Agafar: Nao se provam
Est escripto em offidos; leia o discurso do Sr.
Joao Alfredo os cmara geral.
O Sr. Arsujo Barros :Ora eidi 111 A que fon-
te me remette 11 Para o discurso do Sr. Joao Al-
fredo 11 (O orador exprime sigc 11 de grande aa-
sombro.)
Um Sr. Diputado: Os documentos con que
provou ai suia aegaces.
O Sr. Araajo Barros : Qao documentos, Sr.
epatado I Qul a forca probato-ia desses docu-
mentos, diante de qeem sabe pensar e raflectlr 1
(Cruzam-ie apartes.)
O Sr. Araujo Barros: Nio quero discutir os
negocios de Goianna especialmente; o campo
vasto; s entrare! nelle provocado, completa-
mente fotcado.
O Sr. Soora Reis:E persnare-se que recela-
mos entrar nesss discussio ?
O Sr. Araajo Barros: (Cruzando os bracos e
olhando psra o Sr. Souza Res. ) Como eiti to
mudado I
O Sr. Souza Reis: Mudado est o oobre de-
putsdo.
O 8t. Arsujo Barros:O honrado membro sem-
pre to placido, to mansueto, to sympatbtco,
to cordial, agora tao singularm :rjle irado I
O Sr SAza Reii:Nio eslou rado, as o do-
re depulado est t a imeigai com a discussio
para que ae pense que recelamoii ama discussio
nesse ponto.
O Sr. Araujo Barros :Ameacir eu que tenho
asvllado os eonviies mal de ama vez feilog,
. Ameicar eu, que me acho to s6 cesta casa I
O Sf. Souza Reis :Nao o por luso.
O Sr. Araujo Barros?Como s descooeerta 1
(Ha um aparte.)
O Sr. Araojo Berros: Cre j qa nio migoei
ao nobre depatado; eoeu caler o calar....
O Sr. Souza Reis : Se me mgouse o eslor
nao seris este.
O Sr. Araujo Barros:O tea cilor nucido de
cuas convlcc6es (Risadas)....
O orador depois de ama paun.)
rei porUnlo a eutro.pouto.
Sr.praaideote, o nobre depulado qae (at peale
do faoccionalismo da Goianna, jukgou que derla
preralecer-se da occasio para lecer oa aera elo-
gios aos respectivos ex-juizes de direilo e muni-
cipal.
O Sr. Ferreira de Aguiar:Neo dase o que
eJles merecen, amo o que deiejifi dlzer.
O Sr. Araujo Barros :E ccrescenii agora em
aparte que nao deu maior desenaolrimeolo A sua
oit, porque a occasio dio era opporiuna.
Sr. presidente, pouco me inquieta a os elogios
leeidos por alfuexn aos seas amigoi; licito ao
nobre deputado fazer oa elogio, que quixer, e
quaodo ihe pareces* a qualquer dos aeas amigos.
En nao tocarei oa juizaa de direilo a muni-
cipal de Goiaona.
O Sr. Bario de Muribeca : --Nao toquemos em
juz muoicipil nenhua. Quer T
O Sr. Ariujo Barroa :Se ou palarras do hon-
ndo meoabao ha alguna resecra, que entende
comigo, j 6 V. Kstis. que nao posao aceitir o
aaa comit ; porque oio ose coosiderand j reo de
oulpa, grjcaa a Deas, eelea s)emndido que ne
defeoderei vantijosameole da tedaa a quaee-
qaer accuiaQoea qo me fageas, como jais.
Nao lallarei, portelo, repito no juizei de
Gsianna. ,
O Sr. Presidente : Falte aa freguezia da Croan-
gy. que ir bem.
OSr. Araujo Barroa:Pois bem i Rosptito
tinto a autordade de V. Etc., alen disto tenho
tao profundas tyaopalhiaa pola peesoa de V. Etc.,
qae vou tratir de obedecar-loe ; naa V. Eu. ne
ba de consentir que diga algumas ligeina e agra-
dareis palavraa sobre aaroha viagem a Goiaona.
(RuadaaJ
O Sr. Presidente :Isto nao poase prohibir,
ama vez que ae fallou en aeu nome, que so lbe
tez urna iccaaacao.
G Sr. Araujo Barros'.Agradece muito esss
ntica. Ella me penhora exiremaneote.
Em relacio A fregueii de Cruangy, Sr. proai-
denle, etideoie que eu nao poeaa admittir aeua
ere ac o, porque dse jo que aa cousis aa (acara
sompre de conforaidado, oo com oa principioa
de una poltica a Machierel, aas sogaodo oa dic-
.j lames de urna poltica sensata, poltica emanada
do cbriitaoieno....
O Sr. Bsrao de Muribeca :-Qual elle? Bato*
ancioin por ouvi-lo.
O Sr. Araujo Barros:E,' a poltica da ora-
lidade ; a politice que aa quer oa neioa es-
honestos ; a poltica, que i enprego os meios
que se poeem coofessar ee freete erguida.
O Sr. Bario de Muribeca :Muito bem.
O Sr. Soasa Reis:Erna fronte erguida jA
O Sr. Mello Reg (Joeqaia) d um aparte no
mesmo eeolido.
O Sr. Araujo Barros : (Pira osdous leohorea.)
Como altea andan lenao essaa causis 1 Que har-
mona de peeaamantoal.... Conque entao j
leram itto ? (Ritadas.)
O Sr. Soasa Reis :' to bonito 1
O Sr. Araujo Barros :Etiiao muito que ea
Ihe dsse occasio para esta expaoso de jubilo.
Mas como as horas do praser daram pouco, pes-
aarei a oacupar-me de a asa np lo.
O peassnento capital, que dea lugar eo alar
gnenlo dos circuios, foi o desejo de se acabar
can a prapoqderaoeia doa ioteresies individuaee,
coa oa arrarjjo de familia, com oa potentados Ce
aldeia. Ora, easa nesma razo deao aeratteo-
dida na creacao das paroebias, dtbiiie do pento
de vista elei toral, j se sea*. Cu copre que se
evite que otila preralecim oa interesses des p-
renles, o proreito de peexoa. Ora, juilamc ote
o desejo de evitar esses pe rigor, qaa soperlgoi
pblicos, por isso qae a lei, ou a reforma elerto-
ra) ultima propoz-ie a conjura-lo, o desejo de
evitar essas causis, repito, que me decide a nao
votar pela ereacio da nava frogoeaia. Nao quero
contribuir com o mea voto para augmentar a im-
portancia dea iaflaeaciaa vencedoras em Golinma.
Quero e frena ote eivitmtU can aoplieicao o idea,
de que aa trata, E' a6 por este principie, que ne
tenho guiado fiesta caes.
O Sr. fiarlo de Muribeca :Neg.
O Sr. Araajo Barroa:Nao aeaa rigoroso hU>1
O Sr. Bario de Muribeca :Sou franco.
O Sr. Araujo Barroa :Pola ea offereco una
declinatoria ao julzo de V. Esc. s o que te-
nho a reaponder-lhe e irei por diante.
Sr. presidente, as cousss como ae achan o
ben, e icbaodo-se o eleitores de Itamb e Na-
que nio fallo sanio loatlgado pelo dse
a allelo do nesao circulo venha
a expretto, nio dea affaicoea doa
Goianna, as a do circulo; e se isto se__
conseguir de todo, ao menoa faca-se o qao
de, e o que ae eleve. n,
Ag^ora tocarei, Sr. presidente, na minba vlsgen
7 DB MAK> BE 114
dadaa con inclutio
15.
aa 1" ducussio
-_ jaiz toan
aMnbroi tal
pre
ra charb
hoja, en reeiU extraordinaria, oo
a escolenle opera de Verdl II TVe-
tio bem acolhida foi tabeado ul-
anos a occaaiio para dlzer algamas pa-
Icerca desea execujao naquelle ala.
A ?" |V.'n,n8e" como empre; mostrou seu
! djg*jf run que foi
Mmlaa no mite-
deitou s
, e os ip-
conven-
*"'>. *** o ho
a jelfes; miajliav per
lodo o circulo no lampo da i-igo I
^BL^a^u^aA^^ak-^a^aj^k.aaa.^a^ah ^a^attfa A% ^a^a^^ A
' TwfWiri VI IIIWJV. MCIIUUIOV I
Um Sr. Defuitado :-foi pLsilesr a 1
Goiinni 1
O Sr. Ariujo fiarros:Teoba paciencia ; en
oio quaro offeoder de modo algum o nobre di-
palaOo i O leu diacuno ten pbrisea, auc oeos-
tfia totoo uma lanceta; aaa totaa ellas appll-
cadaa com tanto mimo, con tanta delicadeza, qae
desejo lar a fortana ae imita-lo. Teeb tof-
Ubte. paciencia comigo.
O Sr. Ferreira do Agultr :Eu eao ttnho a
menor qutia do aobre depulado.
OSr.Araajo Barros:Aceito a decUracao, e
'&
rdsateira 'sjontralto de
uviaoei mo
Todos ibem. Sr. preiideote, que a eleicao da
eleitores da 18W aeve lugar a 3 de detemoro do
mesmo son. Greta qae honrado membro trio
OoutesU que foi nesse lempo, que me opprottve
fier esta greseto : alo aseito ?
O Sr. Ferreira de Agaitr:Pot.
0*v Araojo Barros :Oa, todos saben que
celo tempo He feria, e qae pdf rei gem, e por
decises do governo da provincia, ojulz pode sa-
bir masa lenpo tora do temo, com tanto que
elle posea rollar dentro de 24 hora.
8r. Ferreira de Aguar iE coto tanto que
aso vi pleitear urna eleicao.
t)Sr. Araujo Barros :Nio toqae nisso ; rile
agite aa ondis, que esto calmea.
6 Sr. Bario de Muribeca :Pleitear, eu.admil-
lo ; o -ru nio quero qae elle rA conquistar
ama eletfee.
O Br. Araajo Batroa :-Oee Alessadre qaa sola
Oa I.....
O Sr. Bario de Muribeca :Alejandre s na j
fot qaem cetoeoistou.
OSr. Araajo Barrar: Pois disto oo tabii
eo.....
Cer/Hnuando dlrei, Sr. presideate, se ers-m
perrriltidu sahir fra ao termo, con quanto que
a elle podesse voltar dentro de24 horas; se em
lodo o circulo so fot at LimOetro, donde poda
regtessar dentro dea 14 horss ; se de Goianna
pdia eu vir em 6 horas, como o Qz qusndo qulz
porque rsto o nobre depatado havia d$ tocaren
neu nome, fatendo pansa nelle, como qaem por
longo lempo quera eabdreat um praxer inexpri-
mivel ?
(Cruzan-te a partea.)
O Sr. Araujo Barros :Pora os sobres depula-
dos acreditan que s eu que sou poeta ?
Pota eetfi engaado. O honrado membro a
quem reapondo, um poeta tambero ; fez ro-
miocea, etereveu aa miabaa viagem dio por da,
hora per hora (risadas).
Cheguei a persuidir-me A viga de cuidado
com que elle eie perdis uaa ircumatancu qaal
quer.de minha vida oeste lenpo que de faite eu
harta cautado grande inpreosio no espirito do
honrado membro. Que prazer que eo00 001
aos romiocistas 1 (risadas.)
Entretanto, senhoroa, quaodo ea diva o hon-
rado membro estes momentos de rerdadeiro pre-
tor para es eeaeos Oe letras, senta que ao ver-
me, o nebre depulado mudsva o aspecto riaonho,
com que naturalmente havia de eicrever aa mi-
abas impreaaeo de visgem.
Com efleito, quis a miaba iofeliz estrella, que
eu eaconlraise-me aaa vez com o nobre depu-
lado. Procrelo ; dirigi-me a elle para o cota-
primentar e renovir-lho a expressao de moha
sympaihia. Eocontrei-o, porm, entesado 1 Fiz
Dora tentativa para desfazer a laclturnidade do
Murado membro : baldado esforco 1 Achsi-o
sempre carregado no semblante, e it severo no
gesto.
O Sr. Souza Reis : lato difficil de alred-
t-se.
Sr. F. de Aguiar:E diz que sou o poeto l
O Sr. Presidenle : Trati-te da fraguezia de
Cruangy. ^
O Sr. Araujo Barros : V. Ex* .me per-
midi que fallaste em minha viAgei^?
Eu ia dlzeodo que nio sendo crftaeoiereu
carniohado at Goianna em lempo, do eleico,
nao ae me podia fizer umi censura por-tato, e
muito menos o nobre deputado ae icoava ento-
rilado para isso, lendo estado tamben A frente
da canpaoba eleiloral.
O Sr. Prndenle :Nao posto permiltir naia.
O Sr. Drummond : Sendo promotor de
Goianna.
O Sr. Araujo Barroa : Sendo promotor de
liotaaoa, como muito bem diz o nobre denotado,
esercendo autoridade all, circumatancia que se
alo dava a mea respeito, ichiudo-me eu all
apenia como cidadio .branleiro.
O Sr. Preiideote :E' a freguezia de Crusngy
que etlA em diacastao, e nao os poderes que este
ou squelle linha aa eleicio-
(a am aparte.)
O Sr. Anejo Barroa :Eolao como cidadio nio
tenho o direilo de viajar dentro da provincia de
meu oascimanto? Oh I al desse direilo ne que-
aaaa deasrojar I
O Se. Bario de Muribeca :Tato at o ireito
de cabalar.
O S. Araajo Barres :Mes eu fui conferenciar
**i,.i*un8 bot" aigo* que all tenbo, fui vot
aquella cidade que nunca tinha vieto, e qne me
duserim ser rica, popoioss, a moitoeomarelaI.
Sou apreciador desasa cerusas. Aprote-me ir
v 6~lsW.
O Sr. Souza Reis:Bollo est jostiflesdo.
(Ha ouare epsrte.)
, pr. Arsujo Bsrros :Ors eertas coinriden-
aaa I Est o nobre depulado smeoie a querer-
cae envolver em negocios eiettorses f Coinciden-
eras !,.... Coincidencia sio coasas que combi-
na m con muitai oatrae.
O Sr. Sousa fien .-Por exemplo.
08c. Araujo Barros: O aobre deputado
tentador I (Risadas) Nio quero ser en qeem le-
vante a ponti do veo. E leaho dito sobra a mi-
nba tigeeo.
Voltando ao projeeto, Sr*. presdeme, devo di-
MT.?i'a Dje'<-peiae raicea expendida.
Alear disso spplicsrei aqnl un dito de un dos
mais i lias tres membros desti casa,o qoal ne pa-
recen chistoso, e en todo o ceso ne sagaerte
um valioso ergaaeeAo.
De Craingy sabio o cholera que devasta a pro-
aincia. r -
O Sr. Bario de Muribeca d am aparte.
O 8r. Araujo Bsrros :Ea todo e caso nio se
me coatessarA qoe-Crirengy aa lagar insalubre
* que nunca poderA ser vaotajosaaento a sede
de urna freguezia.
Detaerei, porm, agora itso do parte, por oo
aer esla a occaaio propria para ao apreciar e
discutir delilbe.
Occupar-me-bei por ultimo com o discurso do
oobre depatado do mesmo circulo, que filloa am
segundo lagar.
Sr. presidente, eu dei-me ao trabalho de pro-
curar a eumma da discurso do honrado membro
o declaro qua nada encontr* nelle qae mereca
ama respoiia especial.
O 8r. V*tga Pessos :S o oobre depatado
quem nbe dixer bois cousa I I "
O Sr. Araujo Barres :Tenha paciencia, eo o
nao quiz effeoder nem de leve, qurt apenaadizer
qae aa idaa do aeu ditourso tem sido apresents-
daa pelos otstros membros da casa, a quem j te-
nho 'respondido, e por isso alo responder! so
nobrs deputado especialmente, afim de nio re-
prodazr miabas respostas.
O Sr. Telga Peesoa : Aeiaa de o6a est a
etsa.
O Sr. Araujo Birros :E cima desta a oplaAo
publica, arrimo que sempre Ambiciono. r
Teohe concluido.
lento* artistico e
remiada pela na
ere foi que brilbou,
nejar ao mais inp
laaos que receben
ido. r
ASrs. Corbari uma _
orea, como ha moflo oieourtaees tobsjosso thea-
o, sendo tinto t!Wrora-rmo trsgics. Ns aria
da igana, e na acaaa. na pritio foi oado niis [ neata oeoaei
piiuiuu. Algum Tcaohampnto que se the notou
dee j aer plisado agora que a coehece o publi-
co, e que pode dar toda a extensao A sua voz pe-
3"c !* preaenio radia.
y bt. Barioluccl ganbeu mala rmese e estn-
Vo ffliSSil01 can'Boo sempre com geial agre-
o oo publico.
O Sr. Belli psreceo-oos algum tanto acanha-
ao, devldo uiras a aer a primeira vez que eotre
nos cinto* ; entretanto ota bom baiso profun-
f.Lr0Ta"l0"ha ,8U l^Dlh, indouro.
Desta ves o emprezario attendea As esigenciss
l0."*?'' *preaetoo>noa os sena croa eug-
meaudos, e melhor ensaisdos. e qae agradou
vastante.
Igualmente melhorou o guarda roana, por-
quinto O bartono trajava com gosto e elegancia,
o oa deteais pertonagens vinham senlo no rigor
.50S"'lnM 1"o era para desejar, ao menoa o
melhor que podem comportar aa innmeras des-
petw, e b-Alttrintrte subsidio qae recebe o em-
prezario.
toaeta-nos que nsaiase a bellissima opere
Semtramxdts, oa todo o apralo exigido pelo
autor, a qual dentro em pouco sabirA A sceos.
,.-" Boje ae doverA estrahir a ultima parte da
*1 a,'***le (tercelra coacessio) a benefi-
cio do Gymnasio Pernambucaoo, no centittorio
da igreja de Notsa Saohor do Resario da Sinta
Antonio As horas do.costume.
Foi n ornead o o Sr. Bernardo Caroeiro Mon-
teiro da Silva Santos psra 2o escriptursrio ds ihe-
aouraria provincial, a cujo lugar ae oppozera no
concurso, que slit se.procedeu para o respeclivo
preenchimento.
Acha-ae detignado o da 17 de agosto pr-
ximo vjndouro, para ae proceder a eleico de um
membro di aaaembla provincial polo 5o dlslric-
to eleltoral da provincia, om coaaequeocia da
vaga deisada pela fallecimeato do Dr. Antonio
Biplisla Gitirana Cusa.
Do Limoeiro escrerem nos em data do 1
do correte:
Afoda davam-se casos de cholera por all, fa-
zeodo uma ou outra victima.
Achsva-tt reunida a primeira sesso judiciaria
l?L"7f_ ?enA Preoledos dez processos devi-
REVISTA DIARIA.

Na amato de bpoten contlnuou a sssembla
provincial a S* discasslo do projeeto, qae fita s
forca policial; ao qusl foi offeracido om substitu-
tivo, cuja preferencia foi votada pela cata.
A discussio foi adiada pela hora.
A orden do da de hoje compe-ie das rueimn
*as piaaoiadeapeie joJgimeto.
As nomeices de psrtidores do termo baviam
agridado, principalmente por terem recahido em
pessoss pobres e tobrecsxregadas de fao-ilia.
Acham-se de mez oa Srs. raordomoa da Sen-
t Gao* do misericordia segairrlea :
Antonio Cirios de Pioho Borges, na casi dos ex-
peslee.
Dr. Minoel Ferreira da Silva, no hospital Pe-
dro U.
Antonio Jos Gomes do Correio, ao hospital dos
Lazaros.
(merecemos A lellura publica, transcripto
do peridico Huas Gtrats, que se publica na pro-
viocii do mesmo nome, am memorial da viagem
queoExm. Sr. conselheiro Jote Bento da Cuaba
e Figueiredo fez aos municipios de Sabara e de
Santa Luzia, uaquella provincia.
Netsa digreno foi S. Ezr. devidamente apre-
ciado peloa seus governidos, que o honraram com
proras inequvocas de coosiderico.
Differentes allocucdes Ihe foram dirigidas j
pelaa aunicipalidadea, j por dilTerentes caval-
leiroa, em felicitacio a S. Esc. Omittimos essas
pecas por falta de espace sufficieate.
a Memorial da, viagem que o Hlm. e Exm. Sr.
conselheiro Jos Bento da Cunha t Figueiredo,
fez aos municipios de Sabur e Santa Luzia.
No dta 11 da Terereiro ultimo pelas 91/2 ho-
raa da minha. S. Ese. o Sr. conselheiro JOs
Beato da Cuaba a Figueiredo, preiideote ds pro-
vincia, com sua gxma. fimilis, parti desta capi-
tal em visita aos termes de Sabara e Saots Latie,
lirondo en sua corapanhia o Sr. caoito Aalonio
Daniel da Cotia e Fortnalo Carlos Meirelles, em -
pregado da secretaria do governo, no carcter de
seu lecretario particular.
a Al certa distancia foi S. Esc. acompinhido
pelo Eim. Sr. cenador Maooel Taixeira Oe Souza,
Dr.chefe de polica, brigideiro Feu e algaos offl-
cieee dos corpos militares squi existentes e Outras
peaeoae.
(i Com S. Exc. seguiram o Sr. Dr. Emmanoel
Liis, director adjuocto do observatorio astron-
mico de Par*, sua senhor e Eduardo Jos de
Moraes, 2 teoeote deengenharia civil "e Ladislao
de Sauto Mello e Netlo, encarregadoe de ejada-lo
nos trabalhos da esploracao do Rio de S. Fran-
cisco.
Lego adente dos Heariques, em o lugar de-
nominadoTabes, grande naaero de cavallei-
ros, iocluiive o Sr. lenente-coronel Joie Fernn-
des Ranos, e sgaos officiies do 3a batalhio de
guardas oaciooses, achsvk-se espera de S. Exc.
qee depois da corteja-los eem a soa costumada
aflabilidade, parti para oarraiildaCachoeira do
Campo, onde tudo eslava diaposto para sda hos-
pedagem em casa do Sr. Ranos.
Fiado o jantar o Sr. conselheiro Jos Bento e
comitiva lonaTaa o aminho da caudelaria na
distancia de 1/4 de legua, e ahi esamiaoa S. Exc.
Minuciosamente o estado da casa qae encontrou
ameacaudo ruina. Na sua volts apeou-se oo pala-
cete, propriedede particular de S. M. o I, e de-
pota de deseaocar por algum tempo co.nversou
tirgonsnte com o Sr. Rsmos sobre estes estibe-
lecimentos. e mornando depois a cavallo tomou o
ciminho qae vm ter A igreja matrix onde entrou
e leve que admirsr-se ds rics lalha deste templo
anda bem oooservado.
Ramo, ama banda de msica mentida A cuss de
algum parttoohras, e dirigida pelo S'. eapito
Rodrigo Jos de Fsgaeiredo Marti, etocotou as
maia bem escolhieas pecas, e de afir que bre-
vemeole ella possa imitar a do corpo policial, do
que multo ee esmera o Sr. Marta.
c A'a 10 horas da manhia do da 12, depois do
almoco S. Exc. e comitiva, acompaohados do Sr.
Rinoaemais pessoas gradea, seguio viagem para
o Rio de Pedras, onde A distancia de 1/2 legua
foi recebido pelo cidado Joa Pereira de Almeida
Msocarreabae Peasanha.
c Esse logar eche-se em estado decadente.
c Depoie do jantar S. Esc foi visitar a igreja
matriz, e per etsa occasio assiilio As observaedes
de Mr. Liis, qae toaoa a altara do pico da Ita-
bira, que sebeo estar a 1,400 metros Aeiaa do ni-
vel do msr.
Parliado do Rio de Pedras no dia 13 ebegon
freguezia de Santo Antonio do Rio-aclm, onde
visilou a Igreja matriz, qaa encontrou em mo
estado.
a Ni encotti dete irraiil corre o Rio des Ve-
lbaa jl navegavol con a largura de 25 A 30 bra-
cas ; a Mr. Lisia tomou a altura qae reconbceu
aer de 720 metros sobro o nivel do mar.
Continuando vigem chegou S. Etc. nesse
mesmo dia ACongonhas e Morro Yelho, sendo re-
cebido a ama legua de dtetaBcia pelie penoat
maia gradas de Congoohaa e palo superintenden-
te da companhia de mineraco iogleza do Morro
Velho o Sr. J N. Gordon, commendador Fren-
cisco de Paula Santos, o todos os lanccionario e
officiiet da nesna companbia.
a A entrada de S. Exc. Beatas povoaedes pelas
6 boraa da neite off>ricia ao espectador o mais
bello quadro; a illumioacio era brilhaole, e do
alto do Morro Velho, onde eslava icado o estan-
darte ioglez troava a-artilharia que aalvou al
alta noite. .
Deaeie de ama lauta ceie, a qae asshtiram
multas peaaoaa de Coagenhss e do aoapanhia, e
durante a qual foram propottoa e correspondidos
vatios brindes, retiraram-ie todos pelas 11 horas
d noite A tomar cjescinco.
c A* 14 S. Esc. depois do almoco sabio A p
com o Sr. Gordon e mais fancciooarioa em visita
Asierras, eogenhos e minas da companhia, moa-
trando sempre o mais vivo interesse as indiga-
ces e pergunlas que amiudadamente fatia, A res-
pailo do syttema da servico all observado.
Aiiisiio a amalgamacio o apurao do ouro,
at aua redaccio em barras. Depois do isolar
qae ie eitendeu at 8 boros da noite, e a que
Gordon, bam como siguns empregadeodo compa-
nhia ae dignsrsm de execulur randa pecas de
canto, piano e flauta.
< No dia 15 pela maoha, depois do almoco,
continuou S. Exc. on oea ezoaaaooooe estbale
cimeotoe que Ihe faitairam pastursa, esleftondo
a sua viaUa at a srraial do CangsoOai, ostefoi
recebido polo revereado vigasjto o Sr. Jorootmo
Emiliano e naos poseis gretas. Ahi vntiou a
igreja antkizejno eacoatroa na aelbor sotado.
Vsttasjdo deste eossea M servido con todo
o rigor lo etiqueteoOiro sotar profuso. A que
i como sempfe vsriss pessois gradas
ie hoaversm muios brindes, e o Sr.
Gordon em um discurso mai sigoiQcstivo, leve
ocessiio de fazer sentir a sstitfaclo de que aa
achav possuido pela visita do delegado do go-
verno imperial a o eele be leda ente de mineraco ;
e S. Esc. proferiodo algumaa expresioe analo-
ga terminou com am viva a S. M. o Imperador,
que foi por todos correspondido com o maii vivo
eolhuaiaemo.
No dia 16 pelo manbia, S. Exc. e comiliva
depois de uma ligeira refeicio montaram a ca
vallo, a seguidos do Sr. Gordon e aoa familia,
han come do Sr. commendador Paula Ssolos e
algaoa ofSiies da companhia, lomaran o cimi-
nbo da capaila calbolica situada oo maia sprsot-
vel lugar, onde oaviram miass, notando o nume-
roso e latido coocarso que ahi aa acheta aasia-
ndo so acto com ezemplar silencio e gravide-
de. D ahi seguio S. Esc e na ditUncia
legua despedlo-se daa pessoas que
* riHetreCuTvlTO, otrosOjoreiaU do pan
eos reaBoetivoa
parecer
coQcorrerem muilaa pessoea do Cosgoanoa o aawa,
arredores, e dorante o qual fonm fsitos a aa- .
plaudldoa com muito enthuiiasmo varioa arrodoa4v^X^Hl<5l 1"",MffW' Dr* afSrim m~
uma das Albas do Dr. Gordoo executou en sea 2. ._w "Jb.VisrMia e l'rarxisco de Peala Be-
piano bellHinas pecas malicias, e'
oniona
OSE
w. .r.-* 9** refeildo enprego.
h.?... -** ^wpedlM-so do bon poo Sa-
?!I'n-'*' rtia a 24 pali 1 har da tarde, acon-
^.ve graodepor naitos csvallei-
q?'-iP^-qi rSC.^^.248 cbn,,s que eahiam ; o ehe-
^2-?'* 5 lom o Urde onde
^w. Gordoo, i par n ten den le da
4 OO tarea Jo fo" l' nd* chei0" **
il5V,!5?".8;^xc 4?roe'< senpre, un-
te oo ida eoaao aa volu evitar avisos aoa que de-
aejaran recabe-lo, de nedo que eoi quatl todos
oa pontoa aoporeoea elle cono qae de aeroteeo
dipenundo quinto podis o Be recie atoa e ebse>I
qaios, poia o seu m t* eonaecer potoaalmiate
os honena e o estado da differentes localidades
qaa percorreo.
Entrou bon tea pela miobaa en aoiso porto,
pata toraar cettao. o vapor ijajgtat Dunhewlem.
c.pltao Duff, do 144 pea iiigiezeo do caa.priaaaa-
to, 16 de bocea e7de ponlal, de 114 toneladi,
o. '. "" "B*0 anaasdote, apoJMedo
8leppUmgine.Frt~Mri*w--tQtit*t*, #b
Vunbarlon em 1858, polea habeia cooatractarea
navaea Smilb & Rodgut. E' clamorea ds 6 ca-
valloe, porteoee A compar hia Bahians. o xro to-
do Igual ao Dou< de Julhc que ultiuamente es-
tere entre nos.
.0 vapor Perainanpo, qae dsisea de sibir
no d 5, por haver saiiao. Dm eravo OH elTIalra
j | / jl---------------* ^w" -. ..ii.uu MU il,TU Ul MIUBIII
,mn.nh. 8egui0 "n" deatano. doatols do eenpeten-
m^h^-f tereP"- Apesar de s poder ser feilo este eon-
legua' da cidade do Sa- flC!l W*2?*P "**."ffl
- o co
&uT*$^*' Dd- -oquando. caldeir, eA frie.pod. o oo,
v A* distancia de uma legua da cidade do Sa- flC" KX'" *,air0 '?60 ho**f **"**
fEKA.**"*'** iwiftotoeim Ibes deem que 1
banda de msica, para fazer as honras a S. Exc.
Al hora da tarde S. Exc. reaebeu com to-
das as formalidades, o presidente e mais vereado-
res da cmara municipal, que em corponclo o
vieram felicitar pelo bom xito de sua viagem,
lendo aquelle ama felicitaco que vai tnnscripl
em lugar competente, bem como a respoela que
,a" S. Rsc.
oa teui rsspectivoa aonhorea
suts casas, m do qua
deu
* ,Die u>d0 oia compareceraa A campri-
menlar a S. Exc. todos os funcciooarioi publico
e mais peatoia gradas da cidade, muilae daa
quaes, A coovite doSr. birao jantiraa em cem-
panhia de S. Exc ,esteodendo-ie aa visitas st alta
noite.
Via-se enlo parte da cidade ricamente illa-
mmada.
A' 17 S. Exc. depois do almoco tomou o ca-
miuho da ponte pequea sobre o rio Sabara,
acompaobado do Exm. Sr. bario, desembarga-
do r Viaopa, e outraa pessoas. e ahi embarco se
para Santa Luiza ende chegou com sua comiliva
pelas 4 horss da tarde com feliz vUgem,
t Apenas comeciva-ses avistar a cidade, quao-
do muitos fogos srtifjcises subiram aos ares an-
nunciando a chegada dcS. Exc. e ama baoda de
o publico nao aeta incommodado.
A doente do nome Rnthel Mara da Coocei-
co. de que trata oboletn cholencode aeaso
Revista de bonten, foi tranaerida do hospital de
Orden Tercelra de S. Frac ciico, por nio loffrer
do cholera, cono o declarara o reanectlve sabdele- "
gado, porm sim de uma t hlegmeria cbrenka do
inteslioos, como o stteataram oo Srs. rlnirg.fiaa
Miguel Felicio ds Silvs e Frencisco Joa CyriUo
Leal, em effectivo esercicio all-; d'oode ae aeguo
que, lendo apenaa aquelle contraria ofierecid
tratirot alteados do cholera, multo bem aodoa
o irmo aioislro, avisando a aatoridsda cosapo-
leote, pira faze-la tranaerir.
_ Acabamoa de ver divuraot retratos en car-
to de risits, ssbidos do imperial eiubelecimen-
to de ambrolypo e photographU do Sr. Ferreira
Vilella, A ra do CabugA, esquina do largo do
matriz de Santo Antonio, que sio na verdeda os
melborea neise genero que entre nos se preparara
nao s pelo bem spinhsde da phytionomia, eomo
pela finura e aperfeicoado do trabilhe. Na do
boje qae esse estsbelecisaeiilose tem dUtaogoido
Scolhid.! ncaV P 8 grade "ecoUTa "dido por S. H. imperial, .o secZr a. botloa
Ao d.emh.r01, ri e a.- a a vtataada diveraoa pontoa deste cidade. Aqoat-
oienZ7I.S'ElC "Udud0 P I. Pois. que dmjsrem osaequiar seus amigos,
sua espere elr a ? ... ? i 2 "u 6 deverao P""" "**" Prinaira V-
\r. o&xuLSKsasss A tasat qM "*bew ',ilo, ~
Ut. Modeatioo. Dr. Ueodonsa, Dr. joiz municipsl No districlo de lanar ia um Ul bastala
a. L^oetavVair^SS^!!8^ Lu' ^cuoh.do^exiogravemanlaaaiaiimlaraou-
. i. a SU?' P'oparado com todo o esmero tro iodivldoo.
lia, b n como nos demats em que S. ciaa para a captura deste malvado, quVoto,
corpolaoto, pardo, ten viola e qaitro aaoos, oo
cabellos garapiohsdoa e uma cicatriz de Ulho so-
bre a teata.
Pelo subdelegado da Ceraoipe, foi preso
remetttdo para aata capHal e eoeravo Hylario,
que, ha pouco, asssssinra 3 idmioiitradordoen-
geoho Primoroso daqaelU diatricto.
---------------._.w u. que S.
Esc. ahi eateve foram servidos os mais delicados
jantares, a que sempre assistiram viriis pessoss
gradas do lugar. A' ooite uma companhia dra-
mtica dirigida por um nosso comprovinciano da
Diamantina, o Sr. Raymuodo Moreiro da Silva, e
qae tem A sua frente uma aclris de primeira pla-
na, que no theatro de Ouro Prelo soube graogear
os applausoa do publico, .lerou A aceo o rico
drama intitulado A oscrava Andrea caja
execugao esteve maia que satisfactoria.
No dia 18 S. Exc. recebeu inmensas vititis,
e acompanhado de grao Je numero de cidadaos de
>s classes dirigio-se A igreja matriz, oode
Eis o centesimo vigsimo sesto
Boitiim offiotal.
Em dous ofBcios da 21 e 28 do mez pana-
do, dirigido do Limoeiro A presidencia da pro-
vincia, remelteu o respectivo juis da direilo, Dr.
Jos Quiatino de Cauro Lelo duaa retacees daa
tev l'ift.r t- n-T-.-------"--*- ---. c wuiuiiuu ue uasiro L.eso cuas re
nela tu,P.tJ?-2 a T 3"8 eiD '5*0 ? ?M5*f peaaoaa que linbam suecumbido do cholaraMaor-
tir t.!i; i0- .nw.0d0U cel^,."rJ D. enao le treze do di 13 a 19. e de ooze
EXm. bra. baronezifde Sania Luzia, recitando do dia 20 a 26 do referido mez
por esta occ.tiio o multo _tllu.tr.do e reapeiUv ^'. 6 h7r?. da Urdtde 6 da narco do
orador da tribuna aanla o Rvm. Sr. cooegoda ca-
pella imperial. Manuel dos Saoloa Ferreira um
discurso anlogo, que vai transcripto em lagar
competente.
Findo este ceremonial S. Esc. e aa peaaoaa
que o acompinharim. percorreraa alguna edia-
ctos pblicos, inclusive o hospital de S. Joao de
Dos que alli se acha fundado, e de que per-
manente protectora a Bsna. Sra. baronesa de
1862.
Dr. .lo uitjo Fonocee. >
Repartico da polica. (Exitscto dss psr-
tei dos dia 6 da naio.)
Foram recolbidoa A casa da deteacio ae dia 5
do correaje: .
A' orden do Uln. Sr. Dr. ebefe de polieia, o
crioulo Hilario, de 38 anoc s de idado,
peaaoo
do en
. de 3T
anooa. em oicio, como vagabundo.
or. Ut. A. ordm da nh/1ola Te ls0anP,0or:seyrio0de8c.dr2Jid,e00ger0 ^ '^^ ^SSSSfeUffSSX&
de- ">uct. tem of&cio, como sajabundo.
A' orden do subdelegado do Recito, o
volunt.riim'enle e"pr7aVaVrpVrcorr7ri" o toase \S?
L?!f/.:fe!"doa Po-!. de todea es A'oie.*dS
de S. Jos, e pardo Francisco An-
unicipsl e de ..i. algum.i, pestos. oezJo. Fr.acUco, da" 28
m, percorrea o resto por enbritgaez.
-r3dindo-se de todes os A* ordem dn d. i in.
q A' noitdS di. boave escel.ente. coaeer- u^n^V^L^S^S: Mdl'd.
toa muaicaese entonas ao acampamento de Jeeu*"Eu*Ldo^B ltna lSaLVLTiT^
piaono. On.lis.ndo-se e diverlimeoto coa an. dfcaall"'^deJesut w?da ooB imnae
parlldaoa qoal lomaran parteas priodpaes ri, poTb iga. ^* '
pessoss do I.gsr. i ^> nrlt* H h a...______ x____
aaaeao
.ww.u, K.llo ,. K>iuu|mo> ra, por origa.
i 9ffr*ir. m. a u c, ordem do deSaa-Leoiooco, Loarenco Go-
hrnn h c ^". despedio-oeds Exns. Srs. mes dos Ssnlos. branco, de 25 nooa. agrkul-
"' de Santa Luzia. e acompanhado de tor, por furto d cav.lloa.
grande numero de cidadaos qae o levaran at
certa distancia seguio riegem por Ierra para Sa-1
barA oode chegou a 1 hora da tarde apeando-te
na hospicio da torra Si ota : ahi vizitou a
naba ero" que se acha sepultado
bario de Sabara, de aaadosa
rages agradecidos.
'< Montando depoia acavallo con a sua comi-
tiva foi ter A casa do Esm. Sr. bario de Corvilo
quejAo esperan com o cavalberumo qae tinto
a distingue. S. Esc. estimara poder Qcar mais
tempo nesta cidade, nioa para rujiar todos os'
estsbelecimeotot pblicos e msis pessoas que de
aate-mo o baviam procurado, como para dar!
certas providencias relativas A viagem de Mr.!
Liis e seus companheiroa eocarregsdoa da es-!
ploracao e recoohecimeato do rio de S. Francia-
co ; espediodo ama perUria a todaa as autorida-
des da provincia, na qual fizando aenlir a impor-
tancia desta commisso recommeodava-lhes que
prestassem ao aeu chefe e demaia oanpaobeiroa
lodosos auxilio ao aeu alcance para o bom dos-
empenbo desla trela ; e em igual sentido tim-
bem ae dirigi particularmente a varia peeseas
de importancia dos logaras por onda Mr. Lisia
Uan da transitar.

O chefe c 2a seceo,
J. G. de Mosquita.
Passageiroa do Mate IbraaUeiro Arncolp,
capel- sabido pira Aracety : Maaoel Jeeqain de Alson-
o floado Exn. tara e 1 criado. Maooel Antonio Ferreira No-
recordacao aoa co- bre, Alesandre Ferreira Ca minha e Joao Brear-
aco do Na aciment.
Movimento da enferneria da cosa de do-
teBcio do dia 6 de mato de 1862. .
* Tiveran baisa para a enfermara:
Migael Veritsimo de Mello, bronchite,
Antonio Pereira dos Santos, febeo.
Francisco Antonio de Melle, eenioaboa.
Lacio (escravo de Maooel do Reg), otee
Tere alta da enfermarla:
Antonio (eicravo de Maris Bernardina Acotla
Paes de Moara.
Maiaboooo publico. <
Mataran-ae para consumo desta cidade, no dio
6 do correte 91 retos.
Obituario oo bu 6 di nuo, KO ciitb>-
B10 POOLICO :
Marii, frica, 30 annoa, sol.ein, escrova, Boa-
Vi su, aacile.
AIooso, Peroambuco, 3 socos, Ssoto Aateoks
No dis 21 visilou o hospital de caridade que Eaiadio Pernaaih.fo 13 mam. Im .m^.
encontrou em prospero oslado, eende ahi rocebi- rite ren"m,MM0' 1S mMm' *** "*
&d*JH2S2'A !K!^,l?g?rtw' p/>rum Mari. Pernanbuco, 1 hora, Santo Antonio, as-
luzao concuo de cidadaoa de todaa as classes. pnizia
fe^! m^M4 "^ $!t*lZ?mmm Lui"' P"*baco. 30 annoa. sorteare,
te urna daa melborea da proviac, aitenU a eoa Sanio Antonio fuaorculoi
rica lalha e solida cooslruccio. Vi tito a a eadeia "
r l*\ealro que -exPen' o Esn. Sr. harte do
Curvello est em concertot lendaolea a soBvane-
lboramento exierno.
No da 22 montos S. Esc. a carillo, acom-
panhado do Exn. Sr. bario, Mr. liis a seusaju-
dantes, e tomou o caminho de monte frootairo A
cidade, onde o venerando fre francisco Coriola-
no de Ottranlo, niaaionario apostlico capuebi-
nho, fez ba lempo levantar am cruzeiro, terae-
lhmie ao do Ouro Prelo, o onde o devoto poro
Sabaraense caostruio uma linda capeila para co-
lebracio dos OQlcios Divinos naa pocaa doa fas-
lejos de Sania Cruz. Ahi asalio S. Esc Ae ob-
servares de Mr. Liis, qua tomou a aliara da Sor-
ra de Nossa Senhora daPiedade, edellaa se col-
lige o seguio te :
a Aliara a Serra da Piedade, medida do Mor-
ro do Cruzeiro da cidade de SabarA.
1,783 metros cima do nivel do mar.
901 > do nerro do Cruzeiro.
m Em lotsat.
895,5 acina do .nivel do nar.
450,5 do morro do Cruzeiro.
Eh pfl/nos, ,. i rain
8,105 cima do nivel do mar.
4,095 a do norro do Cruzeiro.
183 palnos acina do Itacolomy.
< Durante o tempo em que S. Esc. esleve em
S.bsrA, deu muitos despaebee, e ahi aaaistio s
sisme do reversado Francisco de Paula Martio
do Reg, candidato A cadeira He laura e fitaaces
Olegsria Maris Goocalves dos S.atos, Ps ras a bu-
co, 36 anuos, casada, S. Jos, sobro perni-
ciosa.
Aoaa Msria des Praseree, Wraanbooe, 47 oe>-
nos, viuva, Santo Aaleaic, cholera.
Aotoaio Msrlobo Pslcao, 40 soooa, eolteiro, Sw
Joa, choleri.
Antoois, Perniabuco, 26 nasos. Boa-Vila, bo- '
aigaa.
Thomas, Peraambaco, oaoaos. S. Joa, ooie-
rite,
Angela Julia Ribeire, Paraaaobaco, 3 oooee,
solttira. Santo Aotoaio. loaoroaioa. C?
Aotoaio Corras da Ps*, Pneaaaooe, 4a) anoea,
viuvo. Boa-VtsU, esnose.
Rocbol Maris da Ceaeaapao, ^ssnanbaca. 48*o-
cai, via va. Rea-VtsU. aeeaU.
Francisco de Poals Freitse. Pecniabace, 25 i
noa, telteiro. Boa- Visto, tsbeieuies.
Anlooio GavaJcaati. Perooaaiwcc, 161
teiro, Boa-Vista,
CHB0NICAJUICIIR1A.
TribanaldaBcUci.
SESSAO EM 6 DE MAIODE1862.
PRESIDENCIA DO KXU. SR. C01SB1.HIIRO BBOBLIRO
BB L1AO.
A'e 10 horas da nanhia, p reoeatoa oa aeooores
deaembargadorea Caotaao S.iBtiago, Silreirs, Gb*




uTSTJWG
* bat-gadoi- {etano Santiago.
" deeeaiiixgadore* ote.
Jiwi dapetteeoeOMarta
roqaereu r
Hl MU,
declara auf a
oaria facer nc
da Pai, que
10 frente de
freguezia ;
ratead petlcio-
__________________________________
gravado, o juto.
delator o Sr.
Sortead
Talcsntl .
AggravanS tkGbrfmmm l.checo Soe-
aaOseo a 8e. dtaanbasntc* riliea a.
*eaaartir|ja4re Laureano
9 Juico.
Pbik da OMkoc ; eg-
im barga de r Silveira.
deterob.ii jsdores Uchi Ca-
5*JhsBv
g^ vita, JeeN.rcUoC ni ello; .ggr.v.do,
attaier o Sr. desambtraedor Loo renco Son-
fMdoaa oa Srs. desenlu cgadoces Sil vatro,
Deu-se protiaeaio.
a\sovuate, HMhUt dt A: avetfo Villacoaco ;
tr.Mda, o jaira.
leate o Sr. uonbtcgslor Ucha Cvtl-
Sorteados oa Sea deesa sirgado rea Caetano
*rnPfbfo i Itnlii.
>eTit.pwrUnaota*an pat..
unJ!anfe' ,BI* ; <*||A,,!ldo BT,r,u> '*
InprOcadenta.
AppaUate, o juizo ; appe lado, L.unalioo
tBetto.
A? oto jtfry,
Appell.nte, Francisco Mec ni doi Santos;
poeliedo. o juizo.
Nullo o pracesso.
BSSISNACio DE DA.
* dta para js.l ramelo daa
ae-
ap-
guiotee
u, .. ppdlgpeicivti$.
Appelltate, Aateoio dr Silva Guiajio
peludo, jeize.
ApeoUente, Jnede Cesta Denudo; eppelle-
ato, Antonio Muml de G*at>.
Ajr^iM*. SetatU*. escuro"; appellido, o
; MLISHHCUS ctvi:is*
Con vteta ao Dr. carador garal
Appeilago civ, I.
-jifh1 lii* Igoae da Roelia Ja> ap-
pellada, D.Ajwalo-qwo.daMi.Uf0e A urna e mei* horaa da tirdi; eacerrou-it a
CMARA MIIPICIPAI 1)0 RECIPE.
1* SESSAO ORDINARIA A0| ai DE MARCO
DE 186*.
Prendenc.a do Sr. Reg s Abuqutrfm f cooii-
nuada pelo Sr. florr Reto.)
Presentes o Srs. Heajiiqiwi daSv. Rege
o. He le,. ara-a sesteo, ai lid e cpptoveda
o astada .oteeedeate.
- Lera o agamia
EXBEMNTE.
Un offiaeido E*n. presiden* da provincia,
d*eodo queach.odo^iiMeirid:, da ioformacao
o iba tora dada pela eam.ra 17 do coi-reble
oa lefeaocia a petalo de dt< eraoct oradores
oanmaoreisar o aterro do (barco qae exista
pacto da metro, poroacioQiio se desta urgeo-
cia o eageaheito.
Outto da mesmo. mandando pedir as coa-
OaMiealee ordena a admioislc (or do ceeaiterio
Wtlico, m de aexem recebl:.< j a sepultados os
odaveres eholexicos, qae durante a aotta vie-
ren da reguM do* Allegados, augmentando
pirs isla a aunero do covtlrt, ao far absoluta-
BOBto necessano.Inteirada, por i i se lar dado
ardeos oeste sentido.
Ootro do mesoio. communlciado que deveado
lerlugsr no di. \* deabritfaiuio, a urna hora da
VI* aDert,M tf esiio ordinaria da assem-
mea provincial, recommeoda qae se mande pre-
parar a ijra|a mairiz do Corpa Stilo, aitn.de ce-
lebrar-sealli a missa votiva do Divino Espirito-
>anto.Que ae Biessa jcieotia&ir ao procurador
fiara providenciar.
Oujro do tneamo, respondenij ao officio que
era dlrigjdo em 21 do correte, acompa-
nirado de otilro do cidadSo Mainel de Hollaoda
Cavalcaati, eleitoem4* lugar jura juiz de pac do
4T dtstricto da (reguezia dos .Lirogados, consul-
tando se poda prestar juramento, visto nao ter
ido qaalicado votaote, qusncio dir eleito; diz
o i^l"'MB tK* 0 mit0 (l* d abil de
181 7 qae estatu para a bypothese de que
e trata,.nao prevalece a eleQ,J> daquelle cida-
aao, que por esta raza.oao pode etercer as fuac-
Cpesdejuiz.de paz.Mandou-se officiar neate
Metido ao. referido Manoel deflcllanda, chaman-
4a-S6 o supplenta para ramenLar-ae, visto co-
no a le exige que hajam qustrjjuea da- paz
lacamentados.
Outro do eogeoheiro fiscal da 'slrada de ferro,
om despacho da presidencia, lazeodo voltar
amara para informar sobra a i Rima parte do
nesmo officio, onde diz que a companhi* est
reeottda a acceder ao pedido di> cmara, de fa-
*er os guarda-gados, ama vez que se obrigue a
*.*" despezas necessariaa para a referida
tro, *r esta oV absoluta necsiisidade.Que de
aovo se ouriese ao engenheiro.
Qotro do juit de pas-do segundo anno do pri-
melro disineto da freguezia tfo poco, comm"uni-
"' q]!*.la,'0 *' em effectivo servico.
orno official-maior da secreUria da assembla
provincial, cujos trabalhos preparatorios devem
principiar oo dia 29 do corralo, nao podia por
uso ooaAiouac a ensrcer as fuo;. o.;s de juiz de
paz, e que tendo deiwdo o ezercicio, nao Unha
qjiem oQklar para o substituir, porquaoto loe
oaauva que oa demais nao est.i'am juramenta-
^oidecujiar.-.ijaj se chamasse o terceiro e
/ ^jf,to **" pava sojurameotnrem.
Outro do engenheiro cordeador, informando a
petscao. oa qual Benedicto Jos Duarta Cedrim
pedo para que iho seja permitiidu construir lego
s iranias da urna casa terrea en vez de muro
quahavia requerido, em osea lerreoo na ra
ote acha oa pretencao do supplkante, a oo aer
ero dito terreno apenas dezeno'e e meio pal-
mos de largura.Concedeu-se.
Outro do procurador, aubmettwdo a conside-
t-Klo da cmara o o siria cpae Ib*, dirigi o advo
Sal!#wlB2 k* a "IWUd >r, em que de-
r""!",,,"d'"! que ae notam em al-
di^advo^r i* l0fr,esa tfe ., 5e
dito advogadp nona remettido para aerem aiui-
^+2X22%?^ ,le"'u **
>... vannrsav qae embitscam o anda-
?2Hr^ raferidoa termos; ,nclue pedindo
2Sl^5L!.re,P8l0Da|ibou.se que
~7L ^21rnwm mettfitos s-m liscaes que os
Outra.daflscHdoRaeiia.inforn.Bdo a peti-
zo de Fraamseo Iw eajello-.Irag.. 0 Pqa ,
pede lieesjs. p. oluv.r guui, gjj a t
4* aa a andar na ra de ApoUs t,oio 8obre
1U aa.is um solao ; diz que, quam* 0&ri| d
enfsmajo andar, ais) se oppusaba, perquento a
ta e posturas, atasque o solio od poda o sup-
pdeeate-lazar porque se oppe i postura addi-
aenet de18 do fevemiro. do ll.^CoBcedeu-
sajso* paUtisuaiio g zeas a o atoado andar, e
obre elle agaas furtadas como peranilte a pos-
tucaiaitada.
HaNsiM aU iacil S. Jos, pedio da a man-
aes#.a>acae m snaagi Pfauaaaso. iae Cvrtlle
Leal, a quaotia de 9(000 rs do i oa corrida e
do logar pera ser cariada, visto estar colocida
as) uasa eMaina auo di entrada para o becco
denominado da Faz, onde tamben existe uro
4ae^4roo-de 17 caaes naetmesmes eondie,das>
u^nto'z*ies, iosoraaedu a aetac&o de
afantsaro 4 Sos res, q a pretenden conatzair
uma-fiad.ria na ru Direita n. 44; diz ottctl
que loMlidada. onda ass situada a, casa de
qoe se trata, propria para semelhante flm, por
a mulo arejsda, e a paderia que nolis se re
construir nao liar inconveniente algum ao pu-
blleo.Coneedeu-ae.
Outro do Qscal supplenle da tug,uezia de Ja-
boatao, eommuofeaodo echar se em exerctdo por
isaeodisaawf do aaTaavo.iatairada.
A requerimeoto do Sr. Heoriques da Silva,
101 lomeada ama comsMseaoeemsosti do mesmo
seohor e do Sr. Helio, para se entender com o
proprleiedo do eogenho Pete* sobre ama por-
So de terreno naquelle logar qee a cmara de-
ve comprar pare a ptstagem e deposito do gado
destinado para o consumo diario, como obri-
gada por forca do j 7o art. 66 da le do Io de oa-
tmbro de 1618.
Sendo lid* uma petico de Jos Perera de
ATellar' Priado despacho de outra qae fe ai
temo de 10 do correte, na qual requera licen-
?a para ospor a oda na eaaa n. 44|da praca do
mocead da freguazia da Rea-Vista arios gene,
ros alimenticios; deliberou-se officiar aovamen-
1e ao Dr. chele de polica a' quem foi remeltida
a dita pritneira peticio, solicitando reaposU do
officio que loe foi dirigido ios occaso, ailm
de que se podesse resolver acerca da preteoco
do eoppiieeote.
Despacharan-se ao paticea de Antonio Joa-
qeim da Triodade, major Antonio da Silva Gus-
mio, Antonio Alfonso da Aiboquerque, Antonio
Joaquim dos Santos Andrade, Bernardino Jos
Leilao, Caroillo Auaprnto Ferreira de Silva, ba-
charal Ernesto de Aqnioo Fonseca, Francisco
Antonio Pereira do Brito, moosenbor Francisco
Muoiz Tarares. Jos Augusto de Araujo (3) Jo-
s Lucia Los, Luiz Antonio Maciel da Rocha,
Manos! Antonio Vieira, Mara Archania da Paz, e
levantou-se asessao.
Declaro em lampo que tendo o Sr. teneote-eo-,
ronel Manoel Joaquim do Reg b Albuquerqui1
entregado os tainos de que eslava de posse, per-
tenoente eos criadores, na ribeira de S. Jos,
toram estes talhoe cedidos a Jos Lueio Lina
com a condiciode aasigoar um termo responsa-
bilisando-se d'os nao poder traspassar a oo-
ires. e entregs-los indapendente de queslo al-
gama judicial, quando a cmara precisasse dos
ditos tainos.
Eu Francisco Caoalo da Boa-Viagem. otcial-
maior a escrori, no impedimenta do secretario.
Barros, Rogo, preaidenle.Reg e Albuqoer-
ges cari de MalloHeoriques da Silva.
Mallo.Reg.Barata de Almeida.
rovriruamn ** r *
Seo lempo nfo fene U'enrto hsvia de en-
ttoad. pela'Plu V^e-i>a^o"vf^^
StO estar collnraita -..... "* .
Aos tros de abril de 1862. tendo-se reunido
someote os Srs, veresdores Reg, Mello e Bara-
ta, oao pode baver sessao.
Eu.Pranciaco Caouto daRoa-Viagees, offical-
maior a eecrevi.Reg.Barata de Almeida.
Mello.
iMMWtoNMfjMdtlu capstidad.
< Eu decid que eraaaachopala rac o da
que as bichas deste .genero sao goralmante peio-
res do que oa do outro.
B eaa alargarhdo>, o e tempe a pasear.
As liases noticias do Ic raeeaidao benteta
com data de 3S piotam o estado daquella loaaU-
a* multo mal. r7
r i? K- JePid8m' 'em augmentado ; o numera dea
anacidos desde o consejo at aquella datal mon-
l"a i 110.
No dia em que sahlo o portador tinham mor-
'J, }8' it, ,0 ""eno. da partida ; o j4iz de
otaetlo o9ciando a presidencia, commuoiea-lbe
leee, a acOroeeeoti'que racei que o numafo des
^LV^BM** "> a 30II!
do I 0t C,rt J,,U<,* P*f* UnU PP*US?
No Aracatj tambera tem augmentado
mero dos atacados; mas segundo me dfie
oa 9 tem morsido, e quasi lodaa escravos.
Esta capital por ora est lrvre, a pesa
aesejos que alguem da medecina tem tido d
*lr cred,,,r 1ue lanios a Uraco con
cnaroco.
Tem-se tomado dlRerenles modloVs* ara
oombater o mal, caso cejamos por elle visitados.
Acidado acha-se dividida em 6 dslrictoicada
um tem urna commissio composta de um medico
e varios cidadaos para presiarem oa aoccorroal e
neis eervtfos que se; tornam neceeiarios en to
caImuosas quadras.
< Ji al ae acha contratado o servico do. enter-
reoeoto dos cadveres, dos qae .090 de fal-
lecer I
c Oeizenoi este aisompto 0 patenos a ouito
mais agradavel.
r Con a chegada do Api, o qual por ter qaU
brado amaaza li para o aul, muilo se fez espe-
rar, espalhou-se aqu, ter sido escolhldo sensdqr
por esta provincia, o Dr., Migael Ftrnandee
Vieira.
< Tao grata noticia eocheo de jubilo os nume-
rosos amigos datte distincto cearence; a maioii
da provincia a applaudo, e al muilos da seus
otmigos polticos, sqaelles a quem o odio aiada
nao embotou os sentimeotos de iuetica, Ocacanl
satisfeitos. ^
Esperamos anaohia o Cruzeiro do Sul e
neife o presidente nometdo psrs esta provincia
o Exm. Dr. Jos Beato da Cunta e Flgaeiado
Jnior; S. Exc. vem tomar aa redeas da gover-
naoQa em urna nao Iisongair. conjuncturardevi-
- vincla;
EMfJWMAlO DrtB
Praca do Rccife 6 de
mabdal862.
^s cuatro \\oras aaUtde.
Ulujaies 4a jiaU 4e correUfes.
_ Cambio.
Sobre Londrea-OOdiv. 35 8(4 por ll|i
" Deteamo de letrn.
II tt 0[O ao anno.
J. da Cruz Matedopresidente.
John GatisseneUrio.
"^^affssltJFsTUtiW V^^IWIfVa
tandimaata.de da 77
Mea de da 6
i m
78:9648616
fl.OT3#6M
M.038#57
volanes entrados con fatendas..
> son ganaros.. US
Votamos sahidos can (aseadao..
' con generoa..
116
01
385
-aa?. 48o
Aosoinco de abril de 1862, tendo-se reunido
tmente os Srs. veresdores Henriques da Silva.
Barata de Almeida e Mello, nao pede baver
Eu, Francisco Canuto da Bea-Viagem, official-
nator a eserevi.Barata de Almeida.Henri-
qaes de Silva.Mello
Gaixa Filial da Banco do Brasil.
BALANCETE EM 30 DE ABRIL DE 1862.
. Activo.
Aceonwat do Banco do Brasil.
Eotradaa n&o
realisedas de
10.000 acetes
localisadasna
provincia. 4A0 OOOana
Letras dtteontadat. ww.uuuiuh
Com daas assig-
naluraa resi-
dentes no la-
gar do des-
. cont..... 3,047:324S429
Com umas di-
ta dito .... J8:014037 3.075:3388466
Letrat caucionadas.
Por ouro, prata
e ttulos com-
merciaes. .
Por outros li-
tlos. ....
1
6:500*000
Letrat a receber.
Saldo desta con-
>.......
Hcersos.
Saldo de varias
contae ....
Caix*.
Pelos segables
valores:
Em Eoeda de
ouro de 22
quilates .
Emnolasdothe-
sonro dos va-
lores de 10$ e
superiores .
Em moeda de
troco.....
Em notas da pro-
pria caixa .
6:5003000
112:8325783
3.516.99577L
do isso epidemis quevalinvadlodoaptov
eston porm convencido de que a prudencia e
energa de queS. Exc .dotado.se faro sobres.hr
em quadra meliodros.
< Qoaoto poltica, eaeto, que S. Exc. nao en-
contrar graves difflculdades. A excepcao do ii
nojentonegocio da Aqatraz tdo val efacid-
O noro presidente tambara vem encontrar
aqu para decidir, um negocio a mea v6r de poc-
es monta, mas de qoe o noseo vico-presidente
nao quiz tonar coohecimento por ser parte quei-
xosa seu filbo e eommandaote superior da guar-
da nacional do municipio desta capital, por um
acto de maubordioeeao preticedo pelo major-do
eqnadrlo de careliana da meema guara.nado-
nal actualmente commandando o carpo de poli-
ca na ocessiao en que aceompaonavam a pro-
custo de Passos.
Neo. Ihe oarte o feeto miudament, nem-
emmo opintao a respeito para nao preveerr-j
Foram julgadoa pelo jury desta capital os
processos iostaairadoa. por ahuaa de liberdade de
imprenta nos artigos publicados o anno paasado
por occasiao da quesloCapslaz.
O respoosavel que assigaoauos artigos, oque
por ordem do ex-capataz escreveu o padre Vr-
lU! f!0*" atPWda-asot. da .llsndegt detia
cdade fot condemnado a 18 mezesde prUio, por
oao ter provado nada do que disaera, contra o
mesmo guarda-mor.
O alferea Joto Cseteno de Azevedo, que se
apreaentou como autor das aecusaces feitas ao
mesa essslai 00 peridico Ptdro 11, lei absol-
tdo pela razia iurorsa da qaaaeu, lugar con-
demnagao do ootro.
Estes julgaroeaios tiveram lugar dorante a
auseacia do guardo-mv, que d.sde Janeiro fea-'
vis partido daqui para o Rio de Janeiro.
c At a prineira, se o cholera der lieenei.
Dascarragam no da 7 damsio.
Patache (romease Garnania carvo.
Brlgaa inglerMereuryeirvib.
Jaree laglazeNllecarvlo.
Barca ioglaza-Halie-itfem.
Btwna iogltza Honestedem.
Bngae portaguezMercarlomerca ibrias.
Impertacio.
Escans inglesa Hotmla, anda de Londras con-
guinte* 8wJL*,'e*I*:BMn^*louo se-
200. toneladas de carviodepedra.; a oedam.
Bcodrpiento do da 1 e 5
dem (de dit 6 .
Correspondencias.
' fiBSSSSSSSSSSSSSSSSSSSnBSSBSSBBSl
1,888:153000
215:1708000
2:824|777
4.657:310000
6,793:457*777
13.907:1248797
moMts^fetstiqtaa. Isas .. BHBI ,.
tiesajiti 1 Mtiidea.aa^sBceantaailida.
o de fiscal da Boa-Vista, iufornaada
Pattivo.
Banco do Brasil corita de capital.
Valor fornecido
pela caixa ma-
triz......
Emisso.
Valor em ciren-
laco.....
Letras a pagar.
Por dioheiro to-
mado a pre-
mio. .....
Por saques. .
Contas correnlcs.
Saldo desta coa-
la.......
Oirerio.
Saldo de varias
contas ....
Ganhos e perdas.
Lucro sujeito a
liquidacio. .
51:1893463
28:3000000
2,000:0008000
3l685:890ii>000
79:489#463
1.877:2118913
6.135:436*603
129 096^818
13,907:1245797
O guarda livros,
Ignacio Nunes Correa.
OllRIO QE PEBMrvIBUCu.
te nootoro, que a indiflC-. 8* relbore-
qae. non. .Lia^-M
V2tt%!
. in terreno da
Tm*J!VfTamn.t'<*<. um frente de
ceas te poeta a ni; avalara ,., ,0 ..p^e.ale
peis tan ot palmos.de terreno tus menciona
tte atesje ttfttlaadSet^Codcedea
de Triedade pretenda dirigir pelo
sm, n..daado-ss dar eoidescaor"" """""""" a.l'ZZ?
nteti da. aliSfeln, uraWV C?l5Si7--'-**"'
Ottro do
turbar....
c E esta! comees va
nunca ousou per-
euonordlo da que Ibe
neWaoo^oatdroV^ V
maraUbe tieht entrado a norte p..o>* J
Eatandi qna derla enrovelta-lo; e como nao
paota resumidamente noticit
-----------1----------- 1 ^
Srs. redactores.Depoit de havermot madura-
mente refliciido sobro a diteussao, que pelo Dia-
rto de Pernambuco te dea entre o ex-jalz do di-
reito desta comeres do Serid*. Dr. Jos Quiotioo
ae Castro Leao, e Joaquim Apoloario Pereira de
unto, ex-delegado do termo de Principe, veio ter
aa nussaa mos am documenta, qus sitamente
compreva o que com muilo acert ditte o mesmn
>r. Dr. Castro Leo. iste e\ que ot presos pattea-
van osa ras da vills doPrtoeipe, por cuja causa
elle se vio obngedo em razio do seu alto cargo
a lomar previdencia* para cortar este abuso tanto
mais escandaloso, quaulo j novia chegado ao co-
ohecimeeto da primeira autoridade da, provincia.
u docaneoto vsl ptts aero, e offerecemosao
pablieo cia e era particular ao Dr. juiz de direilo Mi-
guel Goncalves Lima da comarca do'Serid. sem
mais com ment, pars que bem avalieava sem
razao, com que um hornera dfcspeitadoTVpreu-
Iboso, qoe, deveodo louvar o procedinr
regular da primeira- autoridade da comarca, pro-
curoo fen-la com p.lavras snspeitss, Albas do
odio, e sem criterio de um documento quaiauer
que podesse ferir e illibada conducta, o honra d
um magistrado, qae, come o primeiro que leve
esta comarca, ae esforcon en trazer aa coasaa ao
TZZZSl 0rn"1' e re8aUr- 'orna la senao
a primeira. ao neooa como urna das melhores da
provincMaUeolo o carcter deseos habitante.
e dos esfo eos, que se agrupar.ra nata Urtr 1
effeito aa largas vistas do Sr. Dr. Castro Leao
que sucosamente procureva lera la aq.elta
ella liona aumma necettidade. Ao Sr. Dr. deve
a^SL! glT,cde lue e,n PUCM neta
a comarca do Sendo do que todo o tenpo. de
que ella fez parte da do Ats, e estaje cert'o da
qaeem geral os Seridozeoaes aials hoje .re!
cien e asbem ser gratos aos seca servigos.
i.ner'o 2e mtT COm"C* Sm^' *
O Seridozense.
Documento ao qual ae acha junta a sentenes do
Ot. juiz de direito da comarca do Ass, dooda
sem duvld, nenhama constara do archivo da te-
doa SniL h Pre4ente.-Luiz Antonio
!a! "".^"Pe'eata provincia dtz, quepio-
eedendo criminalmente contr. Jlo Ti'burdoda
?^i'rHn*MlftHC0,i,*OM,, P,la ntC.t"
perior do jumo dadareUo, cono V. Exa. veri da
tZZlVi UDt?'e re1u^endo o V nle a
Bfywp. Dr. juiz de dlretto (endo
ioaTLSJ "eclot ejuizomuoi-
. Sfi'i- e maQd,ou, . seotenca na ..l. rre ao mesmo lempo pJT
seova patas ruaa da villa. v *
Ora o supplicante enteode que a saalenca nao
i"^>J>?^ Porque VS*iZ
jo qae fo.se o reo obrigXa7u^l,*n?c".:
SrM0ai ,eg""S. W .IM 0 foi
por corto ennpride, tendo o reo estado n, sal.
lirre. a com liberdade paeaear. acrosxaodo roa
qoe o supplicanu tambero MUndaTlaVtil
Ci darle ser promovida .pelo delegado-por e
a^aalancaquanSOeieoda a alj-Aa compra
Do dia 3>de malo.
Bri nglit Zisl, paro Liverpool, carrega-
Ssuodres Brothers & C.r 848 aaecaa con 4:500
acrofesftda aaaacar.
Brigue logias Titania, para Lirerpool carre-
garan. :
H-,I!? Sao &Cn 700** con 3:900 arroba*
da* attucar.
^Bwreaportoguaia Detqtult, para Lisboa, cer-
wa Louteiro 50 satcot con 2:500 ar-
robas de wsucar.
mSS m"****'E$f"*"!*'DaM Po"0.car-
tJ*2?f* Bm0* a' Wafeitsi con 3 arre-
otsii ae doce de goi.ba.
Jote Antonio de Carvallro, barriquiohaoconr
4 arrobas e 22 libras de assucar.
B4e5
Brigae.iaglea Titani; para Liverpool, carre~
jgaran : r '
Braga Sao & C. T 700 tsccoi con 3:500 s rrobaa
e atsucar.
Jobnstoa Palor & C 800 saceos com 4:000 ar-
robse de astucar.
rrea po.r,,g*ex' "Pe Pra Llsbos,
Pinto Bsrioza 4 C, 400 tceos com 2:000 ar-
iosa de astuta r.
Perreirs & Loerelro, 78 caicos com 3:744 ma.-
dldas de mal.
con"7*4W bra,!1" *,C,'7i COttoa MPich0M
ecbedorla ato rondas luternas
areraesj das Perstnmabaeo.
landinentododiala 5..... 3:7638185
Ion do dia 6....... Si8t7|213
6:6308398
proali

tela I.
. 6:0198921
: 4861879
:oo6|800
[oYrnento do porto.
" ^>i^^s^^^k9^k^s^pw #099 avj
aa^sta'vrafs wss
dlat: 01 que pretonderem arrematar poderao
cemparecer na pago da mesm* cmara nos das
osUcsdoa, munida* do seus .dares. sem o que
nlo serio admitUtWs.s licitar. f
Pmo da cmara municipal do Recite em sceaio
da 5 do meio de 1882.Luiz Francisco do Barros
Reto, presdante .Praeciaco Csnuto dw Bbavia-
ff". offlatal-neior. berrindo de tecretaro.
O* Dr. Trisito 6% Alentar Arerlpe, olllclaT d'al'm-
perfal ordem da Roca, juli'ded1rettoepecisl
de cmaserco deata ciskde da Recite, capital
da provincia de Pernambuco e aeu termo, por
So Magettvde trnpertal e constitucional o Sr.
D. Pedro 11, a tpsea t>sus guarde, etc.
Fajo saber sos qae o presente edttal viten e
delle noticia liverem, que no dia 19 de msio do
crrante aoeo, se hs de arrematar por venda i
I"*0 dar, en praca puotte. danta juizo, na
sala dos auditorios, dapois da audiencia, un es
de lomo Joaqun, com 40 aonosde idade.
topeo mala oa menos, avallada por 50OJ00O, o
Wat 4 perteocentaaJOtj: Aatonio Piolo, e Ibe
ra peohorado pdrexotacio que Ihe more Aolo-
nt Joaquim de Vaicooceiloi.
E alo hareado ltocsdoT que abro o proco da
oiisajao, arremaucio and fasta palo vtlor da
aejudicaclo com o abatioionto da lei.
E pira qae chegua ao coohecimento de todot
nenaot pasear editser-qtre serte pencados pela
^RSaH* m*4w "* lu**er d0 cortone.
-JlaamT .iMi DVU Cde d0 Recl(a d ?-
S.'X *?" "i* "
. m11?hS.! ;80la,e010 ae Noseo Seohor Je-
?S.2nrt-! 18?1', ""'i'no-priroeire ds
MtBsp.ad.q^ae do imperio do Bra.il.
erito'o^atac',:'*"*** do N.sdnenlo, es-
n Ha *'*- a Wsso de Aleocar Araripe.
?I*T/"t, UJ"ffm A-'"!, omcial da im-
S *5r d-i RoM- i"u d<> eom-
mereio dests cidode do Recita de Pernambuco
sea termo, par Su. Mtgestedc imperial que
Deas guarde, etc. H
rfan*O*b*t.ao*,,M" P"nl olUl virem. e
delle noticia liverem, que no dia 19 do correte
mez, Qnda a audiencia, tari lugar a arreraatacio
da estrave parda Joaquina; do 26 a000de idade,
S!lr*2 men.0, Pncente a Francisco
Marques de Lemoa Ribsiro, a qual ae acha com
principto de fri.ldude, v.'i pt^. p.r. p^
ment da eiecacaoquepor este juizo Ihe movem
Jos Joaqun Das Ferosades & F.lho.
nao havando laocador quo cubra o praco da
valaoio, ser a arremstaeo feita pelo preco da
wtsn^M'ssw0 *bat* rM'ecUvo- MB0 ,ua
E paro qae o presente chegue ao coohecimen-
to de todos, ser publicado pela imprento e efaV
xaao oa sorna da lei.
Recite, $ a meio de 1862.
Eu Adolpha Libara* Pereira de Oliveira, es-
oravenie juramentado o escreri.
Eu Manuel M.ria Rodrigues do Ntseimento. et-
crtvio o subscrevi. '
rsn. < .t .THtlio do Alentar Araripe.
w ot. Tritlio de Alencar Artripe, olllcial da im-
perial ordem da Rosa, e jaiz de direito espe-
cial do conmerdo deats cidade do Recite e seu
torno, capital da provincia de Pernambuco.
por S. M. I. C Seohor D. Pedro II, que
Deot guarda ere. H
Paco oaber pelo preaenle, que no dia 23 do
mez de jnnho do correte anno se hSo de arre-
matar par venda, a quem mait'der em prtcs p.
bllct detle juizo, e depois da audiencia respec-
tiva, os aUgueis da casa tarrea aita na raa dos
. razeret da bo.-vista. avaliades' em 308 meo-
asas, a qual cata partencente a D Eogracia do
Atoparo Santa Rota e auat duaa lhss, e ae
aensm ptohorados os mesmos alugueis. por exe-
oucio qae contra as mesmas encamiaham Gama
& Silva ; e na ralla de licitantes serio arrema-
tado* pe'0 preco da adju4icacao, com o abatlmen-
:lo da le.
E para que chegue a noticia a quem convier,
mandei piatir ediUet que serio affixadot nos
lugaret do coatume, e publicados pela imprensa
Dado a psssado nasta cidade do R*ci'fe de Per-
nambuco aos doot oiit do mez de miio da 1862,
quadragesimo priaieiro da independencia e do
imperio do Brasil. Eu Manoel de Qsrvalho Pses
ae Andrade, esenvio o suDscrevI,
Trietae da Aleocar Araripe.
'i' "1 I TI,
at!!L!!?",,>*,*8*
najeinda ana tjdeaa
-^.etat publico qo so
eadtradola'iUia^fTOJA'r'; '." {"-
e h iqUe ,,r0TaDd0 "r eo"
regne.
Navio entrado no dia 6.
<.latcqw por Ftlmouth, Lisboa e S. Vioaotp-90
f^t'i, nPfl'Be,0porloaI4ao ul">. 'PO'
pRnff Mm6aron' .lm oo Rooker & C. Segu para Babia.
Navios sabidos no mesmo dia
Hen,yi7SHlef,;,"!5ro ArOCO. PUSO Jq
h.M. o ? l A,-ID" da> c,ra ?ari0 Heoerot.
i defiaag!. ,q"8*p,n9 dv,ue trouse
Liverpool pea ParahibaBarca nglaza Jwoaena
capltio Wiilsm wuuamp. em UroTOS
Sditaes.
Pelo vapor Camarapte, entrado h00tem di-
rectamente do Cear, recebemos a aeguinte cari.
do nono correspondente:
.-CJl0Ler"' 'i E' aPaIa" arrlvel que hoja
convernoe." l04M *J8amp, '* t0i" "
Dorail{.CLsP;r!.'ree1P.ao de hMP9e to.
"Mmente^* "*#*& 'esse, por m.is
ve Unto .?.- o'" na de ,oas yiftoe. hou-
Iauent. '" e?a,ero nos Preparstivos do que
JJJJlfJ IM octualraente se lazara nJu't
p^o Jal de dtreito. por que isfo n muda a
natureza do procetto. e leo Jalg.naeoto. Por to-
daa estas cesMdaracpaa.a s^ieanta ptsia a V
Exc. se digne provfrRrKt.r como em sua asbedo-
ria atea ter.
le.
Jlreito da comarca pin Rfocndetcnmo or^a>di
Paleeio do gaaeroo do Rio Otada do Rdtte
i.ntlro de ISSO.-NuneeGeocaUe !
0 Dr. Tristao de AJpncar Araripe, official da
W) rdem d',Ro$a 8 !"< to es-
pecial do commercio desta cidade do Recita e
seu lernjo capital da provincia,de Pernambu-
co. por Su. Magest.de Imperial e Coottitucio-
|oslo Seohor D Pedro U, que Dos guar-
delle noticia tirerem qoe no dia 17 de maio do
corrente anno, se ka de arrematar por veoda
qnern mal der em prta publica deate juizo. na
atla dot audllortoA os objeelos seguintea :
46 cortes de colletes de caserairt. bordados.
lilil0'*por 2*cada um 49; 73 d* i
chapeos de tot de algodio oara aenhora. aaalia-
dos a 5 cada um, 3558; 200 espingardas de um
cano, avahadas s 48 cada una. 800f.; 3 Qi*as
rhfn4aDg8,,,.aT8l"ias por 15; 39dozi.s de
\t?>2! *'ML*-*! par,a w?Dtora' *'lidoa a
f Jf .. 1 i ^^; t7 m4,ss de *' P* -
dVHl".! -'d." uJn* p0r.8'136 : 258 bra.
25R!^nS 1i'.,de inh0.."-*"d da Ubra 18.
n^W*rf2r,t* de,ColIelM d da. av*liados
por ZU49; 15 lavalorios de ferro piolados com es-
rV.,S).aMaliid0, "(fc *t; nma borra de
2 I,,H o1 \ Pr.?)- ?* V"* Pncen-
les i Joio Pedro Adour,,t Companhit e Ibes fo-
Hennque Jos Aires Perrelrt e vao i praca por
.?iiJ,",Dd0 ,aBCador 1fe,cabro o preco da
avaIia?ao a arrematado eeri feita pele valor da
adjudicagan com a .batimento d* li
E KT* que cne6ue o coohecimento de todos4
mn,l!, Pa,arme|liUea que serio pubUcadoi pala
Imprenaa o efflxado. nos lugares do costuro*.
uado e pastado nesti cidade do Recite de Per-
oambuco ao primeiro da do mez He maio. sob
J?oL"l"L* ,?"' .?8000 da Na.cimaalo de
piono Seohor Jess Chrisio de 1861. qu.drage-
tnmo^primeiro da inaependencis e do imperio do
Jfrf.s,iB0,ri!,,,,t. RodriI"" d Nucinento,
escrifao a subscreu
avista de Menear Araripe.
pente. Manoel Antonio dt Jasas Junior.
tHEATRO
. DR
Qnarta-feira 7 de mm de 1862.
Recita extraordinaria
Grande opera em qustro icios, a* Verdi.
TROVATORE.
..*",,ali8a,er D3*Uos oedidoa ds oeuoam
que ni0 p0deMm slctoctf biJheU ^J^
la .e-eadeirninas rscitas que se doran, porse-
rem q.i iodo, aasigoado*. bi ver esta SraeL
de Eleonor a Sra. GuilielU Beltranini Mario.n-
gell que se presta anda de rouito boa vootsde
tssasss?!9^ '-1- *
,*? 8 *eubor" "Ignsnles que nio manda-
ren, buscar os seos bilhetes at Zio dia dettt-
Sa-ftir* 6, nao torio m.iediraito i elle e aero
vendidoa a quem procurar. "T'
Prinatpiari s 8 borts em ponto.
ArOS- fMdJPlIimos.
COPiNHIA PEKTttlBleiIU
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte* Mar
cau do Assxi', Aracaty, GenraV
Acaracu' e Granja.
O vapor cJagusrlbe. commtndsnU Lobato.
d. 7 aS'L'.t0' P0 = u d0 norle at Granja na
dia 7 de maio as 5 horas da tsrda.
Recebe carga at o dia 6 ao meio dis. Encocn-
mendas passageiros e dinbeiro i frete at o dia
da unida ao mel dia ; escriptorio no Forte da
Mallos o. 1,
Declarados*.
Arsenal de guerra.
Por orden, do Illm. Sr. coronel director do ar-
nal de guerra se faz publico, que nos termos
nm ,m,ni;lerl da guerra da 7 de marco
de 1860, te tem de mandar manufacturar o se-
gumU:
So brec.se cas 1fij
Caicas de panno azul .7
Farelas de brim ikt
Calcas de dito ^
Canisu de algodaozinho 483
Pares do polainas de panno preto 483
Col latee para a lien a dot o
Camisa para dito j
Qnem qaisar arrematar o fabrico de ditostrti-
gotoopraao de 25 diaa, comparece na sala da
oiractoria do mesmo arsenal, pelas 11 horas ds
marjhas do dia 9 do correte mez com sua pro-
posta, em aue declare/i menor preco, e qual seu
a Voef'' 8uerra do Paroarobuco 5 de maio
de 1S62.Sevenano Ferreira de Souza, servindo
de escripturarlo.
COIP^HU PEWiAlBLCANA
DK
JVawgaco costeira a mu
Parahiba. Rio Grande do Norte Macau
do Amu', Aracaty, e Cear.
O vapor ifltiorasss. cooiraandante Viaon*
sahir para os portos do norte at o Ceari n
dia 23 do corrente t 5 horaa da larde.
Recebe carga al o di. 21 ao meio ais #n-
commeodas, passageiros a dinheirn frete* at o
d:1'diahideaa2horaa: escriptorio no Porto
uo Maltas n. 1.
Para Lisboa e Porto.
Sahir imprelerivelmente nesles poucos dias a
bem conhecida barca br.sileira Marianna, por
ter prompta a maior parte da seu carreg.mento :
para o restante da cargs e pa.ssaaeiroa trata s-t
com Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, no lar-
go do Corpo Santo o. 19 ou com o capilio oa
praca.
Para a Baha.
Pretenda teguir com muila brevidade o velef-
.0 e bem conhacido biate aacioaal Sinto Ama-
ro. tem pane de seu carrvgamento prontoto
rara o resto que Ihe falta trata-se com eaaeua
conaignttarloi Antonio Luiz de Oliveira Atedio
a L no seu escriptorio na rus da Cruz c. 1.
. "" Pei8 '"P^C d. alfandega te fsz publico
* ? f* et,fnto ">. Porta da netna
^0 *>"0 d0 "ei0 dia- M hi0 da arT
matar tres caitas den.ro AHW. ni. i 3. vin-
,d"i trada aeem porta era 25 da fevereiro do anno
prximo leodo, etnteao. eotaata dousvio-
8 grozai de brdeos pesando 9 libras um. 48 to-
a2fk\!,Ar*dl1" *' "^ Maod0 doas libra.
2L?it2 tosm^Ss <"ra "" PM<9" "'"de
^^^VLf^ri"?* "d1t de
^J^,<**?NW* **t 15 dozna de bord6e.
do-
?atflf
"neii hbM^lVr'drribTTj^'cSal
abtaosaabMa. abaaaaadoa aa pa ^T *ao*i ***!** esnaa e SMvt ag.
Sro'tnt." WM,,Uf* ^dT-fen,.av
.eproetMcter corno ero su. ..bedo-' M88e*:,182a^ri5 dxida S
E.-E. 8. ste-Lib Antonio do. Sao- poaoan. m, hS^Sk da ST\V
do prnlda^-*..*,*, inlode 3Tol\!aa^%
n.rca pira proceder eoann uJam.m. 72Z*!TJS? k.0* 8*.a*,fa ^^P"? ai

/r-
0S>
*
Cooselho administrativo.
O conaelho administrativo, para fornecimento
00 arsenal do guerra, em oamprimento ao art
22 do reguUnseoto de 14 da dezembro de 1852,
taz publico qoe foram aceitas as propostas dos Srs.
abano declarados.
Para arsenal do guerra.
Antonio d. Silva Oliveira & C.:
4 quintaes de ferro ingloz redoodo de 1 1(2
pollegAda de.grossura a 6|600 o quintal.
6 quintaes oa dito dito redondo de 5 quartos de
grossura a 6}6O0 o quintal.
3 '"'iJ; d* iila dilo da 1 pollegada de gros-
sura a 6J6O0 o quintal.
Joio Carlos Lumachi:
moo061*'1" inRle"1 **- (,rvao da pedra a
O cooselho avisa aos meamos seoho res que de-
vem recoljhex os objectos comprajloi no dia 9 do
corrente, oa Secretaria do metmo cooselho.
Sala dasaessoes do cooselho administrativo
pata foroeeimento do arsenal de guerra. 6 do
msio de 1862.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vgal secretario interino.
Correio geral.
Pela adminittr.cio do correio se faz publico,
qae boje (7 pelas X horas ds Urde em ponto fe-
cbar-ae-ha a mata que devacooduziro vaoor In-
gles cDumborUto chegado hootetn da Europt,
e com desuno era direiiura provincia da Baha
Conseibo iMinistrative.
O conselho rJnrtnisjtritivo, pira fornecimento
do areen.l deguerr., tem de comprar o obiecto
seguinte: .'
Para o presidio de Fernando de Noronha.
uro barril ds quatro em pipa de azeite de car-
repato.
Qaem qaizer vender tal obiecto aprsente ss
iU8 S'W18 fnl. n eecretaria do
couoerbo, as 10 horas de mtohia do da 7 do
cor resto nas.
Sala das aesset do cooselho admlnlslrstlvo
pire fornecimento do arsenal de guerra, } de
malo de 1862.
infonio Goma leal.
Coronel presidente ioterloo,
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coropel vgil secretario interino.
i..H t" encontrado um cmllo mltide com
eeotethi. n. roa de 8. Goecsfo. si &iorai d.
aow : qaem f0v seu dono, dtrija-.e esta sud-
detetecla. qw provando. Ihe ser entregue.
Sobdeleg.ci. d. Boa-vi.ta dar naio fe ft2
O aubdelegado, ~"
Fraocitco Htrline Raposo. '
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita bredade o patacho
nacional Cspuan. caxUo Theotonio Jote d
Silva Rodrigues, tem dous terco, de seu cauta.-
ment prompto : par. o resto que Ihe falta., ir_
t.-se com os seus consignatarios Antonio Luiz da
Oliveira Aietelo & C-, ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa
vai sabir em poucos dias a muilo veleira barca
Lima I por ter prompto parte de tan carreg.-
mento : para o resto e passageiros trat.-se com
01 consignatarios Caraalho, Nogueira C. na
ra do Vlgario n. 9, primeiro andar, ou toro
capilao nt prac. v
Rio Grande do Sul
Satura' dentro de poucos dias o bri-
gue nacjonal Imperial Pedro, recebe
carga a rete e olguns passageiros: tra-
ta-fe com o leu consignatario domin-
go Ferreira Maia, ra tfo Crui n.
1 .
- Freta-se-para 01 portos do Rip da
Prata o brigue nacional Maria Isabel,
de lote de 230 toneUada de primeira
claiae : trata se com o sea coniignatario
Domingos Ferreira Maia, ra da Crtt
n. 15.
coifRmi}irBtmRi
DE
Dos P^aTda" Z i espfcr.fc al a JU o
do corraattao vapor najafenal Ara. cOrotfelnd.n-
to o primeiro tenente Alcanforado, o qual dejis
da demora do costume seguiri para os poVlosd
Desde \i recobem-se pacsafeinis. s
emga que 0 vspor poder condaiir^a,,
mar embarcada no ota dfc so t*ef aa,
fo a frete a enconmodsa ala) a 4i 4o sahio fs
ahoras da tarda : agencia ru* da Cmz a. 1. m-
crfptorio da Antonio Laiz de Oliveira Azevrda
Para Lfeki.
Vae tihir imprtterivelmete 00 dia 90 do cor*-
Miaa.


4
roa JMW^.
quaai todo o tea earrogesnento come eo: pete o
resto e pesssgeiros tret*-se com o i o sigoeterio
T. de quino Fooseee Jnior, na Uintfut da Ma-
ura da Daca n.,7, primeiro andar.
Sabbado 10 de maio.
PELO AGENTE
Por maodaMo do Exm. Sr. Dr. juii de direito
especial do commercio, a requer ment dos ad-
mioiatradorea da maaaa (ajlida do llanos) da
Azevedo Poote*, o referido siente fr leilo do
dia cima designado pelas 10 hora da manba
Dt loia d. 54 da na da Cadeia Vellia no Recife
DAS
Mercaduras t atencilios eiistentes aa mencio-
nada loja e constsotes do ioveotir: o por copia
ero poder do dito agente, que des le j pode
ser examioedo pelos pretendenten.
JELO J
ovis, escravos e
predios.
Segunda-feira 12 de maio.
PELO AGENTE
> par Ur t os de 1 Of or** jMgot nesoe petmo
dia da extracc^o 4mma hora da tarde
por diaate/ oa oatros o dia seguinte
logo, que se .tenham,diAtj^iaiutft ^sta*.
O brinetes e meios bdhetes acbam-se a
venda na thesouraria das roteras, ra
do Crespo n. 5-, as casas commis-
sionadas praca da Independencia loja
do Sr. Santo "Vieira n. 22, ru Dirita
n. 3 botica do Sr. Chagas, ra da Im-
peratriz loja d ferragens do Sr. Pi-
mentel ra da Cadeia do Reofe loja do
Sr. Jote Fortunato dos Santos Porto
sendo nestas atea vesper da extraccao
e no dia somente na respectiva thesou-
raria, at a occasiao de andarem 'as
rodas. "*
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
MNMft
9K&
Por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz de direito
especial do commercio, requerimetto doa ad-
ministradores da masaa fallida de Manoel da
Azevedo Pooles, preceder-se-has leilo no dia
cima designado e pelas 10 horas da manbfia no
sobrado n. 40, da na da Senzala Nova
n
Diversos movis, constando de m .tilia com-
pleta de Jacaranda, marquesas, lavatorios, com-
modas, carleiras, armarios, jarros, candelabro
etc., etc.-
DB
Parte de X escravos.
DE
Urna casa terrea na ra da Conceicao da Boa-
Vista o. 39.
Urna dita dita na ra da Gloria n. 6.
Urna dita de un andar na travessa do Carmo
numero 12.
Urna dita de doiis andares em obrt. na ra do
Livrameoto n 17.
Urna dita delresandarea na ra do Queimad
numero 2.
Urna dita de dous andares na ra da Senzala
Nova "n. 40.
Duastercas partes de sobrado de 2 andares e
soto na ra da Cruz n. 33.
Um sitio com casa de vi venda, estribara e
quartosna Patsagem da Magdalena n. 46.
LEIL40
A 7 do corrate.
Soalnall, Mellara & G farao leilo por nter,
venci do ageote Oliveira, do mas completo
sortimenlo de fazendas inglezas proprias do mer-
cado e aisas conhecidas de seut bons freguezes,
a quem convidan) mui especialmente como ami-
gos para receberem a a espedida da gerente d
casa 8r. John Lilley, cujos numerosos affeicoa-
dos nesta praca experimentaro por certo puro
aenlimeulo da saudade pela sus ausencia, se bem
que temporario:
Quarta-feira 7
do correle, as 10 horas da manba, em sea r-
mazem ra do Trapiche.
LEILO
A 10 do corrente.
O agente Oliveira tari leilo por autoriaacao
dos respectivos proprietarios da reodoaa e ele-
gante casa de sobrado construida ao goato mo-
derno com ptimos reparlimentos, < com sitio
contando cocheira, estribara e casas para pretos,
defronte do palacete do Qoado baro de Beberi-
be, na ponte de Ucboa. Oa tubos do eacana-
mento das aguas do Prata passam a 1 era do rau-
rojna frente do altio, e quem queira agua em ca-
sa pode obu-la fcilmente. A excelente e agra-
davel siluaco deslapropriedade, perto da praca,
e em estrada a mala pitoresca e transiUvel de
todas as dos suburbios da cidade ; a bella visi-
chanca adornada de sitios apraaiveis, habitados
pelas maia disiinctaa familias, os ares salubres e
muito procurados da siluaco, sempre animada
com a concurrencia de povo, toroam sua posico
sobre apetecida, muito conveniente para aquel-,
les que presam a saude. as conveniencias da vida
retirada e do recreio sobretodo aps is lides dia-
rias, do commercio principalmente. O encanta-
dor rio Gapibaribe, hachando o fuodo do aitio
completa o quadro da belleza do Lugar, apar da
conveniencia do desembarque e embarque para
qualquer digreaso quer rio icima, para lograr
do maravilboao desues margos, orladas de po-
voados e elegantes coostrutces por loog* dis-
tancia, quer em lado oppoito, para o cidade ;
Sabbado 10
do corrente, ao meio dia em ponto te r lugar o
leilo, no escriptoriodo referido agente, ruada
Cadeia do Recife, a quem os preti ndentes p-
deos dingir-se aotecipadamente para qealquer
ioformagao.
8 Attenco.
Charles Laurent estabelecido. i
P com loja de alfaiate na ra No- :
| va n. 50, avisa a seus de vedo: es
w que nao Ihe vierem pagar no W
f$ prazo de 8 dias contados do pre.
0 ente annuDcio, que depois f|
H delles nao attendera' a mais re- Q
SI clamando e ira' effectuar a co- 0
9 branca por meios judiciaes. M
*& mmmm &
A abaixo aasigoada nao se respoosabiliaa
por divida alguma contra bid em aeu oome por
seus eacravoa ou outr* qualquer petaos, que nao
seja por bilhete firmado por ai ou por sea pr'cu -
rador. Recife 4 de maio de 1862.
Mara de Cianeiro Freir de Moraes.
Aluga-se um sobrado em boa ras, fresco e
por prego commodo : a tratar na ras da Prais
com Joi Higiao de Miranda.
Aluga-ae a loja do sobrado o. 1 no pateo
de Nossa Seobora do Terco : a tratar oa roa Di-
rita n. 6.
OSr. Joio Dio%o de Oliveira queira mandar
procurar urna carta, vinda do Rio de Janeiro, na
ra da Cadeia eacriptorio o. 47.
O abaixo essignado vai ao norte tratar de
seus negocios. Recife 5de maio 1862.
Franciaco da silva Machado Lobo.
$#
i Sociedade
gRecrealiva Corjbanoa!
I
:

>

mmto tmkt-MMWi ***
Pela assembla feral d dia 4 de corrente, foi
deliberado o prazo de 30 diaa para oa socios que
se achara atrasados se norem quites oonforme 9
artigo 12 f S* doa botos estatutos.
Secretaria da sociedade Unie Beneficente Ma-
"""'"'"""aatrteUd;^
t.*, sacra Vario
Criado.
PrecUa-ae de um criado para um altio, e
, b que
lenba algum conhecimenlo daese servico : na
ra Novan. 23, primeiro andar, das 9 1(2 horas
da manba por diante. -,,
Aluga-se urna prata escrav para o aervico
de qualquer casa : na praja da Boa-vista n. 90
tereeiro andar
Pelo presente sao convidados todos os
membros da sociedade Recreativa Cery-
banlina, i reunirem-ae no dia 11 do cor-
rente mez s 10 horas da manha, na
caaa da mosms sociedade, afim de em
assembla geral satiafazerem as disposi-
C5es do art. 38 doa respectivos estata-
toa, procedendo-ae a eleigo da oova
directora.
O 1 sscretario.
Jerooymo da Costa Lima.
Quem precisar alugar um cozioheiro a m
copeiro, dirija-se a roa da Palma n. 41, ou ra
da Cruz n. II, primeiro andar.
Feitor.
Precisa-te de um feitor paralum. sitio perto da
praca ; a tratar na ra do Amorim/armazem no-
mero 4J.
. Para acabar.
Phosphalo de ferro de Leraa verdadero, res-
taa poucoe frascos, que se vendem por mdico
preco ; na ma da Cruz o. 27, eacriptorio.
Precisa-ae alugar urna preta escrava para
todo o servico de urna casa de pouca familia ;
quem tiver dirija-se ra do Queimad n. 69,
ou ra do Raogel n. 44, segundo andar.
Offerece-ae alinelo doa Rvms. Srs. sa-
cerdotes, os objectos recenlemente chegados na
loja n. 44, na roa da Cadeia, por prego commo-
do, s saber : sobrepelites lieaa, ditas guarneci-
das de bico, um roquete superior, e voltas de se-
tim branco.
Permuta-se um eogenho perlo desta praca
por sitios ou predios nesta praca : o eogenho
tero grande varzea de massap que pode safrejar
maia de 3,000 pies annuaes, bom cercado, boas
matas, muito bem obrado, bom moedor com
agua, bona aitios de lavrador, tambero ae fart
algum negocio com a boiada. e mesmo com al-
guna escravos : quem quizer dirija-se a raa de
Apollo n. 4, armazem de Ferreira Irmos.
Precisa-se de um boleeiro para carro par-
ticular : quem lhe Ihe convier aervir, dever
apresentar llanca de sua idoneidade, na ra dos
Quarteis n. 20.
Ama.
Na ra larga do Rosario n. 12, segundo andar,
precisa ae de urna ama para casa de familia, que
saiba coziobare engommar com perfeico.
freciaa-ae fallar com o Sr. Antonio Jos
Pereira Pires a negocio de seu ioteresse, na pra-
ca do Corpo Santo a.17.
Pretisa-ae alagar no bairro de Santo Antonio
ama pequea ssla ou quarto com a entrada inde-
pedente : na ra Nova 9. 47, loja.
Preefsa-se d refinadores de asiucar: oa
raa de Apollo n. 6.
Antonio Goncalves eichior, Portugus
vai ao Blo Grande do Sul.
Carlos Flcdler retira-sa para-os Estados U-
Bidos.
Aluga-se um armazem proprio para qual-
quer eatabelecimento, na rus do Norooha por de-
.trez do armazem do Sr. Borgea & Cerqueira, na
ra do Vigario: quem o pretender dirija- se a ra
de Apollo n. 9 que achara com quem tratar.
Joaquim de Oliveira Pinto vai a Portugal
tratar de seus negocios, ficaodo na gerencia de
aeu eatabelecimento seu mano e socio Domingos
de Oliveira Pinto.
Sociedade
\]maoBenelkccnie dos Co-
che iros em PeraambucQ.
Por ordem do Sr. preaideote sao convidados
todos os socios para ae reunirem n die 18 do
corrente mez para proceder a eleiclo para nova
administracio, como marca o art. 53 dos estatu-
tos, e outro aim, pede aos mesmos senhorss so-
cios que venham satisfszer o 2.* do art. 10 dos
mesmos estatutos at o dia 14 do mez aneante,
faz o presente annuacio pera o fia conveniente.
Secretaria da sociedade Unilo Beneficente dos
Gocheiros em Pernambuco 1." de maio ae 1862.
Antonio Ferreira Lima,
1.* secretario interino.
Jos Rodrigues Sordes, tendo de retirarse
para Europa, deixa por seus procuradores os Srs.
Martinho Lopee dos Reis, Jos Martina Pinheiro,
e Msnoel Coelho Pinheiro.
Eogomma-se roupa de homem e da eeoho-
ra com perfeico e promplido, peloa precos se-
guales : caiga a 160 rs., camisa a 80 ti., collete
a 100 rs., paletot branco a 400 rs., dito de cor a
3X0 rs. : na ra Augusta n. 33, ioja da esquina
com janellas do oito.
Ordem terceira de Si Fran-
cisco*
Em cumprimentoso officio dirigido nossa ve-
nercyel ordem ds confraria de S. Jos d'Agona,,
convidndonos a acompaobsr a proclsiao do seo
Patriircha, que tem logar na tarde do dia 11 do
corrente, rogo a todoa oa ooaaoa charissimos ir-
mos o sea comparecimento aa 2 horas da tarde
do referido dia paramentados de seus hsbitos em
a nossa igreja, para eoeorporados, cumprir com
este dever de gratido.
Secretaria 5 de maio de 1862.No impedimen-
to do secretario,
Thomaz Jos da Costa e S.
Alaga-se urna caaa na ra do Socego da
Boa-vist, com 4 qusrtos, quintal, coziohe, etc.,
por 23 meosal : a tratar na ra da Impetatnz
numero 49.
Precisa se de urna ama da bom le te, para
criar um recem-nascido : a tratar no aobrai
Oca ao norte da fabrica do gaz e a beiza dr
Perda.
No sabbado por occasiao de sahir do tbJ
perdeu-se urna pulceira larga de lago e lod
vrada aem esmalte algum, e na poota da pu
urnas boliohas do mesmo ouro, quem acb
nha a boodade de ir levar no eollegio impe
Avisos diTersos.
Grande laboratorio a va-
por delavagem de rou-
pa de Aguiar4 Ramos
Gompanhia.
Oa fregoezes devera remelter o'or 1 em dianle a
roupa suja para o primeiro andar por cima da
coeheira do Adolpho oa ra Nova, 0 ahi manda-
res procurar a lavada, que aera impreterivel-
anenle entregue no preso aaaigoalado nos recibos
Mez de Mara [$.
Vende se na livraria n. 6 c 8 da pra-
:a da Independencia o livro Mez Ma-
riano, conforme o uso do* misiionarios
capuebnfaos a l#s
Aluga-se
um boicom carroca : a tratar no Bazar Pernam-
bucano da ra "do Imperador n. 6.
Preciaa-se tomar 4:000j a premio aobre hy-
potbeca em um sobrado na ra do Hospicio o.
17 ; a tratar na ra da Imperatriz n. 80
Deseja-ae contratar um impressor lythogra-
pho : na ra de Aguaa-verdea n. 62.
Bom Contelho, que ser
cado.
generosamente
Ana de leite.
P recita -le com urgencia de urna ama
deleit,mult *adia e que tenha Jeite
em abundancia, nao havera' objeccao
em pagar at 3Jf por mez, se ella a es-
tes predicados aj untar o saber bem tra-
tar a enanca que tem 5 mezes : diri-
jam-se a ra Nova n. 3, para infor-
ma cao.
mik
Praciaa-se de urna ama para o servico de pe-
quen familia : na travesea dos Ferreiros o. 7.
Preciaa-ae de urna ama para amamentar
ma crianga de dous mezes preferindo se escra-
va qu tenha bem leite : quem pretender dirija-
se defronte ds estaba o das Cinco PonUs deposi-
to n. 140.
Criada.
Precisa sede urna criada quer braalleira quer
eitrangeira para o servico interno d urna casa
de pouca familia : a tratar na ra do Imperador
n. 17.
Antonio de Carvalho subdito portugus vai
ao Rio de Janeiro.
Jos Scbimberg nopodendo despedir-sede
seus amigos pelo mo estado de aua saude, ro-
ga-lbes o desculpem aceitando suas despedidas
por meio deste Diario.
Precisa-se de um menino.para caixairo de
taberna para a villa do Cabo, seodo Portuguez e
dos ltimos chegados: a tratar no pateo do
Terco n. 12.
Alnga-se a casa terrea da ra Imperial h.
97, com commodos para grande familia : a
tratar 0a ra do Baogel o. 7, taberna.
Avisa-se
aos devedores s massas dos fallidos Jos Fer-
nandos Agr e Antonio Jaciotho Pacheco, quei-
ram vlr saldar seus dbitos, na ra do Cabog
o. 2 ao abaixo assignado, poaauidor das dividas
pertencentes a massas dos mesmos fallidos, no
prazo de 15 dias a contar desta data, do contrario
pasaaro pela decepcao de verem seus nomes
por estenso oeste Diario.
Recife 6 de maio de 1862.
Manoel Moni tiro da Cvnha.
Aluga se o primeiro andar do sobrado da
ra da Senzala Velha n. 48: a tratar na loja do
mesmo.
Medico."
O Dr. Braveante m.udou-se da ra do
Imperador para a do Queimad n. 28,
aegundo andar, onde poda aer procura-
do para o exercicio de sua profisso.
Gasas para alugar.
Segando andar da casa n. 12 da ra do Encan-
tamento, loja n. 33 da roa do Vigario, com ar-
mjfo para taberna : a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 33.
Aluga-se por preco commodo o segundo an-
dar do sobrado da travessa da aladre de Dos n.
7, com commodos suficientes.: na mesma ra,
armazem n. 17.
MMk
Ama.
*
LOTERA
an-
da
HOJE SETE do corrente mez,
\ darao impreterivelmente as rodas
\ ultima parte da primeira e primeira da
\ segunda lotera a beneficio do Gymna-
sio Pernambucano, no consistorio da
igreja de Nossa Senhora do 1 {osario da
freguezta de Santo Antonio pelo excel-
lente plano apprvado psra as extrac-
coes. 4v lotera!. O prernid d 5:00^
I
Preciaa-se de urna ama para todo o servico de
urna cass de pouca familia : na praca do Corpo
Santo n. 17.
Pelo juizo municipal da se-
gunda vara
vae a praca hoje 7 do corrente por execuco de
Igoacio Barroso de Mello contra D. Vicencla Fer-
reira de Albuquerque Naacimento, urna eacrava
crioula de servico domestico, avaliada por 900$,
depois da audiencia do mesmo juiz.
Correio.
Pela administrado do correio se faz publico
que boje (7) pelas 3 horas da tarde em ponto fe-
cbar-se-ho as malas que deve conduzir o vapor
costeiro eJagnaribe com deatino aa provincias
da Parahiba, Rio Grande do Norte, Ceari e por-
tos intermedios.
Precias-sede 1,0000 a juros dsodo-se ama
casa de pedra e cal para hvpotheca da nteama
quaotla ; quem pretender dirija-se aos Remedies
a iratar com Ceelano Baptisla de Helio.
Perdeu -se da ra da Saudade at o meio da
ra Nova urna carta com iodereaso ao Sr. Dr. Ju-
lio Barbosa de Vascoocellos, juiz de direito do
Bonito : rogase a quem a tiver echado o favor
de entrega-la ao Sr. Francisco de Berros Falco
Cavalcanii de Albuquerque, ne ra da Saudade,
ou na praca da Uoio ao proprie tarlo desta jornal,
Perdeu-se no sabbado a noite 3 da maio is
7 horas t maia pouco mala ou menos, entra a
porta da casa o. 42 da ra da Cruz do Recife
alguna pasaos para adianto dentro do becco do
Porto das Canosa ama pulceira de aro guarne-
rtda pom carbnculos fraudas: gratiea-se bsm
a quem entregar e previne-se policia, aos Srs.
onrivea ou a qs'lqoar outr peesga a quem ella
drofferecld,
Ao commercio.
Santos Caminhs & Irmos, representados nesta
cidade pelo socio Alezaodre Ferreira Caminha,
tendo saliafeito pontualmente a primeira presta-
gao, conforme a concordata, que Ibes foi oulor-
gada pelos Srs. credores da extiocta firma Cami-
nha & Filbos, todos que comparecern) por si,
00 por seus agentes, e fallando oa Sra. Manoel de
Barros Brrelo, e P. J. Poulka, cojoa domicilios
ignora o abaixo assignado, requereram ao Illm.
Sr. Dr. juis da direito do commercio para que os
sdmittisse recolherera a deposito em pagamen-
to, na forma do art. 395 do reg. n. 737 aa partea
deases Srs., e effectusram hoje esse recolbimen-
to, sendo 1140996 do Sr. Brrelo, e 4:5920117 do
Sr. Foulk's; nao o tendo feito antes, porque lhes
nao foi possivel obterem despecho durante as fe
ras.
E porque os Srs. credores, adianto declarados,
ficassem de mandar receber os seus quinhes, o
que ainda nio flzeram, o abaixo assignado scien-
tifica-os de que em sua ausencia o Sr. Francisco
Antonio '.Gomas de Mallos, morador na mesma
casan. 24 da ra larga do Rosario, onde se flze-
ram oa pagamentos, Oca habilitado satiafezer-
lhes immediatamente aa importancias seguintes,
que esto de aecordo com o balanco existente nos
autos de fallencia, e corresponder primeirs
prestscao.
Os Srs :
Luiz Borges de Cerqueira.............. 121)857
Marcelino Jos Goncalves da Fonle___ 140686
Caetano Cyriaco da Costa Moreira...... 110J671
Flix Venancio de Cantalice........... 180068
Guimares & Kego.....'..l............. 130348
Manoel Bastos de Abrea Lima.......... 810600
Companhia Indemniaadora...-.......... 770853
Creem os snounciantes, que nao faltar mais
ningaem ; mas ae ainda houver quem sejalgue
com direito, elles peder que se aprsente ao
mesmo Sr. Mallos.
Recife 6 de maio de 1861.
. Alexandre Ferreira Caminha.
Attencdo.
Os senhores que teem le tiras aaccadas por Ma-
noel de Azevedo Pontes e aceitas por Jos Alves
Fernsndes, hoje fallido, sao prevenidas que as
devem mandar mostrar no escriptorio dos cura-
dores flseaes ra da Cadeia n. 57, para te orga-
nisar a liata dos eredores. Aos senhores que ti-
ver em a firma do fallido de qualquer forma em
eodossos de letras se faz igual pedido.
Amor a moralidade.
Obrigado pelos repetidos escndalos que um
empregedo publico, morador ne raa da Penha,
tem dedo e continua a dar, eaqueeendo-ae desta
aorte dos deveres que tem psra com a sociedade
para com a sus senhora aaecnte, que veoho
pedir-lhe em oome das familias que all moran,
qaa deixa-ae de namorar, porque destacone con-
trare urna-divida que nio pode pagar.
Desejs-se caber a fallar cata a peasoa que
contprou uaaae partes ala 1 naranja do casal
da Manoel Joaquim Pedro da Costs consistentes
em tarrea na ilba de S. Miguel, qaa tocaran a D.
Paulina Theodolioa da Oliveira Costs, casada com
o Dr. Manoel Duarte de Parias, psrs o que cok
tendtr-ae-ha na raa do Vigario. a. 21, seguado
andar. a> n.c
- Madeaae Sabaasaorc im ulho Jos Sehim-
berg, sabditos a primeira ingleza 0 o senado
bslft, relirsai-se psra for de provine!*.
Precisa-se de ama ama para coziohar, forra ou
escrava, para casa de homem solteiro : na ra
do Queimad o. 40.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 16 an-
uos de idade, que tenha alguma pratica de ta-
berna : a tratar na prt;a da Boa-vista n. 14.
Atten Gandido de [Albuquerque Ma
ranho, alfaiate.
Mudou seu eatabelecimento da ra estreila do
Rosario para a raa do Crespo d. 18, primeiro an-
dar, all est prompto para receber se.ua fregue-
zea a mais pesaoss que qaizerem servir-ae de seu
presumo abaixo declarado affiancando a todos
servi-loe cosa die e hora e suaa obras sao feitas
com muita alinelo a contento doa freguezea,
reaponsabiiisando-se por qualquer desastre que
appareca asa obras que ssiam deseo sstabeleci-
menlo ; no mesmo s trabalha-se por encom-
menda toda obra que quizerem mandar fazer da
mesma arte asaim como tambem (corla e con-
certa-aee rsediflea-ae toda a qualquer obra de
alfaiate.
Wanled-A aitualion aa housekeeper, in ao.
Eogliah family, by a lady who is well qualifiedi
Eoquire al no 8 ra do Trapiche, aegundo andar.
Furtarara da loja n. 13da ra do Livramen-
t urna caixa de rap de tartaruga, tendo na lam-
pa urna chapa de ouro com as iniciaes M. L. A.:
a quem for offerecida, apprehenda e leve loja
cima que so recompensar.
Aluga-ae o armazem do aobrado da ra do
Apollo n. 47 : quem o pretender entenda-ae com
Jos Antones Guimares,a chaves seachano de-
posito n. 48, na ra da Senzala.
A padaria do leo do norte, ra do Coto-
vello, prejbisa da um forneiro que saiba desem-
penbar em a sus profisso.
"iss-sede um criado : quem quizer di-
r-r -~-/ua do Queimad o. 28, primeiro,andar.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra do
Brum o. 34 junto a fundico do Sr. D. W. Bju-
man, bem proprio para qualquer eatabelecimen-
to de padaria ou fogos por ser no lugar marcado
pela camera muoitipal, o qual tem aahida para
o caes do Brum e j com a frente feita, as cha-
ves esto no sobrado para ver: quem pretender
entenda-se com Jos Antunea Guimares.
Antonio Cesario Mpreira
Dias, faz sciente ao respeita-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes,, que inu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n 32, e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer.parte, plvora,
chumbo e salitre e afianca a
boa qualidacte destas merca-
dorias p*or serem de primeira
quatidade.
O Sr. Jorge Ferreira Fernandes
Siqueira, de Caruaru', queira mandar
com a possivel brevidade solver duas
lettras de seu aceite, sacadas por Joao
Paulo de Sauza. sendo tima da quantia
de 2:000$ e outra de 3:53l|620 rs., as
quaes tendo sido endossadas pelo abaixo
assignado a pedido do dito sacador, fo-
ram nos vencimentos pagas pelo mesmo
abaixo assignado a' caixa filial, por falta
dos oulros responsaveis.
Joaquim L.Monteiro da Franca.
:*?*'*+,**#
Deseja-ae fallar a negocio com O Dr. #
Amertco Fernando Trigo de Loureiro, na a)
# ra do Crespo n. 17. aj)

Alugs se o sitio n. 1 do Arraial, em o qual
reside actualmente o Sr. Samuel Power Johoa-
Jon : a tratar na ra da Aurora n. 36.
Precisa se alugar urna preta es-
crava perita engommadeira para urna
casa estraogeira de pouca familia : a
tratar na ra da Cadeia n. 37. ,
'- O Sr. empregado publi-
co que recebeu differentes
quantiaspara pagamentos de
objectos de sua repartico e
nao os.pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existem em seu poder como
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se prova a existencia
deste negocio.
Ayres Jos Dioiz subdito portuguez relira-
es para fora da provincia.
Os curadorea fiacaes e depositsrio da masaa
fallida do commerciaule Jos Antonio Soarea de
Azevedo, aviaam aos credores da mencionada
masaa, que pelo Dr. juiz de direito do commercio
deala cidade, e em requerimento dos annuncien-
tes, foi msreado o praso de 30 dias, a cootar do
1," do correte, para a verificado e claaaificaco
de crditos da maasa citada, a qual tendo de ser
feita e apresentada em juizo pelos aonunciantes
at o dia 30 do corrente, faz-ae para isto mialer
que todoa os credores apreseniem aeus ttulos
oos escriptorios de qualquer dos aonunciantes,
ra do Amorim n. 44, e travessa da Madre de
Dos n. 18 al o dia 30 do corrente, e aqaellee
que aisim o nao fizerem, somente ficar o direi-
to da reclamaco no pracesso da verificaco e
claaaificaco peranle o oiesmo juiz. Recife 2 de
maio de 1862..Oa curadores fiacaes.
Silva Santosem liquidacao.
Concordo o depositario.
Fanclaco Alvea Uonleiro Jnior.
Attenco.

CHAPEOS
O ar lala Flix Resal acha-ae ealabak
praga da Independencia n.12, armelo p.ra to-
tiafazer ao publico em qualquer- ce acert, ver-
teaceDta a ma atte por mctMa preS0 do uta em,
outra qualqaer parte.
Claudio Dubeux, propriatario das lahaade m-
nibus faz sciente a quea convier qae dt hoje em
vante haveri mnibus para os diversos legares
que fleam em direceo de Apipmcos ladeo aa ziot-
tea que houver theatro lyrico, ashindo vas m-
nibus de Apipucos psrs o Recife as 6 1i9> borai
da larde, e ragreasaro dous dos ditos omnibas
para a mesma direceo logo que ao acabo -a re-
presentado, ebegando em alea Ponto de ehoa
e outro at Apipucos. psra asaim iram os Meno-
res passageiros maia a seu commodo. Adver-
te-sa que o preco das paaaagena de 1} po cada
pesao.a, e para qualquer lugar ainda mesmo para
a Boa-Vista, nao seodo adatiaaiveis ntatar con-
dcelo os bilbetea que muiloa senhores comprara
par entrada dos omnibas, nem fiad oa.
A O bacharel Joao Franciaco reixfra, S
a. CnnLiflun rnm n aoii airrlnlnrin r\a iHtn. ^
s
contioua com o jeeu escriptorio de advo-
gacia 4 ra do Queimedo n. 28 primeiro
andar, onde pode aer procurado das 9'
horas da manha, as tres da tarde.
I
iviso.
Ferreira & Irmao declara ao respeita-
vel corpo do commercio e a quem mais
iotareasar que lem comprado a armaclo
da loja da ra do Rosario n. 2 o Sr.
Guilberme Antonio de Siqueira, livro de
qualquer responsabilidade.
Recife 3 da maio de 1862.
No domingo 20 do correle, furlaram de casa
de Manoel Teixeira Basto, na Taasagem da Mag-
dalena, um relogio de ouro do ayatema moderno
de dar corda por cima aem auiilio de chave, foi
feriado juntamente com urna cadeia de ouro,
contendo urna chave j quebrada. O prejudica-
do nao ae recorda do oome do autor, e o numero
do relogio e'7851, e por iaao apenaa comsig-
naes, pode indicar aer de bella apparencia, des-
coberto, e com um vidro bem saliente em gros-
sura. A quem quer que o deacobrir ae agratifi-
ear generosamente.
Francisco Severiano Rabello & Filho fazem
sciente que mudaram o seu escriptorio do largo
da Assembla n. 12 para a ra da Cadeia n. 55,
primeiro andar.
-
aja Aluga-se um altio na estrada da Torre *J)
aa com excellente casa de vivenda, mutaa S)
9 arvores fructferas e banho no Capibari- aj
aj) be: a iratar na ra da Imperatriz o. 47, aj)
aja primeiro andar. aa

Troca-se por praochts de amarello um
santuario e maia algumas imageos chegadaa do
Porto ltimamente : na ruado Vigario o. 9, pri-
meiro andar.
^fiWSWMSWS MaMQMS MS3H3KK
S
Os Srs. Pedro Goncalves da Bo-
cha, do engenho Cumaru', e Silvestre
Dantas Lima, do eogenho Par, tem
cartas na ra das Cruzes n. 44, segundo
andar, das 6 as 10 da manha.
Aos Srs. consumidores de gaz.
Nos armazens do caes do Ramos na. 18 e 36
na ra do Trapiche Novo no Recife o. 8, ae ven-
de gaz liquido americano primeira qualidado a
recentemeote chegado a 149 a teta de 5 gales,
asaim como latas de 10 e de 5 garrafas o em
garrafas.
Os abaizo declarados, por so ignorar as suas
reaidencias, tenham a sondado diiigirem-se a
raa do Cabug o. 16, loja do calcado, a negocio.
Jos Beroardino Pereira de Brito.
Honorato Jos de Oliveira Figoeiredo.
Joaquim Soares Garoe-viva.
Jos Duarte de Oliveira Reg.
Jos Dias Moreira.
Antonio Bernardo Rodriguea Sello. -.
Manoel Norberto da Costa.
Joaquim Carneiro Leal.
AntoBio Gomea Crrela do Almeida.
Miguel Pereira Gereldea.
Dr. Jlo Pioheiro de Lemoa (medico).
Olimpio do Reg Mello.
No dia 12 do correte mez o anuo desapps-
receu do poder do abaizo assignado o pardo do
nome Franeiaco, de 17 aonos de idade, que tem
bonita figura, lodos os denles, cabellos carapi-
nhos e raivos, levsndo chapeo de fellro o patotol
tambem pardo, tendo sido esse pardo eseravodo
Sr. Dr. Antonio Borges da Fonales, de presu-
mir que ande por algum dos lugsrea por onde o
mesmo senhor tem viajado, como sejam, Igea-
raaa, Goianna, Parahiba, Campia Grande, Ala-
go Nova, Alagoa Grande, a Ourlcury, talvez son-
pretexto de estar ainda em servico dello, sendo
que segundo ltimamente fora visto em Ignaras-
s : quem spprebender o dito escravo, naja do
conduzi-lo seu legitimo dono Ignacio Luiz do
Brilp Taborda, na ra do Hospicio o. 6, que ge-
nerosamente recompensar por este trabalho.
Ignacio Luiz da Brito Taborda.
Arrenda-se um engenho perto da ests(io
de Gameleira, distsnte urna legos, muito bom do
sgua, e terreno todo de varzea para aafrejar dous
mil pea annual : a iratar na ra das Cruzes nu-
mero 41.
Escrava peca
Quem precisar de urna escrava aem vicios, mo-
ca, bonita figura, e com habilidades praciaaa, di-
rija-se s rus da Cruz n. 38 segundo sndsr, que
encontrar urna nestas circunstancias, para so
vender.
Aluga-se urna escrava boa cozinheire o
compradeira: na ra da Imperatriz n. 43, no ae-
gundo andar.
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Gaimarea svisa ao res-
peitavel publico, principalmente a todoa os sena
freguezes e amigos, que se madou da loja da'
aguia de ouro da ra da Cabug psra a ra do-
Crespo n. 7, para a bem eoohecida mtiga loja
de miudezaa que foi do fallecido Joo Ceg, boje
aera eoohecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeilavel publico a sos seus freguezes e amigos,.
que o queiram procurar no dito estabeleciment,
onde acharo um grande sortimento de miudezaa,
que afflanca servir bem e vender por menos des
ou vinte por ceolo, do que em outra qualquer
parte.
Oflertce-se uma peasoa com todas aa habi-
litsgoes neceisarias para administrar um enge-
nho : quem de seus servicoa qaizer aliliaar-ae,
snouncie a sua morada para ser procurado.
s
S
Grande armazem
do ferragens e miudezas
ruado Queimad n. 49.
Este estabelecimento que pertencia a
firma social de Machado & Souza,
boje propriedade exclusiva do antigo
socio Antonio Francisco de Souza Ma-
galhaes Jnior, o qual rog a todos os
devedores da extincta firma a virem ou
mandarem pagaros seus dbitos no pra-
zo de 30 dias da data do presente an-
nuncio, fin do o qual se proceder' a
cobranca judicial. No mesmo estabele-
cimento encontrar' o publico um va-
riado sortimento de todos os artigos que
fazem objecto da negocia cao e o pro-
prietario promette servir bem e por
menos do que em qualquer outra par*
te. Recife 5 de maio de 1862.
Preciss.se alagar um preto para o servico
externo: na ra da Roda o, S3. .
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos A C. aseara e tomara
saques para a praei da Liaboa.
Nesta typographia precisa-se. fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e diiem
morar nesta cidade do Recife.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Banco
Mercantil Portuenae neata cidade, saca
effeclivamente por todos os paquetes so-
bra o mesmo Banco paraato Porto a Lia-
boa, por qualquer somma avista e a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razo
de 4 por canto ao anoo aoa portadores
que sssim lhe convier : osa ras do Cres-
po n. 8 ou do Imperador n. SI.,
Joaquim da Silva Castro.
Gullherme, Carvalho & C. mudaram seu es
criptorioe agencia da companhia do Seguros Ma-
rtimos Seguridade do Rio de Janeiro para a ma
da Cruz n. 26.
mm&mm mm #* *& a
af} Antonio C. P. de Burgos Pooce de f|
i Len, legalmenle autorsado para soli- 1
V citar causas ante os suditorios desta ci- W
) dade, offerece o seu limitado e acaohs- $*j
do prestalo a todoa que quizerem lhe a
h confiar aa suas qweatdes judlcises. E ^
aJP reaide oa ra de Santo Amaro caaa r>. 9
aS| 26 freguezia de Santo Antonio, aonde po- aja
* de ser procurado das 7 as 9 huras da ]
tP manha e das 3 ss 5 ds tarde. 9
;* *-*.# O
Oa abaizo assignadoa fazem saber que no dia
30 do mez prximo paaaado fartaram do poder
do seu procurador em Gamella de Barra Grande,
Joao Evangelista Bello, com' maia alguna papeia
e dnzentos e tantos mil ris em dinheiro, ss se-
guintes lettras que bsviam entregado ao meamo
para cobrar: uma de 2:9150600 aceita a sua or-
dem por Jos Policio Buarque, eodoaaada por
Joo da Rocha V. Cavalcaoti e Dr. Joio da Rocha
Cavalcaoli e vencida em 12 do fevereiro prxi-
mo passado ; duas no valor de 2:1759170 aceils
por Lourengo Luis daa Neves, sendo uma de
999tyl00 rs. vencida em 26 de junho de 1861, e
outra de 1:1763070 rs. venclds em 26 de aaooto
do mesmo anno ; e qualro no valor de 3 978138!
rs. aceitas por Manoel Jos de Oliveira, sendo
ums de 1:0489134 rs. venclds em 29 de jsoeiro
de 1861, outra do 1:053*297 rs. vancda em 15 de
fevereiro, outra de 1.073*951 rs. vencida em 15
de abril, e outra de 803| vencida em 11 de agoa-
to do correte anoo ; pelo quepravioem o abai-
xo asaignados que nioguean fac.a negocio algum
com taea lettras pois Ibes pertencem para o que
J preveoiram todos os aceitantes e mala gsraa-
(ei das eitpa [eltras. Recite6 de msio de 1862.
Campos & Lima.
compras.
Comptam se moedss de ouro de 20$ : na
ra da Cadeia do Recife o. 34, toja.
Na ra do Trapiche n. 17, cotn-
pram se soberanos a 9 cada um.
Compra-ae papel de disrios para ambra-
Ihos a 120 rs. a libra : na ra da Senzala Velha
n. 38.
Compra-s
na praca da Independencia n. 6 e 8 o-
Liberal Pernambucano de 18 de outu-
bro de 1857.
Diarios.
Compram-se folhaa de Diarios qae sejam
novoa, em pequeas e grandes porches i 4* a
arroba i na fabrica de cigarros da ra larga do-
Rosario n. 21.
Vendas.
Vende-se por metade do sea valor um lin-
do candelabro de 5 lanternaa, eontendo muitaa
pecas pratesdss e quasi aovo : na raa da Gloria
n. 17, das 3 horas da tarda por diaate.
Vende-se um piano de Jacaranda em mallo
bom estsdo ou troca-se por uma mooilit aova
ou que tenha pouco uso : na praca da Indepen-
dencia loja o. 13 e 15, aa dir com quem devo
tratar.
Ve oda-se ums escrava crioula, idade 31
annos, pouco mais ou menos, muito fiel, <[uttan-
deire, engomma o- lava perfeitamente ; ifoem a
pretender, dirija-ae a eatrada de Joo Pernaodeo
Vieira, aitio n. 2.
Vende-ae orna armaclo do nmarello teda
forrada, eoveroiatda e anvidraoada, proprie pera
qualqaer eatabelecimento por estar qaa aova ;
na ra do Queimad n. 17, loja.
No engeohe Megad|de aaie, com Mito pa-
ra embarcar, vendo-eo 3 mil catada* do el do
furo aovo; -
Moedas de ouro de 16,? e 2G&
Veode-ae no eacriptorio da liaaool agaaeso do
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo o. 19.
Veodem-se dous paves:
nesta typographia.

*

- i 'aja
ilasilii asi a niii
^.


+**.\

/
munn iimiiiiiiMI

36 Rut Nova 36
Acaba de crssffsxuaii completo sor i nenie da
obra (liada, mn orno correos, correte
carta para relegiea, brincos a baleo, itait pira
punhoa, aderecos e meioa aderecos, olma aa mala
modernas que aa podaos eoccntrar e h proco ad-
mira o quanto e barato.
Vndese
Salitre do Londres, omelhor que t-ni rindo a
eate mercado, por preco commodo : na ra da
Cidoia do Recite armazem numero a. 62.
Vinho colares
Veode-is na ra da Gadeia do Becife o 25
uBee deposito 19000 reis a garrafa du 11*000
a duiia. /
Sapatos de bor-
racha.
A. 1. 1*500 o 38 o par, agulhaa Victoria a 120
ra. o papel, lamparinas ecooomicaa i 100 ra. a
calza, carteiraa para eeerever a l*f 169, caixae
para costara a 8f e 16$, grixa fraacexa econ-
mica a 640 o pote, facaa amerioanan para mesa a
6* e 7* a duzia, meiaapara aenhora, liomem, me-
ninas ele. por todo o proco, braceletes de cabello
coso pedra roza e amarella a 5$ cala um : a
ha na rus do Qaeimado loja Espranos a. 33 A,
Guimaris & Rocha.
Na ra Nora n. 44, terceiro andar, vnde-
se um mulato de 25 annoa, exceden e carreiro e
pedreiro, asiim como urna mulata e im a meima
idado, bonita figura, engomma soffrirelmente, e
cozlnha o diario de urna casa.
Ruado
ajan
los
1
Nesla loja rendem-se por procos maito baratos
SS faiendaa leguiolee para acabar :
Veituaroa de brica pira meninoi
Sadaa de quadriohbs miudos
Pegas de entresea bordado
Ditas da baba dea largos
Tapetea pala sof.'
Gamiaai para homem a 11600, 2$ e
Laiinhia finas
Cbally de seda j
Caais de cores (corado)
Organdys multo Uno, vara
Cambraia de salpicos, vara
Collariohos de lioho
Pellos de lioho
Dito de algodao brancos e de coros
&imisetas de cimbris bordadas
ollinbas de manguitos
Chitas Isrgas rflxaa cbm mofo, e risesdo
frsncez
Algodao trancado com 9 palmos do lar-
gura, vara
Merio de cores de duas larguras
Tarlataoa branca o de cor
Pannos de caaemira para mesa
Chapeos de seda para sen hora
Caaerequesde cambraia
Ditos de fil de linbo
Roapes de seda
Polar de seds (corado)
Chapeos de sol de seda ihglezes
Cortes de cambraia de seda
Ditoi de barege
E outras muitai comas qae
menos desea valor.
2J000
500
1|200
2500
5*000
2*500
400
640
200
640
640
500
700
320
2*000
2*000
1-
Teode-ie chita francez* de cor
ra. o covado ; aa ros do Quetmad
na ajua rolla para a CoO0raa#>.
tras com peobor.
Vende-se cal branca de Jaguaribe da su-
perior qualidada, m barrica,. ptoatfasfpsra en-
genho e por commodo prego r do trpiche do
Hamos n. 10.
No patcp do Caroso o. 1 reude-ae duaa ne-
griohaade 12 a 13 aanos.
Vende-se a parte do am sobrado de dous
andares o'uma daa princlpaes cuas, a Boa-vista,
ceja psrle randa actualmente 400 aonuses: a
tratar na rus da Imperatrix n. 58.
200
1*000
640
7SO0O
1
15*000
se
9*000
5*000
12*000
vendam por
1
FMtU 7 BE MA1Q Dg m%>
Oh W ttchindis, | "rMSmtiP>"
aaaaaW ineslmaval atnarifim mmiIa inuir
4 excedente tinta preta
commercial.
EContinua-se atender: aa ra do Qaeimado,
casa de cabolleireiro.
Novo sorlimento de fa-
zendas baralissimas,
_______LLWO.
inesiimavel especinco, cmaoste iateira
. mente a* hervas medicinaec, nao eoatem mercu-
rio nem slgnmt outra subsUncia delecterii. fiei
nigno maisienra infancia, e a oompleigao mas-
delicada, iguaknente prompV e seguro per;
desarieigar o mal na compleic,o raais robustas
ejenteiramente innocente em suas openjoese ef-
feitos; pois busca e renov i doencas de qual-
quar especie e grio por mais amigas e teuases
qaessjatn.
Entre milhires de pessoai cundas com este
remedio, mullas que j estavam as porUi da
norte, preservando em seu uso conseguirn
recobrar a saude e (oreas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilictas nao devem entregar-ie a des-
esperecao; facam um competente ensaio das
efficares effeitos desla assombrosa medicina, o
prestes recuperarn o beneficio da saude.
Nao sa perca lempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguirnos enfermedades:
Ha
Aviso.

a
\
e conservas.


chegadas pelo ultimo Vapor
francez. -
Una Nova. ^3.
Vinhos de ijprdeaux em caixas de 12
garrafas.
12*000
24*000

Caixinhas e cabazes para
as menina ~ trazeffcm
nobra^o.
Muito lindas caiiiohasecabazes para meninas
de 100 ris al 2*500: ns*Rja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Os melhores enfeites pretos e de cores que ap-
parece a 5*500. 6* e 6J500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado o. 75. *
vi-
Marca SI. Julien
c Chateau HantBrion
Gruau la Rose 40*000
Conservas alimenliciaa da caa de Rodel & Fila
frret formidoret da auguala casa imperial do
Vende-ae lelte puro a garrafa a 320 rs., das 7
horai am ponto da manhia, na taberna que quer
voltar para a caajboa do Carmo n. 44.
Vendem-ae uos ptaachoes de oiticica esi-
cupira : a tratar na caa da ra da Imperatriz
namero 90.
Vande-ie am eoginho moente e correte,' Brasil.
na /rejuerfade Ipo]uca. de vaneas para safrejar Galantioe de rolaille 5*. languefoure 5*.
maieTie 8.000 paea tpdos os annoi, em grande escalla de lijlo e cal, com embarque Aloueltea Rotiea 2g, andouillettea 2*.
na aorta, e distante de ama das estacos do ca- Grivea Roties 28500, pigeoos crspoudiae 2*.
miao de ferro, o maia legoa e mei.i, assim co- i Pieds de porc 2*. ditos de moatou 2*.
mo se vender a safra do mesmo eDgeobo ae '
courier ao comprador : para tratar nesta praca,
qae est autoriado pelo proprietario, com o Illm.
Sr. Justino Pereira de Faria, na na daa Cruzes.
Vende-ie um garrote crioulo, de 8 a 9 ar-
roba!, proprio para ser admitlido a : errgo ; is-
slm aem urna or Una prenhe, igualmente do
paito : no litio de Franciico Ferreira da Mello,
no Salgadinho, ou na roa do Nogueii a n. 6.
Ul
Celeri, poiotes daa pergea aaalaifii auju 2*.
Fondi d'artichauti a la Barigoule 2f.
Caroltes aujus 1*. aa nsturel 800 rs.
Cbampigocos 1*, naveta acorada 1*.
Oseille fine lje 2*. Bouillon groa lf.
Pelita pois a 800 e ItJ, Beurre fraii 2*.
Julieoe a 500, 800. 1*500 e 2*500.
Fruita aa jui em frascos grandea 28.
Ameizaa teccasem lataa de um kilograma 2*.
DE
FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernardwo Jos da Silva Maia.
43 Ra do Queimado 43
Esquina que Wta para a Congregacao.
Neite moderno eitabelecimeato se en-
centrar um completo e variado sorli-
mento de fazeodas e roupaa feitas por
prados mai razoareis. O desengao da
riela rer:
Paletn de caaemira taceos o lobrecasa-
coa a 10*.
Ditos de meia caaemira dito dito a 5*.
Ditos de brim pardo de Unho muito fi-
nas a 5*.
Ditos de alpscs preta fina de a 6*.
Ditos aobrecasacoi de panno muito fi-
no 82*.
Ditoa de fusilo de cor miudinlio a 3g .
Calcas de caaemira de cor a 5*, 6*. 7*
e 8*000.
Ditas de dita preta a 7*. 8* e 10*.
Ditaa de meia casemira a 3*, !l*500 e 4*.
Ditas de fuiio e ganga de cor a 2*, 2*100
e 2*500.
Ditaa de brim pardo de lioho a 2*, 38,
4#e5*.
Ditaa de dito branco a 2*, 3* ) 4*.
Colletei de casemira preta e ile cor a 48
e 5*000.
Cambraias organdya padroes muito be-
nitos a 600 rs. a vara.
Ditas moderna duqueza de rleans a
560 rs.
Chitas largas escuras final o covado a
240 e 260 rs.
Ditaa muito finas verdadeira francezas a
300 e 320 ra.
Cambraia branca finas a pega 3*. 4* e 5|
Ditas de salpicos com 9 varas pega a 4*.
Chales de la escocezes para as senhoras
andarem em casa a 3*.
Llazinhaa para vest ios o covado a 520.
Cambraia preta maito fina a vara a 500
ris.
Chitas fusto para vestidos o covado o
340 ri.
Saias balo arrendada a 5*.
Lencea de bramante de linho fino a 3*.
Ditos de dito de algodao a 18280 rs.
E oulrai muitas qualidadei que s a
vista do freguez. Tambem manda fazer
roupas por medidas.
De ludo se do amostras com penhor.
ARMAZEM
ROUPAF
Joaqoim F. dos Santos.
40Rsa di Queimado40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.*
Neste eatabelecimento ia aempre am sorlimento completo de roupa falta de
todis as qualidtdaa a tambem se manda executar por medida Tontada doi freaue-
ses para o que tam am dos malborea profeesorea.
Casacas ae panno preto a ij,
5f e 30*000
Sobrecaiacosde dito dito i 35 a 30*000
Paletots de panno preto e de co-
res a 35*. 30*. 25*. 10*. 18* a 20*000
Ditoa de caaemira da corea a 2,
15|, 123.7* e 9*000
Ditos de alpaca preta golla de
- reliado frascezu a 10*000
Ditos de marin setim pretos e
de coras a 9f e 8*000
Ditos de alpaca de cores a 5* s 3*500
Ditoi de alpaca preta a 9*. 7*. 5*e 8|500
Ditos de brim de corea > 5f,
4*500,4* e t 3*500
Ditos de bramante da linho b an-
co al, Sle 4*000
Ditos de merino de cordSo preto
a 15* a 8*000
Calcaa de casemira preta e di r,o-
^ rea a 12. 10, 9|, 7 e 6000
Ditu de prineaza e merino' de
'nu*****0 Preto a 5, 65O0 *500
r- .Drim "neo ede cores i
J ,5. 4500 a 2S500
^CMegangade coreaa #000
CoUeta de reliado preto o de c -
rea hsosa bordados a 12.) e 8*000
Ditoa da caaemira arela a da co-
resHaes a bordados a 6i,
BM
Ditoi de aetim preto 5*000
Ditoa de seda e aetim-branco a 6 a 5*000
Ditos de gorguro de seda pretos
Ditossm.bnm e fusto branco a
SjMO, 2*500 e 3*000
Siroulaa de brim delinho a 2 a 2*200
Ditas da algodio a 1*600 a 1*280
Camina de pello de fusto brinco
e de corea a 2*400 o 2*200
Ditaa de peito delinho a 5, 4 e 8*000
Ditas de msdapolo brancas e de
cores a 3, 2*500, 2 o lf600
Chapeoa pretos de maasa francazi
forma da ultima moda a 10*.
8S500e 7*000
Ditos de feltro a 6, 5, 4 e 2*000
Ditos de sol de seda inglesas a
francezea a 14|, 12, llf e 7*000
Colarinhos de linho maito fines
novo* faitioa da ultima moda a *800
Ditos de algodao *500
Relogioe de oaro patente a hori-
zontal a 100f, 90, 80| o 70f000
Ditos de pnla galvaniaados pa-
tente a horizonlaea 40* a 3O|00o
Obna de otro, aderemos a meioa
adereces, pulceirai, roialai e
sneis s
Toalbas de linho duzia lOf, 6 o
Ditas granies para mesa ama 3e
Loja do Pavao ra da Impera-
triz uumero 60.
DE
G\M\ k SII.V\.
Vendem-ie aa teguintes fazeodas por presos
baralisaimoa afim de apurar dinheiro : capas
suissaa a imilacio da sedas de quadrinhoi sen-
do de todaa aa corea e cores muite Bxas a 200
rs. o covado, brilhanlinas de qaadrinhoa maito
encorpadas para veatidos de aenhora e roupas
para meoinoa aendo muito mais larga que chita
a 200 ri. o covado, gorguro de linho fazends
muito nova para vestidos a 180 rs. o covado,
mnsselina branca com 4 1[2 palmos de largura a
200 rs. o corado, grande e variado sorlimento
de cassas pata vestidos sendo os padrea moder-
nsimos e as cacea Izas a 280, 300 e. 820 rs. o
covado, chitas francezas de cOres flxss escurai e
alegre a 240, 260, 280. 300 e 3J0 rs. o corado,
chitas ioglezaa a 140,160 200 ti. o covado,
cortes de cassa tendo 7 \\2 vara cada um a
2*400 rs., cortes de organdyi com barris tendo
12 varas cada corte a 5, cortes de bareges com
22 co vados a 5*. ditoi com as saias feitai a 5,
lazinhai de cores a 280 n. o covado, de toda
ellas fazendaa do-ie ii amostras deizando o
penhor na loja e armazem do Paro, da Gama A
Silra, na ra da Imperatriz o. 60.
M&dapolo do Pavao.
Vendem-ae fioiiiimai peca da madapolo com
24 jardea a 4*500. 4*800. 5*. 58500 e 6*. ditaa
fraocezaa entestadas com 14 jardas a 3: aa ra
da Imperatriz o. 60, loja do Paro de Gima &
Silra.
Lasa320 rs.
Vendem-ie moderoiisimai lazinhai com pal-
mea a 320 rs. o covado: aa ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
O Pavo vende a A$.
Pegas de cambraias de corinhos braaooa e de
todaa as cores tendo 8 lat varas a 4; aa ca da
imperatriz n. 60, loja do Pavo.
O Pavo vende
cortes de cambraia maito fina com dous abadoi
0 duai saias sendo delicadamente bordados a
4, ditos sendo todoi adamascados a 4. corles
de phantaaia fazeoda finisiima a 65, ditos a 4*500
e 5 : na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavo de Gama <& Silva.
Panno preto.
Vende-ae panno prete muito enoerpado a
18600, 1*800 e 2*. e dito cor de caf: a ra da
Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
Chales do Pavo.
Vendem-ae chalea de merino estampados mui-
to grandea a 3*. ditos de cassa adamascada a 800
ra.: na ra da Imperatriz n. 60, loja o armazem
do Pavo de Gama & Silva.
Paletots e calcas.
Vendem-ae paletota de panno prete fino a 6*.
calcaa de caaemira preU a 4*500. paleta te faney
de corea a 6, calcaa de dito a 3*500 : na ra da
Imperatriz n. O, loja do Parlo.
As seroulas do Pavo.
Vendem-se seroulas de linho francezas a 2* o
par ou a 24* a duzia : na ra da Imperatriz n.
60, loja da Gama & Silva.
Febreto da especie. '
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmices.
Irregularidades de
menstruacao.
Lombrigas de toda es*
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis,
Abstruecao do ventre.
Phlysica ou consump-
ro pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumalismo.
Sy m p tomas Secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Franjas pretas com
drilho e sem elle.
Ricos aortimentos de franjas pretas e de cores
com vidrilhoe sem elle : na loja da Victoria, na
rea do Queimado n. 75.
inhasde peso verda-
^- deiras.
081
cao de candieiros
agaz......
O proprietario da nova expoaico avias a todos
os consumidores da gaz hydrogenio que tem re-
ceido novamente ama qualidade de gas luper-
na, sssim como tambem de todas qualidades
eommuoa que se venden neste merwdo, girao-
undo o mesmo proprietario a quslidade que
rende nssta de fatsiflcsces. Tambem aviaa que
tem receido grandea remeaaas de candieiros que
rende em porco e a retalho pelo preco da fac-
lura, cuia vantagem pode ser coahecida pelos
prelendentes. tendo aempre neste estabeleci-
menlo todoa os etencilios pertencentes ao con-
sumo de candieiios a gaz : na ra Nora n. 30 e
24 loja do Carneiro Vianna.
. .
CHALES.
Grande pechincha na loja do
Pavo
Vendem-se os mais ricos chales com pona re-
donda e borlotes tendo as barras a imita cao de
peluda e assetioadaimitando as espiohas mais
| modernas pelo bsratiasimo preco de 4*500, ditos
de 4 ponas a 4*500, ditos a Garibaldioa sendo
muito grandea a 5*: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo de Gama i. Silva.
Manteletes de fil.
Vendem-ae os mais moderos manteletes de
fil preto com modelo de capas ebegadoa pelo
ultimo vapor: na raa da Imperatriz o. 60. loja
do Paro de Gama & Silva.
Espartilhos inglezes a 3^500.
Vendem-ae espartilhos inglezea que taro 01 me-
lhores, pelo diminuto prego de 3*600 cada um :
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo, de Ga-
ma & Silva.
Saias bordadas a 2#500.
Veodem-ie aaiai bordadaa muito bonitas a
2*500 cada urna: na ra da Imperatriz n. 60
loja do Pjro.de Gama & Silva.
Bales do Pavao.
Vendem-ae bales de bramante francez com
arcos,sendo aa melhores armagoes, pelo diminu-
to prego de 3* a 3J500: na ra da Imperatriz n.
60, loja Jo Pavao, de Gama Silva.
Saias com arcos de lioho.
Vendem-ie aa acreditada! saias com arcos de
linho que fazem aa vezea de balo a 3J200 e a 4}j
cada um, catas saias s ha na loja do Pavo, raa
da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gima &
Silva; **
Brilhantina americana.
Veudi-ie brilhantina americana com liodissi-
mas corea, sendo fazenda inteiramenlo nova e
moderna de 4 e meio palmos de largura a 400 rs
0 corado: na ra da Imperatriz n. 60, loja e ar-
mazem de Gama & Silva.
Para meninos a 4#500
Vendem-se vealidinhos de seda para' meninas
muito bem enfeitadoi, pelo diminuto preco d
48500 cada um : na ra da Imperatriz n. 60. loia
do Pavo, de Gama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Camizinnai com gollinhai e manguitoi de cam-
braia bordados, fazenda muito modernisima a
5*000.
Ditss de fuitlo.com salpicos de cor a 3*000.
Goltiahas bordadas com botozinhoi 1*000
Ditaa ditaa de goatos a 640 e 800 rs.
Ditss com manguitos de cambraia
18600.
Manguitos de cambraia fina bordadoi a
- Gollinhas bordadaa a 240 ri.
Romeiras de cambraia enfeitadas
38000.
Camizinhn pira seohorai bemfenfeitadas a 3,
LeBcinhos de linho com labyrintho para mao
a 2*500.
Ditos a imitaco do labyrintho a 1 e a 1*280.
Lavo de torcal enfeitadas de vidrtlho a 500 e
e 640 n.
Enfeltaa pretos com vidrilhoe a 8*000.
Ricos eufeites a turca e Garibaldi a 5|500.
Ditoa multo bonitos a 2*500 e a 3*500.
De ludo dao-se as amostras fleando penhor: na
loja do Pavlo, ra da Imperiliiz n. 60, de Gama
silra.
ceidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas ( mal de),
Asuma.
Clicas. t ir l
Con valsees.
DebiJade ou extemia-
-eao. <
Debilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Oor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfarmidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Eachaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabeleeimen
geral de Londres n. 224, Strand, ana loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sal, Havena e Hespanha.
Vendem-se as boceiinbas a 800 rs., cada
urna dallas contem urna instruccao am porlu-
guee para explicar o modo da se usar dess pi-
llas.
0 deposito, giaal em casa do Sr. Soum
paarmioeutico, na ra da Cruz o. 22 em Per-
nambueo.
Papel de todas as qualidades.
Veede-ie a 4*400, ditoa pautados a 3*600, dito
almaco pautado a 4/e 4*200, dito rev a 48600,
em caixinhas de diverisi cores a 640 o 1*, dito
branco patudo a 800 rs,. anveiopes de cor a 640,
dito brinco a 900 ra. : na loja, do beija-flor, ra
do Qaeimado n. 63.
Ricos cintos dourados:
Vende-ae a 2 e 2*500, ditos de fila a 1*600,
fitas para debranhoa de cellele a 280 a peca, tira
bordadas a 1 e 1*200 ;
do Qaeimado n. 63.
Vendem-se lesearas finas para costura a
1, d-ita para anba a 640 e 800 ra., ditas finas a
900 rs. a duzia, peo tea de traressa para menina a|
640: na loja do beija-flor, ra do Queimado na-
mero 3.
Sintos para enhetra.
Vendem-se o riquissimoi sintos com borla ca-
bida o lado, maito chique, sendo o ultimo goato
de Paras, pois parece-me que nao haver aenho-
rss que deixe de comprar : isto a no gallo vi-
Llamas finas de
grandea a 240 ris :
do Queimado n. 75.
peso verdadeiras.. meadas
na loja da Victoria, na ra
VOVA
Phosphoros'de seguranza
Phosphoroi de legunnca, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Baleiaa muito grandes e boas a 160 rii urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado o. 75.
Linha de croxel para la-
byritho.
Aa melhores lionas de croxel para labyrintho,
novelloi monstros 320 ris um : na lo|a da Vic-
toria, na ra do Qaeimado o. 75.
Ricos espelhos dej
moldura dourada para
salas.
Chegou para a loja da Victoria urna peqaena
porco de ricos espelhoi de varios tamaobos para
ornamentos de salas, affiancaodo-ie serem ot
melhore em vidroi que tem viudo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordan
Lia maito boa de todaa ai cores para bordar, a
7 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado o. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados par senhoras a 2*200,
ditoa de pona cahida a 4*. ditoi de fita a 1*600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linhas do gaz.
Caixinhai com 50 no vellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditaa com 30 oo-
vellos a 700 ris, ditas com 10 norellos grandea
a 700 ris, brancas e pretal: na loja da Victoria,
na ra do Qaeimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
iia-fler ru' C8ndi,ir09 de 6 q tena vindo ao mercado, por
er> pregos commodos : na loja da Victoria, na raa
do Qaeimado o. 75.
Acaba de^ *
o
O proprietario da ora expolelo ariss ao pu-
blico que seus eslabelecimentos se acham todoa
o diai abertoi at as 9 horas da noite Ilumina-
dos com o mesmo gaz hydrogenio conteodo nos
mesmoa eslabelecimentos urna riquissima galeria
de quadros que muito intreter a curioaidade das
familias que quizerem visitar estei eslabeleci-
mentos, assim como um numeroso sorlimento
de objectarias que por gosto ae podem comprar,
garantindo aos concurrentes a franqueza do in-
gresso em seus eatabelecimentoa : na cua Nova
n. 20 e 24, loja de Carneiro Vianna.
guante, rea
Veodem-s
franja como i
2*508. 3* e
numero 7.
Crespo e. 7.
leites de cabeca.
ro% riqulaelmos enfeites, tanto com
im ella, por baratiaaimo preco de
a no vigilante, ra do Crespo
bordados s
W00.
para lato a
Linha de peso.
Vendem-ae aa verdadeiras linhas de peso, o
mais fino que se pode encontrar a 2J500 o mas-
ainho de 30 miadioba, aaaim como do outras
qualidades : so no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Vendem-se manlinhas de coral a 28,2*400,
e floi de coral a 720, maaainhos de contas miu-
diohas de diversas corea a 140, caixinhas de ai-
neles a 200 rs. e 240: na loja do beija-flor, raa
do Queimado o. 63.
Vendem-ae luvaa de pellica de Jouvio bran-
cas para tenhora e homem, chegadaa no ultimo
vapor: na loja do beija-flor, ra do Qaeimado
a u mero 63.
Vende-se cascarrilha de seds de todas as
corea a 2f e 2f400 a peca, linha de Pedro V
rs. o carlo, grvalas de seda ealreitinha a
na loja do beija-flor, ra do Qaeimado n. 63
Vendem-se ricos enfeites a 5 e 5*500, di
tos de vidrilho a 1*600, derecoa pretos a 2*500,
rosetas pretas a 160 rs. o par, gollinhas pretal a
800 rs. e lf : loja do beija-flor, raa do Queima-
do o. 63.
Veodem-se carteiraa propriaa para.guardar
dioheiro de ouro e prata a 1 e 1*200, esporss
fioaa de ac a 1J, baadeijaa de lindos deienboa a
1*500, linturlo de borracha a 200 ra. e 240, ben-
galas de caona a 2* e 2*500, chicotes finos 2*
e 2*500, de slalo, ditos sem ser de estalo a
640, touca de la para meninos a i, sapatfohos
de-ja a 800 rs., ditos de merm a 1|500: na
loja do beija-flor, raa do Qaeimado n. 63.
Vendem-se peales de tartaruga virados a 8
e a 9*, carretel de linha de 200 jardaa a 940 a
duzia,.clcheles de diversas qualidades a 40, 60
o 80 rs., ditos bordados a 100 rs., masaos de
grampasa 40 a 80 rs ditos em caixinhai a 120
rs. : na lojido beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se babados do Porto a 120, 140 e
200 n. a vara, pecsa de bico com 10 varas a 1 e
e 1*00, ditos adamsacados a 18200. 1*400 e
1*500, reodas de diversas qualidades a 600, 800,
lf e 1*200 : na loja do beija-flor, ra do Quei-
mado o. 63.
Vendem-se toucadorea de Jacaranda a 2fz00,
ditoa brancos a 2*, caixinhas com espelhos para
naralbas a 2* e 2S400, colherea de metal princi-
pe para sopa a 4*600, ditaa para chi a 2*t00. con-
cha para assacar a 640,- oculos finos a 400 rs.;
na laja do beija-flor, ra do Queimado a. 63.
Veodem-se eaniretea finos a 800 rs., caba-
les para meninas de escola a 3, 4 e 5, carteiras
com gulhas francezaa a 240, caixaa de peonas
de a^o a 500 rs., meias para senhora croas a 240
o par ; na loja do beija-flor da ruado Queimado
numero 83.
Nove Hez Narianno.
O edietor do novo mes mariaaoo coja ex traga o
tem sido extraordinaria, por ser ntidamente im-
presso, ornado com ricas eitampai e maitai vi-
nhetaa, qoerendo que elle chegue a todoa tem
resolrido neaixar o seu sntigo e fixo preco pela
maneiraaeguinte : os que cuslaram 2* paissm
para 1|500, os 2f 500 para 1*800. a o de 3 pora
2* aproveilem a occasio pola lio mui poucoi
oa qae restam : na raa do Imperador n. 15, das
9 horas da raaoha ai 3 112 da tarda- '.
Sapatos de borracha para
senhora a 1$5G0 o par.
Ealamoa no mez Aisriaono.e por isso. de ne-
cessidade que ai senhoras qae bem se sppticam
a essa boa devocao se previnam de um par de
sspatoa de borracha para aasim tiren oa pa m*
f;uardadoi da humidada e em alinelo a lo
ato e louvartl flm eato te vendebdo a 1*500 o
.yr-:,JJ* d0 Ouniido, loi|, n'iiula branca
chegar
ao noy armazem
DS
BASTOS i REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e variado sorlimento de 8
roupas feitaa, calcados a fazendaa e todoa %
estes sa vendem por procos maito modi-
flesdos como de seu costume.sssim como 8
sejam sobracasacoa de superiores pannos
a casacoa feilos pelos ltimos figurinos a 8
26*.28*. 30* a a35, paletota doa meimoa *
pannoa preto a 16f, 18f, 20 e a 24*, 8
ditoa da caaemira de tr meiclado e de X
noroi padrea a 14*. 16, 18, 20* e 24,
ditoa lceos das mesmaa casemiras de co-
a 20 res a 9*. 10*. 12* a 14*, ditoa pretos pe- i
, ] | a lo diminuto prego de 8*. 10*. e 12f, ditoa '
1E de sarja de seda a sobracasacados a 12*,
** ditos de merino de cordo a 12, ditos
de merino chines de apurado goato a 15*.
ditoa da alpaca preta a 7*, 8, 9 a a 10*,
ditoa saceos pretos a 4$, ditoa da palna da
aeda fazenda muito superior a 4*500, di-
tos da brim pardo a de fuato a 3*500, 4*
e a 4*500, ditos de fusto branco a 4,
grande quantidade de calcaa d e casemira
preta e de core a 7, 8*. 9* e a 10, ditas
pardas a 3* a a 4*, ditaa da brim de corea
finaaa2f500, 3*. 3*500 a a 4f,dilaide
i brim brancos finas a 4500, 5f, 5*500 a a
6*, ditas da brim lona a 5 a a 6f, colletei
de gorguro preto ede corea a 5f e a 61,
ditoa de caaemira de cor e pretos a 4f500
a a 5, ditos de fusto branco a de brim
a 3 a a 3*500, ditos de brim lona a 4f
ditos de merino para luto a 4 e a 4500*
calcas de marin pira luto a 4f500 ea5f!
capas de borracha a 9. Para meninos
de todos os lamanhoa : calcas de caaemira
?**. S2r *5<- 6* 7* ditas ditas
de brim a 2f, 3 e a 3*500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6f o a 7, ditos
da sor a 6 a a 7f, ditoa de alpaca a|8,
aobracaaacoa de panno preto a 12* o a
14, ditoa da alpaca preta a 5, boneti
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos oa lmannos
meios ricos vestidos de cambraia feitoa
para meninaa de 5 a 8 annoa com cinco
babados lisos a 8* e a 12f, ditoa de gorgu-
ro da cor a de la a 5 o a 6, ditos de
brim a 3*. ditos de cambraia ricamente
bordados para baptiaados.e maltas outras
fazendaa a roupaa feitaa qae deixsm de
ser mencionadas pela aua grande quanti-
dade; assim como reeebe-se toda a qual-
quer encommenda de roupas para ae
mandar manufacturar e que para aata flm
tamos um completo sorlimento defazen- !
i ,,l 8"nda offleina de al- !
raate dirigida por am hbil mestre que
pala sua promptid e parfeico nadadel-
xa a detejar.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Cassas francezas de bonitos goatos s
320 rs. o covado, luvaa de trocil pretss
e da seda a 500 rs. o par, chitas france-
zas largas escuras a 240 rs. o covado,
ditas finas a 260 e 280 ra., fil de Unho
Uso i. 640 rs. a vara, tarlatana fina de
todas as cores a 800 rs. a vara, lencos
brancos com barra de cor a l(00a du-
zia e 120 rs. cada am, meias para ho-
mem a IgiOO a dazia e 120 rs. o par,
chitas para coberta de bonitos dese-
chos a 220 rs. o corado, pegas de bre-
tanha de rolo a 2, ditas de cambraia liaa
com 6 1[2 raras a 3, masselina encar-
nada a 240 rs. o corado, calcinhas para
meninaa de escola a 1* o par, peitos
para camisa brancos e de corea a 200
rs., pecaa de cambraia branca de salpi-
co a 3*500, algodao entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito branco para toa-
lbas a lf a rara, enfeitea doa mais mo-
dernos a garibaldi a 6, a loja est aber-
ta at as 9 horas da noite.
*mmmmm**mmmmi
Mobilia.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende-se toda a qualidade de mobi*
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
^ Veode-ie a Casa terrea no pateo do Terco
o. 13, e a netade da urna mei-agua oa ra da
Marmelada.
Vende se marmelada superior fabricada pelo
primeiro fabricante de Lisboa, em latas de deas
libras por 1*200, e de urna libra por 700 rs.: na
roa da Senzala Nova D..30,
Nova exposicao de fazeo-
das baralissimas na lo-
ja e armazem da Arara,
ra da Imperatriz n.
56,, de Magalhes
Mendes.
Vende-se o mais barato possivel a saber: la-
zinhai para vestidos a 280 e 400 rs. o covado
ditas muito finas suissas a 560 r. o covado, ba-
rege de cores para vestidos com flores solas a
m?' codo. "i" bordadas multo finas a
2*500, ditas muito largas de 4 pannos propriaa
para balao a 3*e 3*500 : na ra da Imperatris
loja da Arara o. 56. '"".
Arara vende.
Vendem-se pecas de madapolo finos de 24
jardas a 4*400, 4*600. 5*. 5*500 e 6*. dilos en-
Sfinn a38, mei" ""Para Homem a 1*200e
2f400 a duzia : na ra da Imperatriz loja e ar-
mazem da Arara c. 56.
Panno preto da Arara
i*L^DLrel 'paJrtt caIga e P161' 1700,
i*ei*V e 2*o corado, cores de casemira pVetos
para caiga a 3*. 3*200 e 3*500: ni roa da Im-
peratriz loja da Anra d. 56.
Manteletes da Arara.
Vendem se manteletea de fil os mais moder-
nos que ba a 15*. capiohai de fnito muito bo-
nitas a 3* oda urna : na ra da Imperatriz loia
da Arara o. 56.
Arara est vendendo.
Vendem-se pecas de cambraias brancas a 1*600 -'
e 2*. ditas muito finas a 2*500, 3 e 3*500, ditas
para cortinados de 20 varas a 9, de 10 varas a
4*500 e 3f, cambraias muilo finas de carocinbos
a 4* a pega com 8 li2 varas, cortes de cembraiar-
de barras a 2*500 e 3, ditas de babados maito
fins enfeitados com enttemeios a 5: na rus da
Imperatriz loja da Arara o. 56.
Arara vende roupa feita,
Vende-se calcas de casemira preta a 4f500 e
5*500, paletots de panno preto a 6*500 e8, di-
tos de alpaca a 3*500 e 4*, camiaas francezas a
1*600, ditas finas j com grarataa a 2f, collsri-
nhos de linho muito fios a 6(0 rs. cada um, se-
roulas de linho a lf600 e 2f cada urna : na aa
da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56.
Gorguro da Arara.
Vende-ie gorguro de linho para vellidos a
380 rs. o corado, fuato de cores para vestido a
280 e 320 rs.-o corado, cassas muilo fina de co-
res a 280 e 320 rs. o corado, cassas a tarca de
quadriohos pava vestido a 240 e 280 rs. o cora-
do, riscados escocezes para vestido a 220 rs. o
corado : na ra da Imperatriz loja da Arara na-
mero 56.
Est queimando Arara.
Veodem-se cbitaa de cores fizas com pequeo
toque de mofo a 160 rs. o corado, ditas largas fi-
nas a 240 rs. o corado, ditas garibaldinas a 280
e 320 rs. o eovado, cortes de chitas finas de 13
corados por 2J500, cortea de moreantlque de co-
res com 11 co vados e 5 palmos de largura por 8
o corte, corte de la finas de 22 covadoa por 8,
cortes de gorguro com 18 covadoa por 6*500,
cortes de orgaodys finos de 15 varas por 8, di-
toa de 9 varas por 7 : na ra da Imperatriz loja
e armazem da Arara n. 56, de Megtlbes &
Mendea.
E' na Arara. i
Vendem-ie macos de palitos de denles licha-
doa com 20 macinhoi por 200 n. pira aa acabar,
j tem poucoi: na ra da Imperatrix loja da
Arara n. 56.
Sementes
de Hamburgo.
De hortalic* e flores.
Viudas pelo ultimo npor ingles: ta roa Ca-
'Awuftpcto : a tratar com Henque Jorge. dala do Rscife loja de Vidal Beatos.
\f


-rr
*?
'"
N
PROGRESSO
Vaedem-t* a* n^ridm luttb Jsate,
Lindas honecas de dffie-
reates Umanhoa e quali-
^A z^^FJtLr

Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penba
' j promptas para a* comer riada* a primeire rt a este
Veade-se oes te armazem de molhados os melhores ge-
stero aer* a et mercad ii*r menor 5 a 10 por aento do aoiea cutre q*ai*.er paite,
Cr.AsVdo-sa a boa oaialidadi, por iaeo reg -a a todo* o Sn. da praca, da eoganho Urradore* o
rordo raaadetem ios encommendaaae arowteai Prognato, afta de reren a diStrenca d
afleo a salidada que fai, te fossem comprados em outra qualquer parla.
Mamtelg* Ingl^Xa de prBltir, qualidade a 800 a 1*080 a libra, a aoa barril m far
abatlsaento.
Mauteiga Irauciiza, mtlt n8T,, 720 ri#i, Hbr, e ,m barrii( COo n
ll Iiyasail 0 mais uparior qu8 ^ mercado a 2*800 a 2|500. a libra.
Cala UtaXim iatantlo a perola, pela ana superloridsde a 3*000, 2*000 libra."
v* pTfcl ateo pan os doeotes que tratan com a homeopathia a 2*500 a Hbia.
^|U*1^* <*0 Tftl^O thegedoi neata altlmo rapor a 4*500, dito thegadoi no ultimo
nario a2*200
%UWJaa lOlldrta.aS 0 qu9 h, dabom neste geaaro a 1*000, a libra e am porfi ae
ftz batimento.
QUCIJQ pra*0 0 QII|g jupetior qua tem fodo a eite mercado a 1^100 a libra.
Vrexunto ingles para Hambre m,Uo n0T0. m ri.. >,, m p0r-
ci ae far abata eoto.
CtSttlfttlS \ag\ JtaS propri ptM fltmbr* a 800 ri. a libra o em potcio 700 ra.
Pf aULfett ^aia*mC melhor paliare qua poda harer por eatar prompto a toda a hora a 1| a libra, e
am poree a 900 ri.
. OaVa\l dO TOLM mait0 n0T0 a280 rt. ln>t8| e 8m DarrU da 3 acrobae a 7*000.
CYiourVt^as palos de tombos m rt., libHi m porcao ,e (.x abat-
meato.
Latas com cWarlcas
mercado a 2*000 cada urna.
ttanAva do poTeo rotluada.,.u com 10 llbr por 4*500 ..d. um.
auna do poreo oluUo ni ,lTi 480 rs lilrt, em Darill a wo ri#
M.aTmeVada ImpiTlal d0 afamado Abra* a d. outroe maito. Ubrleaateada Lisboa
a 800 ra. alibTa, e ero porcSo se fai abstimento.
Latas com frutas de doce em calda como ,eji0 p8r8i ^n',,-
ceg, alpexe, e gii gs, a 800 rs. cada lata.
Marmelada de lper&e em l8llI d81 llbf, por 1#2oo cada m..
Latas com amen doas canfeltadas cont8ndo m,i, .onfeuot mear
candi, muito pro pilo para mimo, a 2f000 cada urna.
UOee da C4SC4 Clfl gOiaa mBl0 flno a goo rs. e em porfo e (azabattmento.
HOCO StCCO O em Calda d8 ditrerentes qailldades, em latas da 4$ e 5 por
29500 cada ama.
Gavt&eo com bollo franeez propto, p,r. mimo a seo ra.
Paasao em caxl &H i de 8 libras Btll0 n07JS por ^mo ,. ttMh0.
480 rs. a libra.
v Igos 4a csmmA ir mult0 noTOI# em cai, d8 8 libr por ^500, ditas com 4
por 1J500, ditas coa 2 muito bem eofeitadas por 900rs. cada urna e a ratalbo a 320 ra.
libra.
HnrUoas francesas e portaguezas 8m ut d8, Ibri> por e(0 ra.
ditas em metas laias a 500 rs.
9&acade tomate tm l8lss d81 Ubri porsoo rs.
iLmeudoas de estuca molo m.iu, no,, 30 .. Kh0Ba
FtOZe8 12o rs. a libra, t CJOOO a arroba.
Ameix.as irancev^as e m ialM com g iibr pot *jsoo, ota* com 1112 per isoo,
iLmeixaS portUgaeZaS 32o Fs. a libra a em cala ae (sr abatimento.
CSkOCOlate luVCSplAOla 1|500< dit0 franeei a iiW0 dit0 porigtei a 800 n. alibra.
aQaoQi-se a boa qualidade.
BOVaXAlI.ua de l0(la e,n lalaf com diflereates qulidades, a 1J4W rs.
fttlS P&ra SOpfilelrta| macaraoetalharlm.a400rs. alibra e em caica por8J000rs.
ValltOS dC deBlte!Vliiad03> m0|hoa ,<, 20 maCiQhos por 200 e tm rs. malto Anos.
Seroja* 8m fra9cos com l 9 1(2 libra por 800 rs.
ljOlO frantezpara lime,) r (atasa 200 rs. cada um, emporco se fai abatimento
1l0l&X.tllb.% agle'L' a mai, n0Ta do mercado aSIOrs. alibra o em barrica a4500
"aiama para eDgommar, aaito aira a 100 ra. a libra e em saeca se at abatimento.
* eX.e de p08ta em ia{as ,jas melhores qnalidades de peixe que h em Portugal a 1J600 ri.
EaSper msete Mperior de cDeoeseia reas por Hbra a 760 rs. aem caixa.a 740 r.
iWfdlUttaS d8 Nantes ?ra latas muito oras a 400 rs.
eiA.0 a**im de SUp( ri 3r qualidade a ltO rs. a libra e em barris eom 8 arrobas por 7f.
A.ZOIVO OOCe reflnad( de differenles marcas e o mais saperior qne ha a 800 rs. a garrafa
am caixa s 9
V IQDlOS engarrailUlOS d0 dttqU8 d0 porlo 8 d8 outrti muital marsas acredltadaa
neste mercado a l$z00 rs. a garrafa em caixa a 12*000 rs.
l/lttllO e pipa pjrt.j^'igueirae Lisboa a 580 agarrafa e em caada 3*509, 4* e 4*500.
v^erVCJa d)1 B*a|9 acreditidas marcas a 5* rs. a dazia, a em garrafa a 500 ra.
lltiampagae da$ mar:aj mais superior* qae ha no mercado a 15* e 22#000 rs. o glgo
CogliaC lOglOZ a 10;000 rs. a caixa e 1200 ra. a gajrafa.
6(OIaebra de H.olVVA&a rerlaiaUaeaa fiaaqaaira a 6*000 rs. o (rasco a 560 rt.
T ama VlVH dO "Rgy |tO a 6l0 rs. a iibra esa caixiohas com 9 a 10 libras por 55.
k OHebra lltgleza a 10|000 n. a dazia e a retalho a 1*000 a garrafa.
ValtUs do gai a 2*3qo .. gro..
^%l refioado em potes grandes a 500 rs. cada oa, em porgao se (ara abatimento.
Cal jaMdo o qoe ae pode lesejar neate genero a 320 ra. a libra a em arroba a 90500, dte mais
b*io a 280 ra. libra e t.JOOO arcaba.
Stl\adiaba de Franca .1 mais ora do mercad a 280 rs. a libra, em porcio M fu abatt-
mento.
^%gW msito, noro a airo s 320 ra. a libra.
ara-Ola d0 t8B0 d8fi qjarcaaSSS e galega a 140 rs. a Ubca.
19l\a do MareoJrto al,r,a e ch iiroza a ICO r. a libra e em arroba a 4*800,
H.enr!\bas
Velas
A ta4a 4a .
encommenda de lindas bem rastidas
francesas da 2 a21|apa4iooade alloti, u ateas
na rerdade rieram lio parfeilaa e bem artaota-
daa qae qaest at rfrtrtfarVrefsaaarte-de4a eoar-
pca-laav aarqae a>maa aleaa tavsaaaat* tea*
baila lina sssMartoe. antraa boaitos eta-
pozinhoaaGaribaidleU^atc., e todas.am flm.
aa odispanaaraia aalaa balio ; aaatoe, como raae-
bea Iguainreata oarro bello aorlrmento da baste-
es* de e*or Uatoasaasaa costo. a earaaaasda
asiaa de albas sss*a**c.es a 4a ^rtratilaa lew
nhos at S palmes. 4&ora pola 4 a rnelhor oa-
cisao qa qaalquer passoa mimosear ama meni-
na ejaeteja eaa ffaa, paresia en coaheeida, di-
rigindo-s* paimetro faasalrta aba dinaairaj a taba
daaguiaaaeaaara4B(hieUB4an. 16, aflsaOa
comprar ama desasa boaacas ou outra qualqser
eoass da agrado.
Bandos ou crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de cHaa noito grandes bem
eitot.
A. toja d'agala braaca arisi a todas u stQboeaa
of.*'aLiB-
DO*
InfaV pratkfl-theorifo
DA.
Lia goa tramceza
Segundo
0 R0\0 iniano
Dr.B.GJQttendorff,
PAiA
Aprender a 1er, eacrarer, fallar a Iradazir ama
lagaatam aeb> meaas,
POR
Cicero Peregrino,
Beharel em direito.
Obra inteirameerte sor, nica eaeeripts em
MENOS DEZ POR CIUIO
rrrs
ROS ARMAZENS
porlagaaz por este ayaUma ; approrada peto
naelho director da iutratQio publica deaU pre
pan ft nao- do eaUbcUcimentos da ifl*
co
publica deaU pre-
-_aiafitos da ln#-
iraccio sesuRiarta. acha-ae i renda do eacripto-
rio do autor, ra dp Queimajde n. 21, primeiro
*! *A? mtvm Msinaolaa padaro
msader bascar es seas tmalare*.
Relogos
Veode-H ejn casa i lohatton Pajar A C,
. n do Vgario n. 3, um bello sortiment de
1 elogios de onro, patente tngta, de um dos mais
afamados fajrieajttes, de Liverpool; tfmbem
auu rarialada da bonUas traieelkine para os
qua Uviaa maadado prooarai % acomoitQdar
caaes Detestarlos cretcaotea da cabellos buraano
(a meamo at qae da boto pradaaram) tjua eilat
acabam d chear, te bem arraojadoa casa jea-
tamenioa*deaejaaa aastdo o aortimeola 4a fr-
toa, aataafaoa ale a meilo bem tecidos nos pa-
Jueoo pentea qua ser psra prendar, trazan-
o io mesmo tempa eneaimeato, de qu
Poassa da Russia,
Vende-jeemcaia deN.O Bieber &
C, luooeaaores, ra da Crut n. 4"
mnkh .
sem segundo
n lalgaaeroae pode dar vendesa.ea Z *$
ludo Uso na bem eonhecida laja di N do Queimado 0. 55 loja da miadeaa
ea ruido Qaetmado n. 16. i de sot da Azerodo Mala 811ra, estl 'rendando
qua resalta
qus ama arera coa uta par detses sacaste*
poataararllbnetajeatla taser o amsxraaUiba de
sea cabello sea que deixe perceber a falta tat
dtlles sanlia, cusa cada par 5* ; trobara ha
bandos 4* ella* mal grandes e besa faites e rne-
lhor que em til teatro aa pode data reodaaa a t* o par.
aguia braaca
Vende-se na reguezia de Isojuct o enge. <1, tsiadezas por presos jl sabidos to
nho Diamanta, todo bem montado, tea* esa 4a Baeldn :
rireoda, aeozala. olaria. dtatila^io, estribarla. Cretas de pennas de a?o de todas ai quall-
cafaa para Itrradoret, tudo da lijlo cal, me dadea
d'afua e muito bom de trod|icle, com terral "relos de hoha qua pelo tamsnho t todos
para dar mala de 8,000 pies innuslmente, com -, 8o5>"m
trras siads por descabrirem mataa : auam pre- Cls 4 agulhas frencate* e
taadat tomprtr, pea* 4frlglr-*a a* mue enge- Caixat com alnetes matto flnot e
nbo 4 tratar com o propriataiio, ou so taclfa 4001 Caixat com sppsrtlbe para eolreter me-
o illm. Sr. aommendador Lemos Jnior. _U?,B05
Soahall Mello & C, tendo recebldo or- Dita* djfc grandea a
dem par* rendar o tea erescide depatito da rila- Btralhoi portuguezes a 120 a
giaa T(sU tabrieanU tet-ee tatirade da Paa> Gr01* d botes pequeos par* caiga a
ib
500
120
'8
140
588
908
UO
400
400
rende-ta
n. 16, ond
do ; eonrlda, portento, a pessoat qae qaizexenj 7toarn para anhas maito finas a
possuir aja bem ralogo de oero oa prtta do 4- giiea para costura muito superiores s
lebre fabricante Kornby. a aproreitar-sa da op- oaralbot friaaazaa para roltareU eauilo Q-
portanldad* aera p*r4 de tempo, pera rlr aaaa- *** 3*0
pra-lot por commodo prejo no tea-aacrlptotia Agelbairo* em agvlhaa (raocezaa a 80
roa do Trapicha n.18. Caniratea de apara.' pennas de 1 fel* a 80
Arffftlnsrlpflrnntra oriovAa ZWf* "*n*'" Wrara** 200
ArgOiaS ae afJO para CnaveS DiUa de tranca de la. de todaa aa cores a 800
randsm -ae i 200,140,820, 409 e 500 ris, na ra* Parea de sapa toa de tranca da lia 1 f 260
de Quaimado loja d'aguis branca n. 18. Carta* da alflnetea froaeaaae a 1O0
Froro fina A aeAm frmiYat nsrx ParM de lu &0 d* Escocia multe Anas a 320
r roco nao, o aeaa irouxa pora Ditaa diu, braBcai grom- f 100
bordar Ewovaa para limpar dente* muito unas a 200
na raa do Oueimada lnii 'ammim Wanea **!0* eom "Perfores grampo* a 40
f JtMMiBaf-- ^----* Wia*e.. m
UAltOAirnitD intTIArVAC Dedaea de (ando de a^o muito superiores a 100
IHJlMjcQlllj IU^lC"N. Enadores para vestidos de senhora com 4
Ne rae da Imperelriz n. n. defroarte da bone- aixas eom colxeUe francesas a 40
Ce, loja de filo, recebe, pela allhno rapor um Certas da aloetee de ferro a 80
grande aortimento dos ji bem ecrelUdet tone- Cbarutetras nuito finaa a 1*000
guinsioglezes.querendeporieSellf adiohei- ntelrasde ridro coa tinta a 160
ro logo contado. Dlt0*d* barro om nl* superior a 120
-w -u -m rala preta a aaul aoaito fina a libra a 120
UrQ lT lil)|* Tenho ora remeaaa de labyrintho para ren-
*** ** ^***-^*lJl a der por todo preoo.aaaica come tenho trancae de
|i.lj ____.^_a. '4a differenles corea par reader por toda di
Calcado muito em conta, h*
Na loja do Pinto, renda Imperal 1 n. 10, 4a-
fronte da boneca, acaba de chegar m completo
aortimento de calcado* do malhon. fabricantei
da Parta e Nanlaa: botioaa da Mee de beierro Na ^ja de Silva Cardozo, ra do lm-
e cordavao. tinto de aolla grosaa, caRo de aollt peradorn.40, vndese roupas feitas
fias, botinas para aenboras e meniops, attia co- -4 tndat a* finalidad^* nolnc niwn
mo am grande sormeoto de borsegeins inglesas :ae to.au ** qualidades pelos presos
que em outra aual- j mata baratos possiveis que se pode una-
calcado ; a dinheiro ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pechinclia.
Algodo da Baha.
Proprlo ptra roapa de escraros saceos de as-
sucsr : rende-te na rus da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Leiz de Olireira Azeredo a C.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston & G ra da Senzalla Nova
a. 42.
A boa fama
veoda gollinhss e puohoscom botes pars senho-
ra, faxenda maito boa, pelo bsratissimo proco de
2* : as roa do Queimado n. 35, loja de mitde-
zaa da boa fama.
como sejam pera, pecago, damasco, -alper-
, der por lodo praco.aaaiot coma tenho trancas da
Aerantes cores ps
que offerecerem.
Muita attenco.
que ae rende por manos do q
quer parle, e todo o mait
ariete.
Borseguins.
'tecas muito aovard 160 ra. a libia.
de carnauba renoaa. a a 400 rt. a libra e am arroba a 11*000.
4VieltWdae%d Liaboa a T;0 rs. i garrafa, aflnga-se a boa qaajidade
Vinagre d8 Liaboa a 240 ra. a garrafa, e em cenad* a 1*800.
VlattOcharez a 1*600 a gurtfa e em caita ae (ac'abaiitaaalo.
Dito
Ra da Imparalrix n. 10, leja do Pinto, rea-
des-ae pelo bsratissimo prece:
Borseguins de lustre para homem a 8*.
Ditos de bezerro para homem a 88.
Ditoa de cordarao para bomem e 8*.
Por este prego so t dinheiro a riata ptra li-
quidar.
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana d-
superior qualidade em casa de N. O.
Bieber & C.-successores, ra da Cruz
n. 4.
Obras de metal pratcado.
Em casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores, vendem-se apparelhos completos
para almoco, porta licores, garios, fa
cas, colheres pata chae sopa, galhetei-
ros, copos e outros muitos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualida le e duracao : na ra da Cruz
n. 4.
Novo sortimento de cascarri-
lfaas de seda.
A loja d'agai* branca acaba de receber am novo
e bello aortimento de cascarrilhaa de aeda de
mu tea a diferentes corea, e rende-ae i 1*500
e 2*500 rale a- poca, aa raa 4o Queimado toja,
a'aguia branca n. 16.
Farinha de mandioca
superior; nos armaxeot de Tasto Irmaot.
Vende-se doce de caj aecco e de limo, e
''mangaba aecco, atsim como aa preparam bocetaa:
aa cldade de Oltnda, raa de Mathias Ferreira nu-
mero 12-.
Ra da Senzalla Noto n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se era ctsa da S. P. Jonhston & C,
sellins e lhoSs inglexos, caodieiros e fi*jti(f*ft'
bronzeados, lonas inglezas, fio de rea, chicles
para carros e moataeia, arreios para carro* da
am s dous crallos, e relogos re onro patente
ingles.
Superior cal de Lisboa.
Tem pasa vender am porcao a retalho Anto-
nio Luis da-Olireira Azeredo $ C., no tea ee-
eriptorio rae it Cnrz n. 1.
Rosas arttficiae$ para ca-
bellos.
Milho e farello
Vendem-s saceos com milho superior, de 136
libres a 4*500 par aacco, e farello a 3*500 : na
ra d< Vadre de Deoan. 12.
Vende-se ou arrenda-te ama grande pro-
priedade maito perto da praQa. com grande ola-
ria de dous [oraos, cspella, ama boa casa*de ri-
reoda, diversas caaaa hatadae, dous grandes
rireiros, muitss arroret de fructo, iacluzire di-
rersos coqveiro* : a tratar com o Dr. Souta Reis
ou cosa o mejor Belarmioo do Reg Barros nat-
a cidade, oa oa Magdalena.
Novs e liados
enfeites para vestidos pretos
e de cores, e roupinhas de
criaogas.
Em apropriado tempo recebeu a loja d'agaia
branca um bello e completa sortimento de enlej-
e* de seda para rostidos pretos e de coras, e rou-
ptahasdecriaocaa, aendo trancas e bordadoa de
nevo* a lindos detonos, e difficei tecidos, cota
ot qata* poda-te eom goato a moderrrisaimo en*
feitar qualqaer reatido oa roapinbo de rings.
Ao paaao que ditoa enteile* a todo geralmeote
agrada m, a tem mo didada dea patao anima ao
comprador, tata rerdade aera verificada po/ to-
dos qae ae dirigirem i dita loja d'aguia branca,
roa do Queimado o. 16. cajos precos estao mar-
catro* oa* amostras, ts qates se daro com pe-
nhorea.
Calcado.
.
braoco e mait auperioi que h no mercado pxopi* gara miau a 64 rs. a gacraf* era e*.-
4Wsd.4filMe,
-
asi estro
Por Rej*4jeWit w e< '-prelorio al, a chocada do nrimeixo rtpor rinM d* Kurop*. paja. ,ajasial
o aoro sortimento e t a terei pregtc<>so em o pabilosr to resptts>el pabllto. oras
A loja dea sgjue araaca raceaeu bonila* ra*a*
4s que te alio aseado pera oa cabellos, e rao-
da-aaoa roa do 0*eiaa4o- loja da ageria brames
a-M.
Fita branca de borracha.
Esas lia da que tanta falu hara a cha-se hola
na raa do Quelraado leja d*aguia branca n. 16 ;
ia elaiticat branoa* a dt
como
para debrar vastldot.
, DUARTE *t C.
36 ra das Cruzes de Santo Aotouio 36.
a Lause too Carme. 9
Os propnourios destes acreditado arraazens de molhados ptrcipast sos setas nunvj-
ao freguezes qae por lodos os vapores e navios da Europa, recebam da tuapropria eaoasiiiaaajt
os melhores gneros, pois qae para isso tem passoaa eocarregadu esa direreot pimos da Borop.
para os ecolherem, a os vaadem por meaos 10 por cenlo do qae em outra qutlqoer parte, por isso
roge-se a todos oe Srs. da praja, de engeaho e lavradores o favor de raandarem suas encorameadas
aos bossos armazeos,afirada verern t superior qualidade'ds gneros e differeaeadeprecas.
Manteca ngleza de primeira qualidade s 800 e 1 rs, a libra e em barril sa-
far abatimento.
raailteiga francesa a ma8 ora a 700 rs. a libra e am barril a 604) h.
Cha hySSOn 0 bus saperior que ha no marcado a 29400 a 19800 a libra.
Cllal IIU Yl(U o qus ha di menor neite genaro a 3*500 e 390*0 a llkf*.
L/fta pretO muiu) 8uperor rindo a primeira vaz ao nosso morcado a 2*200 a libra.
lia nVSSUn 0 rnelhor que vem do Rio, em latas da ama libra por 199000 esa aoreio
e f ara aban meato. r ^^
0 UeijOS. "2*" *^ifli nesie ultimo rapor a 9800 q des bogados M ultimo
navio a 29400 cada um.
a> t>
Qliei JOS SIIISSOS o mais superior a mtis frescos' que tem viado ao mercado a 19 a
libre. ,
QUIJOS pratO como nsmea veio ao nosso mercado a 19100 a libra e inlairo a 19000.
1 BIOS e CU OUriC>S muito novos a 560 rs. a libra e em pm^o se tari abatimoato.
Latas COUl llIg'llICaSjaprompias para se comer a toda bora. rindas a prlmtirs
vos ao nosso mercado a 1*800.
IrtJlXe 3111 IatlS ,je^versos tamanhos.savel, sardo, pargo. pescada,cavall|, liqgaa-
dos fritos, atm msrenado, robllos e lulas de tigelada, da 19300 a 29000 a lata.
ToUCinho dO r*iflQ multo novo a sao rs. a libra a 09500 a arroba s timbam
umos para 240 rs. a libra e 6*500 a arroba.
Ball a (!e pai'CO n latas com 10 libras por 49400 o 480 a libra.
Marnela da imperial de todos os conserveiros de sbs, am latas da libras
meia a % libras* 750 rs. alibra
Latas com frutas em calda
xe, atDoixas a ginja, a 700 rs. a lata.
Mar melada de Alperce 6m iu* d* 2 libras por 19000 cada 1
Doce da CaSCa da gOiaba 700ii. a am poerto s* fara abatimeaio.
LlOCeS SeCCOS a disTarvotes qualidades em bocetas mao beso arranjdas a 3*000.
X amaras as mais superiores que tem vi ni o so mercado em cais indas elegantemento sn>
feitadas a 29500 e 600 rs. a libra
Passas*em caxinhas de 8 libras a 29500 e ooo rs. Hbra.
tv lg'OS Q& COmaUre muito novos em* csxinha de 8 libras e muito bem enfeitadas a
a 2*200 a 320 rs. a libra.
Krvilhas francezas e portuguesas 64o 720 rs. uta.
MaSS i de tomate em Utas de 1 letra a800 rs.
AmeildoatS da CaSCa mole muito novas a 400 rs. a libra.
P OZes muito novas a 200 rs. a libra.
AmexaS francezas m Utas com 5 libras por 49000 e a 19000 a libra.
CIl9C0late hespaollol 1*200, franeez a l000eportmraeia 800 rs. a libra.
Bol XI lilla d SOda emlatas com differenles qualidades a 19400 a lata.
MaSSa S para SOpa macarrao e talharim a 240 rs, & libra a a caixa por 59000.
CaXflil&S muito bem enfeitadas com pevide, rodinha, estrellinhi, ttc. a 700 e 800
PalltOS 1X idos paradentes em molbos com 20 macinhos a 200 rs.
Se rejas m frascos de libra e meia a 700 rs.
T/olo KraBCeZ para limpar ftets a 180 rs. e em por?ao se far abatimento.
Esper mcete Superior sem avaria a 740 e em caixa a 760 rs. alibra.
Sardinhasde Nantes muito novas a 400 e goo rs.
AlpiSta muito nova a 180 rs. a libra e 59500 arroba.
AZeite doce refinado de divercas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duna.
Bolacllinlia inglesas mais nova do mercado a 300 rs. alibra e 49200 a barrica.
Goma muito alva a 100 rs. a libra e 29500 arroba.
V nllOS engarrafados duque do Porto, genuino. Porto fino, madeira saces, Carcavollos, nc-
tar, feitoria, velho seeeo, Museatel a 19200 a garrafa e 129000 a duzia.
DltQ8 em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 800 rs. a garrafa ede 4*000 a 4*500 a ca-
ada. .
SerVt jaS das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garris e 59000 a dusia.
Ctl8 mpanht das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 ogigo.
GOgliaC ingUz a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra d Hollallda verdadeira a 79500 a fresqueara e 800rs. o frase.
Azeta lias emancoretas as melhores que ha no marcado a 29 e a 400 rs. a garrafa.
Tr&C|UeS superiores em caixinhts a 109 e a 3 20 rs- a carta.
Pfc llt S do gaz a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caias.
Ss 1 refinado em pacotes de mais de orna libra a 240 rs. e em porgio ten aba tunelo.
Cafe dO Rio o melhor que ha no mercado-a 320 rs. a libra e 9*600 a arroba.
Sevanha deFranCl amis novado mercado a 240 rs. a libra.
'SagU'^ muito novo a 320 a libra.
Farinha do iMaranhUO mnito ajva e nova a 160 rs. a libra *9804> a ar-
roba. .
Velas de carnauba e de coraposicao a40ors. aiibra a a 12
a arroba.
Vinagre PUTO de Lisboa 2+0 rs. agarrafa e a 19800 a caada.
Gr,0 de biCO muiu novo a 200 rs. a libra.
Peras SeCCaS eO caixnliaS de oiio ltUras a 29500 s a 640 rs. a libra.
Marrasquino vwdadeiro de zara, de limone, caf, menta, genspro, mandoramara.
curaeu, rosa sublimo o ouuas qualidades de 19500 a 29 a ganafa.
Bat utas em gsjos da urna arroba por 19000 a 40 rs. a libra.
Com i n h U S oa maU novos do marcado a 800 rs. a libra
Er Va dOCe muito nova a 400 ate a libra. ,
ArrOE COJO! tque da avariaemsacco*de5arrobasa5asaccial0600
* a arroba.
[CbartttOS vardaderos superiores a 29 a cawiahs- de 50.
Joo Jos Peteira com loja a fabrica da c.
do ca roa Ierga do Rosario a. 12 junto a b
o Sr. Pinto, participa ao publico qua toan ex-
poeto em a dita loja diraraaa qualidades d cal-
cados leitos na meama, ot qua** to aem diffe-
rnc.a atguma iguaes aoa trncese*, maa como o
proprietario ola poe aer iuU em causa psopri HallllOn eUa lataS ooam duaalibras o mais aem armaias> o/ta laai>riss*a a mar
aoristo pede ao* aaus numerosos frqgaue* a o *- u c*^ as.t* co
publico em eral, orna anda meamo qae pi
qeaslr* camprM.fSjpkudo tanbim eempra rar a*
amostra* e admirar o trabalho dos atUata* par-
naanbacano* qu* tribalham am aua fabrica, pota
a assim o fisasam. indubltarelmente. apreciarlo
o esmerado Uabalho dos meemos: e aa alam dia-
V liuiltw Maueuiu w umu c mv mtwtm un-
so atteoderem a eatacaa actual jamis daixarao
d comprar porque alem da a obra aer 4a muito
mata daraclo acrtKa mai* a circamaUnda da
aasrar am dimltiato preco em ralelo aot trin-
cado a 19400.
Manteiga ei 1 aUS eom 4 libras a melhor do mercada lacrado- rraerirsnsao*
89200 cada urna.
Vinagre era gumpas eom 5 garrafas do superior qualidada a 19209.
A rar Ufa Taradn muito nova a 320 a libra.
if dstass aansiaa mil: a rasaatiirai publico am asatas atsmaaa na*
\
X
._


^r
T*?*
|W T#VIV*
feadC-S* 06 61-Brea MHt: ao i:
a do lanS 163, reato do i n rraU*.
I-
Imz ntllu
52*4?S5J,^*,*iU ***- a' 5 roba
5*e 14* a a-tobc, tarabea gigu com batatal
a 1*: ooe ermazeoa Progfeasivo Progresista
so largo do Carme u.9 tu dai Craxes n. 36.
.....immmm
Grande
liqmdacao poT todo
o prego, na binco-
nhecida loja <1 o Ser-
Pechio
___ "' * igual.
iza d uperior qi
e de maito lindo* pailita, coa t* aovad
sem
Cortea da chita franceza da aaperior qualidade
de QueimaA) n. 45.!
Barato que admira.
Chile ucarn flota a 160, 1O e 800
re., corte* la vestido prelee bordada -a
vallado pelo baratiaucno preco ile 8* a
5. iitoa adamaacedo* 30) a 86*, aahi-
daa de baila da velludo a aetia a 15* a
16*, eaaiitaa para aentaora a Ify a a 4?,
gollishaa maoguitoi a 2*5(0, 3*500
4*686. golHoba* do cambraia txirdadee a
7. 809,1*. 1*900 1|500 n ., dit.a de
016 bordadaa a 240 ri., cnve<[u h de fui-
tiol|,7| a 81, metas da km!a braoeaa
a pretae para aaohora t*80t o par. -
roade-bobados a 800 e 19, lai i le qeadro
enfetadae a 360 e 400 ri. o envido, eam-
btaia arel a440e480n. avara, organ-
4ja da corta a 680 r*. a vara, al bren-
co sdaeaescsdo para corlioadi s a Temi-
dos a 480 a 540 i. a vara, co t<> da eol-
let* de caeeuira bordadec prlo; a 3 e
3*560. tito* de velludo de cor a pretal a
**. &*. a 7*. paletots de l-rino braceo
franeezee a 4* a 4*500. ditos da caemi-
rede crea pratai a 16 e 13, di toa da
alpaca preto da oerea a 31*00, 49 a
4*600 e 5, camisas da peito la Moho a
8*500 .8, mi tea de col late le forguric
te seda 198OO ef2#, 3*500,3 e 4#"eet-
letes kilos da bna braacoa 20 e 2*500,
ditoede gorgoreo a 3* e 4S,dite 1 tlecaseml-
rea 4g. |6O0 e 6,dito*de vMiedo a6*.
fM8#, ditoa da fuitao de coi en a l|5O0
a 1*800, meias de la para boinem e se-
nhora, ditas da algodio craaa para ho-
aem dazia 1*400, 1*450 a 9*800, ditaa -a
3*, 4* a 5* a duzia, ditaa para aeoina a
H600 a 8*800, duna fina* a diraraos la-
aanhoe, ditos pan mani o a a~* e 2J500
eduzio.pege* da algodio a 3|i800. 4* e
4*500. chitas trncelas finia .1 !t40, 280,
300, 320 a 360 ra. o corado, li borda-
do e liso, grinaldas braoeaa ion ramos,
chales de troco, esparlilhos, chapeos de
color para hoaaa, pannos pura aea a
ua variado sortimento da re upaa faitaa
que tudo aa vende por bafalicumo prego.
Smmmmsm mmmmmm
Facas e garios de todas
s qualidade:*
Vendern-se duzias da fscSs e garfrraeoa cabos
oe marfim o aaia fino qne se pod 1 desejar pelo
5*rfJ P5o le 16*, ditu para aot re mesa a 14*.
ditaVrauio finas de bataneo a 6*400, ditas mai-
to Qnas timbera de balango a com 4ou* bu toes a
3!*' tnItaD0'0 'le balance a 63, ditas pira
adbremeaa fazenda omito superior a 5*500 e 6*.
ditaa entrefinas a 2*900, ditas para meninas a
320, 400 e 500 ra. cada talher e ale n destaa qua-
lidades outras mofla* que se rend m barato : na
roe do Otremado na bem conhecidr. loja de iniu-
dezas da boa fama n, 35
M
1
wrtes de vestidos lirancos
bordados.
'Veodam-se rico* corte* da Metidos broncee
corte, pelo berotissimo prego da 2*500 cada am : lvf co.m 8 '<*o_ palo baratisslao proco
na loja do sobrado de quatro andares, na rae do
Creipo o. 13.
Attenco
Chegou para a loja da victoria, candleiros a
gaz de novo* gostoa e modelos, ttulo para sale,
como pira cocada e quartoe e paca outra* maitea
coasas : na loja da victoria na ra do Qeeimado
d. 75.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
0 lampe 4 propro dai menina*) irosa pan 1
escola, e por taso boa que vaocompoata com
ama daa nova e bonitas cestinhas que ae -*n-
dem na raa do Qneimado leja d'aguia branca
n. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba do receber per
amostra urna pequea qaantidao de 8relies
doaradaa e esmaltadas para cinto*, todas de no-
vo o boniloa moldea, a tambero doaradaa qec
paraca de ouro de le, o qne s eom experien-
cia se onhecer nao o lerem, ealando no enetmo
caao as esmaltadis, a aaaia mesmo vendem-se
pelo barato prego da 2f500 rs. cada ama, na rata
do Quemado toja d'aguia branei n. 16.
Palmatorias de vidro e
io para vellas.
Vendem-se booitaa palmatorias de vidro lapi-
dado pare vellaaaa 1*900, ditas de latao mui
novaa a limpaa a 400 rs. : na raa do Queimido,
toja da Aguu branca n. 16.
Peilos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Veodem-ae bonitos peitoa de fuilo lavrado e
trancado para camias a 500 rs; esda ua, azeo-
da mui boa e encorpada : na raa do Queimado,
loja d'igaia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas e m ambos os lados.
A loja d'aguia-braoca recebeu um novo o lin-
do sortimento de tiras bordadas em ambos oa la-
dos, a contina a vender baratamente a 1*200
cada tira, e outras de borddos maito largos a
2*000, o melbor qne 6 posslvel em tal lanero,
a todas ellas, pela largura que teea, podem ser
divididas 10 meio, pelo que se tornam baratissi-
m : n do Queimado, loja d'aguia branca
n. 16..
Para violao.
Vende-se muito aupaiiorea cordis paca violao
palo baialUsvmo prego de 180 rs. cela ama e
bordio a 160 rs.: na,raa do Queimado oa loja de
miudezas da boa tama n. 35.
Ricos sintos dourados.
Vendem-se tico* aiotos douradoi liordados pe-
lo barato preco de 2*500 a 3*i oa rita de #uei-
naado loja do aiudeaa di boa faca n. 35.
Papel de todas as qua-
lidades.
Vendem-se reama de papel de peao -gravo o
man aaperior que ae pode eoconlmr pele barato
preco ds 3*400 rs., dito pautado Je-muito boa
Jualidade e 4|M0, dito almaco mu lo bom a 3
tVenlaaco rovo a 3660e 4|800, dito pautado
.a 4* e 4*506. quartoa de papel de ;o.res com 80
quaderooe a 780 rs., dito branco ciuito bom a
1* e 1*200, dito de quadriohos a lj, dito pauts-
*0 eom 40 quadernos a 2f, eaixinhan com papel
de boira doureda a lgSOO, dita con no velo pea a
l*o outras mais qaalidades de papel que se ven-
de barato : na ra do Queimado na bom coohe-
cida loja de miudezas da boa fama 1. 35.
O bom e barato na boa
fama.
Vendem-*e pentes muito finos laarflm para
bicho* vindo de Liiboe pelo biratijsimo preco
do 610. 800.1|900. 1*800 e 2* caila em, ditos
para alisar a 1|600 e 85, ditos de bfalo pretoa
e braocos tamben para alisar e muito bons a
500e800rs., ditos entre-finos a >80 rs. da-
lias de carreteis de lionas de 00 ardas de os
S0 80 a 720 rs., groias 'de botona finos para*
calca a 140 rs., ditas de loaca braucoa e pinla-
dinhoa para camisas a 160 e 840 n sgalheiros
da marfim muito bonitos a 800 a I* cada um
ditos de osio torneados imitando 01 de marfim a'
320 r., flgas de marfim braocas e encarnadas a
310 rs cada um*, agulheta* de ma-fim para in-
flara 210 r., groree de bu toes maito fino* ma-
dreperla para camisas a 610 e 800 rs,, tesuras
ranearas muito fina* para coatura e sabello a
3* cada urna, ditaa com pequeo toque de ferru-
gem 1*500, liohai de peao a 100 r*. a miada
dita* para borlar a 160, 200 e 300 i*., dita frou-
xa a 60 a 80 r*. e outraa muitas 00 sai que se
vende por menos doseu valor : na ica do Quei-
tvado loja bem conheclda de miudeua da boa
fama n. 35.
Perfumaras baratas e d
boas qualidades,
Vende-se para acabar muito bous abneles
creae de amendoaa em carias de louga a 500
r., frasco coa o bem conbecido sndalo a
1*500 e 2*, frascos coa banha tri nanazeote a
900 rs., ditos patheholy a 640 ra ciiifnnas com
nove qualidades de extractos e todos muito finos
al*, ditis coa 12 tambea multo finos a 3J200
Irascos grandes com agua de colonij muito su-
perior o bem connecida a 1*500,12* a 3*, pasti-
lhai muito chairosas de Lttben para conservara
roupa lvreda traca a 1* cada papd, ditaa do
nesmo fabricante proprias para difamar a 2*
cada ciixtnoa, duzia*de ssboaetes cuito bous a
609 ri. e ontras ailas qualidadaa tue ae vende
muito baratas na raa do Queimido a; bem co-
nfMcide loja de aiudazas da boa fama n. 35,
olberes it tolas as qua-
lidades.
-.I?4*5*" alU, e cotheres de m.etal pira
aop de o boa qualidade que nada iiciia deven-
fiLni.' 9"ui pi? b""imo prt 50 de 10*.
.'?? CJ **'aiin ae oatal ^"U). para
tfrir sobo auito aaperiore a 3*560 oda naa.
americanas.
EaessadeN.O. Bieber & C., laccesions,
ra da Crus n. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortai e capim.
Ditai paredescarocar ailho.
Ditas para cortar capia.
Selins com pertenec a 10* e 20*.
Obraa de metal principe prateadas. .
Aleatrio da Suecia.
Vernis de aleatrio para navios.
Salsa parrilba de primeira qualidade do Par.
Viofao Xerez de 1836 em calas de 1 danta.
Cognae em caixaa del duzia.
Arados e grades.
Sementes de hor-
L II CCS
Na ra da Cruz n. 38, deposito de pi e bola-
cha,-vendem-se sementes de bortalices vindaade
Lisboa.
da 5* o corte : na ra do Queimado o.
boa conodo/ loja da boa id.
Camisas inglezas.
Vende a-se auperieree eaaisae ingleaaa cora
prega largaa pelo baratisaimo prego de 35* e da-
lia t na loja da boa 16, na ra do Queimado m-
aeroS.
Ricas gollinhas e punhos
com botoes
Vendaa-e rie gollinbas e punhos di caa-
braia e futtao ricamente bordadaa com lindo be-
toe*, pelo baratsimo preco del* cada i uarnl-
En'f tU* d 0a-lBl-0 lo* da
Fazendas baratis-
simas
Snperkrr braanate de linho coa dua varea da
largara a 2*400 s vara, atoalfaado da linio ad-
meles do com duas larguras a 1*500 a vara, brm
Draneo da linbo muito superior a 1*440 a vara,
dito de corsa, fazenda multo superior n t*. dito
pardo de linho paro a 800, 1* a 1*260 a vara, di-
to de quadriohos muito proprio para calcas, ja-
3netas e paletot para meninos a 200 rs. o cva-
0, gangas franeesas multo aupertorea a 400 ra. o
corado, eambraisa 'francesas multo finas o de
maito bonito* padrees a 260 e 280 o corado
eambraia lisa muito fina a 4J, 5 e 6* a peca coa
de la- S .1l2 Tras- "brala cem lpico tambera com
lil varaa cada peoaa a 4*500. dita muito supe-
rior o melhor que ha neite genero 1 115500 a pe-
ga com 17 vates. ou a SOOt. a vara.cfiltaafran.
ceras de atrito boas qaalidades e de lindos pa-
droea a 840, 280. 300 e 330 o covado, fil de fi-
onottio muito fino a 780 a vara, te ra tana bran-
cae de corea a 760 a vara, toalha de linbo para
mloi a 7* a dnzia, dita pelludaa muito saperie-
rei a 1l*a dnzia, golltnhaa de cimbraia borda-
das a 00 rs., manguito! e Rollas le eambraia ri-
camente bordadas a 8* o par de manguitos coa
urna golla, leocoa braceos muito fios coa bico
renda e labyrimho a 1|280 cada a, ditoa da
eambraia de linbo para algibeira pelo baratiuimo
preco de 4, 5 e 6* a dnzia, e aistm ua completo
sortimento de fazendas de todas as qualidadee,
que aendo a dinheiro vista se venderlo por pro-
cos mui baixos : na bem conheclda loja da boa
f, na raa do Qneimado n. 21.
Barato assim barato de mais
Sabonete finos.
A loja d'aguia branca receben nmacreacida
quantidade de sabonetes finos para barbea os
quaes coovm a todoa compra-.los mamo pira
maoi, avista do diminuto preco de 3* poraaaato
se eitS vendendo a duzia. Para aatiatuer-aenos
bons freguazea ss venderi tambero em mea orea
porgdea, porm quem maia comprar maia lucrar
porque aasia barato nao ser fcil torear a ha-
ver, e mesao agora s bs na rna do Oueizudc
loja d'aguia branca n. 16. v-enaw
Coraes.
Gallo Vigilante.
Na ra do Crespo o. 7, aooda o reepeitavel pu
blico achar um grande e variado sortimento de
miudezas que se vende por prego aaia baratos,
lOporceotodo que em oetrs qeslqner parte,
sMim como eji, frinjaa pretas com vidrilbo e de
cores, fltaade todas ea qaalidades, franjee galio
de Itnho, cascarrllbas pretas e de cores, troco* de
todas as core*, os riquusimos eofaites de esbees.
galaozinhos de linho e de seda para enfettee,
chapeoziohos para crianciis, cbapelinhas para se-
nhora, bonete de panno e velludo muito unos
para meninos, fitas muito' chiques para simo
manguitoe o gollinhas multo finas, lengoi de
eambraia de linho maito finos, e mnitos aaia
objeclos que se conlinusr annuociar, pois ven-
de -se tudo por pregos biralissiaos por se achar
em liquidacao. Na mesaa loja le achar a
rico lorlmenlo do amendoaa e confeitoi proprios
para qualquer mimo, que se vende pelo barat-
simo prego de 1*600 a saiiiuha.
DA
Fundido Low-Moor,
aa daSenxalla IVova u. 42.
Nesie eBtioelesimeoto continua a haver um
completo sortimento de moendis o metas moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
do ferro batido e coado de todos os lmannos
pan dito,
armazem de fazendas
DE
Santos Goelho
Ra do Queimado n. 19.
Lencoes de brsmsnte de linho a 3*.
Coberta de chita finas a 2*.
Ditaa a preco de 1*800.
Cambraias pretaa muito finas.
Colcha de futo muito lindas a 6*.
Esteiraa da lodia de 4, 15 e 6 palmos de largo
proprias para forro da cama o aalas.
Lengoe de panno de linho fino a 2*.
Algodio moostro s proco de 600 rs. a vara.
Toalhas de linho para mesa a 4*.
Ditas de fusto para aaos, cada uaa 500 ra.
lf. O.Biebar 4 C.ieceesiorei.rua daCrui
n. J.tea paravenderrelogiosparaalglberr* de
onro eprata.
Essencia de ail para eogom-
mado.
Esta essencia a mais pura e a melhor que
tem apparecido, um* a duaa golea bailante saca
dsr cor o'aaa bada do gomma, tendo n vanta-
gea de nao precipitar e nem de nodoar a roupa.
como auccede multsa vezea com a flor de ail:
vendem-aecm fraaqainhos a 500 r*. cada a 1 na
ras do Queimado, botica n. 15.
A banha fina,
zsrusssiim ir,oj' **
Oh! qae pechin-
cha!
Vcndem-ie palitos liehados e folhoado, flnoa,
peca dente*, don* mnioi oa 40 aaedMe* per
400 rs. : na raa da Imperatriz, loja da Ama
o. 56.
Ea m a asi d hoa a 500 n. ca d a u m.
Em fiosa 640 r. cada um.
Em voltea de 3 fie 3*500 cada ama.
fios e volUs de 3 los, pelos bsratiearmos procos
cima : na raa do Quesaado loja efegnia branca
n. 16.
Agua ambreada \
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia brinca acaba de recebe nova
remeaee de provettosa e mui procurada agua
embreada, cujoa bons effettosde refrescar a cu-
tis, tirar o ardor qne deixa a navalba quendo ae
fas a barba acabar o aso balito proveniente
do transpirar sao jibem conhocidos, assia sal
ao nea aetthoraa -por nao audarem ao sol fes
coneervar pertelUmeote o brilko do roeto. A lo-
doa quantds tem usado d'agea ambreada nao aao
eatranho* eaaea effeitos e elle* serio sinda maia
coohecidoa por aquellos que munidos de 1* se
dirigirera a loja Pgala branca raa do Queima-
do n. 18 onde nicamente se venda.
Brincos pretos a balao, e
outros objectos para
hito.
Desses objectoade quebeje infelizmente tantas
familias preciaa.na loja d'agcia.branca acha-ie
na boa sortimento dalles, sendo brincos o rose-
tas a balao. pulaaius aoderoaa de gresaa* abor-
tes contal, alfinetes para peito, di toa tambem pre-
tos, em caixinhaa, bonitos e modfrnoa aderecos
e aeios ditoi, cinteiros de fitas e fivelis preUs'
eflfsRes para cabeea, graanoa de novos moldes
para segurar cabello, luvas de.lorcal de seda e
pellica, meiaa de sedi e algodo para homeoa e
aeahoraa : coa os compradores de taaa objectos
ae teri a maior conten plagio, atiento o fia ara
que sao: por isso dirigirem-se ra do Quei-
mado, loja d'agala branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
mnitos outros misteres.
A loja d'aguia branca receban ama porcao de
irroelaa ou argeles de borracha, que acertada-
mente se apphcam a differentea fina, como tea-
bem ceja para ammaaaar papis naa diversa re-
parligoaa publicas, nos sartorios, eseriptortos
aimazens, lojss. boticas, taberna, etc., etc., e'
aneeao de alguna partlcuUres, o que na verdade
Z!n *Sna ""P'"-** Pl diatuulo prego de
S40 e 320 a duzia, para noupar-se o trabalbo de
atare delatar ua aasso de papis todas ai vezei
que se precisa, assia comoaa mais largaa serven)
para aegurar catfeiue, o manguitos de sennorss.
e mesmo pire pulseiraa da mitsaoga, advertin-
do, porm, que cada argola tem ua ovale :-ven-
dem-se em dita loja d'agnia brinca, roa doQeei-
mado n. 16.
Agua balsmica para conser-
va*jo das dentes, e agrada-
vel hlito da bocea.
E*a apreeiavel e proveitosa agua balsamice,
eujos bons effeitos de conservar a fortido dos
denles, fortalecer n gingivas o tirar o mo hli-
to da bocea, aio j bea conhocidos por lodoe
quanio* della tea usado, e ser atada aaia por
2Ii,pJnd. ,"? Diraisllidoi, so dirigir
coa I* i dita loja d'aguia branca, raa do Quei-
aaoo n. 16.
Scbolas a 40 rs,
*'f|,< O ts. o eaito 6* saeUa: na tra.
**mP*'tm*oito Peraizo d.'W, trenteemerel,,
Camisas eceroulas
Vandena-secipvrieres caroults de linho anfto
9MB pele berilo prego de 16* a dula, ditas tran-
Cfdaa de algodio, aaa de maito boa qualidade. a
1? ""'fi brancas ancezae cll*. 24*.
ff 3f* duzia. ditas para menino a tt$ a du
aL ZJP** Bo"" tota bertura do cores s
> -**~v' bea enbeelda loja da boa
oa rea do Quelmedo n. t2.
Lencos brancos para algibeira.
Aleda ce veo de m leocoa bren coa Uno a para al
gibeira pelo baratiasinao preeo de S*400c duzia :
na loja da boa f, na roa do Queimado n. H.
Mei..s para senhora.
Veadem-se metes fine para senhora pele ba-
"*"10? P"5o de 3*660 a dua : na raa de
be>T S *2, bem conheid lo* 4t
Atteoco
. Gita,"* & Ux, dono* da loja de mradezii
T Tf ii ^e,B< n. *8, kae tasas, partieipaa
ao publico que o sen es la bel aciment so -echa
ceapletaaenie prvido des melboree mereaeoriat
teajdentaceo Beemo cctabeleetaonio, o mellos
amsanljSSiis de gosto, ordo quaal todee rece-
dee de ua* proprla* encomaend* ; o estando
* taBiraaeote reaolvidoe a uio venderera
ado, aianeca vender mtis barato do que outro
qeatquer ; e juaUmete nenien aoe aeue devdo-
re que lhe mendem ca vanbam pagar oceeej*
aaMIoe, oa pene de terem jettieadoe.
Moendas c meias moendas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
"Ru do Bruna n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.

Ultimo gosto.
aegund
mais oa
primerio,'
ca. Simio
a bygiene
A nubil
por fim
rie, ood,
bravatas de seda pretas e de
cores.
Mui boas e bonitas grevataa pretas de seda coa
aalpicoa de corea a 500 e 640 ra. cada urna, ditaa
lodaa pretia de bonita* seda de chuviiqolnboa,
bo fazenda a 1J, ditas de superior gorguro coa*
pontas bordada a reliado a 1*000, ditas de tres-
paaao pretil e de corea com elflnatea, e mui pro-
prias para meninos, sendo ella* de bonitas sedss,
forradaa.e com dous pospontos deseds decorosa
1*500cada urna, e maltas outraa de difirante*
adidades e precoe : na ra do Queimado, loja
gata branca n.16.-
Meias decores para homens.
Muito bees feeiac do cores a 160 o par, e 1*600
a dazia : quem. aa vk neo ce daaelsseadard, pote
J boas o baratisiiaas : na rae de Qnei-
aedo. leja d'ogeda branca n. 1*.
Vende'**) leo-do rieino ea Utas de 30 li-
bras : no aranera de Teineire, dekonte do ba-
tatii, noeaeodearfandega, eaiecos de farloha
.ercneleca*ct
Gollinhas bordadas e punhos
com botoes para senhoras.
A loja d'aguia branca, onde bem se encontrara
objectos modernos e de gostoa, cesba de receber
um lindo lortimento de gollinhas bordadaa e pu-
nhos com bonitos botos, o que boje ultima
aoda, e por isso nenhuma aenbora ae deve ne-
gar a comprar urna deaaas guarnigdea por 2*000,
tanto mtis quaolo ellas aio neceiiariaa para
completo ornamento dequeUea que tetaode apre-
ciar as bellas representagoes do Marioaogel, e
meaao aaqua nao forem team igual diretto de
comprar csses boniloa arranio ; na loja -d'aguia
branca, ra do Queimado n. 16.
Grvalas econmicas.
Na -loja d'aguia branca acba-se a bom sorti-
mento de grvalas de boaa e bonitas sedts ingle-
zas, as quaes is vendem demasiadamente bara-
tas tea que tebhaa defeito a)gam, e lim por
aerea ua punco mais targainhas, estas a 310 r*.
cada urna, e outras mais estrellas e superiores a
640 e 1*. Ansia*, pois, con vea a lodea ipprovei-
tarea a occaiiao, porque grvalas boaa e por taes
pregos ningaea ss deixa do comprar: na loja
d aguia branca, rae do Queimado n. 16.
0 Litro do Povo.
Sahio & hiz publica LIVRO DO POTO, publi-
cado ad> a drreeglo do Sr.TJr. A. MsrqeeeHo-
drlgnes^ e contem s vids de N. S. Jesns Cbtlito,
a narracio doa quatro evangelistas, e
guite* ertigo* : o vigarlo, o professor
o bom homem Ricardo, a moral preti-
e Nantua, mximas e pensaaentos,
s deveres dos meninos, e o Brasil,
igao do LIVRO DO POf O nio sStea
fformiser a lettura naa escolas pifma-
ceda menino epreode por uzn "litro
differente. e portento faerlrler o trabalbo do mea-
tre e do discpulo, como tambem vutgariaar, por
am prego baratitiimo. a historia do ailvador do
mando, e os memores preceitos de moral.
Vende-se o Livro do Tfovo, no Recite, na
"Trarla da preca de Independencia ns. 6 e 8, a
500 ra. o exemplar em broclrura, e a 800 r*. car-
tonado.
Panno de algodo da Baha.
Veode-ee no escriptorio do Antonio Loit de
Oliveira Azevedo & C, na raa da Craz n.l.
Cambraias.
Vende-se cambraias de coras de bonitos e ele-
gantes desenhos a 280 e 3S0 r. o covado: na
raa la 'Imperatriz loja n. 30.
Dliados.
Vendea-ae oliados pintado* da lindas vistas
paisagens larguras de 6. 7, 8 palmos, -pro-I
prioa para aesaa de juntar a SR o corado: aa
raa da Imperatriz loja d. SO.
Attenca! altenca!
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja o. SO da ra da Iapcretric itha-ee a
venda um completo e veriedo sortimento de boa*
**?.* fl" 'Isla do anas qualidsdes saoba-
ratiiiimSmeote vendidas, e para mata veraeidede
do que fiea dito, abaixo vio mencionadas elernaas
das ditaa fazendas, a saber :
Chitas lergee cor flia a R40 rs.
Madapolao fino com 24 jerdee a 5*.
Cembraiaa de cores a R80, 320 e 400 r. eo-
Taoo.
Velludo preto e de cores a 2*.
Lindeza de core* a 160 rs. o covado.
Lengoe pequenoa-a 0, 120 e 160 rs.
Chspeoa de castor Bao a 8*.
Chitaa pretas multo larga* e finas a S40 Tt.
Algodio trancado preto muito boa para verii-
dod* escravoe a 200ra.
Cambraia lisa com 10 jardis ai*.
Cese de wlpicos com 10 dita i **.
Cambraia-bordada para cortinados con 8 va-
res a 2/.
Chumbo.
Vendo-ac chumbo do mnnigao a dinheiro por
Rl* o quintal oc arroba per 5*500: no Arma-
se m de Antonio Ceaario Moreira Dlae, roa da
Madre do Dos n. 32.
Botinas
da Concordia n. 9.
para senhoraa, as-miis bonitas e bea enfeitadas,
Unto pretai como de setim branca*drogadas to-
das pelo ultimo vspor francs : na ra Nova o.
7, lojai do vapor.
. vende-ae urna morada de caaa terree, no
ra* de S. Francisco da eidade de 01ii duas salas, duaa camarinhas, quintal, cuja casa
delta esquina para o pateo do Carmo, enerve
ptimamente para quem quor tomar banboa aal-
gidoi; quem a quizer comprar dirija-se ao pateo
do Xtvrsaento n. 9, priareiro amuf.
No deposito defronte do theatro ra
do Apollo n. 31, vende-se gelo a Ajjt a
arroba e t|50 meia arroba e libraa
r* vd-e ua carro de 4 rodas e 4 aliento,
----------^-. aborto eeanom catada, cor Mece eccassles-
"^ yen*s-sea Jogo de veiluriaa : na ra aenle coaaodo : na cocbeira satroote do caa
estada, fot aenge eccessles-
n cocbeira atetronta
do Sr. Dr. Sabino, na na ra Bella n. 35,
Rival
sem segundo-
ff" d0uslmido n* 55 deffone desebrado
neo. est disposto a vender tudo por preco que
admira, asalm como aja: *
"coe de agua ds lavande muito gran-
Sebonetes o melbor qne pode haver s
Ditoa grandes maito finos s
FrsKos coa cheiros muito finos a
Ditaa ditos muito bonitos a
Garroteo de agua colalo o aelhor a
Frascos coa banha Bulto aaperior a
Ditoa dita de urgo flnissima a
frasco* de oleo babosa com chelro a
Ditos dito dito n
Ditos dito niro a
Ditos para Ha par a cabeea a tirar caspas a
Ditoa dito philocome do rerdedalro a
Ditos coa banha treoeparente a
D toa com saperior agua de colonia a
Dita, fraseos grandea a
Fraacoa de macaga oleo a
Ditos de opiata pequeo a 320 a
Ditos de dita grandes a
Tem um resto de lavande ambreada a
Linhi branca do gaz a 10 rs., e tres por
dono, a lina
ta de arelo Podro V, eom 200 jardee a
Dita dito dito eom 50 jerdea a
Carratei de linha eom tOO jardas a
Duzia de meiaa cruas maito encornadas a
Dita do ditaa muito superiores a
Dita de ditas braceas para aenhora, mul-
to flan a
Vara da bico da largura de 3 dedos a
Dita de franje para toelhaa a
Groza de botoes de louga brsoeos a
Dazia de phoiphoros do gaz a
Dita de ditos de vela muito su;eriorea i
Pega do fita para eos de todas as lcr-
fJFawssa sao
KMSMIM3M3 fitt CMMSeMUS
gNao duvidem que na ra
do Crespo n. 17, loja de
Guimares 6 Villar.
pesl
800
990
160
500
1*000
1*600
240
600
240
310
500
720
900
900
400
500
100
506
800
500
20
60
20
30
2*460
4R560
35OOO
120
80
120
240
240
Veste-se urna senhora dos
ate a cabeea.
Principiando pelos chapeoa de palba a
Garibaldi e chapelinas de palaa .de Italia
oa meia auperrorea qne tem vindo de
Frange.
Mantelete de groa bordados, capas o
casecea a LulzXVl, cadas do cores o
jnoireaotiquea pretoa e do corea o ac-,
bando peloi reapeitaveia baldes de crox
e de musaeliuas e que vendem barata-
almo. Senhoras freguezas a vista faz f,
9 mendem ver.
4ltencao ao vigilante
ta ra do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Joo ego,
est torrando por todo o
preco.
Coraes.
Os verdadeiros fios de corss redondos sssim
como raiz, pota o mais superior que tem vindo
ao mercado : 16 no vigilante ra do Creipo n. 7.
Micanga ou continhas.
Micenga ou continua de muito linda corea a
940 ra. o macinho : s no vigilante roa do Cres-
po n. 7.
Continhas do Rio.
Continhas douradinhaa miuda e grossa proprio
para pulceiraa das-quaea se eetao asando multa
por ser ultimo gosto, a 940 rs. o micinho, asiim
como aljfar b.anco ede cor a 300 ra : s no
vlerHazrle ra do Crespo n: 7.
Peonas d'aro.
As verdadeins penaa ioglezaa caljgraphicas a
1*400 rs. a caixinha : s no vigilante ra do Cres-
po n. 7.
Banlias ou leos e cheiros.
A superior banha transparente a 900 re. o
frasco.
Dita em latas de folhsde meis librs a 500 rs.
Dita em latinha de quarta a 320 n.
O verdadeiro oleo da aociedade bygicniec a
900 r*.o frasco.
Dito macasur e muito fino em irasco peque-
no a 1*600 a duiia. 4
A verdadelra agaa do colonia frasco grande a
H00 ra.
Ditoa pequeos mesmo em garranchos a. 400 re.
Ditoa com superior agua de flor de Inania iras-
co grande a 400 rs.
Dito com excellante sgua celeste frasco grao-
de a 1$.
Dito frasquinhos pequeos com vinagre rugi a
400 rs.: s no vigilante raa do Creapo o. 7.
Para conservar dentes.
O verdadeiros pos da aociedade bygienica pa-
ra dentes em frasquinhos de vidro o mais supe-
rior que tem apparecido pelo baratisaimo prego
de 1* o frasquinbo, assim como em catatabas
qaadradioha a 200 r*.: no vigilante ra do
Creipo n. 7.
Gollinhas e pnleeiras.
Linde* gollinhas e pulceiraa do mieaoga pelo
baraliimo prego de pulceiraa gollinbas 3R
pulceiraa s 2* e gorliehaa 1* e 1*500: s no vi-
gilante raa do Crespo n. 7.
Sestinhas
Seitinhaiimuito lindas comaeuspertences pa-
ra menino 3* e 4*. aasia cobo indiepensaveia
de continhis ou aicanga proprioa para menina
trazer no brego com lenciobo pelo baratiasimo
prego da 1* : s no vigilante ra do Crespo nu-
aero 7.
Tinteiros. *
Tinteiros proprios psra menino de escela ou
meamo para quem os qeizer comprar por bira-
liisimo prego a 500 rs.: s no vigilante raa do
Crespn. 7.
Fazendas pretas
Grosdenaple preto auilo sup.irior ,p*Jo dlmu
uto preco de 2 o co.do, .usa aceta^mj^l
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 91 o covndo. coaemiva II
Bailo fin. a 29. 2*500. 3, 3I50 o cotS
mamas pretas de blonde mu.lo superiores 12
manteletes de superiores groidenaples pretos ti'
cimente bordados s 35*. sobrecnaca do panno
preto muito fino a 30*. caaacia tambem tacan
preto multo fioo a 30*. palelota de paiuieprou
fino a 18 e 20*. ditos de canemirc dV cor ae-
cieda a 18*. superiorea graratinhas estrellas a
1, oiias de aelim maco a do go-gario muito aa-
periore para duas volta* a 2*. ditaa eatreitih*e
com lindo, alunle, S, sufe'rior S3o pS
to para col etes a 4* o corle, ricos enfaUeipretoa
6*. e assim outras rruitas ideadas so ande a
dinheiro i vial, vendem-e por inecoVaSTb.!
r.^oj.nv.ra^?.ueim'donwW-^^
Oliera para o pavao e
leiaoj,
Cstnisinhss com golliohss e aasgniloa
tSSSi bor<,,<,0, 55
Ditas de fu.tao com salpico, da cor
bollinbaa bordadas com boloiiobo
uitai de todoa oa goitoa a 640 o
dad801* nl^DgBi,0, d9 *tobraia bor>
""rfo""0' de c,B,br*ia bordos aaito
Golllohai bordadas a
talo a" e eMI,ita eo'*das psra
Camisiobaspara aenhorac
Lencinhoa de linbo coa labyrintho para
Ditoa a imitagao de labyrintho al* e
Luvas da lorgal anfeitadaa com vidrilho
neltea pretoa com vidrilbo a
Ricoi anfeiiei pretos e da cores, a Tutea
e Garibaldi
Grosdenaple preto a 1*600, 1*800 o
rodos eitis fazendas vendem-se na raa
i" avf0, loi"e "a"m 9"i0'
Prestem attenco
O Galo vigilante na ra da
Crespo n. 7,
qee quer liquidar e vendendo tudo por nrecca
!ae admira, como aejam : ^**
>.imas bandejas de chario da mollas qnc-
Salvas de mdal com ricos lavrores imitando
preto.
5*006
3*000
aoM
890
1*606
1*000
246
3*000
3*060
2*506
1|260
500
866
6*066
2*066
da la-
de Ga-
'J
meta! proprio para
Copinho e pratinho de
nio.
Manteigueira de lindas cores de vidro comtaaue.
e pritioho de metal. -
Riquisiimos etpelboa com moldura douade
Xoucadorea com gaveta e da outras qualidade*
Binculos com excellenles vidros.
Riquinimos laques de sndalo e aadreporola
E muitos maia objectos qua se continala an-
nuociar e que i vista do fregaez so asi todo c
prego.
Aljfar fino imitando perola.
Veode-iea500rs. o fio de sljofsr fino, iai-
tando perola : na ra do Queimado, loja d'aguia
Vende-ie um engenho oa belra de Hna.
moente e crrante, muito bom de terrea a cerca-
do, com todas ae obraa novas, tem propotceeo
pera safrejr 2.000 pes annuaes, distante de
embarque legoa e meia, ou troca-se por predioa
nesta prega : a tratar no paleo do Carmo o. 15.
fiscrarosngiaos.
Attenco
Rival
sem igual.
Miudezas e rap.
Ba larga do Rosario numero 36.
Lia de corea sortidas. libra a 6*400.
Srtrto* doarados a 1*600.
Ditoa ditas com pontas s 3*500.
Agalhai frencazas curtas e compridss a 60 rs_
Ditas cantofas a 120.
Pontea do m*taa para alar cabello a 500 ti.
Ditos da dita idem (doarados) a 1*200.
Carreteis de retroz de cores s 320.
Eecovee para cabello maito boee a 800 e 4*.
Cartas do alfinetes a 80, 100.120 e 140ra.
Eacovaa para unhas mrito boaa a 320 e 500 rs
Franjes pretas com vidrilbo a 320 e 400 rs.
Trancee pretal com dito a 240.
Bieos pretos muito bons a 180, 240, 320
ris.
Carreteis de liona i 30, 60 e 80 rs.
En faitee de retroz com frintaa5*300.
Meiaa pasa aaohora (duzia) a 26500.
Dita* cruaa para homem a 2*400 e 3*.
Tosooraa ordinarias a 30 u.
Franjee de lia eatreitas (peca) a 900 rs,
Sibonetee de bola finos s 640.
Fraacoa de diverso cheiros a 320,
Linha do Pedro Va 30 rs.
Botos para aaaaveqno a 20, 30 e 40 w,
Jtap* Paci Cerdeiro (vewadaua] s lJBOO.
Do engenho Solido pettencente io abaixo as-
aignado fugio no dia 27 de sargo do corrente ra-
no unten "erara criculo por Dome Francisco,
de idade de 25 a27annostem os signaes aecoin-
tes: altura regular, boa corpo, barbas passpio-
inos. hocca pequen*, com todos es dentes na
irente, nariz afilado, olbos vivos, raagaea do roete
am tanto altas, pescogo curto e groiso, ps pe-
queos, tem urna pequea cicatriz na testa per
cima de um olbo, c6r do bem preto, ararlo la-
dino, jogador. e intitula-te forro por onde ande
tem marcas de relho pelss coalas, irabaiha nral-
10 pouco de carploa, levou vestido camisa ca-lee
e jaqueta branca ou am palito! de riscade rflxo.
chapeo de feltro c6r de chumbo e gosta de an-
dar limoo, e levou algum dinheiro, foi escrave
do Sr. Manoel Joaquim da Silva Crevellas, mora-
dor no Brejo de Tsquaritioga comarca do Li-
raoeno, para onde se desconfia ter ido : roga-se
as autendades policiies, capitaea de campo ea
qualquer pessoe que o prenda o leve-o ao dHo
eogenho freguezia de Agua Preta en cesta praea
ao Sr. Manoel Antooio Santiago Lesia, que ser
generosamente gratificado.
Pedro Miiiano da Silreira Lena.
Fugio no dia 20 do corrente de bordo do
patacho Capuam, o escravo crioulo marinhei-
ro deoome Antonio, idade 19 anaoe penco aaia
ou menos, altura regalar, rosto camprido o cora
alguos signaes de bexigas, levou caiga e camisa
azul : quem o pegar leve-o ao eacriplorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C. rna da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho qne tere
generosamente recompensado.
Fugio a 27 de margo na mtlatinho de no-
me Alfonso, de idade de 11 auno, o qual tem os
signaes teguintes : olbos grandes amortecidos,
um sigoslde talho na tests, nsriz chato, bocea
grande, beigos grosios e cabel o crespo, cortado
rente, secco do corpo, pea e mica regalares, e
tem a falla um pouco rouca, e foi vestido do cal*
cadeazalao e camisa de madapolo, desconfia-
se ter ido para o mato : quem o pegar leve-o
ilhi dos Ratos n. 30, que ser recompensado.
Gratifica se com 300$.
Contina a estar fgido o escravo mulato de
nome Rogerio, de idade 24 aonos, pouco aaia oc
menos, desde o snno de 1853, eom oa signsee
segulntes : altura regular ou menos, rosto redon-
do eiquexelado, cor alaraojada, com falta de den-
tes, quendo falla carrega no 11, que ouvindo-e*
elle tallar d apparenciss de tato, olbos amarel-
lados, nariz chato, cabello* am cacados e ralos
quendo fugio liona principio da barba, tea a
costas bem cicatrizadas, em.um dos vasioc tea
urna cicatriz de urna postema que leve, nm tan-
to espadtdo e eitomagudo, oa ps nm pouco
spalhetados com oa tornozeloe para dentro, elle
pode inculcer-se ter sido soldado por causes das
multas eiealrizea que tem as costal: rogo, por-
linto, as Illmai. autoridades, tanto civis coma
pouciaes. qua se dignea auxiliar aos enhorco
espilles de campo ou particulares ra apprehenaae
do dito escravo, e ser remetlido ao sen legitimo
lenhor, no engenho Pindobinhs, sito na fregue-
iia de S. Lourenco de Malta, comarca do Recife.
Joa Luiz de Aadrada Lira;
e400
Hilo acece groaao o rasio grouo a 1*600.
Ditodito flaca ig280, .
seB oakce aoJiac aaia miadetas que com a pre-
lenga dos bons fregoszes se venderlo baratas.
500,000
a quem aprehender e levar fazeoia de Ca tul-
lo, em Santa Haria Magdalena (iBunkiaio de
Cantagallo), ou & ra Municipal o. 8, no Rfrj de
Janeiro, o escravo Getelio, pirtencenta ao Dr.
Lobo de Albaquerque Diniz, que fugio ha 7 me-
sas- E'crioulo de Pernambooo. ligeiremente fu-
lo, tem 26 snnos mita ou menos, a cabeea de ta-
ro, nho regular, os cabellos earnpin'aadoa e cres-
cidoa, e os Iraz repartidos de ua lado, olhoe pe-
queos porm vivos, noria Mo, ecos -*ontis
abertw, bocea regatar, com bt na denles, rbaixo,
temdo ca pernea am pceico ercieo, 4eaa m)$yaa*
cabolloi por heno do qejoixo poece bono, 4
meito esparto e bea conreeno, rjananac eada
aova muito o cerpo pan os hdoa, acaaaaanta
pagem e mtondo eta soleowo- ooaoae
cousa do pedreiro, e na ocacaaa oc-
ha) 7aazss) ere facmases-ale tas
bea ipplicarventosis, bichss, oto.
i ejsBaaa
ii
aeaauaMi


"*"7
T?
**>
LUteratuii.
lina viava iaci8ilsvel.
[Conclusa.)
Porque iotultaram a honra d*> tu mtjher;
disee a baroneza ern forma de ir'.ei-rupgio
Com um gentilbomem do Si. Delphim...
Ocoode de Cbamillec... .
Nao obstante a prohibigo do rei Luu XV,
coallnuou a marquen, e que tere o deaaso de
te metaro aeu adversario.
Elle era um bravo... Ah um homem destes, minba lia.?
Oh sim, mlhha sobriohi, rilo lhe occulto
isao, roc bem sabe que sou a frai u eza em pessoa,
aborrego e bario, siu esposo, e s: roc me tires
ae atiiardldo, certamente que .a o teria cajado
com.eHC Por isao quando o re: Luis XV indig-
nado, farloso pela aua deaobedieicia, enriou-lhe
1 onJem de exilio...
A qual, dizem que. Coi Vmc. roesma quem a
aoUicitou. Ah I disse a barone '.a com a mesma
iatengao e solugos.
Eicute, mioha sobrinha, eu nao suppunha
queeaseexili tivoase to fuoesta.. cooaequencas;
eu nao poda sutpeitar que o sei endiabrado ba-
rio, que ousra affrootar a prohibido do rei,lo-
' mar-se-hla de cholera, a ponto de, ao atrareasar
os Peryneni, para chegar ierra ilo exilio, des-
apparecer de repente, achaodo-se depois o sea
chapea a bordo de-urna correte a quallerou-o
nao se sabe para onde, pois apeza: de todas as pea-
quizas nao foi possivel encontrar s:< o aeu corpo.
' Ah miBha lia, que quadrol... nio pude
supportar a vista tJelle, e voltei a toda a pressa
para este>caslello, afim de occulur aqui a mioba
d6r, e poder chorar em paz.
Aqu a baroneza eotendeu que era do seo
dever chorar com todas as lonjas
Eolio mioha sobrinha, ainca nao est Tarta
de lagrimas ? perguntou a marjuaza com urna
impaciencia mal coutida.
Ah I nio posso resistir, marqueza ; Vmc.
deve compreheoder a affeigao, que sentimos,
quando perdemos os objectos, que mais amamos,
Nio, baroneza, nao compre endo... Eotio
j esqueceu que nunca conheci o; lagos matrimo-
niaes, a que gragas a Deus, ainda sou solteira ?...
Se me chamo a marqaeza de Nelles porque S.
Mageatade consentiu, para nio oxtinguir-se o
- nome de meu pae, qoe pela motte deste, eu to-
masse esse titulo com a condiclo de tranamitti-lo
o marido de mioha nica herdeira. Ora easa
herdeira Toc, mioha sobrioh;, e certamente
eu teria em pregado todas as torga:: para nao trans-
mitti-lo ao bario de Orsy, stu fallecido esposo.
Ah I que lhe fez entao esse pobre bario de
Orsy, minha tia, para Vmc. ler-lho tanto odio?
O que fez elle? mioha sobrinha, eiclamou
marqaeza, cujaa faces se ioflammaram com a
colera; ama infamia, ama crditl affronta I No
ultimo baile da corte, o qual foi dado pouco lem-
po antes do seu casamento, faltt ra-me um par
no miouete da duqueza de Pomt adour, o bario
pasaou junto de mim...affrootan lo a deceocia e
para oio fazer esperara duqueza, eu lhe eatendi
a mi, e...sabe o que elle me fe:, minbi sobri-
nha? Ioclioou-se, Deijou-mo res,Matosamente a
mi, e deixou-me ah sem daosar. Obi oio
lhe perdoarei em toda a mioha "ida ; e meamo
agora depois de mora nao lhe perdo aioda.
Julgo que voc j o tam chorado bastante, mea-
mo de mais, e quero que deixe o seu oome. E'
para Uso qae vim, que andel tilma leguas em
carro,' Miaba sobrinha, veoho rogar-lhe ; e se
fr preciso ordeoar-lhe que receb o cavalheiro
d'Arbel, e lhe d a sua mao, eu...
Ah 1 mioba lia, o que que Vmc. eatS di-
zeodo? ezclamou a barooeza, cujos solugos to-
maram proporgoet espantosas.
A' elle so, cootinuou a mirqueza, que
traosmittirei o marquesado de Nefl es.
Oh I nio falle nisso, minha t a !
O cavalheiro adora-a.
Ji sel, mas nao me importa.
Voce dee notar que elle .mi bello cava-
lhelro.
Bstou por isso, mas nada to bello como
aeu querido bario de Orsy.
Eolio recusa? disse de repente a marqueza
posauida da mais violenta colera, reflicta bem no
que taz,...olhe que a desherdo.
Soa bastante rica para nm viuva, minha
tia.
Voc me eoaurdece com o:; seus solagot,
gritou a marqueza fra de si, eolio nio deixari
nunca de chorar?
Nanea, minha tia, respond u a baroneza,
fazeodo um eaforgo para solugar com mais torga.
Oh! isao ninguem poda soflrer; tenciona-
va passar dous das aqui...
Ah I faga o que quizer, mioha tia.
Qual I eu perderia a cabega ; preflro expor-
me ao risco de urna lassidio; vou-me embors.
Notos solugos rebentaram da kconsolavel ba-
roneza. mais, fortes e maia agudo i.
Misericordia 1 eu eolouquego...quem me
acode 1 gritou a marqueza toda perturbada...
. adeua mioba sobrinha, voc nio me tornar
mais a ver. Est bem decidid* ?
Eu ficarei viuva toda a minia vida, mioha
tia.
Voc urna tola encorpada ; esta a mioha
ultima pala vea: exclamou a marqueza.
E ella sahiu appressadameote. A joven viuva
com o lengo nos olhos correu jauella, e quando
viu que sa'a lia ia ji pela grade, e que atravesaa-
Ta o parque com pasaos Armes, e bateodo no
chao com a bengala, e abanando-se com o leque
FOLHETLU
0 PAIZ DO
(*)
POR
a. LE GONDRECOCRT.
(Coatumes dos non. a des.)
TERCE1RA PART;.
com violencia, exe-te cahir ea orna caeetre,
arquejtudo.
Foi-se emflm, tnarmurou Ha. Ai I nio
posso mais. **Jr T
Ah I senhora, disse Julieta rindo ia garga-
Ihsdas ; porque ji tioha entrado ba muito lem-
po, e tioha cwtido -o flm da stens preeedeote.
AfclVb nio pffdia mUeonter-me; fltfarei doen-
te por isso. ,
A bilaridade do madamoiaella Julieta era pro-
varelmente muito communicativa, pois a baro-
oeza poz-ae rir como ella, e por algum tempo
houve um daelto de notas agradareis e brilban-
tes, que ejcapavanr de duas bocas frescas e gra-
ciosas ; por quanto Julieta pelo menos tao liada
como soa ama.
Pobre lia I exclamou esla emflm, quando
recobrou o livre exercicio de aua respiregao ; ea
pero que nio se dar mais ao eocoaimodo de
rollar ci. Coi ti da I ella vae toda toldada.
Ah I senhora, disse por sua vez a criada, co-
mo represen tou Vmc bem esta sean a I Quaaiqae
eu mesma me delzo engaar. Como foi isao
bem chorado ; oio ha comediante que oio tne-
jasse um talento semelhante.
Lisoogeira I crea isso.? Has desconfo que
aa lagrimas esrssiarem me o estomago ; prepa-
raste o almogo?
Sim, est promplo.
Pozeste dous talherea ?
-w Certamente.
Pois bem, ?ae chamar Ueitor, e dizer-lhe
que o espero
Julieta sahiu, e um instante depois um
bello caralheiro em simples traga de campo en-
trou na sala, diiendo:
Oh I Qzeste-me esperar muito,- minha que-
rida Heoriquela. i
Nio foi mioha a culpa, reapondeu a joven
barooeza, minha lia eotendeu que devia impor-
lunar-me al aqui; e fallar a verdsde, na mi-
oba qualidade de viava inconsolavel eu oio pe-
dia appresentar-te assim a ella.
Oh I eu o creio, disse Hoitor rindo, eu produ-
cira nella o effeito da cabega de Meduza. Mas
ae ella vollar agora ?
Socega; exced, para faze-la fugir, todas
aa dores de Aodromacba ; e estoa morreado de
fome. |
Eeu tambem, vamos para a mesa.
Ueitor tomou a mi da barooeza, e beijoa-a
ternemente. Depon assentaram-se ambos ea
frente am do outro as duas oabeceiras de urna
mezioha que mademoiaeila Julieta tioha trasido,
e aobre a qual eslava o almogo.
Entretanto a marquesa de Nefles tioha ji
alcaogado o sea carro oo flm da alameda, tor-
nando a encontrar ahi o cavalbeiro d'Arbel, que
a esperara.
Veoha c, cavalbeiro, veoha ci, gritou-lhe
ella logo que o avistou ; vou desmatar, eu o sio-
lo ; sustente me.
O cavalheiro, um taoto assustado pelo enorme
peso que ia aapportar, adlantou-se todava ; po-
rem a marqaeza nio leve precisio do sea auxi-
lio, t
Quem o pensara? disse ella ; fui mal suc-
cedida ; rogos, ameaese, nada produziu effeito;
ella persiste em sua viuvez ; todas as mfobas ra-
zos deram de encontr neases terriveis solucos,
quo aioda me ferem os ouvidos. Nada posso
msis fazer aqui ; decididamente ama viuva in-
consolavel ; eu abaodono-a a aua loucura, e
voho para Versailles, partamos cavalheiro.
Oh I isso nunca, marqueza. Cbeguei at
aqui, e nao voltarei aem combater. Vou dar um
assalto a ease coracio inconquiataVel.
- Que I o senbor quer...
A senhora diz que ella inconsolavel. Pota
bem vou consola-la, tajvez teoba para isso mais
merecimeoto.
Cavalhairo, o sedhor corre ao encontr de
urna derrota ; previno-o disso. Que quer o ae-
nhor fazer Junto de urna mulher armada da ia-
differcoga, e escodada pela dor?...
Procurar o fraco da couraga ; marqueza, e
eu o acharei; porque se ella teimar ; teimarel
tambem ; urna guerra declarada, tanto melbor,
entro ea campanha.
Cavalheiro, o aeohor joga urna partida ar-
riscada ; o aeohor vae soflrer urna derrota, e
deixar oesla accioos despojos da aua repatagio
de conquistador.
Alfronlo todas aa consaqencias.
Como eu a lassidio; pois vou-me embors.
Boa viagem, marqueza.
Seja feliz, cavalheiro, porem teoba cuida-
do I ella o iooundar com suas lagrimas; o
Nilo em pessoa.
Tranquillse-se, marqueza ; sei nadar.
E o cavalheiro adiaotou-se corajosamente para
a alameda, em quaoto a marqueza gritava aoseu
cocheiro:
WMUP MI f laWAMBPCO m,
Para Versailles
se for preciso I
de vagar, gaste tinco das,
II
Ueitor e Henriqueta estavam i mesa ha dez
mioulos pouco mais ou menos, quando Julieta
entrn repentinamente gritando:
Senhora, urna grande traigio 1 O Sr. d'Ar-
bel est ahi; a marqueza de Neflas quem sol-
a sobre nr, nio ha duvida. Germano, nosso
conteiro, viu-o conversando com a marqueza no
flm da alameda.
Ah I minha tia, minha tia, Vme. me faz
urna guerra cruel; murmurou a joven baroneza
levantando-se da mesa, e corando de contrarie-
dade.
Isso iosupportavel, disse Heitor com im-
paciencia ; nem ee qur a gente tem aqai lempo
de almogar.
dizer-lhe que e* nio qaeria var rrttguem
Oh 1 flz isse meamo ; pono- '
quo 4 um trepido soldado, me ditae.
do-oe; a o msis que elle ma abraei
g.l.at.mente, mreacMtou Julia., E^,
parenthesesque alada que Vmc. estiris no
fundo do inferno, elle ira ve la, e que te s se-
nhora recusaste recebe-lo pela porta, elle eatra-
ria pela j.oella. ,
Sau^sjue gaiato o tal mogo 1 diste Hei-
lor rlnde-rsx
Voii v Heitor? ah que potigie trate
a minha. Apenas sabam de unta viera iocooso-
lavel, aahem todos os galantes a campo, e cada
um qur eochugar-lbe as lagrimas.
Oh 1 senhora, interrompeu Julieta

nao
laaeiro sartioaento gosta
(udo o qa Ihrlembra a aua i
coosifo esMi ubias e pradeoi
ralheiro aKiat a cali de tabaco,
tada, que eorreo forleaeote.
rodear-ae da
a. Fazendo
ezoos, o ca-
rn urna p-
- Todava, continoou lie, o tabaco
freteo rap; quo algoiflea isso? Oh I j
-------- ----------,_ .0,a uau ._, .. uima uioinu icre eoa vence-la.
temos lempo a perder, tomemos una partido, por- Nada de demoras, arranquemos a bella eonsler-
0 canibeiro, aemaM lasKQtaVal, tez elogio
daqtulla, que elle dizia ter perdido, e para com-
pletar a otatjEo fuoebre, que a barooeza, ae bem
oeetBipaciegla, e Igdreiali o afro qoe elle a-
tirava, tinba ourido todava com complacencia,
fez todoa oe esforgoa para derramar urna lagrima.
Mas desses esforgosresultou urna carta tio joc-
es que a baroneza, nio podando mais conler-se,
pdzseem flm a rir.
Oh a senhora ri-se ?
Dieae o cavalheiro. cujo ar estupefacto exci-
tara aioda mala a bilaridade da barooeza.
O aenhor bem o v, c... ci... c... nio
posso negar., c... c... c... rogo lhe que me
desculpe... c... c... c...
Eoto, senhora, replicou o cavalheiro, ca-
?dV untE .?. i!, t ; q?,n, B"U r^al da mrt espantado, nrj est mais conier-
a oor, laoto mais mrito terei em vence-la. nada ?
muito
bremogal ella usa"dalle. As profundas dores
fszem maitas vezes tomar esses hbitos. O Uba -
co nio impeda de chorar; pelo cootrano, porm
desvia o curito das lgrimas* vendo a causa del-
tas, e semprt com isso se gsoh*. Decididamen-
te ella est maia seriamente aflicta do que eu a
julgava. Safa I
Ora!'o que Importa Isso a mlm ? ser razio
sufflcieote para renuociar a aventura ? Nio. por
aerro.
m
ihomo obttdo do rei,
da marqueza, ehego'u inopioadiriesite
qtiLO cavalheiro. que iatvez esteja ] impacien-
ta, e capaz de sahir immediatamente do pavi-
lhio, ondeo flz entrar para gsnharmos temp-).
Oh I diabo, lego no pavhio? exclamou
Heitor; foi l qae pasei a manhia, e l deflei
mtnhas luvaa, aa livro aberto, e o quedo petar,
a minha caixa de tabaco aobre a meaa; estamos
bem servidos.
Ettou compromettidt, dase Henriqueta.
E ea eolio ? ateresceoteu Hitor. Olve-
me Heorlqeeta, miaba querida H-oriqusia,
preciso sahir corajosamente dessa falsa posigio ;
oio podemos msis conserva-la. Amo a felicida-
de as claraa ; confeaaa-me publicamente ; seja
eu o ten esposo aoe olhoa de todoa, assim pre-
ciso mesmo para ti.
Voc eaquece-se Heitor, reapondea a baro-
neza encarendo-o filamente, e dallando pairar
em seus labios um sorriso imperceplirel, que oio
poase, que oio devo chamar a voce meu esposo,
em quaoto a colera do rei contra o bario d'uray,
nio fr completamente exliucla, em qeanto o
mooarcha oio liver rehabilitado por um perdi...
poatbumo, essa memoria tio cara.
Mas o qee devo fezer agora do cavalheiro?
Recebe-lo, easa boa I
Oh; voc quer?...
E eotio o que fszer? O cavalheiro oio ael
porque servigo, moito bem visto na corte; elle
eat na graga dos ministros, e do mesmo rei.
Depois da descoberts dos objectos, inteiramente
masculinos, que elle aem duvida eocontrou oo
pavilbio; urna recuaa de v-lo nio proda-
ziria outro effeito, aeno augmentar suas susoei-
las. v
Mas voc sabe Heitor, que o cavalbeiro
vem para eochugar as minhas lagrimas, e pedir-
me a minha mi; disse maliciosamente a baro-
neza.
Que quer pois que ea faga ? replicou Hei-
tor.
Devo cooced la ?... diga ?
. Maliciosa, disse Heitor rindo; mas de re-
pente tornou-ae serio, e exclamou, oh I que
idea I
Qual entao?
Alerta I gritou Julieta, que da janella nio
tioha deixado de vigiar o psvilho; eis o seohor
cavalhairo, qoe nao podendo abrir a porta, por
ser eu lido a precaugio de fecha-la com achare,
salta pela janella. '
Misericordia I disse vivamente a baroneza.
Elle edrre; dirije-se para este lado, diste
Julieta.
Porm, qual a idea; perguntou Henriqueta
a Heitor.
Vem c ; eu t'a ommunicarei.
Elle sobe os degrius ; lujara, fojam I
Esta ultima observsgio de Julieta era intil,
porque Heitor e Henriqueta tinham j desappare-
cldo.
-- Ah 1 gritn o cavalheiro. entrando na sala,
e avistando Julieta, que procura va retirarse con
duziodo a meaa do almogo, entio voc, mioha
liada menina quem tranca a gente ?
Eu, Sr. eavsllheiro? disse Julieta ingenuidade perfeitamente flDgide.
Com duas vpltas 1
Oh I replicn Julieta com indlgnagio con-
tra ai meama ; jurei-lhe que nao farei segunda,
tambem e techadora nio prests, quando a gente
di urna rolla, ella encarrega-ae da aegunde.
Felizmente a janella nio alta.
Seia ps somanta ; afflrmau Julieta.
E eu equi eetou 1 continuou o caralheire.
Prereniste tua ama ?
Com empeoho. /
E onde est ella ? f..,
No aeu toucador.
Iaeo de bom agouro...
Eolio oio pode tardar ?
Um ioatante apenas.
Obrigado.
Nio tem de que ; disse Julieta efm voz bai-
la, ganhando a porta.
Logo que ae acbou a as sala, o cavalheiro ti-
rou da algibeire urna caixa deatabaco.
O que talo ? perguntou elle ai ai mesmo
um chapeo do hornero, um lirro aberto sobre a
mesa, e com um lugar marcado, com'. urna carta
datada de hootem; ludo isso oeste parilbio,
oode me eocerraram, e doode parece que alguem
sabio, antea que eu all chegaaae. Quem sabe se
a uoaaa encantadora riura oio est inconsolavel,
aeoio porque est j eeosolada ? Ah I qe pen-
samento. Nio, iaae impossirel; a boa marque-
za ra suas lagrimas, unta torrente como ella o
disse ; e ninguem derrama torrentes sem dr real.
Nio, lodos estes objectos mascullos tio os do
seu culto ; sio Ontras tantas Iembraogas do sea
pobre defuocto, entre as quaes a noasa viuva in-
consolavel nem certamente passar as manbaas.
nada s acerbas cooaolsges ds oaixa de tabaco,
e offeregaae-lhe coosolsges msis series Alm
de que mioha honra est compromellida; eu pro-
met! a marqe/a descobrir e fraco da couraga ;
compre procralo, rejamos? Galantera? nio,
isso muito comroum ; na j ha hoja quem nio
faga o mesmo. Ah 1 achei 1 os sfBiclos gostam de
encootrsr irmios, Unjamos ums graode dr pro-
reDiente de cauaaa anlogas. Tomemos um ar
consternado; ostentemos negligencia no trage, e
se fr preciso, executemos am duelo de lagri-
mas; isao nio me-custa multo; toh'o muita fa-
cilidade em chorar.
Todo orgulhoeo,. da ene sabia reaolugio, o ca-
valheiro molbou os olboe, tomou um ar triste,
mas Inteiramente intereuaote, desarranjou os ca-
bellos, abriu a casaca, e depois de ter coosultado
o espelho com una lance de olhos, e ia sentndo-
se n'uma poltrona, para ahi eaperar cemmoda-
meDte^ chegada da baroneza, em urna pos-gao
melanclica, quando ouriu ama grande risada
que rinda Ja cmara riaioha.
Essa risada franca e alegre na cass de ama af-
flicta Ibe parecen, pelo menos, estraaha ; elle
comegu a receiar que Unha Cogido em pura
perda lio grande consternago. Pebr alla foi
quando riu eotrar logo depois a joven baroneza
procurando conter as ultimas gargalhadta
Sem duvida era a idea que Heitor lhe liana
communicado, a causa de sua alegra. O cava-
lheiro encarava -a com um arde ansio, que nio
era l muito proprio para fazer rollar a baroneza
gravidade.
Que significa isto ? pensou elle; ter-me-hia
s marqaeza engaado? oh I nio, impotsiral.
Ah I eomprebendo, continuou elle em seguida.
Nio alegra ; ease riao irregular que precede
s lagrimas oas pessoas nervosas. Que dr meu
Deus 1
Elle ioclioou se diante da joveo baroneza dan-
do dous ou tres suspiros com profunda tris-
teza.
Mil perdes, senbor cavalheiro, por t-lo
fetto esperar, disse ella cooseguindo por flm ex-
tinguir o riso.
Ah seohora, respoodeu o cavalheiro com
o mesmo tom com que teria recitado aa lameo-
tsges de Jeremas; oio se desculpe. A seoho-
ra ae liaba sem duvida esquecido; ai grandes
drea fszem militas vezes esquecer a memoria.
Eu o sei msis que uioguem. Ah 1 eu esperava
a senhora coa paciencia, chorando tambem mi-
nhas proprlas desgrscas.
Devras cavalbeiro I que tem o seohor eo-
tio? o aenhor parece triste, e seu rosto tio mu-
dado ; disse a barooeza que eslava qaasi a ponto
de dar oovaa risadas ao ver a figura do cava-
lbeiro.
Ah I senbora, replicou este levantando os
olhos para o cu ; tive urna perda tio cruel, co-
mo a da senhora.
Seriamente?
Urna moca, com quem ia cassr-me; que
eu adorava. Olbe, aenhora, a depois dests per-
da cruel que eomprebendo a sua dr.
E o senbor veiu certamente para confundir
suas lagrimas com as michas; nio assim, ca-
valheiro ?
Ah aenhora, os afilelos goatam taoto de
encontrar peasoas, que Ibes sejam irmios na
sorte.
Pronunciando estas palavras, elle tirou da al-
gibeira a caita de tabaco, e a presen tou-a a berta
baroneza, dizendo-lhe:
A senhora nio loma ? Heoriquets recoohe-
ceodo a caixa de tabaco de Heitor, recuou um
pouco, e parecen embarazada.
Elle acbou-a, dlaae consigo a joven viuva ;
j adreohou todo; e urna comedia oqae elle
est representando.
Nio sinto certiflesr-me se um habito mui-
to inveterado nella. E' porque aborrego as mu-
lberes que tomam tabaco. Tal foi o peaaameoto
do cavalheiro, que tendo-ae engaado sobre a
causa do embarago da baroneza, accresceolou
logo;
Oh oio hesite em miohs presenga, senho-
ra; depois de minha desgraga tomo muito taba-
co... Vejo que a senhora f(z o meamo ; esta cal-
xa aua; achei-a neaao pavilhio, onde me -
zeram entrar priojeire, ella estaTa entre objectos
bem caros, os quaes, ettou bem certo que lhe re-
cordara bem tristes Iembraogas.
A barooeza inteiramente tranquilizada, com-
preheodeu por este discurso que o cavalheiro
oada sabia, e adiaolaodo-se com bastante san-
gue fro, tomou urna pitada, que l-la espirrar
qaaai immediatamente.
Estou salva, ditae ella comsigo.
Ainda nio est affette a isso, pensou o ca-
ralheiro por eua rez.
E a converaagio tomou de novo o sen curso.
III
(CoDtinuagau.)
Os cegadores de abestruzes costumam reunir-
se em conselho na vespera da catada afina de de-
liberaren! sobre as operagas lo dia seguate.
Eis a razio porque Ghrellab, rig< roso observador
dea usos e costumes quando tratara de liaoogear
o gosto dos seas subordinados, :onduzira a sua
gente para o ghrtdir de Zoabia (1).
A caga,meus Albos, disse(brellab sorseus
compaoheiros, um passatempo que vos conce-
do ; maaque oio dere arrestar-vos ao ponto de
commetter imprudencias. Nio cinflo muito nes-
ta tranquillidade apparente que eina no paiz : 6
de crer, que nao se demorario muito lempo em
Laghouat os cavslleiros para ali convocados pe-
los Francezes. Serla pois urna imprudencia ar-
riscar-nos a eocontra-los em grande numero, e
bem montados, ao paaso que tereraos aa nossas
cavalgaduras fatigadas. JDividaroo-nos por con-
seguirte emquatro pelotes ; deus empregar-se-
hao os caga do abeatruz, e dou se terao em re-
serva. Escolhei os rossos baledoras.
Contra o uso seguido apreseitaram-teimme-
diatamente para bater a caga n u tos cavalleiroa
bem montados e conhecidos por habis cagado-
rea. A missao de batedor de caca difficil, por-
que eate deve prmeiro explorar d paiz n'uma cir-
cunferencia que nunca menor de quatroa cin-
co leguas, e tanger a caga na iirecgio em que
se a cha a emboscada. Por aqui ae conhece o
trabalho e fadigaa, que sio resirvadoa ao bate-
dor nesae cuidado de descobrir os abestruzes, e
eocamioha-los para o sitio coon niente.
Verdade que nesta uilima operagio o balelor
qaasi sempre guiado pelo instiacto do animal,
em que monta, o qual teima em aeguir a mes-
ma direegio que toma a caga ; mas nem por isso
lhe menos preciso muita serle ia de olhar 0 ri-
gilancia pafa que esta nio lhe i se a pe des ristis,
e vi ter ao ponto onde a espeiam os outros ca-
valleiroa para atirarem-ae aobre ella.Em alten-
gio a lato se eatabelece nos estatutos dos cagado-
rea que a metade doa abeatruzes mortoa pela
genio da emboscada toca aos batedorea, aos quaes
se deve todo o successo.
Ghrellab, que medilava urna razzia conside-
rsvel, e pensava mais em perseguir homens do
que ebestruzes, declaroa que faria parte'dos ba-
tidores, pretextando qu por si meamo qaeria
ver o que ia pelo-norte do paiz, e pelas regies
prximas ao nosso acampamento de Djelfa.
Feltas as coovenges, e designado o ponto de
emboscada para o dia seguinte, cada cavalleiro
deitou-ae junto ia suas armas, e cavallo, e ador-
meceu profuodameole, confiados oas sentlnellas
que Ghrellab deatribuio com verdadeira pericia
guerreira.
Os batedores, e Ghrellab oeste numero, par-
tirara antes do romper do dia, dirigindo-se para
o norte e lados do acampamento de Djelfa.
Depois de curta marcha o intrpido mendigo
da Treib disse virando-se para os seus compa-
nheiroa.
Explorae o campo deste lado ; eu irei pela
esquerda com os meus servidores : toroar-nos-
hemos a encontrar na occaaiio de taoger a caga.
Nada reclela a meu respeilo.
Os batedores obedeceram. Deixemo-los para
voltar ao ghredir de Zoubia, onde ficou o grupo
principal dos cagadores.
IV
A Qtn.lt do ftil esperavs com extrema impa-
ciencia que chegasse o momelo de poitar-se oo
pooto deaigoado para a emboscada : esse mo-
melo estara marcado para meio dia, por ter
sido a hora escolhida pelos batedores como a
maia calida, e por conseguate a mais propicia
para arremessar a caga. L por orne horas cada
cavalleiro dea a beber aua cavalgadura cinco
ou aeia litros d'agua 2), aellou-a depois,Rond-
se lodos em marcha no maior silencio, proferi-
das as palavras sacramentaosBeim kllah. (Em
oome de Deus 1)
Ao cabo de mela hora chegarajn ao pooto que
era um pequeo bosque de sorbos btloumt
(slfostigueiros).
Eochestes os vissos odres, cortastes as ra-
riohas efe sedra? perguotou aquello que na au-
sencia de Ghrellab diriga a cagada (3).
Sim, aim, estamos de todo preparados.
Neste caso apea-vos : subam dous arvore
mais alta para preveoir-nos quando avistarem de
Nio, cavalheiro, mioha tia, ascaroeceu tao-
to de aim esta minha, que...
Que a senhora esticoosolada?
Perfeitamente.
Obi senhora, porque nio me disse isso a
mais lempo ? excUmou o cavalheiro ajustando
outra vez seus vestidos, e recobrando seu ar
habitual; a senhora me fez andar s reaaas. Ha
maia de um quarto de hora qoe represento urna
comedia redicula, e finio urna graode dr, a
para llsoogear o seu soffrimeoto.
Eotio s moga que o senhor perdeu ?
Nunca exiatiu.
E suaa|lagrimaa?
Nio podaram chegar a correr....... apeaar
mesmo dos meus esforgos, como a senhora
viu. Mas como ji nio essa riura inconsola-
vel, cujo coragio eu quera adquerr pela astu-
cia ; sou o mais feliz dos homens, e posso dizer
a aenhora aem fingimento, e sem lagrimas, que
amo-a, que adoro-a, e que finalmente venho
pedir-lhe sua mi. Eis o que me traz aqui,
aenhora. Gosto mais deate papel que do outro ;
pelo menos assim estou oo meu elemento.
Obi cavalheiro, urna declaragio tio inespe-
rada!
Que petulancia? dase a baroneza com galan-
tera.
Oh! seohora, j perli muito tempo.
Mioha ta me tinha j prerenido respeilo
de suas boas disposiges, mas eu nao esperara
que........
Sua mi? aeohora. sua linda mi, ludo
o que pego, s o que desejo para ser o mais
renturoso dos mortaea I exclamou o caralheiro
com eothuaiaamo, cabindo aos ps da ioreo
riura.
Lerante-ae, aenhor: rogo-Ihe que se le-
vante.
O cavalheiro levantou-se com um movimenlo
gracioso.
O senhor, pede a minha mo? disse a ba-
rooeza com urna galantera perfeitamente estu-
dada ; mas ea recusei-a esta manhia a mioha
tia, que m'a -pedia para o aeohor.
? Aa mulheres ssbem lio pouco pedir essas
cousas! Eu lhesupplko, seohora 1 ser preciso
que torne a cahir a seus ps?
E' intil, cavalheiro, responden a baroneza,
nio posso conceder-lhe minha mi.
Qaa ougo?
' Sem faltar a um voto que flz.
Um voto?
Ri lenlo; lolo, ae o seohor quizer; mas
que me liga as mos, e prende minha liber-
dade.
Obi filie senhora, falle; e se possivel
satisfaze-lo, coate comigo, com a mioha honra,
com o meu ardor.
Jurei, cavalbeiro, urna cousa que agora
considero ridicula, maa que no comego da minha
dr parecia-me aublime; jurei nio tornar a ca-
sar-rae em quaoto a colera do rai cootra o
fallecido bario d'Oray uo foase aplacada.
Se a isso, exclamou vivamente o cava-
lheiro, j e.si feito, por quaoto aua magostado
ultimameote no seu cinalo, oode se fellava do
bario, aentia amargamente que a sua aeveridade
tirease cauaado a morte de um rassallo fiel.
Ouga-me conliouou a baroneza, isso nao
tuto, jurei tambem, e essa a minha Impruden-
cia, que eu nio deizaria de ter o aeu oome, em
quanto elle nio fosse rehabilitado por um perdi
poalhumo.
%\ s laso, aeohora ?
{?) Vide Diorto n. 104.
(1) Por tres msneiras se caga, o abeatruz
correndo-ae carallo aps elle de um s folego,
o qee se chama o beou; 2* recorrendo-se ao
gaad (ponto de emboscada) quando os abeatru-
zes sao am grande numero ; 3* por eapera ; esta
ultima maneira asada pelos caladores i p exi-
ge muita paciencia, por Uso q te alies laram as
vetee 15 diea oe mais, esperando a caga.
(2) E' isso contra o uso adoptado na Europa;
mas a experiencia tem mostrado que nos areiaes
abrasadores do Saharanio fra de propoaito
prevenir-se a sede dos animaea saciando-a de
aolemio. E demais, como dissemos, os cavallos
sao" conservados em jejam desde s-respera ; e
por iaao a agua que bebem nio tea que impe-
dir-lhes a digestio.
(3) Oscagadorea muoem-se de odres cheios de
agua ; porque no ardor da carreira podem ir ter
enormes distancias, e perder-se em paizea
onde de cerlo morreriam a sede. Quanto ii va).
looge os abeatruzes ; e tranquilisem-se que nao
partiremos sem que deagam (4).
Os batedores, guiados pelo bomem que as rea-
pera encontrara os bandos de abestruzes, reco-
nheceran logo que faziam boa cagada. Esteo-
deram para o norte a sua exploracao, toram reo-
oindo e aproximaodo a caga sea eom ludo es-
panta-la, e quando rerficaram pela sombra de
auasyariohaa na areia que o aol penlia para o
sul, comegaram a tange-la na direegio do poo-
to da emboscada.
Em quanto Uto fasiam : os cavalleiroa da em-
boscada ardeodo de impaciencia eotregerea-ae
alternativamente esperaoga, ao receto e ao dea-
animo.
Nio eochergaes ainda nada no hortoote,
fllhoa de judeos r Per que oio fallaes ? Eslaes
hoje mudos e cegos ?
Nio estsmos cegos, responden um dos vi-
giaa, remos tado ao redor de nos como n'um es-
pelho : mas, oio presentimos morimeoto algum,
e os nostos pos ardem como em brazas nestes
ramos esqueotadoa pelo sol.
O calor era coa effeito abrasador ; o vento de
sadueste, que 4 o timoun de Egyplo, esteodla
sobre a planicie o sea ardente aopro, que s a
febre da expectativa faria aupportar-ae aem dor.
O aol forte, mas oio o tal vez como
cooveo, disse um velho Mekhalif que aflrontava
aeui-n para melhor correr os rigorea da atmos-
phera abrasada. Consultemos os goradt : 4 o
melhor indicio de bom ou miu auccesso.
Sim, consultemos oa gerads, repettram una
poucos.
I Os rabes cbamam gorads i urna especie de
carrjpatas : tomam alguna, depositara na areia
oo ceotro de um circulo de trinta a quatro cen-
tmetros de dimetro, deixando-ot flear expoetoa
todo o ardor do aol. Se os gorads aleaogam a
circumferencla do circulo tragado em torno dal-
les, aignal de que o sol nio est bailante forte,
e isto d lagar reoeiar-se que o abeslraz exce-
da em ligeireza aos cavallos que o perseguem.
O velho Mekhalif, que expender a opidiio de
consullsr-se os gorads, oio lave muito trabalho
em procara-loa, porque oa encootrou logo em
porgao sobre o aeu proprio cavallo : collocou-os
oo centro de um circulo que com o proprio dado
tragou na areia com muita certeza.
Os cagadores gruparam-ae para seguir com
simplee curiosidade os effeitos dessa experien-
cia, da qual faziam expender a sorte do dis. Os
seis gorsds, alli poatoa, estimulados pelo calor,
moveram-se logo com rapidez, e andaram apres-
sados a lerga parte de cimioho lo centro cir-
cunferencia ; 09 pobres bichinhos estavam lilte-
ralmente calcinados.
Gloria i Deus I exclamaram lodos os cs-
valleiros rodo-ae transperecer a alegra nos
seua semblantee bronseados. O dia de hoje
E ludo, aeohor.
Poia bem, aenhora, d'aqui poucos dias
ver cumprido e aeu roto, eaer mioha mulher;
pois o rei qner-me muito, para oppr-se ao
meu casamento.
Um quarto de hora depois o cavalheiro teodo
oblido um carallo, corra a galope pela estrada
de Vere&illes. Todava elle nao eatava lio apai-
xooado peta baronesa como quixtva faze-la-crer,
e facilmete noa convenceremos diaao, se qui-
zer-mos commetter a iodiscripeo de sorprehen-
der seus pensamenloa durante a viagem. Es
pouco maia ou menos o que elle pensara.
Oht parece-me que ella passoa muito de-
preasa da dr ao prazer. A fallar a verdade eu
amara-a mais, quando iocooaolarel; iaao exci-
tara e meu amar proprio. Eses boa I lodos
igoorarao que achei-a j consolada, e toda a
honra desea cura aera minha ; e depois o mar-
quezado de Neiea que eat no flm deate casa-
mento rala bem a pena que se eorra assim, como
fago.
Paremos aqui com a nossa indiicripgo, e
digamos que cinco dias depois de sua partida o
caralheiro d'Arbel appareceu outra rez no caa-
tello da baroneza d'Oray accompanhado da mar-
queza de Nefles triamphaote. Como, no-seu
empenho de entregar a barooeza o perda. pea-
do adenla
. oa aala,
ea cuja porta parou immudillattfetlte. Pare-
]L*.lbV,,J'm lito *IWPLWMf repeUna-
mente HenriqeeU, e langer-se n'um gabinete
rislnoo ; porm sua fataidade persuadio-o logo
deque ae Unha engaado. Seria'possivel por
ventura que quinto chapan momento afortu-
nado de ser sua mulher, ella penssaee em entro
homem, que oio elle ? E el le eren perfeitamen-
te, que um espetad que se achara perlo da porta
do gabinete lbe Unha eausrdo esta illusio r-
fletindosua propria imagem ; adiantou-ae- pois
com ar alegre e deaemban gad) para junto da
baroneza, exclamando.
Victoria I aeohors, riciorlal aqui tena/a
seas ps o maia feliz dos homens.
Elle ia ajoelhar-se, o que por perenlhesis lhe
pareca muito familiar; qoatttio a barooeza o
releve, e desta rez com urna emogio bem
aeria.
Eoto, senbor, perguniou all, qee 4 falto
do perdi ?
Ei-lo aqu, senhora! por Deas ( Bus
mageatade fez bem ae conana........- parajum
perdi poatbumo, porque el e est cooceMdefie
modo qee polo aalittaier a un viro
Um raio de alegra brilbou noa olhos da baro-
oeza, que recebeu com a ralo trmula o papel
coberto com o sello real. 'O caralheiro que- ea-
gaoou-se tambem aobre s eaua,deaaa eaoeiVo
bem risivel, continuou log> com ardor:
Emflm, senhora, nada se oppe maia" t
minha felicMade, nao ha maia obstculos.....'-
S um, senhor, fespirdeu a barones,
corando e abaixando oa olbea.
Om obstculo.......... aioia 1 exclaaou) a
marqueza de Nefles que acabara de entrar na
aala, e qual ? onde eat elle? minha ao-
brinha.
Ella ahi vem agradecer ao senbor caralheiro,
mioha tia.
Sim, senhor, dase Ueitor apa-areeendo,
receba os meus agradecimectoa palo ompenho
com que ae houre em procurar aleaogar o alea
perdao4>ara caaar-ae com mioha mulber
O bario de Orsy l grite u a marques estu-
pefacta, e aentindo renaacer todo o aeu furor.-
Meu marido, minha ta, que ante quiz
passar por morlo durante detoito meiea, e nver
eqel recluso, do que forgar iua mulher e defxar
aeu paia.
lato quer dizer que fui solemnemente es-
carnecido,dase emflm o caralheiro d'Arbel reco-
brando o uso da patarra, de que a torprata o liaba
privado. Depois de um mooiento de heaitagee,
elle coolicuou : Poia bem urna boa pilhe-
rie. Eu aerei o prmeiro e tic e minha cuela f> e
sempre gaohei o'iaao o piazer de ter feite tan
boa acgo aem n'isso pensar, o taires, mais aa
amigo ; continuou elle ealer.do a mao ao bario
de Orsy.
Este aperlou-a cordealmeote, e dUae:
Ah caralheiro, o senhor um homem de
espirito, e nao meaos um homem de coragio ; o
modo porque acceita tado Ule, lbe aaaegura para
aempre a mioba amiaade.
E a minha, sccrescentoa a baronesa.
Ealio eatou bem recompensado, diese o
caralheiro.
Maa isso abominarel! gritou de ero a
marqueza de Nefles.... a niagoem licito usar
desses artificios I a ninguem permittido fazer,
com que os mais o cream morlo, quando Sao o
est 1 Ohl seohor bario l o senbor ae pagar
ludo isto.
Ah mmha tia, estamos em um da aje
perdi, disse Henriqueta, con rossupplicaote.
E a marqueza ratificar o meu, consenlindo
em dentar comigo o prmeiro minuete no proli-
mo baile da corle, dase o bario.
Como ? seohor; disse a marqaeza corando
de prazer.
Se a senhora ae digoar de faaer-me esta
honra, minha tia.
A marqueza de Nefles, ce ntente e orgulboaa
com este miouete em projeclo, nio pote deixar
de ceder; eslendeu a) mi a seu aobrinho,
dizendo a Heoriquela :
Maa emtim, miaba sobrinha. diga-ae
porque razio pareca vce oconsolarel ?
Ohl eu lhe digo, marquis, interrompeu o
caralheiro d'Asbel, porque a aenhora aua so-
brinha tinha a consolagio muilo pertinho de
si.
El.-6.EME NlJO-M.
Trad. de = U. M. .
os abeatruzes, quando estes sao aUancadoi.
(4) Os vigas que aobem s arvoret nio n'o fa-
zem de boa vontade, porque receiaa que os seas
compaoheiros so aignal dado nio asperea por
rlohss de sedra frreo para mear ae bordeada* ellos, e te precepitem em perseguido da caca,
detxando-os flear ros.
feliz : o grande Ghrellab s noscondaz aven-
tura I Ob l, vos outros vigas, que ahi estaes
empoleiradot, nio nos dizeis cousa alguma I Dor-
ms porventura ?
Ahi vem os abestruzes I Abi vem oa
abeatruzes 1 Exclamaram os vigas. A' cavallo I
A' cavallo I Pelo amor de Deua eaperae-nos,
accreaceotaram elles deixaodo o seu observa-
torio.
Quantoa ? Sio muitos ? De que parte
veem ? Sio machos ? Nio descaes lio depressa,
filhos de satans.
Sao viole ; respooderam os vigias sallando
em Ierra e correodo aeua cavallos para nio
deixar ir adianto oa aeua companheiros, que ji
firmes oos estribos dardejavam ao longe naa on-
dulagea daa areiea olhares seintillantes, em
quanto que os cavallos eleclrisadoa pulavam,
impacientavam-se sob involuntarias presses ds
mi, doa joelhos, e esporaa.
Et-loe.
Partamoa.
Ainda nio, esperemos ; elles veem direito
a nos.
Ao contrario, dirigem-ae pela esqaerda.
PoU 4 direita que deremoa carregar.
Esperte.... sim.... nio.... Seja feila a von-
tade de Deus I
Um Unido de esporas interrompeu essa balbur-
dia de pareceres conlrsdilorios, e ioateis recom-
meodagoes. Os cegadores como que envolvidos
n'um turbilbio de pd e de vento arremessaram-
ae quasi deitadoa as crinas doa seus cavallos so-,
bre o bando de abestruzes, que mudando logo de
direegio, precepitou-ae para o aul peraeguido
por aquello furacio, de que ainda atrerrado,
pode fugir por alguos instantes.
Os abestruzes estavam ji cangados da corrida
que lhea deram oa batedorea, e coaaervavam-ae
aobre os cegadores apenas um adUntamenlo de
quiohentos seis-ceotos metros : mas animados
pela rala de am aoro perigo, nio ae separaran)
mais, e redobrndo de esforgoa, corrism como
que nadando no ar com o auxilio daa auas azaa
por tal forma ligairos que em breve se distan-
cearam dos cavallos.
Os cavallos Acarara esbaforidos nessa primeira
carreira : foi precito moderar-lhea a marcha,
para qae podessem respirar, e com Uto os abes-
truzes ganbaram muito terreno. A cagada, po-
rm, recomegou com a meama furia, erenceu-se
considerarel dittancia, posto que oa caralleiroa
niocantassem ainda victoria, porque ae oa abes-
truzes Um perdedoo vigor, os savalloa entran*
queeiam tambem, e precitavam de novo folego.
Foi depois de urna tercelra delooga deesa ea-
pacie que oa soberbos pasearos deram o signal
evidente de aua prxima agona, aeparande-se
una dos outros, e dispensando-se^ do acaso. Eo-
lio cada cavalleiro dos que Um na frente esco-
lheu a aua presa, e poz-ae directamente em aua
parsegalgo. Os abeatruzes fugiam i una viole
minutos ; suaa osea comegevam i pender iner-
tes, e os ps j pesados lavaotavam multa post-
ra. Oa cavallos, como ee coopreheodeasea que
era preciso pagar coa ums Utas energa o
LU1ZA GUY0T.
i
Luis Desebezopt, outr'ora addido i legages,
tendo obtrdo a aua deuitsio, retlrou-se para
Versailles, a cidsde de Luiz HV, como pera urna
oora Tnebaide. Centava eoto trila e cinco an-
uos de adade.
Na poca em que comega eata Meterte, isto ,
oo a o o de 184-t, acbara-ae elle residiode- ea em
pequeo aposento da rea dea Re serva torios, ama
das ras mais monotanas da ddade, apesar do
ser situada ae longo do parque, e nao obela-ele o
Ibeatro que pera ali enrabia em noute de repre-
seottgio lal ou qual apparnncia de morimeoto.
Mr. Deschampa,, pae, fra durante a sua vida
am deaaes bemens, para oa quaes o dever urna
especie de-reiigiao. Em 1809, quandonasceu eeu
filho nico, exercia aa feeccee de eoosul em
urna cidad do-arehipelago-jnico : morrea viote
annos depoie. oceupaade anda o meamo cargo.
(Co*tinwm-t* A.}
triumpbo do dia, galopavam toda a brida com
aa ventas affogaotea, e os vasios eossnguen-
tados.
Depois de diyeraas corridas direita e & es-
querda, oa pobres passaros pararam, abortos os
oicos, tremulaa as peroas, espera da golpe fi-
nal que termioaria os seus soffrimentos. Os mais
felizes da cagada, aquellea que tinham avaogado
aem inconveniente, alcangaram proteico os abes-
truzes, e s derribaran:, dando-inea oa cabega
urna pancada com as suas variabas. Em segui-
da cada cavalleiro aeogrou a aua preze, e tratou
de refrescar oa olhoa, a bocea, e as ventas do seu
cavallo com a agua dos odres.
Terminada eata operagio, os cegadores passa-
ram despojar os abestruzes que tinham derri-
bado : cortarara a pello um pouco abaixo das
coxas no lugar em que lindara as peanas, para
queamenle Qcassem com a pella daa coslaa, as
azas e o pescogo ; e como nao deviam deixar
vestigios ds sua paasagem no paiz, segundo as
recommendages feiias;por Ghrellab, cararam na
arela buracos profundos, para nelles enterraren]
os pasaaroa daquelle modo despojados, reservan-
do apenas os pedsgos mais appetilosos psra sua
refeigio ; e essim mesmo sepsraram-ae com pe-
zar daqaelles reatos perdidos e eoterrados, com
os quaes poderUm preparar excellentea bam-
mous (5).
Chegavam os cavalleiros ao seu acampamento
do ghrtdir de 2oubU, tratando cada um das suas
proezas, e todos do.capricho eslraobo de sidi-
Ghrellab em nio querer tomar parte na cagada,
quando (orarn sorprendidos vendo-oapproximar-
se elles acompenhado de dous eacraroa, como
era seu coalume. e precedido de um homem
montado sobre am asno da mais ridicula appa-
rencia.
Os cavalleiroa adiantarsm-ae ao encontr do
aeu ebefe, e notando que o homem montado so-
bre o asno, levava aa mios amarradaa por delraz
das costea, apressaram-se em interrogar Ghrellab,
que Ibes respoodeu.
Niozombeis do meu prUioneiro ; delle de-
pende a mioha fortuna. De todoa os ricos des-
pojos hel conseguido durante a minba vila, e
aabaia como Daua nisso me tem favorecido;
isto o que maia preflro, porque na verdade para
mim foi urna acquisigao iuestimarel.
(5} Sio assim chamados os pedagos da carne
do abettruz cosidos com propria baoha aem
mais outrs mistura : esta preparagio saborosa e
aubatancial. A carne do abestruz muilo seme-
Ibaate i do bol : tudo ae aproreita nessa sre
as peonas wndem-se por bom prego ; a carne
come-ae ; a pollo da cdxase do pescogo, serve
para recolher e cooservsr a baoha ; com a sola
dos pi ae fazem palmelhaa de cothurnos ou
borzeguins para os {>ees ; os ervos mais ou
menos deateodidos dio urna especie de fio pro-
prio pan curtir o Couro. Assim os Mekhalifs eos
tamam a dizer quando conclaem aa negocio
ventajoso: c Foi coao nm abettrezo (Coronal
Morgeeritte).
Fallu- seriamente-, replicou Ghrellab, enem
um s de entre vos pode jsetar-ae de ter feito
melhor cagada do que eu muito embora tives-
se derribado cealos e ceios de ebestruses.
A' estas palavraa os cavslleiios oftraerea es
vistas ao prsioeeiro, que do sea lado para elles
olhara espantado, e procurarara ver ae deaco-
briam naqaelle bomem algum grande peraona-
gem destarrado.
Podis eocsra-lo rentado at amanhia
mesmo. at o dia de juizo iiosl que aio conse-
guiris saber o seu oome, neo de oode vera. E'
um habitante do Tell, e nada maia ; iato meamo,
meus filhos, para mim grande cousa. Agora
basta de curiosidade ; disei-me fiosles boa ca-
gada
Vinle abestruzes, dos quaea doae sio ma-
chos.
Deus seja louvado l Ide por hoje descantea',
e dae descaogo aos rosaos ce rallos ; porque aaaa-
nbia deremoa rollar aopouso quedeixmoa aoo-
tem i uoute.
Pois que, seobor I Nao promeltstes qaa te-
riamos multas razzias?
-Nada temos esperar d'aqui. Os altados
doa chrUtioa roltam ao paiz ; nio conseguire-
mos sanio mortificar-nos sem proveito. Ama-
nhia, pois, voltareis.
E tu, senbor, nio nos acompsnhsras ?
Nio : esperar-me-heia no noaao acampa-
mento ; ali estarei em tres ou quatro. dias. Tal
a minha vontade: ninguem me interrogue
mais.
Pela madrugada do dia aegainta as csvalleiroa
dispuoham-se deixar o gh'tdx* de Zoubia : eu
quaoto se oceuparam dos preparativos de via-
gem, obserraram com olhar inquieto e curioso a
Sidt-Ghrellab, ao prUioneiro e ao aano abomioa-
rel. qoe oa eacraroa do renegado carregaram
com aa albardas de que se servem os rabes pa-
ra coodutir provisoea ao morcado.
Ghrellab eslava pensativo ; ataisiia coa olhar
severo e semblante carrancudo aoa escraves, qaa
apressadossellavam o seu cavallo e albardaram
o asno. O priseoeiro nao pareca maia tranquillo
qae na raspara, o peloa eetremecimentoa dea
msculos de suas faces erapallidecidas conhe-
cia-se qae eslava morreo do de medo. Oburrico
ia, entretanto, mastgando a herva com lal vo-
racidade, que bem moatrava ter-te-lhe dalo maia
pancadas do que graos de corada.
E* perigoao o lance ea. qu ? me rou empe-
nhir I murmurara Ghrellab. Todos estes brutos
que me olbea endosos, poique lbe* sou peoet
ssrlo, presentera a tempestada que vae troar ci-
ma de mioba cabega, e os terigoa qae vou cor-
rer.... Por vida mioha 1 E' abussr muito da aor-
te, zomber de Satanaz lavar a corcea 4 tal
ponto! .... Mas, que importe.... Por Vanea 1
que a demencia 4 a propria daa mulheres ; e ji
que o acaso me iospirou, a elle devo a idea qae
procuravasigamos o scaao. Se daata voz aioda
escapar do supplicio, eolio .... Magdalane des
Seeloze me pertsneari. ambn m'a dtsfaleaa
lodos os aojos do paraitol (Continuar-h aa.)
pgRtV. TTP. 01 MI. DE PARIA rU4iUl8,
#
Lfetr-