Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08583

Full Text
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illO XUHJ1L lOlfifiO 104
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Jtr (res a w tre n^s Teicidtg 6|000
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DIARIO
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TERCA FEII1 6 BZ 1410 DE UM.
Por JiaiUdt i9|00O
rU fruct lar ukerlpter
ttCAKKEOAUUa UASUttaCKlfVAo' LK.fi o ru.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaorino de Ll-
mi; Natal, o Sr. Antonio Marque da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. da Lemoi Braga; Cear o Sr.
. Jote da Oliveira ; Maranbio, o Sr. Joaquim
Marquei Rodrigues; Para, Jutin> J. Ramoi:
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Cos i.
ENCARREGADOS DA SBSCRIP(O DO SUL
Alagas.o Sr. Oaudno Falca* [js; Babia,
o Sr. Jos Martins Aires ; Rio da J m airo, o Sr-
Jlo Paraira Martina.
PEMAMBICO.
PARTIDAS DOS CORKE10S.
OliDda lodoa os diaa a* 9X botte do dia.
Iguarass, Goiaona, a Parahyba as aegundas
aeitaa-feirat.
S. Anto, Bozerros, Bonito, Cruar, Altinho
a Garenhuna na* tereao-feirae.
Pao d'AIho, Nazarath. Limoelro, Brejo, Pet-
qoeire, Iogazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ourieurye Ex nasqua.tia-elraa.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoeo, Una.Barreiros
Agua Pret., Plmentelrea Natal quintas feiras.
(Todos oa corraioa pirttm aa 10 horaa da manhaa
EPHEMERIDES Do MEZ DE MAIO.
7 Quarto erescente aos 43 minatos ds tajde.
\3 La chela as 8 horas e 18 minatos da man.
SO Quarto minutante a 1 hora da manba.
88 La ner aoa 44 Bnalos da manhaa:
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 oras e 6 minatos da manhi.
Segaado as 10 horas e 30 minatoa da tarda.
tArUlUA ooa AruKIS UodTSIKuS.
Para aul at Alagoa. 5 SO; para o norte
at a Granja 14 9 de eeda mas.
PARTIDA OOS OMMBLS.
8. I>*.da ? >** Olina i 8 da m. e 6 da t.; de
Jakoatao s 6-la8 da m.; do Caxang e Varxta
,n d m;/ de Ba**c s 8 da m.
i ?.% ik< 'a pr! *** 3 i\*. 4, 4 li4,
4 1|2, 5, 5 li4 S-tfB e 6 da t.; para Olinda ui
da a. 8 1 (2 da L; para Jaboato s 4 da t.; para
as A\ *Ua tl2da L{ 9mBtm^a
AUDIENCIAS UOS 1'hlBlif.AtS VU CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundad quintas.
Rslagao: terco a eabbadoi a 10 horas.
Fazanda i. quintal s 10 horss.
Juizo do commerco : segundea ae meio la.
Dito da orphlos: tarcas aeztaa s 10 horas.
Primeir* Tara do eivel: tercas a eitasaa meio
dia.
Segunda Tara do ai y el: q a artas e saetadas l
hora da tarda.
PAUTE 0FF1CUL.
60YERR0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia i de malo de
MaM
Officio ao brigadeiro commaodanla das armas.
SirYa-se V. Exc da mandar apreeintar ao Dr.
hatada polica urna acoita de cio:o prega de
primeira lioha, commaodadaa por to interior
aflm.de ae dirigirem Gameleira oo trem da
Ure,? De e all asaistrem ao pagamento dos
trabajadores da estrada do (erro.
Dito ao mesmo.Pera que eu poisa satisfacer
a exigencia Ao aviso ds repartico la guerra de
s de abril ultimo, sirva-ae V. Exc. ee, ouviodoo
con mondante do nono batalhio Cu iofantaria,
informe acerca do que no incluso lequerimeolo
pede o seguodo-cadele do mesmo I aialhao Joa-
quim Moreirs da Cuoha Reg Lope l'erraz.
Dito ao aeamo.Transmiti V. Exc, para
ter o conveniente destino, a certidio da asenla-
ment do alfares Thomaz Affonso da Silva, qoa
pela ordem do dia o. 296, oi clasificado bata-
lhio de iofantaria.
it ao mesmo.Sirra-se V. Exc. de informar
sobra o que peje Alexandrioa Mari da Coocei-
? ao.no incluso requerimento cobert> com a in-
ormacio do Dr. chefe de polica d< 1." do cor-.
rente, sob o. 670.
Dito ao meamo. Era aviso ds tuparucio da
guerra de 7 de abril, foi-me declralo que fies
spprovada a deliberado qae, segindo o seu
officlo de 21 de fevereiro ultimo tomou V. Exc.
de mandar por em liberdsde o sida lo do quarto
balalhao de artilharia a p Oafid Geraldo Perei-
ra, o qual, nao obitanle ter aido iulgado sem
culpa palo conselho peremptorio, todaria era
conservado em prisao.
Dito ao mesmo.Enri V. Exc. >era terem a
conreoieote direc;o as inclusas certid5as de
asseotameotos dos soldados Joaqiim Jos de
Santa Anns, Pedro Miguel des Anjoi, Antonio
Soares, Ifaooel de Souzj, Uanoel Jta do Nasci-
menfj, Joaquim Beoto da Silva, a Joao Jos
Goncalves, bem como copia do oficio do coai-
mod*nl do tercetro batalbe te iofantaria
o. 362 de 30 de julho do aooo prximo pli-
sado, respeile do soldado Maooel Gomes Veo-
tania.
Dito ao conselheiro preaideote la relajao.
Sirva-se V. Exc. de iolerpor o seu carecer aobre
o que pede-oo incluso requerimentc o escrivoe
tabelliio de notas Jos Norberto C n'.o Lima.
Dito ao ebefede polica.Pela csia do offlcio
junto de V. S. n. 680 de hootem c ttado, flquei
inteirado do que communicou o alfares Maooel
Germano de Miranda, relativamente a commiaao
em que se scha.
Dito ao iospector da thesouraria de fazenda.
talando nos termos legaes os iaclusis documea-
,0 ande V. 8. pagar ao gereat! da Compa-
Dhia Peroambucana, que assim o i ilicitou em
ntcio da bailn, ^..i. *. 11, >!w, |>iu<-
nienle de vanee passsgens dadas por coala do
ministerio da guerra nos vaporeada mesma Com-
panhta.Communicou-ae ao meamt gerente.
Dilo ao meemo. Mande V. S. pagar iQuin-
teiro & Agr a quantia de 320JOO < ue teem di-
reilo por naverem feito conduzir para o cemite-
Xio publico 32 cadveres de pessoas pobres, que
alleceram do cbolera-morbns no mez de abril
ultimo, como ae v daj ociosas guis que me fd
rsm remellidas pelo admioialrador do mesmo
cemiterio com officio do 1.* do con ente.Com-
mnuicou-se ao administrador do cemiterio.
Dilo ao mesmo. Existe na aecrtaiia do go-
verno o decreto de 9 de abril ultimo, que o
Exm. Sr. oioistro da fazenda remetleu com avi-
so de 12 do mesmo mez, e pelo qaa S. M. o Im-
perador houve por bem delermioar, da contormi-
dadecom odisposlo no arl. 4S do decreto n.5,343
de9 de Janeiro de 18.59,que ae aboi.e ao chefe de
acego dessa tbesoararia Jos Francisco de Mou-
rs, ama graiiOca^ao aonual correspondente a 10
por canto dos encimemos qne percebe, visto
contar mata de 30 aonoa de servicn : o que de-
claro V. Etc. para seu condecan alo e devida
execuco.
Dito ao mermo. Visto que, serondo consta
de aua informaciodebonlem, aob n. 366. nao ha
inconveniente no pagamento qne pide o tenente
Manoalde AzeTedo do Naacimeoto, da gratiea-
Sio que lhe compete por haver ei>reaentado na
qualidade de recrulador da freg ezia da Boa-
Vista qustro voluntarios que seotsiam praca oo
nono baUlho de infamara, auto iso V. S.
m,nd"*#cl,,ar MM pagameoto ni importancia
da txanuuo, como se v dos papis que devolvo,
cooerios com officio do brigadeiro <:ommandante
das armas n. 817 de 23 ds abril ultimo.
Dita ao meamo.Commuoieo V, S. para aen
conhecimento, e a Om da que o Inca constar
quem competir, que com aviso do ministerio da
fazenda de 5 de abril ultimo, me fomm remeitidos
os decretos de 2 do mesmo mer, pi lo qual S, M.
o Imperador boave por bem Dentar o terceiro
escriptarsrio da airandega desta ci pital Domin-
gos das Neres Teixeira Bastos, para o lugar de
segando escriturario da mesma alfsodega, e
para a vaga da de terceiro o segn lo conferente
da de Aracajn, Anlonio da Franc de Athayde
Moseoao.
Dilo ao mesmo.Em vista das iuclusss guias
qne me foram remettidas com offlcic do adminis-
trador do cemiterio deita cidade da ido de hon-
tem, mande V.S pagar Jos Piolo Magilhaes.
a quantia 4380*000, a quetem diteito por ha-
Tar feito conduzir para o mesmo cemiterio 38
cadveres de pessoas pobres que lalleceram do
ebolere-raorouB. Communicou-im no adminis-
trador do cemiterio.
Dito ao meamo.Em obaervaneiu do aviso cir-
cular expedido pelo ministerio da ustica em 19
de abril prximo fiodo, transmuto i V. S. para
aeu conhecimento e execucao, copl da demons-
tra ri o dae quolaa distribuidas tita praviocia
para o pagameoto dos differentes serviros da-
quelle ministerio no prximo futun exercicio de
186S a 1863.
Dito ao Inspector da lUesouraria provincial.
Communico V. S. para seu coohe::imento e di-
recgo, que vista daaua inforrucao de 9 de
abril ultimo, sob n. 207, dada cana do reque-
rimento em que o porteiro do consulado provin-
cial Francisco Aotonio ds Silva Cnalcanti, pedia
providencias sobre a deliberado qi a lomou easa
thesouraria de mandar equiparar o ordenado do
suppllonte aos de tercetros escr.pturaries do
mesmo ceosulado, ten h o resol vid n que subsista
easa deliberacao, al que a asso nbla provia
al, cojo conhecimento levei a irodito reque-
rimento, delibere a esit respetto o qae entender
mala acertado.
Dilo ao preaideote do tribunal do commercio.
Transmuto i V. S. para sen cuohecimento e
execr-'
relro
depotados desee tribaafoas''aolem:ildadea pobli-
eaa nser do uniforme cojo figurioo lhe foi remet-
tllo com efflcio dens preaidecia !e 23 do mez
paseado.
Dito ao director da coloaia mHitir de Plmeo
teiras.Setenta do que coamaDIcoa Vmc.
seus offlcios de 28, 29 e 30 de abril nodo, com
referencia a epidemia do cholera-morbos, que
acaba de desenvolver-se no districto de Calende
prximo easa colonia, tendo j feito 34 victi-
mas, leo no a dizer-lhe que pelo argento Fran-
cisco Eduardo Beojamin lhe sarao entregues ama
ambulancia de medicamentos psra tratameolo
maJ"*1, m pe;a de baeta e a quantia de
awjooo que ser dispeodid com soecorros aos
indigentes que delta foram affectadoa. Na eofer-
roaria da colonia poder Vmc. admittir, ae hou-
ver commodidade, nao a as prscas enfermas,
cmo ootras quaasquer pessoaa desvalidas, aa
quaes serlo tratadas alimentadas com os recur-
sos, que Vmc. iem aido ministrados, nodeven-
do, porm, ser uiltisadas fora desss enfermara
as roupas nella existentes. Comvra que Vmc.
communique sempre o mala que fr occorrendo
aceres da epidemia, empregaodo todos os esfor-
;os e rreios a seu alcance para evitar os seus
mais funestos effeilos.Offlciou-se ao inspector
da sautfe publica para mandar apromptar a am-
bulancin e thesouraria da fazenda para entregar
os 2OO9OOO ao sargento.
Dito ao Dr. Gustavo Balduioo de Monra Cma-
ra.Sciente pelo sea ooVno de 26 de abril Ando
deque contioua em sensivel decliaacaoa epide-
mia reinaole oessa aidada a do mais que nelte
comcauaica, ordene! neata data que toase aatis-
feto o pelido de madicamaotos, a que alinde com
dimiouicAo apenas de atguns que foram para ahi
remettidoa em dala de 81 daquelle mez, em Tif-
iada de requisifo dooutro medico ahi oxialente,
evitando assim nota duplcala 00 fornecimento
dessea remedios, a qu* cersmeote Vmc. nao teve
em vista quindo formulo o seu pedido.
Dilo ao juiz de orpb&oa da capital.Pelas ra-
zoes expostas pela directora do collegio das or-
phas, aom as quaes ae cooformou o director ge-
ral da inatruccao publica, nao ppde ter lugar a
admissao do menor Laclado naquelle collegio
como Vmc. solicitou em officio de 10 do mez
passado.
Dito ao bacharel Ionocencio Serfico de Asis
Lirvalho. Communico Vmc. parasen co-
ohecmenlo, que o Exm. Sr. ministro do im-
perio ideclarou em aviso da 16 de abril ullimo,
que o requerimento em que Vmc. pedia lhe fosse
adiaotada a quantia de 900*000 com que lem de
contribuir para o Moote Po dos Servidores do
Estado, oio poda ser tomado em coosiderscao,
sem q.je se expeca um regulamento para execu-
Cao da diepoeigao do arl. 58 doa eatatutos de 28 de
abril de 1S54. a da arl. 26 do decreto de 17 de
tevereiro do mesqto snoo, o que opportunamen
ae f.r.
Dito ao delegado Iliterario da tregueza de Gr-
vala.Pelo aeu officio de 26 de abril ultimo fl-
quei oterrado ola a de haverem ebegado i essa
freguezis onde a epidemia rai declinando senai-
velmente a ambulancia reraettida com offlcio des-
ta presidencia aa Dr. Gustavo Bata sino de Moura
Cmara, mas tamben da partida do mesmo dou-
tar. po dia 21 dennaf'-* t- r*r -"-A da Ca
roaru.
Dilo i cmara municipal-do Recife.Sua Ma-
gostada o Imperador digoou-ae mandar agrade-
cer cmara municipal do Recife a felicitado
que lhe dirigi no dia 30 de marco ullimo, pelo
orgao da commiaao que oomeou para represen-
ta-la na aolemoidade da ioaugurarao da estatua
equestre votada i memoria do Sr. D. Pedro I, o
que communico mesma cmara em observan-
cia do aviso expedido pela repartilo do imperio
em 4 da abril prximo fiado.
Portada.O preaideote da provincia, atten-
dendo ao que lhe requeren Daniel Cesar Ramos,
lenentp do 1* esquadrao de cavallaria da guarda
nacional desle municipio aobre que ioformou o
respectivo commaodame superior emdata de 25
de abril prximo fiodo, reaolve conceder-lhe tres
ataa de liceoca para ir provincia do Mara-
nhao.
Expediente do secretario do
groverno.
Offlcio ao Inspector da thesoujaria da fazenda.
Teodo o bacharel Francisco Augusto da Costs
psrlicipado que por haver coocluido a Ucela de
que gozava, reassumio hontem o exercicio do
seu cargo de juiz municipal e de orphlos do ter-
mo do Cabo : assim o communico V. S. para
seu conhecimento, de ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia.
Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia trausmitto V. S
clusa ordem do thesouro nacional o. 70.
PERNAMBUCO.
uias da SEaUh*
6 W,nd 0"'"*0 de s- JaWaeaaat.
in lu'-8 gr<>N.zi.aMM;.f2^fc
10 Sabbado. S. Anlonino are: g pial
11 Domfogo. O Patrocinio d's.J.i'
ASSIGNA-SE
o Recife, em a livreria da praca da la
ra"?. RV'afvISr ^"^-^
ASSEMBLfiA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
CONTINDACO DA SESSAO DE 3 DE MAIO
DE 1862.
O Sr. Souzs Reis (ordem)......
OSr. Netto (.ordem)....
ORDEM DO DA.
Entra em segunda dlscustlo o projecto que fiza
a forga policial para o snoo fioancairo prximo
futuro.
Artigo Io......
O Sr. Araujo Barros :(Nao derolvea seu dis-
curso.
Tendo dado a hora
O Sr. presidente designa a ordem do da e le-
vanta a sesso.
SESSAO* EM 5 DE MaIO DE 1862.
Presidencia do Sr. Bardo dt Vera-Cruz.
As ooze horas e meia da manhaa feita a cha-
mada veriflea-se haver numero legal de Srs, de-
putados.
O Sr. Presidente abre a sesrto.
O Sr. 2o Secretario l a acta da antecedente
que approvada.
O Sr. 1* Secretario menciona o seguinta
EXPEDIENTE.
Um offieio do secretario da provincia, remet-
iendo as intormtcoes que precederam ao deapa-
cho da presidencia, laucado na peticao de Anto-
nio Alvea de Miranda Guimarea. teatamenteiro
do finado Joao Vieira Lima. A qaem fez a re-
quisito.
Outro, transmittiodo o requerimento em que o
porteiro do consulado provincial pede providn-
ciaa acerca da deliberacio tomada, equiparndo-
se o seu ordenado ao dos terceiros escriplurarios
daquella reparlijao. A' commistao de legiala-
clo.
Urna peticlo de Jos Mara Remonda, pedindo
o previlegio exclusivo por 25 anuos, para eala-
belecer nesta provincia urna fabrica de massas
em fio*, taes como macarrio, talhsrim, aletria,
elcA1 commissao da commercio, industria e
artes.
E' lido e fies adrado por pedir a palavr o Sr.
Baarqua, o aeguinta parecer :
O presidente.da provincia deixou de sanecio-
nar o projecto de le qae concede a Francisco
''Daprat previlegio psra encorporar umaao-
ciedade com o fim de edificar predios rasticos e
urbanos, pelos seguintes fuadameotos :
1." Ser inconstitucional porque alende elle
que esta aesembla s pode conceder previlegios
sobre obras publicas, estradaa e navegacoea no
interior da provincia ; o qae diz estar declarado
pelo aviso do ministerio do imperio de 4 do Ja-
neiro de 1861; e porqae pelo previlegio conce-
dido tolbe-ae a liberdade de urna industria j es-
jf. "? *,J 'Mim Tl0>">a "M d0 **
a in-
Despachos do dia % de malo.
Requerimsntos.
Abilio Feroandes Trigo de Loureiro Remel-
tido ao inspector da thesouraria provitcial para
attender ao supplicaote como for de justiga.
Bento Jos Ramos de Oliveira.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Domingos da Silva Campos.A* vista das in-
formagoes nao tem lugar.
Franciaco de Amorim Lima.-Informe
iospector da thesouraria de fazenda.
Joaquim de Aniceto Mello.Informe o Sr.
rector do arsenal de guerra.
o Sr.
di-
Commando das armas.
Quartel-general do comtnando das
armaai Je Pernambuco na elda-
de do Becite em S de malo de
1868
ORDEM DO DIA N. 72.
O general commaodaate das armas, declara
para conhecimento da guarnido e devido eSTei-
? qu.e 8e8uado constou de officio da presidencia
datado de 3 deste mez, com referencia ao aviso
do ministerio da guerra de 22 de abril prximo
Ando, Sua Hagettade o Imperador houve por
bem, por sua immediata e imperial resolacio de
11 do dito mez, tomada sobre parecer da seceo
de marioha e guerra do cooaelho de Estado, ap-
provar a decisio afirmativa dada pela mesma
presidends a consulta qae lhe dirigir o Sr. ]uiz
de direito Dr. Francisco Domingues da Silva, ae
devia continuar a exercer o cargo de auditor de
guerra nesta provincia depois de removido
para a vara especial dos feitos da fazenda na-
cional.
Declara outro aim, qae por avlao do referido
ministerio de 7 do cilado mez de abril ficou ap-
provada a deliberadlo que este commaodo lo-
mou de mandar por em liberdade no dia 21 de
tevereiro ultimo, o soldado do 4o batalbio de ar-
iiiaaria sp David Geraldo Perelra, qae tendo ai-
SEXtoU-'JlSn^muKbL9 ,Mh ""ePl"'< qVe .rih instaurru. conser-
oatadoadMt>i*iK....i .....i.....i.a.rf>. ..mi "r" "8 w o que foi commaoicado em offi-
eai
que ...
cto da presidencia de 2 do correte datado.
Assigosdo.Soliionio Joti Antonio Ptrtira do
Lago.
Conforme. Joil Francisco Cotlko, capillo
jndante de ordena encarcegado do detalhe.
2." Ser inconveniente, porque a aociedade
que ae encorporar pode laxar procos arbitrarios,
para aa edificacoee sem embargo de quaesquer
bases que se xassem.
A commiasio de cooatituic&o e poderea, bem
apreciando tu do a vendo que a ineonttituciona-
adade que o presidente peoaa haver no projecto
por incompetencia desta aasembla para conceder
previlegios, qae nio aejam aobre obras publicas,
estradaa e navegacio no interior da provincia,
quaodo fosse certa, nao devia proceder em vista
dos precedentes contra os quaes neaa oa presi-
dentes tem opposto a veto que Ihes compete,
nem es poderes geraea o direito que Ihes oulor-
a11 constituidlo ; vendo maia que a Tiolaelo do
21 do artigo 179 da cooalitulcao, que o presi-
dente possa haver 00 projecto, resulta pura e
aimpleamente da interpretado que lho dea o
meamo presidente, porqnanto do artigo 1 v-se
que o previlegio concedido oso importa oulra
couea mais do que car ao concessionario o ex-
clusivo direito da encorporar umacompaobia pa-
ra a edificarlo durante o lempo fizado naquelle
mesmo artigo, como efectivamente (oi a mente
uests sssembla a qual se reveloo de urna ma-
neira clara e precisa nss discnssdes.
E porque assim dasapparese a inconveniencia
que o preaidente enxergou no projecto de le de
que se trata, a commiasio de perecer qae o
mesmo projecto seje sabmetlido a discusio psra
que sendo adoptado possa ser aubmetlldo ao co-
nhecimento dos poJeres geraea a quem compete
definitivamente resolver na forma do artigo 16
do acto addiciooal.
a Sala daa commissdes, 5 do maio de 1861.
souza Res.Cyprisno Fenelon Quedes Alcofors-
do.Barros Brrelo.
ORDEM DO DIA.
Segunda discassio do projecto n. 12 desle en-
ro que supprime os lugares de primeiro tebelliao
do notas, escrivao do civel da cidade do Rio For-
moao.
E' approvado sem debate.
Segunda do projecto n. 9 deste anno que faz
diversas alteracoea no regiment interno da as-
sembles.
*2P l'-E' approvado sem debate.
Artigo 2 E' lambem approvado aem diacus-
Continaacao da aegunda diaceasio do artigo V
do projecto n. 11 deste anno, que fixa a forga
policial da provincia para o anno vindouro.
IContinuar-selia.)
Oisearsosda Sr, Dr. Araojo Barres oa
sesso de 26 do passado.
OSr. Araujo Barros :Sr. presidente, o artigo
addiuvo, qne se acha sobre a mesa, nao foi urna
aorpeza....
Um Sr. Deputado:Se a conseqaencia na-
tural das cousss.
O Sr. Souia Reia :R' a cpala do edificio.
O-Sr. Araujo Barros: Elle o remate do tem-
plo, a cuja sombra amiga devem descancar oa
notos alliados.
Sim, senhores, paseada a freguezia, pelo modo,
Pi I?-8-0 o1, *"># da informaedea do pre-
lado diocesano, nicos dsdos, que poasuimjs ;
reduzda a anliga freguezia da Boa-viata sua
nica matriz ; dotada a nova parochia com quatro
capellas, e com a numerosa populacio da Ilh* do
Fontal, apezar de flear eata dentro doa limites da
amiga parochia, a cooaequencia nataral era de
tacto a transferencia da sede da Tilla.
E' urna boa idea essa, senhores I
Nio importa; eensummsi a voasa obra.
O Sr. Sonza.Reia :Feita com toda a aolidez.
O Sr. Araujo Barroa:Mas onvi aiala aa mi-
nhaa vozes importunas.
A questao oova, pois que se trata smente do
lamoso additivo ; tolerai, por Unto, que occuppe a
vosea atUnclo por bravea momentos.
Sr. presiden la, ha duaa ideas, que nio se afaa-
tam hoje da mente dos homeos industriosos de
todos os pases aultoa; lodoa aquellea, que aa
oceupam com o progresso, debaixo de seus va-
| rudos aspectos, nio aa perdem jamis de viata ;
lemsldaas lio a ecaaoralano. tempo, e a teda-

\^L P5- Em" d-M id". conslderacoes de grande alcance, e poderlam
abrir margem indefenita a milbares de observa-
coas, lem inteira applieaclo i quesli vrteme.
ue tacto, senhores, qual a vantagem, qae existe
em lazar recuar para o interior 25 a 30 legaaa a
w 1T V"1* d> oa-vlsts ? Se a cmara em sua
seaeaorta eotende que deve effrooxar mala a ae-
?ode goverao- em relelo Iquelles ceotros, re-
tardando as eommooieecoesoffletaea, e demoran-
do as proTtdaiKiaa, qoa foram reclamadas pelos
poros daquel|i lugares, eotao a idea dt transfe-
""k"^ 'rMd1oM '< er applaadida eom
enthunssmo ; mas ae devemos aproximar tanto
quanlo posaivel os diversos pontos da provincia
' *J cspiui;ae devemos por bem di repres-
sao do erioM, dar cada da maior torca e vigor
admloistrseao, neste caso, senhores. fra de
n c2"le,ls5o qae a transferencia da sede da.
V i "'M" aPetrolina, sammameete
deavaotsjosa.
0 ^'?"*0 de "luribeca :At i urna teen.-
manidatfe para com as pernaa doa crrelos l
( lia outro aparte )
0 Sr. Araujo Barros:Estaa negocioa slo serios,
sennores; aa traosfereneiaa das sedes dae Tillas de
ornas para outras localidades nao devemoe alten
der aenao ao iotaresse publico, aos principios
geraea e correte sobre a administraco publica,
se eu nao eatou fazeodo valer esses prioeipios,
ou esses interesies, os oobres deputades dirio
oousss melhores.
A povoacio da Petrolina um arrala insigni-
Dcanle, onde ha moitos poacos habitantes, e que
morara em casas muito ordinaria ; o seu com-
mercio limitadissimo, e inteiramenle absorvido.
pela imporunoia da villa do Joazeiro, que lhe
Oca defroote ; nao ha all ootra industria conhe-
cida, aenio a da pesca, e para assim o sffirmar
louto-me nt opiniao do Sr. padre Margal, que
percorrea aquellea lugares, e dellea deu nesta
casa as mais tristes informagoes, qnsndo otila ae
traten de questao idntica i preaente.
1 ti um aparte 1 -
Sim, senhores, j aqui se treton da trsnsferen-
i'fda *.*" P povoacio da Boa-vista.
i 8"a 'd^a cne80u aar traducida em om
projecto delei. maa lio pouco conheclda foi a uti-
ildada desie projecto, ou solea lio opposto ers
elle s conveniencias publicas, que nio chegou a
merecer a sanegao do i I lustrsd o sen hor conselheiro
Soasa Ramo, actual ministro do imperio.
O Sr. Sooza Reia :Houve resolucio desta
asi?
OSr. Araujo Birros :Hoave. aim, seohor.
Teoho-me dado ao trebalho de 1er o, trabalhos
desta csaa nos annos anteriores para descobrir
estas cousas. As discusses respeelivss esli no
archivo da secretaria da amara, e po lem ser con-
sultadas fcilmente, e com bistsnte proveito.
Teodo naufragado o projecto em 1851, gragss
energa e criterio do ilustrado Sr. conselheiro
Soeza Ramos, em 1855, apreseotou-se de novo
sfte** mesma Idea sob o patrocinio do nosao
aaaaar#>rja>*iavroTiae1ano, tllmtraa* St. V>r.
Agaiar ; assigoou tambera o projecto o meo Ilus-
tre e preclaro amigo, o distiocto Sr. conselheiro
P. Brrelo. /
0 Sr. Dr. Aguiar, que aa ausencia do mesmo
conselheiro, easteotou o projecto com o esforco,
a teoacidade^e com a protlciencia, que lodoa lhe
recoohecemj /, passou pelo desprszer de a ver
regeitado, l/iUs e to fortes forsm aa razoes,
com que fof elle ventajosamente combatido pelos
Srs. Drs. Braga, a Braodio. e peloa illuslres sa-
cerdotes Marcsl e Pinto de Campos, os quaea li-
ona m coohecimentos especiaes dos dous lugares,
e alguna por ti-los percorrido pessoalmeole. A
comptraco, que enlaose fez entre um e um po-
voado, eolre as povoacio da Boa-vista e ds Pe-
trolina, nio s servio para demonstrar a impor-
tancia da Boa-vista, seoio como fes abater lio
justamente a povoacio da Petrolina, que a idea
foi inteiramenle derrotada ; de 1855 para ci, se-
nhores, a Petrolina, ou o miseravel arratel da
Pasiagem do Joazeiro, como eolio era cooneci-
da, tem lido tal incremento, que possa aer esco-
Ibido com justica para a sede do municipio ?
1 Crazam-se apartes }
Quaes as razdea de ioteresse publico, quass os
motivos de conveniencia geral, que aconselhsm a
adopcao do artigo additivo?
A cmara oio aabe couta alguma a esse res-
peilo, ou pelo meos ainda nio vi demonstrada a
razio determinetiva do additivo.
Provoco, por tanto, o nobre patronees idea,
am de que nos preste sobre ella os esclareci-
meotos, dequeprecisamoa para votarmoa bem e
debidamente.
Sr. Aranjo Barros : Sr. Presidente reconhe-
co que a questao deve ser tratada com a maior
calma possivel, porque antea umt queatio de
justica, que de poltica ; mas ella tem tomado nm
aapeelo lio difiranle do qae eu espera va, qae nio
postoi deixar de expOr a cmara o perigo em que
ae acha de volar sobre ella de molo diverso aos
seus hbitos de severa impsrcialidade.
Entretanto como pode ssr qne no correr de
mlnhas patarras, appareca urna ou oulra phraae.
que nao ae barmonise bem com aa altencdea, que
devo a cmara, peco desde j sos meas illuslres
collagas que se ialo se dr o que nio espero....
O Sr. Bario de Muribeca : Peco a patarra em
lampo.
O Sr. Araujo Barros : .....pego aos hon-
rados membos, repito,que o attribuio antes i fal-
ta^'.LDralica ealyloa parlamentares.. .
0 Sr. Bario de Muribeca : Mas quando Uto
dito com antecedencia revela que ha intencio-
oavelmente alguna coas.
O Sr. Araujo Barros : do que a desejos de
offender o melindre da cmara, o decoro e a gra-
Tidade de nossaa discusses.
Temoa, Sr. presidente, discutido al este ponto
tmente no terreno das coojecturas.
O Sr. Bario de Maribeca : Protesto pels mi-
nha parte.
O Sr. Araujo Barros: Fuodamo-nos em hy-
potheses vagae, que a razio repelle, e que o bom
aeoio nao pode tolerar sem repugnancia. Peco
que me eaclarecam, que se ministre i cmara to-
das as razoes de decidir, e o ilustrado membro,
autor do artigo additivo apenas levanta-se para
dizer-nos, que o projecto de 1851, que niome-
receu a aanecio do Sr. conselheiro Souza Ramos
quando presidente desta provincia, foi regeitado
tmente, porque na Petrolina, ou arrail da paa-
sagem do Joaseiro oio existia eolio urna capella.
Mas, Sr. presdanle, o faeto de existir ou nio uma
capella em am lugar dado motivo decisivo pa-
ra que este lugar seja elevado i calhegorU de
Villa r
Em 1855 tambem nio teve logar a transferen-
cia da Tilla, da qual alias se tratou aqu eom es-
forgo. Mas porque lucceden iiio ? Respnde-
nos nda o oobre autor do additivo : foi porque
tambera Gntao nio havia all ama capella ; maa
eu percorrendo, compulsando aa discusses desse
tempo sobre a materia do projecto eoconlrei in-
nmeras outras razea, que de preferincie deviio
tercauaado a derrota do projecto, que eatlo pa-
trocinara o Sr. Dr. Aguiar.
Os daeraariea do projecto descreversm a si-
tu.o>o auurate! do arrala* debaiio de bersos
aspectos; a pobreza de seus habitantes, a pessi-
midade de.soas casas, quasi tudas de palha. orna
populadlo eseassa, inteiramenle redwrds, e ape-
nas dada i industria da pesca ; eis O estado da
Pssaagem do Joezeiro em 1855.
>qe nos disse o Ilustrado autor do artigo pa-
ra contrariar esses dedos ?
Disae-oos apenas qae nio havia paseada a idea,
por falta de uma capella na localidade I"
Mas, senhores, essa razio poda autaresar a traaa
lerencia da sede da villa, aem qae ae arove oa ao
meaoe se demooslre que o povosdo, pata o qual
u deseja fazer essa transferencia tem todos os re-
quisitos escaneiaea para merecer eesedislinccio.
m88*" r,lio Pde**a prevalecer, ou toase razio
suficiente para ae elevar a PetroHoa cathege-
ria de villa, neale caso seria eoosequenle que
engisaimos uma villa, onde qae que houvesse
uma capella, e ialo seria tanto maia procedeote
quanlo por eate modo ae abriram aos cidadios
occasiea de iotnrvirem em maior eecala nos ne-
gocios pblicos de sua provincia, direito que com
todo sabem ellas podem exercer por meio das
municipalidades.
Mas nio s a existencia d uma capella, Sr.
preaidente, o principio, que se deve attender na
crea$ao das villas, nem no das Iranaferenclaa daa
respectivas sedes de uns para oulroa lugares. As
dUiaociee valem muito para isa.
O Sr. Souza Reis : E sioda mais a commo-
didade doa povos.
O Sr. Arsajo Barros : E' de grande Tanta-
gem que os povos de qualquer localidade ae
achom, o mais qae posta ser, proximoa do cen-
tro governaiivo. aflm de qae eetejam em condi-
cao de participar da energa de accio, que dima-
na do meamo centro para todos oa seus raios. Este
principio, que um dos que nio podem ter con-
testados fcilmente, desatendida na idea do
artigo additivo, que faz recaer a sede da villa 25
ou mais leguas para o interior da provincia, e
uto aem que ae terha, ao menos feito demoos-
tracoes de que existem oatros principios, quede-
yiam ames ser attendidus para melbor commodo
dos povos da Ba-Vists.
Alen dat rantagens, que nos tem pos calmos
se podem colher daa rpidas communicacoes do
goveroo com os povos, ha outras vantageos sa-
penorea, que ae apresanlario nos lempos de
crlses arriscadas, de commocoes, e revoltaa pol-
ticas, que quaodu justamente o governo por
---------- ** H"'iuu jusaniurjuto \i KU*DrilU JU
rffdf.de-m.?tt0l'ca tem '"Penosa neceattda- ^
de do transmittir a aeusageotea aa suas determi
naqoes com a maiima rapidez possivel. S6 as-
sim as suas medidas poderlo ter execu;io profl-
Ora s vezas pela mais insignificante demora
ae perdem grandes coasas, se comprometiera
graves interesses, e inutilisam-se as mais bem
combinadas medidas.
Qual a razio, portelo, porque havemos de
Iranafenr asedada villa da Boa Vista, se nio
lemos nada, que nos coovenca que existem para
22 _jgot'TQ3 que devem preterir os que tenho
apMaaaeadu para, para OBpr-aaa eaea tfaante-
rencia ?
Mis eu nio fundo-rae s na distancia, Sr. pre-
aideote, fuodo-meoa miseria do lugar para onde
e quer transferir a silla. All alo existe casa
P(ra cmara, nem ama cadeia.
Um Sr. Depulado : Tambem na Boa-Vista
ao exiate cadeia ; os presos d'alll aio remettidos
para o Oericury.
._ .------"?* ua> ,M1 astlgoad
o br. /.raujo Barros : Esta razao nao des- teira de Coelhos....
'06 aS minha P0fla* nn.m.A a..^.a mA.. it_ o. n. VT
Sr. Deputado:-Sao aaiesaes
tre ts miohaa reflexes, porque preciso mos-
trar-se que a Petrolioa acha-ae a eatet retpeitos
era melhores coodlces que a Boa-Vista. S as-
nm se poderis acabar com ama ordem de cousas
existente desde tanloa tempoa ; a feita aenee-
Ihanle determinacio ae poderiacom bons funda-
mentos destruir relacoes creadss, interessss ad-
quiridos, que sio sempre muito respeitaveia, e
constantemente reapeitados peloa poderea p-
blicos, i
O oumero de caas da Petrolioa muito infe-
rior ao da Bi-Vista, e por isso meamo maior
deve aera popularlo dste povoado.
Ora ae easaa coodi(oes nio bastara psrs qne
nio se transfira a ade da Tilla, a que condieces
eolio devemos atteoder?
Sr. presidente, o honrado membro, que se sen-
t na aegunda cadeira da bancada apposta, quan-
do ea pateoteei squi as davidts, em que os cilla-
va o meu espirito acerca doa motivos determins-
dores da creacio da parochia da Petrolioa, a da
transferencia da sede da villa do antigo para a-
quelle lugar, disse-me que oio entreva oa quea-
tio por considerandos politicaa. Cumpre-me an-
tes datudo fazer var t cmara que eatou muito
persuadido disso ; eatou certo que S. Exs. acoa-
tumado sempre a ver cousas com a maior aimpli-
cidade. e com a mais pitra inteor.io, nio aabe,
completamente lodosos motivos pequeninos, que
precederlo s apresenUcio da idea, de que se
trata.
O Sr. Bario de Muribeca :Nio igooro tanto,
como o oobre deputado presume.
O Sr. Araujo Barros :Acredito do mesmo mo-
do, que toda a cmara desconhece esses motivos.
E por isso, Sr. presidente, eu que tenho noticia
dessas miserias, sioto-me na rigorosa obngacao
de es psientesr casa, afim da que ella as possa
apreciar, e reaolver-aedepois como maia acerta-
do entender em sua Impsrcialidade. Mo grado
seu, a cmara poda conalituir-se orgao iavoluo-
Uno das pequeas dissidencias da Boa-Vista, e
por isso, senhores,chegaodo as cousas a Uo apu-
rado extremo, nio era posaivel que a deixasse
de Ierantar o reo, que encobrem todas easaa
cousas.
(Ha am aparte.)
O Sr. Araujo Barros :-Sr. presidente, a fre-
guezia da Boa-Vista tem aido sempre um ponto,
onde nio tem podido Uiumphsr o partido, que
na provincia coohecido pelo nome de conaer-
rador.
^Reclamacdes.)
O Sr. Araujo Barres :Aa lutas eleitoraes all
tem sempre sido gauhaa pelo commandante au-
perior do lugar, que liberal.
O Sr. Bario de Muribeca :Mas crelo que o no -
bre deputado esto um pouco engaado a esse res-
pello.
(Ha um aparte.)
O Sr. Aranjo Barros:Ao meos nio ser con-
testado qae as ultimas eleiedes teem sido sempre
ganhas por aquello distiocto caralheiro.
O Sr. Souza Reis E nunca foi conservadora
aquella gente ?
OSr. AraajoBirros .-Agora estol especial-
mente oceupando-me com o estado das cousas Petrolina quentas tem ?
(O orador depois de ama pansa.)
Sei q.e marcho aobre carrosa aceseea fw .
dente, mea oeeees.rie. da mlTlai K
aeceaiid.d. que eu diga toda ,.**,.
c.rJY,5esSTrDep-,ad0:-F"- -
OSr. Araujo Barroa :Eatao a
fazeodo etforcos para que ella* ae aoaa
aVco".?.:*e,Uf er 0,8"d8 d 'Z*" k
Como ia dizendo. Sr. preaUeaU aa
elelcoea da Boa-Vi.i. lora.TteiUaioe/?.
ca decisiva do commaadaoU aaaariar *T
cipio do mesmo nome. Sabe a eaaa a
o paiz ioteiro que oa votos doa eleitoree
ViaU foram dados so Sr. Braodio
O Sr. Souza Rea :-Que liberal ?'
O Sr. Araujo Barroa:.... Do leudo all
tacio alguma o Sr. con-go piolo U Caaaei. lai
o passado de hontea. est na meaiaria d
lodoa. ---------* "
Correram oa diai, e com elle foram aa--------
se modificando slli cada dia maia. -----
Um dos parantes do commaodanla saaeriar
despenado com ette por cauta deaaaa taititiT ;
queatio do commaodo da primtira campai
um dos batalhea do municipio, tapan
e rompeodo os lacos da cordial'idada, que v-
viam, atirou-ae aos arraiaea eoaUarlaa laacaa
do-se nos bragos do Sr. cooego Pinto d Castaaa.
Na ultima eleicio provincial 19 eleitoree aa
eram inclinadoa ao aovo alliado do Sr. Pate eje
Campos, e que haviam tido pleitos por camataa-
cio_com o commandante superior, que eolio aio
cogitou em futuras dissenc.o*s, votaraot aa caaes
em que ia incluido o nome do mesmo Sr. Panto
de Ci rapos ; e os 20 e le lores resta otee votara
na chapa, era que Uve a honra de ir contem-
plado.
beral8?' S0" -E*1* :~E 0bra deB,ud# *
O Sr. Araajo Barros !-A miabs candidatura
nio foi poltica ; foi no circulo votado por con-
servadores e liberaos; e oinguem procuroa saber
a que lado pertencia eu. Nio fui armado de i
nem de prevenedes contra niogaem, e par i
nio era preciso que eu fosse liberal pira
aer votado na Boa-Vista.
Agora continuare!: aa dissnc.es lomar
** ---------------- a uioavuijWCI
corpo, e comecou-ae logo por aquellea sirsaaaa
formular-se a idea da crea;io da fragaezU.e
or ullimo al a da traoaferencia da sede da villa
ra preciso fater-se tahua rasa em ludo.
Eisas idss, qae ha muito....
O Sr. Souza Reis:Pola eu live esas idea
hoje.
O Sr. Arsajo Barros:Eu creio piomtmu opte
o oobre deputado nio aabia dessas coutae a aav
isso eslou-me dando so trabalho da a iaatruir
nellas.
O Sr. Souza Reis :Obrigado pala justica qae
O Sr. Araujo Barros :Essas ideas, Sr.
dente, eram aniiam.rt.. rm aJaaaai ae lagjs
O Sr. Bario dVMu'ribaca"fioRa davfaa M-
nhume.
O Sr. Araajo Barroa:Di Boa-Viata,
oasceu a luU entre oa aotigoe aoaigos, a
a questao para aate recinto, oo qual a
um abaixo assigoado firmado por
na Boa-Viata, afim de fazer chegar ao conheci-
mento da camera tactos, de que aupponho oio ler
ella scieocis.
(Hs um sparte.)
O Sr. Aranjo Barros:0 partido preponderan-
te na Boa-Vista o liberal.
O Sr. Soaza Reis:Quem disse Uto ?
(Ha nm aparte.)
O Sr. Araujo Barros:Digo eu que o sei, a a
esse reapelto appelto meamo para a opioiio do echa a ade da villa
honrada membro, que me acaba de dar eata apar- que o lugar ae at bota tai
dVtaPeK? P'" pr0TMU inW. I" odece*UaeJ7*-i^tWale*e.
ue iuigar. diciee IndUpaaaaTeiapara lata,
(Craum-u apartes.) Wrqu-iV.iS^uT)
Um
tiros.
O Sr. Araujo Barroa:Mea esees nio me
cem deaaa naturese.
Esees Coelhos, relacionados aa pwiiaaia da
Baha, tesa ae auaafazendea oo territorio s
freguezia da Petrolioa, a queraado tirar ais
forra do commandante aeperior, esa (
ca da aappoata iojatU pretericio na i
da primeira companhia, a qaa ji me refer, em-
penbam-aa vivamente pela 'aaaaaaaaai da villa
para a povoacio daquelle Dome.
(Craza m-ae a partea.)
OSr. Araajo Barros :-Os adversarias
Coelhos, sealindo-se debaixo de nasa bsk
cao, que rai offender oa seas rnats juatas
moa ioteressea. .
O Sr. Souza Reis :-Sao inimigos ? r I
diga laso.
O Sr. Araujo Barros:Maa aio ae qae a
Um direiloe adquirido, e oa qae per isea
pelo meooa, todaa t$ presompedee da ja
aeu favor, tacto que deve subsistir a prn
at que Oque beaa demonstrado a castfeassa.
Eis abi, Sr. presidente, o qaa ae lata <
os aotige parochia da Boa- Visie. Salbt a
ra de todaa eaaaa coasas, a resolva
der maia acertado, oa gaiaodo-ae pelos ii
ses, que jalgar mais tteodiveis.
(Ha um aparte.)
O Sr. Araujo Barros:Nio, seahor; aio taska
de modo algum deecoobecido qaa a causara te
nao deixari arraalar por eaaaa ri validadas da aar-
tio; nio, meas senhores, ea sou
fazer justica ioteira ia aoaa iataacOe* _
dos membros, qae me Um eamaatida; mee)
que melhor apurem a justica daa ce eaaa,
facam prevalecer em auaa deliaera^aa as
aet publicot, etlou-lhea deauociaada asa
aa, que aei, a que aio muito verdadeirae.
aim procedo, para que todaa aa razea aa
e occullat da creacio da aova airarais, a(__
fereocia da sede da villa aejam riaaasHaa ata
t de lodos na, sania como da prartaala to-
teirs.
Aproveitem-se oa prasaoUa os Tiadaoraa
deltas miabas declaraces.
Sr. preaidente, ea toa ciegir-me agora eta-
cutaio do artigo additivo, ponda de paria as ra-
velaces, que o dever me levoa a trazer para tas)
recinlo.
A cmara j tem sciencia de todaa aa lctea aae
occorreram aa Boa-VUU, a Uto ate) baste pan
depositar a maior esperance em sua imparcU-
liUde.
Sr. preaideote, quaodo em 1855 aa asearte
nette camera a traniferencia da teda 4a >ilU ala
Boa-Vita para o arraUI da Petrolioa, tareaj-eoi
maior evidencia qae ae primeiro deaiatsaa lace-
res exiitiam muito aoaa eaaaa da telhee, m amana
que no aegundo apenas baria aigamaa pe laacaa,
e meia dutia de eaaaa de teiba.
Um Sr. DepuUdo:-A Boa-Vista t Um 2
eaaaa.
(Ha am aparte.)
0 Sr. Araujo Barroa:Tem mmte mais ; a a
sirolioa quanlaa lem 1
Um Sr. Deputado :-Tem 16 oa 10 cobartao w
telba, alaa daa palaecea.
O Sr. Araujo Barrea :Mostra-aoa o
puUdo s prora disto; do cootreno
tempre no terreno ji maito balido das
turas.
(Ha am aparte.)
O Sr. Araujo Barroa :Sim, ateo a jiiumarli
legitima tola fivoravel aa lagar, aa eaao'aa
--------preeampesa liglHue
Uei aervMo da TIa aaU


*r-
-
_.


^_
iliyi.iiji

kMW, tt lo locare! a* qaeaiio eeo
maor o creacas di meimea ,
Jar. Araujo Barros:Nao o estn interrogan- como diste e primeiro dos Uluotres collegas, e
!, mas Dao me embancaa os ^stas-ee -V. tjoMo Werefiri, unicsmeote e principio eiello-
PUMO DB WiAMBOO. m TKBCA FEltU 6 DI BAK) DE 1M1.
------------oda tem com cresciedeparocWa.;
e-ertueipie regalador oa creacie dea meimea .
o
E*f- 1; *wwtMequeocia o que ae*euapre cumi-
ar, presicente, como-caia WrtWli!, I perealuY car agora -se h. ou nao ulilidade publica ele!
icoes^. lor-'
favor SJ<
ceno de que exisliudo todas aa ;>rsump
efsra os fados, que teuho a present lu, em
com ffilo multo bein situad*. (< a paria dan)
Pelo menos, Sr. presidente,-e ergs wsoie aav
lieeo, at que o contrario neesaja ( rwtdo oeaej
jnenos demonstrado.
O Sr. Birio de Muribeca :feto trado a toda a luz.
O Sr. Areojo Barros :Aooele 1 linda os oo-
bret deputados nao passaram do ', duccpes ; e por uso nao de coevir< ue uada teem
falto que nos petsa levar a destru r direitos ad-
queridos
O Sr. Sauta neis :Uais de -clac.)unta mil Te-
zea se tem j dito isto.
*;'A-M Barros ;-E kiai de repeli-le tos-
as cace., quanto o entender precitas.
presidente, quando orara o ni.bre depulado,
* quem me refiro. dizeodo-M qi e a Petrolioa
nao liona Importancia alguma, oti'l um aparte
no aegoints sentido :Sa nao tem, ba de ter I
A esse poderoso argumento eu nspoaderei so-
unentat poii quando tlver, iraniflivia a villa.
Outro slm, Sr. presidente, a povoscte da Pe-
olina tka aefroeto da Tilla do iiielr* na Sa-
nia, e por Uso nao poderi ella ter se nao urna
importancia mtrito secundarla por ne lero er nsturtlmenie comprometido pela pros-
peridad* diqoell Tilla.
Um Sr. Depulado :O eommereio vera, da mar-
cean oppost.
I Sr. Araujo Barros: lias q le comaierdo,
taabaresf" Qoeeootummidores exilien) na Petro-
asoa? Quel a ii portancta de 8UM iransicces ?
(Ha tim aparte.)
m Sr. Depulado :-0 Sr. Dr. L.icena j nos
aa*a*ao que a freguetia da Boa-r la era um lu-
*' ^ mieersve!.
O Sr. Bario de Muribeca :E 11 sccresceola-
tel inhspito e miteravel.
OSr. Lceos:Nao dlsse mise;nvel; disse que
e populacio era lamila.
O Sr. Araujo Barros :Mas a !>e trotina acha-
te em mefbores condiQdet?
{He atn aparte.)
Pota a prora disto indispenaavel, por que se
quer dar uma dislinccao a um lug' r em pxt-juuo
eeotre. Trata-se de priar a B>a vista de um
eirelio adquerido, mas isto s podo ter lugar.de-
"ae^r*ja superidridade poltica, administra-
tiva eradutlrial dolngar, a que ni* pretende dar
preerenata.
Om Sr. Depulado:A Boa-vto'a a sede das
cjroelradas.
O 8r. Araujo Barros:Gomo o sao quasi todos
alegares, que ficam marges do Bio Sao-
Frsnoisco. Alm disso, acbandi-ie a Boa-vista
celloeada em tugrmenos sujeilo a uiouudacdet,
m> que a Petrolins, que sa acha lituada em ter-
reno maia deprimido, e proindo i isss caroeira-
dae das agoas estagnidas Jaquelli rio. depuis de
seas eochentes, creio que anda por esse lado
toda a Tantagem est em'favor dn Boa-Tisis.
OSr. Seoza Res:Nao exacto isao.
O Sr. Araujo Barros :Se nos d i esta noticia,
cerno Tiajante, aTerbo-o de tuspeito, por que o
roteiro de suss viajeos nao tem icio muito fiel.
OSr. Sonza Res :Nao acredte as informa-
SOe, que Ihe daram.
O Sr. Araujo Barros.Aa iofor nicdes.que le-
uhe sao bebidas as discusider, ha vidas nesia
casa em outro tempo, e me furi.ni aubministratlas
sidi 22 aonos na Boa-vista.
OSr. Sottza Reis :Tambero il ssa que tinha
tete a villa do Pontil duas ou tres legos abaixo
da Boa-visla.
OSr. Araujo Barros:Abaixo i* barro do Ria
cno Ponlal em direcjo i Boa-vira, c qu cou-
sa muito diversa.
Senhoret, parece-me que a timara conrir
comigo em que em 1855 esta idee da Uansferen-
clt a Tilia foi regeitada com bots fundamenloa
* jastica.
O Sr. Souza Reis :Nao bavia igseja, foi o que
se disse entao.
iocS': AraD Barros:Espero qu a cmara de
looz nao aera nem meos imparc al. nem menos
jaata.
tal oa creajio da pareehia, de que se trata
IQual pois, a cooTeniencia publica eleitorsl
ienll_
. F.u ose traat.da awestia aab asee aiped* ra
ao ; ejsaere tarlgir oUrfeloa
.^.ianodoe.
entrare! no desesvorvimenlo da ma
- daaBj*a,Sr. aesi
nT. E|.o*fa*qui aj|ii
Mantiarie. "
Discurso ao Si-. Dr. Arn> Barros,
phoauae^Jo na SCSSf fJC 29 dO
passado. ,
O Sr. Araojo Barros :Sr. presidente, nio pos-
eo deixar de dizer alguna** pahivraa acerca da
atera do projecto em discussao por maitaera-
loes, cade urna maia poderoai, mais decisiva,
snaia peremptoris.
Nao se pense, porm. queswevilneeodo me da
palavrs, que me foi concedida, procare eu, de
accordo-oo aa miuhaa idaa, sabt.- se existesn ou
cao oa casa informaces do prelado diocesano re-
lauvis uliluiade do projecto. fiao; nao, pro-
curare! axe-lo, pur quaotu, eoheres, de que me
servirla saber se exiatem essas iiilsnnsfes, se *
aooredo me cobro, que se aeote ts trimeira ca-
deirad* bancada opposte.
O Sr. Soma Res :E que agn est de p.
O Si. Ar*ujo Berrea:.... u:. palera der
aepoia com nouvel deaemberacc. qee eseaa io-
ormagoes podiam ser apreciadas pela cosa, e
ilinal daaatteodidas, creando se urna parochi
seto e ioterTeocao e outra a ep i ,ii o do pxeUdo ?
IV verda.de que eu poden, op^r a esas douiri-
na opioiao de autondadea mui o recommetida
tvque firmaram o luminoso iistucer da com-
mirsao de negocios eclesistico; ns cmara dos
Srs, depuUdoa em 1857. SguMcido entre essas
autoridades o nome do Sr. ceaeff i Piolo de Caro-
pos....
O Sr. Souza Beis:Agradece :>or elle. *
O Sr. Araujo Barroa: .... mes de qae me
aproveitana isao, se o illustre xoembro, que aca-
ba de honrar-rce com o seu sfsilo, apaversdo
com o fatal duende do governo tos padrea, bavia
Je querer sustentar aa auaa ojinies. de que a
creacie das parochiaa compete <> xluaivamenteao
poder civil, esla augusta asseioble?
De fue me servira dizer qui nao podemos
crear parocbiaa sem o bispo, d i rossmo modo
porque as assembleas nao podem .: pprovar com-
promissoa de irmaodadessem c njria approrarao
da tuesto auloridade. o que eiurssstmeote de-
terminado por s visos imperiaes, se outro illustre
membro desla cmara me poder s lizer que esta
oossa trra nio .uma proTiocia rooaDa?
O Sr. Bario de Muribeca : 2 so alcuein for
anda alm ?
O Sr. Araujo Barros:De qn i:dj aertiria.a-
da allegar que seodo a materia sita, e por isao
da competencia dos doua poderes ctillectivameote
se o honrado membro, que esU sentado as me
lado, [o Sr. Lacena) apezar de to nio$o, lio ver-
de em aonos, poden diaer-atu centra as auto-
ridades respeitaveis e veoerandn i de illustre fi-
nado Mrquez de Saota Cruz, do cojiselbeiro Ao-
irao, do Conde de Iraj, aociioj earoadus com s
brilhaote aureola da ciencia, o de tantos oartros
leotes recoohecidamente lll tira le da noass Fs-
culdade de Direilo, seo hoarsdc mimbro, a quem
me refiro. dtgo, ma ooderis eicirMi toda a con-
Ticcao resultante da aeua profu idos estados so-
tire esss materia, que esta aasemblea tem e di-
rejlo exclutive da crear paroc. i su, por que paca
a congrua dos paroebes ? '^
O Sr. Lucena di uso aparte.
O Sr. Araujo Barros: De i|Bt me ratera o
trsoslbo de pesquitar por Uea alermaces, se o
snesipo honrado collega. TetUe-oe j abatido,
laiannado mesmo pela srgumi alacio brilbaote
dejllaslre msmbro, qoe primeiro impugnoa as
rainbas idss....
OSr. Soma Reis: Obrigad >
O Sr. Araujo Barroa:veodinio da msis dis-
to privado da palavra para ri nitider-lhe, viria
""en Piadade- acabar da i alar-ote?
a! ^T' L"cen :E* modaati ; o obre epata-
dla?. **' *"' 6" fcr' n* r -SI^mI0! *:-Ni > Sr. presidente,
^L^ntZ? mti* S" ,a,> batidos, eade
experimente! forgas descorhe; iw, e que lano
a casa, qae teado o honrado aeU. a uea
ulimamenle mejeeri, ejtori^ gns tieWtiflca-
loa.1protealojTo tltrnu* lo sena ea quero expoede-q)e e seas noves
ltimos golpes, Impcadeoteatei tu visase tealar a
candada evanglica, a o amti o prximo, em
nue o (Jaro crer temido. '
princiatee S Su
bem aseento aa i
Agora
teria.
E' sabido por um lado que a leigio deve ex-
primir tanto, quanto for puseivel, a opinio do
districto, deutro de quil lia se Ut, a nao, toda a
qualquer opiniio, mas a opioiao sensata, a opi-
niio daqueltes, a quem a lei tem coolerido o
exercicio de lio sagrado direilo. for outro lado
cedo que a ultima reforma elettoral leva por Oro
acabar .aero a preponderancia dada pelo svslema
anterior tos pequeos inlerettei locaes; tirar
eleico resoltante do mesmo systema o carcter
de favor peasoal, que lano numlhava a eleic&o
do deputadu, a qual em todo o caso representa, e
devSj pugnar pelos momentosos ioterewes do
Pili; 4r torca e energis s eteecas peliticas, que
se suopunbam amotlecidns pele meamo aytte-
ma ; levantar o espirito publico abatido, e anal-
mente acabar como iDcilameoto,que etflao exit
ta para se viciar o precease eleitorsl por ueiede
duplcalas escandalosas, etc., etc. Ora todaa essas
cousas, aconselbam qu aa parocbiaa, debaiae do
poolo de vala eleitorsl, aio derem ser to pe-
queas, to ettreitas, to limitadas em eeaaaaioa,
que possam nellas vingsr mm inleresses pe-
queoinos, que aso respeUaode as convenien-
cias publicas, oso devera jamis preponderar.
O Sr.fiaiao de Uunbeca :(Nao apoiado.)
O Sr. Araujo Barrea: Teooo em vista seme-
Ihantes principios, Sr. presidente, ea dige qae
nao deve aer creada a paroebia do Gruaiigy, per
que eila aera creada ornete por ceosideraces
pessoaos.
O Sr. Veiga Pesaos :Nao spoiado ; ha funda-
mento multo mais poderosos do que esees.
O Sr. Araujo Barros:Mes repare o nutre de-
pulado que so me oceupo com a nuealo debaixo
do poolo de vista eleilorel. nico ponto debaixo
do qual pode ella aer tratada ea vlrtude da dou-
trina do bonndo membro, que se sene defronte
de miro, e que ea tuppooho bsver sido neate ea-
sumplo orgo da casa.
O Sr. Barros Brrelo:Elle apreseBlou procu-
ragao ?
O Sr. Souza Reis : Esl-ae levantando om
lilao, lealemunbo.
O Sr. Araujo Barroa :Poia e nobre depulado
neg o qus se acha al escriplo no sea dis-
curso ?
O Sr. Souza Reis:No meu discurso, isao f
O Sr. Araatjo Barroa:Se tivasae o aeu discur-
so mao havia moslrar-lbe esss bella dou-
trina.
m Sr. Depulado :-No consta da acta que se
tivesse votado isao.
O Sr. Araejo Barros : Este aparte em ver-
dade bastante espirituoso 1....
O que se votou sabe-o a case, e o que disse o
noore depulado est eacripto em sen discerso:'
O Sr. Souza Reis:Para qae est dlteode essaa
cousas?
O Sr. Araujo Barros:Por que Has sao ver-
dadeiraa ; se me fuer ebegar mao o sen discur-
so, moslra-lo hfi rpidamente.
O Sr. Souza Reis:Pois mande ver o Oa ro ;
quer lembem que eu v busca -lo?
O Sr. Araujo Barros: Nao, aeohor, lenho-o
teca ente para causas muito boas e honrosas. Pe-
co-lhe, enlreUeto, que tenso iocommodepor
lao pouco.
V\ Sr. DepMaao:A covemencia
falla maia alte qoe tudo isso.
O Sr. Araajo Barros :~aO mesmo q
fregoexia de Itamb, applica-se fu
Nazarath ; taabem te procure csttigtr
(lo rtbelde deesa freguesls ; precita
xsr pedra sobre pedra ; o que nao fot
o qoe oie servir aoa interesses do du d
l.lfc TIRCA FE
*****i" T.rm9'
'^^a de concetto nos censa e faete se-
*w*a do Caxsng eliste urna mulher
'^etacha-se affsctids de ama paraly-
atscendo que toda a vidacencenlrou-
^f^* no corcio l pal demats par-
tes paralele m presas immobilidade da fi-
awo.
O Sr. Bario de Muribeca :Isto tao absurdo
que nap ha quem diga.
O Sr. Artojo Barros; V. Exc, veta se bou ve
gaXelu 06) ; 0 nobre depulado (o honrado memora wfe-
ria-se a miro) saz que s materia mixta, e eu nao apreciei; faco-lhe a vaoUde. Sesjundn
o nobre depulado a atera mixta, porque
di respailo ao puto espiritual e ao ejercicio
.< de direitos meramente civjs.,,.
r.nfl".Ar*"'8 huMt (Pa'a'o Sr. Souza -Reis)
repare agora oo que se segu : (l)
Entre na, cerno se sabe, o ejercicio de di^
retios citis com reiago as psrochiss limita-se
Pura e simplesments a negocios eleiloraes:
nada man; '
O Sr. Souza Reis No exercicio dos direitos
ctvie, que aiffere rosito do exercicio dos direitos
ecclesiatltcos.
im^h ArJ'0J0 B"ro>: Oaero cbr de 1er o
tpico do discurso do. nobre depulado, para qee
nao me conteste mais nesse ponto: (ll
por qoe esproprios jaizsdos d paz se podem
creer mdependentemente de haver paroebia ;
quanto porm, ao pasto espiritual, lendo sido o
M"-6,1"?610. confldo os ap.oslolos por Jess
Conste, e evidente, que a materia divina, e
por isso puramente espiritual, e tal que o po-
der temporal nao pode tocar lhe:
i-ni- AT," ?mo,: ~ P-rece-me.r. presi-
dente que nio ha osda rnait claro, que nao ha
potado, sobretodo tende-se em vista qual a opi-
ojao que elle pretenda fazer triumpbar. Por
m!l^ d\C0,rt,?'rrt "inar a qoesto t-
mente debaixe do ronto de vala eleitoral.
o projecto ha o tegulnte : deamembramento
flrSrtf2S? ds freueii oe Hamb, e de Ns,
zareth formndote de ambos a oova paroebia
cuja sede se preteode collocar na povoaco d
Crungy. Ha, por |BDt0, redcelo oo numero dos
eleilores de_ ambas as freguezias: localisa-se
mais a eleicao oes tres freguezias, inclusive a oo-
.*-!;*?*' ,b.re-e campo ao predomiuio de
SS2' ,".n?i>"0 se .final na eleiCao esse
carcter de affeicao. ou de favorpessoal.com
*'uel Morena se propox a acabar.
V Sr. Bario de Msribeca d um aparte.
**i A")u Brr' i Para evitar a prepon-
derancia d.schspas de ferro, o que constitua
,?a.,SpdairtaTCef* 6 M *-,ler -J.I?tft:- t0fMU- J-'#nbe.u.
U. Araujo rroA^No desi. cuidado t& ^ ^^^^1^^^^
httTTS TZ"*" ^*toridadaj'*i.ocaPePrf.i,ame.lenni| meim'
amt!? l",0' m ma, ne brandar a colera
Ss?m J orn,r PrPicl o Omnipotente, a
eids?-* r-"6^"^' fcP0'1 *e Chrit0 lot'-
aoVe,..a7O.r.U0..,ffliCl0, ***>** ""-
nue.^VnDlH '.tw,U' IWaaaaoa a S. Exc. Rvm.
dn ,nT! ?6 decreUr PfeM PoMieaa pelo esta-
missss se retem aa or.oea resectivat. H
oauadn .T, ore," em data de 85 do
passado o aeguiole :
ia^!*ia,.ata du,,idM asUasta f.eguszia
cSTu ch0,8P1 le Tle lezlrietimts n
Cap.ro, lugar dial.nta dula villa 6 legua, e anda
SUS 4 f "JBa D 'oqn, "o lugar Ca
choeira e esta foi aa i0d* forca, os mais que
ain adoeeeram, escapara. Diversos casos \.
n. a"" *P',teci(k>. lugar paca cima e
iffif Plr' lWker n,e,,no 'mentar o
imn l% que 'ch, PPto n mi
nao ..hed' m,i8 I"6 n"ecordt Divio,,
mad ,nn' Pim' <,,e providencias lera to.
sar fiPr" C,,,nb. 1" n"lo se deve ioteres-
achaf t r,TZA f por.ser nugado e j por
Sn. K"!e.no.me,0 de lod08 eus prenles, to-
dos habitantes desla comarca u". 'o
, IimJtio eVi,riru1 abtolulo; pota o mes-
onaslif :8egUDd0 "u e,ld0 phyico
f.5! ?' peroC0rrer 0i Pooloa da reguezia e o
J'"'; Estanislao clrigo mogo ededi-
cuSu efr" '"lm ". P0,0acS d clBb" e Jfo-
nai velL "ry '. f,milia e companhia de seu
mil veth'.A"6 'l'V," "fflP*"" de urna
fonara ?;''*' 10H e "bora de l aquel-
davta pSL-UM exCtt"0M Pr iMguexia to-
S. SrfrTWu?U' "eil -U4 d6 C0U*
r. V,oA'e"ar.qu.e. ha """* de percor-
.4 nliMUi. d M1016' tA6ad0 'Uoa.
"uStiJs. g0U' "h*"** e,U f,,,a sem
Ao fetaraoa esta, soubemos pie Jotqoim de
le e f irmmo de tai ; o primeiro morador na Bar-
re e a segundo en Sorroca disiairle dea, vil]*
meia legua se achtH al do cholera e qae hen-
lem oo Gapim o mal all apparecea forte.a
t- Em retposta ao Sr. engenheiro Ueulhier.
remllenos o nosso communicanle o teguinte:
Sr. redactor Sa Revista.aMgumat succintas
palavrasde censuras que dlatemot em uma de
toas Rtoxslas transactas, acerca do estado de rui-
na em que te acjia a estrada da Pao d'Alho, sem
que not reerlsseroos a e,inguem., pois apenas
mencionamos uro facto pan o qaal pedamos a
proTldencu que elle mesmo reclamara a todas as
vistas como publico e notorio, foramincom-
modaraoSr. Vctor Lieuthier, que se julgou of-
fendido com a nossa ceosurs (do qae senlimos o
mais fundo pezar) e e obrigram a responder-
nos dizendo nos qae (alianmes sem conheci-
menie de causa (e btm pe serj.com o firme pro-
posito da facer pezar sobre ella a responsabiliza-
rte de facto de que nos oceupraatos, e que a con
serfacaoda estrtdi aioda ais foi eslabeJicida por
tico opposto ao syitema, que
reforma.
se tcaboa com a
O S Barao de Muribeca .--Para acabar o que ?
OSr. Araujo Barrot.A eleicao por provin-
rfc.. a T'g0r" pBra "" com as
chepas cerradas, com asdeputacoet compactas
Vaf-7Br"r melbu0r '> nacional; ma
a reforma, que se lhe toguio. cabio ao vicio ex-
-2 S?! qual wbou a ultima reforma, a
qual. pelo enes, foi felt, p,r, esse flm.
Ura sendo certo o que teoho dito, devo con-
cluir qoeJ noTaparochia nio te utilidad* al-
Reconbego prima facxi que esss parochia leu-
de a augmentar a influencia doa que se acharo
de posse do corpo eleitoral em Goianna ; o o r"
a?0* P! s*8u,n,e fac. "jo alcance nio ea
capar i attencao e ao criterio da cmara.
Na cclelo psssads, os amigos das influencias
aclualmeote montadas m Goianna, linbam em
Cruaogy um ncleo de for$a bastante importante
De Cruaogy partir urna phaleoge bem digcipli-
oada, c dtsposta para disputar a eleico de Ham-
b. e anda' que esta phalaoge nada podesse con-
seguir, todava nem por isso dea menos que fszer.
Cemprehende-se agora fcilmente qual o ule-
rease, que tende a prevalecer na creaco da nava
paroebia. Depois most/arei como itto preju-
dicial. '
Aquella interesie se patentes ainda mais quan-
do se considera, que a fregneia de Itamb,
apezT de estar debaixo de uma presso horrivef
apezar de ter lutado contra o poder, apezar de s
ter ,chado a bragos coto uma polica demasiada-
mente severa (nio appoiadoa), conseguio o mais
brilbanle liiumplio no pleito eleitoral.
(Crozam-se apartes.)
OSr. Araujo Barros:A elecio de seterobro
senhores, foi ganha pelas inflaancisa legitimas
do logar, t aquellos, que tioham de seu lado os
juizes de direito e municipal nao appoiadoa, re-
clamagoes), e qtiasi todss si autoridades subal-
ternas, desde o msis elevado cargo policial at o
inspector re qoarteirio, nio pederio bastear em '
Itamb a bauueira, a cuja sombra combitiam. j
Parece-me, porttoto, que o que te procura naort. f
diminuindo-se O territorio daquella freguciia l
aoles de tudo punir-se de slgum ^modo, castigar I
os rebeldes, que ousaram vencer o leoboret da \
titoa^io official dt cooirca.
*>- ~ ~ ~~ ina aie I"*' **m II' ""*~
cipsea supplentes novsmenle noraesdos nao figura
um id eos nomes da psrtWltdede tntpeti ape-
zar de te encoutratem na lista des ltigos tup-
plentes nomse multo dignos de merecerem o fa-
ar, o concillo da adurtoUtra^o.'
O Sr. Bario de Muribecs :-^Bu creid que oes-
ttt oomespees elle obrou coro muito acert.
O Sr. Arauje Barros:Nao crea que esloe
fttende tima censura; nio, nao eniro em eonv
paseees; em nome dos de,favorecidos exprimo
urna Wagaa, oada mais. t>eio que entre ot l-
tigos tuppleotet existiam alguna, que merecan O
favot.de uroa recodujao..____
A adaiiiisiragao nao Hendu sssiro ; pttse;
eslsvi em seu-direilo; ma creio que me e licito
lazar de passagem esta reflexao.
Sr. presidente, rollando ao ponto principal do
asaumtUo direi, que tanta mata estou persuadido
qae a creaco da nova parochia oo a aua reateu-
ra(io fomentada por interesaes de grupos, quan-
to nio ote consta que ot povoa, s quem ella ten
de aproveiUr a tanbam solicitado.
E' verdade que devemos cursr do bem dos po-
voa, s por smer sos devoras pablkos, qoe te-
mos a curaprir; mas ea desconfio muito da crea-
o de parocbiaa en taes circuaisUacias;,per-
suado-me que simulando o bem publico se pro-
cura fazer de Goianua a forca decisiva do segando
circulo.
Quer V. Exc. ver, como isso acontecer ?
O-cellegie de Nazaretb tem apenas 95 eleitores;
de Goianna j coala 140; os que se desfalca-
ren do primeiro desees cuilegios servtrao para
augmentar o numero dea de Guiiona.
Ora em todo o circulo nio exista um collegio
com leo rescido numero de eleitores. V. Exc.
v por tanto, que de poste do corpo eleitoral, eo-
mo se scha agente, que hoje domina em Goianna,
ella ha de preponderar.
Has isso nao lado ; encaremos a qaestao pelo
lado do bem publico ; aa coaaaa aa podem mu-
dar, assim como mudam os horneas. No nosso
paix o governo tudo, e de um momento para
outro e;aituacao mais liiooasira fioa oompro-
oseUida.
Ho de preponderar entioas ooas iollueocias,
a quem favorecer o sogro do governo.
Ora existiado um lio grande deiiquilihrio as
tocoaa dot diversos collegios. aata-aio podar ser
.fatal, sos dominadores de hoje ? Uma tal ordea de
costas pao prejedicira final e m enif esla cao, e
o triumpbe doa inieretses legtimos?
Creio quo sim, e eit ahi, porque acho qae o
projeclo desvanlajoso debaixo do ponto de vista
eleitoral.
(Ha uro apante.)
O Sr. Araujo Barros:Sao modos de ver: V.
Exc. apreciar as cousas muito melhor, c ses-
bsr com todas essas utiobaa davidas.
O collegio de Golaeaa se che actualmente
compoata d^s freguetiaa de Tsgucupapo, tfossa
Senlwra do Rota/io, Nossa Senhora da G', e
Itamb. O de Naserelh se oompoe apenas das
fraguetiss de Traeunhiem e Nazarelh.
O Sr. Souza Reis:Diga bupado de Nazaretb.
O Sr. Ara je Barros:A freguetis daqoetle
nome d apenas 56 eleitores; nao pode, par tan-
to, ser esse bispado, de que filia o honrado
membro. srvagaooa estra s tate fot estabeiictda por
as anda que o fosee, nao se devia por isso systema algum, depois que aa fiadou o ultimo
dar maior preponderancia Goianna, o qus pro- ooolraeto, por nao se acbar retolvida t quettao
ceae tanto par amor ao presente, como por amor '*lB tsaiaa i ini. .a.if.i <
ao futuro, ou tules per amar legiUmidade do
principio eleitoral.
Para que pois a creacao da nova freguesa,
piuicipalmeoia paasaado-se ella para Goiaeoa ?
Um Sr. Deputano -Mat olhe que o Sr. Bispo
concorda na creacao da freguexla. \
OSr. Ar.nio Barcos:O sar. Bip>.- que ver com essaa cousas, as suas iaformar/Oes,
depoia de apreciadas, plem ser/desslteadtaas.
creando-se e dividindo-se freguezias contra a sua
opinaa. Para qee-psis argumenta eom as io-
formatei do Sr. Bstpo? Ser aedenia para que
em certaa e determioada oocaeiesaejsm expoi
tas aqu ao ludibrio? ff
[Ut om aparte.) TA
Perdde-ete o nobre depulado. EtTt>u allsnio
como entendo que devo fallar, e V. Exc. quelem
numerosos amigos, murtas celleges de circulo,
debata depois a materia, pulvarese todss os con-
sideragoes, que estou fazendo ; roas ao menos
deixe-me a liberdadeda tribuna.
Bementirado que o prejeoto nao ulil sob o
aspecto debtixe do qual e tenbo eaeerado, rsta-
me dizer bem poucas ptltvrai pira concluir as'
michas refiexoea com relami aos oulrot ponlos
domesroo projeeio.
Vejamet quaeaeae a siluacao, a exteosao, os
limites actuaesde Nazaretb. e a que vai a ornar-
es Bear reducida com a adopcao do mesmo pro-
jecto.
Ttnho aqu uns apontamenlos. a peco cams-
ra, que me permita l loa. (U I
Gya valo pelo que acabo de for qae a comar-
ca de Nazarelh j meuor, qae a de Goi*ona,fl-
car anda muilo menor, eslacaodo-ie da iri-
meira o importante districto de S. Vicente que
so por si coolro ciacoeotae tantea eogenhs
Goianna^tem um porta exoeltante. e riei'na-
vegaveis, lem um eommereio prospero um futu-
ro grandioso, entretanto que Nazsret'h acba-se
em coadiQoes muito inferiores.
Sem porto, sem eommereio tao florescente, e
teodoa tua cidade muito menor qoe a de Goian-
na, que e opnmeica depois delta capital. Naza-
retb flear sem importancia alguma se lhe tlra-
rem os eoguhos. e terreos de S. Vicenta para
serem mcorporadoi comeres de Goitaot. a oual
j muito mais rica e muito mais importante que
a dita comarca de Nazaretb.
Um Sr. Depulado: Rio de mais para te
lhe addicionar mais algum terreno.
O Sr. Araujo Barros :-Bntio melhor icaba-
rem logo nobre depulado isto ? p ^
O Sr. Soasa Reis :Tambern agora faZ>r esta
voatade ao nobre depulado era da ais.
O Br. Araujo Barros: Poii ma IS0 Uma
fraoqaeza muito louvav*. F.ca-ae sHteetaaieMe
aqaillo qae se quer fazer de um modo indirecto
com a adopcao do projecto.
A cidade de Goiaans, repito, a prinwirs de-
pois ds capital (potados), possue ricos predies :
no terreno da comarca xUtem eogenhs impor-
tantissimos, ba all propriettrlos, ferlunst te Da-
ro res, millionarias, o que nao se d em Naza-
Como pois se pretende ainda aagoentir com a
adopcao do projeclo, diminaindo-se a import.n-
eia de Nszsrelb, sem utilid.de alguma, e aM em
detnm.nto da boa marcha dos negocios pubKcos?
Sabe-se geraimente que qualouer nonto mai.
tremo deS. Vicente (lea te.i, pero oi Nata-
relb; que de Goianna. Ahi temos."pn.n
LTOP**"** ma,a Peaa Paosh.bitantet de
S. Vicenta, a mais cars, e mala tarda para tiles
le de polica uma provHMnWaaeLaena\ee a -
rra-le de semelhintai teacoee.
Baaniofsa dea________
'lava, S. Jos ; speplexie.
aatunsnaoia
faaacsoio
dk 18i.
prximo pastado..".
Haeaafa *- 30 de
atril .
Deapeza idem .
no ialoo
aroLicEs
DEsMUBTBACiO
ESPECIAL DAS
ISO.
Saldo em 31 de arco
prximo passado
Receita
abril
de 1 a 30 de
Dcspeza idea
Saldo
DEMOaSTIUCiO DO SAXDO EXISTEXTB A
ABOBTIZAgiO DAS tPOBlCaU DA MVA
1 PAGAMENTO DO REIPECTITO JUBOS
a Ido em 31 de marc
prximo paseado.. 1:23*#3aT9
Receita
abril
de 1 a 30 de
Despezi idem.
Salde.
adopcao do projecto, a por Isso detxando hoie de
dcseovolcer mala a materia, procorarei faze-Io de
outra occasiao, dcscendo a detalher.
Voto contra o projecto.
ceira conceasao) a beneficio do Gym'nasi Per'
asnibuesne, no consistorio da iajreja de Soasa
[Senhora do Rosario de Santo Antonio shoraido
coslume.
que exista entre a arrematante e a administra;io
das obras publicas, a reapeite du estado a qae
estedeixou tedutir-se e mesis tirada.
Ji disaemoa que causou-eos grsode pezar o
ter a nossa reelamac&o ido oxTeoder ae muito es-
Ussavel Sr. Vctor Lieuthier. em quem nunca
pensamos couUeste aarspuca qae talhmos, a
e quello tol tilo SufTregumutPIB sVaWl usa vi.
Como porm, a nona qaestao aio pessonl;
perene sstim a nao eslabelecemos, e s tratamos
de um oegocto de uiiJade publica cora iotteoco
pura e extreme de ferir susceptibilidades e sus-
citar odios, muito estmanos a aeparico de Sr.
Lieuthier em sea Resista, alian do discutirme
com caima sobre quem dora responder seto es-
tado, de ruina da estrada de Pao U'Alho. Afilan-
?amoi S. S.} qae c sreraos per nossa parte
sentar* com e matar respeito a sua pestoa, e ao
puWko peranta quem tamos de discutir. O Sr.
Lieuthier duque ceoserracao da estrada de
fo o Albo est enabsracade com a aisfispe a den-
ota entre 9 arremtenle a a reperUcAe das abras
publicas aceres de nao estada a que eatadeixou
chegar a snesma ettrada.
Ora, prescindindo de analisar este erabararjo,
pois que nio eoxergamos bi oenbma lgago
oa dependencia invencirel entre aquellos dous
tactos, aos oergaotaremos :
E quem ainda o responsarei por nio ter
cumprido o arrematante as clausulas dos seu
contracto ?
O arrematante eslava brigado a fazer ot
reparot, de qae a estoca carece so* pena de, re-
rV u0 eDe,heire respectivo, que elle atswi
ne obraTs, multa-la, sendo depois feitot os re-
paros pela administrarlo, e a cusa delle ar-
rematante.
Sabemos, entretanto, que, apexsr de muitat
reclamacoes que se Azarara em termos bem vi-
vos, acerca do estado de rulos da estrada, desde
que o contrato do arrematante principiou a ler
execucao, a reoarlicio daa obras publicas, ou o
eogenbeuo competente, nonhuma medida coer-
citiva empregou contra elle por ferca do mermo
contrato ; e s no ullirao anuo, foi que o enge-
nheiro deixoo de dar-lhe ot attottados meosaes
para o sea pagamento na theaourarla provinci-
al. Conseguintamente, honve ou nao prolec-
cao ao arwmatant.? Se houvesse rigorosa fisca-
lisacao tobre os concert de qae a estrada care-
ca, e que eram to negligeuctados minea ella
e parara par certo no estado de detarioracio em
que a vemos actualmente. *
*-Dh/c*aD0* W* Sr. Lieuthier ura ero -
precedo incapaz de ser cerrrompide. A sus pro-
otdade somos os primeiros a apregoar. Ji v
pottaate que nio irte tamos m Tootaee, e qu
s e exclasivamenta obedecemos te sentimeoto
da verdade.
CoDcerie-se boa a estrada que o que que-
iremoi. ____ ^
< Caxtng 2 de maio.
; 0,nterceje.
Keamnm-se bonlen na tila da aisociocao
commercisl, sob a presidencia -do Sr. Jos Jero-
ymo Moatairo.la sociedade baacaria em eom-
aandile, eeb a Brasa Amorim, Frageto, Santos 4
L., tcbtndo-ie preientes 15 tocios repreeentaa-
do o capital de 700eoatos de reta.
Ds leitura do relatorio respectivo, do balao-
co apreaentado, se 6, ae s sociedade marcha
regulsrmeote, e que aeu estado astas lisoo-
geiro.
Foi approrado o dividendo a ratee de 11 per
o. viwuw, e uait cara, e mais tarda para elles cento ao anno' io*apendenta de fende de reser-
a admtaittraeio da juitiga, adoptado o proieeto. ,a atsimcomoo balance, e parecer da commit-
Sc. presidenta, eu nio vejo ulllidade ai^ua na s" de "
Procedsu-te e doti eleico sendo reeleilos ot
mesaos Srs.
O jury tbsolveu honlem i Eduardo Pereire
da Luz, htvando o juz tppelltdo desss de-
cimo. Fsi um teto de eaergit bsatante louva-
ve) nao sendo cabivel no cato a absolTieio pro-
Loa vorss, pota, ee Sr. Dr. Nelvi.
Temos A vista cartas do Rio-Formoso, de
diversos negociaates ata assucar, qae amarga-
mente te qaeixam do Sr. delegado supplente,
or".earWc. Antonie das Santos Vital, por
prohibir que ot conductores de assucar abram
i- venda a leus generas ees entra parte, qae nio
DMowraAcio do saldo exististe _
Cl AL'.DO CALCAB1TT0 DAS HCAS DEST.A CTA*K
DE ABBIL DE 1861.
Stldo en 31 de.aeree
prximo passado .. KfaTTti
Receita de 1 a 30 da m^9'm
?brtl......8HftO
Despeza idem..... .
Saldo.
DEStOSSTRACAO DO SALBO EXISTEST 5A CAIXA
DEPSITOS EM 30 M IRAK 1801.
saldo em 31 de mareo
prximo passado .. 150:292Rt4
Receita de 1 30 de ^
abril......
Despeza idem.
Saldo.
DEHOJCSTEAClO DO SAIDO EXTSTETIW SA |
AOHTISACA0AS A PLICES E PA6AST0 bw ua.
reCTIVO XCRO El 3t DE ABRIL DE 1803
Saldo em 31 de marco
prximo passado 4:709>694
Receita de 1 a 30 de
ateas,...... |
Despeza idem........." ^^^
Saldo. .
DEMOKSTR.ACO TO SALDO EXTSTE.TTX SA CADA SO Pa4
TMnoHIO DOS OUPHOS SO ETEHC1CIO DE 18SI a
1801, El 30 DE ABRIL DE 1862.
Stldo em 31 de mirco
proxin o passado .. .
Receita de 1 a 30 de
abril ....
Salde
_ O thesoureir,
Thomaz Jote 4a Silva Gxu
O escrivao,
Antonio Mara it Paria
REVISTA DIARIA.
Na sessio de honlem di asteantes aroviocUl
contlouou-se na discussao do projecto da fares!
policial, a qual ainda ncou adiada! ^
nsV9lTelB 'e,'D4' itcau* "."leles
ConUnusm panordem do dii de hoje.n Btia- i
ra. d.d..,inC.u.Te. tegund. di.cu.iio do"^- teja n.* 'uSrg#de.^TaTd^r,S 7^.-
* Aaanha se derer exlrshir aU,m, D,rte t^^^SS7!^^
da prlmeira e primeira da Mguada-letetta fter! aue tansaela^taaM. ^in!?-!^?-. '
r.conceMioj a beneficio BtatS l& ^5^
mere,
O. queixosos, que isto nos noticitm e de qae
do pedem a pyblicsco, esparta do Sr. Dr. che
Nt os icompisbtmo. otila eapsrtoct, cario
de que etts nio tardar, seodo qae a alia se nio
opponhs alguma utilidad* un cooreateata pa-
blles.
Pelo Sr. subdelegsdo de Mari aguape, taras
de Olmda, foi preso a remttlido para esta capital a-lv?? a
oi desertor de primtira lo ha Joio Lopes Jos de" *ar!*" ** aeese
Helio.
Foi Btead aa vilk le Garanhune, por ordem
do Sr. dakfado Antoan Basaala > Mello Pei-
xoto ocriaioetaaoleano da Aad, da jro-
vmcia dea Alogoea. Antonio Iteffqaes PortafaL
Els o ceutoelmo vigsimo qaerto e quinta
BoUtia* oMiMt saldo.
. Bn,1**a" oHetode M do aez paseado, dirigi-
do di colonia allitar dePraenteiteslpresldencia
IXie'ftft V.T t0^^ Unenla
aoiodio litis ae Cstro Tsvares, que a ssu
pezar coromonicava a 8. Exc. que o povoado
dessa colonia acbava-se forteaente ameeeado
peta epidemia reinante, e que os catoa havidoi
noiiam sido por assim diser falmioanies Diste
mais que nos districtos de Calende e Pcripery
se estavs sollreodo do msl coa todt a intenti-
dsde ; que o numero de morios oaiuielta se
elsv.va ero poucos diaa a 34, exultada at o da
antecedente 14 pesaoas affectadaa, a que ueste e
no ds colonia se eleva va a 9 at o dta 19 fi-
cando etsa colonij.'.at eaaa metmo da 5 oessoas
effectada, e no diatricto Peripety 6,'saifaedo a
comiBAwioaco otatal do respectivo sobdeleaado.
, A8ae,a horar d tarde de 4 de maio de
loo/, v
- ?r- 'Ijttiuo 'onceca.
Em uro offlcio de i do crreme, dirigido de
Muribeca, presidencia da proviocia, eoamuoi-
coa o respectivo sabdelegado, Joa Antonio da
Albuqoerqoe, que a epidemia reinante acha-ae
mu declinada neasa reguezia, escreacentou que
entia nio podar diser que estar extincle, visto
que anda te davam algum casos.
Em um officlo de 1 do correte, dirigido da
rreguezia de Santo Antonio desla cidade ao Dr.
chele de polica, e por este traaamiitido i 8. Exe ,
participo o respectivo subdelegada supplente,
Manoel Antonio da Jetas Jnior, que oo dta an-
tecedente pelas 6 borai da tarde tinha fallecido
do cholera morbus o crioub luis Antonio de
Barros, caroeceiro, eitabelecldo na ra do Ran -
gel, que indo cidade da Victoria, regreasra no
da 26 do mes fiodo accommetlido pelo mal :
diste mala que, lhe constando qae aceava-ee, n
rea do Fogo, accommellida da mesma afiseco a
parda Ractiei, a tinha feito recolher enfermara
da Ordem 3m da 8. Francisco, mas qae. seedo
Informado pelo respectivo ministro que ella sol
fra de oulra molestia, e por lito oto poda per-
manecer nena enfermarla, havia feito que fotte
recolhida ao hospital Pedro II.
a Em outro officlo da mesma data, dirigido da
reguezia de S. Fre Pedro Goocalves do Recite ao
ao mesmo Dr. chefe de polica, e por este trsns-
mittido S Exc, communicou o respectivo sub-
delegado, Miranda Leal, que liaba fallecido do
choleta morbus Theodoro Josquim Alves, brin-
co, casado, de 36 anuos de idade. natural deata
provincia, calafete, residente nf ra do Pilar.
Ai 6 hora, da larde de 5 de marco de
1801.
Dr. 4 qnio Fonseca.
Matad oro publico.
Mstsram-ae para conaumo deata cidade, nodia
4 de maio 99 rezes.
No da 5 90.
a "..KEf*J'Qo da policia. (Extracto das partea
dos das 3, 4 e 5 de maio.)
Foi recolhido casa de dsteocao nodia 2do
correte, ordem do subdelegado da Capuoga, o
cnoulo Goocalo, de 20 anuot de idade. gauhador.
eicravo de Joaquim Manoel di Silva Jnior, por
andar fgido. r
Da 3.
Foram recolhidos mesma: .
_ A' ordem do Dr. delegado do i. districto Fran- Dt8Pta iaeDJ
cisco Daarte Pereira ou de Olvera, braoco, de
- aonot. carpina, para aver:guacoes em crime
de roubo.
A'ordem do subdelegado do Rscife, ot mam-
jos hespanhoes Jote Coll e Andr Jos de Mene-
zes, este de 32 annos a aquello de 10, requisi-
cao do respectivo cnsul.
a '^Yk0'**"* aoda Bo,-T'i*a, o erioalo Sebartiio,
ae 15 anoos, gsnhador, esersvo de Joaquim de
Barroa Correia, dbr roepeHa de estar fgido.
A._^~^ Daa 4
-A+r*m a l'iiui. S,. asi a^adai da |MatataJ
Joao Jos Pereira do Espirito Santo, pardo, de
22 aonos, que Tive de igricullura, viudo de Mu-
ribeca, aem decliracae do motivo; Joaquim doa
Aojoa Barros Faicio, tambern pardo, de 1 ao-
nos, piotor, preso pelo subdelegado da Boa-Vieta,
para recruta, e Riy mundo Jeaquim de Santa An-
na, crioulo, de 18 aonos, sem officio, vindo dos
Afocadot, igualmente para recruta.
A' ordem do .'subdelegado do Recita, Jos Ro
driguet Uuimiries. branco, de 21 anoos. e os par-
dos Claudioo Rtymuodo Pereira, de 24 tnnot, e
Joe Mames dos Santas, de 25 anoos, todos ma-
rilimos, por embriaguez.
A' ordem de de 8. Jos, os pardos Sacarino
Birroa ds Silva, de 87 annos, gaohador, e Jos
Kranctsco de Lima, da 28 anuos, martimo, por
bngs ; assim como o crios lo Antonio, de 29 an-
nos. gaohador, esersvo da Mara Bernardina de
ours, por ter rasgado a farda de um urbano.
A ordem do da Bca-Viita. a india Clemencia
alaria o Coaceicio, de 56 annos, coslureira, por
embriaguez, e o afrfcsoo AoConio, de 35 aonos,
ganhador, escravo de Jos Gomes Loureiro, por
ser encontrado fra de horas.
A or^X? do > Cspunga, o crioulo Jos Clerim
ou Jos Clarludo, de 40 aonos, aem officio. per
embriagad.
0 chele da 2a aeccio,
J. G. de Mesquita.
Paisageiros sabidos no vapor nacional Per-
smunga, para Macei e portos intermedios:
Jos Mana daa Virgens, Dr. Angelo Caetanode
jouza Cousseiro, Aotouio Francisco da Silva Gas-
par, Ayre. Jote Danier, Antonio Jote Pereira
Guimarie8, padjre Pedan Jas- Cartee da Silva,
Ignacio Moreira da Silva, Manoel Jos de Luoa,
Bernardo Antonio de Mendonca, Manoel Joaquim
ds SilvaLeo. Dr. Jos de Mendonca Reg Bar-
res o Jos Guedes Nogueira.
Movimento da.enfermara da cata de de-
tentjo do dia 4 de maio de 1862.
Tiveram baixa pan a eefermaria :
Leonarda Silvestre da Silva ; eooslipacio de vea-
tre.
Antonio Francisco de Soma : febre intermit-
iente.
Antonia, escravo de Mara Bernardina Accioly :
ideo. *
Dia 5.
Tiveram alta da enfermara :
Jos Bern.rdioo dos Santa. '
francisco Antonio da Costa.
Manoel Baptista de Souss.
Mao sel Antonio de Suva.
Jos Francisco de Moura.
Tere baixa para a enfermada:
Bernardo Pereira Machado ; bronchile.
Obituario do du 4 di maio, no cehiterio
publico :
Constsntino, Pernambuco, 6 dita, Sent Anto-
nio; e.patmo.
Francisco de Paulo, frica, 28 aonot, loltairo.
Boa-Vista ; frialdade.
Mara Jos da Concerni, Pernambuco, 70 annos,
fiara, S. Jos ; estopor.
Manoel,Pernsmbaco, 0 mezes, Boa-Vista coo-
Totsdes.
Jas Theopbilo ds Ptixao, Sergipe, 25 annos, sol-
teiro, soldado do 2 bstalhio. Boa-Vala : cho-
lera.
Manoel Felippe da Natividade, Pernambuco, 25
annos, toldado do4* batalbio. Boa-Vista; cho-
lera.
Joanna, frica, eicrari, 40 annos, ollelri, S.
Jos; cholera.
Dia 5.
Jos, Pernambuco, 3 annoi, Boa-Vista bexigat
Rita, Pernamboco. escrare, 70 anno.,' solleirs.
Boa-Vista ; temoplbina.
Alfredo Ceneci, Italia, 42 aonos, aoltelro, Santo
Antonio; febre amarelle.
HMl!"i A,,r,ea..Mfeo. 00 annos, .oltelro, Re-
cita; hyd roplsia.
Manoel, Peroambuco, e.crsro, 35 aonne, leltei-
ro, s. Jote ; gasiro ioterite.
Prudencio Jote di Trlodade, Pernambuco, 27 ao-
nos, toltairo, 8. Jos; pbiytica.
Mtris, Pernambueo, 4 raeiss, Boa-Vista ; con-
gestio cerebral.
Olindiua, Pernambuco, 5 annos, Boa-Vists ; an-
gina.
Adelii.Perntmbuco, 20 diat, Boi-Vist ; antrai
ulceroso.
aaaaniaase, ouLenaa
atLDO BY3STBSTB
mm um, C> SO
na caba ta
E
45 4500176
133 6780712
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18:6O0|00O
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26:3041780
lt77|R|
CHARA MIMCIPAL DO REOTL
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 24 DE MARCO
- DE MARCO DB I*- ^^
Pretxdencia ao sr. Hamo s dfsaeaaent.
Preaeniea ca Srs. Ueariaaea S Silva .,-,
Se e, Maia e Mello, abrto-ee a s essaa. e tai talla
approvada a acta da aatoeedeata.
LG-se o seguinte
EXPEDIENTE.
Um aviso expedido peto aiaatai da i
communicando para ronhecianate
muoicipal, que por decreto ae 8 di
to S. M. o Imperador par bem caeu.
charel Aotouio Marcelino Nanee Ceacalvaa"a da
misiio que pedio, do carga da are '
provincia.Inleirada.
Dm officio do Exro. preeideata da
metiendo por copia a qae dirigir ee test
do 1* anno da 2* diaUicto aa fregaeasa ea _
beca, declerando-lho ao comeetir-lna. a ssa a
juta eleito em 3* lugar, substituir ee i
tado, qae por molestia, deixoa m aaau
cicio em o corrento aneo.Inleirada.
Outro do Eira. -'-- prntideale dn
Dr. Joaqaia Pires Machada Portelta
cando ter no dia JO do correla tasada i
administracao da mesos praviacta aa aa asada
de seu segundo vice-presideele.atairada
se secutaste t recepcao. ^^
Outro do mesmo, convidando a caataa aata
tir, no palicio da pmideacis, aa dea I
renta, anuivertario do jura asalo 4
do imperio, to cortejo que se toa de it
eie de S. M. o Imperador, aa 5 noria da I
loteirads.
O-itro do aeaao, aotoriasada
despeza oa importancia de 1:3899101
to de barro, e nao de aris, cuete
tado, o talude da ettrada ea
dou-se cororeuuiesr ao procarador, ae L_
ao eogenheiro, bem como iciealinear ee)
tan te da obra.
Entrando em discanto e officie de I
deote da proviocia, addiado na
qual manda S. Exc informar .
sardio que pede o Dr. Felippe__
querimeoto junto, peta desapreactaejae dal
de que posseiro em frente dn enes dta 1
Deliberou se Informar a S. Exc amaam m
occorrido a respeito de seaelnenta r
meltanlo-se-lbe tode a rarrsspoaeaacia
ueste sentido.
Um officio do advogada, declareeee ojee aen
compelia a csaara aaaallar e eieicia qae i
bio oo juiz da paz do A* ansa do 4*
reguezia das Afogsdos, Mises* ata
valcauli, polo que irregularaaaata, e aaa a) ea-
dendo dedazir ette direito, nea da ect. 54 da tai
do 1 de outubro de 1828, naat de acice de U da
junho de 1843, parece-loe qaa ee ere
a dec.sio deste negocio ao gceme) da
Retolveu-te contullsr a S. Exe.
seiba o advogada.
Outro do solicitador, ees__
entrega ao promotor da queaita .
ttncia da termos da mullas qae ra
communicasse aa contador.
0"'M i'* P* prtaiseata da *Jeeta de
qaahflcacio da freguesa da Boa-Vista, rsstttisa
do o livro daa actta da qaaliCeacae de eaaaan
freguezis.Qae se srcbiTaaae.
(Xitro do juta do paz prndente da jaata aaeaV-
ficsdon da freguazia do Peta, reatetieade
pectivo livro^-Igual -*-
tcr
Outro do fiscal da frsaaesla do tasete, asee-
aaodo a peiicio na qaal D. Meato Isaeet Aa*a-
nea de Oliveirt pesa para (azar cecaije aa aa-
brsdo de dous sedares sita aa ran aa Cadete a.
49, bea como ealiree ceaesrtes precisas a eseo-
mo predio, declara aer exacta, fea allifan pa-
liciooaria de nio aever aspees a andar tarrea
pars ter colloeado a eaaa, "
fioslura de 14 de jolbo de 1
oraar ao eogenheiro eerda
Ontro do fiscal da Boa-Vista, paila
rsaodaie pagar a xaaatta de lfe qaa
ra cea o eotarraaeato da tjlea ansa
contradoi aertoe ea di versee lufarea da aeaaw
fracuezia aos di.t 11 de descasare, 49 a el da Ja-
neiro ulltasot, c 9 do carrate.__Maeaeat-ea
ptsstr mandado.
Outra do fiscal da refaaaia de S. Jane, taaar-
mando a peticioda Joio Jadata* etaaalaaaa.
na qual pede para fszer urna seles ana lasnsr da
trrico que .obre a cana a. 2 de Prata Parta,
declara qae neo ba incooraniento aa caaaadar-
I ; : p



o pga-
i(i com euter-
i ene: c ti ido morios 10
4 te poeaco4a rbrMa'fc(>gM'tia.
Qutr* do Bacal do Pojo, c< atollando M oa
Wjeaasadtiroa deque trata o t 1 ldoTtt.lt das
9MPf**&** l*"ho do 1819 no iquolloo oo
campia tarto*; e outro* geonros alimenticio
par*.*o depois tfojuea aa iiere.do.Qe*te
n*peade*te TOoeodTtoo aqae ae, coa arraso geaero
no aereado, oelle o revende, > niio aqaelle que
*ireode de eoamftctir ea qual jn si genero o fio
OMr db neme, parttctpan irtiarer procedido
no dia 48 do correte uaitr rila eai.au* r*-
goozia, da qj| raaultou a apirsaeoeio d* or*
foaaoarM'andarn ragaud* (ot dirersos luga-
res da fregtwzte, e que doai ifissies animaea fo-
Maaaoai lamite'il a- port ae *?* res-
pectivo dono, o eoteadeodo qoe estaram ellos
1aajt*a'emprebendl0oa na dis:> Xtt- 9 das postura de 30 d*joo la de 1849, o lz
apprehender, o no meimo da !SI inandou por to-
do em batta publica para en ai arrematado*,
cuja arrematacio produzio a qunolia liquida de
358500, que e* trago u oo thesi iniiro da irman-
dado da Misericordia ; cnsul.t por fim, ae beo
proceden qaaodo deteroiinau i apr*hengao dos
dan citados amaae*.Q*e so' nspoodoso ao fis-
cal que procede* aam por qu i o aa posturas sao
aullo clarea*-temethanle respailo.
afead* a a*. orateeo coa Bactei o rauoicipio que
eptaerde aatosna do recolhar c anlquec qoaniia
pwaif de arfamaUcde asseos os sedbo dadoe peto tic isnureiro da ir-
atsadad da Mistrieord* pan serem archi-
va.
QiebjM oo a* procarador par mandar oetto-
eatf n** Msbocadura* do* Caaos ( a eagotn u m gra-
daa**> farr* para evitar a oojiri d.i do liio.
Deapaeharata-e* espeticoes iU Aodr de Abre*
Porte,Antonio Da, Antonio lYlJii de Anorim,
Aatooio Joaquim -da Santo a adrado, Caetaao
Mae Geaaa Duart*. Fraanitc Jos Regalo
Braga, Jos Jaciotho de Medeiic s Razende, Joao
Iranasso P*rdaitr, Jos da Mira Limo, Joa
Joaqwa Sot'Anoa, Paul liara Pereira de
Aadrade, Victorino Teizeira Lu le e lerantou-se
., toaU0Ua*n*^aa^aHaiaaaaaa
elle tem
lia Francisco Canute do Boidagem, official-
maior a escreri ao impedimenic do secretario.
Declaro om lempo qne ae marcnu eesso ordi-
aria para o da 31 do correal* n seguale*. Boa-
OejeUrei.Reg e All> iquerqoe, pro-
tie***. Heoriques da Silla .Reg.Mello.
Rogo Meto.
Correspondencias.
se este
o* por
*u im-
itas em
o Sr. de
Srt. reiafloret.Alguna do aeua amigos sen-
do de ootniio que eu doria reni onder a caria do
Se. deMoanay, de 26 do pasatt o. rogo-Ibes que
Mligaam publicar oslas linhai aa primeira op-
portuuidade.
Ea ignorara que o Sr. do WJirnsy Hnba um
paite.E' para estrechar que qu mi elle me per-
gantou porque era ezpellido dn locomotUa nao
noatraaae tal paase ou diaaesse i*e estar mu-
nido delle.
Anda durido que elle o |> n.iuisse ;
paste foi dado, elle que diga quem
quem foi concedido ; aprsenlo-o, que
mediatamente coneeaarei o me* erro.
caso nenhum podarei aereeniirado a*
Mornay nao tinha aemelbanle autorisagao. O
transito oat locomotiva* da camoanbia depen-
de de um regulamenie seroro, cnesmo paro o
ampregado da meama, o tenbo boas raiea para
crr que, nem o Sr. Chapman nem oa aous agen-
tes, Ibe fuessem semelbante cenaesao.
Emquaoio a propriedade de liu.is Barras, nao
exialoa durid* ou embaracoi qnaeaquer por
parte da compauhia.como o Sr Mornay afirma.
O caso simplesmente que a proprietario (oi
aconselhaJo, por quem poaco importa, i recla-
mar agora o pagamento ds-juillo qde ha muito
foi deaapropriado e pago pelo :oatratadores de
trras e por ellos entregue a i.upanbia. Nao
Terdade que o fllho do propriala n > foige mal re-
cebldo oo eicriptorio desta; pele contrario, apre-
lenlando ella a mioha carta, o Sr. Ausiiu o lerou
ao e:riptorio do Or. Alcoforsdc, o qual lhe ex-
plieou o caao, mostrando que >i propriedade em
questio tinba aido desaproprad i. Se o Sr. de
IJurnay deseja saber exaclameotto que se passou
neisa occaaio alie o saber ; a as talrez, em at-
tenco par* com etae a** *flal,{) ;.ulgar melhor
nao exigir que se publique tai.o.
Pela minha pirte e pela dos rio ts empregados,
contento-rae em deixar esaa i iserco ao juizo
daquellea que teai frequentd i este escriptorio
Passo era silencio as exprest >es insultante e
rasteiras com que o Sr. do Moroay adornou a
sua correspondencia, em prira>? ru lugar, porque
esou muito aeima da sua criii :a, o em segundo,
parque me admirara muito se i *ao tiroiae encon-
trado Ues expresse.
Soo, Srs. redactores, venerador e criado,
E. H. iromah.
P. S.Consultando o m*u di irlo verifico que
eu nao part de Gameleira de rolla ao Recife
genio no da 11 da abril. Deala '24 de marco at
eaaa data etire oaquelle lugar a em Calambuca.
Portento o facto de que se qu:i;a o Sr. de Mor-
nay tere Ingarno dia 11 de aluil e nao no da 2
4o mesmo m*x. Urna insigo, atan te ioexaclidao
de 9 diasem urna aecusacao qu e le faz com tan-
ta eolemnidade. Ex uno disce omn*s,
Senhores redactorei.Tem) lido urna folha
chamad* Liberal, na qual foi publicado um in-
fame soneto contra o digno Cr. juiz de drreito
Loureocn Francisco de Almeila Catanho, alias
di gao de lodo o elogio ; e ao c a.il dero bailan-
te altencuos, e em baixo do qual foram escrip-
ias aa iniciaes de meu nome : i presso-me a de-
clarar, que tal abra alba do i infames enreda-
dora*, e calumniador**, que i.icrem jegar mas
esta arma, para prevenir aquel e meu amigo con-
tra mim, e ostou certo que el nao dari crdito
a tal infamia, por j ter bastite coahecimeoto
dos csaalhes que abuadam nita villa o comar-
ca ; e creio que o meu amigo, me julgara inca-
pac e urna obra tao infame.
Limoeiro, 15 de abril de l(:2.
Marco Tulio 'lis Reis Lima.
aosoa*
*m
obtido.
DacUramoa Igualaaato, qaoion Boaas huail-
IJ.
pobreza o s peaioai que aoram ea lugare dii-
lanta* e remoto de qualquor poroerTo, o propa-
garla* farorecer-** o fltprvgo deseo* medica-
aooto* om urna quadra lao sfictira como esta
pela qoal raaos parteando; te maaqnanto dt-
to* aoadicaB*taa ji tara aaWde dona aano* de
exp*ri*oetM Mitas por a*itaope*o, que delle
a* t*a swrid* mata eM*de.
Aatoaio da SHva Gaiaurits, rae do Uooptcto.
Joaqaim Fernanda de Azevedo. Pombai.
Amaro Seare liara, eatrada de Luix do Rgo.
Alvaro Joa deXoixair, roa da Imporatrix o.
W.
Ant*uie at Ooarte r*a da Trinehelrar,
Biobarel Lula Au guato Craapo, r** da I rapa-
ra tcii.
Julia Altano da Castro Olivoira, larga do Pernizo
a- aL
Bento Al ves Rodrigues Tupioanb, ras do Podro
Ploruoo n. 27.
FreiU dt Irmo. raa do Imperador o. 48. +
Joaquim Leocadio de Freilat, ra do Gotovello
n.33, i
Antonio Joaqaim de Almelda Gruz, ra do Hor-
trrn. ltd; i
Ariatideav Joi do Lelo, raa da Aarora em Santo
Amato. i
Joao Ribeiro do Aguiar Montarroyo, ma do So-
bo o. 24.
Haartqjuett* 84 Laitao, ra da Hoda o. 29.'
Affonao Honorato Baatos. ra Velhr n. 36, I
Joaquim Joa de Carralho de Cabreira, raa do
Padre Floriaoo a. 35. |
Aatoaio B. Sotroo Guimarae, raa Imperial nu-
mero 16.
Joaquim Marinho Ctralcaoti de Albvqaorque,
Poco da PaOella.
Ignacio Jos Piolo, ra dot Prazorea n. 22.
Joo Hypolilo de Moreira Lima, Jaboat&o.
Joa Isidoro HartMo, rata da Santa Gruz n. 62.
Feliamiao dos Santo* da Silva.
Balbioo Siados *e Carralho Cavetoantt Pessoa,
ra do Cotorello.
Antonio Jos de Olireira Braga, Caponga.
Uanoel Buques Oiao, Remedies.
Oetsriano Gome Padilha, ra da Gloria.
Ignacio de Souza Goara, ra do Carmo.
Jos Pedro de Alcntara, Capuoga.
Achitle Baaaeiner, ra da Imperatrtz.
Jote Cecillano Beasooe de Almeida, ra do Pires.
Joaquim Joa Ferreira Penha, ra do Cotorello.
Mauoel de Azare Jo do Naacimento.
Domingos Joi da GonbaEloy.
L*lzJos da Coala e Silva, ra do Sebn. 47.
Jos Carneiro de Pariaa Lins, raa das Cruzes
n. 2.
Pedro Joa Cardozo, ra da Caixa d'Agaa 0.78.
Manoel Tbomaz de Souza Uagalhaea, Baixa- Ver-
de (Capuoga).
Domingos Marque Vietra, estrada do Pombai.
Adrogado Manoel da Silva Jacome Pessoa, Pao
d'Alho.
Alferea Aotio* do Sacramento Rota, ra Velba
n. 55.
Zeferino de Lima Ciraleantl, ra do Aragio.
Joo Cbrytoatemo de Oliveira
Auguato Jenuino de Figuelralo. ra da Baixa-
Verde.
Manoel Leao de Catiro, ra do Queimado n. 30.
JoiPaalinoda Silva, raa Imperial.
Galdiao da Silva Marlios, raa do Cabag n. 16.
Atieres do deetmo batalbo de infantaria Domin-
goa Pereira da Silva.
Joaquim Amaro da Silra Pasaos, ra do Vigario
a. 29.
Joao Martins Perreira Lima, engenbo Linda Flor
(Bonito).
Ignacio Silra, ra do Cotorello.
Francisco Jos Bernardo Teixeira, villa do Ip
(Gear).
Antonio Sampaio do Nastimento, ra larga da
Cruz.
Joa Manes de Oliveira, becco Largo.
Luiz Ignacio Teixeira de Araujo, eogenbo a'Agua
. (S. Lourenco da Malta).
Manoel Jos da Cunha Porto, ra da Madre d
Dos.
Antonio Jos Ferreira, raa do Nogueira o. 26,1.
andar.
Joaquim doa Santo Nevea, ra do Crespo n. 19.
Francaco Ferreira Ballbar, ra daCadeia n. 12.
Caoilao de navio auoarior Antonio Evaristo da
Rocha, {Praga Rio Grande do hu).
Capilao do brigua Imperial Ptdro Vital Jos da
Molla, (Praga Rio Grande).
Joaquim Ferretea Villela, za do Cabag n. 18.
Joaqaim Caralcanli de Atbuquerque.
Domingos Jos Rodrigue*, r*a do Imperador.
(Conttnaar-a-na.)
Irmo te
PiMto
ts tio Troto qae dofhado solio
Do leal MracAo,
Que tejaa llea palo co aceito*,
Qae teohaa pura uncao.
Recife, 24 de atril de 1861.
AnflonWoo?**' db fMO*.
lo Illa. Sr. leacBle HoBdrio Demia-
|aes de Menezes Doria, no di e
seus aBBM.
N'ua dia de encaotoa. n'um dla.de flores,
lia hyano de amores qulzera entoar ;
Mas ah que umalyra banhada de pranlos -
Um dia de encantos nao pode cantar:
Da patria tiritte tea gola, sem ramo,
A vida eontemo n'*m trate seysmar ;
E par dos amigos somente os meu prontos
' Um dia de encanta) podara enahogar.
j E', poi, boje ara dia de encaotoa, oh Doria,
Que avira a aeaoria do t*u naacimento,
i S ella ma d doa dia* antigua.
A pac doa amigos, um doee momento.
(Portento, recebe d'um peito obscuro
Um roto aeguro de ingeoaa affeiQio :
' Qaeencootresnaaorte propicios decretos
Sio laes os affactos de mea corelo.
Mena lotimea votos, meu* pairo afectos,
I A' ti, que o futuro j vs i aovrir
Goaduaaa, p*t corto c* **tea decreto
Da t*rt, qu* aguarda* de imaanao porvir.
Miaba harpa, qae em canto trlatnrae me offerta
A' ti s deoejs prazer aummo btm ;
Por entro os suspiros, qoe a mago dtipecta,
A' ver um sarriodespoal* tambara.
P. C. U
ndo O* Bao Gr*a-
eooaignado Aflaorlm & Iralo atn't-
arrobas xarqae, r48 arrob>a de graa* ea
* 40 couro aeccaa.. j.f
portagdes Mtrtufi, vlndo de Lisboa,
lo a Thoaaz d Aquiao F*o**ca JSinwr,
a*a*a*tou o aguiat*:
OQcunhetes velas da e**e, 25 dita sobo-oa
po, SO ditas pomada ; Antonio Luiz do 011-
reira Ai*r*d*.
SOaacca* fcijio ; a Joa Marcelino da Roaa.
43 caaaatrat albo ; a Manoel Duarle Ro-
drigue*.
3718 raeteaa de aebplta, aaccoa milho, 43
ditos feijSo, 200 barr* ehumbo, 776 taccoa farel-
lot; aos consignatarios.
50 caixes chumbo, 3 dito pomada, 8 barris
pregos. 8 amarrados, coodacate balaio, 55 cea-
tas, 150 capachoa. 29 canaatra albo*, 10 feixe*
archoles; a Carralho Nogueira.
eeacdortax eje rondas lateraas
Ceraes 4 Pernambneo
Bondimento do da 1 a 4 V 2:438#t69
Moa da dia 5 ^ 1:35|018
Araripo, ioaleial' a
v
Conaalado provltMrlall
3:7fl3S185
Bandlmanto do dia 1 a 4
Moa do dia 5 .
3:307|36/
?:71#560
llf9|92
Movimenrjo do porta.
Vnio entrado no dia 5.
Londres50 diis, escuna ingleza Bonttta. de
136 toneladas, capillo Willlam P. t>arey, e-
riipagem 8, carga carvio de pedra ; a C. J.
ttley 4G
Navio tahiio no metmo dia
Macelo e portes IntermedioVapor brasilelro
'Wrai'rtttTtoq. commandante Mo-nra.
'" "*
O Dr. Trala* da Aiencar
iaperiat ordem da aos* e juiz' de dirrtto es-
pacial do commrelo deata otdad* do Mwsrl a
a*u termo c*pital da provincia de Peraamba-
co. por So atagallad* imperial G*a*1iMof-
ml o ptapbor D: Pedro. LJ, qoe Deoa guar-
de, etq,
Faco aahtv pelo paHMav que o presidente o
directora da caixa Stillao. banco do Brasil neata
eidade, por seu procurador, me dirigiram a po-
licio do tbeor seguate :
um. Sr. Dr. juiz docoaiaareio.O presideo-
I* e directorea da caixa fUtal do banco do Braair
(roe V. S. qae e digne admitti-los a ju*~
itftcar a aaaencU de Jorqaira Pereira da Stlra
Santos, que sendo procurado per* ser citado para
responder eom outrot a um ecio de letra, oto
(oi ooeoairado, nom ae teb* lugar certo onde
estaje, afta) deque julgada poraeatenc.a ajusti-
ne?ao, se]* citado por carta edital com o praxo
legal para todos os termos de aegao e sua execu-
c*o, pena de revelia. Eacrivio Paos de Andrade
Pedem a V. S. delerimento 8. R. M.Procu-
rador, RololoJio Joo Barata de Almeida.
maia aeoo coolloba e nem outra couta al-
guma ae deetsrou em dita peticao, que aqui se
acha verbo ad verbum tranaeripta e copied, na
qual dei o segalole despacho :
No dia, 21 do crranlo mez, pela 2 horas da
tarde. Recife 17 de margo de 1861. Alancar
Araripe.
Nad maia ae eontioba em tal deapacho aqui
inserto, em cumprimento do qual o upplicaole
preiideote e directore* da eaixj Blialdo Banco
do Brasil neata cidade produziram a aua justifica-
co, apreaeotando lettemunhaa que depozerem
coovententemente acerca da ausencia do justifi-
cado Jo.quim Pereira da Silra Santos, e tendo qm, *Xecucio de solencVentre parles;
sel la doa e preparados os autos, foram-me con-
Sdilaes.
UMA. LAGRIMA
Offerecida ao meu amlaro e compa-
dre o Illa Sr. commeudador
Asfostluho Bezanrra da Silva Ca-
valeaatl e a sen cimbado e lllm.
Sr. Dr. Igrnaelo Joaajoim de Sonsa
Leao pela sentldiswlaia morte do
lllm. Sr. commeadador Antonio
de Paula Sonsa Leo ffalleeldo no
dia 1* de abril.
La verla, d'amt caeur noble ett la marqne certaine.
(boilbao.)
Seja-ae hoja peraittido pranlar o paasamen-
te do lllm. Sr. coamendador Antonio da Paula
Sovza Lelo, hornea virtuoso o prestate, cuja
perda irreparavet tem arrancado copiosa lagri-
mas, j 4 seas fllhos, ji 4 seas prente, j
seus amigo, todo incooaolarei I
Oh I te nao (osee o* tio falto de conbecimen-
to, sa nao toa*, digo, tio pobre o limitada a
mioha eloqaencia [se eloquencia acaso tenho) eu
boj pintaria om pomposo qaadro da* arcoea me-
ritorias qne ornara as paginas da vida d'equelle
respeitavel aaciio qae j naoexiate 1 .. porm to-
dava confiado na benavoleocta da meas amigo
ouaarel apenas esbeca-lo : qae outro rena aper-
(eicoa-lo.
Sim 1... o Sr. comm*odador Aatoaio de Pau-
la Souza Lelo como fllho exceda todos em
sea desvelo o oa saas maoelras afTectuosas para
com seus aadas pao, era o primairo que cor-
ra 4 consola-tos, quanlo os va afflictos, o pri
meiro cuidar dellea; como pee de familia con-
sagran o smor maia puro e cordeal 4 ana chara
consorte ea seus queridos filhos; como amigo
sabia comprehender os saatos dereres da reda-
detra amtzade; como ebristioera exacto no cum
primelo dos preceitos da santa reltgiao ; final'
mente como militar looge de esperimeotar o (rio
terror doa combates, precipitara-aevalerosameo-
to sobre a maltidio iaimiga calcando aos pea o
risco de sua propria vid* I oxal que todos os
militares imitaasem tio insigne hroe I
E Dos queread* compensar seu feito lio
bonroaoa, ordeoou que aeu corpo aob o peao do*
longo* anuo* baixaste campa aepulcral e que
sua alma pura sabias* ao cao para gozar ao pre-
mio que I o esperara.
Recife 5 de abril de 1862.
?
Publiciijoes a pedido.
Um voto de eterma gratido
Aos Exms. Sea, presidente o dosembargadnres
da relacaa, por ae terem poso em liberdade,
ptaticaado deat'arte um acto da lia jutlica :
Ao multo digno Sr. Dr. chele de polica pela
anaoeira delicada com que ma tratou quaodo por
do as rezee tir* de ir & sua prii anca ;
Ao lllm. e Exm. Sr. deputa:.< aaaembla ge-
ral Dr. Antonio Eoamiooodas < e Mello pela de-
dicago com qne tratoa de mo ni defeca ;
Ao lllm. Sr. administrador ilicasade detencao
Dr. RuQoo Augosto de Almeidt pela urbanidade
e maneiras delicadas (qoe fre qe me>reeebeu, e aempre me tratou dorante os
na de miaba prisio;
Aoa respeitaveis negociante i deata pTQa que
r>'m abaxo asslgnsdo prestan n seu teitemunho
ea miaba defeza;
Aos muitos amigos e pessom que me vizita-
rim na caa de deteoco;
E analmente ao lisoageiro o honrada conturto
de petsoae que poasuidas de ju 3 lo com parecerm
ao respeUarel tribunal da relagao no dia do me*
julgamento, onde recebi, o poi essa oocato, e
por mioha soltura, as mais subidos proru da es-
traa em que me teem ; estima ru Deoa permit-
trr qoe a nunca possa desmentir.
Recife 5 de maro de 1861,
Manoel Joti de Siq 1 tira Pitonga.
leteanento Koilway.
tCoennacAo do abaixd atoigniilc de 5 do marco
da% IHfi^ 7
*** b.*,xo,ssslgaadWdefjiaiiaoa> % Umos
ido, nao s pescrlmente.....me Uiabem eom
fsw individuos dasooaaiaf.i iiiliaa, do Prome-
to 4 co. e mais madicamenli ? aempre com boa xito oj.il 1 (.Hz resillad.
sem que deb retultasae nunca inflamacoes dain-
ttstiaos oa outraa moleatiaa aeiiolbaotet.
rambem temos valo serta taertgados oa
aesao medicamentos pot 01 multas pestoas
Nos abaixo assignidos declaramos que temos
aado do Promplo Allivio e mai remedios de
Radway para cura de diversas molestias tanto
proprias como de nonas familias, parentes e ami-
gos, e sempre com feliz resultado ; assim, pois,
estando nos certoa da effieacia desles remedios
por muitas continuadas experiencias, supplica-
moc ao gorerno nao ponha embaraco na cooti-
nuacao de sua renda.
Estrada Nora, 27 de abril de 1862.
Proprietario Tbomaz Caralcanti da Silra Lins.
Dito Jeronymo de Hollanda Caralcanti.
Negociante Joo Geroncio Soares de Carralho.
Dito Francisco Manoel de Oliveira.
Dito Tbomaz Caralcanti da Silreira Los Jnior.
Dito Antonio de Hollanda Cavalcanti de Albu-
querque.
Dito Joo de Albaquerque Hollanda Caralcanti.
Dito Antonio Francisco dos Prazeres.
Dito Manoel Jurencio Bezerra de Menezes.
Dito Manoel da Siira Baptista.
Dito Jos Pachfico da Fonseca.
Dito Jos Marcelino Gon;alres Salgueiro.
Proprietario Joao Baptista da Silra.
Dito Pedro Dia de Assls.
Dito Antonio Pinto da Molla.
Negociante Joo Francisco da Silra.
Pedro de Assis Campos Cardim.
Paulo Tolentino Negramente.
Negociante Ladislao Beovenuto do Reg Barros.
o mea amigo e antigocollega o Sr. te-
tiente Honorio Do mingues de Mene-
zes Doria, nos diasdos seas annos.
Longe da patria, do torrio querido,
Sempre e aempre gemer,
Impia orte redobra cada passo
Meu trate padecer.
*
Se aa rezos lenta dostetic ua canto
Prenuncio de booanca, O
3e apt as noites-de procella eu sonho
Manbaa de alma eeperanca ;
Patlam-me phraaes, togtm-me as patarras,
A lyra ae emmudece,
E o aom que do peito prorompia
Nos labios se esmorece.
E' que aquella que soffre dentro n'alma
Tem aberlo um abysmo,
E magoa se afazendo escuta apenas
A voz do scepticismo.
Assim, meu Doria, n'um descrer profundo
Minha vida se encerra.
De espernc.a um raiono me fulge ao monos
Um instante na trra.
Se da amizade ante a ara boje nao venho
Dm hymno offerecer,
E' que prantoa s tenho, pois nao dtvo
Tal dia entristecer.
Como entre aoixos se desliza a iympha
Em um leito gentil,
E dtteorre no co, entre fulgores,
A Ua no Brasil;
Como 00 prado vicajante e bello
Sempre a roaa ae natanta,
E 4 planta a briaa matutina aari
Um freacor que a alela;
Aialm corran leu* anees e a ventura
Os venha bafejar,
E possa am da e na patria, Honorio,
Tea nome figurar.
Bello talooto que ea alflm te veja
as latirs 4 luzir;
Corarlo denodado na milicia
MU pa{mis conseguir.

Offereetda as E vinas, fllkas do lllm.
Sr. coinmendador Asjrostinao Be
zerra da Silva Cavalcanti pelo
fallecimento de seu av materno
o Sr. eommendador Antonio de
Paula Souza Leao.
Ihesrd tbe bell tollod on thy norial d I saw tbe bearse thst bore ihee alow avray,
A long, loog aigh, and w<*pt a laat adieu l
(COUPER.)
Oque ouco?l.. 0 que rejo? I... E oque
sintofl...
0 ribombar dos sinos, semblantes tristes e pe-
sarosos, mea corceo, ben que infantil lutando
com o aentimento nato e o desranelo proprio da
idade pueril.
E porque tanta dr, tanto contristameoto e
tanto alarme religioso ? I... diro todos que nao
sio alheios aoa motivos qoa os occaaionaram :
F,' fallecido o bom pae, presttmosu sogro, raro
respeitavel, o* bomem de rerdadeiro mrito e
rirtudes, abrigo dos desvalidos, amparo da or-
pbandade e miseria. Jio nao existe o commea-
dador Antonio de Paula Souza Leao, o modelo da
honestidad,o homem que nanea o hilo* qualquer
que fosse a occasiio que ae lhe offerecesse de fa-
zer o bem a homanidade afilela. e basta eata nar-
radlo para que todo se prostem ante o Altiasi-
mo e Ibe dirijam fervorosas supplicas pelo seu
descanco eterno, pois esla nesle mando a ant-
ea recompensa commemorativa dos bons feitos,
e assim mesmo amareis, meigas contemporneas,
aceita! o terno seotimeoto que pelo repouso do
rosso nunca asss chorada av, rota a menor
Rila E. A. V.
1 de abril de 1862.
COMMKSftCIO
Praca do Recife 5 de
maiode 1862.
\s tyualrw horas dattirde.
Colacdes da jauta de eorretores.
Nao houreram colacdes.
J. da Crux Ma cedopresidente.
Joan Gatissecretario.
Rendimoa
dem da
todo dia t
dia 5
a 4
66:4161477
12.5481149
0 Dr. Tristeo da Alancar Arazipe, oOijial da im
perlal ordem da Rota, juiz da dlreito especial
t do comaercio desta cidade dq Bacife e seu ter-
mo -piral e>* proviotia de Peratmbueo por
S. M. imperial a c*eslituciooal, o Seehor D.
Pedro II, qoe Deas guarde, etc.
Faca saber pelo presente, que o presidente e
directores da caixa dlial do banco do Braail nesta
cidade per ae* procurador m* eoderecaram a pe> ticeo do tbeor aegulott r Illa. Sr. Br. juiz do
commercio. O prasidenle e directores da caixa
filial do Banco do Brasil requeren] V. 8., que
aa digne de adniltl-to a Justificar amencia de
Francisco Jos Bodrigues Bastos, qee sendo pro>
carado par* sor citado para um* aceio de lettra
que os suppiicaotes lhe morea e a Joo Pedro
Aduar & C, nao (Ora encontrado, nem se sabe o
lugar certo, onde esteja, aflu de que julgada por
enlenca a juatBcacao, saja o sappricado citado
por carta dital eom o praso legal para todos os
termos da canta e sua exeeuco, pena de revelia.
Escrivao Paea de Andrade.Peem ?. 8.
deferimeuto. Baperara recebar merc.Procu
rador RodolphoJoo Baratada Almeida.B mais
te nao con tio a e nem oatra alguma couss se
declarou em dita pelleta, que aqu ett verbo
adverbum tranaeripta e copiada, na qual dei o
deapacho aeguinte : No dia tt do correte mez
ag 3 hora da larde. Recife 17 de marco de
1862.Alinear Araripe.Nada mais se coolinha
em tal despacho aqui inserto, em cumprimento
do qusl o suppilcantes o preaidente e directorea
da caixa filial do banco do Brasil neata cidade,
produziram a sua justificarlo, apresentaodo tes-
temunhas, que depoaeram convenientemente -
cerca da ausencia do justificado Francisco Joa
Rodrigues Bastos, e sendo sellados e preparados
os autoa, oes meamos del profer senteoei
seguinte : Hei por justificada a auzencia de
Francisco Jos Rodrigues Bastos, que se ostra
pela prora dad aehar-ae em lugar incerto ; e
assim mando que se faca a citaco edital com
prazo de 30 dia, publicando-se conveniente. E
pague o justificante as cusas. Recife 12 de abril
de 1862.Trialo de Alentar Araripe.Nada
mais ae conUnha em dita sentenca, que aqui Qca
fielmente transcripta e copiada, em rirlude da
qual o escriba-i, queesie subscrereu, fez passar o
presente edital com o praso de 30 di os, pelo
"fie* *t> mwm hamo, oilo o tici vo iu.o
ae justificado ausente Francisco Jos Rodrigues
Bastos para que dentro do mencionado prazo
com paread ante este Juizo, allegando a sua defe-
za sor tojl o conten Jo da peticao cima inserta,
aob pao* da proseguir a cauta aeua deridoa ter-
mos sua revelia ; por tanto toda e qualquer pes-
soa piren te, migo ou conheci-lo do referido justi-
ficado ausente poder-Ihe-ha fazer sciente de to-
do o expendido.
E para que chegue a todos a noticia, mande
passar editaos, que serao afinados uos lugares
do costume, e publicados pela Imprenta.
Dido e paseado nesta ctdade do Recife de
Pernambuco ao primeiro dia do mez de maio de
1862, quadragesimo primeiro da independencia
edo injp'rio do Braail.
Ea, Manoel de Csrralho Paea de Andrade, es-
crivao o anbsereri.
Trfso d* Alentar Araripe.
0 Dr. Tristiode Alencar Araripe, offlcitl da im-
perial ordea da Rosa e juiz de direito espe-
cial do commercio desta cidade do Becifeeseu
termo, capital d provincia de Pernambuco,
por S. M. imperial e constitucional o Seohor
D^Pedro II, que Deut guarde, etc.
Faco saber pelo presente, que o presidente e
directores da caixa Olial do banco do Brasil nes-
ta cidade per seu procurador ae endere^aram a
peticao do tbeor seguale :
Illa. Sr, Or. juiz do commercio*O presiden-
te e directorea da caixa filial do banco do Brasil
requeren V. S., qu* se digrtam admitli-los a
justificar a ausencia de) Josquim Pereira da Sil va
Santos, que arado procurado psra aere tado para
accao ordinaria que os supplieantes lhe morem
e a outros, oo tora acha do, nem se sabe o lu-
gar, onde est ; requerem V. S. oe se digne
de admittir a justitteseo to supplieantes, psra
depois de julgar, ser o suplicado citado por carta
edital com o praso da lei para os termos da ac-
co e aua execuc,io, pena de revelia.Escri'o
Paos de Andrade.Pedem a V. S delerimento.
Esperam receber merc. Procurador flodol, ho
Joio B.rata de Almelda.1
E mais ao na conlioha e nem outra elguma
ceas* ae declarara em dita peticao, que aqui et-
t verbo adverbum, transcripta e copiada, oa
qual dei e prefer o seguinte despacho :
No dia 29 do corrate mez ae 3 horas da tarde.
Recife 17 de marco de 1862.Alencar Araripe.
Nad mais se contiuha em dito despacho a-
qni inscripto, em observancia do qual os sup-
plieantes, o presidente e directores da caixa fi-
lial do bvnco do Brasil nest cidade produziram a
sua jnsliQcacio, apresentaodo testemanhaa, que
deposeram o que aabiam acerca da ausencia de
justificado Joaquim Pereira da Silva Santos, e
sendo sellados e preparados os autos, foram-me
concluao, o nos mesmos del e proferi a sen ten-
ga seguinte :
Hei por justificada a auzencia de Joaquim Pe-
reira da Silva Santos, em riste da prora dada,
pela qual se moslra achar-se o justificado em
lagar incerto : e assim mando qoa fa;-se a el-
tago requerida por carta de editos,publicando-se
convenientemente. E pague o justificante as cas-
is*. Recife, 12 de abril de 1882. Trlsto de A-
lencar Araripe.
cluao, e noa nesmoa del e proferi a sentenca
SHguinle :
Hei por justificada a ausencia de Joaqaim Pe-
reira da Silra Santos, que em vista da peora da-
da, mostra achar-se em lugar iocerto, e assim
mando queso faga a citaco edital com prazo de
triuta das para o lim requerido, puWic.ndn-se
cooreoieniemenlo. Recife 11 de abril de 1862.
Trlstio de Alencar Araripe.
Nada mais se cootinba em dita senteoca quo
aqui Oca bem e fielmente transcripta e copiada,
em rrtude da qual o escrivao que este subscre-
reu frz passar o presente edital com 0 rrazo e
trila das ; pelo theor do mesmo chamo, cito e
hei por citado ao justificado ausente Joaquim Pe-
nga*, lacerta : tala mando qu* a* faca a ef-
i fjdttat coa prazo de 80 atas, nablkaat-s*
lugar* faaeUt do coslaae. E paga* j*-
leaat a* eaaa*.
Roc* 8 da margo i 1862.Triitto da Alentar
Ararlos.
> rW* >* aiaa *n oatavaailaae,
aqu Oca fielmente tr*n*cripU copiada, en vir-
tud? da qual o f*ciiao, que ea.e uber*veo, fes
pa*ir o pretente edital cum o prazo de 39 a***.
pelo tbeor do meaao chamo, cito bei *r cru-
do o justificado a usen l* Maooal de Mad*c*
Yascoocellos, psra que deatro do aerio*tio
prazo comparece sote eat* juizo, allegando seta
dvfczv por lodo o contaudo da peticio teta* in-
sera, sob pea de proseguir a causa seas 4*il
tormos a tua revalia ; portanto toda e qual j ier
peatoa, parete, amigo, ou cofiliteido do referid
justificado ausente poder-lhe-lu fater sciaaO* 4
todo o expendido.
E para que a todos chegue a noticia, aaadei
patiar tdilaea, que aerio atadoa logares i
costme o publicados pela imprenta.
Dado e pastado neata cidade do Recife 4 Per-
nambuco ao 1* dia do mez da mala d* 1882, 41*
da independencia do imperio de Brasil.
Bu, Maaoet de Carralho Pee* de Andrade. *a-
criro o aobterevi.
Trisiio de Aleocar Ararip*.
O Dr. Triatlo de Alencar Araripe oficial o im-
perial ordem da Roe* o juiz'de di re t* especial
do commercio desta cieada do Beetf* *e
termo capital da provincia d Peraasaco.
por Su lagaslade Imperial e Coostitaeional
o Sr. D. Pedro II, qae Dos guarde, etc.
Foco saber pelo presente, que per esa jatzo
, sartorio do escrivao qua este o saaterevea, earr
a toher
, exequeolet o pretidedt* director** da cao* 1-
lial do banco do Brasil, oesta cidad*, e
[ dos Diogo Filho & C, o carador Bacal da
, fallida de Joaquim da Coala Mais. Ventara I
, ra Penna e Joaquim Joa do Santos Andrade,
que tendo-se feito peobor* ea dinheiro n* ajata-
la de 2:9589980, perleoceniet ae execatada*
Diogo Filho & C, e echando te o mesmo dioboir*.
recolhldo ao depoailo geral. em auieaala d* 1
\ de abril deste anno por parte do solieHader Bo-
, dolpho Joo Barata de Almeida, proc*r*d*r de
xequentea, me fdra feito o reqaerimeat an-
guint* :
Aos 7 de abril de 186S. nesta cidade da Becife
d Pernambuco, em publica audiencia q** do*
feitot partes falia o Dr. jniz de direito especial do
reir da Silra Sanioa, para que dentro do meo- commereio Trislode Aleo*r Araripe. oell* tU
Clonado prazo comprela ante este juizo, allegan-
do a aua defea por todo o conteudo na peticao
cima inserta, aob pena de prqeguir deridoa termos a sua rerelia ; portelo toda e
qualquer pessoa, prente, amigo ou conhecido do
referido justificado ausente poder-lhe-ha fazer
sciente de todo o expendido.
E psrs qae chegue a noticia s qaem conrier,
maadei passar editses, que serio afiliados nos
do costume e publicados pela
78:9646S6
Movlmento da alfaodeara.
T*l*mo entrados a om i axeadae..
a son ganaros.. 900
Velamos sahidos
c
ou faxendas..
coa generes..
900
118
ata
*='- 340
Desearregam oo dia 6 de maio.
Briguo ingles-Merturycarra.
Barca iaglezaNilocervo.
Barca ingleza Idafia dem.
Esauna iaglezaPanoy Palmerchambo.
Pelecho tremen** Gtraasia otrvio.
Brigue portagaezHarcnriomerctlorias.
Itnportaco
Palhabote snwlonal Je+g, viodo do Rio Gran
d de Sol, coaalgnado a late Irmaj, asare'
loa o segatnte :
6296 arrobes terque, 119 arrobas de sebo ;
ordem.
Nada maia se renticha em dita setite|;a, querequerido.
ugares
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco ao Ia di do mez de msio de 1861. qua-
dragesimo primeiro da independencia e do im-
perio do Brasil.
Ea. Manoel de Cirralho Paes de Andrade, ea-
enri o subscreri.
Trielo de Altnear Araripe.
O Dr, Trialo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa, e juiz de direito espe-
cial do commercio desta cidade do Recife e
aea termo, capital da provincia de Pernambu-
co, por S. M. I e C, o Sr. D. Pedro II, qae
Deus Guarda etc.
Faco aaber pelo presente, que o presidente e
directores d. caixa filial da banco do Braail nesta
.cidade, por aeu procarador me enderecaram a
peticao do theor seguinte :
O presidente e directores da caixa Qlitt do bao-
codo Brasil nesta cidade, tendo obtido a precalo-
na junta para ser citedo Francisco Antoaio de
Cervelbo na cidade de Goiaona, para fallar aoa
termos de urna acgo de letra, nao fel all encon-
trado o suppllcado, nem ae aabaoode morador,
por isso requerem os supplieantes V. S- que os
admita justificar a amencia d eupplicado,
para que julgada por-aenteoca, aeja citado por
carta edital, com o prazo legal, para todos os
termos da cauaa a sua floal execucao, com a pe-
na de rerelia.Escrirao Paes da Andrade Pe-
de a V.S. defertmento.E. R. M.Procurador,
Rodolpho Joo Barata de Almeida.
.R "f*"* i'*l"oUoba nea alguaa outra
cousaee declaraa ees dita peticSw, qoo *i a
t r^rbo ad verburn transcripta copiada, oa qoal
dei o despacho do theor aeguinte:
Sim, no dia 12 do crrante mez pelas duaa ho-
ras da tarde. Recife 10 de mareo de 1862.
Alencar Araripe.
Nada mais se coolinha em dito despacho aqui
inscripto, em cumprimento do qual os upplican-
tee, a preaidente e directores da caixa Olial do
banco do_ Brasil nesta cidade, produziram sua
justificaco. apreseotando testemuohas que depo-
zeram convenientemente da ausencia do justifi-
cado Francisco Antonio de Carralho, e aendo sel-
lado* e preparados os utos, foram-me concluso,
e nos mesmos dei e proferi a seguinte seotenc* :
Hei por justificada a ausencia de Francaco
Antonio de Cirvalho.que se prorou achar-se em
lugir incerto, e assim mando que se faca a cita-
cao edital com o prazo de Irinta dias, para o fim
requerido ; e pague o justificante as costas. Re-
cite 2 de marco de 1862 Aleocar Araripe.
Nada mais se contiuha em dita aentenja, que
aqui Oca fielmente transcripta fe copiada, em rir-
tu le da qual o escrivao que este subscrere* fez
passar o presente edital com o prazo de 30 dias ;
pelo theor do mesmo cha.rao, cito e hei per cita-
do ao justificado ausente Francisco Aotonio de
Carralho, para que dentro do sobredito prazo
emperece ante este juizo allegando a sua defeza
por todo o conteudo na peticao cima inscripta,
aob pena de proseguir a cauaa seas deridos ter-
mos a aua rerelia; portelo, toda e qualquer
peisoa, parate, amigo oa conhecido do referido
justificado ausente, poder-lhe-ha fazer scienla de
todo o expendido.
E psra que chegue a todos a noticia, maniei
paasar editaea, que serao affixados nos lugares do
costume e publicados pela impreoss.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, ao 1 dia do mez de msio de 1862. 41
da independencia e do imperio do Braail Eu
atmoelde Carralho Paes de Aadrade, escrivao o
subscreri. j
Tristo de Aleacar Araripe.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commereio desta cidade do Recife e aea ter-
mo, capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, que Ds guar-
de. *tc.
Paco saber pelo presente, qae o preaidente e
directores da caixa filial do banco do Brasil nesta
cidade, por seu procurador me dirigiram a peti-
cao do tbeor aeguial* :
lllm. Sr. Dr. juiz do commercio.0 preaidente
e directores da caixa filial do banco do Brasil oea-
ta cid i de requerem a V. S., qae se digne de ad-
mitti-lo a justificar a ausencia de Manoel de Men-
donc Vasconcellos em tugar iocerto e nao sabido,
afim de ser citad per carta edital com o prazo
legal para responder sos termos da aeco de le-
tra, que por este juizo escrirao Paes de Andrade
os supplieantes morea ao supplcado e a outros ;
visto como, segundo a precateria junta, conste
que o mesmo supplcado nao foi achido ao lugar
oode aa ditia ser morador : requerem a V. S. se
digoe de assim o mandar, julgaodo ae por senten-
ca a justificaco, para depoi se pasar o edital
solicitador Rodolpho Joio Barata de Alaeida pro-
curador doa exequeotea fdra acensad a penbora
que se segu faita envbeoa do* primeiro ejecu-
tados Diogo Filho & C, requerendo Qcassem s-
signidos a estes de Dan o de pregio sob pean do
lanccmento, nao s 6 dias da lei, eoao 10 dia*
i aos credores iocertos ; rito como tal paobor* fftr*
' effectueda em dioheiro, pasaando-ae os edita*
do estylo. O qae o o ido pelo jais esim o de-
im- ferio.
I Kxtrahi o presente do protocolo das audiencia*
ejanto o seguinte mandado.
Eu, Jou Vicente de Torres Bandeir* escren-
te juramentado o eacrer.
Eu, Manoel da Carralho Paas da Andrea* es-
crivao o aubscreri.
Por forca do deferiroento dado a eate r*tj**ri-
menio, o escrivao respectivo fez p*ss*ro presen-
te, pelo theor do qual serio citado* ereoore
incertos, por tolo o conteudo no reqaariaoato
aqu escripto, afim de que dentro do preflxo pra-
so de 10 di o qv Ibes fdr a bem de ae* direito jusbo*, sos-
pena de rerelia.
E para que chegue a notiria a quem intereetar
possa, msndei pesiar editaes, que serio efnt*d*s
nos logsres do cosame e publicados pela'isa-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife capital
d provincia de Pernambuco ao 1* dia do mez de
maio de 1862, 41 da independencia e do imperio
do Brasil.
Eu, Manoel de Carralho Pac* de Andrade, es-
crirao o subscreri.
Tristo de Aleacar Araripe.
Faculdade de direito.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-
terino, faco publico que em coi-gregaci* de 3t)do
passado foram abonadas es faltas que deram os
alumnos desta faculdade relativamente aoaesae
margo, excepto aa da 2a cadeira do quarlo anco
e primeira do quinto por olo barerem conspare-
isu am rojPooiivn lantea. a aeguinte* n*t d*-
maia cadeiras.
Terceiro'aono, Ia cadeira, o n 3 Joeqaim Fran-
cisco de Arroda, 6 fallaa ; o n. 10 Jesuiao Jos do
Freita, 1 falta; o o. 20Egidiu Francisco das Cha-
gas, 1 falta ; o n. 57 Jos Portti Seve, 1 falta; o
n. 61 Joio Baptista da Costa Carralho, 1 falta ; m
o n. 69 Manoel Rodrigues de Arroda Cmara, t
falta.
2" cadeira o o. 42 Joa Francisco de Paula
Correa de Araujo, 1 falta ; o o. 53 Pompilio Ca-
valcanti de Mello, 11 faltas ; e o o. 56 Pedro
Jansem Ferreira. 1 falla.
Qaarto anno, Ia cadeira, o o. 43 Joaquim Mo-
reira Lima, 8 falta e 2 esbbatinas, coutioa *
fallar; o n. 51 Paulo Autran, 8 faltas. 3 sabba-
tinas e continua a tallar; o n. 60 Antoni > Bar-
bosa de Oliveira Arruda, 8 (ellas e 2 sabbatiaas.
Quinto anno, 3a cadeira, o o. 4 Manoel J lequim
Sitveira, 4 faltas ; o n. 10 Jos Boberto da Cunh
Salles, 1 falta ; o o. 12 Luiz Emigdio Rodrigues
Vianns, 2 fallas; o o. 23.TbemitocW Botuto
Pinho, 3 fallas; o n.38 LucasMatheua Monleiro
de Castro, 3 faitea ; o n 44 Francisco Antonio
Fernaodea Pieheiro Filho. 13 faltae e 1 sabbatt-
na ; e o o. 50 Ignacio Tavares da Silva, t falta.
Secretarla da faculdade e direito do Recife 3
de maio de 1862.- O secretario, Jos Honorio
Bezerra de Menezes.
aqu fie fielmaata transcripta a copada, em vir-
lude da qual o escri'o, que este sobscrereu,
fes passar o prezente editel com o prazo de 30
dita, pelo theor do mesmo chamo, cito e hei por
citado ao justificado ausente Joaqaim Pereira de
Silva Santo* para que dentro do sobredito prazo
comparec ante eate juizo para allegar a su* de-
feza por todo o contaudo na peticao cima oser-
a, sob pena de proseguir a causa aeus deridos
termos a sua revelia ; por tinto tods e qelq*r
reaaoa, patente, amigo ouconhecidodo mencio-
nado justificado ausente poder Ihe-ba fazer sci-
ente de todo o expendido.
E para qu* chegue a todo* a noticia, aandei
passar editaes, que serlo af&xados oes lagares
do costume, e publicados pela imprenta.
Dado t panado neata cidade do Recife ao pri-
meiro dia do mez de maio de 1862, qaadrageti-
mo primeiro da independencia a do imperio do
Brasil.
Eu, Maooelde Carralho Paes de Andrade. es-
crivao o subscriri.
%ritto de Xlener Araripe.
Pedem a V. S. defer ment.E. R. M.Procu-
rador, RodolphoJoo Barata de Almeida.
E mal, se nao coolinha e nem outra alguma
onaa se declarara em dita peticao, qne aqai es-
t vorbo adverbum transcripta ecopiada, na qual
dei o despacho seguinte:
Sim, epara a ioquirico dat teateaonhas mar-
co o di* 13 do corrale mes p*l*s 2 boraa da tar-
de paeeea d miuhe residencia.
Recife 10 de (erereiro de 1863.Alencar Ara-
ripe.
Nada mais se cootinba em tal despacho aqu
laserto, aa observancia do qual os suppUeeateeo
preaidente e directores dt caita filial debaaee de
Brasil oesta cidade produziram a aua juslificecao,
apreaealendo testemuohas, que deposeraa coo-
r*nientnente cere* da usencia do junificado
Mtnoel de Menlonc Vescoaeellaa; o eaodo sel-
lados o preparados os sotos, foraa-m* concia
toa, e nos meamos dei proferi a seetenca aa
fatuta
raro

Arsenal de guerra.
Por ordem do Ilfm. Sr. coronel dlrjclor doar-
senai de guerra se faz publico, que nos termos
do riso do ministerio da' guerra de 7 d* marco
de 1860, se tem de mandar manufacturar o se-
guate :
Sobrecasacas 161
Caiga de panno azul f7t
Frdelas de brim 161
Calcas de dito 483
Camisas de algodozioho 8Z
Pares de polainas de panno prelo 483
Cohetes para alienados 2
Camisa para dilo 1
Quem quizer arrematar o fabrico de ditos ru-
aos no praso de 25 dias, comparece na sala da
directora do mesmo arsenal, petas 11 hora da
maubi do dia 9 do crreme mez com sua pro-
posta, em c-ue declare o menor prego, e qual aeu
fiador.
Arsenal de guerra de P*roambuco 5 da atsto
de 1862.Severiano Ferreira de Souza, aerriodo
de eteripturario.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COMPASH.il LYRIG4
BE
QaarU-feira 7 de ua! de 1862.
Recita extraordinaria
Grande opera em quatf actos, de Verdi,
TROVATOM.
Para salisfazer os muitos pedidos dss pessoa
q*e o poderaa-alcaaetr biHietes de etatro-
les o cadeiras oas recitas que ss deram, per se-
rem qaaat todos tiiigesdoo, ha vera' eat* extraor-
dinaria, continuando a deaempeuhar o f irlo papel
Het por justificada a ausencia de Msnoel Jde \ de Eleonor a Sra. Guilielle Bellrmiai Maruen-
MendoDc Vasconcellos, que se prora achar-se gell, que se presta aioJa da auito boa roalade
MUTlLADi
an


j**



W eassqatai a 8ta. 84*^*^*7
bem realabe jasa*.
W. B. os
J| sssignanlea qn i lio manda-
tiabucir os seus bilhetes at tmn i i* a* r-
ca-/*ir* 6, oio terao maia dirailu Me, e Malo
veoatoo* a quem procurar
Prinetpier 8 borai en poeto.
risos i*tritumos.

C0MTANBU PHHUlBlICAIU
Navegado costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do P>rte, Me-
cau do Assu', Aracaty, Geara',
A carac'e Granja.
O yspor cJagaaritre*. commandsote Lobato,
sabir* para oa portea de norte ata a Granja no
dia 7 de maio as 5 horaa da tarda.
Recebe carga at o dk'B ao meio dii. Eocom-
mendas, pasaageiroae diuheiro a feMa at o dii
da aahida ao meib dia; acriptorio ao Forte do
Uattoa d. 1.
Para a Baha,
Pretende aegulrcom multa brevidade ott||.
.o ebem conhecido biate nacional taolo Ama-
ro, tem parle de aeu earregameiio prompto,
rara o reato que Ihe faHa trata-as >oca os aeus
conaigoatarioa Antonio Luiz d Oliveira Azevedo
4r C, no aeu escriptorio-na ra da (Iras d. 1.
ia osa*** -s^a^ a* e^ **** n*
rea a ensata
** andares e
OUsUO
spwtaadesobrado
S3w
asa da vianda, estribarla
oaartea naP.aas*jn** da MesfaJea* a. 46.
Rio de Janeiro
pretende seguir com muila bravidos o palacbo
nacional cCapuan, capitio Theotoiio Jui da
Silra Rodrigues, tem douatercoa de aeucarrega-
mento prompto : para o reato que be falta, ira-
ta-ee com os seus consignatarios A a onio Luiz de
Oliveira Azevedo & C-, ra da Cre i. 1.
Para Lisboa
Tai sabir em poucos diss a muito elaira barca
Liosa la por ter prompto parte de isu carrega-
meoto : para o resto e passageiros Irata-se com
OS consignatarios Carvslho, Noguuira i C. oa
ra do Vlgario o. 9, primeiro sndr, ou cm o
espita* os prica.
Rio Grande do Sul
Sahira' dentro de poucos dias o bri-
gue nacional Imperial Pedro recebe
carga a rete e alguns passageiros: tra-
ta-se com o seu consignatario Domin-
gos Ferreira Maia, ra da Cruz n.
13, segundo andar.
Freta se para os portn do Rio da
Prata o brigue nacional Maria Isabel,
de lote de 230 tonelladas e di primeira
classe : tratase com o seu consignatario
Domingos Ferreira Maia, run da Cruz
n. 13.
COMPINHIA BRASILIRA
DE
mmtm a mm.
Dos porloa do norte esperado t o dia 10
do crrante o vapor nacional AfA, oaimaodan-
le o primeiro lente Alcanforado, o qualdepoia
a a demora docoalume seguir oar > pnrm. Desde j recebem-se passageiros, a eogaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
Ter aer embarcada no dia de sua chef.ada.diohei-
ro a frete e encommadaa at o dia u sabida s
2 horas ds tsrde : agencia ra da Cr n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Olireita Azevedo
& C.
Para Lisboa.
Vae sahir impreterivelmente no dii 20 do cor-
rente o brigue portuguez a&iercaria por ter
qussi lodo o seu carregamento completo : para o
resto e passageiros trata-se com o consignatario
T. de Aqumo Fooeeca Jnior, na travesa da Ma-
dre de Daoa n.7, primeiro andar.
A 7 do correte.
SoalusH, Hallo & C. fareo leilao per nter-
venoso do agente Oliveira, dp maia completo
sortimeato de fazendsa inglesa! propriaa do mer-
cado-e aasaa conhecidas ds-eeua bona fregaeza,
a quem convidam mui espeeklmeole como ami-
bos para recebarem a espedida da gerente da
casa Sr. John Lilley, cujos numerosos effeieoa-
dos-oeata praca experimeo eentimenio da saudade pela sus ausencia, se bem
que temporario:
Quarta-'foira 7
do carrete, s 10 horaa da mantisa, em sea ar-
mazam roa do Trapiche.
LEILAO
A 10 do torrente.
O agente Oliveira fari leilao por aatorteacae
dos respectivos proprielarios da rendoaa e ele-
gante cata de sobrado coasiruida ao gotio mo-
derno com ptimos renerllmeotos, e com sitio
contando coebeira, estribara e casas para pretos,
defroote do palacete do finado bario de Beber!-
be, na ponte de Uchoa. Oa tubos do eacaoa-
ment da aguas do Prata passsm a belra do mu-
ro na frente do sitio, e quem qaeira agua em ca-
sa pode obtft-la fcilmente. A excelleote e agea-
evst sitaec*o*4est9 propriedade, perto da prsfa,
e em eatrada a maia -pitoresea e traosilavel de
todas aa dos suburbios di cidade ; a bella viei-
ohanga adornada de aitios aprasiveis, habitados
pelas mais distinctai fmilae, os rea salubrea e
mimo procurados da atusco, semprs animada
com a concurrencia de poro, tornam aua posicao
sobre apetecida, muito cooTenienle para aquel-
las que presam a aaude, aa conveniencias da vids
retirada e derecreio sob.-etu-io. aps as lides dia-
nas, do commercio principal mente. O encanta-
dor rio Capibaribe, bacheado o fundo do aillo
completa o quadro da belleza do lugar, apar da*
conveniencia do desembarque e embarque para
qualquer digreso quer rio icims, para lograr
do maravilhoao desuas margeos, orladaa de po-
voados e elegantes coostroeges por loaga dis-
tancia, quer em lado oppotto, para a cidade;
Sabbado 10
do correte, ao meio dia em pooto ter lugar o
leilao, no escriptorio do referido agente, ruada
Cadeia do Recite, a quem os pretendentes po-
dem dirigirse aolecipadamaote para qaaiquer
oformacio.
auisL
oio Beoefice
la asaamblea geral do eu-4 do corrente, foi
deliberado o prazo da 96 diaa para oa aocioa que
*e. ? ,".,!d0' M pore" conforma o
Higo 1* g 3* doa aoos estatutos.
Secretaria da sociedade Uoiio Beneficente Ha-
etima 5 de mata de 186.
Balthasar Jee doa Reis.
l. secretario
Criado
sitio, e que
rvlgo : na
da 9 1|2 horaa
Precias-se de. um criado para um
tenha algum coohecimeato desse
ra Nova o. S3, primeiro aodar,
da msnhas por diaote.
Aluge-ae urna preta escrava para o servico
da qualquer casa: na preca da Boa-viata o. 30,
terceiro andet.
Atteocao.
ifrfeite.
Avisos (tiYersoa.
Grande laboratorio a va-
por de lavagem de rou-
padeAguiar, Ramos
Companhia,
Os fregaezes devem remelter d'ora em diaote a
roupa aitja para o primeiro ^odar por cima da
cocheira do Adolpbo na ra Nova, e ahi manda-
rem procurar a lavada, que ser impreterivel-
mente eolregue no praso assigoalado nos recibos
Mez de Mara a i$.
Vende sena livraria n. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia o livro Mez Ma-
riano, conforme o uso dos
capucbinbos a l#s
f re/isa-se alagar no b'airro de Santo Aotooi
urna pequea asa ou quart'o coma entrada inde-
peodejpte : na ra Nova n. 47, loja.
Preciaa-ae de refinadores de assucar ni
raa de Apollo n. i.
Antonio. Goncalea Malchier, Portugus,
ai ao Rio Graode do Su). *b i
Carlos Ficdler relira-sa para os Estados U-
nidos.
Alaga-se em armazem proprio para qual-
quer estebelecimento, na rus do Noronha por de-
trez dr. armazem dj> Sr. Borgea & Gerqueira, ns
ra do Vigario: quem o pretender dirija-se a ra
de Apollo n. 9 que achara ton quem tratar.
Joaquim de Oliveira Pinto vai a Portugal
tratar de aeua eegocioe, cando aa gerencia de
aeu eslabelecimento seu mano e socio Dominaos
de Ollreira Pinto-
Sociedade
\3uiSkoBeucilccYite dos C-
cheiros em Pernambuco.
Por ordam do Sr. preaidente sao convidados
todos os socios para se reunirem no dia 18 do
correle mez para proceder a eleicao para nova
admiaistracae, como marca o art. 63 dos estatu-
tos, e outro sim, peda aos meamos aeohores so-
cios que veohsm satisfszer o 2." do art. 10 dos
meamos estatutos st o dia H do mez andante',
fazo presenta aoouocio para o lira conveniente.
Secretaria da sociedade Unio Beoecenle dos
Cocheiros em Pernambuco 1. de maio de 1862.
Antonio Ferreira Lima,
i In .; < secretario iote'rino.
Jos Rodrigues Sordes, leude de relirar-se
para Europa, deixa por seus procuradores os Srs.
Marhoho Lopea dos Reis. Jos Martina P.nheiro.
e Mmoel Coelho Pioheiro.
Eogomma-ae roapa de homem e da aanho-
ra com peifeico e promptdo, pelos precos se-
gltlet: c,l5a ,6 rs.,esmisa a 80 ., collete
100 ., paletot braoco a 400 ., dito de cor a
3W)rs. : na ra Augusta n. 33, loja da esquina
com jmellas do oito.
Precisa-se com urgencia de-ama ama
de leite, muito ladia e que tenha leste
ejl abundancia, nao havera' obieccao
em pagar at 50J pbr mez, e ella a es-
ees predicados ajuntar o saber bem tra-
tar a enanca que tem 5 mezes : diri-
am-se*>Bua No*a n. 3, ptra nfor.
ma esta typographia precisa-se fal-
lar aoSr. fflathtas Lopes da Tomeca.
nan*.Clf8,"-ie. de uma atn* P"" e"'S<> d Pe-
quea familia : oa trtvessa dos Ferreiroi n.7.
-J" "* <> ama ama para amamenUr
J. auC.rS.dh d0?,n,e"' Preferindo se e.cra-
Criada,
Precisa-sa da ama criada quer brasilaira quer
eitraogeira para o aervico ioterno de urna casa
Je pouca familia : a tratar na roa do Imperador
Antonio de Carralho subdito porluauez vai
ao Rio do Janeiro.
i Jos Scbimberg nao podando despedir-ae de
seus amigos pelo mi estado de aua aaude ro-
ga-lheao descuipem aceilaodo auas despedidas
por meio deata Diario.
Precisa-a* de am menioo para caixairo de
taberna para a villa do Cabo, sendo Porlouuez a
doa ltimos chegados: a tratar no pateo do
i reo o. 18.
., Aluga-ee a casa terrea da ra Imperial n.
7, com eommodos para grande familia : a
tratar na ra do Raogel o. 7 taberna.
Furto.
da 5
Novo procedimeato
Aos amadores* da iodustria
bom, birato e elegante.
Alexandre Pradera tamben trour* de Paria um
grande sortimeato de lampas de prato de rame
porem nao deesas que o reapcitavel publico co-
phece taato, estas sao galvanisadas. podem-ae
iavar as maog.s sam que por isao loffram o me-
nor prejaizo antea tornam-se msis bonitas excita
portento o reapeitarel publico para se foroece-
rem depressa a de nao hesitar nos precos fdiz
um rifo mullo velho que o bom sempre bara-
to) tambem tem de outra qualidade porem multo
mais superiores das que ha na praca, tem alada
mullos eatroa objectos do maamo genero e um
de entre eataa de umaa grellss de rame que vi-
ra o bita sem precisar de meche-lo com sanios,
lodos estes OBjectos aero levadoa aa casas que
oa pretenderen) pelo aonuneiante ou outra qual-
quer peaaoa. H
Pracisa-se de urna mulbar de maia idade
para-casa da duas paasoss : a tratar na ra Im-
perial o. 2S1.
O Sr. Jorge Ferreira Fernandes
Siqueira, de Caruaru', queira mandar
com a possivel brevidade solver duas
lettras de seu aceite, sacadas por JoSo
Paulo de Sjum. sendo urna da quantia
de 2:000$ e outra de 3:53i$620 rs., as
quaes tendo sido endossadas pelo abaixo
assignado a pedido do dito sacador, fo-
rana nos vencimentos pagas pelo mesmo
abaixo aisignado a' caixa filial, por falta
dos oulros responsaveis.
Joaquim L. Mont*iro da Franca.
Furta.ram no dia 5 um relogio grande ate-
le qglez, com urna cadeia : pede-se a peai'oa
a quem por acaso seja fferecid qiie o appra-
heods e o leve ra larga do Rosarto d. *7 se-
gundo andar, d'onde elle foi rsptado, qo ser
lloeralmeote recompensado.
Avisa-se
aos devedores s massas dos fallidos Jos Fer-
naodes Agfa e Antonio Jacloth Pacheco, quei-
ram vir saldar seua dbitos, na ra do Cabog
o. S ao abaixo assignado, possuidor das dividas
percncenles s massas dos mesmoa fallidos, no
ptazo de 15 dias a contar desta data, do contrario
passaro pela decepcao de verem aeus nomes
por estenso oeste Diario.
Recife 6 de maio de 1862.
Manotl Monleiro ta Cunha.
Aluga se o primeiro audar do sobrado da
ra da Senzala Velha n. 48: a tratar na loja do
mesmo. '
misstonartos
Lc-iioe.
LEILAO
Sabbado 10 de maio.
PELO AGENTE
Por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz da direito
special do commercio, a requerimenlo dos ad-
ministradores da massa fajlida de Maooel da
Azetedo Pontea, o referido agente fei leilao no
dia acuna designado pelas M horas da maohaa
na loja n. 54 da roa da Cadeia Velfii no Recife
DAS
Mercadorias e uteocilios existentes ra mencio-
nada loja e cooatantea doinsentsrit .por copia
em poder do dito agente, que desda j pode
ser laminado pelos pretndante*.
LEILO
DE
Movis, escrayos e
predios.
Seguada-feira 12 de maio,
PELO AGENTE
LOTERA
A man ha a 7 do corrente mez an-
darSo impreterivelmente as rodas da
ultima parte da primeira e primeira da
segunda lotera a beneficio do Gymna-
sio Pernambucano, no consistorio da
igreja de Nossa Senhora do Rosario da
fregezia de Santo Antonio pelo excel-
lente plano approvado para as ex trac-
cues das loteras. O premio de 5:000$
ateos de lOjjserSo pagos nesse mesmo
dia da extracqao de urna hora da tarde
por diante, e os outros no dia seguinte
logo que se tenham distribuido as listas.
0$ bilhetes e meiot bilhetes acham-se a
venda na tbesouraria das loteras, ra
do Crespn. 15, e as casas com mis-
sionadas praca da Independencia loja
do Sr. Santos Vieira n. 22, ra Direita
n. 3 botica do Sr. Chagas, ra da Im-
peratrizloja de ferragens do Sr. P
mentel e ra da Cadeia do Recife loja do
Sr. Jos Fortunato dos Santos Porto
sendo nestas at a vespera da extraccao
e no dia somente na respectiva tbesou-
raria, at a occasiSo de andarem at
rodas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Orden terceira de S. Fran-
cisco*
Em cumprimeotoso officio dirigido nossa re-
oeravel ordem da confraria de S. Jos d'Agonia,
convidndonos a acompaohar a proclsso do sen
Patriarcha, que tem lugar na tsrde de dia 11 do
corrente, rogo a todoa oa oossos chsrissimoa si-
mios o sea compareclmento as 2 horas da tarde
do referido dia paramentados de seua hbitos em
a nosss igrejs, para eocorporadoa, cumprir com
este dever de gratido.
Secretaria 5 de maio da 1862.No impedimen-
to do secretario,
Thomaz Jos da Costa e S.
Alaga-se ama casa na ra do Socego da
Boa-vista, com 4 quartoa, quintal, coziohs, etc.,
por 25 mensa! : a tratar na ra da Imperalriz
numero 49.
Precisa se de urna
Sriarum rar.am-nagcido
c
Atteocao.
Por mandado do Exm. Sr. Dr. joii do direito
eipecial do commercio, requerimenlo doa ad-
ministradores da maaaa fallida de IInnoel de
Azevedo Pootes, procader-aa-ha a k lio no dia
cima desianado pelas 10 horaa da manhaa no
sobrado n. 40, da raa ds Seseis No* i.
-T .J!"0* movala, constando de maMlla com-
pleta de Jacaranda, marquesas, Uval.) los, com-
Djoda. cirteim, armario; jarros, eanalclabro
Charles Laurent establecido
com loja de alfaiate na ra No-
va a. 50, avisa a seus devedores
que nao lhe vierem pagar no
prazo de dias contados do pre-
sente annuncio, que depois
delles sfib attendera' a mais re-
clamacaoe ira' elTectuar a
branca por meios judiciaes.
co-
Parte do 2 escravoa.
DI
DB
Uma diu dita oa roa da Gloria o: 6.
Urna dita de mandar na trareasa do Carina
r i **?* d*Ji0M *' oWra sa ras da
Llvrameato n. 1T.
ais dita da tras sadsfef aa raa do Q aeimado
Precisa-se de m caixeirinho para ama loja
de miudezaa : na ra Nava n. 30.
A abaixo aasigoada oto se responsabiliaa
por divida algama cootraMda em aeu dome por
aeaa escravoa ou outra qualquer peaaoa, que nao
seja por bilhale Armado por ai ou por seu procu-
rador. Recife4 de maio de 1862.
Meria de Ciineiro Freire.de Moraes.
Precisa-se
de um perfeito forneiro, d-se bom or-
denado : na padaria da ra das .Cruzes
n. 32 : na mesma padaria precisa-se
tambem deum menino de 10 a 12 an-
nos para caixeiro.
Aluga.se aaa eacraro para qualquer serri-
{o : na ra do Imperador o. 50, terceiro aodar.
Alugs-se um sobrado em boa ra, freaco e
por preco commodo : a tratar na ras da Prsia
com Jos Higino da Miranda.
Alaga-se s loja do sobrado n. 1 no paleo
do Nossa Seohora do Ttrgo : a tratar na ra Di-
reita o. 6.
m OSr. Joio Diogo de Oliveira qaeira mandar
procurar ama carta, vioda do Rio de Janeiro, na
raa da Cadeia escriptorio n. 47.
-* O absijo aaslgnstfo vai aa norte tratar da
aeus nagopios. Itecifa 5 de maio 1862.
PrtBifeo J )\\h Machado Lobo.
ama de bom leite, para
a tratar no obrado que
ca ao norte da fabrica do gaz e a beifa do rio.
Perda.
No aabbado poroccaaiao de sahir dtl Iheatro,
perdeu-se urna puleeira larga de laco eNoda ta-
rrada sem esmalte algum, e oa ponta da lolceira
urnas bolinhas do mesmo ouro, quem aJbou te-
nha a boodadedeir levar nocollegio imperial do
Bom Conselho, que ser generosamente sralifl-
cado.
Ao commercio.
Saotoa Csmioha & Irmaoa, representados nesta
cidade pelo socio Alexaodre Ferreira Caminha,
tendo aalisfeilo pontualmente a primeira presta-
cao, conforme a concrdala, que Ihea foi outor-
gada peloa Sra. credorea da exliocla firma Cami-
nha & Pilhos, lodos que compareceram por si
ou por seus agentes, e faltando oa Sra. Maooel de
Barros Brrelo, e P. J. Foulks, cujos domicilios
ignora o abaixo aaaignadp, requereram ao Illm.
Sr. Dr. juiz de direito do commercio para que os
admiltisse recolherem deposito em pagamen-
to, oa forma do art. 395 do reg. n. 737 aa partes
desses Srs., e efTectuaram hoje esse racolblmen-
to.seodo 114*996 do Sr. Barreto, e 4:5929117 do
Sr. Foulk's ; nao o tendo feito antes, porque Ihes
nao foi possivel obterem despacho durante aa fe
ras.
E porque os Srs. credorea, adianto declarados,
ncassem de mandar receber os seus quinhes, o
que aioda nao fizeram, o abaixo aaaisoado acien-
tica-os de que em sua ausencia o Sr. Francisco
Antonio Gomas de Mallos, morador oa mesma
casa n. 24 da ra larga do Rosario, onde se fize-
ram os pagamentos, fica habilitado aalisfazer-
lhes immediatamente aa importanciaa aeguintes,
que eslo de aecordo com o balanco existente nos
autoa de falleocis, e corresponden! ptimei
prestacao.
Oa Sra :
-Luis Borgea de Gerqueira..............
Marcelino Joi Goocalveada Fonte....
Caetsoo Cyriaco da Costa oreira......
Flix Veoancio de Cantalice...........
Guimaraes & Reg......................
Maooel Bastos da Abren Lima..........
Compaohia Iodemniaadora.............
Creem oa annunciaotes, que nao faltar maia
oiogaem ; mas >e anda houver quem ae julgut
com direito, elles pedan que ae aprsente ao
mesmo Sr. Mallos.
Recife 6 de maio de 1861.
,1/earandra Ferreira Caminha.
Medico
O Dr. Braocante mudou-se da ra do &
a* Imperador para a do Quelmado o. 28 ,
^ segundo andar, onde pode ser procura-' **
W do para o exercicio de aua profiaso. S
Casas para alugar.
Segundo andar da casa n. 12 da ra do Encan-
tamento, loja n. 33 da ra do Vigario, com ar-
mscio para taberna : a tratar na ra da Cadeia
do Reciten. 33.
' Alnga-ae por pre$o commodo o legando an-
aar do sobrado da Iravessa da Madre de Dos n.
', com eommodos suficientes : na mesma roa
armazem n 17.
O abaixo assignsdo fsz sciente ao publico, e
particularmente aoa conaenhorea do eogeoho Ja-
cha da freguesia de Serinhem. que neata data
tem dissolvido, de combinscao com o Illm. Sr
bngadeiro Gaapar de Meoezea Vaaconcelloa Drum-
mond e aeua fllhos, o arreodamenlo do mesmo
!nHn?i*Ma, lhe aTl felt0- Rec'fe 26 de abril
de 1862.Francisco Caldas Lina.
MA.
121*857
149686
110J67I
18*068
13*348
81*600
77*863
Preciu-ae de ama ama para cozinhar, forra on
escrava par. ,, de homem solleiro : na roa
do Queimsdo o. 40.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 16 an-
ooa de idade. que tenha alguma pralica de ta-
berna : a tratar na praca da Boa-vista n. 14.
Po eacriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo. ra da Cruz n. 1, trocam-se notas das
causa daa provincias com mdico descont.
Furtsram da loja n. 13da raa do Livramen-
io urna caixa de rap de tartaruga, tendo oa lam-
pa urna chapa de ouro com aa iniciaes M. L A
a quem for offerecida, appreheada e leve los
actma qoe se recompensar.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra do
Apollo n. 47 : quem o pretender entenda-sa com
Jos Antunes Gnimares.a chaves aeacha no de-
posito d. 48, na ra da Senzala.
Ama
se
Quem precisar de urna ama portugueza, dirija-
a ra do Imperador o. 71, segundo andar.
A padaria do leao do norte, ra do Coto-
vello, precisa da am forneiro que aaiba deaem-
pennar bem a aua proBsso.
Precisa-sede um criado : quem quizar di-
rija-se. ra do Quelmado n. 28. primeiro.andar.
, "nereceee^uma pessoa com todaa aa habi-
ntacoes oecessanaa para adminiatrar
nno : quem de aeua serviros
aonuncie a sua morada
Deseja-ae fallar negocio com o Dr. ^
AmertcoFeroaodoTrlgo.de Loureiro, na
a* ra do Crespo n. 17. sj

Silvioo Gullherme de Barros compra escra
vos de ambos oa sexos : na ra do Imperador n-
79, primeiro andar.
Preciai-ae fallar ao Sr. Joaquim dos Sant.is
Braga, oalural do Cear, a negocio de aeu iota-
resse : na cidade de Olinda, no convento de S.
Francisco.
Aluga se o sitio n. 1 do Arraial, em o qual
reside actualmente o Sr. Samuel Power Johos-
too : a tratar na ra da Aurora o. 36.
Precisa-se alugar urna preta es-
crava perita engommadeira para urna
casa estrangeira de pouca familia : a
tratar na ra da Cadeia n. 37.
Aluga-se ama preta escrava para o aervico
de qualquer caa : na prs(s da Boa-visli o: 30
erceiro andar.
O Sr. empreado publi-
co que recebeu differeotes
quautias para pagamentos de
objectos de sua reparti^o e
noospagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existem em seu poder como
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se pro va a existencia
deste negocio.
Ayrea Jos Diniz subdito porteguez retira-
es para fora da provincia.
Os curadores fiscaes e depositario da masa
fallida do commerciaote Jos Amonio Soarea de
Azevedo. avisam aos credorea da mencionada
massa, que pelo Dr. jola de direito do commercio
desta cidade, e em requerimenlo dos aonancian-
tes, foi marcado o praao de 30 dias, -a contar do
1,'do correte, para a verificado e classiticaco
! crditos da mus citada, a qual tendo d aa*
fsita e apreseotada em juizo pelos annunciaotes
at o dia 30 do crreme, faz-se para iato mister
que todos os credorea apreaentem seus ttulos
nos escriptorios de qualquer doa aooaociaotea,
ra do Amortm o. 44, e iravessa da Madre de
Dos d. 18 al o dia 30 do corrente, e aqaellea
que aisim o nao fizeram, somante ficar o direi-
AntoDio Ceario Mereira
Das, faz sciente ao respeita-
vel publico com specialidde
aos seus freguezes, que Tnti-
dou o seu armazem da-ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n. 32, e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a
boa qualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
Atten^ao.
Gandido de Albuquerque Ha
ranho, alfaiate.
Mudou seu eslabelecimento da roa estrella do
Rosario para a roa do Crespo n. 18, primeiro an-
dar, all est pronto para retener asna fregue-
zs e maia peaaoss que qsizerem servir-sa da sea
preatimo abaixo declarado affiancands a todas
serv-los com dis e hors e suas obras sao faltas
com muila alleocio a contento doa fragales
respoosabitiaando-se por qualquer desaatra qoe
apparega nasobrajque saiam deseo selatataal
monto ; do mesmo s trabalha-sa por eneom-
menda toda obra que quizaren mandar faaar da
mesma arte astim como tambem caita a con-
certa-se e reedica-se toda a qualquer obra da
a Ka id tf.
Aluga-se ama casa terrea com fono para
padaria oa rus Imperial a. 178: a tratar na raa
estrella do Boaario. deposito de pi a bolacha.
Precisa-se de urna ama para o aervico in-
terno da ama casa de pouca familia : na traves-
a do Carmo n. 1, primeiro andar.
Pelo preaeole ae fas publico que o Sr. Dr.
Francisco Jos Feroaodea Gitirana nao saat
oosso procurador nesaa praca e era lera dalla
cando sem vffeito urna procuracao que em a
tem de boje em diante o Sr. Olimpio Doroel-
laa Cmara. Bonito 6 de abril da 1863.
Marta Francisca da Albuquerque.
b"~ u,LD,edrA itaatioa aa boasckseaer, io so.
Boglish family, by a ladj vrho is vrell qualifiedi
Eoqulre al no 8 raa do Trapiche, segando aodar.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
Compras.
Attento.
Ot senhoreaque teem letlraa asceadae por Ma-
ooel de Azevedo Ponles e aceitas por Jos Alves
remandes, hoje fallido, sao prevenidas que as*
devem mandar moalrar no escriptorio doa cura-
dores fiscaea ra da Cadeia n. 57, para sa orga-
oisar a lisia dos credorei. Aossenhores que ti-
verem a firma do fallido de qualquer forma em
endoasos da letras ae Caz igual pedido.
Amor i moralidade.
Obrigado peloa repelidos escndalos que am
empregado publico, morador na raa da Penha
tem dado e continua a dar, esqueceodo-ae deata
aorle doa deveres que Um para com a aociedade
a para com a aua seo hors anente, que ven no
pedir-lhe em nome daa familias que all moram
qne delxe-ae de namorar, porque -desta surte con-
tralto urna divida que oio pode pagar.
m Deseja-se saber e fallar com a pessoa que
eomprou umaa partes da heraoea do casal
de Nanoel Joaquim Pedro ds Coate consistentes
em terrea na Una de S. Miguel, que toearam a D.
Paulina Thaodolina de Oliveira Costa, casada com
o Dr. Heooal Duarle da Parias, psrs o que eo-
tender-sa-ha na raa do Vigario n. 23, eegundo
aadar.
j Ndame Schimberg a sea fllho Jos Scbim-
berg, subditos a primeira jogleza e o segundo
belgs, rUlrsin-se para fora da provinci.
um eoge-
quizer utilieer-ee,
- para ser procurado.
r,7 li'8e ar?,l"m i" sobrado da raa do
urum n. 34 junto a fundlcio do Sr. D. W. Bou-
man, bem proprio para qualquer estabelecimen-
to de padana oa fogos por ser no lugar marcado
pela camera municipal, o qual tem sahida para
o caes do Brum e j com a frente feita, aa cha-
ves esto no sobrado para ver: quem pretender
eotenda-se com Joa Antunes Gaimaries.
| 4\iso. S
Ferreira & Irmio declara ao respaila-
vel corpo do commercio e a quem mais tt
A ioteraasirque lem comprado a armacao aa
da loja da ra do Roaarlo n. 2 ao Sr. 5
Guilherme Antonio de Siqueira, livrede V
gp qualquer respoosabilidade, A
^ Recife 3 de malo de 1862.
mm -eS
Grande armazem
do ferragens e miudezas
ruado Queimado n. 49.
Este estabelecimento que pertencia a
firma social de Machado & Souza,
hoje propriedade exclusiva do antigo
socio Antonio Francisco de Souza Ma-
galhaes Jnior, o qual rog a todos os
devedoret da extincta firma a virem ou
mandarem pagaros seus dbitos no pra-
zo de 30 dias da data do presente an-
nuncio, fiado o qual se proceder' a
cobranca judicial. No mesmo estabele-
cimento encontrara' o publico um va-
riado sortimento de todos os artigos que
fazem objecto da negociacao *e o pro-
prietano promette servir bem e por
menos doqueem qualquer outra par*
te Recife 3 de maio de 1862,
to da reclameco no prscesso da verificsco e
clasiificaco peranle o mesmo juiz. Recife 2de
maio de 1862.Os curadores Aseses,
_ Silva Santosem liquidaco.
Concordo o depositario.
Fanciaco Alvea Honteiro Jnior.
Atten No domingo 20 do correle, furtaram de caee
de Maooel Teixeira Baalo, na Tassagem da Mag-
dileoa, um relogio de ouro do systema moderno
de dar corda por cima sem auxilio de chave, foi
furlado juntamente com urna cadeia de ouro,
contando urna chave quebrada. O prejudica-
do nao se records do nome do aulor, e o numero
do relogio e 7851, e por issoapeosa com sig-
naes, pode indicar ser de bella appareocia, des-
cocerte, e com um vidro bem aaliente em groe-
aura. A quem quer que o deacobrir ae agraiifl-
car generosamente.
Francisco Severiano Rabello & Filho fazem
aciente que mudaram o aeu escriptorio do largo
da Assembla n. 12 para a ra da Cadeia n. 55.
primeiro andar.
A peaaoa a qaam convier comprar um ea-
cravo de meia idade, aem vicioa nem achaques,
e por barato prego, dirija-ae a ra do Raogel o.
73, onde tambem se dir quem preciea de 1:0001
eobre hypolbeca em 2 eecravoa que flearo em
companhia de quem o der, aasim como se offe-
recem alguna eecravoa pare alugar para todo o
servigo.
Troca-ae por praochdes de amarillo um
santuario e maia algumaa imeaens ebegedes do
Porto ltimamente : na ruado vigario o. 9 ori-
meiro andar. '
Saques sobre Portugal.
O abeiio assignado agente do Banco
Mercantil Portaenee oeste cidade, eeca
effectivameote por todoa oa paquetea ao-
bf) o mesmo Banco para o Porto a Lia-
boa, por qualquer aosassa avista a a pra-
zo, podendo logo oa aaqea a praza serem
deeconladoa no maamo Banco, oa raza*
de 4 por canto ao aooo aos portadores
que assim lhe convier : nae ruaa do Crea-
po n. 8 oa do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Caatre.
Gullherme, Csrvalho & C. mudaran aaa a
criplorio e ageocia da compaohia da Segares Ha
ritimos Segundada do Rio de Janeiro para a ras
da Cruz o. 26.
2&Ge9
A Antonio C. P. de Burgos Pones da asa
Leoo, legelmeote eotoriaado pera soli-
citar causas anta oa auditorios desla ci-
{ dede, offerece o eea limitado e seanbs-
dj| do preatimo a todos que quizerem lhe
g confiar as suis qaeiles judiciaes E
w teside oa raa da Santa Amaro casa r.
A 26 freguexie da Santo Antonio, aoode po-
m. de aer procurado das 7 es 9 horas da
9 maohaa a das 3 aa 5 da Urde.
-- Compram-as garrafas razlss; na roa Nova
n. 11.
Compram ae moedas de ouro da 209: na
ra da Cadeia do Recife n. 34, loja.
Na ra do Trapiche n. 17, com-
pram se soberanos a 9 cada um.
l"" CoJdPm- PPI diarias para embru-
ihoa a 120 ra. a libre : oa raa da Senzala Velha
Compra-s
na praca da Independencia n. 6 e 8 o
Liberal Pernambucano de 18 de outu-
brodel857.
Venda.______
Alteiico ao vigilante
Na ra do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Joo Ceg,
esl torrando por todo o
preco.
Coraes.
Os verdadeiroa Boa de corsea redondos assim
como rsiz, pols o maia superior que tem vio.
ao mercado : e no vigilante ra do Crespo a. 7.
Micanga ou continhas.
is,Dg, 00 C0Dt'Dhs de muito lindes cores a
240 rs. o msciobo: s no vigilante raa da Cres-
Continhas do Ro.
Conlinhaa douradinbaa miada e gruesa proorio
par. pakeiraa dae quaes se eslAo aneado taitto
por aer ultimo gosto, 240 rs. o m.ciabo Tal
como sljofsr b.aoco e de cor a 300 ra 'sdiei
igilanta raa do Crespo a. 7.
Peonas d'aco.
,AV,rd,dei.rM P*"1 '" csligrsphieaa a
19400 m. a caninhe : s ao vigilante raa da Cres-
po n. 7. <
Banhas ou leos e ebeiros.
A superior beaba transpsreote a 900 rs. o
irasco.
Dits em latee de folbada meia libra a 500 rs.
Dita am latiobea de qoerte s 3x0.
O verdadtiro oleo da sociedade braiaaasa a
00 o frasco.
Dito macsaeer o muito fino eas frasca aaoBjav
aa a l|M0 a dosis. '.'
^Avardsdelra agse da colaaia frasca graada
Ditos piqueos mesmo aaa gerBa>bsa a mn
unos com superior agua da Bar a leraaia (ras-
co graada a 400 rs. ^
Dito com excelleote agse seiasta lisias sai
de a 1f. *^
Dito frssqoiobas psqueaoa caos viavtgra rofl a
400 rs. : aa vigilante ras io Crespo a. 7.
Para conservar dentes.
Os verdadeiras pos da sacaaeMa bvgieaka pa-
re deata* em frasqaiahaa sidra m*tTmZl
nor que lem appareeido sala
de 1| o fraiquinho, assisa cas
qesdrediobas a 200 re.: e as
Craapa a. 7.
Gollinbas e pulceii
Liadas gollinhas a palestras a
baratissimj preceda pakeiraa a aittaljj
pakeiraa 16 2) e saHHalws 19 tSM s ata. X
Sienta raa m7a~i. "
:
Preciea-ie de um preta esersvo; asass as-
ver para alagar, dirija-a* a ra do Saeta Ma) a,
53, aonda achara com quem tratar.
; Precisspse de ama sma para caes d* asa
rapax aolteiro. que seiba coziobar: a eaieadsr-
sa ns ras ds Uoiio o. 39.
Sociedade bancaria.
Amarlas, Fragosa, Santas A C. saca as asean**
saquea para s presa da Usa**.
Fraocieco Ferreira Maia retira a* par*
Aracaty a traUr sil sus e**d*.
Prsclss-s* alagar aa prets para
exteroo: a ra ds Bada a, tV
Saetiohe* aailo
ra oo 39*4a.
de coauohss on miesas orapriaa
irsrer a* bc* eos laabab* peto
prec* da 1 : e a* vtgtaeass raa da
era 7.
Tiatasraa praftioo papa
*m*p*ra
Jiesiaaa sHra^'a .W sa.': a* as
Crespa a. 7.
Teada-sas
e aderes s'emaa da
fjapsft.
tratar ava roa a
Wrmh.
i ni

------------


......

-

asaaVOP
lz5.
36
ra completo
uta como correo! js, cor..
. bviacoeo bateo, ifotir par
Acaba de
obrss fanai
wr pin i______________
panana, aderecos e meios aderecos. Ybree maia
pderaae que se podem eocrmtrsr o prese ea>
mirs o qunto bsrato.
Venderse
Salitre de Londres, o melfcor que tu a viodo a
eete mercado, por praco coinmodo : aa ru~
Ctdajfcilo Recito armasen oioeero n; 88.
vinho colares
Veade-se na rea da Cadeia do Recite n. 25
uaico depoiito 4 1*000 rea a garraf i oa a 11#000
a daiia.
Sapatos de bor-
racha.
? 1. IttOO. e 2f o par, aaulbas Victoria a 120
i a. o papel, lamparloaa econmicas a 100 rt. a
calza, carleiraa para esareve a 14f e 16), catxai
para coatura a 8f el6f, graiza francesa econ-
mica a 640 o pote, facaa americana i para meaa a
6#e 7# a duzia, meiis para stinbors, homem, me-
nina* etc. por todo o preso, brcele.en de cabello
com pedra rdza e amarela i 5g cada um : a
ha na rea do Qaeimado laja Eaper is&a n. 33 A,
Gulmarias & Rocha.
Na ra Nova n. 44, terceiro a idsr, vende-
eum mulato de 96 annoa, exceeate carreiro e
pedrero, assim como ubi mulata .com a meama
idade, bonita figura, eogomna aofrirelmenle, e
coziahs o diario de urna caaa
Aviso.
Vende-se leite puro a garrafa a 20 rt., daa 7
horaa *m ponto da maobia, na tabnrna que quer
voltar para a camboa do Carmo o. <4.
Vendem-ae una prendos de oilicica eai-
cupira : a tratar na caaa di. ra da Inperalriz
namaro 20.
Vtnde-aeom eoganho moen e e correte,
na reguezia de Ipojuca, de rarzeai paraaafrejar
maia de 9,000 paee todo* os anooa, com aa obrai
em grande escalla de tijoio u cal, com embarque
Ba Pto; diataate de ama das ei tacoes do ca-
minbo de ferro, o maia legoa e meia, aaaim co-
mo se vender a aafra do mesmo engeobo ae
convier ao comprador : para traier neata praca,
qae est autorisado pelo proprielari, com o Illro.
Sr. Justino Pereira de Fari, na ru i das Cruzee.
Veode-se um gsrrote crtoulo, de 8 a 9 ar-
robas, proprlo para ser admiltido a service ; a-
slm bem orna novilha prerihe, igualmente do
paato : no sitio de Francisco Perr uo Salgadioho, ou na ra do Nogueira n. 6.
Neata ioja rendem-se por presos mullo baratos
aa faaeodse seguto^ pa4eebf :
Vestuarios da brim pasamsBaBBal
Sedea de quadri
lo de ?" aotramalosbordados
rento O'1" d bsbados largos
nan apote* paratofi <*
Camiaas para homem a IfSOO, 2} e
Laazintua flnaa
Cbally de teda
Cassas do cores (corado)
Organdys muito Uno, rara
Cambraia de salpico., vara
Collarinbos.de linho ,
i, Peitoa de liobo
.Ditoa Me algodie krancoa e de coses
Siaiiielaa de cambraia bordadas
olllnhas de maoguitoa
Gbitis largas rozas com mofo, e riscado
francs
Algodao (rascado com 9 palmoa de lar-
gura, vara
Merino de corea de deas larguras
Tarlalana branca e de cor
Peemos de eesemiro para mesa
Chapeos de seda para aenhora
Cissvequesde cambraia
Ditos de fil de linho
Roupee de seda
Polar deaeda (coTado)
Gbapeoa de sol de teda iogleies
Cortee de cambraia de seda
Ditoa de barege
E outraa multas couiu qae ae
menos deseo valor.
90000
11900
t*500
ZJSOUO rnin wuHiit>uin.uiow. 5J0Q sem casa, com dlv.raoe arroredoa de fruclo, chlo
2y5O0 P'oprlo, e vende-se em coota : a procurar na
2500
400
r-.r.,.fl VuM-ra viu nuuig a yiwimifi ua
*w d" M**piiaji enriplorio do-consalhelro
64t> P'oia B,P"t. das 11 horas dodia s 3 da Urde,
ou na travesea da Concordia d. 53..
Vende-ae to piano de Jacaranda em muito
bom estado, ou troca-ae por ama mobilia nova
ou qae tenha pouco aso : na praca da Indepen-
dencia, toja os. 13 e 15 se dir com quem dere
tratar.
Vende-ee um escuro de meia idade, pro-
pro para lodo o aervico, por prece razoavel:
quem o pretender dirija-ae as Cineo Ponas, de-
posito do Sr. Raposo, defronte da estaco da
via-ferrea.
200
640
640
, 500
700
320
2*000
2*000
900
1
1
640
7|000
61000
104000
15*000
88000
400
9*000
5*000
12*000
vendam por
Vinhos e conservas.
chegadas pelo ultimo vapor
francez,
Ra Nova b.^*.
Vinhos de Bordeaux em caixas de 12
garrafas.
Marca SI. Julien 12*000
c ChateeuHaetBrion 24*000
GrOau la Rote 40*000
Conservas alimenticias da casa de Rodel & Fils
rres fornudores da augusta casa imperial do
Brasil.
Galanline do volaille 5, laogue foure 5*.
Alouetles truffees 3*, andouillettes trsffes 3*.
Alouettes Rotiea 2f, andouillettes 2*.
Grives Roties 2J500, pigeoos crapoudioe 2*.
Pieds de porc 2*, ditoa de muaiou 2*.
Celeri, poiolea das pergeo esaleifis aujus 2*.
Fonda d'articbauls a la Barigoule 2f. '
Carottes aujus,l*,au nalurel 800 r.
Champigncns 1*, naveta acorada 1*.
Oseille fine a le 2, Boaillon gros lf.
Petits pois a 800 e 1(|, Beurre fraia 2*.
Julieoe a 500, 800, 1*500 e 2*500.
Fruits au jus em frascos grandee 2f.
Ameias seccasem lataa de um kilograma 2*.
tfg'tiGUiintD
DE
FAZISNDAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernardino Jos da Sitva Maia.
43 Ra do Queimado 43
Esquina que volta para a Congregacao.
muito bo-
ilinmla prela
coinmercial.
Queltnado,
Connui-ae vender : na roa do
casa de cabelleireiro.
Veode-se um sitio nos Remedios com maia
de 200 palmos do frente e mais de 800 de fundo,
DIIIM

Novo sortimento de h-

meas baralissimas,
NA
Neate moderoo estabelecim tolo se en-
contrar um compleic e raiiado sorti-
mooto de faccnd** rompa rallas por
precoa mai razoaveis. O desangano da
vista ver:
Paletots de casemira saceos e 1 obrecasa-
cos a 10*.
Ditos de meia casemira dito d .to 5*.
Ditos de brim pardo d 2 linho muito fi-
nos a 5*.
Ditos de lpica prela fina de 4* a 6*.
Ditos sobrecaaacoa de panno muito fi-
no 22*.
Ditos defuito de cor miudioho a 35 .
Calcas de casemira de cor a 59. 6*. 7a
e 8*000. ^' '
Ditas de dita pela a 7*. 8* e 10*.
Ditas de meia casemira a 3*. 32)500 e 4*.
Ditas de fuslo e ganga da cor a 2*, 2*400
e 2*500.
Ditas de brim pardo do liobo a 2*. 34,
4*e5*. *
Ditas de dito branco a 2*. 3$ e 4*.
Colletei de casemira prela e le cor a 43
0 5*000.
fo^e^^^^^l ^,
Cambraias organdys padrdes
nitos a 600 rs. a vara.
Diua inodoro duquoza do rlcans a
560 rs.
Chitas largas escuras flnaa o corado a
240 e 260 rs.
Ditas muito Anas verdadeira francezas a
300 e 320 r.
Cambraias branca finae a peca 3*, 4* e 5g
Ditaa de salpicoscom 9 varas peca a 4*.
Chales de lia escocezes para as senborss
jkaitteca em casa a 3*.
Laaziobaa para vestidos o covado a 520.
Cambraia preta maito fioa a rara a 500
ris.
Chitas fuslo para vestidos o covsdo a
340 rs.
Saias balo arrendada a 5*.
Leoces de bramante de linho fino a 3*.
Ditos de dito de algodao a 1$280 rs.
E ootras muitas quaji jades que s a
vista do freguez. Tambero manda fazer
roupas por medidas.
De ledo se do amostras com peohor.
aRMAZEM
ROJPA FEITA
>JE
[uim F. dos Santos.
#~iu> h Oaeimlo-W
Defronte do becoo da Congregacao letreiro verde.
Cosacas ao panno preto a 40|,
ao panno
. Bf 30*000
Sobrecaaacoa de dito dito a 5J s 30*000
Paletots de panno preto d< co-
rea a 35*. 80*. 95|, 10,: 8* e 10*000
Ditos de casemira de cores i< 22*.
161191.7. "* 9*000
Ditos de alpaca preta golli de
velludo francesas a 10*000
Ditos de marin selini prshs e
de ores a 91 e 8*000
Ditos de alpaca de eoies a 58 a 8*500
Ditos de alpaca preta a 9, 7, 6 e 8f 500
Ditos d. brim d. corea a 51,
, 4*500,4 e 1 3*500
. Ditos-de bramante del: nho b sa-
co 6. 5| 4*000
Ditos d. marin d. co.rdio preto
a 15. 8*000
Calca, de casemira prola o d *> Ditas de princeza Bjcrinf. ds
MtaJjOT ^9600'' **
"Tt*-*!* "n. d. coiss s
..!? a'*00 e M*00
r E.i*JtMS' M,M *00
Z.^*i0 9nu> '* o*
Dito, do casemir noi. X .,,.
Ifioe
Ditos d. aetim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorguro de sadi pretos
d. cores a 7, 6, 4 .
Ditos de brim e fustio branco a
31500,2*500.
Stroulas de brim de linho a 9* .
Ditas ds algodao a 1*600 .
Cemita, d. peito d.fusilo branca
d. core. 1*400 2*100
Ditaa de paito de linho a 5*, 4* 8000O
Dlts. de madapolao branca. d.
eore. 8. 1*500,1* a
Cbapsua pretos de massa francesa
forma da ultima moda a 10*,
ogSOO e
Ditos do feltro a 6 5, 4 a
Ditos de sol de sede Ingles.. .
wtcJ.r.ssr.iMiita,"M4-
Reloglo. d. oure patente o horl-
zonta 1 a 100|, 90 80| a 70|000
Dito, da prala galvenissdos ps-
tente horlzontses a 40 8OMO0
Obrss do oaro, sdereco. meios
aderecos, pulceira, roxetas
an.i. .
Toslha. d. linho duxis lOf, 6 9,
Dita, grandes par. mas. ama 8<
6*000
6*000
3*000
9*100
1*280
1|600
7*000
2*000
7*000
800
500
Loja do Pavo ra da Impera-
triz numero 60.
DE
GAMA, & SILV.
Vendem-se as aeguintes fazendas por prece
baratissimos afim de apurar dioheiro : capis
suissas a imitacio de sedaa de qa.drinhos sen-
do de todos aa coree o corea maito Oaa a 100
rs. o covado, brilhsnlins. de quadrlnhos muito
eocorpadas para vestidos de senhora e roupas
para meninos sendo muito mais larga que chita
a 200 rs. o covsdo, gorgaro de linho fazenda
muito nova para vestido, a 280 rs. o covado,
messelins branca com 4 1(2 palmos de largura a
200 rs. o covado, grande e variado sortimento
de csssaa para vestidos sendo os padrea moder-
nismos e as corea fizas 280, 300 e 320 rs. o
covsdo, chitas frsnceza.de cores flus escuras e
alegres 940. 260,180. 300 e 30 rs. o covsdo,
chitas inglezss a 140,160 e 980 rs. o covsdo,
corles de cassa tendo 7 1(S raras esda um a
9*400 rs., cortes de organdys com barras tendo
12 varas cada corte a 5, corlea do bareges coa
22 covadoa a 5*. ditos com a. asia. feita. a 5,
laazinhasde coreas 280 ra. o covado, de todas
estaa fazendas do-se a. amoatrsa deixsndo o
penbor na loja e armazem do Pavo, ds Gama A
Silva, na ra da Imperalriz n. 60.
Madapolao do Pavo.
Vendem-se fioisaimas pecaade madapolao com
24 jardas a 4*500. 4*800, 5*. 5^500 e 6*, ditas
francezas entestada, com 14 lardea a 3*: na ra
da Imperalriz o. 60, loja do Pavo de Gama &
PUTO.
Lssa320 rs.
Vente1m",e mo,le>lsiies lazinhas com pal-
mea a 390 rs. o covado: na ra da Imperalriz a.
60, loja do Pavo.
O Pavo vende a A$.
Pecas de cambraiaa de corintios brancos e de
todas as cores tendo 8 lil varas a 4* : na raa da
imperalriz o. 60, loja do Pavo.
O Pavo vende
cortea de cambraia muito fina com dous bsbados
e duas saias sendo delicadamente bordados s
4, ditos sendo todos adsmsscadoa a 4, cortes
de phsotasia iazenda finissima a 6g, ditos a 4*500
e 5* : na ra da Imperalriz n. 607 loja e arma-
zem do Pavao de Gama & Silva.
Panno preto.
.-rede"ie P,nno P"lo muito encorpado a
JUMO, 1*800 e 2, e dito cor de caf : na rus, d.
imperalriz o. 60, loja do Pavo.
Chales do Pavo.
Vendem-se chalea de merino estampados mui-
to grandea a 3*. ditos de cassa adameacada a 800
ra.: na ra da Imperalriz o. 00, loja e armazem
do Pavao de Gama & Silva.
Paletots e calcas
Vendem-.e paletots de panno preto fino a 6*
calcas de casemira prela a 4*500. paleta de feney
de cores a 6*, esles de dito a 3500 : na rus da
Imperalriz n. 60, loja do Pavao.
As seroulas do Pavo.
Vendem-se seroulas de linho francesas s 2* o
CHALES.
Grande pecbincha na loja do
Pavo
Vendem-se os mais ricos chales com ponte re-
donda e borlotas tendo ss barras a imitaeo de
peluefa e asaetinadss imitando as cspioh.s mais
modernas pelo baratissimo preco de 4*500, ditos
de 4 pontss a 4*500, ditos a Garibaldioa sendo
muito grandes a 5*: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavao de Gama. & Silva.
Manteletes de 6l.
Vendem-se os msis modernos manleleteo da
fi preto com modelo de capea chegado. pelo
ultimo vapor: na raa ds Imperalriz n. 60. loja
do Pavio de Gama & Silvs.
Espartilhos inglezes a 3,0500.
Yendem-se espsrtilhos inglezes que sao oa me-
more, pelo diminuto preco de 3*500 ceda um
na ruada Imperalriz n. 60. loja do Pavao, de Ga-
ma & silva.
Saias bordadas a 2^500.
eJd,eT'e M" borad" ""o bonitaa a
?i5.LCrV,\uai..a :V n\ d" Imperalriz n. 60,
loja do Pavio.de Gama & Silvs.
Bales do Pavao.
Vendem-se bales de bramante francez com
arcos, sendo as melhores armacos, pelo diminu-
to preco de 3 a 3J500: na ru. da* Impera"" n.
60, loja do Pavao, de Gama & Silvs.
Veode-se um esvallo eastmho com
dore.: na raa da Impon o. 74.
No deposito deronte do theatro ra
do Apollo n. 31, vende-1 gelo *| a
arroba e SifoO meia arroba e libraa
al60rs.
Vendo-M um carro de 4 roda. 4 seselos,
cocerlo o em bom estado, por preco eice sai ra-
mete eommodo : os cocboira de frente da casa
fo Sr. Dr. Sabino, oa oa rus Bell. K 36, -im
t- Veode-se a caaa terrea no paleo do Terco
o. 13, o aimetade de ama mei-agua o. raa Oa
AMum.co : a tratar com Heorique Jerga.
SYSTEMA MEDICO HODKLLOWAT
PILULS HOLLWOTA.
Esta inosmavM aspocifico, composto *in teira-
monto do kervu medicinaos, nao conloa moren-
ro nem slgumsoutrs subsUneis doleeteris. Boi
Digno i maii tenrs infancia, a compbicio mas-
delicada, igualmente prompto o seguro par;
dossneigar o mal aa compieic^ao mai robuotts
|eoleiramele innocente em suss operscoose t-
tulos ; pois bases o remove ss dooncjH do anat-
quer especie e grao por mais smigas e tsnszeo
que ssjam.
Entrt milhares de possoas caradas com est.
remedio, mu las qae ji estsvsm i porus da
morte, preservando em sen oso consegoirsm
recobrar a sondo a forcu, depoia de aovar tenta-
do intilmente todo, os outro. remodio..
As mais a (nietas nio devem entregar- se a deo-
esperaco; fseam um competente ensaio das
eficazes effeitos desta assombrosa modicins, o
pe estes reeaaerarao o bcn.5cio da ssude.
Nio so perca tempo en tostar sato remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
Caixinhas e
as meni
' no br
Maito liada,
de 100 ris st__
do Qoetmado o. 7.
Enfeites para senhora.
?ttswto, ao sm
Os melhoro. calcita, avetos o do cero* amo ao- n SMOottaasaa* ata ^aaasSBsaaa.
parece a 5*500, j fagat ** u vWrt., wt.,WS ^jS sbT^
os ra da Qo.imaoo o. 79. cssMo waaenoa> sassa j wtmmmwmm-
Franjas prelas com vi- &2mSS5.
drilho e sem elle.
iciM Mrti*aV#tti4M ## frisf jm pfkvfkti
vMrHaoo sosa otl* : ao Uta em
a do Qosimad, a. 75.
inhasde peso Terda-
deiras,.
ff, Ioj- Uaass laas .
grsodes a S40 rola : ao lefa o TkSarte, aa ra
do Qaeimado a. 75.
Phosphoros de temnma.
rkoeakoroo o sojanaso. aor eja* Bota ato V
cenOia. s 14 roto a tana : Mtotadkf Tklorta,
oa raa o Qa.iaaaO* .7, ^^
Baleias para vestidos.
IsMea santa graaooa boao a I4J rato e
oa |0J. da Vitoria, a. ra. 00 Qiistasdi a. 7,
Linna de croxel para la-
b> rintbo .
As melaorea itolaao^ troaot aara l.ljrtoib..
*!! smlsaaiafi.
ceidentm epiloplicos.
Alporcas.
Ampolss.
Areias ( mal do).
Asthras.
CWieas.
Convulses.
Pobreto da eopocie.
Gotta.
Hamorrhoida*.
Hydropeeis.
Iciericis.
Indigostoos.
Infla mmacfies.
Debilidade ou extena- Irregularidad da
(ao. monstrnscao.
Debilidade ou falto de Lombrigas do teda
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta,
da barriga.
nos rins.
Dureza no ventre
Enfsrmidsde no ventre.
Ditas no Bgado.
Ditas venreas.
Encasqueta.
Herysipela.
Pebre biliosa.
peeie
Mal do podra.
Manchas na culis,
Abstruccao do venare.
Phtysica oa consump-
cao pulmonar.
Reteoeao de eariaa.
Rbeumasmo.
Symplomas secundarios
Tosaores.
Tico doloroso
Ulesrai.
Venreo (mal)
aeveltoo _
tarto, aa raa do
a. 7.
Ricos espelhos de
moldara doarada pora
salas
lovafxaoM
Je candleiros
a
IWVA
Chegoa pars a toja d. Viajarte asea Slf w| g '
a I harta em toree mi tem nato* ao lato a* I vam!^"" Z^^mm atosatos assaasaa) m
rictotto. M rao o ^s^... 76. ^ I ^^Zmt7^3S
La para bordar,IIZteTR'jfcss
U aalto te. *iW*eo oree aara bastar ,.| I ^ *-?. ato.*
a. 7* ^" TklW*' mnm ^*-| I JnaaajTaTsTl j?V*" ^L^T^
ssasBaaisjf so. ImW. ^v aBsBBBl tm S^p^s^paasssaa] aaBBBaaj
Sinios dourados para ae-j 1 ^'^^i**1*^*
-- -____._a___- I ^^ ^*
i--^.- trLeZeT1! i*r ?~ *,,** H">
Liohas do gaz*
Caisiaaaa
asa ato gas s tas)
vollaa a 7f roto,
a TOO reto,
ra.
Pebre intermitente.
Vendera-sa eitupilulas no u bel i meato .
gersl deLondres n. 24, 8trsnd, eaa loja ap^J*
de todos os boticarios droguista e outraa pessoM LddilillCirOS QC ffS
i a America O
sncarregadas de sus venda aa toda a
do Sul, Havana e Hespanba.
Vendem-se ss bocelinhas a 800 rs., cada
urna del las eontem ama instroecao em pertu-
guez para explicar o modo da so osar dess pi-
lalaa.
O deposito gsaal em casa da Sr.
pharmsceutico, na roa da Cruz n. tt em Par-
Dsmbaeo.

Saias com arcos.de linho.
Vendem-.e ss acreditadas sala, com arco, de
Unno que azem a. veze. de balo a 31200 e a 4
esda um, estas saia. ha oa loja do Pavio. roa
da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama &
Brilhautina americana.
Vende-se brilhsntina americana com liodissi-
mas cores, sendo fazends ioteiramenle nova e
moderna de 4 e meio palmos de largura 400 ra
o covado: na ra da Imperalriz n. 60, loja e ar-
mazem de Gama dr Silva. J
Para meninos a 4^500
Vendem-se vestidiahos de seda para meninas.
faSlS a enfei,ao't Plo diminuto preco de
afp?.? Vm : "' ";? IfflPe"* W.lojs
do Pavio, de Gama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiara.
Camfztnhae com golliobas e manguitos de cam-
braia bordados, fazenda muito moderoissims A
Dita de fusUo com salpicoa de c6r a 8000.
Golliahas bordadaa com bolioziohos s JoOO.
Dilss ditas de gostos s 640 a 800 rs.
lSSo" Cm mavu* de M"br'* bordados s
Maoguitoa de cambraia fioa bordados a 11000
Gomabas bordadas a 140 rs. *
Roniiris de cambraia eofeltadas para lato a
Camizinhas para senborss bem entalladas s 3f,
Leocfnhoa de lioho com labyrintho para mi
pilos a ialLcio do Isbvrioiho a 1 e s ItUO.
Lavc, torcal eneitada. da vidrilho Moa
e 040 ra.
Eureile. preto. coro vidrilho. a 8*000.
Ricos eufeites a turca e Garbaldi a 51500.
Ditos multo bonitos a 21500 e a 3*500.
Deiudodio-MsaBoslrssftcshdopeahor: na
i? Slf rU> dt ,mperi,ril 60' Gallo Vigilante.
Na bem coabecida a a o liga loja qae (ai do tal-
lecido joio Ceg ai raa do Breapo o. 7, aaade a
respeiiavel publico acbari am graoda sortssaoa
lo de aercadorias tendentes e mladezes qae vea
da por precoa baratissimo. por meaos SI por
ceolo do qae em ouira quilquer porte, a saber :
Quadros dourados
muito finos para anfeite de eala pola Hrattosisa.
prego de 10 : s oo Vigilanl. raa da Creaaa
numero 7. ^^
Espeios
com moldara doarada grandea a. 36 s 27 5a.
Sito, menores o. 30 a 34 a 4.
Ditos maia pequeooa a.87 e 31 a 81500 : s aa
Vigilante ras do Cre.po a. 7.
Toucadores com gaveta-
Grandes ioucadort. com gaveta a com escol-
ente vidro pelo baraliasisso praca de 8.
Ditoa em cala proprioe para fisgeos com re-
piriimentos para oavalbs. a sala perleacea aara
barba 2 a 21500, ditoa eem p4 e orttoait. v"
dro proprio. par. cim. de Bes. s 5: s ao Viti-
lanto ra do Creapo o. 7.
Para senhoras.
Riquisiimss cairas d. costuras d. todo, m ti-
manboa ricamente enfalladoa poto barattoaima
pr.;o de tJOO. 4. 8 o 12f : to ae ViatUato
ra. do Creapo o. 7. *****
Escrivaniohas
Tioteiros oa escrlvaolnhss com campa lado da
metal a 4 : s no Vigilante raa da Graspo a. 7-
Gasticaes e palmatorias.
Cisticae. de metal amarello a branca alta
superior a 1|W0.
dem palmatorias a 300 rs.: t ae ViaJIsate
ra do Creapo a. 7. ~ v:
Para voltarete.
Liodaa caizas para voltarete a 2&00.
Ditaa muito grande, a 8.
c"}" P,r o meamo mallo Boas a 800 rs.: a
oo Vigilante rea do Creapo a. 7.
Para rap.
Lindas caizas de tartrea-a a 8.
Ditoa de bfalo malta loaa a lf. '
Ditas de masaa a 100, 800 e 500 ra.
D,",d meul malta lao 300 a 100 ra.
na Vigilsnt. ra. do Crespo a. 7.
Sapatos de borracha para
senhora a i$500 o par.
Batamos ao mes Msriaaao, a por toso 4 ato as>
cessidsde que aa saoherss qee bom ao .ppMsam
a dase boa davocio se areviaam de aa par o
spalos de borracha pora aaeira tarea eo pe. isa-
pusrdsdos da haaanidade, a ea altaccie a Ha
faato e loavavel fia cateo ee veadeado a ttaOO a
par: oa na do Ouetaado, laja degala traeos
naa.ro 16.
Vendem-se dous paves:
neota typographia.




Re
ARIMAZEM PROGRESSO
*
Francisco Fernandes Duarte
larjgo Aa Penba
Vende-se ueste irmazem de molhados os melhores ge-
oarae qua reta a eite mercado t eos nanos S a 16 por acoto do qae ara entre ojeasqaer parte,
garentindo sb a bo qualidade, i or iaao rog -ae todoi oa Sn. da pr*ca, da aoganho a lavradores o
Uoc de manoarem anas encorr roeodae ao armaxem Prograaao, afim de veram a dlfferenca de
preeo e qua ti da de-que fai, ae faisora compradoa em oulta qualqer parte.
M.&tt^e\g* infiel a dQ primot, qu.iid.de a 800 a tJWOO a libra, e ea barril ae (ara
abatimento.
ML*ntalgft frtnaaia, miU MM, m rf#i, Ubrt, #m iartn, *& liySS^il mais ,i,ptior que ha no marcado a 2|80O a 2*500, a libra.
Cll UUXim imiundo a perola, pela ala superioridad* |M9. e 29600 a libra;
VIVA "Jl?Si\0 unico p^jj ct joeotea que se tratam com a bomeopatola a t*500 a Ubrt.
QVAljM QlO VilHO ,B,edo oeste ultimo vapor a 2|fi0, ditos ehegados no ultimo
navio a 2*2)0
Quj9 \ondiriaOS 0 que ha 0(li#m Beil# gener0 i|ooo, a Ubra e em porcjo se
faz batimento. t
QUftl JO pTaV 0 mai, saperior qa tem vindo a este mercado a 19*00 a libo
Vte^unto inglez pa*a \\an\\te m,Uo n0T0,610 rs., mk, % em por-
Sao se far abatimecto.
CktSlcVfttaS llgVt.ftS propriaa.para fiambre a 800 re. a libra e em porfi a 700 rs.
^flXUlt9 A Tl\lliO d, lap,rior qualidade a 480 rs. s librs a Inteiro, a 440 M.
SalaHl o malhor netisco ju > pode ha ver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra, o
em por^o a I00 rs.
1 OUC1111&* dO TOlf LO mat0 ore a280 re. a libra, e em turril de 3 arrobas a 7*000.
C\*0tttt.Ca8 e poAaft d VombOS a m ri< Ubra# tm porcio se fax abati-
. meato.
laalaS COBa 45H.OIlVl(jaS jj, pimplas para ae comer viadas aprimeira Tai a este
mercado a 2JO0O ca a urna.
anYia de poteo ? aaada eln lU com 10 librai pot 45oo cada uma.
Bail\ia d pOTCO muUo flo8 alTa 480 llbri em bin a W0 ra.
nflLaTIIieada lTOpWriai d0 afamado Abre a deoutros mullos (abrieaoteade Llsbos
a 800 rs. a libra, e em porco se (as batimento.
Latas com frotas de doce em calda como aeiao perii damascosPe-
cego, alpexe, e giog ,, a 800 rs. cada lata.
Matmdada de aVpCT^e em latas de i libra por 1*200 Cada urna.
Latas c^maiuieodoHs confeitadas coateado mila conreaos auacar
candi, multo propiio para mimo, a 2*000 cada uma.
Doee da C^aea dli g Alaba miUo fln0 a 800 re. em porcio se (ai abatimento.
H tCC Sff CCO e e^Calda de dlflerentes qualidades, em lataa da 4 e 5 por
29500 cada uma.
C*Tto co bo\V Crancez proprioi para mlmo a5o ra.
Y*&tsa$ em caxlut a* de 8 libras milit0 n0T. por 1S30o retaiho a
480 r*. a libra.
*gOS a C maWBf* ruulto'aooa, em caixaa de 8 libras por 1*500. ditas com 4
por 15500, ditas coa 2 muito bem eofeitadat por 900 ra. cada uma.e aretalbo a 320 ra.
libra.
Ervllha* fr^i!isex'\ii e portuguezas em UU| da x Iibrai por io n.
ditas em meiaa lates a 500 rs.
WLae>de tomate eBI litM de x \m* porsoo rs.
ALmetido^s de tmz% mole ma[u noTas a 3M rs. a iib.
KOliCS a J20 rs.s libra, e 3jjiOOO a arrobe.
A.WrAxto8 f TaUCeaS e m iataa com 3 ilbras por 398OO, ditas com l li2 por 1*500.
L'faelxaS pOTtilgls.' XaS 320 ra. a ubra e em catxa se (ar& batimento.
GtbOCOlat lieSpika\ola 1g500( dUo [raneei a 1J*00 dito porlagaet a 800 rs. a libra,
afiaoQi-se a boa quilidade.
BolaXlllua d8 B0a ec, iaiB8 com diHerentes qulldsdes, s 1J440 rs.
^rlaJ S paYa pa Wrtii maCarrao e tlharim. a 400 rs. a libra e em caixa por 8J000 rs.
ValltOS de deUtefi i,iad0s, molhos com SOmacnhoa por 200 e80 rs. multo flnoa.
SeTe^aS em frasC0I com', i 1J2 libra por 800 rs.
l.lJiaaa 200 rs. cada um, emporcio se (ai abatimento
Bol^Xlllh^ 10.glCl.fA a mais n0Ta do mercado a 320 rs. a libra e em barrica a 4*500
w^mm* p8ra eogomma r muito alva a 100 rs. a libra e em sseca se (ai abamento.
IreiXe de posta em latas das melhorea qualidades de peixe que ha em Portugal a 1*600 ra.
^SpCTmasete i-pe:or de cioco eseis, velas por libra a760 rs. eem caixa, a 740 rs.
5>4kffaillUaS de Nantes em latas maito oras a 400 ra.
VeiX.e atlim je a(Ip(rior quaUdade a 10 rs. a libra e em barriscom S arrobas por 7|.
ALieiti dOCe refinado Je differenles marcas e o mais superior que ha a 800 rs. a garrofa
e em caixa a 9ft
VlllbOS engaTr&t neste mercado a 1*100 rs. a garrea eem caixa12|000 rs.
VinVlO eM pipa p3.t0, Figueir'a e Lisboa a 560 agarrafa e em caada3*500, 4 e 49500.
SetirCJ^ da8 mais aCred:lidas mareas a 59 rs. deria, #em gaiTaa a 500 rs.
W.flAURpagae dss maf:a3 mais superiores qae ha no mercado a 159 e 22*000 rs. o glga
Cognac Illgle a 1(00o ri. a caixa e 1200 w. a gaaraa.
Gettebra de H.Vianda v9rja(ieiraem rasqaeira a 81000'ra. e o (rasco a 560 re.
Tmaras do ILgy |itO a 6tr8t t libra a em.caiainhaaeom.0 a 10 libras por 5f.
Csenebra Ingleza., 10gO0O M. a dtIia e a reuiin 19000 a garran.
PUt9S d g*Z a s#800 rs. a gro.
!* refinado em potes graci.es a500 rs. cada um, em porejo se (#4abatimento.
Caf
VIH.
Veadem-se a* vetdedeirea huaa d Jeavia,
da cores, psrt Nahan il| I96M imnisi
Imneratrlx, lojada boa ( a. 74. .
Lindas bonicas de diffe-
rentes tamanhos e quali-
dades.
A loja da agaia branca acaba da recabar a saa
aaaoaaaaaada de lindsa a bem Teeeidaa baoaaas
(raacaaaa de 9 a 2 liS palmos da altan, >s quaet
oa Tardada rieram taa perfeitas a bem arraoja-
daa ana amam as vtr lnfalliralmaote deaaja com-
C>-Iaa, aocqae urnas slam da (ormoaura tem
llar cabellas eaeaiadaa, aatsaa aaoitaa. ata*
adoiiohoa Gatibeldl ata., ata., e tadaa em fias
aa tedispaosircis stias balo ; aislas cora rece-
ben igualmente outro bello aorllraento de bone-
css de-eboro tanto da masss como de cera aendo
estas da olhoa moTaaieos a da dfffarwtaa tama-
aaoaat*9 pataaaa. agora peta a mechar ee-
asetie 4 %a)alquac paaaoa mimosear ama saal-
na qae saja sus fllha, parala oa conhacid, di-
rlU'nd'-sB primelro (munido de fllnheiro) a toja
da agaia araaca ra da Queimade a. 16, afim da
comprar ama deaaaa booesaa o outra qoalqaar
aoasa da afMdo.
Bandos oa crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de dina muito grandes e bem
feitos.
A loja d'aguia braaea avias a todas as senhorss
H hariam mamiado procurar a eacommeadar
eaaea naaaaaarlos crescentes de caballos humano
(e mesmoaa qoa da novo preciaeraan) qae ellas
scabam de chegar, tao bem arranfadoa como jus-
tamente ce deseja-a sendo o sortfmeoto de pre-
toe, oastaabos etc. a muito bem WeWas aaa pe-
3usaos peatet que serraa para praadar, triaaa
e ao meamo lampo enchimeota, do qua reaalta
qua uma aeahora com um par deasea crescentes
pode msrkvilhossmeots (atar o amarradllho de
sea cabello em qua deiie pareaaef a (alta qae
dalles sentia, cuela cida par 59 ; tamban ha
bandi de atina mu grandes e bem (eitoa o ma-
lhor que em tal genero se pode dsr e vendem-se
a 29 o par, tudo ino na bem condecida
aguia branca ru do Queimado n. 16.
Eisino pralfco-lhwrico
DA
lilagna traneexa
Segundo
o itv wmm
Dr. H. G!bllendor(r9
PABA
Aprender a lar, escrerer, fallar a tnduiir a aja
lingaa em aeis mases,
roa
Cicero Peregrino^
Baoharel em dlraito.
Obra inteirameate ora, e nica esecripu aaa
portugaex por este ayaUma ; approvada palo
conseibo director da ia-trcelo publica desea ato-
Ttaaia para o usa ata aataiaJacamaatoa) da las-
trcelo aasuadarla. Acha-aal venda noeaeripto-
rio do autor, roa da Queimade n. 28, primeiro
andar, anda os aa ahorca assigaantaa poderlo
maBdir bascar os seas exemplares.
Rek)gios
. Vande-se aa Usa da JohDaton Patar & C,
. u do Viga rio n. 3, um bailo sortimento it
1 elogios de onro, patn ingle, de um dea mais
afamados fabricantes da Livarpool; umbem
ama artejada d> bonitos traacsatiat para os
masmos.
Polassa a Russia,
Vndese em casa de N. O Bieber &
C., successores, ra da Cruz n. 4*
M06AUIAXBR8
PROGRESSISTA
N
DUARTE St .
ra das Crines de Santo Antonio 36.
pareaamaas
daaoaproaxia
loja tfs
vi
sem segundo
Na roa do Qeetmado ni 55 toja da miadaxaa
de Joi de Azevedo Mai a e SUra, esti rendando
*- Vende-sa aa (recuezia de Isojuca o aoia* tod" *s Biudesas por prec.es ja sabidos a co-
nho Diimaole, lodo bem montado, com caaTda Bfwcldos
Tirenda, seazata. olaria. dislilacio, eslrlbaria, Crotaa depennas de arcedo todas as quali-
casas pira lsrradores, tudo da tijolo e cal, moa ,,**, ..
d'agua e multo bom de producclo.com larras Nafeleade hnha que palo tamsnho a todos
para-dar aaaia de 3,000 paes anoualmaota, aam "dmiram a
larras anda por descabrirem mataa : quem pre- Caixaa de egulhaa (rancezas a
tender comprar, poda dirigir-se ao meamo enge- Caixas com IQoete muito finos a
nho tratar com o proprietario, ou no Recite com Caixas com ipparelho paca entroter me-
o Illm.Sr. cura me dador Lemos Junios. i ntnoea
SouhallMellora&C, tando recebido or- Ditas ditos grandes a
dem para render o seucrescido deposito darslo- 5alnoi portugueiea a 120 a
gibs risto o fabricante ter-ae retirado do neg- ro" d boU>e pequeooa para calja a
do ; convida, portento, s pessoas qoa quiteram "*oa" P" onhas maito finss a
poaauir um bom ralogie de ouro oa prata do e- Ditas para costura muito superiores a
lebre fabricante Kornby. a aproveitar-sa da op* Bsralbos (raneexes pan roltarata muito Q-
portunidade sem perda de lempo, para rir com- no* '. ,, ,
pra-los por commodo preso no seu eseriptorio Agalheiros com agulhaa franeexaa a
ra do Trapicha n.J8. Caivetes de aparar peonas de 1 (olha a
k m o< a^ ^ -a^______ Pecas de tranca de laa com 10 raras a
ArgOlaS de aCO para CaVeS Ditas de trancada lia da todas as cores a
rendem-se 200, 540, 320, 400 e 500 rii, na rui Pares desapatoa de tranca dalia a
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se ns ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16, onde se acbari completo aorlimento.
900
190
1
60
240
500
200
1S0
400
400
Berseguius inglezes.
Na ra da Imperatriz n. 10, defronte da bone-
ca, loja do Piolo, recebeu pelo allimo vapor um
grande aorlimento dos j bem acreditados borse-
guins ingleses, que rende por 10$ e 1 lg a dinhei-
ro logo contado.
310
80
89
200
800
11180
106
320
100
200
40
20
60
100
Carita de alfioetes franceses a
Parea de luraa Oo da Escocia muito Anas a
Ditaa ditas brancas grossaa a
Eacovat para limpar denles muito finas a
Massos com superiores grampos s
Cartdes com colxetes de algum defeito a
Ditos de ditos superiores s 40 e
Dedaes de fundo de ac muito superiores a
EoQadores para vestidoa de senhora com 4
?aras a .80
Calas com colxetes francezes a 40
Cartas de alunles de (erro a 80
Charuteiraa muito finaa a 19000
Tinteirasde vidro com tinta a 160
Ditos da barro com tinta auperior a 120
Areia preta e aiut muito fina a libra a 120
Teuho nova remeeaa de labyriotbo para ven-
der por todo prego, aesim como lenho trancas da
da difTerentes corea par* render por todo di-
nheiro que offerecerem.
Muita atteiujo.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
Para liquidar. ,
Calcado muito em contaa
Na loja do Pinto, roa da Imperatriz n. 10, de-
fronte da noneca, acaba de chegar na jcompleto
aorlimento de calgadoa doa melhores fabricantes
de Parta e Naotea: botinas de Melles, de bezerro
e cordevio, tanto de aolls grossa, como de sola perador u, 40, vndese roupas fetas
fina, botinas para senhoras e meninas, sssim co- de ^^ quaUdades pelos precos
mo um grande sortimento de boreegeins inglexas HM "" f "" *. \
que se vende por menos do que em ontra qual- mais baratos possiveis que se pode ima-
quer parle, e todo o mais calcado ; a dinheiro ginar, pois pode vr os freguezes com-
prar porque pechincba.
Algodao da Baha.
Proprlo para roapa de escravos e saceos de aa-
sucar : vende-sena ra da Crnz n. 1, eseriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & G.
- j Arados americanos e machinas
lavar roupa :. em casa de S". P.
i C ra da Senzalla Nova
Borseguins.
Ra da Imperatriz o. 10, loja do Pinto, ven-
para
1 dinheiro a vista para li-!J0hnston
u. 42.
A boa fama
na ra
i zas da boa fama.
Milho e farello
mais nova do mercado a 280 rs. a libra, em porclo aa (sz abati-
lavado o que se podn desfijar nesle genero a 320 rs. a libra e em arroba a 9g50O, dito mais
baixo a 280 ra. a libra o 8g000 arroba
SevatUnttadelranQ
monto.
9%gB. mnil0 D0T0 0 jro ;ijo rs. s lihra.
U *T\l\lia 00 reill(l it3 C1 ,tCBf SSg e galega a 140 rs. a librs.
IIIwL 9 Haranhio alva a cLe; roza a 160 rs. a libra e em arroba a 49800.
HltirviAuas, ecai milUa n.JTt> ,tMrM ubr.
\ \%& ae carnauba reun c as a 400 h. a libra fcem arcaba a 129000.
Llfelta oca de Lisboa a '20 rs. $ garrafa, sfisnea- se s boa qualidade.
Yifiagrft aUsboa a 43 s. a garrafa, e am sanada a 19800.
V V"ts0Grierei a 1J600 a ,;aiTaa e em caixa se fsiahatimanto.
aJlt^branQO e.maia super "*or hoje de flc aom u pretorio at a chtgada dio primeiro vapor tind da Europa, pelo
2 ea?ro novo sortimento e niio serei pregoi$oso am o publicar ao reeneltaTel pablleC
Borseguins de lastre para homem a 89-
Ditos de bezerro para homem a 81.
Ditos de cordaviopara homem a 88.
Por este preco a
quidar.
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana d-1 Teoda golliohas e punhoaeom botoes para aenho-
superior qualidade em casa de N. O. i ra> fozonda muito boa, pelo baratissimo prego de
Bieber & C successores, ra da Cruz'2 : na ru,do Queimad0 n- **' ^ *-
n.4.
Obras de metal prateado. ]
Em casa de N. O. Bieber &. succes-
sores, vendem-se apparelbos completos
para almoco, porta licores, garios, a
cas, comeres para clte sopa, galhetei-
ros, copos e outros muitos objectos des-
te bem conkecido metal, pela sua boa
qualida le e duracSo : na ra da Cruz
n. 4.
Novo sortimento de cascar ri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba dereceber um doto
e bello sortimento de cascarrilhas da sed* de
muitas o differenles corea, e veude-se 4 19500
a 295OO ris a peca, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16.
Farinha de mandioea
superior ; nos armazeas de Tasio Irmaos.
Vende-se doce de caj secoo a da limao, e
mangaba aecco, aaaim como svpreparsm bocetai:
na cidada de Olioda, ra de Malinas Ferreira no-
mero 12.
Ra da Seuzalla Nova n. 43.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. i dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Ra da Seuzalla Nova a. 41.
Vende-se era casa da S. P. Jonhston & G.,
saliios e silhdas inglezos, caodieiros e easticaes
bromeados, lonas ioglezas, 6a da vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, e relogios de onro patenta
ingles.
Superior catde Lisboa.
Tem para vendar em por$ao e a relalbo Anta-
nio Luis de Oliveira Azevedo & C., no aeu aa-
36
Os proprietark deatas acraalmda um.....j, _
sos freguezes qaapor lodos es vaporas a navios da Europa,
Mn*^i".r"q"raiasota paaaaaa aaearragaaas davarsaa aoeMaa da brapa.
pava os aeouwram, a as alean por meos 10 par eaate do qaa ata atara yaajqiaar part, per rato
rop-te a todoi os Srs. da praca, da eogenho a lavradoros o fator da raandarem saas ^mmandas
aje noasos armazeas, afta de Tarea a sapariav qnalidada da aanaroa a ditferanca da psaaes.
Mailtei^a ngleza flian ^^4^, tX lf rs. a Ubra e em barril se
fari abatimento.
Manteiga franceta .,ot..?o.. i.w...barril.tm.
Cha hySS^ncBjattaaperiate^taaaw^ MttO i labra.
Cha huXilfl e aaa hada rnabor ne)tegenero a 29500 a 3*000 a libra.
Cfl pretO aiio superior vindo a primeara ven ao noaso atareado a 29204) a libra.
Cll hjSSOn 0 clhor qua vea do Rie, em lates de ama libra per l9Mt a m prela
sefarsbstimcato. *" ^^
QUejOS dO reinO ehee^oaiieateaHiatovapora2800adoseliaa>loaaaaa^
ao a 2f)400 eada um.

QUei JOS SU1SSOS o mais superior e miis frescos* que tem viada ao mercado a 19 a
librs.
QUIJOS pratO como nrjDCa vei0 ao nosso mareado a 19100 a libra e inteiro 49000.
I aiOS e CnOUri9aSmBtonovosa560rs. a libra e ea f^reio safar abetirnonie.
LidtaS COIU II f I^Ufsja'jj pronptes para te eomsr a toda hora, viadas a ptimsira
ves ao nosso mercado a 19800. -
\reiXe eiH Irttas dediversoa tamanhos, savel, sardo, pargo. pescada, cavalla, Ragas-
dos fritos, atm maraado, robllos e lulas de tigelada, da 19300 a 2*000 a late.
ToUClllho dO rt-MOmuitonoTOt8a0rs. a librae99500a arrobas taaabm
temos para 240 rs. a libra e 6500 a arroba.
Ba IIha de porCO em latas com lOlibras por 49400 a 480 a Hbra.
>1 rmela (la imperial de todos es mmtmim de Lisboa, em latas de libra e
meia e % libras a 750 rs. a Hbra
LataS COII1 frats etll eald* como sejam pera, pecego, damasco, alper-
xe, ameixas e ginja, a 700 rs. a late.
VI a r melada de AI per Ce m Utas de 2 libras por 19000 cada nasa.
DOCe d* Csea d* gOiaba 700 rs. e em poerlo se fari abatmeoto. *
U CCS SeCCOS de dUtarentes qualidades em boeetas muito bem arranjadas a 3S0OO.
1.3 mar S as mais superiores quo tem vi ralo ao mareado em caixinbas elegantemente en-
feitedas a 2950B o 60(r iav a libra
Passv era cxuhas de & libros, 9500aoo inva.
h lg"OS da comadre muito novos em cixinha de 8 libras e muito bem enfeitadas a
a 29200 e 320 rs. a libra.
tfrvilhas francezas e portuguesasa64o 720 rs. a uta.
MaSS de tomate'em lates del librra a SOOrs.
AmetldoaS da CaSCa mole amito novas a 400 rs. a libra.
"W OZe8 muito novas a 200 rs. a libra.
AmeixaS franCeS'-) S em latas com 5 libras por 49000 e a 19O00 a libra.
Ch ^COlate hespallllol a 19200, francez a 19000eportugueza 800 rs. aUnra.
Bol* X lilla d 80da em latas com differenles qualidades a 19400 a lata.
MaggaS pa ra SOpa njacarrSo e taiham a 240 rs, a Vibra e a caixa por 59000.
Caixinh&S muito bem enfeitedat com pevide, rodinha, eslreUinhi, ttc. a 700 e 800
PalltOS Xa-doS para denles em molhos com 20 macinhot a 200 rs.
Se rejas em frascos de libra e meia a 700 rs.
Tijolo FratlCeZ para limpar facas a 180 rs. e em porfi se far abatimento.
Mspermacete SUperkr sem avaria a 740 e em caixa a 760 rs. a libra.
Sardinlifltsde Nantes muito novas a4oo e eoo rs.
Al pista muito Dova a 180 rs. a libra e 59500 arroba.
AZeite doce refinado de divercas marcas a 80U rs. a garrafa e 99000 a duzia.
BolaChilllia inglezaa mais nova do mrcalo a 300 rs. alibra 4920 a barrica.
Goma muito alva a 100 rs. a libra e 29500 arroba.
VinhoS engarrafados duque do Porto, genuino. Porto fino, madeirasecca, Careavellos, nc-
tar, feitoria, velho secco, Muscatel a 19200 a garrafa e 129000 a duna.
DtS empipa Porto, figoeirae Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa e de 49000 a 49500 aca-
nada.
Vendem-s saceos com milho auperior, de 138
libraa 8.49300 por sacco, e farello a 3J5UU : na
ra d Madre de Deoan. 12.
Vende-se ou arreoa-se ama grande pro-
priedade maito perto da praca, com grande ola-
ria de dous forno, oapella, uma boa casa de vi-
venda, diversas casas habitada!, dous Rrsndes
viveiros, maltes arvorea de frudo, inclujive di-
versos coauairos : a tratar com o Dr. Souza Res
ou coca o majur Belarmino do Reg Barros nea-
la cidade, oa na Magdalena.
Novos e liados
nfeitespaf* vestidos pretos
e de cores, e ropinaai de
criancas.
Em apropriado tempo receben a loja d'aguia
branca um bello e completo sortimento de eafei-
tes de seda para vestidos pretos e de coree, e rou-
pinhas de enancas, sendo trancas e bordados de
I novos a lindos desanos, diSceis tecldos, ton
as qaaee pode-ee rom gosto o modoroissimo en-
feitar qualqaer vestido ou roupinho da crianQa.
Ao passo que ditoa enfeitea todoi geralmente
agradam.a commodidade doa precos anima ao
comprador, e esta verdadessrft verificada por to-
dos qae aa dirigirem a dita loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16, cujos presos estio mar-
cadoa nee amostras, aa qaaea ae daro com pe-,
nitores.
Calado
criptorio ra da Ce n. 1.
Rosas arlificiaes para ca-
beHos.
A loja da aguia branca recebeu booitaa roaaa
das que se esto ussndo para os caballos, ven-
de-as na rus aoQaeimade loja da agaia. branca
o. 1IV
Fita branca de borracha.
fila da qae Uata (alta baria acaa-se boja
oa raa do Qoaimado loja d'aguia branca n. 16 ;
assim como Blas (roaiae oa elsticas brancas a de
.ores para debrusr vestidos.-
Joo Jos Pereira com loja e fabrica de cale
do oa roa larga do Rosario n. 12 junto a botica
do Sr. Pinto, participa ao publico que tam ex-
posto'em a dita loja diversas qualHades da cal-
cados feitos na raema, os quaes sio sem diffe-
renca alguna iguaes sos francezes. nas como o L
proprietario nao pode aer juiz am causa propria
por isso pede aos seos numerosos fregaeies e so
publico em geral, qua ainda mesmo' qua nao
queira comprar, comtudo vanhsm aampre ver as
amostrss e admirar o trabalho doa artistas per-
nambacanos que trabalham em sea fabrica, pota
ae aasim o saram, indubilavelmente apreciaro
o esmerado trabalho doa meamos: e se alem da-
so attenderem a eitacao actual jimais dsixarko
d comprar porque atear de a obra ser da multo
mata duracSo scresce mai* a ctrcumstaneia '
eustar um diminuto pre?o em rllelo aos
ceses.
SeiVcjaB das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
GlUmpailhe das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 ogigo.
Cognac ingle a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra de Hollallda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o fraseo.
Azetan&S em ancoretas as melhores que ha no mercado a 29 e a 400 rs. a garrafa.
Traques superiores em camnhss a 109 e a 320 rs- a carta.
Pt llt S do gaZ a 29500 a-grasa a 240 rs. a duzia de eaixas.
^A refinado em pacotas de mais de uma libra a 240 rs a em porco lera abatimento.
Caf dO RiO o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e 99000 a arroba.
SeVanha de FranC i amis nova do mercado a 2i0 rs. alibra.
SagU' muito novo a 320- a libra.
Farinha do Maranfa&O mnito !* e aova a 160 n. a libra e 49800 a ar-
roba. ..
Velas de carnauba e de composigao- a4oors. alibra e a ni
a arroba.
Vinagre purO.de LSOOa a20 ra. agarrafa ea 19800 a caada.
GrPD de biCO muito novo a 200 rs. a libra.
Peras seccas era eaixinhris a 0uo libras a 29500 e > 64o a an.
Marrasquino vardadeiro dezara.de limone, caf, menta, geaepro, raauderfantara,
euraeu; rosa sublime e outras qualidades de 19500 a 29 a garrafa.
Bat BtaS 6m gajos de uma arroba por 19000 a 40 rs. a Hbra.
Comnh0S os mais novos do mercado a 800 rs. a Ubra
Erva dOCe muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOZ COm toque dO avaria a arroba.
CbariltOS verdadeiros superiores a 29 a eaixiaba de 50.
Salmn era lataS > duas libras o mais bem amajado qe te viudo ao mtr
cedo a 19400.
MaUtega em lataS com 4 libras a melhor do mercado liciado ermeiieamente
39200 cada uma. _^
Vinagre m garrfoes com 5 garrafas de superior quaudade a 19*00.
- AT&T Uta verdadeira muho nova a 319 a libra.
AlAdaattt lonaroa encontrar o resnehtvol publico em nostos arffas.Sc um ea
toUta XSBZn maftadbs.

j
*
-
_
^aj--^.

aaMalattl


^*
*itMft flHIA 0B MUO DI M0t
: DI t 'IITUII do pa
-de taun
Arroz da l(ia
coa toque de afana em. uceo i 4i 5 irrobaj
SI a 1|200 a arroba, timbea | mi con batatas
1|: noe armazena Progreseivo n Progr*e*iita
no largo do Carino u.9 e raa sai Crazea a. 36.
Grande
l%uida^ao por iodo
o prc?o, na bi5im co-
nhecida loja do Ser-
tanejo.
[Rna de Qoeima n. 454
Barato que admira.
CJUseacar.a tto.ia 160, 130 a MO
r*., cortas da veatido priioi bordados a
vallado palo baraliaaimo prnca da 85*
65|, dito adamascado*a 5fq *36*. sahi-
daa de bailo da fallada leim 15| a
16, camisas pira senbora a 2* a a 4,
toliiahis a minguitoe a SfdO, 3*500
4t500. golliohi* de eambrai.i burdidu a
720. 800,1|. IgaOO e 1|500 rr., diUa Ja
016 bordadaa a 240 n., casare nes de fai-
teo a 6, 7| a 83. meias de i e>:la braacaa
* pretsa para icohora a tSSKi o par, ti-
ras de babadoa a 800 a 1, li < de qaidra
aafeaUdaa a 360 400 re. a corada, cam-
beaia preta a 440 o 480 re. a i ara, orgau -
dys de cores a 680 rs. a Tara, 016 btan-
co adamascado psra cortinal >e a veati-
dea a 4139 e 540 ra. a vara, canea da col-
tota ala aaemira bordadoi pn un a 3 e
3*560, Utos de relindo da cfn e preta a
4, 5. 6 o 7, paletcU de irisa brinco
trnceles a 4 e 4*560. dito ele caseai-
ra da corea a pralos a 16 e 18, ditos de
alpaca preta e da corea a 3|S00, 4 a
4500 e 5. camisas do peitc de lioho a
2*500 e3#, corlea de coltoto di gorgarao
da sada a I800 a2. 2*500. i e 4,col-
letee faltos de Brim tranco a 2* e 2*500,
diosde gorguraoa3* c4J,dii ra a 4*. 4*500 a 5*. ditos de i el ludo a g.
7 a 8, ditos da faitao da caes a 1*800
af*800. meiaa da li para hornea e n-
nhora, di tea da algodio cra.in psra ho-
mem duzia 1400, 1*150 e 3j|!:0l>, ditas a
8*.4e 5*e duzia, ditia pa ;u menina a
9|600 8*800, dasia fina* a menhoe, ditos para minino a 2g a 21500
a daiia, pecas da algsdla a 81800, 4* e
4*500. chitaa (raoceai unas a 140, 280,
300, 31 a 360 ra. o corado, 616 barda-
do e liao, grioalda braocaa m ramo*,
chalas de froco, espirlilhos, chapeos de
castor para homim, pannos para men o I
um variado aortimeoto de rovpis feitas
qae tado ae vende por baratsimo preco.
Facas e garios ci todas
as qualidade s
Vendem-se dazias da facas e garlos eom eaboi
de marfim o tnaia floo que se pode desojar pelo
barato prejo de 16*. ditia para sana misa a 14|,
ditas moito fioas de blan;o a 63100, ditas mili-
to finas tambem de balanco e coco doas baldes a
7. ditas imitando as de batanea a 61. ditas para
sbremela fazendi moito superior a 5*500 a 6*,
ditai entrefinas s 2*500, ditas p.ira meninas a
320.400 e 500 rs. cada talher e al. m destas qua-
liladea eotras multas qne se veodea barato : aa
rna do Q timado na bem conhecida loja de miu-
dezaa da boa fama n. 35
Para violo.
Vende-se muito snpeiiores corda para riolao
pilo baratissimo preco de 120 ni. cada nasa
bordao a 160 rs.: na raa do Quein.ailo na loja de
miudezas da boa tama n. 35.
Ricos sinlos do orados.
Vendem-aericoi sinlos donradci bordados pe-
lo banto prego de 2*500e 3*: na toa de Quei-
mado loja de miudesaa da boa faiuu n. 35.
Papel de todas a.s qua-
lidades.
Vendem-se resmas de pipel de
mais superior qne se pode enconlr
preco da 3*400 rs., dito pautado
ualidade a 4J500, dito almaco mt
ito almajo rere a 39600 e 4180)
a 4 e 4*500, quartoi de papel oe
aadernos a 720 rs., dito braoco
I e 1*200, dito de quadrinhos a 1
do eom 40 quaderoos a 2f, caixin
de beira dourada a 1*500, dita coi
1* e ontraa mais qualtdades de pac
de barato ; na ra do Qaeimado m
clda loja de miudezas da boa fama _
O bom e barato ma boa
T1 eso grave o
ar peto barato
de mnito boa
lio bom a 3.
, dito pautado
cores eom 20
nuio bom a
S, dito paeta-
ias eom i i anrelopes a
el. que se ren-
bem coohe-
n. 35.
fama.
Veadem-se pentes muito finos ce marfim para
bichos vindos de Liiboi pela beritiseimo preco
da610. 800.1|500. 18800 e 2 cada ara, ditoa
para alizar a IgOOO a 2$, ditos de bfalo pretoa
a braoco* tambem pera alicer ti coaita bons a
500 e 800 re., ditos entre linos a 280 re., da-
zias de carreteis de linhas de 200 jardas de as.
50 a 80* 720 rs., grozas de bo'.ei fiaos para
calcas a 240 n., dita* de loaca bnincoa e pinta-
danos para camisas a 160 e 140 ri., sgalheiros
da marfim muito bonitoe a 800 n If cada am,
ditos de osio torneados imitando 30rs., flgas de marfim branca e eineirnadas a
320 rs. cada orna, agulbetas de ni irlim para en-
fiara 240 n., groza debutoei mi ito fino* raa-
dreperola para camisas a 640 e 84)0 rn., tesourai
rancatss muito fioaa para costara n ;abello a
2* cada ama, dita* eom pequeo Uqiie da ferro-
gem i 1*500, ltahaa de psao 100 re a miada'
dtis para bortar a 160, 200 e 300 re., dita frou-
xa e 60 e 80 rs. e outras muitai tensa* que se
raade por menos do seu valor : nn ma do Quei-
ndo loja bem conhecid de miv dnzas da boa
fama a. 85.
Perfumaras baratas e de
boas qualidades.
Vende-se para acabar moito Ixms labonetes
reme de amendoaa em caizas de loaca a 500
ra., frascos eom a bem contiendo cndalo a
1*500 e 2*, fraseos eom banha ti anspaienle a
900 rs., ditos palhcholy a 640 rs laixinhas eom
nova qualidadesde eiaractosa lados ejuito finos
a 2, ditas eom 11 tambem multo fino* a 31200
fraacosgraade* eom ages de colon a muito su-
perior e bem soohecida a 1*500, :!ji e 3*, pasli-
lbas muito cheirosas de Lubeo pan conservara
roupa Ifrrada traca a 1* cada piie'l, ditas do
mei'ao fabricante proprias para le fumar a 2
cada caizinaa, duzia*de nbonetei muito boa* a
600 n. e ontraa maitas qaalidada q e a* veade
mnito baratas na ma do Queimed< na bem co-
nhacida loja de miudezas da boa U ma a. 35.
Colheres de todas i,s qaa-
lidades.
Viniam-ie daziai de colheres i metal para
Mpa de lo boi qualidada qne aada fim dera-
do a* de prau p#lo baraUatimo p *;:o de lO*.
-- 9xi f < meUI "*ania para
apa a 5\ dita*para ch a 2*500, (lUii para
tUar eopa multo auperiore a 2Ki aada ama.
Alas para urar aaaacacaSOO re. i ea de tadas
astas colheres fiaisnmis ha oatr.it qaalfdadea
M^a*r1*M'MM endaai bit ,|,, i na uu
^MUaada aa bem conh.cid* loj da Diada.
"da boa fama n. 35.
sen> igaal.
Cartea da ekrta ffaneaca e aapartor qaalidaa*
e da asalto liadaa padrcaa,-eom 11 covadoa cada
corte, pele baraticsimo fjraea de 2*500 cada am :
ae laja do sebeado d* qaatra aadarea, na raa do
ereepo a. W.
Attenco
Cbegou para e loja da rielada,. candiekna a
gac a novoa goitos e modelos, Uoto pira aila,
como para escada e quartoi e paa ontraa maiUs
eaacat: na loja da victoria na raa do Oaatsaado
a. 75.
Gestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempe 4 proprio da* meniaa* irem para a
acata, a par isao boa aaa rao composlai eom
ama aaa novaa a bonita* aecttohaa qae ae raa-
dem ca raa do Qneimado loja d'aguia branca
a* 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de raceber por
amoatra urna pequea qaanlidada de firella*
doaradaa a esmaltadla para cintos, todaa da no-
va* bonitos moldas, tsmbam doaradts qae
pirecem de onro de lei, a qa* s eom experien-
cia aa conhecer nao o aeran, eitando no mesmo
caso t esmaltadis. e assjm mesmo vendem-ie
pelo barato preco de 2*500 ra. cada ama, na raa
do Qneimado loja d'iguii branca a. 16.
Palmatorias de Yidro e d la-
tao para vellas.
Vendem-se bonitaa palmatoriaa da fideo lapi-
dado para rellaa a 1*100, e ditas do lilao mu
novaa e limpaa a 400 ra. : aa raa do Queimado,
loja da Aguia branca n. 16.
Peiios de'fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de festio larrado e
trancado para camisas s 500 rs. cada um, fazen-
da mui boa e encorpada : na ra do Qneimado',
toja d*agaia-branca o. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados.
A loja d'agaia-brioea receben am aoro a lin-
do sorlinenta de tiras bordadla em ambo* o la-
dos, e continua a rendar baratamente a 1*200
cada tira, a eutraa da bordados muito iargoa a
2*000, o melbor que poeairel em tal genero,
* todaa ellas, pela largara qae teem, podem ser
divididas aa mola, pele que aa tornara bintiisi-
maa : na raa do Queimado, loja d'aguia branca
o. 16.
Machinas americanas.
Emesia de N. O. Bieber & C., laccesioru,
raa da Crax o. 4, rodem-c*:
Machinas psra regar nortes e capim.
Ditas para descero;ar milhe.
Ditas psra cortar capim.
Salina cam per tencas a 10* e 20*.
Obraa de metal principe praledas.
Alca tre da Saaeia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrilha de prlmeira qualidade do Par.
Vioho Xerez de 1886 em caizas de 1 duzii.
Cagase am caixaa da 1 duzia.
Arado* e gradea. .
Sementes de hor-
talices
Na roa da Cruz n. 32, depoaito de pao e bola-
cha, reodem-*e semeales de hortelieea rindee da
Liabaa.
ahio aluzo
Gallo Vigilante.
Na rna do Creaao a. 7, aonde o reapeitarel pu
blico achara am grande e variado sortimento de
miudezas que se vende por* preco* mais baratos,
10 por eeoto do qae em ontra qaalqner parta,
mim como sej, friajas pretis eom vidrilbo o de
cores, fitas de todaa as qaairdade*, franja e galio
de lioho, eascarrilhas preta* e de core*, frocos de
todas aa core*, oa riquisaiaaoe aafeitac da eabega,
galoziobos de lioho e de seda para enleilea,
chapeozinho* para criance*. chapelinhai para ae-
oaora, bonets de panno e reliado mallo finoa
para meninos, fita* maito chiques psra sintos,
maegoitos e gollinhai malte finas, leagoi da
cambraia de linho muito finos, e mnitoi mais
objeclos que te continuar annaneiar, pois ren-
de-e lado por presos biratissimos por se sebar
am itquidac&o. Na meama loja se achara nm
rico sortimento de amendoaa e confeitos proprios
para qaalqner mimo, qae ae vende pelo baratis-
simo preea de 1*600 a caixinha.
DA
Fundido Low-Moor,
Boa da Senzalla Nora n. 48.
Neste estibelesimento continua a haver am
completo sortitneDto de moendas a meias moen-
das pata engenho, machinas de vapor taixas
de ferro batid a coado de todo* os tamanhoa
para dito,
arraazem de fazendas
DE
SaQtos Coelho
T\ua do Queimado n. 19.
Lencoea de bramante de linho a 3*.
Cobertaa de chita flnaa a S.
Ditas a preco de 1*600.
Gambraias pretas maito fina*.
Colcha* de fuitio maito linda* a 6*.
Esteiraa da Indi* da 4, 5 e 6 palanas da largo
propria* para forrad* cama e salas.
Lencoea de panno de lioho fino a 2*.
Algodio monstro a preco de 600 es. a rara.
Toalhn de lioho para saeaa a 4*.
Ditas da fustio pars maa, cada ama 100 rs.
N. O.Bteber & Ciacceaaorei.ru da Cnai
n. 4,tem pararaoderrelogios paraalgiaaira di
onro prata.
Essencia de ail para engom-
mado.
Eila eisencia a mais para e a melbor qae
tem apparecido, ama duai gotas 6 bisfanta para
aar cor a'ama bacia de gomma, tendo a ranta-
gem de nao precipitar a nem de oodoar roupa,
come auccede mullas rezes eom a flor de ail:
rendem-ieem friiqatoho** 500 rs. cada um : na
ru> do Queimado, botica o. 15.
A banha fina,
bm copos grandes, cbegou par* loja- d'agaii
eranca.^rua do Queimado n 16.
Oh I que pechio-
cha!
- Vandem-ae palitos lidiad** Macada*, taca,
para dente*, deas anas eom 49 etasetoho* par
afO rs. : ni roa da Imperatriz, loja da Arar*
a. 56.
>'
cortea de vestidos brancos
bordados.
Vendim-se rica* corte* de rtslidoa brincos
bordados eom 3 babado* pelo baratissimo preco
de 5a o corte: na roa do Qneimado a. 22, oa
b*m conhecida loja da boa f.
Camisas inglezas.
Vaadem-se auperiorec camisas inglesas eom
pregia largn pelo baraUaiimo preco de 36* a da-
zia : na laja da boa f, na ra de Queimado nu-
mero 22.
Ricas gollinhas e punhos
eom botoes
Vendem-se ricas gollinhas e paahos de cam-
brata e fastto ricamente bordadaa eom lindo* bo-
inas, pelo baratlisimo preeo de 2* cada goarnl-
ca : na ra do Qaeimado n. 22, aa toja da
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante da Haba eom duas rara* de
largara a 2*400 a rara, atoalhado da linho ada-
meacado cam daca larguras 2*500 a rara, brim
branca de linho muito superior a 1*440 vara,
dita de core*, fsenda mallo snperier a la, dito
pardo dallaba paro a 800, 1* a 1*200 a rara, di-
to da quidrinhos muito proprio para caicaa, ja-
3netas e paletota pira menino* a 200 rs, o corar
o, ganga* francesas mallo superiores a 400 rs. o
corado, cambraia* francezas muito fina* de
maito benitos aaeres a 260 e 100 o corado,
cambraia lisa muito fin a 4*. 5 e 6* a peca eom
8 1|2 varas, cambraia eom aatoico* tambem eom
8 1|2 rara* cada pesas a 4*500, dita mnito lupe-
rior o melbor qae ha neste genero a 11*900 a pe-
ca eom 17 raras, oa- a 80* rs. a rara, chitas fnn-
cezi da murta boa* qualtdades e de lindos pa-
droea a 240, 280, 300 e 320 o corado, fil de li-
nho liao moito fino a 726 a rara, larlatana bran-
ca e de corea a 760 e rara, loalhas de lioho para
moi a 7* a duzia, ditas pelludas maito aeperio-
rea a 11* a duzia, gollinhas de cambraia borda-
da* 800 rs.. manguitos gollas d cambraia ri-
camente bordadas a 2* o par de manguitos cem
ama golta, lenco* brancos muito finos eom bico,
renda a iabyrintho a 1*260 cada am, ditoa de
cambraia de linho para algibeira pelo biralisiimo
preco de 4, 5 a 6* a duzia, e aisim um completo
sortimento de fazendas da todaa as qualidadea,
que lendo s.dinheiro i vista se venderlo por pre-
ces mai biixoi: oa bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Barato assim barato de mais
Sabonete fino*.
A. loja d'aguia branca recebeu urna creecid*
quantidade da sibooetes finos para barbea, os
quaea coovm a todos compra-Ios mesmo p'ara
mios, ariata do diminuto prego de 3f porqaaato
ae estl reodendo a duzia. Para saliifizer-ie sos
bons freguezes se renderi tambem em meaoree
porcoes, parm qaem mais comprar maia lacras*
perqu asaim barato nao *er fcil tomar a ha-
ver, e mesmo agora s ha n* raa do Queimadr
loja d'a-gaia branca n. 16.
Coraes.
Em massiohoi a 500 rs. cada am.
Em fio* a 640 r*. cada um.
Bm voltas de 3 floa a 2*500 cada urna.
Vendcm-ss maito bons coraes, em massiohos,
fios s rollas de 3 nos, pelos baratiasimos precos
cima : na ra do Queimado loja d'aguia branca
a. 16*
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba da recebar non
remeeaa da proreilosa a mui procurada agua
ambreada, eajos baa effettoe de refreacar a ca-
la, tirar o ardor que deixa a na vaina quando sa
fas a barba e acabar o meo balito proveniente
do iranapirar aao j bem condecidos, asslm co-
mo pea aenboraa por nao aadaram aa sol fas
conaervir pertellsmente o brilho do roito. A lo-
4oe quaaioa teas asado d'ia;a ambreada nao aSo
fitraohoa essec efleitoa e ellas serao liada mais
conhecidoi por aquel les que) munidos de 19 se
dirigirem e loja d'agoia branca raa do Queima-
do n. 16, onde unicamaate aa renda.
Brincos pretos a balao, e
outros obj ectos para
luto.
Desses objeclos de que boje infelizmente tantas
familias preciaam.aa toja d'aguia branca acfaa-se
nm bom sortimento delles, aendo brinco* e rose-
tas e balao, paleeiras modernas de gresass e for-
tes contaa, ainaetec para peito, ditos tsmbam pre-
tos, em caixinha*. bonitos a modernos adereeos,
o meias ditos, cinleiros de filis e Avilas pretas
eofeites para cabeca, graropoi da no vos molde*
para aegarar cabella, toreado toreil de seda e
pellica, meiee de sede e elgoda para harnea* e
aenboraa : coa oecompradorea 49 taca ebjecte*
ae teri a maier cootemplaci, atiento o fien para
queao: por issoditigirem-se raa da Qaei-
mado, laja d'aguia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
mui tos outros misteres.
A toja d'aguia branca recebeu ama porcio de
roelas ou argolas de borracha, qae acertada-
mente se ipplicam a differentea flns, como tam-
bem aeja para emmaisar papen Das diversas re-
pirticois publicis, nos cartorios, escriptorios.
armazeos, loja*. boticas, tabernas, etc., etc., e
mesmo de alguna particulares, o que na rerdsde
I!ke aE^' comPr'- Pelo diminuto preco de
240 e 320 a duzia, para poupar-se o trabalho de
atare diaatar um masco de papis todas ss vezes
que se precies, sssim como as msis largas serven)
para segurar carteiras, e manguitos de senhoras
e mesmo para pulseira de missangas, adrerlin-
do, porm, qae cada argola tem sua flvela ; ren-
dem-se em dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Agua balsmica para conser-
vaco das dentes, e agrada-
vel hlito da bocea.
Ena apreciavel e proreitoia agua balaamici,
cojos bons effeitos de conserrar a fortido doi
dentes, fortalecer as gingivas tirar a mea bali-
to da boecs, sio j bem conhecidoi por todos
quinloi della tem usado, e ser linda maia per
quero, prezindo esses bons resultados, se dirigir
eom 1*4 dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Gravatas de seda pretas ede
cores.
Mui bou s bonitas grvalas pretas da seda eom
ulpicoi da corea 500 e 640 ra. cada urna, dUas
todas pretas de bonitaa seda* de chavisquiabos,
bos fazendi a li. ditas de superior gorgoreo con
ponUs bordadaa s reliado a 1*600, ditas da traa-
paaso pretas e de coras eom alneles, e mui pro-
irias para menloo*,aoodO ella* de bonitas sedis,
orridis.e eom dous posponlos de seda de cores s
1*500 cada urna, e maltas o a tras de dlflatluta*
qualtdades e pncoi : na ra do Queimado, loja
d'agaia branca n. 16.
Meias de cores para homens
Malta boa* malas de cares a 160 6 par, e 1*600
s dasia: quem aa vir nao se designdir, pois
que si* boas e bsratiaiimas : na raa da Qaei-
mado. reja d'aguia branca n. 1*.
Vende-se oleo da ricino am lata* de 30 li-
bras : aa armizem do Telaeira, defroato do eha-
firiz, no caa da alfandega, s sacros da tarioba
multo boa. a arrox^a eac*. ft
** V*hd*-e am ]og* de rellatiaaa : aa roa
da Concordia n. 9.
olas a 610 rs.
TdBaa-aja a 640 ra. o eatb da bolai: aa tra-
raaea da pateo 6o Parama d. 16, fraata amaralii
_ Vaada-a* am tonal aao lara para mais de
180 eanadea de asarle de carreaste, rende-so em
cania no largo do Carmo, qdra da raa de Hor-
taa. S.
Camisas e ceroolas
Vendem-s* superiores ceroulas de liaho muito
fioaa pato barato preco de 26* i duzia, ditas tran-
sadas de algodo, mas de maito boa qualidade, a
17* "asa, camisas brincas francezaa a 22*. 34*,
26 a 36* a dazia. ditas para meninos a 22f a du-
zia, ditas para homim com.abertnraa de corea a
22* a dazia : na bem conhecida loja da toa f
aa ras do Queimado d. 22.
Leos brancos para algibeira.
Anda ae rendem lencos brancos fine* para il-
gibeira pato baratiaiimo preco da 2*400 a dasia :
na loj da boa f, ni ra do Qaeimado o. 81.
Metas para senhora.
Vendem-se meias 'fins para seohora peto ba-
rstissimo prec* da 8*600 a duzii: ns raa do
Qaeimado n. 22, na bem conhecid laja da
boa fe.
Attenco
Gnimaraea & Luz, donoa da loja de miudezas
de raa do Qaeimado n. 85, boa fama, participim
aa publico qae o leu eilibelecimento ae acha
completamente prvido das melhorea marcadoriai
tendentes so mesmo eitabeleeimento, e maitos
outros objeetos 4e goito, sendo quaai todoa race-
Wdoa da ana* proprlai encommenda ; a eitindo
etica tateiramente reeolvidos a alo renderem
dada, afiaacam rendar mis bsrato do qae outro
qaalquer ; e juntamente pedem aos leus dorado-
res que ihec mandem ou renham pagar oa Seus
aabes, sob papa dceerem jaatlcedof.
Moendas f meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Rud do Brum n? 38, fundicSo
de D. W. Bouman.
Ultimo gusto.
Gollinhas bordadas e punhos
eom-botos para senhoras.
loja d'aguia branca, onde bem se encontrara
ebjecto* modecaoc de goslos, acaba de raceber
am liado lortimeoto de gollinhas bordadas e pu-
nhos eom bonitos botoes, o qae hoja 6 altims
moda, e por isao nenhama eenhora se dere ne-
gar a comprar ama dessas guarnicei por 2*000,
tanto mais qaaato ellas sao aeaeeearias rara
eompleto ornamento daquellaa que lero de apre-
ciar aa bellas" represen tacos do Marinangeh, *
mesmo as qae nlo forero teem igual diretto de
comprar esses bonitos amles ; as loja d'agaia
branca, raa do Qaeimado o. 16.
Grvalas econmicas.
Na loja d'aguia branca acha-se am bom aorti-
meoto de grvalas de boas e bonitas seda* ingle-
zas, as qaaas se rendem demasiadamente, bara-
tas sem que teaham deleito algam, e s siso-por
lerem am pouco mais largainhas, estu a 320 rs.
cada urna, ostras maia eatreitas e superiores
640 e 1* Asaim, pois, convem a todos ippravei-
laram a occaiiio, porque grvala* boa* e por laca
pucos ningaem aa deixa da comprar: oa toja
d'agaia branca, ra do Queimado n. 16.
0 kivro do Povo.
Sabio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direceo do Sr. Dr. A. Mirqaea Ro-
drigue!, a contm a vida de N. S. Jess ChiUto,
segundo A narrecio dos quatro evangelistas, e
mais os stguintes arligos : o rigario, o profssor
prioario, o bom homem Ricardo, a moral plati-
ca. Sima de Nantua, mxima* e pensamentes,
a BygknV, os de veres loa meoiooa.e o Briail.
A pubtkico do LIVRO DO POVO nao s tem
por Bm bntformisar a leitura naa escolas prima-
risa, onde cada menino aprende por um Uvro
differente, e porlanto facilitar o trabalho do mes-
tre e do discipolo, como. tambem vulgarlaar, por
nm preco baralissimo, a historia do ailrador do
mando, e os melhores preceitoi de moral.
Vende-se o Livro do Povo, no Recife, na
livreria da ataca da Independencia ns. 6 e 8, i
500 rs. o eiemplar em brochara, a a 800 rs. car-
tonado. .
Pao no de algodo da Baha.
Vende-ie no escriptorio de Antonio Luis de
Olireira Azeredo & C, na roa da Crax n.l.
Cambraias.
Vende-se cambraias de corea de bonitos e ele-
gantes desenhos a'280 e 320 rs. o corado: na
ra da Imperatriz loja n. 20.
Oliados.
Vendem-ai oliidos pintadsi de lindas viitn e
paisagens larguras de 6, 7, 8 a t palmos, pro-
prios para mesas dejantar a 2f o corado: na
raa da Imperatriz leja n. 20.
\Ucncao! attenco!
A.os pais de f ni i lia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da ra da Imperatriz acha-aa a
renda um completo e variado sortimento de boas
fazendss, e qae i vista de aaas qualtdades sio bi-
ratissimamenle vendidas, e-para maia reracidade
do que flea dito, abaizo vio mencionadas algumas
dis ditis fazendas, a saber:
Chitas largas cor fila a 240 rs.
Hadapolo floo eom 24 jirdn a 5*.
Cambnias de cores a 260, 320 e 400 rs. o co-
rado.
Velludo preto e de cores a 2*.
Lindeza de corea* 160 rs. o corado.
Lencos pequeos a 80,120 e 160 ra.
Chapeos de castor fino a 8*.
Chitas pretas multe largas e fioas a 240 rs.
Algodio trancado preto muito bom para vesti-
dos da iteraros a 200 r*.
Cambraia liaa eom 10 jardee a 2*.
Cusa de salpico* eom 10 ditas a 3*.
Cambraia bordada para cortinados eom 8 ra-
ras a 2/.
Chumbo.
Vende-se chambo de manicio a dieheiro por
219 o quintil e a arroba por 5*500: no arma-
zim de Antonio CesirtO Horeir* Dias. ras da
adr Be Dos n. 32.
Pentes detartaru
ga para tranca.
Na toja da raa do Crespo n 4, indo pera a pon-
te do Recife, ha pira vender por atacado oa a
retelbo muito bona pentes de tartaruga para tran-
ca, aortidos, e de gosto moderno, por preco ri-
zoarej.
Bolinas
para lenhons, ss mais bonitas a bem enfeitadea,
Unto preta* como de setim branco, chegadas te-
das pele ultimo rapar francas : na raa Mora n.
7, loja do rapar.
Vende-a urna morada de ca*a terrea, na
roa de 9. Prente da cidade da Olioda, eom
doas salas, dnas camarinhas, qatatal, caja capa
deita esqaioa para o pateo do Carao, a serra
op t mi men para qaem quor tomar baaboa sal-
I* f? *NB flaiaer comprar dirija-m av pateo
do Urramento*. 9, primeiro andar.
Rival
sem segundo.
Na raa doQual |. 56, defronte d sobrado
awaraKp" ",o >" -^'-
Frasca*' da agua d laraad* muito grin-
dasa goo
Saboaetea a melbor que pode barer a sao
Diloi grande* mallo finoa a i*o
Fraacoa eom rheiroa muito fino* a 500
Ditas ditos maito bonito* l|000
Garrafa* de atoa celesta o melhor a 1*000
Praieos eom banba malte superior a 240
Ditos dita de arco flaiisima a 600
Frisca* de oleo babosa eom chairo a 240
Ditoa dito dito a 320
Ditas dito nita a 500
Ditoa pira Hmpir a cablea e tirar caspas a 720
Ditos dito philocome do rerdadeiro a 900
Ditos eom banha traaspsrent* a 900
Ditoi eom auperior agu de colonia a 400
Dita, frascos grandes a 500
Frascos de mscaci oleo a 100
Ditos de opiata pequeo* a 320 a 500
Ditos da dito grandes a 800
Tem um resto da larrad* embreada a 500
LInha branca do gas a 10 rs., tres por
doas, c fina a 20
Oit* da carteo Pedro ?. eom 200 jardas s 60
MU dito dito cem 50 jardas a 20
Carreteis de Hnha eom lOOjsrdis a 80
Dazia da mete* craaa maito enconadas s 2*400
Dita da dita* maito auperiorec a 42500
Dita de dtUs branca i para senhon. mal-
ta fleos a gjooo
Vara de bico da largara de 3 dedoa a 120
Dita de franja para loalhia a 80
Craza de botoes da loaca braaces a 120
Dazia de phosphoros do giz a 240
Dita de ditoa de rea muito aaperiarac a 240
Paca* da lite par* eos da todas as lsr-
Fazeudasprbstas
so
res.
garas a
Barato e bom.
320
S Magalhaes 4 Mende$, na ra da Im-
peratriz numero 56, loja e armazem
da arara.
Seda preta.
Vende-se grosdenaple preto mallo cocoreado
a 1*500,1*800 e 2* o corado.
Panno preto e ca sem ira.
Vende-se panno preto pira calcas e paletota a
19700,1*800 e 2* o corado, cortes de casemira
preta para calca, enfestada, a 3|, 3*200 a 3*500 :
na raa da Imperatriz o. 56.
Laazinhas suissas.
Vendem-se liizinhss sulisaa maito finas para
veitidoi s 560 o corado, cassss suissas de qua-
drinhos de cores a 280 o corsdo, fustao de cores
para vestido s 280 e 320 o corado, popelina da
cores para vestidos roupa de meninos a 240 o
corado, barege de cores para vestidos a 360 o co-
rado : na ra da Imperatriz n. 56, loja e arma-
zem da arara.
Hadapolo a 3000.
Vendem-se pecas de madapolio entallado a
31 a peca : na raa da Inperatriz, loja da arara
numero 56.
Roupa feitas.
Vendem-ae paletoU de alpaca prels a da cores
a 3, 8*500 e 4, c.l5aa de brim a fustio a 2,
paletota de panno preto a 8* e 10*. ditoa de ca-
semira de cores s 10 a lt|. esles de ciaemirn
de aeres pretas s 5f50O e 6*. olletes de gor-
gorito o reliado 39500 4$, camisas francezas
a 18600, 2ge 2J.500 : na raa da Imperatriz, loja
da arara n. 56.
Manguitos de linho.
Vendem-se manguitos e gollas da linho a
2J500 a 39. ditos de fustao eom botaozioho a
2*500 e 3*. gollaa eom bolioziobo a 640, ditas
de traspasao a 1* ; na rna da Imperatriz, loja *
irmazem da arara n. 56.
Enfeites para se ahora.
Vendem-ae enfeites a turca pretoa e da core* a
2*. ditoa a Garibaldi muito modernos a 4, 5* e
5*500, lio todoa pretoa, lara* pretas de aeda fi-
nas a 800 ra. o par: na rea da Imperatriz, toja
c armazem da arara o. 56.
Cortes de cambraia.
Vendem-se cortes de cambraia de barra e ba-
]2doV2J3 fl 3*500 PeM < hreUnha de rolo a
ay e 29500, e oatraa fazendaa qae ae dio Emoi-
trai para rer : na ra da Imperatriz, toja o ar-
mazem da arara n. 56.
Sacido preto.
Vende-se sacido preto maito encorpado para
venidos, melbor fazenda que grosdenaple a 2*300
e 20600 corado : na loja da arara, ra da Im-
peratriz o. 56.
Gorgurao para restidos.
Vende-se gorgurao de Unho a 280. o corado,
en*" a 160 e 200 ra. o corsdo, ditos francazas
a 240 e 280 o cCvado, cassa fina a 280 e 320 o
corado: oa rna da Imperalri, loja e armazem
da arara n. 56.
sem
Rival
igual
Miudezas erap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Lia de corea aertidaa, libra a 6*400.
Sintoa doarados a 1*600.
Ditos dito* eom ponas a 8*500.
Agalhaa Iraocizes curtas a compridas a 60 rs.
DiUa cantofaa a 120.
Pentee de msa para aUr cabello a 500 rs.
Diloa de din idem (doarados) a 1*200.
Carreteis de ratroz de corea a 320.
Eccorss para cabello maito bou a 800 e 1*.
Cartss d* ilflnetes a 80, 100, 120 e 140 ra.
Escovas para nabas muito boas a 320 e 500 rs.
Fraajaa pretas eom vidrilho a 320 o 400 rs.
TraneeapraUaeem dito a 24*.
Bico* pretos muito bons a 180, 240, 320 e 400
rii.
Cerr lea de llnhe a 30, 60 e 80 r*.
Enfettei de reros eom franja a 6*960.
Meias psra senbora (duziai a 2*500.
Ditas eruss para homem a 2*400 e 3*.
Teiouns ordiniriis a 10 rs.
Franjas da lia eitreitai (peca) a 200 re.
SiboaeUs de bola finos a 640.
Frascos de dir rus ebeiros s 320.
Ltnha de Pedro Va 30 n.
Botica paro cauveqna a 20, 30 e 40 ra.
Rap Paalo Cordeiro (rerdadeiro) a 1*600.
Dito gaaae grosso naci groase a 1*600.
Dito dito floo a 1*280,
seE eutraa muitsa maia miaases que eom a ara-
senca dos boua freguezei se readerio baratas.
Nove Hez Marianno.
O edlctor do noro mu msrianno coja eitracio
tem sido eztraordinaria, por sir nitldsmente im-
preiso, ornado eom ricar estimpas e malta* -ri-
nbetaa, qnerendo qne elle chegue a iodos tem
reolvido rehallar o seu antlgo e fiz prteo pela
maneira aegulnte : oa qae caslarim 2} passam
para 1|500, osSfSOO para 1*900. e os de 3* pars
2* aproveitem a occasiio pois sio mol penco*
os qae reitam : na roa do Imperador n. 15, da
9 horas d* manhSa 3 ir* da tarde:
Sementes
I
deHamburgo.
Dehortalica eflorea.'
Viada* palo altlmo raaar bagaes: aat raa dCai
dala do Recife loja da VidalBaato*.
SK06
i*000
lpOOO
8QP
1*600
1*0*0
240
3J0OO
3*060
Grosdenaple preto maito lopYrior pelo dimi-
auto preco da 2* a 6oad*. *mao preto muito fi-
B0 a 3, 4, 5, 6. 7 e ** o c* *, caaemira preta
alto floa a 2J, 2*500, 3, 3,1500 4* o ee*ad,
mental preta* de blondo muito napertoreaa 12S
anteletea de superiores grondeoaples pretos rt-
eamente bordados a 35*. aotreeiaeaa de pinnn^
preto nailo floo a 30*. casacas tambem de panda
preto multo floo i 30*. paleou da panno preto
fino a 18 e 209, ditos de casemira da car mes-
clada a 18*. soperiore gnvaliohaa ectreitaa a
di tai de aetim macio da goi gario muito ia
perieree para daaa voltai a 2#, dilaa eatreittob**
eom lindoi ilfioeles a 2, superier gorgurao pra-
to par. collete. a 4* o corte, rico, infeite* pratoa
awK^:feraBa:
clr.^oj.D'd.,Do.of^i^i'do >** ---
Olhem para o pao e
leiam.
Cimisinhai eom golliohas e misguitos
de cambraia bordados, fazenda mo-
deraitsima a '
Dilaa de faalio eom salpicas de cor
Golliobaa bordadaa eom bolioziohe
Ditas da lodos o goitos s 640 e
Ditas eom manguitos de cambraia bor-
dadas a
Manguitos de cambraia bordidoi maito
finoa a
Golliohas bordadaa a
Romeiraa de cambraia enfeitadat para
lato a
Camisin has para senhora a
Leaeoboe de linho eom labyrlotho para
mi a r
Ditoa a Imitacio de labyrintho a 1J e.
Lavas torcal enfeiUdaa eom ridrilho
Enfeites pretos eom ridrilho a
Ricoa aofeites pretos e de cores, a Torca
e Garibaldi
Groademple preto'a 1*600, 1*800 a
Todaa eataa fazendaa rendem-se na rna
peratrizn. 60, loja e armazem di pari,
ma & Silva. v '
Presten* aemcao
O Galo vigilante na ra do
Cropo n. 7,
qae qaer liquidar e rendendo ludo por preco*
que admira, como sejam : .
Riquissimas bandejas de charao de muitai oy-
lidades. *
Salras de metal eom ricos larrores imitando
prata.
Copinho e pratioho de metal proprio psra me-
nino.
Hinteigueira de lindas cores de ridro eom lampo
e pritiobo de mital.
Riquissimos eipelhos eom moldara dourada.
Toucadores eom gaveta e de outras qualidadea.
Binculos eom excedentes ridros.
Riquissimos laques de sndalo e madrpperola.
E multos maia objeclos qne se continuara *n-
nunciar e que i vista do fregeez se farS lodo o
preco.
Aljfar fino imitando perola.
Veada-ae a 500 rs. a fie do aljfar fino, imi-
tando perola : na roa do Qoeimalo, loja o'aguia
branca n. 16.
Vende-ae um eogeoho aa ribeira de na,
rnoenae e correte, muito bom de terrea e cerca-
do, eom todas as obras oras, tem proporgoes
para lafrej-r 2.000 pies ananaes, distante do
embarque legoa e meia, oa troca-se por predioa
neata praca : a tratar no pateo do Carmo n. 15;
Escratos fu#ifjofc.
500
800
1*000
dalm-
diGa-
Attenco
Do engenho Soiidie pertencenle ao abaizo as-
ligoido fugio no dia 27 da marco do correnie an-
uo um seu pserav-o crioulo por neme Francisco,
de idade de 25 a27aonos tem os siguaee segoia-
tei: altura regalar, bom carpo, barbe* paiea po
lboa, bocea pequen, cam todo* oe denles ca
frente, nariz afilado, olhos viro, Jiecael do rail
am Uoto alisa, peseeco corto e grosso, pos pe-
quenos, tem orne pequea cioaltiz na ie*u por
cima de um olbo, cOr nio besa preta, maito la-
dina, jogador, e intitula-re forre por onde anda,
tem marcas de reino pelaa coalas, trbame mui-
to pouco de carpina, levou vestido camisa, calca
e jaqueta branca ou um palitol de riacado roz,
chapeo de feltro c6r de chumbo e goata de aa*
dar lin-.po, e levou algum dioheiro, foi escravo
do Sr. HinoelJoaqaim da Silva Cravellas, mora-
dor no Brejo de Taquarttinga comarca do Li-
moeiro, para onde ae oescenaa lar too : roga-e
as autoridades policiaes, capiliea de campo oa
qualquer pesso que o prenda e leve-o ao dito
eogeoho fregoesia de Acua Preta au nenia praca
ao Sr. M'Dael Antonio Santiago Vsia, que lerfl
generosamente gratificado.
Pedro Miliane da Silveira Lessa.
Fugin no dia 20 do cnenle de bordo da
patacho eCapuam, o eacravo crioulo marinhei-
ro de oom* Antonio, idade 19 ai boi pouco maia
ou menos, altura regalar, rosto comprido e eom
algana sigues de bexigai, levoa calca e camisa
azul : qaem o pegar le*o-o ac eacriptorio da
Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo & C. raa da
Crax n. 1, ou a bordo do dito patacho qae ser
generosamente recompensado.
Pagio a 27 de marco um mua linho de no-
me Afiooso, de idade de 11 aoaoa, e qual tem oa
tignies aeguinte* : olhos gnmdes amortecidos,
um sigoal oe Ulbo na testa, nerii chato, bocea
grande, beicos grosios e cabello crespo, cortado
rente, aecco do corpo, pea e mios regalare*, a
teas a falla nm pouco rouca, e foi veati io de ci-
cede azutio e camiaa de madapolio, desconfia-
se ter ido cera o mato : qaem o pegir leve-o fl
ilhi dos Ratos n. 30, qae ser recoapensado.
Gratificase oom 300,$
Contina a estar fogito o escravo mulato de
nome Rogerio, de idade 24 annos, pouco mais oa
menos, deade o ann de 1858, cem oa signaea
leguintes : altura regular ou menos, roito redon-
do etquexelado,coralaranjada, eom faltado den-
tas, quaodo falla carrega do R, que ouriodo-ta
elle fallar ai apparenciaa de tato, olhos amarel-
lados, naris chato, cabelloa amacacaoos e rato*,
quaodo lugio liiha principio de barba, tem as
costas bem cicatrizadaa, em am dos raas tea
ama cicatriz de nma poatem qae uve, 4 am tin-
to espadtdoe eslomagodo, oa p6s nm pouco
ipalhelaoos eom os lornozelos pira dentro, elle
pode inculcar-se ter sido soldado por caoiae Oa
mui ti a cieatrizea qu tem as costil: rogo, parv
tanto, ia Illmai. lutoridades. titto ciris como
policiaes, que se dlgoem ausiliar aos leDhores
Cipitiesde campo uu particulares na Bpprehvniio
do dito escravo, e ser remettino sa seo legitime
senhpr, no engenho Pindobioha, rito na frego-
sla de S. Loureoco da Mtta, comarcado Recife.
Jote Luiz de Aodrade Una.
500,000
a qaem aprehender e levar fazenda do Citel-
lo, em Sania Hia Magdalena (municipio flb
CiDlagullo). oa ra Municipal n. 8 no Rio da
Janeiro, o eicnro Getalto, pertencenle ao *r.
Lobo do Albequerque Dinii, qae loglo ha 7 i-
res. 1'Crioelo oePeinambuce, lizeirameote fu-
lo, lean 26 annos mai* oa menos, i cabeca de ta-
maaho regular, os cabellos rarspisbados e ct
cidoa, e oa iraz repartidos fie nm lado, olboa
quenoa poTm rivps, nariz Chato, **e*
aberta*. bocea regalar, c,m bjrt dtes,
lendo as pernas am poara aroadas. aosa aakjun
cabellos por buzo de queise e f eejeo baca, 6
afaiee esparto o beca cutiacaaeito.n toando aada
atare murta o carpa a aa todoa catossaadl
aagam enUoeae Satoeiro.Nop.iro alaadoa
cea** da pedral ra.- a ara eaaesite nsju tagio
ha) 7 meses) era enfeimeiro da. *Hacaa1|fiBneodO
beta applicir ren tosas, bichas, etc.
a>


. !
* ;'
(PH
Mli DE FJUHn-^"
Conuest>a Dasti.
xvn
' ICootiosecao.)
Emqusnto madama Luua orav,i calo do san-
tuirlo. o abbade Berln toiiuocifi ii carmeli-
tas o favor, que Ins chegiva ; < i qjasi resa-
bido com iocreJuii lado. Em Ir 11 el -6e dirigi-
rn! todas pira a cepelle, e cotoaraoi a Te-Dtum,
depoia do qual se aproximaram da Musir pos-
tulante, e a condaziram ao locutor ,
A princeza laocou-ae-lhes aos ps, e disse :
Supplico aludas, qui mericibam como
tria dedicada irraaa. esquecendo oque fui no
Ainado, orando a Deus palo ra por mim.
esejo de todo o corajio ser car milita, farce-
arei por preeocber o derers do sanio atado
am que eotro.
^ntSo rompern) os solojos de lo las as partea.
A prlocia aproiimou-ae das religio.as, levaa-
(u-aa urna por urna, abrajon-aa leraameote, e
exclamou : f
Eolio, minhas irmas, sereiei que ai cons-
terno aaaim ?
alaria, que nao tioha deludo de leguir i prin-
cesa, leraotou-ae.
Miabas sentares, disse ella, so apenas urna
pobre eslreogeira, sem pareles, Sim patria ;
fui tratida a Franja para servir de brioqaedo.
Madama recolheu-ote, proieeu-m3 ; deo Iha
ludo, Dio tenho affeijio aeno ti'ella nao
meseparem, pelo amor de Daos, da coinha pro-
tectora I nao olhem para a mtoh; cor; Deas
180 (ez excepjao dos negros 00 seu paralzo.
Teco uro canlinho neste santo as; lo, Appello
par* o corajo das aeohorea religiones.
Far-ae-ha a sua oolade, ae madama coa-
gente, diase o abbade Bertio.
Deua serve-se de mim para ct sotar a si es-
ta rapariga,Sr. abbade; oio a devenios atestar.
Que (i jue 1 Espero que a miaba aalvajio nao per-
der por isso. Nao me resta sanio despediros da
Oitoha comitiva ; o mais espiohosc da miara t-
rela ; auxilie-me o cu I
A (inaceza maodou vir ao locutorio externo a
Sr. Gnistet e o Sr. de Ssocerre.
Mmus bons amigos, disse ella tomando as
mios dasuadsmsd honor, voia dar-lhes um
desgosto, vou exigir-vos urna graoln prova de af-
feijao ; mas cbegou a bora, e nao ha retroceder.
Sr.* prioceza 1 exclamou o S: de Ghistel.
Vosas alteza aasusta-nte. Que vem 1 ner?
Vem a aer, que vae vultar a< m mim para
Versiilles. Eairei ueste casa para nunca mais
sahir, e micha amiga que eu iocombo de le-
var aa minhas ultimas despedidaa a js que me sao
charos.
Nada, aenhora, isso nao pos su el. Eu nao
n poaso deixar O meu cargo obriza me a Gcar
junio Sr.* princeza. Teobo um juramento, que
flz peraote Deas, e cumpri-lo-hei al exonerajo
dada peio re.
Aqui est a sua ordem ; ludo est previsto.
0 re saca que nao rollo corle; tam pode ver,
que nunca me atrevera a um passo tao arriscado
em a sua auionsacso. Obedeza, pois, prioceza, e
pense 00 que eu posso repetir aos nieus amigos :
equi serei mais feliz, do que o podia sor no
atondo.
Masisto como ba de ser? corro me hei de
presentar ao rei ? que hei de dizer ,i outrasse-
choras prioceas, que estelarlo de d rem isio ? nao me podero olhar corno confidente
e cumpliee oesta evagio? Nao poaso voltar para
s corte ; ninguom ma lomar a ver l.
E Saocerre obedece-mo? perguntoa a prio-
ceza ao maocebo.
Desde que madama Laixa declarara a sua lea-
gao, o marquezficuu aem movfmeo.o com a ca-
beca apoiada naa mios contra a grade. Q jando a
aua real madnoha ae lhe dirigiu, oso respoodeu
eenao por um suspiro to efllictivo, que madama
e a prioceza de Ghielel se voliaram para elle.
Que isso, meu filho ? a minia partida de-
ria-lhe causar esas peni ? nao tem coragem I
O marquez cahiu de joelboa, tomou a mi da
princeza, e orvalhou-a de lagrimal-; o corajio
orturava o de dores.
Mas essa magua 4 dessrresoadn I Ssncerre,
?mbre-se qus um hornero ; resiga*) se a um pe-
sar que aa disiraccoes de sus edade bem depressa
dlssipario.
O marquez contipusva iacoosolavel
Leve o'ahi asa creaoja, miaa boa prince-
ps ; est-roe a affligir a alma ; d -lhe este era-
brulho e esta carta. Aqai est psrs mi o has ir-
maas, aqui para o rei, aqui para a coodessa da
Kopelmoode, e aqui para si. Agradecida pelos
cesta extremos e cuidados,
A prioceza de Gbistel, debalha la em praoto
mchoou se para o marquez de Saocerre aflm de o
erraocar de ao p de sua madrioha; elle resis-
ta ; forja sobrehumana o pareca flxnr all.
Madama Luia. commovidisaima, quasi tanto
com Ira, deu-lhe um beijo oa frocte, le ya o te-
se mmto depreeae, e entrando do moateiro, a gra-
ne fecbou-se-lhe as coatas.... psrn sempre?
4 xviu
A carmilita.
Seis raezes depois da eotrada de madama Luiza
FOLHETIM
PAIZ DO MEDO (*)
FOS
a.. UE GONDRECOURT.
da zetaasbro eslava ella
pT l
satraordinario ; estas alt
iOcaa pedra-
iT
s na
A* TOlta
' ... ----.....------
*? b,bito .* perolas Bwi, um vu de foglaterra, ernflm lodo o
^ffK^ftt*^^*Sam irpartes nuea
e armiadas do quarlo, w .
examinara curioja! Rble todas estaacou
aM
sas, a prioceza eacrevia echara muascartas.
t- prerteo dar coma de deas deltas, para inhrt-
Jigencta do paseado e do que eslava prximo a
succeder. A primeira era dirigida a sror Heori-
jueta da Samiamo Sscrameoto, oatxarmelitaa da
ra de Greoelle--
Mioha chara irmia, 6 a al, ao sau beaefico
exemplo, que 4exo a felieidade, de qui goto.
c Entre as oossaa vidas ba mu i loa pontos de con-
tacto. Amaohia fago o qoe a mioba chara ir-
a mi fez, tomo o habito das filhas de Saeta Toe-
reza. Coniinue-me aioda a servir de guia asua
palavra, que eatou coodemnada a nao taaialor-
nar a ouvir sobre a ,tecra, mas de au* melem-
< brarei sempre. Ver-bot-heoaos um dia, mas
puraa e livrea de lodos oa pesares. Al este
c momento,
Asegunda carta era para o marques de Sao-
cerre:
. Saocerre.Sua mi diese-me, que o nrar-
quez ae recusiva a assistir miohs proflseio- e
oio poderai perdoar esta ereaoctee; talvez-in-
dilTeracga. Na aua dada ji (cara mal a ca-
< prichos ; esteja amaobla no lugar que o rei
c lhe desigoar em mioba casa. Comprometti-me
< com sua mi a resolv-lo ; i taUez o ultimo
eervico que lbe farei; uto me deiie flcar mal
c O rei reparara, e isso ser-lhe-hia prejudicial
c 00 futuro. At amaohia, poia; acompanbe a
encantadora eaposa do Delphim, que a Proti-
c deacia eoviou Franca como anjo consolador.
a Se o nio vir occupar eese lugar, terei grande
< desgosto.
Mande, Maria, entregar estas carias aos seas
destinos.
Eslava a admirar estes aumptuosos enfei-
tea. Nunca rossa a'leza tornar a brilhar tanto I
Tanto malbor I A futura esposa de Christo
nao poderia brilhar sssim por muito tempo. Ago-
ra, Mara, deixa-me resar. B vaa l tarobem re-
nunciando ao mando, ae effecti'amele queres
flcar aqui comigo. Podea aiada rollar para Ver-
sailles. l'ensa maduramente.
Por ventura oio teoho pensado bem ?
que hei de en fazer senao acompa.ob.ar rosea al-
teza seja para onde fdr?
Sempre motivos humanos 1 Nio quero que
aeja eaae o leu estimulo.
Vossa alteza quem me apoula o cu e me
incita a procura-lo.
Todo o"cooveoio eslava agitado naquelle dia.
Rumorea extraos soaram por aquello tranquil-
lo retiro.
Os taaeceiros da eora occuparam-se a forrar
a egreja, osteotaodo os mais deslumbrantes es-
tofos.
Muitos ensaios se haviam repetido para fazer
desempeohar urna das missss do melhor compo-
sitor.
O nuncio do papa, conforme a ordem de sua
sauda le, devia olTkiar oaquella ceremonia, e.re-
presentar o soberano pontfice, que, o'um breve
dirigido prioceza, tioha exprimido o aeu pezar
de oio podar-assistir em peiso a um tal trium-
pho par* a egreja.
Luiz XV por sea parte, qeerendo que as cou-
sas se Qzeseem com toda a pompa, maodou avi-
sar e convidar os prelados do reino, eolio pr-
senles em Paris. Os sgentes do clero vieram dar
cenia madama Luiza da voalade do rei. e da
raaoeira, como espontneamente havia de ser
cumprida.
Ferveu o trabalbo toda, a ooule na eapella, e
nada poda impreaalouar mais do que o contraste
oflerecdo por aqualle recioto .tao aumptuoao or-
eado junio so que era particularmente das car-
melitas, escondido detraz a'uma cortina oreta e
urna gradara. As religiosas entoaram o efflcioda
ooule e malinas 00 meio do balar dea martelloa e
do zuir dasserrss dos carpioteiros.
Madama Luiza, como dissera a alaria, passou a
noute a orar. Oaegrdo daqnetla ooute flcou en-
IreOeuse ella. O phantasma adorado, lio expul-
so da phaatasis. veiu-lhe de novo occupar o es-
pirito ; apparecia-the com mil eocantos, reves-
tido dis formas d'um aojo de luz, mas aojo bom
e dedicado. J oio era a causa das suaa dores,
que lhe apparecia, m o instrumento enviado
por Deua para sua aalvajio.
Quaodu ergueado a cabeja o oome temido lhe
acuda mete, o Seohot pareca infundir-lbe
animo para soffrer com coragem a pungente re-
cordarlo.
Parecia-lbe, que nao o toroaria a amar d'ahi
em disnle senao como coovioha a urna alma
chrislaa devolada a Deua.
Era como a aurora da sua redempeao. Era co-
mo urna illusao, qu acariciara, perauadida que
o remedio extinguirla instantneamente o mal.
E pareca olvidada, que o amor vivo de lagri-
mas, e ae alimenta com aa noaeea Iribulacoes, at
que paasa angustia, quando nao acaba no re-
morso.
As creadas de madama Luiza vieram vesli-la
corte). Todos
- ? es
guem fallou. O castioho da S. Diofz paro
rs de Leegchiaap. Guardia traoeezas o
foram postadas f(3ra do moslelro para a m-u.
Cila erdem ; guardas do corpo foram inca__
dar dar policair*leeUr. O nuoeio do papa, are
Wapo de Damasco, dase a rala.. p,ra re|Lrio.
*i "f1""11'6. eomecando a ceremooia se-
nas s tneo sor.
A prroMt flcou por multo asis Upo a pre-
parar o ees veeluario do que em qualauer antro
da da su. vida Eat.v. .legre, .T-m i?
desaso ao pr aquella* eofeites abandonados hT-
ria seis mezes.
" Quldo se acabou d vestir, cada aoja de tais
damas ae apreseoa s exaltar-lhe a beleza a
realmente oio aonjearaao. O defeto do coro
demarcado pelo grande manto qne trazia sobre os
hombros, oio dar j oa vista ; o rosto nobre e
disliocto, similhando ode seo pal, brilbira como
sobrenatoralmente. a
Ghegos oos trens a familia real; desead logo
a prioceza ao eocootro e achau-a reunida no lo-
cutorio exterior. Para todos levo ella um sorri-
so, com que responda a ceda lameolo. No losar
de papem, li esteva de p o marquez de Saocer-
re, paludo como um defundo e eom os olhos no
Ora bem, Sr. egoiata; ao meos oio reco-
sou aaaislir felieidade dos asas amigos I
O marques eslremeceu; ualioou a ce beca e
oao responden palana. C1D65a e
.iZ.yJ^a'; oaen bra; aempeohe
?.i i r" 88U c"- Ser "" das
miaras grandezas.
uH'/r* Ao,p0'^a encontrou bem depressa ma-
\aJf\ %d,P0, Uo "'' Prioceza era eolio o
a ."/."T,5 *'" tunta eepe!
nJSSL' t0 ulUfJ Quem dirl Uo que as
prophacia. da madama Luizs a aeu pe ee cum-
pririam Uo depresss, cehiodo sobre aquella Que-
rida cabaca de Maria Aotosieta I quem leriToe
futuro o infausto sacrificio?
Ao p dos principes, seos sobrinhos, nada-
S! r.U'f" rD'ou homem. cejo aapecta
h.^ ^.arl* A01001". q adviohou a pertur-
%?LSl .pnfetM* tttibeils eorpreza de ver
moofi? "nodo aquella religiosa cere-
*'Z.f?r daqu-9 d Comoerland pedio ao rei
permissao para rir sua proflssio, mioba que-
rida ta : est prximo a rollar para oses aiz
equer poder dizer ao rei aes irmio, que vi
o que do mundo so pede ceoceber de mais to-
caote: urna prioceza renunciando a ludo pela sua
saivajao.
Muito bem rindo aeja o milord, replieou a
prioceza, tinha lido o lempo sufflcienle para re
cobrar animo. E multo falta aorta eu, se o eipec-
rerdade O cortejo marchou para a egreja. O nuncio
do papa em hbitos TontifJoaes, precedido do
meatre de ceremonias e bispos, recebeu os pro-
pes porta aposentando-I bes a age beota s a-
ps^"'10"0* "* 8aouflelorio P'epado
. A ceremonia correa depois principa imente en-
ternecida pelaa palavraa eloquenles do bispo de
f royes, que subi ao pulpito. Acabado odiscur-
j ao, madama Luiza respoodeu com firmeza s per-
untes do estylo n'aquellaa circudtalaocias, au-
olon-se por um momento, o reappareceu logo
despojada de todas ae pompas, a adiantos-s at
Mana Anlmela para recebar de aua mees o
vu e manto religiosos.

? jareo prioceza de conmovida nao poude ar-
ticular ama patarra.
Mae o momento, que mais impressionou s ss-
aembla, foi aquello em que madama Luiza
extendas sobre a cioza, foi caberla peto panno
morlaano. Esle espectculo aeosibilisoo eem
rezes mais do que o discurso acabado de pro-
nunciar.
Um suspiro, oo astea um tsrrivel grito parrra
do meio do sileocio, e um manceba foi leradtj
desfallecido para fra da egreja. A der era ta-
maita, que este incidente passou desapercebid:
os olbares convergiam para a corliaa e grade,
que acaba vara de aa abrir para recebar a nova
irmia.
Quardo cabiu a cortina, ojosodo s grada ae
fechou, e aquella nobre mulhec se sepultou rira
oo tmulo do claustro, cada um se senta lo-
esdo. *"* -,
A multidao foi sahlodo sem- rsWo, cimo apoi
urna ceremooia fnebre ; todo pareciera terrnm
quinbo naquella ddr. J
Quaoto a madama LuizsV esas retiradja Jin
sella, teotou dar graess im, mas de pola de
heroicos esforjos, flcou acurrada sob a peto de
um peosameoto aogustioso.
Meu Deus, perdoae-m e soccorrei-me 1
aioda o amo !
O marquez de Saocerre fui eondnzido a casa
do duque de Laogeriile o'um estado grave. Sof-
fren muitos mezes, dizla a medieioe, que por
causa da fadiga, que nelle fireram o jogoda pela
e a academia... o doenta por sua parle nio des-
menta a opioiio, e, depoia da cara, blete li-
(Coiturnes do nmades.)
TERCEIU PARTE.
(Cootinuacio.j
II
Gbrallab, que nio qoizera tocar oas diversas
iguarias do sumptuoso banquete a e.le offerecido
apelos sena companbeiroa, atacou com ioleiro ape-
tite a cela delicada que lhe havii preparado o
eeo eoteodido coeioheiro Mebrouk.
Esse bregeiro, dizia elle voltaodo pela ter-
ceira vez a um guisado de abela r la a, aabe tirar
partido des toberas vermelhas com muila arte:
dir-te-hia qoe ae acba a tres pastos do Perigord
(1) I Decidida meo le ae elle oio fosee meu co-
eioheiro ji eu teria morrido neste paiz de estupi-
das iguanas.
Depoia de ter saboreado a sus ca squella ho-
mem siogolsr abriu urna caita de niagoifica mi-
deira de (ya, e della tirou um bello volunte de
entre muitos que alibivam : a re:oslando-se In-
dolentemente sobre os seus tapete e e almofadas
poz se a 1er o texto latioo e liceocioao doa amo-
fea de Ovidio claridade que espargiam duas
velas cor de rosa.
Nio acompeoheremoe Ghrellab e seus terriveis
cavalletroa oas oumerosasexyedices que flzerem
por obedecer a ordene do cherif. Falta-nos
lempo paralelo ; ede museo farl.uaoa repetir as
mesmes cousae, descreveodo sceces de pithegem
e morticinio, onde a vida do hornera tida em
pouca conta, e arrieesde a quelquer proposito
cesas serie de aventuras que teeoi. tantos attrac-
livna para os Nmades.
Digamoa poia em resumo que el les satiefizeram
cabalmente os desejos do cheril, espaldeado o
terror 00 centro dea popolaces qoe heaitem en-
tre a Chebas doa Beni-M'zabs o o paiz de Oued-
SouL
Os proprios Beni-M'zbs, e as popolacdea vi-
7inhas do Tell, oa direccao da proviocia de Cone-
taottoa, se bao de lembrar por omito tempo das
enbuas appariedes daquelles tofs liga veis malfei-
torea, eoearregados da abriga-loe forje a sollo-
carem-ee eob o eataodarte de Aloliammed-beo-
Ahdalih, ciTnpeio di guerra sen tu. e inimigo vo-
tado doa chrielaos, e seus adher oles.
Dorante o eepejo de aeia meze 1 l}nrellab cor-
ren de oaais em oesie, de desello em deserto,
commetteodo toda a aorta de depredares. Mal-
tas vezes voltav so seo acamptnemlo de Tarfa
para ah ooaultar aa presas e des aojos, que fazia,
mea tornar logo a oovaa avenmraa, i oovos
'} Vas Disno o. 98. "" *
(l) As tuberas, que oa rabes cliamam torfat,
oso alo Buito ram ma regida.' to Sabara, vi-
tmbas de Tell, eapecielmeota ctanle aa eata-
tjea cha osa. Dutiogaem li lata espeeie ds
' Bris*aal ibraaM* ,,cmlhM* Al uUlBa "l"
eaodar o regiessato oa Ner-
imeofs rioham sobreviodo do-
nos. Madama Luiza nio ba-
I o ses retiro, mee tinha viato
e um novo reinado succeder so
_
il para a prioceza ama dftr profunda oio po-
der acompanhar ssss irrolss nos culdadoa de
qse rolearam o oonercba oos derradelros ins-
totes. Quando os liaos de baslica lhe annuo-
ciaram, que os restos mortaes chegavam ao ulti-
mo Jazigo, de todo ae lhe a vi vou a saudade D-
llatls
O perigo, em que eolio se acharam asprlnce-
saa auaairmie, contagiadas pels doeoca do rei
causoo-lhe (prolongadaa angustias; aceuiava-s
de nao ter comparlilhado eate perigo, de nio ter
violado o .regulamento da ordem para ir aoccor-
rer o autor de sena dias. Deus livrou-a deeta
oova ioqutetacio salvando sues queridas irmlss.
Urna outra perda veiu desanimar a prioceza ;
foi a de "Maria. A pobre rapariga oiopddeaop-
porter. o fri rigoreao do ivernos do Carmelo
oio se queixou ; o grande exemplo de aboega-
cio. que lloha vista, deu-lhe coragem, maiss
torces tranlram-oa, e morrea de fro. Madama
Luiza, chorou-a amargameote. o o ultimo pas-
eo per o aeu cmprelo Uolamento. porque oo-
fr affeijao, egoalmenta cera, lbe foi roubada,
e com crois cirenmetaocias.
O msrqaez de Saocerts, depois de ter passado
alguoa mezes no ses) regiment, reeppareceu oa
corte, mas novo homem.
A doudice da sos juveotnde havia cedido o lu-
gar gravidade; pareca comprazer-ae em pare-
cer epu, sstudava a maoeira de envenenar as
suas bellas quslidades ; poder-se-ha diaer, que
urna viogaoca esotra o cu lhe assalteava ima-
gnajio.
Apessr das ioslaoclsa da familia, aem i a S.
uiolz, nem se dava da prioceza, a quem outt'o-
ra tao devotado pereda.
Quaodo o marquez de Leeyelle parta para a
expedicio da Amrica, em 1775. pediu Saocerre
psrmiasio ao rei para o acompsohar. Eete peas
espaotou loda a corte, O marquez de Sancerre
mosireva-se sempre ceostaotameote avesso a
ideas democrticas ; inioguem expliceva, como
assim podeaae ir combaler os seos principios.
""-t g0 1ue ,,le fe* o repro, respoodeu :
Nio mo voo bater por idea, ma. por bailes.
A duquezs de Laogeriile, no cumulo da de-
sesperarlo, supplico a madama Luiza, que es-
crevesse ao seu afilhado-disauadiDdo-o do desig-
oto ; mas elle oem se quer esperou por esta cer-
ta, e part antes de a receber.
Umaono dopoia, o aeu criad particular vol-
tousjlraxi i pobre mae aa ultimae vontades
de seu amo, morto nos plainos do Ganada. Esta
c,rla daapeiid encerrava ama dirigida a 10-
f0r V2I,Z* de Sa0, Agostioho, outr'ora mada-
ma Larri de Franga, com o ioaUote pedido de
oio rspeitrr a1 Mpplica d'.m moribundo, e ler
ate o lira a tarda confiesao.
A carmelita, mais sobmeltid regra do que
qualqer das suas compaoheire, pedia autorise-
Cio s superior, e abris o sobrescripto diante
do duque cVe Langsville. que trazia aquelto testa-
mento de aeu fllfto uoico, morto antea doa trila
annos. Eis o conteodo :
Sra Ba-de acreditar que fui um grande in-
grato ; ha-de acre lilar qu aquecV as boodsdee,
que prodtgaiisou ao rapaz educado 4-aaa vista.
a Oh! oio p-ie, oio, fazer idea do que me
cqitou aaeim deixar-me coodemaap resella I
rol par me litrar do upplicio, que vim buscar
a morte ; So tioha posses para comprar o direi-
to de lbe abrir a alma e justificar-me. Bscute-
me e perdoe-m.
Nao record o-meu carcter passsdo, a mi-
oha jovialidad, as minhas traveseara; bem co-
nhece ees pagina da minha vida. cceitsva
tio alegremente a vid, que nem lhe sentia
peso.
c De repente urna desgraja rebenleu- sobre a
minha cabeee ; quaodo meno o esperava, perd
madama. A primeira planee, que me diafe n6
locutorio de Dioiz trouae-me um ralo de lu
funesta. Ssoti urna tal oommojo, qse me pa-
receu figir-me toda a vida.
Foi eotouque comprehendi, que ama va ma-
dama, e que at entio esse tinha sido o-mea uoi
co o real amor. Nio live forja para me denun-
ciar. Desde eolio oio a vi- aeoao ama ver.;. foi
quando .aaeisti ao aeu eacrilcio, quaado lhe v>
cabjrem os eous caballos, o desapparecer a aua
bailesa aob o vu,de reclusa. Nio: pude soppor-
ter aquello trance ; flquei por aborto..
Qaaodo convaleaci, quix eequecer madama e
esta louca pa*o, que ef> me podia perder. Ni
era j do mundo o seu oajecto. O claustro er
para mim como um tmulo. Pedi dlelracj^e
ludo o qUe me rodeara, corte, ao meu regi-
ment, ao noticio das featas, ao proprio mor."
Sei qoe chegaet a aer amado, e eu foraejei por
amar egualmeolfl, mas nao-pude levar fantoe
ogimento. S urna pessos podia aderar aobre a
torra.
A anglica pureza, a nobreza de corajao,
que aemprhavia encontrado em adama ha-
viam-rae estregado pira apreciar as ootraa mu-
ll eres ; todaa me pareeiam falsas, vulgares, e
despojos que. pagou com a viJ de muitos dos
seus mais valentes cavalleiros. *
De vez em quando ae commuoicava com o
Kear-Djerid, ou expediado expreaaameate algum
crrelo o seu amigo Manaour, ou receben do cer-
tas participa jos pare elle do mais alto laurea-
se, que lhe eram fomeoidas pelo sen fiel Debbeb.
Deste modo sabia qu' Slami* sempre bella alean
jara ama grande victoria sobre alma feroz do
mekatib, modificando singularmente oscostumes
desse escravo; elle ra se e pplaadia o pre-
teodldo successo.
Debbah vae desempeohsndo muito bem o
seo papel, dizia coraeiao mesmo. Fioge'-se em
perfeilo apostlo, e todos creem oa sua aioceri-
dade, quaodo oio ella maia do qae um artigo
da nossa convenci. Appareja eu, s verso como
ruge asse tigre domesiicsdo. Nao aei no que
dar tudo isio ; o caso que psrece que fui ins-
pirado, e a inapirajao em mim raras vezea fa-
Ihe. Todevla aioda nao posao prever a vaota-
gem, que resultara de mo harer privado do au-
xilio do meu negro Debbah, o melhor guerreiro
que teoho i Deixamoa correr os acootecimen-
tos. Slami 16 caaar daqui a aeia mezea, se-
guodo o clenlo de Maosour; ora seis mexea sao
mal que suficientes pera encamiobr as cousas
ao bem, qaeiram ou oao Erebo, lno do cbos, e
as Ires Parcas, suas filhas sempiternas.
Nea primeiroa dias do mes de julho Ghrellab e
seus companheros achavam-ae acampados em
ma dai aliada ao anl de Leghouat e ao norte
do sea doaar d Tarfa, nos ltimos limites, do
territorio que podiam frequeotar para o lado do
Tell sem grande risco, depois que os Franceses
installados e reforjados em Leghouat domioaram
aquellea aitios.
Para repouaar das fadigas da guerra e da poli-
tice, o tomivsl baodido se dava algamaa vetea
ao passalempo da caja ; e o'oma deseas ocea-
sies em que elle voltava como da costume altivo
e orgulhoso pela pericia o dealrexa qae desen-
volva aos olhos dos seus naquelle exercicio, vio
chegar um doa eapiaa qae mandara rondar em
toroo de Leghouat, o delle aproximar-se com
emocio.
O que ha de novo, Mekbalif (1) ? pergua-
toa Ghrelleb. O que quer diser esta perturbejo,
e que noticia me trazea lio apreaaado qae do leu
vallo corre e suor em bsg.a ?
Seohor, respoodeu o Mekhalif pesas pode
fallar, trago-te excellenies noticies. Os Barbea e
os Oulad-Nayla reuoiram-se aos christose dei-
xaram os aeua douari, onde s ficaram velhos,
molheres e meninos. Dirigirem-sa i Leghouat
em companhie doa aeus chafes convocados pelo
govemedor oio se be a que m. Todo o paiz
se acba por conseguint livre. ....
E oio ton nada de melhor a communtcar-
me ? ioterrompeu Ghrelleb.
Sim, e oio : lato depende da caja que qui-
zeres fuer. Eoconlrel 00 ghrtdir (3) da Zoubia
um baodo dos mel lindos abeatruzes qae teoho
visto, ea, um dos mala aoligoa cajadores I
r'OsilekUKtslia'poes loa acootoatasentoa
que narramos eram ot flibasteires mala afamados
do daserlo e qae s virlam da pilbegem. A sea
rapacidad fes com que foaeem denomioadoe
MekbsUfs el Djrtud (os saraentes) pelo'horror
qae loapiravam, appellido este que conservaran).
(Coronel Margoeritte).
(3) Gkreiir i na eiacie 4* baca natural, ou
maculad*, comparasdet-aa com o ofeu.JHK]
Eolio apetorou-se de .mim o deeeleoto. feK
iwJfTliwiriirA%oo. Eowrrtref-a' mi
mele.
< Madama receber com eata carta a ernt de
diamantee, fue meiteu; en.trega-l.hio eeber-
la com o mea sogue, porqae me acompanhoa
at ioccaeiio da minha morte. Agora est tudo
sabido. Nio recalo a asa celera, porque ea eo-
nhejo iodole de madima.
< Earie-me a sua beocio ; nio me recuse ama
lagrima, porque tenho padecido muito. Quem
tio forte, oio deixar de me absolver da mi-
oba fraqueza, e pode consolar minha mae.
Eate comprida raissivr, eserlpta eom enao tr-
mula, apenas iotelligivelmente, era effecliv-
menle acompaobada com urna cruz de diaman-
tas, manchada com oodoas eoseogoeotsdas. A
princeza pOz-se de joethos, s orou por aquella
eadoodoeida alma.
Mes chegou-lhe imaginejio um pensemento
terrlrel de egoismo, um peosameoto que prova
coopo imperfeita a nossa natureze, por muito
acnaelade que esteja, toa frenl da morle d'a-
quelle rapaz, depoia de lamentar o ler aido a
eause da morte, procurada com proposito firme
de suecumbir 00 combate, retrecedeu muito an-
nos, e recordou-se doa aeu tempoa da corta,
esqueceodo se das suas penitencias, disse:
Eolio sempre me podiam amar.
A arrepandida princeza expiou este peccad
por muitos remnos, mes nio pode-flcar indiiTe-
reole. A surte de desgranado Sancerre tinha to-
lo de seosibilisador, que peaar da sua rigidez
d principia, chorou-o s recommeodou-o ao
Seohor. A boas almas qnadra sempre bem o
perdao.
Madama Luiza virea poie auim 27 annos oa
sua soledade. Cbegou em ai ao termo-da aua
viagem, quaodo o boriaooU poltico ae escure-
ca, tantas eitastropbes estavam immloentai
Franja e i aua familia.
Os males qv ella tnbe previsto, victimaram
Luiz XVI e Marh'-Aotowela ldoocentemente,
mas Deus disse na aua colera :
< Os erro doa pae cabasm aobre oa filbos.
Os ltimos momentos de madama Luiza foram
como toda a ana vida ; senes ella os olhos oo
meio das suss religiosas, n'aquella celia, qu
preferir a um palacio.
Mea Deua I disse entao ;- nio recebesie, oio,
o meu sacrificio 1 E' porque ere bem impuro f
Deus salve Franja.
duque de CumbHfland casou em 1775 com a
coodessa Irnham ; foi mais um cae&meoto de
inclinaco, que de polines. Jorge III deixou o
perfectamente llvre, tudo leva crer qse oem
menro s opporia a palor allianoa ; a aua diplo-
macia favoreca a coojeetura. A condeesa de
Maulie comprebeodeu-fr>eolio, ma ji era Ur-
de ; nunca pode perdoar a ai meama o deixar-a
perder pela aua volubilidade ama tao deslum-
brante pesijo.
A madama Luiza que ja oio cenaos nenhu-
ma impressao este casamento, e por neo nenhum
fantasma- lhe veio pertorber a ultima agona,
solTrida a 28 da lezembro de 1787.
{Diario Aferconi/; do Porto.)
lint viiiva inc Msdemoiselle.Vi dizer mioha aobrioba que
deeejo fallar-lhel exclamou a ralba maiqueza
de NeOea ntrando ioaapera da mente os sale, e
dirigindo-ae < urna joven e lioda-caanarsta.
Esta, sorpresa com a chegada repentina da
marquez*. que provavelmente oao era esperada,
diapunha-ae j- para execotar a ase ordem,
quando a aenbora deNeflea Ihedtaa*:
Est bem, veoha c.... Muito estimarei
interroga-la um pouco primeramente----
Que pois^a senhora marqoaesa vae dar-me
a hoora de.....
Sim, mioha menina.... e aeja (raoea....
Farei o que me fdr possicel, seohor.
Como ? n&o est certa de aer franca ?
A aeohora marqueta bem aabe-qu o*o a
dere jurar nada, e que a humildad ordena qoe
aejamos sempre-os primearos a doaeooftar dnos
meemos...'. F modestia.... nio aeha?'
Ou impertinencia.... Maaeu alomare! a
mioha coala airigaita.... vamos.... respond....
que a Jiz aqui.... oeste retiro campestre, oode
minha aobrinha encerrou corajosamente de-
pois da morte-do marido, 6 donde todos os meus
esforjos nio poderam aioda arraoc-lv ha quaai
dezoito mezea-que dura a sua viuyszi
Ab I aeohora t exclamou mademoiseHe Ju-
lieta suspirando com sfectajio.
Deixemo-ooa de historias, meaina, respon-
da.... aode_....l>ne tazem vosees aqui?'
Ghoramse, aenhora ; eaaa a soasa uoica
oceupajo.
Que?------chorar a toda a hora do-di?....
E tambem da noute, aeohora ?
E' enlo-uma ddr___
Ohl uma-d-----magnifica aenbora ba-
roneza, mioba pobre ama, nutre se de suaa la-
grimea, e rodeia-ae de todoe oa obtaotos que lbe
podem lembrar a parda que soflreu, Tudo o qae
perleoceu o. baro de Orsy, nosso finado, est
sompre postodiaato della Olh, su caixa de
tabaco me faz-vir as-lagrimaa aos olhos; a pre-
volur.,-
para 1
Palo pcccidos de minha mis 1 O Ghreiir
de Zoubia no Paiz da Sed (4} I
Sim, aenhor ; mas a ultima churas Aza-
rara brotar a herva,-.e por laso a cafa psra ali
corre.
Esqaeces que o pas da Sede alera de La-
ghouat ?
Nao me esquejo ; ma os abeatruzes si ji
antigo. e entre eltaa vi muito machos......(5)
E isto foi oes viiinhaojas dos Aisia-Chemba.
Igoorae qus o Aiaea-Cheraba auxiliaos 0
posto ebristio de Djelfa ?
Bem o sei; porem o eamiobo eal deaguar-
oecido de cavalleiros ; e depois s livre em dar
csja ao homem os ao abeatruz. Emfim nao fa-
jo maia do qoe dar-te o aviao. Decide tu qae
s propri eeieoci o coragem.
Hei de pensar oslo, respoodeu Ghrellab.
E' poisirel que a con leja o mesmo que n son
passado com os Miooura, quaodo fizamos aquella
dupla cejada, com a differsnja de que dsata vez
ser sem f a ledo.
_ Como quixerea.
Ghrellab nao pooaou mallo lempo : tei-se cer-
car dos aeus cavalleiros, quem o Mekhalif tioha
j narrado as noticias que trouxera de sua expe-
dijo, e disse-lhes :
Leio nos vossos semblsotes, meas olhos,
que aioda mal deseenjedoe de vosees fadiga, r-
dala em deaejos de voiUr a ellas. Annunciaram-
voa ama cajada de ebeetruzes, e urna aventara
temeraria a empreheoder. Nao roa recoobeceria
mais, julgar-vos-hia degeoerados, ae voe viese
ioaeoeiveia ventura deaUa duas ptomeesas do
Todo Poderoso. Quento mim nio ai resistir
tentajo de taes promeasaa ; e aioda que cerra-
moa graode risco aproximaodo-ooa dos chriatlos
eseusalliedoa, todavaleohofeem qae Deusos
hsdeaoaiqulltar. Propooho-vos que levante-
mos o acampamento durante 1 nout para Irmos
ao ghreiir de Zoubli.
Sim I Sim I flesm Allah (em noae de-Deus)I
exetamsram lodosos cavalleiros.
O' meus Blhos-J O vosso ardor faz a mioha
glorie, replieou Ghrellab. Cosaeeemoe o dia de
eneeohi pelo prazar, de que bem precisemoe
aps tantos combatea, prirajes e fadigsa: a
Qoal rollemos carregados de ricos despojos qae
venderemos aos traficaote de Souf de Tunis,
porque os nossos csrallos chegaram ao ponto de
ni ter mais do qae palle, oseo, e msculo (6),
e o calr formidavel eate aaoo (7).
senja da
df ante de
Uriapeataj
I las.
Nio bu crep, que ewfas beata 1 te
leas touredo ; leitura baataaji til
ana di.f-.Oe.xg^m, saanWS Wj
lm, qaaeejej perdida pel.a ere,i
ella dio reales a pello e asseetam ni___________
ara1 rosto risooho... seifhoTt baroeeza aio ptiv
mitie aetio o roaeo, e se me su:cedesse appam-
cpr dlant delle com um sorriso Jos abios... se-
rta tmrrtediatamenle despedida.
Qb, I isso de mais. tenho urna raiva I .,.
.Trae mezes da lagrimas dadoi s um espeso.-1
deceocia o exige... seis mezes, de mais, ern-
flm passe... um-aaoo cumu.o d> ridlcalooi^
mas dezoito maca, isso s toncara... para mira
mioha sobrloha l viura. ma a xcepctonal, a
louca mais perfelta qae coobejo I
Man o que que tinha eolio esse sapso
par ss liberad deeto msdo ?
Ah! quaoto a isso. seobors mi rquoW, joaj.
tica lhe seje fail. er um esposa moleta, a fe llar
a verdad elle mereeia bem sei 1 mazes de laajas-
asse... um homem qoe fez dorar trea soeosma
luadtmv.l, e que menea l prtacipiftd qus red t
Al peoe que nio tivess esperado pele
clips total, mioha aobrinha a asea hora estarir
consolada, exclamou a marquesdeftefles.
Pur, grajas a Deua, decidVme a vir aqui, e
aqu estou, oh trnte legan de vit-gem no mee
cerro I Vou por um termo- a* redo lato. E' preciso
que oestes olio diaa mioha sobrioha iacoosolavnl
seja d todo consolada, casaodb -ae.
Oh I a senhera muito srer. Mas jar.
lhe que nao ser lio bem euccedila ; naeb que
poaaa casar a Sra. barooeza.
Sailia, menina, que oio ha- inern me- resista,
e eu drspeoeo de boa vootade eassrsua totea re-
dxe, j eei o qae dejva ; agora vV prevenir
aua ana de qu estou aqui, s s .pero; ou ?
Que imevel tia, murmuro raademoiselle
Julieta, e eom a aeohora beror/ea fet bem,
em...
Eolio aioda eatl shi ?
Non j, Sra. marqueza I Julieta- aabiu ap-
preeeedemeerte d sale. Entretanto 11 Sra. de Ne-
nes paesiiava a pasaos largo ebanando'se com
taque, e percorrendo a ata, onlregava-se a um
monologo vivo e animado.
Peles barba de meus a6s I est dito, e ni
moderar de opioioy elle ba de eiasr-sr; aira,
casar com o meu protegido, o cvlleirosV Ar-
iel, os en to dir por qse... Ah I se ahora man*
eobriohs, voc persiste m su ddr obstrnae, e
oio cootente de oio responder niinhae-oartaj,
recusa al ver o cavalleiroe>oe las propooh par
esposo I Pois bem, aqui estou. Voc ma abrigou
a deixar Verasilta, o meu querido Versallra,
onda tenho adquirido todos o meas besitos;
voc me forjou a fazer una u geai mu loaga,
trila leguaa le em carrol Obi tenho os oraos
qaebrados, eslou cnjada,.falig(da I maa en lbe
moHrareide que tempera a mar juez de e-
flearaa tia. O ursUetro ver comigo, deixei-o
o meu carro, do fio da alavseda; voc o recebe
r ; voc! casar com-etle,.o eostrario, desher-
A a ultimae palavra deste naeaaotogo barone--
za de Or.y appereceo aa- eala p Ha sis estavs
maia veaiida de d, porem o-roa companha to-
do o mu loilelt, qae em rigor poda tomar-e
por um lulo alliviado : um vnaho de ronde-
oreta, graciosamente preso em seuseabelloa en-
cobria sm parle os lindos olhos de -viuva Iacoo-
solavel..
A', vista-da marques profunde suspiros lbe
escaparam immediatameote do pea o, e ella pr-
dpitou-se oos brajos dssa>ti, eiclamaodo :
Ah-1 minha tia I fmc. aqu, so aaylo da
ddr I
Deixe-se-dlsso, miabasobriobs, disse a mar-
queza, procurando furtai-se-ao-abrajo de barooe-
za. Voii me ionmunda oom> as uas lagrimas,
um diluvio.
. Que oao parar outwa; miohs Vie.
E' um bella perapectiva, rasaba aobrinha,
mas vocV afogara nelle os-seus encantos.
Ob t'qae me importa-1.'.. mroaas tia, e de
que me servira agora aer booita ?
Oh 1 midha sobrinba.responde vivamente
a marquez,-de que lhe serrera ter bonita ? eo-
lio oio aeha que uso >-alguna esuss I
Quaado um pes3oa tem, como ee, perdido
tudo o qae amar.. Ah t"
E os soiucos comejara outra ve* abitados oo
leojo da joven baronaza.
Aiii'ia coolioua, exetanro a Sra. de Neflea,
visivelmeale impacientad. .Ah l.roieb sobrio ba ,.
rogo-lhe queso tambre bem de qtae jAsio pasea-
doa deaolto mezea qae ebors- seu marido, e que
se cobre de-ridiculo.
Dessolpe-me, mioka-tta, ma sua presen-
ja qae me veio recordar isso cruelmente.
Gome essim. baroaeza ?'
Othe. mioha tia, ao- vg-ls,.tambrei-me im-
mediatamente, continuou a incoasolarel viora
com urna ioteojo qae a aua d6r ai a impeda de
oolar, qse Vmc. aborreota o berso- de Oray.
Oh certa mente, mioba eobriasha, 9 julga
qus eu nao liaba razie para iieo-T' Um homem
qoe depois de tres anuos d casa nenio bate-se
em um duello I (Ccic-ear-e-na.J
cavidades, onde ae empojam aa aguas da chova
e ae cooservam mais ou meaos tempo, segundo
a respectiva profandidade. Quasi sempre est
aconteceodo nio eoeootrar-ae mais a agua que
ali se delxa, e com que ee conta : daqui veio o
oome de ghrtdir [ trahidorj qoe Ibes dio 01 Ara-
bes do sai.
(4} O Paiz da Seda, belad l ateuck. est si-
tuado, como diz Ghrellab,no circuito da Laghouet.
E' um paix necessitado de agua, excepcio de al-
guoa raroayreaiir* que ali ae encontr nos an-
uos chsrosss.
(5) Os macho sio mais preciadoa do qse aa
femoas por csusa da riqueza das auas peonas.
(6) O coronel MirgaeriUe dsaereveo pfrtaits*
mente os cavallos dos Mekhelifs na cacada.do
abeetrs*, apoellisaado-os de coreis phaotaslico.
Uto magros aio am conaequeacia da snorme ta-
pidas na earreir.
(Tj A cj do abealrw H tai 10 meio dia e
Sim c Sim I repetiram oa cavalleiros eothu-
susmadoi om eese disoorso que ibes exaltaaa a
panao meta oara que tnbara depoia da de com-
bster o saquear : eim I o sol ardeata 1.
Amaohia se meio dis, querendo Deus, as
peroaa dos nossos cavallos fario milagree. Baba-
lendo- oa meie bellos abeatruz que ncoatrar-
moiveremos as os isfsme litado do ebria-
tao foram lio aanoa qu enlregaasem a defea
dos ssss oasis aos velhos, morberss e manios.
Que tnumpho par o-Deas nico, para o eherif,
para nos, meus filhos, se voltarmos com aa
maos carregadea de novas riquezas, lindas no
saogue impuro, desses caes, e glorificadas pela
guerra saots 1
A' cavallo I carillo i bradaram todos.
III
"* avallo, meus Albos I replieou Ghrellab.
Todava nao depresemos nem urna s&dae precan-
joes recommendada pela experiencia. Anda
que aeja costume conservar o hbil cajador de
abeatruz a aua cavalgadaca em ejum deede
veepere, todava como temo de andar ama grao-
de parte da noute acbo bom que damos alimeoto
eos nossos cavallos. Me poia dar esses nobres
companheros dos nossos pesares e alegras urna
boa rajao de corada, depoia de haver-lhes dado
de beber. O ghndir de Zoubia tam agua ? psr-
guntou elle rrsedo-n para o Mekhalif que liaba
trazdo aa noticias.
Sim. aenhor, tem agua.
Eolio faremoa oa nossos animaos beserem
amanla antes da cajads. D-sa-lhes pouca agua
aoje, e grande rajio decorada. Todos os. ca-
mellos neerio aqai com a baggem. e trite ca-
valleiros tirado i aorta para viga-loa. Estas que
ficaram torio todava a meama parte nos despojos
que oa asua compaoheiroe. Ide, obedecei, e que
daqui a urna hora cada qual se acbe montado.
Com efieilo & hora apresasda ceolo e cincoeola
cavalleiros pozeram-eeem marcha para ir per-
oouter no ghredir de Zoubia. Caminharam em
uma s lioba come todos oa aoumsarabee. quao-
do a eztensio de terreno permute, e Ghrellab,
eonserveva-ae no centro da liaba, teodo junto a
el aquellas em quam maia eoofiava.
Psra mioorar o enfado da viagem, e enlreter a
aua comitiva sempre vida de narrajoesGhrel-
lab encetou um desses aasumptos qae attrahem
00 mala alto gru o corsee e imaginacao dos
rabes.
O' meus filhos, dizia elle, axairae o mea
cavallo Soda ; vede como marcha com orgulho,
como o aeu peaoeeo balance, com graciosos movt-
meotos o talismn que o defeodede miu olhado,
e doa duendes perversos spslhsdos sobre a su-
perficie ceicioada do deserto (8); othae pira o sao
pelo Insidio de reflexosdonrados assignaledo com
O nove sigoaes favoritos (); e reconhecei, como
ponto com otWabrTsador ns estejio maia calida
de anno : dar crea de 45 diai desde 15 de iu-
obo a principio de agosto. E' o calor mala alu-
da do que e ligelresa do cavallo que canje e
abato o abastaos dizem oa rabes o lem nzio:
porqu em tompq freaeo o cavallo com toda aua
ligerreaa nio elcaocarta eaaa ave pero'alta.
(8] O jdu oliutdo o olher do genio do mal;
qne eehinflo sobro o taliamaa, eate abranda lhe o
effeito ; oa dueodea chamados kirril segum aa
pegadas dos viajantes.
(9) Os Arabas recoahece qove aigoaaa favor-
ff\t, e ciacp deffiTonreU, oa de ma agouro..
o poeta, qtia 'umaaimsl bello sdmirsvel. Que
homem tari riqueza bstanle paraoemprar Seda
pelo sea valor ? Respoodei, filbos d plvora :
eelaes mudos, e tendea rezio, porqu Sida nio
tam preso.. O', gente do fuzil l Nunca veodaes
os cavallos qua flzerem a vossa gloria. Qual de
vos coobece a historia desee araba do Nedj, a
quem om cherif da Mecca quii comprar o seu ca-
vallo alarma ?
Con la noa esta historia I
0>Arabechamava-seRacbjedi.eomecoa Ghrel-
lab em quanto que oa aeua cavsltaires procura-
ran! grupar-se em lomo delle-per ouvirem me-
lhor. O aeu cavallo Harina era toda a aua ri-
queza, e lhe tioha salvado a vida esa numerosos
combatos.. 0>cherifa da Mecca ouviu gibar o
merecimeoto desse nobre animal, e para logo di-
rigiu-ae a visitar o dono. Er esta ama graode
hoora.para o pobra Rached, qoe a principio mos-
tree-se delta orgulhoso : mae logo qoe o cherif
declacou qu8 deaejava comprar o cavallo aem
olhar a prajoRached aealiu uma dor aguda no
fundo d'alma. Todava oao se atreven a recusar,
e a&scuedo muita alegriay poa-ae a exaltar to-
dea aaboaa qualidades de Herma com eiogjoa,
que maia anda inflanwuaram a ambijlo do cherif.
c Possuirs este h*souro, disse-lhe stacbed;
a descendente do nosso santo oropheta pesebre
ti est a benjio do Seohor. Paasa aqu odia de
hoje ; amanha nio le demorarei matv E' me
preciso esse tempo para daspedir-me do meu que-
rido aoimal.
s O ithorif aceiten a propoati; RioKsd iTis-
toa -se, e voltou poseo depois oom semblante
efflicio, e os olhos em ligrimas.
Oque Ueconteceu, pergenio e Cherif.
< Acabo de eeparar-ms ds liarme : o si-
crificio ost consumido; ole tllame mais
oslo.
c A nolis chegou, servirn, a teto, e o escravo
aocarregado de trazar para s asesa aa Iguiriaa
apreaentava um semblante oatregado ds IrlsUss.
Os pralus se succedim as aoa oalros eom dlffa-
rentes manjares que meracsm pare o ceitohalro
graodea elogios. Contra o uso o aseado 4 reno-
vado Irea vezea, s o cherif spentelo ds leata
abundancia nao sabe como exaltar a rica hospi-
talidad que reoese da parte de sm hornea, a
quem anppunb em am estado ponen favo-
ravel.
Sinto nio receber-U com uma geaerosidade
mais digna de ti, disse Rached.
c Pelo Templo aaolo 1 Fizeste mala do qae
derlas.
c Segu apeoaa o impulso do meu corajio.
Costaste dosta cerne ?
< Esteva excelleote : nunca a com melhor,
e conservare! por muito tempo a lembranca da
cela qae me hoje dste.
c E tsmbem ea I
c Deus derrame sobre ti ai suas grajea I
Como ultimo favor te pee que arranjes ss cousas
de modo qae eu parla amanha antea de sabir
o-sol.
Partirs quaodo quizerea.
O toa cavallo est prompto ?
J t o recebaste....
. Nao te eoraprehendo I
< Del-te o mea pobre animal, porque o ap-
peteceste, a en nada podia recusar-te. Dei-t'o,
j* te diaae: e a prora que Una os restos dian-
l de li. psrqus acabas ds come-lo.
O eherif flcou dulcido, bmotoa-aq
dizer palavra, e voitou par Mecca. Rached
preteriu aptas msUr o seu. estirx ado cavallo e
da-le comer ao.cherif, do qm veader-lh'o. (I6j\
-* meus filbos proseguiu. Sltrellab, tomae
para exemplo ease homem simples e virtuoso.
Nao vendaos aqui lio que o Seubor ereou de mais
aobre depois do homem bravo e crente. O qe>
o carillo, meus Gibas ? S*t*ils como e de que
foi credo o primeiro ca.a41->? Nao o sabis'.:
pois vou en dizer-vo-lo, o eso era que d'on sm
diante oio o esqusoaes.
O ca valleiros eecutavao eotso que extasiades,
e-no meio daquett tropa, ordiosrlamenle alo-
gre e ruidosa, ter-ss-hia presentido o voo de
une. mosquitotio grando era o silencio l
. Quando Deus quiz cesar u cavallo, cemejou.
tabrellab, disse ao.vento d sol:
o Quero crea* de ti una novo ser, conden-
sa-te.
E o vento se coodansee, e o aojo Gabriel to*
mou um punbedo delta e disso Deus:
A mioba mi est eheia.
Deas puntado de esto Deus cieoo um cavad-
lo balo dourado, & quem dase :
c Creet-te, e te fajo Araba: dourle a supe-
rioridade entre os aoimaes domsticos:, ticos
despojos sosio transportados sobre tau costado :
a felieidade sata presa s atoas, do toa pea-
coco.
Eolio o Eterno poz o cavilo em Iibesdade,
o caveto parti rellSchaodo. [ti)
Eis-aqui, meus fi/hos, como vto a mundo o
primer cavallo, s pa de tcioe oa oatroa. Per
aqai jaiga se nio tandea a. ubriga^ao de es-
limar apreciar os voasea iotatigaveis cor-
eis.
Foi nltrahiodo a altaacia. dos asas eempashei-
roe cota eeUe outra historias imitadas Ws
texto e psala doa livtot srabea, qae Ghrel-
'b' "oa 4 tarde dajooul ao ghrtdir de
loo ato.
O paiz est tranquillo, disse elle pelaodo-
;' araarremos 01 nossos cavallos, oio accea-
damoafogos que possam lrhir-oos, e reunamos
o courelho para decidir sobre a caga de manbia
quer aeja ella de abeatrazea, qaer de horneas
nossos eguses, conforme agndsr ao lenhox da
trra u doa c6us.
Amia \ respondern, todos oa scelwidos,
eslrantioa aasassioos que alada mesmo correado
so morllcio se p&em aob a aalva-gssrds da sus
divlodade.
(Costinuar-se-Aa).
(10} Eata legenda, qus moatra a UvOtcajao apet-
xooaaa que profeas o Arebo ao aea cavallo,
muito popular em Nedj. (Vede o Naeeri).
(lt) Segando o Propbele, nxislem srvores ao
Paraino do tronco daaquaes iiabem cevaUoe lodo
apparelhadoa eom asilas ds caro, e arosasa se
meados de peroles, eom aua aas iibergas, e an-
dadura qae se ellonge a perder ee vista. lesos
cavallos alo para o uso dos olotlo d primeira
ordem, Uto aquellea que lupplicam ooul. a
di, jnjuem, reprteos os seu 1 bena, e combaten
peio dirito. Como sabido ni a a por eata
ssta xtrahda do taxto Malo, corno peta origeat
aegra'la que atlribuem ao cavallo, o Ksraa (as
uotei promeasaa ae osralleiro tomo aoa volea-
tooss. e'ss cavallos Um ea Irada, Qomo aa hers
ooseijmecu deMahommet.
Pi'w. ttp. d! si. p..i>f TiTSi