Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08580


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Full Text
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tm mviii. lomo ioi.
Nr Ini eiesadiamados 5f 00O
rr tns mfZM yeacidta 6|00
SBITA FB11A 1 DE Mili DE 1112.
Ptr uit adiintadt i$(Nr9
PorU frates iara kscritttf
NCARREGADOS DA SUBSCRI QAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Vexandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Mirquee da Silva -
Aracaty, o Sr. A. da Lamoa 'oraga; Ceari o Sr'
. Jos da Olveira; Maranlilio, o Sr. Joaquim
Marqaea Rodrigue*; Pif, Justino J. Ramos:
Amazona*, o Sr. Jeronymo di Costa.
SNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SL
Alsgas.o 8r. Claadino Fsliio Diaa; Baha
o Sr. Jos Martina Aires; Rio 4* Janairo, o Sr
Joio Ptr.fra Martina.
DIARIO DE PEMAMDMO.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa oa diaa ti 9)4 horaa do dia.
Iguarast. Goianns, a Parahyba as segundas
sextas-feiraa.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caraira, Altinho
Garanhuoi oa* tercaa-feiras.
Pao d'Aiho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pea-
qeeire, Iogazeire, Florea, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncary e Ez naa qua. taa-feiras.
Cabo, Sertohem, Rio Formoso, Una.Barreiroa
Agua Pret. Pimentetraa a Natal quintaa eiras.
H rodoa oa correioa parteo n 10 horaa da manhaa
EPHBMERIDES DO HEZ DE MAIO.
7 Quarto araacento aoa 43 mioatoa da tajde.
t3 La cheia as 8 hons e 18 mioatoa da man.
SO Qaarto minbante a 1 hora da manhaa.
S8 Lua ora aoa 44 minutos da manhaa;
PREAMAR DE MOJE.
Primeiro as 6 horaa e 54 minutos da manhia.
Segando as 7 hora* 18 minatoa da tarde.
PARTIDA DOS TAFORES COSTUROS.
Para o sal t Alagoaa 5 t SO; para o norte
at a Granja i 14 89 de aada tu ai. .
partida Doa omuaus.
* ***: do Apipucoi s 6lr2. 7. 7 1|, 8
a 8 1|2 da m ; de Olinda a 8 da m. e 6 da t.; de
J*to*]ao s 8 1,2 da u.; do Coxang e Vanea
i m,J d9 */ *s 8 da m.
4 ll. 5, 5 Ij4, 5 1|2 e 6 da t. ; para Olinda s 7
a m. e 8 1(2 da t.; para Jaboatao e 4 da t.; para
o Cexanga a Forzea i 4 1 2 da I.; para Bem/iea
PAUTE Of FICIU.
AUDIENCIAS DOS AlBUNAES ya CAPITAL.
Tribunal do eommereio : segundas a quintaa.
Rtlaco: tercas a aabbadoa ia 10 horaa.
Fasenda : qoiotaa a 10 horaa.
Juizo do eommereio : aagundas ao meto dia.
Dito de orphloe: tercas a eeitee s 10 horaa.
Primeira Tara do tivtl: tercaa a ai tas ao meto
dia.
Seganda vara do ci?el: qaartaae aabbadoa l
hora da tarde.
I DAS DA SISARA.
28 Segunda. O Prazeres de N
89 Terca. S Pedro n. ; S. He*.
30 Ou.rta. S. Cathariu ato Scae; !'f,,-^
1 Quinta. Sa. Felipe* roiaaVasaetotok'
S Sexta. S. Aibanazle b.; S. Metela tobala
3 Sabbado. Iovtocia da Sania Crax.
4 Domingo do Boa* Pastar, a Mi lotead, do M. 5.
ASSIGNA-SE
no Recite, em s livrsris ala pr*s ate
dencia n. 6 e 8. doe proprietariee F
roa daFaria & Filhu.

GOVBRNO Di PR07L1CU.
Expediente do da Sil de abril de
Qfflco ao brigadeiro commitidml* das arrais.
Tendo da tomar poste da administradlo desta
proyocia amaoha a 1 hora da tarde o Eira. Sr.
Dr. Manoal Francisco Corris nirva se V. Exc.
de expedir suas ordene para qus os coraos da
guaruicao eatejam poaladoa no Csmpo das Prin-
cezaa aquella hora am de ftzei aa honras do
eaiylo por occasiao da mesms puse. A guerni-
cao da praca ser teita naquelle ilia pela guarda
naciooal.
Dito ao neeno.Sirva-se V. lxc. da expedir
auas ordens para que aman ha i s< 4 horas da tar-
de seje postada no caes de 22 de noembro urna
guarda de honra para assitttr ao embarque do
E*m. Sr. presidente do Cear! Dr. Jos Beoto
Ua Cunha Figueiredo Jnior que aegue no apor
Cruzeiro do Sul providencian;!j V. Exc. ao met-
alo tempo para que a fortale i do Bram d a
calva do costume por occasiao de demandar a
barra o. referido vapor.
Dito ao inspector da theaouraria de fatendo.
Attendendo ao pedido que faz o nlferes pbarma-
cautico do hoapilal militar Beojc mim Ceocinato
Uungass, no iocluao requerimeuio, recommea-
a? V. S. que manto abooar-lhs urna gretiuca-
?ao de 50J0OO ris pelo exeesso di trabalho que
ha tido eom o exame da* ambuls cias remetiidas
para o trsUmeato do'cholera na i comarcas da
provincia.
Dito ao mesmo.Taa lo-roe participa lo o bri-
gaietro commaadaote das armn em oQko de
hontem datado aub o. 850. hacer no dia do
correte fallecido na poToa;ao dis Affonsdos on-
de reseda o 1 aargeoto de artillara reformado
Joio Chnsostomo daa Chgaa mim commuoico
a V. S. para seu coohecimento.
Dito ao esmo.TranasntMo ,i V. S. a iocluaa
coota documentada, fia de qu* mande psgir ao
rente da compaohia Peroambuzans da vapore*
costeiros como pele em olfleio d< hoje, a quao-
tia de 289800 re* proveniente t diversas paa-
sagens dadas por coota do miois ;rio da guerra
nos vapores ds mesma compaohit.
Dito ao mesmo.Tendo o clrwr ,;iao do corpo
do sale do exercilo Dr. Manoal VUes da Costa
trancante, dado por linda s commisso em que
se achava na freguezie dos Affogados para trata-
meoto dos desvalidos all atcalos do cholera
morbus, mand*-V. S. pgr-loe alm de seus
veocimeotos como aa lem pralirsdo com outros
cirurgies do corpo de sale do exercito em pre-
gado em ideticas commisset inais urna grati-
cico de 15J000 ris diarios a c >ntar de 4 do
correte at hootem tempo em m e estere occu -
pido nessa commiuo.
Dito ao mesmo.Recommendo V. S. em ad
ditameoto ao meu officio de 5 d > correte qae
mande pagar o aargeoto Martioiaoo de Barroa
B/aoco os vencimentos do destaca meato de guar-
0i ntions da vilU da Eacado relativamente
rou no citado officio mas tambem do de (evereiro
sendo que oa documentos comprobatorios desia
despeza j foram remettiios a essa thesouraria
com o supradilo officio.
Dito ao mesmo A risla do pee ido e demont-
rac?ao inclusas mande V. S. adiiolar ao almo-
que o Exm. Sr. Dr. Msnoel Francisco Correia
preaiaente oomeado para eita provincia preatar
o jurameoto do esiylo perante a mesms assem-
bla amanha a 1 hora da tarde.
Despachos do dia 9 de abril.
Requerimentot.
Antonio Joaquim d'Oliveira Baduem.Informe
o Sr. totpector da thesouraria provincial.
Ignacio Fraocisco Cabral Ctnlaoil.Dirija-ae ao
director dss obras publica*, a quem se expedio
orden para o aupplicante ser alten lido oa forma
da le.
Joo Braulio Correia e Silva.-Passe portara
aposentando o aupplicante com o ordenado cor-
respondente ao tempo de servico nos termos do
art. 29 da le o. 369. de 14 de maio de 1855.
Joa Rocha Paranho.-^Iuforme o Sr. inspec-
tor da theznuraria provincial.
Bacharel Joaquim Theolonio Soares de Arelar.
Avuts da informarn oso ha qae deferir.
Joo Uypolito de Meira Lima.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Dr. Maooel da Cunha e Figuereido.Passe
portara concelendo a licenca pedida com vedi-
mentos.
Thomaz Jos de Gusmo.Informe o Sr. ina-
pector da thesouraria provioctal.
Commaado das armas.
Quartel-jgeneral do cotatmando das
armas Je Peroambuco na eida-
de do Recite em 1 de maio de-
IS6t
OROEM DO DIA N. 70.-
O geoeral commanlante das armas faz publico
para conhecimento da guarniQio e Gns conve-
nientes, que hontem enlrou no exercicio do car-
go de presideota desta provincia, para o qual foi
nomeado por carta imperial do mez de marco ul-
timo, o Exm. Sr. Dr. Maooel Fraocisco Correa.
Faz publico, outro alm, que por portara da
preaideacia de 28 de abril prximo Godo foi oSr.
lenle do corpo de estado maior de 1* claase
Alezaodre Augusto de Fras Villar, nomeado re-
crutador da freguezia.de S. Frei Pedro Gonctl-
vea. *
Aasigoado. Solidonio Jos Antonio Pertira
do Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, capito
ajudaote de ordens eucarregado do detalhe.
1 rito de justica, pelo meaos a presumpcao le-
1 gal.
O Sr. Araujo Barro* :S descooflo.
O Sr. Hoscoso da Veig* :Mas onobre depa-
ta do tem-se toroado o echo daa opioies coolra-
rias e se mostrado inimigo aa conveniencias pu-
blicas e ao progresso....
O Sr. Araujo Barros :Cada um pensa como
quer.
O Sr. Moscoso da Veiga :Ainda est bem
ras1 rassijs-srvi sss 4 t~^sv^aasTas.^
AraajoJB.rroa: Pata que falla mais
j me malou oeste ponto,
trantico
gtwugguco.
ASSEMBLA LEGISL4TIYA PROVINCIAL.
CONCLUSAO DA SESSO DE 30*DE ABRIL.
ORDEN DO DIA.
Primeiri discusso do projecto o. 3deste aoao
adiado em sesto anterior, e qua restaura a fre-
guezia de Cruaogy.
O Sr. Ferreira de Aguiar:INo davolveu seu
discurao.) .
^.T-----' "T .*"". *" ""w O Sr. Hoscoso da Veiga: Sr. presdame or
rounocU.TlVffiVr.r,UU,r,rr! d6e- for1"'>8'>^nsidgerac6es muo, x.ctaP. e
1 t,mh.m rfArt fn ,l0 Mo ioja8lMi enunciadas hootem nests casa
geraes ; que quaoto a elle o ioierease geral nao
e mata do que o tranaumpto, a uoio desses di-
versos toteresses parciaes a de localidades e que
quando esses diversosnteresses formara um lo-
do constleravel, a isso qua se pode chamar in-
teresse geral.
i ,0<' I'1* Praeiao olhar maito para os
!nieres*eslocaes, nao daodo preferencia a nte-
resses isolados de urna localidad* quando elle*
ppoe a ioteresseaqaecomqoantosejam tam-
iz
pelo hoorado deputado pelo 5 dialriclo, me re-
solv a pedir a palavra, e empeohar-me oa dis-
cusso em favor do projecto; coosideracoes essas
que bem longo de servirem a impugnar a utili-
dade real, a oecessidade rec jnhacida e os mais
Tri?a a hn.r.i..i -i?. 1------V """1MI- w*"h*h recjnnociaa e os mais
xarife do hospital Utarnto hiveodo toeonve- effeltossalutares do projecto. ao contrario aervi-
nieote, a quautia de l:20000. oara ocnorrar ao tha n*n .A n... o.i-Jm.,:.. ".."i: 1"l!.
mente, a quaotia de 1:2009000. para occorrer ao
pagamento das despezaa daquelle eslabalecimeato
na 1* quinzeoa do mez de mso prximo vin-
douro.
Dito ao director daa obrsa u blicai.'Sendo
evideote que por for$a do art. 14 c a le proviooisl
n. 9 e art. 46 e 88 da lei n. 139 ui o pode Ignacio
trancisco Cabral Caotanil oppor-se a extracoem
seu sitio Retiro da* pedraa necess ira* a obra do
empedrameoto da estrada i Victoria como pon-
derou Vmc. em sea ioformacao di W de marco
ioio, dada com refereocia ao re< referido Caniaail oo deve comtuilo o respectivo
arrematante entrar em sua propriedade sem li-
cenca de aviso previo para iato, extrahindo pe-
draa dos logaras por elle desigoados e coaduna-
do-ai pelos pontos em que nao :ause prajuizo
ou eocommodo ao proprietario, como racional-
mente devora ter eiecucao as cit as disposi;oet
de lei, o qua declaro Vmc. para seu cooheci-
mento. e para que aesta conformilade faca pro-
ceder acerca da questo suscitada entre aquelle
Cantanil e o arrematinte dessa obra.
Dito ao agente da eompanhia craaileira.Pode
Vmc. fazer seguir para o norte o apor Cruzeiro
do Sul amanba a hora indica; 1 em aeu officio
de hoje.
Portarla.0 rice-presidente ds provincia ten-
do em vista o que requeren o amimuense cario-
rario da thesouraria proviocial Antonio Jos Duar
. _------------r"-.v..iaiwuiiKu.- u ar. veiga hoscoso :.... duendo al aue
te, e bem assim a ioformacao que a esse respeito eslava cario que o Sr. biipo oo era ouvido re-
ministrou o raaoar.tirn inanni-ir a .1.1. ii, hm> -i._^_____?.j_ ,___ y" ,a uu*,u". "
mioiilrou o respeclro inspector e 11 data de hoje
e 10b n. 2(1 resolte cooceder ao uiesmo amanu-
ense dous mezes de licenc com todos os seos
?encimeotoi, para tratar de aua saude % provin-
cia do Cear.
Dita.O vice-presideote da provincia tendo
em vists a proposta apreientada pelo com man-
dante dobilalhao n.7 de infanta! t da guarda na-
cional do municipio do RecifesobM que informo*
o respectivo commandanta superior interino em
officio n. 19de 11 do correte, resalvo nomear os
guardas Francisco Joa de Moraes, e Maooel An-
tonio da Silva Moreira, para os poatos de altere*
este ds 4* e aquelle da 2* eompanhia do sobre-
dito batalho.
Dita.O vice-presidente da piovincia aton-
dando ao que ihe requeren^) bachirel Francisco
Aagnsto da Coata juiz municipal e de orphos do
termo do Cabo, reaolre porogsr 1 or 3 mezes a
luenga de 8 diaa conr ordenado q*u gozara para
tratar de sua sande.
Dita.Qi Sr*. egentea da eompanhia brasileirs
de paquetea a vapor msodem d de rjno vapor Cruzeiro do Sul, al o Para em
lugar destinado ao capito-tenle Francisco de
Miranda Ribeiro.
Dita.O* Srs. agentas da com :t ihia brastleira
de paquetea a vapor mandem dar urna passagem
de r para o Cear no vapor Cru.uiro do Sul em
lugar destinado a paasageiro de miado a secre-
tario da repsrticao da polica d'a:[uea provin-
cia Dr. Manoel da Soaza Garcia.
Dita.Os Srs. agentes da compsahia braailelra
da paquetes a rapor mandem dar ima paassgem
da estado para o Cear na rapor Cruzeiro do Sul
m Antonio Jos Daarte, amaoueo 10 da theaonra-
rln provincia.
Expediente do seeretitrio do
__ sTa>r**o.
Officio ao brigadeiro com m and 11 te das ermss.
O Bxm. Sr. presideote da provincia autorisan
..frt* diU ?,diroclor doaraer.il de guerra a
aatisfaaer o pedido de cartaxame i>. ra o T bala-
4eJ?f!nlir^ *ae iiua'1fflcio v
B87 2e K d0 co"oa, assiia o manda de-
clarar V. Etc. para sen conhecia soto.
Dito theaouraria de faz*oda.-[ 4 ordem de S.
f t v *b*'9**ta*U da pron: ci. traosmit-
*?!"- d0* oordeDS d.> theaoaro na-
l0*1 0>- a 77, menos 70.
ru^Ll! 'FP2* 4o *' Provincial.
rao nao s para estigmalisar o procedimeolo
daquelles queja urna vez em idnticas circums-
lancias tiveram de votar pela creacao da fregue-
zia da Pelrolina, como tambem para enunciar
priocipios, e aventurou proposices, qus com
vautagem oo podem servir para fundamentar a
inutilidad* do projecto. Pelo meooi o veo que
encobre essas expressoes bem transparente pa-
ra deixar ver nm principio de insinuacio a todos
aqueltea que tiveram a fortuna de nao aceitar a
aua opioio.
O nobre deputado, Sr. presideote, em voz de
ollerecer as razes de convieco qae levassem a
oo aceitar o projecto, em vz de mostrar a ina-
tilidade do mesmo pelo lado da conveniencia da
diatribuiro e administrscao do pasto espiritual,
bem looge de demonstrar que os ioteresaea doa
povos daquellas localidades nao eram satisfeitos,
e contrario a todas as conveniencias publicas,
ladeou inteiramente daqaeslo para umeerto ter-
reno todo inconveniente, e apreseotou receios de
que os direitos do padroado, e os direitos da ig:e-
ja viessema ser feridos e sbalados.
O Sr. Araujo Barros: Est engaado ; nao al-
ei hootem em padreado, fallei somanta em prin-
cipio eleitoral.
O Sr. Moscoso da Veiga : Falln oa interfe-
rencia do prelado oa creacao da nova freguezia...
O Sr. Araujo Barros d um aparte.
O Sr. Veiga Moscoso:.... dizendo al, qae
ceiando que assim foise passsndo como esiylo na
caaa essa falta de dever, e depois eoto procu-
rou demoosirar qae s hsvia ulilidade 00 projec-
to pelo principio eleitoral....
O Sr. Aflujo Barros : Este que o ver-
dadeiro 0 uoico poni.
O Sr. Moscoso da Veiga : Tanto fallou dea-
le principio, tanto deseovolveu-o, e a enleosou,
que parecen querer laucar ama censura aquellas
que oo aceitaram a su* ooinio.
O Sr. Araujo Barro* : Nao acredite i*so, por-
que eu sei aotecipadameota antes de fallar, que
as Ainhaa opinies nao sao aceitas.
Urna Voz : Que descreme 1
O Sr. Moscoso da Veiga : E' preciso, Sr.
presidente,estar-ie acostumado a laquearos prio-
cipios e vaotagens da discusso, a desvirtuar a
torga da lgica, e a nao ter cooflaoca noa bona
aeotimento* dos honrado* membro* desta cata
para avanzar proposices ds ordem que o nobre
deputado lancou....
O Sr. Araujo Barros dum aparte.
O Sr. Moscoso da Veiga : .... e, eu nao es-
perara cortamente que o nobre deputado que eu
coostdero ama daa illuitracoes desta casa, qua
o coutidero dotado de um espirito de ordem, que
o coasidero como um elemento de jaatica, como
um elemento de moralidade deaeortinasse no es-
pirito daquellea qoa nao receben a aua opinio
um capricho....
O Sr. Araujo Barros d ontro sparte.
O Sr. Moscoso da Valga : .... quando o 00-
bre deputado soraente consideraste o principio
eleitoral, como umea base a justificar a inntili-
dade do projecto.
No correr da discusso, en procurare!, Sr. pre-
sidente, demonstrar que esse principio eleilorel
de que tanto fallou o nobre deputado. oio obs-
tante aer urna qesato muito secundaria, bem
looge de aproveitar ao oobre deputado, em fa-
vor da creacao proposta palo projecto, por iseo
qae maia conveniente a esses povos iren votar
em Croaogy do que em Nazareth ou em I tamb,
iato alem daa vantagena da distribaigo do pasto
espiritual....
O Sr. Araujo Barros: Como esli agora to
religiosos I! I Como Ihei parece agora lio eicel-
lente as informscoes do Sr. bispo I I I
(O* Srs. Bario de Muribeca a Araujo Barroa
trocam apartes.)
O Sr. Moscoso da Veiga :Tenho f qae O no-
t> deputado ha do eonvtr coaigo que eata caaa
vieta annmnnio c r ~a *"'~"-~r~ v- "> wi.w u u vn uiaiig qua ata caaa
m conltu a -mL!-!?^ ." fla UT Um baM0l > pabUaoa, seosse-
aer conatai assembla legiatat ra proviocial tot aloeemprnpantadoa pela prudencia, tupi
V,
a discusso do projecto quecreou a nova fregue-
zia da Pelrolina; ainda eat bem prosele como
o meu nobre amigo que se senta a miaba direita,
o Sr. Dr. Barros Brrelo corres apressurado *
mesa, e apreseotou o requerimeoto de adiamanto
aum de ser ouvido o Exm. prelado dioce-
sano ....
O Sr. AraajoJB.rroa: Pata qae
oisso ?
O Sr. Dr. Lceos
(Riso.)
O Sr. Moscoso d Veiga :Por transicao to-
quei oelle.
A casa vio depois como todos se maoifeatram
como todos mostraran o desejo de saber ouvir
a opioio de Sr. bispo, cono pralica e costu-
ne, como conven ao respeito deviloa elle;
mas o nobre deputado que v lulo por un pris-
ma mui susceptivel....
O Sr. Araujo Barros:Muito obrigado.
O Sr. Moscoso da Veiga : .......tornou se
zeloso por demaia pelos direitos da igreja, e*-
queceodo-se que n* temos aqui o direito de le-
gislar o/uris contiiluto e oo o jurit consiituen
do, nao temos o direito de firmar o tomar obri
gatoro o direito de ouvir o Sr. bispo....
Un Sr. Deputado :Para ourir-ae o Sr* bispo
ha direito pleno.
OSr. Moscoso da Veiga :lito juri$ comti-
lutndo.
OSr. Cunha e Figueiredo:Est engalo ;
juru cotutilulo,
Um Sr. Deputaio: Ettio se oceupaodo de
materia vencida.
O Sr. Moscoso da Veiga :Nao toesrei maia.
oesta especie por ser materia vencida, e panarei
inmediatamente a demoostrar as vautageoa ea
oecessidade da adopeo do projecto que se dii-
cute.
O Sr. Presidente : Estando chegada a hora em
que o Sr. presideote da provincia deve vir pres-
tar o juramento do estylo rogo ao nobre deputa-'
do que iaterrompa o seu discurso aum de que
aeja oomeada a commiaso que tem de receber
S. Exc
O Sr. Moscoao da Veiga :Poi nao.
( O orador aenta-se. )
O Sr. Presideote :Nomeio para receber ao
Exn. presideote da provincia os Srs. Barros Bar-
ret'), Ferreira de Aguiar e Neito.
Immeliatameote chegando o aviso de que S.
Exc. se achara na ante-sala, commisao ret
se, a volt* pouco depoi* acompaohaodo
presidente.
O Sr. primeiro secretario faz a leitura da carta
imperial que no me a pira presdante desta pro-
vincia ao Sr. Dr. Manoel Fraocisco Correa.
Em seguida S. Exc. presta o juramento determi-
nado i>ela-cooetiiuico e retira-se com as neanaa
fornalidades com fora iotroduzido.
O Sr. Presideote : Continua com a patarra o
Sr. Moscoso da Veiga.
O Sr. Moscoso da Veiga:Aperar de j lerem
aido expendidas pelo nobre orador que rae prece-
den razes ponderosas a respei'o da conveniencia
do projecto ter sido assim prevenido em mullos
argememoe, sem duvda com melhor luz, do que
eu poda fazer, en accresceotarei apenas al-
gunas coosideracoes mas, com relaco a Naza-
reth, isto *t distancias qae existem das locali-
dades extremas da nova freguezia sede Cruaogy
e commodidades do pasto espiritual.
Segundo o plaoo IrsQado 00 projecto acerca dos
limites da freguezia, tem ella de se constituir de
parte da freguezia de Itsmb e de Nazarelb.
Quanto a Itanb j houvequem se oceupasse, e
quaoto a Nazareth direi que ha toda a convenien-
cia publica porque o pasto espiritual ser melhor
destribuido em razio das distancias que existem
entre as extremidades da freguezia para a sede,
pelo lado de llamb. Mocos, e Timbauba e de
pelo lado de Nazareth a povoacode S. Vicente.
Esta povoacao dista de Cruaogy cinco a seis le-
guas, e de Mocos a nova rreguezia vio tres; d'ahi
se v que dessas extremidades ha mas comno-
dsde, e presteza na destribuico dos sscrameotos
e attribuicoes eccleaiaslicas com a resUuraco da
freguezia do que se psrtisiem de Nazarelb ou
Itanb como actual existe; por isso que so passo
que de S. Vicente a Nazareth ao dez leguas, e
para Itsmb cinco a seis.
Com relaco a conveniencia do elemento elei-
. toral milita a mesma razo decommodidade pa-
ra os votaotes, e mais empregados que fuoccio-
nam na qaalicacao e eleico, sobre modo os ds
localidade mais populosa que S. Vicente, eon-
| vm mais ir prestsrseas saffragioa na nova fre-
guezis do que para Nazareth : por isso que para
asta cono j z v*r voSiez legua* de peuimo
camiobo, em quanto qneparaa nova freguezia
ha apenas seis legua*. A mesma razo d-se
para Itsmb. Alem deque existe urna represeo-
lacio de perto de duzeotos moradores iostsodo
por essa adopeo.
Nio entrarei, Sr. presideote, na discusso das
conveniencias poltica* ou eleiloraes, que tanto
fallou onobre deputado porque nao quero re
volver as miserias dessa eleicio, e lancarei um
veo sobre ellas e todas auaa coosequencss, sen-
tindo profunda magoa em nellas tocar.
O Sr. Araujo Barros : Na eleico de Naza-
reth ?
O Sr. Moscoso da Veiga :Sin.
O Sr. Araujo Barro* : E' maito miieravel,
de maia.
O Sr. Moscoso da Veiga : Apeoas assevero a
casa que all predominou o principio official pa-
ra a fetura delta.
Nada maia podendo acreaceotar as coosidera-
coes apresentadas pelo nobre deputado que me
precede*, considerad)** de maita vaotagem e
com muita lucidez offeracidaa, e que todaa eoo-
vergem para que ae adopte o projecto em diacus-
aao, aanto-ma declarando que voto por elle.
O Sr. Araujo Barros:(Nao davolveu seu dis-
curso.)
O Sr. Baro de Marbeca tomando a patarra
diz em reaposta ao orador que o preceder que
nao tem antagonismos na -casa, tanto que ainda
na sesiio aoterior, quando o nobre deputado fal-
lara em urna materia puramente poltica, lhe
dea muitoa lincaroa apoiadoa; que por conse-
guate o illuatre membro nao pode persuadir de
que elle ae deiie arraatar por limpalhlaa ou an-
tagonismo quando aa pronuncia sobre qaalquer
que aeja a queato, que antea palo conirario lhe
aucaade multas vezes achar-se am oppoiicao com
peasoas de quem especial amigo.
Passando a oceupar-ee da materia, diz qae
tendo j enunciado a ana opioio aobre o projec-
to debaixo do ponto de vista do ioierease civil,
quando nter rompe* o (en discurso na seaso
anterior, resta-Iba dizer alguna costa a respeito
poltico que pode harer na creacao da freguezia
de que aa IraU.
Katenda o honrado orador, que ufo muito
fcil aaaigoalar laso a que o nobre deputado a
quemresponde qualtfica de nteresses mesqui-
nhot de localidades, e n qae sama de tojacesses
s~
blico geral, osa* atlendendo-os, estudando-oa,
porque nem todos oa toteresses loeses sao mes-
quiohos.
Em resposta so procedente orador, quando da-
se que se oreteodia castigsr a freguezia de 1 tam-
ba por oo estsr de accordo com os nteresses de
Uoiaona, diz que nao aum meaquioho interess*
que se tem em vista com s adopeo do projecto,
surque parle que aa vai destacar daa duaa fre-
guesas formar una importante parochia, o que
ponilo assin. em lugar de sa irsatiatner a ca-
prichos da individualidades de Goianoa, vat-se
astea por esss locslidade ao abrigo de influen-
C1" uieequinhae que lendem a abafir as suas
verrjadeiras manifeataces ; que em ums peque-
a lucalidade as influencias que se acham maia
prximas devem pesar muilo mais sobre ella do
que as influencias que se acham mais looge, que
conieguintemeote em lugar de se ir com o pro-
Jec, streitar o circulo de eco dessa localida-
de. d-se lhe mais liberdade de acgo, fiea ella
eollocada em melhor posijo do que hoje ae
O orador faz aioda diversas coniidemgoes em
orden a sustentar as suas ideas, e cooclue pro-
metiendo roltar em outra occisio tribuna so-
bre a mesma materia, vslo que a hora j vai
adiaotada.
Dada a hora rica a discusso adiada.
O Sr. Presideote designa a ordem do dia e le-
vanta a aesso.
SESSAO NO f DE ABRIL DE 1862.
Presidencia do Sr. baro da Vera-Cruz.
Ao meo di* teita a chamada verifleo-se ba-
vr numero legal.
OSr. Presidente abre a sesso.
O Sr. V secretsrio l a acta da anteced ente
que approvadt.
Achando-se na aote-ssla o Sr. Joaquim Por-
tella introduzilo com as formalidades do esty-
lo, presta juramento etoma assseolo.
O Sr. 1* secretario menciona o seguiote
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do governo remetien-
do 40 exemplares do bataneo de receita e despe-
zs. Mandou-se destribuir.
Um raquerimento de Evaristo da Costs Leilo
pediodo se coosi^oe quota para pagamento do
aluguel da casa de aua propriedade que len
aervido para as aasoes da caara municipal da
villa de Barreiros.A'comnisao de orca-
meoto municipal.
Um orncio da cmara municipal do Buiqae
remetiendo idous abaiio aaalgoados de morado-
res do povoisdo e dislricto da Pudra, em que pe-
rlera a creacao de ama freguezia, e informando a
favor dease pedido.A* commisso de estatis-
tica.
E' lido, julgado objectode dellbenco e men-
dado imprimir para entrar oa ordem dos tra-
balhos o seguinte projecto :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
boco, resolve :
Art. nico :O territorio do eogenho Taba-
tinga comprehendido entre o riacho deste no-
rae, e o denominado Papa-Ooca, actualmente da
freguezia de Ipojuca, fica pertencendo ao Cabo.
Paco da asstmbla, 29 de abril de 1861___Luis
Felippe. Manoel Neito.G. de Drummood.
Ignacio Joaquim.A. Souza Leo.Pedro Affoo-
so.Torrea Bandeira.Cunha e Figueiredo.
Wilruvio P. Bandeira.F. de Aguiar.
E' lido e fica addiado por pedir a palavra o Sr.
ledro Alfonso um parecer da commisso de fa-
zenda e orcameoto, iodeerindo a potico de
Francisco Civslcanti de Albuquerque, arrens-
lanle do inposto de 2J500 sobre canec de rez
coosunida nos municipios do Recite e Goianns,
e na qual se pedia um abate.
Achando-se na ante-sala o Sr. Dr.Theodoro
Freir iotrodazido com as formalidades do es-
iylo, prests juramento o lona assento.
Sao successivamente lidos, apoiadoa e appro-
vados sem debate os aegointes requerimentos :
Requeiro que pelos esses competentes se pe-
ca com toda a urgencia as seguintes informa-
coes :
1.* Quantos batalhoes compem o commando
superior do municipio de Goianoa, attim como o
numero daa respectivas compsnhist.
2.* A mesma informaco sobre o municipio de
Nazareth.
3. Quantos districtos de subdelegados, e qusn-
tos de psz existem as comarcas dos oomes da-
quclles municipios.
4.* Qual a populsco, pelo menos aproximada,
das mesmss conarcas.
5.* Qual a inportsncia do connercio de am-
bas aa comarcas, ou antes, quantos armazens de
aasucar, quaolas lojas exlslem osa cidades de am-
bas as comsreas.
Sala da assembla provincial de maio d.e
1862. Araujo Bsrros.
Bequeiro em additameoto que se pegara pelos
meamos carnes informaceet do seguinte :
1. Quantos tabellies tem a comarca de Na-
zareth.
2.a Quantos engaos possoe o dislricto de
S. Vicente da mesma comarca, e qual a extenso
do aeu territorio.
Ssla da assemble provincial 1 de maio de
1861A. Barros.
Requer a commiasio de fazenda e ornamento
que peloa canses competentes se pecnm as s%-
guintes ioformacea :
1.* Quantas bracas de estrada feita pelo enge-
oheiro Mamede ao acham definitivamente entre-
gues, assim na linha do norte, como na de Pao de
Alho pera Natareth.
2* Quaoto tem recebido o meamo angeoheiro
dos cofres provinciaes em pagamento da mesma
estrada.Barros Brrelo. Soaxa Res.Bario
de Muribtea.;
[Continuarse ha.)
Discurso do Sr, Pcreira de Lnceoa oa
sessao de 25 de passado.
O Sr. Lucena : Sr. prndente, vacilei por
algum tempo ae dereria tomar parle nesta dis-
cusso, e vaeilei, nao a por stotir-me alguma
cooia eocommodado em mtoba asada, como tam-
bem porqne rejo, que a discusao aa ha descar-
reado do seu verdadeiro -ponto (apoiadoa), aem
vaotagem alguna para a ida.qua ae procura rea-
liaar (apoiadoa); mae recordando-me de un con-
vite fornal, que me (ex o illuatre deputado pe-
lo quinto circulo, o qual ae aenta i minha direi-
ta, para contestar urna ana opiniio, emittida na
easa, a qual me oppux por me parecer err-
nea, ped e palavra para dar ao nobre deputado
quam me retro, easa prova de deferencia......
O Sr. Araujo Barros: Obrigado.
O Se. Lucena : Alem dessa propositan, de
qua acabo de fallar, ootraa foram emitiidas tsm-
bem, e sa qaaes aa colleco n* mema eateira > e
como quer que ellas ae refiram i negocio da alta
mnnu, e poaaaoi ter no futuro grande, aleaos,
cumpre, que tejsm hoje anoiquiladaa psr* que
nao passe o erro como principio verdadeiro,
(apoiadoa) tanto mal* quanto os erros ao lerapre
ralees. (Apoiados).
Antea, porem, de entrar, Sr. presidente na
analysedessssproposices.camprelamtemqoeeu
acompanbe o nobre deputado que de ordinario
ae aenta no priocipio da bancada opposts ( o Sr.
Souza Res) em um protesto, qae elle consigoou
oesta caaa, quaodo fallou em reapoata ao nobre
deputado. que eat minha direila (O Sr. Arau-
jo Barroa). Este protesto consiste em declarar
qae eata discusso superflua e inconveniente.
Sei que a queato conaiderada am ai meama
importante, til, conveniente, mas quslquer
questo para merecer eates ttulos deve ter occa-
siao, e opportunidade (apoiados), e o qua en
contesto oeste momento a de que se trata. E'
auperflua porque, quaodo se iratou da creacao da
regueiza de Pelrolina o nosso distiocto collegs o
Sr. Barros Brrelo com a piedade e ortbodoxia,
que todoa Ine recoohecem (maito bem), e previ-
nindo os desejos da caaa, correu pressuroso
mesa a offerecer um reqaecimeolo em que pedia
intormacoe*, ou antea em que pedia losse ouvi-
do o Exm. prelado diocesano. Esse requeri-
aassts foi approvado quasi por uoanimidade ; por
conseguate, por este lado qualquer discusso que
se aveotasse nao tioha opportuoidade, oo liona
razo. Accresce, que esla caaa desde muilo tem-
po tem adoptado o precedente de ouvir sempre a
opioio do Sr. bispo, quando se trata de materia
semelhante que est em discusso___
O Sr. Araujo Barros : Mas olhe que o meu
requerimeoto foi apreseolado porque oo esla-
vam ainda aqui aa ioformacoes do prelado.
Outro Sr. Deputado : Mas j liona sido ap-
provado pala casa um requerimeoto, em que ellas
se pediam.
O Sr. Lucena : Restara apeoas saber se nos
nao podamos tomar conhecimento de um projec-
to da natureza do que se discute sem estarem
presentes aa ioformacoes do Exm. Sr. bispo......
Um fjr. Deputado : Podemos sem duvida
alguma.
O Sr. Lucena : E se podemos, foi superflua
toda a diacusso havida. E' ainda superflua una
tal discusso, porque ss idss nella emitiidas,
j foram tratadas com muia proQciencia nesta
caja, e essas discusse* se acham eacriptas, as-
sim como essas idss se scham contidas em mul-
los liaros, qee fcilmente se eocontram nss li-
vraras desta cidade, leodo al sido iratadaa em
mullos joroaes desta e de oatraa provincias.
E' ainda superua e inconveniente essa discos-
sao por mais urna considerarlo, que a seguin-
te. Quem tiver acompanhado oa oossos deba-
tes, e 1er o discurso do oobre deputado pode
persuadir-se de que a igreja de Peroambuco pe-
riga, e que o espirito de Satsoaz esvoaca oeste
recioto, e que a bydra do protestantismo alca o
eolio....
O Sr. Araujo Barros : Tambem o Sr. Souza
Rea disae iato.
O Sr. Lucena : .... e porta oto, eata protesto
dev* ficar bem consignado nos nossos faatoa, pa-
ra qae ae oo diga, que entre nos existem seme-
ihautea idae.
Feito este protesto, que o confesso, pode of-
fender as susceptibilidades do nobre deputado...
O Sr. Araujo Barroa : Eat engaado.
O Sr. Lucena : .... eu tralarei de examinar
as suas proposices, e ver se as roopegeos bri-
Ihantes, com que ella as sdornou devem serre-
coohecidas por esta casa como verdsdeiras.
Sr. presidente, todos nos prestamos o jursnen-
to de msnter a religio cstholica apostlica ro-
mana, e prestamos esse juramento, nao porque
a lei o ordene terminantemente, mas porque nos
temos a convierto de que a religio catholica
apostlica romaua iodispeossvel, nao a para
a felicldsde do homem, mas lambem para a coo-
secucao do um do estado ; e eu aproveito este
ensejo para declarar mui francamente, que ae
poaauisse urna forluos considersvel, oa thesouros
de Cresus, ea levantara em cada ama villa, em
cada urna cidade, em cada um povoado desta
provincia, um monumento que commemorasse os
faitos grandiosos dos nossos antapasiados, por
haverem expellido do oosso psiz a hydra do pro-
testaoliemo. Faria tamben con que se rendes-
sen annaalnente preces ao Creador por nos ter
dado a ascendencia que tiremos, porque s a re-
ligio catholica que noa pode fazer felixea, a
nella eat o progresso, a civtlisaco e a verdadei-
ra felicidade (Apoiados).
Feito este protesto de f, tado o que eu dii-
ser era relaco a questo nao deve ser conside-
rado como impiedade, como galicanismo, porqae
urna cousa respeitar a religio dentro da justa
esphera do calholicismo.e outra cousa fazer com
que ella exhorbite e transforme ama aociedade
civil em urna socledade theocratica....
O Sr. Barros Brrelo : Fazer de Peroambuco
una proriocia romana.
Um Sr. deputado : O bispado calholico faz
parte do theocraria de Roma.
O Sr. Lacena : Sr. presidente, om priocipio
qualquer qae elle seje, desde qae nao soffre ena-
lyse rlgoross, desde que nao resiste todaa aa
suas consequencias, deixa de aer um principio,
deixa de aer urna verdtde.
O nobre deputado eaunclou am principio nests
caaa, o qual foi, que noa nem na primeira dia-
cusso podamos tomar conhecimeoto de um pro-
jecto que entendessa com a creacao, diviso ou
auppresso de freguezias sem estarem sobre a
mesa ss ioformacea do Exm. prelado da dio-
cese.
Ora, ae ea provar, ( dada a bypolhese de qae
o Sr. bispo tenha o direito perfeilo de aer ouvido)
neata circumstaocis, digo, ae eu provar que nos
podemos tratar de projectos de semelhante or-
den, nao a en primeira, segunda, maa at am
lerceira discusso sem offeoder o direito do pre-
ledo, tenho provado qae a proposico do nobre
deputado falsa.
Ora, Sr. presidente, V. Exc, ha da ter presen-
te memoria, que ainda no anno prximo pas-
sado te adoptou neata ctaa um projecto, irans-
feriodo a freguezia de Una para a localidade
chamada Propriedade, aob condieco de que eata
traoaterencia s poderla ter lugar, depoia de cons-
truida all a referida matriz ; portento, digo an,
ae iato admissirel nss tais, nos tambem pode-
moa decretar, qae ficar tal ou tal localidade, ele-
vada a fregosla, aob condieco de a ter effeito
essa disposigio, depoia do Sr. bispo a appro-
var....
O Sr. Araojo Barroa: lato reaolver a quea-
to pela queato.
O Sr. Lacena : Mostr com isto que noa po-
demos tratar da qaeai&o sem as informaedea do
Exm. prelado dioceaano, e ae nos a podemos
tratsr sem s sua opinio, claro, que o prelado
poda deixar de aer ouvido em taea negocio*, an-
tes delles serem resolvidos pela assembla.
Mas, Sr. presidente, por mais tratos que d
imagioaco, nao poaao atinar em como ama di
viso de parochia, qae nio mais do qae ama
circunscripto material, possa sffectar ou influir
aobre a religio do catado 1 Comprebendo qae o
prelado devesae aer revealido do direito de inter-
vir directamente neaaa negocio, aa por ventara a
conilituic,o a igreja antiga, seas nasa e coetu-
mea fossem o mesno da Igreja moderna. Digo
es ; 'comprehendo que o bispo fosee revestido
dseae dimito, as por ventera, a creacao, diviso
e auppretso de frsfsetiu fosee coodlco fin*
ua
SUSl
fres
sua
qu
rio.
ai
cli
bido
menl
do.
put
relig
esta
co
co
(oes.
(l):
li
non da maouteocao 4a *s rocha* *****
uezia.
Outr'ora, Sr. presidente, os paraca**
atentados polos fien ; atavian castas iaai
)brsdos por elles, e-------ff-i'fialiT
urca freguezie, uaaa paruckia, ajis "
eada aem o bispo ser ouvido,
jmscripco eoteodi* coas a _.
rocho* nella ; maa boj* aja* s
ausleotadoa peloa G'ii,
publico* ana qaanti, aa
susteolacio, eu nao asesa
necesiidade da ioierveo{o da
O Sr. Araojo Barree : Da tas
ohoiro resolve esta queato.
O Sr. Lacena : r o essencial para a ci
O Sr. Araajo Barros : Esta bem vi
que vai ben.
O Sr. Lucena : Di isa ainda n aobre i
e. pelo fado do haver a constilaica*
. no arl. 5, consagrado a i allana*
poslolir romana, cono a religio i
Uro e inconlestavel, qae n* a Savia
com todaa a* auaa leia anos. E'
le isto o que ea conleeto. Aisda sw'astsls-
.Sr. presideote, a arguneotaca* SS i
lado falha, porque, pelo faci da i
igiao catholica apostlica ranaca, ceai
do nio se sega* qae ella teah sS
m todos os seas uso*, cosanos leu ,
ue se isto ou fosse assim, toan*
olierento, oo devia aatabelocar aa
excapeo alguma. Maa ea ve* neaSnr.i
como, oio obataoia ae lar reuaigsaS a. ,
tui^o, cono religio do estado a ralhajan i
lolica ronaoa, ella foi recebida' aob cavia* i
O arl. 179 18 17 determina
que Cccm abolidos lodos a* nririaajao
|ue nao forem essencial a atina*
os cargos por ulilidade peblioe. A'
;ausss, que por sea natureza peilrvcaa
articulare*, na coofornidade das lata
foro privilegiado, nen commisses
oas caasaa civeis ou crines.
Ora, evideote, qae antea da coafatca*
aa cooalituico 0 clero gozara da cortas i
dadea, de certoa privilegios, relativamente as Urs
por onde devian aer rjrnrrsssdos asn*|ic* asaas
membroa, qae iofringisaeaa as le* avie : as
depon della eslabelecida, esses lora* pitiatiss*
dos de que ella gozara Acaran abolidas |*tsn
principio do nobre deputado oo abas Inte i
excepeo, e ae tem excepeo, a sos
nao lgica.
O Sr. Araajo Barroa: Coa a exaetcas <
lece o priocipio geral.
O Sr. Lacena: Avaness s nobre
outra proposico, foi que, as sosas
constitucional quizesse que sanale
provincial competase o direito de crear, eivtanr s
auppnmir parochiae, ella Istia usado
bioexclusivamente. Sr. presi leste, d
melo parece-ms, qus na* sds sfra*
lyse seria....
O Sr. Aranjo Barroa: Eoto j est i
oo precisa maia.
O Sr. Lacena:..porqusto direi es, ss s |
tiloicao poltica do imperio liinsso ce-
principio, de qas *o podsr eccleeiaetlc*
o direito de mtervir na creacao a asa
paroebias, devia ter-ae expressidodo **
do por que se exprinio, quando trstease das Isas
daa camarai municipaea, deternio* qae a s*s*n
bla devia decretar easa* !.,, prectdeno pro-
poeta da cmaros municipae ....
O Sr. Araujo Barro* : Se ettivesee claro nss
precia* va de interpretadlo. '
O Sr. Lucena : O | 4* do art. 10 da acia a4*s-
ciooal diz (l): Conpete aassnMs proviocMl
leglslsr aobre a polica ecsssntia nsauissl.
prscedendo propostaa da* caaras.
Ora, qual conclnso lgica qss ae eanaas
desla prescripcao da lei ? ', que, st n Irairlsder
consliiuciooal quizesee.que o podsr srrlsssaaltts
intervieas* na creacao e anpptsaale das nsrs-
chias, devia tanbsm ler dito: a fsaaprt* as *s-
aemblas provinciaes legielar assts a divieso ec-
cleaiastica da provincia,
proposta do respectivo bieps. Psrtjs''
desde qae am* lei clara, axpreaaa o i
nao se p Je tirar cooacqaasciaa qss vm
pugnar con sea* principio. OasSsIsi nao das-
ridfco6' uiatMaf'ft49 dl"S*r: aeiseipeo rn-
Continuando. Sr. presidsata, en sttsJ sss s
creagao, diviaio o sspprssais das parochia*
molera mixta, e neate ponto eu concardo eses s>
nobre deputado......
O Sr. Araujo Barros: Agora qaero ver as
cootequenciet.
O Sr. Lacena: .... na* neja isa smese sss
materia mixta, a creacao o divisas da paroeSss
consume un direito do imperante civil ss* fa-
dos os escripiores eccleaiaslicas dsssa '
ios circa atetu, e cono UI se*) direits
tico, ao qual oo licito as impera
ten quebra de ana re a gestad*.
Ora, aioda principio carreis, qas i
o nait pode o nonos, cossstBaaasa
demoostrar que o impera na vil
naia importantes do que a da croar dividir
sapprinir freguezias, tenas
este direito compele exclaaiva
civil.
O Sr. Dr. Viiuia no sea compendia
eclesistico, invocado pala oobre
por lato oio podendo ser sverbade de
declara, qae ea nperaote civil
reito de iotpecco aobre a ensisi
BS inpersnte civil compela, (a ni* 4
Sr. Dr. Villela quam a declara ti
laicin o diz), qae s poder civil _
ninar o numero se ministros da
coodices para a ano adnisaao.
Un Sr. Deputado : Eale afecto.
O Sr. Lucena : Ora, ea nos ftiL
minar n numera se Jetearte ds esetjjsls. s ss
condicdca deesa adeeisaao, casta sas as
podenoa estsbelecer a cjrsanwripc*. SS anas
parochia, n qual apeoas aa saleta ae asa pare-
mente material TI (apoiadoa) estas nsssssss le-
gislar aobre o aunara Se salatstrss, eaaa ets ats-
ceasarioa para a propagaca s calla, s ais
podenoa legislar para a divisas s les
rio I Me persea, pois. qae aiaaa psr eses
a argumeolacao da nobre SepntaSo ss
falasada......
O Sr. bario a Vare Osa:Qaaao as
zer dividir o bispado s Parosn
ouvir o Sr. bispo T Qsass se
do Ceari nao se lhe pedio lteesca. a
OSr. Lacena :-Alen s satres dirsttoe ss
competen e tsaenbla previscial. declara a es
to addicional, qae a ella empeta s
autoriaer o aatabalecinesto da ea*
dtdee, etc. (loada): 10. eests
corroe pnblicot, convulsa a sai
e* poltica* aa rstigiesso.
- Or, ninguan dlri que esta
tende comente osea s ss* par*i_
ninguen dir ase eeU dieaeeitie _.
directamenle esses a isttgiae cstsssss, a asta
entreuoio eU naaisa'd* as cssaaleatfsa I
Atada nata. O fpeaesla civil pato antssts
de padroado pds entajjaf asa aiaps* a cssasr
qnaeeqaet* pases iajnstan ejss leaiest inpeate
ao* labditos da i parto...
O Sr. Areejs sartas
O Sr. Lasaa :r



___
01 AMO DB PERNAMBUCO. SEXTA fUtU i D fcuo DE 1861,
SE
aw, porque ierre' par* "tfeTbni .rtr-se, qae.
quem pie o mais, pele O menos.
Eu 0*0 nao entrare!, Sr. Presiden.e, em maio-
i*e dvseovoAvimentos sobre que: Lio, porqao.
negando eotendo. elle 4 est suiieienteroeute
illucrdada no que diz respeito igreja e da independencia do podei civil ; por-
uoto, feitae eme coosiderseftes;' < ..me
tenho oceupado, por me parecema necessarias,
a heida verdade-edos priocl 0.-, eotrarei na
aprecisco do projeclo em si, o4*j iiieemo onuilo
de lev, por me faltarem todo 1 eaclereci-
nurntos.
A questao quanlo a mim, Sr.'Tre rtdeatei dte
venar obre a mili Ja le da id* a, qi e se Ma e
reallaar.
O Sr Araujo Barros : fsto yk es 5 vencido.
O Sr. Lucen :lias eolio viste ler passido
11a priaeira discusso, qoe elle util e conva-
cieiie, s nos reala agora pron len lar de modo,
que a diviso nella determinada "ja feiu cora
a rmiores vanlagens para o nter ase publico e
tiom dos povs. Qce o projeclo d na ser adop-
tado como se echa tedigido, ou ( e outra qoal-
quermeneira cerusa sobre a qonl anda nao te-
iiho o mea juio formado, eniret nto se mere-
cen) ciedito informaces de possois que residi-
rn! na locnbdado de que se trata do msalo pro-
jeclo, me parece, que nao podemos prescindir
ds informaces dessas petaoaa, raquaesafflr-
Biem, que Pelrolina un poni de muita im-
portancia, que o imperio do c comercio das
provincias do Piauhy e do Cear, que boje lem
urna populacio grande, que alli aci* cooa-
truida urna bella igreja, e que off-rece lodos os
Hornelos de am brilnante futuro. Ora se Pe-
trotina se acha nessas coodiges, i lare esl, que
lia oo pode deixar de ser elevad i a cathegona
de illa ; portanto a questao unid i investigar,
s* ella deve ler os limitles de1 armiados no
projeclo. as pelo cootrario devem ser outros
oa sus limite. Para me tornar uiais dar di-
rei : E' preciso indagar se a ilha So Puntal de-
ficar jerteuceodo nova rei-ietia ou a da
Boa Vista. O Sr. Dr. Araujo Birros tratando
esta qeeso invoca o testemun o de un res-
peKavel sacerdote que morou poi muitos anooa
uaquelies lugarea, e nos disse que a ilha do l'oo-
ul distara 10 legua de Petrollna vihta....
O Sr. Araujo Barros :Disse ajenes que Pe-
trotina maia longe.
O Sr. Lucena :Nao pode detrminar a drs-
taaicia que ha entre a ilha do Pontal e'Pelra-
lioo?
O Sr. Araujo Barros d um apai te,
. OSr. Luctna :Se ease sacerdjte nao sabe
determinar o numero de leguas, que existen,
entre a ilha do Pontal e Petrolii a, eu me vejo
na oeceasidade de dar crdito a declaracao de
vio professor dalli, o qual diz que Petroliua dis-
ta apenaa duas leguas do Ponlal... .
O Sr. Arauo Barros :Sao 14 leguas da ilha
do Ponlal a Pelrolina.
OSr. Buarque:Dizem quo a ilha do Pontal
Usa quasi delirme da oz do riacho Ponlal.
OSr. Araujo Barros:Em todo o caso est
dentro doi limites da freguezia da i! .a-Vista. .
O Sr. Lucena :Se a ilha do onul est oa
foeema distancia da Boa Vista, qu; ests de Pe-
troliza, entendoque aquella ilha deve pertencer
freguezia das duss que (or mee ;s extensa, ou
meaos vasta....
OSr. Araujo Barros :Bu aceite urna emenda
atate sentido ; isto que a ilha di Puntal Oque
perteocendo a freguezia, de cu a mtriz flear
mus proitma.
O Sr. Lucena :Se se provar q^e a nova fre-
guezia de Peculio*, danJo-selie a ilha do
Ponlal veai a ficar do mesmo tain aho, ou pou -
co oaior que a (reguezia da Boa- Vista, de e-
quidade que se d a dita ilha....
O-Sr Araujo Barros da um a par a.
O Sr. Lacena :E quem nos h i de dizer a
qual das freguezias fica mais prox x, a ?
O Sr. Araujo Barros :Una eme ida ueste sen-
tido acaba ludo.
O Sr. Lucena :Se o nobre dsi ja que ella fi-
que perleocendo a Boa-Vista a pe sent esaa e-
ujoda de que falla, talvez que a casa a adopte.
Sao eatss as consideraedes qae u julguei de-
ver apreaeolar a casa ; nao prel odia fazer um
iacurso maa apenas aceitar o coiivile do nobro
tiopulado, a quena me tenbo din ido e dsr-lhe
e&ta prova de deferencia.
proposito de nao tocar nests queito, posto que
iive*-ae ouvido um oulro spatte em opposlqo ao
mtm modo oe pensar.
Um Sr. Depilado : o motivo que occssionffu>
discusso de 1846 nao foi o mesmo.
OSr. Cuoba e Figueiredo :A questao que
leve lugar in 1846 foi mui bem coilocada, por
qae aecutava-se S. Exc. Bm. por nloluverre-
conhecido urna oumu fregueziaa, que se ba-
viam creado, s*tn qae elle fasse novillo : e nao
tendo o Sr. hispo jaMprito r Iti na parle reli-
ieia pretendia-ae tata > que S. B*c. Rvm. faase
coagida pelos poueres competales a execu
la-la,
O Sr. Soma ft^i*:Veeaaoe saaaores, ua.ajarl-
le lempo o nejacia foi maia aria.
Or. Cunha aFlgueirettoSim, sennores, o
negocio naquellat tupo foi mui serio e foi lao *aa-
tajosamente discutido, que cou ocsaojulgado ; e
daquella data al boje nao me consta que eata
assembla deixasse em caro algum de ouvir ao
diocesano jias divises e suppressoes de fregue-
zias ; tanto 4 assics que S. Exc. Rvm. nunca
mais se queixou desta falta, era tem deixado de
cumprir na paite religiosa as divises ecclesiasti-
cas, que seaeguiram. E porlanio, Sr. presiden-
te, nao se duvidaodo na seaso do dia 18, a que
me redro do direiio que sjbre este ponto assiste
ao diocesano, -e tanto nao se duvidava, que S.
Exc. Rvm. liiiha sido ouvido sobre o projeclo que
se dicule. eu nao qui, quando expliquei o meu
voto pelo segundo adiamenlo, discutir esta ma-
teria, porque para mim jalgava, que era prejudi-
cial discutir-se um direito, que eslava reconhe-
cido em (avor dos bispos, e a quem nao podia
prajudicar orna ou outra opinio que ero ao me-
nos se liona feiio ouvir presentemente nesta
casa.
NesUs circumstsncias, repito, julgo que foi in-
conveniente eisa ditcuaso e que ella foi mal
trazida para a rasa....
O Sr. Souza Reia :Apoiade, muito bem : es-
tou detobrigado.
0 Sr. Cuoba e Figueiredo -....por que orna
opiotao ou outra, que msl se deixssse ouvir em
apartes, nao podia alterar oe precedentes da ca-
sa, aegutdos fielmente sera contradico desde
1816 al boje. (Apoiados)
Mas, Sr. presidente, flquei estupefacto, quao-
do vi que o nobre depotado, que lonaou a pala-
vra em ultimo lugar na scsso, a que me tenho
referido, comegju o seu discurso, Cujas ideas
alias eu spplaudo, por fazer urna censura aos
padres, que esto com assento nesta casa.
O Sr. Araujo Barros :Menos V. Exc.
0 Sr. Cunha e Figueiredo :Mas nao o deca-
roo, oem fez excepcao algores.
O Sr. Araujo Barros :Declaro-o agora.
O Sr. Cunha e Figueiredo :E como a censara
foi conceb la em termos genricos, eu devo de
fender-rjie della, porque, com quanto .esleja
convencido de mtnha fraqueza (nao apoiados) to-
dava, quando consulto a miaha consciencia, ve
jo que tenho bastante energa para desemoenhar
oa meus deveres. Neste empenbo, Sr. presi-
dente, emprego todos os cuidados de miona vi-
da e as maiores diligencias, e julgo sinceramente
(nao sei se niato havu orgulbode mioha parle)
que haverao muitos...
O Sr. Araujo Barros:J disso que nao me
diriga V. Exc.
O Sr. Cunha e Figueiredo :...que havero sim
muitos cidados, que, pelos seus talentos e il-
lustrafao melhor do que ea deaempenhem os
dos) porem nao que meexcedam em melhor von-
lade e melbores intences. mxime na defesa das
prerogativas da igrejj.
Alem deque, Sr. presidente, oestes poucos
flm de disus", que temos lido, eu nao tenho
esquivado de iotereasar-me nella e de pugnar
pelos negocios ecclesiasticos (apoiados), e, nao
obstante a minha fraqueza, tenho acompanbado
aos mais diligentes, como de facto acompaohei
ao nobre depulado, e o acompanharei sempre,
posto que de longe, porque nao tenho tanto me-
recimenlo, em todas as occasioes, em que o no-
bre deputado se presentar pugnando pelos di-
reitos da igreja ; pois que sou do numero da-
quelles que entender*, que a fraqueza e a falta
m/ir, pediodo que o projeclo na 3* disctalo
vxs\te s respectivas commissoes, am de recon-
sidera-lo como convem.
Discurso do Sr. depilado Pereirt tt
Lucena, pronunciado oa se;sao de
28 oo passasif. r
0 S Lucens :Sr. presidenta, V. Eac a a
casa sa, que u qaMSkdo fallei na priowira
discusso sebre te praiecto, eoaclai, disaado
qae nao tioha um juiw armada sobre elle, que
cooavacia ser da aanvaaicncU a sjraaeo o'uma
nova freguazia, asas qua nae podt* anda saber
quaas os Umitas, que th*s dvim ser prescrip-
tos ; maa depois, no correr da discusso. eu. em
partes, manifestei o meu juito respeito, dan-
da claramente a entender, que adhera a idea
consagrada ao projeclo, em todo o aeudesenvot-
vimento
Dei a entender isto. Sr. presdante, porque eu
esteva convencido, como anda o eslou, de que a
idea til e deve ser adoptada de conformidade
com os limitas tragados oeste mesmo projeclo
por serem os mais ^aturaos : ora, se eu eatou
convencido disto, me parece que tenho odireito
de aer acreditado nos motivos da mima, convic-
cao, e que niogoem licito facer insinuaedes
injuriosas, que sao improprias nao s daquejlea
que as prolerem, mas ainda daquelles queni
ellas se referen).
(lia ata a paite).
O Sr. Lucena; Pro tasto consegu n te mente
com todas as forjas contra a insinuaco que
acabou de fazer o nobre deputado que me pre-
cedu, declarando que dos tamos votar sobre a
materia em discusso por um mero capricho, e
para fazer favores.
O Sr. Netto :E' a l.berdade da tribuna.
A villa de lateiro, por exemplo, que fica i mar-
gem do ti'j, salubre, se nao me oogano ; lea o
nobre deputado o compendio de geographia do
Sr. Dt. Pompeo e ver que elle diz que nao iu
.aaruare, e acerescenla at que ella offerece ele-
mentos de muita grandeza futura.
O Sr. Araujo Barroa:Fica do oulro lado, son-
de a margena mais alta.
OSr. Lueena:Lsftjao, todas as localidades 4
snargem do Rio S. rJraociaco nao sao Insalubres,
taco pode acontecer, que Petrotina estaja nesta
hypoibese.
O Sr. Torres Bandeira : Mas veja, que a geo-
graphia do padre Pompeo a mais errnea que
pode baver.
O Sr. Lucena :Uis nao temos outra melhor,
e essa afflrmativa do nobre depulado esl em op-
posicSo coto o parecer que apresentaram retpei-
taveis membros do Instituto Histrico e Geogra-
pbico que fizeraoa os devidos elogios o com-
pendio do Sr. Dr. Pompeo. Nao era possivel que
esse europeo lio deixasse de ler ioexacliddes, por
que nao tendo nos estaiistica, nao temos os raeios
de laxar urna obra completa e perfeita, como deve
ser um compendio de geographia. Portanto nao
ae pode diier priori, que esse compendio nao
tem valor, e que nao deve ser invocado, havendo
pessoas habilitadas que sustentan qae elle tem
muito mereciraento.
O Sr. Torres Baodeira :Nem eu dase isto,
digo apenas, que esta incado de erros.
O Sr. Lucena :Sr. presidente, o termo da
Boa-Vista e principalmente a sua sede urna lo-
calidade insalubre e inhspita, o terreno 6 secco,
e rido, a sua populac.au em geral famiota. Eu
me achara em Ouricury em 1860, quando vi ebe-
gar o juiz municipal daquelle termo o Sr. Dr.
Rodrigues do Passo com a sua familia em um
estado deploravel por causa das taes csrneiradas
e ouvi elle declarando que a villa se achara quasi
deaerta, que a emigraco alli era grande, e fazer
a ras, com dependencia da approvacio d'assem-
c bla geral, quando nao asto Usadas em le
(art. 191 U da cooat.) conseguir-se-ba as-
a sim concillar os interesses dos em pregados
pro'iocises com observancia da lai.
O Sr. Lucena .-Esta opinio combatida em
parte pelo seguiole perecer do Sr marquez de
Olinda. (1*:)
Concordo, diz elle, com o parecer na parte
c em que declaa nao competir s assamblas
provioesaes o aposentar oa empregados provio-
eias, mas nao na em que sustenta, qae perlen-
ce assembla gera legislativa o legislar sob
c aposentadoriaa oos eaipregados provinctaes e
t ao govorao (ral o apoaaotar saes aaaaanos
a empregados. O dimito de crear empregoa *n-
< volve essencialmente o de declarar todas ss
a condicoas de exercicio desses empregos, entre
aii
o Sr,
D. Pe-
O Sr. Lucena : A Kberdade da tribuna tem ,, ua'itr iri*i
limites, e dentro dei.es limites deve o depulado [ .. ,?" ".,. v' "-
permanecer : nao licito nenbum exhor-
Litar. ,
O Sr. Baro de Uuribeca :Nao s a liber-
dade da tribuna ; ha outraa cousas tambero.
O Sr. Lucena : Ha tambera a civilidade, a
delicadeza....
O Sr. Netto :Rio aceito areprehenso ; isto
que nao civilidade.
O Sr. Lucena :E' um protesto que faco. Ea
nao tenho interesse algum respeito desta ques-
tao ; nao sou levado do capricho, por iiso se
deve crer, que tenbo motivos muito justos,
muito lcitos para votar, como voto; motivos
estes que se deve suppor, que lodos tem.
O Sr. Araujo Barros ;Mas resta a nos a liber-
dade de desconfiar.
O Sr. Luctns :O. projeclo deve ser sdoptado,
e deve ser adopta lo porque os argu metilos apre-
senladoa na casa conlra elle nao pdem prevale-
cer em cunsequencia da sua frsgilidade.
Comecou o nobre deputado. a quem acabo de
me referir, declarando que ao autor incumbe a
prova, por issu que elle quem faz o pedido, a ao
leo a sua contestando, no caso de serem exhi-
bidas.
Contesto este principio com spplicacao esta
casa : aqui i ao existem autorea nem is: lo-
dos nos somos ioteressados em promover o bem
da provincia, e nao podemos aer autores, porque
autor aquelle que pede alguma cousa para ai,
e I13 aqu nao pedimos nada para nos, mss sim
pedimos para a provincia.
O Sr. Araujo Barros :Tarxbem o principio
nao exacto.
O Sr. Lucena : O argumento cooieguinte-
menie nao tem applicacao alguma ; e desde que
elle falso, desde que elle nao resiste as suas
consecuencias, nao deve previlecer.
O Sr. Araujo Barros :O autor nao s o que
pede para si, pode pedir para oulrem.
O Sr. Lucena :Sr. presidente, disse o hon-
rado membro, oao se deve promover a trans-
ferencia da sede* da Boa-Vists para Pelrolina,
primo porque existe sobre a mesa urna repre-
aeoi prolestaudo conlra eata transferencia ; secundo
porque existe em mo particular um atlestado
do juiz de direito da comarca, peasoa de alta
Vista nao contem mais de 68
diz que
t^XSfUZiU8,ifiam a i,;doleocU-(ApoU- K7^T5S muo *pV d.
m-' topograpba do termo da Boa-Vista : tertio -
i
Discurso do Sr. Cunha e Figueiredo,
pronunciado na sessa !< 26 do pas-
sado.
OSr. Cunha a Figueiredo :S presidente,
tendo eu Ucado com a palavra oa sesso do oa
12, e tendo sido atacado da epid ma reinante
nao me foi possivel comparecer & sesses que
seaeguiram, por eate motivo nao | ude expender
as miabas ideas, nao s sobre a qi ;slao que oc-
cupa a atlencoda caaa, como par fazer alguna
reparos sobre a discusso, qu te< e lugar nesse
da, a que me retira.
Agora, pois, peco licence tasa e a V. Exc.
para antea de entrar na aprecia? o da materia
que se discute, fazer algumas ebuuvacoes com
referencia a essa dtecussao.
O Sr. Presidente:Eu julgo qui esse assump-
to de que parece querer o nobre dopulado oceu-
par-ae, est prejudicado, equalquer discusso
sobre ella sera destocada, visto cue se trata da
discusso do art. 3 do projeclo. (Apoiados.)
O Sr. Cuoba e Figueiredo : Mas, Sr. presiden-
te, eu vou tratar.....
O Sr. Presideote :Poim, se o que o nobre
depotado vai dizer lera inteira referencia com o
artigo que se discute, pode proseguir.
O Sr. Caoba e Figueiredo :Sim, senbor, lera
inteira referencia com o que es em discus-
so.
O primoiro reparo que desejo fs er, Sr. presi-
deote, com referencia a aquella discusso do dia
12 em sustentarlo dignidade, que cada um
denos, como representante da povincia, deve
niauter nesls casa.
Quando se discuta, Sr. presidente, o adia-
menlo da primeira discusso oeste projeclo, que
divide a freguezia de Santa Hara, eu me oppuz
selle, por isso que, versando a pri metra discus-
so somenie a respeito da conveniencia e atilida-
de do projeclo, entend que podia isa discusso
continuar, e mesmo ser votado es projeclo, an-
tes de informaces do Exm. prela o diocesano,
pois que elle solemnemente me ha va declarado,
que a divlsio daquella fregoezia nao s era ne-
cessarie, como urgentasima. Mas, qaando se
tratou oa sessSo do dia 12 do adimelo da se-
gunda discusso, tomei a palavra e flz algumas
reOexes a favor do adiamenlo, i, orque nao ti-
nbatn ainda chepudo as ioformacts do Sr. bispo
e expliquei caaa a razo do meu rocedimenlo,
dizendo que como a segunda oiscus o tendia so-
bre os delalhee do projeclo, ou so ore os limites
das fregueiias nelle compieheodid que nao podamos proseguir nella com acert,
antes de chegarem as informaces solicitadas,
arn de que, bem orientados, pod issemos dar o
nosao voto.
Um Sr. Deputado:leve toda a razio, est
jastillcado.
O Sr. Cunba e Figueiredo :Ma Sr. presi-
dente, oo obstante eu me havernslm eonun-
ciado, Uve o desprazer de ser tsxado de contra-
di torio pelo orador que me precede, u.
O Sr. Araujo Barios : Quem foi que o prece-
den ?
.Uma Voz :O Sr. Souza Res.
O Sr. Cuoba e Figueiredo :Fs lo do orador
que me precedeu na sesso do dia S.
OSr. Arajo Barros:Muto bem,
O Sr. Souza Reis:Eslou quasi me arropea -
dendo: est justificado.
O Sr. Caoba e Figueiredo: c< mo eu esteja
convencido de que, quando fsiiei oaquella occa-
so, demonstrei a coherencia do meu voto, e
entenda que nem em miabas pala* ras, que cor-
rer impressas no jornal que putdica os debstes
desta casa, e nem no mea|procedimonlo bouves-
se a mais ligelra contradico, julo que devo
sffsltar de mim a pecha decontr^ditorioque
eempre desagrada, e qae, quanto n mim, de-
sairse a todo aquelle que, como ea desoja des-
empeobsr cesta casa o sao msodato revestido de
aeatimentos nobres, firmado emprii cipioa e aom
a menor nota.
O ostro reparo qae leoito fuer o ee-
guinte:
Tendo-se discutido nesta casa em 184 a mes-
roa questio, de que se tratou na i Jsso do dia
12, isto 6, se as dlrisoes, supprassos ecreecdee
defreguazias devla ou nio ser ou ido obispo
i^"!10' lendo <> T palavra radores mui
dlstlnclos, quo discutiram a questao perfeita e
?anujosamente, assentoa-ao e crei > qaa fleon
omo caso julgado, que S. Etc. Uva doria tea-
pr fer oavdo em Um msierisi, e i Mim te tem
Feitoa estes reparos, e muito satisfeito com a
declararlo do nobre deputado...
O Sr. Araujo Barros :Declararn, que alej
Qz particularmente.
O Sr. Cunba e Figueiredo:...passarei a tratar
da materia em discusso.
Sr. presidente, eu nao quizera mais entrar na
discusso da conveniencia ou do deverde sor ou-
vido o Sr. bispo e as autoridades ecclesiasticas
sobre a creacao, diviso ou suppresso de fre-
guesiss ; mas para salisfazer a vontade do nobre
oeputado, a quem me tenho referido, e acosa-
panha-Io, aiuda que de looge, no desenvolvi-
mento desta materia, cuja importancia esl mui-
to cima de mioha fraca ntelligencia (nao apoia-
dos).
Um Sr. depulado:Ter occasiio para isso,
agora (ora de lempo.
OSr. Cunha e Figueiredo:Se a casa m'o per-
mute desejo dizer alguma cousa neste sentido.
O Sr. baro de Maribeca :Ainda a respeito do
Sr. bispo?
O Sr. Cuoba e Figueiredo :Sim, senhor, acer-
ca do direito imprescreptivel, que elle tem de
deliberar sobre esla materia...
O Sr. baro de Munbeca :NSo roe faga pedir
a palavra.
O Sr. Cunba e Figueiredo ;Ao menos para
responder a alguns apartes, que aqui foram lau-
cados, e cuja douinoa considero Inteirameote
contraria ao direito da igreja e que al reputo
mui peroiciosas e mesmo cootrarias ao bem da
repblica.
Um Sr. depulado :Isto agora com o Sr. Sou-
za Reis.
O Sr. Araujo Barros :Muito bem : vejo que o
nobre depotado voltou para a allianca : nao ha
duvida, est comigo.
O Sr. Cunha e Figueiredo:Neste ponto deve
sempre contar com meu apoio.
O Sr. presidente .-Mas veja o nobre orador,
que eata materia esl vencida, e o que se discu-
te o artigo 3o do projeclo; por tanto rogo-lhe
que se cinja a elle ; e se alguma cousa tiver a
dizer, alem do que oelle se trata, reserve para a
3a discusso.
ulli-
0 Sr. baro de Muribeca :E ser esta a
ma freguezia que se divide?
O Sr. Souza Reis:E' verdade, que temos
mais algumas freguezias a dividir, eento...
O Sr. Cunha e Figueiredo :-Sr. presidente, o
queeuia dizer acerca da questao de ser ouvido
e attendido o Exm. prelado diocesano nao est
fra da orden...
Um Sr. depatado :Mas o que eat em discus-
so o riacho Piriquito.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Pola bem, eu nio
quero abasar da paciencia da casa, e como pre-
tenda tambero, proprque o projeclo voltasse s
commissoes reunidas de estatistica e negocios ec-
cleslasticos, para qoe ellas, considerando-as in-
formaces foroecidas pelo Exm. prelado, dessem
o seu parecer apreaentando ama emenda sobre
os limites em ordem a satisfaze-las, ea me
sgaardarei para na 3a discusso tratar da ques-
tao, e apreseniar o meu requerimeoto, conten-
taodo-me apenas neste memento em dizer, refe-
rodo-me ao artigo 3 do projeclo, que da ma-
neira por que elle est concebido, nao pode lici-
tamente ser approvado, por isto qae vem a ser
iotelramente prejudicial adminiatracoo dos sa-
cramentos.
as informaces do Exm. prelado d S. Exc.
como base para dividir-se a freguezia de Santa
Msria com Cabrob e como limites um riacho,
que, constituindo ama diviso natural e coohe-
cida por lodos, nao s pelo parocho como pelos
fregueses, a administraco do pasto espiritual se-
r eia convenientemente, coohecendo o nsro-
cho os seus verdadeiros freguezes; o qae nio
ter lugar se ficar a diviso como esl no projec-
lo, coosidertodo-se como limites as fazendas de
F. e de S. ; por que, sea boros, a% acontece qoe
quasi sempre os limites das fazendas do nosso
centro sao desconneeidos por seus proprios do-
nos, por seus propietarios, com maioria de ra-
so se-lo-ho pelo povo e respectivo parocho .
por conseguirle lado sero duvidas, o na duvida
seohores oo se podem administrar sacramentos,
e siguas como o do matrimonio podero aer ad-
ministrados onllameate, o que um grande mal
para a igreja, para s familias, para a socieda-
do inteira,
A diviso pelo tal riacho ama diviso eerts
invariavel e coohecida por todos: nao deixar
duvidas na regencia da freguezia e prefinir os
grandes males, qoe nsieoriam de ama diviso
dublo.
A'vista polo deslas eoDsideragdef, qoe loco li-
geiramente pera nao abusar da paciencia da c-
mara, eu voto conlra o artigo 3* do projeclo, e
jwuucoao .le boje; polo qui eo eit va do firme 1 prasjaatlo aprisenUr e juiificsr o mea requer
por-
que a Boa-Vista tem em si mais de 160 caaes,
escolas, cadeias, casas de caruatas excelleules ou
solTiiveis, quarto porque Pelrolina naoypsssa de
um miseravel arraial sem importancia, e sem
elementos de futura grandeza.
Sr. presidente, como respoata ao mbcio ar-
gumento, isto o leatemunbo dojukt de direito
da comarca, eu aprsenlo outro Py* mim de
mais importancia, que o do Sr, vasario Fran-
cisco Pedro, que desde muitos aonfs reside oa
coiiarcada Boa-Vista,
(lia um aparte).
OSr. Lueena ;Coohece muito mais aquelles
lugares do que o Sr. Dr. Buarque, juiz de direi-
to os Boa-Vtata, que apeoas cbagado alli ha
um anno, em quanto q'ue o Sr. vigario Francia
co Pedro tem percorrido toda comarca, nao s
por seus interesses polticos, como porque, sendo
niho da serra do Teixeira, que limita, como se
sabe, com aquelles serles, tem alli intimas re
laces.
Por lano evideute, que o argumento lauda-
do nesse attestado nSo pole prevalecer, porque
o Sr. vigario Francisco Pedro, qua ioiciou a idea,
conhece melhor aquelles lugares, do que o iuiz
de direito.
(lia um aparte).
O Sr. Lucena -X questao aobre limites....
Um Sr. Depulado :A questao a Iraojferon-
cia da villa.
O Sr. Lucena :A questao a inesma, porque
os argumentos sao os meamos.
O Sr, Araujo B-rros :Nao sao tal.
O Sr. Luceoa : Tem-se dilo que a Pelrolina
nao tem importancia, que a Bua-Visla ama
villa prospera, e por isso a questao a moma
(Ha uulro aparte).
O Sr. Lucena : Diz-ae qae a Pelrolina nao
deve constituir uma freguezia, porque a ilha do
Pontal deve ficar pertencendo Boa-Vista.
O Sr. Araujo Barros ;Nao est em discusso
isto.
O Sr. Luceoa : Mas a questao a metma
mas eu nao iosislirei neste ponto,
O segundo argumeoto sobre a nenhuma im-
portancia da nova freguezia., que se quer crear,
oo pode tambero prevalecer, j porque, como
muito bem disse o Sr. Baro de Muribeca, esse
eogenheiro comnnssionado pelo governo faz desss
localidade uma bella descripc,o, como tambem
sabido por todos....
OSr. Aranjd Barros ;Menos por mim.
O Sr. Lucena :.... que devendo a eatrad
de ferro da Babia terminar no Joazeiro, e echan-
do se Petroltoa confronte aquella localidade,
de crer, de esperar, que para o futuro Pelroli-
na veoha a ler uma grande impoitaocia.
O Sr. Araujo Barros : Enlo traosQra-ae
nessa poca.
O Sr. Luceoa : Mas preciso dar-lhe logo
a mo, sobretudo quaudo Pelrolina pode com-
petir em importancia actual com a Boa Vista.
O Sr. Baro de Muribeca :Com muita van-
tagem.
O Sr. Lucena : Com muita vantagem, disse
bem o nobre deputado. A'cerca da Boa-Vista
eusiirei, que o tercelro argumento nao procede
igualmente, porque lioa- V-ta, nao ha quem ig-
nore, sendo outr'ora a sede da comarca, leve de
perder essa prerogativa pela sua inaalubridade,
e esia caaa nao exitou em fazer a tranafereacia
da sede para Ouricury, que nesse lempo era
mais do qua uma pequea situaco, que no en-
tretanto cresceu e prosperou, depois que se
deu essa transferencia.
O Sr. Araujo Barros : Nao seda porque o
Ouricury tica maia no centro?
O Sr. Lucena : Nao, senbor, porque o ter-
mo da Boa-Vista muito insalubre, como sa-
bido por todos.
OSr. Araujo Barros: Mostr a salubridade
de Pelrolina.
O Sr. Lacena : Maa ninguom allegou que
fosse um logar insalubre.
O Sr. Araujo Barros:E se fr maia insa-
lubre ?
O Sr. Lacena :Isto eoojectura, mas a res-
peito de Moa-Vista, nao i mais eoojectura, ver-
dada recoohecida e testemunhada por todas as
pessoas qae teem andado por aquelles lagares.
O Sr. Araujo Barros:Se queni allega nao pro-
va, est em eu direito.
O Sr. Luceoa;Pde-se con Instar, que a tillo
da Boa-Vistaaejs ma localidade insalubre?
O Sr. Araujo Barros :Como todas que flcim
o margem do rio de Francisco.
O Sr. Lucena:Est encanado, porqao Cabro.
b, quo fica a margem desee rio oo podo ser
comparado em salubridade eom Boa-Vists.
O Sr. Araujo Barros:Nao tesa carnairadaa ?
O Sr. Loceos :Mas Dio como os Boa-Viat.
A villa da Ba
casas.
Um Sr. Deputsdo :O juiz de direito
contero de 80 a 100 casas.
O Sr. Lucena :Eu aprsenlo o attestado de
um professbr que alli viven por muito lempo.
O Sr. Araujo Buros :Diga o nome do pro-
fessor.
O Sr. Lucens :'Nao sei o seu nome, mas elle
individualisa as casas, indica oa nomes de seus
moradores e affirma qae alli apenas existem 68
Casas.
(Hs um aparte).
O Sr. Luceoa :Tambem o.juiz de direito nao
affirma cousa alguma, diz apenas qae tem de 80
a 100 casas, equem nao precisa um numero, nao
est bem informado.
Uma voz Affirma sobre 80.
O Sr. Luceoa :Desde que elle oo emitte ura
juito preciso, nao affirma, mas aqui (mostrando
o papel) ha um juizo preciso, iodividualisam-se
al as pessoas; cooseguiotemente este attestado
deve merecer mais crdito porquanto oolle se
affirma que alli apenas existem 68 casas.
Cadela nao existe alli. Quando eu me achava
em Ouricury os presos que eram capturados no
termo da Ba-Vista, eram remettidos psra aca-
deia doOuricuiy.
O Sr. Araujo Barros:Como ho de ser os da
Pelrolina, que fica mais distante.
O Sr. Lucena .Bem, logo eate argumento nao
pode prevalecer, porque, se Pretrolina nao tem
casa de cadeia, tambem a Boa-Vista nao tem.
A casa da cmara oo lera importancia alguma ;
em toda a comarca da Boa-Vista o nico termo
que tem casa de cmara soffrivel, o de Ouricu-
ry, e a casada cmara da Boa-Vista, uma casa
terrea sem spparencia notavel, sem luxo, sem de-
cencia mesmo, como sao quasi todas essas casss
de cmaras do centro.
Aiuda mais para ae provar que Boa-Vista nao
tem importancia alguma....
0 Sr. Araujo Barros :Prove que Pelrolina
est em melhores circumstsncias ; esta que
a questao.
O Sr. Lucena :....Basta altender-se ao faci
de alli nao existir uma oacola de primeiras let-
tras, que seja freqaentada. A escola de Boa-Vista,
tem, nao-sei se 6 ou 8 alomaos, emqaanto que
na Pelrolina existe ama escola particular fre-
qaentada por 32 alumnos.
(Cruzam-se alguos apartes}.
O Sr. Lucena:Por todas estas razes, Sr.
presideote, eotendo, que o projeclo deve ser ap-
; vado. Se Petronila n5o presentemente su-
:or a Boa-Vista, quanto ao material,, pelo
meaos igual.
O Sr. Baro de.Muribeca : E' superior.
O Sr. Araujo Barros:Nao vi provado isto.
O Sr. Lucena :Se Pelrolina nao aalubre,
ainda ninguem provou que Boa-Vista o era, pelo
contrario est provado, que Boa-Vista ae "acha
as peiores condic;5es bygienicas, o que por
lodos sabido.
O Sr. Araujo Barros :Menos por mim.
OSr. Lucena :J declarei, que a Pelrolina
deve t?r nm futuro prospero, porque a estrada
de ferro da Baha ha de para o futuro terminar
alli, e actualmente existe j uma grande estrada
3 que vai p-la em communicacao com diversos
centros de populacho, de oulras provincias e ne-
cessariamenle Petronila hade....
O Sr. Araujo Cirros : lia de___
O Sr. Lucena:....pela forca do progresso
inherente situacoes desta ordem, progredir dea-
tro de muito pouco lempo ; emquaolo que Boa-
Vala to cedo oo ha de progredir; porque exs-
lindo ha mais de trila e tantos anoos, sem aug-
mento, tem mostrado, que existem alli causas
naluraes que ho embarazado o seu iocremeolo,
e por isso lgico, qua a sua sede nao pode per-
manecer com vantagem naqaella localidade.
Tenho dito.
O Sr. Sooza Reis:Muito bem.
O Sr. Araujo Barros :Segundo a sua opinio.
< os quaea eslo, sem duvida nenhuma, as apo-
a aentadorias. A autoridad, pois, que fr io-
vertida de legislar aobre aquelles acha-se por
< isso mesmo do de legislar aobre estas. E tendo
estes dous dtreitos lo estreita e oecessaris re-
c laco entre ai, nao considero as concesscs de
< aposentadoras eolre as das merca pecuniarias,
qae sao privativas do governo geral. O que
eotendo, qua ae deve tazar nesie caso so'.iei-
tar d'assembla geral uma lei, que declare que
a assemblas proviociaes s compele o legis-
lar sobre as aposentadoras; masque a conclu-
sao d'ellas perieoce aos presidentes, com de-
pendencia da approvaco das mesmas assem-
blas, quando uma lei nao lenha alada regula-
ce lado o exercicio desle direito- a
O Sr. Luceoa :Vou ler oulras consultas.
A consulta de 15 de fevereiro de loM7, as-
signadas pelos Srs. Cuneiro Leo, Olioda, Vas-
x concellos, diz o seguiole :A seceso sem adop-
t presente sesso, quando regeitoo o projeclo de
lei da cmara dos deputados, e eotendo mesmo
que a altribui(o de legislar sobre aposontado-
a ras dos empregados provinctaes pode ser re-
coohecida s assemblas provincias, em vista
< de ama rasoavel iotelllgeocia do art. IOS 7 do
a acto addicional, nao pote comtudo deiiar, que
a le do Piauhy (sujeita a conaolta) iocoosli-
tacional, porque nao se limita legislar aobre
a os casos, em que as jubilaces podem ser coo-
< cedidas aos professores daquella provincia, mas
nella a assembla provincial decreta, que ella
< mesmo competa conceder essas jubilacdea, e
conseguinlemeole ae arroga fuuccoes execuli-
vas e administrativas; o que Contraria a coas
titaico e introduz a coofuso dos pudores com
grande damoo publico.
Os conselheiros Maia, Araujo, Vianna e Olin-
da, na cmara de 15 de oovembro de 1832 eata-
belecem o seguiole principio:O direito deju-
bilar e aposentar exclusivamente do executi-
vo, isto dos presidentes as provincias se-
guodo as leis previamente votadas.
O Sr. Luceoa :Por tanto, Sr. presidente, me
parece, quo depois da douiriua aulorisada por
pessoas to respeilaveis nos nao doremos adop-
tar nem o parecer e nem o projeclo, e que nada
mais resta dizer-se sobre esta materia.
Discurso do Sr. Pereira de Lucena, na
sesso de 29 do passado-
0 Sr. Luceoa:Sr. presidente, quando ped a
palavra aobre o parecer queseacba em discusso
estava convencido, como aloja estou, que a ma-
teria de samma importancia (apoiados) visto
como sobre ella nao existe lei positiva, e tendo
sido submettido por varias vezes aocooselho de
estado, ainda hoje nao foi decidida de um molo
definitivo. (Os Srs. Buarque de Macedo e Souza
Reis trocara palavras e o Sr. presidente reclama
atlencao), por tanto cumprla-me por amor doi
principios pedir a palavra para que a casa toman-
do em coosideraQo essa. materia, (azendo sobre
ella uti estudo acurado, tsiabelecesse um prece
dent que ros podesie guiar para o futuro ; mas
oo lento em mea poder certos esclarecimenlos
no comeco da prosete sesso, entend tambem
qae oo devia eotrar na discusso para nao fal-
lar sem base segura, e foi por esla razo que jul-
guei mais conveniente ceJer a palavra. Creio
que com esta declaracao tenho respondido a ob-
servaco feita pelo nobre deputado o Sr. Araujo
Barros....
O Sr. Baro de Muribeca :E muito bem.
O Sr. Luceoa: | Sr. presideote, se folhearmos
a constituido, e mesmo o acto addicional nao en-
contraremos uma s disposico de lei, que auto-
riso a essa assembla provincial a aposentar aos
seus empregados, mas co no na constituico exis-
ta um artigo que permute ao poder execulivo con-
ceder grabas, merco?, pensoes, etc. ele infere se
e lnfere-se com muita razo, que a assembla
provincial pode legislar sobre aposentadorias,
mas que a sua conceaso da competencia exclu-
siva do poder execulivo. Conieguintemente, se-
ohores, por essa disposico da constituirlo nos po-
demos estabelecer o principio de qae s assem-
blas proviociaes, compete o direito de legislar
sobre as aposentadoriaa eao poder execulivo o de
aposentar os empregados em virtude dss leis es-
tibelecidas. Com esta opinio eu coocordo com
a que ha pouco foi emittida ns casa ; mss psra
que a materia fique illucidada de modo a oo
pairar duvida alguma sobre os nossos eapiritos,
en peco licen;a para ler algumas consultas do
conselho de estado compiladas pelo Sr. Dr. Oc-
ta'viano Rosa, que foi iocumbtdo pelo governo de
capitular essas e oulras decises para serviremde
estado s (acuidades de dtreito ; mas antes cum-
pre repitir o que muito bem disse em um aparte
o Sr. Buarque de Macedo, e que o conseibo de
eslsdo lera estado em divergencia sobro a mate-
ria, os seus diversos pareceres sao lodos contra-
dictorios, e que a querermos por nos resolver
questao devemos tomar na devida conslderaco
esees diversos pareceres, e procurarmos conciliar
o artigo da constituico, qae sesbei de citar, com
aquellas ideas que nao repugaarem com a razo.
Eis o pareceres de que acabo de fallar (l 1
Em oeuhuoj dos artigos do acto addiciooal
c foi conferido s assemblas proviociaes o direito
da aposentar os seas IbipregadOjS, e subsistin-
do am vigor a conslitoico qae attribae ao po-
dr execulivo o concesso de mercs, pecunia-
KVISTI DIARIA.
Na sesso de hontem da assembla provincial
traiou-se da Ia discusso dos projectos ns. 3, 9,
10,11 e 12 do correte anno ; os quaes foram ap-
provados, sendo dispensado o intersticio para
passar a ordem do da os de n. 3, 11 e 12.
Foi discutido tambem em 1* discusso o pro-
jeclo sobre comarcas, sendo adiada a mesrna dis-
cusso pela hora.
Continua a ser a mesma a ordem do dia de bo-
je, alera da 3a discusso do o. 40.
Noticias, cora data de 26 do Ando, do a fre-
guezia de Grvala um poueo dessssombrada do
cholera, que declina coosideravclmente. apezar
de haver feilo urnas trezealas victimas aproxima-
damente.
No dia 23 havjam o'slli seguido para Caruar
o Rvm. Sr. Pr. Bgidio e o Sr. Dr. Gustavo Cma-
ra, deixaodo aquella populaco penborada pelos
seus beneficios e boas servicos, prestados por
modo tio humanitario ; e como urna prova disto,
foram acorapanha los at Bezerros por grande nu-
mero da cidados, que assirn procursvam assig-
oalar-lbe agraMio daquelle povo, a quera dei-
xavam. A retirada dos dous referidos Srs. deveu-
se ao ter floalisado a ambulancia, a nao existirem
mais medicamentos dos que para alli foram para
curativo dos indigentes.
O Rvm. vigario Tito nao tem desmentido o seu
carcter, nem falseado o seu ministerio, locan-
savel, aesapcf prompto, reproduz-ae adsntrawaaV-
menie, e na > deixa anas ovelhas softrererc a fume
d'alraa ; pois com a ditlribuico do pao sagrado
sacia essa fume. E' uma bella ligara nesse qua-
dro de horror!
Apezar da siiuacao bonibilissima, nao deixam
de apparecer por all aeus desacatos proprieda-
de, mormenle na parle que se refere animaes
albeios. Como indiciados em furto de cavallos,
foram presos Justino Azevedo e Maaoel de tal oo
dia 19; maa noita um grupo de gente, de igual
jaez, em numero de dez iodivi juos e competen-
temente armados, sorprendeu asentioella, inva-
di a priso, e della tlrou os doos compaoheiros,
com os quaes se relirou, sem poder a auloridade
oppor-se-lbes por falla de meios. Nao ba na-
quelle ponto ura destacamento por pequeo que
seja, e esta auseocia d lugar a taes ouaadiaa da
parte dos dyscolos; e pois, importa qae autori-
dade se dem os meios de fazer-se respeilada o
de poder cumprir os seus deveres, fazeado com
que a ordem publica seja uma realidade.
Neste ponto chamamos a atlencao da aulorida
de superior para alli, aQm de sanar o referido
mal; visto que do contrario, por melhores qae
sejam os intentos do Sr. capito Goo;alo Teixeira
de Cuvalho, que como supplente acha-se oo
exercicio da snbJelegacia, por mais enrgico que
seja o mesmo Sr., por maior ainda que seja o seu
ascendente, oo poder exercer o sea cargo com
ir,I ira salistaco dos deveres inherentes.
Polica sem forca uma burla, principalmente
no centro, onde tudo serve de guarida ao deln-
queme.
Nao tendo o governo proviocial autoriaido
o crdito supplemeolar para a verba reparos e
conservero das estradas, que acha-se esgolada,
e oo querendo o Sr. director daa obraa publicas
continuar sob sua responsabilidade, foram sus-
pensos ditos Irabalhos.
Esta medida, se bem que jasta, na estagSo de
averno, quando as estradas mais precisara de
reparos, nos parece qqn muito prejudicar a
elles. .
Foi n<>neado recrujador na freguezia de S.
Pr. Pedro Goncalves o Sr. major Alexaodre Au-
gusto de Frias Villar;
Offereceu o Sr. Dr. Sabino Olegario Ludgero
Piobo, por intermedio da presidencia desta pro-
vincia, a qaanlia do 200$ como donativo para ser
applicada em aoccorro dos desvalidos da provin-
cia do Cear.
E' mais um acto meritorio, que recommendffo
mesmo Sr. Dr. coosideraco publica.
Nao podemos anda hoje dar estampa o
discurso doSr. Dr. Araujo Barros, que promette-
mos em nosso numero de hontem ; o que taremos
amanha.
Do Jornal do Commercio de Lisboa, de 6
de abril prximo passado, traoscrevemos o se-
galnte artigo, e a meosagem de petantes que o
Hospital Portuguez de Beneficencia neU cidade
dirigi a S. II. F. o Sr. D. Luiz I:
'< Hontem digooa-se el-rei o Sr. D. Luiz I, re-
ceber oo paco de Pedroicos a deputaco compos-
ts dos Srs. Footes Pereira de Mello e negociantes
desta praca Aotooio Jdaqaim de Oliveira e Ro-
drigo da Costa Carvalho. eocarregada pela junta
administrativa do hospital portugus de benefi-
cencia em Pernambuco, de apresentar a el-rei
uma meosagem de pezames pela sentida morle de
el-rei o Sr. D. Pedro V.
S. M. receben a deputaco com a maior be-
nevolencia, e agradeceu a expresso do seoti-
mento manifestado pela deputaQo, em nome da
joota* sua constituate.'
c O Sr. Footes, depois solicitoa de S. II. a gra-
ca de continuar o seu real protectorado ao refe-
rido hospital, ?rac.a que obtlvera do sea chorado
e augusto irm&p.
El-rei digooa-se aceitar o protectorado da
beneflcenle sociedade, e ordenou ao Sr. miniatro
do reino, qae presente eslava, que mandasse pas-
sar o competente alvar.
a A deputaco agradeceu a S. M. a graca rece-
ida, e retirou-ae, sendo cumplida plenamente a
commissio de que (ora eocarregada.
Senhor I
A junta administrativa do Hospital Portogaoz
de Beneficencia em Pernambuco, em cumpri-
raento da rosoluco tomada om assembla garal
dos socios destapio eatabelecimenlo, vena am
seu nome, e oo de todos elles, respeitosamaote
dopOr aos pos do throno de V. M. os sonlimeatos
de profoala magos, qae indelerel gravoa em
seus cooao&eoo infausta, prematura
morle de seo canea asss chorado
sobre todos ortsado kmo do V. M
dro V.
c Na flor da idade, com nm reinado do
duraco, aim ; tcaa grande o fasto nos) >
de aboegaco, da udo administrativa a das soaso
nclitas e raras virtudes, o Sr. D. PcdlO V, deo-
prendendo-se da Ierra, vooo so eo, dallndo-
nos oobsnorooo o mais intima der I
a Strm-noo de lenitivo, ae o podo hsver, i
oooao iolanss saudade, a condoleris do '
povos e rota, do quem eram eoohecidoo i
b I laves virtudes, qua comnoseo o chora as, i
jamete foi chorado algum montreha, o o esperas-
coso reinado de V. M om qoom cetao alteoUo
todas a islas O confiadas rodee as esperaocae
dos Portugueses.
Estes seotimsntos, qoe sao communs o todoa
os Portugueses, affeetaa maia particular
os socios do Hospital Portuguez de
que fra fundado no sempro measorsvot da le do
setembro de 1855, para solemoisar a ioaogarscj
do reinado do Sr. D. Podro V, do saudosisstsao
memoria.
Dignara-se elle, por alvar de 2 de jalbo e*o
1856. declarar-so protector deste pto estaocieci-
meoto, qoe por su moite ficou em orbaos"ado.
E' por isso, aeobor, que a jun a admia
Uva vem hoje supplicar a V. M qoe oo
cootiouar a esta po instlalo a proteceo ojom
Sr. D. Pedro V to generosamente Ibe dispensar..
e com a qual temos a eeperaaea do proseguir,
prosperar e engrandecer.
Daua guare os preciosos diao de V, M. come
todos os Portuguezes hemos misier.
< Sala dsa sesses do Hospital Porlogaex do
Beneliceocis em Pernambaco, aos 10 do levarei-
ro de 1862. o
c Provedor,
< Joao Fernandeo Parelo Viaaoa
a V ice-provedor.
Antonio Lois d'Oliveira Azcvodo.
1* Secretarte,
Joo Carlos Coolho da Silva.
a V Secrtlano,
Miguel Jos Ro-lrigooo Vieirs.
a Esto r ler,
Maooel Jos da Caobo Porte.
Foram hornera submettidos 4 exoane poro
primeiro e segundo praticos das barrso testo ci-
dade os Srs segonio praco Maooel Jos Bao
tisla e pralicanie examinado Adolpbo Feseoedee
da Silva Manta ; aeodo a aorta eiamlnodovoo oe
Srs. pnmeiros praticos Jos Estevao de Oliveira
e Uaooel Jos dos Reis, os quaas lendo faite
grandes e r^ui precisas srgui;va aoa ooe eaa-
mioandos approvaram-oa plenamente.
Renotdo o cooselho pors os eximes, o moto
dia compunha-se dos Srs. chele de diviso o ca-
pito do porto J os Mara Per reir, capitn l-
ente cimmsnJante do brigue oseaos Fidelidmde
Bonifacio Josquion de Siot'Anna. comroaoOaale
da um navio mercaoto Jerooyoao Josd Telleo, oe
does examinadores, os Srs. prtonetros o aegandoo
praticos e grande numero de espectadora*.
Os Srs. examioaodos distinguir se poto asa-
meira porqne mui rpida salala na rn ae porgen-
tas doa seus argntea oa examinadores.
Rendemos as nosias felicilacoes aoSr. capito
do porto Jos Mara Ferreira pelo modo disuada
e honroso, porque vai disiribuind ajolicado
cargo que mu dignamente lhe confiado e de-
sejamos aos examinandos moilss felicidades no
desempeoho de seos noos empregoa.
Eis o centesimo vigsimo primeira
liolttim o/JUsei.
tEm um officio da 25 dones tino o, dirigido do
Rio Formoso presidencia da proinei,-com-
municou o juiz municipal supplente coa exer-
cicio, Joaquim Francisco Doais, qae oesse ter-
mo o cholera-morbos j ia fazeolo vtetimao om
alguos de seus eogeohos ; acecosceoioedo to-ts-
via qae nao dava como exacto aer oseo o adec-
;o a que linbam*succuiabi4'> os iedtvi-luoa de
que elle se hsvia oceupado eos sea meeeieoaee
officio, oo obstante Ibe aUirmarem torem apre-
seotado os symptomes eesso affee^ao.
Em um officio de 27 doasa mes, dirigido de
cidade da Victoria S. El., com a nico o Dr.
Moreno Braodo que de dia 18 a SO do re-
ferido mez tioham morrido da epidemia reieaav-
le oessa cidade e seu termo 158 pessoas; do aor-
te que, reunido esse numero aos 101 de pessoaa
que desde o principio haviam fallecido do cho-
lera-morbus, a mortahdade se elovava alta 411,
sendo graode o nurae o das aceoniaetttdM.
c Em um officio de -S o dito moa, dirigido
da villa do Bmito S. Exc, duae o respectivo
juit intioicipal e do oruhao Dr. Looteoco los
de Figueiredo, que das paaicipacoes offtciaes,
re.ebidos e transmit!las presidricia, dos cirur-
gea eocarregados do iralameolo das pessoas
accommetlidas pelo cholera-moreno asaos fre-
guezia, reconbeceria S Exc o oslado deseo logar
relativamente epidemia, aecreacealaade ojee
oo obstante a preseoct do mal aio Ja ae oatria
a esperaoc* da ser mais beoigoo do qoe om eso-
tros lugares, oo s pelo aumero do accemmet-
tidos em relacao populaco, seoo pelas caeos
que, cooiiauarem pelo modo com que tem
cabido, ao que lalvez se deva ailrieeir sea pe-
quea iotensidade, podero fazer-lbe parder e
ioleosidade que aiuda subsiste.
Em um olficio do 29 do mesmo mez, dirig lo
da villa de Nossa Seohora do V de Ipojoce ft S.
Exc, comrauoicou o respectiva cmara aaaaici-
pal qua o cholera-morboo eslavo alli jssasjaja
victimas, seodo o eogooho Caraaaas, qae ame
margem do rio Ipojuca, distancia do deas te-
guas o meia deasa villa, o lugar om qoe prioci-
piou a desenvolver-ae o mal, *traasatiUieoe-ee
depois aos eogeohosConceico.Geerra, Trapee*,
S. Paulo, Bem-Pica, por toda a margem desso rio;
de sorle que o eogeoho Silgado scaeavo de aer
accommetlido.
Em um officio de hoje. dirigido do saodote-
gscia do 3o districto do termo do Recito i 9. Exc,
commaoicou o respectivo delegado, Leiz Fran-
cisco de Barros riego, qoe o epidemia oe Cheto-
ra-morbus eslava exmela aeasa fiegueti*. toado
orolim completado alli aoa funesto pe'iodo de
deatruieo, pelo qoe nao podio deiur de consig-
nar nessa occasio S. Etc. sea* cengraoala-
ces; e cooclaio dizendo qae so rocolhia o esta
cidade o medico em commissao aeaoo disiricto,
Dr. Pedro-Aotooio Cesar.
a A's 6 horaa da larde de 1* de salo de
1861.
< Dr. .49mimo Finctca. *
REPART1CA0 0 POLICA.
( Extracto da parlo do dio 1* do maio).
Foram rstcolbidos caaa do deteoce no dia 39
mez passado.
A' ordem do Dr. delegodo de 1* districte, ee
pardos Aotooio Jos Ferreira, do 38 aneeo do
idade, gaohador para averiguarles em criase Oo
morle ; Maooel da Rocho Noaoa, de II neos.
alfaiate, o Francisco Soaros de trilo, do 25
nos, boleeiro, smbos para rocroias.
A' ordem do subdelegado do Reeitd.
italiano Josu, do 22 aooos, por tonga a embria-
guez.
A' ordem do da Boa-Vista a crioul
ra, de 20 aonos, eogommodoira para a vi
coes em crino de furto, o Bernarda,
criuula, de 28 anoos, eogommadeira,
Auna do Rogo Barros a raqaortmeato i
A' ordem do do Pojo da l'aaell*, reeeiaeeJ
de Souza, pardo, de 40 ooaoe, jereeleire, per
crime de ferimeiite.
O ebeto do V sercoo,
J. G. de oaqoraa.
Passagairos do vapor brasileire Putimmmfm.
viodos do Mace:Capo Josd Jovearim de
Barros, alteres Reroardiae Candido de Jumm>r
Jos Tupioamb, teoeolo Aotooio dos Saeteo Coi-
ria, Maaoel Jos do Liase, Jaa Msria daa *sr-
gens, nm sargento eom sao mulher, em eate e 5
procos:
Passageiroa do vapor fraeees Estrtmtdmrt.
viodos do Rio do Janeiro o Babia : Marta, te-
mas da andada, Gataopoo Gaos Jos*. Jun de
Oliveira, Eduardo atoan tari i, e 2*d pera e Ea-
ropo.
Passageiroa do vapor traecas Ktlrtw^mdmrt,
sahido para Bordeaas e aorloa iateraM
gusto Ferreira Pialo, Aoteeie
ooel Jos do Agotar, Alberto
quim do Espirito Saale, Jao
e sea sanbora.
Matadooro puouco.
MaUram-se paca caaaamo
1* de malo 5 rezas.
Obituajuo ao ou 1* ai
publico :
Fraocisco do Rege Plata,
oes, soltoiro, militar,
relia.
Joo Fialbo do Catase,
solleiro, Boa-Vista,
Mario, Peraamaoca, 3
volados.
Feliciano Jos do Sant'
Viata,
horaa.


:
^^
DIA1UO U fttfAMCO j SEXTA FElRA S DE MAIO DE 186*.
lo, 58 aanos. hospital i ordo Urceira de,
Frauataco, cholera.
Joao, Faroambuco, 3 mei, Sau-Joa, enterile
aguda.
Joaqun Maris da Canclelo, l'ernasnbuoo, 80
aoooj, aolteira, Boa-Vlaia^gaiito hepate.
CHRONICAJUDICIARIA.
Tribual da canmurcio.
MSSO ABIHNISTaATIYA III 1 DE MAIO
DI 1MI.
PRRSIDIRCI DO XM. IR. DIS1 IIBIROABOO
I. A. DE SOL'ZA.
A a 10 horaa da maobae. re.nidos o Srs.
Capotados Reg, Lemoa, e Bai toa, o seohor
presidenta declarou aberta a aesil.o ; sendo lida
approveda a acta da ultima.
XPEDIIIITE.
Um offieio do preaidenta da p ovioda, de 23
do corrate, ecompanhaado copia do aviso do
ministerio da jastiea de 4 do conente, junto ao
doaenbo do uaiforme que deveio usar oa depu-
tadoi deste tribunal, mareado pelo decreto nu-
mero 2,888 de 8 de evereiro. umpra-se, ac-
ense-se a recepeo e archive-ae.
Poram presentes aa cotacoea of'iciaes dos pre-
sos correntea da praga, da ultima semana.Ar-
cblve-ae.
DESPACHOS.
Um requerimeoto dos administradores da mas-
aa fallida de Siqueira & Perei a, pediodo que
nao se considere extiocta a flan;:a do agente de
leudes Jos Cyprimo Aotunes. Remetlido ao
juiso especial para abrir a falle icia, Uta do
estado de iosol?enca do agente, .uja flanea per-
siste por seis meies.
Outro de Krabbe, Thom & Con panhia, pedin-
do o registro de ama procurante que presenta.
Registre-se.
Outro de Samuel Hilliday, peiindo porcerli-
do o theor do contrato de Isid :>ro Halliday &
Compaohia. Como requer.
Outro de Joao Ferreita Ramos, pedindo certi-
do da procurarlo que Iba pasiou Msnoel Jos
Outro de Rodrigo Antonio Br isileiro Macei,
pedindo o registro de aua carta le*matricula de
comraerciante no meritissimo trsuoal da capital
do imperio Registre-se.
Oatro do mesmo, pedindo o registro da nomea-.
gao da Americo Netto Pirmisao de Maraes para
caixeiro de sua casa de comm ircio. Regis-
tre-se.
Outro de Uaooeldo Coulo Guedes, informado,
pedindo matricular-se.Como reqier.
Outro de Francisco Farreira Burgos, gerente da
compaohia Vigilante, pedindo o registro dos es-
tatuios da mesma companhia e d creto que a au-
torisou em virtudo do artigo 7o do decreto nu-
mero 858 de 10 de novembro de 1851.
Outro de Jos Horeira Lopea t Antonio Corres
de Vascoocelios, pediodo oregiitro de aeu con-
trato aocial. Haja vista ao Sr. desembargador
fiscal;
O tribunal do commercio reolveu alterar a
Ganga dos agentes de ieiloes, fl(ado-a em dex
contos de rts, que devem ser c< repletados pelos
actuses agentes de leiles dentro do prazo de 30
das.
SESSAO JUDICIARIA EM t DE ABRIL
DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DE.IE.HBARCADOR
SOUZA.
Secretario, Julio Guimaraes.
A' meia hora, o Exm. Sr. presidente abri a
sesso, estando presentas os serbores desembar-
gados Villares, e Silva Quima aes, e deputados
Reg, Leoios e Bastos.
Lida, ol approvada a acta da sesso ante-
rior.
IULCAHBNTOS.
Appellante, Jote Teixeira Leile ; sppellados,
Hanoel Josquim Novaes de Campos, Joo Farrei-
ra da Silva, por seo procurador, e os curadores
fiscaes de Garrido & Veiga.
Designado odia de boje.
Sorteados os Srs. deputados llego e Bastos.
Relator o Sr. desembargador Silva Guimaraes.
Foi reformada a aeoleoca appellada.
PASSAGEKS.
Appellanles, Aires & Compacia ; appellado,
Antonio Emygdio Ribeiro.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
barga *or Silva Guimaraes.
% OISTRIBUIQES.
Appellanles. Antunes A Irru a ; appellados,
Seve, Filhos & C.
Ao Sr. desembargador Villares.
Appellante, Antonio Jos las ; appellado,
Jote Alves da Silva Guimaraes.
Ao Sr. desembargador Silva ( uimaraes.
AGGRAVOS.
Aggravaote, o geme de lei las Vicente Cs-
margo ; aggravado, John Bell, capillo da barca
iogieza Cosmopolita.
Exm. Sr. presidente deneg i provimento.
Nala raais havendo s tratar, o Sr. presidente
enceirou a sesso.
Lniz Antonio da Barras..............
Jos Francisco Je Souza Lima......
Maximiano & Lucas de Helio......
Joaquim Jaclotho....................
Feliciano Joaquim da Costa ........
Eroslo Celestioode Mandn;a......
Miguel Alvo Liosa..................
Jo*e Jot*uisa Ferreirs................
Luiz de Franca Soares................
Pedro do Athayde....................
Antonio Francisco Ferreira..........
ioio Cirios Augusto do Araujo ....
116
115
106
89
80
781
86
47
46
23
21
6
2.317
Csmara
1862.
municipal do Recite, 30 de abril de
O procurador,
/oro Vctor Ferreiret topes.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO.
Balando do Novo Banco de Per-
nambuco
em SO de abril de 186t.
ACTIVO-
Apotices da divida publica ...... 573:8008000
Estrada de ferro de Pedro II...... 104:000*000
Estrada de ferro ds Baha........ 108:993*610
Depsitos......... 80:000000
Joias depositadas....... 5:735J280
Lettas caucionadas...... 4:530*000
Lettas descontadas...... 2,873:0*2fl64
Letras protestadas..... 104:338*839
Letras a receber.................. 1:1088350
Remessas........ 8:490*909
Banco da Bahia S/C 7:489|J379
Aluguei de casa ....... 525*000
Fornecimento....... 7:766*485
Premios de ttulos de garanta. 8 839*526
Juros....... 1:279*172
Despezas geraes ..........7...... 1:834*146
Caixa.......................... 447:1308301
Fol tambe* epprovado o seguate addilamen-
t do Sr. Viaona Drummond:
< 1* Que,seo governo imperial sencetonir o
augmento de capital do banco do Brasil, da con-
formidad* com a deliberarlo da aasembta geral
daquelle banco, tomada no da 3 do correle
mez, entremos em liquidadlo oito dias depois.
3* Que, dida esta hypothese, a liquidaclo
seja feita aob a direcelo de ama commlasSo com-
posta de tres membroa, nomssda ad hoa $ por
intermedio do banco do Brasil, seguindo-se a
respeito as disposicoes conlidas no estatutos do
baoco do Brasil concernsntes liquidacio doa
extioctos bancos Commercial e do Brasil.
Achavam-se i carga: brigae sueco Sidon,
palhabole Tino e brigne Encantador.
Bahia, 28 de abril
Cambios.Sobre Londres26 o 26 Ii8 d. poi
1*000.
a Paris365 rs. nom.
c Uamourao 680 rs. nominal.
Lisboa108 a 110 por cento de prem.
Metaos.Doblos bespaoh<>es. 318500 a 32*000.
_ c da patria, 31*000 a 31*500.
Pacas da 6*400 velbss-
de 4*000
Patacoes brasileiros2*100.
< c hespanhoes2*100.
< c mexicaoo8-lf900 a 2*000.
Frotes.Para Bremeu e Hamburgo55 a 60 stb.
Gibraltar67 1i2sch.
Gottemburgo 70 a 75 sch. por ton.
Canal o porto ingles60sch. por ton.
Continente60 sch. por ton.
Liverpool40 e 45 sch. por ton.
Marselba60 a 70 sch. por ton.
Londres50 aeb. por ton.
Chegaram, procedentes de Pernambueo :
26. a escuna Carlota, cora 18 dias oe viagera ; e
28. o patacho hollaodez Groot leeicych. com 10
Publicages a pedido.
Ris. 4.338:886*161
PASSITO.
Capital..........2,000:0008000
Emissao.........1,470:3008000
Depsitos da direcelo
Letras por dinheiro recebido
juros .........
Contas correntes com juros .
Coalas correntes simples.........
Fundo de reserva......
Ttulos em caugo.....
Letras a pagsr.......
Banco da Baha N/C .
Knowles & Foster (de Londres) .
Jos Antonio de Pigueiredo J-
nior (itio de Janeiro) .
Saques .........
Dividendos........
Juros da garanta de emissao .
Premios de saques o remessa.
Dtscontos.........................
80:000g000
23:541$738
475:450*190
12:500*000
57:672*981
5:7358280
867*560
10:456*601
3:225*731
620*716
18:0958090
4:231*000
3.435*814
193*791
172:496*666
ao aono at o prazo de 4 mezos, e a 12 ?/ al
de 6 mezeg, o toma dinheiro em corolas correntes
simples e com jaros pelo premio 6 prazo qoe se
convencionar.
Praca do tecife 1 de
- maio de 1862.
\s quatro horas da tarde.
r.olicoes da janta de corretores.
Descont de letras.
100(0 ao son.
J, ria Cruz Macelopresidente.
John Gatissecretario.
41'andesra.
aendtmenlodo dls 1. .
17:742*479
ovtmeulo da alfsaudxa.
Volamei entrados com (aseadas..
. oro genero..
Valsma
a
sabidos

tom (szendas..
com gneros..
164
437
"3
224
-=- 327
601
Ris. 4,338:886*161
Demonstradlo do estado
Em ouro amoedado.....
Em notas do thesouro maiores
de 10*000 .......
Em ditas menores......
Em notas da caixa Clial do Ban-
co do Brasil ......
Em notas do No-
vo Banco de
Pernambueo :
sendo do va-
lor de 200*000 23:200*000
dem do valor de
1002000....... 15:700*000
dem do de 508 9:650*000
da caixa
2.884*000
366:350*000
3:784*000
25:280*000
Prata e cobre
48:550*000
282*301
Ris, 447:130*301
Demonsiracao da emissao.
4267 notas do valor de
4639
3060
2008000
100*000
50$0O0
853 400*000
463:9005000
153:000*000
Ris 1,470:3008000
O guarda livros,
Francisco Joaquii Pereira Pisto.
JURY DO RECIPE.
2a SESSO.
Dia 1 de maio.
presidencia do sr. dr. vu di: direito da se-
cunda VARA, MANOEL JSE D/ SILVA NE1VA.
Promotor publico, o Sr. DrFi%nci$co Leopol-
dina de Gusmo Lobo.
Etcrivdo privativo, o Sr. Joajuim Francisco
de Paula Estevet Clemente.
A's 11 horas da maoha, achando-se presen-
tes os Drs. juiz de direito e pro notor publico, o
escri'o procc leu chamada e reriflcou estsrem
presentes 46 juizes de fado.
E' aberta a aessao.
Entra #m julgamento o procsso em que reo
Jos Alves ds Silva, pronunciado era 25 de Janei-
ro pelo Sr. subdelegado Martins Raposo, como
incurso do srt. 264, i Io do cod go criminal, sen-
do a pronuncia confirmada em i! do mesmo mez
pelo Sr. Dr. Hrraogenes Socales Tavares de
Vascoocelios.
O reo acensado por haver vendido como pro-
priss varias brocas de ar;o, pertencentes com-
panhia da estrada de ferro, e que haviam sido
subtrahidas de um dosseus esttbelecimeotos.
No correr do processo. o ad -ogado do reo (o
Sr. Jos Rodrigues Pereirs Joni)r) offerecera ama
ex:epc.ao de incompetencia, allegando que esse
ficto poderia ser apenas qualiBcado como crime
de furto que, sendo do acgo meramente parti-
cular, au poderia de nenhum modo autorisar o
procedimento ex-olkio que fr.i nieotado.- Em
vista das ponderabas do Dr. i romotor publico,
foi desprezada a excepto, prev. lecendo dest'arte
a pronuncia, e secdo ordenado n julgamento pelo
jury.
Eatraodo-ae no sorteismeoto do coaselho de
senteof s, sao sorteados os seguinies Srs. juizes de
(acto :
Jos Tbomaz de Aguiar.
Thora Carlos Peretti.
Jos Alfredo de Carvalho.
Francisco Alexandrino de Vascoocelios Gallina.
Jos Marcelino da Silva Braga.
Jos Egidio Ferreira.
Antonio Francisco da Silva Cav Icanti.
Francisco Geraldo Uorsira Temporal.
Loiz de Franca Souto.
Joio Chrysostomo de Albuqoeique.
Jos Pedro das Neves.
Caeiano Jos alendes.
Deferido ao coaselho* o jurw.ento dos Santos
Evangelhos, precede-se i leitura do processo, e
o reo passa a ser interrogado.
Seguem-se os debates, sendo a defeza produ-
i'Ja pelo Sr. Dr. Americo Nette de Mandones.-
Lilas publica mete es respostas do jury, o Dr.
juiz dadirailo lavrou profer) a seotenga final,
pela qual absolve o reo e coorierana a municipa-
lidade pagar as custas ex-catis".
Levanta-ae a sessso is 8 aoti da tarde, sendo
adiada para o da 2 ae maio u 10 horas da ma-
nhai.
Caara municipjl d Recife.
Mataaour publico da ciiade do Recife.
Mataram se para consamo tiesta cidade no
oiez de abril do correado anno 2,317 rezes, cons-
tantes ds relacaoiBfri.
Joio Jote de Medeiros...............
Jeao Chrsestomo de Albwque qae.
Venceslao Machado Frair Pereiia t
Silva.........................
Virgiote Horacio de Freis ... .'.""*'
fi2!LPao,a-a A't>querqoe .....
Jwmiao A4ves do Arocbn .....
Francisco Candido .a Paz.. f
lienoel deSoazalayares.....'.i.
453
191
184
157
"Itt
140
tai
124
DIARIO OE. PERNAMBUCO.
O vapor francez Exlremadur, entrado hon-
(em do'Rio e Bahia, apenas adiantou at 25 do
primeiro, e al 29 da segunda.
Rio de Janeiro.-As sesses preparatorias da
assembla geral deviara comegar 27 do passa-
do, em consequencia da reforma feita em!860
no regiment da casa.
O baoco do Brasil modificou de 8 por cen-
to o descont de suas proprias letlrss.
Foi nomeado medico adjunto do hospital
da Santa Casa da Misericordia o Dr. Joio Bap-
ttsta dos Ssntos.
Corra achar-se removido para secretario
da presidencia do Ri-Grande do Sul o Sr. Dr.
Joo Rodrigues Chaves, sendo nomeado para
substitui-lo o Sr. Dr. Francisco Ferris Cor-
ris.
Fallecer em Minas-Geraes o Exm. Sr. ba-
ro da Diamantina, rico fazendeiro e bomem im-
portante da provincia.
Bahia.Por nao haverem accommodaQes do
Cruzeiro do Sul, d.ixoa de vir nelle a outra
ala do 7 batalhode infantaria.
NOTICIAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
Rio de Janeiro, 23 de abril,
Cambio.Londres, 25 5/8, 25 3/4. e 25 7/8 d. a
90 dias.
Inglaterra, 253/4 d. a 90 dias.
Acgoes.Banco Rural e Hypothecario, 348 le
premio.
Effectuaram-se hoje saques regulares sobre
Londres s cotages officiaes.
Sobre Pars realissram-se pequeas operacoes
a 370, 372 e 373.
Negociaram-se.100 aegoes do banco Rural e Hy -
oothecario a 34*000 de premio a dinheiro.
Venderam-se 33.000 aaccas de caf.
24
Cambio Londres. 25 5/8 e 25 3/4 d. a 90 dias.
Pirs, 373.
Acgdes.Banco Rural e Hypothecario, 33* e
3<8 de premio.
Fechar*m-se hoje saques sobre Londres na im-
portancia de cerca ft 100,000 na quasi totalida-
de a 25 3/4 d., e o resto a 25 5/8 d.
Para o prximo paquete iogle fez-se tambem
algum negocios 25 3/4 d.
Sobre Pars realisou-se cota;ao official urna
transaego pnaco avullada.
Negociaram-se 100 acedes do banco Rural (e
Hypothecario a 33J00(), e" 21 ditas a 34*1)00 de
premio.
Bollelim de 7 24.
Realisaram-se veodas regulares de assacar
para exportagao e salisfagio do consumo.
No dia 12 abrio-se a 25 5/8 d. o cambio sobre
Londres, sscando-se apenas urna somata insigni-
ficante a 25 1/2 d.; em razo porm do maior
movimiento do mercado de caf nos bes ltimos
dias firmou-se mais, techando-se at hoje ul-
tima hora is operageesimportantes a 25 3/4 d.
Sobre Franga sacou-se cerca de 1,000.000
francos, na maior parte tos extremos de 376 a
373 rs.
Sobre Lisboa e o Porto regulou a tabelit se-
guate :
115 0/0. vista.
114 0/0. 30 dias.
113 0/0. j> 60 dem.
112 O/O. 90 dem.
Aote-hontem reuniram-se em assembla ge-
ral os accionistas do banco Commercial e Agri-
cola. em de deliberarem sabr a. aua fas com
o banco do Brasil.
Nao bouve debite sobra a malario, sendo ap-
provados unnimemente os seguales artigus 2o
e 3o da proposta do banco do Brasil, que a
parte relativa ao Agrcola :
O banco do Brasil cede ao par se banco
Agrcola 24,000 acgdes para serem distribuidas
pelos accionistas deste, realisando o banco Agr-
cola vista o pagamento de 3.840:000*, ou 1608
por aegao, como jl teem entrad o demais ac-
cionistas, e obrigados os no vos accionistas a con-
correr com ts navas chamadas, quindo se .fire-
rem, com a commiosgo dos estatutos.
c O banco Agrcola iiquidar-se-ha por sua
coeta e rite, podeodo o bsneo do Brasil encar-
regar-seda lijuidago mediante orna commisslo
mdica.
Artigo 3.
Aon meretinimot Srt deiembargadoret.
Hanoel Jos de Siqueira Pitaoga, nao tem ex-
proues com que agradece ao venerando tribu-
nal da relago, o terse reunido, e concedido un-
nimemente a ordem de habeat corpui, que re-
queren, jb, caja deciso final da soltura, oa sus
ueoegsgo, tem de ser Isvrada saiibido 3 de maio
correte.
Tendoo referido Pitsnga, nos anteriores arti-
gos mostrado que nada havia contri elle, nem
do actos do juiz processante. nem dos intarro
gatorioc do reo, e depoimento de oito lestemu-
nhas, nem tarabem das buses mandadas dar
pela polica na casa de commercio e de residen-
cia do dito Pilanga, resta apreciar, anda que li-
geramente, o nico ponto era qua se firmo* a
polica para prende-lo.
Este nico ponto consiste nasrelagdes de arai-
sade e de transseges commerciaes entre Pilan-
ga e JoaoTbeolonio Bezerra.
Taes relages sao puras, licitas, insuspeilas e
extremes de qualquer mancha.
Primeiro, as relages de amisade, por si s,
nada valem, por quanto o amigo nunca respon-
feavel pelo crime que aeu smigo veoha a commei-
ter no curso da vida. Se procedesse aefflelbante
circumstsncia, tolos quanlos sao amigos da Be-
zerra deveriam estar presos, e nao nicamente
Pitaoga. Assim nos mais casos.
Segundo, as relages de commercio, longe de
serem motivo de suspeita, pelo contrario provam
que Bezerra o P tanga empregavam o seu lempo
actividadee capilaes, em objectos e Uns legaese
honestos, que fazam sobresahir a sus moralidsde
e boa conducta.
Djs documentos que se seguem (las letlras)
se torna evidente que Pilanga s tiuha transac-
ges licitase.insuspeilas com Bezerra. A compra
de obras de ouro (joiasj em casas respeitaveis,
que mrcancism com tses objectos, conslitusm a
base e m desernelhanles traosaeges. Pilanga
era apenas o fiador, garante d Bezerra, este o
comprador, e a firma socialRabe Schameltsu &
C, o vendedor Bezerra leva va as obras de on-
ro para revende-las pelo interior da provincia.
CoDsta lado islo nao s das letras abaixo, como
dos livros regularmente escripiurados de Pilanga,
que a polica nao quiz examloar.
Se este negocio de comprar obras de ouro, e
revende-las, autorisasse suspeitas contra Pitao-
ga, eolao mal estariam todos que tem traosic-
ges meresntis : mal estara a casa de grosso
iralo Ribe Schsmeltau &C.
Entretanto talvez que algum amige de infligir
a pena de prisao as pessoas cora as quaes aoti-
paibisa, embora inoocaotes, digs :que iniimi-
dade esla lio grande de Pilanga com Bezerra.
qae levou-o a garantir nove a dez cootos de rs. f
Responde Pilanga : a iatimidade era natural e
honesta. Em 1846 para 1847. serv de padrinho
de casamento a Jfiio TheotonioBezerrs, em Ns-
zsrfith. Dahi nasceu a razan de iirestar-lhe pro*
tecgioe garanta em negocios permiltidos.
E' esta a verdsde nua e crus. P4e-te expli-
car melbor a vida de um hornera? Ui alguma
cousa por parte ds polica contra esta verdade
dos factotl
Nao. Decida po'ts a vpneranda relago como
entender, o recurso de habeas-corpus de Pitaoga,
N. 2511.A veocer no da 13 de agosto de
1859.
Pernambueo 13 de dezembro de 1858.Rs.......
5:000*000.
A oito mezei precisos da dala desta nossa ni-
ca via de letra, pagar Vmc. a nos ou a nossa or-
dem a quaotia de cinco contos de ris, valor re-
cubido em obras de ouro, e no vencimenlo far
prompto pagamento, como costuma, e no caso
de demora pagar o juro de 1 1|Z 0|0 ao mez.pelo
tempo quo nos aprouver esperar.
Ao Sr. Joo Theotonio Bezerra. Pernambueo
Rabe Scbmettau & C.
Aceito.Joio Theotonio Bezerra.Maooel Jo -
s de Siqueira PitaDgs.
N. 265.25500.Pagou dous mil equinhentos
ris.Recife 1 de dezembro de 1858.Carvalho.
Franga
Aponala a fl. 81 do livro respectivo. Recife
13 de agesto de 1859 F. Romano.
Recebemos por conts desta letra a qusnlia-de
ionconlos de ril' Recife 15 de 'embro de'
1859. Por Rabe Schamettau & C, Rud Scha-
meltau.
Recebemos maig por conts um cont eoitocen-
tosmll ris. Recife 31 de dezembro de 1859.
Por Rabe Scha,mettu, Rud Schamettau.
Recebemos o saldo dests letra cora a quanlia
de duzentos mil ris.Recife 20 de marco de
1860.Por Rbe Schamettau & C, Umo. Ott.
N. 2512.Para 13 de agosto de 1859.
Pernambueo 13 de dezembro de 1858.Rs.
4412*620.
A oito mezes precisos da dala desta nossa
nica via de letrs, pagar Vmc. a dj nu a nossa
ordem a quanlia de quatro cootos quatrocentos e
doze mil seiscehtos e vinte ris, valor recebido
era obras de ouro, e no veucimeo:o tari prompto
pagamento, como costuma, e em caso de demora
pagar o juro de 1112 oO ao mes, pelo tempo que
nos aprouver esperar.
Ao Sr. JoSo Theotonio Bezerra. Pernambueo.
Rsbe Schamettau 4 C
Aceito.Joio Theotonio B.-zerre.Msnoel Ja-
s de Siqueira Pitaoga.
N. 266.2*500.Pagou dous mil quioheotor
ris. Recife 1 de dezembro de 1858.Cralho.
Franga.
Aponlada a fl. 81 do livro respectivo. Recife
13 de agosto de 1859.F. Romano.
Recebemos por conta dests letra a quanlia de
oitoceslos mil ris. R-cie 20 de margo de 1860.
Por Rabe Schamettau 4 C, Umo Ol0.
Recebemos o salda dests letra com o abali-
mento de75oiOem urna outra aceita pelos Srs,
Bernardino Jos Monteiro & Irmao, ao'praio de
oito metes de hoje,Recite 30' do oulubro de
1861.Rabe Schamettau & C.
Doscarragim no dia 2 de msio.
Barca iogiezaNilecar vio.
Barca iogieza Idaliadem.
BriRue ingle*Heb o the Exedem.
Brigue inglex-Ziska(azendas.
Brigue mglezMercurycarvio.
Patacho remanse Gcrmania eirvio.
Rendimeato da alfandega dePcraam-
buco no mez de abril do correte
aono linaneeiro.
Importago.
Direitos de importago para con-
sumo...........................
Ditos addicionaes de 5*/,.........
Olios addicionaes de I"/,.........
Ditos de baldeagao e reexportagao
Expediente dos gneros eslrangei-
ros navegados por cabolagem..
Ditos dos genero do paiz........
Dilos dos gneros livres...........
Armazemgem....................
Premio dos assigaados............
Despacho martimo.
Ancoragem........................
Direitos 5 /, eaoompra e IrYn"
da das embarcages............
Exportagao.
Direitos de 5 "/, de exportagao...
Ditos de 2 % addicionaes........
Expedieote ua capstazia..........
.. Interior.
Mullas............................
Sello do papel fixo..........".'."."'.".
Dilo do papel proporciona.......
Emolumentos....................
Imposto dos despachantes........
Extraordinaria.
vlnclal manda fazer publico que do dio 2 po
diante pagaaa-s> o sjrdossdos doa empregaui
prounciaes, vencidos na mez ds abril prolimo
findo,
Secretaria da tbeaenrarfa provincial de Par-
nambuso 1 do maio de 1862.O secretario.
Antonio Frneira d'Aonunciagio.
Coaselho adaiinistrativo.
0 coaselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar o objecto
segainte: ,
Pars o presidio de Femando de Noronhi.
Do barril ds quatro em pipa de szeita da car-
rpalo.
Quem quizer vender tal objecto aprsente as
propostas em carta fchala, na secretara do
cowelho. is 10 horas da maoha do dia 7 do
correte mez.
Sala das sesses do conselho sdministrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 1* do
maio de 1862.
Antonio Gomes Lel.
Coronel presidente iolerioo.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho de compras navaes.
Tendo de ser promovida a compra sob as con-
dieges do estylo, dos objectos abaixo declara-
dos, coovida o conselho aoa prelendeuteS apre-
sentarem suas propostas no dia 5 Oo corrate
mez is 10 horas da manhia munidos das amos-
tras dos meamos objectos.
Para a celebragao do santo sacrificio da miisa,
no arsenal:
1 ornamento de sebasto braoco encarnado, 1
dito de sebasto rxo e verde, 1 calis de prata
dourada cora os seus pertencas, 1 frontal branco
e encarnado, 1 pe ira d'ra, das slvas, 2 amictos,
4 corporaes, 2 ciogulos.4 aaoguiohos, 4 maois-
lergios, 6 toalbaf de altar, 4 lisas e 2 com bico,
2 loalhas de mios, 2 palas, e 1 par de castigaes
pequeaosde prata.
Para provimento do almoxsrifado de marinha.
2 pegas de tapete.
Sala do coosalho de compras navaes 1 de
maio de 1862.O secretario,
Alexaodre Rodrigues dos Aojos.
Cousulado provincial.
De orlera do Sr. administrador inleroo do
consulado provincial se faz publico que no dia 3
do correle eo meio dis tem do ser arrematado
em hasta publica na pona desta raparticao, 120
caixas com sibao pesando 4,800 libras avadadas
segundo a pauta semanal em 100 rs. a libra na
65:481*036 'IDPrtsncit de 480$ q'ie (orsm aprehendidas
sabir! para o porteo
dia 7 de msi a
Recebo carga ot da ao
dos, esattgekM sbiih
da sabida ao meto dia ; sswtflsili a
Maltoo o. 1.
Rio de Janeiro
428.652SI70
54:83lj>967
195*151
42*186
282*374
1:697*026
626S532
1:535*191
880*498
2:471$700
isooo
O veleiro o b. coabodOo brifM
eVelox, pralen-l efatr at 27 d<)
lugar apenas para 400 .ace. cosa
quizer carregar Uc*, M c
tartos Amonio Laiz de Oivsra
rus da Cruz 1.
Maranho e Para.
Sege cosa tu brevid4 biaO
se, capilao Ralis : por o resM* *
se com Caetaoo Cynactf d(,l.
ado do Corpo Sanio 23.
Para i Bata.
Pretende seguir rom multa brcdM* !-
.o o bem conhecido hiato i
ro, (em parte da seu catre
rara o reato qae Ihe (alta Uata-oo/l
conigoatuios*uii>nio Li\i 4i OMfOSTa Aire:-
& C no sea eocriptoro na ra da Crm 1.
k
26.19364z
1:116*760
970*314
6118300
312*060
320O0
18J750
Dizimos da provincia d'Alagoas...
Ditos da provincia da P*nhiba....
Dlos da proviucia do Rio Grande
do Norte........................
Contribuigao de caridade..........
Rendmento do mez de abril
do 1860al861.................
Rendimento do mez de abril
de 1859 a 1860..................
5S6:084$657
5087*710
1:824*181
670*811
270*330
593:937*689
430:874*911
393:107*589
Alfmdezi
1862.
de Pernambueo, 30 de abril de
O 4 escriturario,
Joao Bernardo Dinis Pessoa.
Becebedorla de rendas internas
geraea de Peraambaoo.
Randimeoto do dia 1..... 982*450
__
Consolado
Rendimento do da 1 .
provincial.
. 8478287
>v-^ m mmm \a< 1 ! Movimento do porto.
GOMllIKgKCffO-
NOVO B.NC0
DE
l'LIIWMHliO
O novo banco pagJo 8* dividendo de
12/1 por aceta.
NOtfOBftMCO
. Peroaoibuco-
EM 29 DE ABRIL DE 1862.
O banco des conta na pesnnte semana a 10*/(
Navios entrados no dia i*.
Macei48 horas, vapor braslleiro Persinunga,
de 422 toneladas, commandaote Moura, equi-
pagem2z.
Rio ddWaneiro e Bahia6 dias, vapor franeez
EtlrvAadure, de 1.172 toneladas, commandan-
te Auber, equipagem 129.
Asa23 dias, brigoa brasileiro Trovador, de
210 toneladas, capuo Manoel Pereira dos Sn
tos, equipagem 12. carga sal e palba ; a Ma-
noel Joaquira R. e Silva &Genros.
Rio Grande do Sul24 dias, brigue brasileiro
Mafra, de 27 toneladas, capitao Joaquim Ra-
mos de Oliveira, equipagem 12. carga 1,018
arrobas de caroe ; a Amorim Irmao.
Naviotjahidos no mesmo dia.
ParahibaPalacho inglez Village Bclle, capitao
A. Read, em la*tro.
Shanghai (Chin)Varor americano Tonitia,
commandante Sow-'ny.
Bordeaux e portos intermediosVapor francez
Estremadure, commandante Auber.
06eracdo.
Apparece ao sul o paluabole nacional Jorge.
Pitaes.
Da ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria se faz publico que ca aliado para o dia 5
de maio prximo futuro o coocurso para o pre-
enchimenlo das vagas de praticantes da mesma
tbesouraria ; e annuociado para ests data.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de Per-
nambueo em 21 de abril de 1862.
Sevvlndo de official maior, Manoel Jos
Pinto.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio desla cidade do Recife e seu
termo captol da provincia de Pernambueo,
por Sua Magestade Imperial e Constitucional
o Sr. D. Pedro II, qae Dos guarde, etc.
Fa^o saber pelo prsenle que por este juizo e
cartorio do escrivao que este subscreveu, corre
ma execugao de senlen^e entre partes, a saber :
exequente Antonio da Silva Pontes Guimaraes,
eteculado Custodio Ferreira Moutioho, que ten-
do se feito penhora era dinheiro na quanlia de
cento e oitenta mil ris, que se acha recolhida ao
deposito geral em audiencia do di* 47 de margo
do correte aono pelo solicitador Manoel Ray-
mun lo Penaforte, procurador do exequente, me
fora feilo o requeiimeoto seguiole;
Aos 17 de margo de 1862, nesta cidade do Re-,
cife de Pernambueo, em publica audiencia que
aos feitos e partes fazia o Dr. juiz de direito es-
pecial do commercio Tristo de Alencar Araripe,
nella pelo solicitador Maooel Raymundo Pena-
forte, procurador do ezequeate, foi aecusada a
penhora que se aegue feita ao executado, re-
querendo que a este Heassem assigaados, de-
baixa de pregio, sob pena de lancamento, cao
JO os seis dias da lei. Como dex dias dos credores
ocerlos, pasaaado-so os oditaes do estylo, visto
como dita peobora fura efectuada em dinheiro ;
achando-se presente o solicitador Igoacio Barro-
so de Mello munido da procuraeao bastante do
executado, por part deste pado vista. Termos
em que houve dito juiz os tequerimenlos das par-
tes por deferidos.
Extrahi o presante do protocolo das audien-
cias, e junto a mandado de piohora e as proco-
racoes bastantes dos litigantes. Eo Joio Vicente
de Torres Bandeira, esereveate juramentado o
eeerevi. -
En Manoel de Carralho Paes do Aodrsde, es-
crivao o subsorovi.
Por orca dodeferiaeotodao a esses requer-
memos, o escrivao respectivo fez pasasr o pr-
senle edital ora o prazo de dez dias, pelo theor
do qual serlo citados os credores incertos, afim
de que dentro do sobredito prazo comparaeam
oeste juizo allegando oque fdr a bem de sea
direito e juslica, sol pena de revelia.
E para que ehegue a noticia a quem convier,
msndei passar elitaes que serao affixados e pu-
blicados.
Dado e passado nasta cidade do Recife de Per-
iacibUC0 Prime'ro di* do o62 e marco de
Eu Manoel da Carvalho Paes da Andrade, es-
crivao o subscrer.
_^^^^ Tristo dt Alencar Araripe,.
_____Deelaraeoes.
0 lllm. Sr. Inspector da ihetouraria pro-
Jos Simplicio de S Esteves pelo terceiro es-
cripturario Joiquim de Gusmao Coelho, por nao
haveram pagos os respectivos direitos.
Mesa do consulado de Pernambueo 2 de msio
de 1862.O chefe da segunda gec;ao,
F. FerreiraM. Ribeiro.
. Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para forneciment*
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguales :
Para o armazem do arsenal de guerra.
4 quiolses de ferro redondo de 1 1{2 pollegsda
de gross'ura.
6 quiotaes de ferro loglez redondo de 5 quar-
to* de grossura.
3 quiotaes de ferro inglez redondo de 1 pole-
gada de grossura.
20 toneladas de carvao de pedra.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
s suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, os 10 horas da manhaa do dia 5 de
maio prximo viodouro.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 28 de
abril de 1862.
Antonio Gomes Leal,
Coronel presidente interino.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel voRal secretario interino.
Capitana do porto.
Previoe-se aos senhores despachantes qae a
capitana do porto se dar passe aos navios que
houverem de sabir, depois de ser-Iba apreseots-
do o bilhele da alaodega, e entrega do regula-
mento qae (o; distribuido pela praticagem.
Capitana do porto de Pernambueo 25 de atril
de 1862.O secretario interino,
Joo Nepomuceno Alves Macil.
Santa Casa de Mi-
sericordia do Re
cife.
O lllm. Sr. commendadof Jos Pires Ferreira,
thesoureiro esmoler da Santa Cisa de Misericor-
dia do Recife, manda fazer publico que no dls 5
do crrenle pelas 10 horas da maoha na casa dos
exposlos paga as respectivas amas, que forem
acompaohadas das crian;* as mensalidades ven-
cidas at margo prximo liado.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 26 de abril de 1862. .
O escrivao;
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Pi*la delegacia do terceiro dislriclo do ter-
mo do Recife se faz publico que turara apprehen-
didos tres cavllos fuados. Quem se julgarcom
direito a elle*, apr.seote-se na mesma delegacia,
que sero eotregues mediada as provas necessa-
ris.
Prla iaspecgo da alfandega se faz publico
que, em virtude de representarlo da praga do
commercio, foi modificado para 10$000 ris o
prego do algodo laxado na pauta semanal.
Alfandega de Pernambueo, 28de abril de 1862.
O 3o escriturario,
Godofredo Henriques de Miranda.
C0W4M1A
Navegac&o cosleina upr
Macei pelas esenlm.
O vapor aPavsinanga, com*ninu Inri,
sahir para os porto fsj Mi sjsj la 5 ^ a
as 5 horas da tard.
Recebe carga al o dia 3 aaei* su. -
commendas. pass*giro* Uhiro firtW as
dia da sabida as 2 horas: eaKrirlon "a^O
do Mallo o. 1.
IPMa
Rio de Janeiro
pretende seguir com mails. ri1a4 aHck
nacional C Silva Rodrigues, lea doua tawc* > si laisisjs
manto prompto : pars o re*io ^a |h faiu. n-
ta-se com os sen conaigsiatarioa Aatao Luis do
Oliveira Axevedo4C-,na < Crz 1.
Para Lisboa -
THEATRO
DE-
asta Isabel.
COMPAKUIA LYRICA
DE
G. Tll\1UNiVNGEIA.
Sabbado 3 de maio de 1862.
2. Recita da assignatura.
Grande opera em quotro actos, de Verdi,
TIMMTORE
Eitra da prima-dona contralto a Sra. Corbari,
do bartono o Sr. Bartolucci e do baixo profundo
o Sr. Belli,
Em consequencia de estar doente a prima-dona
a Sra. Sulla, e para nao delxar o thestro fecha-
do pelo menos 15 dias, tempo iodispensavel tan-
to para o restabelocimento da dita senhora. co-
mo para ensaiar se qnaiquer opera com outra
prima dona, a Sra. Giulietla Beltramioi Mari-
nangeli, embora nao esteja oe elsneo da actual
compsohia, nem preparada para cantar, presta-
se a execular a forte parte de Eleonora, em quan-
to s Srs. Stelia se nao restabelece para tomar de
novo o seu lugar.
Principiar s 8 lorao em ponto.
Os procos doa bilhele sao os mesmos d pri-
meira recita.
COIPAM BUCARA
M
Navegar;ao costeira a rapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma
cau do \u, Aracoty, Ceara',
Ac rae u' e Granja.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
rai sabir em pomos dias o lirt bares
cLims I por lar prompto parto do rmr^f-
melo : para o resta e pasMjrriro tru-r m
o* consisnatarios Carvalho. N.gira 4 C c
rus do Vlgaro o. 9, prixeiro andar.
capilao na prrgi.
Rio Grande do Sal
Satura' dentro de poucos das o bri-
gue nacional Imperial Pedro, rtcstW
carga a irete e alguna passageiroo: tra-
ta-se com o seu consignatario Ooaain-
gos Ferreira Maia, ra do Apollo .
37, segundo an :ar.
Freta -te para o portos do Bao da
Prata o brigue mciooal Hara Isabel .
de lote de 230 tonelladas e de primeara
classe : trata se om o sen consignatario
Domingos Ferreira Maia, ma do Apol
lo n. 37.
'O
LEIL40
Sabbad> 10 de maio.
PELO AGENTE
Por mandado do Esa. Sr. Dr. jais de sKrvt*
especial do commercio, a reaocvistento 4ot n-
mioislradores ds oassa fallida d Min.>l ,?*
Axeredo Pontes, o referido Erte ir leila a->
dia Cima designado pelas tO baras da SJtsvhaa
oa loj n. 54 da rus da C*4eia Veta aa Brti
DAS
Merca dorias o ateacilio* fxisteaUs acu-
nada loja e constantes doinveattri* por i.^t
em poder do dilo agente, que 4mSm j poit
ser examinado polos preteodeatr*
LEIL46
A 5 do corren le.
O agenta Oliveira far loilo a reqai>ca alsw
ronsignatarios J. li-IUr A C por rJeSB Sj
lllm. Sr. cnsul de Franca raOa eidat o -
seocs desle aanbor ou d4 seis dolgl, %yr
conta e risco de qaem-periencffr JK ov. II3I\3
e n. 1135, 5 caixas canteado 113 poca m caa-
netas de tinho e algoio > sgodto. mml.,
a bordo do navio fraoeax UcetdOai. capaaao
C lindel, ns sos recente viagara pftsdsaat 3,
Havre para ste porto :
Saguada-feira 5
do correte, s 11 horas da msnhaa poato.
em o armuera dos sobrelitoa i. Keller & C, ra*
da Cruz do Recife.
LEILO
DE
Movis, escravos e
predios.
Segunda-feira 12 de maio.
PELO AGENTB
PSSfAIA.
Por mandado do Exm. Sr. Dr. jt Um Jaiiiu
especial do ommercio, rja>riaM
ministradores da masa bWMa dw
Axevedo Pautes, procader aa-h. a M
cima designado o aolaa 1 Isara* m
sobrado n. 40, ds raa da ScataU Rava

Dirersos movis, constaste
plota d jacareada,
modas, carlsira, rasatto, jarro
U., ote.
Parlo do 1 eacravo.
M
Urna caes tonos oa raa la Cjlt.ii da
Vista o. 29.
Urna diu dila os na da Clana a. C
Urna dita ds asa aaaor aa toa
numero IS.
___-
^-


DIARIO DE FIRRAMBUQO. SEXTA FURA t DI MAlO h 162.
.
Uma dita de don andares em ara na ra do
Llvrameoto n 17.
Una dita de tres andares na ra do Qaeimado
o omero i.
lima dita de dous andares oa i na da Scula
Nova n. 40.
Duss tercia partea de sobrado de 2 aodarea e
soto na rea da Gru o. 33.
Um sitio com caaa de vivsndn, asiribaria e
que ros na Psisagem da Magdelt 1j c. 46.
Conlinuaco do leilo
____ DO
Hotel Iran-
Sabbado 3 do crrente.
Por iocommodo do agente nao p le ter lugar
' a conlloaacto do leilau do hotel Francisco j
anonadado pira quarta (eir patuda o que- ter
lugar sabbado 3 do correte, pela 10 horas da
machas, no mesmo hotel, e pede sos concurren-
tes o cao faltaren) para pechiochsrem pois que
tem muitos objectos e aera o ven d icos sem resera.
Na meama occasiao vender tambis um es-
craa negra de 25 a 30 annos e tima molatioha
de 8 annos.
DE
Urna casa terree.
As 11 horas em ponto.
O agente Emebio (ara leilo nn dia 2 de maio
de urna casa Ierres, nova, feita i moderna, con-
teni 46 palmos de frente, 3 mellas e porta
corredor independenle, 2 salas, 1 quarfos e em
cabioete, cosicha fura, cacimba, <|utola! murado,
os preUndeotes queiram ir a ru.i da Ponte Ve-
lha junto ao caes do Ca piba riba 1,1, examinar a
referida caaa, deveodo entender-ic com omes-
mo agente que estar prompto a prestar os es-
clarecimentos precisos na mi da Cadeia do Re-
cite n. 45. noseaetcriptorio.
Grande laboratorio a va-
jpor de lavagem de rou-
padeAguiar Ramos
Companhia.
Os fregaezea devem remetter e'ora em diante a
roupa suja pafa o piimeiro andar por cima da
cocheira do Adoipho na ra Nova, e ahi manda-
rem procurar a lavada, que ser impreterivel-
menle entregue no preso assigoaUdo nos recibos
Mez de Mara a \$.
Vende se na livraria n. ( e 8 da pra-
ca da Independencia o .lino Mez Ma-
riano, conforme o uto dos misionarios
capucbinhos a l#s
LOTERA
Quarta-feira 7 do correte anda-
rao impreterivelmente as rodas da
ultima parte da primeira e primeira da
segunda lotera a beneficio do Gimna-
sio Pernambucano, no ceosistorio da
igreja de Nossa Senbora do Rosario da
freguezia de Santo Antonia pelo exce-
lente plano a ppro vado pcr-i as extrac-
tes das loteras. O prem o de 5:000#
ate' os de 10$ ser ao pagos aesse mesmo
dia da extraccao de urna hora da tarde
por diante, e os outros no dia seguinte
logo que se tenbam distribuido as listas.
Os bilhetes e meiot bilbetes acbam-se a
venda na tbesouraria das loteras, ra
do Crespo *v 15, e as caas commis-
sionadas praca da Independencia loja
do Sr. Santos Vieira n. 22, ra Direita
n. 3 botica do Sr. Chagas, ra da Im-
peratriz loja de ferragens do Sr. Pi
mentel e ra da Cadeia do lecife loja do
Sr. Jos Fortunato dos Santos Porto
sendo nestas ate' a vespera ca extraccao
e no dia somente na respectiva thesou-
rara, ate' a occasiao de andarem as
rodas.
O thesoureiro,
Antonio Jote Rodrigues de Souza.
Vae a praca no dia 3do corrile depois da
audiencia do Dr. juiz mnoicipal da segunda vara
por execuco de Ignacio Barrozo de Helio, con-
tra Q. Vicencia Ferreira de Aibuquerqee Nisci-
mento, urna escravacrioula de n: i: e Isabel, ava-
llada por 900$.
Precisase de urna ama paia urna casa de
duaa pesioas: na ra eslreita do Rosario loja de
calcado.
SOCIEDADE B4NCARU-
Amorim, Fragozo, Santos & G.
Sao convidados pe) presente o Srs. socios a
reunirem-se segunda fxira 5 do torrente, pelas
11 horas da manhaa na sala da amociaceo com-
mercial, de conformidade com a 10a condigo do
coclrato social.
SOCIEDADE BAWHRIA
Amorim, Fragozo, Santos & C.
Sio convidados os Srs. socios a receberem o
4* dividendo relativo ao semestro liado.
Precisa-se de 6009 a juros tli ado-ae por se-
guranza urna scrava ou obras do prata : quem
quizer annaocie,
Aluga-se a segunda casa p,mando a ponte
grande da Passagem, com comandos para gran-
de familia, com agua de beber deutro da mesma
e outras commodidades de muita vantagem
qualquer familia: a tratar na ra la Cruz o. 2i,
botica franceza.
Joaquim Dias Fernandos vae a Europa tra-
tar de sua saude e deiza por seas bastantes pro-
curadores para tratar de aaus 0f {.ocios aos Srs.
Jos Joaquim Dias Feroandes, Jos Joaquim
Teizeira e Jos Joaquim Dias Fur andes Jnior.
frecisa-se de urna ama fora ou captiva,
que seiba cozinhar e engommar, para casa de
mu.it pouca familia : em Fora du Portas, oa ra
do Pilar o. 82.
Os abano declarados, por so igoorar a* su as
residencias, tenhsm a boodade drigirem-ie a
ra do Obug o. 16, loja de calfiiilo, a negocio.
Jos Bernarimo Pereira de Brito.
Honorato Jos de Ohveira Figueindo.
Joaquim Soares Garoe-viv.
Jos Doarte de Oliveira Reg.
Antonio Filadelpho Pareira Dutra.
Jos Dias Uoreira.
Antonio Bernardo Rodriguea Sette
Maooel Norberto da Costa.
Josquim Garneiro Leal. .
Antoeio Oomes Crrela de AlmeiJi.
Miguel Pereira Geraldes.
Dr. Joto Pioheiro de Lemos (me: i o],
Olimpio do Reg Mello.
Maooel Jos de Farla, Port guez, vaiao sul
4o imperio.
Aviso de interesse.
Avist-ie aos senboras negocian tos desta praca
que teem dividas a resaber da eai i 4o da Eseada
para o centro, que na taberna Junio a magma ca-
laceo se acham boa* carillos paje alagar por
odeos precos.
Atteuco.

Aluga-se o lefteiro andar do sobrado da ra da
Cruz o. 9, com ezcellente aolio, que forma um
quarto andar na parte de detraz, e di para a ra
do Trapiche, com grandes commodoa e urna vis-'
ta magnifica para o mar, todo concertado e pin-
tado de novo; asiim como o armazem do dito
sobrado, com grande espeso, muito rejado,
teudo tambero sabida para a mesma rea do Tra-
piche, com um ptimo gabinete para escriptorio,
e muitas outras accoramolacoei para um bello es-
tabelecimento commercial: quem os pretender,
dirija-se a ra da Boda o. 19. primeiro andar,
ou na ru da Imperatiiz, primeiro andar.
i
i
O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova o. 23, sobrado daes
qains que volta psrs a
camboad Carmo.

Irmaudade de Nossa Senhora
Mi das Homeos.
Por parle da mesa regedora convido a lodos os
irmaos asaislirem a missa cantada e serroo
pelo anniversario da nossa padroeira, que ter
lugar no dia 4 de malo prximo as 4 horas da
manhaa, Teoho m>ia a s.ientiflcar-lhes, que
sendo as festividades do mez de maio no altar
da mesmi senhora e sob a direccao desta corpo
ra;o faz-se preciso a presenta dos irmaos du-
rante o mez, sfim de as>istirem a tolos os setos
como do nosso derer.O egerivao,
Joi Antonio Pinto Serodio.
0 homem solteiro, eslrangeiro ou brasileiro
que precisar de urna ama de boa conducta, para
osservicos internos de urna casa, dirija-se a ra
Augusta, cass n. llO, que schari com quem
tratar.
A criada que acompanha para a Europa as
Ulnas do abiizo firmado, chama-se Aona Ferrei-
ra, e nao Aona Julia Vieira, como por ogao se
publico.
Antonio Mara O'Coonell Jersey.
e
o
5!2
la. #
9
d**>
o
33^
O
3Raa estreita d Rosario3
Francisco Pinto Ozono continua a col- f
locar dentes artiGciaea tanto n,or meio de A
molas como pela presso do ar, ne.o re- 9
cebe paga alguma sem que as obras nao 0
fiquem a Tontade de aeus donos, tem pos *j)
outras preparares as maia acreditadas sj>
para conservacao da bocea.
Offerece-ae urna mulher para ama de Itite:
a tratar por detraz da ra Nova, casa n. 36,'de-
fronte da botica do Santos.
Faz-se publico que ninguem fs( negocio
com a casa terrea n. 36, aita na ra da Gloria,
pertencenie a Manoel Jos de Oliveira e outros,
por se a.har a meama embargada por mandado
do Dr. jaiz municipal da 1.* vara por execuco
que se encamioha contra o dito Manoel Jos de
Oliveira.
John Lilly, subdito inglez, relira-se para
Inglaterra.
Qnem tiver conlas com John Lilly, socio
ds casa de Southall, Mellor & C, baja de as
presentar psrs serem pagas no praso de 8 dias.
I iSociedade Recreativa S
JMJf, Ja^Bk
| Gorfbantioa. g
Sfe De ordem da directora, tomada em M
a sesso de 28 do corrente, sio convida- ,
* doi os Srs. socios, que se acham em w
tQ atrazo em aaaa meoaaliJades, a virem ^
as no prazo de 8 das contados da presente gat
? dala, pagar oque esliver a dever a mes- ~*
fP ma sociedade.como clara e ezpressamen- Sp
Ah le determinam os estatutos no srt. 4 8 ? 2, usando a mesma directora das alri- T
V buicoes que lhe confere o art. 6 dos 9
A mesmos estatutos, para aquellos que nao A
o fizerem em tempo. a
Casa da Sociedade Recreativa Cory- 33
9 bantina 29 de abril de 1862. 9
Sb Jerony^o da Costa Lima, Sk
t" secretario.
Traspassa-se
Attenco.
Passasa para harmona soiletae, cavatinas,
ariaa, duelos, teeertos das mais modernas ope-
ras, e dos mais acreditados autoras, como : Ver-
di, Donizetti, Bellinl, Mayesber, Webes, ftUrcs-
lar,te, PatriUa, Pacur, Pedreti.Battista, Rossioi e
outros. Passa-ae accommodando-ae a forea dos
instrumentos da bania para a qnal ae flzer a en-
commeoda, sfim de que a tzecqcao se]a semreo
boa. 0 cathalogo das operas, em cujo numero
eotram aa aoonociadas pela companhia lyrtca ,
e o preco de cada peca que s passar cha re na'
ra doQueimado, loja de Lavn & Irioo, n. 3t
aonde ae tratar.
ifiaani-se pianos.
As pessoas que quizerem afinar pianos, apren-
der a msica e a tocar o mesmo, anda qu seja
czlramuros, dirija rose a esta lypographia, que
achar com quem tratar.
Precisa-se de um criado para um sitio : a
tratar na ra Nova o. 11, loja*
Precisa-se de um caizeiro de 14 a 16 an-
noa de idade, que tenha pralica para taberna, e
qued fiadora aaa conducta : na ra Direita dos
Afogadoa n. 36 se dir quem precisa. Prefere se
portoguez.
.Vicente TiburciokFerreirs Malangunso e Sr
Beltrio Jorge como encarregadoa da liquldacao e
contiouacao do negocio do fallecido Joa Joaquim
Jorge, partteipam que mudam seu escriptorio de
commissoes para a cass sita na ra da Gaia o. 7,
primeiro andar.
Alnga-eeoaitio que foido Sr. Antonio Car-
loa Francisco da Silva, as Salinas, com muito
boa casa e muiliasimas fructeiraa de diversas
qualidades, e aioga-se por mdico pr*;o sob s
condicio do inqailino se obrigar ao bom trata-
ment e conservacao daa fructeiraa : a tratar na
ra da Cadaia do Recite, armazem n. 62.
Jos Augasto de Castro vii para o Rio de
Janeiro.
Gullherme, Gsrvalho & C. mudaram seu es.-
criptorio e ageocia da companhia da Seguros Ma-
rtimos Segaridade do Rio de Janeiro para a ra
da Cruz d. 26.
a loja de miudezasda ra da Cadeia do Recite n.
5. com todas as mercadorias existentes ou sem
ellas quema pretender, dirija-te a mesma ra
n. 16, luja de Fonseca & Silva.
Attenco.
Antonio Cesario Moreira-
Dias, faz sciente ao respeita-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n 32, e est vendeu
do por menos do que em ou*
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a
boa qualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
SOCIEDADE
INIAO BENEFICEME
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Ena Pernambuco.
Scieotifico aos senbores socios effeciivos qoe
em sesso extraordinaria de assembla geral do
dia 27 de abril prximo passado, foi concedido o
praso de 60 dias a todos aquellos que se acham
coaprehendi ios ao 1.* do art. 64 doa estatutos.
Secretaria da sociedade Unio Beneficenle dos
Artistas Selleiros em Pernambuco 1.* de maio de
de 1862.
Taurino Canlidio de-Moraes.
1/ secretario.
Joaquim Meada* Freir Vanos, retirndo-
se para Europa no vaper fraacez, e nao podeodc
por aeu estado de saude despedir-se de aeus
amigos, pede descnlpa por esta falta involun-
taria
Adoipho Sthileiilio subdito allemao vae a
Europa.
Precisa-se da um menino de 12 a 14 aonos
para eaiieiro: na taberna di ra 4o Amorta
numero 17.
ferda.
Na quinta-feira anta por occasiao de
se correr as igrejas perdeu-se urna pul-
ceira de o uro de lei bastante larga e to-
da sem enfeite algum nem esmalte,
desde greja do Espirito Santo a do
Paraizo : a pessba que a achou e a qui-
zer restituir annuncie por este Diario
ou dirija-se a ra de lloi tas sobrado
de um andar n. 28, que seta' genero-
samente gratificado.
Aviso.
Ferreira & Irtno declara ao reapeilavel publi-
co, que tem justo a compra da armario da loja
da entrada da ra do Queimsdo para a ra do
Rosario n. 2, so Sr. Gwilherioe Antonio de Si-
queira ; e quem se julgar com direito a mesma,
qieira apreseotar-se no praso de 3 dias, a contar
de hoje. Recite 30 de abril de 1862.
O bacharel Joio da Costa Hibeiro Macha-do,
promotor publico da comarca de Pao d'Alho, par-
ticipa ao reapeilavel publico desta cidade, qne
se encarrega do patrocinio das causas civeis e
commerciaes que se ventilaren) no foro da m*s-
ma comarca, e bem as-.im de cobrancas judictaes,
mediante ajuste eito com o annunciante, ou com
os seus collegas os Drs. Eduardo de Barros e Ci-
cero Peregrino, na ra do Queimado n. 26, pri-
meiro andar.
Contraria de Santa lila
de Cassia.
Em face do art. 47 do aeu respectivo compro-
misso sao convidados pelo presente os nossos
charissimos irmoa a comparecerem no dia do-
miago 4 do corrente, s 8 borss da manhaa, no
consistorio de sea igreja, afim de darem cumpri-
mentO ao que determina o preJilo artig
Angelo Custodio Rodrigue* Franca.
Eacrivao.
Gabinete porlugnezde
Leitura.
Por ordem do Ulm. Sr. presidente do eonselho
deliberativo sao eonvidadoa os senhorea consa-
Iheiroa a reunirem-se em sesso extraordinaria.
segunda-feira 5 de maio prximo vindouro, s 6
horas da tarde, na ssla das sessoes do mesmo
Gabinete.
Secretaria do Gabioete Portoguez de Leilura em
Pernambuco 30 de abril de 1862.
Manoel Soares Pinheiro.
1.* secretario.
Aluga-se por prego commodo o segundo an-
dar do sobrado da Iravessa da Madre de Dos n.
7, com commodos sufilcienles : ca mesma rus,
armazem n. 17.
Gasa para alugar.
Alugs-se ama boa casa na Capuoga Nova, ra
da Amitade. com 2 calas, 4 quarloa, coiinha fora,
quarto ao lado pira eacravo, grande quintal mu-
rado com muilaa larangeiraa e outros arvoredes
de frusto, boa cacimba de agua de beber com
bomba e tan-jue pajj banbo: a tratar na ra daa
Trlncheiraa o. 1.
Ordem terceira de S. Fraucis
co do Recife.
Precisa-se para o hospital Todos os Sanios da
mesma ordem, Je um homem que sirva para
ajudar ao eofermeiro durante a epidemia, deven-
do ajustsr no dilo hospital.
Oabaixo aasigoado participa ao reapeilavel
publico e com especialidade ao corpo do com-
mercio, que deixou de ser caixeiro doa Srs. Fra-
goso & Valle, em liquidado, deada o dia 30 de
abril prozimo paasado. O sbsizo sssigoado ap-
proveitando esta occasiao, agradece a estes se-
ohores as maneiras urbanas e delicadas com que
sempre o Irataram. Recite 1.* de maio de 1862.
Joaquim da Fonseca e Silva.
Manoel Rebello de Souza, Portuguez, reli-
ra-ae para fora da provincia.
Troca-se por praocboea de amarello um
aantaario e maia algumas imsgeos chtgadaa do
Porlo ltimamente : na ra do Vigario o. 9, pri-
meiro andar.
Precisa-se de urna escrava com cria ou sem
ella, que seja moca, aem achaque, oa outra qual-
quer, aem vicios ou defeitoa, a que aaiba engom-
mar : procure oa ra da Peona n. 25, segundo
andar, para tratar do ajuste quem a tiver.
Precisa-se de um cozioheiro que eotenda
de sua proQsso : no hotel Francisco, raa do Tra-
piche n. 5.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra da Cadeia do Recife a. 27. proprio para es-
criptorio : a tratar na loja do mesmo.
Iiuwland Fiher e Harold Smith, subditos
britannicos, retirm-se para Ioglalerra.
Aviso.
Guilherme Antonio de Siqneira estriaba muito
so Sr. Ferreira & Irmao spreaentsrem-se anoun-
ciando por este Diario a compra de aua ermagao
sita na raa eslreita do Rosario n. 2, sem que fi-
zessem negocio algum com o mesmo, vista do
que declara que tal aneando por em quinto nao
tem vigor algum.
g MtCMMMM vMMvJK KMfilM.
S Saques sobre Portugal.
SO abaixo sssigoado agente o Banco
Mercantil Portuenae nesta cidade, saca
efectivamente por todos os paquetes so-
br i o mesmo Banco para o Potto e Lis-
8 boa, por qualquer somma avista e a prs- 1
zo, podeudo logo os saques s prazo serem 8
descontados no mesmo Banco, ns razo B
de 4 por ceoto so auno ios portadores 9
que assim lheconvier : naa ras do Crea- I
-po n. 8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
* F^rajl ssasM WBij sHPV VOT VtW sfBJW WV WWW WWTW aW*
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recite.
. Pede-se ao Sr.frr. Filippe Carneiro de Olin-
da Campello o favor de qaando vier ao Recife ap-
parecer em caaa de A. & C que se lhe deseja
0 Dr. Carolino Fran-
cisco de Lima Santos,
madou-se da ra daa
Cruzea para a do Im-
perador, sobrado d.
17, em frente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de conlinaa no exerci-
cio de sua profiseSo de
medico.
s
AUentfo
Precisa-se alugar um quarto para um rapaz sol-
teiro : quem tiver e quizer singar, annuncie por
eate jornal para ser procurado.
O abaixo aiaignado faz sciente ao publico, e
particularmente aoa consenhores do engenho Js-
cii da freguezia de Serinbiero, que nesta data
tem dissolvido, de combinado com o Illm. Sr.
brigadeiro Gaspar de Meoezea Vasconcellos Drum-
mond e seus filhos, o arrendamento do mesmo
eogenho Jacir, que em data de i de jullu do
aono passado lhe havla teilo. Recife 26 de abril
de 1862.Francisco Caldas Lio.
SOCIEDADE
Est marcado o dia 4 de maio prximo futuro
para reunio geral da mesma sociedade, para o
que sao convidados lodos os irmaos.
Secretaria da sociedade Amor ao Prximo em
28 de abril de 1862.
Theodoro Orales do Patrocinio.
Primeiro secretario.
No dia 8 do correte mez, finda a audiencia
do juiz de paz do 1. diilriclo. da freguezia do Re-
cife tem de aerem arrematados a armajo e mais
gneros da taberna da ra da Cruz do Recife n.
59 por execuco de Fortunato Cerdoso da Gou-
veia contra Antonio Martios da Silva Campos,
por ser ultima praca.
Aluga ae para casa de pequea familia urna
mulalloha boa eozinheira e engommadeira : a
tratar na ra da Aurora o. 70, segundo andar.
Aluga-se um criado bom corteiro e com
principio de boleeiro : a tratar na ra da Aurora
o. 70, segundo andar.
0 Sr. Cbrlstovio deHollandaCavalcanli, do
engpoho Goiti da freguezia de Tracuobaem, dig-
ne-se de comparecer na ra da Cruz n. 11, a ne-
gocio de seu interesse.
Preclsa-ae de orna ama para aervico ioter-
o; le urna caaa : quem esliver nestas circums-
tancias, dirija-se a ra Augaata n. 92.
Aluga-se psrs criada de casa de familia urna
parda moc a hooeala: a tratar oa ra do Quei-
mado, loja n. 33, das 11 horas a 1 da tarda.
Aluga-ie ama erioala de 14 annos de idade
para o servico interno de cssa de pouca familia :
oa raa da Senzala Velha, taberna o. 104.
Ama de leile.
Quem precisar de urna boa ama de leite, sendo
muito limps, tanto no corpo como no leite, pode
procursr na ra do Rosario da Boa-vista n 23.
Arrenda-se um eogenho perto da estacio
da Gameleira, distante urna legos, muito bom de
agua, e terreno todo de v/arzea para safrejar 2,000
pes soouses : a tratar na raa das Cruzas o. 41.
Precisi-se da urna ama para comprar eco
sinhar e dormir fora, por oass da ripizei lollei-
roi;naraadajrazeip, 36.
Preciaa-sede urna ama : no pateo do Terco
numero 26.
&M39SW2ld3-M{i42&dittS)K
Escriptoriod'a'dvecacia
NA RA
Do Imperador d. 37, 1.*
andar, esquerda.
Niste esiabelecimento trabalha o advo-
gado Joaquim Borgea Carneiro (formado
em scienctas sociaes e jurdicas pela fa-
culdade de Direito do Recife) das 9 as 3
horas do dis.
Advogs em todos os juizos e tribuoaea
desta praca, e d consultas para fra com
a conveniente prstese:
Recebe gratuitamente, e trata com o
oecessario interesse, as cautas doa desva-
lides ; uo podendo, rorm, cada um
delles trazer mais de ama por vez.
Abi lambem se solicitam licencas, t-
tulos, paleles da guarda nacional e mais
papis administrativos dos empregados
pblicos a officiaes do interior ds provin-
cia, que para isso se devem dirigir por
caria.
Eocarrega-se de negocios para qual-
quer ponto da provincia, principalmente
para as comsrcis do Cabo, Rio-Formoio,
Bonito e Goiaona.
Em sua anzencia ou impedimentos se-
r substituido, dos trabslhos do crime,
pelo Sr. bacharel Alcibiades Dracon de
Albuquerque Lima, e, nos do civel e ou-
tros, pelo Sr. Dr. Joaquim Jos de Cam-
pos.
i
8
i
INTERMTO
DE
m
' Estabelecido no lugar da C a punga, um dos arrabaldesj
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
llfcffiSfia ftllllA fifi! (HBItf.
O director do intrnalo de S. Bernardo oio teodo evitado esforcas oca sseril-
ctos para proporcionar aos seus alumnos ama perfeita educacao phiaica, asaral olel-
lectual e religiosa, offerecendo-lhes uma habitaco com todsa aa coadicoaa de sala-
bridade, habis professores que sao solcitos em prepara-loa conveoieateaaeate aa la
a que se destioam, medico pratico que Ihes fsca*comprebeoder oa preeeitoa ds braiotM
e lbea cure aadoeca*, e finalmente um sacerdote Ilustrado e booeato qae Ibes expli-
que os principios da religiao chrislia, espera qaa asaim constituido nao deixarl o seu
eatabelecimeoto de merecer dos Srs. paea de familias o auxilio e conOaaca coa ene) af
alguoa o tem honrado; e lbea rog, bem como a todaa as pessoas ioteresssdst, m m
diguem de viiitar o mesmo seu estabejecimeoto, onde sempre encontrarlo franco ia-
(TONOa
O colleglo tem a iua s le naa elegantes a espaciase propriedidis da Sr.' Tiara
Lasierre e dos Srs. Roberto & Fiho, Capuoga Velha.
Com o fim de tornar maia breves e commodas ascommuniesedes doa Srs. paea a
correspondentes, o director Ihes avisa que as encommendas e todas aa rnrrripaadaa
cas podero ser entregues ns caa de residencia.co sea irao o Dr. Pereira do Carao
ou na loja do Sr. Joaquim Ferreira da Costa, ra Nova n. 56.
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bom Conselho.
,t& iV j e1lJDfllecitDlo. raa da Aurora n. 50, recebem-ie pensionistas a meio-pencionisUs
ie a idade de 16 aonos, a estudanles externoa do toda a idade.
que in uMm^** Bllmiuio "'"P1 segundo a classe do recipiendo a a nataraza do citada a
O entino, qae all se recebe, o seguinte :
Frimeiras lettras, compreheodendo leirura, calligraphia, palo syateaa da Adler, arithaalica
Ia *operacoes), don trina christa e elementos de civilidad e, gramma tica portugueza a bocn Is
geograptua ; linguaa latina, franceza eiogleza. geographia e historia, ihetorica a potica, sallaee
pma racional e moral, arithmetica (at logaritbmos) e geometra.
Estao creados, alm disio, doue cursos, um de agticultura e outro de commircio. qaa sarao
abortos logo que baja alumno.
h aditicio em que fuocciooa oImperial Institutotem aa acommodacoea necesarias para
receDer grande numero de peocionistas, e pelo seu estado de aceio e pela sitaacao preaocbe a ta-
nas aa condicQoes de hygieoe e de commodidade para os alumnos externse aeio-peoetoadaiaa.
a i dlrecior do eitabelecimento, que ha cerca deoito aonos se tea volado ao ansio*, da at-
cdsue com toda a dedicado de q Honrosa distinccio do uzo.daa armas imperises, e do Ululo de Imperial para o sea dilo
oeiectmeoto. que j enlrou no quarto aono de existencia, compreheode que dave envidar
eus exfor;os psrs manter ao Ioatituto o crdito que tem adquirido.
BOTICA FRANCEZA E GASA DE DROGAS.
38Raa do Imperador38
P. Maurer & C, tendo aberto seu estabelecimento de pbarmacia na ra
do Imperador n. 58, com um completo sortimento de drogas, medicamentos e
especialidades pbarmaceuticas. Os Srs. doutores em medicina e o publico em
geral encontrarao neste novo estabelecimento todo o cuidado e attencSo neces-
saria no aviamento de qualquer receita que a seu estabelecimento manda:
empregando para isso medicamentos novos e especialidades verdadeiras.
Quem precisar de uma mulher para ama,
isto para servicus internos, dirija-ae a ra Au-
guiti o. 110, que achara com quem tratar.
Aluga-se, veode-se ou permula-se um bom
sobrado sito na freguezia do Poco da Panella, em
cbos proprios, combos commodos para familia,
cocheira, estribara, caaa para criados, cacimba e
jardim, por caaas ns praca ou litio perto : a tra-
tar na ra da Imperatriz n. 19. .
Antonio C. P. de Burgos Ponca de
e' Len, legalmente lulorsado para soli- T
citar causea ante oa auditorios desta ck- w
dj* dade, offerece o seu limitado e acanhi- ffa
do preitimo a todoi que quizerem lhe
confiar aa aaas questoea jud.lciaes. E J
9 reside na ra de Santo Amaro casa p. 9
aft 26 freguezia de Sanio Antonio, aonde po-
de ser procurado dis 7 as 9 horas ds '
msnha e daa 3 as 5 ds tarde. H
# 99 wmwmm
Alugs-se uma caaa terrea oa ra da Pal-
ma, com 2 boas salas, 3 quaitos, quintal, ca-
riaba ecosinha fora : os pratendentes dirijam-se
so Sr. Leopoldo Ferreira irlins Ribeiro ni
rus ds Imperatriz n. 40.
Precisa-se di 2:6008 s Juros sobre hypolhe-
ca de casas terreas : quem quizer dar pode en-
tender-so com Frederico Chaves, que est suto-
rissdo para tratar a indicar as casas : na ra da
Imperatriz o. 19.

Medico.
O Dr. trancante madou-se ds rus do
Imperador para a do Queimado n. 28, a,
segundo andar, onde pode ser proenra- ;
n do para o exercicio de aua profisso. W
Ensiuo particular.
O professor de msthemsthicas no Gymnaaio
Provincial, eoaina particularmente arithmetica,
algebra, a geometra ; os senhorea que quizerem
aprender qualquer destss acienciss, oa todas, di-
rija m-se i casa de sea realdeneia, na ra Direita
o. 74, psra so matriealarem. As liees eomeca-
cio oo dia 1.* de maio, se poover numero suffl-
rfato 4t iImopoi.
RA DO aUEIMAB M;A6
GEMDI20ITIME1TO
NDftSEhfoPKSf
Sortimento completo de aobrecaaacoa de panno a 25, 289, 30* e 35. caaacoa aslto I
faitea a 25g, 28g, 30$ e 35JJ, paletota acaaacados de panno pretode Id at x&, ditos do coa
de cor a 15, 18$ e 20f. patelota aaccoa de panno e caaemira da 8f at 14, ditos saceos do i
merino a la de 4 al6, sobre de alpaca a merino da 7 at 10, calcas pretaa da caseaira i
8 st 14f. ditos da corda
manto da roupas de brins
setim, casemira e velludo i
maole 44985/, caigas brancamutio fins i5$,e um grande sortimento de fazendasflnas e m
dernaa, completo sortimento de casemiras inglezaa para homem, menino o senhora, seroalas i
linho e atgodao, chapeos de sol de sede, luvas da seda de Joavin para hornea o senhora. To-
mos uma grande fabrica de alfaiate onde recebemos sncommeodas de graodea obras, aoo pora
isso eit sendo administrada por am babil meatre de aamelhanta arte a aa pseos! do a ata ata
(incenla obrairos escolbidos, prtenlo executamos qualquer obra coa proaptidio e aaia
do que em ostra qualquer caaa. _______________
la 7 st lOg, roupas para meoino de iodos os tamanhoo, grande sortt-
s como sejam caigas, paletots e colletes, sortimento da col lelas pretaa do
o de 41 9|, dito* psracaiameulo a 5 a 6, paletota brancoa ate bra-
O Sr. einpregado publi
co que recebeu differentes
quaotias para pagameutos de
objectos de sua reparticao e
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existem em seu poder como
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se prova a existencia
deste negocio.
$1 Deseja-ie fallar a negocio com o ur. aj
Amenco Femando Trigo de Loareiro, na #
ra do Crespo o. 17. 9
Gasaem Olinda.
Aloga-se a casa de um andar no prioeipio ds
ra de S. Beato em Olinda: a tratar do Recife,
ras do Trapicha b. 14,1* sodar.
O Sr. Jorge Ferieira Fernandes
Siqneira, de Caruaru', queira mandar
com a possivel brevidade solver daos
lettras de seu aceite, sacadas por Joio
Paulo de Sjuza, sendo ama da quaatsa
de 2:000$ e outra de 5:53|620 rt-, m
quaes tendo sido endossadas pelo al
assignado a pedido do dito sacad
ram nos vencimentos pagas pelo
abaixo assignado a' caixa filial, |
dos outros responsaveis.
Joaquim L. Monteiro da Frai
Arreoda-ae oa vende-so s
Cachang, se o local o tersa
lambem di-so sociedade a aaa
tanda do trafico, eotraado coa i
o d fiador a aaa conducta ; faz-se
gocio, mesmo s praao, pdt aeu pao art ataste
aa doeote, a tem da (asar aaa tafeas I
a tratar na Tono, coa o Sr. Fraedera
notes, que para tato acha-so aaliitesdi.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Saatea A C. i
nquei psrs prsta da Lisboa.
-.



DIARIO DI PklAAMBUOO. SEXTA lllfii 2 DE MA10 DE 1861.
Arrendase o en gen i o Arimbi si-
to na treguezia de Ipoiii::a 10 leguas
distante do Recife, e urna da parte do
embarque cotn urna nu;:hina muito
maneira movida por animes, boa casa
de vivenda, encaixament) casa de pur-
gar, casa deengenho, dita de calderas,
duas boas senzalas, tudo em muito bom
estado, tem bastante trra para safre-
jar 1,500 paes annualmc ate, todos os
partidos $o muito peito do epgenho,
tem bom cercado, o que pide ser apie-
ciado por quem quizer t r. Vndese a
safra que se esta'-criando n tambem al-
guns bois eanimaesde roiii : quem qui-
zer ver dirija.se ao dito migenho onde
podera' fazer negocio com a proprieta-
ria.
' Arrendase o engenta Limntirioho, tilo n*
freguezi da Escada, beirada i o rio Ipojaca,
raoeote e correte com aoimaei: quem o pre-
tender, dirija-ae a travesea do Queimado n. 1,
ou ao referido eogenbo.
Os senhores devedores t loja decal-
cado do Sr. Joaquim Perci'ra Arantes,
sao convidados a mandar satisfazer as
importancias de suas contis at o dia
10 de maio, o procurado,: bastante do
mesmo Sr. Arantes, que Gaetano Pe-
reira de Brito, ra do R.ngel n. 52,
sendo que depois dessedia,, elle procu-
rador as chamar a juizo propondo as
respectivas acedes a que leseja evitar.
Silfioo Guilherme de Binen compra eacra-
vos de amboa os sexoi : na rus. do Imperador n.
79, primeiro andar.
Preciste fallar ao Sr. Jo |uim dot Saotoa
Braga, natural do Cear, a ngoc o de aeu inte-
resse : na cidade de Olioda, no convento de S.
Francisco.
Um mogo que sabe latim, francs, iDglez,
rbetorica, arilhmelica eportuguei, por nao poder
continuar com seus estados por he fallarem oa
maios, se offerece para entinar '[ualquer destes
preparatorioa ou todos, em algim eogoobo ou
villa, mediante urna paga. Tem tambem habili-
ticoes para escripturaco e a inc sjeita-te por
pouca paga por tergosto : a tratar na ra larga
do Rotarlo n. 44, terceiro andar.
Precisa-se de um calxeiro :om pratica de ta-
berna para tomar contado ama urbalanco, dan-
do fiador a aua conducta, nao na olha a dar bom
rdenado ; t tratar na roa da ata Cruz n. 9.
Precisa-se de uma ama torra oa eserava :
na ruado Cabagi n. 18, sobraco, eutrada pelo
pateo da matriz.
Aluga-se o sitio n.l da Crui.de Almas, em
o qual reside actualmente o Si*. Samuel Power
Johostoo : tratar na ra da Auora o. 36.
.Precisa-se alugar um escr.vo proprio para
todo oservco ; a pessoa que o tver, dirija-se a
ruados Guararapes n. 38.
Na ra do Destino n. 14 tuto uma caria pa-
ra o estu iai.te Jos P. Rodrigues Seixas.
Aluga-se a casa terrea, a tioderna. da ra
da Au.izade, na Capunga, com !i alas, 2 quartoa,
cozinha fra, quintal grande e ti.irado, com ar-
voredot de fructo, cacimba t icn boa agua pa-
ra beber por 16*000 : a tratar ta raa da Sania
Cruz n. 1.
Precisase alugar u:na preta es-
erava perita engommadeira para uma
casa estrangeira de pouc familia : a
tratar na ra da Cadei n. 57.
Precisa-se alugar uma prela para o trrico
de uma csa de pequea familia : na ra do A-
morim n. 33. segundo andar, das 9 s 3 horas do
dia, ou oa Capunga, ra das Criolitas n. 45.
Collegio de Bi mflea
Situado iia ra da Aurora edi
fici contiguo ao collegio
das orphas.
Esto eslabelecimeoto de ieslruccao e educaco
nao tem iolerrompido as suas finccoes, apezar
do fatal desgasto, porgue acaba i e paisar o seu
director com a perds de aua v ir 11 osa e bem ama-
da esposa.
O collegio continua em cooformidade de seus
estatutos, a recaber alumnos pendonistas, semi-
pencionistas e externos.
Cootiouam como antes aa seguintes cadiras :
1.a De entino primario, que consta de leitura,
escripia, arilhmetica pratica, c j.trina chritta,
historia sagrada, grammalica nacional, historia
do paiz e saa topographia.
2.a De grammalica philosopb cu e analyte dot
el micos.
3.a De luim e latioidade. *
De fraoetz.
De ioglez.
De philosophis racional t moral.
De rbetorica e potica.
De geographia e historia.
De arilbmetica, algebra, geometra e tigo-
nometria.
10.a Deinslreccio aos tres re i os da natureza.
11.a Da olgebra superior egectietria analylica.
Nenhuma destas disciplinas e:tige outro paga-
mento alheio a pensao dos alun i os
Ms o desenho, a msica e a (ansa, anda por
ora tem uma daapeza aeparada.
O director do collegio de Be i Qca pede a to-
das as pessois que se ioteressaia na educaco da
juventud?, que visitem o seu mtabelecimento a
qualquer hora do dia ou da noi.j e receber com
ocilidade todis as advertencia!, que os visitan-
tes ioteodam justa?.
No dia 12 do correte me:: anni desappa-
receu do poder do abaixo astillado o pardo de
nome Francisco, de 17 aonos do dsde, que tem
baoita gura, lodos os denles, cabellos carepi-
Dho9 e ruivos, levando chapeo da feltr/> e palelot
tambem pardo, tendo sido etse p irlo escravo do
Sr. Dr. Antonio Borges da Fonsa<:t, de presu-
mir que aode por algum dos lugares por ondeo
mesmo aeohor lem viajado, coiimi sejam, Igua-
rass, Golanna, Parahiba, CanpliS Grande, Ala-
go Nova, Alagoa Grande, eOuilcury, talvez sob
pretaxio deesiar ainla em servip delle, sendo
que segundo ltimamente (ora < isto em Iguaraa-
s : quem apprebeoder o dito escravo, baja de
condazi-lo 4 seu legitimo dono lgoaclo Luiz de
Brito Taborda, na ra do Hospicio o. 6, que ge-
nerosamente recompensar por ule trabalho.
Ignacio Luiz de Hito Taborda.
Preeisa-ae alugar uma prela eserava que
entenda de eogommare lavar, :im algum prin-
cipio de costura, para uma casi de pequeoa fa-
milia: quem pretender, dirija-a a > casa em fren-
te ao palacio do bispo oa Soled u e.
Aluga-e o armazem e piroelro tildar do
sobrado da raa da Guia n. 62 : n ralar na raa da
Horlas n. 14.
Aluga-se o terceiro aodar iota o di caaa da
ra do Qaeimado o. 2, esqui'aa do becco do Pei-
xe Frito : quem o pretender, d rija-ge a taberna
no mesmo becco, ou na rus da Flcrenlina n. 18.
D. Melfada Augusta Pareir de Parias, pro-
Cessora de instruccio primaria i c m potan le menta
licenciada pelo Ulna. Sr. Dr. I rector geral de
instruccio publica, avisa aos pas de familia, que
se acha-morando na ra Velhi cu 27, segundo
andar, tonda ansioa a 1er, escreu r, contar, coter
cha, facer labyrietho, marcar u tolas at faces,
bordar do lia, da suato, cacundft, Je seda, roco,
misiang. ouro, tapeasaria e brt i :o, e ett sm-
pre solicita, no cumprimento de i ieverea de sea
maternal ministerio, prometie.: c eosinar com
disvelo, todas as disciplinas, preulss e moralida-
des, exigida o bello sexo.
O bacharel Joio da Costa cMbeiro Mschado,
retiraodo-se pira a comarca de i i 'Alho, on-
de tem de exercer as fuccoes de |iromotor publi-
co, declara tos sena coosiitaiotei :ue tem substa-
belecido oa eos poderes do adtogado as pot-
soaa doa Drs. Cicero Peregrirn e Eduardo* de
Barros, com os quses se devoran entender d'ago-
ra om diinto.
Precisa-te U um feilor pt n um sitio parlo
deita cidade: traUr to pu fl,i (armo n, J5.
Aviso.
Manoel llarquea de Gonreia, aatorlsado com
procuracao bastante de seo pai o coronel Joio
Jos de Gouveia, para reger e administrar os ne-
gocios de su a caaa commercial, pede aoa deve-
dorea da mesma caaa que veobam quanto antea
saldar seus dbitos, pols te assim nao fizareis no
preso de 30 diaa, tero entregues todas as dividas
sem excepeo slgama a um procurador para usar
dos meios judiciaes. Recife !4 de abril de 1862.
Toma-te 4.0001 a juros sobre hypotheca de
um sobrado de multo msior vror^ e que rende
l:0O0y aonual, podendo te ptgtr os Juros men-
stlmeote, ou em qutlquer preso estipulado : a
tratar na ra do Hospicio n. 13, oa na ra ds
Imperatriz n. 80.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITUIIA-
Bor ordem da directora convido todos os se-
nhores socios arcioniataa que se acham em atraso
de mensalidades, a porem-se quinto antes em
dia com a caixi do eataberecimento; e previno
quellea que devem mjs de um trimestre que,
em conformidsde com o disposto no art. 22 dos
eststulos, lhes ficam desde boje suspensas si re-
galits de que trata o 6 do art. 12 (usar dos li-
vro, peridicos, mappas, etr., do Gabinete, na
forma do regulamento interno e disposiqoe da
directora) ; e quelles, cujo dobito de meostli-
dades tem j absorvido a importancia da respec-
tiva accio, que, sa t o dis 5 de maio vindouro
-impreterivelmentenao honverem pago o que
devem, perdero a qualidade de accionistas, em
virtude do disposto no citado art. 22 dos esta-
tutos atilda vigentes, cujo theor o segniote:
c Art. 22. O socio accionista qae durante os
primeiros 60 das do trimestre nao tiver felto o
pagamento de que trata o 2 do artigo 13 (sa-
tisfazer promptamente caixa do Gabinete a
qaantia de 39 por trimettre adiantado, e ai mul-
las que legalmenle lhes forem impostas), ser
avisado pela directora e esperado at ao com-
plemento do trimestre, Qndo o qual, aeoo satis-
fizer, perder as regalias do g 6.a art. 12 em-
quanto o nao fizer, e nio o fazendo ir-se-haoac-
camulando as mensalidades que dever, at que
a importancia destas abiorva a da ac;o ou ac-
coee que possuir, perdendo elle neste caso a qua-
lidade da acciooislas ; e tt accoes assim amorti-
sadas serio novamente vendidas, passaodo-se ou-
trss com a neceaaaria resalva.
Secretaria de Gabinete Portugus de Leitura
em Pernambuco aos 19 de abril de 1862.
Joaquim Gerardo de Bastos.
1.a secretario.
Aluga-ae a grande casa e excallente aitio,
que fot da fallecida D. Iaabel, no Poco da Panel-
la, com cocheira, estribara para estallos e vac-
cas, cozinha fora e mullos quartos para feitores e
escravo, em summa eata grande caaa tem com-
modo,o maia coofortsveis para ama familia por
maior que ella soja : a tratar na ra da Cadeia
do Becife, armazem o. 62.
Casas para alugar.
Segando andar da casa n. 12 da ra do Encan-
tamento, toja n. 33 da ra do Vigario, com ar-
msc&o para taberna : a tratar na rna da Cadeia
do Recife n. 33.
Calado
Na travessa da ra das Gruzes n
2, pjimeiro andar, tinge se para todas
as cores com presteza e cora modo proco.
Attenco.
*
No domingo 20 do correte, furtaram de casa
de Manoel Teixeira Basto, na Passagem da Msg-
dllena, um relogio de ouro do syslema moderno
de dar corda por cima tem auxilio de chave, foi
fartado juntamente com uma cadeia de ouro,
contendo uma chave j quebrada. O prejudica-
do n3o se recorte do nome do autor, e o nnmero
do relogio e'7851, e por ittoapenaa coro sig-
nses, pode indicar ser de bella apparencia, des-
cocerlo, e com um vidro bem saliente em gros-
sura. A quem quer 'que o descobrir se agratlfi-
cat generosamente.
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Gaimaraea avisa ao res-
eiUvel publico, principalmente a todoa os seas
reguez.es e amigo, que e madou da toja da
aguia de ouro da ra da Gabug para a ra do
Crespo n. 7, psra a bem coohecida amiga loja
de miudezss que foi do fallecido Joio Ceg, hoje
seta coohecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeitavcl publico e aos seus fregueses e amigos,
que o queiram procufar no dito estabelecimeoto,
onde acharu um grande sortimento de miudezas,
que alTuDca servir bem e vender por menos dez
ou vinte por ceoto, do que em outra qualquer
parte.
4.a
5.a
6.a
7.a
8.a
9.a
Joo Jos Pereira com loja e fabrica
do na ra larga do Rosario n. 12 junto a botica
do Sr. Pialo, participa ao publico qae tem ex-
polio em a dita loja diversas qaalidades de cal-
cados feitoa na mesma, oa quaea sao tem diffe-
renga alguma iguaea aoa franceses, maa como o
propietario nio pode ser juiz em cautt propria
por iato pede tot seus numerlos fregaezet e ao
publico em geral, que anda mesmo que nio
qaeira comprar, comtudo venhtm sampre ver as
amostrss e admirar o trabalho doa artistaa per-
nambucanos que trabalham* em sus fabrica, pots
se assim o flzeram, indubitaveimente apreciarlo
o esmerado trabalho dos mesmos; e te alem dit-
o atienderem a eitacio actual jimaii deixario
de comprar porque alem de a obra aer de muito
maia duracio]ecresce msis a circumstancia de
custsr um diminuto preco em relacao aos frsn-
cezes.
Novo sortimento de la-
zendas baratissimas,
NA
Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
DE
GAM\ & SUAA.
Vendem-te ts segointes fazendas por precos
baratlssfmot afim de apurar dioheiro : capia
saissas a imitacio de sedas de quadrinhos sen-
do de todas aa cores e cores muito Oas a 200
rs. o covado, brilhaotinaa de qnalrinhos muito
encorpsdas para vestidos de senhora e roupaa
para meninos aendo muito mais larga que chita
a 200 rt. 0 covado, gorgario de linho fazendt
muito nova pin vestidos a 280 rs. o covado,
masselina branca com 4 t|2 palmos de largura a
200 rs. o covado, grande e variado aortimenlo
de cassas para vestidos seodo os padrdes moder-
nissimos e ss cores flxss a 280. 30O e 320 ra. o
covado, chitas francesas de cores fixas escuras e
alegres a 240, 260, 280. 300 e 320 rs. o covado,
chitas ioglezas a 140,160 a 200 rs. o covsdo,
cortes de cassa tendo 7 1(2 vara esda um a
25400 rs., corles de orgsndys rom barras tendo
12 vara cada corte a 58, cortea de bareges com
22 covsdos a 5$, ditos com as saiss fetas a 58,
liaziohas de cores a 280 rs. o covado, de todas
estaa fazendas dio-se ss smostras deix*ndo o
penhor na loja e armazem do Pavo, d Gama &
Silva, na ra da Imperatriz n. 60.
M&dapolodo Pavo.
Vendem-ie fioiaaimas pecas do madapolao com
24 jardea a 49500. 49800, 50, 58500 e 6d, ditas
Irancezas eofettadaa com 14 arda a 3*<: na ra
da Imperatriz n. 60, loja do Pavo de Gama &
Silva.
Las a 320 rs.
Vendem-ae modernitsimaa liazinhaa com pil-
ma a 320 n. o-cortdo : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavio.
O Pavo vende a A$.
PeQai de cambraiaa de coriohoa brancoa e de
todas as cores tendo 8 1)2 varas a 49 : na raa da
rmperatriz n. 60, loja do Pavio.
O Pavo vende-
cortes de cambraia n.uilo fina com dons babados
e duaa aaiaa aendo delicadamente bordados a
49, ditos sendo todos adamascados a 49, cortes
de phantasia lazend fioissima a 6$, ditos a 4$500
e 59 : na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavio de Gima Si Silva.
Panno preto.
Veode-ae panno preto multo eocorpado a
I$600,19800 e 29, e dito cor de caf : na raa di
Imperatriz o. 60, loja do Pavio.
Chales do Pavo.
Veodem-se chalet de merio estampados mui-
to grandes a 39, ditos de cassa adamascada a 800
rs.: na rus da Imperatriz n. 60, loja e armazem
do Pavio de Gama & Silva.
Paletots e calcas
Veodem-se palelot* de panoo preto uno a 69,
calcas de caaemira preta a 495Q0, paleta de faney
de cores a 69, caiga de dito a 39500 : na rus da
Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
As seroulas do Pavo.
Vendem-se seroulas de linho francezas a 29 o
par ou a 249 t duzia: na ra da Imperatriz o.
60, loja da Gama & Silva.
CHALES.
Rival
sem igual.
Miudezas e rap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Lia de corea sorlidss, libra a 69400.
Sintos dourados a 19600.
Diloa ditos com pootss a 3(500.
Agalhas francazaa curtss e compridss a 60 rs.
Ditas caotofas 120.
Penlaa da m*aa para atar cabello a 500 rs.
Ditos da dits idem (dourados) 19200.
Gsrreteia de retroz de corea a 320.
Escoras para cabello muito boas a 800 e 1J.
Cartas de iKoetes a 80, 100, 120 e 140 is.
Escoras para uohas muito boas a 320 e 500 ri.
Franja preta com vidrtlho a 320 a 400 rs.
Traocaa pretaa com dito a 240.
Bieos preloi muito boni a 180, 240, 320 a 400
rit.
Carretei. de lioha t 30, 60 a 80 ra.
Enfeite de retroz com franja a 59300.
Meiat ptra senhora (duzia) a 29500.
Ditas cruas para homem a 29100 e 39.
Teaourat ordinariaa a 80 ra.
Franjat de lia ettreitti (peca) a 900 n.
Sabonetea de bola finos a 640.
Frascos de diverso cheiroi 1 380.
Linha de Pedro Va 30 ra.
Boles para cassveqne a 20, 30 e 40 rs.
Rap Paulo Cordeiro (verdadeiro) a I96OO.
Dito gaate groiso e raeio grosso a I96OO.
Dito dito fino a 1*280,
eEoutraa muitas mais miudezsi que com 1 pre-
tenca doa bont fregnezetse veoderio baratas.
SYSTEMA MEOIC0.H.)KLL0VVAY
PILLAS HOLLWOTA.
Este inesiinmel especifico, composto inteira-
mente de hervs medicinaos, nao conim mercu-
rio era algaras outra substancia delecteria. Bei
nigno msis tenra infancia, e a compleicao mas-
delicada, igualmente jirompto e seguro par;
desarieigai o mal na compleicao mais robustas
|enieiramete innocente em suas operaedese ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grio por mais antigs e leases
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadss com este
remedio, muitas que ja estavam s portas da
morie, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e lonjas, depois de ha ver tenta-
do intilmente "todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregir-sea des-
esperacao-, facam um competente ensaio das
efficazes effettos desla assombrosa medicina, o
precies recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Muito lindas ctizinhts e cabazes para meninas,
de 100 ris at 29600: na loja da Victoria, na ra
do Queimado o. 75.
Enfeites para senhora.
Ot melhore enfeltet pretot e de core que ap-
parece a 59500, 69 e 6J500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75. .
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Rico sortimeotoi de franjat pretts e de cores
com vidrilbo e sem elle : oa loja da Yictoria, oa
raa do Queimado n. 75.
inhasde peso verda-
deiras.
Linhts flmi de
grandea a 240 rit :
do Queimado n. 75.
peto verdideirit, meadat
na loja da Victoria, na ra
Nova exposi-
cao de candieiros
agaz.
O proprietario da nova esposicao avie* a loica
oa contumidorec da gaz bydrogenie que loe r~
cebido novmenle urna qualiJad* de gz sopar-
fina, aaaim como lamben do lalas ce qoalHaaiea
rommum qae ee venden netta mercado, gtrta-
tiodo o mesmo proprietario a qaslieUde aja*
vende nau do fileificacdet. Taatoan avisa qae
lem receido grande renenta do caotfieiroc ana*
rende em porcio a a relalbo pelo ereee da fac-
tura, caja vantagem pole er crobarid pelea
preleodentta. teodo tenpro nette estabeleci-
menlo todoa oa ateocilioa perteacralee
tumo de caodieijoe a g*i : aa rea Nota
24, loja do Ctrneiro Vianna.
a. ata
Precisa se fallar i ao Sr. Mat lilas
Lopes da Fonseca e como se ignore sua
morada roga-se-llie qufira annunciar.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrboidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infla mma?5es.
Irregularidades da
menstruacao.
Lombrigas de toda es
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstruc$o do ventre.
l'hlysica ou consump-
io pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumatismo.
Sympiomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Yenareo (mal)
Aliento,
Charles Laurent estabelecido
com loja de alfaiate na ra No-
va n. 50, avisa a seus devedotes
que nao lhe vierem pagar no
prazo de 8 dias contados do pre-
sente annuDcio, que depois
del les nao attendera' a mais re-
clamaqao e ira' effectuar a co-
branca por meios judiciaes.
O Dr. Manoel de Souza Garca,-nao
podendo pessoaln&ente despedirse de
todas as pessoas de sua amizade, pela
rapidez de sua vlagem, o faz por este
conceituado jornal, olerecendo seu li-
mitado prest rno na provincia do Cear-
Comprasu
Compram-ia garrsfas vaziai
n. 11.
na ra Nova
Vendas.
Vande-ae a casa terrea no pateo do Terco
o. 13, e a melade de uma mei-agua na ra da
Assumpcao : a tratar com Henrique Jorge.
Attenco
Na ra do Trapiche n. 15, es-
criptorio de Bastos & Le-
mos.
Veodem-ie os seguintes gneros por presos
commodos:
Cadeiraa italianas singelss com palioha.
Dita dita de braga com dita.
Dita dita de bataneo com dita.
Sofisdlts corr encost com dita. Estes trastes
aao muito recommendaveis para casas de cam-'
po por serem muito leves e de elegite mo-
delo.
Ftrello novo em saceos grandes de 3 arrobas ci-
da em.
Potea ou talhas, de barro vidrado de differentes
lmannos proprios para depoaito d'agut, de
mel ou de qualquer outro liquido por serem
maito fortes.
Almoxarizea de marmore com cua con-ptente
mo de madeira proprios para casta de fami-
lia.
Tijoloi de dito de 7,10 e 12 pollegadia quadra-
das cada uma.
Eaxofre de canudoi am caitas de 3 arrobas cada
uma. -
Cbapeoa de palba de Italia amarillo e escuro pa-
ra homem.
Fio da algodao da Babia para parios da velas oa
para rodea etc.
Massa da lonatci em latas de 4, 8, 16 2 3-11-
braicadc ama, ge ffperior qaalidade.
Grande pechiacha na loja do
Pavo
Vendem-te o nrait ricoi chalet com ponta re-
donda e borlotaa tendo as bsrras a imitacao de
pelucia e asselioadss imitando at espiohaa mais
modernss pelo barilisaimo prego de 49500, ditos
de 4 pontas a 4&50O, ditos a Garibaldina aendo
muito grandea a 58 : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavio de Gama & Silva.
Manteletes de fil.
Vendem-se os mais modernos manteletes de
fil preto com modelo de capia chegadoa pe)
ultimo vapor: oa raa da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo de Gama & Silva.
Espartilhos ioglezes a 3$500
Vendem-se espartilhos loglazes que sao oa me-
Ihore, pelo diminuto pret}o de 39500 cada um :
oa ra da Impenlrii n. 60, loja do Pavo, de Ga-
ma & Silva.
Saias bordadas a 2#500.
Vendem-se saias bordadas muito bonitas a
28500 cada uma : na ra da Imperatrix n. 60,
loja do Pavao.de Gama & Silva.
Bales do Payao.
Vendem-se bales de bramante francs com
arcos, seodo as melhoresarmaces, pelo dimiou-
to preco de 3 a 3(500: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo, de Gama & Silva.
Saias com arcos de liobo.
Vendem-se as acreditada saias com arcos de
linho que fszem as vezes de balo a 3(200 e a 41
cada um, estas saias s ha oa loja do Pavao, ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama &
Silva.
Brilhantna americana.
Vende-fe brilhantina americana com lindsi-
mas cores, sendo fazeoda inteiramente nova e
moderna de 4 e mel palmos de largura a 400 rs.
o covado : na ra da Imperatriz n. 60, loja e ar-
mazem de Gama & Silva.
Para meninos a 4^500
Vendem-te vettidinbos de seda para meninat,
muito bem eofeiltdoa, pelo diminuto prego da
4(560 cada um : na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo, de (jama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Camizinhai com golliobaa e manguitoi de cam-
braia bordados, fazeoda muito moderoissima s
5*000.
Ditas de fusilo com talpicoi d cor 3J0O0.
Golliabas bordadas com botozinhos IjfOOO.
Ditas ditas de gostos a 640 e 800 rs.
Dilaa com manguitos de cambraia bordados a
1J600.
Manguitos de cambraia Doa bordados a lyOOO.
Golliobaa bordadas a 240 n.
Romeiraa de cambraia enfeitadas para loto a
3g000.
Camizinbaa pin senhora bem enfeitadta i 3|-
Lencinhot de linho com labyrlotho para mo
a 2*500.
Ditos a imitacao do labyrintho a 18 e a 1*580.
Luvas de torc.il enfeitadas de vidrilho a 500 e
e 640 ra.
Enfeites pretoi com vidrilhos t 8*000.
Ricos eufeites a turca e Garibaldi a 51500.
Dilos multo bonitos a -2*500 e a 3*500.
De todo dio-se sa amoslrtt flcindo penhor: ni
loja do Pirio, rus da Imperatriz n. 60, ds Gama
Silrt.
ccidenies epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulsdes.
Debilidade ou exienua-
cao
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Destnteria.
Dor de garganta,
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfarmidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Encaaqueca.
Pebre wloba.
Febre intermitente.
Vendem-se estas plalas no eslabelaciment
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Veodem-se as boceli#has a 800 rs., cada
fima dallas contem uma instruegao em portu-
gus para explicar o modo da se usar destas p-
lalas.
0 deposito gtaal e em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Gallo Vigilante.
Na bem coohecida e anliga loja que foi do fal-
lecido Joo Ceg di ra do Crespo o. 7, aonde o
respeiuvel publico achar um grande sortimeo-
to de mercadorias tendentes a miudezas que ven-
de por precos baratittimos por meos 20 por
cento do que em outra qualquer parte, a aaber :
Quadros dourados
muito finos psra enfeite de sala pelo baratissimo
prego de 10* : s no Vigilante raa do Crespo
numero 7.
Espelhos
com moldura dourada grandes n. 36 s 27 a 5*.
Ditos menores o.'30 a 24 a 4*.
Ditos mais pequeos n. 27 a XI a 3$00 : s no
Vigilante ru- do Crespo o. 7.
Toucadores com gaveta.
Grandeatoucadores com gaveta e com encl-
lente vidro pelo baratitsimo prego de 8*.
Dilos em caixa proprios para viageot com re-
psrtimentos para navalba e maia pertencea para
barba a 2* e 2*500, dilos com p e exclente vi-
dro proprios para cima de meta a 5*: s oo Vigi-
lante ra do Crespo o. 7. <
Para senhoras.
Riquistimascaixas de costuras de lodos oa l
manhot ricamente entenados pelo baratiaaimo
pre;o de 2*500, 4*. 8* e \-2$ s no Vigilante
ra do Cre po n. 7.
Escrivanihas
Tioteiros ou escrivaoinhas com campa tudo de
metal a 4* : s no Vigilante ra de Crespo n. 7'
Gasticaes e palmatorias.
Castictea de metal amarello e branco muito
superior a 1*200.
dem oalmstoriaa a 300 rs.: s no Vigilante
ra do Crespo n. 7.
Para voltarete.
Lindas caixaa para voltarete a 2*500.
Ditas muito grandea a 8*.
Carlaa pira o mesmo muito (loas a 800 rs.: s
oo Vigilante ra do Creapo n. 7.
Para rap.
Lindas caixts de tartaruga a 8|.
Ditas de bfalo muito finaa a 1$.
Dilaa de massa a 100, 200 e 500 re.
Ditaa de metal muito fino s 300 e 120 rs. : s
oo Vigilante ra do Creipo'o. 7.
Vende-se uma crioula muito boa costorelra
e cosioheira, propria para casa de, familia : oa
ra do Hoapicio n. 23.
americanas
Em casa, do N. O. Bieber & C., tuceesioras,
ra da Cruz n. 4, veodem-se :
Machinas para regir hortaa o cipim. (
Ditat pin deacarocar milbo. *
Ditaa para cortar capim.
Selint com pertencea a 10* e 20*. .
Obras de metal principe prateadas.
Aleatrao da Sueeia.
Voroiz do alcatrio para navios.
Salea parrilha do primeira qaalidade do Pari.
Vinho Xerez de 1886 em caitas de 1 duzia.
Cognac en caixa i de 1 da sis.
Arados e grades.
Phosphoros de seguranza
Phosphoros de seguranza, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelaa muito grandes e boss a 160 ria uma :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
At melhores liohts de croxel para labyriotho,
no vellos monslrdl a 320 ris um : na loia da Vic-
toria, na ra do Qaeimado o. 75.
Ricos espelhos de
moldara dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria uma pequea
porcao de ricos espelhos de varios lmannos para
ornamentos de salas, affiangando-se serem os
melhores em vidros que tem vmdo : na loja da
Victoria, oa ra do Queimado n. 75.
Las para bordar,
Laa muito boa de todas as cre para bordar, a
7* a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado o. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
. Lindos sintos douradoa psrt tenhortt a 2*200,
ditot de ponti cahida a 4*. diloa de Ota a 1*600 :
na loja da Victoria, oa ra do Queimado o. 75.
Linha do gaz.
Caixinbat com 50 novellos de liohaa muito fi-
nes do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 oovellos grandes
a 700 ria, brancas e pretas: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para i loja 4a Victoria os melhores
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
precos commodos : ni loja da Victoria, na raa
do Queimado o. 75.
ajHtMMMBB tnati nttttenaaw
Acaba de** *
NOVA
ante
O proprietario da nova exponga j avia* ao pu-
blico que aeut esieaelecimoaloa te acban todoa
oa diaa iberios at aa 9 horas da roile iiluraioa-
dos com o mesmo gas hydroajeoio cenleodo oca
mesmos eslabelecimenlos ona riqeis*iee galera
do quadros que muito intuli-ri a corioaMade dao
familias que quizerom titilar estet eeUaeleei-
mentos, attim como am nametOM Mriissealo
de objectariat que Lor gotto te poden coeprar,
garaniiudo aos concurrentes a franqueza do io-
gresso em seus eslabelecimeiitoe : oa roa Nova
o. 20 e 94, loja de Ctrneiro Vanos.
Loja das 6 por-|
tas em frente do
Livramento.
Cassas fraoeezaa de bonitos gostos a
320 ra. o covado, luvaa de tracal preua
e de aeda a 500 rs o par, chitas trnce-
las lsrgas escuras a 240 ra. o covado,
ditaa finas a 260 a 280 rs-, fil de linho
liso a 640 rt. a vara, tai latina Saa de
lodaa tt corea a 800 rt. a vara, leocoa
brancoa com barra da cor a 1*400 a da-
zia e 120 rt. ctdt am, meiat para 4o-
mem a 1J500 a dazia o 120 ra. o par,
chitaa para coberta da boimoa deao-
nhoa a 220 rt. o covado, pecaa to bra-
tanha de rolo a 2*. dilaa de cambraia Haa
com 6 Ir! varaa a 3*. mottcliaa encar-
nada a 240 rs. o covado, calciaaaa para
meninaa de etcola a 1* o par, peitos
para canica brancos o da cores a 200
rs., pecas de cambraia branca de salpi-
co a 3*500, algodao entestado o melnor
a 700 ra. a vara, dito branco para ta-
lo! a tf a vara, enfeites dos naia mo-
dernos a garibaldi a 6*. t loja esta abor-
ta at is 9 horas da noite.
chegar
novo armazem
DS
BASTOS k IEG0
Na f ua Nova junto a Con-
ceico dos Milita*
res n. 47.
Um grande e variado aortlmanto da
roupaa Teitas, calcadoa o fazendas e todoa
estes aa vendem por procoa muito modi-
ficado! como 4 de aeu coitume.tssira como
sejam aobrtcaiacoc de auperiorea pinnoi
a casteos feitos peloa ultimoa figuriooa a
263,28*. 30* a a 35*. paletota doa meamos
pannos preto a 16|, 18f, 20* e a 24*.
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroea a 14*. 16*, 18*. 20* e 24*,
ditot caceos daa meamaa caaemiras da co-
rea i 9*. 10*. 12* 114*. ditos pretos pe-
lo diminuto prego de8*. 10*. e 125, ditot
de tarja de teda a tobracaaacadoa a 12*,
dito de merino do cordo a 12*, diloa
de merino chines de apurado gotto i 15*,
ditot do alpaca preta a 7, 8*. 9* c a 10*,
diloa atecot pratoa a 4*, ditot de palba da
seda fazenda muito auporior a 4*500, di-
toa de brim pardo o de fustio a 8*500, 4*
a a 4*500, ditoa de fuatao branco a 4*.
grande quantidade de caleta d e casemira
prela c de corea a T*. 8*. 9* e a 10, ditaa
pardaa a 3* a a 4*, ditaa de brim de corea
finaa a 2|500, 3JL 0*500 a a 4f, ditaa da
brim brancos flan a 4*500, 5|, 5*500 c a
6*, ditaa de brim lona a 5* e a 6|, colletes
de gorguro preto o de corea a 5 J a a 6J"
ditoa de casemira de cor e pretos a 4150
a a 5*. ditoa de fuatao branco o do brim
a 3* o a 3*500, ditoa de brim lona a 4g,
ditoa de merino para lato a 4* o a 4*500,
calcaa de merino para luto a 4f 500 e a5J,
capa a de borracha a 9*. Para meninos
de todos os tamanhos: calcaa de caaemira
preta oda cor a5f, 6* e a 7*. ditaa ditaa
da brim a 2f, 3* e t 3*500, paletots sac-
eos da caaemira preta a 6| c a 7, ditoa
da cor a 6* ea7|, ditoa de alpaca a|3*.
tobrecaaatoc de panno preto al2*e a
14, ditoa de alpaca preta a 5#, boneti
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos da todoa os tamanhoa,
meios rico vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annoa com cinco
babados lisos s 8* e a 12f, diloa de gorga-
rio de cor c de laa a 5# e a 6*. ditoa de
brim a3*. ditos de cambrtiaricamente
bordadoa ptra bapticadoa,e muitaa outraa
fazendas o roupaa faitea qa deixan de
aer mencionadla pela aua grande quanti-
dade; anim como recebe-so toda aqeal-
quer ancommenda de roupaa para aa
mandar manufacturar o qua para oato fim
tamoa am completo tortimonto defazen- !
daa de goeto a ama graoda oficina da al-
faiate dirigida poran hbil neatro qae
pala auapromptldi eparfeiconadado!-
saa dcaejar.
*mmmm-m mmmmmii
Largo do Tenjo
numero 23.
O proprietario desle esttbeieeimento de mo-
lhtdoi eali resolvido a vender oa gneros muito
msis baratos do qae em ostra qaalquer parte,
afianzando-se a boa qaalidade, msoteiga iogleza
a 800 e 900 rs. a libra, dita franceza da safra no-
va a 680. e da velha a 640, banha de porco refi-
nada a 400 rs. a libra, Batatas mailo aovaa a 140
a libra, em gigo faz-ae abatimento, toucinho de
Liaboa muito novo a 340 o 280, queijos do vapot
a 2*700, de navio a 2*400, torreja das melhores
marcas a 500 rs. a garrafa ; aaaim como ae ven-
dem oatroa muitoa geoeroa pertencentes a mo-
lbtdoa, satirn como caf, arroz, velaa ta etptr-
macele e carneaba, e finalmente ae vendem ba-
nlissimoa ao acreditado torrador no largo do
Terco n. 23.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Venderse em casa de S. P. Jonhston 6 C,
sellios e silbos inglezos, candieiros e castceos
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chico tes
para carros e montaa, arreios para carros de
om a dous cavallcs, e relogtos de onro patease
ingles.
A banha fina,
bm copos grandes, chegou para s loja d'agaia
ermci, rut do Qutimtdo n 16.
Vendem-se dous paves:
nesta typographia.
Nova expsito de fazen-
das baratissimas na fo-
ja e armazem da Arara,
ra da Imperatriz n.
56, de Magalhaes
Me ruls.
Vende-se o maia btriio pottivel s aaber : iaa-
zinbas para vestidos a 280 e 400 ra. o corad..,
ditas muito flots suissas t 560 rt. o covtdo, ba-
rego de cores para vestidos com floreo solas a
360 ri. o covado, aaiaa bordadas muito aas a
2*500, dilaa mano largas de 4 pannos propriaa
para balo a 3* e 3*500 : oa raa da InperstrU
loja da Arara n. 56.
Arara vende.
Vendem-se pecaa da madapolao Inos de 24
jardas a 4*400,4*600, 5*. 5*500 e 6*. diloa en-
testado a 3*. meiaa croaapara bonena a 1*2Me
254OO duzia: oa raa da Imperatriz loja e ar-
mazem dt Artrt t. 56.
Panno \ reto da Arara
Ptono preto 'para calca e pawtoto a 1*700,
18800 e 2* o covado, coreado casenira preto*
para calca a 3*, 3*200 e 3*500: oa raa da In-
pentiiz loja da Anra n. 56.
Manteletes da Arara.
Vcodem-ie miolrletet de fil os mato noder-
noa que ba a 15*. eapiobta de futtao mailo ao-
oilaa a 3*cida uma : na ras da Imperatriz iota
da Arara o. 56.
Arara-est venden io.
Vendem-se recaa de canbraiaa braacaa a 1*000
e 2*. dilaa muito Onaaa 2*500. 3* 3*500, dita*
para cortinados de 20 viras a 9*. da 10 varaa a
4*500 e 3f, cambraiaa namo finaa do carociakos
4* peca com 8 Ii2 varaa, corles do e asara la
de barrea a 2*500 e 39, ditas.de ba badea aaeile
finta enfeittdot com eotreeseioe a 5f: aa raa da
Imperatriz loja da Arara a. 50.
Arara vende roupa feita,
Vende-se calcas de eatemiri preta a 4fi00 e
5*500, ptlelott de panno preto a 6*500 et*. Ol-
ios de alpaca a 3*500 e 4*. ceniaaa fraecesae a
1,600, ditas Dnss j com gratalaa a 2f, coilsn-
nboa de linho mailo finos a 610 ra. cada aoa, se-
roultt de linho a 1J60O o 2f eaOa ana : aa raa
da Imperatriz loja o amaten da Aran a. 56.
Gorguro da Arara.
Vende-te gorguro da liaba aara viteVcee a
380 rs. o covado, faslfte de corea para vertido a
280 e 320 ra. o covado, castat noila lata da ca-
rea a 280 e 320 rs. o covado, cssaaa a tarca da
quadrinhos psra vestida a 240 a 280 ra.
do, riscados escotezea para veslie* a 220 1
covado : na ra da lmperetrlz loja da Arara
ero 56.
Est queimando Arara.
Veoden-acchiiee da cOraa Izas can aaacn
toque do nofo a f00 ra. a co'ade, dilaa largas fi-
naa a S40 re. o cavado, ditaa garibaMiaua a 280
e 320 ra. o aovado, carlea de catitea latea ao 1J
covadoa por 2|S00, cortea da neraaatssjae ae ae-
rea com 11 covadoa o 5 palnee de largara por fif
o corle, corta da lia finat de 23 covaOea par tf.
cortti de gorgario con 18 covadoa par 0*5011
cortea de organdys finos da 15 varaa par 8. ta-
tos de 9 varas por 7* : ni roa da latatiitila saja
e armazem da Arara a. 50, Oa MfBlcAee a
Meodea.
' na Arara.
Vendem-te macee da palitoe aa deatea
doa can 20 martalec pac 900 ra. para aai
j ten poneos: aa ra da Imperatriz leja
Arara a. 50.
Altencjao.
Vende-se ana cana frtacata en I
a ama neea da nata Oa aala, pac
do. aa raa do Jardn a. M.


^"
11)11
wmm
UUAK)DE FElMMKJtO *- tsaXTA FIIBA 1 Mi MAbO DI IMI
ARMAZEM PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
briso da Penha
Vende-se neste armazem de molhados os melhores ge-
aatoi que vera a esta mercado e por manos 5 a 10 por canto do qua em outra qaalquar psrte,
.araolindo-sa a boa qualidade, p ir iaso rogi-ae a todos os Su. da praca, de engenho e labradores o
favor de mandaren) suas encom rendas ao armazem Progreaso, afim de verem a dflerenga de
prego e qualidade que faz, se binen comprados em outra qaatquer parte.
3&aRteig& iBglCflBii de prBeiri qualidade a 800 e 1*000 a libra, am barril se far
abatmento.
WUvHclga ttmMmai. D0T., 720 ^, librt, m barr| wo M
^** iiy*8ii 0 mais tc perior que ba no mercad0, jjgQQ 12j500i t Ubra
ijiia uuxvm imitsnl0 a perolai pe{a sus sup,rlorid!lde a 3000i #2#6oo a ihrm
Un\ pTVO unico para 0, doenles que ae tratam com a homeopathla a 8*500 a Hbrs.
v|UW|OB navio az>500
Qu^kjis Yondrmoii
faz abatimeolo.
vueijo praio 0 mal(l 8aperlor qu9 tem ?lad0 a esle mercad0 a 19100 a libri#
^tcxunto \ng\ez pata namb* mul0 novo, 6i0 ra llbra e iB por.
ci se far sbattmonto.
C*Ve\eV&s iagleas
l??i,ttiUo d Taina
Salame
o que ha da bom oeste genero a 1*000, a llbra e em porgo se
proprias para Hambre a 800 ra. a libra e em porgo a 700 rs.
de superior qualidade a 480 rs. a llbra elnteiro, a 440 rs.
us podo haver por estar prompto a toda a hora 1| a llbra.
640 rs. a libra, em porfi se faz abati-
o melhor oetsco
em porQao a 900 rs.
lauia) ao reiia o mail0 aovo a ^ ri a llbr8i e em barril de 3 arrobaa 7000
G uouTlctLS e palos Ae lomaos,
melo.
LatM ona cuOiiTicas,4n,n ,
~,nr.* v J* promptas para se comer vodas a prtmeira vez a este
mercado a 2*000 cada urna.
Eaaaa de parco trotinada am,, ,. *K
* *"j em [als com 0 1Dra| por 4J500 cada urna.
Banna de potco ^ flQa al?a t m n a hbra g em barril a m ta
o^^uLT 1BaP1'1*1 do afamado Abren e de outroa msrttos fsbrlcantes de Liaboa
a 8UUYS. a libra, ti em porco se faz batimento.
Latas com tratas de doce em calda
ceg, alpexe, e gloga, a 800 rs. cada lata.
Mermelada de aljierxe em lilM d9 s Ubra pot 1|M0 cada uma.
Vtatas com ameadoas confeitadas cootendo mji, confeilo,
candi, multo proprn para mimo, a 2*000 cada urna.
ttoee da c*sca da goiaba muit0 aD0, m n e em porQO se{aiabamenl0.
Boce si eco esssi cuida de differ9nte, qBtlldtdM> em Utaid,4(ta 5por
2*500 cada urna.
Ganotl com bolla trancex proptiog para mimo, 560 r.
Paisas em eaxlnba de 8 libras maUo n0VJS porS500a relalh0.
480 rs. a libra. r
Figos aa cumm^di-A muil0 noTOIi em c.jxa9 dftg libras por 1>500# dlu< com 4
por 1J500, ditas com :! milito bem enfeitadas por 900 ri. cada urna e aretalho a 320 rs.
libra.
como aejio pera, damascos pe-
assncar
em latas de 1 libra, poi 640 rs.
Ervilbas trncelas e poringaezas
ditas em metas latas i 500 rs.
f^aade tomate em alss de x libra por 800 rs.
i\mendoas de c*sc% mole muit0 noyas, m rs., libra.
AOaieS a 12o rs. a libra, e 8l|000 a arroba.
A.mei'x.as trncelas e m iatai com 3 libras por 2#800> ditaa com l ll2 pot l50o.
iVm*ix*s p@Ttngnb^as 320 libra e m caiIa ge fir ab.llmenl0.
Cnocolate nespnb.ola 1S500i dil0 [raneei a lsm dil0 potliguez a800 ra> a libra>
aCmci-so a boa qual jade.
BOlaXinna de 80da em Jlj8 com difxereate3 qulldadea, a 10440 rs.
vma^KS para Sfepai,trai macarrao etalharim. a400rs. a libra e em caixa por8J000rs.
Palitos d dentes, wd03> molhos
Serebas
XiJ^io
Bolaxinb^ ingleze
CKsmma
com 20 maciohos por 200 e 280 rs. multo Anos,
em frascos com 1 liltS libra por 800 rs.
francez para lirapar f icasa 200 rs. cada um, em por(o se faz abatmento
a mais oora do mercado a 320 rs. a libra a em barrica a 4*500
Stirdlnhas
para engommar, mu lo alva a 100 rs. a libra e em sacca se faz abalimeuto.
de posta em latas das melhores qualidades de peixe que haem Ptttugal a 1*600 rs.
* superior de cinco eseis velas por llbra a760 rs. em cala, a 740rs.
de Naoles em latas muito aovas a 400 rs.
irei^.e a\nm de 3uper )r quaiidsda a m rs. a iDra e em barril com 3 arrobal por ^
iVz.eite dcereQnad0
e em cai^ a 9ft-
Viiines engarratalos ^ dU(1U9 d0 Porlo e de outrt
oeste mercado a 1*200 rs. a garrafa e em caixa a 12*000 rs.
ile diferentes marcas e o mais siperior qua ha a 800 rs. a garrafa
Viuno esa pipa
4
Porte, Figueira e Lisboa a 560 agarrafa eem caada 3*500, 4* o 4*500.
das mais acreditadas marcas a 5* rs. a duzia, a em garrafa a 500 rs.
~ das marca i mais superiores que ha no mercado a 15* e 22*000 rs. o gigo
Cognac inglez.. 10tcoo ri., caiia 9 tm ., galrafa.
Geneb^a de llalla ida TMjiWMtB ^h,. 6*ooo r.. o fr..co. seo r..
T amaraS dO Egy gtO a 6i0 rs# a Iibra em caixlnha8 com 9 a 10 libras por 5S-
Ueiiebra inglesa a tojooo rs. a duzia e a reaiho a 1*000 a garrafs.
Palitos d* g%z a ^,0 .. groia.
^ail
K refinado em potes grandes a 500 rs. cada am, em porco se (ara aba tmenlo.
vi&iC lavado o q'ie se pod
bajo a 280 ra. a libra
Sevadinba
ment.
^"8^ multo novo e alvo s 30 re. a libra.
arinna
Bita
d enejar nesle genero a 3-20 rs. a libra e em arroba a 95500, dito maia
JH00 arroba.
de Franca a mais nova do mercado a 280 ra. a libra, em por?ao aa fai abati-
do reino das maicnsSSS e galega a 140 rs. a libra.
' do Maranhao alva ch:i o.:a a 160 rs. a libra e em arroba a 4*800,
Uerviibas,
Velas
i\.%eite
secas muito iky.s a 160 ra. a libra,
de carnauba refinadas a 400 rs. a libra e em arroba a 12*000.
Vende-sa xcellente bolacha propris para
casa de familia, pelo diminuto prego de 3*200,
9*840 e 4*160 por arroba : na ra dos Quartela
numero 16.
Loja do beija-fljr da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-segrvalas arelas da aetim a tt. ditas
eatreltasi l, ditaa a 800 ra., pennas de ac da
tanca, 500, a 720, ditas de miozinha a 800 ri.
Liadas bonecas de diffe-
reutes tamaiihos e quali-
dades.
A loja da agtia branca acaba de recaber a sua
encommenda da lindaa a bem vellidas bonecas
francezas de 2 e 2 112 palmoa da altura, aa quaes
na verdade vieram to perfeitas e bem arrania-
daa que queu aa vlr InfalIlvalmeiUe descis com-
pra-laa, porque umaa alem da formosura tem
bellos cabellos cachiados, oulraa bonitos cba-
pozinhoa a Garibaldi etc., etc., a todas em flm
as iodiapensaveis suas balo ; asaim como rece-
beu igualmente outro bello aortimento de bone-
cas de choro tanto de mana como de eera aendo
estaa de olhos movedicos e de diHereutes lma-
nnos at 3 palmos. Agora poia a melhor oc-
ci8ao da qaalquar paaaoa mimosear urna meni-
na que aeja sua fllha, prenla ou conhacida, di-
rnodo-ee primeiro (munido de dinheiro) a loja
da aguia branca ra do Queimado n. 16, afim de-
comprar urna desasa bonecas ou outra qualqaer
cousa de agrado.
Bandos ou crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de el na muito'grandes e bem
fritos.
A loja d'aguia branca avisa s todas as senhorss
que haviam mandado procurar a eocommeodar
eases aecesserios cresceotes de cabellos bjimano
(e mesmoas que de novo precisaram) que ellts
acabam da chegar, lo bem arraojados como jus
lamente se desejava aendo o sortimeolo de pre-
tos, castaohos etc. a muito bem tacidos nos pa-
queos-peotes queservam para, prender, trazan-
do ao meamo lempo enehimento, do que resulta
que urna senhora com um par desses crescentes
pode maravilhoaamente fuer o amsrradilbo de
sen cabello aem que deiie perceber a falta qua
delles senta, cusa cada par 5* ; tambam ba
bandos da dina mu grandes e bem feitos o me-
lhor que em tal genero se poda dsre veodem-se
a o par, ludo iaso na bem conhecida loja da
aguia braoca ra do* Quemado n. 16.
Vende-se ni freguezis da Ipojuca o enge-
nho Diamante, todo bem montado, com casa de
vivend, aenzala, olaria, diatiUc,ao, estribara
casas para lavradores, ludo de lijlo a cal m
d'agua e muita bom de producto, com 'ierras
psra dar mala da 3,000 pes annualmeote, com
trras ainda por descubrrem matas : quem pre-
tender comprar, pode dirigir-se ao mesmo enge-
nho i tr.alar com o proprietario, ou no Recite com
o Illm.-or. commeodador Lemos Jnior.
Sahall Mellorsi C, lando recabido or-
dem pata vender o aeu creacido deposito da rslo-
gioa vjfto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portento, .a pesaoas que quizerem
possuir um bom relogio de ouro ou prsta do c-
lebre fabricante Korttby, a aproveltar-aa da op-
portuoidade aem perda do tempo, para vlr eom-
pr-los por commodo preco no seu escrlptorio
rus do Trapiche n.98.
Argolas de a^o para chaves
vandaaa-ae 200. 240, 320. 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Froco fin'o e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimado loja d'aguia branca
o. 16, onde se achara completo aortimento.
Berseguiis ingiezes.
Na ra da Imperatriz n. 10. defronte da bone-
5a, loja do Pioto, receben pelo nllimo vapor um
grande aortimento doa j bem acreditadoa bors6-
guins ingiezes, que vende por 10 e 118 a dinhei-
ro logo contado.
Para liquidar.
Cagalo muito em conta.
Loja do beija-flor da ra do Queimado
numero 63,
Vendeta-ee luvaa da pellica da Jouvla brancas
a preaa) fjara seohora a homam, chegadaa palo
ultima awaaaate. r
Aa*i seohores consumidores
de gaz.
Nos armaiena do caes do Ramos na. 18 e 36 a
na ra do Traptcbe Novo (no Redfa) n. 8. ae ven-
da; gaz liqaido americano, prtmeira qualidade a
racentemente chegado, a 14/a lata de 5 gals
asaim como.latas da 10 a de 5 garrafas, a em sar-
rafa.
Loja do be'ja-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-ee frso^aa a trancaa, fitas da velludo
preto psra a quareama, mais modernaa qua ba no
mercado, a mais barato que em outra oaalauar
parte. m
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se facas finas, cabo de balaoco de 2
botoes s 6*800. ditaa para doce a 5g800. ditaa de
am botio a 6JS00, ditaa para doce a 5*200, ditaa
pretaa cravadas a 3J600, ditas brsncas a 3*400.
ditas rolicas a 3* a- duzia.
Relogios
Vende-se em casa da Johnston Patar & C,
do Vigario n. 3, um bailo sortimento de
i elogios da oaro, patn ta inglez, da am doa mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambera
ama variolada da bonitos trancallins para os
mesmos.
Polassa da Russia
Vende-se emeasa deN. O Bieber &
C., successores, ra da Cruz n. 4-
sena segundo
Na ra do Queimado n. 55 loja de miudezaa
de Jos de Azevodo Hala e Silva, esti vendando
todaa as roiudezas por precos if aabidos e co-
ndecidos :
Grotas depennas de ago de todas as quali-
dades a 5oo
MENOS DEZ POR CENT0
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
.. iPiaittn
0 DE
DIARTI St C.
36 ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
n. .i. I^rajro do Carmo 9
Os propneunos destas acreditado armazens ds molhados psrtieipaa sos am Has
sos freguezes que por todos os vapore, e navios da Europa, receben, Ph2!i2 iT^ST
Zl SS 20dem ^r menos ,0 Pr cento d0 19 em qlqar pana. W-
roga-se a todos os Srs. da praca, da engenho a lavradores "
aoa nossos armazana, W, Varan, ^f^^SSk dV^irS TrntS^l^
Manteiga -TranceBa
Cha hysson
Cha huxim
primeira vez ao nosso mareado a 2*200 a libra,
vem do Rio, em latas da urna libra por 19800 a
lo.
Na loja do Pinto, ra da Iaoperatriz o. 10, de-
fronte da boneca, acaba de chegar um completo
aortimento do calcados dos melhores fabricantes
de Pars e Nantes: botinas de Mellos, de bezerro
e cordavo, taoto desolla grossa, como de sola
fina, bolinas para aenboras e meninas, assim co-
mo um grande sortimetoo de borseguins ingiezes
que ae vendo por menos do que em outra qual-
quer parte, e todo o mais calcado ; a dinheiro
avista.
Borseguins.
Rus da Imperalriz n. 10, loja do Pioto, ven-
dem-se pelo baralissimo prec,o:
Borseguins de lustre para hornera a 8*.
Ditos de bezerro para homem a 8j.
Ditos de cordavo para bomem a 8*.
Por este prego s a dinheiro a vista para li-
quidar.
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana d.
superior qualidade em casa de N. O.
Bieber t C. successores, ra da Cruz
n. 4.
Obras de metal prateado.
Em casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores, vendem-se apparethos completos
para almoco, porta licores, garfos, a
cas, colheres para chae sopa, galhetei-
ros, copos e outros muitos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualida le e durac5o : na ra da Cruz
n. 4.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de recebar um novo
a bello aortimento da cascarrilhas da aeda de
multas e difieren les cores, e vende-sa 1*500
a 2*500 ris a pesa, na ra do Queimado loja
'aguia branca n. 16.
Vende-se a loja de miudezaa da ra do Ca-
bug n. 2 B, cem tod*s aa fazendaa ou parte del
las, ou mesmo a armado : a tcalar oa meama.
80
40
80
1*000
160
120
120
I Msicas para piano.
Hi ebegaflo ra Nova n. M, um
|P grande soriimeoto de pecaa de msica
para piano intituladas Joven Peroambu-
cana polka,~ estrada de ferro de Per-
$ nambuco quadrilha, bymno nacional do
Brasil cora scompanbamento de piano
keo funeral de S. M. o Sr. Dom Pedro'
V rei de Portugal.
doca de Liaboa a 720 rs. i garrafa, afiance-se a boa qualidade.
\ magro da Lilboa M ^q,, a gmafSi 8 em cana(la, ijgoo.
VhVio
Dito
Cherez a 1*600 a garmfa e em caizs ae faz abalimanto.
branco a mais superior que h no mercado propio para miaaa a 640 rs. a garris a am ea
GKLO.
No deposito defronte do theatro ra
do Apollo n. 31, vende-se gelo a 4 a
arroba e 8|5bO meia arroba e Ifbraa
a 160 rs.
Hilho a 4t000.
Vende-se esda ama sacos : na (ravessa do pi-
teo dParaizo n. 16, frente de smsreilo.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
, Neate estabeleciment vende-e: ta-
Por hojedeifim so rnaui pretorio at a chegada doprimairo vapor vindo da Europa, pelo!^1" de *f.rr0 cta<*0 Ibr_110 rs. idem
Nvelos de lioha qua pelo tamanbo a todoa
admiram a 120
Caixas de agulbaa francezaa a 1S0
Caitas com alflnetea maito fios a 60
Caixas com apparelho para entreter me-
rlinos a 240
Ditas ditoa graodea a 500
Baralhos portuguezes a 120 a 200
Groza de botoes pequeos para caiga a 1S0
Tesouraa para unhaa maito finas a 400
Ditas para costura muito superiores a 400
Baralhos francezes para voltarete muito 0-
. no" 3*0
Agulneiros com egnlbis francezaa a 80
Caivetes de apara.- pennas de 1 folha a 80
Pegai de tranca de la com 10 varaa a 200
Ditas de traDca de la de todas as cores a 800
Pares de sapatoa de tranca de lia a 1|280
Cartas de alfinetes francezes a 100
Parea de luvaa fio da Escoca muito finas a 320
Ditas ditas brancas grosaas a 100
Escovaa para lirnpar dentes muito finas a 300
Masaos com superiores grampos a 40
Cartes com colzetes de algum deleito a 20
Ditos de ditos superiores a 40 e 60
Dedaes de fondo de ago muito superiores a 100
Bailadores para vestidos de senhora com
varaa a j
Caixas com colietes francezes a
Cartas de alfinetes da ferro a
Charuteiraa muito finas a
Tinteiras de vidia com lints a
Ditos de barro com tinta superior a
Areia prela e azul muito fina a libra a
Tenho nova remeaaa de labyrintho para ven-
der por todo prego, assim como tenho traogas da
seda difTerentes cores para vender por todo di-
nheiro que ofierecerem.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n, 40, vende-se roupas feitas
de todas as qualidades pelos presos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pechincha.
Algodo da Bahia.
Proprlo para roupa de escravos e saceos de as-
aucar : vende-se na ra da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Aievedo & G.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Johnston & C ra da Senzalla Nova
u. 42.
A boa fama
venda gollinhas e punhos com botoes para senho-
ra, fazeoda muito boa, pelo baratissimo prego de
2* : na ra do Queimado n. 35, loja de miude-
zaa da boa fama.
Qu'ijosdoserto.
Vendem-se queijos dosertfio a 80 rs. a libra :
na ra da Imperatriz n 88, deroote da matriz!
esquina da do Hoipicio.
Miliio elarello
Vendem-a saceos com milho superior, de 136
libras a 4*500 por sacco, e farello a 31500 : na
ra da Madre de Dos n. 12.
Vende-se ou arrenda-se ama grande pro-
priedade muito perlo da praca, com grande ola-
ria de dons tornos, capelia, urna boa casa da vi-
venda, diversas casas habitadas, dous Rraodes
viveiros, muitas arvores de tructo, iacluzive di-
versos coqueiroa : a tratar com o Dr. Souza Beia
ou com o major Belarmino do Bego Barros nes-
ta cidade, ou na Magdalena.
Novos e liados
enfeites pan vestidos pretos
e de cores, e roupinhas de
criaocas.
Em apropriado tempo receben a loja d'aguia
I branca um bello a completa aortimento de enfei-
tes de seda para vestidos pretos a decoras, a ron-
pinhas de criangas, sendo trancas e bordados de
novoa e liodoa deaenhoa, a difiiceia tecidoa, com
os quaes pode-se com gosto e moderoissim en-
feitsr qaalquer vestido ou roapinhe de crianga.
Ao .paeao que ditoa enfeites a todos feralmente
agradam, a commodidada doa pregos anima ao
comprador, o esta verdadeasr verificada por to-
dos que aa dirigirem dita loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16, cijos pregos estao mar-
cados as amostras, as quaes se daro com pe-
nhoree.
A taberna grande da So-
ledade
venda manteiga ingleza a 880 a 1*120. franceza a
720, cb muito bom a 3*880. baixo a 2*400, preto
a 9J, caf lavado 280, queijoa novos a 2J800,
doce de goiaba a 800 ra.. mermelada a 800 rs. a
libra, lata de raasse de tomate a 800 rs.. charutos
fios de varias qualidades e pregos, vinho da Fi-
gueira a Lisboa a 560 rs., a do Porto a 800 ra.,
saceos com milho novo, farelo a farioha a 6*. 5*
a 4*, e muitos outros gneros novoa a bona : na
Wbaroa grande da Soledad*.
Marmelada.
Vende-se marmelada superior fabricada palo
las a priraatri
-
a mais nova a 700 rs. a libra a era barril a Mf rs.
o mais superior que ha no mercado a 2*1400 a 39800 a libra.
o qua hada melhor neste genero a 2*500 a 39000 a libra.
l>l-la prtO muito superior vindo a
Cll hySSOIl omelhorque
se far abatmento.
Q UeiJOS dO reino chegados awHHw vapor a 29800 a dos efaegsdoa ao ohiaxr
navio a 29400 cada ura.
QUei JOS SU1S30S o mais superior a miu frescos' que tem vindo ao mareado a 19 a
libra.
\>U IJ OS pratO cmm nunca veio ao nosso mercado a 1*100 a Ubra a intairo a 1
PaiOS e CllOUriCtSmuHonovosaSOOrs. Ubra eem porco M far U
Latas cora lififu^a^p^p,,,^,,,,^,^,,,^^
verao nosso mercado a 1*800.
PdXe em lataS dediversos lmannos, savel, sardo, pargo. pescada, cavalla, I .agua-
dos fritos, atom maraado, robllos e lulas de tigelada, da 1*300 a 29000 a
ToUCinllO dO reino mutonovo a 320 rs. a libra e 9500 a arroba a t
temos para 240 rs. a libra e 6*500 a arroba.
Banhd de pOICO era latas com O libras por 49400 a 480 a libra.
Marmelada imperial de todos os conservemos da Lisboa,em Utas da libra a
meta e 2 libras a 750 rs. a libra
Latas COm frutas em Calda comosejampera, paeag, damasco, alfar.
xe, ameixas a guija, a 700 re. a lata.
Marmelada v Alperce em latas de 2 libras por uooo cada usm.'
Doce da CaSCa da goiaba ,700rs.e am pocrioMfarabatimMto.
LaV-CeS SeCCOS e diuerentes qualidades em bcetas muito bem arranjadas a 3*040.
feitadas a 29500 e 600 rs. a libra
Passas em eaxinhas de 8 libris a295ooe6oors. a ubra.
r IgOS da COmadre muw nov0s em cixinha de 8 libras e muito bem enfeitadas t
a 2*200 a 320 rs. a libra.
Krvilhas francezas e portuguesas a 64o 720 rs. a uta.
MaSS 1 de tOnVrite em latas de 1 librra a 800 rs.
AmendoaS da CaSCa mole BUito novas a 400 rs. a libra.
131 OZes muito novas a 200 rs. a libra.
AmeixaS f r a nuez S era Utas com 5 libras por 4*000 e a 1*000 a libra.
Cll "Colate liespanllol a 1200, francez a l000eportugueza 800 ra. a libra.
Bol X i lilla d SOda em latas com difiranles qualidades a 19400 a lata.
MaBSHS pa ra SOpa macarro e lalharira a 240 rs, a 1-bra e a caixa por 39000.
vAlXUMlfcS muito bem enfeitadas com pevide, rodinha, estrellinbs, etc. a 700 e 800
aSlltOS lllados para denles era raolhos com 20 macinhos a 200 rs.
SCrejaS em irascos de libra e meia a 700 r.
L JOlo FraBCeZ para limpar facas a 180 rs. a ara porejio se far abatiraeiito.
Espermacete Superior semavaria a 740 eem caixa a 760 rs. aliara.
v*a ni i lillas de NanteS muito novas a 400 e600rs.
AIpiSta muito nova a 180 rs. a libra e 59500 arroba.
AZeite doce refinado de diverjas marcas a 80O rs. a garrafa a 99000 a duzia.
BulaChilllia ingUiaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra a 49200 a barrica.
Goma muito alva a 100 rs. a libra e 2*500 arroba.
V n hoS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira seeea, Careavalloa, sac-
iar, feiteri a, velho secco, Muscalel a 1*200 a garrafa e 129000 a duna.
DtOS era pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa edo49000 a 49500 a ca-
ada.
SerVc JaS- das msis acreditadas marcas a 500 rs. a garris e 59000 a duiu.
GllS mpailhe das marcas mais acreditadas qua h no mercado a 149 a 209 o gigo.
Cognac inglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra da Holla llda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o fraaco.
Azeita naS em ancoretas as melhores que hi no marcado a 2 e a 400 rs. a garrafa.
Trailles superiores em caixinhis a 10 e a 320 rs- a carta. ,
Pt lltv.S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
Sa 1 refiliadO em pacotes de mais de urna libra a 240 ra. a em porcio lera abatimoato.
Cafe dO Rio o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra I 9*000 a arroba.
z.eva.tiIIha de Franca a maU nova do mercado a 240 rs.a lita.
Sagll' muito novo a 320 a libra.
Farillha do iMaranhaO mnito alva e nova a 160 rs. a libra e *980O a ar-
roba.
Vetas de carnauba e de composigo ,400. aiAra e a im
a arroba.
Vinagre piirO de LSbO<\ % 240 rs. agarrafa e a 19000 a canaaa.
Gl'O dO bCO muita novo a 200 rs. a libra.
PeraS SeCCaS em caVxnhrl8deoitlibrasa29800aa640rKalabrw
Marrasquino verdadeiro de zara, de limone, caf, menta, geaearo, '
curacu, rosa sublime e ouwas qualidades de 19500 a 29 a garrafa.
Bat titas em gagos de urna arroba por 19000 a 40 rs. a libra.
Com nll OS os mais novos do marcado a 800 rs. libra
I* Er Va doce muUo nova a 400 rs. a libra.
ArrOZ COUl toque dO avariaem saccosde 5 arrobaa a 5 a
a arroba.
CharUtOS verdadeiros superiores a 2 a eaixinba da 50.
Salmn eiU lataS com duas brai o mais bem arranjalo qua ta-
cado a 19400.
Manteiga eill lataS com 4 libras a melhor do mareado laeraa> an
39200 eadauma.
;1
isa viada a aaar
al esero novo sortimento e aai sarei pregui^oso em o publicar ao riapeilaval publico.
Low Moor libra a 120 rt.
rimelro fabricante da Lisboa, em latas de das
r
V n aSf re m garrios com 5 garrafas de superior qualidade a l9*0i.
Ibraa por 1*200, e de urna llbra por 700 rs.: na .
ra da Seoaala Nova o. 80, ArarUIa verdadeira muito nova a 320 a libra.
Veode-aaoma casa terrea na ra da Matri* au- dasteseneros ancoouari o rasoaitaTal publico am aoaao arauzea, va
da Boa-Vista ; qoem a pretender dlriia-aa a raa T TLjT,..TIV^Z .mAik.^. f
da Imperatriz n. 19. |sorumenta da tado teodeott a molbadoa.



III >SW

D1AJU0 fifi BUNA4.WJC0 H *XXm FJUsU 3 DE fcUK) f* lttt


4rroz da India
coa loque de aviria em Meso d 5f e 19300 i arrobo, tambem gigoe con batata*
e 19: oofl tramos Progressive n Pregreisisti
oo largo do Cirmo n. 9e ruoii Ctuies n. 86.
Oh! que pecina-
cha!!!
Vendem-se palito lkbtdos e follioadoe, fios,
para denles, dous muios con 40 massiobos por
400 rs. : na ra da Imperatriz, loja da Arara
Grandi
I
*
liquidaco por todo
o pre^o, na bem co-
nhecidalojadoSer-
tanejo.
[Rna do Queimado n. 45.j
Barato que admira.
Caitas escurai tims a 160, SO e 200
rs., corles da vestido prtlos liordadoa a
velludo pelo baratissimo preco de 89
659, ditos adamascados a 509 o 369, tai-
das de baile da velludo e selita a 139 6
169, camisa para senhora a 5 ) e a 49,
gollinhas e manguitos a 29500, 39500 e
49500. gollinhas de cambraia t irdedas a
720, 800,1|. 19200 e 18500 n ditaa de
DI bordadas a 240 rs., casaveqaes de fus-
ilo a 69, 7J t 8f, meias de da brancas
pretas para seobora a 19800 o par, ti-
ras de baados a 800 e 19, ln de quadro
eofestadas a 360 e 400 rs. o co rado, cam-
braia prela a 440 e 480 rs. a vira, organ -
dys de cores a 680 rs. a vara. Ot brin-
co adamascado para cortinado) e vesti-
dos a 480 e 540 rs. a vara, corles de col-
lete de casemira bordados pie os a 39 e
39500, ditos de velludo de cor e pretas a
*$. 59. 69 e 79. paletots de britn braoco
fraocezes a 49 a 49500. ditos de casemi-
ra de cores e pretos a 169 e 1(9. ditos de
alpaca prela e de cores a 3J500, 49 e
49500 e 59, camisas da peito de lioho a
29500 e 39, cortea de cohete de gorgoreo
de seda a 19800 e 29, 2S500, 3; e 49, col-
letes eilos de brim brinco a 29 e 29500,
dilosde gorguraoa 39 e 48,ditos decasemi-
r,i ru 43, 4J500 e 59. ditos de v< Iludo a 69,
79 e 89. ditos de (aito de cor a 1S500
I e I98OO, a.eias de la para hoiaem e se-
je nhora, ditas de algodo cruas para ho-
I mero duzia 19400, 19(50 e 39200, ditas a
fi 39,49 a 59 a duzia, ditas para menina a
29600 e 29800, duzia finas e c .versos ta-
55 manbos, ditos pars menino a ;# e 2J500
I a duzia, pecas de algodo a $1800, 49 e
S 49500. chitas francezas linis .1 240, 280.
P 300, 320 e 360 rs. o covado, i lo _borda-
U do e liso, grinaldas brancas 1 liaramos,
% chalas de troco, espartilhos, < hapeos de
castor para homtm, paoooa para mesa
um variado sorlimento de re upas feitaa
Si que ludo se vende por baratsimo prego.
Facas e garios de todas
as qualidades
Veodem-se duztas de faca e garloscom cabos
de msrlim o tnaia Quo que se pot a desejar pelo
barato prego de 169, ditis para obre mesa a 149,
ditas maito Uaas de balauco a 6j- )(>, ditas mul-
to finas tambem de balanco e com dous butdes a
79. ditas imitando as de balanco a (g, ditas para
sobremesa fazeoda multo superior a 59500 e 69,
ditas entrefinas a 2)500, ditas pira meninas a
320, 400 e 500 rs. cada lalher e ni im deitas qua-
lidades outras m jilas que se ven ra do Qima dezasda boa (ama n. 35
Para viola).
Ven le-se muito superiores coidas para violo
pelo baratissimo prego de 120 ni. cala orna e
bordo a 160 rs.: na ra doQueinado na loja de
miudezas da boa (ama n. 35.
Ricos sintos dourados.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, .vende-se toda a qualidarje de mobi*
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phantbasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maioc apuro da arte.
Attencao
o
Chegou para a loja da victoria, candieiros a
gas de novoa gostoa e modelos. Unto psra tala,
como para escada e quartoi e para ontraa multas
coosas : ta loja da victoria na ra do Queimado
0.75.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio daa meninas irem para a
escola, e por iiso bom que vio compostas com
ama daa novas e bonitas ceslinhss que se ven-
J c ra do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acab,a de receber por
amostra urna pequea qaanlidade de fivellas
douradaa e esmaltada! para ciatos, todas de no-
voa e bonitos moldes, e tambem douradas que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia se coaheceri nao o ierem, estando no metmo
caso .as esmaltadas, e sssim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 28500 rs. cada orna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Palmatorias de vidro e de la-
to para vellas.
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para vellas a I92OO, e ditas de lata o mui
novas e limpas a 400 ra. : na ra do Queimado,
loja da Aguia branca n. 16.
Peilos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de fusto livrado e
trancado para camisas a 500 rs. cada um, (alen-
da mui boa e encorpada : na ra do Queimado,
loja d'agaia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras 06
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-branca recebeu um novo e lin-
do sorlimento de tiras bordadas em smbos os la-
dos, e contina a vender baratamente a 19200
cada tira, e outraa de bordados muito largos s
29OOO, o melbor que possivel em tal genero,
e todas ellas, pela largura que teem, podem aer
divididas ao meio, pelo que se tornara baratiisi-
mas : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
n 16.
predio venda
Vende-se s casa de dous andares e sotao, mei-
gua, no becco das Uiudinhas n. 8, avallada em
2 0009, a qual rende 1 1|2 por ceoto ao mez ; na
ra do Trapiche n. tt, primeiro andar, ha peasoa
aalorissda pelo proprietario psra effeetuar a ven-
da da mesma casa.
Sal de Lisboa.
Ricos
cortes de vestidos brancos
bordados.
Vendem-se ricos cortee de vestidos brancos
bordados com 3 babados pelo baratissimo preco
de 59 o corte: na ra do Queimado n. 22, a
bem coohecida loja da boa f.
Camisas inglezas.
Veodem-se superiores camisas ioglezas com
pregaa largas pelo baratissimo prego de 359 a du-
zia : na loja da boa (, oa ra do Queimado nu-
mero 22.
Ricas gollinhas e punhos
com botoes
cEspe-
1 tratar
Vendem-se ricos sintos doarados bordados pe-
lo barato prego de 29500 e 39: oa ra do Quei-
mado loja de miudezas da boa fi ma n. 35.
Papel de todas ;is qua-
lidades.,
Vendem-se resmas de papel di peso greve o
mais superior que se pode eocon rar pelo barato
pregt da 39100 rs., dito pautado de muito
qualidade a 4J500, dito almago oiuito bom a 39
ditoalmago greve a 39600 e 41800, dito pautado
a 49 e 49500. quartoa de papel do corea com 20
quadernos a 720 rs., dito braoco muito bom a
19 e 19200, dito de quadriohos a 19, dito pauta-
do com 40 quadernos a 2f, caix/nhas com >apel
da beira dourada a lgOO, dita crn nvelopes a
19 e outras mais qualidades de papel que se ven-
de barato : na ra do Queimado na bem cohe-
cidaloja de miudezas da boa faoia n. 35.
O bom e barato na boa
fama.
Veodem-se rentes muito fiooi: de msrfim pars
bichos viodos de Lisbos pelo baratissimo prego
de 610. 800.18500. I98OO e 29 cada um, ditos
para alizar a 18600 e 28, ditoa le blalo pretos
e brancos tambem para alisar a muito bona a
500e-800 rs., ditos entre-fios 11 280 rs., du-
zias de carreteis de linbas de !t( 0 jardas de os.
50 a 80 a 720 rs., grozas de bitoes finos para
caigas a 240 rs., ditas de louga iraocos e pinta-
dinhos para camisas a 160 e 2i0 rr.. agalbeiros
de marQm muito bonitos a 800 ditos de osio torneados imitand : os de marfim
320 rs., figas de marflm braocas e eocaroadas a
30 rs. cada urna, agulhetaa de roarBm para en-
flar a 240 rs., grozs de butdes muito fiaos ma-
dreperla para camisas a 640 e EDO rs., tesouras
rancezas muito tinas para cosU ra e ;abello a
29 cada urna, ditas com pequeuc loque de erru-
gem a 19500, liabas de po a 1)0 rs. a miada
ditas para bordar a 160, 200 e 3)0 rs., dita frou-
xa a 60 e 80 rs. e outras muilis cousas que se
vende por menos do seu valor : as rus do Quei-
mado loja bem coohecida de miudezas da boa
(ama o. 35.
Perfumaras bar atas -e de
boas qualidades.
Vende-te para acabar muito bons sabonetes
reme de amendost em calza:) de louga a 500
rs., fraseos com o bem condecido sndalo a
19500 e 29, fraacos com baolti transptaeole a
90J rs., ditos palacholy a 640 n caiiiohas com
aove qualidades de extractos e lados muito fios
a 29, ditas com 12 tambem mua fiaos a 31200,
(rseosgraades con agua de colonia muito su-
perior e bem coohecida a 19500. 2f e 39, pasti-
Ibas muito cheirosss de Luben | ara conservar a
roupa livreda traca a 19 cada papel, ditas do
mesmo fabricante proprias pina defumar a 2>
cada caiiioaa, duziasde saboan js muito boas a
6Jl) rs. e outras muitas qualidMlss que se vende
ranito baratas na ra do Queimudo na bem co-
nhecida loja de miudezaa da boi (ama n. 85.
Colheres de todas as qua-
lidades.
Vendim-seduziaadecolberei.de metal para
sopa de lao boa qualidade que a ida fleam deven-
de 11 de prata pelo bartasela preco de lOf,
un para cha a 69, ditia de me il principe para
opa a 5g, ditas para cha a feiJO. conxas para
Umc sopa mutto suptrioree a ..500 cada urna,
mtat para tar auucar a 800 m., tiem de todas
estas colheres floiasimas ha t atrs qualidades
mata ordinarias que m vendem barato na roa
do Queimado na bem coaheeit 1 Iota de miude-
iu di boa fama n. 85. ^ -
Vende se a bordo da barca porlugueza
tanga, aal de Liaboa limpo e redondo ;
oa ra do Trapichen. 17.
Sementes de hor-
talices
Na ra da Cruz n. 32, deposito de pao e bola-
chi, veodem-se sementes de hortalices viadas de
Lisboa.
Sahio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Crespo o. 7, sonde o respeitavel pu
blico achata um grande e variado sorlimento de
miudezas que se vende por precos mais baratos,
10 por cento do que em oatra qualquer parte,
aiiim comoseja, franjas pretas com vidrilho e de
cores, fitas de todas aa qualidades, franja e galo
de lioho, cascarrilhas pretas e de cores, frocosde
todas as cores, os riqusimos eofeites de cabega,
galozinhos de lioho e'de seda para eofeites,
chapeoziohos para criaogas, chapeliabas para se-
ohora, booets de paono e velludo moito fios
boa I par* n,eDno,> ** muito chiquea para sintos,
mangnitos e golliobss maito tinas, lesgos de
cambraia de linho muito fios, e muitos mais
objectos que se continuar annu ociar, pois ven-
de-se tudo por precos baratlssimos por se acbar
em liquidaco. Na mesma loja se achara um
rico sorlimento de smeodoas e confeitos proprios
para qualquer mimo, que ae vende pelo baratis-
simo prego de 1(600 a caizioha.
Vendtm-se ricas gollinhas e punhos de cam-
braia e faiteo ricamente bordadaa com lindos bo-
toes, pelo baratissimo preco de 29 cada guarni-
cao : na ra do Queimado n. 22. na loja da
boa f.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramaate de linho com duaa varas de
largura a 29400 a vara, aloalbado da linho ada-
mascado com duas larguras a 29500 a vara, brim
brinco de linho moito superior 1 1|440 a vara,
dito de corea, fazenda mutto sAperior a 19, dito
pardo de liobo paro a 800, 19 e 19200 a vara, di-
to de qaadrinhos moito proprio para calcas, ja-
queles e paletots para meninoa a 200 rs. o cova-
do, gaogas francesas muito superiores a 400 ra. o
covado, cambraiss francezis muito finas e de
muito bonitos padrdes a 260 e 280 o covado,
cambraia Usa muito fina a 4f, 5 e 69 a pega com
8 1)2 varas, cambraia com salpicos tambem com
8 1(2 varaa cada pegai a 49500, dita maito supe-
rior o melhor que ha oeste genero a 1 lgoOO a pe-
ga com 17 varas, ou a 800 rs. a vara, cbitaa fran-
cezas de muito boas qualidades e de lindos pa-
drdes a 240. 280, 300 e 320 o covado, 016 de li-
oho liso muito fino a 720 a vara, tarlataoa bran-
ca e de corea a 760 a vara, toalhas de lioho para
maos a 79 a dnzia, ditas pelladas multo superio-
res a 119 a duzia, gollinhas de cambraia borda-
das a 800 rs., manguitos e Rollas de cambrsis ri-
camente bordadas 1 59 o par de manguitos com
urna golla, longos brancos muito fios com trico,
renda e labyrimho a lg280 cada am, ditos de
cambraia de linho para algibeira pelo baratissimo
prego de 4, 5 e 69 a duzia, e asslm um completo
sortimento de fazendas de (odas aa qualidades,
que sendo s diobeiro vista se veoderao por pre-
cos mui baixos : oa bem coohecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Barato assim barato de mais
Sabonete finos.
A loja d'aguia branca recebeu urna crescida
quantidade de sibonetes finos para barbas, os
quaea convm a lodos compra-Ios mesmo psra
moi, avista do diminuto prego de 39 porquanto
se est vendendo a duzia. Para satiafazer-se sos
boas fregueses se vender tambem em menores
porgoes, porm quem mais comprar mais lucrar,
porque aasim barato nao aera fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha oa ra do Queimadc
loja d'aguia branca n. 16.
Corees.
Em massiobos a 500 rs. cada um.
Em fies a 640 rs. cada um.
Em voltas de 8 tos a 29500 cada urna.
Vendem-se muito bona coraes, em massiohos,
dos e voltas de 3 dos, pelos baratissimos pregos
cima : na ra do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Sebolas a 640 rs.
Veode-ie a 40 rs. o canto da soblas: ns tra-
vesa de pateo do Peralto 16, (renta amarella
Vndese por precisa o o mi estrave erloulaj
oe meia idade com habilidades, por prect com- {
modo : na na da Praia, primeiro andar, n. 47.
Vende-se um tonel que reva para mais de
100 canadn de azeite de cirrapato, vende-se em
coots : oo largo do Carmo, quina da ra de Hor-
tss n. 9.
Camisas e ceroulas
Vendem-se superiores ceroulas de linho muito
finai pelo barato prego de 269 a duzia, ditaa tran-
cadas de algodo, mas de maito bos qualidade, a
17| a duzia; camisas brancas francezas a 229,249,
26 e 309 a duzia, ditas psra meninos a 22g a du-
zia, ditat para homtm com abertnrat de ebres t
2?9 i duzia : na bem conheclda loja da boa f
na rea do Queimado o. 22.
Lentjos brancos para algibeira.
Anda se vendem lencoi brsncos finos para al-
gibeira pelo baratissimo prego de 29400 a duzia :
na loja da boa f, na ra do Queimado n. 21.
Mei >s para sentara.
Veodem-se meias finas para senhora pelo ba-
ratissimo prego de 3*600 a duzia : na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Attencao
Geircsres & Los, dooos da loja de miudezas
da ra do Qaeimado n. 85, bos fama, partieipam
*o publico qae o seu estabeleciment se acha
completamente prvido dtt melhoret mercadoriaa
tendentes ao murrio eitabetecimento, e muitos
ostros objectoi se gosto, sendo quasi todos rece-
idos de suss proprlss eocommendas ; e estando
eei ioteirabeote resolvidos a nao veoderem
Qtdo, afiaogam vender mais barato do que outro
qaalquer ; e juntamente pedem aos seus desado-
res que lhes maodem ou venham pagar os seus
dbitos, sob pena de serem juitigados.
Rival
sem segando.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, eat diapoato a vender lado por preco que
idmtra, assim como stjt:
Fraecot da agua de lavando mullo gran-
des a r
Sabonetas o melhor que pode haver a
Ditos grandea muito fios a
Frascos com cheiros mallo finos a
Ditoa ditoa muito bonitos a
Garrafaa de agua celeste o melhor a
Frascos com baoba muito superior a
Ditoa dita de urgo fioitsima a
Frascos de oleo babosa com cheiro s
Ditos dito dito a
Ditos dito nilo a
Ditos para ltmpar a cabega e tirar caspas a
Ditos dito pbilocome do verdadtiru a
Ditos com baoha transpsrente a
Ditoa com superior sgus de colonia a
Dita, frascos grandes a
Fraacos de maca- oleo
Ditos de opiata paqueos a 320 e
Ditos de dita grandes a
Tem um reato de lavando ambreada a
Liaba branca do gaz a 10 rs., % tres por
dous, o fina a
Dita de carteo Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com 100 jardas a
Duzia de metas cruas maito encorpadasa
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhora, mul-
lo finas a
Vara de bico da largura de 3 dedos a
Dita da franja para toalhaa a
Groza de boles de louga brancos a
Duzia de pbospboros do gaz a
dita de ditos de vela mullo suseriorea i
Pegss de fita para coi de todas as lar-
guras a
Moendas r meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
RudoBrumn. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
\GRNCI\
DA
Fundido Low-Noor,
Ba da Senzalla Nova n. 42.
INeste estibalesimeulo cootinda a haver um
completo sortimento de moendas' e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batida e coado de todos os tamaitos
para dito,
armazem de fazendas
DE
Santos Goelho
Ra do Queimado n. 19.
Lencoea de bramante de linho a 89.
Cobertas de chita finas a 29.
Ditas a prego de 19800.
Cambraias pretae muito finas.
Colchas de fusto maito lindss a 69.
Esteiras da India de 4, 5 e 6 palmos de largo
proprias para forro do cama e salas.
Lencoea de panno de lioho fino a 29.
Algodo monstro a preco de 600 rs. a vara.
Toalhaa de linho para mesa a 4f.
Ditas de fusto para mos, cada urna 500 rs.
N. O.Biebor & C.saecesaorea,roa da Cruz
o. 4, tem para vender relogios para algibeira de
ouro e prata.
Bolacha.
Vende-se bolacha econmica a 3{ a arroba :
na ra da Seozala Nova n. 30 e travessa dos Pi-
res n. 9.
Esseocia de ail para eogom-
mado.
Esta esseocia a mais pura e a melhor que
tem apparocido, ums a duas gotea bastante para
dar cor n'ama baeia de gomma, tendo a vanta-
gem de oo precipitar e nem de nodoar a roopa
como succede muitas vezes coa a flor de ail:
vendem-se em frssqainbos s 500 rs. cada im : na
rus do Queimado, botica n. 15.
A 5$ o covado.
Panno fino bom cor de rap, fazenda que vale
7f, vende-se para acabar, cheguem que muito
birato : na ras do Queimado o. 47.
A 1$200 o covado.
Grosdeoaple preto muito bom : na rna do Quei-
mado o. 47.
800
320
160
500
19000
I9OOO
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
80
29400
4J500
3g0O0
120
80
120
240
240
320
Agua ambreada
para bannos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia brinca aciba de receber nova
remttsa da proveitoss e mui procurada agua
ambreada, cujos bons effettos de refrescar a cu-
tis, tirar o ardor que deiza a navalha quando ss
fas a barba e acabar o mo balito proveniente
do transpirar sao j bem conhecidos,- assim co-
mo nis seahortt por nao sodsrem so sol faz
conservar perteitamente o brilho do rosto. A to-
dos quaotos tem usado d'sgaa ambreada nao sao
estraohos esses effertos e elles aero ainda mais
conhecidos por aquelles que munidos de 19 se
dirigirem a loja d'aguia branca ra do Queima-
do n. 16, onde nicamente se vende.
Brincos pretos a balao, e
outros objectos para
luto.
Desses objectos de que boje infelizmente tantas
familias precisara, na loja d'aguia branca acba-se
um bom sortimeolo delles, sendo brincos e rose-
fas a balo, polseiras modernas de grossas e for-
tes cootas, alfinetes para peito, ditos tambem pre-
tos, em caizinhas, bonitos e moderos aderecos
e meios ditos, cialeiros de fitas e fivslas pretas)
eofeites psra cabeca, grampos de novos moldes
para segurar cabello, luras de torcsl de seda e
pellica, meiaa de aeda e algodo para horneas e
senhoras : com os compradores de tsaa objectos
se ter a maior contemplacao, altelo o flm para
que sao: por isso dirigirem-se ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
muitos outros misteres.
A loja d'aguia branca recebeu ama porco de
arroelas ou argolas de borracha, que acertada-
mente se applicam a differentea fins, como tam-
bem seja para emmasaar papeia as diversas re-
partirles publicas, nos sartorios, escriptorlos,
armazens, lojas, boticas, tabernas, etc., etc., e
mesmo de alguos particulares, o que na verdade
vale apia comprar-se pelo diminuto preco de
240 e 320 a duzia, para poupar-se o trabalbo de
atar e desatar um masso de papis todas as vezes
que se precies, assim como as mais largas servem
para segurar carteiras, e manguitos de senhoras,
e mesmo para pulseiras de missaogas, adveran-
do, porm, que cada argola tem aua Qvela ; ven-
dm-ae em dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Agua balsmica para conser:
vaco dos dentes, e agrada-
vel hlito da bocea.
Ena apreciavel e proveitosa agaa balsmica,
cujos boas effeitos de conservar a- forlido doa
denles, fortalecer as gingival e tirar o mi hli-
to da bocea, sao j bem conhecidos por todos
quaotos della tem usado, e ser ainda maia por
quem, prezaodo esses boos resultados, se dirigir
com49 dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Gravatas de seda pretas e de
cores.
Hui boas e booitas grtvataa pretaa de seda com
salpicos de cores s 500 e 640 rs. cada urna, ditas
todaa pretas de bonitas sedas de chavisquinhos,
bos fazeoda a 1g. ditas de superior gorguro eom
pootas bordadas a vallado a I96OO, ditaa de traa-
passo pretas e de cores com alfinetes, e mui pro-
prinpara meninos, sendo ellas de bonitas sedas,
forradas.e com dous pospontos de sede dreores a
I9500 cada urna, e maltas outras de dfftreotes
qualidades e precos : na ra do Queimado, loja
d'agala branca n. 16.
Meias de cores para horneas
Muito boas meias de cores a 160 o par, e 19600
a duzia: quem aa ir nao ae designdtr, pois
que sao boas e baralisiimas : oa roa do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Vende-se oleo de ricino em latas de 30 li-
bras : no armazem do Teizeira, defronte do cha-
far, no caes da alfandega, saceos de farioha
muito boa, 0 arroz de caaes.
Vende-se um caleriotet muito mo-
derno e forrado de novo, com arreioi,
por pretjo commodo : na ra do Hospi-
cio n. 37.
Ultimo goslo.
Gollinhas bordadas e punhos
com botoes para senhoras.
A loja d'aguia branca, onde bem se encontrara
objectos modernos e de gestos, scaba de receber
um lindo lortimeoto de gollinhas bordsdas e pu-
nhos com bonitos boles, o que hoje ultima
moda, e por isso neohuma seobora se deve ne-
gar a comprar urna dessss guarnicoes por 29OO,
taolo mait qaanto ellas to necetsarias para
completo ornamento daquellas que tero de apre-
ciar as bellas representaedes do Martnangel, e
mesmo as que oo forem teem igual direito de
comprar esses bonitos arraoios ; na loja d'aguia'
branca, ra do Queimado o. 16.
Grvalas econmicas.
Na loja d'aguia branca acba-se um bom sorti-
mento de gravataa de boas e bonilae sedas ingle-
zas, as quaes se vendem demasiadameote bara-
tas sem que tenham deleito algam, e s sim por
terem um pouco mais largaiohas, estas a 320 rs.
cada urna, a outras mais estrellas e superiores a
640 e 19. Assim, pois, coovem a todos approvei-
larem a occasio, porque gravataa boaa e por laea
precos niogtem as delza de comprar: oa loja
d'aguia branca, ra do Queimado D. ic.
0 Livro do Povo.
Sihio .luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direceo do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigues, e contm a vida de N. S. Jess Chtisto,
segundo a oarraco doa quatro evangelista!, e
mais os seguiotes arligos: o vigatio, o professor
primario, o bom bomem Ricardo, amoral prali-
ca, Srmao de Nanlua, mximas e pensamentos,
a byglene, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicaco do LIVRO DO POVO nao s tem
por flm uoiformisar a leitura as escolas piima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
differente, e portaoto facilitar o trabalbo do mes-
tre e de discpulo, como tambem vulgarisar, por
um preco baratissimo, a historia do ailvador do
mundo, e os melhores preceitos de moral.
Vende-se o Livro do Povo, no Reeife, na
Iivraria da praca da Independencia ns. 6 e 8, a
500 ra. o exemplar em broebura, e a 800 rs. car-
tooado.
Panno de algodo da Bahia.
Vende-se no escriptorio de Antonio Luiz de
Ol?eir Azevedo & C, na ra da Cruz n.l.
Cambraias.
Vende-se cambraias de cores de bonitos e ele-
gantes desenbos a 280 e 320 rs. o covado: na
ra da Imperatriz loja n. 20.
Oliados.
Vendem-se oliados pintados de lindas vistss e
paiaagena larguraa de 6, 7, 8 e 9 palmos, pro-
pnos para mesas de jintar a 2J o covado : na
ra da Imperatriz loja o. 20.
Allencau! altencao!
Aos pas de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da ra da Imperatriz aeha-se a
venda um completo e variado sortimento de boas
fazendas, e qae vista de auas qualidades sao ba-
ratiisimamepte vendidas, e para mais veracidade
do que fica dito, abaixo vo mencionadas algumas
das ditas fazendas, a saber :
Chitas largaa cor fiza a 240 rs.
Hadapolo fino com 24 jardas a 59.
Cambraias de cores a 280,320 e 400 rs. o co-
vado.
Velludo preto e de cores a 29.
Lindeza de cores a 160 rs. o covado.
Lencos pequeos a 80,120 e 160 ra.
Chapeoa de caitor floo a 89.
Chitaspretas mullo largaa e finas a 240 rs.
Algodo trancado preto muito bom para vesti-
dos ds eicravoa a 200 rs.
Cambraia liaa com 10 jardas a 29.
Cassa de salpicos com 10 ditas s 39.
Cambraia bordada para cortinados com 8 va-
ras a 2/.
Barato e bom.
S Hagalhaes & alendes, na ra da Im-
peratriz numero 56, loja e armazem
da arara.
Seda preta.
Vende-ae grosdeoaple preto moito eocorpado
a 19500, 1J800 e 29 o covado.
Panno preto e casemira.
Veode-se peono preto para calcas e paletots s
I97OO, I98OO e 29 o covado, cortes de cssemira
preta para caiga, enfestads. a 39, 39200 e 39500 :
na ra da Imperatriz n. 56.
Lazinhas suissas.
Vendem-se lazinbaa suitsaa muito nn para
veatidoa a 560 o covado, cassas suissas de qua-
drinhos de cores a 280 o covado, fusto de cores
psra vestido a 280 e 320 o covado, popelina de
cores para vestidos e roupa de meninos a 240 o
covado, bare*ge de cores psra vestidos a 360 o co-
vado : oa ra da Imperatriz n. 56, loja e arma-
zem da arara.
Hadapolo a 3#000.
Vendem-se pecas de madapolo entestado a
3J a peca : na roa da Itjperatriz, loja da arara
numero 56.
Boupas eitas.
Veodem-se paletots de alpaca preta e de cores
s 39, 89500 e 49, calcas de brim e fusto a 29,
paletots de panno preto a 8$ e 109, ditos de ca-
semira de cores a 10 e 129, calen de cesemiraa
de certs e pretas a 5S500 e 69, colletes de gor-
guro e velludo a 39500 e 45, camisas francezas
a 1&600, 2, e 28500 : na ra da Imperatriz, loja
da arara o. 56.
Manguitos de linho.
Vendem-ae manguitos e gollss de linho a
2J5O0 e 39, ditos de fusto com botozioho a
29500 e 39, gollas com bolotioho a 640, ditas
de traspasso a 19 ; na ra da Imperatriz, loja e
armazem da arara n. 56.
Enfeites para senhora.
Vendem-ae enfeites a turca pretos e de cores a
29. ditos a Garibaldi muito modernos a 49, 59 e
59500, sao todos pretos, luvss pretas de seda fi-
nas a 800 rs. o par: na ra da Imperatriz, loja
e armazem da arara o. 56.
Cortes de cambraia.
Vendem-se cortea de cambraia de barra e ba-
badoa a 39 e 39500, pegas de bretaoba de rolo a
29 e 29500, e outras fazendas que se do |mos-
tras para ver : na ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da arara o. 56.
Sacido preto.
Vende-se sacido preto maito eocorpado para
vestidos, melhor fazeoda que grosdeoaple a 29300
e 2J600 o covado na loja da arara, ra da Im-
peratriz n. 56.
GorgurSo para vestidos.
Vende-se gorguro de linho a 280 o covado,
chitas a 160 e 200 rs. o covsdo, ditas franetzas
a 240 e 280 o covado, cassa fina a 280 e 320 o
covado: na ra da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63
Vendem-se cascarrilhas de seda de todas as
cores a 99400 pega ; ricos eofeites pretos e de
cores a 59500.
Loja do beija-fior da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-ae filas de cs a 320 rs., pe;a de 10
varas, enfiadorea de vestido, de linha a 120 rs.,
escovas para unhas finas a 640, 800, 18000 rs.,
piuceis fios para barba a 320, 500 rs.
Loja do beija-flor da ra ero
Queimado n. 63.
Veodem-se oculos fiaos de armacao de co a;
720, 500 rs.; agulbas francezas de 10 e 20 rs. a
linbas de merca de 10 rs. ; grozas de boles
brancos a 100, 120 rs. ; ditos pintados a 180 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se cartas portuguesas finas a 19800 :
ditaa francezas a 38800 ; wisporas a 900 ss; liohas
pretas e de cores e brancas do giz a 800,900
ra ; dita de peso a 120 e encarnada fina a 120;
fivelas psra calca a 80 rs. ,
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se lavas enfeiladaa a I9800e 29000;
Fazendas pretas
superiores.
Grosdeoaple preto multo superior pul j-.
outo preco de 29 o covado, pauso preto trato I-
no a 3,1 5, 6, 7 e 9J o cov.d.. U^reU
muito fina a 2f, 29500. 3, 3*500 4 cevaW
maotat pretal de blonda muito aepettoreui tSa*
manteletes de superiores groadenaplet treta* n-
cimente bordados a 359, sobrecasacaa ato a>aaa*
preto muito fino s 309, casacas tambes Oa attmi
preto multo fino a 309, pataleta ale praoo ptuto
oo a 18 e 209, ditos de casemira ato ce* smu-
51? J-.a 18* uPeores gravatiokas eelraila a
19. ditas de setim maceo e ata gorgurit) analto .
com lindos alfineles s 29, superior gorguro pre-
to para colletes a 49 o corte, rirae e.fritas ptVtoe
a 09, e assim outras nuiles fazeaa* > --- .
dinheiro vista. v.nde-.Vr p^TwBX!
ratos : na ru. doQueim.don 22, nNsB^ke-
eida loja da boa f. *-
Superior cal de Lisboa.
Tem pera vender em porco e a rotalbo Aula.
mo L. h de Oliveir. AzeVaOo 4 C? S*S3a
criplorio ru da Cruz n. 1. *""
liosas artificiaes para ca-
bellos.
A loja da aguia branca recebe* bouii as roa,,
aaique se estao mando psra os cabelle*, vM-
de-atoa rus do Qaeimado loja da aguas braa.ee
a. tu.
Fita branca de borracha.
Ena Ota de que tanta taita havia echa-a* h*i*
na raa do Queimado loja a'.gota braette m.Vi
Olhem para o pavi e
Camisiohas com gollinhas maanitas
de cambraia bordados, fazenda mo-
darnissima a
Ditss de fnstio com salpicos de cor
(jolliobaa bordadaa com botioriabo
Ditas de todos os goslos a 640
Ditas com manguitos de cambraia bar-
dadas a
Manguitos de cambraia bordados avilo
Boos a
39000
900O
19*00
240
para
39000
99500
lf
50b
000
Chumbo
Veode-se chambo de manicio a dinheiro por
219 o quintal e a arroba por 59500: no arma-
san de Antonio Cesario Moreira Dias. ra ds
Madre de Dos n. 33.
Peotes de tartaru-
ga para tranca.
Na loja da raa do Crespo o 4, indo psra a pon-
te do Recite, ha para vender por atacado ou a
retalho muito booa penles de tartaruga para tran-
ca, sortidos, e de gosto moderno, por preco ra-
zoavel.
Vende-se um balco em bem uso : Dars
ua Praia n. 54. v
Gollinhas bordadis a
Rom el raa de cambraia entalladas
Uto a
Camiainbas psrs senhora a
Lenciohos de lioho com labyrintbo pora
roao a *
Ditos a imlacao de labyrintbo a 11 o
Luvas de torcal eofeiladaa com vidrilho
Enfeites pretos com vidrilho a
Ricos aofeites pretos e de cores, a Tarea
e Garibaldi
Grosdenaple preto s I96OO, 19800 *
Todas estas fazendas vendem-se na rus da laa-
"!"" W. lo nmtum do pavao. de Ga-
ma a Silva.
Injecco Brow
Remedio infallivel contra as gno.-
rheas antigs e recentes. nico lepc-
to na botica franceza ra ala Cruz n.
22. Preco 3fc
Attencao,
Vende se um relogio grande de sata
patente e que regula as horas e cosss
corda para 8 dias : na ra de Hortus
n. 82
Pe chin cha
sem igual.
Cortes de chita frsnceza de superior qualiaem
e de muito lindos padrdes, eom 11 covado* cao*
corte, pelo baratissimo prego de 29500 codo ata :
na loja do tobrado de quitro aadaroa, ao raa d
Creapo o. 19.
Presten, altencao
O Gallo vigilante oa ra do
Crespo n. 7,
qae qaer liquidar o vendendo ludo por preco*
que admira, como sejam :
Riquissimss bandejas de charao do saaiua nu-
lidades.
Salvas de metal com ricos lavrores issitatMk
prata.
Copiobo e pralioho de metal proprio par* mo-
nino.
Manteigaelra do lindss cores de vidro com tama*
e pritinbo de metal.
Riquissimos eipelbos com moldura doara**.
Toucadores com gaveta e do otrae Mlidaee*
Biooculoa com excelleotas vidro*.
Riquissimos taques de sndalo a modtvporat*.
E muitos msls objectos qae so coaUawari as-
oanciar e que vista do fregaez se tari todo *
prego.
Vende-tea casa sita na rao do Gloria o.
36 : quem pretender, dirija-te s moamo, uua
achara com quem tratar.
Aljfar fino imitando perol*.
Vende-se a 500 rs. o fio da aljfar loo. imi-
tando perola : na roa do Queimado, laja d'aguia
branca n. 16.
Vende-so um engeabo oa riboira do Um.
moeote e correnta, muito bom do Irma e cerca-
do, eom todss ss obras oras, toa propore.de*
para safrejir 2,000 pies aunase*, distante do
embarque legos o meta, ou troca-se por predio*
oesta praca : a tratar no pateo do Caras* o. 15.
Escravos fogiou?.
I0. 800. 19000. 19400 rs. ; ditas pira } ","_ ""V". ". <
320. 500, 640 rs. ; pente.'tr.vesso. SSPjST! &*7t575
Botinas
psrs senhoras, ae maia bonitas e bem eofeitadas,
tanto pretas como de setim branco, chegadss to-
das pelo ultimo vspor francs : na rna Nova n.
, loja do vapor. .
Velas de cerneos s tlj a arroba: vende-se
na rus ds Boda n. 48, sobrado.
ditas de fio de Escossia a 800 rr.; escovas para
roupa a 640, '
cabello a
640 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n; 63
Vendem-se linbaa de Pedro V a 20 ra o car-
tio ; ricos bicos o reodas do Porto, imitando o
da Ierre e de diveraaa larguras, e maito barato.
Vende-ae por melado de seu valor um lin-
do cindelabro de 5 linternas, contando maitas
pecas prstisdsa, o qeiel novo : na roa da Gloria
n. 17, daa 3 horaa da tarde em diante.
Novo Hez Mariaono.
O edictor do novo mez marianoo coja exlracao
tem sido extraordinaria, por ser mudamente im-
presso^oroado com ricas eslimpss e muitas vi-
nbetas, querendo que elle chegue a todos tem
reolrido rebaiiar o seu antigo e io prego pela
maneira aeguiole : os que cnslavam 9 pasaam
para 12500, os2J500 para I98OO. e os de 39 para
29 aproveilem a occaaio poia sao mui poucos
os que reatam : na ra do Imperador o. 15, das
9 horas da meabas as 3 1[2 da tardo:
Sementes
de Hamburgo*
De hortalica e flores.
Viadas pelo ultimo vapor ingles: na rus lis Ca-
dete do Reeife loja do Vidal & Bastos,
o pegar toro-* i
Fegio no dia 20 do correnta da
patacho Capuana, o eacravo minlo
ro de nomo Antonio, tetado If 1
oa menos, aliara regalar.
quem o pegar leve-o 00 oasibj..
Antonio Lais de Oliveira Axavedo C rao da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito tatatho ejao aovi
generosamente recoasponaado.
Fugio 27 de marco am molaliaao do ne-
me Affooao, de idade do 11 aaaaa, ejnol tosa 00
sigues teguintes : olbos grande*
um signsl de talho na testa, naris
grande, beicoa grosios o cabello
rente,'ceceo do corpo, pos o sai
tem a talla um pouco roneo, a tai '
ca de azulio o camisa de 1
ae ter ido pare o mato
ilht doe Ratos n. 30, que ser ts
Gratificase com 300$
Contioa a estar fgido o eacravo mol tas do
nome Rogerio, de idsde 24 soasa,
meos, desde o inno do 185J,
seguintes : sltura regular oa mi
do eaquexelido, cor atarantado, cota falta alo i
tes, quaodo falla carrafa no 1. amo aos
elle fallar di ippartocias do Uta. oaaao
lados, naris chalo, cabello* amasa nades o i
quaodo fugio liaba principie alo
cettaa bem cicitriada, em um doe vassoa Sosa
ums cica tris de ums poetemt qoo loro, am too-
te espediado o ottomogado, oo
aptlhetadoc com os toraototao
pode ioculcer-oe ter sido aeldat
muitaa cieatrtsoa que tosa asa i
tanto, as Illmae. aatortdodoo,
polictaea, quo so digara
cipilles de campo oa [
do dito eacravo, o sor
senhor, no engeabo flndtbvooB,
sis ds S. Loureaoe da Mosto, -


LiWkV
DIARIO M PI1NAMBUGO SEXTA fliAA I DI MAtO DE 1161
Litteratu.ra.
LlIZl DE FllOCA
rut
Condessa Ha sb. .
IX **'
(C0DtDC0. I
A uoal, exhiuriim-se me is Torcas. Vi que
nao baria remedio seuao por ira termo quillo,
e escreri para a corlea sollicilir acrevoeaco do
viscoode. Mu ha mi liona la datzado iraigoi;
a raioha digoou se interceder pelo meu pedido,
e a gnca nio oi diffitl de jbier. Recebi-a
por iira ezpresso, e lo tornar a termais esperaocae d sbccego, porque
6 a lela da separarlo me cutara pungitivas
saudades.
Procure! o Sr. de Serlay pira lhe coramuoi-
or_m carias, que acabaos de lr e rogar-lhe
Obdiencia is ordena do re.
Eocoalrei-o o'um caraman.hio a derramar
rdeotes lagrimas e repetir o meu oome. Ea-
cutou-me na maior anciedade, e primeiramenle
recuaou o faor que ihe iraxta, protestarlo que
asda o afaslaria de mioj, que morrena am Ru-
pelmonde, j que eu o queria matar, mas que
-nao me abandonara.
Tiremos ama lucU de mnilaa horas, sem en
poder por flm obter coma alguma, e dentando-o
oo enmelo da desesperado, parlilhada egual- j
mente por mim.
Eata TiJa de rapaz lornou-se o foco de aventa-
ras romnticas e perigosas, o que me ei rolar
por elle com duplicada solicitada.
Bourguignon, sea relho criado Macular, f-
ua-me scieote de todos os passos do iseondo. e
combinramos tantamente os meioadeos preeer-
r*T a ptn*0M 1M measaTem.
Torjoi este interesas que seotis, nao cuileide o
coorlr da vena myateriosos, tendo apenas caatel-
la em nao cahir em patso, que poderse aer re-
prehendido.
Com tal arte andel, que a calumnia oem sequer
ousou tocar-me.
A rainha, augusta me de vossa alteza, penho-
rara-me com bondades.
Vagou am lagar de dama do paco, pediu-me
ella que o requeren*, e sssegurou-me, que un
dos seus deiejos ers ter-me so sea lado.
Um di, que eu estara de serrico, recebi urna
carta anonyma, pela qual me prevenaos, que o
riscoode da Serlay doria ir oaqaells noule ao
baile de mascaras da opera com a Sra. de.......
cajo mando arisado desta entrevista, meditara
terrtrel riogaoca ; e me lembraram, que s eu
era capaz de aalrar o riscoode, tazando-o renuo
ciar a tal projecto.
Este bilhete nao me oi dado aeno ao entrar
para o meu quarto, depois da cela da raioha. Es-
tire a ponto de desmatar.
Mal Uan tempoHe ir a Paria e rer o pobre via-
coode asaim ameagado.
Era
anooa ; aioda que as maceracoes ai lagrimas a
deranan apagar; tllajeeifseaprerita, aem-
pre horrirel, phantasuflto. miohas no. tai pre-
occupec;io dos mous diaa. mea eterno aepp'licio,
qua so e morta terminar.
Os diaa de entrado passaraa-ae no meio da
ato deeentreada devaaaidio. A desorden doa
"J* bm a rergonha da raligiio.
O Sr. de Serlay nao escapoa torrate; alo
houve eipelunca, au prostbulo, em que nao en-
IT ABaHK
feliz
uesesperacao, pariunaaa eguai- tra o mesmo ; qutz tentar. Man Jei spromptar
. No dia seguiote renorou-se a (caralloe de posta, e em breva estara saa porta
te toda a semana nao oi maia : leociooaodo roanda-lo chimar por am tiesto a
z. Lomecavs a desesperar, quaodo ocu me prelezto de qualquer coaaa
TT..^?Tr; a ?r*gou *eio abrir, e dase que eea amo
O ntiao amigo do Tiicoode tere um j bata partido para o Ma com sua eenhor..
f?&!? qU.e f" lur'-? lao P""g0"ra8nle'que Que Mer? Na >. P da minha aver-
ild?-lu Pelasa' wl*'a AJ,"sc,laD1le, a tal especie de diveriimento, ve.ti um tra-
SSnrtnl- .!.prMeBC- Sr- **& u5 *! 8 ><"* apropri.do, e mande, partir para a
principio se uegou,a acceder instancia ; porm,; Opera. v v
aV6 aCo oribni P^u "'""'l. r?prehn- i S'.b aos do aonbaoio, decidiu-se ,. partir, jurando- por sso esteva bem tesura de aue fcilmente o
me que estaa de volta, logo que satisfizesse o encoutraria. q tmente o
mFi!lZ%*?' "t,Vi. A c#b*4 ou-me volt., quaodo me no
mente a rh, d,meU tT0- *min- C0"J"- i mel d Uidao. Os dito, aria atrevido, me
.gado coraeao. e cutei; nao tinha senlo am nico petisamentoo
de encontrar Heorique.
Amicha Inexperiencia obrigoe me a desper-
di(a( muito tqmpo ; mas emflm, quaodo me re-
ttrava para ir procurar Bourguignoo, a ver se alie
Oh slm, un- me guiara oaquelle ddalo, descobrt o viscoode
ma omatadiffi- aaubiruma eacada com a senbora pMo braco.
i.r S J I df. soportar. Para me appron- Eram seguidos a alguos passos por um homem
Sis. d"rtA ?a..q,,e nh' fomeD" U P,,t,id "** l ao. cabello., e que os observara
tona daao lado. Que enigma n amor! ; attentamenle. uiTaT
ilprime,,M c,.rlMde Henriqueeram passa-| Nao pode dutidar, de que fosse o Sr d... o
das de dese.perecao, e destarasaa que se nio mando ocioso. '
***V* q?Q martyr o por mal. tem- i Ao l.mbrer-me do que podia acontecer, sent-
rN.. .odn. h0r"' n),n0,0- m9 re0,eCer t0da' laoc.odo-mecomodouda,
i todos o. aeuj rolos a cara do no meio da lurba-muile, chegue ao pe delles
irre a Rupelmonde. agarrei o brajo do viscond<\ que se voltou logo
t d ve dorar toda a e is a repeilir-me, quaodo alalhei em'voz baiza :'
Suu eu ; entremos deoressa o'um quarto :
anda temos lempo. Elle nao nos v.
Quem ? replicn o vi.coode.
ers incuravel. Dei ao Senhor tolas aa aeches de
gragis por me ter preservado i> crime, e todava
lacompreheosivelefTeitodas ps zosl espere! an-
Cioiamente a volta do perigo I Precisara de o
Fr. Velo, era a miohs vi la, soffrer aj p
rJelle, toda a minha -licidade.
ncia de todos os males da a
. a cura
amigo, aBm de poder voar lirre
A rerdadeira pafzSo. a qu
vida, perspicaz. Houre umti pequea varian-
te mais fra o ama das sus. carli s, aps dout me-
tes de aeparapao ; senti-a, e ijruai mortalmeote
lerida.
No correio seguiote, a mudnn;a tomou carc-
ter mais sensirel, dedois mais liada, depois car-
tas mais relamidas, e depois tquet sem as rece-
berqualro rezes. Nao podia ooservar mais a
iusao: o visconde
nao me atoara j ; estava
tao certa diaso, como se elle m uno m'o disses
se. E, quando tres semanas depois, recebi qus-
tro linhas todas chelas de reservas e embara-
zos; nao duridei um iostante ( uo tiresas ama
rival.
Sen ti entao, senhora, come(ai urna outra es-
pecie de tortura, um martyrlo i e nova especie
para mim : o crime I o ciume a distancia I o
ciume. que nao sabe em que ae firmar, mas que,
est bem certo da aua etisteocii I o came que
eria um fantasma, que o veste, <|ue o pe diente
de si, o que lhe nao ple dar ontro nome seuao
o odioso nome de rival I o ciume, este monstro,
lince oo olhar, que vft no corar,flo amado como
n um espelho, que aegue o, nrelecer gradual
Oesse corago, que ouve.que re jete todas as pa-
rarrai dirigidas a outra, e que en seguida crav.
esgarras oo nosso coraeao, para ah gravar essas
palsrras em lettras de fogo.
0^ piojosa e benigna princezi I agradeca ao
Cu poupa-la as agonias destas.
Madama Luiza, muito commovida, apertou a
mao da condessa, e tentou arlcilai urna pbrase.
Mas nao pode ; erguenJo o. olhjs, apenaa mur-
niurou urna orago, e enchugou ama lagrima,
que lhe corra pela faca.
Henriqoeta continuou a narrado de sos vida :
A ultima carta do visconde de Serlay nao
ine deizou durida alguma. Ama -a outra.
marido desta aenhora. Ande, e depressa.
X*c aS8u,leD. 1ue eu os salrarei.
O Sr. de Serlay maodou abrir um cubcalo,
maito escuro e espacoso, que tioha alugado para
aquella noule, e que aerri. ordinariamente para
aquella eapecie de entrerisla. Assim que entra-
mos, deamaicarei-me ; a Sra. de... retrocedeu
ao encarsr-me. >
v~"uNao ,90nr',eceio, minha senhora, disse eu.
> eoho como amiga, o seu marido sabe tudo, e
seguiu-a, estando agora de certo a espera-la a
eta porta. Somos quasi da raeema estilara, tro-
quemos os vestuarios, e deize-me islo pormioha
conla. r
O riscoode recalcilrou ; queria ir direito ao
o cime que Sr. de... proroca-lo, e nao podia soffrer, que eu
' me abanas,e a esta meolirs.
OuantoSra. de..., essa estira a morrer de
medo, e de bom grado consentiu noque eu di-
na. *
A troca fez-ie ; eu estara n'uma ll agitsr-io
tebnl, que sentia em mim as forcaa renascerem
para levar ao cabo, o que coocebra.
Apenaa estiremos promptas, aahinos denlo
ambas o braco ao Sr. de Serlay. Nao me tioha
engaado, o marido estava espera ; adisntou-ae
logo para nos, e pareceu admirar-ae, de que to-
semos tres. *
Qae rae fazer? disse o riscoode. Olhe que
ae compromette. Deixe-me fszer o qae ea quero,
que n um instante acabo com lato.
Silencio. Estejam descansados; eo respon-
do por todo.
Dirig-me altaneira para o mariJo, a cujo bre-
go me eegurei. Apertaodo-me o mea at me fa-
totao sent despertar-se em mim urna eztraor- zer gritar, rourmurou-me ao ourido
diara altirez. Escreri Henrk ue, dizendo-lbe.
que aderinhava, que elle me occollava alguma
cousa, que queria saber todo, pirque era sua ir-
r-uta, sua amiga, e como tal tinhi direitos, deque
nao podia ceder.
Ezigi-lhe ama lio plena cooj dqs, pu-lo tao &
aua vutade, que logo lire em rexposta cito pagi-
nas de protestos, confessaodo gao tioha refleeti-
ao muito, e que tinha conhecido na minha per-
fejcao a impossibilidade de uliar para mim, a
A senhora muito atrevida I
Muito atrevida.... e porque, senhor?
Nao ditfarcei a voz, o que o fez estremecer, e
pedir-me que repetase a phrase.
Meu Deus I nio ella I
O pobre homem tioha cem
aobre o peilo.
arralis de menos
Entretanto, sobreveiu a duvida, e
poz-seafazer-me perguntss. Susteotei o tiroteio.
e minha vontade lhe lirei e^eizei as suspeitas.
aquella nonle estava com um chute sinistro.
reaa arto C^ P"* Um 80'oiB"0 da m,is e,he- como be.m se P' lizer, porque estava espanta-
ros adoracao.
Conclua annanciando-me qu i o seu amor ti-
nha sido para a ama verdadein mulher, pecca-
dora e imperfeita como elle ; trndo,- dizia elle,
aummo prazer em me dar esla nova, porqoaoto,
eu nanea havia querido parlicipar daqaelle
amor, e na realidade muito ma i me conrinha
sao.
Grande foi a coragem, que av quei a mim pa-
ra supportar esta proracio. Man, com o soecor-
ro de Deus, triamphei, se com esse triumpho
se pode coociliar a mulaoca, ru m mim se
operou.
Impuz-me novas obriga^oes : aceitei em toda
a atlilude da missio o nome de i ojo, que elle me
dava, e fiz voto de ser o seo. Esla larefa estava-
nie a sorrir; era como am meio licito da coexis-
tencia do amor e do dever.
da de mim mesma, e recetara, que ludo equillo
viesse a dar u'um accesso de loucura.
Esta maacarada darou mais de ama hora ; os
outros doua seguiam-noa aempre. Quando me
convenc, que nada j havla a temer daa furias do
marido, conduzi-o ao quarto, em que nos lioha-
mos vestido, e onde eotraram logo em seguida a
esposa e o visconde.
Agora, meus caros, tempo de pOr termo
ao gracejo. Tire a mascara, marquesa ; mostre-
mos a cara ao Sr. de.....para qae elleaaiba, que
ae pode vir innocentemente ao baile da opera.
Para outra vez, nao ter o iacommodo de a
seguir.
Com certeza, minha senhora, replicn o
marques; qae se a Sra. condessa aqu est, todos
podem aqu vir sem culpa.
a noasa providencia. Bem a
o aeu aojo. Nunca me hei de
notas
SBMg>. de Rupelmonde, mea U-ttff ^r,.SKS 'Bi
marido adoeceu. Tratei-o tairee com mala cari- fatigada. Nio me acompahou mio^oor afn.
nho, do que o ten. felto aotaa de ter sentido desencia, e.j ie tetia retirado ..uia.
equelle amor reprehenaivel. Nen de dia. neo de aeno tiralk .1 h^7 I temP-
noute. lhe sahium minuto da c.beceira.e posso ve"a demorad4 Pl" n" >-
ria." V' A'U" qU9 P'dU D<,0S ,he diUUm ; ~ SahiniM ld Durante os dous anooa do mei lato, emqaao- chama o vUcoode
lo me vi rodeada de creps, que me recordaran) esqnecer deste servico.
SV/r? oteu ?uetrrao.qUe "*'"' & ,hel -ZJ&Z* ^ '- -. P Ihe-nio
O visconde escrevia-me frequenles vezei; in-
forma va-me de todoa oa seas nuccessoa e ora-
re res.
Eoamara-o, sempre, e em c Jn carta racebia
urna paohalada-
Lembrei-me entio que aiodi era
elm disso bella e rica, o qae eoi aumma nao po-
fil* 'eTi ? elle am mu rrtldi. Podia ji dar-
lhea felicidade sem incorrer in culpa alguma.
por isso o meu primetro pensameato foi ve-lo
para o que part para Veraailles.
Momeoto de alvoroco para mim o da
reuniio I
Tema parecer-lbe demedie i, envelhecda,
proviociana e contrafeita no mein daquella corta
em qae era lio hospede.
Por ootro lado o mea amor dizia-me, qae o
delle, eofraquecido por falta dediperaoca, e rea-
nimara achando-me mais teora, e adaviobando
o flm da minha joroada. A aaa primelra phrase
fez-me doer o corarlo. Di.i pu-me a aoail-
lasio.
Bons diaa, meo formse aojo eielamou
elle ao ver-ma, e inclinando n oelho diaota de
mim : entio o mea bom aojo mltou o tea roo,
a ei-lo aqu em legar Uo pot o sagrado I oh !
tem muito que maldizer eita nciedade, o que
nao maito edificante para a c nidessa.
B estara alegre, aatisfeito. ae n qae emoli al-
guma acompanhaase esta alegni,, sem que o co-
racio Ibe batease mala frequeote.
Nio tire remedio aeoio rf| rezar at lagri-
mas ; eitava perdida a derridcm daa mlohai il-
losdea.
Foi-me necenario ciogir-me nicamente ao
meo papal de anjo, e contenta: -me com aer a
confidente, a teatemanba, par aasim dizer, das
extravaganciai que me mortifici.vam. Estav o
viscoode entio lonco por daaa o alherea ao mea-
mo tempo.
A prioaira era urna dama di. 3ra. duquesa, de
Boorboo, maito bella e engrai;a:.a, cajo marido,
porm, nao era doa qoe Iba pocliam apreciar, a
galantera.
A aeguoda ara a joven Coloiiba, mallo liada
b .Harina da Opera, qu. j lint i arrunaBo traa
embaixidorai quatro capitalilM.
succedor outra. Fiz o que devia, para os salvar
ambos ; mas nao quero tornar a aaber de mais
nada, te persistirem oa aua culpada cegueira.
A marqueza chorara, e nio responda palarra.
i Infeliz creatura I tambem o amara I
O Sr. de Serlay cooduziu-me i caa, a quiz
moca, e, egualmente agradecer me, ralhando-me branda-
mente por me lar compromettido.
- Na opera a coodeaaa, tao austera, Uo pura I
Nio Ibe promelti preeocher o lugar da aaa ma-
drilba? Sem duvida ellate-lo-bia aalvado, como
ea. O qae eu quero, qae me na oJeie ; aia a
recompeoaa, que ambiciono.
Cooaequencia do episodio deeta noute foi eu
cahir da cama para um mez. S6 maitaa oracaa
e penitencial me tranquillissram, depois de ler
dado eite paaao.
Foi entio um invern muito brilhaate; conti-
nuou a condesa, de Rupelmonde referindo o. saua
amorea com o riscoode de Serlay.
Grande numero de feataa ae deram oa corte,
principalmente na cidade. A mana do jogo era
eolio a predomioaote entre os rapazea oobres.
O Sr. de Serlay entregou-se a elle quasi furiosa-
mente.
A paizo do jogo fez- lhe esquecer todas sa auas
paixoea amorosas, e st esqbeceu os seaa deveres,
chegaodo a desprezar-me, o. qae foi o mximo
dos desgoslos para mim.
Todos os di.s Bourgaigoon, o criado do- viscon-
de, participava-me novas perdas, a riamos a aaa
fortuna deifalcar-se espantosamente. Bourguig-
noo dizia, qaa aeu amo ji nio contara, mettia
simplesment. a mi no seu cofre, e tirara aem
saber qoanto, nem o que ficara.
Bu ora rica ; fasta muilo poueaa deapezaa, a ti-
nha accomulado algamaa ecooomiaa. Dediquei
tudo a austeotar aquello rapas a impedir a aua
total ruina. Teodo por cumplice Bourguignoo,
o riscoode nem aequer aoaba da miaba dedica-
rlo. B o meo cmplice ioformara-oao de todas
aa fallas, de todoa os perigos, ainda os mala gra-
vea, qaa eataram para acontecer ao visconde.
Paco agora i Sra. prioeesa sao pardos a orno-
ci qae aioio. Tem aqu lugar a rircuostancia
mala angu.tioaa da minha vid. Foi a que desidia
do meu destino.
Anda que esta lembran;. data de ha quinze
lalvez se nao pos-
N am mez vio ama i vez. As suaa risitas
mostraram cada vez mais, que erm feitas a aeu
pozar, e apenaa por am reato de digoidade e con-
sideracio. Era peior msrlyrio, que estar auieote
delle ; aquellas risitas eram como urna irona he-
dionda I
Torea-feira de entrado, nio estar, de aer rico.
Era meia noate; aatara-ne aproreitaado com fe-
licidade deites momelos, am que se foge do mun-
do para eslarmos a sos com aa nosaas ioquiela-
coes e cuidados. O tempo ers de desabrido in-
reroo.
Bataram i porta da cea.. Tu Jo. oa meus cria-
doa, ioclusireo portelro, dormiam profundamen-
te; quem bata, vfu-seobrigado a taze-lo multas
vezes. Abr ama jaoella, atormeot.ds por um va-
go presentimento. e lobriguei Bourguignoo Im-
paciente, eu mesma lhe fai abrir a porta. Tioha
o rosto palldo, e o. olhoa eapantadoa denuncia
vam urna grande desgrea.
O visconde I exclamei: qae tem elle! aue
lhe acootecea ?
Nao penaava aeno o'um duello, via-o j mor-
lo I Aquella vida delle era Uo chela de pe-
ngoa l '
Est perdido, ae a Sre. condessa lhe oo
acode. Desde hoolem i noute vae l em caaa a
mais sola orgia. Passou a ooute oo meio de ra-
parigas perdidas a bqmens desprezivais. EsUo a
jogar; e roubam-oo, saqueiam-no. Quaodo par-
t, ji Ibe nao restara para arriscar, aeoio a prata
da casa ; ji li rao Ierras, movis, joias, e acaba-
rao pelo assassioar, quaodo oto liverem qae Ibe
tirar. Aqui e.ti porque vim aqai direito. A Sra.
coodeaaa o ea aojo da guarda ; corra em seu
salvamento. Quem lhe poder valer aeno a ae-
nhora?
E que bei de fazer, meu Deus t
Eacrever-lhe I chama-lo 1
Nio vir I
Talvez, mioha senhor.
sa recussr.
Ora I recesar com certeza. Ha s um re-
medio.... am sol Mea Deas, perdoae-me! Vou
me perder.... maa que importa? aalva-lo-hei.
Bourguignoo, chegue ali a procurar um fiacre, e
depois ha de acompanhar-me.
Oode, mioha senhora"'
A casa do visconde.
~ M>s a icohora nio oaviu bem entio.... ea
disse que o Sr. risconde tinha em caaa....
Bem ouri, bem aei.
Poii eolio nio ha de ir.... impoasivei.
Hei de ir, hei-de.
Oh I mioha seohors... cooaidere... aquella
gente groi.eira, emflm. perdoe-me em Ih'o
dizer, ah nio o lugar da Sra. coodeasa.
Bourguignoo, quero ir, porque assim o de-
ro. Quaoto mais, nao tem duvida alguma. Para
que aerriria a reputacio iotacti de urna mulher,
ae lhe nio dsse o direito de sabir sem maocha
do meio da lama ? Hei de ir, 6 o nico remedio.
Obedeco, minha aeobora, mas a tremer.
Que consecuencias nio pode isto ler para a se-
nhora. Vaina-nos Deus I
Senta tao bem, como Bourgaigoon o risco, a
qae me expunh. ; porm quemo maia encarar,
o perigo. mai. me diapuohaa arrosta-lo. Quao-
do urna mulher ama sinceramente, quando .ente
em si toda a pureza e nobreza do amor, a do pri-
nmro e nico amor de toda a vida, Oem alio er-
ue a cabeca, e a alma eoche-aa-lhe d'um orgu-
Ino, que oem urna viitude. Oh 1 a dedica?io
e tao bella, tao verdadeira. Uo delicioaa I
Cabio a chura a torrente.. Oa meus cre.doa,
que se tioham levantado oaviodo movimeoto em
ea.a e a tees deshoras, pareciam espantados de
me verem assim sahlr peto meio da ooute'. Al-
guna offereceram-se para me acompsohar ; pe-
diram-me at que fosse no mea carro Kecusei
tudo, o part ao cora Bourguignoo.
Em todo ocamiubo nao demos patarras. Quan-
do chegamoa, estava lio perturbada, que nem
sabia oode eslava. Nio raeobrel o aaogue fri
seoo no cimo da eacada, qusndo Bouguigooo
me perguntou o qua eu mandara.
Abra easa porta, e a anuncie a coodeaaa de
Rupelmonde.
Sra. condessa I... lanzar assim o .eu nome
ao meio aesta canalha .
Nio tem dnvida ; o Sr. da Serlay creio eu,
impedir qae me inaullem em aua caa. Faja o
que eu lhe digo, Bourguignoo.
Sa a senhora quizesse, qae eu prevenisse
em antea o Sr. vincoode ?
Nio oio. Repito ; faga o que lhe digo.
Entrando oa anto-cam.ra, em qae os lcelos
embriagado! dormiam em coofuaio, o cheiro he-
diondo, qae exhalara todo o quarto, por poaco
me fazia perder os sentidos. Raidos*, gargalhe-
dsa vioham da aala contigua. Li dentro brin-
dav.m, cantaram, gritaran) ; era da 80 nao per-
ceber palavra. Bourguignoo poosou a mi na
chave ; antea de lhe dar a rolla, anda tima vez
me pediu que refleclisse.
A senhora est horrireltnente paluda ; olhe
que nio pode supportar o qae rea rer...
Annuncie.-me, respond eu. .
Bourguignoo abriu aa duaa meias portea de
par em par ; lotos os olharea ae roltaram para a
porta. Entio rirando-ae para me iotroduzir, ao-
nunciou :
A Sra. coodeaaa de Rupelmoode l
Ao pronunciar deate nome, callaram-ae aa vo-
zerias, eos olharea fitaram-ae em mim. Eotrei
sustentada por urna torea quaai sobrenatural, a
de que ainda hoje oio sai dar explicarlo. Santo
Deua I o qoe ea vi I
A meza coberta de reatoa de comida, de garraf.a
de porcelaoaa em ped.cos, de luses mortigai ; a
toalha enodoad. de rioho, o. tapetea raagadoa e
immuodoa. Mulherea, deagreohadaa e impdicas
no trajsr, meio deitad.s em sophs, adormeci-
daa com o aomno da embriaguez aopdeho-
mena no mesmo goslo I Pluma o flt.a espalba-
daa pelo meio de cortinas em fsrrapoa e joias
partidaa 1
Era para recaer de horror I A um canto da
meza, alguos jog.dorea, entre oa quaea dlri.ei o
risconde, pareciam estraohos a lado o que ae
pauava a rolla d'ellea. A p.llidez dos rostos e
as cooTulsdes das msos denuncisrsm ss sensa-
;6e. qae oa agitaram.
O Sr. de Serlay... corei de rergonha ao acha-
to em semelhante ealado I legaran as earUa com
aoffreguidlo ; aa rendaa da camaa caiam en ti-
raa, e os pos do cabello embr.oqueciam-lbe o
falo. Mil ao podia recooheear.
Logo que apparecl, os convivas, que conserva-
ran) alguma preeenca da espirito, foram-ae reti-
rando, a a final flquei no quarto com o viscoode
Uo absorto que nem por mim dra, com o sea
parceiro, com a meoioa Colomba, a oa dormeo-
tes, cujo roncar toterrompia o silencio que reina-
va. A menina Colomb. eacarou-eae com am ar
atrevido ; oa jogadoraa nem em mim aequer peo-
aavam.
Boorguigooo, dlsee ea maito alto, fazendo
a mioha voz estremecer o visconde ; chame o
criadoa do Sr. de Serlay; ri alumier a esta sa-
nhora, e aquello aeobor, o manda levar d'aqui
par. fra eata gente. Quero fallar com o seu
amo.
A meoina Colomba ia abrir a bocea para so op-
por. Atalhei logo :
Sr. de Serlay, em oome de sua lia, exijo que
maoda d'aqoi aair eata mulher a eaae homem, e
qaelra ouvir-m.
O risconde olhou-me com am ar parvo ; com-
prehendl qae daqaelle lado nada baria a eaperar.
o que a tarefa era maia difflcil do que eu conlava,
Dirigiodo-me ento a rapariga, apezar do aico
que me in.pirava :.
Meoioa, repreaeoto aqat a familia do Sr.
de Serlay, o peco-lhe qaa noa deize sos.
Miohs aeohora, qua lhe poder ella dizer?
eat a cair d'embriag.do I
Eslaa pitarras gelram-me o s.ogae ; era re-
almente a verdade. Entretanto Colomba obede-
ced, e levou o jogador. Fiquei diaota do rie-
eonde... Quer saber vossa alteza o que ella fea ?
Offereceu-me aa cartas, e pergunlou-me aa queria
jogar I I O qoe aquello, iofamea lloham feto de
anfl dai maia be formadaa ntelllgencias, qae
tenho entonlredo I
Desesperada, deixei-ma cair n'uma cadeira.
Bourguigaon entrou.
Eolio aeobora, que diz o Sr. riscoode ?
Nio v, Boorguignon ?
Acabara do adormecer.
Pois, Sra. condessa, esti completamente ar-
ruinado ; roabaram-lhe lado. Ouvi-lhee dizer,
qaa amanhia mtndariam buscar os iews morola,
daa suas propriededes. Meu pobre
horaa,
lancei-me para'dentro da carruagem
a os titaloa
amo I
M^< Tf-lei: .0*01 mM Peosamentos
Ooororgiam oaquelle rosto desfigurado. Aqaelle
bomem, embrutecido palo vinbo a pela llberlioe-
n.l!?.H l0l V "ha ioceoaado, ora o
Daos qua tioha collocado cima de Deus no meu
coraeio I Com o despreso, com o remorso, a
mioha voeacio appereceu em toda a luz ; o se-
nhor lera aquella horrirel commocio para me
chamaras!. N um minuto dscidiu-se o meu
destino.
Aioda taniei em rio arrancar ao visconde .1-
gumas palavraa reaoareia ; apenaa acordava. e
murmurara phraaoa arolsas. Era como urna mas-
sa marte e sem Ideas. Olhando-o eolio peta ul-
tima vez, e dlrigiodo-lhe com a mao o derradei-
ro adeua, voltei-me para a porta.
Bourguigooo, leve o aeu amo para urna boa-
S!. V. !'.eogo que fr di". fC "!' Per-
r..?.?ffre-U tabelliio pagar. E prio-
n. 52? -" deIe Urar d'*qi ous. alauma.
rinJ? a? "'<> eita orgia o ac.sou de
arruiosr. A' maohia .. dez horaa. em mioha
Depoia
de alaguer, e aotrei em caaa aoffreado o a
doa malea : despresar quem se ama I Passeito-
da a ooute a escrerer. Fu testamento. Deizei
a minh. fortuna ao risconde ; o Sr. do Rupel-
monde, fallecido sem herdeiros, lioha-lhe lega-
do a aua, cujo usafructo ea tioha.
Eicrev algamas linhas em despedida ao ria
conde, com alguos cooaelhos, e depois ped a ra-
a V *,Ie.rm,Ma0 de me demittir do cargo, con-
Qando-lhe a mioha teo;io aem o motivo. Mao-
dei um propno a Veraeillea. S. M. respondeu-
me logo ; diguava-ae aceiter-me a demissio, e
ordenava-me nicamente que a prevenisse do dia
da proflisao.
i Aneihora8 rei" Bourguigooo. Dirig ao mea
labelliao, mesmo em sua preaeocs, oa papis, que
lam periencera aeu amo. Nio lhe dei patarra
.obre o.acoateclmenlo. di ve.pera. Dando gra-
linc.cae. aos meus criados, trouxe para as cer-
meliia. qualrocenlas mil libra, de dote. E com
estas disposicoe. feitas, recolhi-me a este aaolo
lugar.
A prioreaa nio queria acreditar na minha reso-
iuQao, nem coocordsr com ella. Foi oecessario
urna ordem assigoada pela rainhs, o pelo Sr. ar-
cebtspo. O Sr. de Serlay rarelou o maior pezar
e portou-se nobremeote. Pediu para me rer ;
oao quiz; oio tea torca, para tal eotreriita. Fiz
proteatodenaoreceber pea.oa alguma, e a Sra.
prioeesa a uaics pessoa de fra cora que tenho
fallado.
Custaram me oa primeiros momelos. Nio,
porque me d-seeperaasem ai auaterilades desia
viJa, mas porque me oio podia affazer idea de
urna eterna separscio. O viscoode nio sabia que
aioda o amara ; morrer sem elle presentir o meu
q" i ,n,exlln8,11Tel amor, eu o borroso aacriQ-
Cl Precisara de arrancar aquella imagem, que
tioha aolranhadano cora;io.
Pouco a pouco a-oraco foi-me aoccorreodo. O
socego foi rindo gradualmente. Sent que amara
a Deus. e que i. olvidando tunalo sentimento.
Oarihei animo. Oa ruido, do mando oio chega-
ram aqui, e preveni tudo para ignorar o que teria
aido teito d elle. S me ficou urna recordacio ;
o espectculo d'aquella terrivet ooute de vergo-
ohas, qoe me arremessou para eate claustro. Foi
o castigo que me fieou.
Aqui esti a mioha hiatoria para narrar a qual
a vosia alteza me foi oecessario revolver lem-
brancae, que me eetivam oo mais fundo do pei-
lo. Proounciei am oome, que ha vinle e dous
annos me oio sahia dos labios. Agora gracu
Deus, a ultima vez provavelmente. Rogue por
mim a Deua, augusta tilha da mioha nobre ama;
que ae peqaei muito nao soffri meos.
A princesa escutara esta longs historia com
urna aociosa attencio. No tico permaneceu silen-
cila durante alguos minutos. Broa indeci.a de-
liberacao lhe flucta va oo pensa ment.
Mioha Irmia, dase a final agraderjo-lhe do
cor.Qio este leitemuobo de cooflao;a. Maa, dga-
me, acredita que Deua oio perdoa a quem ama
a.ilm, quaodo nio cedem a ea.e amor, ou ae ia-
,criticam aem recompensa ao objecto, que o ios-
pira ?
O smor, seohora, para Deua e oa deve-
res, que lhe reapeltam. Tudo o mais loucura
e decepco.
_ Tem razio, mioha irmia, verdadelro o ario
oao ha no mundo aeoio isso. E' om pensamento
confortador para os que choram as illuses des-
truidas. Adeus, mioha irmia; jamis me olvida-
rei d esta cooveraacio, que me ha de aioda aer
fructuosa. .
E' tempo de volt.r para Veraailles.
Madama Luiza deacea de aovo eapella, e aio-
da lornoa a reaar. A Sr.a de Rupelmoode joe-
ihou-sa ao p d'ella. Ambas choraran, ambas
suspirav.m, embaa eaperaram... no cu I
Aa carmelitas cooduziram al ao limiara prin-
ceza, que pareca camtnhar com urna presea me-
nos habitual. Dir-ae-hia, que estara anciosa por
aahir do convento.
Minha aeobora, dase a coodeasa de M.u-
liea, ji fui chamar o viaconde de Sertay, que fi-
cou a examinar oa quadros da capaila. Vem j
ahi.
Effeclivameole o pagem chegoa i porta do
claustro. A'quelle nome. aquella vista, um grito ht de.oito
oou detrasds grade anda nao cerrada.
Que foi? exclamou madama Luiza.
Sror do Saoliasimo Sacramento eat iodis-
posts, respoodeu a prioresa ; leram-n'a pira a
celia.
Pobre mulher I pensou a prioceza ; queria
poupar-lbe eate golpe, queria que ignorasse a
presenta do homem, que tanto amou. Meu Deuil
eatar Uo perto d'elle aem o aaber 1
X.
7na visita condessa Dubarry.
Mioha cara condessa, ettou a cabir de cao-
aago, exclamou a Sr. de Maulieu aeotando-se
o urna marqueza, em casa da Sr. Dubarry ; e ae
me oao tireases aaaeverado, que o rei me desig-
nou com o seu proprio punho oa lala da ceia desta
ooute, Meara com certeza em caaa.
Pola realmente nio vena seoo por nio des-
obedecer so rei ?
Por maia nada, podes ter a certeza. As mi-
nnaa obngacoaa matam-me.
Eoiaun'esse caso eatou muito contenta com
a armadilba, que empregaei. O rei ha de folgar
com te ver, maa olha que oio te espera.
a "L"fl i8' nma P*fl de aoliea, rubra de deapeito.
Perdi, nao pude resiatir, queria ver-tel ata-
Ihou a Sr.* Dubarry com modo adulador. Coo-
veraemoa. Temoa bem em que. Ha am scalo
que le nao tenho viato. E em primeiro lugar!
como esli lodos esses negocios com o duque de
Cumberland ? Ouri fallar n'uns arrufas por ria
de urna brincadeira... de urna fita. E" verdade ?
Nio, oio ; mas csrto, qae o enanca do
Saocsrre, oamorado de mim at a loucura, fez
tudo para laso. Tioba arraojedo ama briocadeira,
ama maacarada, com o caosinho da prioceza
Coueas do rapaz de escota I Estaloa tudo aquillo
oo meio do quarto daa priocezsa ; eu fique! aoce-
gada, mas o duque sahiu proteatsndo ringar-ae
do que chamara minha Ineolencia. Julgava-me
cumplice na peca 1
Depoia para ao viogar, correu a mioha casa a
me jurar, que nao ma amara, e que ia sabir da
Franca. Ora aabea que eataa juraa feilaa .assim
sao urna boa mentira. Grilei, chorei, deamaiei,
veiuo medico, que tambem jurou, qae eu marre-
ra ae mecootiouaasem a coosummir. Foi neces-
ario Uto para o converter, raaialiu al i morle :
lancoa-aa-me logo aoa ps. jurou que era am
moostro em me atormentar a n'iato lioha razio)
beijou-me aa mioe, pediu perdi, e teve verd-
deiraa convulsoea de dr.
Foi ludo intil. Nio ced seaio depoia de olto
diaa de lagrimal, de urna pallidez medooha, de
cartas, de recadoa, o, n'uma patarra, da humllDa-
cio mais plena. Depois nao lem htvido a menor
ouvem a obacuracer o aol da nossa encantadora
intimidada.
O d ufue eaU apaixooadiaaimo. E quanto a mim
tenho-me deliciado com a ringanca. O heroeai-
nho da Normandia foi denunciado ao pao como
quereodo eecapar-ae doa bancos da academia para
hir commaodar o regiment, e l foi fechado i
chavo, a nio foi oa digreaaio do Compiegoe, o qae
o baria de irritar. Mas qaem o manda entrater-
ae cjmigo ?
Ora abi oaU o que de arrebatar 1 E o ou-
tro teu amanta, o recoohecido legelmeole ?
Silencio ; nio fallemoa n'aaae. C.uaa-ma
tedio I Sanio-me um diaareto, um aeatimenUl de
grande marca I Adora-asa I E" am Alceate, qaa
toaba com Aatraia. Qaando eaaarmos. aahira-
mos da corte, o .epullir-oos-hemoi oo Delphina-
do, onde lem urna caco, qua Iho legou a con-
dessa de Rupelmonde, quando foi para o conven-
to. Haremos da .r n'aqueUe adao diaa da oaro
e da seda I
a ser o pagem de madama
Elle contioai
Luiza ?
Cominea; tazamos o serrico jaotos. A prio-
ceza de Ghiitel nio volta, a aaseguro-te que eita
toterioidade enfada-me.
Maa a princoza muito boa.
Nio o oego ; com todo easa boodado oio
me satisfaz. A cass de madama um conrelo ;
oao rejo a prioceza senlo a rozar, a com aullara
penitencias. As criadas dizem que Iraz um cili-
c.'- Na hl seoo duaa peasoas a quem falla com
liberdade : urna o Siocerre, aeu afilhado, a
quem desculpa todas as extravagancias, -e recebe
oo seu oratorio a toda a hora. Aoatra aquella
elvagem, que lhe de.le, e a quem sempre lem
ao p de ai, ensinando-ihe a ler, a fallar, o a
rezar. '
O* coodeaaa, replioa a 8r. Dubarry olhao-
do para a Sr. Maulieu com um ar diablico : o
bancerre um bonito rapaz..-, beio ?
Aquellas duaa almas perrera*, comprehende-
ram-ae logo.
Ora I ama prioceza, que ae ompraz em imi-
tar aa carmelita! I
Havia Unta malicia oa defeza como no ataque.
As duaa amigas sorriram-se e callaram- Nio me dissesle, menina replitou a Sr.1
Dubarry, o que o Sr. de Sertay pensara do Sr.
duque de Cumberland,
Penaa, que um principe completo, um
principe como s o. ha ooa coolos de cavailiris.
Peosa, que este principe quer desposar urna prin-
cesa de Franca, e que essa princezs a minha.
GooQaram -lhe este segredo, para que aocegaase,
e agora curra os seus quaranU e cinco anooa
dianle da miohs poaigao official, laucando ao
vento alguma coasa, que lhe digam a meu rea-
peilo.
Oh
blime I
E *duM louquiohee riram s gargalhadaa.
Falla de boa f, coodeaaa; nem aempre o
achaa-te aasim lio piegas, Uo inspido I
< 7" .?" nao no ,eB,P lo Sr. de Maulieo, a-
tnda elle tinha algum gello. Maa agora !
E porque trata de ser marido. Ni Ja tor-
neo homem maia feio do que aa preteocoea a
noivo. *
Dizes bem. Entretanto- sempre pude coo-
seguir, que elle oao fallasse n'iito a nioguem, e
que me guardara alguos annos de riuvez, em
respeilo memoria de meu primeiro marido.
Que querea ? estou agir com urna virtude .
E de novo comecarara s risadas. N'esse mo
melo deu o relogio meia noule,
Vamos arranjir-oos melhor ; os convidados
eslao a chegar. Temos c oa doua rivae., o du-
que eo leu pnminho, que apparece hoje de no-
vo. Alcance! iaso do rei, e nao me cu.tou pou-
co, porqee o rei tem medo de desagradar ao du-
que de Langeville. Para elle os amigos e as Ideas
relhss siu tolo.
lento.
1 Uto muito para diifructar I au-
a pr lado aaa or-
-v Nio fallando dos velhos amores. Nio le pa-
rece ? Y
Aooanciaram depois os coovidadoa, entre oa
quaea eotraram o duque de Cumberland e o raar-
quez de Sancerre.
A favorita recebeu tolos com iquelta graca
/riana.que encantara Luiz XV; tere para cada um
urna patarra espirituosa, urna galaoteria. A coo-
deasa Dubarry tioha as qualidade. e os ricioi do
eu estado boa, insinuante, sincera, ma. .em
urna idea nobre. Era urna grandeza, naacida com
espirito ; mais nada.
Com a aua prespicaci. femioil, adevinhou que
oa aeus modos pomposos e os seus ditos de mu
gosto eram poderosas armas para segurar Luiz
AV, e por isso oio abandonara a talic*. Urna .6
concessio fez i etiqueta, e foi para com aa prin-
ceza., a quem tratara com mil sttenc.de, como
temo, visto.
Difflcil mente se reconheeerta a meoioa Lan-
ge o'aquella seductora creatura, fazeodo corl-
ala, ao rei e auas Olbas. Se estivesse entregue
a ai meama, nio teria feito mal algum i Franca;
poaco se importara com a poltica n'ella segui-
da, e oque queria s, era prazer emais praier,
proporcionado ao lugar que oceupara.
Por outro lado, eslava cootiouamente rodeada
de lisonjas : os poetas e oscorlesios offereciam-
Ihe locenso capaz de dar volta i melbor cabe?,
do reino. E tere ella a babiltdade de ae oiodei-
zar aeduzir, o de .juizar lmente da posicio; de
que deria aair com o ar mais tndlfljrenle oos-
sivel.
N'aquella noute, pareca a condessa muito ri-
sonha, e muilo entusiasmad i. O rei tinha-lhe
dado o preaenle de um toucador d'ouro, admi-
ravel e precioja joia artstica.
O duque de Coi., amante .ecrelo da coode.-
*a, chegou mai. tarde do que o cosame; foi re-
ceido framente, mas sem resentimeoto. Harta
talvez mais um remorso do que ama exprobra-
cao oa maneira reservada com que o acolhis ;
talvez lhe custasse ainda engaar aquelle a quem
ludo devia. Era o toucador de ouro a fazer as
rezes de con.ciencia I
Minha prima I disse o msrquez de Sancerre
senhora de Maulieu, sei tudo o que lhe devo,
oao me esquecerei de tanto favor. .
~" Sancerre, est Uo zangado 1 Isso oio Ibe
fies bem. Eis aqui lem o aeu illastre mestre ;
nao certo, Sr. marechal, qua os edade do mar-
ques se deven aempre esquecer as iojuriaa ?
Pois nio, senhora coodeaaa? 1 quaodo ti-
anoos, esperar sempre, e nunca
me (embrava, responde o marechal de Biche-
lieu a quem se diriga a perguota.
. O qae aigaiflee, meu querido duque, que
foi alguma cousa raidoso e maito ingrato, repli-
cn a marechala de Mirepoix.
Como quizer, miaba seohora ; o nome pou-
co vem i quealio. O que certo, que me oio
dei mal com o preceito.
O Sr. marechal esquecia ss iojuriaa que lhe
partiram de mulherea bellas ?
Eis o nico e aimplea caso em que poaaaia
memoria ; at que o ioimigo capitulasse o raocor
era diablico ; maa depois l aa me varria a in-
juria, e pouco depois o beneficio da meama ma-
neira. Quanto maia, a minha cabeca nio urna
btbliotheca.
Mrquez, ioterrompea a marechala, olhe
quem entra. Ser o rei ?
Nio aeobora, sua sua alteza real, o Sr.
duque de Cumberliod.
Vem corH boa cara. Hoje rem propicio;
leremos reconciliacao ?
Senhora duqueza, em materia de alliao;a
Preciso que as potencias estejam da accordo,
aliis pode haveruma complicado geral.
Eolio effectivameote o marquez eit oimo-
raio da coodeasa?
O marechal ouvia a perguota.
Namorado de urna coodeaaa I Espero que
oao 1 O querido Seucerre ha-de-me ter para es-
pelho : amar pouco, sendo amado muito.
Nio, oao, eatejam deacaocados ; oio estou
oamorado de pessoa alguma.
O marquez disse lato alto a bom aom, acompa-
nhando-o com um acento e olhar, que ambsra-
caram a seohora de Maulieu.
Felizmente para olla, a porta abriu-sa, e a se-
ohora Dubarry foi porta para dar a mi a
Luiz XV, que entrara com um meio lorriso ooa
libios.
Miohas seohoras, a seohorea, exclamoa a
coodeisa ; anounetcvos Luis o Bem-amado I
XI
O litro de Sania Thereza.
Em quaoto Luis XV o a favorita paaaavaa as-
sim aa ooatea n'aquella. reunlea intimas a en-
cantadora!, a piadora a ca.ta fllha do rei rezara
ao p do altar, em qae j a viaoa.
A prioceza lioha ealado com o veoeravel ar-
cebiapo de Paria, Cbriatovio da Peaamoot, que
aahiu tio edificado, qaa oio poda deixar de dizer
para oa que o acompanhavaa.
Madama Laiza urna aaoU. As auaa vir-
tude hio de proteger ioconteeta val mela a
Franca.
A princesa tioba maodado servir a ceia oo aaa
proprio quarto, dispensando as damas da todo o
aervico, e depois da risita do arcabispo Acara oo
genaflexorio.
O marquez de Sancerre quiz r-la, e oio (oi
recebido ; mandoa-lhe ella dizer qaa voltaaae oo
dia seguiote. Depois d'aquella ooute pateada aso
ngilia, dirigia-sa espalia, a recebeu a coa-
muobio daa mios do seo capellao. Abi paiaoo
toogaa boraa, o cboroa copioaaa lagrimas.
Durante a ausaocia do aadama Luisa, Maria,
a sslvagem, eotrou oo oratorio, aem qaa oio-
guem dsse por tal, de maneira qaa o/elle fieou
soetoha.
Era a priaeira vez, qae ali entrara ; aprovei-
tou-ae da occasiao para examinar cariosamente
os moris a os objectoa preciosos, que guarne-
ciera o quarto o qae Iba pareciam oatroa lantoe
brioqeedos.
Easinada, como oatava, por sua aaa, come-
coa logo a rasar i Virgem ajoelhando-ie diente
da eatataa, qaa a representara.
Mas depois foi tomando um por ata todos os
fourioe, todas as reltqaiaa. o
11**2? *"* o g<
echando reeistancte, tonto ea Iho
ciooeia. tanto a volto. ,,VuSaaf .
abou por aza,.,|Ur .TSanVaTaT
liga a poaco aolidaa. a vaNso
lato cofre encerrar. aeaHvreValo
to, fechado por fe.ho. *Sa?, ,
lisa a. eagutota. p.l.rr., o. c.mtorot *Sra^
N um falso do toado, qoe oo aorta ..i, _-
esc.pul.rio. um cilicio Msaaswda* ilIo T
ama diseiplios. A rspariga asi illmwi.
le Instrumentos de penitencia, cojo aso *-
rara, mas debrujou-se toda sobre o ttvra
douradoa a impresaioaaraa muito. '
Quando admiran oca a exterior, quebraa os
fechos o aaarrolou a. folbaa.
Etra-ihe a agradar o pseoaOapo, a i
lo ae diverta nelle. ia caotnolaado
seiragem o arrancado ae foi has aeio-
livro.
Madama Luiza eotrou orate aoa
peto marquez do Sancerre.
A villa do deseatre, qaa profanara a
do recio lo, dea a a doloroao grito.
Iololeravel creanca I que fizaaie ?
E correa direils para Maria, qae sa o aM-
trsva admirada, oem coatasa peta falta, qaa aca-
bava de eommeller.
O primeiro euidado da prioteza foi correr o es-
conder o lirro a os instrumento da oeaiteada
para oa sobtralr i rut. do marqoiV do Sea-
Corre
O marqaez, porm. preven rs-., porejoo i to-
dai> o-inellaa cou... lhe aod.v.a poto. sSS c-
daodo de apaohar tudo.
Eate livro est feito ea pedacos. disae o ao-
ven a.rqaez com delicada maneira o lagiado sao
?ar pela perturbacio da madrioha. Fai talvez par-
da de mportaoota ? *^
,r~ E^eclivaaeoto oio aol como o bei de aoao-
iiuir. sgas o que oa oao aol dizer, cosao iza-
ra m aqui vir ter U-ra. ^^
O msrqaez tinha ji collocado
cilicio a a disciplina, mas oeolboo, aia os"
cava delles, a seotla as lagriaaa a qaererea i
per, oaacida. d. leabraoca das aosteridatfa. SM
aturara a casta prioceza.
Nao ple deixar de ae ajoelbar, a brijsr a av-
ia do aeu reatido, coao so fosse o d'ooia suato
Levanle-se. Sancerre; ai* merece eaaai
homeasgeos. Ajade-me s reparar catee ossraawa
causados por Man. Nio perecea oaa pilhagaa'
dehuguenotes? r *^
E em s-guida eooecaram
dem.
A pequea indiana cont-mplara-os a
sempre acocora Ja oo chio, o coa os bracos
zados. ~
Madama Luiza chegou-ie ao p dola, a L_
a entender, aelado por geato., melado par pate-
cas, q.e o que tinha feito en aa graode offoa-
Ao ourir isto a pobre ra panga coo d>bnslaaa
em lagrimas, e tiroo das algibeiraa aa aaa ao-
oero de botdes, alfioote*. padoeoo do tto. a a
outras bagatellas. qoe lioha deparado peleaqaar-
lo, ou roubado is criadas da prioceza.
No aeio de tudo talo brilbara aa. esfiv a>
ouro esmaltado.
O marquez nao so deaoroa aa aiauta a aaao-
ar-sei delta qaaai ociovaaecle. ~'~
Pertence-lhe essa caiz, Saacarro?
S>im, seohors, linha-a perd lo, a anees loria
aecusado Maria por eate latrocino.
Depoi copiinoaraa otovaatirio.
Mana estira inconsolarel, .pasar
da aua pretectora, e repella a cada
palavra perdi, qae lora oaa das priaeiiee aa
lhe ticaram. ^*"
Sim, mioha.boa Mari.; esti trsTsacaia.
Nao lers castigo, porque ignorar., a aaat aaa
tazia. Esto livro, accrescoatoo a priaeeza aaa
iivro preeioeo; foi ascriptn por oa. aolher, ca-
ja ardeote almi oio era .offideele pora a a-sor
que cootioh.; amou Deas, coao oear. foi
amad por algum.s das pesaooa, qoo 'inaa aaa
contacto eomaigo. Esta malher deixoo o aa
foi feliz.
O moodo? qae o mani? Prisas asis
qae outra qualquer.
Podemos fazer a nossa rool.de, eraqasoto es-
tamos nelle? podemos coofsssar sito oa aaoaa-
meotos. sentimento, e oio ail rezes mriscraa*.
obedecer, aaos, queae aborrecer?
Por exemplo: iolo necosridado de reaoaso,
mas avizinha-ae a hora do jogo, e abi vs logo por condeacendencia.
Depoia a ora do theatro ; e pelo aesao mo-
tivo ah vou eu so iheatro para cahir do soaoo S
saaaaoa,
Soa da corle, preciso de fazer o
pasas cootr. a miaba voeacio e coa
meu coraeao.
Passa-ae Uo bem ao abrigo do aso tas rio
das dilacerares do coraeao I
.-IJ- hf POoa diaa, ama aolher, qaa tracaa
tudo pelo claustro ; como eu lhe iavejo s sotto !
quaodo poderei ler oa aesaos gosus.1
0IJ' seaioore.... que diz'
rilho, eat muito loage de saber o a* Ojia
ss dores supportad.s sobre os degrias da tavaaa
soTrer, qoaodo oecessario trazer a cabeca |
v.niada. porque ama atqio ioi-ira lea oo ola
fixos ea n; retelcar par. o toada 4
peosamentos e desejos ; devorar iegria
oao urna mulher, aaa na obj.cto ato
oegcciacoes diplomticas ; nada aaar
rer; seattr-sa commovid. por aaa g
cessidade de dedicecao, a aia poder fa.or a i
.o. .Igam. o mnimo s.cncio, a
doa caricias
qae neil
paafi
io, I
; nao ler nem pae, oea mi.
lado
oem amigo; perder a esperance
um eoto querido, a dizsr-lhe:
lembre-se da mim a laaeate-BK
destino d'oaa prioceza.
Eta-abi todo o que tantas toreiaa, o
deua de ser airo das calumnias; aasia ae:
Perdao; Siocerre, estou a eotnsteaA-to t,,
tudo lhe corre batojado a soa sabor, aaoavta
ler coraeao i sua roalado. Tenho de*etitpt
aqu, a eomaigo poseo desab.f.r. Maa
nem aempre aeret desgreaos. Deas
apiadar do aia. ^^
Eata aaobia bei de recober a aaraoozs
Monte.ioD. e, spei.r das sass preleoco*, 4
de floras de liz, oao a passa ver aeoio aa
alan I
E o'outro dia Ozeraa soparar
Cb.rtre. no olio azal em vez de a _
trar.coofurme era de direito, pora a anea
de dormir I
Oh I Mea Deas I lado isto sari
laote a raa parece-me
rill
XII
O roa ale eiae O lempo tioha-ie devolvido sobre aa
aa dores, que aeabaaos da relator.
O ouloaao tioba sucedido ao eatia, a
ao ouloaoo, o os primeiro diaa da
nnuoci.v.a-se por aa aal torta a
apootar da verdura.
Era aa aaaaaa sania.
A cereaeeta da tovepaa abo a rabada.
a Sr. de Maalioa airea aa
oa ar de aia haaor, qoo
NA aatoa oa cass para au_
i .as crieda grare : escoplo poro 1
Cumberland. loto odioso ( caaaaeai.
ostoro s; aaaaaaaria poV tora* a osas
galeio.
Depois de entr.roa ss saso
tarem, .o q a eria que a
cbo r.spoodsu qaa Ma, a sjaa
paz.
Trazia aa vestida sor da roes,
to, o aa cabeca ua raejalbsstos* ala
a.a, por tras da qaal sa aotavs
prota fraozido sabia a rooca,
grande diaaaote asa faraaa da
Aaaia entallada aaatoa sa a'aaa sot da
ria, vcloptsoso roctata, atoo risa, a aia
elegante qaa a goboasto da l.ocaaor.
Esmero* s. depois a asaatar a
aaditobaada, a ea rea iatoroesea
Um. Nada Iba tallara
dor. d'aqaalle albar sironao, a aa
perfeita belleza, ejaa a ooaotoor. a
ra coa todo a paitar d'ajja
N'.quelle da astora aaaa
aaa protoctor, aira atoa
difficilaeole a cabera
gonha.
Ji a iapacieocia priaeipiava a
do aa raido da pea
saoauciaudo-oe asa
O Sr. daqaa a
.

*
PIRN.TTP.DIM r.Dtr.li.^aTfl1,
<
III'II
m
aaa


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