Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08579


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Full Text
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Ptr tren mu** ve.cidds 1060
n*is TMcidis 6$00

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QD1HT FEilA I M MilO DI 1112.
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Ptr anno adiantada 19$0(M>
Parta fraiea para taseriUr
N CARRRGADOS DA SUBSCRIPCIO DO NORTE
Prahyba, o Sr.. Aotonio Alexaodrino da Li-
ma; Natal, o Sr. Antonio Marque* da Silva;
Aracaty, o Sr. A. d Lamoa Braja; Ceari o Sr.
. Jos da Oliveira; Maranhio, o Sr. Joaqun)
Marques Rodrigues; Pira, Jua no J. Ramo* ;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Ce sta.
ENCARREGADOS DA SUBSCR] PCAO DO SOL
Alagoas,o Sr. Claadlno Falcan Diaa; Bihi.
o Sr. Jos Martina Alvea; Rio do Janeiro, o Sr-
Joao Paraira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olloda todoa oe diaa a* 9X braa dodia.
Iguarasa, Goianna, a Parahyba naa segundas
a eextae-feiras.
S. Anto, Beierros, Bonito, Caruar, Altiaho
e Garaohuns naa targaa -(airas.
Pi d'Alho, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pes-
Sueira, logazeira, Florea, Villa-Bella, Boe-VW,
uncury e Ex as quatus-feiras.
Cabo, Seriohaem, Rio Formoso, Una, Barreiroa
Agua Preta, Plmentelraa e Natal quimas feirae.
(Todoa oa eorreioa partem aa 10 boraa da manhaaj
EPHEMERIDES DO HEZ DE MAIO.
7 Quarto areacenta aos 43 minatoa da tajde.
t3 La ebeia aa 8 horas e 18 minatoa 4a man.
90 Quarto minoaote a 1 hora da manbaa.
28 La doti os 44 minuto* da manha.
PREAIIAR DE UOJE.
Prmeiro as 6 borss e 6 ania tos di manilas.
Segando as 6 horaaa.30 minutos da tarda.
PARTIDA DOS VaPORIS COSTURO.
Har e sal at Alagoas I 5 SO; para o norte
at a Granja 14 a 19 de aada mas.
PARTIDA DOS 0HHIB08.
Para o Radia: do Apipucos Aa 61(2, 7, 7 lrl, 8
e.8 112 da m.; de Olinda s 8 da m. a da t.; da
Jaboatao s 6 1|2 da mu; do Casanga e Varxea
is 7 da n>.; de Bem/e* As 8 da m.
De Reeiie : para o Apipueot is 3 !|t. 4. 4 li4,
4 1(2, 5, 5 114, 5 i|2 e 6 da t. ; para Olinda la 7
da os. a 8 1|2 da t.; para Jaboalo i 4 da I.: para
ICaxang a Varzea s 4 Ii2 da i.; para Btmfica
I 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES va CAPITAL.
Tribual do commerco : segundas a quintas.
Ralagio: torces a sabbadosislO boraa.
Faxanda : quintas is 10 boraa.
Juizo do aommercio : aegundas ao moio dia.
Dito da orphios: urcas a sextas is 10 boraa.
Primeira Tara do ciTal: tarcas a oitas ao maio
dia.
Saganda Tara do tivel: qaartaa a eaebadoa 4 1
hora da tarde. /
I DAS DA SEMANA.
28 Segunda. Os Prazereade Nosaj
W Terca. S Pedro aa. ; S. Hago ar.
30 Ouarta. S. Catharina de Seos: S Prreavise
1 Quinta. Sa. Felippe e Thfogo apeante.
3 Sexta. S. Albaoazio b.; S. Mafolda nfrajtt.
3 Sabbado. Inv.nco da Santa Cruz.
4 Domiogo do Bom Pastor. A Milernid. ato M. S.
ASS1GNA-SE
a lirraria da praca
no Ret fe. en
dentia r... 6 e 8, dos proprietarWHaaool FW-
- deFariadtFiiho.
roa
PARTE 0FFIMAL.
GOTERSO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 8 de abril de
186S
Offlcio ao Exm. presidente da pr Tiricia do Cea-
r5.Faro segair nests data a diraclmente para
essa provincia como V. Eic. so'icitot em dala
de 21 do corrate o vapor Cama-agibe, condu-
zlndo IS barra com alcalrao. 3 caixotes coaa 60
carteiras homeopalhieas e 461 (ras :oa com tintu-
ras correspondentes para o trata nenio do chote-
ra-morbua, teodo o pedido destas ultimas sido
de algam modo reduzldo por parecer excesaivo
aos proprios mdicos que as foronceram com as
respectivas instrueces impressaa. Segaem lam-
bem am medico e um cirurgiio que apezar das
ditigedeias que empreguei (orara as que pude
contratar nesta provincia, onde, como V. Etc.
sabe, larra aquella epidemia, e'tmpossirel ioi
encontrar outros em disponibilidad. Ajui ejun-
to as copiaa dos seus contratos. Ao Exm. presi-
dente das Alagoas, porm, solictei que coovi-
dasse alguna mdicos a prestaren) seus services
nessa provincia, e para corapletur o oumero de
8 fizado por V. Eic, autoriaei ao la Bahta a con-
tratar qn tiro e faze-los seguir ion brevidade
iara esta provincia, donde seguirao para essa
ogo que aqu chegaem. Creio lir satiafeito do
modo que mefoi possivel a requisito de V. Etr.
Concluirei por declarar i V. Kxc. que essa pro -
vincia s tem a dispender com a pi asente riagem
do vapor Camaragibe o que se coi sumir de car-
vio, porqne o gerente da compa.hu Vigilante
o Sr. F. F. Borges o offereceu grat lilamente para
este flm e com aquella nica con: cao.
Dito ao meslo.Em adJitara?t to ao meu of-
flcio desta data psaso is maos d; V. Etc. copias
da oatro e de urna carta com q. t os Drs. Pedro
de Athayde Lobo Hoscoso e Sabir < Olegario Lui-
gero Piaho apreeeotaram-mo os medicamentos
homeopithicos que e m rirtuda i requisicio de
V. Exc. maodei preparar em seus astabelecimen-
los, offerecendo este ultimo a quantia de 200$,que
junta remetto para ser applicada em aoccorroa
aoa desvalidos dessa provincia. Vij agradecer ao
referido Dr. Sabino oaeu generoso offerecimenio.
Opportunamenle eoriarei i V. Etc. as cootas dos
medicamentos e objectos comprados com destino
a essa provincia.
Di'.o ao comaandanle daa armas.Queira V.
Exc. mandar postar junto ao caes 22 de novem-
bro i hora em que entrar no porte desta cidade
o vapor da companhis de paquatos que se espera
do sul, um dos corposda guirnicin, adm de fazer
aa honras do estylo ao Exm. Sr. presidente oo-
meado para esta provincia Dr. I 9 noel Francisco
Correia que consta vir no mesni) vapor: provi-
denciando V. Exc. para que a fortaleza do Brum
d a sjlva do costume naquella eccasio.
Dito ao commaodaale superioi da guarda na-
cional do municipio do Recife.S -.peca V. S. as
suas ordena para que a guarni;o di prara no dia
em que tomar conta da admioistraco da provin-
cia o Exm. Sr. preeldenle Dr. a'noel Fraociaco
Correia seja fetla pela guarda nacional desta ci-
dade, afim de poder a tropa do primeira linba
marchar naqnelle dia.
Dito ao provedor da Santa Casa da Misericordia.
Remetto por copia i V. S. o offlcio que em 23
do correte dirigio-me o Dr. Joaqiam de Aquioo
Fooseea icerca do tratamento : a elephantiasis
dos gregos por Ulpiaoo Bezerra de Mello, que
conseguio restabelecer-se deita en ermidade com
o enprego de vegetaes, afim de q j > V. S. toman-
do-o na considera;io que merecer to importan-
te assampto do suas providencias no sentido de
ser satisfeito oque indica o referido doulor no
sau citado offlcio.
Dito ao chefa de polica.Per V. S. mandar
instaurar o competente proceaso contra o senten-
ciado Joaquina Bezerra de SanfAnaa pelo aasas-
flinato prsticado na pesaos do sentenciado militar
Feliciano Jos Galdino dos Santos, e ferimeotos
graves feitos na pesaos da sentenciada Quitea
Maria da Conceicio remetto-lhe os corpos de de
licto, parta do reapectivo ajudant relaco daa
testemunhas com que foram aquell a crimes pra-
ticados a que se refere o offlcio do commandante
do presidio de Fernando n. 54 de 14 do corrente,
junto por copia. Remetteu se ao brigadeiro
commandante das armas copia do auto de vello-
ria e identidade fetto no cadver daquella sen-
tenciado.
Dito ao inspector da thesouraria da fazenda.
Oe cooformidade com a ana iofitmaco datada
de S6do corrente o autoriso a rezelter ao col-
lector do municipio do Buique quiltro contos e
cem mil ris afim de occorrer to- pagamentos
dos vencimeotos da foreja destacada na enmarca
de Garanhuns sob o comisando do mejor Joao
Francisco do Livramento, sen lo aquella quantia
eutregue mediante aa cautelas do t stylo ao offi-
cial qae o brigadeiro commandmite daa armas
designar para eonduzi-la.Officiou-ss ueste sen-
tido a o brigadeiro commandante das armas.
Dito so mesmo.Em additamento ao offlcio
da presidencia de 29de Janeiro ni imo, devolvo
V. S. os pspeis a que ae refere ni as suas infor-
maces de 27 de fevereiro proxic:e Ando, o 25
do correte sob n. 154 e 344 re i iros aos ven-
cimentos de urna escotta de guardas nacinaes
que conduzo de Flores para eala c ipital sete re-
cretas dos quaes qaatro sentaram |>ra(ja no exor-
cito e tres na armada, como ae vi' das ioforma-
5des quaem origioaes vio cobnndo os mencio-
nados papis e foram ministradas pelo espito
do porto a commandante das arm ni, afim da que
proceda a eate reapeito de cooformidade com a
ultima do inas citadas ioformscoi i, mandando
pagar a quantia da 1649400 ria proveniente de
taes vencimentos relativos ao me: d julho do
a"iafISlmo P"M,lo> bem aasi.n processar a
do 334S800 rs. correspondente ao mez de juoho
por porteneer ao exercicio de 186(> a 1861 i en-
cerrado.
Dito so mesmo.Nos termos di su informa-
do de 26 do corrente sob n 348, mande V. S.
pagar ao tenente do segundo batal iao de ioUa-
taria Lulz Jos Ferrefra Jnior, a quantia de
16OSO00 rs. a qne tem direito por liaver apreaen-
tado na qalidade de recrutador un fragaaziaade
Santo Antonio e S. Jos deala c.apial, cinco
voluntarios para o aervied do exnr:i(o, os quaes
aentiram praca no mesmo batal! ..o e na con-,
patrala fita de caraltaria, como u v dos docu-
mentos que devolvo e vier'am an:* ios a aaa^i-
ada informagio.Lommunico'u-p. a o comman-
dante daa armas. *' '
Dito ao mesmo.Mande V. S. ligar a Miguel
Naawdo Freitas urna gratifica;k de 1J}600 rs.
diarios a coatar de 10 de marco i roximo Ando
at boje por lar servido de entero: tiro ao hospi-
tal provisorio que se mandou esta i lecer na fre-
guria dos Affogaflos para tratamic .o daa chole-
nco desvalltdos daquella fregueac, certo de que
os frricos desie eofermeiro ficnc dispensados
desta data em dienta por nio aeren maia oecaa-
aarios.Commuoicou-se ao Dr. t befe ido po-
lica.
Dito ao mesmo.Por coala do crdito aberto
porof&et da) IS do corrente rttiatta V. S ao
juiz da direito da comarca de San j Antao por
intermedio do inferior que o brigadi iro co'mman-
daaita aa acaaaa houver da mand i apresentar-
lha, a quaaiia de quiohantos mil rus para soe-
corroa aoa iodividuoa accommetliiV i do cholera
nsquaUo twao.-Offltiw-fa qjUh sentido o
.-a onq u .
brigadeiro commandante daa armas e coramani-
cou-se ao Dr. juiz de direito da referida co
marca.
Dito ao mesmo.Recommendo a Voasa Se-
Senhoria que nio obstante o que pondera em
aua ioformacao de 26 do corrente aob n. 346, |
mande pagar em isla daa competentes folbaa
a despeza ji faite com os concerlos urgentes de
que precisa a ponte velha do Recita, os quaes
foram oreados pelo director das obras publicas
em 2C)|000 ris, davendo esta quantia aer lira-1
da doa 1:7009 que sobraram do crdito volado
para a obra do paatadico em coostruccio entre os
bsirros de Santo Antonio e o de S. Ftai Pedro
Goncalves por conta dos quaes j se mandou
tambera fazer urna rampa que deve ser constroi- j
da da ra do Crespo at a eotrada do mesmo paa-
sdico oo valor de 1:SOOV)00.Commuoicou-ae
ao director da repartido daa obraa publicas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Estando regular a inclusa folha que me (oi re- |
mettida com offlcio do director geral interino da
instruceo publica de 25 do correte aob n. tOl.J
recommendo 4 V. S. que manda adiantar ao di-
rector do collegio de Santa Thereza de Qlioda,
a quaotia de 62&000 em que importara aa diariaa
relatiraa ao mez ae marco pruximo vialouro pa-
ra oa Africanos empregados no servigo do mes-
mo collegio.Cimmunicou-ae ao director geral
da instrueco publica.
Dito ao mesmo.Recommenio i V. S. qae,
em vista da conta junta mande entregar ao di-
rector do collegio dos orphios de Santa Thereza
em Olinda, a quantia de 230000 em qae impor-
tam direraos objectos por elle comprados a Hyp-
polito Dumoot com destino ao mesmo collegio.
Communicou se ao director gersl ds nstruc-
cao publica.
Dito ao director geral da iastruccio publica.
De cooformidade com a nforraaco" dessa direc-
tora firmada em 18 do corrente sob n. 73, dada
com referencia A da directora do collegio daa or-
phas, mande V. S. admittir no meamo collegio ,
logo que heuver vaga a menor Ursulina Luiza de i
Hollsnda Cavalcanti, tllha de Joanna Francisca
dos Anjos;
Dito ao commandante do corpo de polica.
Em vista das informacoes de V. S. o. 140 de 2 e
do Dr. chefe de polica n. 65S de 25 do correle, ,
autoriso-o a excluir da seceo urbana do corpo
sob seu com mando o guarda Antonio Caelano de
Oliveira, aceitando em seu lagar o paisano Joao
Pedro Ferreira da Rocha.
Dito ao commanlaale do presidio de Fernn-'
do.Attendendo ao que represento-i-me o Dr.
chefa de polica era offlcio o. 64 de 25 do cor-
ren t,determiuou-lhe que d'ora em diante sem-
pre que tirer da remetier presos desse praaidio
para esta capital, e aem prejuizo da correspon-
dencia do estylo com esta presidencia, commu-
nique directamente ao meamo Dr. chafe de po-
lica, qualo numero dos presos remeltidos afim
de serem enes imraedialameote desembarcados
com a aegoranca que convm : devendo para
iaso ser-lhe entregue
aporte a esta cidade o
Comtnunicou-ae ao chefe de polica.
Dito ao inapector da aaude publica. Faca
> me. apromptar com urgeocia urna ambulaocia
dos medicamentos neceasarios ao tratameolo da
epidemia reinante, afim de ser enviada para
Ipojuce.
a commantcagao apenas
vaao qae oa conduzir.
Oiio ao juiz de direito da primeira vara.Da-
sigoando a Vmc. para relator da junta que em
ultima instancia tem de julgar o cabo de esqua-
dra do aorpo da polica Antonio Annes da Gosts,
assim Ih'o commuDico remetiendo o respectivo
processo, itim de que para esse um compireci
neste palacio s 11 horas do dia 10 de maio pr-
ximo vindouro.Officiou-se ao brigadeiro com-
mandante das armas para mandar avisar a 3 ofl-
ciaes superiores do etercito para fater parte da
junta.
Dito ao mesmo.Trsnsmitto A Vmc. ss guias
com que vieram do presidio de Fernando os 6
sentenciados Joaquim Bezerra de Santa Anna,
Joaquina Jos Theodoro. Jos Ferreira de Olivei-
ra. Jos Joaquim Nogueira, Manoel Luiz Brito o
Weocealo Vieira de Qaeiroz, o primeiro como
autor e os demaitcomo testemunhas do assasai-
nato praticado na pessoa do sentenciado militar
Feliciano Jos Galdino dos Santos, e ferimeotos
feitos ns pessoa da sentenciada Quiteria Haria
da Coneeicjio, os quaes Vmc. porA a diaposieao
do chefe de porcia a qaem neata data offlcio
para mandar instaurar o competente processo
remetto tambera, para os fios convenientes, o
anto de vestoria e identidade taita no cadver do
assassinado.
Dito ao mesmo.Remetto-lhe copiaa das pos-
turas pelas quaes nomeei por quatro annos con-
tados dodia 21 de julho prximo vindourosap-
penles dos junes muoicipaes a de orphos dos
termos desia comarca os cidadios oella menciona-
dos para aeu conhecimento e afim de qae Vmc. na
hypothese do art. 3o do decreto n. 2012 de 4 de
novembro de 1857, delira juramento aos que o
nao tiverem prestado peraota o presidente da
respectiva cmara municipal, e para iaso ae apra-
santarem al o indicado dia 24 de jalho, porque
eonsideram-se renunciadas o de nenhum effeiio
as uoraeaces dos que se nao jurameotarem den-
tro deaaa prazo como detaamioo que se declare
por editaes dos presidentes da cmaras muni-
cipaes. E lavrado o competente auto Vmc. me
comenuique com.ponlualidade a data dos jura-
mentos e os bornes dos juramentados que devem
receber seus ttulos dos juicas muoicipaes das
respectivas varas e termo, aos qaaea sao para ca-
se Qm remeltidos.Igual a todos Os jaiies de
direito.
Dito ap juiz municipal de Barreiros.Seante
pelo aeu offlcio de S2 do corrala d se ter ah
manifestado a epidemia reinante remetto-lhe ama
ambulancia dos medicamentos adoptados pela
jaota central de soccorros mdicos com viole
exemplsres impressos dta respectivas loatruccoes
para o tratameato dos desvalidoque forem anec-
iados daquella enfermidade, .espero que Vmc.
envidara aeus esforcos .para que elles sejam
prompamente aoccorridos.
Dita aos juize municipaes.Remello 4 -Vmc.
para sea conhecimento e a m de qae sirvem de
ltalo sos oomeadoe que houverem prestado ja
ramenlo at o dia 34 de julho prxima .vindouro
perante o presidenta da respectiva cmara muni-
cipal ou juix de direilo da comarca na hy polhese
h?n i^l*40 decel ^O'8 < "O'-oi-
mLflif. c>u -4 porUaiaa pela qual tao-,
4-EP 4 nnas-aaatados dp referid, OU 24 da
mIwSA^U2ple^e* 9Ue *Uo- M i** naila
menaonsdos, devendo Vmc. commanicar-me no-
\ai5E "' qua ?M,a "Cbeado sacia Uta-
?os por havram prealsdo jurameoto.
ai.'0 ?-r* ?D0,l Tnotl< te Real.Ficaodoscieote do quaoio ae commu-
nicou em sea offlcio de SI do correte relativa-
mente i epidemia que sbi taina laoho a dizer-
Ihe em resposla que sarao arlados A Vao. oa
medicamentos mencionados oa na relajo qua
acompanbou o aeu citado offlcio.
Dito ao delegado da Escada.Em reapeaU ao
offlcio de 15 do correle a qae Vmc. aecusa a
recepeo da ambulancia de medicamentos qae I he
foi enviada para o tratamento das dasvallidoa af-
fectados da epidemia rainaote, reaetlo-Ihe SB
impreuos dss precripcoes para iaso adoptada,
duendo-Ihe que nio toado s mesma epieaia la-
do per ora grande iocreoie-jto, nao aa fas ji oe-
Cssirio contratar a mdico para a que podar
acontecer, tanto maia, qaanto Vmc. toaoa a de-j
liberacao de gratificar por ai o cirargiao que ah-'
exilie pelo que mallo o leuvo e agradeco sin-
ceramente, a esta ae vai prestando a curar os
que presentemanta adoecem.
Dito is Cmaras municipaes.Remetto-lhe co-
pia da portara pala qual nomeei por 4 annos con-
tados do dia 24 de julho prximo vindouro, sap-
plentes do juiz municipal e de orpbios nesse
termo os cidadios nal la const antea, alia de que
Vmc., independen te de reunio deasa cmara de-
fira juramento aoa que para taso se aprasenta-
rem at o telendo dia 24 de jalho : para o qae os
mandara convidar aomioalmente o per editaes,
na forma do art. 4 do decreto n. 2012 de 4 de no-
vembro de 1857} declarando que o podarlo pres-
tar perante o juiz de direito da comarca oes by-
potheses do art. 3 do citado decreto, e qae lica-
rao renunciadas e de nenhum effeito aa oomea-
coes dos qua o nao prastarem at o dia cima
indicado. E lavrado o auto de que trato o cita-
do art. S, Vmc. me commuoique pootualmeote a
data dos juramentoa e nomos dos juraaeotados
qe deverao receber aeus ltalos do juiz muni-
cipal desse terao, a qaem sao para esae flm re-
meltidos.
Dito ao Sr. F. F. Borges gereote da compaohia
Vigilante.Agradeceodo aincerameote o louva-
vel desioteresse com que Vmc. poz A diiposicao
deata presidencia o vapor Camaragibe, afim de
conduzir mdicos e aoccorroa para a provincia do
CearA, onde acaba de desenvolver-si a epidemia
do cholera-morbus como solicitou o Exm. presi-
dente da mesma provincia com nica coodicao
de ser pago o oarvao consumido nessa viagem,
cabe-rae dizer-lbe que aceito o seu oflerecimeo-
to, e que o referido vapor devarA partir logo
que eatejem A seu bordo os mdicos e objectos
constantes da relacao jaota, para o que teoho
expedido as convenientes ordens.
Dito ao meamo.Poda Vmc. fazer seguir psra
os seus destinos nos das e horas iodicados em
aeu offlcio de 26 do corrente os vaporea Perti-
nunga e /aguaribe.
Portara.O vice-presideote da provincia, ai-
tendeado ao que lbe raquereu o capitaa da an-
tiga guarda nacional desle municipio Francisco
Geraldb Moreira Temporal, a lando em Vista a
uilormacao do reapectivo commandaote auperior
datada de 20 de dezambro de 1860, reeolve re-
forma lo oo mesmo posto, da cooformidade com
0 art. 83 g 1 do decreto n. 722 da 25 da outubro
de 1850, e aviso de 11 de dezembro de 1854.
* Din.Oaseohoraa agente da companhia bra-
sileira de paquetes a vapor tacara transportar va-
ra a capital do CearA por coala do ministerio da
guerra no vapor que ae espera do sul, os artigoa
de armamento e fardameolo iodicadoa na inclusa
relago que o director do arsenal de guerra tem
de enviar ao corpo de guarnicao daquella pro
vincia.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasilei-
ra de paquetes a vapor mandem dar transporte
para a Babia por conta do ministerio da guerra
00 vapor qua passar do norte ao brigadeiro Ma-
noel Muois lavares, commandante daa arma
nomeado e um lilho menor de 14 annoa bam co-
mo ao alferea do 8* balathio da lotaotaria Manoel
da Coala de Aftooceca a soldados Antonio Vieira
da Silva e Francicco Pinto pertencenies ao mes-
mo batalhio.
Dita.O vice presidente da provincia asando
da attribuicao que lhe coofere o art. 19 da lei de
8 de dezembro da 1841,resolve oomesr por 4 annos
sapplentes do juiz municipal edeorphaos do ter-
mo do Limoeiro os cidadios constantes (tests por-
tara pela ordem em que oella vio mencionados.
t* Looreoco Cordeiro Soares de Mello.
2o Caetaoo Luiz Gallado.
3 Jos Castao Pereira de Queiror.
4* Jos Gomes ds Cunha.
5 Aotonio da Motta Siqueira Cavalcanti Jnior.
6* Cosme Teixeira ae Carvalho.
Dita.O vice-preaidenla da provincia uzaodo
da attribuicao que lhe coofere o artigo 19 da lei
de 3 de dezembro de 1841 fesolve nomear por 4
annos suppleotes do juiz municipal e de or-
phos do termo de Caruar comarca do Bonito,
os cidadios constantes desta porttrii pela ordem
em que oella vio mencionados.
Ia Joao Vieira de Mello a Silva.
S* Aotonio Vielor da Silva Vieira.
3* Joio da Costa Pioheiro.
4* Jos Antonio dos Ssotos o Silva Jnior.
5 Manoel Leite de Atevedo.
6 Joao Themoteo de Andrade.
Dita.O vice-preaidente da provincia da coo-
formidade com o disposto no decreto a. 2012 de
4 de novembro de 1857 combinado com o de n.
S57 de 21 de abril de 1860 determina : 1* que o
quadrieonio dos juizes municipaes e de orphios
; nomeados para os diversos termos das comarcas
da provincia principie a contar ss do dia 21 de
julho prximo vindouro : 2* que os meamos sup-
' penles prestem juramento at o referido dia 24
de julho por ai oo por procurador perante o pre-
aidente da respectiva camar municipal aindaqae
esta nao aleja reunida, ou perante o juiz de di-
reito da comarca na bypothaaa do artigo3 do ci-
ttdo decreto de 4 de novembro de 1857, sobre
peoa de ficarem renunciadas ede uenhum effeito
1 aa nomeacoes dos que o nao prestarem at o dia
1 cima indicado.
Dita.O vice-presidente da provincia resolve
de cooformidade com o dispoato no artigo S do
regutamento do Ia de maio da 1858 nomear re-
crutador;na freguezia deS. Frei Pedro Goncalvea
do Recite ao major Aletandre Augusto de Fras
Villar.Fizeram-se ss devidaa aoamanicaedes.
Dita.O presidenta da provincia tendo em va-
la o que requereu o protessor publico d instrue-
co primaria da villa do Bonito Joao Braulio
Crrela da Silva e bem assim as informales mi-
nistradas pelo inspector da thasouraria provincial
a 8 do correte sob n. 200 o o director geral da
initruccSo publica em 13 da junbo do anno pr-
ximo pastado o. 203 com referencia a parecer
do cooselho director resolve ubila-lo de ceotqr-
midade com a 2" parle do artigo 29 da lei o. 369
de 14 de maio da 1855, com o ordeoado corres-
pondente a 11 nnos sete mezes e viote e dous
diss tsmpo em qae exerceu o sea magisterio,
ordeoa que neste sentido so lhe especa o compe-
tente titulo.
Despachos do da t C de abril.
Requerimentot.
Antonia Maria deBorba Cavalcanti.O Sr. bri-
gadeiro commandante das armas tem ordem para
mandar entregar a supplicaDU o icmSo d qae
trata.
Damiio Romero Lias.Informe o Sr. Dr. che-
fe .de polica.
Arcediago Joao Jos Pereira.Opportunamen-
te aeri attendido.
Jofo Chrsostimo de Oliveira Pelsgio.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria da fazenda.
Joaquim Ferreira da Araujo Guimaraes.Nao
tem lugar a vista da informecio.
Joaquim Joa de Santa Anna.Informe o Sr.
commandante superior do municipio do Recife.
Capilio.^-Lc Paulino Vieira de MelloRer
queira directamente ao governo imperial.
Leopoldo do Reg Barros.Dirila-s so Sr. di.
rector geral'Interino da iastruccio publica.
Manoel Joaquim Ribiro.No Um lagar a
viata da tnformaeAo.
- Dia 28-
Alexandriaa Mara da Doocicao.laforme o
St. Dr. chefe de policia.
Cimillo Piolo de Leaos,Ioforme o.Sr. ioa-
peclor da thesouraria de fazenda.
Tenente Daaiel|Cezar Ramos.Passe portara
concedendo a liceoca pedida.
Bacharel Francisco Augusto da Costa.Passe
portara concedendo a liceoca requerida.
Francisco de Amorim Lima.Sello e volte. .
Capitio Francisco Geraldo Moraira Temporal.
base portara concedendo a reforma pedida.
Ueorique Joa Vieira da Silva.ioforme o Sr.
ioaoector da thesouraria de fazeode.
Joaquim Cavalcante do Reg Barros.Informe
o 8r. capitio do Porto.
Joaquim Perea da Silva.Passe portarla con-
codeado a licenca pedida.
Joaquim Gusmio Coelho.loiorme o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial, ouviodo ao ad-
miniatradar do conaalado.
Joanna Maria do Espirito Santo.Ioforme o
Sr. Dr. chafe de polica.
Manoel Joaquim de Carvalho.laforme o Sr
inspector da Ihaaourara de fazenda.
Antooio do Sacramento Pessoa.Reaettido ao
Sr director geral interino da instrueco publica,
para attender ao sopplicante nos termos de sas
ialorniico de 21 do correte aob o. 93.
Cemmando das armas.
Qaartel-general do eommando das
armas Je Pernambaeo na cida-
de do Recife em 30 de abril de-
1869)
ORDEM DO DIA N. 69.
O geoeral commandante daa armas determina
que no dia Io de maio se passe revista geral de
moslra aos corpos movis do exercilo. compa-
nhiasiaoladas da gasrnicio desta provincia, pela
ordeaaegulote:
A's 6 horaa a companhia de artfices, is 6 e
um quarto ao segundo batalhio de iofantaria, As
6 e meia a ais dlreita do aelimo da mesma arma,
As 7 a compaohia de csval'aria. As 7 e um quarto
ao dcimo bitalhio, As 7 e tres qaartoa ao oono
ambos de iofantaria, e finalmente As 8 ao quarto
batalhio de artilharia a p.
Assigoado. Slidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, capitio
ajudante de ordens encarregado do delalhe.
PERNIMBUCG
4SSEMBL4 LEGISLATIVA PROVINCIAL.
CONCLUSAO DA SESSAO DE 29 DE ABRIL.
ORDISt DO DA.
Entra em dlacussao o parecer adiado ds com-
missao de coostituicio e poderes qae trata do
projecto nao ssnecionado pea presidencia, e pe-
lo qual se conceda aposeotadoria ao collector de
Olinda, Iota Gooeatvea Rodrigues Franca.
O Sr. ptjatdente : Tem palavra o Sr. Lu-
ceoa. w
O Sr. .' ene: Daaejo aaber, Sr. presidente,
se o pare r entra em discussao conjaocta%.eate
com o prujecto nio saoceionado, isto ; se a dis-
cussao tem de versar aobre o parecer, ou sobre o
parecer e o projeclo ?
O Sr. 1 Secretario :-Sobre o parecer, porque
este em sua cooclusao determina, que o projecto
seja admittido a discussao.
O Sr. Luceoa:Cedo da palavra.
O Sr. Buarque (ordem):Padi a palavra para
reclamar icerca da apresentacao do parecer nes-
ta occasiio, por quanto me parece que elle nio
eolrou na ordem do dia, esim o parecer que cria
diversss comaress.
O Sr. Presidaote:Esli na ordem do dia to-
doa oa parecerea adiados.
O Sr. Buarque: Craia porm que eate nao
esl.
O Sr. Presidente :Est lambem.
O Sr. 1 Secretario: Para aolver a duvida
apresen tada pelo ooOre deputado, basta-ae ler o
aasento qae o Sr. presideote faz da ordea do dia.
Eia o que diz a oota da ordem do dia escripia oo
dia 22 do correte: (l).
O parecer que est em discussao, um parecer
adiado, porque logo depoia de lido, oSr. Lacena
pedio a palavra, e cooaeguintementa foi adiado.
V por tanto o nobre deputado que elle estaodo
adiado est oa ordem do dia.
O Sr. Araujo Barros:(Niodevolveu sea dis-
curso.)
Vai a meaa, 4 lido, apoiado o entra am discos-
sao o aeguiote reqaeriaeoto :
Requeiro e adiamento da discasso do parecer
por 48 boraa.Buarque de Macado.
O Sr. Buarqaa de Macedo justifica o seu reque-
rmenlo.
O Sr. Souza Reie depois de fazer sentir qu o
parecer em discussao se acba redigido da maaei-
re a dispensar aer auatentado por qualquer dos
membros da commissio que o elaborou o a podar
dirigir a discussao, cooclue aceeitaodo o adia-
mento proposto, e diseodo que nao v motivo
algum qua impaca a aeus collegas da commissio
de poderse a lambem aceeita-lo.
O Sr. Luceoa; (Nao devolveu sau discarao.)
O Sr. bario, do Muribeca mostrando-se mui
satisfeito com todos oa argumentos aprasentados
pelo antecedente orador, declara que em sea en-
tender melhor nao se podia tratar a questo.
Lastima que a commissio qae elaborou o pare-
cer nao qaeira tomar parle oa discussao, e apenas
se contente em offerecer a casa aa razona qua oo
meamo parecer expender.
Dapoia do mais alguaaa coosideracoea termina
declarando qua votar oio 6 contra o parecer,
como contra o projecto e quantoa outros projac-
tos se apreseolarem em idnticas circunstancias,
aem querer com isto fazer corte ao ex-preaideotc
da provincia, ao qual est disposlo censurar
quando for conveniente.
O Sr. Araajo Barros:(Nio devolveu sea
discurso.)
O Sr. bario de Muribeca faz divarsaa cooside-
racoea o auateolacio do projecto.
VeriQcando-ae nao haver eaaa. o Sr.presidenta
designa a ordem do dia a lvenla a aasao.
pede o abate da inte por ceoto do prego porque
arrematou. A' commisaio de orcamenio pro-
vincial.
Urna petico da cmara municipal de Nazaretb,
representando rootra o projeclo n 3 deste anoo,
que restaura a freguezia de Crusogj. A' com-
missio de estalistiei.
E' lido e julgado objecto de deliberado e man-
dado imprimir o seguate projecto :
c A eommissio de fazenda e orcamento, teodo
em viata a pelicao que A esta asseoibla dirigios
janta administrativa do Hospital Portuguez de
Beneficencia, a recooheceodo que sao bem pon-
derosas as razdes justificativas de sua pretencao,
de parecer que se adopte a aeguiate resolu-
to :
c A sssembla legislativa proviacial de Per-
nambaeo, decreta:
Artigo nico. Pica iaeota do imposto da de-
cima arbana a casa do eitio Cajueiro em qae se
acba erecto o Hospital Portuguez de Beneficen-
cia, em quanto oella permanecer o mesmo hos-
pital, e fizer parle do reapectivo patrimonio : re-
vogadaa aa disposices em contrario.
d Sala das commissoes 30 de abril de 1862.
Souzs Res.Barros Brrelo.
E* lido e tica adiado por ter pedido a palavra o
Sr. bsrio de Muribecs um parecer da commissio
da pelicoes deferindo a petico de Bartholomeu
Francisco de Souza e Joa Caelano de Carvalho,
proprietarios de urna ra de casas os ra da
Concordia que pedem sejam collocados alli lam-
peos i gaz, e aotorisaodo o governo a despender
o necessario para semelbanie flm.
(Continuor-se na.)
SESSAO EM 30 DE ABRIL DE 1862.
Presidencia do Sr. barao da Vtra-Cptt.
Ao meio dia felta a cbaaada verifica-se haver
oumero legal de Sra. deputadoe.
O 8f. Praaideote abra a aeaao.
O Sr. Secretario l a acta da antecedente
qua apprevade.
O Sr. 1* Secretario menciona o seguate :
' EXPEDIENTE.
Ums petico do capallio do racolhimaoto do
SaniissimoCoracAo da Jess da villa de Iguaras-
s, pedtnde que sa consigne urna qaola oa lei do
orcamento parlas obras de sua igraja.A* com-
missio de orcamento proviacial.
Manoel Fernaodes da Albuquarqae Mello, te-
nente-quartel meatr do Corpo policial dasta pro-
vincia, nio sendo intmenla alteodido no pro-
jecto a presentad o pela commissio de Ixacio da
fortja policial, vem padlr que daaapparecam as
dispoaicoea qae ofrendara ao direito do suppll-
canta.--A'COBmlaaio da Torea policial.
Franciaco Cavstcadtl de Albuquerque, strema-
tanle d Imposto de tfSOO lobre cabeca de gado
coosettinilo nos municipios do Recife e Goianna
Dircurses do Sr. Dr. Araujo Barros,
pronunciados na sesso de 25 do
corrente.
O Sr. Araujo Barros : Sr. presidente, nao en-
tra re na tv fu lega o dos argumentos offerecidos
consideracio da casa pelo illustre mambro, que
me preceden oa tribuna, porque a materia esti
vencida. O honrado Sr. Dr. Lceos digoou-se
oceupar-ae com a refuiaco de michas ideas,
quando nio me era mais permitlido fallar para
tomar oa aeus argumentos na devida considera-
cio. A nio dar-ae esta circumstancia, que de
bastante peso para mim, e cajo alcance nao lera
escapado i perspicacia e criterio da cmara, eu
insistira em dizer que a questio nao s tioba to-
da 4 opportnnidade, quando eu a suscitei, seoAo
como era, e aera sempre da mais alta impor-
tancia......
O Sr. Bario de Muribeca : Nio faltar occa-
siio.
O Sr. Araujo Barroa : Eu me prevalecera da
palavra para dizer que tanto a materia da maia
alta ponderacio, e merece aer discutida, que,
apesar dos protestos feitos porcada um dos il-
ustres membros Contra a opportuoidade da ques-
tio, a qual alias aeha-se esseocialmente prejudi-
cada, desde qae A casi chegaram as ioormacdea
do prelado dioceaano, todoa elles teem feilo lar-
gos discursea, dos quaee, alm da vasllssima era-
dicio que teem mostrado, deram copia bastaote
de que a respailo da meama materia tioham com-
pulsado muitoa livros, muitos escriptores que
sobre ella escreveram I Eu insistira em dizer
que, apesar de serem os parenos estipendiados
pelo estado, os bispos oa creacao das parochias
eotram como poder real, e para dar forra A eatas
minhas ideas, bastar-me-bao, ji nao digo aa au-
toridades, que bontem exhib na cmara, mas o
resultado da discussio respectiva, em virlude da
qual felizmente consegu firmar-se a seguinte
these : que os bispos entravsm como poder na
creacao das freguezias, anda que houvesse ma-
nifesiago desse poder someote oo provimeDto
dessaa freguezias.
O Sr. Bar.roa Barretto : Na apreseutacio s,
no provimento nio.
0 Sr. Presidente : A discussio do arl. de-
ve versar someote sobre os limites. Na discussio
do arl. 1 sio permittidas objervaces em geral,
mas nos demais arligos a discussio deve versar
especialmente sobre essa materia.
O Sr. Araujo Barros: V. Exc. deve ter obser-
vado, Sr. presidente, que eu nio rao proponho A'
refutajo daa Iheoriaa do honrado memoro, que
me preeedeu ; que comecei recooheceodo qae
oio podia fallar aobre o veocido ; que estou di-
zendo mesmo que nio entrarei nelle. E de feito,
as poucas palavras, queestava enunciando, pro-
pnnha-me a lamentar qae oio me fosse licito
responder immediatamenle ao honrado Sr. Dr.
Lucena. A* rista da observarlo de V. Exc, po-
rm, desistir! do meo intento, e passarei a mos-
trar qae o artigo substitutivo ao 2 do projecto
primitivo est oo caso de ser adoptado por ests
douta sssembla, oio s porque afasta-aa maito
pouco do projecto primitivo, como porque, de
cooformidade com lie, acbam -se as informacoes
do prelado diocesano.
Sr. presidente o art. 2* do projecto primitivo
estabelece como ponto de partida na creacao da
nova freguezia o. riacho Pontal ; da barra deata
riacho pelo ro S. Franciaco cima comees o ter-
ritorio da aova parochia.
Aeceite eate ponto de partida, Sr. presideote,
por duas razdes, que me parecem Bailo valio-
sas ; a primeira porque o riacho de Pontal
ua limite natural ; a segunda porque o mesmo
riacho divide a aotiga freguena da Boa-Vista
qaasi pelo ame.
E' verdade que aioda assim A oo*a freguezia
cabe a maior porclo do aotigo territorio, mas
oio taco questo por iaso ; quero ser justo e rs-
zoavel oeata queatio, como o deaajo ser em
quseaquer outras.
Maa, pela mesma razio, que me lava a accel-
tar o riacho do ponto do Pontal, como linha divi-
soria daa duaa freguezias em questio, desejo qae
peto lado da freguezia de Cabrob se aceaitem
iguaes limites, isto limites na tu raes, qee nao
possam desappareeer ordinariamente, e que por
isso evitem quaesquer conflictos davtdas. Es-
tas reflexdes me levaa a pedir que se aeceite o
riacho das Caraibaa para limitar a freguezia da
Boa-Vista com a d Cabrob.
Por esta modo nio alargo o circulo do terreno
da Boa-Vista de modo, que possa prejedicar e
pa rocho da Cabrob ; nio, de maoeira algama ;
quero apeaos qne o parocho da Boa-Viala nao
seja reducido A contingencia da abandonar a sua
freguezia pela radaocao dos reodimaotoa, que a
diviaio ealabeleoida pelo projecto primitivo lhe
ha de nacessariaacate acarreUr. Bem ael qte
dio tanho dados certoe para levar eate ponto a
toda a evidencia ; maa taabem a cmara os oio
teas, igaaes sequer, para eombator-ae.
Entretanto, ea falta daatea dados, qae devisa
ser dedos estatietieos, cujoa algaramos expri-
miesen! a verdade de um modo superior % toda a
duvids, cinjo-me is informacoes de prelado dio-
cesano, as qaaea davam merecernos toda a coa-
siderecie. E' S. Ese. Rcvm.* qaem esti m con-
tacto immediato caen suaa ovihe ; ella quem
ouve suas queitas e reclamaces; e por isso.
aenhoraa, urna fonte deiuformacio maito pura,
maito competente.
Outro sim, Sr. presidente, o projecto pri
consagra a ide de jos a ilha de Peotal
perteneendo A nova parochia ; maa asaa tdda
nio s urna iojustiga, sa nio como ama extrava-
gancia. .
Na aessio de hootem moatrei, j pelo manpe
da provincia, que alist na aota-sala da cmara,
ji pelas proprias palavras redaceie de
primitivo, ji por informacoes da an
te muito reapeitaval. o qual por viola lax.
foi morador e empregado publico na ~illi da Baa
Vala, que a ilha do PonUl ficava dentro do Icen-
torio da freguezia daquella ooa.
Ora sendo iato cario, parece-ae de rigorosa
iu,lic... qi16 0"" >>a fique petisaceade
Boa-Vista.
Sam essa condic > pode dizor-sa qua ara ad-
miniatracao do partido espiritual da ila Una, o
parocho da Pelreoa ha de paaaar invadir o
territorio da freguezia da Boa-Viala.
O Sr. Birio de Muribeca :Nao preciso.
O Sr. Araujo Barroa : Nao preciso e que T
O Sr. Bario de Muribeca :Invadir larri!anee
alheios, urna vez que elle ha da embarcar por
forca.
0 Sr. Araujo Barroa :Mas o Rio no logar da
ilha nao faz parlado territorio da Boa-Viste ?
O Sr. Bario do Muribeca :Nioaaiaeo rio
faz parte do territorio.
O Sr. Araujo Barros :Pois essa consideracio
do maior peso. A ilha fies duaa legaaa abai-
xo da Oarra do riacho Pootal ; asta riacho a
linha divisoria daa duas freguezias ; loas, ae-
nbores, de toda a justica, qae a ilba fiqa per-
teocendo freguezia dentro de cajo territorio esl.
Sanhores, eatou tratando desle negocio coa a
maior sereoldade ds espirito, porque desejo o
iriumpho someote da razio, a do iniaresse publi-
co iocootestavel.
Passarei a considerar a questo dekeisn.de ou-
tros respaitos.
E' um principio carrete que na creacio daa
parochia se deve attender, quaolo poaaival i
commodidades dos respeclivoa povoa. (acuitan-
do-so-Ihes a admioistraco dos aacrameotoa, a o
provimento de oulraa oecessldadas nao menos
imprescripliveis.
Ora da ilha do Pontal at Petrooa vio 14 le-
guas, entretanto que da mesma liba i. Boa-Vista
distam apenas 10 ; por consequencla aullo
mais ventajoso psra os posos do Pontal acareas
perteneendo, antes A ultima do qaa A primeira
daquellas freguezias.
Senhores, ha certas cousas, ba cartea verda-
des, que apenas enunciadas, devem ser aceilas
por todos os aspiritos rectoa, e esclarecidos. A
demonstrarlo, que acabo de lazar entra nssss
ordem, e tanto mais procade q jauto ella, raau
ji fiz ver, mereceu o asseotimento da autoridade
ecclesiaslica, immediatamenle iateressada ao
augmento do culto
Alm disso, Sr. presidente, a nova freguezia
da Peirolioa, como o artigo substitutivo a crea,
tica de poase de tres capellas, a saber: da Cs-
cboeira, a do Caboclo, o a respectiva matriz .
a freguezia da Boa-Viala ficar apeoaa cea a ce-
pella da ilha do Pontal e com a respectiva ma-
triz. Ha urna deavaolagem aioda aasiaa, ceao se
v, contra a freguezia da Boa-Vista, mas ae acei-
to para que a cmara veja em aua imparciahla-
de, que desejo smente se adopte o mais razoa-
vel, o que ealio reclamando os mais rigoroso*
principios de jusilla.
Adoptaodo-se o arl 3 de projecto primitivo,
a nova freguezia da Peirolioa Bcaricoai 4 casal-
las, inclusive a aua matriz, entreunto qua a fre-
guezia da Boa-Viala ficar coa naa s 11
A cmara ssnccioosri semelhaale injuetice ?
Eu nio o espero, senhores.
Tsmbem hs outras coasas no projecto primiti-
vo, a respelto dss quses cabera aa mesoeas re-
t exo es.
Nesse projecto se determina qua os coefiaes-
tea do riacho Pontal tiquea lxasete parta da
nova freguezia : mas correado ee ala asase
daquelle riacho para o lado da Boa-vista, violo
que sera injustas nao podem aar passados psra a
Pelrolina. Alm do maia isto ae oppera ae cur-
so natural daa couaas, oa Aa idaa mais correo-
tes em diviaes e subdivises da territorios.
Sr. presidente, persuado-me que as obaerva-
coes, que lenbo feilo, sio ass qaa sufflciwtes
para que a cmara aceite o artigo subatiioiiva.
que tive a honra de submetler A sua apreciaca* ;
maa eu addozirei anda aa seguales rr0esees :
O artigo 2. do projecto primitivo nao estabe-
lece limites nstaraea, a aa d ceao bailes ana
poucoa de nomes proprios do homena a de (oxea-
das, iato estabelece limites, que ee
ser apreciados pela eaaa, qee nenhoa
ment tem da topofraphia daquelle* .
Salvemos, por tanto, a asesen paiapliaai*. evi-
tando quassquar erroa, ea que ao neo posa* fe-
ser incorrer, aceitando smente psra divisa* das
duaa parochias os limita* oaturaes.
E ae isto se ajuata parfeilaaeola cea e pere-
cer do prelado diocesaoo, parecer que jA i
eutre nos, qual a razio por qae o nio
de aceitar ?
Eu disse. Sr. presidente, qaa a ilha da
lina ficava maia prxima 4a freguezia ato L_
Vate, qua da Pelrolina. Moatrei oa failsaM
tos qae liona, para aasim prooaecisr-ae ; sas a
casa pode aioda aasim lar sena ascrapulee, e per
isso ea os quero dissipar, sab ai laoste es seo
exame a subemeoda, qua pasee A ler:
a A ilha do Pontal Oca perieocaade freajee-
zia, da cuja aalris lear mais proxiaa, etc. ele
Craio, senhores, qaa teoho dito '
sustentar o artigo substitutivo, aw en esta aa
decises ; por foto apero qaa adse) sari asadas
pela imparcialidade e rectiao e i
O Sr. Araajo Barros : Sr. [
to-me intetramente desaniasdo, sarasa'
qaa o artigo substitutivo acba-se
a o aeu desanimo tonto satoi
coa bastaote pozar qae asaos tes
do obre osle projecto retire-se ama
cmara, pareceodo-me sala qae neo i
rir as razea, qae teoho, afta de asau
instancia qae aajaa atteodidas todas as iee* ato
justica, todos os principios de asadas, ae as
achara incoo testa val manto cooUdas a a eaaa
artigo. E* oa presagio cruel asas, so asas e
oolsr. Mu se o asa diesotoss ese esse tan
asaagador, elle aeesae asaia
quando vejo qae ee atabes i
por oppositor o illustre
reeedsr-ae sa tribuna.
Eotrelaoto, senhores, a
race*. qua ae ferie doatotir ato i
Tanbo a coovieeie da oa
bem o moa davar, a iato as
todae aa diflscaldadee, todas as <
miaba ailaacae o a
A lelo acres qaa acatando es de i
a autoridaa do illustre .
-ca-la no correr do aeu'
maia valiosos spoios ds i_
Sr. preaidaate, 4 lora de duvida, que a asa*
do 2* argo do projecto priaMrvo aasstosf sai
discutido oa casa da asedo, adaaspai|sals
dos a crupales, qaa o pistarla peas ser asal-
to votado sem criterio costoaude, ca a asa-
lidio, coa a prudencia o aessdorta,
tameote saeataa nea varos
ornea sto aseeabie.
Na creacio, divieso, e ostias, as i
pasenla, estojsa-s atiendes es
ceoeaa ; procara-ce, por oxeante,
acode ay> a atoe da fregosla sajo
respective cas tro, a fia ato qoe a
a o tafia Aladss oa ratee da pa
atleoder ae oa reaiaeatee e isti
liaos do parocho nio eejaa tio atantes,


OUliO DI FHLNMBQGO.' *~


M. &bL3*L e*."*He.
gem alguma
parochia.
rlttS-Vanto-
-f Sr
.,rro.id#n^ffeioe
-i

1 DI Mi 10 DE 1861.
nti<
nao irrogo no tnju-
em permtnecor ii coti|5jj|jf|j. jyi rja aos illustrea memferos, que tem dtsculido a
questao, dizendo-lhet que inda nao vi aprecia-
nao quer isso duer, Sr. ornai!sm\ehnun.npe-<. doal^ida n cootideracfte*, qie apreeen-
vochoe nao poanni desempele" cabalmente ot teiao criterio da ornar rom o Km de moilrar
seus deveret tem que ttiant tlli datas ttBtsTiidl od vivam (artos de ouro; oi iocontottavel grande e notoria njustiga, ao passo que o artigo
que elle* naodevem a.orrer~*'iirflgot; ovdeos' rtiritiHWo tatiifaz p,|0 menos a- equidade, e
cuidados da subsistencia nao lli"t devam aer to nos poe de accor4otnm a_t)iio.dcupJ:elado dio-
insteutas, que preju ditoero o :ia a, ana qne do- cea*no, meooxea BaaatesaaaY fegaNM dos payos
im epasceotar as suas ovelha.
Estes principios sao comeaiiib t. si inconlea-
taveis; mai.com pezar o diga, illee nao f
aiada trezidos lux : a cmara, una tete
M eterifica ou tmo esases prinajn eii,n orniaos oa- pavos
ao sao menos alteadle*. Tem-endito miis
tros, que nac
ida Boaa-Sitia.
Por nato ata*, afroreav
m tqni so.tevanjnn pata, a
tooo nos. manto atanoa, ara
naBoCr*
O Sr. Araujo Barros : Nio quer*, nem tonho
por habito faier ostentico de eervicos, porque -
realmente os nao tenbo para is*e ; mea pnrsun-"
do-me qne nao son completamente ura homnm
boto ; leohrt sido enearref ade de tlgumee eeas-
raitsoet, e lenfco-ts desempernado com todn o
telo, com qoe o permiuem as miohas lorias,'neo-
muito diminutas ; e se irte 4 o que d jui a un
ci, aaaboa pera n
le**) do Rae! fe.
recrutas, remettidot pele tibie-
*

=
A* ordem do Dr. delegado do V dittTicto, Ru-
omente. que o projecto d*v sor-adopta do, tal
como se actta, mas nada, tbseit lamente nada te!
tnmdaln, sas aeiwfaca- aa een-ic eociirs strupu-
toses, a roctide dos Btmarot du casa.
Seni ettttistca, quesos vevo.ica uta numero
xacto dot habitantes d ton*, j io ioteiro da an-
tig a freguezia, sem dedos qu-i nos tiabilitem a
saber- qual o numero deftots, (te Bcar perten-
ceudt a cada urna desfreguez i de que te trata,
sem termos ai mais ligoiris no oes de todas as-
nas cousas, lenqw ao menos oara desvanecer
odas as hesitecoes, tentamos formajes das
autoridades civis, ieto d.i pre idela da apro-
viuda, da cmara mentcipal re*t activa, do juiz
de diteito, do delega do, e de o uros fuudcione-
rioa, como havenxw de presera) ir das icrfurma-
cOee do prelado diocesano, as quaes sao as nicas
qjW. tenioit"
Pondo-te de parte estas inte ruitcts, Sr. pre-
aideote, ropHo, a-esmara'Oto tim umlermome-
trs peta qualse Tegate, est tai perfeits cerra-
ch,< uo poe votar com juit ;a pelo artigo do
projpcto priaitriTo.
O Sr. Soasa Heis : J eu .i, o sou o ihermo-
netro 1
O Sr. Araugo Barros : A palavrs thermome-
tro aqui embregada nao o foi ein relacSo a che-
lancaa, e por 'Conseqaencia uao tam opportanida-
de> o aparte do nobre deputadp.
Na aoaencta de estilstica, lia (alta de infor-
snaoea odRciaea, apenas leohc ouvido dizer:
Acredito piatnedte no autor de projecto, o sea
uoroe tempera ntrm um peso immenio; elle,
coobecador dquetlaa parsgens, mais que ha-
tulitudo para*(orneeer casa tt 1, s as informa^et
que eli< prtciaa para aceitaren ilu projecto.
Nao isto roesmo, senhores 1
Pota bem'l oigo multo, tinta-me cnaio de ju-.
bilo, sabendo que pela priruein, tez laUez o Do-
me do honrado Sr. rigario de Ouricury oao-
cado nsta cm com a mais iipansiva cordiali-
dade.
O Sr. Barbe de Muribeca : Haa reja que eu
sao diste isto.
O Sr. Araujo Barros :V. Esc. nao (oi o uolco
qu faite-u obre ests materia.
Coogratulo-ma com todos os liomens desapai-
soaados de que pela primeira ves oesta casa a
autnri'iade do meu illuitre amigo o Sr. vigatio
Fraeofsco Pedro, seja aceita com i de 18o immeo-
sa pendertcao. -Congralulo-m < siocerameute,
Sr.presidente, por que ito urn -signal deque
as sas ideas sao apreciadas, i ma vez que le-
ahem o cuoho de justicia. E' esta urna couss,
que devaeocher deconleutameoioa todos os es-
pirites seniatos, a todos aquelhi que enchergsm
aas ecagersces e eitremos de quatquer ordem
am perigo pablico, um obstacuit o bem geral.
Mas, Sr. presidente, aperar ijaseipaoset ioe-
far,'i, de que me acbo possnid 3 oeste momento,
a;ietr de teda a considera^o i]\ e tributo ao no-
mo respeilavel do -Sr. vigario Francisco Pedro,
deIaf solemnemente que este nome, que estas
stloeoses e reapeitoa pesam en meu espirito
muito menos do que aa allaa rizes rfe Justina
que tenho part empenhar-me pelas modiflcsfdes
queoftreco ao projecto.
Eaaas radas de justiga, eaf,e,i principios de
equidade, atteodiveis em lodos os lempos e lo-
gare*, oo podem jamis ser pieteridas por con-
veniencias politicaa qne sao conveniencias de
momento na mxima parte doi catoi. (Apoia-
Oos.J
*or estas razes, Sr. presidnnte, com quan'o
deva u agradecer, e agradeca :orJealmente ao
illuetre vigario o ter-me aceit j como enxerto 1&
na aa (reguezia, nlo.posso dt -, r de volar con-
tra a ideado projecto nottermcn em que te acha.
O-Sr. Bario de Vera-Cruz : Aceitou-o como
deputado.
O Sr. Araujo Barros : Nao potso deixar de
maefesiar-me contra o aeu projtctu, nos termos
em quese acha, por que entend que elle nao se
conforma com os ptiucipios de jistiga ; regeito,
portelo, a idea do patrono, na tecesio em que
a juttica talla mais alto do que s ioterosses do
meeroo patrn.
O Sr. Baro de Maiibeca : A estica nao tal-
ln. *
O Sr. Araujo Barros :Ella ctt turna (aliar pelo
modo por que estou fallando.
O Sr. Sonsa Res : Quem .a w e nio pela
maoeira por que eu digo I
O Sr. Araujo Barroa :Demais senhores, ea-
tou pertuadido que o Sr. Franr.i ico. Pedro, on-
Tiodo aa iuformacoea do- sea prtlad, annuiria a
lias de bom grado e com tant raaior praier,
quaoto o artigo aubstitutivo ).e eu olTcreci
cooajiders^lo dacass nao impnr a slterigoes es-
seociaea no projecto doillustre pi rocho.
Eotrmosagora na aprecia;io '. materia.
Eu, Sr. presidente, disse que ao ter rilo ra da
nova (r-eguezia existan) tres enj ellas, a da Ca-
choeir a, a do Cabocio, e a capel I a que ha de ser- {
vjr de matriz mesms (reguezi).: disse mais que
aceitando-se o projecto tal como eslava, desta-
oado-se a iiha de Pontal para uui-la .sobreli-
ta freguezie, mha ticar eala com qaatro capel-
las. inclusive a que Ihe ha de a<=mr de matriz. '
Sendo Uto exacto, a que Qcarl reduzids a an-
ticatregueaia da Boa-Vista ? A' urna nica igre- .
irfiata voz
eeav
Hslrsr
si %;avaaa n-aHacr sa
bss attastdidtav queat taabaa do
- "snveaser^
fna fa d Espirito Santo, da 38 amos, dado
etjrtcaltare, para recrata.
A' ordt do subdelegado do Recite, o africano
esto, de 28 annos, dado tara bem i agricultura,
eteravo de Jos Pedro deOliveire, por andar (u-
etntil.lf ~~ iiifl'- JHH,> -"' cascara peraaSdo- O ebsJst d
ue co BaAQcbjasjssdo>...... i. d
ideten-
(apoiadtjsv cruaasavse
_ resi a ida>de jsstcica eaceta em mutrd
i citas* de idat
'trata* efvfl, quertMMRv dir Btnrlo d*-
siis tico com. asjssattat da,
projecto piimltlTaj o qnerT-
Poderemos por ventora dizer que nada temos
en Uto T
Cre o que nrnguom o dir.
Por coosequencls, Sr. presidnte, adoptemos a
nica fonte de informaqoea, que temos, e esta
senhores, acha-se respailada o attandlda so arti-
go substitutivo.
Ea disM mais, Sr. presidente, que par desva-
necer todas las duvidas, afim do acabar de urna
vez com todas as hesitarles. tSo funesta-s. to
mortifleadoras sempre para as contetencias dos
hora ees, que se estimsm, come es honrados mesa-
broa dasta doula cmara tiesrtacoes naseiJas
do (acto de diierem uns que a Una. do Pontal -
aas- mais prxima da fregnetia ou matriz da
Bna-Viaia, e oulros qtae ficava mais prxima da
Pelrolioa, que havia ubi remedie prompto e effi-
caa, e este consista apenat em adoptar-se ama
emenda no sentido de declarar-ee que a iiha do
Pontal pertencaria 4 (regwetia, de coja matriz Q-
easse mais prxima.
Ha nada mais razosvel, mais justo, mtit equi-
' doto T
Eu nao quero, nao peco, nao solicito mais do
que ama caneselo so direito, eos inleretsns le-
. gilioios dos povos da iiha do Pontal, os quaes
sem iiu'io querem perto do attes casta o sacra-
mento, a coosso, o avaoqe da sal<;o, e ao
antea o queris aesin, seo he res, en tos peco, eu
vos solicito em neme dos habitantes a iiha do
Puntal, ao menos esse (avor de juslica 1
De oerlo, se verdsde que esta iiha (ka mais
perto da matriz da Boa-Vista, que da matriz da
Pelrolioa, porque recusaremos este favor ?
(fia um aparte).
U Sr. Araujo Barros : Parece-me ter ouvido
a V. Exc enuunciar-se nesse sentido, e (oi esas
al a razo, perqu ne comeeo do meu discurso
declarei que para o diante teria da poiar-me na
autoridade de V. Etc.
Oulro sirn, aenhores, sabemos acaso qual o nu-
mero dos habitantes, que povoavam o terreno da
amiga freguezia ? Sabemos perventura agora
qual o numero doa fiis, que ficam perlencendo
s qualquer das duas freguemos, depois de divi-
dido o antigo territorio ?
Qual a luz, qae tendea a esse respeito ?
Nenfauma, senhores, absolutamente nenbuma ;
ludo sao trevat e conjecturat, pendo-te de parle
as iofbrmacoaa do prelado.
Com que direilo, pois, despezaremos etta
luz ?
Por entura, senhores, sabemos se vamos ou
nao ceduzir peouria o parocho da Boa-Visla ?
Qual de nos ein semedhante situacao pode com
fundamento plausivel desprezar a ueicae iofor-
macee, que temos ?
Dadas todas esaaa circumstancias, senhores, eu
serla obrigado a procurar um pensamento occul-
lo na opiniao daqaelles, que porveotura votas-
sero contra o artigo substitutivo......
O Sr. Barros Brrelo : Olhe qae islo es-
pada de dous gusaes.
0 Sr. Araujo Barros: Bem tei, mas ea nio
receio que ella posta (erir-me.
( Ha um aparte ).
0 Sr. Araujo Barros: Ea nao coatumo ins-
pirar-me nessea sentimentos, e prevaleQO-me da
opporlunidade para declarar muito alto e bom
som, que nao me arredei ainda um passo do pos-
to, em que sempre me achei em materias poli-
ticaa.
Se fallo deste modo contra o projecto primiti-
vo porque nao o reputo justo, e ao contrario o
comidero nocido aos habitantes da Boa-Vista, aos
poros do Pontal, que terso de ir buscar o pao do
espirito a grandes distaouias, quando mais com-
modamerite o podiam (azer na Boa-Vista, aoode
etto eoraizados os seus legtimos inleresses.
E' verdade, Sr. preside.te, que a freguezia da
Boa-Vista foi sempre urna daquellaa em que o
Ilustres mero tros, que acempanham o nobre de-
putado, que me tem honrado com suas respostas,
nunca poderao entrar. (Nao apoiadot, reclama-
$o*).
O Sr. Souza Res: Ea enchertei-me l.
O Sr. Araujo Barros: As lulas eleitoraes o'al -
li tem sido sempre ganhas pelo dislinoto com-
mandaole saperior do municipio, adversario po
lilico dos nobret deputados, o qual acha-se ho-
ja em divergencia com alguna de seus pareles.
0 Sr. birao de Buribeca: Nao tei nada
dssat cousas ; de negocios do seriao, nada sei.
O Sr. Araujo Barros :Acredito sinceramente
que V. Exc. estraoho a etsas cousas; mas se-
nhores, respeilemos as influencias legitimas das
localidades, e teohamos cautela para qae sem o
querermos, nao sejamos aqu orgao dos inleresses
pequeninos dessis localidades.
Pasiam depressa et arrufo entre prente* ;
maia larde poderao unir-ee da novo, e nio a* im-
portaren) mais com o dia de hoje. Vede bem isso,
e acautelai-vos.
(Ha um aparte)
O Sr. Araujo Barros:Su nao teobo nada com
as lutat passadas da provincia, e por Uso algo-
me de algum modo com (orea moral sufflciente
para convencer cmara que (alio somente guia-
JtaVlepeedeisawdesnmctesva snaadade pea-
rterttos sublimes do chrTmauimo, lli-
arataita raaaranniariii --i* bu.
Quero pertaadir-me qat o cuite, fue merecem
estes principios, ralsgioesmem observado pelo
illutlre membie.
Muito digno, muito iadapaadente S. Exc nao
pode deixar d apreciar essae qnalidedee ase leus
oncidadaet.
Feco-lhe esta jumrja, e tenho fm esperar
que ella me teja retribuida.
Termino, senhores, diaendo que veto pele art.
sakstiiutiro, e contra o segando do projecto.
gsr, adulterando todos os (actsa, alirando as mais
strozes calumnias e picantis injurias contra ml-
nha repitacSo, at hoje sesa mancha nlfunia.
Bm justo desaggravo de mioha boora atsim as-
sallada, recorr sos tribunaes reqatreodo tihi-
bicio doautographo detteescrlptocom a respoo- diricin nanaiu'I
tabilid.de legal, e ei. te nao qo.odo tnrifeenir ^^USSrlrffSmS!^^
istat na ttl cor- ... *.n,..u. .",_?wl"
-yWaaUgAjlo d referido lagar, Sr. Vicente
FerrelrTCoelho da Silva.
Que caaiaciatKtas* mioittra do alUr I! I
*tr0 fMtt4 o me contra antas aa
Discurso do Sr. Dr. Araujo Barrts na
essao de 26 do passado.
"Sr. Araujo Barros: Seohor preildeote, o
-art. 3* do projecto s tem pan mim valor lio
ootavel.'que me resolva a empenhar-me viva-
mente en sufl respectiva tiscuisao.
Piz o que estere ao meu alcance para demona-
trar que havia maia do que urna injustca, havia
grande falta de equidade em adjudicar-ie a ilbt
do Pontal nova [reguezia da Pelrolina; proeu-
rei lomar patente, e creio qae eingnem contesta
o (acto de licor a aotiga freguezia da B la-vista
reducida a sus nica matriz, ao pasto que a nuva
paroebia Oca dotada com A capaila. Eu s
onoidera^ao bastara para resolver ama came-
ra menos severa em suss apreciares ; mas eu
tiz mai, por quaoto mostrai qae a iiha do Pon-
tal fleavs dentro doa limites da freguezia da
Boa-vista, e mais prxima da respectiva matriz,
do que ert contequencia que detia fiear perlen-
cendo antes antiga, do qae a no*a fregue-
zia. A cmara nao atienden a nada datso.
0 que direi maia, por tanto, qne possa ser
aUvnJido ?
Talvez (osse melhor que ea guardasaa profundo
silencio sobre o ultimo religo do projecto ; mas,
senhores, sem embargo disso, sinda quero dizer
das ualavras, aiod quero pronnciar-me contra
os limites, que se quer dar Boa-vista pelo lado
de Gabrob.
Senhor presidente, a antiga freguezia da Boa
Vista dsva 30 eleitores ; a di Ca-brobd d 29 ; m
virtudlestes dados, que aso us nicos, qna teobo
e existem na casa, passo duer que populado, de
ambas,.quasi igual. Dividinao seemduasal*
das citadasfregtteziat, e ficando miior porgan de
povos perleoceiido & nova freguezia da Pelrolina,
claro que a enliga freguezia da Boa-vista Gca
reduzida a menos de 20 eleitores. e por cocte-
quencia deve-se suppor igualmente qae a res-
pectiva pCpulaco tica excessivamente reiu-
zida.
Por inducjoet autorisadat por estes dados, em
falla de melhores, que oo possoe a casa, vg-se
que o psrocho d> Bda-vista. por falta de fregu-
zes, e de rendimeotos tufBcientet nao poder
deixar de abandonar a sua parochia. 0 que
preciso tszer-se em temelhante caao ?
0 mesmo, que diz o prelado diocesano, e ,
desmembrar umi porco mpito diminuta do
terreno da paroebia de Cabrob para aonexa-l
ao da parochia da Boa-vista.
Ora o que aconselba o senhor bispo, que
autoridade competente aobre a materia, foi o que
eu coosagrai no artigo substitutivo, ao qun ae
acha era discusio.
A redcelo, que coa iato se faz i Cabrob
muito pouxosansicel ser em relago a-eaaa re-
gueiia, mas nao pode deixar de ter til e muito
apreciada pele parocho da Boa-vista. 0 pobre tn
contenta) com qualquer miga Ins.
Espero que a cmara apreciar devididameote
estas poucas palavres, e qae votar pelo artigo
substitutivo, que live a honra de offerecer sus
considerarlo.
Movimento da erdetaanriai
sjk> do dia 20 de abril dn |Bf2.
Ttveram baix> parad tnnVrnnaat :
Bntanio Joaquim Sotren db tsanos ; iatermit-
tente.
fehto, escravo de Jbi Pedro de Ollvelra ; dem.
tiveaat alto da enfermera r
Antonio Thorcaz de Aquino Lino.
Matadolro publico.
Mataram-te para o cootnmmo deita cidade nn
dia 30 de abril, 97 rezes.
Bontem ao cahir da nolte (es o telegrapho
signal de avor(ranees, mas al 9 horas dt noite
nenbuma noticia havia corrido, sendo que oem
as malas ajaran) para trra.
Ptttageiros do brigue portugus Relmpa-
go, tshido psra Lisboa ; Antonio de Hedeiroa,
tua mulber e 1 (Jlha, Praoclsco de Castro Guian-
raes, Jos Bsoevida da Souza, sua aralhet t
fllbos meooret.
Passagelros do vspor brssileiro Cruzeiro do
Sul, sahido pata et- portos do trorte :ManoM de
Agita, Emilio Augusto Beenntime, Pedro Hy-
piilito Gerardo, capitn P. Francisco de Miranda
Ribeiro, Antonio Jos Duarte, Antonio Lopet,
Aioencio H. Meira, Augusto Ferrtira Alcntara,
Dr. Maooel de Souza Garcia e 1 eteravo, Pedro
Lopea Rodrigues, Maooel Pfuro Pereira Valente,
Rnta Harta Cesar Daarle e i eaertva, Beoto Fra-
goao Bapote, Jote Antonio Onefy, toldado Pe-
den Fraocisco Pegado, Manoel Josquim dos
Saotos.
Obituario bo da 30 DB ABRlt, NO cesiterio
publico :
Antonio Perreira 4a Silva, Sobral, 43 annos, par-
do, catado, Boa- Vista cholera. '
Joquim, Afciea, 34 annos, escravo, Recile : cho-
lera. .
Mara Francisca da Cooceic.ao, Peroambuco, 60
annos, viuva. Boa-Vista ; cancro na lingua.
Pedro Ludori Grenser, Belga, 34 annot, solteiro,
Boe-Vhta ; dyarrha.
Bduardo Marcolioo Ferrelr, Pernambaco, 32
annos, casado, Afogedos ; cholera.
Maooel Gomes da Silva, Portugal, 16 annos, sol-
teiro, Boa-Vista ; (ebre amtrelle.
Loureoco Jos do Natcimeoto, Baha, 26 annot,
solteiro, militar. Boa-Vista ; varilas.
que todss estas astigotturtt, pntttt na ttl cor
respond
pe para a4sTifsnafv
enam:
responden^^remeanata d'aat em taras d
tmtrai;adna
toa. cornAM reaaBBhejetna) petoexio proc
pe tam deana-
ipornmas6pn-
xiate procedan,
Sr. Dr.
mo.seg
tranicripto. aob 2.
requeriatnato aanu, pan peritos noataadonpnli
jaan^muna^al d primatra vara destomr
unata ae eeJdtneie
nhosdaquMla Mvnaip, medi7mrda"zea.toa
ireaentot mil rato qae se ma sffereceu
boan.
per
ldaprlmatra
da noconvacio abaixo
? tambera por ti ateta
eor ella vardadeira, s arov
tlMinlerette, a coaslilairia i_.
B*. baaano recatado lio avalladas ter-
Al* de* fjWojAaws^MMtne.tn.a M^t-l^^TnJ^^^J^Z^^'
licid.de dette escripia, e da gr.vis.im. suspeit. J^tulm^^ "*** *
GHRONtCAJiJDICIARIA.
JURY DO RECITO.
2* SESSAO.
Dia 30 de alaria.
PRESIDENCIA DO SR. DR. JTJ1Z DE DIREITO UA SE-
SONDA VARA, MANOEL JOSB DA SILVA NEIVA.
Promotor publico, o Sr. Dr Francisco Ltopol-
im oocu-
crea em
de ter-
Bthe de
ja, npne ooneequeucie em peimas condicoes
relativamente ao ezercicio do culo. Ora isto, se-. do pelos principios de jusilce.
chores, anta de ser prejudicial aos eottumes, O Sr. Bsro de Muribeca:Como
moral, e por coosequancia tambero aos inters- outro.
tea geraes, urna flagrante injuilica.
O que me dissestes em retpoi.t a -ettas obser- !
vaceeq
Jiada, absolutamenie nada I
Faltando acema an critica, qae ea -6z aos no-
raes proprios, o nobra deputado, que acabou de
sanlar-te, dase que.tanto aceitai oi oomet pro-
priosconsigoadoa ao projecto pri uiiivo, como os
isomet proprios praeacs na emenda, na por ou-
iM que tanta valor lioham aos r.i mo tlobsm ou-
lros. .
O Sr. Bacn de Muribeca : ()ue ambos elles
me embaracavs-ao.
qualquer
contesto; salto
t> 8r, Araujo Barrot:Nao
sempre aa iolencoea alheiat.
(Ha uro aparte.)
O Sr. Araujo Barrot:-AppeJlo para a opinilo
publica.
O Sr. Baro de Muribeca :Onde est ella ?
O Sr. Araujo Barrot:Est no paiz.
O Sr. Souza Res:Ob I o paiz lio grande I
O Sr. Araujo Barros:Has ainda a saina a todos
es seus ngulos ho de chegaranopsaas Tozet.
(O orador depoit de alguma pausa.)
Sr. presidente, o bonridn memoro, queme
precedeu na tribuna, termiona o seu discurto de
O Sr. Araujo Barroe :4]oncotd o per (sitamente um modo, qae pueceu-me desfavorecer um
com as ideas do ilustre >mamt>n>; apraa-mn re-
caabecer que oo intimo de sua s -mejencia -exis-
tm solidos principios de .jostiiM e qae S. Exc.
(alia sempre, segando aa aspir a t de i aa al-
ma. Foi por ansa cacao, qne toe: r traodo-ase cora
a idea, com o peoeemerto de honrado memoro,
dectarei-lhe logo em apartes, qu3 oiw fazia ques-
Isodnsoomes proptaa, qae abrir rato- deiles,
para otilar somanto na limites n i lurtes, qae eu
aesignaUva no artigo aatoliteU Mate pecio
ealon disposlo a, faaer asa ceaipitaieio, a aestm
em v* das fasaadaa Poco d'Aoi n e Mundubtm,
que tanio detperbuam onntoropitloa doMbre de-
pudano, anjam. os limites d* fiei-uezia da Boa-
Vista, de um lado o nac*a io Piaital, a do outro
o riacho doa Caraibas. ,-
Por esse modo, Se pratenta, :nahura de o6*
ficar ma com a saa conaciencin, tosqueiqudojdO
sedieaerqua a faznhdt Ul aToi em terreno da
riort ifeguezta^qun a (aseada i|i ti.flca era ter-
ri io rio da antiga parochia, e que tula atarean aa-
tacita: ia ratees receptamos datan pardnbo pela
ireguezia do onico, nsdirnanaa. < ntasenasoeada-
auaU, qo aiUram-uor, na nformsce
officiaet, dadon naaaakelentes, smi que so menos
guiaoto-oos pniaa dadot raznavili, que tinha-
mn, e UeaetVvenamoras, oo limiten nsluraes.
Ptosedanda par ansa mado a 001111 rnaponsabi-
dadeesl salva* n-oanaBoaainmoi, ao anet, dt- loa tambara.
di ira acertar ; e
mttertMi iistttisHcaa. at
pouco
O 6r. Baro de Muribeca:-Nao, aeoher. A
O Sr. Araujo Barros :O nobre deputado disse
que eu havia sido euchertado pelo quinto cir-
culo.
O Sr.aro d Vera-Cru2:-Kao falln no qatav
to circulo, e o encherto nao (oi poltiico, (oi de,
cenhacimtatos lctea. 0
O Sr. Araujo Barru: (Para o Sr.-Bardo de
Muribeca.) V Exc. ae enuncia no aeniido do Sn
Bnro de Vera-Cruz? ; ,
O Sr. Baro de Muribeca:Peen t.pelavra par
expiicar-me.
Sr Arau>o Barroa :Pois bem 1, permitame
eoto que u di^a ludo quaoto julg necessarie
para, defender a miaba dignidade puasoal.
Um Sr. Deputado :Isto que oo est em
disusso. .- ,.
-O Sr, Artujo turo sEst tira, parque desde
que o nobra depulado, a quem aue refiro, di ase
fb eu foteaefaettedo no qiunw. circulo, em da-
E2f 2S^T!alWJ22ffii? qnMaaamia.aaenmhantoiacto.
air.avt7.iha iufl rvvfnn riiliflari hmMliurasi arJaua.m^ .
REVISTA IAB*
A assembla em sua aesao de ho
pou-se da Ia discussao do projecto,
Cruengy urna freguezia com segrega;
renos perleocentes s comarcas de Naza
Golanoa ; qual flear perlencendo.
Tendo tomado parte na discussao varios Srs.
daputador, ticou atoda adiada ameame pela hora.
A urna hora chegando o Exm. Sr. presidente,
(oi introduzldo oo salo pelos Srs. Berros Brra-
lo, Aguiar e Netto ; e depois de haver prestado o
juramento do esiylo, retirou-ie com as roesmas
formalidades.
A ordem do dia de boje continua a ser a an-
terior.
Foi jubilado o professor de inatrueco ele-
mentar do Bonito o Sr. Joo Braulio Correa a
Silva.
ano O Sr. Jubo Francisco Perdelhos (oi Hornea-
do piatico-mor dt barra deste porto.
A nota qae na Baha reeonhecea-ie aer (ti-
ta, de 5(1, e da ultima slarap.
O papel contera bastante algodo e a chapa
em ludo groiseira. A eigie do imperador, alm
de. mal desenliada, tem a ftee- direi la queei im-
pereeptivel. de modo que figura aohar-se eobtdo
o olho dme lado ; a orelha eiquerda esl conerla
pelos cabellos, e o sombreado ds testa de corre-
gado parece antea um norrio.
O urja do que guarnece a nota, muito imper-
feito ; no centro delta ha apenas rabiecea, quando
as verdadeiras tem em lettras minsculas o va-
lorcinco mil ris.
As lettras o., antepostas nnmeraco, estao
mais distantes do que nsqaellas, e tio menores.
A corda imperial mal feila.
O nome do fabricante a ana residencia, colo-
cados na parte inferior, e aateado tarjado, so
mai visiveis as verdadeiras ; ao pasto que o nao
ta, nada se distingue nsa falsas.
A asignatura falsificada.
Tal o resultado do exema procedido ; agora
cumpre a poaolacio premunir-se, servindo-se
dastea dados para nao ser viclima da maii cal-
pnaa especultco.
0 Exm. Sr. Dr. Jos Bento da Cunda e Fi-
gueiredo Jnior, presidente oomeado para a-pro-
vincial do Geai, teguio nociera no Cruzeiro do
Sul, par aquella provincia, aeodo-lhe feitas ss
heuras de esiylo no seu embarque.
Tamos em domo poder alguna diss um
discurso do Sr. depulado Araujo Barros, que por
a {fluencia de raaterit deixamot de pablictr, oque
faremos em nosso numero seguiote,
Em consequeocia do prolonga atento da mo-
lestia da Sra. prima-dona Stolla resolveu o-Sr.
Motinangel, psrt qae e publico ditetlant nao
toffra, fazer representar no tabbado a excellenle
opert rranntors-^,, em que estrearo a pri-
ma-dona contrallo. Corbnri a o bailo profundo
Belii. TornacUmbem parle no espectculo a Sra.
Gtuiiettn-BeMramini Marioangeli, prinaa-dona qae
leo bom acolbimento tevn do nosso publico no
aorta prximo paseado.
Bio publicamos a correspondencia do*Por-
to-, oar-aiTwaacia de materia, mas sin poraue
nao recebemo-U- pelo aItiron vapor, ignorando
dio de Gutmo Lobo.
Bicrivo privativo, o Sr. Joaqun Francisco
de Paula Ettevu Clemente.
As lt horas da raanha, acbando-se prsen-
les os Bts. juiz de direito e promotor publico, o
eeerivo proceden chamada e verificou estarem
presentes 46 juizes de (acto.
B' aberta a sessao.
Entra em julgameoto o processo em qae reo
Vicente Leviao|Alvei de Figueiredo. aecntsdo
por te haver oppotto que o inspector Frtncisco
Manoel de Albuquerque flzessa etTeclivs a priso
que ao mesmo reo fdra intimada por detrespeilo
e desacato moral publica.
Haeendo-te realisado a diligencia apezar da
oppoaicao, tem qne houvesse soffrido o execulor
alguma ofleosa physrca, (ora o reo pronuncia )o'
oomo lncuno na 2a parte do trt. it6 do cdigo
criminal pelo Dr. Jote Antonio Correa da Silva
ero o dia 2 de merco do crrante anno, sendo a
pronuncia confirmada por conforme direito pelo
Dr. Francisco de Araujo Berros em 12 do mesmo
mez.
O libello crime, offerecido pelo Dr. promotor
publico, requer e coademnaco do reo nat penas
do grao medio do antenotado artigo do cdigo
crimioal.
Entrando se no sorteismento do coatelho de
seoteoce, to sorteados os seguinles Sre. juizes de
factn :
Joa Egidio Ferreir;
Caetano Jos Mendos.
Dr Joo Mara de Moraes Navarro.
Jos Alfredo de Carvalho.
Manoel Juvencio de Saboia.
Francisco de Paula Borges UchOa.
Miguel Francisco de Souza Reg.
Luiz de Franca Sonto.
Antonio Ijoocalvea Pereira Lime.
Maooel Francisco Sefler.
Frtncisco Ignacio de Medeiroa.
Virgilio Jos da Motta.
Deferido ao cooaelho o juramento dos Saotos
Evaogelhot, procede-se & leitort do procesen, e
o rp passa a ter interrogado, bateado nesse oc-
casio allegado que, se commettere algara delic-
io, eslava to embriagado que de nada poda re-
cordar-se.
Seguem-se os debats, sendo a defeza produ-
zida pelo Sr. GractUano Arislides da Graca Pi-
meniel, estudante do 5 anno da iaeuldade de di-
reito.
Nao ha replica do micisterio pablico.
Lidas publicamente as respostas do jury, o Dr.
juiz de direito lavroa e proferio a senleno final,
pela qual absolve o reo e condemoa a municipa-
lidade pagar as cusas ex-cana.
Levanta-te a sessao s 3 horas da larde, sendo
adiada para o dia 1 de maio s 11 horas da ma-
chas.
duer-lbe qua Como cidado brtnleira tcaw-me
habiktaao a preaeoir-me poc qamlqttasVoircalo
as pravifteio{(aaottdas); qne teobo gneas direi.
ios a qualquer um dos menibrot deata caaa [epois-
doa), por coBsaqnsneia se Jui ea charlado a
quiaio ckcuIo, ittiios o focara em oatrot oiren
OSr. arao.de Bambeen:-Sem-dnvida. <
O S*. Araajo ato/Mia:->&> aneara diputado
qaaidfjciltotn IdnPJatu*to>Jbi' ora at uat palavrae quiz dizer apeona, qua eu
nao tinha relncots.'tootaa; qos por
zet, aepile aaej n Jado
atraco a provincia
'"?loftf* aam^^tBsHPaJa ,^f t^aiajaina' 3 atunsAFU^Umawej ,-
a politice, qua- tonca a oaia. a Maprnta toar
nonananautas, qae nos vedara:it laaer melhor.
Q.henradd mambro talinu taatiiem tm atares-1 '
tendo att.dilao qae apo tanta qu. et etxontide-
racnaft qae tanaot anotide a ajatar ao projaeto.
OSr. Bsrn da Muribeca: Ni t, na ditse ttl
couan. si tnjtfss a raos : m i i
B:Sr. Araujo Barrot:Pataca-un aoe V. feam
aempre locou o quer qae teja.aobia tato ponte.
t> 8r. Baro da tortancnz^tvaX'- '
ab. Araujo Barros i Eoto d.ttA por aiitt
matteitave vq .elqmex
tf Sr. Bario ne MaribacaX Mr
poda dtnf^-qate'uniznr, mbt tata e
O Sr. Anaojo atasros : Pois bou
patnn qne ia dtaar, e voltarei (<
pal, do queviaj dasriado, mullo i a
. i: c-: "t
. .tota ao po-
da ser aceito niquelita lactlidades.
Jir. li.rae d# Muribeca Borahl vai bem,
punca mata navannoot. .. a u.
> O Sr. Araujo Barree;Eoto Iba direi qne mu-
tos dot qae se apresenaram,candidatos paso met-
ro o circulo, tnlvninem livaasem as habilitactt,
nem a- rlea, que eu liaos para aatim o
fazer, < '--. p i
O Sr. Bario de Marianca ;-Bmgra5 nova !
O Sr, Artujo Btrroa : Por consaajueocia se as
MO ooave epuUda" podm (erir-me por
d/najt a>ua a pronoaicae muito lata,
de serum squeltai attignaluras de entes olanla-
sitdot, homeos de ptlha vim to conhecimeoto
de que Uguriva como retpoasavel o Sr. Ignacio
Bento de Albuquerque Mello, pessoa paca mim
lli ioteiramente dascoshecida, sendo qua nem
eata tua propria assignstura combioa coa a entra
lambona dalle, qae Ihe empreslaram naquella
correspondencia.
Fiquei alada intairado de qua como auxiliar
delie flgauva o Sr. reverendo padre Manoel Pau-
lino de Souza, vigario encommeodado da mesma
freguezia de Nosta Senhora do O', (nica pessoa
com quem all nao pude lar relece*, e antea tut-
teoiei discussao detgradavel),bavendo prestado a
toa sssigastara abtixode todas aquell'outras com
ttsveraSao de aer tuda exacto.
Em faca, pois, dewe consorcio de vergonhosas
alsidades de firmas, com as calumnias e injurias
daquella correspondencia, que ttlribuo quellt
fonte impura, deixo por ora de proseguir judicial-
mente contra taes victimas, arraslradea ao aacri-
tlcio, e recorro desde j imprenta com o pro-
potito de confundir e detmaicarar aquello meu
gratuito e implacavel ioimigo, vistt dot valio-
so! documentos, que passo a offerecer a impar-
cial apreciarn do respeilavel publico, ou alit em
viata da propria verdade, ante a qual nao Ihe aera
posaivel reluctar por mais tempo, n antes ceder
sea radiante luz La verlt est comme uo im-
mense flambean, dont la trop viva lumi&re (urce
bien touvent fermer les yeux.
Para prova de que aquello reverendo vigario
encommeodado Manoel Paulino de Souza, oeste
seu indebito proceder, (oi arrastrado por puro
despeito e entranhavel odio contra mim, somante
pela misersvel questo de que elle mesmo (oi o
provocsdor, acaree da fundado de um cemiterio,
de ordem da presidencia, de accordo com oa prio-
eipiot de ttlubridade publica, ou com at necea-
sarias coodicoes hygieoicas, em loealidade desig-
nada pelo digno subdelegado daquella (reguezia,
por mim, e pelo meu disliocto collega o Sr. Dr.
Jos Joaqeim de Souza, mas que era contraria aos
seus particulares inleresses (Auro pulsa Qdet,
turo veoalia jora), basta o seu temple memoravei
nfficio enderezado metma presidencit retpeito,
e publicado no Diario de Pernambuco de 19 de
marjo ultimo, em que elle oo se pejou de fazer
alardo detiat tuts paixdei rulnt.com arrogancia
descommunsl e ausencia total 'da mansuetude
propria do seu carcter sacerdotal, documento
abeiio traoteripto, sob o. 3.
Essa opposicao do dito Sr. psrocho encommeo-
dado chegou ao pooto delle recusarse benzer
o terreno destinado para aquello cemiterio, o que
sobremaneira reprovou a mesma presidencia,
como se v do oficio, qua a rsspeito me dirigi,
e abaixo traoscripto, sob n. 4.
Nu foi portento o amor da verdade, que actuou
jpo aoimo do referido Sr. vigario encootmendado
para por tal zuiza conspirar-je, e tado urdir con-
tra mim, que nem venialmenle jaman o offeodi,
[ernbora em desempeoho daquelle meu dever (os-
se obrigado, e mo grado proprio, contrariar
aeua clculos), mat tim, (oi elle arrastrado por
lo aordido motivo, o que por si s basta para oo
se poder dar rasoavelmente valor algum aot seus
assaltos contra minba llibada reputarSo.
III
Depois de urna looga e verdadeira homalia so-
bre o aprego devldo verdade, e desvalor da li-
sonja, comecoa aquella cerebtina corresponden-
cia inveclivar-me cruelmente, procurando des-
considerar-me em minhs proQsso, mediante os
mais sffrootosos epithetot.
Declinando, porm, do juizo de pesioas to in-
habilitadas para aquilatar devidamente o meo
pouco mereciraento medico, s rettt-me respon-
der aobre esse poni, que em meu abono sempre
tem fallado os meus mu respeittveia leotet ds
faculdade de medicina da Baha, os meus mait
dislinctot condiscpulos, at plenas approvac/>ea
em todos oi meut actoa acadmicos, a honrosa
m'engo de mim feltam Memoria histrica da mea-
ma faculdade, em o meu quarto anno, em urna
pala vra as inequvocas pro vas de alguma aptido,
que sempre dei, e o elevado grao de doutor, que
sem nodna alguma me fot conferido.
Etaea solemnes faotos sem duvida nao podem
ser contrariados por analpbabetoi reconhecidos, e
parazitei to indignos e asquerosos.
Proteguio a predi la verrioi dizendo que eu
me recatara duraote a noite aos reclamos da-
quella populsco enferma. Esla asserco evi-
dentemente (alsidics e calumniosa, porque basta
o simples bom teoso para ver, que quem tiveste
algum conhecimeoto da historia das epidemias
(como ao menos se me deve attribuir) nao pode-
rla luppor-se preservado d ella, io mele pelo en-
cerr no domicilio durante a noite, oo at tarde
do da, quaado bastara apparecer em qualquer
hora do da no lugar de sus iofecco, no theatro
de sua devanlaeo para estar-se expotto aot seus
assaltos sem reserva alguma. islo em verdade
mallo irrisorio, e s poderia aoinhtr-se em ca-
becee oucas de todas aa ideas, ou alias em almas
damnadas capazes de deturpar e denegrir todos
os fados III
Ha certas aecusaces Iso abjeetas e miteraveis,
que por si mesrnas se pdlvetisam, e cahem anle
o mais ligeiro raciocinio, como esss que allu-
tar gratuita menta mana servicns iteaiteea am-
manidade pobre, desvalida, e ahi sofjteaito, em
altea isto nao patea do ora vnrdadaita atoa
pois na viciohaoca da povoaco apaas be
misereveie eogenhoctt, cejos etcrtvaa per
mintoa vivera cachetieos. como I boa]
por lodos en qae bio viajado pefa predils
lida.le.
Pare prova deste mea ultimo atterto oferaeo o
documento tob n. 11, tmta demonstrattv* da no
aot proprialarioa da taea engaoaocan, nn i mato
ravao para toas famlliat a escravatore, algara
(ornaeimeoto de medicamentoa reramilee ansa
presideocie para aa pessass deHno vcrdsdnira-
mente necessiladas. Ibes deie e denega-los ato
accordo com as ordena da prttidtaat
cameoto a. 4), de que me resultaras
DI AMO aE PERHAMBCQ.
Hootem. spot btver preUtdo juramento pe-
ranie a assembla provincial, esaumio aa redeas
da admioistracao o Eim. Sr. Dr. Manoel Francisco
Correa.
0 Exm. Sr. Dr. Porlell, durante tus admiois-
traso de mais de um mea, pievou qaaoto sabe
comprehender os importantes encargue que an-
da m adidos, to lugar, procurando sempre ati*r a-
justiga e nequidade.com a lhsneza: e cordiaii-
dade de que dotado.
Damos S. Exc os oassot emborna pela asa
neira porque dirigi oi dettinot desia provincia,
conseguiodo a maior de lodos as glorian, oa po-
sigo que acaba de oceupar, i dnaahir estima-
do de todoi, como o r, qutodo.entrou em exer,-
cicio.
Lema*tme*i,qum dedavar, toccorra nro
pobre infeliz affeotado dnpbthysica da laryox
laue vivq,adVmir tWM&m dap.easw ds
las adlacetes & pragt da Boa-vista, com erare
irjcomwoddoos Rvdraonrtjt. -' -" *
> Btmoantoairaa vigsimo
Ikdim^fii^L....
: < Dt presidencia A provincianas nat f*| trarx-
mitttd commiatricagia alguma ofcjai telstivk-
mente ao cholera-morbus, de que faeaaiat eA
trelo. .. litiga tccM.'jm Ohalaiaer vl i 0
A't 6 horas dt lerda de V) de abril de
186?. ., rS
-'^,.,,, < w- 4Win-* Momita- i '.
do corre.,..
t?^Bot.
01
neljo, eict.
rartei, d_
M

.poUin,
ai
Ca
5f*r*S'lf"-U- MiM^ajo traz t^Ni-0^%); %
nimUasdatecautv tu ti,, <:, lr i camlnl
.jHai.iiw:,iWluweie
t
<-\r .i'i"i.
Communicados.
!fc
SftlemBede^iicntiviBviafdopelo Di*. Ame-
rico Alvares Ghunaraes aos sigBBta-
rios da con*espOBdencia contfa elle
publicada oo tiario de PepaaBibij-
eo>dei2MBPidefc|W,
Bfaveja, detncltir, braveje insano 1

Arde, batpheme enj vo | de algo torsirvs
Tenai vjdade, cj^e te talpor feniro
Na voz deprimes, o que "admiras n'almt,
Se proas qoeres, eu te'exhib'o as proras,
Do que teu corago desdiz dos labios. >
BerioTir-se riteiftwnie.' rep reipeif'o o dito
de algumaa.petsoaj, leossUl,* de que o dia do
recrttabl'trnt. o VMti Wpirnambuco de'ljl
1'?t-gSr,Pic"lan phUaptrop, que me serv _
pinhos commisao. da qua Jui
medicar os (
pelo jSrvnt .
atiesaos d'mtrrtlf;
Cruangy, Lapa, etc., .
absfxo transcripto, sob n. 1 sendo aun. a ta ttl
oto de tgriAecmentb. ^^JJSSSSSSfS
4eMjam-iK
Sara- lHdnnmpre condemntvel
KSaSX^^4aif
girrOaacommi.nladD, ha-bem pouco t>mpo elo-
gindoos prsdRM meds sdrVtSl. WfflSl0D#T
lt lanenodo o rbfs-vremWao anath^ff: oof ln-
jutttmente to cnirWrKi^ndidn'aote frui-
Clo dos seus suspirados ioleresss, Ou conlrt-
Y-v w HU lUBDirvnn juivivifo^i vm VVIUIff
'nao quando 11 j
aobremaneira flqae
lheiros.
,rT^,n(H"Dren,?7r VI gral^toal*J>uU*^
tJflk'**W*J l"0'-; ,' u ^o*itt.*WhMMioih>Diario difer
er*ipa,ppr_caas-. Em segalda, porm, appareceu ae mesmo Ca. -vaMasMO-aa 'deralril;'
.,r*oib*6;41rBto" rio dt Pernambuco de. 1 de-abril do cortante bptmovtonM
eiro, e InI.Cir- auno, orna tramenda vorriat.. nato, a dio ata elsoof **[-
' uflj, semita- bem itiigoada por alguntlrtduna daqnallrlo- *rpt- otltmnie, qae onflra tonlrt o dlitioclo
promellimentos e dissabores.
VI
Aquella sleivosa correapoaieocia alada
me de btver ea restituido, depoit da naoliaieda
epidemia, ao Sr. Dr. Joa inatmia favattoa. tn-
taciica a ambulancia, qua rae iialn tana) taliagran.
dando isto lugar i ter-me dirigida ata censara
pelo dito meu ditlioc'o collega.
Esta srgu'rco prende-te principalmente an tan-
to alias verdadeiro de nao haver ea caananteda
em desperdicios da remedios com ptetse ajan
alli nao erara contidaradaa desvalidas, canto ao
suspirara e preteodia-se, em detrimento aos co-
fres pblicos, j calculados, para csrregar com
mait esta cacalada despeza. a o que maia con-
tra ai exorestsi ordens, oa espaciaos reeoraazen-
dacet, que nene mesmo teolido ma hariaas di-
rigido nao t o Exm. Sr. presidenta da proie*ia,
como aquelle mea rstmavsl college a Sr. Dr
Jut Joaqiim Firmino, o qaal de pseeaawm seja
dito, oo (ez, a tem mesmo sobeja delieadera para
uo me (azer aquella grosseira observacao.
De mais, na tnesouraria de (asanda acbaat-ta
ai conttt da remedios spreseoudts e pagae, de
ordem de presidencia, ao pharmacnuiico da d-
dtde de Uoitnnt, o Sr. Leoctdio Josa de Pignei-
redo, remedios etses, qae (ovsm devidamente dis-
tribuidos eolre tt victimas daquella eeideraia.'eai
criticas circumstancias, baldas da todos aa selos,
qae por isso mesmo mereeism os soccorree sa-
bucos, de accordo com as ditas rocoraraeedecae
do Exm. Sr. presidente, a do Sr. Dr. Jua Jnn-
quim Firmino, eem presenct do raen diattncto ct>t-
lega o Sr. Dr. Jos Joaquim de Soase, ao agno-
subdelegado da Nosaa Senbora do a eiraes ana
danta do destacamento alli existente, roseo aa vt
dos documentos sbaixo transcriptos ns. 5. 0, 8.9,
16 e 17, cujot teetemunbos lncontrtsltvelatenie
maia deveat valer, do qae iofu-.dad irgiigea
de padree, mtndioqaeiroi- anbreraaneira tn-
commendaveis por seut indignos precedentes.
Vil
Ter mi o ou aquella furioss correspondencia, cha-
mando-me pelos motivos Bella expoaloa, a j ci-
ma asst pulverissdos, atsisaioo indirecto do
populaco de Nussa Senhora do Bese eraene-
sivel proseguir i cernina dos convicios contra
mim vomittdot, porque, com a a^pliceco desata
epithetot oa maia aflrontotot, tinha-ae locada a
meta, bavia-te chegado ao JVbaplu urmdatlas.
esgoisdo otUva o tan negro diccionario, ato ao
poda mesmo oltrapassa-lo I
Eolretanto para detmttcarar a easaa vordadni-
ros assassinoj (as pbrase do conselhairo Beotos)
Ja reputacao alheia, oalra prova nao preciso, do
que conmemorar o (acto bem sigoiBcativo da
htrerem sido affeclao.)* daquella (aUl epideraia
nat povoaces da Lapa o Notts Sanhara O 6.
detde 39 de Janeiro 8 de (evereiro da crranla
tono 723 individuos, e apenas terara tacen
182, pela maior parte meninos, reinos da
pleico fracs, j gravemente achacados, a -
promellidoi com oalraa molestiat fperveaien
les, (como coqueluche e tarampi, acerca das
primeiros], o que tu 1o consta dot eiappaa eopor-
tunamente remettidos presidencit cora a pos-
sivel extcqo, e da accordo cora as dadoa esttlta-
ticos tambem mratttradoa pelas aaloridadea Va-
caet.
Se pois sem revoltante injvstica auto ae deve
considerar excessiva ssss morlalidsde, em tlUa-
cao aot eoergicot effeitos e rpidos estragos on-
qaelle (lagello, t imaiabridade daqoeilaa posi continuas modifictfoes ttmotphericas, e meto
reologicts, obvio, qae oo sa pode tambera dei-
xar de recoohecer, qae de miaba parto bonva
efficaz esforz na applica^io de todos os ti oa
ao meu alcance para salvar aquellas victimas,
se mais oo consegu, como anhelara, (oi princi-
palmente devido estas caasss sobrenalnrecs
intupertveit, que tobreviertm.
VIH
Logo, to infundada, quo torpe i repulirs j
maia me pode ter (aneada, i nao sor por desal-
mados, desta ciladura, sem Deas sera lett-
giio.
Logo, s disto te poderitm lerabrar antee tan
ignobeit, porque tempre procure! eaaprir ao
meus deveres, em prol do servico pablico, de ac-
cordo com aa ordene receblas, coa honra a in-
dependencia, menoipresando os ioteresseirae cal-
culos daquelle minitiro do altar, na faalecjto no
um cemiterio, que mais se conforma! cosa as
suas conveniencias ; na repulsa da presumi dn
medicamentos pessoas nao desvalidas, a olea
propretarios de engenhos slii, qae os a adiara
graiuitamenle, como ae por ventura toaaea ata-
sera veis ; era urna palavrs, por ea, 4 bera O sn-
lubridade publica, haver (eito inhumar aa visea-
ras de algurnas rezes em pessimo estado.
Bem te v, que tendo ea d'ett'erle offeneado en
inleresses dsqueei Israelitas, que t adorara
bezerro de ouro, jamis poderlaa ante elles, sar
bem considerados oi mtus trricos, alias presta-
dos com a maior dedicaco posstvel, como anan-
veraram todat ts sutoridsdes daquella loealida-
de, al aquelle mesmo celebrrimo vicara an-
cora mendado Maooel Paulino da Soasa, snatco
antea de ea haver tido o arrojo de contrariar
seu designio.
Assim sempre preced desdo o principia do
exercicio de minhs profltto, a aae.qalnst dan
commisses de que he) sido incaabida, pasco
preso sobre ludo a tranquilla contciencia dn *a-
ver, e nao recuarei nunca soteennsidaracona ana-
soaes, e extriosecas de miaba dignidade. sa
uuaca ambioionei bem da fortunt, coa o sacrifi-
cio do bom nome. oa di propria honra.
Hoje, quem assfm procede, victima da tidic
os soffrmeotot. Calumnias ts mais strozes, in-
jurias aa maia pungentes, e muilaa Tetan al
erneis sevicias sobre elle chorea. Atiim atan-
mo, antes de esgotar todtt tasas Cezes dn caite
de amargura, do qae submeltar-se de bna gra-
do i tamanho opprobrio. E' etta a ainon czaoca,
minha lei, mea escudo impenelravel.smtm aten
estandarte de vtctbs. .^-a
Infeliimete a corropeo tctuil lio ampia
que aquelle que sp deiiisa dessa regra gsral, tor-
na-se um verdadeiro mtrtyr.
segundo a suas proprias. Por isto nio ptrs admirar, qua aquella ans-
docnrnentos. f *or de encommenda, era lagar daeanmaaUax cnt-
dadosrmenta o rebanho de suaa anatas aval ana,
busque ir etpilhiudo entro eUai a disenrdia,
desharmonit, em urna peiavri.
commodameofe, a mesoso di[
a at que lio mais tenrts, ostia
impelos do tea especial carcter, atadas, amo
contiderando-me o cordeiro d abuia, coran to-
bo, ttfflbnm qaeirt devorr-ma Bacina sontar
qui te porttvit fit-a qua suxitis.
' ftot firmes pfincfpios, que,Jmi exnanto. tonbn
sempre seguido midni prousso; eotoWaT
cirsnoo ttes traoset, Indi uta etlon rrtoaeai
I vriSt S0C- ^-"'** .
Tf. Bahxa o. 2558 de 1855, a ver- as ha
hoDrosa mensio fni tratado polen so
preslei durante a fatal epidemia, qa aatfaa..
va naquella provincia, quando ora atoasen-dn sa.
gutrdo tono da .respectiva Faculdade
clat.
bm
dimos, fliba exclusivamente de um cynismo sem
pac e inaudito.
Eolretanto, para (azer corar de pjo a eiseiin-
juatot ateaseioos da minba reputagao offerego os
gocumeotot abarte transcriptos, sob es. 5,.6, 7,
8 e 9, dos quaes conslt:
1*, e que sinda a meia noite do dia 9 de Janei-
ro deste eane, com preesurosode Nossa Seohora
do O', onde eu eslava, Lepa, para ir soccorrer
ao mea disliocto collega o Sr. Dr. Jos Joaquim
de Souza, tpenas tire noticia por dont soldados
do bata-lhao o. 8 de (usiteiroi e um inspector de
qutrteiro, que> elle lora aeeommeitido da chole-
ra-morbus, e ae acbava em perigoio estado, sen-
do que ahi prestei-lhe com a maior dedicado
possirel, e com bastante acert todos os soccor-
ro mdicos, durante tres dita, st a sua ida
Goianna ;
2*, c qe como efflrmam o commandtnte do
destacamento de Nossa Senhora*do 0', o Sr. al-
feres francisco da Fonceca Figueiredo, o subde-
legado dedta freguezia- 6 Sr. Vicente Perreira
Coerho da Silva, o delegado do respectivo termo
o Sr. msjor Alexaodre de Berros o Albuquerque,
e at mesmo esse vigario encommeodado o reve-
rendo St. padre Hitroe! Paulino de Soaza (hoje
meu detractor), naqoella espinbota commlssSo
peeatel as pesoas desvalidas accommetiidas da
to fatal epidemia todos os servicos de minhs
proflsso, e envidei os malares esfor^os para sal-
va-las sempre com muita dignidade, todt promp-
tfdio, ioHclto>,simmb ten e aprovlfiaento,
e itte bo t ne povohqSo d Bosta Senhora do
0', romo -nade Crnadgy, segund
nalavras nesses mesmos docnrae_.
B drgam os^omens-lrnparciaes com a mo na
coOeoietrcle, lerporveluia de ver merecer'maior
icrtdilo e cooflan^a estas InformacSes de tesle-
muDbao pteseOefaes de toirJVmWiroiaportimenr
tb-aK, petMVmld^tsyodedlgnjis, que tao-
to kwvava M miiPttrMcb*. ou o dito to im.
puttdoquetet individuos, qae pela maldita mao
aaohetiBHmlo deiles naqaella territermer-
ro*tae*a/olfWv a mloho j-ep*-
(otoi, t> MIM4Y a repntacid lheia, basta tt-
'- tendea-so para oi documentos abaixo trios-
' c*^5'.KK,;.'p2:
letto'damiecHab pefo Dr. prortf^or DaBUto
^ rWeaydedterrrra termo, em nmt mni
A' nio ter o amor da

Mgundo anuo acadmica, _
alguma exUanhs %o tan anqoeno
Que estimuloi, qt>nmt|- '
ter no comeen da ainnn
ardeple detejo^ cnnUz o ateo
procurar disUognu-aa pea sancas
Logo, evidaota, qut da meo nraptia cn-
liai na
i' n*


-a.s-ai
t^tfMmmfVjjWtA $?hfjuio os.

186i,
V0??at^J?*<%% **.. 'leoeeeelaeey *> Mtaarata ^psso^se* Jeeas Mito
USSS^ 'W -1*1'0 ** as- de 1962, .rte dad. -do Redi de N!rteo
nr
ata proceder con toda circsraspe :clo e grvida
da eorao sabem todos, que da paiii maco* base
i poaeo tiahs chegad/"IMql-fii?; n,*rT,
iaode me arrojaram lio lesYbr' i;qxSo atoan
da ooro fui iocumbido o
em eaaa da rasidaaaia do Dr. }i municiest da
im. ewmaiza vare aiermogenes Scrates Tvaree de
u, Yaaonalles, ede e eacriro de sen cargo
i|e aa acaavajebi rompareceram oa tabeliiss )ru-
allaas Pra radico Biptiaia de Almeids, e Pedro
. kUmarw Rtgaet Los, aos qaaes eoparre-
S*.J..' .T,,,a "es honroios documentos go o juii, que debaixo do juramento daseus
Si.. 'ranscrlPl ob os. 12, 1 I, 14 dos mui offlcios procedessem o eiame na correspeadeo-
Fciiciaoo Peraira '
- pela ereud entra de"ir me
2fL?s!;-eIereid0 P"0Ch0
5ff*sl! r *_ N* dojraiae*o^slate|eSf. da Ota* Santera da 0'# s<]a respondessem
Lira. Juif-4e pst t
Ta^.d^r!2rw?^?t^"^",''a**# "** J"*f* poo^wVaio'r. Aalooio
5 l.l.CI!?-,,p- *** tod0 ?**^*^aiessK>e>mecd, ptoeu-
ara*-, ir"""** w,l*"!l WUJ" mmm vorcmes mermes eje oruamscd, proeu
^1^^' KV***9n-*fo P*** '* aetaote r. A.erica Alvares Guima
ueua mmmlaaao com toas waneiras, intelli- raes ; o que elles o prometteram de cumplir,
' assidaidade, prooipUdq, "lo, e huma- o flceram ala maaeirr seguate;
"a. Res non data idaxto.
^ .kiiiib o primeiro quesno, qae a cor-
staa pessoas para asn at eu o deseoaaeci- MaiaodedCH batida 4a poroacio de Nosaa Se-
*M, e sem deferencias algumas a guardar para
cero migo, por seos nobcAec*va<:ti ees seas duvi-
Rtonio senara fenrifee 4 expso: se assim, i Dio
por amor da erdde, que lilo preaam.
is como posee, e ere esmi|;iiros raaai gra-
Uttos, e deaalaMdos iaiaigoi, ain gando-oa pela
poteocia dos tactos i correrem (iparoridoase
ra.ber mda poaeuem. Deleito,, ou laso me de-
je aatiatenr. eu alie ivw despr sir esaea rs-
efros caes, qaa ladro a lea.
X
Eise paator de encommenda pflle apanhalar.
4 eau aaiv., e niuha repwlatio, Bem trale 6
eteeraoeajaoria do sieario, amia qeaado rft
** i'h* **BS *** *ic,hB dos soiis crois gol-
***i L *"*' p*** eH* ** bein ,he aprourer
.aliliear-m, lembrando-a; poc a que a per-
fuigao dos oobres saotimeotos nunca deixou de
partir d ja que soem menosprea-1 n, te bam que
jaman possam atlingir aquello alojar. Hi pp-
tm eccep;oes *eeeraadas, como taires seia
reepeiio aqaelle rereraeriio p.is or de eacom-
menla-Eu bem o crero.
a epithetos, que me (oran lanzados nsqaelta
etttma, longe de me aerem cbiveia. poden
me seo lalre perteocer ao dito reversado, por
n- *e tao curto de iatelligeocia, qua nao aoa-
be eacrerer duaa Umh condrmao ;o aquella cor-
rfM" *!n^ egtrrnaat.tiscldo daparroicei- Acuro qae
sfflrma exacta, guardada a meiaia redaccio. e
orthographial
Quem sabe se elle aaelhor ente adera do seu
tarraga f..
Seas dems, taei epithetoi ten podero en-
cebecar neaae rere reas* apastar riVnaommeoda,
que, como disse o digno abdflgado de Nossa
Saohora do O' Vacaste Ferreira G< athe da Srfra,
aaauacorreapoadeocia sbaixe tur tcripta, docs-
meoto n. 15, tem aido all cuas.ai te germen da
minga e da discordia, iaatrumei te da calumnia,
o prorocador de desordena eoi rt oa poros da-
quella localidade, e al entre s propriaa autori-
dades, sendo para deplorar qaa o Exm. e Rrm.
Sr. bispo diocesano nao baja anda feito espiar
tao reprovedo proeedlmeoio deesa sacerdote dig-
no da mais aerera repreesie.
Bem disse o Sr. Alexaodre H .reulano. Ha
homens oeste mundo, que s6 rirea para flagello
alhato, e que, i aemelbance da aerpente, nu-
trem-se do rerfeoo, e de paixoei. Ignobeis, aos
quaei o demonio jubiloso oa rei bu, e lancs-os
tono en saas caldetras.
Bares-nresmos epithelos s(Trono jos s podero
caoer ease padre aem quali.Q;ac porque elle neohuma fe, naohuxa estima pJe
merecer, dix que em suas maiceradas faaea
deementido solemnemeate ante ai maiarobustas
proras offlciaes abaixo transcripta. da calumoio-
ea aecusaco contra aquella distiocta aulondade
policial, eujo exemplos elle dereiia imitar, pera
vitar que se Ihe repita ouae Ibe .pulique o bello
pentamento de Vctor Hugo.
C'est la puder publique m isce legarde
Tssdisqu'il s'aecompla'rt son intime idee.
C est i'bomeua c'est la Joi, la piti, le sermeat
VioI,cene ce juif a raucju lache uent.
Para urdir calumnias, poucaa palarras bas-
am ; mas para exhibir defezai tornam-se ne-
cessanas longas paginas.
D'esi'arte u prolixldade ma tem sidoiodispen-
ael, a por isso meamo me dere ner tolerada.
Ksiou cooveocido de que com proras irresisli-
reis nei podido pulrerisar lao iofa aes argucoes.
sendo que este aquella pedero a alaraoca da
verdade, todas eesas urdiduras catirio urna i
urna, como as pedraa aoltaa da n edificio relho
6 carcomido.
A. pasaoaa tmparciaes e sensatas, sem durlda
ma eonsideraram plenamente ju tincado depois
de tao cruel e iojostamenle offen lido. E* esta a
minha nica ambiQo, e ser a minha maior glo-
ria, porqoe busco sempre a esi tua dos meus
coseidadioa, n procuro triumjihar da cilumnia.
La gloir est plus solide apra la calumnie
El brille naelant plua, qu'vlles'en rilteroie.s
Recite, 29 de abril de 1862.
Dr. Amrica Alvare C uimarats.
Documentos
N 1.
iributo de gratido ao modesto % cir-
camspecto Dr.Amepict4Ivare*Gai-
mares.
Nos, abaixo atsigoados, moradoras oa fregue-
1 de Nossa Senhora do O'de Goianna, rallara-
mos ao mais sagrado derer, se Jo alto da im-
preusa oio riassemos ren-ler un sincero rolo
de gratidao ao estimarel e modeito medico Dr.
Amenco Airares Guimares, cujo islo, perapica-
cia a philautropia fotam o aeu nortj oa espinhosa
commissao, de que o gorerooldijmente o in-
cumbi de medicar aos pobres alteados do mor-
4ifero cholera-morbus nesta freguiZia, quesau-
doee eesba da dizer-lhe o ultimo adeus por sua
^io aenairel retirada aos ouiros lujares infeccio-
nados, que reclaman) suas luzes.
Aceite, pois, o digno caralleio, que no ba
juno estere nos pestferos lugaiesCruaogy e
Lapa, essa tao maoifesia prora da extrema
amixade, que lbe ficaram tributnodo os abaixo
aasigoados.
rrbssa Senhora do O", 9 de ferer-irode 1862.
Capitao Viceote Ferreira Coelho da Silra.
.1/ 0, Eleutefo Pereira ReDello.
Alteres Francisco Huoir Pereira llalla.
Frannciso de Paula Pereira Rabello.
Hennque de Paula Ferreia Rabello.
TeoenleManoel Corroa de Meoes.
Demeirio Coalho da silra Rabello.
Eranciaco de Paula Ferreira Rabello.
Antonio Maooel de Parlas.
Antonio Gomes d'Atbuqueruue.
Joaqun Jos dos Sanios.
Juvinieno da Silva Cusmio.
Maaoel Aires de Ferias Pimentel
jeaente Jos Rodrigues Marques.
Honorato Vieira de Mello Meoezej.
Domingos de Mello de Albuqwerque Monte-
Marliniano Vieira de Mello.
Jos Vcoie|d'Araujo Pontee.
AdIoui Bernardo de Olireira.
Joa Comea u'Albuquerque Wanderley.
Claudioo Vieira de Albuquerque.
Tenante Manoal de Jess Carralhu.
Joo Tenorio Perdra de Moraes.
Jos Tavares Bezerra da Costa.
Domingos Antonio Rios.
Leooidas Aires de Paira.
Mareoiino Ferreira Gomes de A.
Joao Baptiata de Jess.
Maaoel de Frenas Gil.
-Joo Joa de Dltreira Mello.
(Diario de l'ernambuco de l le ferereiro de
4862.)
N. I.
Illm. Sr. Br. juiz municipal da primeira vara.
O Dr. Amerios Airare* Guima -e n rem reque-
rer V. S.. ae sirva de manjar t r-lhe por cer-
tidao o lbaorer6o ai verbum do auto de exame
procedido peraate este )nuu i re lueriosento do
su ppiicaste eoaulhographo exhib 1 o dsridamen -
te raspeosabilisado da correspond neia publica-
da no Diario da Pernambuco da 12 do cerrante
mez, com referencia so mesmo suppticante.
Neslss termos pede V. assim Ihe delira.E
*. M.
M. Mita 85 de abril de 18!.-rasore de
Vmtconctllai.
Joao Sata** d'Arsnjo Galvio, em rirtU do )lso
aDunkipst da primeira vr& di idade do Re-
ita, bar Saa Magestade o Impundor, que Daos
guarde, etc.
Ortiia qae s exa me que que ae proceden
i reqsecimenas do aupplicaole ni aothographo
de que trata s meamo aiipplican o, da forms,
modo, maneira, etb*oraa*jurate :
Termo de eawrsss.
Aoi vioia a cuco dtaa do mea di abril do anao
~
.
ca assiguada por alguos indtriduos da povoa?ao
saos aacrams alguna aedicamearfiM i aua dlapa- K. Jt
airts, darsndo, porn darlas cimheeimsnto' -Irlo. Sr. En, reSp0fta a sen trfflcio datado
-drtao, para que sajesa otras Isdesaaiasdos a*o- "'I, lanho s dUw, que es medicamento* re-
area puDlaajea. ., meliidoa pelo governo sao somanta en beoeJlcio
Ueuagundss V Mc Amertco Airaras Guimariea. curso recorrer aoa meios que o seu alado ds-for-
ni, c n i .* a -*. i?0!. p"mmr- Oo!f#aia. V. oo iratamenlo
i-k -I I2i- J,n!,|tl- fionmhReolfe dos doentea se portar como medico, visitando a
taida .lf-.JOT2*W^'m,qD'/ep"ta I?**' pT,stredo oflWos que forem compa-
tacao acremsate,'feJi(i>al en/uma^rrespondencia "rea conloe daeresatsms)nidade. Receber
publicada no JMaw de Parnamoaco de 12 do dos que Uverem fortune a asporjula. que coa
' M^fL&E&L fr' ""r0' ,0,d!' ^,,.,d8*!iCabin*r- Hf 5i#"*' e-
xem i tanlea na freguezla da correr aos psbrsa aoa igual sssiduidade.
Responderam ad prlmeiro quesito, qae a ser-
nhora do O* de 6 de margo do correte asno,
acha-se esetipta na forma propria aji destinada
a Ttr para o prello, como ralo, em quain tiras
de papal.
Uasnto ao ae guata, raapoaderam que as trin-
* a ',,80tdra doi lndiridnos que rsm
assignados nessa correspondencia, parece s cites
peritos que ellas drim tratadas pelo punho da
urna se pesaos, por laso que o carcter da latir
entre si parece ter sido escripto pela propria
mi que escrereu todas as as.igoaturas.
Quaato ao tarceiro, qua o carcter da retira
deseas mesmas assinaturas, confrontado com o
carcter do contexto da lettra da predila corree-
pondencla, intelramente dessemeltianle ta-
queras.
Oanlo, ao qnarto, que a corrospondancia
acha-se assigoada e respoossbillsaia por Ignacio
Rento de Albuquerque Mallo, e que logo aps
do recoohecimento do respoosarel, acha-se ese-
guinte nota ;
Aeura que afflrma estrema.
Recite 10 10 do abril de 1862.Padre Manoet
Paulino de Sonta.
Em quanto ao qainto artigo sea dditasMoto
aos prediios artigos. responderam caus a asslg-
aatura de Ignacio Bento de Alb'aqnerqoe Mello,
que figura como reaponsarel da dita correspon-
dencia, e reconhecida pelo tabelliao de Goian-
na, nao emalhaste i aasigoatura do mesmo
individuo que vem no numero daa trila e seia
aaaignatnras da predila correapoodencieo.
E como oada mais reapooderam, a pan. lhes
foi perguotado, mandn o juiz Jarrar esta termo
em que essigoa com os tabelliies.
Eu Joao Saraiva d'Arooj.J Gal vio, eseriro, n
escrevi. Tata re de Vasooncillos.Francisco
Baptiita Se Almeida.Pedro Alexandrino Ro-
drino Rodrigues Lins Dr. Antonio de Vncsn-
cellos M ene es de Drummond.
E mais so oio conticha em dito termo de exa-
me qae eu no principio desta declarado, e abai-
xo aasignado, bem e fielmente extrahi or cer-
tidao do proprio original i que ma reporto, e
eata ra sem cousa que durida faca, escripia e
assigoada, oasts sobreJla cidade do Recita oo
Pernambuco, aos rite e cinco diis 4o (pez de
abril de anno do nascimento de Nosso Senhor
Jess Chrlsto de 1862.
Esereri e assignei.
Em f de verdade. Joo Saraiva de Arau;e
Gala?.
H. 3.
Illm. e Exm. Sr.Por iocommodas de sauie e
affliancia de trabalhoj, de que me vi sobrecarre-
gado durante os estragos da epidemia cholerica,
nao me foi possirel responder logo o olcio de
V. Exc. datado de 23 de Janeiro prximo paseado,
offlcio a que deram occaaiio aa informacea doa
Drs. Americo, e Souza, levados por insiouagoes
malignas do subdelegado deala pprpaco, Vicente
Ferreira CoSlho da Silva, meu flgadal e gratuito
inimigo ha muitos annos, porm agora me per-
mittir V. Exc. que produza as razoes jusliQca-
tiras do meu proceder, que Coi iainstampnle
envenenado.
Nunca 'oi miaba iotentjio, e oem Exm. Sr.,
oppdr-me so estabeleximsolo de um cemiterio
nesta povoagao, que sirra para iohumacoes das
victimas; do cholera-morbus; antes para essa
obra aconselhada pela caridede, e dictado pala
conservgio da saude publica, bypotheco os meas
recursos pecuniarios e servicos pessoaes ante V.
Exc; mas certo que, leodo e rigoroso dever de
zelar e fszer respeiiar os actos e caremoniaa da
nossa santa religfio que nao devem ser amesqui-
nhados, e nam podem ser expostos a relaxacao e
ludibrio sem grejuuo do Estado, da moral e da
paz publica, nao quiz prestar-me a benzer o ter-
reno que me foi indicado, oao pelos motiros at-
tribuidos com calculada mi f, e aim por nio, ter
o subdelegado (ello-o preparar com a deida de-
cencia, mandando-o destocar, alimpar e cercar
como exige, '"e mais tambero porque sendo um
Jugar escarpado e pedregoso, nao offereda no
futuro facilldade para orna maralha, e compe-
tente capella no centro, tendo pois de flcat aban-
donado, como ficar a pastagem de animaes e a
herticas profaoacoes.
Senio son competente como diz V. Exc.'psra
apreciar as melhores coodigdes de salubridade
publica, e aim ns mdicos, o que alias oto con-
testo, e nam contestei; tambera V. Exc., ilus-
trado e justo como nio dereri de negar-me.
Da qualidade de igario, competencia para exigir
que se rote aos actos religiosos aquella decencia
renersgao, e respeilo de que sao dignes; para
exigir anda que sos cadareres das rictimas se
preste mais candado, dando-se-lhes para eterno
repouso um lugar decente, sepulturas aprofuo-
dadas, e protegidas contra a impiedade e sacri-
legios
Foram assim estes os rerdsdeiros motives de
nainba recuzs, e, (azendo-me V. Exe. e devida
justica, nio coodemnar-me-ba fundado apenas
em informaces ministradas a dous mdicos ea-
traohoa esta freguezia, por um aubdaiegado tio
meu oimige, qw* duaa vezes tam asgtmonte
tentado contra minha existencia, e que anda ha
pouco (oo dia 28 de ferereiro) ellioiou um solda-
do ebrio de noroe Jos Florencioperteocente ao
destacamento aqu estacionadopara iaradir a
minha casa, insultar-me, e eaperar-me, a que
mallogrou-se por um incidente alheie de sua
voolade 111
Contra esaas repetidas tentativas depreco ur-
gentemente de V. Exc. providencias taes, que
garantam o meu asylo, a minha honra e ida.
Deus guarda V. Exc. Freonezia de Nosaa
Seohora do O' de Goisna, 10 de margo de
1862.Illm. e Exm. Sr. Dr. Rotonio Marceltioo
Nunes Goncalres, muito digno presidente desta
provincia.
Manoel Paulino de Souxa, rigario enoom-
mendado.
( Diario de Pernambuco, de 19 de marco de
1862. ; v
N. 4.
4 seccio.Palacio do governo de Pernambu-
co. em 21 de Janeiro de 1862.Racebi os dous
officios, que me dirigi V. Me. em 13 a 14 do
cerrenle, o primeiro datado da Lapa, e o aeguio
de Nossa Saohora da O', e sciente do que oelles
me commuotca, tenbo a dizer-lhe, que approro
a deliberacao, que tomou, de escolher de accor-
do com o subdelegado da (regueaia de Noasa Se-
nhora do O' um terreoo apropriado ao enrterra-
mento dos cadareres, que naqaella freguezia era
feito em differentes lugares, e qua nesta dala
noramente me dirijo ao excelleolissimo prelado
diocesano, psra que proridencie de modo a man-
dar para a Lapa um sacerdote, que all preste os
soccorros espirtuses.
Deus guarde a V. Mc.-^-A. M. Nunae.Sr. Dr.
Amertco Aires Guimares, em Commissao em
Cruaogy.
Nosss Senhors do O* de Goianna". e ted V. S.
gravemente sido
quaodo em com
lacente a essa
cial favor de ao pTdest responder-me qal o
medeo a o trato* durante o oslada) aanlin 1ro-
so, em qua V. S. se chou ? i que horas da nou
te appsreceu elle para UaU-lo ? ae dorante o
tratamenlo sWr o abandoona t quaotds lias le-
a o trata meato ? al' eikn (ui prcacua a saa
13
rem fliaenTas na Iregaezia de correr sospsms com igual sssiduidade. Hon^
IsC de Goianna, e tendo V. S. tea remet! ama arubuTaocia- por um portador,
o atacado pelo cholera morbus. I ewii ns qgenKe Siy-brenca desse diefm-
missao no pnroado da Lapa per- W ; o rodudor irendedor d'assucar daquelle
fMf .' ,k *?' Bl **?' lfeoho W pago ; o Dr. Sosza rai melsor.
) pe desta resjonder-me aval o t-siamos utanrt, i.nm m.Mii. r,u.H. .._
m
do da nome Jos Florencio para o faxer, oo dia
28 de ferereiro prximo passado, aou a dicex a
v. S. que, procedeodo a todas aa pesquizas que
me foram possireis, rim ao coohecimento. que
nao era exacta a asseveracio do meoc onado rl-
8". aendo que de perto cnhejo aquello sub.
delegado, e o acho incapaz de teotar contra a
existencia de quem quer que deja, j porque
(que me conale) praticeu acto algum. que
4 aeccao.Palacio do governo de Pernambu-
co, em 25 de Janeiro de 1562.Racebi os offlcios
'ueoV No8M Seno do O* me dirigi V. Me.
emJ" B do correte daodo-me a notica ani-
madora de que a epidemia ia declinando seesi-
relmente neasa poroscao, assim como oa Lapa,
e em Uoiaona, onde o numero dos accommetli-
dos decreseia grandemente.
Fico inteirado do procedimento do rigario
rfessa freguezia, qae nio se quix prestar a benzer
o terreno escolhido por V. Me. de accordo com
o aubdelegado e o Dr. Souta, psra o eoterraneo-
to dos cholericos, quereodo que aejam eUs in-
hu malos em um lugar, qua nao offerece as con-
digdes hyglenicss necessarias.
Tomo este negocio em consideracio, aQm de
adoptar os providencias, qua forem coore-
oienles.
Quanto consulta, que me faz, relatiraaente
ao emprego dos medicamentos fornecidns pelo
governo, tenbo a dizer-lhe, que sio elles desti-
nados is pessoas desvalidas, que nenhum recur-
so tem para o seu tratamento, senio a caridade
publica, e nio para oa escravos, cajos ssnhores
podem diapor de meios para a acqnisigo db re-
medios,-com siles sejam elles aoccorridos.
Eotretando em tito de extrema oecessidsde,
poda Y. Me, oruecec aos proptiataiioi doa maa-
otflcio de V. 8.
Deus guarde a V. S.
Cidade de Goianoa, 6 de abril da 1862.
Illm. Sr. Dr. Jos Antonio Vaz de Carralhaes,
digoo chefe de policia da prorincia de Pernam-
buco. Luiz Gongalree da Silra, promotor pu-
blico interino.
Eata mes tutanda eem s maldita molestia, come
CrU.?..5" J* "" ass e estae muitos
Da"? a*0' m ml.e,,,**
SSafcT'M'i ** $^K^Wares^u7n.rraeds!
-. ...- ...w^p.j_- ... "ronss-eiavarttirlrsW era Ntsa **rfnors do O",
-edlcacio? Com a reepssta de eraelhantes --0,ju' tnankisuil s da rpMoaMVSteote Dr
quisttos, que pesao-lhe aulorissgio aera publicar Jes Jeaqstm Pirmino.
ntsr.Ihe-ha ajmiameoU grM qsasa e - consideracio da V, S. colleata, migo obri -
gadtsiimo :-Dr. Aowrico Airares Gananariea.
Illm. Sr. Dr.. Americo Airarse Guiajaraas.*-
Respondo aos quisitos da sua carta.
1 Foi V. S. quera reio a Lapa para tratar-me
do cbsleaia-mrbai.
2*. Que supponho ter V,- S. ralo s dore bo-
ma da ssste de oore de Jaoelro do correte, e
isas iadepesdealsaoeala de qnalqaar pedido asea
ou mandado, porquaoto (orara dnaa presas dn
segundo de fuzileiros de linha, all destacadas, e
m inspector ds quarteirio, qse ppr verem o meu
pengoso estado presurosamente correrm em
ir chamar a V. S. era Nossa Senhora do 0'.
R*. Q*e V. 8. fui constante saa tratar-me e
era ao meamo lempo o median e enfermeiro.
+* Pelo mo estado em que me acbara eu
nao poiao preeiaameuta marear os dia qua V*. S.
levos em tratar-me, porm creio, que nio fo-
ram menos de tasa, s qss depois reffeetindo V.
a qae nao era prudente deixar-ma all flear por
mais lempo, me fez cooduzir o'uma rede para
Goianna, e para oada-sai>srava que eu fosee mais
conveesntsroaaja tratado.
o: Nosse traste estado esa qae rae acfcava, eu
eu tena neritavatmAiato msrri ts. aJ o J/atamen-
to logo ministrado por Y. S. oao vesse sido de
acertada escolba.
Craio ta-lo satisfetto ; pdenlo V. S. dsata
minha resposla fazer o uso, que bem lbe aprpu-
Sr,
Acredita que aou de V. S. collega, amigo a 0-
bngadissimo :Jos Joaquim de Sonze.
Recife, 13 de abril de 1862.
(Estar reconhecida afirma.)
N. 6.
Atiesto, qua O Sr. Dr. Americo AUares Gui-
mares chegou nesta povoaQko oo dU3 do cr-
rante aa oito horas da noule. elemathoje
Piealado os seussarvigos mdicos com aprosei-
tamento.
Cruaogy, 7 de Janeiro de tSU2 O major fle-
ieajedo de polica, Alexaodre de Barres e Atbu-
qaarque.
Illm. s Rrm. Sr. rigario Manoel Paulino de
Ssnza*Hato V.Rasaa. ds aiar-ma o aapse!
Taror de atleslar ao p desta, se.tenbo oa nij
me prestado durante esle lempo, em que aqui
teofao estado, con os soccorros de mintas iris ae
por,o desta patochia, de que vossa Arsaa. aes
pavor.
Pregaeris de'Nasa Senhbra do O*, em 22 de
jsaeiro de 1862.Or. Americo Airares Guima-
res, medico em coaimisaao.
Attasto que o Illm. Sr. Dr. Americo Alvares
GeidNriea selem prestado cora-toda a irrompti-
dao que ihe pose val em aoo correr os atfecta -
dos do cholera qua a elle rseotrempara ejercer
a sua proQssa.
Posoacas de Nossa Seohora do 0\ 22 de Ja-
neiro de!862.-Psdre Manoel Paulino de Souta,
rigario eoeommendado.
N. 8.
Altelo, aMtajafW Dr. Americo Alvares Gui-
mariea se houre durante o lempo, em que esti-
re destacado nesta poroago e freguetis com
muita dignidad* ns commissao, de que ogover-
oo eocarreaou-o, e eovidou com summo zalo a
dedicado todos oa soccorros de aua arte a bem
da humanidade desvalida desta freguezia.
Povoagao e freguezia de Moas* Senhora do O',
8 de ferereiro ds t862.Francisco da Fonceca
&tt&*&Xff&?" *-teOWne0-
N. 9.
Atiesto, que oflc.Or. Americo Airares Gui-
mares, medico em commissao oesta poroacio,
ebegado da poroagio de Cruaogy no dia 7 de Ja-
neiro i substituir o Sr. Dr. Souza, queae acha-
ra na povoagio da Lapa, onde a epidemia do
cholera-morbus se tinha desenvolvido cora maior
inlensidade, e para nnde parti as II horas da
noute de 10 a soccorrer o dito Sr. Dr. Souza a-
tacado do mal, que a nio ser seas conhecimeo-
tose esforgos elle suecumbiria ; e dabi rollan-
do no dia 13 do supraito mez, deixando o mal
quasi exiincto naquella lugar, aqui tem perma-
necido al hoje, preststido-se com toda a solici-
lude a soccorrer os habitantes desta povoagio.
cora o zlo, que o caraeteriss, e da mesana for-
ma a roceitsr e distribnir remedios e dessemina-
da popularlo desies suburbios, que o procura-
vara : o que afBrmo em f de meu cargo.
Nossa Seohora do O', 9 te ferereiro de 1862.
Vicente Ferretea Coelho da Silva, subdelegado
fe Polica.
(Estarn reconbeeidaa aa firmas.)
RPARTICO DA POLICA.
BN. 10.
Illm. Sr. Em resposla ao ofEcio de V. S da
Balara reeoohoxsds.
. i- n.
,??* **** td>a, prsabyters aechar, aa-
Mtleiroda ordena de<]hriato, s das Imperial da
no, vigario da rasa na freguezia da Varxea,
s paroabo collada aa imperial mairii ds Nosaa
Senhora da Rosario da asesase fregosle, por
S Mageetade o Imparador. ate
riu. .* fi" 8r- 0r- Amarico Alrarea Guima-
res risitou esta freguezia durante o lempo em
que reinou a epidemia do cholera, s prestou-se
com zeloe bumaoldade. applieaado os soccorros
ae sua arta s pessoas, qus dalles oecessilarsm.
u retando rerdade, e o afflrma in fita parochi.
Vsrzea -21 da margo de 1862. Feliciano Pe-
reira de Lira.
Ettara rstonheerda. -
N. 13.
francisco Xavier Ceraeiro Lins, maior ajudaote
de ordena do ommande suparior da capital de
Pernambuco, offlcial da Imperial ordem da Ro-
P d V iatricto da fregaiezta da Vanas, par
Sea Magaitade o Imperador, etfi.
Altalo que o r. Dr. Americo Alvares Guima-
res medico nomeado para curar a epidemia do
cnoiara-morbss nenia freguezia, cumprio exacta-
meraje cora os seas deveres oo tempo em que
a*e|Bea esaaa fanecss. aptesentando toda aaai-
swaTs e rstelligwicla, e pelas' suas manelras
aertsadas soube penhorar aos habitantes deste
legar; o que ludo atiesto de baixo de minha pa-
tarra de hoora.
Frsguefia da Vanea, 26 de marco de 1862. -
franoisco Xavier Carneiro Lina.
Estar recdaheddo.
N. 14.
Oeidadao Jos Correa Leal, aubdelegado da fre-
5"e" Varzea, em rirtode da le etc.
Atiesto, que o Sr. Dr. Americo Airares Gui-
mares, formado em medidos, duraste o poaeo
,en,P0 que curou sos habitantes desta freguezia
do cholera-morbus. sendo para isso nomeado pe-
lo governo provincial, cumprio sempre com
pronmlldao lodos os deveres de sua commissao.
Subdelegada da Varzea, 27 de mateo de 1862
-Jos Correa Leal.
Estara racnhecido.
__ N. 15.
IIHb. 8r.Para obedecer ao offlcio de V. S.
em relacao ao do Illm. Sr, Dr. ebee de plveia,
datado de 20 de martb do correte anno que me
loipoe a obrlgagio de responder a um trecho do
igaviO eoeommendado desta fregueila, Maooel
Paulino de Souza em que ae refere a minha pea-,
aoo; dor V.S. primejxamente permittirque his-
torie a causa da intriga desse rigario commig.
u fare multo apezar meu, porque tendo recbi-
do umasdacaci, aprend a respeitars todos os
meus somelhantes, cm especiahdade ao clero ;
mas comsitado^ para aalrar a minha renutacio e
hoora leo atrozmente mordida por um homem,
que dere amente exercer actos de caridado e de
religiosiaoe, normante qnando o sau ofncio'ta-
sarlo no Diario de Pernambuco, nao lido so-
mente nesta comarca, na'qoal j se ha aquilatado
muilo bem os costumes desse rigario. e sim por
mullas outras partes,onde en e elle seremos des-
conhecidos me corre a necessidade e dev^r de
dar urna nota, para qae bem se forme uro juizo
a nosso respeito, especialmente V. S. e o Illm.
Sr. Dj. ebefe de policia, que bam ule nosconhe-
cer. ,
TeadQ^aJas vigario viodo residir nesta povoa-
gio come ^imples padre, principios por eaercar
aeoa airaiiarios, e completamenteiocompativei-
com o seu'magisterio, e,por isso foi cahiodo no
aesagrailo.das autoridades, a menos'que naofos-
ie aquella nue lisongessse anua desregrados des
salmos eabaptichos. Neste sentido iotrigou-se
oom o subdelegado lesete-coronel Mauoel Xa-
vier Carneiro da Cunha a qaem insaltmdo pes-
soalmente, munido de uma pistola fui pelo dele-
gado da comarca preso, processado e remetlido
para as prues da capital desta provincia : cora o
altase Manoel do Rasoimeato e lUeredo hoje
capitao, quando subdelegado do ditricto, e com-
mandante do destacamento : e finalmente com-
migo logou que fui nomeado subdelegado para o
mesmo lugar, principiando o tacto da maneira
aeguinte : Entrando eu no exercicio, esas pa-
dre abasando da amfizade que comigo mantinha,
gabou-se em tnioha presenga de ler esbofeteado
a Vicenta Ferreira de Mendooga nesta poroago :
em aeguide, as ssertalia da capella, hoja matriz
os mas em que se preparara para ir celebrar
missa. voltaodo-se para as pessoas qae all se
acbaram reunidas, moetrou um p iachado, di-
zeodo ler naquella noule nado um tiro em um
adrao q,e cara los no ae*'quintal, e o seguindo
torcera oesmo p qss moatrava. fouco do-
pois na ndft de um oUtro dia encbntrei o com
... uma pistola na mi, e disse-me ler querido na-
Mflo de 20 do prximo mez de margo, ralalira- joelle jnomento dispara-la na csb#ga do mesmo
faBn?-V ? U 0.fflc,0, *" ao E*ln' 5eeott 'a referido ; por cujea toctos dignos
-V,Di ff0Tlnc'a eoderecou o igario da fre- de toda puigo ceosurei aspesamaole. Cara
fm n %"? StDb0,[a d0 "^ omarca, sraa-assint o cohiba, o que dea lagar qae.se
nstti v,''1Vlg''1,'!l",? ra,p,lf?a,,e de m'> m pouoo tive necessidade
feiiM.^.iI'^f^^*^^'^^- de D""f o Pediente da anbdelegacia para os
00 iJH w"]8f.DCa' Halando a um aolda- supplenles. em cujo tempo exerceu > ''- -
Ligado opas) rigario esraj eos dous eaooeiro
So lugar all coberlos de" mallos rlcios, pnoct-
piou* a alicisr o soldado Jos Florencio, ji dando-
lbe agasrdente, j dloheiro o 6 se tornando seu
protector para o defender de qiraiojuer castigo,
eso que inorresse no des taca manto a que pertao-
cia, como p'roraa carta junta, dirigida ao alteres
caanmeodents ds deslaoaraento Frssciaco da
POncega Figuelredo."
Rsse soldado ebrio de proflssio, e completa--
mente relaxado, deiaou-aw ssduzir, tornando-ae
quasi um escravo do vigario, por cujo motivo
esleeotendea qae deris assoalhar o tacto imag-
Baliflr fue sepan ao onbadmento de S. Exc;
mas esse soldado que, apezar de sua relaxacio,
oso flcou disposlo a sustentar saa alai ve, umr
calumnia tifo desenxabtda ; srodo argido a tal
respeilo pelo alteres acias dito eonlnarioa tudo,
afnratendb ser farsa e calumniosa semetbaote
imputa$io ; s que ae podar1 bem dbohecer ae
for oundoo dito alteres para aneracesaplettmeo-
tsarapeil. .
PtaalarenJ, Illas. Sr., pal qse leso dito de-
veii-V. S. Mr coakecido da raieha ianocescia,
per demaia eenhecida oesta comarca, a da barbara
alelvosia desse rfgario cuja nanscieocra desde
sua infancia, qeando criado aob auspiciesde po-
bree aapateire alem de auas torcas, noje os olha
osa deapreso a desden sera se lembrar desees
paes nicamente por elle coohecido '/desde sana
rida de seminarista, onde ineorreo (segando
publico ) era eseaaamuohio aolsmne ; desde o
acto de ana ordeoeeie, toda filhs do empenbo e
protaccio, e eio de aaus meredmaato, me jns-
tiles eleva a ultima conriegao, qae umsnte to-
barlo de Isotoe factes immerecidos nio trepida
perada qualquer eooea para manchar a reputa-
gao daquelle qus cabio oo aeu desagrado, oera
meamo para dessbedecendo a primeira aatorida-
de da provincia, eeefconestar esse sea boto crime.
deprecar provideoeias psra aar garantido sea
asylo, hoora e rids, como cootando por certo,
qus a saa alelosle, alias completamente pueril,
choasse no animo da pessoas superiores.
?ergs assim tar respoodtdo o offlcio de V. S. a
qaem Deoa guarde por muito aonos.
Nossa Senhora do 0\ 8 de abril de
asndlmeoto do da I a*
Idea do dia 30 .
Morlmenio da alta
Velamos mirados coas razandas
s om gsasrss..
Vtame sabidos saa fazaodas.
on gneros.
o., u "'"riaa no dial. d* .
Patacho fcremanes Grrmania carras.
Barca porlnguaiatima ImereasrUs
Barca iofvez.-ftita-c.rva. ct9nu0
Berea ingl.zaIdaha-idam.
BTigoe tnglez-Zisfcafazendaa.
Escuna inglesaPann*- Msrr amadwiaai
Bngua loglezMercars-urvi

tt
Brif ue ioglai Itsan, rinda ds L
sigosdo a H. Grasos, nuatlestaa
II barrio sachadas. lardas Haba, t
eutileria ; a Va* afcfetal.
1 caan chapeos, 7 ditas teesds ds a
dita fumo para chapeos ; a Pois Keiler C.
tecids- de algadaW: a F

25 barra manteiga ;a P. G; da Otireira
tdfl calzas e 12T fardos toaidos ds i
lllm7Sr. mVjor" AlewnareVeVanos e" Alou7u.7 SgfglggSf.^gg>^
que. muiso digno delegado de policia da comarca 2M!5 *!*** ***"* *.
-. .jv iouj^u ciciteu taes tactos e
aes desordene oesta povoagio, que chegou a ser
levado a. secretaria de polica, e pranle S. Exc.
Rvm. o Sr. Jjispo diocesano. Finalmente, entro
de novo para o exercicio. eis-me tambera de
novo em lutaa com esse rigario, cajo genio s
inclinado para tudo querer subjugar seus ca-
prichos desordenados, e a uma ambigo deamar-
cada para enriquecer, ainde mesmo que ponha
em alvenaria e relaxacao os mysterioa mais sa-
o aesairasse na opioiao publica... e j pelos seus gdos de nossa santa reljgiao, em cuja ccasiio
costamea, honradez e probidade. aeodo um se- oao trepida perante coasideraco alguma I I !
cnente pal de familia, e eaaa minha aisevereoae Na respaila a moral publica, e asnos le*a em
6 lao rendica, qae iaciuss achar V. S. a publica !"n de coala s aquellas autoridades qae o pre-
lOrma de uma carta, qae o dito rigario mandn teodara bridar oa earreira de aeu raaos feitos l
ao commandante do destacamento da poroacio Approximando-se de oes a epidemia cholerica
de Nossa Senhora do O', pedindo-lhe- para nio combinando eu com oa Drs. Souza e Americo
ser preso o soldado Jos Florencio, esse que o em um logar qua mais commodos offerecesse para
mesmo vigario diz, que fdra aluciado para teotar a lohumagee das qae perecessem, foi designado
contra a sus existencia, e nio posto erer que elle escolhido o mesmo lugar, qae squelle vigario
pealase por om homem qae lbe era lio intenso.' eno simples sacerdote, de comhinasao comroi-
Els, pita, o que pude colligir em relagio ao o mesmo na qualidade de particular, oa epide-
de Goianna.
Vieente Ferreira Coelho da Silva,
Subdelegado
Nos abaixo assignados attestamos ser a assig-
natura auppra do propria Vicente Ferreira Coelho
da Silva, subdelegado de Nosaa Senhora do O'
de Goianna, o qae juraremos se for necessario.
Recife, U de abril da 1862.
Joa-Geeiho da Silva A.
Miguel dos Aojo Barros.
Estarara salladas e recoohecidaa as duaa fir-
mes.Diario dt Pernunb-itco de 12 de abril de
1862.
N. 16.
Illm.Sr. alteras ex-commandante do destaca-
mento de Nossa Senhora do O' Fraocisco da Fon-
cees Figuelredo.Recita 26 de abril de 1862.
A bem de minha reputado medica injustamente
ferida e ultrajada, queira V. S. fazer-me o faror
de com franqueza declarar junto i esta, se foi V.
S. testemuoha oceular de que foram consumidos
medicamentos da ambulancia de Nossa Senhora
do O' com oa-'idlgeotea aterraos ? e si me rio
V. S. alguoiaaraies a ootle saltlr do leito para
acudir a enfermos que me procuravam '? De sa-
melhante detlarago me per mittir V. S. que
faga o uso, que bem aa aprourer.
Sou cos multe hoaeoagem estima de V. S.
mano atiento criado s obligado.Dr. Americo
Alvares Guimares.
Illm. Sr..-Recife 27 de abril de 1862.Satis-
fazends ao aeu justo pedido, tenho i dlier a V. S.
1* que juilas vezas rl V. S. quer em pregar, quer
dsstribair medicamentos aos enfermos, indigen-
tes : 2 que oerts que V. S. levantou-a'e Igu-
alas vezes do aeu lelto para acudir aa pessoaa ac-
commeltidas do cholera.
P Je V. S. usar romo bem Ihe parecer d'ests
rniohs resposla.
Sou com muita conslderagio e respeito de V.
S. atiento venerador, obngado e criado.Fran-
cisco da Fonceca Fgueiredo, ex commandante do
destacamento de Nossa Senhora do O' de Goianoa.
( Eslava reconhecida a rirmn. )
N. 17.
Illm. Sr. Dr. Jos Joaqnim de Sonta.Recife
27 de abril de 1862.Rogo i V. S. o muito es-
pecial obsequio de ao p d'ests responder -me com
a sioceridade, que o caracteriaa, si antea de V.
S. ser atlacado da cholera-morbus, fez algum uso
dos medicamentos da ambulancia existente no
povoado de Nossa Seohora do 0* de Guianna.
Permuta V. S., que de aua resposla me utilise
como melhor me convier.
Soa com leal estima e nimia consideragio de
V.|S. collega muito amigo e obrigado.Dr. Ame-
rico Airares Guimaries.
Illm. Sr. Dr. Americo Alvares Guimares
Respoodendo a sua carta fago algumas obs^rva-
ges por nai me parecerem estranhas a questao
de qua ella trata.
Em Nnssa Senhora do 0' j ene linha utilisado
da ambulancia de Goianoa para alguns doantes de
dentro do poroado. e suas visinhanrss no en-
Senho Canoa-Brava, para o aeu administrador
oio Ribeiro de Araujo Lima, e no de Capiberibe
do Pogo. se me nao engao, para o escravo An-
tonio. Para fszer estas viagena na* pedi recom-
pensa alguma e nem tambara a teda recebido se
m's tlressem querido dar. Eu creio, que as pes-
soas que vieram chamar-me coraprehendaram
perfeilamente o meu carcter, e que pur isso etc.
etc. Um destes doantes eslava no estado lgido,
e abandonado por um charlalio bomeopatha,
mas pelos meios, qua empregaei pdde elle anda
se salvar assim como os ootros. Depois de tres
das, mudei-me com a ambulancia para a Lapa,
para onde chsmava-me humanidade afRicta. que
eslava sendo perseguida atrozmente pelo cholera;
e eolio para acudir a af&aencia de tantos doen-
les que se me a presenta vana, immenso foi o meu
trabalho em visita-Ios, e apromptar remedios da
ambulancia, j para eates, e j finalmente para
mandar para etraelres que, por estarem mais dis-
tantes, nio podiam de prorapto ser soccorridos
coma miaba presenga, e com oe meamos medi-
camentos, de que ae compunha a dita ambulancia,
eu fui, durante a minha grave enfermidade, cu-
rado por V. S.
Pdde d'esta minha resposla fazer o uso, que bem
Ihe convier, e sou com estima de V. S. collega e
amigo.Joa Joaquim de Souza.
Recito 27 de abril de 1862.
( Eslava reconhecida a firma.)
Illm. Sr. Cumprio lo o que V. S. me ordena
por ofcio de 20 do mez passado, para que eu
forme a resoeito do treeho de om oflleio que
me remetteu por copla, qae a presidencia dirigi
ao vigario da freguezia de Nossa Seohora do O'
deste termo, em que ancusa o subdelegado da
dita freguezia de ter por retes tentado contra a
sus existaneie, e ouriodo prerlameote o dito
subdelegado, tanho a.dizsr que da resposla edo-
cumento inclusos ser V. S. que destituida de
fundamento o qae avaogou o dito vigario.
Julgando aer bastante o qua disse o referido
subdelegado, para destruir n qus ootra elle da-
se o rigario de Nossa Stnhnns do 0', aceres-
centarei somente qae tenho daquelle subdelega-
do boaa informagoes, e o considero como uma
auloridade inteligente e honeita, e incapaz de
tentar coates a existencia de algiiam ; lastimo
porm, qae o vigario Manoel Paulino de Souza'
levasse ao cenbecimeolo da presidencia cousas
fue nuoca as podet prevar.
Tesrbo ssaim respondido ao citado olBcio de
V. *. a .
Deas guarde lY.l
Goianna, 10 da abril de 1862.
Illm. Sr. Dr. Jos Antonio Vaz da arvalhse,
ohefe de polica da prorincia.
O mejor delegado de policia, Alexaodre da
Rarroa de Albunuerque.
(Diorto de PermmHco le 25 de abril de abril
da 1862.
o- ---_- 1--..W-..0 wc pu.ni.uiai, un opiue-
mia de loo6 escolheu para o mesmo m : porm
o sea genio sempre disposto para resistencia a
loda e qualquer deliberacio da dolida, e sempre
coniraditoro em ai, para logo o lerou a ama op-
posigao cemi'leta, s resistencia formal i njssa
delibetagao, e designando por stoutro lugar para
dito cemiterio, autorisando inderoctamente a qual-
quer do pevo a enterrar seus cadareres indistinc-
tsmente.
Coobeceodo o D. Americo o prejuizo para sa-
lubridade publicada um procedimeuto deseme-
jante ordem, offlcio ao Exm, presidente da
prorincia, acientiflcando de tuda, a apesar de S.
Exc. estranha a esse vigar.o um procedimento
tio reprorado, aioda assim pertinszmense con-
serva ao proposito, de se oppor a tedas aa ordena
superiores, conliouando a sustentar que o ce-
miterio nio seja no lugar escolhido, ouii'ora por
elle a approrsdo, pretextando aiagnos que a
achira aprego no seu onleodimenlo
Contrariado por nos por S. Ec^ exarcerbou-
se a tal panto que eoleodeu dmgir-me todo e
qualquer iosulto, aioda mesmo impieatando-me
aquelles fados, que e elle soube praticar quao-
do capellio no Trigueiro deNazaratb, e aqui mes-
mo nasta.poroacio.
Felizmente, film. Sr., esta cmara dos conbe-
ce, e muilo bem sabe, que toaba levado uma
rida isenta da crlma, cujo juiao nio aera permit-
tido qua se faga seu respeito, ralo como oa
secretaria da policia, e petante S. Exc. Rvra..
axlsiem rcMvea'oe atausk ato aeus rimes, por
cuja impunldade elle ba oadinuananavereda. dos
raesmoa crimes.
Ceohecida.a razia intriga desse rigaxio tas-'
comaeadada) pasacectTigo. apezar do' oonhecer
a fraaueza da acatoaacAs, qae ras tea pozaste
Exm. presido≤. todaria" iocerre-me a obtlga-
5o de diter alguma. cotua a rasp*iki.
Correspondencias.
Srt. redentores.Rogo-lnes o faror de publi-
caren! a presente, pels qusl declaro, qae de mo-
do nenhum me tenho dirigido particularmente
apa aenhores deputados, respailo cora mu nica-
gao que _z respeilarel sssembla provincial,
de que sio elles membros dignissimos, para a
impresaio do qaarlo volurae de biographias, no-
ticias, e documentos histricos da provincia, que
tenho prompto; sem qae oesta conducta baja ou-
tro Qm, senio o de deixar i iolelligencia e zelo
doa meamos aenhores toda a liberdade para a re-
solugio, qua nio ser senio o qae Ibes diciar o
seu patriotismo proriocial e a justigs ; e rulo
que sobre o sssumpto Ibes nao fallece ioatruc-
gio oa informagoes : porem depois da decisao,
seja de que naluresa (or, nio faltarei a uma ei-
posigao, que tooba par fim tranquilliaar a caos-
ciencia de alguns, e esclarecer mais a de outros
oerca dessa camisa de onze varas, em qae pale-
tada ai descosto dos meus pencados me fui
metter.
Sea obrigado criado,
Antonio Joaquim da Mello.
10 farda
Araujo.
1 caixa chapeos de sol; a L. A. ^
2 fardos lecido de Kobo. 0-dito*e s# c*taaalu-
cidos de slgadio, 57 caixaa tactos-da algsHs.
barricas cimento ; ao cuusigeaUris.
15 calas fblhs de flaadres; a V. G.ds Arao.
00 gigos louss. 14 birris agurdenla ato Fraates
1 dito vioho ; a ordea.
9 fardos taddo de algodio, 3-raixas
2 ditas chspos de sol; a mii & Jasa.
1 caixa papel, tacidos de soda, usases ato sea
agulhas o lacra. 1-dita chasdaa dssal de sada ai
Francisco G. ds Olivara Inirisaa
1 barrica louga-; a Joa Bsraarao G
rado.
pos de sol, 1' dita' toalhas 500
caixa amostras : a Sooih.ll M-Mora At
4 fardos lecido ds liobo ;a G. C Scstt.
48 caixaa teddos d* algo lo. 385 ditas I
de flandres ; a Patoo fisti -C
2 fardos cobertores. 20 barra carvj
soda, 3 fardos leddo ds alasdia ; a "
kr & C.
(ardo tapetas. 4 caixaa tedio ds
Augusto C de Abren.
14 caixss lecido de algodio; al.
4 G.
2J35 **o dito; a laaes Crabvras C
100 ditea aguardeots da Frasea ;-
Bidoulae. ^^
10 toneladas de carrio da psdra,
15 fexea ferro. 1 caixa asebias para camiac!
Starr di C.
20-barns oleo da liahaga, lab ssccaa arras. 6
fardos lecido da algodio ; s Mitla Litara a*aC
8 barricaa eutitaria, 1 sita pr-r ato tota. 15
barra eachadas ; a Brandrr a ftoasdia.
2 caitas toalhas da atoadas, 1 diu
a Juhosloo Patear & C.
3 fardos baaiaa, 5 caixaa tacida da
Adameoo llow & C.
1 sacco ama i Iras ; a diverass.
Cter aadoo*! Emmm, rinde de Peaeda, i
rasin o seguala;
200 saceos arroz pilado, 60 dito tralo
a Jos Gougatves Tarree.
200 latas ol*0 ds nono, 222
maadioca. 100 ditas arroz esa casa* -
2 aaccos rnilho. 2 ditos fariaha ds aaasssea, 1
ditos arroz pitado, 1 lat a 1 saces |isa da
ararata, 1 caixio rvqaoijes a Sara da ajotoaa. *
latas assaaar rpflaado ; a Araatoa* t Ksratva.
Vapor nacional Crazaara ato *.
dos portoa do sial, maaitastou a saaasisos :
6 volumes ; ao Exm. Sr. prsasela da pro-
vincia.
1 aaixote ; a Gomes Alrss A C
3 ditca; a Ferreira & Araujo.
1 dito e 2 tardos; a Araaos H>je Filosa a C
1 dito ; a Piste de Ssaaa & Buree.
1 dito i. a Palaaosta A Beliio.
1 dito ; a Joaquim ft. dos Res.
1 dito; a Manoel Siaao. Brasa.
5 ditos e 1 caixio ; a Jtrs Jiaagjaia
Feroandea.
I caixao ; a Maooel Juaqaia Bsaass tal__
1 barrica ; a Antonio Mot>ir ds Sansa.
48 barr* ; a Ferreir. 4 Maniera.
10 saceos; a Freei*eo Jss da Casta Araaac.
5 pceles ; ao inspector da IfaBaSsa.
1 voluma ; s F. S. ds Maltas
1 dito; a Joaquim Bernardo da
2 sinos e 6 rolases; s J. Soaret ato
1 voloae; aC>ncU J. A.
1 dito ; ao Dr. Gusiavo Baid lian M-.
1 dilo; a D. Josspha Fraaeisea R. _
1 -ito ; a Joa E. Ferreira Ja:obiaa
2 barncs ; a Manoel Goacatras da Srire.
1 Caisote ; a Aotoaio Jos Le I Roas.
2 pacotas ; a lima Ry 1er 4 C.
1 caixole : a Wiltiam H>nrr.
4 pacotas, 6 bahs, 1 embrulho e llcasAss;
ordem dedivarsna.
Brigue ingles Fanny Palmer, viada atol
consignado a N O. Biabar G
aeguiote :
0 pipas. 34 tastos, 13 qaartsles s 37 I
vioho tiolo, 171 ditos dito bresca ;
os la ria.
260 barra vobo tinto. 40 guarilas
ohveira, 64 barrica aipi-ta. 30 saccaa aato. t>
caitas ameodoas. 610 caiX'ohas pissas. W$ Bar-
ru pregoa. 1.100 barrilitrbss eawaaka da rnaascas.
10 rolos dilo em folbas ; Araaaga Hij 1 4 C.
IV quarlotos azsile da Oiiveira. 60 sarro ...
Oho, 1,000 caitas pasoas ; a Aog D. A.C
Brigje nacional laafiaate. toda oBtoGra -
de do Sol pelo Rio de Janeiro. caaawaMS* a
Marques Barros 4 C, rsasigaos a aagaia :
9:086 arrobas de carne de ehsrqss s JJB csarss
raccons seceos ; a ardasa.
ExtMartar^ia
Do da 29 de abril.
Barca ingleza Serapkima, para Val parriza esr-
regaram :
Johnston Paler & C. 700 saceos asas 3 560 ar-
robas de sssucsr.
Barca inglesa Imogtne, para Liverpool, carrs-
garam : ^
Johnston Pater 4 C 955 saceos cara 4:713 ar-
robas de assacar.
B*rigue portuguez Esperarla, psra s Parts.
csrregaram :
Manoel Gomes de Campos, 3 barricas com 9
arrobas e 28 libras de asawcar.
Beeebedoria ata
sjerataB* le P
Raodimento do dia 1 a 29. 28:360! U
Mam lo dia 30 2.816s05
aras.
91
rAtaanlaselo rarrav
Randimeato da da 1 a 29. .
dem da dia 30. .
6bM7f89
9199B34
COHHWCIO
NOVO BlNGO
DI
O novo banco pagajo 8- dividendo de
laaf por ace3o.
in^^..dol^tfe 30 de
abril de 1862.
Vs 4|uatro horas da Urde.
Cotaces da jonta de correlores.
Cambio.
Sobre Londrea- dj. 95 9,4 d. por UJ008.
J. da Cruz Mace Jopresidente*
Joba Giilv-aasretario,
66:1669 14
RENDIMENTO DA ttESA DO CONSULADO PRO
VINCULEN OMEZ DEABRIL DKlSssx.
A SABER:
DireitosdefO rs. por % doaav
aucsr exportado.....s .
Dito de 20 rs. por caada d'sgaar-
dento, etc......................
Dito de 7 01o 4 rael.......
Dito de 8 por canto ds coaros
seceos, verdes e espichados.....
Dito 2 Olfj idsm do algodao expor-
tada...............
dem idera de 5 idea dos asas
gneros exportados.......
Capalazto de 320 rs. por sacca de
algodao exportado .......
Dcima dos predios urbanos .
90f fs- por mata siza ds es-
cravos..............
Sello de hersnese e losados.
Dito da9 0(0 sobraos pi
aaiores das totartos......
90 ter centde bovos s reinos di-
reitoe dos sapregados prsrta-
cssrto aoars di-
^fflar
toarle
adra
Imposto da 19 par saWa sabr
dtoaasa aataitiaiaiiddi
la posto 50f rs. sobre casas ds
chapeos, perfunariaa roapa
5-.la3ftW


TS"

^,t*.!mmRs~rmsskJ'W,i&iMg*>m.
lerte, modas e biihsr............
300J re. sobra, o4* eaes.ea
minio, companhiaa aooorm is
ate. ................... *
Imposto sobre carros, omoibui,
carrosa e vehculos........
Imposto de corrector........
Meio Ojp sobre o f roducto de Qi.
da leilio..........**..........
Emolumentos de polica .....
Restituices c reposicoes.....
5 0(0sobre ss rendas dos berjs e
raiz das corporales de mi o
mora..........*...
Multas por infraeges......
309 sobre escratos exportados .
20 01o do consumo 'agurdenle .
1:050*000
300$QOO
3181000
2008000
738|652
15600
185984o
1409214
1489162
78DgOO0
285J500
66.1669914
Mesa do consulado provincial 30 de abril
de 1862.
O 3o escripturario,
Antonio Rodrigues de Albuquerque.
Movimento do porto.

^
THF A T R n I hamDurKuet Georg Hehirich queira
* **-*. 1 t\\J [aprsente -las no prazo d 2* horas em
na?


Hamburgo ra lia
'
COMPANHIA LTR1C1

Navio entrado no i\
Rio de Janeiro20 dias, palac
puan de 212toneladas, capilB
da SiWa Rosa, equip.gam 12,
mandioca, caf e outros geni
Luiz de Oliveira Azevedo & I
Navios sahidos no me;
LisboaBrigue portuguez Re
Augusto Aolooia do Gouto, es
tos gneros.
Rio da PrataPolaca hespsnhol
capitao Joaquim Duarle, carga
denle.
Portos do norteVapor naclc
Sul, commandanto o capitao
G. Mancebo.
lio nacional C-
o Theolonio lose
carga farinha da
iros; a Antonio
mo dia.
impago, capitao
rga assucar e ou-
a Santo Antonio,
assucar e aguar-
nal Crmeiro do
de mar e guerra
K;e.
Da orden do Illm. Sr. ios rector da thesou-
rsria se fax publico que Oca aiiiado para o dia 5
de maio prximo futuro o concurso para o pre-
cnchimanlo daa vagas de prali, antes da meama
thesoursria ; e aonuociado pan ests dats.
Secretaria da tbeaouraria de fazenJa de Per-
nambuco em 21 de abril de 1862.
Servindo de offlcial maior, Manoel Jos
Pinto.
O Iilm. Sr. inspector da tbeaouraria pro-
vincial, em cumprimento da orlem do Exua. Sr.
preaideole da provincia del i lo correte, man-
da fazer publico que no dia 18 'le juoho prximo
futaro, peranlea jauta da faz.ma da maama tbe-
aouraria, ae bade arrematar, a qaem por menos
flzer a obra do cale melo a taier-se as ras do
Sebo a Trompe, avahada a bisca quadrada de
empedrameoto pelo systema alac-Adam em 30$
e de calcamenlo de pedraa irrt-gularea em ria
169000.
A arrem.laco ser feita na orma da lei pro-
vincial o. 343'de 15 de maio do 1854, a as clau-
sulas especiaos abatxo copiadas.
As pesaoas que se propozerea a meama arre-
matado comparecer na aala des sesseada refe-
rida junta, no dia cima mencionado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou aff zar o prosete e
publicar pelo | Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
Bambuco, 18 de marco de 186'J.
O si.'cretario,
A. P. da ..onunciacSo.
Clausulas especiaea para a arroman gao.
1.*O arrematante dar prit oipio obra logo
que for para esse flm avisado pela directora das
obras publicas e a concluir so praso de seis me-
zes contados da data do aviso.
2.aO arrematante obrigado a seguir exata-
meate na execu?ao da obra, a planta e ornamento
approvados, assim como a cumprir restrictamen-
te as insiruegoes do engenheiio iocumbido da
lnspeccio da obra.
3.aO arrematante fica sugeito a observar em
toda sua pleoitude as obrigacben que lbe alo im-
postes no cspitulo 3 da lti pro-- acial n. 286.
4.aO pagamento ser felic por prest.coes
meosaea conforme o numero d > bragas promplaa.
Dio sendo, porm, um nammo inferiora sexts
parte da obra toial.
5 aO arrematante nao era lito a reclama-
gao alguma tendente a inderz sarao, qualquer
que seja a natureza das alineos em que se fun-
dar para tal fin.
Conforme.
A. F. da A onnociago
Deeiaracois.
Conselho administrativo.
O eonselho administrativo, p.ira fornecimeots
do arseosl de guerra, tem de comprar os objecto
aegaintes :
Para o arraaxem do araeml de guerra.
4 quintaes de ferro redondo : ; i \\2 pollgada
de groasura.
6 quintaea de ferro inglez ni ondo de 5 quar-
tos de grossura.
3 quintaes de ferro ioglez res ondo de 1 pole-
gada de grossura.
20 toneladas de carvo de pe Ira.
Quem quizer vender laes ol>jectos aprsente
as suas propostas em carta fechida na secretaria
do conselho, s 10 horas da manba do dia 5 de
maio prximo vindouro.
Sala das sesses do conselh i administrativo
para fornecimento do arsenal 3e guerra, 28 de
abril de 1862.
Antonio Gomet Leal,
Coronel preside: ; interino.
Francisco Joaqun, Pereira Lobo,
Coronel voical si" retario interino.
Capitana do Porto.
Pela capitana do Porto ae 1 ix publico que o
aviso de 8 de fevereiro de 1849 determina que se
imponha a mulla estabelecida no artigo 114 do
ragulamenio aos capitaes dos nivios mercantes
que nao restltuirem o exemplar do mesmo regu-
lameoto, que houverem receido.
Capitana do Porto de Pernan ouco 22 de abril
de 1862.O secretario interino,
Joo Nepomuteoo Alves Macil.
Capitana do porto.
Previoe-se aos senhores d" pichantes que a
capitana do porto se dar panm aos navios qe
boavarem de sabir, depois de sar-lhe aprsenla-
do omilhete da alfandega, e irega do regula-
mentAqae for distribuido pela i>raticagem.
Capitana do porto de Pena abueo 25 de abril
de 1862.O aecretario nterin >
Joo Nepomaceto Alves Macil.
Hoje por esta subdelegan foi preso o pre-
to Antonio, escravo do alteres Almeida, com re-
finarlo em Pora de Portas (diz elle), o qual foi
apprehendido com um gancho < e ferro ao pesco-
50, e j qoerendo se laucar ao rio na ponte desta
povoar.30, onde foi pegado : qti m ae julgar com
direilo ao mesmo, compare; irjuoido com seas
documentos, que provando Ibi ser entregue.
Subdelegada dos Afogadoa :'.( de abril de 1862.
O subdelega c oMoraes
Santa Casa de Mi-
sericordia do Re-
cife*
O Illm: Sr. commendador Je. Pires Farreira,
beaoureiro esmoler da Santa Cisa da Misericor-
dia do Recife, manda fazer pdico qae 00 dls 5
lo correte pelas 10 horas da n mbia na casa dos
expostos paga aa respectivas mas. que forem
acempanbadae das crianzas as ic cualidades ven-
cidas at marco prximo lindo,
SWi df S,nU CaM t Misericordia do
Recife, 26 de abril da 1862.
O escrivi( ,
F. A. Cavalcanli Ce ssejro.
t.Ta ?,ele8"ci o tercoiro distrcto do ler-
JiL. 8cifeie ai Plico qae loram apprchen-
d ?ailO'.l??*i'0 ,0,ud0"- u'!(n juigarcom
JaerSr, Lnf' ">r"nlo- mame delegada,
qw serio entregues mediante ... peoras ntcesss-
Pala inapacclo da alfaadi^. aa fas oablico
qdf, em rutad. .. r.p,eT '., to pV. di
preco do algodao t.xado na p., SjaSl.
Alfandega de Pernambopo, 2 |e abrU 1'lWfi.
r a ? Wiipiursrl..
Godofredp Scnriq. 1 do Miranda. I
(i.MrVMN^GEil.
Sabbado 3 de maio de 1862.
2." Recita da aasignatura.
Grande Opera em qustro setos, de Verdi,
TROVATORE.
, Eitra da prima-dona contrallo a Sra. Corbari,
do bartono o Sr. Bartolucci a do baixo profundo
o Sr. Belli,
Em cooseqaencia da estar doenla a piima-dooa
a Sra. Stalla, a para nao deiser o theatro fecha-
do pelo menoa 15 dias, tempo iodiapeosavel tan-
to para o reatabelecimeoto da dita senhora, co-
mo para eosaiar se quaiquer opera com oatra
prima-dona, a Sra. Giulletla Beltramini Mari-
naogeli, embora nao esteja no eleoeo da actual
companhia, nem preparada para cantar, presta-
se a execu lar a forte parle de Eleonora, em quan-
to a Sra. stella se nao restabalaco psra tomar de
novo o sen lugar.
Principiar s 8 horas em ponto. -
Os procos dos bilhetes sao os mesmos da pri-
meira recita.
AY9SOS ifearitiotos.
COIPAJHIA PEK!\jsJIBlCiIU
Navegaco costeira a vapor.
Parabiba, Rio Grande do Norte, Ma
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Jaguaribes-, commandanto Lobato,
sahir para oa portos do norte ala a Granja no
dia 7 de maio as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 6 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros a dinheiro a frete at o dia
da sabida ao meio dia ; ascriptorio no Forte do
Hattos n. 1.
Rio de Janeiro
O veleiro e bom conhecido brigue nacional
Veloz, pretende seguir at 27 do crrante, tem
lugar apeoaa para 400 aaccoa com aasucar, quem
quizerxarregareotenda-a.com os seus consig-
tarios Antonio Luia de Oliveira Azevedo & C.
ra da Cruz n. 1.
Maranho e Para.
Segu com muita breviriade o hiate eSobralen-
se>, espitao Ratia para o resto da carga trata-
se com Caetano Cyriaco da C. M. & Irmio, no
lado do Corpo Sanio n. 23.
Para a Baha.
Pretende seguir com muita brevidade o velei-
.o e bem conhecido hiate nacional Santo Ama-
ro, tem pan. d. seu carr#gamento prompto,
rara o resto que Ihe falta trata-se com oa seus
consignstsrios Antonio Luiz de Oliveira Azeredo
& C, no seu escriplorio na ra da Cruz n. 1.
C01P4IUUA PEUVJUUUCAM
DK
JMavegacao costeira a vapoi
Macei pelas escalas.
O vapor Perainungaa, commaodante lloura,
sahir para os portos do sol no dia 5 de maio
as 5 horas da tarde. *
Recebe carga at o dia 3 ao meio dia. En-
commendas. pasasgeiros e dinheiro a frete at o
diada sabida as 2 horas: ascriptorio no forte
do Mallos n. 1.
CDHHPJ11EUL&
DAS
Messagenes imperiales.
No dia 1" de maio espera-se dos portoa do sol
o vapor francez Estramadure, commindante
Auber, o qual depois da demora do coslume se-
guir para Bordeaux, locando em S. Vicente
(onde ha um vapor em correspoodencis comGo-
re) e Lisboa.
A companhia cncarrega-so d. segurar as mer-
cadorlaa embarcadas a bordo dos vaporas, assim
como tambem recabe dinheiro e objectosde va-
lor com destino a Londres em transito por Bor-
deaux e Boulogne.
Psra as condicoes frele e paassgens trata-se
na agencia ra do Trapiche n. 9.
Rio de Janeiro
pretende seguir com muits brevidade o pstacho
nacional Capuan, capitao Tbeotonio Jos da
Silva Rodrigues, tem doua tercos de seu carrega-
mento prompto : para o resto que lhe falta, tra-
ta-ae com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & Q., ra da Craz o. 1.
Para Lisboa
vai sabir em poacos diss a muito veleira bares
Lima I por ter prompto parte da sau carrepja-
mealo : para o resto e passageiros trsta-ae com
os coosiirnatarios Carvalho, Nogueira & C, na
ra do Vtgario o. 9, primeiro andar, ou com o
capitao na priga.
Rio Grande do Sul
Sahir' dentro de poucos dias o bri-
gue nacional Imperial Pedro, recebe
carga a frete e alguns passageiros: tra-
ta-se com o seu consignatario Domin-
gos Ferreira Maia, ra do Apollo n.
37, segundo andar. _
Freta-se para os portos do Rio da
Prata o brigue nacional Mara Isabel,
de lote de 250 toneadas e de prmeira
ciaste: trata-se com o seu consignatario
Domingos Ferreira Maia, yu* do Apol-
lo n. 37. "^
ss Quem tirfr contas com o brigue
venci do agent Wvera, do raais esplendido
sorllmsnlo de nradesaa da todas ss denomioa-
COM o qualidades, d. grande porcao de ferrigena
ana. o groasas inclusive cutilsrias, de multo ar-
mamento outros srtigoa que serio rantlidos
psra hquidacioa que aseas aatisfarao, at em
presos, aos seus numerosos freg.ezes a quem
convidam e cuja concurrencia esperara psra me-
lbor eproreitarem seus ioteressaa :
Quinta-feira 1*
de maio, a 10 horas da manota, em seu arma-
zem da ra da Cruz do Hecfe.
Sexta-feira 2 de maio.
PELO AGENtE
Por mandad, do Exm. Sr. Dr. juta de direilo
eapecial docommercio, a reqaerioseoto des ad-
ministradores ds massa fallida da Manoel da
Azeredo.Pontea, o referido agente fir leilao no
dia cima designado pelaa 10 horas da manhia
oa Iota n. 54 da ra da Cadeia Velha no Recife
DAS
Uercadoriaa a utencilios existentes na mencio-
nada loja constantes do inv.atario por copla
em poder do dito agente, que desde j pode
ser examinado pelo, pretndeme*.

DB
Movis, escravos e
predios.
Segunda-feira 5 de maio
PELO AGENTE
____a
Por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz de dir.tto
eapecial docommercio, reqaerimento dos ad-
ministradores da massa fallida de Manoel da
Azevedo Pontea, procader-sa-hs a leilio no dia
cima desiansdo e pelaa 10 horas da manbaa no
sobrado n. 40, da ra da Senzala Nova
DB
Diversos movis, constando de mobilia com-
pleta de jacareada, marqueus, lavatorios, com-
modas, carleiras, armarios, jarros, candelabro
etc., etc.
Paite
de 2 es
BB
icravos.
DE

DE
Uma casi terree na ra da Conceicao da Boa-
Vista n. 29.
Uma dita dita.na ra da Gloria n. 6".
Uma dita de um andar na travesea do Gatmo
numero 12.
. Uma dita de dous andares em obra na roa do
Llvrameoto n 17.
Urna dita de tres andares na ra do Queimado
numero 2.
Uma dita de dous andares na ra da Senzala
Nora n.40.
Duis tercas parlas de sobrado d. 2 andares .
sotao na ra da Cruz o. 33.
Um sitio com casa de virenda, estribada e
quarlosoa Paasagem ds Magdalena o. 46.
LEILAO
Por todo e qualquer preco.
DB
Obras de ouro como seja completos ade-
recos e meios para senhora e menina,
rozetas, allinetes, obras de brilbante
e diamante, trancelins e outras mul-
tas pecas.
HOJE 1 DE MAIO
ao meio dia em ponto.
O agente Guimaraea para fechar uma factura
de ouro rendar em as. armazem na ma do im-
perador n. 37, no dia e hora cima Me todo e
qualquer prego. O referido agente asSrera que
este leilao est ao alcance da bolea devodos.
LEILA
SE
Queijos do vapor.
HOJE.
O agente Pestaa randera por coota de quem
pertencer em lotes a rontade doa compradores
caixas com_ queijos vindos no ultimo vapor in-
gles e por isso os malhorea que ha oeste merca-
do : hoje Io de maio da 1862 no armazem do Sr.
Aones defronte da alfandega, pelaa 10 horas da
manhia.
LEILAO
HOJE
O agente Pestaa por sonta de qaem pertencer
vender 49 barricas com sardinhaa novas cha-
padas ltimamente o vender em um ou raais
lotes a vontsde dos compradores: hoje Io de
msio de 1862, s 10 horas da manhaa na porta
do armazem do Sr. Aones defronte da alfandega.
ConouacQ do leilao
DO
Hotel fran-
cisco.
Sabbado 3 do corrente.
Por iocommodo do agenta nao podo ter lugar
a contlnuaclo do leilao do hotel Francisco j
aonuociado para quarta feira paasads o que ter
lugar sabbado 3 do corrente, pelas 10 horas da
msnhai, no mesmo hotel, a pede aos concurren-
tes o nao faltarem para pechiocharem pois que
tem mullos objectos e serio reodidos sem reserva.
Na maams occasio vender tambsm um es-
crava negra de 25 a 30 annos e ums mnlatinhs
de 8 annos.
DE
Urna casa terrea
O agente E.zebio far leilio no dia 2 de maio
de uma casa terrea, nova, feita a moderna, coa-
tendo 46 palmos de frente, 3 janellas o porta
corredor iodependente, 2 salas, 4 qoartos e am
cabioete, cosios fors, cacimba, qulotal murado,
ospretendeotea q.eiram ir roa da Ponte Ve-
lha junto ao cea do Capibaribe o. 1, examinar a
referida casa, devendo ot.oder-se com o mes-
mo agente qu. estar prompto a prestar os es-
clarecimaotos preciso, na ra da Cad.ii do Re-
cife d. 41, no sea escriplorio.
LEILAO
No da 1 de maio.
Kslkmano Irmiot & C. (ario leilao por iof.r-
Avisos diverso.
Grande laboratorio a va-
por de la vagem de rou-
pa de Aguiar. Ramos
Companhia.
Os freguezes dev.m remetter o'ora em diante a
roupa sujs para o primeiro andar por cima da
cocheira do Adolpbo oa ra Nova, ah manda-
re procurar a lavada, que -ser impretsrivel-
mente entregae no praso assigoalado nos recibos
MezdeMaria a i$.
Vende se na livraria n. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia o livro Mez Ma-
riano, conforme o uso dos missionarrios
capuchinhos a Ijjfs
INGLEZ.
Novo Met iodo para aprender lr,
a escrever e a fallar Ingez em 6 me-
ses,-por 0. G. Ollendorff: 1 toI. in 8-
encadernado. Vende-se narua do Quei-
mado, loja de fazendas, n. 18.
LOTERA
Quartafeira 7 do corrente anda-
rao impreterivelmente as rodas da
ultima parte da prmeira e prmeira da
segunda lotera a beneficio do Gymna-
sio Pernambucano, no consistorio da
greja de Nossa Senbora do Rosario da
freguezia de Santo Antonio pelo excel-
lente plano appro vado para as ex trc-
eles das loteras. 0 premio de 5:000$
ateos de 100 serao pago nesse mesmo
dia da extraccao de uma hora da tarde
por diante, e os outros no dia seguinte
logo que se tenham distribuido as listas.
Os bilhetes e meios bilhetes acbam-se a
venda na thesouraria das loteras, roa
do Crespo n. 15, e as casas commis-
wonadas praca da Independencia loja
do Sr. Santos Vieira n. 22, ra Direita
n. 3 botica do Sr. Chagas, ra da Im-
peratriz loja de ferragens do br. Pi-
mentel.e ra da Cadeia do Recife loja do
Sr. Jos Fortunato dos Santos Porto
sendo nestas at a vespera da extraccao
e no dia somente na respectiva thesou-
raria, ate a occasio de andarem as
rodas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
DE
Sstabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabald*
raais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO BACIIAREL EM MAT0EMATICAS
siBHJ&fttta num m mm.
l'ctusl rehgioss oiTereceodo-lhes um. hsbiiscio com lod.a as coodicov]. de S|."
.q bridade, habea prolessores que sao solcitos em prepsra-los lis irtlsllBllll !
Tm i .11! **fMia,"B' medlc2 pr.alico (>ue lh" '? comprehend.r oa preceitoa da kyfrZ
j S,Sn.n,inrVn?ne5C"',? ?.nlmenle um "cardot. illslr.do e booalo q.alile%
ii!"i ?BP/0,Md' rel'" <*.*. espera que ...im constituido nJo deiiar oT.
!?.. t?m hin,*R6ec?ur d S"- J"M de r^iliaa u auxilio e coonaoea *. JJm
Sf a. ?i ; e lh" rog'' beoa como lod" Peisosa ioUreaadM iZTm
diguem de risitar o mesmo seu eslabeleeimento, onde sempre anc..trJo "'*!?
O collegio tem a sua sede oss elegantes a espsepsaa propri.dadas da Sr vi.v.
Lasaerre e dos Srs. Roberto & Fiiho. Capunga Velha. '
Com o fim de tornar mais breves ecommodssscommuoieac5.a doa Sra ni*, a
correspondente., o d.r.ctor lhe. .vi.. ... .enda? uSTmTLJZSSSl
cas podero ser entregue. n3 c... de residenci. do seu irmo o Dr Ptreir. dooTraC.
ou na loja do Sr. Joaquim Ferreira da Costa, ra Nova o. 5o.
Perda.

-f3^\3i3^\
MSLa\.
Quem precisar de uma ama porlugueza diri-
ja-se a rus dolmperador n. 17, segando andar.
SOCIEDADE
Uniao Benecente
MarVUm.
De ordem do Sr. presidente scieolifico aos se-
nhores socios erTeclivos que domingo 4 de maio,
pelas 10 horas da manhaa, h.ver sesso da as-
sembl, geral aflm de tratar-se do artigo 12 3
dos novos eststatoa.
Secretaria da sociedade Unio Beneceote Ma-
rtima 28 de abril de 1862.
Ballhsssr Jos dos Reis.
1.* secretario
Aluga-se o segundo andar na ra do Li-
rameolo n. 19 : a t ratar no mesmo.
S Sociedade Recreativa
| Cory banna. |
^ De ordem da directora, tomada em jjk
ga, sesiaode 28 do corrente, sao convida- 3
P dos os Srs. socios, que se ach'am em
9 atrazo em seas meosatidades, 'a virem A
gSk no prazo de 8 diaa contados da presente a
w data, pagar oque estiror a dever a mes- J
ma ocied.de,como clara eeipreSsamen-
fc te determinam os eststutos no art. 4 a
t z, usando a mesma directora das atri- I
JP buiQoe. que lhe confere o art. 6o dos V
a meamos estatutos, para aquellos que nao Jk
o fizerem em tempo.
Casa da Sociedade Recreativa Cory- W
tjp bantina 29 de abril de 1862. &
Sjfc Je ron y mo da Costa Lima, dft
i secretario.
&&&& m sO0OeB4l
Traspassa-se
a loja de miudezas da ra da Cadeia do Recife n.
5.com todaa aa mercadori.s existentes ou sem
ellas : quem a pretender, dirija-se a meama ra
n. 16, loja da Fonseca & Silva.
Quem precisar de ama creada porlugueza.
dirija-so a ra do Imperador d. 71, segundo
andar.
Arrenda-se o eogenho 'Amazonas da fre-
guezia de Ipojuca, anoente e corrente, com ter-
reno para safrejar de 2,000 pies para cima, ten-
do dito engenho multo boos terrenos, e qussi a
maior parte de varzea, e ezcellentes matas : quem
pretender, dirijs-se ao propriet.rio o Sr. Joo de
Souza Leo, no engenho efaraohio da mesma
freguezia.
Attenco.
Autoaio Gesario Moreira
Dias, faz scieute ao respeita-
vel publico com especialidad
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n. 32, e est yeadeu
dopormeuosdo que emou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e ana oca a
boa qualidade destas merca-
dorias por serem de prmeira
qualidade.
Dr. Manoel de Souza Garca, nio podeodo
deapedir-ee de todaa as pessoas de sea raizade,
pela rapidez de sua viagem, offerece sa}u limita-
do preilirao os provincia do Ceari.
Na quinta-feira santa por occasio de
se correr as igrejas perdeu-se uma pul-
ceira de ouro de lei bastante larga e to-
da em enfeite algum nem esmalte,
desde a igreja do Espirito Santo a do
Paraizo : a pessoa que a achou e a qui-
zer restituir annuncie por este Diario
ou dirija-se a ra de Hortas tobrado
de um andar n. 28, que seta' genero-
samente gratificado.
Vicente TiburciolFerreira Malangunso e Sr
Beltro Jorge como encarregadoa da liquidarlo e
continuarlo do oegocio do fallecido Jos Joaquim
Jorge, participam que mudam seu escriplorio de
commissoes psra a casa sita na raa da Guia n. 7,
primeiro andar.
Joaquim Jos da Costa Pioheiro e .a se-
nhora segoem no prximo vapor para a Europa.
Persuadido, como est, d que nada deve, loda-
ria faz scieote a qualquer peisoa que se jalgar
seu credor que aprsente sua conta no praso de
8 dias para ser indemnissdo. Recife 29 de abril
de 1862.
Aluga-se o sitio que foi do Sr- Antonio Car-
los Francisco da Silva, as Salios?, com muito
boa casa e muitissimas fructeiraa de divers.s
qualidades, e alaga-se por mdico pr;o sob a
coodicio do inquiliho se obrigar ao bom trata-
ment conservsco daa fructeiras : a tratar oa
ra da Cadai* do Recife, armazem n. 62.
_ Joo Caetaoo de Magalhes vai para o ser-
to a cobraoQ.s, deixando o aeu caixeiro encar-
regado de seus negocios.
Jos Awgssto de Castro vsi para o Rio de
Janeiro.
Gullherme, Carvalho & C. mudarara seu es-
criplorio e agencia da companhia de Seguros Ma
ritimos Seguridade do Rio de Janeiro para a ra
da Cruz n. 26.
Precisa-se alugar uma preta escrava que
entenda de eogommar e lavar, com algum prin-
cipio de costurs, para uma casa de pequea fa-
milia : quem pretender, dirija-.e a casa sm freo-
te ao palacio do bispo oa Soledade.
Sitio ecasa.
Est se acabando uma casa mullo fresca, tanto
no aodtr terreo como em cima, rom muitos com-
modos. e sitio bem plaotado, baixa de capim,
etc., juoto ao palacio do Sr. Biapo : a tratar oa
taberna grande da Soledade sobre o aluguel.
Aluga-se o armazem e primeiro aRdar do
sobrado da ra da Guia o. 62 : a tratar na raa ds
Hortas o. 14.
Aluga-se o terceiro andar e sotio ds casa da
rus do Queimado n. 2, esquina do becco do Pei-
ze Frito : quem o pretender, dirija-se a taberna
no mesmo becco, ou oa rus da Florentina n. 18.
D. Me irada Augusta Pareira de Ferias, pro-
fessora de iostrurcio primaria competentemente
licenciada pelo Illm. Sr. Dr. director geral de
lnstrucco publica, avisa aos pais de familia, que
se scha morando oa ra Velha o. 27, segundo
andar, aonde eoaina a 1er, escrever, contar, coser
cha, fazer labyrintho, marcar de todas as faces,
bordsr de la, de susto, cacund, de seda, freco,
missangs, ouro, tapessaria e branco, e eal sem-
pre solicita, no cumprimento dos deveres de sea
maternal ministerio, prometiendo eosinsr com
disvelo, toda, as disciplioas, prendas e moralida-
des, exigidas ao bello sexo.
Monte Pi Popular Per-
iiambucaBo.
Nao se tendo reunido domiogo (27) a assem-
bla geral ordinaria como determina no.so. esta-
tutos, de ordem do Sr. director sao convidados
osseohores socios s comparecerem quiota-feira,
1." de maio, s 7 horas da noite, a reunio da
mesma aaaembla geral, fago sciente aos senho-
res socios que esto em atraso com a caixa e .in-
da nao satisflzeram seua dbitos, qae o praso fin-
da-, e no ultimo de maio, o para que chegue ao
coohecimento dos mesmos senhores socios se
tem msndado publicar por este Disrio.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no 29 de abril de 1862.
Bemjamin do Carmo Lopes.
1." secretario.
O bacharel Joo da Costa Ribeiro Hachado,
retiraodo-se para a comarca de Pao d'Alho, on-
de tem de exercer as fucres de promotor publi-
co, declara aos seus constituales que tem substa-
belecido os seus poderes de sdvogado oas pes-
soss dos Drs. Cicero Peregrino e Eduardo de
Barros, com os quaes se devero entender d'ago-
ra em diante.
Precisa-se de um feitor psra um sitio perto
desta cidsde : a tratar no pateo do Carmo n. 15.
Aviso.
Ferreira & Irmio declara ao reapeitavel publi-
co, que tem justo a compra da armacao da loja
da entrada da ra do Queimado para a ra do
Rosario n. 2, ao Sr. Guilberme Antonio de St-
queira ; e quem se julgar com direilo a mesma,
3ueira apresenlsr-se no praso de 3 diss, a cootar
e boje. Recife 30 de abril-de 1862.
O bacharel Joo da Costa Ribeiro Hachado,
promotor publico da comarca de Pao d'Alho, par-
ticipa ao reapeitavel publico desta cidade, qne
se encarrega do patrocinio das cauaas civ.is e
commerciaea que se veotilsrem oo foro da mas-
ma comarca, e bem assim decobrsogas judiclaes,
mediante ajuste feito com o annunciante, ou com
os seas collegas os Drs. Eduardo de Barros e Ci-
cero Peregrioo, ns ra do Queimado n. 26. pri-
meiro andar.
Precisa-se de uma ama para comprar eco-
aiohar e dormir fors, por casa de rapases soltei-
ros: oa roa daa Cr.zea o. 36/
ia de Santa lila
de Cassia.
Em face do art. 47 do aeu respectivo compro-
Disso aio convidados pelo presente os nossos
ch.rij.imos irmos a comparecerem no dia do-
mingo 4 do correte, s 8 horas da manhaa, oo
consistorio de sua igreja, afJm de dsrem cumpli-
mento ao que dalermina o predito artigo.
Angelo Custodio Ro.4rigu.ei Fr.nQs.
Eicrivo.
Gabinete porluguez de
Leitura.
Por ordem do Illa. Sr. pretid sou cernala
deliberativo sio convidada, m es>of .....
Iheiros s reuoirem-se em sessao silresidi.aiit
tegunda-feira 5 de maio prximo vi.doar. s
hora da Urde, na sala daa sesses do ss>oswo
Gabinete.
Secretaria do Gabinete PortoRaez de Lut.ra a
Pernambuco 30 de abril d. 1842.
Maoo.1 So.re. Pi.hwtro.
1.* secretario.
Aluga-se por preco comaax>..M
lar do sobrado da lrarsaa da Hadr.
', com commodos sulicieotes : aa
armazem n. 17.
\Uencao
Precisa-se alagar um quarto para am rapaz ael-
teiro : quem tirer e qoizer alagar, aoaacis) aor
e.te jornal para ser procurado.
O .baixo aaeigo.do faz scieote a. p.siico a
particularmante ao. consenhores do eoceaSM J*-
cir d. freguezi. de SerinUem. qae neata dsrt.
tem dissolvido, de combin.cJo cosa Illa Sr
brig.deiro Gaap.r d. Neoezea Vtaconcellaw fttaaa"
mood e seus Olhos, o srreodsmeoto do a ..mu
engenho Jtcir, que a datad. 4 de jalla do
anno passado lhe havt. feito. Raci. 26 4. ar
de 1862Francisco CIdaa Lio.
SOCIEDADE
IIflliiI)IPl2MI).
Est marcado o dia 4 d. maio araase
para reumio geral da meama a.riedala.
que sao convidados todo. o. irosas.
Secretaria da sociedad. Amor ao Pros
28 de abril de 1862.
Theodoro Orales da Palrcciai*.
Praeiro secretaria.
No dia 2 do carrelo mas, fiada __
do juiz d. paz do 1. ditrido d. hagaaiia a.
cife tem de serea arrematados a arssaaS a mal
Renaroa da Uberoa da raa da Croa da SVaata a.
59 por execugo de Fortnalo Cardes 4. Ga-
reia contra Aotooio Martina da Silva Carta.
por ser ultima praca. '
Aluga s. para casa d. pequea feailu ama
mulatioha boa eoxtnbeira a tratar oa roa da Aurora o. 70, aeg.ado andar.
Aluga-se um criado boa cop<-ira a coa
principio da boleeiro : a tratar aa raa d. A o rara
o. 70, aeguodo andar.
O Sr. Christovo de Hollaoda Cavaica.li. do
eogeoho Goit da freguezi. de Tr.cuohaa, dig-
oe-ao de comparecer oa ra da Craz a. 11, a oe-
gocio de seu ioteresse.
Precis.-.e d. uma ama para servico ii
no de uma eass : qaem esliver nestaa circa.
taociaa. dirija-se a raa Augusta a. 92.
Aiuga-ae para criada d. casa de faaitt. aaa
parda ooc e hooetta: tratar aa raa do Quei-
mado, loja o. 33, ds II borae a 1 de tonto.
Aluga-e ama crioula de 14 aaoos ato tdsda
para o servico interno de cas. de pouea (aaulia -
oa roa da Senzala Velha, taberna n. 104.
Ama de leile.
Quem precissr de ama boa ama de ieite, u
muito limpa, tanto no corpo como so leile, i
procurar na ra do Rosario da Bo.-vtola a 23.
Arrenda-se um eogeoho perto da .aSaci.
da Gameleira, diataote uma legoa, aaitaaaas das
agua, e terreno lodo devarzaa para safrejsr 2,000
pes snnuaes : a tratar aa raa daa Craza a. 41.
Casa para alagar
Aluga-se ama boa casa na Capunga Nova,raa
da Amizade. com 2 sslas, 4 quartoa, czioba tora,
quarto ao lado para escravo, grande ciatol aa-
rado com muitss laraog.iras outroi arraraatoa
de fructo, boa cacimba de agea d. beber coa
bomba a tanqo. para banno: a tratar aa raa daa
Trincbeiraa n. 1.
Ordem terceira de S. Francis
co do Recife.
para o hospital Todoa oa Saatoa da
para
Precisa-se ,
mesma ordem, de um hornera q.a sirva
ajadar ao eoferaeiro dorante a epidemia, dt.<
do ajoalsr no dito hospital.
O abaixo assigoado participa aa respeitavel
publico e com eapecialidade ao coreo da sem
mercio, que deixou de ser caixeiro dea Sra. Fra-
goso & Valle, em liquidacio. Jde j da 30 da
abril prozimo passado. 0 abaixo assigoado ap-
pro ve i lando esta occasio, agrad.ee a estos se-
nhores as man.iras urbenaa delicadaa coi
sempre o tratsram. Recife 1.* d. aai. ato
Joaquim da Fonseca a Sil ve.
A vi
ISO.
Guilherme Antooio de Siquaira eatrraaa
so Sr. Ferreirs & Irmio apraaeoiarea-e. i
ciando por esto Diario a compra da as
sita oa raa estreita do Rosario o. 2, swa ajaast-
zessem negocio algaa com same, A riela ato
que declara que tal ano.ocio por em iaaato aio
lem vigor algaa.
Maooel Rebollo de Souza, Porlagaez, r.ti-
ra-ae para fora da proriaeto.
Troca-a. por praacaos. da saarelto aa
santuario e aais alguaas iasgaae rhogadaa da
Porto ltimamente : aa raa do Viajarlo a. t, anV
meiro sndar.
Pedio-se ao Sr. Jos Alves da Safra Parei-
ra o favor da chegar at a raa da S.
para fazer-ae entreg de ama encoaa
ds Bsbis.
Precisa-e de aaa eserare ca atoa i
ella, que seje aoca, aaa achique, a caira sn
q.er, sem vicios o. dafoilos, o qae sais, i
mar : procer, oa raa da Peoha a. 25. i
andar, para tratar do ajusta que a liver.
Preciaa-ae de aa cozioheir. ama
de sea profiasio : no hotel Fraoctoa., raa ato Tra-
piche n. 5.
Aluga-s. o primeiro eadar da eabrasto da
ra da Cadeia do Recito a. 27. praile para as-
criptorio : a tratar a. leja da aesae.
Rowl.nd Ftoher e HaroVd
britannicos, reUram-se para hsjlHafH.
rrrrz"


miw Hiimcp. ora uiMhvmmH)m ue.
fl9ffiS3eQ^anii
to na
distan
embarque com un
maneira msBtaJbK)J
de Tivendajnacpami!
gar, casa AJhig^iba^ dtld#caldeiras,
duat boai pttnl% t||}l|l ci %pito bom
estado, tem bastante erras para safre-
iar 1.50"
partidos
tem'
ciado por quem quizei ver. Vende'-se a
safra que se esta' crian lo e tambem al-
guns bois eanimaet de roda : quem q.
zer ver dirjanse ao dit a engenho onde
podera' fazer negocio m a propieta-
ria.
_ '
Precisj-se i.
alugar am bom. cozioheiru, >refere-se escravo :
traUr ni ra do Amofim t 35.
Arreada-ie o ongenho Limoeirnho, ailo na
freguezte da Escada, beinda do rio Ipojuca,
raoeote e correte com ao maei: quem o pre-
tender, dirija-ae a traveu do Queimado n. 1,
ou ao referido eogenho.
Lftgdes.
de francos, ingles, grammi t ca e analyse da Ma-
gua portuguesa e arilhme..( i, para os que ae.de-
dicam ao commercio, dan '
te : a (aliar na ra do
_ parte ...
"torisado com
coroael Joo
linialrar os ne-
. pede aos dte-
ores a mesma casa que venhaai quanto antes
Saldar sena dbitos, pola te atainVnao fizaren, no
praso de 30 das, serio entregues todas as dividas
Sflm PTP.Onran alcana*** .... ...______s_______
Precisa se ahigar urna pret .
crava perito engodimdeira para urna
casa estrangeira de pouca familia : a
tratar na ra da Gadei n. 57.
andar.
> s 9 horaa da ni
I aliaga n. 3, segundo
A9VX
Os senhores de ved o r ;s a lo ja de cal-
cado do Sr. Joaquim l'ereira Arantes,
85o convidados a man lar satisfazer as
importancias de suas contas at o da
10 de maio, ao procureste bastante do
mesmo Sr. Arantes, que Gaetano Pe-
reira de Brito, ra sendo que depois desse da, elle procu-
rador as chamar a julio, propondo as
respectivas accOes a que desoja evitar.
Stdo Gutlherme de 3 irros compra escra-
tos de ambos os sexos : na ra do Imperador n.
79, primeiro andar.
Preciea-oe fallar ao S;\ Joaquina dos Santos
Braga, natural do Cear. a negocio de seu inte-
rna* : na. cidade de Olind.i, no convento de S.
Francisco.
Dm mogo que sabe ltiro, francs, inglez,
rhetorica, aritbmetiea epotiguez. por nao poder
continuar com seus ettudon por ihe faltarem os
meios, se oderece para ensn r qualquer desles
preparatorios ou todos, erxi algam engenho ou
villa, mediante urna paga, 'em tambem habili-
tares para escripturago e a isto sujeita-se por
poaca paga por tergosto : n tratar na rna larga
do Rosario n. 44, terceiro s.odar.

Moleque.

Compras
salmete, ou em qualquer praso estipulado :
tratar na ra do Hospicio n. 13, on na ra da
Imperatriz n. 80.
Precisa-se fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira Henales Guimaraes, que mo:
rou na ra da ConceicSo da Boa-Vista
nesta typograpbia.
GABINETE PORTUGUEZ
DE


Na rsi da Imperatriz n. 47 terceiro andar, ha
am moleque para alugar.
Ama.

18, segundo an-
Na ra estreita do Rosario i
dar, precisa-ae de ama ama.
Preeisa-ae de urna am llvre ou eacrava
para todo o servigo de casa d ra daa Cruzas n. 12.
Aluga-ae urna daa melbores casaa para ta-
berna ou para ootro qualquer negocio, na ra do
Rangel n. 6 ; a tratar na mi. dos Pescadores ns.
1 e 3, padaris.
Precisa-sede um caixeiro com praticade ta-
berna para tomar coota de ama porbalango, dan-
do fiador a aua conducta, ni. j se olha a dar bom
rdenado ; a tratar na raa da Santa Cruz n. 9.
Precisa-ae de urna ama forra ou escrava :
na ra do Cabagi n. 18, sobrado, entrada pelo
pateo da matriz.
A.\uga-se o sillo n. 1 di. i ,tuz de Almas, em
o qual reside actualmente : Sr. Samuel Povrer
Johnston : a tratar na ra da Aurora n. 36.
A
____<_...
Precisa-se de urna ama pira todo o servigo de
ama casa de pouca familia : i a praca do Corpo
Santo o. 17.
O abaixo assigoado mauda para a Europa as
suas tres fllhas, Landelioa de A Ibuquerque O'Coo-
nel Jersey, Philomens Mineru ia de Albuquerque
O'Goonal Jersey, com 8 aanos, e Olindina de Al-
baquerque O'Connel Jersey con 6 annos, acom-
panbadas de urna criada po tugueza de nome
Anna Julia Vieira.
Antonio Maria O'Conneli Jersey.
Preclsa-se alugar um iicravo proprio para
todo o servigo ; a pessoa que < tiver, dirija-se a
ra dos Guararapea n. 28.
Precisa-ae de urna ama para casa de tres
pessoas: na ra do Hospicio i, 62.
Precisa-se de um preto c i prela para car-
regar fazendas ; na ra do Hupicio n. 62.
Precisa-se alugar um pmto para o servigo
de urna casa de pequea -familia : na ra do A-
morim o. 33, segando aodar, daa 9 s 3 horas do
da, ou na Capuoga, ra daa CiLoulas n. 45.
Gollegio de Henifica
Situado na ra da Aurora edi
ficio contiguo lo collegio
das orphas.
Este estabelecimeoto de iai t uccao e educago
nao tem ioterrompido as sua.i fuocgea, apezar
do fatal desgosto, porque acalu de passar o seu
director com a perda de sua rii tuosa e bem ama-
da esposa.
O collegio continua em eo: irmidade de seus
estatutos, a receber alumoos j;nciooistas, semi-
pencionistas e externos.
Cootiouam como antes as < >, uictes cadeiras :
Ia De enaiao primario, qui consta de leitura,
escripia, arithmetica pratica, i outrioa chriata,
historia sagrada, grammatica nacional, historia
do paiz e sea topograpbia.
2.a De grammatica phllosotl es e analyse dos
classicos.
3.a De latim e latinidade.
4.a De franetz.
5.a De inglez.
6.a De philoaophia raciona!! n moral.
7.a De rhetorica e potica.
8.a De geograpbia e hiatorii.
9.* De aritbmetiea, algebra, geometra e ligo-
Dometria.
10.a Deiostracgo aoa tres irnos da uatareza.
11.a Da algebra superior egi metria analytica.
Nenhuma destas disciplinas exige outro paga-
mento alheio a penso dos al. i nos.
Has o desenho, a msica e a dansa, anda por
ora tem urna deepeza separada.
O director do collegio de El; nflca pede a fo-
daa as pessoas que se interesal in na edocacao da
juventude. que visitera o seu < ttsbelecimenlo a
qualquer hora do dia ou da noil e receber com
docllidade todas aa advertencia, que os visitan-
tes iotendam justas.
No dia 12 do corrente me t e snno dessppa-
receu do poder do abaixo as-f isdo o'pardo de
nome Francisco, de 17 annos : < idade, que leo
bonita figura, lodos os denles, jabalos carapi-
Dhos e ruivos, levando chapeo i feltro e palelot
tambem pardo, tendo sido esso jisrdo escravodo
Sr. Dr. Antonio Borges da For. n ca, de preiu-
zntr que ande por algam dos la ares por onde o
mesmo senhor tem viajado. eoo aeiam, Igua-
rsss, Goianna, Parahlba, Cao x oa Grande, Ala-
goa Nova, Aisgoa Grande, eOuricury, talvez sob
pretexto de estar ainda em aer-i. o aelle, aendo
qae segundo ullimaaenlefora t ato em Iguaraa-
s : quem sppreheoder o dito i icrsvo, baja de
eonduzi-lo I seu legitimo dono | guaci Lois de
Brito Taborda, na roa do Hospi: o n. 8, que ge-
nerosamente recompensar por < ita traba!bo.
Ignacio Luis de Brito Taborda.
Precisa-se de um bo in amassador
que entregue pao com mi preto : na
ra da Senwla Velqa n. h.
riiniiA
Por ordem da directora convide todos es se-
nhores socios accionistas que se acham em atraso
de mensalidades, a porem-se quanto entes em
dia com a calza do estabelecimento; e previno
aquellos quedevem mais de um trimestre que,
em conformidade com o diaposto no arl. 22 dos
estatuto*, lhes ffeam deade hoje suapansaa aa re-
galas de que trata o 6 do art. 1 (usar dea 11-
vrot, peridicos, mappas, etc., do Gabinete, na
forma do regulameoto interno e dispoaftdea da
directora) ; e quelles, cujo debito de mensali-
dades tem j absorvido a importacta dar respec-
tiva acelo, que, se at o dia 5 de maio vindouro
imi'reteriveltoentecao houverem pago o qne
devem, perderlo a qaalidade de bciooistas, em
virtude do disposto no citado art. 22 doa esta-
tutos anda videntes, cajo theor o segaiete :
Art. 22. 0 socio accionista que durante os
primeiro 60 diaa do trimestre nao tiver feito o
pagamento de que trata o 2. do artigo 13 (sa-
lisfazer promptamente 4 cana do Gabinete a
quantia de 39 por trimeatre adiaatado, e as mul-
tas que legalmente Ihea forem Impostis), ser
avisado pela directora esperado at ao'com-
plemento do trimestre, lindo o qual, seoao satis-
fizer, perder as regalas do 6> art. 12 em-
quanto o nao fizer, e cao o fazendo ir-se-ho ax-
cumulando aa menaalidades qae dever, al que
a importancia deltas absorva a da aegao ou ac-
edes que possuir, perdeodo elle neste caso a qua-
iidade de accionistas ; e as acedes assim amorti-
sadas serlo novamente vendidas, passando-ae ou-
traa com a neceaaaria resalva.
Por ordtm da directora codsido os herdeiroa
dos aocioa accionistas fallecidos^ e abaixo desig-
nados,a habilitarem-se competeotemeote para po-
derem transferir, ou lomar-a ai aa acgeadaqael-
lea finados Socios, em harmona com as disposi-
gdes do srt. 26 dos estatuto*.
Socios fallecidos os Srs :
Antonio Jos da Canha.
Antonio Moreira da Silva.
Domiagos Antonio de Souza Brito.
Joo Joaquim Corris.
Joo Jos de Lima.
Joo da Silva Grispiano.
Joaquim Ferreira Rotscbild.
Jos Pedro de Alcntara Lopv. .
Manoel Jos Rodrigues Pereira.
Secretaria de Gabinete Portogaez de Leilurs
em Pernambufo aos 19 de abril de 1862.
Joaquim Gerardo de Bastos. -
1.a secretario.
Aluga-se a grande casa *e excallen Le sitio,
qaefoi da fallecida D. Isabel, no Pogo da Panel-
la, com cocheira, eatribaria para cavallos e vac-
caa, cozinha fora e muitos qaartospara (eitorea e
escravos, em aamma esta grande casa tem com-
modos,os mala confortareis para ama familia por
maior qae ella soja: a tratar na raa da Cadeia
do Recife, armazem n. 62.
Arrenda-se o eogenho S. Gaspar, sito na
freguezia de Serinbem, com partidos de varzeas
mu lavradias, de grande ferlilidade, todas roda
da moenda, pingae cercado, mataa e manguea, e
embarque na porta : a tratar na rna do Hospicio
numero 17.
Casas para alugar.
Segundo andar da casa o. 12 da na do Encan-
tamento, loja n. 33 da rna do Vigaiio, com ar-
ma cao para taberna : a tratar aa rna da Cadeia
do Recife n. 33.
Na travessa da ra das Cruz es n
2, pjimeiro andar, tinge se para todas
as cores com presteza^e com modo preco.
Attenco.
No domingo 20 do corrente, furtaram de casa
de Hanoel Teixeira Basto, na Passagem da Mag-
dalena, um relogio de ouro do systema moderno
de dar corda por cima sem auxilio de chave, foi
feriado juotameate com urna cadeia de ouro,
contendo urna chave j quebrada. O prejudica-
do nao se recorda do nome do autor, e o r.umero
do relogio e'7851, e por isso apenas cemsig-
naes, pode indicar ser de bella apparencia, d>a-
coberlo, e com um vidro bem saliente em gros-
sura. A quem quer que o descobrir se gratifi-
car generosamente. ,
Toda attenco.
Custodio Jos Alvea Guimares avisa ao rea-
peltvet pablicb*pTrncrpalmol a todos os seas
freguezes e amigos, que se mudoa da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conhecida a amiga loja
de miudezas que foi do fallecido Joo Ceg, hoie
ser conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeitsvel publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimeoto,
onde acbaro um grande aortimenlo de miudezas,
que affisoga servir bem e vender por menos dez
ou vlnte por cento, do que em outra qualguer
parte.
Attenco.
O abaixo assigoado perdeu na noite do dia 27
do corrente, do Cacbang ao armaxem do sal, e
dahi at a ponte da Boa-visls, a qaaolia de lies
conlos de ris em ums carteira de marroquim ro-
zo,, em notas, tres de 500$, urna dellas coma
firma de Ferreira de Oliveira no verso, e o mais
em nota de menores valores. A pessoa que achou
dita quantia, queira apparecer na roa do Quei-
madj n. 34, loja dos Srt. Lavra & Irino. que
ser gratificado com a quantia de 500#.
Jos Ferreira de Oliveira.
------------;-------------- r; >
, ~ Comprasa-ao daaa aseravaa mogos da babi-
"dadea. agradando paga-ae bem : na ra das Cru-
zea n. 22.
Compram-se peridicos a 4f a arroba : or
largo do Carmo, eaquina da raa de Hortaa nume-
ro 2. .._
Vendas.
. Venda-se por melada de sea valot um lin-
do candelabro de 5 laoteroas, contendo asaltas
petas Paliadas, a qaaai novo : na raa da Gloria
17, das 3 horas da tarde em diante.
Sementes de hor-
talices
.
Na roa da Cruz o. 32, depoalto de pao e bola-
cha, vendem-se sementos de hortalices vindas de
Lisboa. y
Vendj-ae a casa sita na ra da Gloria o.
36 : quem pretender, dirija-se a meiraa, que
T | VIS ^lO.DUUCI, U
achara com quem tratar.
Nilhoa4IOOO.
..
3 A9 polica. $
Deaappareceu hontem pelas 2 horas da tt
tg tarde da cass do sbaixo assigoado, a sua ju
JS escrava de nome Isabel, mulata acabo-
P ciada, de 35 annos pouco mais ou menos, 9
^p baixa, corpo reforgado, espadoaa largas, fSk
/m pea e aaaos grandes, sendo os ps apa-
' lhetados. tem urna cicatriz bastante gran- w
V de e larga no rosto a partir de ama daa &
jl azaa do narts em direcgo a face, for- jaj
mando ama curva, aappe-ae provir I
esta cicatriz de algum golpe de fundos Mm
O de garrafa, es cabellos ao pretoa e ao- A
ij. nelladoa aparados na altura da garganta. 2
r Esta escrava natural do seno (presu- w
W me-se que do Ic) e quando fugio foi 6
A descalca elevou uniesmeote urna saia gft
de chita de desenhos miudiahos, pardos
t braocos, camisa de madapolo e um V
9 chale de algodio dequadroa ; solicita-ae k
e sus apreheoco a quem delta aouber e 3
fc o favor de conduzi-la a Santo- Amaro, V
W sitio fronleiro ao hospital inglez. tt
fk Recife 39 de abril de 1862. *m
T. A. Bamoa sny.
Na ra do Destino n. 14 tem ama carta pa-
ra o estucante Jos P. Rodrigues Seixas.
Aluga-se a case terrea, a moderna, ds ra
daAmizade, na Capanga, com 2 salas, 2 quartos,
cozinha fra, qoinlsi grande a murado, cota >*t-
veredos de fructo, cacimba so com boa agua pa-
ra haber por 1W00 : a tratar ge n* Sania
Gnu o. f,
Vende-se cada ama sacca : na travesa do pa-
teo do Paraizo o. 16, frente de amarello.
Vsade-M aso balcao em bem uso : na ra
da Praia n 54. .
Vende se a taberna aita no largo do Pillar
... 17, no bairro do Recita : os prtendentes po-
dem dirtgir-se ao mesmo estabeleomeoto, aonde
acbaro com quem tratar.
Vende-ae oleo dejicino em latas de 30 li-
bras : no armazem do teixeira, de fronte do cha-
fariz, no caea ia alfandega, a saceos de farioha
muito boa, e arroz de casca.
Vende-se por precisa o ums escrava crioula
de meia idade com habilidades, pof prego com-
modo : na*rua da Praia, primeiro andar, n. 47.
Vende-ae oa troca-se nasa escrava dmela
idade, que lava, engomma e cozioha, por urna
negrinha ou mulatinha de 12 a 14 annoa para
andar com urna crianca, faztodo-se o negocio qae
ae poder convenciooar : quem o pretender, dlri-
ja-sa ao Remedio, sitio da quina junto a ponte,
defronte das olarias.
Vende-se um tonel que leva para mala de
100 canadaa de azeite de carrapato, vende-te em
conta : no largo do Carao, quina da ra de Hor-
taa o. 2.
Sebolas a 640 rs.
Vende-se a 640 rs. o cento He sebolas: oa tra-
vessa do pateo do Peralto n. 16, frente amarella.
Velas de carnauba a 119 a arroba '. ven-
dem-se na raa da Roda n. 48. sobrado.
Lasa320 rs.
Vendem-se moderaissisas liazinbas com pal-
mas a 320 rs. o corado: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
O Payo vende a A$.
Pegaa de cambraiaa de corinhos brancoa e de
todaa as cores tendo 8 1(1 varas s 4S : na raa da
imperatriz o. 60, loja do Pavo.
O Pavo vende
cortes de cambraia muito fina com dona babadoa
e duaa saiaa aendo delicadamente bordados a
49, ditos sendo todos adamascados a 49, cortes
de phantasia fazenda flnissima a 6g, ditoa a 49500
e 59 : oa ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavo de Gima & Silva.
Panno preto.
Vende-ae panno preto muito eocorpado a
18600, 19800 e 29, e dito cor de caf : oa rea da
Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Chales do Pavo.
Vendem-se chales de merino estampados mui-
to grandea a 39, ditos de caaaa adamascada a 800
ra.: na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem
do Paveo de Gama & Silva.
Paletots e calcas
Vendem-se paletots de panno preto fino a 69,
calgaa de casemira preta a 49500, paleta de faney
de cores a 69, calgaa de dito a 39500 : na ra da
Imperatriz n. 60, toja do Pavao.
As seroulas do Pavo.
Vendem-se seroulas de lioho francezaa a 29 o
par ou a 249 a duzia: fia ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva.
CHALES.
Grande pechincha na loja do
Pavo
Vendem-se os maia ricos chales com ponta re-
donda e borlotaa tendo as barrea a imitago de
pelucia e assetiosdas imitando aa cspinhis mais
modernaa pelo baratissimo prego de 48500, ditos
de 4 ponas a 49500, ditos a Garibaldina sendo
muito grandea a 59: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo de Gama & Silva.
Manteletes de fil.
Vendem-se os mais modernos manteletee de
fil preto com modelo de capas chegados pelo
ultimo vapor: na raa da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao de Gama & Silva.
Espartilhos inglezes a 3#500.
Vendem-se espartilhos ingleses que sao os me-
mores, pelo diminuto prego de 39500 cada um :
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo. de Ga-
ma & Silva.
Saias bordadas a 2#500.
Vendem-se saias bordadas mullo bonitas a
X&5U0 cada urna : na ra da Imperatriz n. 60.
loja do Pavo, de Gama & Silva.
Bales do Pavo.
Vendem-se balea de bramante francez com
arcos,sendo as melhoresarmagoes, pelo diminu-
to prego de 39 a 3(500: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo, de Gama & Silva.
Saias com arcos de lioho.
Vendem-se as acreditadas aaias com arcoa de
linho que fazm aa vezea de balo a 3J200 e a 4f
cada um, eatas saias s ha na loja do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama &
Silva.
Brilhantina americana.
Vende-se brilhantina americana com liodiasi-
mas cores, sendo fazenda inteiramente nova e
moderna de 4 e meio palmoa de largura a 400 rs.
o covado: na roa da Imperatriz n. 60. loja e ar-
mazem de Gama & Silva.
Para meninos a 4#500
Vendem-se veatidinboa de seda para meninas,
muito bem eofeitadoa, pelo diminuto prego de
4S500 cada um : na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo, de Gama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Camizinhas com golliuhae e manguitos de cam-
braia bordados, fazenda muito modernissima a
59000.
Ditas de fuaiao com salpicos de cor a 39000.
Golliabas bordadas com botoziohos a I9OOO.
Ditas ditas de gostos a 640 e 800 rs.
Ditas com manguitos de cambraia bordados s
18600.
Manguitos de cambraia fina bordados a 19000.
Golliohas bordsdss a 240 rs.
Romeirss de cambraia enfeitadas para lato a
3g000.
Camizinhas para senhoras bem enfeitadas a 3f.
Leacrnhoa de lioho com labyrintho para mo
a 29500.
Ditos s imitaco do labyrintho a 19 ea 19280.
Lavas de lorgal enfeitadas de vidrilbo a 509 e
e 640 rs.
EnfeiUa pretoa com vidrilhos a 89000.
Rios ifeitee a larca e G a riba Id i a 5|500.
Ditos muito benitos a 29500 a a 39500.
o et
. Miudezas e ap..
Ra largft do Rosario pumero 36.
Lia de cores sortdas, libra a 69400.
Clchales com duas carreiraa a 60 rs.
Ditos de ama a 40 e 60 rs.
Agnlhaa fraocszas esrtsS e comnridas a 60 rs.
Ditas caotofas a 120.
feotes do matas para alar cabello 500 rs.
Ditos da dita dem (douradoa) a I9IOO.
Cairelis de rstroz de edres a 320.
Escovsa para cabello milito boas a 800 e 19.
Cartaa de alflnetes a 80, 100, 120 140 rs.
bscovaa psra unhas maito boaa a 320 e 500 rs.
Fraojaa pretas com vidrilho a 320 e 400 rs.
rangas pretas com dito a 40.
Beos pretos muito bons a 180, 240, 320 s 400
Carretela de llnha a 30, 60 e 80 rs.
Enfeites de retroz com franja a 59300.
Helas para senhora (duzia) a 29500.
Ditas cruas para homam a 2|400 e 3.
Tesouras ordinariaa a 30 rs.
Franjea de la estreitaa (pega) a 900 rs.
Sabonetes de bola fios a 640.
Frascos de diversos cheiros s 320.
Llnha de Pedro Va 30 rs.
Botos* para eaaaveqne a 20, 30 e 40 rs.
Rap Paulo Cordeiro (verdadeiro) a 19600.
Dito gasta grosso e meio grosso a I96OO.
Dito dito fino a 11280,
seEoutras omitas mais miudezas que com s pra-
sengs dos bons freguezes se vendero baratas.
Mar melada.
Vende-se mermelada superior fabricada pelo
firimeito fabricante de Liaboa, em latas de daas
bras por 19200, e de urna libra por 700 rs.: na
raa da Sansala Nova n. 30,
[Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Casias francezaa de bonitos gostos a
320 rs. o covado, luvas de trogal pretaa
e da seda a 500 rs. o par, chitas france-
sas largas escuras a 240 rs. o covado,
ditas fio.a a 260 e 280 rs., fil de linho
Uso a 640 rs. a vara, tarlatana fina de
todaa as cores a 800 rs. a vara, lencos
brancoa com barra da cor a 19(00 a du-
zia e 120 rs. cada em, meias para ho-
rnero a 1J200 a dazia a 120 rs. o par,
chitas para coberta de bonitos dese-
nhos a 220 rs. o covado, pegas de bre-
tenha de rolo a 29, ditas de cambrsie lisa
com 6 1)2 varaa a 39, musselioa encar-
nada a 240 rs. o covado, esleinbaa para
meninaa de escola 1 1| o par, petos
para camisa brancos e de sores a 200
ra., pegaa de cambraia branca de salpi-
co a 3950O, algodo entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito braoco pasa, toa-
lhas a 1$ a vara, enfeites dos msis mo-
deros a garibaldi a 69, loja est aber-
ta al aa 9 horas da noite.
-a
Attenco
Vende-se um relogio grande patente,
de repeticao e bom regulador, tem cor
da para 8 das : na ra Direita n. 82
das 6 horas da manhaa as 10 do dia
das 4 da tarde em diante.
Vende se um cabriolet muito mo
derno e forrado de novo, com arreios
por p.-#o commodo : na ra do Hospi
ci n. Si,
! Lapie,
Vende-se am atlas de Lapie com 50 cartas e
as obras completas de Bocage e de Garret e ou-
tros : na roa do Cabag n. 10,
Vende-se um escrivo pardo, ofcial de cha-
ruteiro, de boa figura, de idade 18 aanos, proprio
para pagem : na ra da Imperatriz n.77.
Velas de cernsuba a Uf a arroba: vende-se
na ra da Roda, n. 48, sobrado.
Vende-se'uma casa terrea na ra da Matriz
da Boa-Vista ; quem a pretender dirjase a ra
da Imperatriz n. 19.
Que ijos do sertao.
Vendem-ae qaeijoa doaerlo a 800 rs. a libra
na ra da Imperatriz n. 88, defronte da matriz,
eaquina da do Hospicio.
IMilho e farello.
Vendem-s saceos com mil ho superior, de 136
libras a 49500 por aacco, a farello a 3J5CO : na
ra da Madre de Dos d. 12.
Vende-se ou arrenda-se orna grande pro-
priedade maito perto da praga, com grande ola
ria de dous tornos, capella, ama boa "casa de vi
venda, diversas casas habitadas, dous grandes
viveiros, mnitas arvorea de fructo, inclusive di-
versos coqueiros j a tratar com o Dr. Souza Res
ou com o major Belarmiob do Reg Barros nes-
ta cidade, oa na Magdalena.
Vende-se cento e triota arrobas de gesso em
p, por prego barato: na ra da Cadeia do Re-
cife n. 43.
Bolinas
Deiludo do-se asamoairas ficando peahor: aa .mucezas earestaass com 14 lardas a
,JMhrP,Tl0' Ir*ri >, de Gama da Imperatriz o.60, loja do Pasto de Oslas A
. Silva. .i-.-
para senhoras, as mais bonitas e bem enfeitadas,
tanto pretaa como de setiro branco, chegadaa to-
das pelo ultimo vapor (francez : na ra Nora n
7, loja do vapor.
Novo sorlimento de fa-
zendas baralissimas,
NA
Loja do Pavo ra da Impera-
triz numero 60.
DE
G\HiV & SILVA.
Vendem-ae aa aeguintes fszendss por pregos
baratlssimos afim de apurar dinheiro : capas
luissas a imitago do aedas da qaadrinhoa sen-
do de todas as cores e cores muito fizas a 200
rs. o covado, brilhanlinaa de qaadrinhos muito
encorpadaa para vestidos de senhora e roupas
para meninos aendo mullo mais larga que chita
a 200 rs. o covado, gorgaro de lioho fazenda
muito nova para vestidos a'280 rs. o covado,
masselioa branca com 4 1|2 palmos de largara a
200 rs. o covado, grande e variado aorlimento
de cassas para vestidos sendo os padrdea.moder-
nlsslmos e as corea fizas a 280. 300 e 320 rs.; o
covado, chitas fraocetasde cores fizas escaras e
alegres a 240, 260, 280. 300 e 320 ra. o covado,
chitas ioglezas s 140,160 e 200 rs. o covado,
"r'es de **" len(l0 Ia da um a
29400 rs., cortes de organdys com barras tendo
2 varaa cada corte a 59, cortea de bareges com
covados a 5f. ditos com as saias feitas a 59,
lajziobaa de cores a 280 rs. o covado, de todas
estas fazendu do-se as amostras deizando o
pennor na leja a armazem do Pavo, de Gama 4
Silva, aa raa da Imperatriz n. 60.
Madapolo do Pavo.
Vendem-se fioissimas pegaa de madapolo com
24 jardas a 4*600, 49890, 59. 5000 69. ditas
francezaa eafestadaa com 14 jardas a 39: na roa
Caixuhas e^abazes para
as meninas trazerln.
nobVaco.
*uito lindas caizinhas eeabazes para-menina
de 100 ria ale 29500: aa loja da Victoria, aa ra
do Queimado o. 73.
Enfeites para senhora.
Os melboras enfeites pretos e de cores que so-
pa rece a 59500, 69 e 6S500 : na loja da Victoria
na ra, do Queimado n. 75.
Finjas.apr$tas com
drilhoesem elle.
vi-
com vidrilho e sem elle
raa do Queimado o. 75.
Novaexpotsi
cao de candieiros
agaz,
O proprietario da nova eipeeigo avisa a lodo*
os consumidores de gaz nydrogeoio que tea n*-
cebldo Devnente ">* qawiMaM ale fas seper-
fina, satn como tambem de Seda* u ajawlMaxim
commuaa que se venden Beata as anala, gvraa-
tiodo o snessao ropriaiatie a sjsjsBiaae ajase
vende nota dfl fslsinogofs. Tarabeas avise ja*
Ricoa aortimentoa de franjas pretaa e de edrea lem receb'o grandea remessas e> caaaieires ajase
m vidrilho e sem elle : na loja da Victoria na',T e ea> PorC* a retalho pelo prega da fac-
tura, cuja vaolagem pode ser coekeciaU petes
prelendentes. tendo seatpre acste estabelec-
meolo todos os utencilios pertaanaaHe ee coe-
tumo de caodiaijoa a gis : Da raa lleva a. 30 e
24, loja do Carneiro Vianns.
inhale peso verda-
deiras..
Liabas finas de
graatfae e 240 ris :
do Queimado n. 75
peso verdadeiras, meadas
na loja da Victoria, na na
Phosphoros de seguranza
Phosphorpe.de seguranga, por que livra de io-
cendio, a 160 ris a caiza : na loja da Victoria.
na ra do Queimado o. 75.
Baleas para vestidos.
Baleiaa muito grandea e boaa a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linna de croxel para la-
byrintho
Aa melbores linhas de croxel para labyrintho,
novellos mooslros s 320ria um : na loja da Vic-
toria, oa ra do Queimado o. 75.
Ricos espetaos de
moldura dourada para
salas
Chegou pli loja da Victoria urna pequea
porgao de neos espelhos de arios tamaobospara
ornamentoa de salas, afflangando-ae aerem oa
melhoreaem vidros que tem vindo: na loja ds
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
--LiM*D,, D0S de lod8 c0s para bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado o. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados pan senhoras a 29200,
ditos de ponta cabida a 49, ditos de fita a I96OO :
na loja da Victoria, na rna do Queimado n. 75.
Linhas do gaz.
Caixinhas com 50 Bovellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ria a cajxa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandea
a 700 ria, brancas e preas: na loja da Victoria,
oa raa do Queimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
pregos commodos : oa loja da Victoria, na raa
do Qaeimado n. 75.
Acaba de
chegar _
ao noy armazem
DR
BASTOS IEG0
Na ra Nova junto a Gon-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e variado sorlimento de
roapao feitas, ealgadoa a fazendaa e todos
astea ae vendem por pregoa maito modi-
ficados como de seu coslama,assim como
sejam sobrecaaacoa do superiores pannos
e caaacoa feitoa peloa ltimos figurinos a
269,289, 309 o a359, paletots dos meamos
pannos preto a 16J, 18J. 209 e a 249,
ditoa de casemira de er mesclado e de
novoa padroea a 149.169, I89.209 e 249,
ditoa aaccos daa mesmaa eaaemiras de co-
res a 99,109,129 s a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de89,109, e I2f, ditoa
de aarja de aeda a aobrecaaaeadoa a 129,
ditoa de merino de cordo i 129, ditos
de merino chines de aparado goalo a 159,
ditoa de alpaca preta a 79, 89, 99 o a 10,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palha do
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos do brim pardo o de fusta o a 39500, 49
o a 4950O, ditos do fusto branco a 49,
grande auantidade de calcas d e easemira
preta edecores a 79, 89, 99a a 10,ditas
pardas a 39 e a 49, di tas de brim de cores
flnasa2|500, 39, 39500 e a 4|, ditas da
brim brancoa flnaa a 49500,5f, 59500 a a
69, ditaa da brim lona a 59 o a 6f, colletea
de gorgurao preto e de coras a 51 a a 61
ditos de casemira do cor a pretos a 4150
o a 59, ditos de fuato branco e da brim
a 39 o a 89500,ditos da brim lona a 4|,
ditos de merino para luto a 49 a a 49500
calcas de marin para Uto a42500ea5f!
capas1 de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamanhoa: calgaa decaaemira
?'?.*d*S2r5*' 679.ditaaditas
de brim a 2$, 39 e a 39500, paletots sac-
eos do casemira preta a 62 a a 7, ditos
doaor a 69 ea7|, ditos de alpaca a(89,
sobrecasaeos de panno preto al 1$ a
14, ditos do alpaca preta a 59, bonete
para menino do todas as q a alidadas, ca-
misas para meninos de todos os t aman nos.
meios ricos vestidos do cambraia (eitos
Eara meninaa da 5 a 8 annoa com cinco
abados liaos a 89 e a 12f, ditos de gorgu-
rao da cor a de la a 59 e a 69, ditos do
brim a 89, ditos do cambraia ricamente
bordados para baptisados.e maltas oatraa
fazendaa a roupas faltas qaa deixam de
ser mencionadas pela sua grandeqaanti-
dada; assimcomorecebe-setodaaqnal-
qaer encommenda de roapas para so
mandar manufacturar o qaa para aata flm
tamos am completo sortmanto defazen-
', ?V. eft0 *m" grsnde offldna de ai-
balate dirigida por am hbil mestro qae
pela suapromptld aperfeiconadado!-,
xa a doaajar.
Largo do Ter numero 23.
O proprietario deste estsbeiecimento de mo-
Insdos est resolvido a vender os gneros muito
maia baratos do qae em outra qaalqaer parte,
aflangando-se a boa qaalidade, manteiga tngleza
a 800 a 900 ra. a libra, dita francesa da ssfrs no-
va a 680. o da velba a 640, baoha de porco reti-
nada a 400 rs. a libra, batatas maito novas a 140
i libra, em gigo fez-so abatimenlo, touclnho da
Liaboa maito novo a 240 a 280, queijos do Vspos
29700, da navio a 29400, carveja das melhores
marcas a 500 rs. s garrafa ; asiim como se ven-
dem oatroa muitos gneros pertencontes a mo-
ihsdos, assim como caf, arroz, vetas da esper-
macete o carneaba, e finalmente se vendem ba-
ratlssimos nb acreditado torrador no largo do
Tergo n. 23.
O proprietario da nova ezposigio avisa ao
blico que seus estabelecimentos se achara
oa aias aberlos at as 9 bores ds aoite iiloi
dos com o mesmo gsz hidrogene coetVneO ec*
mesmos etabelecimealos ansa ri|aisaeeasgslaiia
de quadros que maito iatreteri a cerieeidade4ae
familiaa que quizerem visitar estes eetsaelcei
memos, assim como ees Dosnos aiiiiiesM
de objectarias que por gosto se poeas coatpva,
garaolindo aos coocarreales a frsaeavza ele ia-
gresso em seus estabeleciaseelos : aa raa Nova
o. 20 a 34, loja deCarneirt Vianns.
A taberna grande da So-
ledade
vende manteiga inglesa a 880 a 1120. fraoceza a
im, cha muito bom a 2988O. balso a 29400 ere*
a 25, caf lavado a 280, qaeijoa novoa a 2ffteX>
doce de golaba a 800 n aeeraaelada a aaVasVa
libra, lata de masaa de tomate a 8>)0 rs.. ihaiaOoe
fios de varisa qualidaJea e pregos, viabo di f>-
gueira e Lisboa a 560 ra., o do Posto a 89 rs.
saceos com milho novo, (arelo o fariaba a %, 5g
e 49, e muitos outros gneros aoves a bee : se
taberna grande da Soledad?.
Gales e volantes, trinas e espigailaas -
to em conta : na raa da Craz, srassiai a. 331
Ra da Seuzalla Nova n. Al.
Vende-se em casa de S. P. Jsaaasassi A C,
sellios o silbos mglstos, candieiros e Saaaaapaj
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vea, iTiiislii
para carros e montara, arreios pera carros ee
um a dous cavallos, o relogtos i onro patee*
ingles.
A baoha fina,
bm copos grandes, ebegou para a leja d'sfesa
eranca, raa do Qaeimado n ff.
Sementes
de Hamburgo.
De hortaliza e flores.
Vindaa pelo alttmo vapor ieglez aa raa da Ce-
dis do Recife loja de Vidal A astoa.
Vendem-se dous paves
nesta typographia.
Nova expsito de azee-
das baralissimas na lo-
ja e armazem da Arara,
ra da Imperatriz n.
56, de Magalhaes
Mendes.
Vende-se o asis barato possivel s saber: 1 aa-
zinbaa para vestidos a 280 e 400 rs. e fe Tasto _
ditaa muito finas suissas a 560 rs. e cevaato, 9e-
rege de cores para vestidos coas dores soius a
dWrs. o covado saiaa bordadas mallo toaa a
29500, ditaa maito lirgas de 4 pannos areprla*
P*",!O"3,-9M0: D,r" *"rto
loja da Arara n. 56.
Arara vende.
Vendem-se pegaa de madapolo laos aV J4
{l'L'^**600' "mWT% dito* eo-
oVin m3*? IDei" atoaaem a ItasaVe
2|400a duzia: oa raa da Insperatriz loja e ar-
mazem da Arara c. 5. ~
Panno preto da Arara
iJfill .rel0 *p,a "'* S^isaatl a 19799.
1 ccw e 29 o covado, cones de casemira ralas
para caiga 39, 39200 e 39500: aa rea da im-
peratriz loja da Arara o. 56.
Manteletes da Arara.
Vendem-ae manteletea da fil as sais moder-
nos que ha a 159, espionas de fasta o ouilo bo-
nitas a 39 cada ama : na roa da laoaeraUu taa
da Arara n. 56.
Arara est vendendo.
Vendem-se pegss de cambraiaa braecaaa 19HC
e 29, ditas muito finas a 29500. 39 a 39509 ditas
i*^COf o2*d0* e T"" m de 10 v'araa a
*9MN> e 3f, cambraiaa maito finaa de carectefcee
a 49 a pega com 8 Ii2 varas, corleo de cambraia
de barras a 29500 a 39, ditos do babedos asaritc
unas enfeitadoa com ntremelos a 59' na rea ato
Imperatriz loja da Arara o. SO.
Arara vende roupa feiU,
Vende-se calcas de Casemira preto a efSOO e
59500, paletots de panno pretoa 6*500 aM, di-
i-cnne '' S500 **. *me rreacesae a
ljb, dilaa flnaa j com grvalas a 2f, cellvri-
nhos de linbo maito fios s 610 rs. ceda aa se-
roulas de linbo a IfOOO a 2f cada ama : aa rae
da Imperatriz loja a armazem da Aran a. 56.
Gorgurao da Arara.
Vende-ae gorgaro de linbo peta vestidos a
an r*^COT,do' ,ua de N" vestido a
.T. ej7 1LS C0Tdo. caseaa aaoile lasa ato c-
rea a 9X1 e 320 rs. o covado. cseas a terca ato
quadriohoa para vestido a 240 e 280 ra. e cora-
do, riscados eecotezes para vestido a 220 ra. e
covado : na raa da imperatriz loja ato Arara nu-
mero 56-
Est queimando Arara.
Vendem-ae chitas de cores Isas eoae peeasae
toque de mofo a 160 rs. o covado, ditas largaa S-
oas a 240 ra. o covado, dilaa gariealdiaiea a 299
o 320 rs. o aovado, corlee de callee laae ato 19
covadoa por IfSOO, corles de oreaatlqae ato ato-
res com 11 covadoa e 5 palmos fie largara pee 8f
o corto, corte de la Inaa de 22 covadoa per 83,
cortas de gorgaro com 18 rovadoa ?er 09500
cortea de orgaodys finos de 15 varas per 89 di-
toa de 9 varas por 79 : na raa da Iapersirulota
e armazem da Arara o. 56, 6a Mifaltaee A
Mendes.
E' na Arara.
Vendem-se magos de palitos de atoatoa Itcae-
doa com 20 mscinboa por 200 rs. para se acaber.
J tem poneos : na raa ato Imperatriz leja tal
Arara n. 56.
Nove Mez Nariauo.
O edictor 60 aovo mez mariaano caja extrage
toa sido esta rdjnaria, por aar aittoaaoale aa-
presso, ornado a ritas esUapas a aaitao#-
nhetos, qaerendo qae elle caegae a
resolvido rebalsar o seu aaflga a lia
maneira eegeinte : aa qaa cela va as
ui.ucira IU ; ua lili castaiav ~9 F^"^"
Sra 12909, os 22500 para 19909. a ee ato 39 para
aproveltaa a oecasio peas seo aai paacee
os qae resta a : oa raa do Imperador a. 15, das
9 boras da asebia ai 3 11 de tarea:

--, _^


pumo mtnmmw**, od^ mjujuaiH3i mu
H
i

0 w 31* i
liVki
I |0
Ven
casa de {mili
3*840 a 4*160
naoaero 16.
sha propria pan
preco da 3*200,
rea dos Qu arlis
ARMAZII PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
larg o da Penha

i
Loja do beija -flor da ra do
Queimado n. 63.
jsrtBaa^mKa%
lance, 500, a 720, fUp da mioxinha a 800 ra.
Lindas braecss de diffe-
reates tamanhos e quali-
dades.
A loja da agala branca tcipa da tacaba
Lo>a do beja-lor da ra do Queimado
Vendem-ee leras da pellica da Jouro breoeea
e pretai pin tenhore a homtm, chegadat palo
lilao peonis.
er a am
MENOS OEZ POR CEHT0
NOS ARMAUNS
Yende-se peste rmazem de molhados os me Inores g-
neros qaa Ten a esta mercado e |>< r menoa 5 a 10 por canto do qu em outra qaalguer parle,
Sr su liado-se a boa qualidade, pur laso rog -e a todoa ot Sn. da praca, de eogenhe alabadores o
Tor de maodarem suas encom:lindas ao armazem Progieaao, aflmde reeeni a Iffeeeaca de
prego e imlidade que tu, te Coi: t m comprado* em oulra qaatquer parl.
BA&mtolg* Ui tfll ,,e ftimtin qB.iia^j, gao a t|060 a Ubre, a ata barril aa (ara
MUntftig* f r*iii,i
a mata ora a 720 ra., a libra a am barril, 100 ra.
"** liySSWaV.0 m,is ,upcior que n< mcti0 a JJ8Q0 2*500, liara.
\afc \l\!
11 sgedoi neate ultimo Tapor a 2*800, ditoa ehegadoi no ultimo
o que ha da bom oeala genero a 1J0OO, a libra a am seteo le
aT
imitando v va pTftiO untc0 para 0II (oenie, que ae tratan coja a hoaeooathia a 2*500 a Hbr. j
^*i^t>fl do reino
navio a S9500
Quijos \ondriaoi
(ai batimento.
QUdJO pratO 0 mall laperior qut lam Ti0d0 a este mercado a 1W0 a libra.
Preiuuto iog\ei pata Hambre Uo B0T0, 60 rs Ilbra, por-
cao ae lar abatimenlo.
C 8teletAS 1 aglCZa 8 propr pav flamDre > 900 r*. a libra a em porfi a 760 ra.
PTZUHtO d TeQO aa iaptror quinta, a 0 r. a libra elotoiro, a 440 ra.
9'^iailae o melhor petseo qaa pode baver por estar pronpto a toda a hora a tf a libra, a
em porcao a 900 te.
X neifth 4 retad mall0 n0T0 a280 ri 11!bM| e m D4rtit0 3 arroD 7*000.
CAiouxle&s e palos le tambos, m t llhf meoto.
Lata Wl e\\WriC&8ja prompta9 para ,6 comer tindaa a prlmeira mi este
mercado a 2JO00 cad urna.
aaua de porco refinada 6m com 0 libr
Bauha de poreo ffluil, flM alra
Marmeiada imperiai
brea
encommenda de ttndsi e bem vestidas booecaa
(rancezaa da 3 a a li2 palmos da altara, aa quaei
na Tardada rieran uo perieltas a bem arranja-
daa qaa quem aa rir lnfallTtlmente deieja tom -
pra-Iat, porque urna* alero da lrmosura ten
bello eabetfoa eachiadoa, outras bonitos ha-
paoiinho a Garlbaldi etc., etc., a lodaa am flm
as indispeoaarefs saias balSo ; asiim como rece-
beo Igualmente outrobello aorlimeoto da booe-
eaa de choro Unto de matea como de cera aendo
eataa da olhoa movedicos a da differeules lama*
nhos at 3 palmos. Agora poa 6 a melkor oc-
catito do qutlquer pttsot mimosear urna meni-
na qae aeja ana Alba, prenla ou conhecida, di-
rigindo-aa primeiro (munido da dinheiro) loja
da aguia branca ra do Queimado n. 16, aflm de
comprar urna dettaa bnacaa ou outra qnalqutr
couta de agrado.
Bandos ou crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de dina muito grande e bem
ieitoa.
A loja d'agula braoea ariss a todaa aa aanhoraa
qua haTiitn mandado procurar e eocommendar
aeaea atrutttrioa eraeceatea de caberlos humano
(e matmo aa quia da oro praeiaarem) que ella
acabaos de chegar, tae bem arravjeaos orno jus-
tamente aa desejaa aendo o aorttsaanto da pre-
toi, aaUoaoa ate a muito bem tecdos qo pa-
queaos penU que serfem para prender, tratan-
do ao meamo lampo enchnenlo, da que reinita
que ama aaahora com un par deasea creicentas
pode mararhoatmente (axer o amtwadilho de
eu caballo aem que deixe percebar a (alta qae
dallei sarjtia, cusa cada par 59 ; tambam ha
bandos de clins mui grandes ebem (eitos o me-
lkor que em tal genero te pode dar a reodem-ae
a S| o par, tudo mu na bem conhecida loja da
aguia branca ra do Queimado n. 16.
Vende-a na (regaeria da Ipojuca o enge-
nto Diamante, todo bem montado, com casa de
de gaz.
irrji irmassai Bb Caes S-RlBo ns. 18 e 3B. e
na ra do Trapiche Noto {ae Rerife) e. 8, aa Ten-
4a gas liquido americano, primeirs qorfldade, a
recentemente cbegadora 14/a lata de 5 gares,
astiaa como.latas de 10 e de 5 garrafas, e em gar-
raaa. .
Loja do be-ja-lor da ra do
Queimado n. 63.
Vandam-aa (ranjaa a trancas, JUaa. 4e Talludo
enlatara a qaareane, mait modarnsa ova tra no
aereado, mais barato ae en outra quelquer
paite.
Loja do bel ja-flor da ra do
Queimado n. 63. .
Vendem-ae facas finas, cabo de balaoco da S
botos a 6c800, dilaepara doca a 5$8O0. dilat de
u m bolao i 6J200, litas para doce a 59200, ditaa
pratastrarada a 3|600, ditas branca a 3*400,
ditas rolica a 39 a duzia.
Relogios
Vsnde-sa am caa da Johaston Pajar d C,
. < rio Vigario n. 3, un helio sortinento ae
i elogios de ouro, patate ingles, doom dos mais
afmalos fabrica ates de Liraraool; tambera
orna "aedida de bonitos irancellins para o
masmoa.
Potassa da Rnsa.
Vende-se emeasa deN. O Bieber &
C, suceesores, ra da Cruz n. 4*

P1N5&I
DE
36
m ARTE C.
ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
por 4*500 cada urna,
a 480 rs. a libra a em barril a 400 re.
cono sejao pera, damascos pi-


aaiucar
sem segundo
Na ra do Queimado n. 55 loja de miudexaa
de Jos de Aieedo Maa r Sa, asta Teadendo
todas as miudea por presos jl sabido e o-
nheciloa :
Crotaa de peona de acode todaa as quall-
dadea a 500
Ntelos de lioha qaa pelo tcmanho a todoa
admiran a
Carias da agulhae francesas
do afamado Abreu e deoutros muito fabritantea da Liase a
a 800 ra. a libra, ees porrao se faz abatimenlo.
Latas eom frutas U doce em ealda
ceg, alpeie, e ginga, |i 800 rs. cada lata.
MTaetada de *Vy 5rxe eo lalM d., libra por l200 cad, mnu.
Latas eom an\eadi!is eonfeitadas eoateDdo mjI, ^^
candi, muito proprie para mimo, a 29000 cada urna.
Uoee da e^Sea da {;Oaia m}li*0 flao goo rs. e em porelo ae faz abalimento.
Ce S*CeO e emeildda d. difireme. qu.Ud.de., mk l.U. da 4o>e 5 por
29500 cada urna.
Cfc.ttoea coa fcaYU franeez propri0i para mimo.560..
Pnasa em MmJofai de 8 libras mBil0 aovaa porlf5ooe ret.iho .
480 rs. a libra.
r igo* da c mim'Adii'M auil0 no70it tfm CIiias de 8 libras por Jj500i dlu, Coa 4
por 1J500, ditas com '. muito bem enfeitadas por 900rs. cada una e arelalho a 320 ta.
libra.
Erviiaas fraueezas e portugu*xas ,m laU, de t Ubt,t p0l 84o .
ditat em meia latas s 500 rs.
Maeade tomate em 1( las da t Hbr. P0r soo rs.
\mendoas de easen mala maUo O0TM, m ., Ubra.
^tOieS a ja rs. a libra, e 8SJH00 s arroba.
\eieiXaS IraUetnlk l e m lalai com 3 Ubr por SJ80O| ditaa eom l 1[2 por 19500.
lVaeiXaS prtugaras a 32o rf. a Hbpa e em caxa ge (Sr abatimenlo.
Cboeolate bespta.il.* 4a {J500 dit0 francer 1J200 dUo port,giez a 800 rt. a libra,
aQanQ5-se a boa qusl c.ide.
OOlaXlUlia de i0da ein a;as com dffereotes qulidadea, a 18440 rs.
MaC. iSpara Spaij)riat macarraoetalharim.a400rs. a libra e em caixa por 85OOO rs.
V^IltOS de deUteS |iIldos, molhos eom lOmaciohos por 200 e80 rs. muito Unos.
SafVrejaS 9m (ra8C0S com j a |,2 abra por 800 ra.
n IjflO francezpara limt>ar(.kiasa 200 ra. cada nm, emporio se faz abatimenlo
BoiaXlaba iagiea a maia n0Ta d0 merCado a 3S0 rs. a libra a em barriea a 49500
ll*$ul.an* para ngommar, muito aira a 100 ra. a Ubra e em sacca se faz abatimenlo.
***a de posia em jai dan i lelhores qualidades de peiie que ha em Portugal a 1fc600 r.
aspeTinasete ,tperi0r (le cinco e aei, por \ibta ,760 rii, em ctlM|, 740 _
7dlHU^S de Nanle8 em latas muit0 n0Taj 40O ra.
r >aA.e n\U,m de superim qualidade a 110 rs. a libra e em barrls com S arrobas por 7J.
Y tvlli USiee refinado d( differentea marcas e o mais superior que ha a 800 ra. a garrafa
a am calza a 9$
* iauos engarraiail >.is d0 dBque d0 Porlo e de oalfli mUilai mareal acreditadas
oeste mercado a l$z<)0 rs. a garrafa e em calza a I25OOO rs.
\ VUbO eM pipa porl:i pigueira e Lisboa a 560 Sgarrafa e em caada89500, 49 e 49500.
^*reja dai ati, ieredind.a.| atareas a 59 rs. a duzia, a em garrafa a 500 ra.
un.9Mp*AJSates das marcas mais superiores que ha no mercado a 159 e 229000 ra. o gigo
Cognac isgiez a mm ra., eaiI, e iaoo ri., gairaf,.
Hebra de taoliasda Tariaditaem raaqueira a 69OOO ra. e o (raaco a 560 ra.
TamaraS do Kgypt* a VO ts. a libra a em Mltklal eom 9 a 10 librea por 5J.
uenebra ingieza, i P*litas d* gaz, t^) ri., gro.
*^"** refinado em potes grande 1 500 rs. cada am, em porco se tara abatimenlo.
m-lft-ie uvauo Q que se p0(ie dei t iar aesie genero a 320 rs. a libra e em arroba a 9f500, dito maia
bizo a 280 ra. a libra e 8J1) arroba.
OCVaaiaaa de branca a io lia ora do mercado a 180 ra. a libra, em porcio aa (as abali-
mento.
^* 8- mnilp hoto e aUo s 3it(' rs. s libra.
Ib ruma do reno das mar,;)l sss e Ralega 140 ra., nbra. >
11 ItSdo Maranho aira e cheiic :a a 160 ra. a libra e em arroba a 49300.
arviias aecaa milt0 noT,a a i&o a iibra,
\ ClaS 4, carnauba refinadas a 400 ra. a Ubra e em arroba a 11JW0O.
zm.Z*l\e tf0ca de itabos a 720 uj garrafa, afianza se a boa qualWada.
Vinagre da LUboa a j0m. garrafa, a em caada a 1|800.
VTnba
Hite
ivenda, tnsala, otaria, distilagao, estribarla, Caita eom alBnetee multo finos t
casaa para Isvradore, tudo de lijlo e cal, nos "
d'agua a nuito bom da prodcelo, com trras
para dar mait de 3,000 pies annualmente, eom
larras anda por descabrirem matas : quem pre-
tender comprar, pode dirigir-* ao meamo eage-
nho tratar com o propriotano. ou no Recife com
o Illm.Sr. cOmmendador Lemoa Jnior.
Souhall Mallors & C, tan do recebido or-
dem para Tender o aeu ereacido deposito de rslo-
gtot fisto o fabricante ter-se retirlo do nego-
cio ; convida, portaoto, is poesoae o;ae quizeram
pooir am bom relogio de ouro ou prata do e-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda da lempo, para rir com-
pra-loa per commodo prejo no aeu eteriptorio
rnadoTrapich o. 18.
Argolas de ago para chaves
rendam-te 200,140,320, 400 e 500 rea, na ra
i Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Froco fino; e seda frouxa para
bordar
Tend-se na rae do Queimado loja d'aguia branca
a. 16, onde ae achara completo aortinaato.
Ita
Existen*.


Na ra Nova loja (ranceaa n. II. pera Tender
muito barato ama benita eadeirinha e um ele-
gante psianquim : n peaaoas qae preeisarem de
qualquer delles nao poden achar n~'^or occa-
aiao para compraren bom e barato. V _
Berseguias inglefes.
Na ra da Imperalriz n. 10, defronte da booe-
ca, loja do Piolo, reoebeu pelo ullimo vapor um
grande aortimeuto dos j bem acreditados borse-
guins ioglezes, que vende por IOS e 11$ a dinhei-
ro logo contado.
Para liquidar.
Cagalo muito em conla.
Na/ leja do Pinto, ra da Imperatriz n. 10, de -
froute da boneca, acaba dechegar um completo
sortimeoto de calcados dot melhores fabricantes
de Pars a Nantes: botinas de Mell, de bezerro
e cordavao, tanto desolla grossa, como de tolla
fina, boliaas para aenhoras e meninas, essim co-
mo um grande aorlimeoto de borseguine ingleses
que ae vende por menos do que em oatra qual-
quer parte, e todo o mais ealcado ; a dinheiro
arista.
I
Borseguins.
' Cberes a 1#600 a garrtj a a em caixa se faz abalimento.


Ra da Imperatriz o. 10, loja do Pinto, ven-
der -89 pelo baratiasino prego :
Borseguins de lustre para humera a 89.
Ditos de becerro para hornero a 8j.
Ditos de cordavao para homem a 89.
Por eate prece s6 a dinbairo a vista para li-
quidar.
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana d-
superior qualidade em casa de N. O.
Bieber & C. successores, ra da Cruz
n. 4.
Obras de metal prateado.
Em casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores, vendem se apparelhos completos
para almoco, porta licores, garios, fa
cas, colheres para chae sopa, galhetei-
ros, copos e outros mui tos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualida le e duracSo : na ra da Cruz
ti. 4.
Noy o sortimeoto de cascarri -
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e bello aortimenlo de caacarrilhae da aeda de
multas e differeatea corea, e veude-se I I95OO
e 1$500 ris a pega, aa raa do Queimado loja
d'agula braoea n. 16.
Veoee-ae a loja de miodetasda raa do Ca-
bugi n. 2 B, com todaa as fazeudas oa parta del-
tas, ou mesmo a armaco : a tratar na neama.
120
110
60
Cana con apparelho para eotreter me-
ninos a 140
Ditaa ditoa grandes a 500
Baralhoi portugueses a 120 a 200
Groia da botoee pequenoa para caiga a 1S0
Tesouraa para iioha mailo fioaa a 400
Ditaa para coatura muito auperiorea a 400
Baralhos frsncezes cara reitrete muito fi-
no a 320
Agulheiroa com agw Ihss (raneezaa a 80
GaniTetea de apara.' penoas de 1 folha a 80
Pega de tranca de laa con 10 vara a 200
Ditaa de tranca de lia de todas as corea a 800
Parea de sapato. de tranca de laa a 1J280
Garlea de alfloetes franceses a 100
Parea de luras fio da Escocia muito finas a 320
Dilat ditat brancas groases a 100
Escotas para limpar dentes muito finas 1 100
Massos com auperiorea graetpoa a 40
Cartdes com colzetes de algum deleito a 20
Dito de ditot superiores s 40 e 60
Dedaes de (ando de ac muito superiores a 100
Ecuadores para vestido de aeohora com, 4
varas a 80
Caixaa com colzetes francezes a 40
Cartas de alfinetea de ferro a 80
Charuteiras nuito fina a I9OOO
Tinteiras de vidro eom tinta a 160
Ditos do barro com tinta superior a 120
Arela preta e azul muito fina a Ubra a 120
Tenbo nova remeasa de Iabyrintho para ven-
der por todo prego, assim como tenbe trsncas de
aeda differentea corea para Tender por todo di-
oheiro que offerecerem.
Muita atteiNjo.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vende-se roupas feitas
de todas as qualidades pelos precos
mais baratos possi veis que se pode ima-
ginar, pois pode vir Os freguezes com-
prar porque pechincha.
Algodo da Baha.
Proprio para roupa de estratos e saceos de sa-
sucar : vende-se na ras ds Cruz u. 1, escriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Johnston & G ra da Senzalla Nova
u. 42.
A boa fama
venda golliohas e puahoa com botes pars aenho-
ra, fazeoda muito boa, pelo barstittimo prego de
29 : na ra do Queimado n. 35, loja de miude-
zas da boa fama.
I Msicas para piano.
Ha chegado 4 ra Nova o. U, um V
$P grande sortimeoto de pecas de msica tt
psra piano intituladas Joven Pernambu- .
cana polka, estrada da farro do Per- w
A nambuco quadrilha, hymno nacional do dS
Brasil com acempaohameoto de plano,
e o faoeral de S. U. o Sr. Dom Pedro
fi V rei de Portugal.
GfiLO.
No deposito defronte do theatro rual
do Apollo n. 31 ven de-w galo a 1$ a
arroba e 2|5oO meia arroba e libraa
'#160 mu
I Relojoaria superior
2iRa Novarib\
\ Acaba de chegar pelo ultimo vapor t
' francs um sortimento de ralogios de
' ouro de todas aa qualidades e urna por- '
l cao de relogios de prata doaradoa pa- (
k tantea auiasos muito bem donrsdot e de .
' qoslidades os mais auperiorea que lem ;
t rindo a eata praga, affisnea-se por am
\ son, e muito oalroa objectos como i
* imagen muito ricas, lanternas para
carree, chicotea para carros e cabriolat, '
I reas, capelina dourados, instrumentos |
i de musits de todas as qoslidades, ocu- <
. loa e luna tai para todas as viitas, dia- '
' manto para cortar vidros etc., reodem- (
t se todos os objectos muito em conts. i
Vea de-se o roa malata meca car plenla e
braoco e mala superior qu- h 00 mercado propio parasnisia a 640 ra. a garrafa a en u- de boa uguta, ten algumaa habilidades e opti-
/ cenada 4W0. .. .. \ toa para qaal|uer aerrio, mesmo para eogaako
Por hojedeifl ao mea re 1 telarlo at a ckegada do pruneuo vaporimto 4 Ucopa la.M P* render a*ra: a tratar as ra era n. i oca a basar "un complete eorUmoto a aquella.
aleaero novo sortimento e natu axeipreaucoso em o publicar so respeitavel publico. if7, segundo aadar. i gneros, que se vandampor presos razoatebs,
Novos e lindos
enfeites par* vestidos pretos
e de cores, e roupinhaf de
crian gas.
Em aprepriado lempo receben a loja d'aguia
braoea um bello e completo sortimeoto de enfei-
tes de seda para vestidos pretos e de corea, a roo-
pinhas de criancas, sendo trancas a bordados da
novos e liados desenos, e difficeis tecidos. com
os qaaes pode-se com gosto e modernissimo en-
tortar qualquer Tettido 00 roopinho de critnca.
Ao pasas que diloe enfeitee a todoa gerslmente
agradara, a commodidade dos precos anima ao
comprador, o esta Terdade ser Terlfieada por to-
dos que aa dirigirem dila loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16, cojos precos aitao mar-
cado naa anostraa, aa quaea ae darao con pe-
obores.
Lu vas de pellica
Brancas e de corea para homem a senbora, che-
Itdss ltimamente por 28500 rt. o par: na loja
o Tiado na ra Nova n.8.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-te: ta-
chas de ferro coado libra i 10 rs. idem
de Low Moor Ubra a 120 rs.
4os lubricantes de velas.
O antigo deposite da cera da earaauaa e sebo
em pao e en aelae, estabeleeide ae Iarge da Aa-
sembles n.8, madou-se pera a rea da Madre de
Dos a fie, quatt defrente da igreja, ooee eoeti-
r, Largo alo Carne 9
fc ._. P8FPnet**ros teles acwduadoj armazens dt molhadoa raeeriaaea sos sems
sos freguezes que portados as vaporas navios da Europa, encesten san as
os melhOref_ ganaros; pois qae para isso tem peasoas eocarregadu em ivernja
para os ecolbarem, aei venden por menos 10 por cont do qae em oatra qualquer paras, par
roga-se a toioi os Sts. da praee, de engenho a Uvradores o favor da mandaren tute atscoeatM
sos nossos armazens, trhn de varem a superior qualidade da generce a differeaea de preces.
Manteca inglez* deprimera qualidade, m .. >**. .mUa m
far abaumente. '
JfeWSf* fra nCela -" 'M r. a Hbr, a em barril a Ot r.
hl vj**?*1 **" suP#ru,r B0 ",w"d0 siMftt 3**00 '*'
Cha HUaUlI) 0 qua niaa naemornawgeaero a 2*500 a 3*000 a libra.
.a P1*6^^ mailo soperior visdo a primeira vez ao nosao maread* a 2*200 liban.
Cala hySSOll o melhor que vem do Bio, em latas da urna libra por 19800 e en porcio
aa far abalimento. r
O ueijos da reino cbegadM aastouUiai0 2>800 e do$ ^^ m ^^
navio a %M00 cada um.

Qliei JOS SU1SSOS e mais superior a mais fresaos'que tem vine ao
libra.
QUIJOS pratO como nanea veio ao nosao mercado a 10100 a libra e iatelro a l
I aiOS e CtlOUrilyfl t rauilo novos a 560 rs. a libra aem porfise tari abata
Latas com lirigu-icasj, 9nmftu M nm a ^ naTif u t r
vez ao nosso mercado a 19800.
PeiXe eiH lata dedVersostamaoaos,savel, sardo, pargo. pescada, TtUa, .liagae-
dos fritos, atm maraado, robllos e latas de tigelada, de 1*300 a 99000 alase.
ToUClllho dO re ilOnjBito aovo a tlO .a libra e 09600 a arrobe a tamben
tamos para 240 rs. a libra e 6*500 a arroba.
Banha de porco era utas com ionbm por 494004so a nim.
M rmela da imperial de todos os conserveiros de Lisboa, em latas de libra e
meia e 2 libras a 750 rs. a libra
LataS COm frutas em Calda comosejampera, peeagv), damasco, alear-
xe, ameixas a ginja, a 700 rs. a lata.
Warmelada d^ Alperce em Uus de 2 libras por fiOOOanda asa.
Doce da casca da goiaba ,7oo.e em r*Um**+*mmm.
\3 )CS seeCOS da diflerentes qualidades em bcetas muito bem ananjadas a 3*000.
L amaras as mais superiores que tem vindo ao mercado em eaixinhas eteganuaaeate en-
feitadas a 29500 e 600 rs. a libra
PassM em caxnhas de 8 libr-is 99500 neo 1. a ubra.
FigOS da COmadre muito notos em cixinha de 8 libras e mane bem eefeitedM e
a 2|200 a 320 ra. a libra.
tirvilhas francezas e portuguesas.640720. a uu.
MaSSl de tomate em Utas de i librra a800rs.
Amendoas da casca mole BUito novas a 400 w. a bn.
OZes muito novas a 200 rs. a libra.
AmeixaS francesa8 era latas com 5 libras por 4000 e a 1000 a nata.
Ch Colate heSpatlilol a 1200, franeez a 1*000 epoitogaeza 800 ta. a libra.
Bol Xllha d SOda era latas com difiranles qualidades a 19400 a lata.
3Ia8SlS pa ra SOpa macarro e talharim a 240 rs, a libra a a caixa por 59000.
CaX|jh&S muilo bemenfeilada com pevide, rodinba, estrellinhs, etc. a 70 9 900
PalitOS XadoS paradeates em molhos com 20 macinhos a 200 n.
Se rejas am frascos de libra e meia a 700 rs.
T/olo FraflCeZ para limparfaess a 180 rs. aem porcio se far abatimente.
Espermacete Superior sem *JU a 740 mcaixa a 760 m a libra.
Sardinhasde Nantes muito novas a 400 e eoo rs.
AlpSta nuito aova a 180 rs. a libra e 5*500 arroba.
AZete doce refinado, de diversas mareas a 800 rs. a garrafa e 09000 a daa.
Bolachilltia ingieza a mais nova do mercado a 300 rs. alibra e 49200 a beeriea.
Goma muilo alva a 100 rs. a libra e 2*500 arroba.
Vinh OS engarrafados duque do Porto, g enuioo. Porto fino, madein seeea, CereaveHos, ase
tar;feitarU,.velbosecco, Museatel a 1*200 a garrafa e 129000 a duzta.
Dt08 em pipa Porlo. figueira e Lisbo^de 500 a 600 ra. agarrafa eda 4*000 a 4*500 a ea-
aada.
SerVtiaS das mais acrediudas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
Champan he das maress mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
COgfiaC inglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra d3 Hollallda verdadeira a 79500 a frasqueira a 800. o frasee.
Azeta nSS en anceretis as melhores que hi no mercado a 2 a a 400 ra. a garrafa.
Traques superiores em caixinhis a 10 e a 320 rs- a carta.
Pt llt S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
*a 1 refinado em pacotes de mais de urna libra a 240 rs. e am poreo lera aban
Caf dO RiO o melhor qaa ha no mercado a 320 ra. a libra e 0*000 a arroba.
evaitinha de Franca amis nova do mercado a 240 rs.a libra.
SagU' muito novo a 320 a libra.
Paridaia do HaranhftO muito Sl e nova a 160 rs. a libra e *9t#
roba. _
VeliS de carnauba e de composi^ao .4oon. beata e
a arroba.
Vinagre pUrO de LlSboa a240 ra. agarrafa e a 1*800 s esnada.
Gr&O de b ico muito novo a 200 rs. a libra.
Peras SeCCaS em caixinliaS de ouo libras a 295OO a a 04O n. a labra.
Marrasquino v^dadro de zara, da limo'ne, *?*"* nuMnmm'
curacuT rosi sublima a outras qualidades da 19500 a 99 a garrafa.
Batetas ea, gajos de urna arroba por 19000 a 40 rs. a libra-
Comillll OS os maia novos do marcada a 800 ra. s libra
ErVa dOCe muito ora a 400 rs. a libra.
Arroa COra toque d9aVaraenecoaaV5arr-*asaa^ssaesjaal95Jt
a arroba.
CharUtOS verdaderas superiores a 2 a eaixinha da 50.
Salmn em lata8 eom daaa libras o maia bem arranjale que teas viada ae atar
adoa19400.
Mantega eill latas eom 4 libras a melhor do iiaweade Uerad
39100 cada ama.
Vinagre em garrfees eom 5 garrafas de superior qualidade a 19209.
Arar Uta verdadeira nuito nova a 820 libra.
Almdeetes gneros encontrara a reepeitsvel publico em nossos araaue, oa
sortimento de tudo tendente a molhados.
a M


- pl

mMMi
ISS HH1I C*
5* 19900 anote.
a* largo do Car
PresjresaiTo n
a*9 raadss Cea
TOlM&uc^^^ d i*

rioi!

ti
.i.
ei'i
.
Oh f que
cha!!!
Vendem-se palitos lich.dos folheados, lu,
pan danta, daut mesaos coa 40 inaaeiahea pac
400 re. : na raa da Imperatriz, oj* da Atar*
o. SO.
Grande I

liquidadlo por toda
o pre^o, na be ai co-
nhecida loja d> Ser-
tanejo.
Ra d# Queimado ik 45.1
Barato que admira.
Cfltaa eicnru tinas a 160, 180 20Q
ri., cortea da featido pratoa liurd.do. a
?aliado palo biraliuimo preco de. gj* a ,
651, Jilo adamascados a 50 36, sahl-
da de baile da velludo e seiim a> 15 e
16J. cara iu pin senhora a II* a a 4,
golliahas e manguitos. 29501, 3*500 a
49500. collinhas da cambraia bordadas a
720, 800, lf, 1*200 e IJoOO r., dita, da
Ql bordadaa a 240 ra., cisa veques da fus-
tio a 6, 7J a 8J. meiaa de si da brancas
prelaa par seohora a 1*800 o par, ti-
ras de babadoa 800 a lf, lian de qe adro
enfadadas a 360 e 400 ra. o eorado, cam-
braia preta a 440 e 480 re. a vara organ-
dja de corea a 680 ri. a vara, fil brau-
CO adamascado para cortinado i o vetli-
doa a 480 e 540 ra. Tara, cortea de ol-
leta da caaemira bordadoa preos a 3*
3*500. dito de velludo de cor e prelaa a
4*. 5*. 6* e 7*. paletot de brm branco
francezes a 4 a 4*500. ditos de caaemi-
ra de corea a pretos a 16* e lf *, ditos de
alpaca preta e de cores a 3J500, 4* e
4*500 e 5*, camisas de peito c llnho a
2*500 e 3*, cortea de collete da gorgurao
dciedaa 18600 29.21500. 3j!e 4*, col-
letes feitos de brim branco a .59 e 2*500,
di tos da gorgurao a 3* e 4f .diloi de caaemi-
ra a 48,4(500 e 5*. ditos de vt ludo a 68.
7 e 8, ditos de fuslao de cor a a 1 g5O0
e 1*800. meiaa de la para honem e ee-
Dhora, ditas da algodo crasa para ho-
rnero duzia 1*400, 1*450 a 3*230, ditas a
3, 4 a 5* a duzia, ditsa para menina a
2*600 e 2*800, duna Moas e diversos t-
mannos, ditos paramenioo a$$ e 2f500
a duzia, pecas de algodao a 3J800, 4* e
f 4*500. chita fraacezas finas 140. 280.
300, 320 e 360 re. o corado, hl borda-
do e liso, griosldaa branca com ramos,
chalas de troco, esparlilho, chapeos de
S castor para hornera, pannos para mesa o
uro Taado sor timen to de roipaa feitaa
St que ludo se vende fot baralissimo prego.
Na cu da GsaabtMd Caroso laja a.
12, vndese toda a qualidade de mobi-
Ua tanto ao gosto moderno como anti-
ga, phantbatia etc. por pre^o na ais
commodo do que era outra qualquer
parte,. az-se toda a qualidade d obra
de 06001016038 com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.

Facas
e garfos de
as qualidadef
todas
b'laas
I fsfel
bordada*. -T-fisiv
1 Vendam-se ricos forte* de "vestidos brsncoa
bordados eom 8 babadoe pelo baralissimo preco
de 5* o corte : na roa do Queimado n. 22, na
bem corAecid loja da boa N.
Camisas inglezas.
Vandem-se sapertoree camisas ioglezss cora
pregas largas pelo baralissimo proco de 35* a du-
ria : at loja da boa f, os ru do Queimado nu-
mero V.
Ricas gollinhas e punhos
com bofoes
Vendao-e rica* gollinhas a punhos de eem-
braia e fustao ricamente bordadaa com lindos bo-
loea, pelo bsratlsilmo preco do 2* cada guarn-
cao : na ru do Qaeimado n. 22, na loja da
DOS f.
Vendara-se borras gordoa o mansos : a*
eageohe Jurisaaca, da Cabo: s tratar all cosa o
Si; Domingos Francisco do Soaza Leso.
Fazendas baratis-
simas
9aperior bramaste de linho com duas raras de
largara a 2*4J0 a rara, atoalbado da linho ada-
maacado eom daos larguras a 2*500 a vara, trrim
branco do lioho muito superior a 1J440 a rara,
dito de cores, tazsoda multo superior a 1*, dito
pardo de linho paro a 800, 1* s 1*200 a rara, di-
to de qaadriehos multo proprio para calcas, ja-
quetas e paletolspara menino a 200 r. o COre-
uo vendem-e do gmgn ffWKeMi milUo fperioroa a 400 rs. o
corado, cambraiaa francesas muito finas o de
muito bonitos padrees a 260 o 280 o corado,
cambraia lisa muito fina a 41, 5 e 6* pega com
8 1|2 raras, cambraia com salpico tambera com
8 1]2 raras cada pegas a 4*300, dita muito supe-
rior o melhor que ha ueste genero a 112500 a pe-
ca com 17 raras, ou a 800 rs. a rara, chitas trn-
celas de muito boas qaalidade e deliodoa pa-
dres 240, 280, 300 e 320 o corado, fil do li-
nho liso muito fino a 720 a rara, tarlatana bran-
ca o de corea a 760 a rara, loalhas de lioho para
mos a 7* a duzia, ditas pelludas muito superio-
res H* a dutta, gollinha de cambraia borda-
das a 809 ra., manguitos o gollaa do cambraia ri-
camente bordadas a 2* o par do manguitos com
urna golla, lencos braocoa muito lios com bico,
renda o labyriotho a 11280 cada um, ditoa de
cambraia de linho para algibeira pelo baralissimo
preco de 4, 5 e 6 a duzia, o aisim uai completo
sortimeoto do ftzendas de todaa aa qualidade,
que sendo a dioheiro vista se veoderao por pro- |
cea mui baixoa : na bem eonbecida loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Chegoupara aloja da Tiotorie, candieiroa a
gas de ootoo gostos o modeles, tanto para aala,
como pon aseada a quartos a para outraa muiUs
cousas : na loja da vicloria na ra do Queimado
o. 75.
Cestinhas ou cebases para as
meninas de escola.
O- lempo 4 proprio das meninas irem para a
escola,. por laso bom que rao compostas com
ama das novas e bonitas cestinhas que se ven-
de m ca raa tfo Queimado loja d'aguia branca
a. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca asaba de recebar por
esla urna pequea quantidade do bYreUas
doMsdaa o esmaltadas para ci toa, todaa de ao-
vo bonitos moldas, a Usbaos douradsa que
parecen do euro da lei, qua s eom experien-
cia coohecar aio o aereo, estando no amo
caso aa aamaltadis, e aasim mesmo ron
pelo barato proco do 2(500 r. cada um, na raa
do Queimado loja d'aguia branca n. 10.
Palmatorias de vidro e de la-
to para \ellas.
Vendem-se bonitas palmatorias da vidro lapi-
dado para vella a 1*200, e ditas de lati mu
oras o limpaa a 400 ra. : na ra do Queimado,
loja da Aguia branca n. 16.
Peilos de fustao lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Veodem-ee booilos peitos do fustao larrado e
traii(sdo para camisas a 500 rs. cada um, tazan-
do mui boa o oncorpada : na raa- do Queimado,
loja d'aguia-branca a. 16.
Novo sortimento de tiras dg
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-braoca receben um novo o lin-
do sortimento de tiras bordadas em ambos oa la-
dos, e continua render baratamente a 1*200
cada-tira, a outraa de bordados muitb largos a
2*000, o melhor que possirel em tal genero,
e todas ollas, pela largura que teem, podem ser
divididas ao meio, pelo que se tornara baratsi-
mas : o raa do Queimado, loja d'aguia branca
n. 16.
predio venda
Vonda-ao a-casa ds dous andares o sollo, mol-
agua, no boceo das Uiudinhas n. 8, avallada em
2 000*, a qual rende 1 1|2 por cento ao mes; na
ru do Trapicha n. 14, primeiro andar, ha peeeoa
aatorisada pelo proprielario para effectuar a ren-
da da mesma casa.
Sal de Lisboa.
Vendem-se duzias de facas e gaifoacom cabos
de marfim o inaia fino que se pod< desojar pelo
barato proco de 16*. ditis para obre mesa a 14*,
ditaa muito finas de bataneo a 6*4CO, dita mul-
to fioaa tambera de balauco e com 7*. ditaa imitando aa de balango a lifi. ditaa para i
sobremesa fazenda muito superior n 5*500 e 6*
^st^maVSf.'.iS! P* gn.. 13.a 81500 a arroba em porreo
HA 400 o 500 r. cada talher e alera dealaa qua- vender por muito menos.
lidades outraa multas que ae vende m bareU: na L"
raa do Queimado na bem coohecidn loja da mlu-i -
dezas da boa fama n. 35
Vtndese a bordo da bares portuguexa cEspo-
tanga, aal de Lisboa limpo e redondo ; a tratar
na ra do Trapiche n. 17.
Salitre refinada.
V4jeTe-se ns ra do Queimado loja de erra-
Veade-ae ac a ts| o qiintol: na raa de-Qi
atada loia de fertafeas a 13 ; bem ceasaao vao
de aseta aaoaaw lo>a un coaaaaoio sottimeoto de
ferragens o miudetas da lodos w quaitdadoo, tar-
do por diminua praoo. vista o proprieuria oa-
rer entrar em liaasdacao.
Camisas ecerou las
Vandem-se ou poras cereales da lioho muito
fina pelo barato preco de 96* a duite, ditos tren-
d' algodao, mas do maito boa qaaiidajda, a
17 -f11. (SBtisaa brancas (rspcezaa a 21, 24J,
26 e 30* a dazia, ditas para meninoa a 221 a du-
zia. ditas psra homam coas aberturas da-carea a
22* a duzia : na boa conheoida toja do boa f
na raa do Queimado n. 23.
Lencos bramos para algibeira.
Arada so Tendear longos branco* fino para al-
gibeira poto baratsimo preco de 2*400 dazia :
na loja da boa f, na roa do Queimado n. 22.
Mei i* para tenhora.
Vendem-se meiss finas para seohora palo ba-
ratluimo proco de 3*600 a duzia : na rea do
Qaeimado n. na boa conhecida loja da
boa f. *^
Attenco
Guimaries & Luz, dono da loja da miudezas
da ruado Qaeimado o. 35, boa fama, participara
ao publico que o sen eatabelecimenlo se acha
completamente prvido daa melborea marcadorias
tendentes ao mesmo eStabelacimenlo, a muitos
ostros objectot de gosto, sendo quaai todos rece-
bidos de suaa proprlaa encommendas ; s estando
ellos inteiramente resolvidos s nao renderom
fiado, afiancam render mai barato do que outro
qaalqur ; o juntamente pedem aoa aeus dsredo-
reai que lhes maodem oa ranham pagar oa seua
dbitos, aob pena de aerem justicado*.
Moendas p metas moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de Tapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brura n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.


sem segando.
Na raa do Queimado n. 55, defronte de sobrado
noro, es ti dispesto a vender lado por preco ana
admira, salas samo soja :
Fraasoe de sfua de laraade maito gran-
des a
Sabonetes o melhor que poda haver a
Ditos grandes multo finos a
Frascos com cheiree muito Baos a
Dilea ditoa maito bonitos s
Garrafas de agaa celeste a melhor a
Fraseos sea buha maito saneriot a
Ditas dita de ano flnfssima a
Frascos de olao babosa com chairo a
Sitos dito dito a
tos dito nito a
Ditos para limpar a cabe ca a tirar caspas a
Ditos dito philotome do rerdadeiro a
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseoa grandes a
Fraacoa de maca;i oleo a
Ditos de opiata pequeos s 320 s
Ditos de dita grandes a
Tem um reato da lavando ambreada a
Linha branca do gas a 10 ra., o tres por
do.us, e fina a
Dita da eailao Pedro Y, com 200 jardas s
Dita dito dito com 50 jardas a
Carretela da liaba com 100 jardas a
Duzia da moiaacroaa maito oncorpadaa a
Bita de ditaa multo auperioree a
Dita do ditaa brancaa para senhora, mul-
to Anas a
Va ra de bico da largara de 3 dados a
Dita da franja para toalhaa a
Groza de botos de louca brancaa a
Fazendas pretas
soperiorfs.
Orosdensple preto es el te sapertor pelo rfimi-
800
320
160
500
1*000
1*000
240
000
240
320
500
720
too
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
80
2*400
4S600
Barato assim barato de mais
Sabonete finos.
A loja d'aguia branca receban urna crescida
quantidade de sabonetes finoa para barba, os
qoaes convm a todos compra-Ios mesmo psra
maor, vista do dimlnato prego de 3* porqaanto
se est rendendo a dazia. Para satisfszer-se sos
bon fregueies ae vender tambera em menores
porces, porm qaem mai comprar mais lucrar,
porque aasim barato nao aer fcil tornar a ha-
ver, o mesmo agora a ha na ra do Quelmadr
loja d'aguia branca n. 16.
oraes.
Para violo.
Ven le-se muito superiores cordas pera violo
palo baratisaimo preco do 120 rs. cala urna o
bordo a 160 ra.: na rea do Queimado na loja de
miudezas da boa fama a. 35.
Ricos sintos dourados.
Vendem-se ricos aiotos dooradon bordados pe-
lo barato prego de 2*500 e 3*: oa ra do Quei-
mado loja de miudetas da boa fan a n. 35.
Papel de (odas asqua-
ldades.
Vendem-se resmas de papel de peso grevo
mais superior que se pode encontrar pelo barato
preco ds 3*400 rs., dito pautado de mnito boa
qualidade a 4S500 dito almaco muito bom a 3*
dito almaco greve a 3#600 e 480O, dito pautado
a 4* o 4*600. quarto de popel de eorea com 20 i ob'e Sahio aluzo
Gallo Vigilante.
Na roa do Crespo n. 7, aondo o reapeitarel pu *
blico achara um grande a variado sortimento de
miudezas que se rende por oreos mais barato,
10 por cento do que em outra qualquer parte,
aeaim como seja, franjas pretas com ridriiho e de
corea, fitas do todaa n qualidade, franja e gleo
de lioho, caacarrilhaa pretas e de cores, frocoade
lodaa as carea; oariquissimoa eofeites de cabera,
galaozinhos de lioho o de aeda para entoiteo,
chapeoziobos para enancas, chapelmhas para se-
nhora, boaeta da panno o velludo muito finoa
pata meninoa, utas muito chiqaee para sintos,
manguito e gollinha maito Boas, lencos de
cambraia de linho muito fino, e maitos malr
quadernoa 720 rs., dito branco noito bom i
lOa 1*200, dito de quadrinhos a 1}, dito pauta-
do eom 40 quaderoos a 2f, calilo as com ,ape!
de beira dourada a 1JJ500, dita con envelopes a
1* e outraa mais qaalidodet de pap el que se rea-
de barato : na roa do Queimado na bem couhe-
cida lija de miudezas da boa fama n. 35.
O bom e barato na boa
fama.
Vendem-se pastea muito finos de marfim para
bichos rindo de Lisboa pelo baritissimo ureco
de 6,0. 800.18500. 1*800 e 2* cada i, ditos
para alizar a 1(600 e 2j, ditos da bfalo preto
en"ocos tambwB nata I'* e muito beoa a
500 e 800 r., ditos entre -finos a 280 ra., da
zias de carretela de liabas de 200 jardea 'de m
50a 80 a 720 rs., grozas de boleta finos para
calcas a 240 rs., ditaa de louca bri ocoe o piola-
dinhos para camisas a 160 e 240 ri., agulheiros
de marfim muito booitos a 800 a 1* cada um,
ditos de osio lomeados imitando os ale marfim a
320 rs., figaa de marfim brancaa a encarnadas a
310 rs. cada ama, agulhetas de marfim psra en-
liar a 240 rs., grous debuloas mu to fiaos ma-
dreperoja nsr*.samisaa a 640 e 800 rs., teao*ces>
rMeaau muuaana.pMa costara e aballo a
laSSrt' iW f5* Peio 'oiiue de fenu-.
gem 1*500, liaha, dei paso .100 ),. mMlP
xa a 60 e 80 rs. e outraa muiUa usas que ae
vende por menos doseu valor : na ra do Quei-
mado iojg^bem conhecida de mu decae de boa
tama n, 35.
Perfumaras baratas e de, prtigff.t
de-ao.tudo por precos baralissimo por se achar
em liquidacho. Na mesma loja se achara um
rico sortimento de aaaendoaa o confeitos proprio*
para qualquer mimo, que se vende pelo baralis-
simo prego do 11600 a caixinha.
\GENCIrV
Fufldico Low-Moot,
Boa da Sepzalla Nor/a n. 4S.
Neste estabelesimenlo continua a haver um
completo sortimento de moendas e raeias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de farro batido e coado de todos os tamaitos
pan dito.
arraazem de fazendas
DE
Santos

Ru* doQuet-mad* n. I.
Len^oes de oramante dellnSp a 3*.
Cobertas de chita finas a 2*.
Ditas, a preco ds 1*800.
Cambraias pretas maito Basar.
Colchas de fustao muito lindas a 6*.
Esteira da India da 4, 5 e.6 palmos d largo

Algodo rponstro a preco de 600 rs. a rara
Toalnas d linho para mesa a.4*. .
Dftas(djrwstao para mos, cada ama 500 rs.
a. O.Bleber & G.saccessorep.rac da^si
S;rV.Tr\,.rT"deTre,08,0,l,"v*IgIb,rT^
aa
res
olcha.
Venderse Bolat dftnWrrita 4 3f a'fcrrobs : M*$'*: M. ;.ui...
roa da Sitara HttH rr. 30re,!t**im do P|- sV^,-*^. .^V V
>. ^raTtas'dti seda, ur
boasqualidad.es.
Vende-sa para acabar muito- bt aa sabaoetee
creme de amendoas em. ctiaa. ds >leaea a 500
ra., fraseos com o bem coaheci lo aaoda4e a
1S500 e 2*. frascos com banha ti mspatente a<
9U0 rs., diloi pathcholy a 6(0 ra aisiohas eom
nove qualidade* de eiUacto e lo4c i rauUa iaa
a 29, dilia com 12 tamoam muito iao a a*iO,
fraacos grandaa com agua de cotoaiie multo a.
perior e bara conhecida a 1*500, 2| e-i*, pasti-
ltijiuitocheirojasde Lubea psiv conservara
roupa lirreda. trac* a 4 a*a pa()*l, ditaa do
mesmo fabrieepU.propstaa para ilefctsa*rat2t
eadacauw,, ^^^^booptaa raaMa bana-atl (ftsjg a Slt'ht^M m^a^a>vS '!"' teHaiiiera apparacrdTuras*a"auV. got.sbs^ntVpI
Z,d :L'V." rUa/ (U9im*f,,,, f ^Tpff TaalfVllian>llJL toado "S-
nh^cidajots dd,iuiec*s,daiibi>s finia e*>19U< gam de nao precipitar aiiaTO.ao^lesSsaSi
SdadPfl '*"' bt ,e"*^'ajisdA bsUcaa. 15.
Veniem-se duzias de colherea da MAaJ asas
tirar pp" muTo wwiwei a 2HW ^I L ***" Bl D8B cor "**< *****' >
e.la colherea t&^fiJtiTiillSE,'*10 : rua do 0U> D- 47.
mai. ordin.rl..?una*7ed"eK!rtorn.^ ,. A 1^200 totti|Dv ,! T

Em massinhos s 500 rs. cada um.
Em fios a 640 rs. cada um.
Em voltas de S flos a 2*900 cada urna.
Vendem-se mallo bona coraos, em massinhos,
flos o voltea de 3 flos, pelos baratiastmos preco
cima: na rua do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Agua ambreada
para baohos do rosto e do
corpo.
A loja d'agui branca aeaba da recabar nr/v
remana da proveitosa a mui procurada agua
ambreada, cojos bona effeitosde refrescar a cu-
tis, tirar o ardor quedis* a naralha qua n do ae
fas a barba e acabar o mo balito proveniente
do transpirar sao j bem conhecidos, asslm co-
mo as enhoras por Dio andarem ao sol fai
conservar perfeitamente o brilho do rosto. A to-
dos quanloa tem usado d'egae ambreada nao sao
e.tr.nho. estes effeitos e ellas serio anda mais
conhecidos por aquelles que manidos do 1* se
dirlgirem a loja d'tgaia branca rua do Queima-
do n. 16, onde nicamente se rende.
Brincos pretos a baao, e
outros objectos para
luto
: Desees objecloe de que hoja infelizmente tontas
familias precisara, na loja d'aguia branca acba-ee
um bom sortimento delles, sendo brincos e rse-
las a btlao, aulieiras moderna de groases e for-
tes contas, alfinetes para peito, ditos tambera pre-
tos, em caiiinhas, bonitos e moderos aderecos
e meios ditos,, cinteiros de Otas o Ovalas pret'
eofeites para caneca, grampo de noroa molde
para segurar cabello, luv. de torcsl de aeda e
pellica, meiasde sed* a algodao para horneo e
ssnhoras : com os compradores da tosa objectos
se ter a maior contenrplacio, atiento o flm para
que sao: por issoidigiram-ae i raa do Quei-
mado, loja d'aguia branca o. 16.
Arroelas ou argoias de borra-
cha para segurar papis e
muitos otros misteres.
At-loja dfaguia braooa recebau ama potco de
arroetaa ou argolaade borracha, que' acertada-
mente ao appicam a di aerele fias, come tim-
bara seja para eosmassar papis as diversas re-
psrtlcoss publicas, nos cartorios, eseriptorios,
armazeos, lojas, boticas, taberna, etc., ele.; e
mease o de ajfjuaja particulares, o que na verdide
vale aparta coraprar-ae peto diminuto preco de
240*320dalia, para poupar-se o trabslbo de
otare desatar um masso de papis tod.s as veres
queso preciso, asslm come a. mai larga* srvete
pera segurar cmrteiras, e manguitos de enhoras
e mesmo para puUeirss de missaogs, advsrUa-
do-, porm, que cada argola tem tua Qvela ; ven-
dem-se em dita loja d'aguia branca tua doOaai-
maaa n, 46V "
Agua balsmica para couser-
vacao des dentes, e agrada-
vel hlito da bocea.
Essa apreclavel e p?oveftbsa' agua balaamic,
cajos bons effeito de wnsrvar a orlidb djj
?Diu" f0rlB,8ier igtrJaUTai e litar o mi Julir
to-da bocea, rto J4 bem conhecidos poe lodos.
S^tSS^* u,adv0' eB6rr lnds?SX
quem. prerando essea bons reaulladoa, ae dirigir
so v>b o omi COreS "' n)9.sny.
oa faz
ponas
xMMm
com
dina
sedas da cha>isq
Joit&-*eia"a'''#aB
paoVretaYe>"coV; cora m&v,Ma5SrT
pn. para meninos, sendo eiU. de s^iUsaim,
1*3001 cada urna, e multas ostras de sjapatoi
j,: :'
d'gaia Branca ni 16.
Meias de cores para horneas
."P? asas meias-de eoreY iW o bar e 1*4W
idoak.: 'qaem as vir ito se o>4a%rar)a,ri; peh
quo ? *as abaratistfmas : na a do Qnei^
mado . rJf*,!?*J,,:Aor*'t,,t*4' 'ende-sCttma e<
caneada, toaehine da torar re upa, ebegada W,
peeoade Losrdres, ptepria para ara edtalo oa
Duzia de nbosphoros do gss s
ditos de i
3JO0O
120
80
120
24Q
240
Ultimo gosto,
Golliuhas bordadas e punhos
combotes para senhoras.
A loja d'aguia branca, onde bem se encontrara
objectoa modernos e de gostos, scaba de recebar
um lindo sortimento de gollinhas bordadas e pu-
nhos cora bonitos botSes, o que boje ultima
moda, e por isso nenhums senhora ae deve ne-
gar a comprar urna deesas guarnices por 2*000,
tanto mais quaoto ellas aio oecessariaa para
completo ornamento daquellaa que terao de apre-
ciar as bellas representaedes do Marinangel, e
mesmo as que nao torera teem igual direito de
comprar essea bonitos arraoios ; na loja d'aguia
branca, rua do Queimado n. 16.
Grvalas econmicas.
Na loja d'aguia branca acha-se um bom sorti-
mento de gravitas de boa* e bonitas sedas ingle-
zas, as qaaes se renden) demasiadamente bara-
tas sem que tenham defeilo algam, e i sim por
lerem um pouco mais larguinhas, estas a 320 rs.
cada ama, outraa maia eatreitaa e superiores a
640 e 1*. Aasim, poit, eoovem a todos spprorei-
larem a occasiio, porque grvalas boas e por taes
precos ningaem a deia de comprar: na loja
d'aguia branca, rua do Queimado n. 10.
0 Livro da Povo.
Sahio Bu publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob adireceo do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigues, e tontera a vida de N. S. Josas Cbristo,
segundo a narraco do qu.tro evangelistas, e
mais os seguintes artigos: o rigario, o profeesor
primario, o bem bomem Ricardo, amoral prau-
ca, Simio de Naotua, mximas e pensamentos,
a bygiene, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicacao do LIVRO DO POVO nio s6 tem
por fim uniformisar a leituro as escolas piima-
ria, onde cada' menino aprende por um livro
difirante, e portento facilitar o trabaino do me
tro a dodieeipulo, como tambera volgariear, por
um preco baratisaimo, a historia do salvador do
mundo, e os melhores preceitos de moral.
Vende-se o Livro do Poto, no Recite, na
lleraria da praoa da Independencia ns. 6 8-, a
500 rs. o exemplar em brochara, a s 800 rs. car-
tonado.
Pao no de algodo da Baha.
Vende-.e no escriptorio de Antonio Lniz de
Oliveira Azevedo & C, oa rua da Oras n. 1.
Cambraias.
Vende-se cambraias de corea de bonitos e ele-
gantes desenhos s 280 e 920 rs. o corado:
rua da ImperStriz loja n. 20.
na
diados.
Vendem-se oliados pintados da linda vistas a
paisegens larguras de 6, 7, 8 e 9 palmos, pro-
prios para mesas de Untar a 2J o corado: na
rua da Imperalris loja o. 20.
4ttencM? attenca!
Aos pas de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20' da rua da Imperalris acha-se a
venda um completo a variado sortimento de boaa/j
fazendas, e qae vista de auas qualidade sio be>
relisaimameato vendidas, a para maia veradd.de
do que Oca dito, abaizo vao mencionadas alguma
* datau fazendas, a saber :
Chitas largas cor fiza a 240 rs.
Madapolao Uno com 24 jardas a 5J. ,
Cambraiaa da corea a 280, 320 e 400 r. o eo-
vsdo.
Velludo ureto e decores a 3*.
Lindeza de corea a 160 rs. o covado.
Lencos pequeos a 80, 120 e 160 ra.
Chapaoa de caator fino a 8*.
Chitas pretas multo largas e finas a 240 rs.
Algodao trspsado prato muito bom para vesti-
dos de escraroa a 200 rs.
Cambraia lisacom lOisrdss a 2*.
Casaa de salnlcoa com 10 ditas s 8*.
Cambraia bordada para cortinados com 8 va-
ras 2/.
Cera, sebo e velas.
Na aogo depoertoee rueda Cruz o. 83. vea-
de-se per meaaa da qae ees oatrs qualquer par.
te cera de earanb, aebo do Porto era velas e
'

em pao, vea de cempaalcio
pretas de r*11^
I nos
pirre, csntstras
:h
I
O
fir a i i>r
Dita de ditoa d vela muito superiores a
Pecas de lita para coa de todaa aa lar-
guras a 330
Barata e bom.
S Magalh&es & Alendes, na rua da Im
peratriz numero 56, loja e armazem
da arara.
Seda preta.
Vende-se grosdenaple preto muito encornado
a 1*500,1*800 o 2* o covdo.
Panno preto e casemira.
Vende-se panno preto para calcaa e paleto! s
19700, 1*800 e 2* o covado, corles de cssemira
prato para calca, enfestada. a 3*. 3*300 e 8*500 :
na rua da Imperatriz n. 56.
Laazinhas suissas.
Veodem-ee liazlnhaa auissaa muito finas para
vestidos a 560 e aovado, casase suissas de qua-
drinhos de oras a 280 o covado, fueteo de corea
para vestida e 280 e 320 o corado, popelina de
coros para vestidos e roupa de meninos a 240 o
covado, berege de cores para veatidos a 360 o co-
rado : oa rua da Imperatriz n. 56, loja a arma-
zem da arara.
Madapolao a 3$000.
Vendem-ae pecas de madapolao entestado a
3, a peca : na rua da Imperatriz, loja da arara
numero 56.
Roupas citas.
Vendem-ae paletots de alpaca prets e de cores
a 3, 8*500 e 4*. caigas de brim a fustao a 2*,
paletoia de panno preto a BJ e 10*. ditos de ca-
aemira de corea a 10 a 12*. caigas de caaemiras
de cerca a pretaa a 52500 e 6*. colletes de gor-
goreo e rollado a 3*500 e 48, camisas francezas
a 1J600, 2| e 2*500 : na raa da Imperatriz, loja
da arara a. 56.
Manguitos de linho.
Vendem-ae manguitos e gollaa de linho a
2J500 e 3*. ditos de fuslao com boiozioho a
2*500 e 3*, gollas com botaozinho a 640, ditas
de traspaaso a 1* ; na rua da Imperatriz, loja e
srmazem da arara n. 56.
Enfeltes para senhora.
Vendem-ae eefeilea a turca pretos e de cores s
2*. ditos a Garibaldi muito modernos a 4*. 5* s
5*500, sao todos pretos, luv pretas de seda fi-
oaa a 800 ra. o par : na rua da Imperatriz, toja
armazem da arara n. 56.
Cortes de cambraia.
Vandem-se cortea de cambraia de barra e ba-
2* e 2*500, e outraa fazendas qae ae dao amos-
tres pars ver : na rua da Imperatriz, loja e ar-
masem da arara n. 56.
Sacido preto.
Vende-se sacido preto maito encorpado para
veatidos, melhor fazenda que grosdenaple a 2*300
e 2*600 o cavado : na loja da arara, raa da Im-
peratriz n. 56.
Gorgurao para vestidos.
Vende-se gorgurao de linho a 280 o covado,
chilaa a 160 e 200 rs. o covado, ditaa francazaa
a 240 e 280 o covado, cassa fina a 280 e 320 o
covado: na roa da Imperatriz, loja o armazem
da arara n. 59.
Loja do beija flor da rua do
Queimado n. 63
Vendem-se caacarrilhaa de seda de todas aa
Loja do beija-ior da rua do
Queimado u. 63.
Vendem-ae fitas de eos .320 rv., pees de 10
varas, enfiadorea de vestido, de linha 120 rs
escoras para unbas finas a 640, 800. IfiOOO rs.'
piuceis finos para barba a 320, 500 rs.
Loja do beija- flor da rua do
Queimado n. 63.
Vendem-ae oculoa fios de armaco de ca a;
720, 500 ra.; agulhaa fr.ncezas de 10 a 20 rs. a
liabas de marca de 10 ra. ; gresaa de botoea
braocoa a 100. 120 rs.; ditos pintados a 180 rs.
oja do beija-flor da rua do
Queimado u. 63..
Veodm-.se cartas portugoezss finas a 1*800;
ditaa franeesae a 3J800; vrisporas a900ss: linha.
pretas e de coree e brancaa do gw a 800,900
n-, dita da peso a 120 e encarnada fina a 120;
fivelas par calca i 80 rs.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n. 63.
Venden -se lavas enfeitadaa a 1*800 e 2*000;
ditas de fio de Escossia a 800 rs.; escora para
roupa a 6^800. 1*000, 1*400 rs. ; ditas para
cabello a 320, 500, 640 rs. ; pautes traveseos a
040 rs.
nulo preco
no s 3, 4, 5, *, 7 e 91 o corada, i
muito fio. a 2f, 2*609. 9, 3*5*0 a 4* .,.
meato, prelaa de btoade matos eaportorea. t^L
S-i*1.*1? f ""T' Peadeaaptos peatos r?
emente bordados a 35, sobreeaaacsa de pasma
preto muito fino a 30*, casacas tombeas ala caro
asma. I8.901 dU2' d# ""I -
m^JSLSPSS. "* *4teea
lo par. collele. 4, 0^^^fSSSTJ^
r,^.v^fri-^-^-^-s:
Superior calda Lisboa.
Tem para vendar Ota sarco e a reais Acto.
nio Laiz do Oliveir. Azevedo & C. seaTee-
criptorio rae da Craz a. 1. "
Rosas artificiaos para ca-
bellos.
A loja da aguia branca recese/ healae ressa
usa que se esto usando para oa caballea, o voa-
de-as na roa do Queimado toja da agaia beanaa '
o. 16.
Pita branca de borracha.
Essa Uta de qae tanta falta harto scka-ao neto
na raa do Queimado loja d'.guto branca n Vt-
aasim como fitas froai.a os elstica, brancas' ato
cores para debru.r veatidos. ^^
Olhem para o pavas) e
lean.
5*000
agota
laofiaj
Cmisinhss com golliahea e manguitos
de cambraia bordadoa, fazenda mo-
darnissim. a
Ditaa de fusilo com lalpicoo da cor
Gollinha. bordadaa com br.tozin ao
Ditaa de todoa os gostos a 640 e
Ditaa eom manguitos de cambraia bac-
l.dae a
Manguitos de cambraia
finos a
Gollinhas bordadas a
Romeiras de cambraia eofeitadas
lato a
Camiaiohas para seohora a
Leocinboa de lioho com labyrlnlho para
mi a
Ditos a imitaco de l.byriola a lf o
Luv. da torzal eofeitadas eom vidrilna
Enfettea pretos com ridrilna n
Ricoa anfeitea pretoa e de cores, a Tarca
e Garibaldi
Groadensple preto a 1*600,1*800 e
22? "ff '"eDd', *- fae da Im-
pera trun 60, loja e armases da sarao, da Ga-
ma a Sllra.
bordados maito
para

Loja
do beija-flor da rua do
Queimado u: 63-
Vendem-se Maaas de Pedro Vs 20 rs o cf-
ila; rico Meos e rendas de Fotto, imit.ndo o
tto tetra o de dirvjraa larguras, e muito barato.
Vende-ae multo barato
venao-ao mallo barato arroz aom cases : s
kwrJads saroaca S daulho, chegada do Penedo,
Maceada na caea do Ramos, ou na raa Direita a
tratar com Antonio Airea de Miranda
ii&SSp^^
idr de Deas n. 32. "
a A ..
j.'rfi^a'-.rtj^rt j&. J',,1'8
avnVara. spaDS>autsVasv ..JSt.
li-

le do
8MTjWei, e dagoil modwm/pot ;*reo m-
Lacrava para vender,' <*>

i
ItSi
inc-

0. Pedro V
o
O Moco
fias.
-
fie laes -
u* 'astud tol
A
*
DranavMaSwtfs
' ron
-i-s iav
.'-n.
Francisco Gauaaio Sabbas
da Cosia
Autor do drama
Francisco II ou a Ilberda-
de da Italia.
Esla obra con t m os melhores
ie-sc fi ITrraria feonomlc, rna do.&espo d. X
cada sxsmplar a 1*000 rs, --UTjr
i*eua
ist a
Ifdatt
3*fidn>
SsjBtai
st&a
Sssf
mm
2sU
Calcad*
Na rua larga do Rosario anga rea na
leis n. 12 junto botica do Sr. Pinto, b. u-n
graede sortimento de calcada casaa sajas acr-
zegains de couro de parca, dita ato cssaria
en lingos e gaapeadoa com canee todaa de borra-
cha, ditoa de becerro com preguicaas na fract
como os toglezes sem dinereacs algam. c a
de couro de lastre, borzegaios pera acabara M
sola o vira o os canos de borracha proprio sata
as senhoras andarem nos actoa da uaaai ss-
t por lerem a ranlagem de aio tosas* sama cea
fecilidade affian^ando promptidae asa abras i-
commendadas.
Pechincba
sem igual.
. risii asfffta'ss
corte, pelo baralissimo preco de 9*500 cada usa -
na loja do sobrado de quatro aadaras, a raa ato
Crespo n. 18. ^
Prestem altencao
O Galo vigilante na rua da
Creopo n. 7,
que qaer liqaidar e rendeode I
que admira, como sejam :
Riquissimas bandejas de charle
lidades.
Salvas de metal
prata.
Copinho e pratinho de metal proprio para
nio. ^^
Manteigueira de lindas cOres de vidre ceas featx*
e pratinho de metal. *^
Rlquiasimos espelhos eom moldura daera'to.
Toucadorea com garete e da outraa aaJida.i*a
Bioocaloa com ezcellentee vidro. '
Riquistimos laques de sndalo e ssaraperoto.
E mullos msis objectos qae se continuar* V-
nunciar e que i vista do fregaez se b-i sos* a
preco.
Vende-se oleo de ricino a 800 rs. s garra-
fa : no largo do Cirmo, esquas da raa de Hur-
Aljfar fino imitando perola.
Vendo-sea 500rs. o fio da aljfar too. imi-
tando perola : na roa do Qaeimado, loja afaguie
branca n. 16. j-
Vende-ae ara engenho na ribetra de una.
moente e correte, muito bom da tome e asa""
oo, cora todas asobree noves, tea peoparedea
para safrej.r 2,000 pies annnaea, dtotoiH c
embarque legoa e mola, ou Iroca-ee^er predtr.f
nesta praca : a IraUr oo peto sto Caras a 1.1
a pr*
com ricoa Uvreraa iatiUacto
fiscraros f ugiuo
Pamo no dia 10 do correase da bardo da
patacho tCapuam, o eacrave atiesto aiu>er-
ro .de nom Antonio, idade 19 i
ou menoe, altan regalar, i
alguna sigoiee da beiigaa, i_
azul : qaem o pegar lave-e aa
Antonio Leu de Oliveira Azorado t'
Cruz a. 1, ou a bordo do dito amanso eu<
generos.meiH recansarsado.
Fugi a 97 da marca asa awasanae a-
me Alfonso, da idade dell aanea, a
vjMes aeauiotoa : o I boa grande
um aigoal de telho na testo, naris
graode, beicos groasea o abasto sraamav cuta
rente, aeeea do arpa, pee e ssiee iag*Urea,
tea a falle cea poseo ronca, tai raneas- a cai-
ca de azolio e camisa eto nsadapoll, atoseaassa
se ter ido psrr o malo : qeea a pifas eea- *
iUn do Ratea a. 30, que aer issma| Gratificase com 3001
Contina a estar fgido o acerare ssal.to da
ooma Rogerio, de idede 24ataca, pasme lasans
menos desde o .Bno da 1853, eoav ae .^.^
seguintes: altara regatar od meoea,a
do esqueieUdo, car aUraaiada. cesa I
Udos, naris chato, caballas ara | Mili o raaVaa.
quaodo fuglo Uaba priaclpta barba, u. M
cealaa bem cicatrizla, em um atoa eatoaaan
posa cicais da asas pastosas
to espantado eeetoaugada,
aatalWa.lad a* Annni lanl as Q nnnnVnan sasmrat at^naakatokaa.
LVada niaS^ln^ataaBna tsmsT ananism. nUnJnadnsO nana .nanoaananaadn
a^---------^ v""ava^aB^iuna" "V^t ^vw^*^^i^Ba'unvar, "a aawr^pa'^
multas cicatrisee qae tem aas acatos : mo..i
tanto, ae Illmes. aaloridadee, toato asna '
polici.ea, cas se sisjnam eailaa aa
ss.rr
CipiUe4to campo aa paritoaierea ssj sgajs.a -+
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DUR DtflKMMnjCOwQIUtl^iBfik I tiMAo Dt lMt.
**-

PELA
Condesa Dtil >.
V
( Coolinuacio. ) >
C jidararn ellas logo de ir ter coso re, que a
recebeu com o melhor nodo patatal. A nonda-
de, que se ii gozar, intereisiv'a o taimo do mais
icdilTerente.
Senlsram-se i direila do rei, < esquerda C-
ciram de p a Sr.* Dubarry junio ao pnocipe
Henrique, duque de Cumlierltnd, e a marechala
do Mirepolx, queoo occupou o a u lamuorete de
proposito por causa da Sr.* DA arry, qie, 0S0
aendo duqueza, oo poda sentar- adiaote de aeu
real aojante.
Logo que as princezas se seo.a am, (oi admit-
irlo o Sr. de Bougainrilla, que se tpresentou Ira-
rendo pela tnao urna aelvigim, c oqi alada, dos
libas Ssodvich, vestida consoaote a moda do aeu
pan com urna pequea modituic,: 3 aconselhada
pela decencia.
A lelngem Tioha toda estrat hs. Nlo sabia
rsncez; porm os costuroes, ti ha-os lio em-
branlecidos, que estara toda chei de timidez de-
fronte das pessoas, cujoi traje* sumpluosos of-
fuacaram mait. O deslumhradme 1 o foi completo
dianlede toda a corta.
Guiando com rivacidade para t do, eliminan-
do todas ai peesoas que estarn) em Tolla della,
aollou am grito dtssooaate, e coi reu a lancar-se
aos ps do madama Luiza, esconlendo a cabera
debaixo da saia da prioceza.
A isto se lerantirara todos; 1 inguem sabia o
que quera dizer a tcco. O rei espantado che
gou-se logo apretadamente para sus Alba, que,
nica em traoquiltidade ao meio aquella agita-
gao, voltou-sa para Iha dizer;
Senhor, peco que o asylo pr curado por es-
rt pobre estrangeira nio seja rolado; conce-
da -ui'a, j qae ella me difieren^ i___ sa que,
acresceoteu ella suspaadeodo-se, o rei aso tem
outros projectos a respeito della.
A Sr. Duuarrv-, que ouvira isto, respoodeu
logo :
O rei hara-roe brindado co 1 esta selvagem
para fazercompanhij ao meu 7,ia ora ; masserei
muito feliz, se madama a quizar aceitar da miaba
nao.
Se fdr da rootade do rei, aceito e egrade-
co. Serei de boa rootade protectora desta rapari-
ga ; nao brilbar lauto___
Mas talvez seja sais feliz, 1 lioha fitha, por
Que o pequeo Zamora o ente a ais desptico do
meu conbecimeoto. Guarde-a, ninha cara Luj-
es, j queisao Iha apraz, e faga 11 vonlade Sr.*
condessa. que tem moilo gosto ira da-la a mi-
nha boa (Iha.
_ Conheco bem o que devo is bondades do
re e da Sr.*ccodessa, do que nunca me olvida-
rei. Porm ha urna cousa, a que necessano al-
tender: j baptiaaram esta creanca?
Nao, senbora, respoodeu o Sr. de Bougein-
Tille; aguardara, que tiresse miia alguma ins-
rruccio.
Pois eoto ser esse o meu primeiro cuida-
do. Quer sua magastade ser ci migo padrioho
desta cranla, e permitle-lhe que a chame, como
a rainha ?
Como quizer, tnini.a lha. Esta creatura j
i he pertence, eoada lenco a rec sar aos detejos
da prioceza.
Eoto amaoha de manba, senhor, depois
da rainha missa, ser baptisada na miaba capel-
la. Se o rei quizer oomear Igaem para o subs-
tituir....
Nao, oo, irei pessoalmeote, Derel esia hon
ra prioceza o t ilhas Sandwich. Sr. de Bou-
gainrllle, agradecemos-lhe este [rosete.
E, accrescentou a prioceza, pode descansar
quanto sorte da saa insulana. Locumbo me de
relar por tila.
Durante a conversarlo, Alzira ioha Qcado sen-
tada nos joelhos de madama. O ;eu olhar intel-
igente corria o'am para outro do interlocutores.
Pobre cranla 1 disse madama Lulza. Vou
eoaduzi-la i casa. Tioha bsm ontade qua ella
me amasse.
A selragem, em qae temos fallado, oo era
negra. Tinha o rosto cor de co jre, os ossos da
face muito proemiaentes, os olhcs bullanles com
o braoco azulado e iojectado de amarello, o na-
riz muito mal feito, e os dent deslumbrantes
de altura.
Nao eram muito crespos os cabellos, qae ella
trazia levantados sobre o alto da 1 a beca a chin-
is, e enfeitadoscom ums profusa o de cootas ver-
melhas.
Os hombros e o peito, cobertoc com urna espe-
cie de pelle da leopardo, segunde o gosto da po-
ca, offereciam urna belleza estatuaria..
Os membros ersm seceos e delgados, como o
de todos os indgenas da Oceania
Das feicdes resahia muita iilelligencia ; as.
mesmss palsvras, que nao comj-ehendia, pare-
ca que as devoran. Todava t dando madama
Luiza se levaolou e Ihe fez sigu l para a seguir,
obedecen logo com alegra. O rei eoto a re-
commeodou princeza, pedinck -lhe qae a ves-
tisse mais simplesmeale e com meaos extrava-
gancia.
E' impossivel auresenter 1) biptismo esta
Disoa cor de azeitona. Dize-lln, Luiza, que tra-
ga um vestido mais comprido, A neophta oo
dere ir la o grutesca.
Duas peasoas tioham-se con errado inteira-
nienle estrsahas ao qae se acao va de passar : o
duque de Cumberland, e a coodassa de Haulieu.
A ultima eslava a p por del: az da cadeira da
princeza Ltiza, e posto que fosse a mais afastada
do rei, o principe achou meios le se aproximar
della imperceptivelmente. Ningiem deu por tal;
todos os olbares coovergiam para o Sr. de Bou-
gainville e a saaselvsgem.
Agradecido, mil vezes agr decido, formosa
condessa. Se soabesse como esl i liada com eua
siogel oillete, Gcaria resarcida pelo sacrificio
que me fez.
Nao um sacrificio, pode < slar certo ; soa
muito feliz por lhe agradar asiiri e se ter disi-
pado a nuvem que lhe obscurec hontem o rosto.
Eu quera vl-la esta noute f
Estoa de eerrico, Sr. duque.
E amaoha ?
Alada eatou de aervico.
Eoto onde posso aocootta-la?
Nos quartos das priocezas, a quam o deque
pode fazer ajana visita, mesmo porque o rei l
rae.
Sabe, porque a Sra. Daba ry nao d a ceia
desta ooute ?
Dizenaaque porque o rei ssira o quiz. Ha
grande banquete por cauta da a a tests.
Meu Deus I como a rondes a est liada ?
O duque nao est aran I
E como eu a amo 1 como deve ser feliz o
seu escolbido I
Sr....
Para qae corar e abiixin os olhos ? Se...
me ama.... de qae tem vergonr 1 ?
Vergonha I replico ella l vantando a Ct-
bega com um novimento chelo le graca.
Madama Lulza acabara de !; sillar da cadeira
a os seas olhos encontraran! os da Sra. de Mau-
llen fixoj nos do principe d'un modo muito sig-
nificativo. Empalidece*, e ah u a bocea para
fallar; todara, tazando am etic ca-aobra ti mts-
m; a severa princeza conten ;o 1-se com mani-
festar o seu agastamento flor j n ar de freta a
quasi de desprezo. A condes percebea, e per-
turboa-sa.
Seobora, dista a princtz.i :om tai tremala,
mande procurar a Sea. de Durlvt, a preparem-se
vestidos convententea para tsta mentoa. Par
hoja dltptoso-a do ssrrico.
Mesmo no graoda banqu j e 1
Ah 1 etqaecis-me ; n isto nio, ah de-
ve ir. '1
Madama tem tentjSes de goitdar esta 1,0-
tn t
IL' verdade qae sim. E' Tontada ntinha e
do rei. Safa-a ao juarto da 1 aHr, etacnte t
minhai orden.
Qatndo quizaraat lerar a naiTagem ella agar-
ron-te ao facHdo di sua prd ora, e berrou a
ponto de eotnrdecer os cirea 1 itattet. A prin-
ceza foiobrigada i Ir eom ell t tti ende litara i
acaftta, e s forja a pode i eixar retida entre
as anas criadas.
Depois de entrar 00 tai qtit te, madama Lul-
za cabla de joelhos no aratnr i, exclamando :
Mea Daut 1 mtoha min tfiadtca-Tos do
eorago! viestet am taxllio fl tnobt frtqaeza.
guem me amar tgera !
yi .
At Mtn da mmwt Roseta.
No dia stgaote. bapiltraiii i elvigen na ti-
falla, nao na de msMl Ltiii 1, tota ao altar-
anr, teodo psdrlnbot o propr o tei e mt lha.
Ctda pessoa'di Mflife tu. liah D capaila
em qais
not dlae d
dtt
forma
prtnceits. S
Miulita viere coas
rs, faa>(a am
de Vertailles
ratptctivo ea
semana, he
Amtnha
costume nos quartos
te reparou que a con
o mesmo Teataario dij
atonleetmeno.
Nio echa, Viciarla, disse madama Adelai-
da, que a dams de honor da oosta irmlt Lulza
Tae cerneando todos 01 dita o vea de' vl*>a ?
Deotro em paveo alo traz mais da qae umatou-
quioha.
Eu nao aet bem porque se lhe oo amuja
a demiasSo. Que mulher taa leviana e lie es-
tonvada I
Isao nio para Lu. O re protege t Sra.
de Maulleu, par empeoho da Sra; trnbtrry, mt
das suas melboret imigat. Aperar de tudo.'
ama mulberda corte, e te m Vieres da Wrte
tao raraa nos nossot quartos.
A condessa arroatou oolhiree dtt prineextt
com urna modeslit, que daoaociava urna grande
confianQa ees si mesma.
Respon-ieu sobafltsamente a algumas ptrgun-
Ist, que lhe (Izeram, e offereceu-se espontnea-
mente para a ir procurar, quando annuocisrsm o
rei.
Luiz XV dirigiu algumai palana* amaveis
saa aniada e encautadora guia. EtaTa-tej
a acabar de formar o circulo, qaando um portei-
ro iatroduziu o duque de Cumberland, que vroha
apresentar oa aeas cumprmeatot s senhorat
prtncezas. O oren mtrquez de Sancerre estar
de p junio sua prima, e atraz do espaldar da
cadeira de madama Luiza.
Ah est o aeu here, condessa, disse o
marquez em Taz baixa ; o caralleiroda Ota azul.
Que alegra nao ser 1 della ao ver que lhe
cooslante I Ai I o pobre rapaz mal sabe que
constancia se resume o'ama tnfideli-
toda esta
dade.
Como assim ?
Se en nao lhe
tiresse revelado hontem a
admirarlo do rei sobre os teus atngellot ador-
oes, nao deixaria por muito lempo as suss pe-
drarias e arrebiques. Oh I o re I rale dez re-
lea rnais que um principe, anda mais qae dez
irmos do monircha da Gria-BreUnaa.
O' estonvado, para qae falta- lio alto ? To-
da a gente sa rae por a olhar para nos ; pois se
o rei etl -lo proumo de nos I
O circulo era effectivameote muito compacto, e
a conrersacao pareca animada de mais para que
se nao percekesse as patarras do marquez. De
repente, a pequea cadella da ma'dama Luiza, a
Rsela, tabiu debaixo de ums cadeira e foi at
ao meio do salo.
A' volta do pescoco, levava Roseta urna collei-
ra muito liada de litis vermalhas, e tobre a ore-
Iba urna fita azulaemethiote que triumphaate-
meate trtzia o principe Heorique ; o que attra-
hia muito as stteoedes, e obngava a olbar para
elle insensivelmenie.
Meu Deus I liase o rei voitaado-se para ma-
dama Luiza. a cadelioha est hojed'una luxotem
egual. A etcolha das filas qae me parece um
tanto extraordinaria ; mia a moda, porque aqui
eat milord de Cumberland, qae use- dos mee-
mos emblemas. Na verdade, mea primo, nao o
fazia tao de accordo com t minino Roseta, e oan-
ca tea auspeilado, que este novo en'eite, Intro-
duzido no uniforme da corte, fosse inspirado por
ella. Explique-me ao meaos, Luiza, porque
que esta bella pessou deu a preferencis a libr do
pnm.o d'Orlesn a nossa. Parece-me que a poda
trazar cota jstica, pertencenlo, como perteoce,
a urna filha do rei.
. Asseguro-lhe, meu pae, que ignoro tudo
talo.
Talvaz alguma travessura d'algum dos teus
pageos,* mas desde j peco ao re, qae o mande
corrigir.
Marquez, ha-de-m'as ptgar, murmurou a
condensa.
Aqu aoda Sancerre, disse madama S jphia.
Este rapaz realmente eodisbrado.
O rei ria-ae muito ; era por isso simpalhisava
muito com o principe inglez, cuja mocidade e
belleza lhe dessgrsdavam, e regosijava-se comsigo
mesmo por aquella humilhaco.
Todos os oibaret ism do duque de Cumberland
para a Sra. de Manlieu, e d'esta para Roseta, que
se tioha posto em p, e pareca fazer gala de ser
admirada. O principe, embancado e rubicundo
de vergoobe, resolveu nao fazer matado que en-
diosr-se pranla o rei,recejando responder o que
desejava. O rei oo ae deu por vencido ;quiz
levar ao extremo o fleugmatico estrangeiro, qae
tanto se desvaneca com ler vfnte e cinco aaoos
e ud rosto formoso.
Eoto nao diz oada primo? Ahi est o que
eu chamo discripeo e modestia: obter os favores
de urna dama, e reduzi-los a filas I admira-
vel 1
O bom rei chorava de riso pela tea dito, e o
riso foi continuado de circumstaale ea circumt-
tente, excepto em madama Luiza o o duque de
Cumberland.
A Sra. de Maulieu conservava ama tpptrencia
altiva : o mtrquez ttnhi os ares d'um estudile
que acabaase de pregar urna pega ao mestre. O
rei conlinuou os seos remoques, at que o prin-
cipe Henrique, j am pouco senhor de Si, despe-
diu-se dizendo :
Pelo que rejo, o rei nao me quer dtr o me-
recimeato da modestia, obrigando-ma a aceitar
ama amante dlante de tantas testtmuohss. Pois
bem, j que me obrigam, coofesso-e, e glori-
me. E' verdade que trago as suascores.que aa pos-
suo da sua mo, e que nao temo rtvalidade algu-
ma, to enrto eslou da conquista.
** O duque pronuociou estas patarras com ums
entonaco meio Insolente, meio choearreirs, que
acompanhou porm com urna saadaco muito
respeitosa ao rei e as priocezas, e um olhar a Sra.
de Maulieu, que a fez corar debaixo do sea ra -
bique.
Sancerre, replicn ella, apertsndo a mo de
seu primo at quasi o fazer gritar. IIa de oa
vingar, oa nuacs mais o verei.
N'esle momento, madama Luiza vqltaa-se pa -
ra o lado, e chamou o seu alhado.
Eu vou pan o meu qutrlo, reoha comigo,
que teoho qae lhe dizer.
O olhar severo,com que a princeza acompanhou
esta ordem, ConTundiu a maliciosa cran;a.
Mea primo, depois do meu serrico, espre-
me,- accrescentou a condessa.
A's mil maravilhas penoa o coronel, eis-
me metiido em bdt t madama furiosa, apparea-
temante por alacarem a virtede da ana cadete,
porque l pela dama da honor pouco lhe impor-
toslo ; o principe, qae taires ase dtafie.. ao
piao, j te r, porque oo achara outra cousa
que ofTerecer to director do Sr. Dengue; e mi-
nht prim, qaa me quer para sau riogadpr con-
tra um hornera, que assoalha a saa derrota. J
ter com que meeotrater 1 como sahlrei de tudo
isto ? E' o mesmo : zombei d'elles, a ea apos-
to, em como elles nlo bao de tambar de mim.
O rei ainda mal padiacomprimir o rito excita-
do pelo episodio da peqnens Roseta-, quando se
levantou, muito provarelmeote para a ir contar
em cata da Sra. Dubarry.
Lago qae sania da quarto, as princesas rettra-
rtm-ae para 01 teus, e danta a Hberdede as sois
damaa tt a hora do jogo e da ceia. O marquez
de Sancerre aegniu madama Luiza. que levara
estampada no costo estraoba serertlade.
A princeza caminhon, tem parar, ti o orato-
rio : panda a laque junW a ai, eraron os bracos e
diese gravemente para o marqaat: <-.,> 1
Entio qae significa isto ? com qae direila
implitou Roseta as suas granas de pessimo
goslo?
Mea Deus 1 ae madama continaa afallar-
medetta maoeirs, nao me atrevo a dizer-lhe ae-
Um. terrahata. *
Ea aterra-lo 1 ao Sr. coronel da Normandia 1
aquelle, que forceja por ir combaler a freate do
sea regiment I Que* poz a Roseta aquella fita
azul? f \flb l
Fui eu aenhora.
Onde t foi batear r
mo lo
Uto j
rei
esp
ser
duque..
Nio. Sra. r-aartj dirigia-ta-lhe teda tara a
Sra. da Maaliee. A estat horas j me alba coma
rivsl, a tari perdido a Tontada de me chamsr
creanem.'- Qae retva nid ht dfber a d'elle I
DctiO ama elle muito a condena r
Sem davida ; ett lio lowto por ella, que
at lera repuocitdo aa suas partidts da prtzer,
J de5tol d'tt a cssas/ttispeltas... r
Nao posso crer, que um principe costume
eotregar-se a ms companblat. Sancerre, ett-
mttilludir?
Oh I madama, do fundo do sea oratorio nio
se divisa Bem o qaafttem os principes dos nos-
toe dlat.
A prioceza corou mtrito.
J vej > qae. pira s adate tem grsnde expe-
riencia.
Madama esquece-se. de que fui educado en-
tre a marechala do Luxemburgo e o duque de
Ricbelieu, aea fallar, am miaba prima, que nao
me adtantou pouco. < -
Ai I triste escola esta I
Porque f Aprend nella daas coasas: s
apreciar as reputarles dos.hornees, e a nunca ter
dominado pelas mulheres. Grasas a estas lices,
j* nlo too nma erian$s. Commandtrei a Nor-
mandia...talvez melhor qae o principe de Sou-
bise.
A conversaco tioha corrido aa animada, que
oem a princeza nem o marquez hsviara dado pe-
la preseoca de Mara, a aelragem baptiada. Tea-
do chegado ao quarto, seotou-ae aos ps da sus
protectora e beijou-lhe a fimbria do vestido. Es-
te morimento fez roltar o rosto a madama
Lulza.
Sancerre, diese ella enternecida; perddo-
lhe este genio incorrlgirel. Sou feliz agora que
o mea Sancerre e etta pobre creatura mt to de-
rotados do corceo. Meu Deus! a nao serdes
tos, quem teoho no mundo, que peose em
mim ?
O marquez beljoo a mo da madroba, e dei-
xou rolar ama lagrima. A joren indiana deltoa-
se doadejaott na cauda do vestido, soltando gri-
tos de alegra.
Queridos filhos I exdamoa a prioceza. Eis
os meut penumeatot: Deas, meu ote, e vt
ambos.
. VII
O Sr. duque de Cumberland.
Jorge IM, que reinan enlio ni laglaterra,
nao era destituido de talento nem de coragem.
As justas preteoedet da casa dos Stvarta corda,
os numerosos partidarios qee tioha uos tres rei-
nos, toroaram espiohosa a misso do monarcha.
Sancerre, que com a stncefcttt da- aa edade a a
malicia do tea etpirito lhe ttizia ludo o que de-
ttjtvt saber.
A posijio deste mancebo era dea mala Uton-
gelraa.
O futuro terria-lht encantadora mente. Ot ami-
gos nhiam-lhe de todotot crculos, e as mulhe-
res acsrielaram-ne parts.
A bot reputaro de aeu pae predispunha-iht a
itima do delphim a da parte sensaU da corte.
inha o marques emfim todos os dotes de rapaz e
todos os defeitos de creanca ; notare! mixto de
razo e extravagancia, de ferlandade e calculo, a
sua educacao resentia-se d'estat desigualdades.
Passara do eolia das princezas para o da du-
queza de Luxemburgo, do camarico da Sr." de
Maulieu para o gabinete do duque de Laogeville,
analmente das licoes do marechal de Richelieu
para as do padre Boardon, bom jesuta, caja rir-
lado perfumara todo o bairro Stlol-Germain.
Aa companhias, em que andoa aps itlo, nao
eram meoot ditiemelhantet.
Sea mi era a devecio partenificada, e sea
pae privava com oa homeot de esttdo, como t
condessa de Maulieu eom aa raptrigas ettouvidti
a os eortezos da moda.
O Sr. de Richelieu apreseotoa-o aos militares e
homeos de letlrtt, e ti priocezas is rollquis di
antiga corte. E emquanlo a Sr.* Dubarry o ini-
ciara nos atgredot dos qaartos mais recaos, e o
conde Artois nos do seu querido jogo di pella, it
elle frequentsndo de motu proprle as mais com-
panhiat sem 01 incosamodot das apresentaces.
Nislose resumiam os passatempos da marquez
de Sancerre, endlabrado traquinas daqaella cor-
le, em quem entretanto nio se podiam deixar dt
recoohecer bellas qaalidadet, que lhe prophetist-
vam auspiciosa carreirr.
O duque de Cumberland bem o presenta. Nio
o fotse elle itteirteoo pelo lado vulnera vel dos
seas dezeseis aooos e physiooomia femioill
VIH
A caga galope.
pous diaa tinhsm aecorrido depois da festa do
rei, quando a corte pailiu para Gompigne.
Luiz XV astimava predilectamente eata resi-
dencia, a frequenlava-a muito, para cacar na
magnifica tapada adjacante.
Nesti visgem o acompanhavam aa prinaezaa,
dasqaaes madama Luiza tinha aiogular incliaa-
co para andar carallo.
A todas as csrreiras acompaohara o rei, e pou-
cos caralleros ae mostrariam mais habis, que e
prioceza.
No proprto dia da ebegada ordeoou-ae ama ca-
gada, em qve madama Luiza a lodo o transa quis
lomar parle.
O duque de Cumberland e demais eortezos
acompanhavam tambem o rei.
Todos admtrarsm porfa o ar gracioso do
principe ioglez, todos lbe eleraram s aarens a
ia traaetjioam
euidadaaamantt
,r.i3Ss
de
aa da
asi modelo ttsapre para
A rebtllia hara aido suffoeada pela victoria da elegancia do corpo e do traje.
Culloden, alcancada contra Garios-Eduardo, mas
ficara o germen. A restaeraco era pedida ar-
dentemente por.toda a Escossia, por grande par-
te da Irlanda, e muitoa nobrea da laglaterra.
O rei tinha deas irmaos: Guilherme, duque de
Gloueester, e Heorique, duque de Camberlaod.
O primeiro, meigo e pacifico de ndole, despido
de ambicio, s6 amara a mesa a a eaci. A ou-
merosa prole do re tambem deafszia qualquer
pretencao, que elle pudesse ter. Deixassem-no
cagar, desssm-lhe os melhores riohose iguarias,
que nada mais pedia ao cu.
Pelo contrario, o deque de Camberlaod, vio-
lento e bellicoso as suss iaelinaedes, toroava-se
perigoso visinho d'um throno aioda mal seguro.
Muito semelhante em carcter a Heorique V, li-
ona sido abandonado no principio ao segair das
pizsdas deste monarcha.
Masera brere cuidaraqi.de lhe anaullar, as ten
dencias para o herosmo. Offereceram-lhe todas
asstduccdes: lisoajearam-lhe o gosto pela liber-
tinagem ; arraram-1'ho.
O duque passara pelo miis formoso principe
ds Europi. Aioda no (im do sculo ultimo te
celebrara o principe de Giles, stu tobraho, de-
pois Jorge IV, como reminiscencia da bailesa do
principe Heorique. Com esta vida de de ai, f-
cilmente cahiu ao laco armado.
Escotadoa os prazeres de Londres, appellou
Jorge III para os de Parts com permissodeLuii
XV. As notsas rtlaces eolio com 1 Inglaterra
eraj as mais estreitas. Luiz XV nao se oppoz
riigem do duque.
Ao partir, o priocipe foi incumbido di tireft
de se divertir muito, e deslumhrar com a sua
magnificencia a corte de Vertaillei. Se bem o
prometteu, melhor o fez. Nao se lioha listo em
tempo olgum til luxo.
As mulheres di miii tubldi jeraresia procu-
raran] o recem-chegado com aoffragindo. As
cantoras di opera mettiam-se-lhe cAra, a en-
vlando-lha os seas retratos, vendiam-rhos afloal
com os originaes. Nao baria memoria de tal pro-
digaltdade.
Foi raidosa a apparcio deste astro na corte.
Qaebraodo at preecripces dt etiqueta, foi elle
primeiro a cata de todoa ot principes de sangue,
dizendo que rinba para se divertir, e nio psra
disputar precedencias.
Eata accio bafejou-o com aimpathias. N'aquel-
la poca s se pensara no prtter, e fatigaram ai
menores peitt, que obstassom to goso. Estima-
ran) todos, que o principe ioglez as eritasse e
resolreram trocar-lhe por dirertlmentos as re-
nuncias de etiqueta.
O re aeolheu-o muito bem, a conridou-o a
cejar nos quartos particulares. Ahi dea proras
de urna to espirituosa jorialidsde, que espaotou
a todos. Admtttiram-a'o depois eu todas aa es-
tancias de prazer, e to certo era elle em todas,
que dir-se-hia que se multiplicara e rentara a
todo o momento.
Todaria os dorares, aioda os mais enfadosos,
nao deixaram da o preoecupar. Nao era mui
difflcil eneontra-lo uas salas das princezas, e ahi
mostrara-se to siogella, to comedido nasma-
neirat, como estrondoto e brilhante n'uma ceia
de coa viras Ilustres.
A madama Luiza prestou as soalores aitenjea,
excitadas pela aogelcal do;ura e rosto encanta-
dor, que a distinguiam. Tinha sido ao p dtsta
ou em cata da Sra. Dubarry, que o duque en-
contrara a formosa condessa de Msulieu, lirre
hara nm anno do sen vestido de viara e devo-
rando os gosot para ae resarcir do tempo per-
dido.
A incomparavel graca da condessa, saa ele-
gancia tem pir, a aut balese perfeita, fizeram
dar volta i cabete do duque. Pela nova conquis-
ta seolvidaram aa saligas ; stguiu-a por toda a
parte, at que chegara a aer da taa iotimidade.
A condesas, sagaz e namendeirt, nsdt des-
pretou pan conservar to nobre conquista. Foi
lio surera quanto eoorioht, to amante eomo as
eircomitaocias o peditm; mis soba popar
vantagens, calcular patsos e palavras, e tinha
chegado a ponto de levar o amoroso priocipe a
aeus ps, com a certeza de o poder ah ter o
tempo, que lbe aproutem.
O marques da Sancerre, apeaar de todo o leu
espirito, oo en para ella aeno um tutomito,
que mori a seu talante; servia de sombra de Ni-
o ao duque da Cumberland, a quem persuadir,
que tai familia Ih'o quizara dar por mtrido, oo
obstante ser elle mais novo qae ella, tete an-
uos.
Bd'ahl
Ao touoalor di eondessa de Maaliea.
Para que a atoa a collelra i* dala T
V qae t.. que me ptreceu 9 Sr. de Cum-
berland toiB4ttataaoteam o:a4ono... pense!.,
suppuz, que Roseta seria admirtvel ttmbem as-
sim. E Roseta a raioua amiga, como me diste
honWm a m.driba. TP V)^lni/t'H
E assim ae me ompromette pan com o du-
3ue ? Sr. de Sancerre, isto urna falta de grati-
ioejuizo. Esttu mullo lentidt.
offendido I A tulpa nio foi minha ; o prncipe
humilhou-mjs hontem ; comparcrU-me a Zamora,
ptelo da Sra. Dubarry. E no 16 isto... cean-
do*n'umt un .. qae nio poso squi nomesr, o
Sr. duqte de Cumberland repela ditole de rate
convivas, que ea era urna cretona mil clocad*,
que coQTinha pOf a pSo e gua.
ai iraa a ciciumei de taa alten real,
e as traressuras do coronel da Normandia. Des-
carte punha ea scena a Sra. de Maulieu urna in-
teressante comedia, cojos actores lhe obedecism
continuamente sem o pertttrem, e tajo desenla-
ce t della dependa, pelo menot ni sut opi-
nio.
\ O sea lugar junto a madama Laica rtoha-lhe
dess madrasti. Nao pouca Tentada hara tido
de renunciar a ella, tanto a aaaomatadara a tas
terdade da prioceza, mat cootatrara-o por cal-
culo. Era una noticio bearoia, que para e oi-
go desculpara o que o tea modo de rrtc liaba
de laviano. Era atiim, que dizit a rir:
O cargo 6 o nao mtrilo. 1
Ai pessoas tjuf*%m a b a'pbrfidie dis cou-
;sas, nio dava/n renla tenso i ttetade do que a
calumnia prpfera coplta a condesta, esttado,
como alia estar, junta a madama Luaia.
Estas pessoas ignorsvam a vidt intima da prin-
ceza, que*, eslrihi a todo o que nio fosea ftmi-
lia ou oratorio, nada aabii de fra. A aaa ima-
giapQo, caata a pura, nao concebalo mal; jul-
girp'ya oatros por st, e nio conterfiii a menor
Por outra parte, o rei, guiado pela amante,
patrocinarat'saubdrailsltaMautaor um modo
algum tanto particular. Nao lavara a mil, que
as seoftoris s reunirsem com t crmdesia Dub'tr-
ty. O f a vor real flrm a v a -se be ipoio des ta.
At preprfas prncezis estivim como tubjagi-
das por eale dominio, to qttl nenham habitaste
do palelo de Verstiles podia resistir.
Hsrs tlgapi rampa, qat madaast Luizi pret-
tava maisourldo ios .umores dpi salet. Ae-
creava-se em eitlaular a'loquis do m,arque? d.e
Ninguam montou melhor i carallo, ninguem
maoifestou maii ouiadia em traospor (ossos e co-
moros.
Toda a maoha servio de pagem a madama
Lulzs, que por sua parte nao era menot intr-
pida.
Os catadores, tos sont do c hillali, voaram
para assistir morte do reado.
A princesa preceda todos, qasndo, ao dar urna
rolla, o carallo tomou medo d'um trem, empi-
nou-se 00 momeoto em qae ella meos o espe-
rara, e arremessou-a a rite ps de distancia,
quasi sob as rodss do trem, que ia a todo o
trote.
Mais am passo, estara perdida a princeza. O
duque de Cumberland, sempre rigilante, nao se
fez esperar a succorre-la. Saltou do carallo, cor-
ren ao lugar do perigo. e na eunltogeocia de ser
esmagado pelas rodas, salrou-a d'umi morte
quati eerti.
Madama Luiza deamaira. Quando recuperou
os sentidos, e eocarou o principe, em cajos bra-
cos se achara, e que a levara para juoto de suas
irmas ; cuidou de se desembarazar, o murmu-
rou mal senhors de si:
r Seobor, depois de Deus, a quem devo a
vida. Lembrar-me-hei tempre com reconheci-
meoto. Agora posso camiohsr; queira dizer, que
me tragim de doto o carallo; precisa d'uma li-
cio.
Perdo, senhors I oo continto que toroe a
montar titt perigoso animal. Se o rei aquiesti-
vesse, sera o primeiro a probibi-lo a rosta alte-
za. Nada, oio pode ser, nio pode ser.
Pode, pode, Sr. duque. Agradeco-lhe a io-
teresse qae toma, porm deixe-me s ir tranquil-
lisar minhai irmiss. Depois rollaremos. Mst que
pena I este maldito contratempo fez-nos perder a
cacada ; desculpe-me. Sr. duque.
As princezas recebersm madama, como ae ti-
resse resusciltdo. Qatndo lhe coohecersm a Ton-
tada de toroar a montar carallo, quizeram logo
mandar um picador para arisar o rei do que tioha
acontecido, e este despersuadi-la do temerario
proj6cto.
Deixem-me ftzer isto ; qutrem-me prirar
do meu nico prazer? Facam de conta qae hoce-
jo no theatro, ou que odeio 01 bailes e a danit;
o meu Ibeatro aqai. No palacio nos tornare-
mos a rer. Adeus.
E montou carillo, nio obstante aa instsncias
feitas de todos os lados.
Quero, disse ella por (im ao escudeiro, que
respeitostmeote se recusara ao deeejo da prin-
ctst.
Era a primeira taz na aaa rida que pronuncia-
ra tal patarra assim, e dase-a com tal firmeza,
que ninguem ousou oppor-se-lhe.
Laocando-ae aobre a sella com urna agilidade
que ufanara o mais experimentado caralleiro,
renhiu entre s a O carallo ama verdadeira lata
Cttligou o aolmal com mo robusta, e obrgou-o
t rodear toa corcovos umit poucia de vezes
carruagem das princezas.
Tal graca, tal atrerimeoto mostroa em todo
site violento esercicio, que ninguem deizou de
Qcar mararilhado. Nunca a tinham visto procu-
rar assim atlrahir aa risita sobre si. O daqae de
Cumberland approximou-ae logo della, enaa ex-
prettst mtia entusisticas testemunhou-lhe s
sua admtraco. *
Para mulher fraco marecimeoto, Sr. du-
que, e j comeco a enrergoohar-me de ter deixs-
do a miuha colera castigar tio severamente a.po-
bre Ninive.... Mst ah ett o rei, e vem com ar
inquieto, ron j tranquillltt-lo cerlidcando-lhe,
qae, griete ao Sr. duque, oo tem agora que re-
cejar por mim.' ''
LuisXV amara extremosamente suss lhss.'e
de todaa madama Luisa mais que entra qualqaer.
Veio (ogodireito a alia cheio de praser, a agra-
decen ao prncipe ingles com rerdadeira effuao
de alma, ralbando meigameote com a princesa
pela sua imprudencia.
E' precito, mi ha querida ulna, ter atis
prudente para outra res, porque aa te acontecea-
te alguma desgrana, nao sei eomo la baria de rer
toffrer.
Logo qae madama Luisa te reuniu to rei, tor-
nou-ae tao pensativa, que nauta mais fallou. Se-
guindo seu pae, responda apenes com rooootsyl-
abos s pergunlas, que ella lhe fazia a aos ga-
lenteiosdo duque de Cumberland.
Atiimtere lagar a chegada ao palacio. Ma-
dama Luisa apaiou-ie. e mil tgrideceu to teu
eteadelio. quando primara ordinariamente em ser
polidt.
A noticia do perigo, qae atraressrs, j tinha
chvg.ado aos sem quarloa, e por iuo mal entrou(
todat ai ptttoat de ceta correram ao seu encon-
tr, slgniflcaodo-lbe grande anciedade por v-la.
E' rerdada, disae ella ; estire bem prxima
da morte. O senhor relou por mim, e o Sr. du-
que de Cumberland arriscou-se com urna gene-
rosidsde heroict. Estou penhoradissima pelos
rosaos cuidadoa, de que ea nio duridara.
Emquanlo pronunciara ettat palarrat, Dxava
etpecialmeote a Sr.* de Manlieu, e ao re-la em-
pallidecer, teotiu tobrarr-lht toda a aut natural
bondad*, e iccroscento : i
Ninguem ae feria, aem mesmo o mtu ca-
rallo, A Virgem protegeu-nos, porque mtia un
passo, que dessemos, teriamos. eu e o principe,
desdo etmigados debaixo das rodas da carruagem
da minhai irmas. '
Depois carrea a detpir-se pira trocar o vestido
que rrazit, pelo mais siogelo qu tinha. Desoeu
logtdottu quarto, e metindote na sua car-
ruagem, grtoa ao cochtro:
JPartt Carra til I as.
As Ctrmetltts de Compignt, em vida da rai-
com a priora, da q j
embrulha btajk
enrolado a ata
Entio dtl
Rapelmoode c
ra de Grenelle?
- Sim, aenhora, a
todos.
Irei r-la. Minha mat tmavi-a muito,ata*
cordo-me, perfeitameote e linda eom saudade, da
ana profltao. ,
., Senbora, accrescentou a priora em voz bai-
xt; tupplico-Ihe que nao fifia uto do que dei
rotee alteza. Essis austeridades ao boas para
urna carmelita, mat a urna prioceza de lie dbil
taude oodem ser filies.
Estejs detcaocsda ; fsrei s o qu poder.
Quanto maii, peior mil retel este cilicio, que
me flagella o cortco, e eu toffro o. Teoho boje
am grande poetado d'amor proprio a expiar.
Adeus, madre; sao botas do sotar de miohtt ir-
mas, nao aa devo faxer etpertr. De-me a aut
tinta ben;io.
A prneett aatron eolio ni itlt exterior, on-
de ttcaram ai petsott qae e acompaahsram. Em
todo o camiobo pan o palacio diriga a patarra
cootiauadameott pin a tut dama de honor, e
tempre com ama boodade tocaote.
Sr. da Maulieu, deve tornir e caaar, lbe
disse ella. O isolsmeolo tio iosupporttvel I
Ah I meu pobre Siacerre 1 coma foi bom ella oo
ter feito estt rtigem I como teria Qcado aterra-
do I Tere noticias dalle, coodetii ?
Sim, mioha aenhora ; o duque da Laoge-
ville, teu pie, mtndou-me dizer que o Harta con-
demoado a nao lahir do quarto por tlguot diss,
em csstigo nao sei de que travessuraa que fez.
Deve estar furioso...:
Pobre rapas I Escreva-lhe para o arisar, da
minha parte, do desastre, que tire immioentt, e
socega-lo pelas coasequaoclas.
A carruagem rodara j ne pateo do palieio.
Toda a ooute recebiu madtma Luist ai felteia-
ces doa cortezoi. Nao foi dat ultimas pessoas t
Sr. Dubarry, a quem o re oo precita va recom-
mendar foate ittencioaa para com a princeza aua
alba.
Etta recebeu-a com a malor benevolencia, a
quaodo eotrou 00 aeu quarto de dorutir, diste pi-
ra a aia favorita :
Teoho peoa desta desgranada Dubarry,
quaodo peoso no que ser feito della, quando t-
rennos da lamentar a morte do rei. Oh I Deus
foi muito misericordioso, preserraodo-aos de
lies lentacoei e laet miaeriaa I
No itbbado seguiote rollou corte pin Ver-
sullee.r
Madama Luiza|acabara de parar porta das Ctr-
melttaa da ra de Grenelle.
Apeiou-ae a prioceze de Tagtr, para dar tem-
po a que prereoitsem t priora da honrs, que o
connoto estara psra reeeber.
A madre priora reia ao teu eocootro porta
do claustro, e de par em pir ae abriram as gra-
des disnie da augusta risitaota. Madama Luiza
olhara em torno de ti com um torriso de beati-
lude e os olhos hmidos.
Como sois felizes, miohss irmas, oeste
sagrado asylo 1 que socego I que descanco I que
fervorosas oraedes ae podem fazer aqui, to pr-
ximo de Deui1
Vossa alteza digoa-se percorrer a nossa ca-
sa ? disse a priora com respeitosa cortezia.
Nao, madre priora, nao vim para laso, mas
sim para conversar eom urna de rossss irmas,
de cuja profisso aioda me lembro a lodo o mo-
melo. Era ainda bem non, qutndo tnitli
ceremonia com a rainha, maa a recordaco fi-
cou indelerelmente Impresst. Qeal de vos, mi-
nis irmss, [01 en ontro tempo condessa de
Rupelmonde?
A um lignal da priora, urna das religiosas sa-
hiu do meio da communidade, e lerantou o ru
ao aproximar-se da prioetza.
Foi a si, minha irma, que eu vi cometer a
aer feliz, e cujas despedidas ao mundo our ha
tanto tempo. Depoia de percorrermoa estes claus-
tros, haremos de nos ir sentar l dentro da, sua
celia, e, com permisso da piadosa madre prio-
ra, hei de querer urna hora da sua edificante coo-
Ternco.
A priora e aa carmelitas guiaran) primeiro a
princeza capaila, oode se caolou aolemne Te-
DtuiH em aeco de grabas por eata visita.
Depoii mottraram prioceza o coore^ta at
t mnimas particularidades porque ella ., ira
ver a coohecer tudo, e talo com tamanha intia-
tencia nat suas pergunlas, que a condessa de
Rupelmonde nao pJe detxar de dizer:
Uavia de dizer que madama quer fazer-ae
carmelita.
se ss car-
novo que aa, raetMo do Voto,
Euumiohou-te aera aaiaa. o 0001 o otao ao-
Mlamalasrl-
aadtciar Ea,
E porque nio; disse 1 princezt,
melitat sao to felizes I
Quando j oo resta va cousa alguma a exami-
nar por toda a can, maodou a princeza at suaa
damaa para o locutorio externo, a foi com Sror
Henriqaeta do Santo-Sacramento pera a cellula,
que habitara a ex-coodatsa de Rupelmonde, e
para onde tinham transportado para ella urna ca-
deira mala com moda da enfermara.
Mu como era o morel, nio liara melhor no
convento a ptimo para elle comparado com aa
baocoa de madeira, nicamente permittidoe t
carmelitas.
Nem esta dislioeco acceitou madama, e aen-
tou-se n'um escabello.
A condessa estar respeitosassente de p,
quando a prineexe a fes sentar, aupplicando-lhe
que a tratasse como urna amiga, como urna ir-
ma, e aa eaquecesse da aua gerarebia, que por
sua parte desojara esquecer. .
Venho tolicitar-lhe urna immensa prora de
afTeico e confiaoct, mioha querida irmt. Lem-
bre-te di benevolencia dt rtinht mioha me,
para que nao tenha durida em fazer etle faror
filha.
Por muito feliz me dou eu em obdecer a ma-
dama, e reeeber ama ordem n'um pedido de rotti
alloza.
Poli bem, minha querida condena, accret-
ceotou a princeza aportando-lhe ai mlai: sei
que housa maitssaupposi^oea a respailo doa mo-
tivos da aua profisso. Eu dejara sabe-loa da
aua proprii bocea, e coohecer a ana rida. E,
creia-me; nio por mera curoiidade, que a re-
no importunar. < A condessa intereisa-me aobre
maneira, e alm disso teobo am motiro que uio
posso dizer, e qae me constrange a imolonr-lbe
taa conanga.
Meu Deus I o que a prioceza exige de mim.I
um olbar pelo pastado, quando tanto pego a Deut
me apagae a ultima daa racordtcdei......Mat,
nio importa, fa-lo-bei i aeohora princesa, t
tenhort prioceza. SofTri, sim ; sofTri muito, e
por esse soffrimeoto, que nao desesneo na ora-
cao. A oraclo seguramente o remedio maia
efficaz daa magoas deste mundo. A orago 4 a
esperance e s osperaoca Deus 1
Escute-a minha irma; conta com a mioha
discripeo e amisade.
E' s indulgencia que paco, madama, por-
que fui muito peccadora. Come Magdilpot,
amei muito, e oala tiresse, como ella o per-
do I
Sou filha do coode a da condesss de Meluo.
Meu pae morreu novo ; minha me, honrada com
a amisade da seohora Dtlpbioa, duqueza de Bour-
gooha, retirou-se da corte, quando perdeu esta
nobre prioceza; e mea pae, a quem ella era mal-
lo afieicoade.
Foi ella habitar comigo para ama reina csss,
situada ao fundo do delpbioado, e apenas riraa
dai suss saudades. Qatndo cheguei tos meus
dezesseis sanos, ctsou-me com o conde de Ru-
pelmonde, mal velho que ea quarenta e cinco
anoos, e t quem fui occapar o lugar da loa prl-
meiraj mulher.
Mea .marido levou-me avara a aua rttidencji
prxima de Grenoble, a ah nos tstabelectmot
com dlgnidade para a notta clatie e fortuna Um
incidente singular assiualou a oosta unia.
A primefa 'condessa dt Repe1moa.de. aenhort
muito dittiocta a todosos rttpeitos, tiobt como
tfilhido um rtptz, o riiconde de Serliy, qnt ti-
nbat sido legado por sua irraia, fillecidt aa da>*
a taz.
Tiaba-o, para atsim dizer, adoptado, e hi-
ts delho proprio, e zera-o edanr 10 p de*t
em Rupelmonde, oode foi tratado como lho da
casa; v I
Este pobre orpho idolatrara a aaa madrloha
auan ota ai oa ,
Maldita aej*.
aaurptraUgar t_
Prtzno cu, qat ea
guam a eamigtr (.Frota ao
mas explora a Umettdtde da u.
orpbio aem protateaa alguma anta 00.
amtldicdo, a lembro-ie, aaa a veo daa tmfcii
a ro de Deas I '
O seohor de Rupelmonde, tarieea cerra* lama
para elle, maa bem dapraaaa a n. Un,
aa oavir n palarrtt UtidU.t, lq um
Rada no sitio, em que estacan. Fatal
ci I rerguei maia urde oab teda pao aa
reaifstylo.
Muitos tnnoa aatve a sem ter aer a ver a
ohor dt Strlty. O cande conten
da nos.
O teu odio, togattattndo e_
tosecea-se msia, e ebegou a tecatar-ma pata afab-
lamenlo, a que o coatiraagaram, itfsalasatJortFjO
todos os conlrstempat da taa edaeteba, o
dome como a mtior inimigt.
Um da da manbia, volta va da atatam-
vesssvi s, o parqae, tendo (mandado
creados.
O seabor da Ropeimoole tppareceu-me da po-
pante muito icodtdo.
Teoho a dar-lhe ama ootie 1, a
res aa saogua ; ditte-me a aaada
mondo.
O que i f repliqeei muito
Est c a riscoode de Serlay/ U
do rei o axila para aqai cacao laatge i
Cbtesuroux que acaba decebir no
Poit bem 1 precito recab-I*.
Com ctrtest, e ahi eat, parque f
veoi-li antea da a apresaatar, A aaatd
quectu dt certo tquelle daagaata, qae aato sata
dan. Deecalpe-o com t posicao aaa ama etle aatf
juato i condena. Lembra-se qae a detesta oauv
dasst imara-o coma lho. qaa alia Usa davala
lado, e ver qae poda explicar a aatateO* ama) a
calen inftntil lhe euggerio. Teobo par cate ra-
paz grtndt affeigao.
Querie que elle foasa outrt caoaa, aaaa ealaa
foi educado em minbt casa, tem um aomabtttni-
do ; n'umi ptltrn mea papilla. Dteaje pala
que t condena lhe torne e esas apraateat, a cjast
Iba esqaeca aa imprudenciaa da amar* taaap*.
Quanto mala, a cooaaaaa ha de gatatar derla, a-
creteeniou o coode a sqrrir-n; eat tma
rapaz, e um poeta ledo ofsno da si. Paradla
lo sofTrirelmente epstola a Chlons, o
por umt motu. Ai mulheres aso-a* por ata
bomem tnim.
Pode esttr certo que estou ioteirameate **-
solrida s perdoar-lba a obedecer a* etade. Pan
itoo nio preciso, que elle saja poeta, aaa es-
padachn).
Chegaramoa a cata. Ao entrarme* audab
de janttr, procure! a aonanciade heepodo. Ca-
tara de p, encostado janalia a caca aa aoboo
Oto no campanario Oa egraja, asa que \ta a**
mtdriohi.
Viiconde, disse o Sr. de Rapelatoada, apeo
aeoto-lhe a coodaaaa, minha aaalbar. Pa**a*t-
mente vem ella certifica r-lhe o prazer, qae teu-
limos em o ter por hospede, e conrida-le para
car entre nos por muito tempe,
Seja maito bem rinda, Sr. da Sorlty. a-
cntcentei eu. Todos em Repelasde
com alegra, e cont qae, quaodo tirer
nbecimento de mim, ter-me-ha cato* daa
amisidet. Dude j comecemos a tratar-
corno se cooTiressemoe deade o principie tt
da ceremoola : falle-oos de qaa a talares**, tal
la-nos d'esta edrte, de que tantas aa*
da ter.
Oh I minha aaahora, de que poderla
taudadetem tio deliciosa compaaaia ?
Estat ptlarrat rinhim lo rapasaada d'iraata,
qae oio pude deixar da acudir caca ssgutaf,
retpondido em tom firme.
Eicute-ma, Senhor. Ettaetea deatiatda* a v
rer juntos por algaa tempo; iaditpeaattet
poit, que nos entendemos.
O Sr. risconde eat prevenido coaira aaiat :
aa-io perreitimente, escando aega-Ie, O Sr.
rltconde t no mando, tem *aa oragb* s*auo-
vel, chort tindt a generosa amiga, qae acart-
nboa Oa infancia, a por tada taa* aa* alba coas*
uiurpadora do atu ame a direita*. E para**,
tinto Deus ? por qua oo serei a que tlls tai ?
porque nlo podemos, a* a a Sr. da Rupelme***,
toro a r mo -not 1 sua familia T
V A eoudeaaa defaula era aua aaae, pata *a aa-
rei tua irma. Como alia, segui-lo-bot cato o
meu olhar protector ai aua carreira ; catea alia,
strrir-lhe-hei de amiga saa tmm* tlaaetsaa**, a
spontsr-lhe-hai aa aua* sspirac**t,
esquecer d'ellas. Para mulher asta
to, ajero que e caapriret rigo
Ao puto que ea ia falla***
do rltconde slterava-se gradualmata.
final ama lagrima Iba baila* eatraa*'
uns. Erguau-aa tile, todo com
gindo-me as mo, aeijoa-a com
dizeodo-me qeaei dobraad* a jaasho :
Acredito.seohon, em tadooqae deva
de boca e sublime aa aaa eicellettto ad*i*,
doe-me. Eu nunct a tlaba visio.
O vsconde era bolla, e'aqaella bailesa, qaa
tanto amamos, o qua paraca radeciir a adata. Aa
faces morenn e paludas, oa olees a natal ra-
los, o corpo airoso a bem faite, fe ti a/a aatJt-
to timptthlco, a na o deixaram tieatir Oe-
pois de ter rielo aaa res. *
Aistm, quaada o vi sos aaaa pos, osas an-
ides animadat por uat exprimi O* ostersaet-
meoto e quni ptixo, nao pade fiara ia. Pe-
d-lhe, quesa srguesse, e ipoatai-lbe a ase ea-
deira.
Durante todo esta tempo a Sr. ds Kapetaea-
de continuara a almfar aat traoqaitttatste-
Quaodo riu que a conrersacaa as hara Mar-
rompido, dine: )
flaav
.^fliiuov,uaipieijas, m viua as ra- Ao d, tal,..m.m ostaudl lhe QO-
ffartn"1' Leml0,k, hMUm B0,ad0 d' ,ua pro- tici.raa o'teJSo/om^
<0a licirrisgan5aderiuei^raMinisUda*Uch-
Ttaht tido lato razio, porqut as priecezu
MUtnlsram ettt conrelo durante a infaocia, a
iepols tivaram como obrigaco o vaila-lo, todaa
ti vezes que a corle Tiesta Compigoe,
Naquelfe dit pareca que madama Luta tinha
motiro particalir. Aotet di entrar 00 oonteota,
demorou-ss mais de duaa boros, tjstihaaa na
egrej, ergueodo-se afintl com os olhos rerme-
JtiPl o Ucrimotos, Fallos em seguida larjameote
rada lia.
O senhor da Rupelmeode empragou todoa ot
exfoaest para o trsaqaillinr; le vou a beadase
propor-lhe, dtr-lhe casa 4 parte e nunca ma
ver.
Henrique nata ukuIou. jiilfrv / ,
No dia do mea nttmenlo, TiBhimoi do altar;
eu antrari ea cao, aiodi battiatt coamor-
d, quaodo no Utpiar vi apparecer am rapaz mait
De maaeira qua etilo fei tai as 1
to melhor I odeio 11 deeintelligeocia.
Ers tudo a que ao* marido hara dsprshaa-
dido di tcent, que ae piastra.
Depolt diito, ama a Sr. da Serlty
nos lataparsvvtt. Ocoade alegrara te
etta harmona, e felicitava-nos a cas* pasa.
inexperiente e sea pntica do asase, para a ia-
ooceote, eu alo liaba no tatafjaa am so rs-
morso.
Nem saqaer me leabrava, qae I
veres, e ittta ae deizel ir a*
raatt. qee me levara deliciosa
ta. Nada miia niiaral ma parada
o vitconde, e quinde passara qss iB*>tjs* 1
rit como a aa iraie, liaba-Iba as
acamoste sentido.
Elle tambem aa smara. Todo o
coasamia-o a fazer-me renes,
e qua aa eecuUra como eqail
bella peera, st sim imaginar
me era realmente dirigida. Aqeatle ai
ua nao sel que jareoll e candido,qae ais acbs a*.
straahar imuir no laco a* qaa ti* pases fes-
bituids etta ti a lr oa livre ia
al entio fachado.
O riscoode qae n ne eageaea ;
deu e tttrtclo. qae o iaptllit pare
prebenden lirabea, qae aa a
Nao ttado rate ot corte sanio ar
Ihtt oa culpadas (oa raquaota
sioseoio psra esta), imigiooe. aa tari* sao
mim ama conquista fcil, afl* ataao
teapo pira ae ftzer a aaa dectanel*.
Nio a comprebesdi. Czplicaa-t*
mente, a o perturbacio, qae
caasou, abriu-mt os olhea. 01 a
tihb* qaaai a neniar os anata
tratei faslr e fei lancar-ae aaa pea a attar,
petando ftrvorostmaota itlSSin a Vasa.
C jmecoa te ti a Oa mim aa tatjttttet c*a-
bttt; 1 miaht paareextslaacit, atd ato plaHda.
fleou nvollaa aaorarta. A rwttosaait.usass-
patiee ssatfaa so rsaeodi, rtoapl
forct, ea brava me icbei 000 aso*
taire e aut alieieaa*, Ulvat a esa visa. <
deafcear* da ainbt.
Oh r teaheri, s* pos* aam irtltar a tas ba-
ria di larri vil a teaelU -
par da falta, para
reptndimtnto.
peaderit da tmar ?
-O Sr. da Rapelaaada
rique a os deflahaVo
iasrirat: la logia tJsUo ; alie
Chtravamoe aabaa ; as aera* tu
samia-as a* a car, etle secrvetr-
pra nt imtgiaacbt a asa
. *
Daos?
, nao pode bea tvilfar s qaa ka-
ira qaa aaa tarOaaae aaaa a ar-
Se at* (ato* ata. %mm m !.

PiRN. TTf. DE M. P. DI FAIU
lia l
rr-t


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