Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08558


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Full Text
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Anno de_18 Sabbado f>
O 1)14.110 pu!>lici-se todos o dias riae Jo
rreii 'le urdi l,r? d" i'"""'J'e He
.,-. r,.oi nuarte1. pn?- adinnlflnt. Os an-
_?,,,, dos asonantes S.V inserido, i r.,,,o d.
So,i porlinha, sflrse^tvpo aerete, ai
rVnetice !>'" *eWl. Os que no forern asvg-
ffiWro 80 r. por linha, e 160 Ivpo
dillertnW, porcad. publicado.
PHASES DA LA NO HEZ. DE N0VEMBRO.
I.u.no. -o H minutos d.,na,nl''-
Ccente. !.* horM. b mm.d. ..d.
I.nacheia a *. s 7 botas e 45 min. da Urde.
M oeoonte 29, s 1 J.ora, e 2 mo. d Urde.
PARTID* DOS CORRKIOS.
"omina e Para'illia s se^iiniUsJesextas fein.
Hui-(f rande-dn- Norta quintas ferasao meio-dia
<;bo, Sarinliem, Hio-h'ormoso,Poilo-Calvo e
HaceM no I .*, a It e 21 de cada mex.
Gara iIiiiiu e Bonito, a 8 e 23.
Roa-Vi'ta e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quitilas-feiraj.
Oiinda, todos os dias.
PREAMArS DE HOJE.
I'rimeira, s 2 horal e 54 minutos da manhaa.
Segunda, f 3 drate 18 minutos da Urde.
rie JVovembrV?. /inno XXv
BBS
DAS l)V SEMANA,
t Segunda. Jffiff testa de todos os Santos.
2 Terca. S. Victorino. Aud doJ.docir da I.
v. e do i. de |>a/ ilo J. dbl t'e t
3 Cuarta S, alaquias Aud. Ho I. dociv. da
/. v. e do J. de paz do 5. flial He t.
I Quinta, 8. Corl s Horrme Aud do J. re
orph. e do J iKimicipal da l.vara.
6 Sexta. S. Zitcariaj Aud do ) dociv. da I.
v.e do J. de paz do I. dist de t.
(I atibado. S, Severo Aud. do J- dociv.
da I. v. e do J. He pir. do I Hisl. de t.
7 Domingo. S. Florencio
iv. asi.
CAMBIOS SO DA 5 DE MOVEMBRO.
Sobre Londres. 28 d por 1*000 r.. 0 dial".
Par* 31.0 rs porJraneo.
UslA. 105 a i ir. de premio.
Ii., de lettras de boas lirm.s I V. o mei.
i
*
W
OuroOne I cpinholss.
Modasdo l nn>elli .
, j de 6y 100 nov..
. k4|0M.....
Praa l'atacoea.........
Pesos columnares..
Ditos mexicanos ..
Miuda..
18*500 a
1(1*100 a
16#100 a
91 '00 a
l|960 a
l940 a
l|7(0 a
1*280 a
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Accoes da comp. Ho Heberibe de 0f000 ra.ao par.
DIARIO DE
. zzr.___.'. ._ i.. '-ltj...-}ji,1
P&BTf OFFICU'L.
MINISTERIO DO IMPERIO.
Illm. Bxm. Sr. Tendo subido ao conhecimon-
to Ho S. M. o Imperador a representacSo que acom-
panha o officio dessa presidencia, de ti dejulho ul-
timo, ena qual o' jume de" paz presidente da mesa
eleitoral da freguezia deMambucaba participa que
um dosmembros da mesa se recusara a assignar a
respectiva acta, pretextando ter liavido suborno den-
tro e fra da matriz, e pede se llie declare so esta-
vam ouno logaes os diplomas passados pela manei-
r constante da copia junta ao dito odicio, atim de
fue podessem oaeleitores prestar o seu voto no col-
legio elcitonil : houvc o mesmo augusto senhor por
bem declarar que a referida presidencia resolveu
rom acert, respondendo ao mencionado juiz de
paz; 1.a, que a simples denuncia de um dns Miem-
bros da mesa ou de qualquer outrocidadffo, de ter
havido suborno para aelei?3o, nflocra motivo bas-
tante para se suspenderem oslrabalhos della, que,
devem ser concluidos na forma da le, ficando ao po-
diV competente o conheci ment da vitalidade dos
sobreditos diplomas ca qualquer cidado odireito
de recorrer aos meios que asleis facultam para pro-
var,'e fazer valer a falta,*vicio ou irregularidade que
porventura occorresse em todo o processo da elei-
rjio ; e 2., que a qualquer rembro da mesa he per-
mittido exigir que na acta so faca menelo de todas
asduvidasque setiverem suscitado durante oslra-
balhos, e laucar as declarares que julgar conveni-
entes na oocasio de assigna-la.
0 que ludo communico a V. Ex., para scu conhe-
cimento.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do Klo-de-Janeiro,
em 4 de outubro de 1847. Manoel Alta Bronco.
Sr. presidente da provincia do Uio-de-Janeiro.
Illm. eExm. Sr. Subi a presenca do S. M.
o Imperador, com ollicio de V. Ex., do 2 de agosto
ultimo, a copia da representado da cmara munici-
pal da villa tro Bonito, nessa provincia, pedindo es-
clarecimentos sobro a seguinte duvida na execuefio
da lei regulamntar das eleigOos. Tendo'a rreguezia
de l'aneflas sido designada para com outeas formar o
collegio eleitoral da dita villa, principiou a respecti-j
va junta os scus trabalhos de qualiflcacflo em toinpoi
conveniente, qualificande para cima de 1,400 vo-
tantes", edepois de expirado oprazo da junta de re-
curso daquella freguezia, e iiof conseguinte das vi-1
zinlws, foi que appareceu a decisiio dogoverno im-
perial,do 31 de dezembro prximo pasando, que pro-
hibe cleicAo as freguezias que nao estiverem can-
nicamente providas de parochos, determinando que
em tal caso as eleicOrs parochiaes se facam na fre-
guezia vizinha. Comquanlo a freguezia de Panellas
esteja naquellas circumstancius, visto que, lendo-so
desmembrado da doAllinho em 1846, anda nflo tem
parocho nomeado, comludo esta decisOo do gover-
no chegou tarde para so poder remediar a indicada
falta, o fazer-so enlSo a qualilicatIo dos votantes da
inesnia freguezia vizinha, de sortequo os habitantes
de Pauellas, a quem s csse meio restava, recorre-
lam para o concelho municipal, pelo qual foram at-
tendidos, mandando elle juntar aoalislemento do
Altinho osnomes dos recorrenles. E o mesmo au-
gusto senhor houve por bem approvar a decisao quo
V. Ex. deu a mencionada representacao, declarando
que, visto lercm os representantes do Panellas sido
Hendidos pelocnncelho municipal do tormo do Bo-
nito, que os maudou inscreverna lista dequalihca-
?0o da freguezia do Altinho a que antes pertenciam,
e no constando que tiotivesse recurso para o tribu-
nal da relajo, devem elles votar na referida fregue-
zia do Altinho.
O que ouimunico a V. Ex., para seu conhecimento
e governo.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do Bio-dc-Janeiro,
em 5 de outubro de 1847. Manoel Alve tranco.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
r
VA
i___.____j
INTERIOR.
PARLAMENTO BUAS1LE1R0.
CAMAItA DOS SRS. DEPUTADOS.
Biacurtoproferido pelo Sr. Jone Bettto
ila Cunha Figueirerio na nennao ilf 2 de
nelevilnod, 18 17.
CRDITO. PARA BXERCICIOS FINDOS.
Continuacio do numero antecedente).
OSr. Jote liento (proseguindo): Os nobres de-
putadosdizem que nao teem susto; entretanto cons-
ta-mequoo presidente j pedi um batalhSo, eque
de Pernambuco ja se requijitou auxilio dos nobres
deputados, que para lj foram tres collcgas seus
njudir o Sr. C.hichorro as elcicOes; e consla-mc
mais que tem o presidente pedido- um commandan-
te do armas de toda a sua confianza. Ora, Sr. presi-
dcnle, quem nSo repeia a perturboslo da ordom pu-
blica q3o se previno tanto. ... Nao duvido, Sr. pre-
sidente, que dcste capricho resullem tristes conse-
quencias ; o que Dos nSo permita, e sinto n,1o ler
niciospara obstara qualquer perturbado na ordem
publica, porque para mim vale mais a menor golta
de sangue de um Peiyiambncano do que dous ou tres
lugares de senador ^ mas, se dsgracadamenteacon-
leccroque receio, os Pernambucanos jestao jusll-
L icados com frca, e entilo eu invocarei erri seu fa-
vor a proteccilo dos nobres deputados por San-Pau-
lo e Minas; solicitare! o auxilio e soccorro do nobre
dopuladoquo fallou hontcm em ultimo lugar, certo
de que todos elles classificarao o procedimento dos
Pernambucanos como um movimento generoso, por-
que sem duvida que consideradlo, como consule-
rnm, que a imposicDo caprichosa de dous senndores
estranhos importa urna perseguicSo, nao soi mesmo
se um avillamenlo, ou pelo menos desprezo a pro-
vincia do Pernambuco.
OSr. Carrao: Nao tem nenhuma comparagSo.
0 Sr. Urbano : Nao ha quem faca desordem.cm
Pernambuco pelos C.avalcanlis.
O Sr. Joii liento : Eu sei, Sr. presidente, que es-
tou dizendo verdades um pouco duras ; nao podem
agradar aos nobres deputados ; porque verilai odium
par i, quia dilexerunl homines magi* enebral quam
lucem: hedoevangelho ; maseu, urna voz quo a-
ccitei o lugar de representante, nSoposso catar-mo
sem comprometiera minha conscioncia ; nao posso
deixar de pronunciar-mo por esta maneira, porque
reconheco o estado melindroso da provincia de Per-
nambuco : os nobres deputados sabem mui hem que
eu nao sou crealura de partidos...
0 Sri.- Ir bao e Carvalbo de Mendonca : N3o pa-
rece.
0 Sr. Jote liento : --.... sabem que sempro repro-
vei as exageracOcs de partidos, quo sempre abomi-
nei. .
OSr. Urbano: NSosei; ostou o vendo 13o exal-
tado.
O Sr. Jote lienta -. .... sabem os nobres deputa-
dos que sempro reprovei o cynismo das folhas pu-
blicas da nossa provincia, que constantemente iz
os mais fervorosos votos para que se operasse a con
ciliaeflo dos partidos provinciaes cujos excessos
continuamente Umcnlei, o lamento como um em-
barazo immenso aos melhoramentos maleriaes da
importante provincia de Pernambuco, e como um
grande alimento para o espirito de Intriga dos que
em nada so importam com a prosperidade das pro-
vincias ; sabem de ludo islo, assim como devem sa-
ber que, se sou obrigado a dfaer verdades dcsla or-
dem, he porque a conscrvac.3o do presidente he um
precipicio, he um abvsmo para a minha provincia,
a quem nao posso por ora fazer servico mais rele-
vante que clamar pela demissflo do Sr.fihralnrro,
emquajito estiver nesta casa e poder subir tribu-
na. Sei que Irabalharei em vao, mas cu ja declare a
V. Ese. que nao acredito mais em prograimna, ncm
no programma passado ou fallecido, nem no pro-
gramma-circular ; nao acredito naquclle porque
nao foi cumprido: nHo so mandn para o minha
provincia quem fosse sustentar a liberdado do voto;
so he pelo lado econmico n.lo vi que o governo
empregassescus esforcos para desempenhar o pla-
no do economa; a cmara votou todas as cilios,
creio que pouco mais ou menos laes quaes vieran)
no parecer da commissilo do orr-amento : se consi-
dero o programma defunto pelo lado de justica dis-
tributiva que so promelteu guardar o nianter, ve-
jo, Sr, presidente, dcniitlidos do seus lugares ho-
mens cujos defeilos nao sao outros senaoscrein*!-
tegerrimos no desompeiiho de suas obrigacocs : la
se achademittldo o inspector da thesouraria da l'a-
rahiba, o Sr. Antonio Jos llcnriqucs, cmqueni os
nobres deputados nao podem negar habihdadc con-
summada e milita rcclidilo [apozados da oppostcao);
l so acha demiltido o inspector do arsenal de guer-
ra do Pernambuco, cujos crimos consislem na aus-
teridade no desempenho de s.uas obiigactos, mili-
tar probo, militar inteiro, quo" nao poda oflerecer
ao governo senao mui boas garantas para sua con-
servadlo ; o qual he a justica que so prometi no
programma ?
Passarei uo piogramma florescente. Oque nos
diz elle? Falla muito em amigos do governo, em
adversarios do governo, c em tnumpho da causa
dogoverno. Ora.Sr. presidente, o que quer dizer
amigos do governo, adversarios do governo, e tri-
umphos da causa do governo ? Que quer dizer isto i
O Sr. D. Manoel: -- Os amigos do governo sao os
comedores do p3o-de-l.
O Sr. Veircltet: -- Eu sou amigo do governo, mas
nSo como pfip-de-l.
O Sr. P. Manoel: Pois ha bons pedacos ou ta-
Ihadas. ... .,
O Sr. L. Gama Eu gosto muito de pilo-de-lo.
O Sr. I). Manoel: O Sr. deputado j leni um bom
pedacp.
O Sr. L. Gama: ~ Est s suas ordena.
OSr. Jote liento : llavera hoje algucm que du-
videque o governo he um elemento social, um ele-
mento necessaro? Creio quenilo. Haver perven-
tura em campo alguma idea subversiva do systema
jurado e eslabelecido ? Creio que nao ; o entilo pa-
ra que fallar-se, Sr. presidento, em adversarios do
governo, em amigos do governo, e no tnumpho da
causado governo? Ha quem queira acabar com o
governo? Todos querem o governo, todos silo mo-
narchitas, como conheceu o Sr. ministro da justica;
para que, pois, confundir-se adversarios do governo
com adversarios dos homens que eslfio no governo-
A questao que se agita entre nos he tima questSo
pessoal, eeu valer-me-hci do tostemiinho do nobre
deputado que houtem fallou em ultimo lugar: elle,
explicando casa a rusilo por que foi abaixo 0 mi-
nisterio transacto, disso que, como "a opposQao la
manso o manso procurando apossar-se do poder, fo-
ram elle e seus amigos obrigados a fazer urna liga
com doputadosque nSo eram de seu seo; perian-
to a questao vem a ser toda pessoal, o por isso a ex-
pressao--adversarios do governo n3o he senao
urna capa para quo aquellos que se acham no poder
possam dirigir fdrea do governo para aquillo que
masconvm aos interesses pessoaes; os que estao
no governo tratom do governar bem, que bao do me-
recer as sympathias de todos ; so goyernarem mal,
chamarao contra si a censura dopaiz; o no entre-
tanto, quer n'um, qur n'oulro caso, a causa pro-
priamentc do governo merecer a adhcsSo do nos
todos e do paiz ; nao confundamos, pois, a causa do
governo roma causa dos que govornam ; se Pernam-
buco hoje solTre, nao he pela causa do governo, he
pela daquellcs que governam; nao cubramos, por-
tanto, os fados dos que governam com o manto do
governo ; o governo deye sor justo, c quem he justo
nada tem que receiar. Nao sei, Sr. presidente, di-
que servir dizor-se na circular que-- a liberdado.
eleitoral deve ser manlida ein toda a amplid.lo de
sua independencia--.quando ao mesmo lempo se
ameaca com demissao aosompregados que nao fo-
rem amigos do governo, isto he, que nao forera a-
migos dos quo governam. He assim, Sr. presidente,
quo so p le manlcr a ampliado de liberdade do vo-
to, procuraudo-se urna adhosao rorcada, procuran-
do-so urna adhcsilo por meio de lerrivms ameacas.
Parcce-ine, Sr. presidente, que estamos no caso do
pobre del.il lraz, que pedia csmola com a pistola
engatilhada.
Tambem n.lo sei, Sr. presidente, como casar-so a
amplidao de liberdade de voto que nos prometto o
programma com a doutrina do poderem os empre-
gados pblicos cabalar-como cidadilos: so isto, Sr.
piesidenle, nao I urna irrisilo, eu nlo sei o que so-
ja. Certamente, Sr. presidente, que aquelles que se
aprcscnlarem com suas fardas verdes ou azues, com
seus peilos dotrrados de commendas arrebanhando
o povo para votar pela chapa do governo, nao alcan-
Qa-ao mais votos do que um siinplescidadao que co-
mo tal se apresentar tambem solicitando votos ?
Sem duvida que sim ; e a rasao he que os primoiros
teem que dar e tirar, c o segundo so allega patrio-
tismo descarnado : parcce-uie, pois, illudir-sc com
estas phrases a boa le de quem nao pode bem conde-
cir onile est o xisto dos programmas.....E depois,
Sr. presidente, nao parece a V. Exc. que ha una per-
feita conlradiccao na doutrina do governo quando
quer que os empregados pblicos se considerem ci-
dadOos livres para votarem a favor do governo, ao
mesmo lempo que nSo quer quo esles empregados
sojam considerados cidadilos livres para votarem
contra o governo t He urna contradiecto manifesta ;
pois se so'prescinde da qualidade de empregadn pu-
blico para a votaeflo a favor do governo, deve-80
prescindir tambem da qualidade do einprcgado pu-
blico para a V0U580 a favor daquellos que nao f-
remmigos dogoverno. Entilo a liberdade hesii-
mente a favor do governo? -Mas isto sera liberdado
ampia ? A bstracjjflo he smenlo a favor do gover-
no o nao a favor do povo? E entretanto se diz na cir-
cular--que nao se deve impor ao pproaquillo que
deve ser absolutamente de sua livro vontade--: ora
isto, Sr. presidente, nao sei o que me parece.....
O uobro ministro dos negocios estrangeiros emil-
liO nesta casa un principio, Sr. presidente, que cu
entendo tambem que lie contrario liberdade do
voto. Disso o Sr. ministro que o governo n.lo liavia
de coadjuvar a opposico para que ella podesse ven-
cer. Pois sim, nao coadjuve a opposico ; mas nan
a persiga coaujuvando aquellos que sodizom ami-
gos do governo. Sr. presidente, para que se quer a
liberdade do voto? He sem duvida para que ippare-
Qaiii as cmaras as diversas opinioes e os diversos
inleressos quereinamna sucidade; oeste caso Tor-
ca he quo o governo deixe queessas diversas opi-
nioes e interesses pleiteen! a SUS causa com suas loi-
cas : se o governo Tavorecer a una das opiniOes,
perseguoe suffoca a contraria ; o governo vai entrar
cun sen contingente na lula que nao Iho perlcnco
travar, mas quo convm observar emquaiilo mo ho
chamado a fazer Justina. Ja ve, pois, V. Exc. que n.lo
posso ter conhanca em um programma que, fallan-
do muito em amplidao de liberdado de vol, consa-
gra principios que llie S3o oppostos. Deixemos,
pois, de programmas, vcnlian os factos. Estou des-
confiado do governo.
Correspondencias.
Sn. Redactores. Rogo-lhes de publicar as seguin-
tes listas que olTereco ao povo para eleilores das rre-
guezias de San-Jos, Santo-Antonio e Itecife.
Seu amigo e collcga
Antonio llorjes da Fonteca.
EI.EITORES PARA A PRFGUEZIA HK 8.-ANTONIO
os semiores :
l'ropnelarios.
1 Manoel deSouzaTcixeira.
2
Proftttor do entino primario.
3 JeronymoCezarMarinho Falcflo.
I'rofetsor demutica.
4 Mjor Patricio Jos deSouza.
Officiaes reformados.
5 Tencnto NorbertoAlves Cavalcantc.
6 a Jo3o Bernardino de Vasconcellos.
7 Alfcres JosdaTrindadeCravat.
Medico.
8 Ur. Pedro DornellasPessoa.
CirurgiSes.
9 Miguel Eelicio da Silva.
10 Francisco Jos Cirilo Leal.
Artistas.
II loSoBom deCapistrano.
l Uanoel Raymndo dospraieres.
I.l Antonio Joaquim doSouza,
H JoaoChris istomo dos Sanios.
15 Uanoel Francisco Coimhra.
Ii Manoel do Ani|iai'o Caj.
17 JoSo Baptista l-ernandes.
(8 Jos Filippe Jos Saotos.
19 Elias Marinlio Flelo de Allniq uerqoo Maranlino.
20 Jos 11 imingu is ileGusmRo.
Advogadot.
\ Dr. JoSo de Barros Falclo do Albuquerquo Ma-
ranhSo.
22 lii. padre Leonardo Antunes Meira Henriques.
23 Dr. Affonso de Albuquerquc Helio.
2% Antonio Joaquim de Mello. ^
25 Dr Jos Flix de llrito Maeodo.
Jti Jariullio MoreiraSeverianiui da 'Imilla.
Segocio.
27 Victorino Francisco dos Santos.
28 Jos DomlngueCodlcera.
29 FelisbinO de Carvalho Itapozo.
30 Antonio Jos llandeira de Mello Jnior.
31 Justino Martyr Correa de Mello.
32 Manoel Thotnaz dos Santos.
33 Jos lavares Caj.
ELEITOBES PABA A FREGUEZIA E SAN-JOS.
OSSENII0KES :
Artistas.
1 Ignacio Pereira Rosa.
2 Andre Alvos da Fonseca.
3 Jacob de Santiago.
4 Antonio da Silva llego.
: Manuel Antonio dos Santos,
i; Joaquim Jos do Snnl'Anna.
7 Seraliin Jos de Souza Ribeiro.
8 JOBOMaroelllno Ribeiro.
Carlos Augusto de Araujo.
10 Candido Jos Ja Fonseca.
11 Manoel lzidoro dos Passos.
Professorcs do entino primario.
12 JosePolicarpodo Freilas.
13 Bernardino de Oliveira Coraje.
14 Joaquim Antonio de Castro Nunes.
I'rofessor de msica.
15 Fia ncisco de Paula Ribeiro e Freitas.
Solicitadores.
10 Aldanlo Antonio Luiz de Souza.
17 Francisco da Costa Anuda e Mello.
A'od'cari'o.
18 francisco Antonio das Chagas.
I'roprielarios.
19 Jos Ignacio Pereira Dulra.
20 Florianno Jos de Carvalho.
21 Antonio Joaquim Goncalves de.Moraes.
Megociantet.
22 Manoel Joaquim Fon eir Esleves.
23 Luiz Francisco de. Mello Sanios.
34 Remeterlo Maciel da Silva.
2") Maximianno francisco das Neves.
2(1 Joo Rodrigues de Moura.
Prtsbileroi.
27 Thoui Ignacio Comes.
28 Jos Malhias Ribeiro.
Lmpregudot pblicos.
29 Torquato llenrique da Silva.,
30 Antonio Ferreira da Annunciagao.
31 Antonio Lopes Pereira de Carvalho.
32 Joo francisco Regis dos Anjos.
33 Major Eaustino Jos dos Santos.
34 Jos Ignacio Ribeiro.
ELEITORES PAAA A FBEGL'EZIA DO RECIFE.
OS SKMIORBS :
Advogados.
1 Di. Jos Raymndo da Costa Menezes.
2 Dr. Antonio Joaquim do Moraes e Silva.
.Wedi'co.
3 Dr. Cosme de S Pereira.
Cirurgio.
t Francisco Jos da Silva.
Artitlat.
5 Estevao Jos de Barros.
6 Cicilio Antonio da Encarnacao.
Presbteros.
7 Vigario francisco ferreira Brrelo.
8 Primo felicianno lavares.
9 Joaquim Raphael da Silva.
l'raticot.
10 Antonio llenrique Marra:
11 Manoel Estanislao da Costa.
I'rofessor.
12 Candido Jos Lisboa.
Negociantes.
13 Joo Cardoso Ayres.
14 Antonio Joo da RessurreicSo.
15 Francisco Mamede de Almeida.
16 Vicente Cardozo Ayres.
MUTILADO
M


1
A
d*
Proprittariot.
17 Jos Joaquim de Oliveira.
18 Joilo Francisco Teixeira.
19 lnncenco Xavier Vianna.
Empregados pblicos.
20 lunario Antonio Burees.
21 Joaquim Jos Amnelo.
22 Concillo Jos da Cosa eS.
.Srs. Redactores.Na sua correspondencia de hon-
tcm, 4 de novemliro, o Sr. AITonso Saint-martin to-
ca na minha pretendida intervoncSo no ar.cnda-
mentoquediz ter sitio Coito por madama l'oirson
ligeiramente, som asseverar positivamente esta ar-
gido: istn bastara para minha completa defesa, p
para mostrar o llmcom que qner inculcar-mo de
dcleixado no ciiinprimcnto de mais dnveres : e
quando a declaraciio do mesmo tabelllo C.uilherme,
cuja boa fe se proenrou sorprender, e o desvio de
que usou AITonso, nilo fossem suflcicnles para des-
mentir sua patente falsidade, tirara toda a duvida a
declaraco junta ilo propietario da casa. Quanto
roa nilo teropposto, como pretenda AITonso, a re-
vogacSo ila escriptura, cumpie-tne ponderar que
nilo precisava do faze-lo porque subsiste o diroi-
to de meu curado, sendo que a nullidado pilo ser
a presentada em todo o lempo e nilo decria faze-lo,
nao su por anda nfio estar decidida na rolarlo a
quesillo que lia sobre a curadora, como porque
nilo era conveniente accumular de,llandas o fazer
desposas, que na actualidade sriam suporfluas.
Ouanto ao mais que arteirainentc allega AITonso,
devodizerque no juizo competente sera ventilada
esta quesillo, eque,sendo improficua qualqucrdis-
cussfio pelos peridicos a este respailo, nao quero
Italia einpcr.liar.-nic j leuhoque tratar do miidia vi-
da, e nilo sou como AITonso, que emprega tojos os
seus cuidados nusle negocio, e vive desesperado por
nao haver empolvado a cubicada cratela.
linda se nao vio maior empeubo de administrar
os beus de uutrem ; espere pela decislo dos tribu-
naes, nflo calumnie, nao invente o que nunca exis-
ti, nao uso do arlimauhas miseraveis, poia que
nilo iliudirao a ningem e nflo nlluir.lo, como er-
radamente pensa, sobre a decislo da causa, e antes
contribulrflo para mostrar a sua m f e o desejo
Inl'renede queseacba possuido.
.Nada mais dirci sobre negocio que nilo inlercssa
ao publico, e que demais a mais esta dependente
da decislo de juizes rectos e impartaos: tcnba o
Sr. AITonso paciencia, e espere pela decislo.
.V. Gudaull.
lllm. Sr. Manuel Antonio de /iseierfo.-Supponlio
que ter lido as correspondencias assignadas por
AITonso Saint-miiitin, insertas no Diario de l'ernam-
tmeo, asseverando que eu consent na escriptura de
destrato de arrendainonlo da casa em que esl o es-
tabelecmento de Hypolilo Saint-martin & C. assm
como assignei um outro papel de arrendamento
particular feito por madama l'oirson, com grave
prejuizodo meu curado: ecomo ludo isso nilo pas-
sade una calumnia rcvoltanle e miseravel arlima-
nila do que AITonsoSaint-martin langa inflo para de
lignina soito manchar minha reputado, apresen-
tando-me aos ollios do publico e do digno juiz dos
orphflos, como pouco zeloso dos interesses do meu
curado Hypolilo Saint-martin; por isso rogo aV.
S. se sirva responder-meao p desla, declarndose
em sua mo existe algum papel por nim assignado
a semelhante respeito, ousecutive a menor parte
uestes negocios, pois cstou certo quo dlessono
podiam euectuar sem seu cousentimento, na qual-
dado de milito digno administrador do casal ao qual
perlcncc a casa n. 10 da na Nova dignaudo-se
concedrr-me liccn^a para fazer o uso que mecon-
vier de sua rcsposla.
De V.S. atiento venerador e criado
,1. Gadault.
Manguinho, 4 de novombro de 1847.
Sr. Nicolao Gadault Km resposta sua carta
devo dizer-lhcquo Vine, nilo ntorveio deforma li-
gnina em negocio quo ou tenha feito com madama
l'oirson, relativamente casa em que esta oestabe-
licmenlodc Hypolilo Saint-martin & ('..; porm. a-
inda quando Vine, tivesso intervindo, nenlium dcsar
Jhc resultara de tal inlervcncflo, porque ludo quan-
lu se passou entro mim o madama l'oirson tcm por
Jim proteger os interesses sociaes dessa senhora e do
seu curado o Sr. Hypolilo, infelizmente doentoem
I'ars. Meu sogro, o Sr. Joaquim Jos LourenQoda
Costa, como propretaro, Sr. Manoel AI ves Guer-
ra c eu, como administradores da casal ao qual per-
tence a casa em qucslfio, tratamos com madama
l'oirson, representante da lirma social Hypolilo
Sainl-marlin & C., do dar por lindo o arrenda-
mento que se bav i a concluir no t de oulubrode
1850: estavamos no uosso direito quando assim
praticmos, c a ninguein temos de dar conla de tacs
actos, e mesmo para que se alguma cvcntualidadeoc-
casionasse a dissoluclio dessa sociedade, ou a .-inte
do litigio que boje corre'nos tribuuaes mudasse a
curadora, podessem o propretaro e os administra-
dores dispr da casa a favor de quem bem Ihes con-
vesse e nSo se vissem coaclos c obligados a consen-
tir que para dentro della enlrasse pessoa que no-
nbuina sympathias Ihe merece. Emquanto aos gra-
ves prejunos que nos interesses de seu curado (diz o
seu contendor) haver adiado ueste negocio, be is-
so urna chiniera, ou, como Vine. Ihe chaina, urna ar-
limanba, que nao merece resposta. Fique o Sr. Ga-
dault scienle que emquaulo exislir o seu curado
Hypolilo e madama l'oirson (c cites quizerent; essa
casa nilo sera dada a outra pessoa e iiem consenti-
remos que pura l entre sujeilo que nos inercia
pouco ou neuhum concedo.
Pode fazer o uso que quzer da ininlia resposta.
Sou com estima de Vine, ltenlo venerador e
obrigado Manoel Antonio de \*evedo.
k 8. C, 5 de iiovembrode 1847.
Consulado.
ItENDIMENTO DO 1)1 A 5.
.eral. .........
Diversas provincias.. .
1:911.947
95,656
2.007,603
l'KRNAMBUCO. 5 DE NOVEMBRO DE 1847.
AO MEIO-DIA.
ua da Cadeia do Recife, n. 34, loja de cambio e
de corretagens de Gregorio Antunes de Oliveira.
l'BECOS CORRENTES DE MOJE.
Molda de prata. Compras. Vendas.
I'atacocshrasilciros- 1,960------ 1,98(1
i'esos eolumnarea ---------1,940 ------------ 1,960
Ditos da patria......1,760 ------------ 1,780
Modas de 5 francos--------1,600.....- 1,620
Ditas de 2 patacas.....1,280...... 1,290
Ditas de 1 dita...... 640...... 660
Moldas deouro.
Pecas velhas........16,100......16,200
Ditas novas <.......16,000......16,100
Mo las de 4,000 rs.--------9.000----------- 9,200
Oncas hespanliolas--------28,500......28,800
Dilas da patria.....- 28,300......28,600
Soberanos.........8,900......8,950
Por procuradlo dofi. A. do Oliveira
Manoel Joaquim Silvchra.
lloviiticnlo Navios sahidos no dia 5.
Rio-de-Janeiroj patacho brasiloiro Amazonas, ca-
pillo Manoel Marciano Ferrcira, carga varios g-
neros. I'assageiros a familia do capililo com dous
esclavos, e 7 ditos a entregar.
Aracaty ; biate brasileiro Duvidoxo, capillo Jos Joa-
quim Huirle, carga varios gneros I'assageiros,
Luiz Gnsaga de lienezes Lira com um sobrinhn,
Flix Melquades rom dous escravos, Francisco
Itaymundo Cavalcante com dous criados, Joaquim
Liberato Barroso, Joaquim Correia da Silva, Tilo-
mas da Bocha Bezerra, Jos Joaquim l.eite Baslos,
Brasileiros.
Parahiba ; hiale brasileiro Trrs-lrmos, capillo Flo-
riano Jos l'ercira, carga varios gneros.
dem; biate brasileiro Conceico-For-das-Virludes,
capitao Elias do Rosario, carga varios gneros
dem; hiato brasileiro Espadarte, capitilo Nico-
lao Francisco da Costa, carga varios gneros.
me, sua gravidade, as differentes ciroumstancias
agravantes e attehuanlos quo revelam maior ou
enor perversidade no agente, e que devem influir
na quota das penas, com relacen ao grao de perigo
que cada cri me faz correr a ordem social: moslra
a natureza das penas, seu fim, as qualidades que
devem ler para so conseguir esso fim, a classiicflQflo
las diversas penas, e tupa apreciadlo critica sobre
o valor material e moral de cada urna ; vantagons e
inconvenientes do direito de-agraciar, etc. Muilas
doutrinas da obra silo autorisadas com os nomes
dos mais distinctos criminalistas com textos o fre-
quentes romissOcs ao direito romano, fonte coni-
mum das legislarles modernas, a que tambem se
refere a obra, censurando aquellas das disposices
penaes existentes quo repugnam coma humanidad
o com s opinifins o luses do sceulo.
Dous ndices systemalicos, e um alphabetico das
materias contedas na obra facilitan) consulta de
qualquer ponto em nm momento.
Vende-s'e nicamente na livraria do bacharel Cou-
linho, esquinado Collegio.
vvisos martimos.
hx'An racocs.
O aiSMiiil deguerra compra I19canadas de a-
zeitc de carrapato, 8 ditas de dito de coco, lo libras
de lio de algodo e 3 duzas de pavio : quem taes g-
neros quizer fornecer, mandar sua proposta cm
carta fechada directora do mesmo arsenal,al o dia
9 do correte mos.
Arsenal de guerra, 5 do noveiubro de 1847.
O escriptura rio,
Francisco Serfico de Assis ('arvalho.
O arsenal de guerra compra um calix de prata
dourado com patena e sua competente colber:
quem o livor e quizer fornecer, mandar sua pro-
posta em carta fechada directora do mesmo arse-
nal, at o lia 9 do correte mez.
Arsenal de guerra, 5 de novembro de 1847.
O escripturario,
Francisco Serfico de Assit ('arvalho.
A ndminislrac&o geral dosestabclecimentos de
caridade manda fazer publico, quo, nilo se leudo of-
fectuado no dia 30 de outuhro prximo passado a
arrematado das rendas da casa n. 17 da ra do No-
gueira, (lea transferida para o din 8 do crrente, pe-
las 4 lloras da larde, na sala das suas sesses. Admi-
nistrarlo gern dos esta be teci montos de candado, 3
de novembro de 1847. -- O esc iplurario, Francisco
Antonio Garateante Cousseiro.
Escravos apprehendidos pela polica.
Manoel, preto ; o um molcque que representa a
idade de quinze anuos.O primeiro. vcio do Cari-
ris-Novos, conduzido por Jos l'ercira de Brito, que
procurou vend-lo ; mas declarou que pertencia a
Antonio Luiz Correia de Sant'Anna, residente na
Serra-do-Miilto, ou no Cajueiro : o segundo diz que,
8endopropriedade.de Jos de Moura, morador em
l'ianc, fura furlado e vendido nesta praca a um tal
Manoel, de Fra-de-l'ortas. Ambos clles so acham
recolbidos cadeia desla cidaile, e devem de ser re-
clamados na subdelegada dos Afogudos
-- Joaquim, preto.Declarou pertencer a Manuel
l'ercira Cuimariies, eclur-se furlado desde 1831. -
Esta na cadeia desla cjdade, e foi appreheudido pe-
la subdelegada do Recife.
Para o Coar sabe, no dia 15 do cocronte, a su-
maca Carlota, por se adiar com a maior parte da sua
carga a bordo : para o restante o passageiros trata-
se com o mcslro, Joilo Antonio da Silva, ou na ra
da Cruz, n. 26, com Luiz Jos de S Araujo.
O capillo l'hilippe Blampied, da escuna inglo-
za Dclandes, arribada a este porto com agoa aberta,
na sua viagem dcMacci para Trieste, temi feito
os precisos reparos, o pora competente vistoria dc-
claradacm bom estado c Capaz do levar urna carga
de a'ssucar para o dito porto de seu destino, preci-
zando de dous ou tres conloa de ris para pagar as
suas despezas, tomara tal quanlia a risco martimo
sobre quillia, casco o todos os apparelhosdo sou di-
to navio, sobre a carga quo Ihe resta para carrogar,
e o froto da mesma : quem os quizer adianlar, diri-
ja-se ao dito capitilo com as condices, ou casa
los consignatarios, Christophers V Donaldson, ra
do Trapiche, n. 40.
Para Trieste o capillo Philippe Blampied, da
escuna ingleza Dcslandes, pretende tomar a frete 70
a 80 toneladas decarga : quem quizer dar dirja-se
aos consignatarios,Cliristophers& Donaldson, ra do
Trapiche, n 40.
~ Para Lisboa sabe, com toda a brevidade, a bar-
ca portugueza Tejo de que he capililo Silverio Ma-
noel dos Reis : quem na mesma quizer carregar ,
ouir de passagem para o que lem os mais asseia-
doscommodos dirija-se aosseus consignatarios,
Oliveira Irmilosct Companhia ou ao capitilo, na
praca do Com:nercio.
Para o Bio-Crande-do-Sul segu, com brevida-
de o hrigue Dom-l'edro-Segundo ; recebe carga e
escravos a frete, e tcm excellentes commodos para
passageiros : os pretendentes dirijam-se a Joilo
Francisco da Cruz na ra da Cruz, n. 3.
UM .-Si. ..
^iNMEftCIO.
Alaucte;a.
. *
RENDLMK.YIODO DIA 5............13:223,645
Descarregam boje, 6tde novembro.
Brigue Laura inercadnrias.
Brigue HttiopoUi idem.
Alisos diversos,
O primeiro sccrolario avisa aos Srs. sucios .em ge-
ral para a sua reuniilo, boje, 6 docorrcnlc, as 6 e
mcia horas da tarde.
-- O Ibesoureiro da irmandade de N. S. do Tergo
pede a todas as pessoas que no dia da fcsla levaram
opas para suas casas liajaiu de quanto antes as en-
tregar na ra das Cinco-Pontas n. 112. O mesmo so
entende com aquellos quo antes desse dia estilo de
possedeUas, uinda mesmo por cmpreslimo pois
devem attender a grande lilla que ellas fazcm ao
Servido da irmandade.
O abaixo assignado convida aosseus credores
para assislirem ao diminuto dividendo dos lucros
que obteve da passada safra, amanhila, us 10 lloras
da manh.la, na Boa-Vista, no primeiro andar da ca-
sa do finado Dr. Francisco Xavier Pureira de Brito.
Recife, 5 de novombro de 1847.
Jos Cordciro de Car val Ao Leite.
O abaixo assignado, em resposta ao annuncio
inserto ueste Diario pelos Srs. James Crabtree &
Companhia, cm como foi despedido de sua casa, lem
de negar seinclhanto asser^o ; o est prompto a in-
formar qualqucr pessoa que inleressar possa os
motivos da sua retirada da mesma casa. '
J. S. Hearne.
I'rccisa-se deiun feitor pata um si-
tio perlo Nova, n. 8.
Roga-se a pessoa, que publicou por esta folha
o annuncio das tres lettras iniciaos J. D. S., dedo-
clarar so se entende com o ubaixo assignado. com
loja de fenagens na ra da Cadeia do Recife, junto
ao arco de Concei(iio. Jos Dius da Silva.
Doua Maria de Maccdo Navarre, viuva do falle-
cido Joflo Baplisla Navarre, previne aos credores do
seu casal, que ella se ada procedendo a inventario
pelo juizo da primeira vara, escrivo Molla ; o para
que cada um requeiraoseu direito se quizer, faz o
presento.
Precisa-se de um caixeiro de 15 a 16 annos pa-
ra vend, e do um refinador deassucar, sendo am-
bos para frn da provincia : no becco do Carioca na
ra da Praia, a fallar com Vicente Conexivos Ri-
beiro.
0 TRIBUNO.
O n. 39 que sabio liontem c osla a venda, assim co-
mo o ii. 40 de boje : em ambos veeni as lisias que o
redactor oITcrcco para Santo-Antonio, San-Jos e
P.ecife : procurem e os acharo bons : na livraria da
prac,a da Independencia, lis. 6e 8.
Filippe Nery dos Sanios embarca par o Rio-
Grande-do-Sul a sua cscrava parda, do uome Ber-
nardina oiii urna cria.
No dia terca-feira appareceu urna preta com
um annel para o vender e como se suppoz ser fur-
lado se o tomou : quem so adiar com direito a
elle dando os signaos Ihe ser entregue na ra
Aova, n. 22.
Precisa-se de um vendedor de pSo, e que
trahalhcna lendcdoira para lomar conla de urna
freguezia : na ra Dircita padaria, u. 24.
Na praca da Boa-Vista, sobrado n. 13 precisa'
sede una pessoa para cozinheira.
O Sr. Manoel Dias de Oliveira Nunes lem urna
I ementar da obra. Occupando-se dos cri mes e das Icaria vimla do Porto, pela barca Espirito-Santo ,
I penas em particular, percoire a escala daquelles elna ra da Cadeia do Bccife, loja de miudozas n. 9 ,
dcstas, mostrando a natureza especial de cada cri-1de Antonio Lopes l'ercira de Melo.
lnblicauo Littoraria.
Licoes de direito criminal, redigidas tegundo us prelec-
cBes oraes do Dr. Ilasilio Alberto de Souia Pinto, len-
te da faculdade de direito na universidade de Cuim-
bra emembro do concelho superior de inslrucco pu-
blica,
fcitas no anuo lectivo de 1844 a 1845 : cdi(o brasi-
leira mais correcta que a de Coimbra, impressa em
bom papel, e augmentada de notas e rcniissOes ao
cdigo e legislarlo criminal do Brasil: 1 volume
em oitavo francez, conlendo a materia de 400 pagi-
nas da edc8o portugueza.
Esta obra lorna-so digna de ser lida c consultada
nk generalidade de suas doutrinas especialmente
na* materias mais importantes e complicadas do
direito penal, que ella trata methodicamciile e com
urna clareza e precisilo notaveis ; sendo a primeira
obra escripia em lingoagem nacional, que ueste ra-
mo de direito apparece com um carcter scienlifico,
reunindo as vanlagensdocommenlario. Aslhcorias
sobre a origem do direito de punir, sobro a compli-
cidadeca tentativa; aquestSo sobre a legitimida-
de da pena de morte e sua utidade ; um exame
comparativo dos diversos systcmas penitenciarios,
suas vaulageus e inconvenientes relativos, etc.; silo
materias desenvolvidas com mais extensDo csulli-
pciencia do que tal vez requer o plano e natureza e-
'Muito Rrvehrnoo Snr. Paore Mstcr
Fre Joilo de Santa Izabel Pavo.
Com bastante pezar interrompi al agora a minha
correspondencia com V. Rvm., por me Lttr milito a-
cabr iinhailii o facto, que se fez publico, de V. Rvm.
depois da festividude do sen patriareba Santo Elias'
ter declaTadu ossuschoristes, que osan convenio
nao linha dinheiro para dar refeilorio aos seus re-
ligiosos, o t-los mandado comer as casas de seus
pas, resultando dahi nfio haver mais choro no
obstante o sino indicar as horas cannicas. Econ-
fesso a V. Rvm., que procurci informar-me da exis-
tencia desse facto que cm verdade custei a acredi-
tar, por mo parecer muito repugnante, e qundo
algumas pessoas sisudas e alguna pas dos ditos cho-
ristas mo assvoraram que existia, que era real,
lembrei-mc da sentenca de Justino Febronio : ludo
o que nao tem a virtude por modelo, ou mais cedo, ou
tnsi iiifie se aniquila : sentenca que me liavia cita-
do o venerando Levita de quem ouvi as doutrinas
que tenho repetido a V. Rvm.
Entilo, recolhido em mim mesmo, deplorei o ani-
quilameulo, nesta provincia, de-urna ordem que
out'ora, tilo florecente, nos recordava essa nionta-
nha da Palestina tilo clobre por os seus veneraveis
habitadores Elias e Elizco e onde fizeram elles
grande numero do prodigios, lugar anda boje-cle-
bre pelos diversos monumentos religiosos que a-
trahem a Vencraco dos peregrinos, o aonde se en-
conlram inuilos solitarios encerrados as cavernas,
quo abi vivom una vida anglica. E urna voz inter-
na me disse : ser possivel quo assim so rolachoe
aniquile uma associacflo religiosa, que desde24 do
marco de 1687 existe, e com tanta gloria quantos
foram seus n8o vulgares aervicos a prl dacivilisa-
efio desla provincia.'....
Umaassociacilo religiosa que se lornou clebre
pelo grande numero do varos doutos as scioncias
Ideolgicas e em bellaslottras.' e cujos prelados *
religiosos pela sua modesta e cxemplar vida so fize--
rain credores da estima e consideradlo das autori-
dades o do seus concidados /. ..
Entregue a consideradlo destas recordar;0es, e
meu coraco agitado por diversos pensamontos, eu
estava-submergido n'um mar de angustias, quando
una idea consoladora me veio a calmarHe Dos
que assim o lem decretado Sim, Doos assim o tem
decretado. Com elTeito, Rvm. Sr.. he para lastimar
que entre nos esses monumentos d&servicos tilo dis-
linclos, tflo gloriosos, se vilo desapparecendoe su-
uiiiido por taes causas, nilo obstante a protecclo
que Ihes teem prestado os paderes polticos do paz
e seus naluraes; mas que importa essa protecQilo se
seus inslitutos nflo silo observados, se nelles so
dispensa sem causa justa, c se at os prelados silo
leilos, contra as regras da ordem, por breves oblidos
comob esubropeflo, com, V. Rvm. bem sabe.'
l)issoram-me quo V. Bvm., adoptando depois o
systema de um certo autor celebro de medicina na
parle diettica, liavia tomado a resolucjio de dar
para asuslentacflo de vinto choristas e cinco escra-
vos 4,000 rs.. por dia, tirando-so ainda desla quan-
lia mil ris para V. Rvm., 320rs. para um religio-
so velho, 400 rs. para urna escrava doentc, ornis
400 rs. para azeite dos lampefjes o candinos, fican-
do liquido 1,880 rs ; de mancira que vem a caber a
cada urna dessas pessoas 75 rs .' -Mas V. Rvm. ro-
cebeu de cada um novico 365,000 rs. para sua sus-
lenlaeao por um anno : e tem entrado trinta novi-
cos, e consequentemente lem V. Rvm. recebido
10:950,OOO.rs., quanlia assaz sullicienle para as des-
pezas domesticas de uma casa'relgiosa na qual mo
informan) que no devem haver pompas mundanas
e banquetes, e tanto que o santissimo padre Bene-
dicto XIV excita os bispOs para quo as suas dibeeses
deslruam taes abusos; mas este santissimo padre
cortamente nSo disse quo so pozessom os religiosos
em dila absolut a, que lanto vale dar para sua sus
lentaQo 75 rs. por dia.
Nom a casa conventual de V. Rvm. est reduzida
a tal estado de pobreza, quo nilo possa manter seus
religiosos, c fazer as dospezas necessarias para con-
servarle com observancia das regras, sendo uma
dolas o refeitorio s horas marcadas; porquo pos-
sue bens reudosos, cuma verdadoira riqueza nes-
sos bens que usurue, e quo tanto rendem, quo os
mesmos escravos fazem boas caixas de assucar, o se
vSo libertando porgraca especial do V. Rvm., o con-
tra as leisquo csUo om vigor; mas creio que he
tal a m adminislrafflo, que esses libertos por V.
Rvm. fazem mai caixas de assucar no engenho U-
baca, do que o convento.
Rvm. Sr., todos leom sou p do pava"o, isto he,
lodos temos nossas imperfeigOes edefeitos; masen
quizera que V. Rvm., como religioso e como pre-
lado de urna ordem monstica, nao dsse essas ar-
mas a critica dosque, com juslifu o raslo, olham
iara os sacerdotes regulares como para homons an-
glicos : o seculo nflo lie de illuses, porm do rea-
lidades....
Breve lornarei a dirigir-me V. Rvhi.
Rogo a Dos que tenba V. Rvm. em sua santa gu-
arda. .. Sou de V. Rvm.
O Devoto.
Sorvete.
No paleo da matriz de S.-Antonio, haver sorve-
te, do boje em (liante das melhores frutas, das 6
horas da tardo cm diaute.: e nos dias 7, 8 e 9 llave-
ra de manlia at a noite.
Precisa-se de um caixeiro que lenha pratica
de venda "ainda mesmo dos chegados prxima-
mente :dar-so-lhe-ha bom ordenado, agradando
os seus servidos: em Olindaa fallar com Jos Joa-
quim AITonso.
-- Acha-sojusla e contratada por compra urna
casa terrea sita na ra Imperial, n. 3 oulr'ora
n. 2, junto ii nova matriz de S.-Jos que foi do fal-
lecido Jos dos Santos da Costa, a qual boje per-
tence aos herdeiros do mesmo que silo Marcelli-
no do Espirito Santo, Manoel Jos do Nascimento ,
Genoveva da Silya o Candida dos Santos Silveira.
Quem na mesma casa tiver algum direito a allegar,
baja de o fazer no prazo de tres ilias contados da
dala desle por esta mesma folha ou dirija-se a
ra de S.-Therza, n. 54.
O abaixo assignado leudo feito um annuncio
por este Diario, em-que, declarando ler-se-lho
furlado um relogio de ouro deu a entender que
liavia.si,lo lirado por urna pessoa 'que se dirigir a
ra do Sed com duas pretas para as vender, vem
scientilicarao rcspeitavel.publico de que suas sus-
peilasacerca dessa pessoa se acham desvanecidas,
vjsto como ehegou agora ao perfeito conheciment
de quem fra o ladrlo;oa este pede queira quanto
antes restituir, se nao quizer soffrer as penas da
le ; pois que lem o aiiuuiicianle dados sullicienlos
para pruva ler elle tirado o relogio. Agostinho
Eduardo Pina.


M
LOTERA WTIBATRO.
Tendo um pcssna, no lia 2 'lo correnle, eompra-
do o resto .ifl lo los os bilhete* que oxistiam por ven-
dar., com a coiviigfo de na ser transferido1 o ais
marca lo pura o andamento das ro las ; o ihesourei-
ro desta lotera ilectara pelo presente, uno semelnan-
tedia hoinille.ravel, t*qiie porUtlto as .litis rodas
correriio, sbm a menor falla ou cstorvo, a 16 desle
mez.
O Sr. douior Lonrenco Bezersa
Carneiro ra Cunlia queira ler a bonda-
dede dirigir-sc ra do Cabug loja
n. 6, a negocio que Ihe diz respeito.
Furtarai, da casa do abaixo assignado pe-
las 7 horas da noitc, ponco mais ou menos do
diaprimeiro-docoiroiitc, urna carteira de viagcm,
toda chapeada do mctai coin muaicu eorivftlu
dentro da mnsma algumas carias diversos papis .
um livro, o Mez do Mara urna chapa de cobre
com o nomo do mesmo abaixo assignado, ealguns
bilhctcs do visita tirados da dita chapa : quem a
apprehender otl della der noticia na ra do Trapi-
che, u. 34, ser recompensado.
Manuel Francisco da Silva novaes.
Dao-sc 5o#ooo rs. de grattficacao,
e se nagaro todas as miis despc-
zas que se tenliain feito, a quem
dr noticia do cabocliiilio escra-
vo pot nome Vicente de seis
annos, pouco mais ou menos, sec-
co do'corpo; tem no anua duas f-
tidas de hobas, e he um tanto le-
so, por ser novato iicsta praca; le-
vou vestido camisa de algodao da
Ierra um tinto suja ; desene.-nni-
nhou-se da ra do Vigario, n. $',
aonde se poder dirigir a pesso
quesoolier, ou ra d.i Cadeia
do lecile, n. 21
Joo Vagues fabricante i
afinador de panos, na ra
do Queimado, n. 12,
recebeu, pelos ltimos navios chegados do Franca e
Inglaterra um grande sortimenlo do aviamentos de
primeira qualidade, proprios para o fabrico dos
meamos : bem como cordas, carnudas o claves. O
mesmo faz qualquer concert, por grande quo seja,
e tambo 111 alia : ludo com brevidade o perfcigflo.
~ Ausentouso.nodia primeiro do corrento, um
moleque de nomo Jos, de 14 annos pouco mais
ou menos; levou camisa do algodSozinho cajeas
de algodilode quadros ; tem
A Sra. D. Francisca Firmina Moura e Novaes v"
a Portugal, e leva em sua coir.panhia qiialrn fillios
menores e urna criada de nomn Mara, Brasileira.
-- O moco portuguez que sabe tratar de melocs e
mais hortalices, dirija se a ra Imperial, n. 79.. ,
ATTENCMV.
noga-seaos amantes da msica, com especiali-
dadeaosSrs. Ilautistas, que coneorram para a com-
pra de urna valsa pulada para llanta com aeom-
panhamentopara violilo quoacharoa venda na
livraria da praoa na Independencia ns. 6 c 8, e otn
Olinda, na ruado Amparo, botica do Sr. Soares Ra-
pozo.pelocommodo prego de 320 rs. cada exem-
plar.
O Sr. que annuncion, no Diario do 3 do corren-
to .qucreralugar um sobrado de dous andares e
lojas, no Aterro-da-Roa-Vista, ou em outro lugar
que tenha maro por detrs, sendo queira um com
rJn'J! nndares mando sotao e duas lojas com ma-
ro por dianto o por detrs, o bous portos atrs da
igreja de S.-Congalo, entenda-so com Anacido
Jos do Mondonga na mosma casa, n. 2.
~ Martins lloyer rctira-se para fra desta pro-
vincia.
--Precisa-so alugar urna preta forra, nu osera va ,
para oservigo de um bomem solteiro : na ruado
Itangel, n. 59, primeiro andar.
~ OfTeroce-so um homom portuguez para foitor
desilio ouengenho, do que tem platica: na ra
larga do Itozario, n. 52.
Manoel Antonio da Silva Molla tem canoas pa-
ra conducgflo de trastes e outros quaesqner objec-
tos, no porlo das canoas, no Recife.
1
Vcnde-seuma parda porfeita engomma- J
deira cozinheira e doceira de toda a qua
dade de ruta e que lio do muilo boa con- jj
desembaracada o hbil pa- TI
El
, e que nu uu uiuiiw uva -*>!- .i
duela, muilo desembaracada o hbil pa- Tlj
1 rareger qualquer casa do familia; una mu- ljl
ul latinl.a rccolhida, de 13 annos com princi- |
tl> pios do costura, o que he de muito boa con- Ijf]
Aj docta por ser bem educada ; 4 escVavas lie "7
H bonitas liguras, muilo mogas o com al- ,1.
71 gumas habilidades ; 4 molecoles de 16,18 e 79
Ifl 20 anuos de bonitas liguras minio habis
"PJ esom vicios; um pardo de 22 anuos, com U
principios de alfaiatc : todos estes escravos JW
\\i so veudom por prego muito cominodo na J"||
em ra do Vigario n.24, so dirquem vende. j,|
costura no bei-
quem o
goe oulra pequea sobro a sobrancelha :
pegar leve-o a Fra-de-Porta s, ra dosGuararapcs
quo ser gratificado.
TIIF.AFKO D'APOLLO.
A direegilo avisa nos Srs. socios, que tem marcado
odia 6 do enrente mez para a recita do mesmo
thealro, e assim podem mandar reeebcr os seos in-
Ihetea, que serllo distribuidos desde odia lateo
mencionado6,das 10horas da mantilla ** lal'~
de, noarmazoin 1I0 actual lliesooreiro, Jos TMXOl-
m Bastos, ma do Trapiche, n.17. As propnsus se-
rfo mandadas naquelles diaseom as formalidades
do costme, alim de serem upprovadas ate 90 melo-
da do da recita, podendo ellas ser entregues ao
mesmo thesoureiro, o ser procuradas no sabio do
liieatro al as 3 lloras .la tarde. Advertc-se que os
bilhcteslevam a data de 23 do me/, passadu, para o
qual eslava esta recita determinada.
Quem precisar do urna ama secca para todo o
servigo do urna casa, a qual be bem procedida, podo
dirigir-so a praga da Independencia, loja n 3.
- No dia 8 do corrente pelas 4 horas da larde ,
Trancelinsdo qualquer modelo, anncis, fitas
llores, aderegos, pulseiras, brincos, etc. ; ludo o
mais bem feito possivel o por prego mdico. '
O douior Casanova medico Trance/ conliua
a reccitar'em sua casa na rlia Nova, n. 7, primei-
ro audar, defronlc dooilo da matriz de S.-Aiito-
nio, das 7 at as 9 horas da mnnhila ; c depois_ dis-
to est prompto a qualquer hora para fazer visitas
a qualquer doente que do seu prestimo se quizer
utilisar.
Aluga-so a prensa do Forle-do-Mattos n. 7 ,
propria para um bom armazem de rccolhcr : a tra-
tar na ra do Vigario us. 5 e 7.
-- O abaixo assignado, outr'ora alferes do sexto
batalhflodecagadores, boje do stimo da mesma ar-
ma, tendo de retirar-se desta provincia no da 6 do
correnle mez para a cidade de Macelo, convida a to-
da c qualquer pessoa, a quem pdi ventura o mesmo
deva alguma quantia. para que seapresso em aprc-
senlar-lbe sua conta, na rqjf Nova, n. 69, 1." an-
dar, aflm de ser immdiatamentc satisfeita ; persua-
dido, todava, o abaixo assignado de achar-se quile
com aquellas pessoas com quem Iralou negocios em
todd o tmpo quo residi nesta praga
Retardo Juaquim (.orreia.
ffeiecc-se urna ama para casa do hornero sol-
teiro ou pequea familia, que sabe cozinhar o diario
da mesma cengommarconi muita perfeigao : na rita
das Ciuco-Ponlas, n 17.
PARA AS PKSSOAS QOE TKNCIO.NAM SEGUIR
VIAGEM.
Na ra do Rangel, n. 9, conlinuam-se a tirar pas-
saporlcs para dentro o fra do imperio," despacham-
se escravos, e coi 1 em-se folha,, ludo com brevida-
de o por prego muito e muilo comuiodo, do quo
j se tem dado exuberante prova 110 decurso de sete
annos.
Quem tiver na ilha de S.-Miguel alguma pro-
priedade do trras ou quintas livres desemba-
racada, quo queira vender, dirija-so a ra do Col-
legio, 11. 19.
Quem Iher para alugar um preto para lodo o
servigo de urna casa ,e juntamente urna ama que
saibaengoinmar, cozinhar e lavar, dirija-so a ra
da Gadeia de S.-Anlonie n. 19.
Perdeu-so quarla-feira 3 do correte, a noi-
te entre a roa da Cruz do Recife e o Atcrro-da
Boa-Vista una carleira grande do marroquim
meto, contendopoucos papis de nenhuma impor- de pouca familia, que saiba cozinhar o engommar :
:tui-la quem a tiver e quizer alugar, falle com Jos (.arva-
-- Nodia 8 do correnlo polas 4 horas da Urde ,
porta do Sr. doutor juiz de>rphaos no Atcrro-
da-Roa-Vista so ha de arreinar por venda, a quem
mais der o silio denominado Agoazinha em Re-
beribe cujo escripto se acha em mfo do porleiro.
-- OfTcreco-se, para ama de casa de um honicm
solteiro, ou de pequea familia, una criula for-
ra quo cozinha com toda a perfeigao : que a pre-
tender dirija-sc aobecco do Sarapatel 11 7.
Altigam-se: naTiempc una casa terrea coili
quintal, cacimba o mais commodos pava grande
familia, na ra da Soledade, 11. 35, por 12.000 rs.
monsaes; duas ditas mais pequeas na ra do Sebo,
ns. 52 e 54, por 7,000 rs. mensacs : quem preten-
der dirija-so ao escriptorio de I'. A. de Oliveira, na
ra da Aurora, 11. 26.
Piccisa-sc de urna ama para casa de bomem
solteiro : na ra cstreita do Rozario, 11. 45, fabrica
de charutos.
Aluga-se o sitio do Ca^deireiro,
margem do rio Capibaribe, com commo-
dos para grande familia: quem o preten-
der dirija-se ra do Trapiche, armazem
n. 19, a tratar com Domingos Sorianno
Gonculves Terrena.
Fuitaram do Forle-do-Maltos junio ao esta-
leiro do fallecido Jos Pinto dos Santos nOve carre-
tas de forro, do engenho. l)csconlia-se de ci-rla pes-
soa quo no dia do dcsapparecimeuto de ditos objec-
tos Toi vista e que por ora nao se declara o que se
far breve caso no Tmando immediatamente res-
tituir, depoisda publicagao dcsle annuncio. Roga-
se a todos os donos do fundicffes ou outras quaes-
qner pessoas, que"niio comprcni e ncm fagam ne-
gocio algum sobre as ruesmas carrelas ; poiapro-
testa-se contra quem lal o fizer Outro sim oiTere-
ce-s recompensar generosamente a quem as des-
cubrir, 011 apprchende-las : devendo dirigir-se a
ra da Couceigflo da Boa- Vista n. 9
CH i PEOS DE HV- L.^
Ra do Panseio"Publica, n. 5.
JofloLoubct participa ao rcspeitavel publico, que
recebeu, por estes ultimosnavios francezes, um com-
pleto sortimenlo do chapeos de sol, de seda, amis
rica e superior quaMdade; furta-cres e outras mili-
tas conhecidas, lano para homens, como para Sras
e meninos. No mesmo estabulecimenlo ha um sorti-
menlo de chapeos do sol de paninho, dos mais mo-
dernos; ditos muito grandes, proprios para bomens
decampo : tambem tem chapeos de sol.de paninho
para meninos e meninas, por serem muito linos: po-
dein-se chamar chapeos de economa. Na mesma foja
ha sortimenlo de bengalas, bengalinbas e chicotes
muilo modernos; cobre-se qualquer armagito peos de sol, com sedas de todas as cores cqualida-
des. Na mesma casa ha um grande sortimenlo de
paniiinhos trancados e lisos, imitando seda, para
cobrir os mesinos: desla fazenda se vende arelallio.
Concerla-se lodo qualquer chapeo ilc sol, por haver
um completo sortimenlo de todos os pertences para
os niesmos, com toda a perfeigao e bfevidado.
Aluga-sc una prela moga capaz para servir
omcasa de fanulia do portas a fra, e que seja liel :
as Ciuco-Pontas n. 32.
A luga se utnu pad.ria, em boa ra,
e com sullicienles commodos: quem, por-
tanto, carecer deum ta-l cslabclecimeiilo,
procure no pateo do Carino, venda n. 9,
que ahi se dir qnein aluga.
Precisa-sc alugar urna ama criolita robusta,
forra ou captiva, para cozinhar o diario d urna ca-
sa o comprar na :ua ; no caso de qu sirva se pagar
8,000 a 10,000 rs. iiiensaos; assim como exige-se
que lave alguma roupa : na ra d'Alegra, 11. 36.
Prccisa-se alugar urna osera va para urna casa
oscravas duas crioulas o urna parda a requori-
mento de Manoel Firmino Ferreira a quem as mes-
mas perteneci.
Altencao!
Para saldar o debito de urna casa, precisa-so re-
qater una lettra de 2.000,000 do ris que so ven-
ce em fevereiro prximo, assignada por pessoas
idneas e de muito bom crdito: quem quiz er fazer
esle negocio digne-so entender com o Burgos, no si-
tio da cscala quo est aulorisado para conclui-bi,
ou annunciar a sua morada, para ser procurada.
Compra.
Compram-sc os livros seguintes: grammalca
de Sevno ; diccionario grande, por Fonseca ; Tele-
maco : na ra Nova, n. 18.
Cumpram-sc, eiroctivamen te, garrafas e boti-
jas: na restilagao da 111a de S.-Rila 11. 8i.
Compra-se urna casa terrea que tenha bom
quintal, em qualquer dos hairros de S.-Antonio, ou
Boa-Vista nfo sendo em bercos e que pouco ex-
ceda de 1:000,000 rs. : na botica le Joilo Morena
Marques.
Compra-se U0) relogio palele inglez de Pin-
ta 011 de ouro : 110 Alerro-da-Boa-Yista venda
n. 2.
Compra-se urna canoa deum so pao, propria
ira transporte-, em um rio ao sul desla praga, dos
passageiros que por all transi'ain com cargas de
assucar etc. : na ra do Vigario, n. 3 ou 7.
Conipram-seoliciaes do carpina pedreiros ,
ferreiros e carpinteiros, para fra da prqvincii ;
pagam-so bem, agradando : na ra da Cruz, no Re-
cife n. 49.
Compra-se umjogo de ga inflo com tabolas de
marlim : na ra da Praia, armazem 11. 18, ou an-
nuncie.
le armazem,
vendein-se alguns
s e bar-
ricas vasias : na ra da Sc..zalla-\elha, n.
Xa loja de Jos Ifanoel **""
leiroBratfa, iiariitf do Cres-
po, a. iCesquitia (juc yira
para a riia das Crnzes,
as cambraias do soda
3^> veudem-seas mais
de
64o
480
pa
para vestido de senhora pelo barato preco
rs.ocovado;dilas do algodao mi_ilo I .1- ,
rs. ocovado de muilo lindos *****JS^ou-
seda de todas as qualidados ; manas do .,eJa ou
tras niuitas razendas de gosto.
Ral atas ,
rcccntemenle chegadas do Porto na *Jf2
fv-Sanlo, em canastros de arwiw o ,. peto m
minuto prego de 2,000 rs. cada oanast.a no caes
da Alfandega, armazem n. 1. ,
%a ra do Crespo, loja n. 12.
de Jos Joaquim da Silva
Haya,
vendem-se muito lindos chapeos para meninas,
tanto de sola como de palhinha chogados ultima-
menle de Paria ; chapeos de seda para senhora ;
cortes de crambraia do seda do neos gostos, por
reco muito co.nmodo ; cortes de vestidos do cam-
raia e cassa-chitas de ililferentes qualidadcs por
\ rodas.
restante dos bilhctcs da lotera
do tbeutro, que se comprou por conta
de unir, sociedad*, est tnicamente a
venda na botica do Sr. Joao M reir
IM arques.
Vendem-se podras de amolar, brancas, de ma-
io de S.-l'ran-
rego eonimodo:
llior qualidade que lecm vindo do rio do S.-F
cisco a rclallio c em porgfo por prego o
na ra da Praia, armazemn 18.
Vende-se um sobrado no largo do
a Ir.i-
1,000
raa ,
A
casa de
Indi III .
II
Pl
lll'.l
pregosbaratos; ditos com urna pinta de mofo e
seni elle a 2,000 e 2,500 rs. cada corte ; mantas de
seda e lf,a para senhora das mais modernas que
leen, viudo a esta praga,;. 5,000 rs cada urna ;
mantas e chales de seda de varias qual.dades c ba-
ratos ; alpaca preta a 800 o 1,600 -
panno do lnbo, a 400 rs. a vara;
eezas e elsticas para caigas a a.OOO rs
fustes-; solise velludos para collelo [
muito oni conta ; bem como um sort.ment de ou-
tras multas fazendas que so ve.idem pelo harato
-- Vendem-se superiores velas do carnauDa ,
alvas c bem relias, de 6, 8 o 9 em libra, tanto era
porgocomo a retalho, por prego commodo : na la
do Rangel, n. 17
CERA DO RIO-DK-JANFIRO E DE LISBOA.
rs. 0 covaJo ;
casimiras fran-
o corte;
collelo por prego
V
em p
ende-se completo sortimenlo mais barato Jo que
parle adunia, por liquidagf.o : na ruada Sen-
zalla-Vellia, annazein, n. 110. ...
Vende-se um mulato mogo com principio de
pedreiro e bom cozinheiro, por prego commodo :
na ra do Trapiche, u. 34, torceuo andar.
Pecliincha na loja do nicho.
Na esquina do i.ivramento, loja do nicho, ven-
dom-se novas p.iiicezinas de vanos midrOes c ex-
quesltos gostos, a 12.00( rs. o corle; dita lxa o ur-
norescom yara de largura a 320ra. o corado;
liscadinl.osemcassa, com l.stras de seda a 360
rs. o covado ; lencos proprios para meninos a 40 ,
ancia : quem a livor'achado e quizor restito
dirija-se a ra da Cruz nr 2, que ser recompcn-[lho dai_Costa, no Recife, ra do Trapiche, casa n. 30,
sado.
defronte do caes da Lingoela.
Terco, 11. 36, em chaos -proprios :
tar no mesmo sobrado.
Vende-so sal do Lisboa, lino c alvo,
rs. o nlqueire da medida velha : na ra da
armazem n. 18.
Venham, bando
ossapalOes de bezerro para bomem obra boa, a
1,280 rs. : no Atcrro-da-oa-Visla, loja 11. 78.
- Vende-se um rico sor limen'o
defroco.s de todas as cores, clie-
(jados de prximo: na loja de
Maya Ramos & C,na ra Nova,
n. 6.
Vende-se umarniazum muito grande c novo, na
ra de Apollo, n. 32, em que os Srs. llego & Compa-
nhia lecm osen eslabelecimento : a tratar na mes-
ma ra com Manoel Antonio da Silva Molla e para
tomar informagoes com oSr. Josfioncalves Torres.
nodas francesas de ftl. Mil-
no Aterro-da-Boa-Vista,
, i, primen o andar,
recebeu pelo ultimo navio viudo de franca, um
grande sortimenlo do chapeos de palha do Indas as
Dualidades 0 da ultima moda, para senhora e meni-
nas ; bonetes e chapos de palha da Italia, muito
alva para meninos e meninas; um completo sor-
timenlo de lilas ricas e elegantes e de bico verda-
deiio o milanto ; collarinnos e camsinhas borda-
das para vestidos sfogados o de monlaria ; chapeos
le phanlazia, para senhora ; vestidos bordados para
bailes ; ricos filos bradeos. de linho, bordados e
lisos; tiras o eiitre-meios bordados; cinturas e
gravatinhas do lilas com franjas para senhora ;
cambraias bordadas; filos do seda preta bordados
para mandlelas visitase maulas; creps; cam-
braias jacomis ; flores ricas e sedas de boas qualida-
des e de todas as ceros para chapos de senhora
M. Millochau faz sempre chapos c vestidos de se-
nhora da ultima moda e por prego rasoavel.
FRKSQl'INIIO.
Chcgou polo brigue ttom-Jesui, viudo do Rio-de-
janeiro, urna remessa do superior rap grosso e
meio-grosso, da fabrica de Estevflo Casse. Os dig-
nos freguezes enconlrarflo no deposito.da ra da
Cruz do Recife, 11. 38, a quantidade o .sortimenlo
quequizeiem. Osen prego he ja sabido 1,280 rs.,
scndo'dc 5 libras para cima.
Vende-se urna mulata de bonita ligura, de ida-
de punco mais ou menos de 20 anuos, com muito
boas habilidades : quem a pretender dirija-se a ra
do Livrameulu, 11. 34.
80e 120 rs.
Vende-se
amarella
cera de carnauba; dita
por prego commodo em porga., e a ntjal^MflM
da Cado.a-Vclha n. 1, venda de Jos l.ongalves ua
Fonle,
Tapioca.
Vende-se muito superior tapioca vinda do Ma-
r 11I1A0 pelo brigue*Aur, por prego muilo em
conta : no caes da Alfandega, armazem n. 1.
__Vendem-se' bervillws muilo boas o propnas
para semear, por seren muilo novas: na ra da Praia,
11. 20.
- Vemle-so fio de vela ; pregOB caixacs, de 17 II-
iras cadalmineiro ; machados de 3 i libras.; pan-
to de linho ; coei.os de algodao ; botOes pelos de
indo do Porlo : mercurio doce,
Dr
nc
osso: Indo do Porlo : meieurio
em caixinbas de 3 libras; velas de cera de Lisboa,
em caixotes pequeos do bom sortimenlo : na ra
da Cruz, no Recife, n. 51, primeiro andar.
Casimiras elsticas e finas, a
7?000 rs.
Vendem-se superiores casimiras elsticas finas e
de corea, pelo baratissimo prego de 7,000 rs. o cor-
te de caiga. Esta fazenda lio recommendavel pela
sua qualidade tanto em fazenda como em goslos ,
por serem os mais modernos; casimiras prctas ,
superior fazenda por serem muito linas a 2, 3 o
3.500 rs. o covado : iva ra do Collogio, loja n. 1.
-Vende-se essencia do aniz estrellado, superior,
em garrafas de 23oncas, por prego commodo: n
ruada Cruz ,^10 Recito, II. 18, segundo andar.
U BARAJEIRO.
a nova loja da roa do Cres-
po ao p do arco do S-An-
loiio n.4, de aicardo Jos
de Fritas Itibcno,
vendem-se chapeos de creps para
s. ;-ditos de seda, os mais modernos que teem vin-
lo 112,000 rs. ; os mais modernos chapeos do
francezes para bomem, a 7,000 rs.; um 110-
imento de cambraias escocesas ecasassuis-
para senhora a 4/
d(
massa
asfdo'wriM BMuTsTVendo una vara de la.rgura .
e de cores muito lixas a :20 rs. o covado; corle
de fustflo do gosto moderno, o de cores fixas ifflff
s. ; minio ricos chales de seda muito superiores e
grandes, a 12,000 rs.; chales do garga tecidoa com
Kl*e". multo lindos, a 3,200 rs cada um;
um novo e rico so, lmenlo de lencos dMBda ed se-
lim lavrado de cores multo lindas, a 2,000 o 8,500
rs inteiros ; ricas mantas pan grvalas de ho-
mom com ricos lavles I 2,000 rs. isto he pe-
cliincha ; cortes de gorgorito de seda para collete ,
muito riros.a 3,5o.) rs. Igualmente ha um sortimenlo
de chitas linas o de cores lixas a 120 c 210 rs. ;
covado ; cortes do cassa de cores fixas a 2,j60 o
3,0:111 rs, ; ditos do cafhbrala branca e de cores ,
para bailes d 1,800 al 7,000 rs.
Loteaa do Uio-cle-Janeico.
Vendem-se bilheles e meios ditos da torceira lo-
teria a beneficio do convenio de S.-Antonio : na ra
da Cadeia, loja de cambio, n. 38, de Manoel Comes.
Vendem-se boas laraojas, a 240 rs. o cont ,
e a retalho a 6 por um vintn) ; no porto da ra No-
va em urna canoa.


MTA
V
I
'
'
A.
- Vende-so um terreno rom 117 palmos do fren-
o o 89 ditos ilo fiimlo um eslado 'le so edificar ,
or nlo precisar atorro em rujo terreno poilern-se,
."azor t'os opliinas moi'aaoi.s, sito na ni. ifo Pi-
lar em Fra-dc-l'ai tas do lado da mar grande
na mesmn na, pateo do Pilar, n. II, das f> as 8 ho-
ras da manlia.
Vendem-so bengalas grossas, llngindo canna da
ln>lia polo diminuto proco de 480 rs. cada urna:
na ra da Cadeia do Recito loja do miudezas, n. 9,
de Antonio Lopes l'ereira de Mello
--Vendom-se chapos de palha americanos: om
casa de L. G. Ferreira & Companhia.
ACEXCIA DA FUNDflCAO'DE I.OW-MO0R.
Na ra da Senzalla-Nova, n. 42, contina a hav6r
,i.n completo sorlimento do moendas e machinas de
*apor para engenhos de assucar : bem como tai-
xas de ferro batido e coado de todos os tamaitos :
tildo por proco eommodo.
PaOtassa.
Vende-se a verdadeira e superior po-
tassa da Hnssia a mais nova que existe
no mercado : na, ra da 'Cadeia do tHeci-
e, armazem n. ia, de Baltar & li
gommn coso chita e faz todo o snrvico de urna ca-
sa ; una orinla do 26 annos com habilidades que
se dirflo ao comprador: na ra das Cruzes n. 22 ,
segundo andar.
TRASTES NOVOS E QUASI NOVOS.
Vende-se urna grande porgan de cadeiras de oleo
edo pnlhinha ; ricos sophs de angico marquezas,
armarios, mesas redondas e clsticas, camas, ote.:
lamhem so vendem alguns escravos escolhidos, por
prego eommodo : para ver o tratar,'na ra da Ca-
deia do Rccife, loja de miudezas, n. 19.
Vende-se um preto de naci, do 40 annos, do
bonita figura por ser muito corpolento : nio tein
vicios nem achaques : vende-se para comprar urna
prela ou tambem so troca na ra da Concordia,
passando a potezinha, a dirolta, segunda casa ter-
rea.
. Vende-se urna preta crioula, de muito boa fi-
gura que cose e engomma com perfeigOo faz la-
varinto e renda muito bem, cozinba, laz lodo o
servico de sala be recolhida e temj20 annos : na
ra da Trempo, n. 1, de mandila at as 9 horas e
de tarde das 3 em vante.
iveira.
Pannos finos.
Vendem-se superiores pannos finos, a prora (le
linulo preto, a 3,000, 4,500,5,500 e 6.500 rs. ; di-
to azul, a 3,000 rs. e muito lino, a 4,500 rs. Estes
pannos sita novos o pela sua baratez, allende ndo
a sua boa qualidade, tornam-se recommendaveis.
Na ra do Collegio, n. 1.
Vende-se urna morada de casa de sobrado, sita
na ra do Amorim ti. 31 em chitas proprios :
a tratar no pateo do Carmo. com Flix Francisco de
Souza Magalhilcs.
Vendem-se os seguintes escravos ,
de muito boas figuras sem virios nem
achaques : dus pretas e urna parda de
20 afinos pouco mais ou menos que sao
lavadeiras e costureiras; 3 pardos ili
mesma idade, entre os quacs um lie botn
sipateiro e outro alf'aiate e todos pro-
prios para pagens ; um moleque de n
annos ; um pardo de 14 a ii annos ; um
mu itinlio de 7 para 8 annos proprio
para andar com enancas: na ra do Cres-
po, loja n. 2 A, se dir quem vende.
Na loja nova da ra do Quei-
mado,n. II A, de Kaymuu-
(o Carlos Lcite ,
a 00 rs
a vara do-optimo panno de linlio do Porio as pecas
sao do 18 varas c meia ; dito de 25 varas, a 600 rs. ;
guardanapos do puro linho a 800 rs. ; fazenda do
norte propria para colletes jaquetas ti ele, locido
de seda e linho ; mcias de linho as mais finas que
teem vindo ao mercado.
Vende-sc. ou Iroca-se por casas nesla pragu, um
terreno com 412 palmos de fretitee 150 de fundo,
sito por detrs do covento do Carino : a tratar com
o seu proprietario no Manguind segundo silio
depois da capella de S.-Jos.
Casa da F
na rua estrrita do IVozwrio, n. ti.
Nestc estabeleciment acham-se a venda as bem
acreditadas cautelas da lotera do theatro publico
desla cidado cujas rodas andam no dia 16 de no-
venibro. O cautelisla espera que os seus freguezes
concorram a comprar o resto das ditas cautelas,
as quaes se esperan) boas sortcs, pela cxcellente es-
culla que so foz dos nmeros para seren divididos
em cautelas. A ellas que sao poucase boas. Presos
os do costumo.
Vendem-se 5 pretos do boas figuras sendo
dous carreiros o vaqueiros o um carpina ; um mo-
leque e um moleciio para lodo o servico ; la mbores;
rodetes; coldeiras c aguilhOcs anligos : no m da
rua da Aurora, n. 4.
Nalivraria da rua do Crespo, n. 11, vendem-se
Telemacos novos o usados; grammatica portugue-
za de Serene: ludo por prego eommodo.
Cartas para volta-
rete,
a me I h ores e mais baratas : vendem-se na rua lar-
ga do Rozario n. 24.
Vendem-se dous casaes de rolas nsticas de
Ilamburgo, polo diminuto preco de 1,000 rs. cada
casal: na rua da Senzall-Volba n. 70, primeiro
andar.
Cdristophers & Donaldson anda teem para ven-
der, de seus bem condecidos e superiores vindos :
ago'urdcnte cognac', em cascos e garrafas ; corv-
la : tambem vendem 2 pianos inglczes ja afamados:
na rua do Trapiche, n. 40.
Bclmiras.
W1 de novos gostos; chapeos francezos da ul- 1/
rjgfe tima moda jeoutras muilas fazendas li- /gjiL
"'^*r nas: ludo por menos preco do que em 011- ful'
lilla do Qneimado,n 10 ,
nova loja de sirgueiro.
Lima
rende uniformes militaros, para todas
as patentes de legiOo cavallaria o in-
famara da guarda nacional; galOes de
ouroeprata; ospadas pratoadas, com
roca e sem ella.
Vendem-se 6 escravos sendo: 4 da 13, 16, 18
o 22 anuos de bonitas figuras e que sflo proprios
para o scrriQo de campo ou mesmo da praca ; urna
linda e elegante mulatinha de 18 anuos, quoen-
Vondem-sc superiores cortes da fazenda ora
denominada belmira para vestidos de senhora ,
pelo barato prego de 4,500 e 5,000 rs. o corto. Esta
fazenda he nova e do muito sublimes gostos, sen-
do as suas cores mu aprociaves por serem cor do
lirio, rosa o perola. A clles ,' antes que se acabeni.
Na rua do Collegio, loja n. 1.
/..Olera do lo-de-Janeiro, a be-
neficio do oovenlo de S.-Anto-
nia da corle.
Vendem-so bilhetes desla lotera em casa do J.
O. Elsler, na rua da Cadcia-Vclda n. 29.
Uvas, amcixas e passas,
ludo novo, chegado ltimamente e de qualidade
superior : no armazem de Das Ferreira no caes da
Alfandega".
Vende-sc urna escrava crioula de 24 annos pou-
co mais oq menos, emais alguns eseraros cora
algumas habilidades : na rua do Rangel, n. 75.
i\a lija nova mado, n. II A, deltaymiin-
do Carlos Leitc ,
acha-soum novo sortimentodo pannos linos de todas
as coros e qualdades ; chapeos francezes da ultima
moda ; um completo sorlimento de fazendas finas
c grossas, por preco mais barato do que em 'outra
qualquer parla.
l9
0
O
A 160 rs. ocovado.
m
o
m
Riscados francezes, a 160 e 200 rs. o co- "
vado ; damasco de algodilo, a 640 rs. o co-
vado; cobcrlas de dito muito largo, a *
3,500 rs. cada urna; meas casimiras, a '(
9,2*0 rs. o corle ; ditas elsticas, a 2,500 o ^
3,000 rs. ; panno fino de todas as cores, a ($
4,000 rs,; cortes ilo cassa-chita do bous
'' gostos a 2,500 e 3,000 ; novas casimiras
elsticas, de bonitos padrfies; cortes de
chila o mais lino possivel; cortes do cassa
do padrOcsmuilo modernos ; alpaca mui-
to fina ; dita de cordita o de varas cores ;
cortes do panno bordados para snalos ;
novo sorlimenlo de corles de cassa-seda
m
covado; esguita muito fino, a 2,000 rs. a vara ; bre-
lanhH tina, a 800 o 1,000 rs.; sarja preta bospanhola,
i 2,000 rs.; setim preto, a 1,000 rs. o covado.
Va loja nova da rua d Quei-
mado, n. 11 A, de Raymun-
do Garlos Leile,
acha-so um novo sortimcnlo de lindas mantas de
seda a 4,000 rs., tendo tambem do 2,000 10,000,
16,000 e 20,009 rs. ; luvas para senhora de trocal,
ultima moda em Lisboa ; meias cias n. 10 a 5/
rs. a duzia.
Vende-se excedente vinlio tinto el
inanco de Bordeaux em caixas de du-
zia : na rua da Scnzalla-Nova, n. i38.
Vendem-se os superiores charutos fama-vda ,
regaa de S.-F!ix cigarros de la u.iv.ma no
plusiillra, primores, marca de fogo, o nutras mu-
tas qualidades, por preco eommodo : na ora fa-
brica da rua estreita do Rozarlo n. *5l
Na loja da rua do Qneimado,
n. 1 de Gaspar Antonio VJ-
cira Guimaraes ta& Gompa-
nliia,
existo um completo sorlimento do ricos cortes do
prineczinas o cambraas de seda com palmas do cor
ricos chales o mantas do seda escocoza, do melhor
gusto que tem rindo e por preco mais eommodo
do que cm outra qualquer parte, pois he o cos-
tumedesla loja.
Vende-se superior panno de algodo da trra :
na rua do Crespo, n. 23.
Vendem-so na rua da Cruz, n. 26, 3 escraras
boas, com algumas habilidades; duas lindas mole-
cas de 12 annos ; tres escravos ; sola ; couros miu-
dos ; bezerros ; esteiras ; sapatos e botins; sebo e
cera de carnauba.
(i tu
L. Vende-se urna parda de 30 annos, com um J
Sk filho muito lindo, de9 annos : a parda cose, ?S
3 faz lavarintoe doces, engomma e cozinha : jfj
u na rua das Larangeiras, n. 14, segundo andar, jj
Vendem-se, na rua do Trapiche-Novo, n. 6 ,
14 escravos, sendo : duas negrinhas de 10 a 12 an-
nos ; 4 moleques de 10 n 16 annos, 4 mulatinlios de
8 a 14 annos; duas pardas coslureiras, que co-
zinham o diario do urna casa; 2 pretos de 35 an-
uos milito proprios para o servio de campo : to-
dos se vendem por preco eommodo, por son dono
se retirar para fra da provincia.
trinara para um cavado, muito bom po-
co, o quai admittenora, todo clieio dear-
voredos novos : a tratar na mesma estra-
da com Joaquim d^Oliveira e Souza.
Tintas d'oleo
cm latas pequeas, vendem-se no armazem de/Kal-
Uniann . Charutos de Havana
em caixinhas de 100 e de 250 ltimamente cliega-
dos, vendem-se no ,armazem de
senmund n rua da Cruz, n. 10.
Kalkmann & Ro-
Escrayos Futidos.
Ausentou-se, ha dias, da casa de seu senhor, o
cscrawo Joao pardo trigueiro de 1,5 a 17 annos,
cara grando, olhos regulares, borfs dentes; bem
condecido por andar frequentementc fardado: quem
o pegar leve ao Mondego. a seu senhor Luiz Go-
mes Ferreira quo recompensar generosamente.
Fugio, no dia 26 desotombro prximo passado,
doengenhoGindahy, da comarca do Rio-Formoso ,
um escravo cabra de 22 annos pouco mais ou me-
nos de nome Pedro baixo grosso e vermolda ,
cabellos pegados, falla branda o descansada meio
cangoetro no andar sem barba ; lovou calcas
azues, de lindo o camisa de algodozindo eda-
po de palha e bafita encarnada ; desconlta-so que
fugira para o serto por tor sido do Ico : quom o
pegar leve ao dito ertgondo Cindady, a seu sendor,
Francisco Esteres de Mello, ou nesta cidade do Reci-
fe, a Jos Antonio Basto, na rua da Cadeia,que grati-
fica ru.
-- Fugio, na noito do27 do passado, do bordo do ,
patacho Dout-de-Agoilo, um escravo marinlioiro de
nome Luiz crioulo, de 30 annos poco mais ou
menos, altura regular, magro, cor bem preta ; tem
sgnaos de boxgas ; lerou calcas e camisa de zuar-
te azul, chapeo de bata, o igualmente urna por-
crfo de roupa usada; provarelmenle j ter muda-
do de tragos. Roga-se as autoridades policiaes c
capitaes decampo, que o prendara e lerem-no a
bordo do dito patacho, ou a rua da Cadeia n. 45 ,
que serlta gratificados.|
Attenco!
sem-
I
o
i
por menos preQo
Ira qualquer loja : na rua do Qneimado
loja nova dJ casa aniarclla n. 29
Vende-se urna morada do casa terrea sita na
rua Velha, n. 24 : na rua da Concordia, a tratar cin
Jos Antonio Corroa Jnior.
Luvas de pellica,
Afianca-se as boas qualidades destas luvas. liado
todas as cores tanto para hornera como para se-
nhora. Vendem-se mais em conta do que era ou-
tra qualquer parte. Na rua larga do Rozario, n. 24.
Sao de patente c smente se
vendem no terro-da-Boa-
Vista, loja n, \ 8,
excelleutes bonetes do verdadeiromarroquim, pre-
tos e cor de ganga de modelo muito engranado ,
obra franceza cujo gosto pode ser bem avahado
vendo-se a fazenda forrados o com inissnas pa-
las envenizadas ; c sao t.1o decentes, que pdem ser
usados por qualquer personagem : para meninos ha
igualmente bonetes de merino do cores bordados
e tambem de cxcellente gosto.
Ladeo as a polka, a f 000 rs.,
vendem-so no armazem do Guimaraes no caes da
Alfandega o em casa do J. J. Tasso Jnior na rua
do Amorim, n. 35.
AO BOM GOSTO PARA A FES-
TA DO NATAL.
Na nova loja do Passcin-Pn*
blico, o. 19, de Manoel Joa-
quim Pascoal Hamos ,
vendem-se cortes de casimira franceza, a 3,000 rs.;
brins do quadros e de listras a 1,200 rs. a vara ; di-
to branco de puro linho a 1,600 rs.; manas de se-
da de hontos padres a 9,000 rs. ; chales de seda ,
a 2,500 i 8,000 rs.; paiiHO iuo preto, a 5,000 rs. ;
dito azul, a 4,500 rs. ; chapos de sol, de seda preta
o de cores, a 7,500 rs.; lencos de seda para grvala,
a 840 o 420 rs. ; ditos a 1,440 o 1,600 rs. ;*ditosde
rctroz da ultima moda para senhora, a 3,200 rs. ;
cortes de cambraia a 3,000 rs ; dita, a 800 rs. o
covado ; chitas muito finas a 280 320 e 400 re. ;
riscados francezes do bonitos padres, 200 rs. o,
DEPOSITO DE CAL V1RGEM.
Na rua do Trapiche n. 17, ha
pre cal virgein de Lisboa, em harria pe-
queos, e ltimamente chegada mili-
to superior e por preco rasoavel.
Vendem-se caixas de cha hysson, do 13 libras,
em porcOes ou a retalho ; caixas de velas.de es-
permacete de 5 e 6 em libra : na rua da Alfandcga-
Velha n. 36, em casa de Matheus Austin & C.
Vende-so urna venda na rua de S.-Francisco ,
ao p ita palacete doSr. Eiras coni poucos fundos,
e commodos para pouca familia, a qual he situada
em muito bom local o por isso tora boa freguezia
para a Ierra : a tratar na mesma venda ou na rua
larga do Rozario em casa do Sr. Manoel l'ereira
Le 111 os.
Vende-se a bem condecida venda da rua Im-
perial 11.145, por seu dono ter de ir a Portugal:
adverte-se que tem a armacita a seu faror, por ser
excusado compra-la: a Iratar na mesma renda.
Salsa-pai rillia
de superior qualidade, edegada ha poucos diap
pelo hrigue-escuna laura vende-se no armazem
de Kalkamann & Rosenmund, na rua da Cruz, o. 10.
Vende-se uroito de trras proprias com vaw
rios arvoredos de fructo casa, doa cacimba, nod
lugar d"Agoa-Fria de Beberibe; cujo sitio foi do fal-
lecido Jeronymo Jos Martins : no palco da igreja do
Pilar do lado esquerdo casa n. 181 ou no car-
lorio dos orphaos se far todo o negocio.
= Vende-se a pallara das Cinco-Pontas por pre-
co eommodo ou d-so interesse a qualquer pessoa
capaz, que seja hbil para tomar conta della : na
rua Direila, a fallar com Manool Joaquim Soares.
Veidcm-setoalhas de ricos lavarintos ; ditas
de cacunde ; panninhos de barba fronhas o bicos :
na rua larga do Rozario, n. 27.
Vende-se .una carroca nova derious bois para
carregar pipas por baixo a qual anda nita foi ser-
rda : na r ua do Pires na Boa-Vista n. 3.
Vende-s um carallo bom esquipador; uro
moleque de oito annos, por preco eommodo por
seu donse retirar par fra da prorincia : nas Ctn-
co-Ponts, n. 91.
Vende-se urna escrara de 25 a 30 annos mui-
to sadia propria para o servico de campo por pre-
co eommodo : na rua Direita confronte ao o i tilo
da igroja do Lirramonto venda n, *.
Vcndem-se saccas com ralho com 5 quartas,
a 4,000 rs. ; arroz de casca ,a 3,200 rs. o alqueiro;
una escra va cabro, de bonita figura com habi-
lidades : na rua da Cadeia de S.-Antonio, n. 19.
Vende-se um sobrado de-dous andares e s-
lita n. 2, silo no principio da, rua Direita : na rua
Nova, 11 *8.
Vende-se um excellente jogo de diccionarios
inglezes por Vieira grandes volumes novos e
ultima edicto, por 27,000 rs.; o Guarda-livros
moderno por 7,000 rs.; Salusto traduzdo ao p
da lettra, por 600,000 rs.; Taboas de logaryllimos,
por 2,000 rs.: no Aterro-da-Boa-Vsta, loja n. 78.
Vinlio de Gliampanha da
marca cometa,
vende-se no armazem de Kalkmann & Rosenmund,
na rua da Cruz. n. 10.
Vidrps para espelho,
de varios tamaitos, vendem-se no armazem de
Kalkmann & Rosenmund, na rua da Cruz, n. 10.
Vende-se um'sitio na estrada dos
AiTlictos, com boa casa de vivenda, de
pedra ecal, com soto, cozinha fra, s-
Fugio, no dia 25 de outubro prpximo passado,
da casa de Manoel Antonio de Azevcdo a sua es-
crava de nome Benedicta crioula, do [estatura
baixa grossa do corpo, dentos limados; temos
peilos desproporcionados a sua Idade; representa
ter 16 a 18 annos ; lerou dous restidos, um de chi-
ta-branca com ramos miudos e otro do riscado
azul imitando chila ; tambem lerou panno da Cos-
ta j usado; consta ter andado na estrada do Man-
guinho at a Ponte-de-1'cha e tem sido vista do
noite em algumas rendas do bairro da Boa-Vista.
Roga-se as autoridades policiaes e cap tiles decam-
po, que apprehendam e levem-na ao Aterro-da-
Boa-Vista loja de fazendas n. 10, ou ao sobrado
grando da Soledade, que se gratificar generosa-
mente.
-- Fugiram na noito do dia 2 do porrenle, do 11
p retos, ambos de nome Cnetano : um he fulo re
prsenla 20 annos; he baixo e gordo; tem os nes in-
citados ; levou camisa eccroulas de algodo da Ier-
ra um sacco do estopa voltio e sujo do tinta : o
outro representa40 anuos; tembem levou camisa
e calcas brancas bastante sojas e 1 surrflode con-
ro do cameiro. Queraos pegar leve-os a rua da Ca-
deia-Velha n. 33, que ser recompensado.
Contina a estar fgido, desde 1836 o cabra
Joao, que dizem ter mudado o nomo com o titulo do
forro ; he do altura regular, do 36 anuos, com uns
pannos pelo rosto, sem barba caheca comprida
para tras ; usava d brinco na orelha ; tem os dentes
abertos; he bastante desembarazado na falta, bem
como para todo o servico de campo; he carreiro;
tem um defeito em a unha do dedo grande do um
p. Roga-so as aulhoridaecs policiaes, ou pessoas
particulares que o apprehendam e levem-noa rua
da Madre-de-Deos, 11. 34, casa de Antonio Annes Ja-
come Pires.
Fugio, no dia primeiro do crrante o preto
Constantino de 19 annos estatura regular, bs-
tanle i'olbrcado ; falla-lhc um denle na frente ; tem
falla despodida; costuras trabalhar de pedrei-
ro ; e he de naco .Mozambique : quom o pegar lve-
os rua Imperial, n. 67, a Vicente Thomaz dos San-
tos que dar boas a I viraras.
Fugio, no dia 3 do corrente, um preto Cacan-
ge), de trinta o tantos annos ; ho bastante preto ;
teroslo comprdo ; do lado .esquerdo sgnal de
urna fstula ; tem os pos bastante grossos c alguma
cousa torios pai'a dentro ; sabio para vender pilo
na freguezia de S.-Antonio do Recite; lerou caigas
de algodita trancado azul e camisa de algodoznho
branco: quem Opegar lve-oa rua Oireita, n. 69,
quesera recompensado.
Fugio, no dia 23 de outubro do correle auno,
o preto Joaquim, crioulo, bastante preto de altu-
ra proporcional secto do corpo bem parecido ,
rosto secco, pouca barba, bocea pequea, nariz
um tanto tino, ps e mitas um tanto grandes, e
com deiiionstraccs do achaque denominado liga-
do de formas que toin a pelle por cima das mlos e
psdifferente das mais partes do corpo; tem urna
pequea cicatriz em urna das faces do rosto ; he
bastante ladino e sabe mal ler e cscrerer. Esto es-
cravo he natural do Rrejo-d a-A rea e ltimamente
foi escraro do lenente-coronel CypriannoLopes Cal-
rilo, da villa do Acary, no serlta do Serld. Roga-
se as autoridades polioiaes o capites de campo ,
que o apprehendam e levem-no. a casa de Manoe/
Jos Gongalves Braga junta ao arco de S.-Antonio,
que serSo generosamente recompensados.
-- Fugio, no dia 17 do mez.passado, o preto Joa-
quim do nacfiu Calabar, do 48 a 50 annos, cor fula,
beicos grossos, bocea grande nariz chato e largo ;
j tem alguns cabellos brancos ; intitula-se forro ;
heolcial de carjiinteiro ; j estere 110 Catuc em
1817, epor issojulga-su ido para la: quem o pe-
gar lere-o a ruada Cadeia do Rccife, 11. 2, queso
pagaro todas as despezas.
Fugio, no dia 3 do corrente, um moleque de
nome Amancio crioulo, de 13 a 14 annos, secco.
olhos grandes denles limados ; levou camisa de
algodaozinho ja suja ,e caigas do chila : quem o
pegar lere-o ao Atorro-da-Boa-Visla n. 6, terceiro
andar.
J?ERN.: NA TTP. DE M. F. DE TABIA. i4-].J
JL


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