Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08555


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Full Text
?
Annn efe 1847.
Quarta-feira 5
f-em '
4J'>i. rs.
alindas i
2(i rs. pir
rppslice*
Daniel pat
dillerenta,
//g puMc-se todos os dias, qie iiho
,'u IM I : o prero di nti?,i1alnra he do
l>o? rniartel, nucn tft/i'iti>t'iv. Os un-
os assiLjnantes lata iaiordef ras.^o de
India, 10 rs m Ivpo dill'erenle, e as
pila 'iieUde. Os que 'o I Ten ass':;-
irto SO rs por tiin, e 10a em lypo
porcada piiblicacio.
PI1ASES DA MU NO MK' l)R NOVEHHHO.
I.un no, 8, nos bl ininulos da manilas.
Ciescente tib. a6 hora* 66 min. da uide.
I.iia chei a 12. ai 7 boiM e 44 min. da Uide
,M ii. uaule a 29, ..s 2 lioras e 2 min. da larde.
PARTIDA DOS CRRELOS.
'oiannae Parahvbas secundas ese*tas felru
Rio-(i nde-'lo- Norte quintas feirasao meio-dia
i^abo, Serinlicn, Kio-Ko'rmoso, Poito-Caloe
tlacein no I.*, a 11 e 2i de cada mei.
llar iliuos e limlo, a 8 e 22.
Iloa-Vista e Flores, a l B 28.
Victoria, s quintas letras.
I linda, todos os das.
PHEAHAB OE HOJE.
I'rimeira, l 6 horas 61 mioulo da mandan.
Segunda, is 7 doras e 18 minuto* da tarde

le Xovembro. Armo XXIV.
y. va.
t ni nsimimn
Div sr.MW v.
I Segunda. >JoJ< Festa de todos os Santos.
CAMBIOS NO DA .10 DF. OUTUBRO.
Sohre Londres'e a 28 d p. I#0nn rs. a 60 das.
Par S60 rs. por franco.
i, Lisboa 105 a 110 de premio.
Desc. de lettras de i.oas lirm.s de i_0/n ao
OuroOnrai despallleles....
Mori h , de 8ft0i> uo..
.de i oon .....
2 Terr. S. Viclorino. Aud doi doci da I.
v a .lo J. 3 Onaila 5, MaUqui. Aud. (lo I. rio eiv. da
V. e do J. de pal do 2. disl del.
1 Ouiiii-i. S. Cari s llorromeo Aud do J.de
orpti. e ilo' municipal da l.vara.
6 Set. S. 7,-.ceriaj Aud do J- doci. da I. Prala Pataccs
.dn J. da paxdo I. dist de I. P*> columnsrei.
O Saliliado. S Soero Aud do J doci.I Dllos mexicanos,
da I, t. e do J de paa do I dist. de t. I Miuda.....
7 Domingo. 8. Florencio | Acedes da comp. do Uebenbede S0f000 u.eopar
7880O a Mfnfln
Ili,*l0n a I6J4D
iSfltOn a I8|i0c
9/00 a J2"0
l|970 a 1/990
IJ9S0 a 1#W0
1/780 a l|8n0
If280 a 1/290

SAMBUCO.
i
INTEBOR.
PARLAMENTO BRAS1LE1R0.
SESSAO EM 13 DE SETEMBRO DE 1847.
ORCAMENTO DO IMPERIO.
(Conlinuacdo do numero 240.)
OSr. T'itconde deOlinda: --Sr. presidente, eu man-
dei urna emenda mesa/que poder causar algum
equivoco, e por isso quero explicar.
Eu voto pelo 46, que da ao Instituto Histrico
dous cotilos do Mis, e contra a emenda da cmara
que elevou essa consignaqUo a tres contos ; nflo
mandei emenda de supprcssflo dcslo accresccnta-
mento, porqne entendo que, approvando-sc o paran
grapho da proposta, fica rejeitada a emenda. Agora,
pela minha emenda queroque esse cont de res, que
vnha consignado de mais para o Instituto Histrico,
passe para asociedade Auxiliadora da Industria Na-
cional.
Dada esta explicado, passarei a fazer algumas oh-
servaees sobre o que disse o nobre senador por
Pernamhuco, relativamente ao conreino de estado.
He com pezar que entro nesta discussflo, mas aecu-
sacies tilo grave9 pedem algo na resposta em abono
do concelho de estado, que nflo mereca rertamente
serassim tratado prlo honrado iriembro. Suasex-
pressOes acham-se modificadas no Jornal do Comiher-
cio, creioque nflo foram bcmfolhidas ; mas, apozer
disso, como nflo sei como serflo interpretadas e com-
mentadas, sou obrigado a dar algumas explicares.
O honrado membro queixou-so de se retardaren!
trabalhosnus seccOes do roncelho de estado, parti-
cularmente o que respcila ao projerlo sobre o banco
que elle apresentou seceo de fazenda, c alni disso
censura o coslumo das serroes de se conlentarem
com dizer que as propostas quo I he sao presentadas
nflo prestan), sem se encarregarem de declarar o que
he que presta.
Sentiore, ha com efftelto tialialhos retardados na
secfo. da Fazenda ; fallo especialmente dcsta, por-
que he aquella de que o honrado membro pode fal-
lar mais como ministro que foi daquella reparllcflo;
mas permita o senado que eu Ihe lo me algum lem-
po cxpondo-lhe com clareza as causas esse retar-
damento, para que nao su faca uin juizo errado, nflo
digo s do concelho de estado mas nom de urna,
piule delle.
O honrado mombro a quem me redro, como mi-
nistro dii fnzenda, encarregou a seccao de fazenda
um projeclo sobre a cobranca dos impostos dos
corrciores. Tez-so ver ao honrado membro, cm u-
ma conferencia, que faltava base sobre que recahis-
se esse projeclo, o honrado membro reconheceu is-
so, e enneordou cm que esse negocio licasse adiado
indefinidamente.
USr. II. Cavalcanii: Reconheceu-se que a le
do orcaiiicnlo nflo trazia esse imposto.
O.Sr. V. de (/linda : -- Ku nflo entro nos motivos;
vou ao Tacto. Eis-aqui um Irabalbo retardado, mas
nflo se segu que a seceso tenha culpa disso, nem o
nobre ministro. .
Ha tanihcni um trabalho encanegado a seceflo tle
fazenda e dojustica, sbreos vencimenlos dosolll-
eiaes que servem nos juizos dos felos da lateada.
As seccOes preparaiam trabalho para a disciissno,
dei part ao honrado membro que esse iraDaino es-
ta"va promplo, mas nunca foram convidadas as sec-
cOes para se reunirem e decidircm-no. I'orlanto
esse trabalho esta retardado tanibcm ; mas nflo por
culpa das seeces, as quacs estflo promplas para a
discussAo da materia. .
OS. tt. Cavalconti: Massempre houve minis-
tro.
OSr. V. de Olinda :-- lia ou tro Irabalho sobre
cobranca de impostos c lancnenlo. Koi cncarrefca-
da a secclo (leste objecto e organisou o seu parecer:
apresentou um rclatorio longo acompanhado de um
projeclo de regulamtnto. Frito isso, appareceu um
novo projeclo. Eu que nflo concoidava nesta subs-
liluicfto, eeru nomeado relator, liz um novo pare-
cer, passei-o ao actual Sr. ministro da fazenda, en-
tflo membro da seceo; nisto o Sr. ex ministro re
tirou-se para Campos, e licou o Irabalho morlo.
O Sr. H. Cavulcanti: Mas licou um ministro cn-
c.irregadoda pasta.
OSr. V. de Olinda : -- No thesouro lalvoz se jul-
gue que esse trabalho esl retardado por culpa da
secclo, mas nflo he exacto isso.
lia lambem un negocio sobre,a Icgislaco poitu-
gueza relativa a ago'ardcotes, que comprehendia
lambem as do Brasil: entrava nisloquestflo de tra-
tados. Houve uina conferencia em quo nflo appare-
ceu accordo entre os mumbros das seccOes e-nun-
ea mais se tratou desto negocio ; mas o parecer es-
tava feilo, couie{ou-so a discutir, mas nflo se mar-
cou dia para u discussflo ; parou.
i'inalnientc, ha esse negocio do banco. Qudiido
sabio a lei que allerou o padrflo monetario, o Sr.
ex-ministro apresentou una o/iesitosa seceflo para a
execuc/io dessa lei; mas dupois em conferencia co-
nlieccu que erainuin pduco vagos, que mclhor se-
ria limitar a seceflo scus irabalhos a artigos positi-
vos que podessein ter resultado promplo. O primei-
ro objecto foi buscar a relacflo enlre o ouro e a pra-
la o que a seceflo fez cm poucos dias, e em resul-
tado disso sabio esse decreto que marca aquella re-
lacflo Quanlo ao mais. licou o Sr. ex-minislro de
aprescular irabulhos substitutivos. Apreseiitou esse
projeclo sobre o banco, para o qual foi nomeado
relator oSr. Alves Branco, e com cffeilo desempe-
nhou em mu poucos dias esse trabalho. Elle traba-
Ihava com tanto afinco que passava aos collegas o
seu trabalho maneira que o ia escrevendo, o fi-
nalmente concluio-o. Eu li-o todo c passei-o ao Sr.
Maya que linlia lambem feilo o" seu trabalho. Nisto
adtiece o Sr. Maya, e entra para a secQflo o Sr. vis-
conde do branles ; o Sr. ministro vai para Cam-
pos e morreu o projeclo. Nflo se queixe, pols, da
seceflo O actual Sr. ministro, que era relator desse
trabalho, desempenhou-o promptissimamente. A au-
sencia do Sr. ministro foi causa do negocio ficar pa-
rado.
OSr. H. Cavalcanti: Mas licou na cOrte mi-
nistro.
O Sr. V. de Olinda : Fieou, he verdade, mas de-
ca rou nfio se encarregar de objecto tflo melindro-
sos, c fez muito bem ; ou, su fosse ministro por
poucotempo, faria como elle, decidira s os nego-
cios muito urgentes o tratara do expodiente.
Eis o que ha a respeto deste projeclo. Depois en-
trou o actual Sr. ministro, eo quo tem havido de-
pois da sua entrada nflo vem para o nosso caso, por
isso nflo entro em explicacOes ; o que posso assegu-
rar he que a seceflo est de accordo com o Sr. mi-
nistro actual sobre esse negocio.
Tenho referido a historiados Irabalhos retarda-
dos A secQflo nflo tem retardado nada, tem sido
promplissima.
A outra aecusaefio que o honrado membro fez foi
quo a seceflo conlcnla-se cm repellir as ideias do
governo e nflo as substitu- por outras. Eu nflo espe-
ra va que o honrado membro dissesse fno*l
O Sr. H. Cavalcanti: Ha algunia cousa a esse
respeilo.
O Sr. V. de Olinda : He injustica ; pego-lhe que
me mostr uma consulta em que[a seceflo, rejeitan-
do as ideias do governo, nflo diga logo islo ou aquil-
lo he .mclhor.
OSr. H. Cm-ilranli : Eu iiiformarei.
Sr. V. de Olinda : Advirla-sc que ha materias
que nflo tcem subslituicflo; mas, sempro que a mate-
ria pede que se ac.a algunia cousa e que a seceflo re-
jeita a proposta, sempre propOe o que julga melhor.
(/ Sr. H. Cavalcanti: -- Alguma vez nflo se tem
feilo isso.
OSr. T. de Olinda : O Sr. ex-mir,istro mostr n
contrario. I.eia-se o parecer da seceflo sobre oscai-
xeiros estrangekos; reprovou algumas das ideias do
projeclo, mas substiluio-as por oulnis. I.eia-se o p-
recor sobre os vigas da3 alfandegas ; a seceflo re-
provou varias ideias, substituo-as, c accrcscentou
idehis novas.
O .Sr. H. Caialcanti: -- Sobre o negocio dos cai-
xeiros parece-me que nflo houve subsliluieflo.
OSr. Vitconde de U otile-A legre : Ha emendas for-
muladas.
O Sr. V. de Olinda : Sobre a proposta relativa
aos vigas, nflo so cmrndou, mas fez addilanicnlos
Eis a verdade do que se lem passadn. Creio que o
nobre senador, no calor da discussflo, nflo relleclo
bem nessas occusacOes.....
O Sr. H. Cavalcanti : Eu sustento o que disse.
O Sr. V. de Olinda : O concelho de estado est
muito cima desss accusaeOes; ellas nflo Ihe cabem.
Sr. presidente, a hora ja deu, e eu linda tenho de
oceupar-me do outros objectos; mas, comolalvez
nflo so me ofTercca outra orcasiflo de fallar, pceo ao
sonado que tenha a benevolencia de ouvir-me al-
gum lempo (apoiado). Sinto quo nflo estejam presen-
tes o Sr. ministro da fazenda o Sr.ministro da jus-
lea.....F.u quero fallar um pouco da poltica do go-
verno, particularmente quanto provincia dcl'er-
nambuco.
O governo sabe, Sr. presidente, que eu nflo nppro-
voasua marcha administrativa, e entretanto tenhb
guardado silencio. Kazer opposieflo nflo est nos
meus habitos.no meu geufo*: tenho repugnancia.a is-
lo ; mas as circunstancias do paiz sflo boje graves,
nfio posso deixar do chamar a altcncflo do governo
sobre aquella maladada provincia Alm dcsta ra-
siio, eu fui chamado lambem pelo Sr. ministro da
fazenda para a discussflo ; posto que nflo me nome-
asse, reerio-sea mm ; sou obrigado a dizer algu-
ma cousa. Nflo hanenhum dosSrs. ministros na ca-
Sil.
O Sr. H. Cavalcanti: O Jornal transcreve.
OSr. V. de Olinda : F.u poderia deixar as ir.i
ibas observacOes para outra occasiflo ; mas como s
rcslam tres das de sessflo, podo nflo baver casa, e
licar inhibido do fallar; portanlo, prosegunei npe-
zar da ausencia dos Srs. ministros.
O Sr ministro da fazenda pinta a provincia de Por-
nanibuco no melhor estado de liberdade ; .diz que o
presidenta governa s mil maiavilbas, a conteni de
lodos. Eu nflo sei se o ministerio esta engaado cm
seu juzo..... devo suppr-lhe ao menos boa fe ; mas
eu devo dcclaiar-lhe altamente que eu formo inlei-
ramente outro juizo do eslado Ja provincia. Todos
os actos do governo respiran), quanto a mim, um
pensamento de esmagar paite da provincia para fa-
xer prevalecer a vontade de outra.
OSr. Ymconcellos : --Apoiado, e em boneficio de
outra. .
O Sr. V. deOlinda : Ora, senhores, boje no es-
lado de rritacflo em que estilo os espirilos naquel-
la provincia, convelo seguir cssa poltica de barba-
ros ?.....Nflo eniro no exame de fados que compra-
va m esta minha assereflo; mas ninguera ignora que
existoni hoje duas parcialidades muito distincUs na
provincia ; e convir seguir urna norma de governo
exclusivo a favor de uma e contraria intciraiiiente a
ouira ;.....Farei urna observagflo : se o partido que
apoia o governo be o partido daordem, o partido
adverso nflo tem menos ttulos para gozar de igual
reputaeao (apoiudut). O paitido adverso ao governo-
hc um partido que tem dado repelidas pravas de or-
ilern. risla rivaldadc, portanlo, que existe entro os
partidos, que alias coneordam cm um so pensamen-
to de ordem.'de mantorem o estado actual das coli-
sas, nflo sera uma circumstancia para que o gover-
no procure, se nflo conciliar, por quo isso sera un-
possivel. ao menos nflo irrita-los mais um contri o
outro ? So o partido da opposieflo fosse um partido
anarchico, composto de bonicos desacreditados, sem
fortuna, sem saber, sem influencia na provincia, um
partido perigoso, bem ; o governo farra bem se sus-
Lentasse o que fosse da ordem e procuruse remover
o outro, aparta-lo de toda a influencia. Mas cabera
a opposieflo de Pernamhuco a aecusaeflo do desor-
ilein '!..... |)cos nflo permuta que Ihe recaa, que se
vcriOque-i aecusaeflo; quem sabe to quedeigricji-
damente ser amistada .* Dos nflo opermitta. Mas,
ser ella desordera, ou merecer ser analhemalbia-
dl pelo modo por que procede o governo ? Eu qui/e-
ra Chamar i alteneflo do governo para oque acabo
do dizer, mostrar-Uie o modo por que se governa i
provincia, expr-dhe alguns factos que elle u,flo deve
ignorar. Nflo refiro muitos que podia referir, por-
que nflo tenho documentos oliciaes, mas ilgunssflo
Iflo obvios que deviant fazer pensar a um governo
sisudo, leva-lo a olharcom utlcneflo para os nego-
cios ptibliciis.
Como se gdVcrna a provincia ?..... No concelho do
estado, na seceflo do imperio appareceu um laclo
quo parecer lalvez insignificante, mas que tem
grande alcance para um governo que quena olhar
para as cousas attcntamei-.le. Km uma villa, aca-
mara municipal chamou o segundosupplento do jiiiz
de paz para presidir s eleiccs, nflo estando impe-
dido o pnmeiro. J se ve que ha aqui urna violaeflo
da lei que nflo lem deseulpa. Ojui/.de paz nflo com-
parecen, mas o primeiro supplente apresentou-sc
na mesa para tomar a presidencia* como eslava au-
torisada pela lei, o foi repellido. Queixou-se ao pre-
sidente dessa violencia que se Ihe azia, foi desat-
lendklo ; recorre ao governo, este ichl justas as
risflee dn (|ui-ixoso, e manda repor as cousiis no es
lado em que a lei manda que estejam. Este hoinem,
em consequencia disso, requer nova qualilicaeflo pe-
la nullidade da primeira, allega todos estes factos,
dirige urna representadlo ao presidente, e este a
Bubmeltc ao governo, mas sem a mais pequea ob-
servncflo. Dcvia o presidente guardar silencio, ou
nflo Ihe cuinpiia por honra sua destruir o allegado,
mostrar que a lei nflo Mra violada cm um ponto lao
claro, tflo manifest ? Mas que providencias den o
presidente? Conlenlou-so com remoller a repre-
sen tacflo par o governo, e mais nada. Pois assini
dcixa o presidente de zelar a exeeucOo da lei, de
cuja violaeflo tem cabal conlieciinenlo? Nflo deve
isto dar em que pensar ao governo?
Anda ha outros lacios aulheulicos de violaeflo da
niesrna lei. Foram repiesenlacOes no presidente ou
pelos offendidos OU pelas autoridades que tinban
comineliido as violencias em virlude de requei'iinen-
to das parles; o que faz o presidente ? Manda que B
autoi idade cumpia a lei! Mas a autoridade quo a lem
violado nflo diz que a volou, nem o ha de dizer nun-
ca ; contina a sustentar seus actos, dizendo que
iihrnu bem. Estes factos eonslam ollicialmenle : cl-
les aeham-se impressos. E o que he que el les signi-
licain?..... Nflo dflo ellos una pequea amostra do
espirito que dirigo iseleicOes em l'ernambuco? e
emgeral do modo porque se administra a provin-
cia i' Nflo achara o governo ueste proceder do | resi-
den lo alguma cousa que llie despert a alteticflo ?
Eu menciono estes factos, porque estflo documen-
tados, para que o governo olhe para o modo por que
se tem condiizido o presidente uestes negocios, e
examine o que lem feilo em todos os mais. I'ois sa-
tisfaz-so i parte dizendo que a autoridade cumpra a
lei i1 Se a autoridade he a mesma que a viol, e nada
se Ihe diz sobro o acto que pralicou, o que esperar
de uma tal resposta do presideulo?
Senhores, devo fallar nesta conspiraco, que ol
objecto de um processo em l'ernambuco. O presi-
dente das Aagoas obrou prudentemente mandando
ominuniear so de l'ernambuco que tinlia havido
aquella revolueflo, 0 expondo-lbe que ella podia ter
ramificaeOes na provincia. O presidente das AllgOai
nflo allegou senao uma suspcila vaga, que era o es-
larem em relaeOes aniiga'vcis com a opposieflo de l'er-
nambuco algiius dos implicados nos niovimentos das
Alagas; por consequenciii nada bavia que fer so-
ngo tomar cautelas. Que o presidente de Pernam-
buco tomasse essas cautelas, que providenciasse pa-
ra descubrir sehavia essasiamilicaees na provin-
cia, bem; al ah nflo o censuro ; porm autorisar
a marcha de soosuldudos^vum nobre deputado disse
na cmara quo foram 900, e nflo o contestaran!, para
correrem fazendas sem objecto, comolim dodis-
BOlver icunioesque nflo liaviain, isto excede 08 cl-
culos da prudencia govenativa.
"O terror que dcvia incutir este laclo he fcil do
suppr. I'ois em lempo do paz couda a autoridade
por mandar correr fazendas com urna frea nuiiui-i-
sa, sem baver motivo algum, rasflo nenliuma que o
justifique? O nico argumento quo se allega desus-
peitn heoofficio do presidente das Alugas, que se
limita a dizer que os implicados na-revolueflo da-
quella provincia Unliain relaeOes com possoas de
l'ernambuco. Era islo bastante para tal procedimen-
lo? Emfin, organisou-se um processo c houve pro-
nuncia, na qual, como deve suppor-se, foram coin-
prebendidas pessoas muito rospeitaveis. W nobre
deputado declarou na sua cmara que as listemu-
nhas que juraram no processo eram taes que, ou nao
exisiiam, uram nomes supposloe, ou.que nem sa-
biam ler, porque foi preciso que tres soldados do
destacamento da polica do Rio-l-'ormoso fossam as-
signar os depoimenlos. Pois um processo tflo serio,
lao grave, s levo por teslemunhis tres soldados da
polica do Rio-Formoso? F.u creio que este facto de-
ve fazer ver ao governo que alguma cousa ha mais,
que nfio ha simplesmeute o que Ihe dizem seus ami-
gos ; e para um governo rircuinspeelo lia ah motivo
para nflo abandonar aquella provincia ao circulo os-
treto que a governa.
Senhores, I i mito-me somonte a estas observaces.
porque julgo que a provincia est em um estado de
irritaefloque pode sor perigoso; e nflo quero aggra-
vn-lo mais.
Euja disse aqu em outra occasiflo, nesta mesma
sessflo, que um movmonto qualquer, por pequeo
que seja, pode ler largas consoquencias. Eu nflo re-
cri que baja plano do conspiraeflo na provincia ;
nao, para mim isto ho'uiiia chimera. MasreceiO um
movimento qualquer, como foi o das Alagas, quo
deu occasiflo ao governo mandar para aquella pro-
vincia o Sr sonador l.opcs G*IM. Veja-so como co-
nu-eiui aquella revolueflo as Alagas. Fo-so pren-
der um tenente-coronel, este resisti, o presidente
mandn mais gente, elle prepsrou-so rom fre,
chocarani-se as duas frgas, e a consequencia foi
uma rovolucao geral na provincia, perquo bavia dis-
nosQo geral para SSO:
Eu temo, derlaro-o francamente, que ilguma cou-
r senielhanto occorra em Pernamhuco ; mas nflo
creio que baja projeclo de conspiraeflo.
OSr. ministro da fazenda, para mostrar que a ad-
ministraeflo da provincia he benigna, diz que nflo
tcem havido reclaninees, queixas ou aecusaefles.
Eu a este respeto rometto-o para oseucolloga da
jUBtica, o qual i\a enmara dos dcpulados reconhe-
ceu que nem sempre he possivel apresen ti r aecusa-
eOes perante o poder judiciario. O Sr. ministro, que
sabe muito bem dislo, anda vem allegar no senado
que nflo lia queixas ou repiesen'aees! OSr. minis-
tro em prova da liberdade deque goza a provincia
allegou a lingongcm dos peridicos, e as reunies
que so fazem para as cleiecs. Isto tanto prova que
ha liberdade, como que ella esta comprimida. F.ssa
mesma llngosgem salta dos peridicos, essas mes-
uias i ruinos podem sorconsideradas, j como lesle-
muiiho de pleno gozo c liberdade, cja como prova
do csesperacfio, c do maior grao do irntaeflo dos
nimos, como o emprego da violencia contra a vio-
lencia. Estes factos pdem lambem mostrar que ja.
se procura lanearlora o poso quo carrega sobre a
provincia. Mas, senhores, existe essa liberdade, eu
creio que existe, que nfio sera possivel sufroca-la
nos coraeOcs generosos uaquella provincia (apoia-
da$\ Os desrendentes dnquellcs quesouberam resis-
tir ao rci para melhor servirem ao re, saberflo lam-
bem resistir a oppressflo dos ministros para melhor
servirem ao imperador apoiadot). Existe com cfTeto
essa liberdade, e eu espero que as tentativas para a
suffocar nao teiihain bom resultado ; mas isto prova
acaso que nflo pese sobro a provincia a maior com-
pressfio? Nflo por certo. Por isso eu desoja va chamar
a atlencA" do governo, podir-lhc que olhasso um
pouco para aquella provincia, quo nflo ouvissosos
conselhos dos seus amigos, que ouvisse a todos.
Para justificar a conservaeflo do presidento o do
Chcfe de policil o Sr. ministro poz cm duvida se
conviril boje mudar o presidente. Eu nflo sei que
inconveniente concebo 0 Sr. ministro na mudanea
do presidente. Se se tratasse do mandar um presi-
dente de opinifio opposta, que fosse revolucionar a
provincia, produzindo nclla urna reaceflo, como se
lem frito em ouiros pontos, perigo haveria; mas
quem pedo 10 Sr. ministro que mande um homem
de opiniflo opposta;1 Mando um homem do seu cre-
do, nem se podo esperar outra cousa; mas mande
um homem:serio, justo, imparcial, quo tenha cou-
sciencia de si, que saiba o que faz, que tenha von-
tade propria. .
Ouanto ao chele de polica, o Sr. ministro refo-
rio-sc a uma pessoa cuja informaefio tmha influido
para a sua nomeaeflo. Essa pessoa, senhores,sou cu.
Com effeilo, conversando cu com o Sr. Manocl Anto-
nio i.alvflo muito anles de ser ministro, fallei nasse
magistrado e abonei-o; eslava cu bom longo de o
suppr poltico; boje, poirm, repiovo o seu proced-
ment, assim como reprovo o do Sr. ministro da la-
zenda, que eu nflo esperava que obrasso como esta
obrando. Nflo era eu amigo da maitria dos minis-
tros de -2 de feveroiro, o nflo entrava nosso numera
oSr ministro i' Entretanto nflo liz guerra a esse im-
nilterio nesta casa ? He a resposta que dou a respe-
to desse chele de polica, ou o Sr. ministro queira
(irmar-se na minha informacBo para o conservar, ou
oralenda nolar-me contradiegao entre oque disso
entflo coque digo boje. Eu abone, o magistrado,
apparece 1(1. homem poltico, com ide.asqueeu
Ihe nflo suppunba. .
OSr. I,,camellos: He una publica turma dos
Srs. ministros da fazenda edajustica.
OSr. V. de Olinda: -guando o Sr. ministro me
BB,n,a a d.scussflo, declaro que reputo esse homem
nomrsu.ocaso cu. que reputo o presidente : asua
mud nca he de absoluta neeess.dadc. Sustento a
ahonaeflo, nflo a neg nem mu envergonho de a ter
feilo Esta be a resposta que dou ao apoio que o Sr.
ministro pretenden adiar em meu juizo anterior fa-
vnravel a esse magistrado, o a coiitrad,c?So que Cal-
vez queira descubrir noque agora digo comparado
com 0 que entflo disse.
Julgo, portanlo, muito melindrosa a posicSo da
provincia. As eleiees de senadores vfio azer-se
lebaixo da influencia daquella adminislneflo; he
provavel que venbam os mesmos eleilos; mas eu di-
rei que nflo serflo nunca os oletos da provincia,
muito embora o sejam de um partido. Mas accros-
cenlarc anda, senhores, nom de um partido da pro-
vincia hflo de ser os eleilos : diga-se islo em honra
desse mes.no partido, que faz o doloroso sicriiicie
de acceder a essas exigencias, porque nao ha ni pro-






i-rf
:
i.
'f

V'nria de Pornambiioo um partido tito degradado do
senlimonto*, qi." espontneamente suhsrreva a sus
ignominia, fazendn-sc eseravo, como he preciso que
o soja, na lingoagem do honrado memhro polo Ma-
ranhflo, para que haja un tal resultado de elei-
goeg.
En, senhores, como disso, lenho guardado silen-
cio; nnw, considerando miiiln melindroso o estado
da provincia de l'ernambuco, nito pude deixar de
fajlar e do chamar sobre elle a alinelo dogo-
verno.
toMHiMMMmMaMHMM>iMnRnaBiimstfnK
PERMAMBUCO.
ELElCA PARA DOUS SENADORES.
COLLEGIO DO BREJO.
OS SUS.
VOTOS.
! ndente, de 1!>2 toneladas, capitfn Fructuoso Jos
IVrc Huir, equipngem 18, carga carne? a Ma-
noel Alvcs Guerra. Passagoiros, Rento Alvos lio
driguesTupinamb, Zcferiuo Francisco da Silva
Itrasileiros.
dem ; 23 dias, brigue brasileiro Dos- te-Guarde, de
131 toneladas, capillo Manool Jos de Azevedn
Santos, equpagem 13, carga carne'; a Jos Perei-
ra da Cunta*
KIMTAI,.
Antonio Pinto Chichorro da Cama------------------- 24
Manoel le Souza Teixoira-------------------------------- 24
Ernesto Ferreira Franga--------------------------... 24
Francisco Honorio Bezerra de Menezes..... 84 manuense Gabriel Alfonso Rcgucra," no despacho
Manoel Paulino deGouva Muniz Fc.jo------------ 24 por factura de J. Mler fr C sol. n. 1:819 : sendo a
Miguel Jrchanjo Monteiro de Andrade o/pcial da im-
perial ordem da llosa, cavalleiro da de Chriso e ins-
pector da alfandega de l'ernambuco, por S. M. o
Imperador, que Dos guarde, ele.
Fago saber que no din 3 fhoje) do correte, ao
meio-dia, porta da alfandega, so hito do arrema-
tar en. pial,- uubiiea-tres caixas coutendo i o cor-
les de cassa Imada o estampada, para vestidos ;
189 ditos de dita e 60 pecas coiri 2:084 varas do dila;
ludo no valor de 1240,000 rs., impugnado pel a-
ta antes manda-las averhar, sendo para isso sufll-
"icnto que remeltam ao abaixo assignado o bilhele
le traspasso que lhes passnu o oncarrogado da li-
i|uidnc.lo da referida oxtincta companhia.
O secretario da companhia de Reberibc,
. It-nto Jos Fcrnandes Barros.
Manoel Rarbosa da Silva------------------. _
Bario da Itoa-Visla---------------------..______
ViscondedcCoiauna-----------------------------------
Barito do Itamarac-----------------------------------
Sehastito do Reg Rarros----------------------------
Francisco Ferreira Rarrcto------------------------_
Podro Francisco de Paula Cavalcanli de Albu-
querque------------------------------------------------
24' arrcmatagiTo subjeita aos direitns.
14.1
14
14
11
14
t
RESUMO da votar o dos collegios do Red fe, 01 inda,
Po-d'Alho, Rio-I'ormoso, Santo-Anio, l\'a-
zaretb, Serinhem, guarasi, llonilo, Gui-
anna, Garanhuns, l.imoeiro, Cabo e frejo.
os sus. VOTOS.
Antonio Pinto Chichorro da Gama---------------- 894
Manoel Paulino deGouva Muniz Fe i j------------868
Manoel de Souza Teixcira--------------------.____867
Francisco Honorio Bezerra de M< nezes -----------866
Ernesto Ferreira Franca --........... 865
Manoel Barbosa da Silva----------------------------------838
Alfandega, 2 de novembro de 1847.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
\hv
ll'iHOt'S.
Con
espoiideiK'ia.
Srs. Redactores. Em resposta corresponden-
cia do Sr. Alfonso Saint-marlin, inseita no Dimiode
:I0 de outubro, na qual asseverou que eu havia assig-
AVISO.
Por ordem do lllm. Sr. inspector da thesoura-
ria da fazenda desta provincia se faz publico o avi-
so publicado no Commercio do 'rata, peridico ile
Montevideo, que acompanhou por copia a .ordem do
tribunal do Ihosnuro, de 6 docorrente mez, relati-
vamente as niodus falsas de prata do meio palacito,
doze e tres vinlens, all inlroduzidas, alim de acau-
lolar-so a sua iiitioducga'o nesta provincia.
Secretaria da lliosouraria de fazenda de l'ernam-
buco, 30 de outubro de 1847.
Ignacio dos Santos da Fonsoca.
COPIA.
* Traducclto-- Aviso da pulida. Tendo noticia a
policia, queso inlroduzio na capital tima quantida-
de de dinheiro falso, cujas modas audatn em rir-
culagflo, e cotnoa policia clToctivamente reconheceu
do cobre parecen do ser de prata, seapressa a levar
sloao conhecimento do commercio c do publico
Publcalo Licraria.
OSDOUSMARQUEZF.S ,
drama em 3 actos e 5 quadros.
0 abaixo assignado previno a todas as pessoas
queso dignaram assignar para a publicagtfo do re-
ferido drama, quo podem ir roceber o$ scus exem-
i lares nos lugares em que deixaram as suas as-
signaturas. O mesino drama so acha a venda na ra
lo Crespo ,loja n. 15.
ferardo Joaquim Correia.
avisos martimos.
em peral, alim que possam examinar qualquer qtian-
nado urna escrpiura ou panel de aVrndameiitoTuali,? T"' u!i ,n" raso *e e,.,C01llr>"' nella al-
elle disso que fez madama Poirson/da Sl^'eSlflSM "' lm,ne,liatf",'e""'
t o estabelecmcntodellypolito Saint-iiiartiu & C.
I., .11!.. II- -.1.1 A**.. M-.~-l____J .. I 1 *
de cujo Hypolito sou Curador, (levo declarar quo he
falsoquanto diz Alfonso; pois que nao assignei tal
arrendamento, delle nao sei, o nem por forma algu-
nia concorri para o que diz em sua correspondencia,
e nito ser capaz do prova-lo : bom vi que he urna
artimanha de que lauca mito para me fazer suspeito
o empolgar a querida e cubicada, curatella dos bons
deseu irmfio, e que nada mais faz do que mostrar
amfcom que procedo, o o desejo inmoderado
de que est possuido; mas confio na justica dos tri-
buiaes, assim como que estas atlimanhas e falsi-
dades, longe de favorecercm, prejudicaro ao dito
Alfonso, como ho de rasan.
Por amor de minha reputacao, e para que nito
yingue o plano de Alfonso, apresso-meem fazer esta
iieelaracBo.
W. Gadault.
. ra lomar as providencias nocessarias
As modas deque se trata portenCOm a Ruenos-Av-
ros, c s*o de meio palacio, do do/e vinlens o de tres
vinlens ; as que vio a policia sSo destas ultimas
classes e dos anuos de 1813 e 1844, o toem le um la-
do a gorra da liberdade dentro de um oval que esta
no centro do duas-palmas, com a inscripgiio__Re-
publica Argentina confederada e do outro tem
um cerro sobre o qual apparece o sol, e com a ins-
Cnpg&oEterno lotivor ao restaurador Rosas
Dina das circun.slancia por que se nota a differenca
que ha entre as ditas modas falsas e as de prata de
le, do inesmo cunho, lio que as modas falsas que
ficam referidas teem o sol aobre ocerm.e no o ufen
sobre o oval que encerra a gorra da liberdade en-
tretanto que as modas do boa prata, e do mosmo
A barca portugueza Espirito-Santo sabe para a
cidade do Porto com a maior brevidade possivel:
quem na mesma quizer carregar ou ir do passagem,
dirija-se ao consignatario, Francisco Alvos da Cu-
nda, na ra do Vigario, n, II, ou ao capitSo na
praga lo Commercio.
-- 0 brigue-cscuna Amazonas segu para o Rio-
de-Janeiro no dia 4 do correnle, impreteriyelmen-
te : para passagoiros e oscravos, dirijam-se a ra
do Vigario n. 5;
Para Lisboa sahe impreterivelfflente no dia 9
do correte o brigue porluguez Robim ; a indi 're-
cebe alguma caiga o passagoiros: trata-se com o
capullo na praga do Commercio, ou com o consig-
natario iliomaz do Aquino Fonscca, na ra do
Vigario, n 19.
Para l.isba sahe, com toda a brevidade, a bar-
ca portugueza Tejo, de quo be capitSo Silverio Ma-
noel dos Beis : quem na mesma quizer carregar ,
ou r de passagem para o que tem os mais assoia-
doscommodos dirija-se aos sous consignatarios ,
Oliveira limaos \ Companhia ou ao ca pililo, na
praga do Commercio.
Vende-se a melhor barcaga quo navega nesta*)
costa do loto de 35 a 40 caixas: na ra larga do
Bozario venda n. 33.
Frota-se, ou propOe-sc carga para qualquer
dos portos do norte al o Cear a melhor barcaga
quo navega nesta costa de lote de 35 a 40 caixas :
na ra largado Bozario, venda n. 33, se dir.
-- Para o Rio-Grande-do-Sul seguo, com brevida-
de o brigue Dom-Pedro-Segundo; recebe carga e
escravos a frote e tem excelcntes commodos para
passageiros : os pretendentes dirijam-se a JoTtn
Francisco da Cruz na ra da Cruz, n. 3.
iClJOt-S.
cunho, (eem o sol sobro o oval
COMME&C).
Alfandega.
RENDIUENTODO DIA 2............ 5:750,615
Descarregam kojt, 3 de novembro,
Brigue Primavera vinhos.
Barca Mary-Queen-of-Scots carvo.
Barca -- lispuito Santo mercadorias.
Polaca Heliopolis idem.
Cera I.
813.842
Consulado.
BF.ND1MNT0 DO DIA 2.
Diversas provincias.............. "6 106
899,948
PERNAMBUCO. 2 DE NOVEMBRO DE 1847.
AS 3 HORAS DA TARDE.
IluadaCadeia do Red fe, n. 34, luja de cambio e
de corretagens de Gregorio Antunts de Oliveira.
PRECOS COR RENTES DE IIOJE.
Moiia de prata. Compras. Vendas.
Patacoes brasileiros--------
Pesos columnares---------
Ditos da patria---------------
Modas de 5 francos----------
Ditas de 2 patacas------------
quo encona a gorra,
e nito teem o sol sobre o cerro em cujo lugar (neslas
Ultimas modas) est urna cinta com as lellrns C
l>. G.R., leudo alen, disto eslas n.esn.as moda j do
boa prata lous canbOos perto do cerro,circunstan-
cias que nao apparecem perlo do cerro das modas
lalsas. O praleado das modas falsas mencionadas
bu muilo grossoe he necessario examina-las muilo
parachegar adescubtir o cobre de quo sflo forma-
das.
Conforme Ignacio dos Santos da Fonseca.
--0 arsenal de guerra compra 27 arrobas e meio
do latflo emlengol : quem dito genero quizer for-
neccr mandara sua prosposlu em caita fechada o
a amostra a directora do nicsino arsenal, at o dia
4 de novembio. Arsenal de guerra 30 de outu-
bro de 1847. Joo Ricardo da Silva, amanuense.
-- O arsenal de guerra compra 66 pares do luvas
de camurga ; 66 pares de tneias curtas de algodilo ;
71 esleirs de perpory; e urna escova para fado
quem taes gneros quizer fornocor mandar sua
proposta, em carta fechada o as amostras direc-
tora do inesmo arsenal, al o dia 4 de novembro -
Arsenal de guerra, 30 de outubro de 1847. Joo Ri-
cardo da Stlva.
O arsenal de. guerra coir.pra altha contusa,
alcacs dito, salsa-pan ilha dita, raspa do viado, li-
nhagadita em p, mostarda em p, trtaro emti-
co, tintura de opio, precipitado brand, dito rubro,
gon.ina arabia, ruibarbo em p, ipicacuanha em p.
" ditas de SHbugo.niacella, quina
rosas, llores de lili
Richard Royle far" leillo por intervcngto do
correlor Oliveira do grande sortimento de fazen-
das inglezas, todas pioprias do mercado: quinla-
feira 4 do correnle as 10 horas da manlifia no
seu armazem da ra da Alfandega-Velha.
~ Jolo Kellcr & Companhia farSo leillo por in-
tervongtodo corretor Oliveira do lindo sortimento
de la/cu.las de seda lila linho o de algodilo,
tanto inglezas como francezas : sexta-feira 5 do
"m i i-nii- hh 10 liuruH h ii.ui.utu nu ouu a'a-
zem da ra da Cruz.
.O corretor Oliveira far loilto de cerca de 450
barricas de farinha de trigo americano: boje, 3 do
correnle novembro, s 11 horas da manhita, no ar-
mazem do Sr. Joaquim Lopes de Almeida, (cai-
xeiro do Sr. Joflo Matheus) por detrs do (healro
vclho.
Avisos diversos*
Ditas de 1 dita---------------
1,970.......
1,950 ......
1,780 ......
1,600.....-
1,280 ......
640......
1,990
1,970
1,800
1,620
1,290
660
MrJdat deouro.
Pegas velhas........16,100......16,250
Hilas novas........16,000......16,100
Modas de4,000rs. 9,000......9,^00
Ongas bcspanholas--------- 28,800------------ 29,000
Ditas da patria.......38,500......28,800
Soberanos.....---------8,900......8,950
Descontos.
Compram-so lettrasde boasGrmas do commercio
prazos ale 1 \ mezes a I por /, al qualro a 1 1,8,
eate6ail/por<>/0. '
Cambio sobre Londres 27 3/4 a 28 d. por 1,000 rs.
Por procuracilo de G. A. de Oliveira
Manoel Joaquim Silveira.
balziliclo, dito de altha, dito visicalori, emplas-
tro adsivo estendido, acido ctrico, sal do trtaro
cantridas em p, fluencia de flores do larania etlio
- ..ranja, etlier
sulpburico, espirito do berra sedreira composlo le-
iitinenlo de sab;to e opio, oleo do recio, dito do a-
inendoa, agoa mgleza, labarraque, parielaria, gram-
ina.sorOlo simples, vinagre aromtico, alcool, es-
pirito do sal-amoniaco, assucar relinado, cewi bran-
ca e.n velas, panno garris, dito de Hubo, copo gra-
duado, chocijlalciras de ferro, canecos de lollias
balanca granalaria, seringa, algalias sortidas, ven-
lozas lancetas linas e hiedas : quem laes gneros
livor .la melhor qualidade, e quizer fornecer, man-
dara sua proposlaoni carta fechada directo, ia do
mesmo arsenal at o dia 3 (boje) de novembro prxi-
mo vtndro. Arsenal de guerra, 29 de outubro de
Osbaixo assigoados fazem scicnte ao com-
mercio desta praga, quo dissolveram a sociedade
que linham na leja do miudezas da rita do Cabog
n. 4, sobre a firma do SimOes & Castro, ficando a H-
quidagito, tanto do activo como dopassivoda exlinc-
ta firma a cargo do socio Castro, e o socio SimOes
sein mais responsabilidad!! alguma. I'.acife, 28 de
outubro de 1847.
Francisco Antonio SimOes.
Manoel Joaquim Dias de Castro.
--0 ;ili,ii\o assigiindo, encarregado do
deposito do rap l'rinceza-de-LisLa--
faz sciente ao respeitavel publico, que,
tendo vindo ordens posilivas do contrato
para iiSo se vender o rap fiado, por isso
'de lioje em diante e sem excep9o de
pe.ssoa, s vender o dito rap a quem
Ihe pagar vista ; o que faz publico para
conhecimento de lodos. l'ernambuco, i.
de novembro de 1847.
Antonio Francisco de Moraes.
Madama Julia Me udeblex [embarca para o Rio-
LOTERA DOTURATRO.
Tendo unw possoa, no dia 2 do corrento, compra-
do o resto de todos os hilhetes quo oxisliam por ven-
der, com a condigno do nflo sor transferido odia
marcado para o andamento das rodas ; o thesourej.
ro desta lotera declara pelo presente, quo somelhan-
te dia hn inalteravel, o q.no portanto as ditas rodas
correrito, som a menor falla ou estoivo, a 16 dcsto
moz.
Aluga-seumo cosa lerrca com muitos commo-
dos o muilo fresca sita no melhor local do Pogo-
da-Panella : a tratar na ra doQueimado, loja n.8.
Aluga-se um prcto que soja bom padeiro o fiel,
para entregar pites em vondas : na padaria das Cin-
co-Pontas, n. 30.
James Crahlreo^ompanhia deelaram ao res-
peilayel publico, qno^iespediram o Sr. I. S. Heamo
de sua casa, no (lia 2 do corrento, o nito se respon-
sabilisam por conla nenhuma delle.
v rcvcrerio j.irniir.'> Mcssias Pcixoto, ('con. a
dovida venia) que al hoje assim so assigna, faz sci-
teao respeitavel publico que d'hojeom (liante se as-
signar com o nome de padro Jacintho Messias
Feij.
Aluga-sc urna casa terrn na ra Augusta com
bastantes commodos para grandes familia, pelo pre-
go de 10,000 rs. : na ra do Crespo, n. 15, a fallar
com Antonio da Cu'nha S. Guimariles.
Hoje, pelas 4 horas da tarde, porta do Sr. Dr.
julz do civel da segunda vara na ra do Collegio,
se ha de arrematar urna morada de casa terrea, na
ra Ve]ha da Boa-Vista n. 24. penhorada porexe-
cuglo de Diogo Cocksholt & Companhia contra Joo
da Silva Santos.
No ultimo dia de schrisma, perdeu-se, na igre-
ja do Corpo-Santo, um par de brincos de filagrana,
envolto em um lengo de seda azul. Quem o livor -
diado e quizer restituir, dirija-se a ra das Cruzes,
n. 20, segundo andar, que ser gratificado.
Hoje, pelas 4 horas da tarde, se ha de arrema-
tar, na porta do Dr.juiz do civel da segunda vara,
umaescrava penhorada D. Ltizia Theodora Chacn.
Precisa-sc de urna escrava que saiba cozmhar
e ongommar, ou do nina ama que tambem saiba en-
gommar e cozinhar para unta casa de pouca fa-
milia i na ra do Crespo, loja de miudezas, n. 11.
--Ausentou se, no dia primeiro do correte, um
molequo de nome Jos, de 14 annos pouco mais
ou menos ; levou camisa do algod.1ozii.ho caigas
de algodilo de quadros ; tem unta costura no hci-
go o oulra pequea sobre a sobrancelha : quem o
pegar leve-o a Fra-de-Portas, ra dos Cuararapes,
n. 6, que ser gratificado.
Aluga-se um primeiro andar, cm Fra-de-Por-
tas por cima da segunda venda 1 a tratar na mes-
ma venda.
Quem tiver dous andares ou mesmo um an-
dar com Injis para alugar no Alerro-da-Boa-Vista,
do-lado domar ou inesmo em oulra parle mas
que tenlia mar por ifetraz, annuncie por esta folha;
cerlde que o pietendentc nito olha a prego.
~ O doutor Casanova medico francez contia
a receitar em sua casa na ra Nova, 11. 7, primei-
ro audar, defronte do oitiio da matriz de S.-Anto-
nio das 7 at as 9 horas da mandila ; o depois dis-
to est prompto a qualquer dora para fazer visitas
a qualquer doenlo que de seu prestimo so quizer
utilisar.
Furlaram, da casa do abaixo assignado, pe-
as 7 4 horas da noite, pouco mais ou monos, do
Ha primeiro do correnle, urna carteira dp viagem ,
toda chapeada do metal, com msica contento
dentro da mesma alguinas cartas diversos papis ,
um livro, o Mez do Maria una chapa de cobre
com o nn.e do mesmo abaixo assignado e alguns
bilhetcs de visita tirados da dita chapa : quem a
apprchender ou dellader noticia na ra do Trapi-
che, 11. 34, ser recompensado.
Manoel Francisco da Silva Noraes.
Precisa-so de urna mullier branca, de boa
conducta, para ama de urna casa de pouca familia:
na ra Nova, n. 25.
~ Antonio de Oliveira GulmarHes o Narciso Alves
Monteiro, Brasileiros adoptivos, reliram-se para
Portugal a tratar de sua sa'de.
No pateo do Paraizo, n. 4, precisa-se de um eo-
zinheiro forro ou captivo.
Precisa-se de urna preta de 40 annos pouco
mais ou menos que saiba vender quitanda na ra:
quem a tiver o a queira vender, dirija-se a ra da
Moeda 11. 25, ou annuncie.
para
Lis-
1847
Jo/Ib Ricardo da Silva,
Amanuense.
illovimento do Porto
Navios entrados no dia a
ftio-Grande-do-Sul; 27 dias, brigue brasileiro Inde-
de-Janeiro sua escrava de nome Sophia.
Antonio Rodrigues Sollo relira-se
boa.
Os obaixo assignados deelaram pelo presente,
que nesta data teem constituido ao Sr. Francisco
Tavares Correia por seu certo e em tudo bastante
procurador nara poder vender urna casa terrea si-
ta na ra Imperial, 'n. 2, quelites tocou en. pard-
illas no inventario 11 que se procedeu porfallecimen-
lo de Jos dos Santos da Costa, marido, pai o so-
grodoa mesinos abaixo assignados. Itecife, 30 de
outubro do 1847.- .Varcellino do Espirito Santo.-\
rogo de Manoel Jos do Nascimenlo, Maree/lino do
Espirito Santo.-Genoveva da Silva.-Candida dos San-
toa Silreira.
Precisa-se de um caixeiro para tomar conta
de um deposito de pao o bolacha, prefer ndo-se o
que entender de padaria, o que der fiador a sua con-
duela : no paleo da S.-Crtiz-, n. 6, se dir quem
precisa. '
Dao-se 5os'ooo rs.de gralificacao,
e se pagorao todas as mais despe-
| zas que se tenham leito, a quem
der noticia do cal/oclinho escra-
J vo ,. por nome Vicente de seis
^ annos, pouco mais ou menos, sec-
j co do corpo; tem no antis duasfe-
| 1 idas de Lobas, e be um tano le-
M so, por ser novato nesta praca; le-
j vou vestido camisa de algodao da
i Ierra um Linio su ja ; desencami-
f nhou-se da rita do Vigario, n. ai},
H aonde se poder dirigir a pessoa
M quesouber, ou ra da Cadeia
|j lo Recile, n. 21
OsSrs. accionistas da exlincta companhia do lliea-
tro, que recoberan. aogOes da Companhia de Bcbe-
nbe, o que anda as nito averbaram, queiram quan-
-- Precisa-se saber 11 moradia do Snr. Francisco
Welra da silva Gui.nkrltes parase Ihe fallar a ne-
gocio que muilo o interessa.
--Precisa-se de limpelo para o'servico de um
sitio peno desta praga, dando-so o sustento e pa-
-ando-semcnsalu.entc: na ruada Florentina, n. 16
--Aluga-se, para so pausar a resta, una grande
casa enea na povoaglo do Monteiro cun quatro
quartos, cozuha fora, cacimba, estribara para 2
cavallos,.lous qu.ntacs murados com sabida para
o rio, qua. to para scravos : a tratar na travessa do
Veras .sobrado 11. 15.
---Os redactores do Prgresso rogam aos Srs. as--
signantes, quo aluda nflopagaram as assignaturas
das priineira o segunda series, o favor de o fazerem ;
visto que cssa demora incrivel 1.0 pagamento de
lito diminuta quantia tem quasi impossibilitado a
apparigao dos dous nmeros que anda fallain para
completar a lerceira serie.
- Tendo esvoagado para os quintaos do bairro
da Boa-Vista um canario do imperio: quem o pe-
gar o levar a seu dono, atrs da matriz da Boa-Vista,
junio ao sobrado do Dr. Autran, sobrado 11. 32,
ser generosamente gratificado.
O Sr. que levou anto-bontcm duas pretas ra
do Sol, n. 23, para ver se agradavam, o qua ficando
s nasala, tirou da toaletle um relogio sabonete
horizontal, de ouro quofra vir ou mandar resti-
tui-lo; pois que he milito negra c petulante esta
sua acgSo : islo denlro do quatro das ; senao, ver
o seu nomo publicado por extenso.
Roga-scaos Srs: rclojoeiros ou oulra qual-
quer pessoa a quem for otTerecido um relogio de
ouro sabonete horizontal, com as molas 'rochas,
que o appreudam e levem-no a Agoslinbo Eduardo
Pina, quo gratificar com 50,000 rs.


-- Thom Francisco da Costa, mestro alfaiate ,
avisa ans scus freguezes, quo mudou a sua tonda da
na da Cadeia do Itccife par* a esquina do Bec-
co-I.srgn.
O abaixo asignado, achando-s9 desempregado
esta eidaile.offereco o sou pequeo preslimo sos es-
telantes da lingna latina, que, dtiranlo as ferias,
quizerem exercitar-se para fazer exame om. margo
doanioseguintc Os quodolles se'quizerem uliisar,
poilerfli entender-se com o mesmo abaixo assigna-
do na ra Nova botica do Sr. Pinto. Joi Nica-
co daSilna.
- Ainda est por so alugar o segundo andar do
sobrado n. 1, na ra do Burgos --a tratar na traves-
sa do Arsenal-do-Gucrra armazem n. 5.
Aluga-se um pequeo armazem, sito na ra
da Senzalla-Velha : a tratar na ra da CrU7, n. 64.
Pcrdeti-sc, na igreja do Corpo-Santo na oc-
r.isiln do ebrisma, urna caixinha com um retrato
iCstfino iii ouro <( Typographia Liberal.
O segundo numero do peridico// Vazdo lirarl
sabina luz,eacha-sea venda narua do Queimado,
loja de Joaquim Claudio; roa Nova loja do Car-
neiro ; Aterro-dn-Boa-Vista n 61 ; Traca da Imle-
pondencia n. 14. A elle, Brasiteiros. A elle, artis-
tas ; (lerendo a voKsa causa e nada trata sobre os
interesses dos partidos actaaes.
~Alugam-seduas moradas de casas, sitas em
S.-Anna de dentro juntas a cxlincta engenhoca da
misma, com muito sfficiontes com modos para
passar a festa : a tratar na ra do Cabug botica
n. 11, de Joflo Moreira Marques.
O Sr. doutor Lourenco Bezerra
Carneiro da Gunha qtieira ter a bonda-
dede dirigir-se rtia do Cabug loja
n. 6, a neeocio que Ihe diz respeito.
tituir annuncic', qie ser recompensado.
--Precisa-so alugar urna canoa aberta que carre-
gue 500 lijlos do alvenaria, por tempo de 4 a 5 me-
zes : na ra do Hospicio n. 5, ou annuncie.
-- Aluga-se a prensa do Fortc-do-Mattos n. 7 ,
propria para um bom armazem de recolher: a tra-
tar na ra do Vigario ns. 5 e 7.
OSr. Joaquim Francisco de Olivcira Miranda te-
nha a bondade de escrever a seus amigos da ra No-
va no Recite ; visto se ter domorado tanto i>a sua
viagom.
1.G
Vende-se urna parda perfeita engomma-
deira cozinliuira e doceira de toda a quali-
dade de frua e que bo de muito lioa con- i
duela, muito desembaracada, c babil pa- t
rareger qualquor casa de familia; urna mu- |jj
latinl.a recolhida, de 13 annos com princi- jJ
pos de costura, c que lie de. muito boa con- Lijj
ducta por ser bem educada ; 4 escravas de J-j
bonitas figuras, muito inorase com al- Hl
gumas habilidades ; 4 molecolcs de 16, 18 e [i
20 anuos de bonitas figuras muito habis
c sem vicios; um pardo do 22 annos, com
principios de alfaialc : todos estes escravos
se vendom por prego muito commodo : na
ra do Vigario n, 24, so dirquem vende.
Si
El
(A
&
i

Perdeu-se, na noite de 27 do corrente na so-
ciedade Pliilo-Drainatica o primeiro numero do
Eche da voi portuguesa por ierras da S.-Cruz. Roga-
se a pessoa que o adiar o queira restituir no ar-
mazem n. 5, na travessa do Arscnal-de-Guorra.
--Deseja-sesabor aonde moram os Sis. Francis-
co Rodrigues Cardozo de Barros e Antonio Jos da
Fonseca os quaes residiam em Nazarelli do Cabo,
para negocio que Ibes diz respeito : annunciem por
esta folha para serem procurados.
-- Aluga-se urna casa no Pogo-da-Panella, mar-
gom do rio com qualro quarlos, estribara para
dous cavallos quarto para prelos cacimba, que
est pintada c caiada.cque por isso de nada precisa:
ajtratarna ra Nova, loja n. 24.
Miguel Joaquim da Costa embarca para o Rio-
firande-do-Sul o sou cscravo de nagfo, de nome
Francisco.'
H-CI-I \PEOS l>E.S Ra do 1'mmo* Publico, n. S.
Jo!o l.oubct participa ao respeitavel publico, que
receben, por estes ltimos navios francezes, um com-
pleto sorlimenlo de chapeos de sol, de seda, amis
rica e superior qualidade; furta-cres e outras mui-
tasconbecidas, tanto para homens, como para Sras
e meninos. No mesmo estabelecimento ha um sorti-
mento de chapeos de sol de paninho, dos mais mo-
dernos ; ditos muito grandes, proprio* para homens
decampo ; tambem tem chapeos do sold paninho
para meninos c meninas, por serem muito finos: po-
dem-se chamar chapeos de economa. Na mesma loja
ha sorlimenlo do bengalas, beugalinhas e chicles
muito modernos; cohre-.se qualquer armagSo de cha-
peos deso, com sedas de todas as cores equalida-
des. Na uies,ma casa ha um grande sorlimenlo de
p;iuniiilios Irangados e lisos,, imitando seda, para
cobrir os mesmos: desta fazenda se vende aretalho.
Concorta-se-lodo qualquer chapeo de sol, por havor
um completo sorlimento de todos os pertenecs para
os mesmos, com loda a perfeicfo e hrevidade.
AITEN^AO.
A abaixo assignadu tem encaminbado
pelo joizo competente cco de divorcio
perpetuo a seu marida, o Sr Antonio
IVlonoel de Moraes da Mesquita Pinien-
tel cm consquencia da. qual adverte
que ninguem com elle contrate sobre bens
de qualojuer ordem que seja, peitenccn-
tes ao seu casal, debaixo da pena de nul-
lidade, e neni mesmo I lie pague divida
alguma em mais di menco que I be po-
der vir a pertenec-, por isso que a an-
nunciinte desde j protesta ir haver do
deveilor a parte que a ella honver de to-
car E par que em nenluim tempo se
possa allegar gn nranci i, se faz este a-
VISO.
D. Anna francisca dosRehde Miranda.
Furtou-se, da Ponte-de-Ucha, da casa do ma-
jor Miguel ATonso Ferrcira, um cavallo ruco, com
algumaa pintas do pedrez que he capado e rabilo.
Aluga-se, na Trompe, urna casa terrea com quin-
tal, cacimba e mais commodos pa*a grande fami-
lia, na ra da Solodade, n. 37, por 12,000 rs. men-
saes; c mais duas outras pequeas, na ra do Sebo,
ns. 52 e 54, por 8,000 rs. mensaes : quem pretender
dirija-se ao escriptorio de F. A. do Oliveira, na ra
da Aurora, n. 26.
Aluga-se n terceiro andar do sobrado da rua-
larga do Rozario confronte a igreja : a tralar na
ra da Cadeia do Recife n. 44, loja de ferragens.
Precisa-se saber se existe ou quem d noti-
cia de D. Quiteria Mara da ConceicSo que fui ca-
sada com Sicnao Jos Borges de Araujo, natural da
illia Terceira onde fallecen e filho do Luiz de
Mello Lobo e de sua tnulhcr Cobrelinda.de l.emos ,
para interesse da mesma senhora : na ra Imperial,
n. 7, primeiro andar.
. Precisa-se de um'moleque au prcto que saiba
fazer o servico ordinario do urna casa : no Aterro-
da-Boa-Vsta n. 1.
Na oflicinu de Manoel- Antonio Alva-
res de Brito, na Nova, n 38, defronte
da ConceicSo dos militares, a'dmittcm-se
meninos (sendo bem comportados) para
aprenderem o officio de funileiro.
~ Deseja-se fallar ao Sr Jos Antonio Maximian-
no das Neves: no escriptorio de Francisco Severian-
no Rabelloc Filho.
Offerece-se urna pessoa de muila capacidade
para calxeiro de venda do que tom muila r^ratica ,
ou mesmo para armazem de assucar para o que
d fiador a sua conducta, no caso de ser preciso :
quem de seu preslimo se.quizer utilisar dirija-so a
ra do Cabug, loja n. 1 D.
Precisa-sede urna ama forra para o servico in-
terno e externo de urna casa : na ra da Cruz,
n. 29.
Troca-se um preto crioulo, de 18 a 20 annos ,
perito cozinheiro e bom catraieiro, robusto c pos-
sante, sem defeitos.de bonita figura e que tam-
bem servo para pagem.por um moleque, ou mula-
tinbo de 12 a 14 annos e mais urna preta moca,
todos de bonitas figuras e sem vicios: quem este
negocio quzer fazer dirija-se a ra Nova, n. 5, ou
annuncie.
AFFONSO SAINT-MARTINJ, residente no princi-
pio da ra dos Quarleis por cima da loja do miu-
dezas de Victorino de Castro Moura, n. 24, recebeu
agora pelo ultimo navio vindo de Franca ricas
mantas de seda de novos padres e lindos gostos ;
outras imitacoes da cachemiras muito ricas e ele-
gantes ; ditas de granadina, e outras de*)ulard ,
sendo todas da ultima moda adoptada em Pars;
chales do seda e meiosdilosde cores "muito lindas;
manteletas do grosdenaple ondeado e liso, guarne-
cidas de franja de retroz c outras com babados en-
feitados de trancas de dito as quaes estilo no gran-
de tom, nflospor serem de gcral moda, como
pela gravidadedocoslume ; cortes de seda branca
e de cores, para vestidos, sendo do boa qualidade e
bonitas disposicOes no gosto do lavrado; chapeos
de seda para senhora, armados na ultima moda,
como o ineuleam os figurinos quo em caite carillo
costumam vir estampados ; ditos de palhinha aber-
ta e lisa, enfeitados a semclhanca dos program-
m5 de modas dos mesmos cartOes : cortes de. bare-
ge para vestidos ; o um completo sorlimento de
luvas para senhora. Assenhoras que destes objec-
tos precisaren!, e os quizerem ver em suas casas,
terflo a bondade, a qualquer hora,d mandarem avi-
sar.ao annunciante, que inmediatamente Ibes serlo
levados.
Amanbaa tem de se arrematar ju-
dicialmente, aloja de louca c uin es-
clavo, pertencentes ao fdlIecidoJos Joa-
quim de Souza Castro, de quem lie tes-
lamenteiro Jo3o Jos de Lima : os lici-
tantes comparecam na ra da Cadeia do
Recife, na referida loja, aonda estar
presente o Sr. doutor juiz do civel da
primeira vara.
-Pretende-so comprar a casa de tres andares na
ra do Amorim, n. 29 ; a pessoa quo livor algiim
impedimento, ou embaracn que oppr, ou soubcr,
queira declarar por esto Diario, no prazo de 10 dias,
ou dirija-se particularmente a ra doCodurniz,j
n. 10.
Gratifica-se generosamente a quem apprehen-
der ou dr noticia da escrava Benedicta, naca o Mo-
zambique idade 24 annos pouco mais ou menos,
bem parecida, meia fula, cheia do corpo, e com os
huracos das orolhas mui grandes. Esta escrava au-
sentou-sc do segundo andar da casa da ra da Cruz,
n. 27, salibado, 30 de oulubro prximo passado,
pelas 9 horas da noite, levando vestido de riscadi-
nho esferdeado claro, c panno da Costa : a pessoa
que a descubrir, dever dirigir-se supradita casa.
Deseja-se fallar aos Srs. Jos de Souza Macha-
do e Jos Pedro Marques da Silva, a negocio de seus
interesses: na ra da Cruz, no Recife, n. 54", pri-
meiro andar.
'Casmirasolnslicasc finas, a
7#000 rs.
'Vendem-se superiores casimiras elsticas finas o
decores, pelo haratissiino prego de 7,000 rs. o cor-
to de caifa. ESla fazenda he recommeiidavel pela
sua qualidade lauto em fazenda como em gostos ,
por serem superior fazenda por serooi milito linas a 2, 3 o
3,500 rs. o covado : na ruado Gotlgio, loja n. 1.
Vende-so urna escrava moga, de bonita figura:
na ra das Cruzcs, sobrado de um andar, n. 29.
Vende-se estando em vergninhas:
chumbo cm lences sortido e verniz,
em casa de Bussell Mellors \ (i., n;i ra
do Vigario, n. x'i.
Vende-se cssencia do aniz estrellado, superior,
em garrafas de 22 ongas por prego commodo: na
ra da Cruz no Itecife, II. 18, segundo andar.
~ Vende-se, para fra da provincia, um preto
crioulo, de 20 annos, do bonita figura : na ra de
Agoas- Verdes, ir. 44.
--Vcndem-se muito finos sa-
pa tas de setim branco, para se-
nlior;!; borzeguinscsapatoscle
lustro, para dita ; ditos de mar-
rnquim c cordovo, para dita ;
ditos de lustro, marroquim e
d raque, para moni tos; sapa-
tos de bezerro, de urna e duas
palas, de Xanles ; ditos de 5
solas, taxeadas; ditos de lustro;
borzeguits inglezes ; botins
e sapatos ditos ;sapalinhosde
clcheles, de lustro e marro-
quim, para meninos ; e de ou-
tros militas qualidades, por
preco cmodo, na ra da Ca-
deia do Uccife, n. 53, loja do
11 o re i i .
FRF-SQL'INHO.
Chegou pelo brigue Bom-Jesut, viudo do Rio-de-
Janeiro, urna remessa do superior rap grosso e
meio-grossu, da fabrica deF.slevilo Casse. Os dig-
nos freguozes encontrariJo no deposito da ra da
Crnz do Recife, n. 38, a quantidade o sortimunlo
que quizerem. sou prego he j subido 1,280 rs.,
sondo de 5 libras para cima.
Vciideui se travs de boas qualidades,
do comprimeuto de 36, 4(,i 4% 47 i e 5
palmos : na ra da l'raia, a tratar com
Siva Cardial.
--Vcndem-se paios novos a 120 rs.: na ra da San-
ta-Cruz, n. 1. NiTo se julgue da qualidade deste ge-
nero pola sua baratoza pois o desejo de obter
prompta venda, incita o dono a acabar por tal mo-
do a grande porgo que ltimamente recebeu de
Lisboa.
Vende-se, por prego commodo, urna casa terrea
sita na
ja-se a
quem tratar.
Vende-se cera de carnauba a 2,000 rs. a arroba:
na ra da Sanla-Cruz, ti. 1.
Vcndcm-se, por o dono se retirar
para fra da provincia, \i cadeiras, i ca-
nap, una mesa de mciodesala, c um
par de bancas, ludo de Jacaranda \ dous
pares de mangas de vidro, e una cama
de luna, cum armacao e cortinado : Indo
por preco muilo commodo e em bom uso :
na ra do Colle^io, n. 10. segundo andar.
-Por Mindanga de armazem, vendom-se alguns
depsitos para assucar, muilo baratos, pipase bar-
ricas vasias : na raa da Senzalla-Velha, n. 110.
------Vende-se aeite-doce refinado em
caixas de doze frasquinbos pelo commo-
do preco de i,loo rs. cada caixa, mu
proprio p.ra gisto de casa : na ra da
Cruz do Recife, n. 18, segundo indar.
Vedem-se superiores qaeijpa Un-
drinos ; presuntos inglezes ; conservas ;
cha preto ; passas miudas ; tructas paro
fazer pudins ; latas com salmn c outras
muitas conservas de carne ; bervilbas car-
rols; carry-powder ; latas com seidlitt,
tanto grandes como pequeas ; jigos com.
batatas inglesas ; toucinbo dito ; agoar-
dentede Franca ; vinbo do l'orlo, Madei-
rav Constancii e Cberry, Jijlos para lim-
par facas : no armazem da ra do Trapi-
che, n. 4i-
Vende-so cal virgem em barris chegados pr-
ximamente de Lisboa, por prego mais barato do quo
cm outra qualquer parte na ra da Moda, arma-
zem n. 17.
MF.Z MARIANO A 1,000 RS.
Vende-se na livrara .la praga da independencia ,
ns, 6 o 8, o Novo l|ea Mariano, accrescenlado com o
l.auspercnno do Santissmo Rozario.
=Vrndoin-ir nioeiidas Je ferro para engf nhoa Je ai-
moar, para vapor, agoa e bostas,de diversos tamanhos,
por preco con>iii(>(to;e igualmente taixasde ferro cOado
e batido, de todos os tamanhos: na nra;a do Corpo-San*
lo, n. II, em casa de Me. Calmont & Companhla, ou na
ra de Apollo, ariiiazom, n. 6.
Vende-so sal do Lisboa, fino e alvo, a 1,600
rs. o alqueire da medida vclha : na r ua da Praia ,
armazem n. 18.
H^m^m^mmmmm-mmummmmmik :-mi
ri-iiiei'/.inii !
Qleva Uta voz, excelsa Fama !
fAnnuneiu as mui bellas I'rincezinas ;
I.iniln adorno que serve a toda dama,
Sejain velhas, ou mofas, ou meninas.
v
>: Antonio Luiz dos Santos S Companhia, com
o loja de lazendas ua ra do Crespo n. lt, recebe-
rain pelo ultimo navio l'nncci chegado a este
, i>orlo os mais ricos e bellos corles de vestidos
i para senhora ao ultimo gosto de Taris, onde esta
I fazenda he denominada Prlnceiina : nao he
fpossivel dcsereviVIa rom todas as suas propieda-
des c sublimes encantos ; por sao liniitaino-nos
a (u.-i|uc seus delicados padres sao nao >(') ino-
\ demos, cmodo urna especie nunca vista.
A cor azul, o verde gaio,
O r6.ro no, a cor de rosa,
Vista de porto, he tentarn,
Ao huye mui eablcosa.
!-
.lirtD-Jt, |H,| J'MUMUIIIICIUUU! lili.....I..1 II I I I ,1
ra Imperial n. 2 : quem a pretender diri-
ma das (inco-Pontas, n. 21, que achara com
Compras.
Compra-se urna canoa de um s pao propria
para transporte, em um rio ao sul desta praga, dos
passageros quo por al I i transi'am com cargas do
assucar ele. : na ra do Vigario, u. 5 ou 7.
-- Compram-se para urna cncommenda do mal-
lo 4 escravos mogos : tambem compram-se cer-
dees finos ; um par de cornalindas azucs : ludo de
otirodelei e semfeitio : na-ra du Cadeia de S.-
Antonio, n. 19 primeiro andar.
Compram-se, para fra da provincia, 2 mole-
quesque lenhamJ2a 18nnnos,e duas pelas, ou
pardas com algumas habilidades; na ra Nova ,
loja n. 18, se dir quem compra.
Coniprnm-seolTiciaes do-carpina pedroiros ,
ferreiros e carpinioiros para fra da provincia ;
pagam-so bem, agradando : na ra da Cruz, no Re-
cife, ii. *9.
Vendas.
Yrnliam, que estao seaca-
;bando
os sapatdes de bezerro para homcm obra boa ,
1,280 rs. : no Alerro-da-Boa-Visla, loja n. 78.
Admiraveis nava-
tbas de acoda China
que teem a vantagem de cortar o cabello sem offen-
sa da pello deixando a cara parecendo estar na
sua brilhanle mocidade.
Este ago vem exclusivamente da China e s nel-
le Iraballiam dous dos melhores e mais abalisados
cutileiros da nunca excedida c rica cidado de Pe-
kim capital do imperio China.Autor.Shan.
N. Ii. He reconhcido o uso dcstas navalhas
maravilhosas por todas as sociedades das scien-
cias mcdico-cirurgicas, tanto da Europa como da
America Azja c frica, nilo s para prevenir as mo-
lestias das cutis mas tambern como um meio cos-
mtico.
Vendem-seas verdadeiras s na ra larga do Ro-
zario, u. 24.
Para escravos,
vcndem-se pecas de zuarle da In-
dia com il\ covados o trinta e duas pol-
legadas de largura. a.5'ooo rs. ; ditas de
ganga azul com Ireze covados ,i <)( > rs. ;
pcctazul de xadrez, a 180 rs.; o covado,
algodaoziuho, liso a loo rs.a vara ; cober-
tores de algodao americano, a 720 rs.;
e outras muitas lazendas para o mes-
mos escravos por barato preco : na ra do
Crespo, loja n. 10, de l'reilas Guimaraes.
Lotera do iio-de~Juneiro.
Vendcm-so bilhetes o meios ditos dn terceira lo-
tera a beneficio do convento de S.-Antonio : na ra
du Cadeia, loja de cambio, n. 38, de Manoel Gomes.
No Aterro da Boa-
Visla, loja iio /4,
vendem-sebrins francezes, de cor
pelo baratissimo prego de 280
ris o covado : esta
muilo bem acabada,
bota.
fazenda he
e nao des^
I
Vendem-se dados de inarfim de
olho grande e clara- e muito bem
i|uartados, assimeomo agulheiros
tambem de marlini e ligas de re--
ua ra da Ca-
i
i
iji troz para senhota
mj dcia do Kecife, n.
1 rc"'a'
Vendem-se os modernos cortes de
cambraia matizada de cores, pelo bara-
to preco de 4s'ooo rs.; ditos de cassa pin-
tada, a i.s'nii rs.; inissimas cambraias
francezas, eslampadas com as mais deli-
cadas tintas, e com quatro palmos de
largura, a 64o ''s. a vara; dilas a 5oo rs.;
golas de cambraia, bordadas agulba,
para senhorase meninas, a 3ao e4oo rs.;
ditas de lil de lindo, a is5oo e asooo
rs. ; e oulras maisfazendas por mdicos
precos : na ra do Crespo, loja n. 10,
de Freitas Guimaraes.
Vende-se um moloque de 7 a 8 annos de boa
figura por prego commodo : na ra ra do Cres-
po n. 12, a fallar com Jos Joaquim da Silva Maya.
Vendem-se pegas do madapolo limpo com
20 varas, a 2,500 rs. ; pegas de chitas escuras c de
cores lixas muilo encapadas e fortes, a 5,500 rs.,
c a meia pataca u rotalho i ua ra estrella do Roza-
rio, n 10, terceiro andar.
Vondcm-se boas laranjas, a 240 rs. o cento ,
e a retalho a 6 por um vintem ; no porto da ra No-
va em urna canoa.
Vende-se urna parda do 15 annos, de bonita
figura que engomma com muila perfeigao, cose e
cozinha o diario de urna casa e tem todas as mais
prendas quo se desejam em urna boa escrava : ven-
de-se por necessidade: na ra de-S.-Rita, a. 44.
Vende-se urna prela :|na ra de Agoas-Ver-
des, n. 44.
m




;*i
i.
,
'
ll

Jk
Vende-se urna ptima crioula para mucama ,
por ser bonita e Pedro, sobrado de um andar, n. 1.
AGENCIA ItA FCNOFCAO' DE I.OW-MOOR.
Na ra da Senzalla-Nova n. 42, continua a hav6r
um completo sortimento de modulas e macbinas de
vapor, para engenhos ile assurar : bem como (ai-
san de ferro batido e coado de lodos os tamaitos :
ludo por prego cnmmndn.
Vondem-se duasou 3 casinhas terreas, novas,
em chos proprios, quintal murado sitas na ra
de Jofto-Fernandes-Vieira na estrada que vai da
Soledade para o Manguinho por prego commodo :
a tratar no mesmq lugar, ou na ra do Collegin ,
botica n. 6, de Cyprianno I.uiz da Paz.
Potassa.
Vende-se a vrriladeira e* superior, po-
tassa da Russia a mais nova que existe
no mercado : na na da 'Cadeia do Heci-
'e, armazem n. ia, de Bailar & Oliveira.
Vende-so, ou troca-sc por casas nesla praga, um
terreno com 412 palmos de fronte e 150 de fundo,
sito por detrs do cvenlo do Carmn ; a tralar com
o seu propietario no Manguinho segundo silio
depoisda capella de S.-Jos.
Casa da F
na ra eslrcita do Rozario, n. 0.
Nestc estabelecimonloaeliam-sea venda as bem
acreditadas cautelas da lotera do theatro publico
desta cidade cujas rodas andam no dia 16 de no-
vembro. O caulelisla espera que os seus freguezes
concorram a comprar o resto das ditas cautelas ,
as quaes se espcram boas surtes, pela encllente es-
culla que se fez dos nmeros para sercm divididos
em cautelas. A ellas que silo poucase boas. I'regos
os do costume.
A 5r000 rs.
JVa toja nova da ra do Quei-
mado, n. 11 A, de Kaymun-
do Carlos Lcite ,
/ia um novo sortimento de fazendas finas e baratas ;
/lem como uns lindos cortes de cintas francezas
Jias, ornadas com lindas barras a.5,000rs. sen-
do este o ultimo goslo de l'aris.
Cadenas a polka, a I <<>00 rs.,
vendem-so no armazem do Cumiarles no caes da
Alfandega e em casa de J. J. Tasso Jnior na ra
do Amoriin, n 35.
Vende-se na livrarla da ra do Crespo, n. II,
Ches de rruvrcs de Vollaire, 5 v. por 3,000 rs. ;
Nouveau dictionaire porUlif des tanguea Trancaisc
et portuguaiso, por Constancio, por 3,000 rs.; Te-
lemaque, por 1,280 rs.
-- Vendem-se 2 casaos do rolas mesligas de Ha ai-
burgo por prego muito commodo : na ra da Sen-
zalla-Nelha, n. 70, primeiro andar.
Luvasde pellica,
Afianga-seas boas qualidades destas lirvas. Hade
todas as cores tanto para homem como para sc-
nliora. Vendem-se mais em conla do que em ou-
ira qualquer parte. Na ra larga do Rozario, n. 2i.
.Sao de patente c smentc se
vendem no Aterro-da-Boa
Vista, loja n, i 8,
exeellentes bonetes de verdadeiromarroquim, pre-
tos e cor de ganga de modelo muito engragado
obra franceza cojo goslo pode ser bem avallado
vendo-se a fazenda forrados o com (inissimas pa-
las envenizadas ; c b3o ISo decentes, que podem ser
usados por qualquer personagem : para meninos ha
igualmente bonetes de merino de coros bordados
c tambem dqexcellente gosto.
-- Vendo-s'e gomma de matarana a mais superior
que pode haver a 480 rs. a libra : na ra do Ro-
yarioda Boa-Vista, n. 22, se dir quein vende.
Vendem-se 20 apolices da compa-
nhia de Beberibe : na ra do Trapiclie-
Novo n. lo, casa de Jones Patn &
Companhia.
Ka ra de Agoas-Verdes,
11 46 ,
Vende-se, por seu senhor retirar-se para fra,
urna excellento parda com todas as habiliilades,
eque he ptima doceira; 3 cscravas para lodo o scr-
vigo ; urna dila ptima lavadeira e quitandeira ,
por 250,000 rs. ; 2 ntoleques de nagio, de 16 a 18
nios; 3 pardos de 15 a 20 anuos; 2 cscravos de
meiaidade, por commodo preco.
Vendem-se, no armazem de Fernando Jos
Braguez, ao p do arco da Conccigao do Recife,
barriscom carne salgada, por prego commodo.
Cartas para volta-
pete,
B9 melhores e mais baralas : vendem-se na ra lar-
ga do Itozario n. 24.
Vendem-se 4 lindos moleques de 18 a 20 ao-
nos ; 5 pretos sendo um olTIcial desapateiro, outro
de pedreiro eos outrosproprios para todo o servi-
do ; dous pardos um bom carreiro e o outro pro-
prio para pagem de 16 a 18 anuos ; duas pardas,
urna de 20 annos, com habilidades, c a oulra de 12
minos, propria para ser educada ; 5 pretas de 20 a
30annos com habilidades; duas negrinhas do 11
a 13 annos com principios de habilidades : na ra
do Collegio n. 3, segundo andar se dir quem
vende.
Vende-se urna morada do casa terrea, no prin-
cipio da estrada dos Aducios, collocada no meio
de 60 palmos de frente de terreno, o duzeutos di-
tos de fundo com a frente de pedra e cal, com
um quarioalmda sala, urna cacimba com muito
boaagoa de beber : os chaos silo foreiros : em F-
ra-de-Porias., n. 45.
-- Vende-se um inulalinho de II annos com
principio de sapaleiro isto por seu donse retirar
para fra da provincia : na ra largando Rozario ,
n. 44, tenda de sapaleiro a fallar com o seu mes-
tro.
Vende-se um piano inglez que precisa de al-
gum concert, por 60,000 rs. proprio para se
aprender, por ser forte e bom : na ra larga do Ro-
zario, loja de miudezas, n. 35, se dir quem, vende.
Xa leja nova da ra do Qnei-
mado, 11. II t\, deRaymun-
do Carlos Leite ,
acha-se um novo sortimonto de mcias cruas e finas,
a 5,000 rs. a duzia ; ditas de linho, (inissimas, a
5,800rs,; a rica fazenda intitulada fazenda do
norte, tecnia de linho e seda, cores escaras o
nropriaspara todo o trage ; mantas de seda do pa-
drflGs modernos, a 3,000, 10,000, 16,000 e 20,000
rs. ; chales de seda e de lila o seda : tudo por prego
baratissimo.
ptimos passaros.
Bicudos, curies, canarios eum excellente papa-
capim : vendem-se na Boa-Vista, ra do Pires,
n. 10.
PIANOS FORTES.
Vendom-se dous pianos fortes, de Jacaranda ,
chegados ltimamente, que, alm de serem 11 m
magnifico ornato de urna sala, teem exeellentes
vozes.sendoo machinismode una nova invengflo
muito approvada chamada repetidor patente de
Collard : na ra da Cruz, n. 55.
#
Pannos tinos.
Vendem-se superiores pannos finos a prova de
limito prelo, a 3,000, 4,500,5,500 e 6,500 rs. ; di-
to azul, a 3,000 rs. ,e niuilo Doo, a 4,500 rs. Estes
pannossio novos ,c pela sua barateza, attendendo
astiaboa qualidade, tomam-se recommendaveis.
.Na ra do Collegio, n. 1.
Siua do Qucimado,n 10,
nova loja de sugueiro. ^
Cima
vnde uniformes militares, para todas
as patentes do IflgiOo cardiaria e in-
fantaria da guarda nacional; galrjcs de
ouroeprala; espadas pratcadas, com
roca c sem ella.
TRASTES N0VOS E QUASI NOVOS.
Vende-se una grande porgao de cadeiras de oleo
e ilc palhinha ; ricos sophs de augico marquezas,
armarios, mesas redondas e elsticas, camas, etc. :
tambem se vendem alguna oscravos escollados, por
prego commodo : para ver o tralar, na ra da Ca-
deia do Recife, loja de miudezas, ti. 19.
Belmiras.
Vendem-se superiores cortes da fazenda nova
denominada belmira para vcstiilos de senhora ,
pelo barato prego de 4,500 e 5,000 rs. o corte. Esta
fazenda he nova e de muito sublimes gostos, sen-
do as suas cores mu aprociaveis por seren cor de
lirio, rosa e perola. A clles anles que se acabem.
Na ra do Collegio, loja n, 1.
__ Vende-so urna carteira de duas abas, para es-
criptorio: na ra da Cadeia-Velha, n. 25.
Lotera do Rio-de-Janeiro, a be-
neficio doeoventode S.-Anlo-
i>io da corle.
Vendem-se hilhftes desta lotera em casa de J.
O. Elster, na rua.dn Cadeia-Velha n. 29.
Uvas, ameixas e passas,
tudo novo ebegado ltimamente c de qualidade
superior : no armazem de Mas Ferroira no caes da
Alfandega.
M
A 160 rs. ocovado.
m
m
o
m
Riscados francezes, a 160 e 200 rs. o co- ^
vado ; damasco de algodo, a 640 rs. o co- (
vado ; cobertas de dito muito largo, a ^
3,500 rs. cada una; meias casimiras, a (f
2,240 rs. o corte ; ditas clsticas, a 2,500 o ^
3,000 rs. ; panno fino de todas as cores, a (
4,000 rs,; cortes de cassa-chita de bons
gostos a 2,500 e 3,000 ; novas casimiras
clsticas, de bonitos- padres; corles de
chita o mais fino possivel; cortes do cassa
de padres muito modernos ; alpaca mui-
to lina ; dila de cordita e de varias-cres ;
(''utos de panno bordados para sapatos;
novo sortimento de corles de cassa-seda
de novos gostos; chapeos francezes da ul- iy
tima moda ; contras muilas fazendas ti- ,^.
as: tudo por menos prego do que em qu- *w'
Ira qualquer loja : na ra do Queimado', (te
loja nova da casa amarella n. 29.
m
Na loja nova da ra d > Quei-
mado, n. II ,\, deRaymun-
do Cario.. Leile-
ainda ha o sortimento de todas as fazendas j an-
n unca das bem como guardanapos de puro linho,
com una lis Ira azul tecida a 800 rs. cada um; coi -
tes do vestidos de lila de ricos padres; chapeos
franceses linos; um ptimo sorliineiito do pannos
finos pretos e de cores : os quaes se toinam recom-
uiendaveis, nao s pelas boas cores e qualidades ,
como por serem novos na loja : tudo por prego
muito rasoavel.
Vende-so um carro do duas rodas novo e mui-
to forte : tambem vende-se um cavallo para o dito I
carro: na Passagem-da-Magdalena sitio do Ca-
jueiro. |
Vendem-se raixinhas com agulhas francezas,
das mais superiores que teem vindo a este mercado ,
tanto em qualidade do agulhas como em lindas
pinturas que trazem as ditas caixinhas; grozas de
hotoes de mailre-perola para camisas lisos o lavra-
dos e de iodos os tamaitos ; resmas de papel al-
mago branen ; dito de peso azul ; as melhores pen-
uas deescrever, por prego ciiuitq barato: na pra-
ga da Independencia, loja de miudezas, n. 4.
Vendem-se chapos depalha americano: em
casa de L. G. Forreira & Companhia.
Vende-se um terreno com 117 palmos de fren-
te e 89 ditos de fundo, em estado de se edificar ,
por nBo precisar aterro, em cujo terreno podem-se
azor tres-ptimas mei'agOkS, sito na ra do Pi-
lar em Fra-de-Portas do lado da mar grande :
na mesma ra, pateo do Pilar, n. 11, das as 8 ho-
ras da manlifla.
Vendem-se paos de louro proprios para mas-
taros.ou vergas de qualquer navio: na ra da
ffnm n
-' Vendem-so, na ra da Cruz, n. 26, 3 escravas
boas, com algumas habilidados ; duas lindas mole-
cas de 12 annos ; tres escravos; sola ; couros miu-
dos; hezerros; esteiras ; sapatos e botins; sebo e
cera de carnauba. ,
Vende-se urna preta denagio, de 18 annos,
de bonita figura boa engommadeira costureira ,
co/inheira doceira e lavadoira : na ra da Cadeia-
Velha, n. 53, tereciro andar.
Vendc-se um bode e quatro cabras ( bicho J
de muito boasqualidades : na ra do Pires, n. 21.
Na loja da ra do Queimado,
n. 'i de Gaspar Antonio Vi-
eira (nimaraes & Compa-
nhia,
cxisleum completo sortimento do ricos cortes do
princezinas e cambraias de seda com palmas de cor
ricos chales c mantas de seda escoceza, do melhor
goslo que lem viudo e por prego mais commodo
do que em outra qualquer parte, pois he o cos-
tumcdcsla loja.
B:jg:ej5g::e^:e!e::e:e:g.*@SB
Vende-se urna parda de 30 annos, com um
r. filho muito lindo, de 9 annos : a parda cose,
Jg faz lavarinto c doces, engomma e cozinha :
na ra das Larangeiras, n. 14, segundo andar. ~,
Vende-se um cavallo alazo, novo, do bonita
gura ,Hom marchador de baixo a cima: na ra
do Queimado, n. 33, com frente para o pateo do Col-
legio segundo andar.
DEPOSITO DE CALV1RGI-M.
Na ra do Trapich n. 17, ha sem-
pre cal vireni de Lisboa, ein harris pe-
queos, e nllimamenlc chegada min-
io superior e por preco rasoavel.
Vendem-se caixas de cha hysson, do 13 libras,
em porgOes ou a retalho ; caixas de velas de es-
permacete de5e 6 em libra : na ra da Alfandcga-
Velha n. 36, em casa de Matheus Austin & C,
O BAKATEIRO.
Ra nova loja da ra do Cres-
po ao p (lo arco de S-An-
lonio H.4, de Ricardo Jos
de Freitfis Kibciro ,
vendom-se chaos de creps para senhora, a Kg
rs. ; ditos do seda, os mais modernos que leem vin-
d, a 12,000 rs. ; os mais .modernos chapeos de
massa francezes para homem a 7,000 rs.; um no-
vo sortimento de cambraiascscqcease cansas suis-
sas de varios gostos, leudo unta vara de largura,
e de cores muito fixas a 320 rs. o covado j corles
de fustao de gosto moderno, e de cores fixas a 800
rs. ; muito ricoschalcs deseda muito superiores e
grandes, a 12,000 rs.; chales de garga tecidos.com
listras do seda muito lindos a 3,200 rs. cada um ;
um novo o rico sortimento de lengos de seda e de se-
timlavrado, de cores muito lindas, a 2,000 e 2,500
rs. mieiros ; ricas mantas para grvalas do ho-
mem com ricos lavres a 2,000 rs. islo he pe-
chincha ; cortes de gorgurito de seda para collete ,
muito ricos.a 3,500 rs. Igualmente ha um'sortimenlo
de chitas linas e de cores Ilxas a 120 240 rs. o
covado ; cortes de cassa de cores fixas a 2,560 e
3,O0 rs, ; ditos de cflmbraia branca e de cores ,
para bailes, de 4,800 al 7,000 rs.
Chapeos' francezes da ultima
moda.
Vcndeiir- m' chapeos do sol, de seda para Ito-
meme senhora ; ditos de panno, com lindos cabos;
sedas brancas assarjadas, para vestidos da noivados;
sedas de cores, escocezas; luvas de pellica, cur-
rase compridas com enfeitesesem elles ; ditas de
pellica para homem brancas e de cores mui lindas,
e de poni inglez f ditas de seda para homem, se-
nhora e meiiiifBa ; meias de seda inglczas, pretas e
brancas compinha bordada ; crep largo, minio
lino e do lindas cores ; bicos de blondo ; manas e
chales de seda ; sapatos de couro de lustro para ho-
mem senhora o meninas ; ditos do marroquim ,
para senhora e meninas; lindos cortes de collele;
o outras militas fazendas que sent patentes aos
compradores, por prego commodo: na ra do
Cabuga, loja deManocl Pinheiro de Mendonca, jun-
io a bolica do Sr. Joilo Moreira.
Vende-se urna preta crioula, de 23annos,
boa cozinheira engommadeira e costureira: na
ra do Collegio, botica n. 6.
Vendem-se, na ra do Trapiche-Novo, n. 6 ,
14 escravos, sendo : duas negrinhas de 10 a 12 an-
nos ;4 moleques de 10 a 16 annos, 4 mulalinhos de
8a 14annos; duas pardas costureiras, e que uo-
zinliam o diario de una'casa ; 2 pretos de 35 an-
nos muito proprios para o servigo de campo : to-
dos se vendem por prego commodo por seu dono
se retirar para fra da provincia.
Vende-so um molequo sapaleiro do 18 annos,
e d bonita figura : na ra da Senzalla-Velln, n. 60,
das 6 as 8 horas da mantilla, e das 3 as 6 da larde.
Vende-se superior panno de algodflo da Ierra :
na ra uo Crespo, n. 23.
Vende-se urna preta de 12 annos, sadi, que
cose bem, lazreuda e cozinha; um mulatinho de
1
10 annos com principios de sapateiro : na ra lar-
ga do Rozario, n. 33. Vendem-se por necessidade
que ha para se fecharen) cuntas.
Milita attei cao.
Na ra da Cadeia, loja defrnnte da ra da a
Madre-de-Deos, n. 50, de Cunha & Amorim |
vendem-se pegas do madapolilo fino, a m
2,80c, 3,200, 3,700 e 4,000 rs'; panno msela- 1
do para palitos, fazenda superior, lano em |
qualidade comoem goslo, a 4,200 rs. ; sedas ff
de cores proprias para vostidos de senhora e
meninas, a 800 rs. o covado; maolas de gar-
ga para senhora, a 2,200 rs. cada urna ; brim
trangado do cores para caigas a 1,200 rs. a
vara ; chitas de cores escuras, fazenda que
no desbta, a 150 o 160 rs. o covado; pannos
de cores para caigas, a 240 e 280 rs. o covado;
panno lino preto a 2,600 e 3,500 rs.; dito
azul, a 3,400 rs. o covado ; mantas e chatos
de seda de muito gosto; chapos de massa
francezes ; cassa pintada de muilas qualida-
de ; cambraias com llores de seda para vesti-
dos de senhora : ludo por monos prego do que
em outra qualquer parte.
Na ra do Crcspo.floja n. i2,
de Jos Joaquim da Silva
Maya,
vendem-so muito lindos chapeos para meninas,
tanto de so.la como de palhinha chegados ultima-
mente de Paris ; chapos de seda para senhora;
cortes do crambraia do seda.de ricos gostos, por
prego muito commodo ; cortes de vestidos de cam-
braia ecassa-chitasrie diflerentes qualidades, po
prego's baratos; ditos com urna pinta de mofo c
sem elle a 2,000 e 2,500 rs. cada corte ; mantas de
seda c lila para senhora das mais modernas que
leem vindo a esta praca a 5,000 rs. cada urna ;
mantas chales do seda de varias qualidades o ba-
ratos; alpaca preta a 800 e 1,600 rs. o covado;
panno de linho, a 400 rs. a vara; casimiras fran-
cezas e elsticas para caigas a 5,000 rs o corte ;
fustOes; stinse velludos para collete, por prego
muito em conta ; bem como, um sortimento de ou-
tras muilas fazendas, que se vendem pelo barato.
de mofo e^' ^
Escravos Fgidos.
Ausentou-sc, ha dias, da casa de seu senhor o
oseravo Joilo pardo trigueiro de 15 a 17 annos ,
cara grande, oihos regulares bons (lentes ; bem
conhecido por andar frequentemento fardado: quem
o pegar leve ao Mondego a seu senhor Luiz Co-
mes Ferreira que recompensar generosamente.
Fugio, no dia 26 de sotombro prximo passado,
doengenho Gindahy, da comarca do Rio-Formoso ,
um escravo cabra de 22 annos pouco mais ou me-
nos de nome Pedro baixo grosso e vermclho ,
cabellos pegados falla branda e descansada meio
cangueiro no andar sem barba ; lovou caigas
azues, de linho o camisa de algodflozinho cha-
peo de palha e bata encarnada ; desconfia-so que
fugira para o sertiio por ter sido do Ico : quom o
pegarleveaoditoengenho Gindady,,a sou senhor,
Francisco Esteves do Mello, ou nesla-cidade do Reci-
fe, a Jos Antonio Basto, na ra da Cadeia,que grati-
licarlo.
--Fugirm, no dia 30 de outubro do correle au-
no, pelas 8 lloras da noite os escravos : Jo3o do
naglo Mogambique que representa 1er para mais
de 40 annos; ho alto puxa pela perna direita
quando anda : Felisbcrto de nagio Angico, tam-
bem de meia idado, estatura ordinaria-. Este escra-
vo foi comprado ao Sr. Francisco Jos Duarle. Quem
os pegar leve a ru Direita, n. 21, que ser recom-
pensado
Fugio o escravo Flix, crioulo do sertiio, de es-
tatura e feiges regulares; levou camisa de madapo-
liio j usada, caigas de brim, tambem usadas,chapeo
de palha pintado de a/ul escuro: quemo pegar le-
vo a ra da Cadeia-Velba, n. 41, ou a ra do Rrum ,
armazem de A. J do Reg Medeiros, qjic ser re-
compensado.
Fugio, no dia 16 de outubro do corrente au-
no do engenho Ginipapo um pardo, de nomo Fi-
lippe Je altura regular serco do eorpo olhos
avcrmelhados, cabellos pichains, rosto secco ,
falla gaga, pouca barba, espadando, peinas com-
pridas ps pequeos ; representa ter 25 annos
pouco mais ou menos ; levou camisa e ceroulas do
algodilozinho ; trabalia alguma cousa de carpina :
quem o pegar leve-o as Cinco-Pomas, ra imperial,
largo da torca n. 30.
Fugio, na noite de 27 do passado, de bordo do
patacho Dous-de-Agoito, um escravo marinheiro, de
nome I.uiz crioulo, de 30 annos pouco mais ou
menos, altura regular, magro, cor bem preta ; tem
signaus de boxigas ; levou caigas e camisa de zuar-
te azul chapeo de bala c igualmente una por-
cii de roupa usada; 'provavelmente j lera muda-
do de trages. Roga-se as autoridades policiaes c
capilSes de campo, que o prendam e levem-no a
bordo do dito patacho ou a ruada Cadeia n. 45 ,
que serflo gratificados.!
Fugio, no dia 27 do pasahilo, o prelo Filippc ,
crioulo, de 24 anuos pouco mais ou menos, cor
preta olhos abugalliados e vivos ; lem um peilo
grande como de mulher ; consta ter passado na es-
Irada nova ; levou caigas de algodilo riscado, ca-
misa de madapoln e mais uina caiga e uina ca-
misa um cobertor de algodiio grosso. Este preto
pertencea Rufino da Molla Suza Bastos c eslevu
fgido bstanle lempo ; foi entregue jteo Sr. Ca-
lumba morador em Ierras do ongenho Novo do
Cabo a um capililo de campo que o recolhcu na
cadeia de Iguarass. Pede-se as autoridades poli-
ciaes ecapitiles de campo que o apprehendain o
levem-no a ra do Crespo, a Bernardino Comes de
Carvalhu,quchc pessoa competente para tomar con-
ta delle.
Fugio, no dia 28 do passado, o escravo Luiz,
de nagilo Cagange, de 20 a 22 anuos com ollicio du
catraieiro secco do corpo rosto comprido pou-
ca barba ; levou caigas e camisa de algodilo da Ier-
ra e as caigas com cs. Roga-se as autoridades po-
liciaes e capilcs de campo que o apprehendam o
levem-no a Fra-de-Portas, n. 145, que sorSo grati-
ficados.
?'i -
PllN. : N*. TVP. DE at. F. DE FAR1A. l8-7.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO f


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