Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08540


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Full Text
1847.
2U por Un.. 4 0 rr em vi f ...
r^pelije. a* **J- X, -B0 c iyp
PHASESDA,avNOMBZDESETEJHO.
':"" ^,;,;fi ,\ horas da tarde.
Aerya-ieira 4
. i ______ a.
PAKTI3V DOS CORREIOS.
(Joiannae Paral.vha, as secundas esextas feir,..,.
;.nde-.ln-Norte quimas feirss ao meio-dia.
r.tho, SerinliSe.n, Hio-Formoso, Porlo-Calvo e
Macelo, no (.', a 11 e 21 de cada mtt.
fjara.ilium Bonito, a 8 e 23,
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quintas feir as.
linda, todos os das.
PREA1T*.) Ot HOJE.
Primeira, s 8 lloras a Si) minutos di mauliin.
Segunda, as 8 lloras e M minutos da Urd.
oe &
3 e moro.
i*.nno XXIV.
N, 20$.
das Da semana.
13 Rejunda, ?. Filippe. Aud. do J.dos orpb.
- do .1. do c. d ? v. e 14 Terra. S. Materno. And 'lo .1 rio civ. .In I.
v e do J. de paz do 2. dlsl de t
Id Qnartt. S. IV-coniedes. Aud. ilo I. do civ.
da J. v. cdo J. 10 Quima. S, Pedio de Arbucj. Ati.'. -lo J. re
orph.edoJ mmiicipal da (.vara.
17 Sesta. S. Cornclio. Aud do i-do civ. da I.
v. e do J. de paz do i. dist de t.
18 Sabbado. S. Kustorquio. Aud. ilo J. ds civ.
da I. v. e do J. de par. do f dist. de i.
I Domingo. S.Januario.
C*. MUIOS NO DA IJ Di-- .-ETEMBRO.
Cmbo sobre Londres d P; H c" *
u n P-ris 3i.O rs. por Tranco,
a Tshoa 105 a 110 de premio.
Dse, .le leltras He boas iir.n.. de >/,. I 7,
ro_0 ."hola. 3l#50 ,3?JOCO
Moedaide i I 00 velh itiMn)
a de 6^100 uov I8#i"
a desJOOtl..... 9100 a
Pialu Paucc......... IfiO
a Pesos colunia ires... I900 a
a Ditos mexicanos... lf0 a
a Miud............ II" _,
\cees da comp.do llcberibe de 50*000 rs.o por.
10*400
l|40l>
'.IjVui.
I9K0
IJ820
i1:1 "iri...J___'____
DIARIO DE
AMBUGO.
PARTE t-FFiCIAL.'
PROGRAMMA
(le se leve x'cRnir no neto solemne lo
bAPtlsmo de S. A. a sorenisslma prin-
ce/.a rceenmasell*a.
0 baptismo brn prximo futuro, polos 4 huras da larde, na ca-
pella imperial; e haver nestodiae nos cinco subsc-
(itientes as salvas, repiques e luminarias do eos-
No dia indicado colloc8r-se-ha, na sala do docel
do paco da cidado, sobre urna mesa coberta do vclju-
tio verde, a opa rica o p sendal de que dover servir-
'} mordomo-mr de S. M. a lmperalriz, quando
tiver honra de receher nos bracos a sorenissima
princesa paraconduzi-la imperial capella.
Em outra mesa semelhante estar dentro do tima
bandeja dourada a veste candida, em um pralo don-
nulo a corda de massopfio guarnecida de pastilhas, e
cm outro pratomnior, tamhem dourado, um cirio
lavrado e ornado de ouro, eni torno do qual esta rilo
cr&vadasem forma de cruz quntro pegas de 10,000
rs., bavendo, alcm disto, sobre a mosma mesa tres
toahas, de queso hSirdc servir os grandes do impe-
rio que tiverem de conduzir aquellas insignias.
Em urna terceira mesa estar o sal o a loalha rica
com quchouverdeenxugar-sc a caboga de S. A. na
occasifio tic baptisor-se, bem romo oauto do baptis-
mo, que, concluida a ceremonia religiosa, ser lido
pelo Exm. ministro do imperio.
llavera urna banda do msica no passadico e duas
no crelo que tcm de levantar-so na parte posterior
do alpendre contiguo imperial capella. Estas ban-
das de msica locaran o hymno nacional quando o
prestito passar, devendo tocar nos intervallps oulras
pecas escolbi.las.
Dentro da igreja, no vilo opposto o baptisterio,
ao lado direito do quem entra, se arranjar o pri-
meiro leito para a serenissima princeza; o junto
delle esta rilo duas altnofadas de velludo, sem guar-
nicSo, que servirn para a ama. Ai lado direito ha-
ver una mesa, o sobre ella um sacco do velludo
com os preparas necessarios para a pensadura de
S. A.
Defronle do baptisterio novo, junto a paredo pr-
xima o piimciro leito, estar outra mesa conveni-
entemente ornada para nella su depositaren) as in-
signias cmquaiilo S. A. ostiver no leito.
No lugar do coslume se preparar outro leito em
ludo idntico ao primciro.e cornos mesmos objec-
tos que se mandam collocar junto daquclle.
Ao lado direito dos tlironos do I\cy. bispo, tanto
no corpo da igreja como na capella-mr, se levanla-
rao no mesmo pavimento O de S. M. o Impcradur,
com docel o espaldar.
Na capella doSanlissimo Sacramento haver duas
almofadas de velludo guarnecidas de franja do
ouro.
Na niaiihila do lia do baptisado dous reposteiros,
at'ompanhados do dous archeiros, conduzirflo em
jarros de prala a agoa que houver de benzer-so, ea
laiiQarno na pia da capella, licando de guarda mes-
ma pia dous archeiros at o din do baptisado.
Um reposteiro lora prompta na sacrista a agoa
qnente necessaria, para sertcmpeada pcloplnsico-
niiira que houver de seivir no baptisado.
As esposas dos ministros de estado, dos concclhei-
ros de estado, dos grandes, dos camaristas, dos vea-
doresedos ulliciaes-mies, assim como as titulares
viuvas, occupirrfn) as tribunas das damas, asilos
guafdas-roupas a a denoinitiada de San Sebaslifio,
para asquacssenlo conduzidas do paco, onde de-
vom reunir-80, pela pessoa que disso fr encane-
As esposas dos senadoras o deputados, cujos mari-
dos nfio peitcnccrcm a algtima das classes mencio-
nadas no paragraplio antecedente, occuparlo, bem
como clles, as tribunas que lhcs forcm designadas.
O corpo diplomtico ira para a sua tribuna, po-
dendo esperar o prestito no sabio denominado do
PriA-guada imperial dos archeiros postar-sc-ba fra
da porta oor ondo deve sabir o prestito, e seguir a-
trs delle at ao atrio da capella imperial, planean-
do o mesmo no rogresso da capella para o pago.
A msica doscharaineleiios esperara o prestito no
principio do passadico junto das escudas, e se incor-
prala ao mesmo prestito no lugar que abaixo se ue-
S'uando S. M. o Imperador ordenar, ir o mordo-
mo-mr de S. M. a lmperalriz, do opa e sendal, a res-
pectiva cmara, onde, recebando da aia a serenissi-
ma princeza, a conduzira nos bracos paia a sala do
(local enlie os representantes dos augustos padri-
iilios, sendo seguido ilu eainareira-mr c da aia. l)a-
bi saiii' o prestito na s.-guinte o'rdem :
Dous archeiros.
A musita dos cbarameleims.
Os porleiros da canna e da massa.
O re d'armas.araulo o passavanlo.
Ojuizes ter.iloriaes da corte e da capital da pro-
vincia do Hio-de-Janeiro.
Os d reo ores dos cslabelccime.itos pblicos Ilite-
rarios da corte, os presidentes do ...sDlulo Mtortr
Os prolados das rcligioes. \
Os membros da illustrissima cmaraYnunicipal.
O inspector da thesouraria provincial do Rio-de-
Janeiro, os membros dos trlbunaes da junta do com-
niercio, da relac.lo, do thesouro,do concelho su-
premo militare dp supremo tribuna) d justica.
Os mestres da imperial familia..
Os mogos da cmara, eentre elles .os qge condu-
zirem o sal, a toa I ha rica c o auto do baptismo.
Os oliciaes o olllciaes-maiores das secretarias de
estado, os da casa imperial e os das secretarias das
cmaras legislativas.
Os mdicos da imperial cmara, guarda-roupas e
ttulos sem grandeza, comprchefididos os do con-
celho
Os presidentes das provincias.
O mogo da loalha, os mogos lidalgos e os fidalgos
cavalleiros.
O porteiro da imperial cmara e o tenentc da guar-
da imperial dos archeiros.
Osofliciacs-mres da casa imperial.
Os vereadores c gonlisbomens.
Os bispos, os grandes o os olllciaes-mres da cor-
te, edmprehendidos os que levarom n coroa de mas-
sa pilo, a voste candida c o cirio, sendo cada um les-
tes ltimos acompanhado por dous mogos fidalgos.
Os ministros c cdncelheiros de estado
O niordomo-mrdeS. M. a lmperalriz com a sere-
nissjma princeza nos bragos, entre os representantes
dos augustos padrinhos, sendo seguido por dous mo-
gos fidalgos pela camareira-mr e pela ata as
quacs acompanharao constantemente a Sua Alteza.
Omcstrc-sala dous passos adianto de S. M o Im-
perador, direita.
SS MM. Impcriacs, seguidas do mordomo-mor,
do gentil homem, do veador, do reposteiro-mor,
do capitao da guarda imperial de archeiros, das la-
mas o das pessnas do servigo.
Do lugar conveniente S M. a lmperalriz seguir
com o veador e as damas para a tribuna imperial la
capella-mr, continuando o prestito em sua marcha
para a groja, com direccao ao passadigo. .
Ao chegar o mordo-mor de S. M. a lmperalriz com
a serenissima princeza porta que da sabida para o
passadico, os mocos da cmara, \\e at entilo csta-
rao nhi sustentando o pallin, n entregar.lo as pes-
soas nnmeadas para conduzi-lo, cestas receberflo
debaixo delle o mesmo mordomo-mor com S. A. nos
bra-os, entre os representantes dos augustos padri-
nhos, sendo acompanhado pelos dous mogos lidal-
ros, pela camareira-mr e pela aia.
Os grandes que levaren) as msignas e as varas do
pallio nao se cobririto quando se mandar cobnr a
C< Todas as pessoas que no prestito frcm adianto
do porteiro da imperial cmara, ao chegarem a por-
ta da igreja, pranlo no atrio, para dar primcira-
menle entrada s queso Ibes segnirem, a tW*M*
smenlo dos mogos da cmara que IfaremoMie*
toalha rica, os quaes entorilo logo o .rao depositar
aquellesobjectos na credencia competente
Os grandes que jovarem as insignias asdeposila-
rao'na mesa, para esse (im preparada junio do |.n-
meiro leito, e tomarHo lugar ao pe ilella.
Aocl sro pallioao primeira leito, os grandesque
oconluzi om o cntrega.ao aos mogos da cmara,
eomordo-n.rdeS.^i.alniperaru aas -
nimi centao entraro todos at aos cancel los da
capella-mr, para terem lugar as ceremonias do es-
tylo.
Concluidas as ditas ceremonias, ser S. Alteza le-
vada para o segundo leito, ondo ficar dorante a la-
vanda e mudanga de paramentos brancos.
Logo que o reverendo bispo estiver paramentado
deTiraneoe de mitra, passar ao solio ; echogando
S. Alteza, subirfoos rspresentantes dosauguslos pa-
drinhos ao presbyterio.
A este lempo ir o pliyco-mr acompanhado de
um reposteiro com agoa quento para a credencia,
onde temperar a agoa-benta/mettendo nella a rliBo
com venia do reverendo bispo.
Seguir-se-ha o exame da fe, a que rcsponderKo os
representantes dos augustos padrinhos, o logo de-
pois o baptismo, a ungilo e as mais ceremonias ; fiw
das as quaes voltar S. Alteza para o segundo leito,
aonde Hcarfi at que so termine a funegao religiosa.
Antes de se cantar o le-Deum ser lido pelo Extn.
ministro do imperio o auto do baptismo, e assini qife
comegar oTe-Deum, os repiques di; sinos cas girn-
dolas do fogucles servirlo de aviso a tropa que esti-
ver em parada, s fortalezas cembarcagOes de guer-
ra para que tenliam lugar as devidas salvas.
Kindo o Te-Devm tornar S. M. o Imperador a ta-
zer oragfio ao Santissimo Sacramento, ajoolhando-so
ao ladoesquerdo do mesmo augusto senhoro inor-
domo-mr de S. M. a litiperatriz, com a serenissima
princeza nos bragos.
Ao sabir da capella do Sacramento oslara prompto
o pallio, sustentado pelos grandes incumbidos do o
i'onduzirem : o entrando debaixo delle o mordomo-
mr de S. M. a lmperalriz com a serenissima prince-
za, regressaia o prestito, ao som das msicas e re-
piques de sinos, na-mesmaordem em que livor ido
para a igreja, at o pago, ondo ter lugar o cortejo.
No terceira dia depois do baptisado, ou quando S.
M. o Imperador ononar, se celebrara na capella
imperial a missa, sermao elc-Deum em aegao ile
gragas. ....
Secretaria do estado dos negocios do imperio, em
13 de agosto de MT.--/m! de Paa MagalMt*
Calvete
nacional, o reitor do
nK;Uprica" no primeir .leito. junto doqu
(icaro a camareira-mr e asa, devendo lambum
alli achar-se a ama. ...
A este tem po ter o reverendo hispo fe to a asper-
sao a S.M. o Imperador. ___
Feita a aspersao. ira o reverendo hispo fazer ora-
gfloao Santissimo Sacramento, e S. M. olmperadoi
o seguir, acompanhado das pessoas do sen servigo.
Dalli ir S, M. O Imperador |iara o throno, o o reve-
rendo bispo para o solio do corpo da igreja.
Depois que o reverendo bispo tiver purificado
maos, o mordomo-mr de S. M. a Impertir ir*
buscar ao primeira leito a serenissima princeza,
que ser conducida debaixo do pallio sustentada
pelos grandes, indo adianto o rei d'armas, arautp e
passavanlo ; logo depois os grandes que levaron as
insignias, por sua ordem e em ultimo lugar o mor-
domo-mr com a serenissima princeza, eonipa-
nhada pela camareira-mr o pela ia. llavera entilo
cuidado em fazer passar para o segundo leito a ama
deS. A.
Logo que o rei d'armas, araulo c pffssavanle che-
garem quadratura, pararan ; e entrando os grandes
que conduzirem as insignias, l'eilas as devidas reve-
rencias a S. M. o Imperador, que estar no throno
do corpo da igreja, as irfio depositar na credencia
principal da capella-mr, demaneira que fique o ci-
rio no meio, a veste candida direita o o massapao
tesquerda, ealaideporflo tamhem as ternillas eiiuo
incorporar-se corte. .
Nessa occasiao scrS. A. levada ao solio do reve-
rendo bispo no corpo da igreja, acompanhada pelos
repreenlantes dos augustos padrinhos, que Umbem
subirSoao solio.
' Permanecendo todos em pe. a excepgao do rev;
rendo bispo, este far as interrogages e expressara
todos os nomes da serenissima princeza, os quaes
estarSocscriptosem umcartSo.
Os representantes dos augustos padrinhos respon-
derfio s perguntas o dcsconrirao o peito de S. Alte-
za quando se liverem de fazer as cruzca.
Concluidas estas ceremonias, sera S. Alteza levada
nara o segundo leito, tomando assento os represen-
tantes dos augustos padrinhos ao pe da credencia
defronle dos solios, no corpo da igreja.
Feito isto, descera o reverendo bispo aoolm, o
indo encontrar-se ao meio da igreja com j.Aiie/.a,
de'auxiliadora da industria
't'imbrSa cominissao da praca docommer-
ci o das commisses mixtas.
As nessoas que por suas patentes ou conilecora-
gr/esVeen) honras do lenon.e-coropel o desto pojo ^^^^^Si^m'^~^^ i""
para ci.n, ou (lorleiigam a qualqucr das Hnhas ou a lan,'^ullciarPas pa,avras .. inyrcdcre In tem-
guarda nacional. U"M r
CIRCULAR AOS PRESIDENTES DE PROVINCIAS.
lllm Exm. Sr. Tendo sido nomeado por S.
M. o Impea.lor presidente do concelho de minislros
por decrelo de 10 do mez prximo passado, cmple-
me boje annunciar-lhc quacs os principios lunia-
menlaes que tecm de regular a marcha do ministe-
rio, alimdo que V. IX.. cingindo-sc a ellos como a
urna linda invariavel de conduela na admmis rseflo
dessa provincia, |iossa obrar na indispensavel um-.
frmidado o harmona com o pciisamen o ministe-
rial, e concorrer por sua parto para olelizexno da
politea que elle tem a peito ver firmada em lodo o
''Trolisago plena e completa do systema da
constituigao com tollas as consequencias o pronies-
sas, que nella se contecm, he e nunca dcixara de sor
a primeira necessidade, como o primoiro e unni-
me vola da nagao. Promover o assegurar este gran-
de resultado, no qual resumeu.-se todos os beneh-
liOS praticos do systema constilucional, continuara
ser a base da poltica do ministerio, o para a qual
iuo de convergir os seus calreos com a perseveran-
a que pode inspirar o se.itimento de un. sagrado
licver. A autoridade publica deve a todos indistmcla
o imparcial justiga ; OS amigos, como os adversarios
dogovernoteciniguaes ttulos a sua proleeguo, ou
soj,, ,o oxereicio regular .lesnas Hl.erdades poli .-
cas, ou seja na mauutengao de seus d.re.los indi-
fi Nfo ha consdcragaoalguma, ou fasBO &<&**-
,,ica uuepossa jamis autorisar ou justificar a
CrssflO desemelhantes principios ; e sena para
o eomiio motiva domis profundo pozar, so por
"! de zelo, o a Ululo de melhor servir a sua
, ,,, sseu. .lescnhecidos e dcsrespeltados Ndh
tiolitica Otriumpho duravel da causa lo gmeino
a! pdedependo'r senao da fiel orestrMu bjnrJ-
cii. slcise da const tuicJIo, e he so nisso que <-iie
deoosiU a esperanc de obW a adhesSo do pas.
Euelnlo a organisacBo administrativa o judi-
eiaiiadnperio tinda esta longe Jo corresponder
o^designiosda consUluisBo : aIgumasida loi iqud
possuimos tornam lac. por sua impere Jo. bu-
so, alimentan) funestas tendencias a a. ln a i. ,
o poden, abrir caniinlio a actos poucti consenU,, ,
con, o bem publico, o destructivos das garai tiasque
deven, cobnr o proteger os cida.laos. O "*
propOe-sc a a|.resentar em lempo opportui.o a el.
heragao db poder legislativo as medidas de reforma,
que julga convenientes, o adequadas ao lim ue sa-
nar i. legislagao de semolhantes defo.tos, adapta-la
melhor ndole do sysiema que nos iege. nas, eni-
quanto isto nfiO tem lugar, V. Ex comprehende e
avalia devidamento o quflo importante he, quo a
n.aiorcircumspocgaoeeaulellaprosidam a escol a
doshomens, em cujas n.aos estflo, ou tcem de estar
depiladas as dilferentes especies de utor.dade^
Por isso mesmo que as leis sao imper eitas, e dao
ugar a actos abusivos, ho que os individuos, a quem
se commollcr a sua guarda o execugao, levomi olTe-
recer na moderagao comprovada do oMiel*.*
rectidao conl.ecida do sen espirito, "'"Ste
Ruraneas para son futuro proced.mento. Mormentc
sobre as autoridades polticas subalternas que lunc-
coi a longo das vistas da presidencia, e cujos ac-
tos poden, mas fcilmente escapar ao sen conhccl-
mento, conven, quceslacond.gao soja ngorosamen-
tC pdo'wccedcr, que, tomando parte activa no col-
melo dos partidos que dividen) a populado, e ce-
dendo spBixoos que isso naturalmente excita, fa-
gam tima applcagao deploravel dos recursos de sua
p08c9o, que Ibes foram confiados para outro desti-
no, o com pro meta in ocredilo dogoveriio provin-
cial, sobre quem recabe a responsablidade de as ter
nomeado. A approhcnsiln destas contingencias, que
trafiam tao desagradaveis consequencias, acnse-
iba niuilo disrernimonto, e urna vigilancia incea-
sai.te. He preciso que essas autoridades, como todas
asmaras, estejam ponolrailas, lanoquanto Mr pos-
svel, das ntciigoes que aiiniam o governo; e se por
infelicidadc algumas daqucllas, que dependem do
poder geral, aierraiem, o que eu nao espero que
aconlega, da senda da imparrialidade e da justiga,
V. Ex. o deve participar inmediatamente ao gover-
no, uqual tomara as providencial que forcm neces-
sarias, alim deque nao sejam impunemente Iludi-
das as suas vistas, o despiezado o ctiniprimento do
ileveres 1:1o essenciacs.
Assegurando jnsligaa todos os partidos, e respei-
tando a liberdade detoilas as opinio.s, importa ao
mesmo lemtio que os dreilos proprios da adminis-
Iracflo publica sejam defendidos som bcsilagao, e
com firmeza, oque seus inloresses nao sejam sacri-
ficados uo sentimento de lima tolerancia mal enton-
dida: que os seus adversarios polticos nffo tenhara
mais garantas do quoo governo, nem possam abu-
sar da liberdade queso Ibes garante.
O ministerio mo consentir que no pessoal dos
..versos empregos, cuja acgiio possa embatagar sua
poltica, sejam admillidos'individuos quo tenliam
outra poltica, o Iho estejam portanto em oppo-
sigilo. .
Os empregos silo instituidos no lim exclusivo uo
servigo do estado, e osso servigo que necossila do
concurso c convergencia unisona de lodos os espr-
eos para o seu liom desempenho. exige como condi-
gno indeclinavel naquelles que s.lo chamados a
prcsta-lo, umasiueeia adheaSo ao plano, segundo o
qual tem de ser dirigido. Pela mes na rasBO o r.mc-
cionario publico, que, esquecido dosdoveresda sua
pos'ioBo, ligar-sccom os adversarios do governo o
niacliinar contra a sua causa, conslilue-se na impos-
sibilidade do continuar a servir. Todava, para a-
quellcs emprogos, onde a coiidico da conlianga nao
fr necessaria, o onde nao possa haver recoio do que
as opinioe do funeconnrio prejudiquem o serrigo.
o governo ha de s altenderao mrito, qualquerque
pia a upinio poltica do individuo, nomeando a
quem o liver, e apenas em igtialdado do mrito pre-
ferir aquello que j o tulla auxiliado ou livor do
auxila-lo no desempenho de sua poltica.
Ilesobretudono comportanicnlo dos empregados
e autoridades publicas durante as eleigoos, quo o
ministerio desoja que dominem a prudencia e come-
dimento, cque se nao prevalegam do carcter do
queso acham revestidas, para impOr aquillo que
deve ser o fructo da llVre o espontanea deliboragilo
do povo. O ministerio nao quercr um s momento
nianler-sc no posto que ocupa, a despeito da opi-
niao real do paiz: a certeza do seu npoio he urna das
CondigOes de que dependo a sua existencia. Mas, pa-
ra que esse apoio seja eillcaz, he n.istcr que nada te-
nha iiavidO de violento c delicio na cnunciagao los
snlViagios pblicos. Oque mais que tildo importa
nos resultados de nina elcigao he o conliecimenlo
da opniao verdadeira da maioria da nagao, porque
s omconformidade com ella pode sor convenionte-
niente roguhi.ia a marcha do governo.
Otriumpho ou o rovez.leste ou daquclle partido,
silo obiectos secundarlos, om comparacBo da .inmen-
sa vantagem que lia en. .fio .. paiz seja governailo
segundo a sua proprla raiOO o vonUdo: ecomo o
irerno leu. tan.hem uu.a grande causa que dden-
Sare sustentar, eumpro-lhe estar aliento, c omprc-
ar os molos lcitos o honestos, para que a nago nBo
seia Iludida pelos manejos e intrigas de seus adver-
sarios. Pi.is que estes combinam o eXecutam todos
os expedientes de influencia 'pazos de mu.iar em
desfavor do governo o espirito publico, tambora o
governo c aquelles quo se interessam no destino de
sua causa, dovom lor o .1 ireito de dar passos para fa-
zer conheccr a verdado populacfio, 0 neulralisar os
esfurcos do sous adversarios.
Mas, anda ueste caso, he n.istcr que ns outros
obren, s como ci.lad.los, o mngue.n comp iltori-
dado, ede tal mo lo, que nunca possa I ah resultar
0 mnimo obstculo para a *4\
qual deve ser ...amida ora toda a amphdao de sua in-
dopendeeia. '
Estes principios, o os do urna severa mas bem re-
volada economa nos diversos ramos de despoza pu-
Dllca, sao os que o ministerio seguir comUaiile-
menlo ecuja observancia multo rec.mmonda a V.
E0 o .Vite espera, cerlo como esta da sua dedica-
giio s noLas in'stitnigOes, c do seu amor a juslig .
Dos guarde a V. KM. Palacio do. \^T> "*
cm -2V de agosto de 1817. -Manoel Alies Uranco.-
Sr. presidente da provincia de....
jlill^MJjjMliPCT-
RECir*. s o srrEarano um
Pelo vapor SM-StbtuMo, chegado boje dos por-
losdosul, recebemos peridicos do R.o-de-Janeiro
at 31 do agosto ultimo.
SS MM. II. e a serenissima princeza recemnasci-
da contiuuavam no gozo do perfeila saude.
Ora aquecida por calor febril, maisou monos in-
,,.i,s, orasallyada por convulsOes, S. A. I.'passra
muilo ncoinniodada todo o dia 14 e parte do dia
rs- mas, s 11 i horas danoite desso ultimo dia,


P*
deapparecra o ncommodo, o a imperial enferma
fdra declarada a salvo de perigo.
Secundo o programla quo transcrevemos m par-
te ollical, devia verificar-s a 7 desle mez o bapti-
zamentodo terceiro Inicio do hymino do monar
cha brasileiro.-- {torito padrinhus o principe de Join -
villo e sua augusta esposa
Ciliados pelos arligosem que o Jurnaldo Commer-
co costuma dar cunta dos actos das cmaras, tr-
inos de declarar aos jeitor-es, que, afora as discus-
sOos ilc poltica geral, os Irabalhos do senado apena*
elimitaram approvacHo do um requerimento cm
que o Sr. Vasconcellos propozera que a commissilo de
constiluic.lo examinasso, se o governo podia conser-
var o Sr. Calvo na presidencia do Rio-Grandedo-
Sul, sem pcrmissilo do mesino senado, deque he
elle menibro ; assim como adopclo, em segunda
discussto, do projectoque cria um concelho naval,
e da resolueflo qtieenlendc com u ei das eleicocs.
A cmara do* Srs. depuados, porru, no se cir-
cuinserevra lano quanlo a vitalicia, pois que ap-
provra :--em tercoira discussio, e con algumas
emendas, a lei do orcamonlo para o anno de 1848 a
Os jornaes, ao transmittlrem ao publico este aeon-
lecimento, calam os motivos que o occasionaram, e
penas referen) que o Exm. Sr. Alves Branco se en-
carregra inlerinamenle ii pasta que esso hon-
rado senador deixra .'.'Sejam, porm, quaes
forem as causas que concorreram para que o Exm
Sr. Paula Souza se retirasse do gabinete, temos para
n, que csse accidente n&opde deixar de ser fatal
no paiz ; porquanlo pensamos quo o Brasil ganha-
ria muito com estar a S. Exc. na gerencia dos seus
negocios, alientos os sentimentos eminentemente
liberaes e orde-iros que elle proclamara na tribu-
na, sempre que fdra inlerpellado ; atientas as re-
gras governativas que se propozera a fazer adoptar ;
attorito, alfim, o foro de honrado, probo e sisudo,
em que eia tido plos proprios adversarios polticos.
I'oucos dias depois desse em quo S. Exc. se esqui-
vara da commisflo em que tiTo proveitoso se ia tor-
nando sua atria, unnunciou a Senlinella da Mo-
narchia, quo o ministerio so reorganisaria, ou en-
trando o Sr. A ii relia no para apasta dos estrangei-
ros, passando a da fazenda para o Sr. Saturnino, e
licanclo o'Sr. Alves Branco com a do imperio ea
presidencia do concelho; ou sendo a ultima das
1849; em segunda otambemeom vanas emendas, nlcrlcionadils [ia.staScommetlida aoSr. Thomaz Co-
o projecto do Sr. Reboticas, relativo ao juro conven-
cional ;o projecto sobre inslrucclo publica ; ~
as aposentadorias dos Srs. ministros do "supremo
tribunal de justica, Gaelano Mara Lopes Gama cha-
lilo do Itamarac; a do inspector da thcsouraiia de
Sanla-Calharina Agoslinho l.cito do Almeda; o
requerimento em que o Sr. Campos Mello pedir se
exigisse copia doollicio em que narrara os aconte-
cmentos quetiveram lugar as Alagas a 28 de Ja-
neiro prximo passado; differentcs peusOes, om
numero de 11 ; -- a resolucio que faz extensivas aos
colonos de San-Pedro-de-Alcantara e Pttropolis as
disposicOes do decret > de 3 de setembro de 1846 ;
a que reconhece no Sr. Antonio Perera Reboucas
as necessarias habilitaces para advogar em qual-
qner parte do imperio, independente de licenca dos
presidentes das relacOes; a quo determina quo a
provincia de Matto-Grosso de oais um deputado,
assim como a emenda que augmenta com dous
o numero dos dcpulados do.Maranhio, c com umo
dos do Rio-Crande-do-Norte; c finalmente as que
iiutorisam o governo a conceder cartas de naturali-
sacilo a certos estrangeiros, a expedir um negula-
mento especial para os guardas nacionaes das fron-
leiras, a readnittir no servido o Sr. Pedro Nicolao
Foguerstein, a emprestar cem con tos doris aoSr.
Joaquim Diogo llartley para animar a sua fabrica de
tecidos de algodio, a determinar, enilim, sejam cu-
nhadas novas nioedas de prata o ouro, estas no va-
lor de 10,000 c 20,000 rcis, e aquellas no de 500 e
1,000 ruis.
Aquemqurque livor lido as precedentes lindas
parecer mili grande a disposiclo, cm que a cmara
seachava, de deixar passar todas as mociles que
houvesse sobre a mesa; mas mudar de opiniio,
logo que souber que ella rejeitra o requerimento
cm que o Sr. Barros Pimentel solicitara fosse remet-
ida urna coinmissio especial a carta que publica-
mos cm o n. 188 deste Diario, aliin deque dissesse
o que pensara acerca da sua autheoticidade; --o pro-
jecto que mandava soccorrer as provincias do nor-
te; e as emendas do senado proposta que njodili-
earaa lei deeleicoes.
Na referida cmara houvera larga tliscussio acer-
ca dos negocios desta provincia ; e apreciava-se o se-
guirite projecto:
(i A assembla geral legislativa do imperio re-
so I ve.
Art. 1." He concedido ao governo o crdito da
qiiautia de 233:296,898 rs. para pagamento da divi-
na de ejercicios tindos, liquidada desdo o anno de
1827 at 19 Ue agosto de 1847, constante das tabellas
c ail.lilmenlos annexos presente resolueflo, a
saber:
Parao exerciciode 1827 a 1828
Bs.
i
a


1)


1828 a
1829 a
1830 a
1831 a
183* a
1820
1830
1831
1832
1833

a




2:132,193
1:849,942
2:273,080
2:739,018
1:462,336
2:704,447
2:901,262
3:822,611
11:680,692
4:702,228
5:052,767
19:528,092
18:488,334
32:429,020
19:534,67:
15:795,419
28:665,083
37:456,174
20:088,52.
iiii-
12:846,371
19:457,504
37:368,563
84:844,016
78:780,444
1833 a 1834
1834 a 1835
1835 a 1836
1836 a 1837
1837 a 1838
1838 a 183"
1839 a 1840
1840 a 1841
1841 a 1842
1842 a 1843
1843 a 1844
1844 a 1845
1845 a 1846
a Art. 2. Este credilo sera distribuido pelo
nisterio da fazenda do modo seguinte:
A reparligiodo imperio Bs.
da justica
da marinlia
s da guerra u
da fazenda
Art. 3." Silo applicadas a este credilo as dispo-
sicOes dos arts. 3., 4., 5." o 6." do decreto n 402,
de II de setembro do 1846.
u Paco da cmara dos deputados, 23 du agosto de
1847. Souza Iranco. Amoral. J. Anido.
Depois dos afazimentos do poder legislativo, que
acabamos do passar em resenha, releva que fagamos
menefloda circular que fica exarada na parte olli-
cal, e que nada menos ho que o transumplo dos
principios,segundos quaes, assevera o Sr. presi-
dente do conceltoo de ministros, vamos ser d'ora a-
vanle governulos. Sem que nada digamos a res-
peito desse novo programla ministerial, dirigimos
preces ao Tooo-PoDEaoso, para que, mesmo assim
como se elle cha, seja religiosamente observado.
Expressado por esta forma o nosso voto, justo lie
que tratemos dasdemais ocurrencias que noliciam
as gazetas cuja recepeflo aecusmos.
0 Exm. Sr. senador Francisco do Paula Souza e
Mello pedir e obtivura demissio do cargo de oiinis-
mes dos Saolos ; ou, emflm, adniitliudo-se como
membros do gabinete os Sra. deputados Urbano e
Souza Franco, de modo que fosse excluido delle o
Sr. Nicolao Pcreira do Campos Vergueiro. ~ Coin-
quaoto a redacclo da precitada gazeta se mo res-
ponsubilise pela veracidade da noticia, suppOc, to-
davia, que, a verificar-se a'rcorganisacilo, ser nos
termos da segunda hypolhse.
Tinham sido nomeados : o Sr. Jola Jos do Mou-
ra Maga I lu es para substituir o Sr. Antonio Ignacio
de Azcvedo na presidencia da provincia da Babia ; o
Si". Joaquim Jos Teixeira para administrar a de
Sergipe, em lugar do Sr. Jos Ferreira Souto; o o
Sr. sonador Alencar para presidir a do Cear.
'O Sr. coronel Troja no Gozar Burlamaquc foi Ho-
rneado para substituir o Sr. coronel Gypriano Jos
de Almeda no lugar do director do arsenal de guer-
ra desta provincia, de quo fra exonerado o mesmo
Sr. Gypriano para ir tomar conta da direccilo do ar-
senal de guerra do Para, deque S. M. o Imperador
houvera por bem dispensar ao Sr. tenente-coronel
Anselmo Joaquim da Silva.
Foram removidos : da relaco desta provincia
para a da corte, os Srs. desembargadores Manoel
Prannos da Silva Veloso e Antonio Joaquim de Se-
queira ; do comniando da lorialeza do Brum desta
cidade para a do Itamarac, o Sr. tenente-coronel An-
tonio Gomes Leal; da vara municipal e d'orphios
dos termos reunidos de Alcobaca e Prado para a de
Nazarelh na Babia, o Sr. bacharel Manoel Augusto
doAlmeida; da segundadas rele idas varas para a
primeira, oSr. bacharel Benigno 'lavares deOlivei-
ra ; do lugar de inspector da Uicsouraria de fazen-
da da Parahiba para o de inspector dos diamantes
na Babia, o Sr. Antonio Jos llenriques ; e do cargo
de chefe de polica dessa provincia para odejuz
de direito da comarca da Estancia em Sergipe, o Sr.
Antonio llenriques de Miranda.
O governo designara o Sr. major Joaquim Caetano
de Souza Cousseiro para commandar interinamente
aspramencionada fortaleza do Brum.
Foram nomeados : director do curso jurdico de
Olinda o rcverendissmo Sr. Miguel do Sacramento
Lopes Gama; juiz do direito da quinta comarca de
San-Paulo, o Sr. bacharel Antonio Francisco de A-
zevedo, juiz municipal dos termos reunidos da ca-
pital c Santo-Amaro, da mesma provincia ; inspec-
tor da Uicsouraria da azenda da Parahiba, o Sr. Be-
nedito Marques da Silva A chuil j juiz municipal e
d'orphfos dos termos reunidos de Mogi-Morim e Ga-
sa-Branca, eoi San-Paulo, o Sr. Joao (arlos l.eite
Penteado; commandanlu do briguo-escuna l'iraji,
o Sr. ca pililo-teen te Fernando Lzaro de Lima ;
segundo escripturario da mesa do consulado desla
provincia, O Sr. Manoel Camello Pcssa del.accrda;
segurados escripturarios da thesouraria de fazenda
desla mesma provincia, os Srs. Jos Francisco Con-
nives e Jos Innocencio Percha da Costa ; terceiro
dilo, oSr. Jos Brasilino da Silva; lerceiro dito da
do Rio-Grandc-do-Norte, o Sr. Jos Goncalves de Me-
deiros; cirurgiOes ajudanles os Srs. Leopoldo Re-
gis, Carlos Frederico dos Sanios Xavier de Azevedo
Albino Souza Borges e Jos da Silva Costa, este para
o quinto batalhilo de fuzileiros, c aquellos parao
quartode artilharia a p.
Reunido cm assembla geral, b instituto histri-
co elegra unnimemente : presidente o Sr. con-
selheiro Gandido Jos do Arajo Vianna ; primeiro
vicc-presidente, o Sr. Aureliano ds Souza e Olivei-
ra Goutinho ; segundo dito, o Sr. bario do Gayr.
O Sr. Jos Joaquim Ribeiro oblivera nomeco
para o lugar de Ihesoureiro da caixa de amortisa-
efio de que solicitara e obtivera dispensa o Sr.
Francisco Jos da Bocha.
Durante a molestia do Sr. hispo de Anomuria,
devia substilui-lo na seccilo.da fazonda o Sr. coh-
celliciro Jos Antonio da Silva Maia.
Fra unnimemente absolvido o subdito francez
Emilio Mge, que assassinra a mulher.O auditorio
applaudira a absolvicilo com mui grande enlhu-
siasmo !!!
OSr. David Tod, enviado extraordinario e minis-
tro plenipotenciario dos Estados-Unidos da Ameri-
ca, opresentra suas credenciaes a S. M. o Impera-
dor, no dia 28 do mez prximo lindo; e nessa oc-
casiSo, proferir o seguinte discurso:
narte em e^forcar-nie por promover esta amigavel
disposiclo, ~Ta n!To menos contraria aos meus sen-
limentns, do que traidora ao meu paiz.
ic Apreciando estes designios, V. M. me pennilli-
ra dizer quanlo estou contente por saber que a mu-
lla amizade e respeito ha tanto lempo etilo feli/.-
iiente existentes entre os dous gnvernos, mo tem
t i ni i mi ido por alsujn desagradavel acontecimento
de recente oreurrencia. ,
a Nlo desconheco que os meus encargos princi-
piam em um periodo desfavoravel. Meu immediato
nredecessor achou-se em difllculdades desagrada-
veis-para si mesmo, o improsperas para ambos os
eovernos. Resolvido em minhas relacOes com o go-
verno de V. M. a observar um procedimento tilo hon-
roso como benfico para ambos os paizns, eu nutro a
esperanza de quo desempenharoi os deveres da mi*
ola missdodeuma maneira inteiramente satisfac-
toria para o meu goveroo, o ao mesmo lempo agra-
davel ao do V. M.
' Permita V. M. cm conciuso, oxpressar os
meus melhoros desejos pola sadeo felicjdade de V.
M. e da familia imperial. .
Depois que o distncto Americano manifestou por
esta maneira os sentimentos de quo se achava ani-
mado, disse S-. M:
ii Recebo com prazeras credenciaes que me apre-
sentais cm nome do meu 'bom amigo o presidente
dos Estados-Unidos. Ellas provam que a mesma a-
mizade e inlclligencia subsisten) entre o meu go-
verno c o do vosso paiz, das quaes acredito que sois
o verdadeiro interprete, removnndo as difficuldadcs
pessoaes em que se envolveu o vosso immediato
predecssor.
Terminada essa solemne recepeflo que livera tu-
garnos pacos do San-Christovam, seguira-se a do
Sr. His do Butenval, que tem de residir na corte
brasileira como enviado extraordinario e ministro
plenipotenciario da Franca, e que, ao transmittir a
S. M. as suas cartas de cren^a, se exprimi assim:
ii Senhor. Tonho a honra deaprosentar a V. M.
I. as ci'tas pelas quaes el-rei meu augusto soberano
dignou-seacreditar-me junto a V. M. I. na qualidado
de enviado extraordinario e ministro plenipoten-
ciario.
Senhor, os servidores do rei quo me precedoram
no posto a que tanto mn honra haver sido chamado,
liveram todos por primeiro doverassegurar a V. M.
dos sentimentos que Iheconsagra el-rei. Conheceis,
senhor, estes sentimentos. V. M. I. sabe com que af-
fectuosa solicitude tem seguido el-rei o desenvolvi-
mento gradual dos destinos de V. M. I. e do vasto
imperio que pela Providencia foi confiado a sou
sreplro constitucional. Quanlo respoita felicidade
de vossa familia, senhor, ao esplendor de vossa co-
roa e prosperidade do vosso pov, ho para o meu
soberano o objecto do mais vivo e do mais constan-
te intoresso. Repetindo nesta occasilo a V. M. I. as
palavras do meus predecessores, nada mais faco do
queempregar a mesma lingoagem que melhor do
que eu explicam os proprios acontecimentos e as re-
lacOes entre as cortes de V. M. Lea nossa ;' mas ca-
be-mo particularmente pelas circumstancias rcen-
les que teem estreitado, multiplicando-os, os lacos
das duas casas do Brasil e de Franca, accrescentar
boje s demonstrarles usuaes e liis das disposicOes
do monarcha a expressfio dos sentimentos do pai
de familia. El-rei, a rainha nossa muito amada sobe-
rana, dignaram-se encarregar-ine de manifestar a V.
M. I. o accrescimo de prazeres domsticos quo seus
coracOcs se comprazcm cm referir presenta da
princeza que foi educada a vosso lado, da augusta
companheira do principo cujos rmos d'arnias vem
commigo apresentar seus respeitos a V. M. I.
Doseio de urna familia que lornou-so sua, ro-
deada dos ramos que ella j deu nossa dynastia,
cm que a Franca se compraz em ver ao sanguo de
nossos principes unido o da Ilustre casa de Bragan-
ca, Sua Alteza Real a Senhora piinceza de Joinville
dignou-se tambem confiar-me o cuidado detrans-
miltir V. M. I. a homonagem dosaflectuosos votos
quo ella no cessa de formar por vos. Cumprindo a
mensagem de urna princeza de Franca, eu tenho a
fortuna, Scnllor, de fallar a V. M. I. em nome de urna
irnifa querida.
Estes lacs tito charos, que unem a casa de V.
M. I. de Franca, o que anda mais se estreitaram
lela escolha da companheira do Himno de V. M. L,
correspondem ao mesmo lempo aos desejos, s ne-
cessidades, s sympalhias do dous imperios que o
Ocano, no estado do mundo moderno, parece mais
destinado a reunir do que a separar. Tudo concorre
para approximarem-so um do outro, Senhor, a den-
udado dos interesses do commerco, assim como a
conformidade das instituicOes polticas ; e esta es-
treita allanca das duas corOas, tilo chara ao monar-
cha que mo me julgou indigno do a cultivar junto
de V. M. L, n.lo he seml a manifestaco do um sen-
lmenlo francez.
Penetrado dos deveres que urna (al siluaciio me
impOe, animado de sincero desojo de os desempe-
nhar fiel .tiento, esforgar-me-hei, Senhor, durante a
minha misado, por nada poupar para altrahir-mc a
benevolencia de V. M. I. o a coofianca de seus minis-
tros; ese o poder conseguir, tere prcenchido as n-
lencOes do rei meu augusto soberano, e as do seu
governo. d
S. M. houve por bem responder ;
A sincera amizade, que me consagra meu charis-
simo irmilo o rcr dos Francezes, he-mo bem conhe-
cida, e tantas provas do interesso que elle loma pela
minha felicidade e pela do meu imperio nilo podern
deixar de augmentar os sentimentos quo Ihe tenho
sempre consagrado. F.u espero, Senhor de Butenval,
que a maneira por quo desempenhareis a vossa mis-
do os trumphns de Vera-Cruz- e de Cerro-Gordo
pouca ou nenhuma esperanca hava de concluir bre-
vemente a lula.
a Sant'Anna tinha sido nnmeailo dictador do M-
xico, adiando-se para nnvembro a eleicilo de presiJ
lente. Na capital,.onde hava urna guarnicilo de 20
mil homens, faziam-sc os maiores preparativos (|
defensa. u
E nSo he s este o artigo que nos propmos
transferir das paginas desse peridico para as (|0
nosso: aBaixo inserimos um outro, cujo contedo
mais que muito iotoressa a esta praca:
Annuncimos no Jornal do Commeroio de 12 do
corronle,(agosto) que o governo belga tinha resolvido
que os producios do Brasil, importados directamente
em bandeira brasileira, pagassem os mesmosdireitos
que pagariam se fossom importados m embarca-
COes belgas A Gatela Oflicilo hontem (17) diz a
respeito o seguinte:
Foi oommiinicsda officis'mente ao.gTruo im-
perial a seguinte resolucio do governo belga rela-
tivamente ao Brasil:
Visto o artigo 6 da lei do 21 de julho de 1844 so-
bre os direitos dlferonciaes, que he concebido nes-
tes termos: Os productos da Asia, da frica oda
America*, quo chegarem directamente A Blgica
dcbaixo do pavirho do paiz do que silo origina-
rios, o donde silo importados pdenlo ser ad-
mitidlos pelo mesmo modo como so estivesseni
dehaixo do pavlho belga, quando este nlo fr
submettido nesse paiz a nutres, ou a mais pesa-
dos direitos de que o pavilho nacional, conside-
rando que o pavilhflo belga nlo be submettido no
Brasil a outros nem a mais pesados direitos do que o
he o pa vil han nacional, sobre proposta de nossos
ministros dos negocios estraugeiros e das (naneas.
Havemos resolvido e resolvemos :
Art. 1.' As mercadorias originarias do Brasil, quo
forem importadas directamente por mar, debaixo
do pavilliio desse paiz, ser0o admrllidas com os mea-
mos direitos lixados para o pavilho belga.
Art" 2.* A presente resolucio ser obligatoria
desde o dia seguinto ao do sua insercilo no Moniteur,.>
Como quo deixainososcripto, temos ioteirado os
nossos subscriptores d tudo quanto de mais curio-
so vimos oas folhas do Rio; cumpro agora, que Ibes
transmitamos oquecolhmos as daBahia, cuja
ultima dala he de 9 do corronte.
A provincia permaneca tranquilla.
Apparccra crivado de seis tacadas o cadver do
caixero de urna taberna da ra das Larangoiras,
cuja porta amanhecra aberta.
Fallecer o administrador da mesa do consulado,
Jos Antonia da Cimba.
Fra mu Una a Inja de um alfaiate. Calculava-
secm 200,000 riso valor das pecas sub rbidas.
Na estrada da Valla, quasi quo com a honra perdo
a vida u ma misera rapariga do 16 a 18 anuos, de cor
escura, que um bando do desalmados aggrcdra, no
firme proposito dereduz-la proslituciio.Ja es-
lava preso um dos cmplices em tilo cruel delicio;
o a polica tratava de descobrir os oulros.
COH/8ME?!CO.
Alfandcga.
RENDIMENTO 1)0 DIA 13........... 8:746,752
Descarregam hoje, 14.
Brigue Yarmoulh mercadorias.
Brigo lUaria-l'elii idem.
Patacho Esperanza idem.
Consulado.
RENDIMENTO DO DIA 13.. '
Geral......................... 149,270
RIO-DE-JANEIRO.
CAMBIOS NO O! 28 DE AGOSTO DR 1847.
Cambios sobre Londres.......27 }
Pars.........345 a 348
llamburgo......640
Metaes. Oncashespnnhas......29,000 a 29,500
da patria.......28,000
Pesos hespanhes....... 1,950 a 2,000
>. dr patria....., 1,850
>i Pecas de 6,400, velhas. 16,700a 17,000
Prata .............98
Apolices de 6 por cento. ...... 85
provinciaes.......'. 83
[Jornaldo Commercia.)
BAHA.
CAMBIOS NO OU 8 DB SKTRMBBO DE 1847.
Londres.............97
Paris...............335 o franco
llamburgo............ 640 o marco
Lisboa..............100a105p.c.depr
Oncas hesponhlas........30,000
mexicanas.........29,50.0 a 29,800
Pecas de 6,400 .........16,200 a 16,500
Modas-de 4,000.........9,100
Prata...............100 a 105 .
Apolices do governo 55 por cento de descont.
Acc0es do banco 20 por cento de pr. nominal.
(to Mercantil.)
tro e secretario de eslad Z Z- l"","e os M''i'>'"loa du puvo de quem tem a hon-
iroe secretario ue estado dos negocios do imperio. |ra do ser chefe execulivo, c urna omisaSo da mnliaj
sIO preencher peifoilamente as intcncOes do vosso
soberano, e que as relaccs que unem felizmente a
Franca e o Brasil nlo deixaro de ganhar com ella. *
O Jornal do Commerco, donde copiamos esses dis-
cursos, dizque poucos dias depois da chegada do
Sr. Tod corle, o Sr. Wise, seu antecessor, dirigir
una nota ao ministro dos negocios estrangeiros
solicitando os seus passaportes, declarando qu
n;1o podia audiencia para apresentar a respectiva re-
credencial;-quo os passaportes Ihu foram imme-
diatamonto remottidos ; eque conslava ter-ihe si-
do recambiada a precitada nota, sem resposla algu-
ma, por estar concebida em termos descomedidos.
O mencionado jornal, >-cferiudo-se a outros do
Rio-Crandc-do-Sul, noticia a moi te do coronel Ren-
to Goncalves ; e aecusando datas dos Estados-Uni-
dos al 8 de agosto ultimo, diz o seguinte :
A guerra no Mxico nlo tinha dado um passo. O
general Scott eslava anda cm la Puebla, c, secundo
execulivo, o urna omissa da minlialreferem as folhas americanas, parece que,, mo gra
i #Senhor. A carta que veno apresentar a V.
M. he de S. Exc. o presidente dos Estados-Unidos,
e conten a communicaclo da minha riomcacilo de
enviado extraordinario o ministro plenipotenciario
daquelle governo junio corte imperial do Brasil.
S. Exc. assegura a y. M. o seu desejo de cultivir as
mais amiguveis e liberaes relacOes entre os dous gn-
vernos. Manifestando este desejo, o presidente ex-
;\loviiueiito do Porto.
Naviot entrados no dia 13.
Rio-do-Janeiro, Babia e-Macci; 12 dias o!2lioras,
edoyjtimo porlo 19, paquete de vapor San-Se-
bauifio, de 300 toneladas, commandanlu o primei-
ro-lencnte Antonio Xavier de Noronha Torroz'J,
cquipgem 31. Passageiros : para esta provincia,
l)r. Joaquim Nonos Machado com um criado, Dr.
Alvaro Barbalho Ucha Cavolcanli com um criado,
Antonio da Costa Rogo Monleiro com um criado,
Dr. Filippe Lopes Nelto, Dr. Fclisardo Toscano de
Brito, Francisco de Paula Carnoiro Lefio com um
escravo, Dr. Antonio Borges Leal com um escravo,
Anlero Jaques da Silva, Luiz Jos de Cerqueirr.
Mendes com um escravo, Joaquim Jos Fernandos,
Jozeph Deperine, sua senhora o dous li(lies, Italia-
nos; Joaquim Lucio, Antonio Jo6 Soares, Joao
Diogo de Mello, Jos Goncalves da Silva, Porlu-
guezes; para o norte, Dr Miguel Joaquim Ayrcs
do Nascimentn, Exma. 1). Anua Joseplnna, 5 flltios
e qualro escravos, D. Josepha Senhorinha.
Londres;60dias, brigue ingloz Malcolm, de 265 to-
MUTILADO


neladas, capito James Malcolm, equipagem 14,
em Iwtro !""" ,,, alinda, de 3*5 lo-
~T.i" "1 P4eirg, > -cabo de esquadra A-
lonio l'ereira Alves Hur beca.
TrditaT
Miguel Jrchanjo Monteiro de Andrade oficial da im-
perial ordem da Rosa, cavalleiro da de Christo, t ins-
pector da alfandega de I'ernambuco, por S. M. o
Imperador, que Deo$ guarde, etc.
Fago saber que no dia 14 (hoje) do corrente, ao
iueiu-H, a ns ;;:rU"--ijuig, bu hiio de arre-
malar em hasta publica200 massas para chapeo, no
valor do 50,000 rs., impugnadas pelo guarda Manoel
da Fonspca de Araujo Lima, no despacho por fac-
tura do Didicr Colombiez & C, n. 975 : sendo a ar-
rematagfo subjeita a direitos.
Alfandega, Udesetembro de 1847.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
enlenda-se com Leopoldo Jos da Costa Araujo, na
ra da Morda, n. 7.
Par o Porto sano, impreterivelmcnte at o dia
12 do corrente a veleira escuna Galante-Varia ; r
relie ainda algumn carga: para a mesina passa-
geiros para o que lem exrellentes commoilos, ta--
ta-secom Silva & Grillo, na ra da Moedade, n. II.
. ParaoCear, tocan>to no Araeaty, vai princi-
piar a carregar o lii gue-escuna Hennquela. mostr
Jos Joaquim Alves da Silva : os pretndanles a car-
regar para ambas as partes se en ten denlo" com o
mesino meslre, ou na ra da Cadeia-Velha, n. 17,
segundo andar.
Le lo
es.
Declarantes.
As malas do vapor San-Sebastiao, com
destino aos portos do norte, fecbam-se
hoje (14 as a horas da tarde.
Carlat seguras exilenles na administraedo do cor-
reio para os senhore:
Augusto Mal d Menezcs, I). Antonia Hara Mon-
teira.
Francisco Joaquim Cardoso, Francisco Jos Sil-
veira.
Gabriel Antonio, Gaudino Agostinho de Barros.
Joaquim Rodrigues de Almejda, Jos Ignacio de
Medeiros Rogo Monteiro, Jos Manoel Martins, Jos
l'ereira Gunha.
Machado* Pinheiro Mathias de Azevedo Villa-
rouca.
Thomazdo Aquino Fonseca.
__\ cmara municipal desta cidade faz sesso
extraordinaria no dia 15 correte, e nesse dia serilo
arrematados os ohjectos que constituom o seu patri-
monio, visto niloso puderem arrematar em o dia 11,
como seannunciou, portillo ter havido sessilo.
O administrador da recebederia das rendas ge-
raes internas avisa aos devedores do hairro do Re-
cite, Santo-Antonio eJloa-Vista, para que venham
pagar o imposto do banco de 46 o 47, e o 1 semestre
de 47 a 48 pena de se proceder a executivo por j
se adiar prompta a retacan para juizo.
Ilecebedoria, 11 de setemliro do 1847.
Francisco Xavier Caoalcanti de Albuquerque.
Contratos a celebrarem-se com a thesouraria das rendas
provinciaes no,corrente mez de selembro.
DIA 25.
Oda conlinuacSo da obra do caes de Ramos, ava-
hada em ris 7:182,000. Os trabamos far-se-h3o
doconformidadecom os riscos e orcamentos j ap-
provados; cncetar-se-hflo dous mezes depois du va-
lidado o contrato, e fitular-se-hio ao cabo de seis
mezes. 0 pagamento realisar-se-ha na forma do
disposto no artigo 15 do regulamcnto das arrcmala-
gocs. 0 prazo de responsabilidad ser do m ati-
no.Fixar-se, cinfim, b contrato com aquello dos
concurrentes que por menor prego se compt omeltcr
u l'azer a obra.
DIA 30.
Odoeslabelccimento de urna linha de mnibus,
que, Ha forma da lei provincial n. 191, facilite o
transporte desta cidade a qualquer dosseus arrabal-
des e de Ulinda.
Publieaco Luterana.
PORTUGAL.
Recordacei do anno de 1842, pelo principe Lichnonsky,
traduzido do atlemdo segunda edieo correcta e an-
nolada.
O consumo rpido da primeira edico, c a sua
procura por multas pessoas que ficamtii sem ella ,
induzio o traductor reimpressflo d'esta obra cu-
riosa, que conten a apreciacflo dos caracteres mais
nolavis do paiz, dosseus aconleeimentos polti-
cos monumentos e lugares principaes fcita por
esse principo prussiano, que all -viajoii no anno
citado. Ksta inlercssanle obra, que contem 220 pa-
ginas vonde-sc por 1,000 rs., na ra da Cruz n.
7, segundo andar.
visos martimos.
Sabe para Luanda, no dia 24 do corrente im-
prclerivelmente, o briguo portugus toza, de quo he
caaitito Jos Francisco da Costa Rxo : para o resto
da carga n\iuda ou passageiros, Irata-se com o mes-
inocapitao, ou com os scus consignatarios, Fiancis-
.co Soveriano Rabcllo 6: Ftlho, no largo da Assemblea
Provincial. ,.
Para a Rabia saliir, impreterivclmenle no da
16 do corrente, o liiaic Flor-da-Rccife : quem quizer
ir do passageni, di rija-se a ra do Vigario, ir. 5.
Para o Araeaty leni dfiWuir viagetn, ale o da
21 do corrente, o hiate Moco-Olinda, por j ter gran-
de parte do scu carrega ment prompta: os mais
prolendcnles a carregarem se enlenderfo com o
mestre do inesmo, Antonio Jos Vjanna, no Trapi-
che-Novo. ,
Parao Rio-Grande-ilo-Sul tenciona sabir breve
obrigue Mercantil; pdc receher aIguna carga, as-
sim como escravos n passageiros : quem no tnesmo
qui/.er carregar "podo entender-so com Amorim Ir-
iriuos, ra da Cadeia, n. 45.
_ Para o Rio-Grande-do-Sul e Porto-Alegro pre-
tende sabir em poneos dis o briguo Flor-do-Sul, o
qual recebe nicamente escravos a Trete : quem pre-
tender pode enlcndor-se com Amorim Irmos, ra
da Cadeia, n. 45. .....
__Para a Babia sabe com mulla brevidade a su-
maca Flor-do-Angelim: para carga o passageiros,
trata-se com o mostr, Bernardo de Souza, ou com
Luiz Jos de S Araujo, na ruada Cruz, n. 26.
Puja o Ass a barca nacional Tenlalwa-f isesta
a sabir al o dia 25 do concille: para carga ou passa-
geiros, para o que tero os rm-lliorcs commodos, tra-
ta-se com Silva & Grillo, na ra da Moeda, n. II.
Para o ltio-de-Jancirosahir com a maiov bro-
vidade possivel o briguo ero; recebe carga e escra-
. vos afrete: quem pretender qualquer das cousas,
Leililodeuma porglode canastras de albo no
armazem do Ilacollar no caes da Alfandega. hoje, 14
do Crrente, as iu horas da manhfia.
-TJos Joaquim Dias Fernandes far leiHIo de urna
porgfo.decaixas de queijos, hojo 14 do crtenlo
no seu armazem da travessa da Madro-dc-Deos.
Me. Calrhont & C. farflo leilfio, por intervengilo
do corrclor Oliveira, de cerca de 180 pegas de ca-
bos de cxcellenle qualidade o difTerentes hillas,
em lotes de menor ou maior quantidade volitado
dos compradores : boje, 14 do corrente, ao melo-
da en ponto, no seu armazem, ra de Apollo.
O enrrelor Oliveira far leilflo de ptima mobi-
lia, consistindo em cadeiras, consolos, sofs, mesas,
loito de ferro, guarda-vestidos, almarios, un lindo
piano inglez, quadros riquissimos, loucas, vidros,
utensilios de cozinha, algumas obras do prata,
muitosoutros ohjectos ; quinta-feira, 16 do corren-
te, as 10 horas da mantilla, na ra do Trapiche-No-
vo, casa n. 8, segundo andar.
Avisos diversos*
A GRANDE TEMPESTADE!
On. 1 sahe hoje : (lie verdade) acordamos debaixo
do sido do tuTHo, relmpago, trovoada, llevas, hor-
ror da GRANDE TEMPESTARE, com estampa ad hoc ;
pretjo 80 rs. Vende-so na pracu da Independencia,
n. 12.
O TRIBUNO N. 19
j est a venda na praca da Independencia ns. 6 o
8, en. 12. Recominenda-se tiesto numero a oraclo
de Jeremas. Responde-se a carta do Sr. padre Gre-
go publicada no Diario-Novo de salibado, 11 do
corrento, e se publica una lista para elcitores da
freguezia de Sanio-Antonio.
JoSo Francisco llarboza Cordeiro va para o
Cear no vapor Jian-Salvador, levando em sua com-
panhia os seus escravos do nomes l.uizc Joo.
Quem precisar de una ama forra que sabo fazer
lodo set vico de urna casa, dirija-se a ra da I nio,
do lado direito,
D. Maria Magdalena l'opp da Silva, viuva de
Jos Antonio Alves da Silva, de accordo com os do-
mis herdeiros desle, lem resolvido continuar as
mcsinas relaces cotnmerciaes que tinht o (nado,
sob a firma Alvos da Silva & Filhos, sondo socio ge-
rente seu genro, o hacha re Francisco Joio Carneiro
da Cimba.
Aluga-se um armazem atrs do tliea-
tro excellente para olTicina de marce-
neiro, ou para oulra qualquer oceupa-
co, por ser grande ; o tratar na ra do
Crespo, loja n. i5, de .A. da Cunlia S.
Guimaraes.
Arrenda-sea ilha San-Jolo-Baplisla com duas
moradas dec"asa6 de pedra c cal : na travessa daX'on-
cordia, n. 19, ou nos Afogados, na segunda casa ter-
rea, passando o sobrado do Sr. Vianna.
Precisa-sealugar umescravo diligcnto : na a-
brica de licores da travessa da Concordia, ti. 19. .
__No dia 8 do corrente, pelas 7 horas da noite,
voou umpapagaio, da ra larga do Rozario para a
do Queimado, levando em um dos ps um pedaco da
corrente: homuito fallador. Itoga-se a pessoa que
o tenha, o favor de o restituir na lenda de sapateiro
da referida ra, n. 44, quesera gratificado.
-- Prccisa-se saber se existe tiesta cidade, ou em
algum lugar fra, Antonio Jos Ribeiro, natural da
freguezia da Lo ge, do reino de Portugal: na traves-
sa da Madre-de-Dcos, n. 8.
-- Perdeu-se, desde a Passagem-da-
Magdalena al o beceo do Capim no
BecTe, um mllio com cinco chaves ,
sendo urna maior que as oulras: quem
o tiver adiado e quizer restiluio-lo di-
rija-se a ra da Cadeia do Hecife, n. $7,
que ser generosamente gratificado.
A mulher de bons coslumes, que so encarrega
da criac3o de meninos de peito impedidos e des-
impedidos e quo lambeni recebe meninos para
desmamar tif) quo prometto esmerar-se mudoii a
sua residencia-para a ra Direita tcreero andar do
Aluga-se um primeiro andar do sotirado da
ra do Itangel df fronte da botica : a tratar na ra
do Calm-ia, |0ja de Joaijuim Jos da Costa Fajozc.
I'recisa-se alugnr.um sobrado de um andar,
as seguidles mas: Cadeia de S;-Antnnio, Nov
estrella e larga do Rozarin Collegio Queimado e
Cruzes : quem tiver annuncie.
Porexeciicto dn Francisco >' ivier Martins Has
tos, se ha de arrematar, no dia 15 do corrente o es
cravo Francisco Songo, na praga do Sr. doutor
juiz do civel da srgundajrara.
Alugam-sc 3 casas terreas, por preco commo-
do, sendo urna atrs da matriz da Boa-Vista, e'duas
na ra da Soledade : qum as pretender, dirija-so a
ra da Aurora, n 58.
Continuam a estar para alugar as casas terreas
de ns25, 27, 29 e 31, sitas na ra Real prxima ao
Manguinho, asquaes teem muitobons commodos ,
quintal murado o oorto depmbnrque : a tratar com
seu proprietario Manool Peroira Teixeira mora-
dor junto aqulla lugar.
Precisa-sede um caxclro para venda de 14 a
16 anuos e que tenha pralca da mesma o d fia-
dor a sua conducta : na ra Direita reinac.lo n. 22,
se dir quem precisa.
Fugio um cavallo pequeno castanho de me-
nino : quem o pegar leveao sitio do Lcio na ra
do Hospicio que ser bem recompensado.
Ilenrique Jorge participa ao respeitavcl publi-
co quo Miguel do Oliveira Cardozo deixou de ser
seu caixeirodesdeodia 10 do correlo niez do se-
lembro.
Prccisa-se do una pessoa habilitada para ven-
der na ra com dous taboleiros de fazendas finase
grossas de sociedade oque de ador a sua con-
ducta : na praca da Independencia, n. 39.
OsSrs. Jos Eustaquio Maeiel Monleiro u Ma-
noel da Silva Ferreira queiram dirigir-so a ra lar-
ga do Itozario, n. 24*.
Jos Antonio do Faria, tino podendo pela bre-
. idade com que so resolveu a embarcar para Portu-
gal, deflcdir-se do lodos os seus amigos, recorro
a este meio nSo s pava llics pedir desculpa, mas
tambe ni para alli Ibes ofereccr o seu prestimo.
Retrates coloridos de da-ucr-
reotypt>.
Carlos D. Fredricks tema honra de annunciar ao
respeitavcl publico, que, estando breve a seguir via-
gem para a corte deste imperio com os ltimos des-
cobrlmcntosdesla famosa arte, s so peder de-
morar ncsla cidade por um curto espaco de tempo :
e por isso roga a todas as pessoas o particularmen-
te as familias que estilo para relirar-se da cidade,
aproveitem-so desta bella occasilo para trarem
os seus retratos de urna maneira a mais perfeita que
se ha visto.
O artista, para que o publico conheca a mrito de
seus trabalbos.s pede dizer que na cidade do Mara-
nhfo ( do ondo so retirara lia 3 mezes) tirou mais de
tres mil retratos.
Retratos copiados c tambem se tlram retratos pa-
ra niodalhas o alnelcs. Trahalha-se com a mesma
facilidade com sol ou som elle das 9 horas da ma-
nh j,i as duas da larde.
As pessoas que quzerem podem ir examinar os
retratos que semprc lem amostra em sua casa,
na ra da l'.adcia-Nova, 11. 26.
M. Tlieard,
com casa de modas, na ra Nova, n. 32, primeiro
andar, lem a honra de prevenir ao rosneilavcl pu-
blico, c particularmente aos seus fregueses que
acaba de receher pelo ultimo navio, chegado de
tranca, ( filie Malnilde)un\ borne lindo soitimen-
to de chapeos de seda e pallilnba para senhora ; li-
tas de setim e flores ortidaa para chapeos ; luvas de
pellica e do seda superior, de diversas cores o guar-
necidas para senhoras. Na mesma casa se Tazem
chapeos e vestidos de senhora da ultima moda de
Paris. Tudo por preco muilo commodo.
Aluga-se, ou arrenda-se tima das mclhores ra-
sas do Caldeireiro, com quintal e cacimba de muilo
boa ago de beber, com cinco janclUsde frente, sa-
la de frente e duas alcovas, gabinete com alcova, sa-
la de detrs com dous quarlos e gabinete, junto ao
sitio'do Sr. Jos lligino : lrala-s% na ra do Queima-
do, n. 37.
Precisa-se do um andar para pequea rami-
lia, em una boa ra na Itoa-Vista, -ou S.-Antonio
tratar na ra da Cadeia-Velha, n. 52.
Aluga-se, para se passar a festa, urna casa ter-
rea, na ra de San-Francisco dn cidade de Olinda, a
qual he muilo pcrlo dos hatillos salgados: quem a
urelendcr falle naquella cidado com o escrivilo da
decima, na ra do l!oin-S.uccesso.
__Manoel Joaquim de Oliveira Guimarfles retira-
se para Portugal, a tratar de sua sade.
Precisa-se de urna mulher do boa conducta,
que saiba cozinhar e engommar : na ra do Cres-
po, 11. 21. ,
Aluga-se a loja do Aterro-da-ltoa-\ista, n. 5 :
a Iratar na roesma casa, primeiro andar.
Oprofessor das luigoas franceza e inglcza do
collegio Santo-Antonio propoe-so a ensillar o cui
WHTOIA-DO THRATRO-
Novamenle tcm o lliesoureiro desla I''1/1'!''!?*'
nado odia 15 do rorrete mez para o "rali'
damonto das respectivas roHas.Jielas ri,}"e*\m(Mll0
das no annunein precedente, pet.en.len.fo l
da concurrencia dos compradores de mi o -^
convdela e\tracc\> destes espera o mos'ii >
sooreiro que wmelhante enneurroncta J "
desta vez Ilusoria, e que o publico r"^*"1 de
convencaqueassobreditas rodas "1(,,?,x'lr^1,,.0.
I -r andamento, ainda mesmn lieando alguns Dim
les. em pequeno numero, porque estos passara"
dominio da sociodade creada, e a lotera exiran
se-ba immediatamento.

Compras.
Compra-se urna corrente de ouro
para senhora : annuncie ou'dirija-se a-
trs do Ihealro armazem ns 1G e 18,
que se dir quem compra.
Compra-so urna escrava moca de boa figura,
que saiba cozinhar c lavar, e nto tenha vicio: agra-
dando paga-se bem: na Boa-Vista, ra Velha; n. 18.
Quem a tiver, deve apparecer das II horas da ma-
nhfa s 3 da tarde.
Compra-se um tronco; quem ti-
ver annuncie.
VetuSaS-
sobrado que lea defronte do becco de Jos da Pe- o das mesmas lingoas particularmente: as pCS-
nha, n 30 quem de seu prestimo se quizer utilisar soas que quizerem freqneniar, podem dirigir-so a
ah a devo procujar.
D-sotim cont de ris a premio sobro penho-
res de ouro e prata ou bypotlieca em casas terreas
om boas ras : na ra Direita, n. 5(,se dir quem da.
A pessoa que por engao tirou do correio urna
carta para Jo3o Antonio di Cunha Bego viuda da
Babia no vapor San-Salrador, queira Tazcr o obse-
quio de mandar entrega-la na ni ac da Independen-
cia n.37, doquese Ihc licar ohrigado.
Um moro hrasilero de 24 anuos de ptima
conducta c sonto de guarda nacional seofferece
para qualquer arrumacHo tiesta prrga: quem de scu
preslimo se quizer utilisar dirija-se as- Cinco-Pon-
tas, n. 63. .
Trapassa-se a loja da ra do Queimado 11. 18,
com as fazendas ou somonte com a armacao : a
tratar na mesma loja.
. Furtaram, na noite do dia 12 para 13 do corren-
te da estribara do Jos Marques Vianna, um ca-
vallo de estribara com os signaes seguintes : ruco-
rodado ; levou cauecada de sola, com argola de
ferro o corda grossa cabeca comprida e um tanto
pellada op de olho ; teto umsignal vcrmelho de-
baixo de una mo; acha-se muito gordo e he ca-
vallo faca". Quem o pegar levo a ra vde S.-Amaro ,
11. 10, quesera recompensado com 40,000 rs.
-- Precisa-so de um rapaz poi tuguez de 12 a-14
annos, para caixeiro de urna loja distante desta
praca 6 o 7 Irgoas : na ra larga do Rozarlo n. M.
Por esecuco de Jos Guncalves e Silva contra
Manoel Francisco Suares, se bao de arrematar di-
versos movis, no dia 17 do corrente na praca do
Sr. doutor juiz do civel da primeira Yara.
sua casa, na ra do Hospicio, 11. 13.
O Sr. Francisco do A/evedo queira dirigir-so
a ra do Vigario. 11 5, ou annunciar a sua moreda,
a negocio de seu interesse.
Quem annunciou querer comprar una lteira,
uereinlo urna que s fez urna viageni, e que lem
as competentes sellas paraos cavallos duija-se a
ra dos Tanoeiros, armazem de couros, do Domin-
gos Rodrigues de Andrade, que faz todo negocio.
-- Quem precisar de um rapaz hrasilero, para cai-
Vende-so marmelada muito superior, do Rio-
Grande propria para docntes por ser de encom-
menda .por precio cnimodo : na ra da Prata ar-
mazem n. 20.
Lotera do Rio-de-Jatieiro, a fa-
vor da nova freguezia de N. *
S.-da-Gloria.
Vendem-sc bilheles desta lotera em casa de J.
O Elster, na ra da Cadeia-Velha n. 29.
Vende-so urna rabeca : na ra da Praia, n. 70.
-- A piulara do urna s porta, junto ao sobrado
da esquina da ra Velha novamente ratifica os
annuncios passados n contina a ter bolaclnnna (le
agoa e sal, de 24 om libra a 160 rs. a libra.
AUengo!
Na ra irela, 11. 50, loja do pintor, ha um
rompilo soi tmenlo de vidros para vtdracas ; ditos
com ac para espelbo. O mesmo vidracciro se oITc-
10 para bola-Ios por preco commodo, o tetn lam-
l.em umaporclodccaxilhos,'proprios para envt-
dracar una loja.
Lotera do Kio-de-Jaiieiro.
Vendcm-sebilhetcse meios ditos da quinta lote-
ra a beneficio da nova freguezia de N.-S.-da-Glo-
ria; na roa da Cadeia loja de cambio, n. 38, de
Manoel Gomos. __
Vnmle-sc um jogo de bancas de sng'.co em
segunda tiiilo ; uma'dita de meio do sala; urna es-
tanto pequea; urna duziade cadeiras de Jacaran-
da ; urna mesa redonda de dito, para meio de sala;
tucias commodaseloucadores de dito, noves; ca-
deiras do bala neo ; duas carteiras do amarello;e
diversos trastes: tudo por preco commodo: na ra da
Cadeia de S.-Antonio, 11. 18.
__Vcndem-sc ps deroseirasde todas as quah-
dadea 1 naSoledadc, indo pela Trempe, ao peda
groja casa 11. 7. .
' Vende-se una mulalinha muito linda, de 18
annos, quo coze pe fritamente, engomma, faz ren-
da e he muito hbil; duas ascravas muito mocas,
que lavam, engommam, cozinham, cozem cbSo e
silo muito boas vendederas derua, sendo urna boa
rendeira ; um moleque de nacSo, de 16 annos, mui-
to esperto o hbil; um pardo d 20 anpos, com
bom principio de' allaiate, o ptimo para pagom;
dous escravos muito mocos, bous para todo o servi-
go : na ra do Vfgaro. 11. 24, se dir quem vende.
Vende-se, um lindo moleque, de II anuos, o um
preto de 25, ambos bem parecidos, sem vicios, nem
achaques : no pateo da matriz de Sanlo-Aiilonio, so-
brado n. 4, se dir quem vende.
Vende-se urna flauta nova, com
oilochaves de prata, sendo de bano,
e com excellentcs vozes; assim como um
novo metliodo para a mesma, tudo por
preco coto modos : quem a pretender,
queira aiuiunciar por esta 1'oia.
Vende-fe no armazem de Bacellar, defronto da
scadiulia d'alfandega, fardos muito frescos e mul-
lo novos, pelo mdico prego de 3,500 rs. a barrica.
G^* W*! ^1^ ^1^ ^1^ ^ ,^J* I^^^
S Vende-se um pardo de 22 annos proprio
^ para todo o servico : no praga da Indepen-
dencia livraria ns. 6 e 8.
itonio Carlos l'ereira do Burgos ronce ue
z publico, que inudou a sua residencia da
iil, sobrado n. 29, para a Soledade, sitio
ata, do Exm. Sr. barSo de Itamaraca; portan-
xeirode rW, o qual lem pratica eda coiiltecinicnto
dos patrfles que lem lid dirija-se a ra da Ca-
deia-Velha do r.ecifo, 11. 41.
Antonio Carlos l'ereira do Burgos Pomo de
Lcon faz
ra Dir
da Cascan,
lo quem com elle se quizer entender, dirigir-so-na
ao dito sitio, ou nesta prega a casa de seu procura
dor, o Sr. Manoel Jos de Saiil'Anna Araujo, na tra-
vessa do Sarapatel, sobrado n. 16.
JoSo Marques Das Draga retira-se para o Porto
na escuna Galante-Maria.
Caumont, clourador, na
ra Nova B. 3% labnca de
candieiros de gaz e outros, doura, prata e bronza
do dilTerentes core*todos os metoes, sejam de igreja,
militares, ou particulares; colicorta e toma a por de
novo todos os ohjectos do metal; pe os candieiros
de azeite proniptos para gaz; troca e compra todas as
qualidades de brouze, por preco rasoavel.
Vi
Vondcm-sc caivetes de mola para aparar pon-
nasdeumasvez; boles preos para casaca, os
mais modernos } caitas do tartaruga, quadradas e
redondas a 3,000 rs. rada nina ; suspensorios de
borracha ; pmiles virados para prender cabello ; sa-
bonelcs para barba; luvas pretas para seuhora ;
relogios domados, a 200rs. cada um para meni-
nos: esporas para sallo; bolOes para camisa do
Ultimo gosto; caixasdo balria grandes, para ta-
baco/brincos e collares para luto; meias pretas
para senhora ; oculos do 2 o 4 vidros para todas as
vistas : ludo muilo em ronla por ser para Itqutda-
efio ; na ra larga do Rozario loja .do miudezas
baratas n. 35.
SSSF.
Vendm-se barricas e meias barricas de familia
SSSl de raiuinho: no armazem do Joaquim Lopes de
Almeida, caixeiro do Sr. JoHo Malheus, atraz do
thealro.
Vende-se um palanqun! desconcertado por
prego commodo: na praga da Independencia, n. 3*.
Champagne verdadeira,
marca cometa,
vende-se na ra do Vigario, n 4i arma~
zetr. de l'vothe e Btd. uluc.
f

i
u




HP
1/
4U

:
1
Vendero-se taboas e prdhches de
pinho da Succia,as mni. lindas que tcem
raparecido nesie meicado, pronri s para
quem t;.vf bem" gosto forrar suas ca-
jas e assoalho, por nao terem n, e se-
ren de 10 a 3o palmos de comprido, as-
sim como americanas de i a 3 palmos de
largura; cadeiras de pinho a polka, pro-
prias para tomar o bom fresco nos si-
tios, dcbaixo dos arvoredos. A ellas que
sao pmicas, ao depois nao baja descosto
de nao terem cado servidos. A atrs do
theatro, armazem de Joaquim Lopes de
Al.neida. caixeiro do 8r. Joac Matheus.
Na loja nova do Pas-
seio-Publieo9n.l79
vendem-se cortes do Claudias parn vestido ra os quacs teem merecido gernl aceitado em
Lisboa. Ksta fazenda lio le hla, pnrm milito lina o
de ricos padres os mais mudemos quo leen ap-
parecido. A ellos antes que so icaboin porque s
custam o diminuto proco dcs.ooo ra. Igualmente ha
una porciio do cortes decollles'lo velludo de cores
e de bonitos padres a 2,560 rs. o corto ; bem como
un resto de cortes do cassa de cines, a 2,000 rs.
Vendem-sc milito cm conta is cadeiras uina
mesa redonda eom podra um trem 2 cadeiras
tle halanco ,'tudo de Jacaranda ; dous ricos ramos
do caj e lima, fcito de gomma ohjectos delica-
dos para um presente pela sua pcrfeicfio : na ra
do Quoimailo, loja de ferragens, n. 10.
Vendem-se resmas de papel almaco branco,
a iniilaciio de moia hollanda ; ditas de peso azul;
prunas do cscrever de boa qualidado : na piara da
Independencia loja do miudezas n. 4.
Vondem-se dous protos, um do servico do cam-
po o mil i ii bom canociro ; urna parda inuitu pren-
dada : tudos se vcmlem por precisilo : no largo das
Cinco-Pontas,, ra Imperial, n. 3.
Vende-so um moleque de i \ annos; um ca-
britilla de 10 annos; 3 iniilatinbas muilo lindas,
ptimas para mucamas; 3 osera vos, sondo um del
les bom carreiro; urna ncgrinlia de 16 annos : na
ra Di re la n. 3.
Casimiras claslieas, a f#00 rs.
o covado.
Vendem-se superiores casimiras clsticas pelo
barato proco de 1,000 rs. o covado; ditas muito fi-
nas francezas a 1,280 rs. o covado ; dita de su-
perior qualid.ido elstica, muilu lina, c pela, a
;>,300 rs. o covado : na ra do Collcgio loja n. 1.
Na roa da Cadeia do Recife, n. 48, armazem
de James Ryder &C. vende-so chumbo de muni-
Cile.em bom sortimento; dito em lcnces; e es-
tando em verguinhas.
Vende-se (landre: em folha em muito bom
sortimento : fie ra da Cadeia do Recito, n. 48, ar-
mazem de James yder & C.
SSSF.
Vende-se a verdadeira farinha SSSP
de rominho chegada no dia 5 do cor-
rente : a trotar com J. J. Tasso Jnior.
99W
)
m
c
o
Vende-se o maior e melhor sortimento
de corles de cambraia de seda.de ricos
padres; fil do linho liso o lavrado; cor-
Ios ile chita do novos padres fingindo
seda ; luvas do pellica bordadas, para se-
C$ nbora ; meias casimiras do bonitos pa- K*J)
* pios para calcas; alpaci muito fina; cor- v*,
w' tes do sapalos a turca; pannos linos pre- V9.
gafi, los c de coros ; chapos do niassa, l'i anee- ,jnj-
zes da ultima moda : bem como um sor-
timentocompleto do fazondas finas : tudo
mais barato do quo cm outra qiialquor
parlo : na nova loja do Jos Moreira
I.opes ct Compnnhia na rtui do Queimn*
do, nos quatro-cantos, casa amarclla ,
n. 29.
B
n



m
V
Casa da
na ra estrello do Hozaritf, o, C.
Neslc cstalielecintcnlo acham-se n venda as bom
acreditadas cautelas da lotera do theatro publico
desta cidade cujas rodas andam no dia 15 do se-
tembro. O cautelisla espera que os seos freguezes
concorram a comprar o rosto das ditas cautelas ,
lias quaos se espera boas sorlcs pela cxcellente es-
culla que se fez dos nmeros para seren divididos
cm cautelas. A ollas que sito poucase boas. Precos
os do costume.
B!s:e:B:^:^^:ga:g,.:@::g:iS
{,' Na ra doSarapatcl, sobrado n. 16,veudc-sc i l
"1 de escravo* do. servico do campo, por
superior po-
nais nova que existe
casal ilc escravo* o sel
. 800/rs.,aprcla larmiem hclavadoii-'. c vcnJc- ,
O deira; c por 300/rs. um preto do servico de flj
,>j campo. |j
f?s:sSia::eB:e:^::@35:^:5Je5eas
Vendem-se duas canoas decarreira quasi no-
vas ; um sellim para montana de senhora; urna
espingarda do dous canos ;e dilTcrontcs cascos va-
sios : na ruada Sonzalla-Velha, n. 110.
Vende-se urna pela muito possanie, quo faz
todo oservitjo de tura casa e he ptima lavadoira ;
no becco do Padre, n. 4.
A Heneao!
Vendem-se superiores chitas francozas, do vara de
largura e de cores fixas a 280 rs. o covado; ditas
linas, escurase de cores lisas, leudo algumas que
servein para lulo a 5,000 rs. a pet;a ; mcios chales
de cassa de qoadros a 440 rs.; cortes de lanzinha,
para senhora com 15 covados a 3,600 rs. ; panno
preto lino para pannos de pretas a 3.000 rs. o co-
vado ; chales de lila o seda muito linos a 5,500 c
7,000 rs.; zuart de vara de largura a 240 rs. o
covado ; cortes de cambraia lisa muito lina o com
6 varas o moia a 5,000 rs. ; superior britn tranca-
do pardo, de puro linho a 640e900 rs a vara ; di-
to amarcllo muito lino, a 900 o 1,000 rs. ; dito
tt aneado de linho bronco, muito superior a 1,000,
1,280 e 1,600 rs. vara; cbadrezos de linho para
jaqueta a 400 rs. o covado ; riscadinhos trancados,
a 240 rs. o covado ; hamburgo de linho, a 260 rs. a
vara ; meias para senhora a 240 rs. o par r e outras
militas r.izendas por barato proco : na ra do Col-
IcgJOj loja n. 1.
Cortes de pelie do diabo, a
1,400 rs.
Vendem-se superiores cortes da fazonda chama-
da pello do diabo com 3 covados e meia pelo ba-
rato preco de 1,400 rs o corte, sendo da mais supe-
rioa que tem apparecido : na ra do Collcgio, loja
n. 1.
Vendem-se 6 escravas, sendo : urna negri-
nha de 11 annos cem principios de costura e lava-
rinto : duas pretas, que engommam e cozinham; 3
pardas, urna do 17 annos, outra de 25 e aoulra
com cria e bom le te : no paleo da matriz do 8.-An-
tonio sobrado n. 4, se dir quem vendo.
A I #000 r.
As melhorcs luvas de pellica brancas e elsticas :
na ra larga do Rozarlo, n. 24.
- Vendem-sc caixas de cha hysson do 13 libras,
cm porgues ou a relalho ; caixos de velas de ea-
permaecte de 5 c 6 em libra: na ra da Alfandoga-
Ve/ha, n. 36, em casa de Matheus Austn &.
Vende-so superior potassa nova : na ra de
Apollo, armazem n. 18.
POTASSA
Vende-se a verdadeira e
tassn da Rtissia a
no mercado : na ra da Cadeia do Hcri-
fe, armazem n. ia, defialthar & Uli-
veira.
Vendem-se oscravos baratos, na ra das
l.arangoiras, n. 14, segundo andar: 2
molecotcs, do bonitas figuras ; um bo-
JBF) nito preto de 25 annos; um dito do 26
L*-jZ olllcio tle p.odroiro de linda figura e do ptima
conducta ; um dito carreiro, de ptima conducta; 1
dilo com ollicio de sapateiro, sem vicios nem acha-
ques, este Iroca-se por nina preta quo seja moca e
niioseja achacada ; um preto do nncRo, muito forto,
por400,000 rs ; um dito por 260,000 rs.; urna pre-
ta de 25 annos, que cose muito bem sem vicios
nemachaques ; urna mulatinhado 12 annos; urna
ne,: i nli.i de 10 .11111 i -. propria para ser educada;
urna preta muito forte, de boa figura e de 38 an-
nos por 260,000 rs.; urna dita de nacilo quo en*
tende do coztnlia alguma cousa do muito boa con-
ducta e sem vicios nem achaques, por 420,00.
?g Vende-se cera de carnauba de muito boa &
B qualidado, tanto a relalho como cm porcHo : ^
g na ra das Larangoiras, n. 14, segundo andar. |
-,' _:: .......- *.; i '.
Qiv pechlneha!
Na nova loja do Alerrc-da-Hoa-Visla n. 78 ven-
dom-se bonetes para liomem a 500 ra.
No Atrrro-da-Boa-Visla loja
?>. 7{t, vendem-sc
sapalesde bezerro para homom a 1,600 rs.; ba-
huszinhosdo pinho, com ricas pinturas, a 480 ,
640, 800, 1,000, 1,280, 1,760, 2,000, 2,240 e 2,560
rs. ; litas de sedasen) pona para onfeites de lou-
cas para menino ; marroquim a 1,600 rs ; cou-
ro do lustro ; bezerro iliglez ; bonetes de velludo ,
do panno o de outras qualidadcs para meninos;
sapalos para senhora a 1,000, 1,120 o 1,200 rs.;
botins do bezerro a 3,520 rs.;
todas as cores.
SSKF.
Vcndem-se meias barricas do
raihinho : no caes da Alfajldega
(.uimares.
Vendem-sc 7 escravos, sendo :
um moleque peca, de 18 annos, e oulro
de i 2 j dous lionilos pardos, de iG a 18
annos, sendo um nclles bom sapateiro,
ambos proprios |i-:r.i pagens; um pardo,
Je 3o aiiims pouco mais 011 menos e de
todo o servico de casa c campo ; urna
rircumstancia de, conservarem por mullo lempo a
flacflo, de corta rem com rapidez os cabollo da bar-
ba e finalmente de rilo oifoiidorom noni levanta-
nina pello oque as torna mu rocommendavol,
Vendein se nicamente na ra do Crespo, luja
11.8 de Campos & Maya oiuk nflo o tluvlua da-la
para os pretctnlontesisexperimentar.
. Vendo-so sato do primefra qualidado gom-
ma de araruta ,t apioca do Muratihat. e covada, por
proco com modo : na ra daa Cruz es, n. 40,
--Vende-so urna preta de bonita figura quo lava
c vende na ra : em Fora-de-Portas, ra do Pilar,
11. 9, so dir por quo so vende.
Vendem-se casaea de pomboa, multo boni ba-
ledores, grandes, do muito bonilaa coros o do pti-
ma rae, por proco commodo : na ra da Florn
lina, n. 16.
Wltch Bravo tt C." aenbam do reoobor diroela-
monte de Pars umH porefln do frBHcos ta famoaa a-
Koa !.iiii.M.iirn de llruuliieri, de cujas virludoa o
Jornal do Commercio do Rio ja tem tratado em dif-
ferents artlgos tnui cireumstnnciadamonte. Rato
singular medicamento he vordadelramerto oapocl-
flcooinfallivel no curativo do toda aa ferltlaa, 10-
jam ellas pelo instrumento corlante, aojam por ar-
mas de fugo, ou provenientes do queltnadurna.
Quaesquer quo sejam os accidentes quo na com-
pliquom, tolloselles desappaiecem com sumira fa-
cilidado, sarando a forldn dentro do potiooa din sem
supuracto, sominniimnincflo osemdor. Anda quo
baja pona do substancia o ferlmonlus das mala con-
siiloraveis arterias, r uno a cnrollda 011 oulni, mo
s a uoi-dii de subslaiicia so recuporn, ma n henini-
rhagia arterial est corada dentro do 30 a 40 mlnu-
tus, regenerando-so Mlonloai tlaartorla olTnudlda,
por meio iloum trnbnllio orgnico pnrtioular. NUo
hemonnrnofllcana 1I0 niesnu medica monto una he-
morrhaglaa interna, como aangtie polo bocea, mi
pruvoninunteda boxiga, o sobretodo as bomurrlia-
gias do tero, quofazem a doosperiiQtlo to mdi-
cos 00 tormonto dos doeulos. Na inslrucces prn-
ticas, que se vendem com o remedio, ao vera oom a
oxtensio nocessaria a manoira du applica-lo o na
casos cm que convm. preco de cada fraico lio do
2,000 res, e das instruyos .000 rle. O prelen-
dentes dirijam-ao ra da Madre-de-Deo, botica
numero I.
Vendem-hc
ricos chapeos do palhak para aenhora ,
com onfeites o sem elle : crep de
todas as cores ; os mais lindo cortes da
cassa do seda, que toem vindo ao mer-
cado; luvas tle pellica, de meio braco e
curtas, com onfeites o sem elle para
senhora; snalos frnncezot, tle letim
branco, do lustroeduraquo proto po-
ra senhora ; bnrzcguius dilo ; lindas
mantas do soda ; longo do soda para
pescoco de senhora ; o mitras mudas
fa/.endas do gosto
loja do A1na1.1l.
na ra Nova n. 8,
Vende-ao urna eaoravn de bolilla figura 1 em K-
ra do-Porta cr. n, hu
Vendo-ao urna llntla panln, bem reforoad
que sali engommar, eoilnliar 1 ro-dn'
lloa-Vll, n, H,
Vendom-ao porln, janolla o gradea para *
moanins, tanto do huiro como de 1 tin,_
bom se vendem poriiiihiH do podra, prnmptn para
aontaNe em ou lugar : nn roa ta Prala, alra da
rtbeliu tmiqut) il'agon, na, 0 o 11.
Vondnm-10 o osera vot, aendo 1 um dioulo do
7 anuos; um caben tlo7ntloi| S dilo do HOannoi:
na ruadaSoiualla-Vollin, 11. ca.
SMe
D 6 PORTAS m
Vendem 80 cilea de can-
sncliitnt>, de lieos |>i etorcifixaf, nH,200, 3,800
e 4,000 rs.
Veiidcrii-Hii oh isguintei obra;
Tulenmc > em fVoiiccx, cnin estampo;
Diccionaru de Constancio, em poitu
gllt'i i Vollllil'O em franrez. S.Vi \ D.
JoAt) de Cuailio e:n porlugiiei \ diccio-
nario portuguex pur Fonseca a v.
hilJnlas de riieiirii; Virgilio 3 v.
lado do edticnpSo pora meninos ,
rin tln rrimes to governo ingles
na pnien da Independencia Foja de en
cadernacAo, n. ia.
T.
Misto-
t v. :

E.scravoA rugidos.
Fuglram na imito do apar 0 tln crrenle,
ongonho I Imoolrlnhu, da frcgiioxln dn Rtoadl
- Vende-so verniz claro o preto em barrio ,
proprio para navios; catando em verguinhas;
chumhu hortilo em IodqoI : na ra do Vigarlo n.
23 casa do llossell Mollors & Companliin.
Vendem-se brincos dourudu, d omui niodor-
no o delicado gosto que tem apparecido, polo di-
minuto preco de oto rs. cada par: na ra da Cadeia
Velbu,n. 5,
lledciia- universal.
Punas vegetaes de James Irloriaon.
A medicina vegetal universal do o resultado do 3o
annos de investignecs do celebre James Moriion.
Por meio destas pillas conseguio aeu autor inn-
meras e mlmirnveis curas, desde aa aITccccs quo
atacamos crianzas de peilo al a moloilia chro-
nicas do auciilo.
A F.uropa saudou esto remedio como romedfo uni-
versal para tudas as tloencss e al boje anda nflo
l'o.desmentido tal titulo.
F.sta medicina vem acompandada do urna roeeita
que ensina e facilita a sua applieaeu. Consisto nm
tres preparaces a saber : dua qualidado de pi-
lula- disimilas por nmeros e um p : cada qual
goza de modosoaeces divorsae.
As pillas ii. 1 silo aperitivas; purgam som abalo
os humores biliosos e vicosos, e o es.pulam com
eflicaca.
As de n. 2cipulsam com eue humores, igual-
mente com grande frca os humores seroso, aerea
e pi,indos, de queo tangucaeactia a mudo infecta-
do; percorreni toda as parte do corpo, e s eoitsam
de obrar quando teem'expulsado toda a mpure/.as
A terecira preparacSo consiste em una limonada
vegetal sedativa : he aperitiva temperante e aclo-
cante : toriia-seemcoinmum com a lula e facili-
a-lhe os melhoreselTeitos.
A posieflo social do Sr Morison a ua fortuna n-
ilcpendoittc, repcllem toda a fdeia de charlatn!-
parda da mesma idade,fp,e cce solfrivel ^^J^^^Z!^e^:Zll
mente, lava roupa elaz renda ; c um mu que garante da eflicaca do *u remedio.
latinho, de 7 annos, proprio para andar Hecommenda-eeU medicina^ que nlio pedinem
filas de retroz do
farinha de SSSFde
, armazem n. 1, do
lo
,00-
mrc do S.-Anlflo, a osera vos protn, um de Angu-
n de nonin Jofln alto corpoluulo, bom barbudo ;
iepiescuta lee 80 a !)S nnnos : o oulio ciioo'o do
unie Joiii|oim, alto, neceo, iem baebn cara redon-
da tilhoK linnieo | rcprosoiilii lor 18 n 80 annoi
o prlmelro ful oaoravo no Cenen n eonipindo lio
lleeile no Sr, Madot'l Igiineiii do Ollvoira l.obo e o
segundo lie do leu o ful comprado tnmhom no lie
dreno Sr. Mannol Pnrnlrii l.imcgo. Pode- a todas
n auioi nimios polloiac, rnpllflo do oampo o qunl
i|ncr pessna uno os encontr o favor do o levar ao
dilo enlienlin OU 110 lloclfo lia Illa lio uoimndo,
n.n.que sor gerioronnmonlo grnllllcauu. Advio
oquoodllo'ccrnvnforno montado a oavnllo,
um cm cnvillo rucu-pomdo o o oulro nm cavnllo
nuco pedroz ambo o cavado oom ferro.
-- Ao nmaiidecer do din 8 da DOrrente desnp-
arocou do honlo do brigtio l'aquttt-dt-l'*rntm-
veo, fuudnndo "a penln to Cnlleglo um eaernvu
marlnhalro Ja liloso.de itoma Potfolane biun-
le ullii, eom anisan branca; levou lampa sujn iln
aleni eilu : quem o pegue levo a burdo do inemno tin-
gue ou ii cu da Mootlu n, 7, quo sor recompon-
siiilu,
Fugio, no din 8 do corenlo, o preto Paulo de
60 auno tle nneflo quebrado, grosao lovou ur-
rflo o rede, u oulro a roupa cumian o comillas du
liacln eiicniniiilu : qunm o pegar levo au pe da l'li-
doia u, .1, quo icri recompunsado.
Fugio, no din :i do crranle, do llloOllolro ,
do eiigoubo S.-Joflo-dn-Vnexon umn enera va cilou-
la ,* do nomo Francisca de aslaluri balxn, rafor-
cadn ilo (torno, pello gminle, nlbo pequeo,
rosto huaimiiii carnudo, cor ful ; tem hon denle
levou vestido to ricdo idxn Ji dcaboiado, rlui-
lo de molim azul com floro vordo <11 i di row .
mal nlguiiiii roupa cm lioiixn. I)eneuulln-u <
ta cscrav lm (duzda u que au m lm nestn rldi-
de em poder to Iguciu, (Jiioiii n pegar leve no tillo
aitio o engolillo, quo acrA g< panudo.
Acda-ie, donde o dia Ifl do pasando, fughln
piola Joaiinn, do iincAo llcugiielu, do 30 anuo pOU*
cu iiihi.uii iiiiMio ; lie l.ein cotiliccidn por umn 'I"
de vender palo pura oiihorn. fi urln, bolo, le,
lie alta, Httt do corpo cor fulla ionio iumprdo,
odo futido, nariz um lano alllado, tleiilc llm
do, liuifoagroaaoa( tam umn marca Miga no In-
do cqurdodo rosto piuvenii ule da um daiil
t
o ( res-
vende
eom enancas cm casa : na ra
po, loja o. i A, se dir quem
PTIMAS NAVA LHAS,
pelo pi ocessodas I ro pe ras das
un litotes fabricas de maraes.
E\CELLENTE FABUIQA KM
LISBOA.
Elas na vidas ao feta do mala fino ico da Sue-
cia e loniporadas em agua que coiilin o men-
ino principios quo ae eucontram na mu afamatla
de Guimaraes o par provara ua auperoi ijimli-
dade, bastara dizer-e que silo preferidas pul i\wm
urna vez as experimenlou a .pnulas roem de lugU-
torra, Franca eoutrw paize*,onde a ai le il
esl iuqueslionaveliiiei.le em grande diinUo
Teem mal a* aupradita uavalda a imprtenla
I resguardo de lempo nem de posicfln 4a parto du
lenlo a todos os que ataca'
tln que Ida .Icrain braco lino a comprltlo, | h
neceo e Inrubem comprido*, pernal cdcln* de f*l
em aioenls; he lu.lnlllc l/ldlllil f,tll prelH.pOf Iff
iiioiio*cuiili(!Cmenlo,julg-iii! calar acollad : I""
f*o prof'la-* uar do lodo o rigor d le conlf
quem dmitl'la vm tu r, mullo so wm
monda aa autoridad* polfciait, ftpHUemh campo
omsiapcMO do povoacplura datui/mn rtrtiii,
iromdlend-oiilUmo lio fW-ompoii, mi
levarern ao AU-rro-da-Hoa-Vitla 17 fabrica il
lcorc* iif, VituU-tn-13 i.Imvm,
- Vukui Mdi 10 ifioui ; te\iiffii\n dr r nuuo*, *llura rtgulii;
gadat curavei*, ti quzerein desengaar da ~ue wlb raagada no lugar qn prcml brinroMiwn-
virtude.
Uxal queahumandadefecheoaouvdo ao n-
lereadosemdeMcrcdUre(lea rtftw'm titi im-
ple* Uto commodo* e lito verdeiro*.
Vendem-se somanto em cas* do uhcu t <-da-
dero agento l. O. KUtor, na ra d* Cautoia-Vellia ,
n. 29.
Veodem-M 1! pe^aada cabod* Ciiro; nema
do Trapiche, n. H.
Lotera do Kio-dc-Jaiterc.
Ao 20:000^000 de rt*.
aram, pt-lo f0pof liin-*A4*U>U. totf*rt# f
meio dito d pnmeira totor inmute<
tervatoro de uiuaca 4 e/triu mtm 4*W w *>
iiahid* de f ib do eormilM k i-f, awto* i?m#
i libia.
Vi i 4m4 Vm, n *,
o ton nyfitiix, w */ w-
mqtQ -. aru# do Kg*.l; v4a t.
lio MU imn multo m pn>in da Angf; W
v*toto d dula ; t\u*m prgar tota a ru Mov'
n. %%. qu* w* falineado,
~vu4o,n4nm Mt lio
uomt! Mr$ t.tm o igm a^gulntoa', Hituf "
lar ,cMrt do MfM, vhf mtml Mft t*** >
4*iiU* Um Urm **U4n mo, da *f|te th%*
al pmrto da lint. tt **r>m tifio ptvi ( tttttH "
4r al* i Ao Unio4* -Ittiomo* tott'ii*
HH*m p*g*i tor* tttn 4 ('*4*t-Wti*, % ?'<
fUMttt u4*r, ih* mu tm,mp*tm4n,
uio, m 4 u 'Uiu,tmM, a **** \fmnm*,
iutm rmm 4tn4*4*4, ***<.
*tt\#m4*im*jis '/'%'HiH
fMtmn
....... aliajnnaj
Mt i *\ W, h> *, f,Mt
u,h ,
ra


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