Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08539


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Full Text
Auno ric 1847.
PHASES DA LA NO BBZ DE 8BTBBRO.
Mineante, a i, di urd
* ""nr Si hon da,l,,de-
Segunda-feira 15
PARTIDA DOS CORREIOS.
Colnnnn r Paralivl, as segundas esextas feir..,.
Hio-lirinde-dn.Norte quima? feiras aomeio-dia.
Cebo, Seri'iliem, Rio-Formore, Poilo-Calvo e
Macelo, no l.", a : e 21 de cada mez.
GtaraahUJM e Bonito, a 8 e 23.
lioa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quintas luirs.
(linda, todos os dias.
PREAMAit DE BOJE.
Primeira, as 7 horas e s2 minutos da maoha.
Segunda, s 8 horas c 6 minutos da tarde.
DIARIO DE
DAS DA SEMATVA.
3 Sagitada. 1>. Filippe. Aud. do Jos orpli.
doJ.doc. da ? v. oJ. M. da I. vara.
11 Terra. S. Materno. Aud do J lo civ. da I.
v e do i. de paz do 2. disl. de t.
lt Quarta S, Sicomedes. Aud. do '. do civ.
ta 2. v. cdo J. de paz ilo 2. dfct det.
10 Quinta. S. Ped de Arbues. Aud do I, M
orpli.cdoJ. municipal da I. vara.
17 SeU. S. Conidio. Aud do 1 do civ. da I.
v.e do J. de paz do I. dist det.
IS Saliliado. S, F.ustorqiiio. Aud. do i. do civ.
da 1. v. e do J. de paz do 1 dist. dr t,
19 Domingo. S. J anuario.
Cambio Sobre Londres a 27 d p. I i rf
Paris ISO rs". por Tranco.
Lisboa 105 a 110 de prc
DMC. dale'.lra; da bol lirm.s da *Aa I
0-Okieahapnnolat....
MoadtudeOf<0wlh. laHoo
<;e Of 10i> UOV I0f400
de 1 000.....
PralJ Patces.........
i Pesos coluinnarcs...
Ditos mexicanos....
Milld;
1(10
l|9!>0
1*111.0
1 fino
IJ920
\c. Oes da comp. do llclwrlhe de SOjfOOO
1110..
/ no miz
n'JjOO
leaos
., IO#40
a 9Ji"
a 1|0
a ij
. 1*820
rs.aopar.
PWIE OFFfClL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO Dl\ 30D0PA?S\DO.
Ofllcio Ao inspector da thosouraria ta fazenda,
exi"indo urna relajo nominal dos respectivos em-
nrecados, com dcclaracotla autondade que os no-
mcou das datas dosseus ttulos, de dia em que en^
traram em exercicio, dos accessos que tifio tidoe
auacs, das licencas que hotivercm gozado, das da-
tas dessss licencas, c da autoidade que as conce-
diversas reparlicOes da provincia.
hito A Manoel Jos Serpa, declarando-so intci-
rado doliaverSmc. assumido a vara municipal e do
orphflos do termo do Iguarass em o da 20 dcsto
mez,(agosto) na qualidadede l.'supplonte da mes-
Dito-- Aocommissario-pagador, validando o ter-
mo de que consta haverem sido arrematados por
3 600 rs. os gneros quo sobraram dos que se tinliam
frnecido aos presos e a escolta, que seguiram para
a illia de Fernando no briguo llenriqueta.
DitoA'adniinistniQiio do patrimonio dos or-
pliflos, approvando o contrato de arrendamento que
ella celebrara com Jos Rodrigues deAraujo Porto,
locatario da casa da ra da Cadeia do Recite, D. 20.
Portara--Ordenando que ao marca lor Manoel
Antonio Freir sccxpectf titulo para servir o lugar
de fiel da inspecco do assucar que oceupava Joo
de Dos Cabral ; c quea Antonio F.lcutcrio da Silva
Braga senasse provisilo*pira o lugar de marcador que
era exercido pelo referido Freir. Participou-se
ao inspector da thesouraria das rendas provinciaes.
DEM DO DIA 31.
paes da provincia,
Ofllcio Ao bacbarcl Vcriato Aurelio da Cunba
Gotiveia, declarando-so inteirado de ter Smc. entra-
do no exercicio de juiz municipal c de orpliaos do
termo de Goianna.
DitoA'cmara municipal desta cidade, devoi-
vendo, competentemente approvada, a planta do lu-
gar denominado Corredur-do-Bpo.
Dito -- Ao presidente do concelho geral de salu-
bridade, scientilicando-o do baver concedido tiai
mez de liecnca a Antonio Zcferino Pon ce do l-cao,
delegado do mesmo concellio na cidado da Victoria.
Dito Ao administrador das obras publicas, de-
termiiiaiuln faca por disposcao da cmara munici-
pal do llecifi) a poreflo da pedra de calcar vmda aa
Iba do Fernando, que sobrar dasobras da reparti-
efio a seu cargo, a que se tornom precisas. -
ticnou-se cmara municipal desta cidado.
Circular -- A's cmaras municipaes
i'cconuneiidandoqtie, de conformidades com a le ti.
387, de 19 de agosto do 184G, facam proceder elei-
ego dos mombros da assembla provincial para os
annosde 18*8 e 18*9 no mesmo dia em que tivcr lu-
gar a dos deputatlosgeraes para a legislatura prxi-
ma futura.
Conimand das Armas.
Ouartel general do commando Ja armas na cidade do
Uecife, 9 de setembro de I8V7.
N.25.--OROBM ADI1IDI0NM. A DO l'lA.
O coronel commandanle das armas interino a-
ohando-sc a frente da columna, que em parada ap-
plamlio esolemnisot o grande da 7 de setembro,
antiivcrsario de nossa independencia poltico, senlio
a mais viva emoeflo de prazer, observando O asscio,
(arbo militar e entusiasmo dos difTerentes cornos
li que se ella compoz. Foi por isto mesmo levado a
dnrlogoossctis agr.ulociinentos aos Srs. comman-
dantes de divisoes, brigadas c corpos, pela activa
mute nue tomaram no brilbantismo do acto ; mas
nio considerou isso bastante, julgou-se anda na
rigorosa obrigacflO de transm.tl.r os setis louvo.es a
odasaspracas da guarda nacional, primeira l.nl.a
c licia que lizeram pal te da mesma columna, que
e'vc a honra do rommandar. Fazendo acmcllanto
declaraci.o na presente ordem, acredita ter p.ce -
cbiilo o seo fin., cereseenlando.que a 8U Mpecta-
tiva seachou nesso dia completamente MUaTOIla.
Feliciano Me bms Oonxaga
No dia de apparecer de Flix F.stevflo Vianna c sua
mulhor, o I.uiz Alves do Aguiar, julgaram proce-
dente. .
Mandaram dar vista as partes nasseguintcs ap-
pellacfles : ...
Na de Jos deMcira Tavarcs e Manoel Ferreira da
Silva Ramos ; ., _
Na de D. Maria Ferreira da Silva c seu mando Cae-
tano Pinto de Veras; ,"-., n
Na de Jos Tliom Rodrigues c Jono Tnomo Rodri-
gues c outros;
Na de Jos Antonio de Souza Machado e Manoel
Elias do Moura ; ..... ,
Na do Bernardo Antonio do Miranda eMesquila
Dutra&Companbia;
Na ele I.uiz Gomes Ferreira c^Manocl Mas ele
M<)liril 1*1 .1 1 SI- I
Na de Me. Calmont & Companlua o Manoel Mas de
Moura; .
Na de Bernardo Lasserrc e outros c a luzcnda na-
cional ; ..... ., _,
Na dos herdeiros habilitados do nnado bobino Ri-
beiro (iuimariles.
JUKYDO RECIPE.
SESSAO EM 10 DE SETEMRRO DE 1817.
TBESIDESCIA DO SENIlOH DlillTOB CERVAZIO G0NCAL-
VES DA SILVA.
Ao meio-dia, faz-se a chamada, e verifica-so es-
tarem presentes 42 senhores jurados.
O Sr. Juis 'residente declara aberta a sessao.
So apregoados os reos e as teslemunhas.
QSr.Juiz Pretidenle diz quo se val proceder ao
sorteio do conceibo que lem de julgar aoroBero-
aldo SoaresdosRcis, acensado de ter publicado, no
peridico nazareno, injurias e calumnias contra o Sr.
doutorVicento Ferreira Gomes. ,.
Sorteado o conceibo, presta o jurumento do es-
^o'Sr. Juit Vretidenle faz ao reo o seguinte
IKTERBOGATOlllO.
j,s : Como se chama ?
no Beroaldo Soares dos Reja.
Juiz : O Sr. foi o impressor do ISa.areno n. *o,
nublicado em 2* do jiilho ele 18*7 ?
P jSTI Eu son o impressordo 3mpRMri
tario da lypograpbia deste nome, desde 7 de abril de
18indo aqui o interrogatorio, passa-se s allegaCOes
pi e contra o reo.
Terminadas essas allegacOes, .,.,--
O .Sr. Juiz Presidente faz o relalor.o da causa o en-
trega 33e.ucsitos no presidente do concellioq ,
lavndtHsVrecolhido com ello sala dasconreren-
iXSaPouc!depois dos debates, coD.re.pos-
lnW?V&K conformndole com a de-
cido do iurv, condemna o reo a27mezes de pr-
So, multi correspondente a n.etade do tempo e as
cusas.
Coriespoiidciicia.
pedem P3o ocducaQ.to, no entretanto que so tenlio
a dar-Ibes a triste historia do meu longo capdiye.ro,
c lagrimas de sangue nascidas da dr c da oin.cc.o,
quando minha casa tem contos de res pa.a dar a
estranhos, como he publico no Para I
Protest pois, peranle Dos e os liomens pelos
rounos oc se me tecm feito o estilo fazendo ; pela
^Zllade do testamento feito por minha hn da
a D. Auna Perpetua Boza do Carvall.o.
me icos haia en. santa gloria; pela terQa por ella
rEdT.Sinha en.eada, a Sra. D toJ P-
eseravos que ella alforrem. poneos dtaa ai^ttes d\m
morle or deixaeio de bens a estranhos ; pot joias,
"nalmen'te'quelheforam roubadas antes e depo.s
della tcrbaixado i fra campa.'.... -
N-ln era oossivel, Sniores Redactores, quo mi-
nha sogra sces. uccesse de sua nica tillia o de cln-
SUSTiSS *. runos o ^^^z
beneficiara posabas deseonhee.das : a nflo ser o seu
oslado de demencia ce.ta.nenle nio o hri.; por-
quanto minha finada.sogra tinha um corac.1 Iiun -
no o generoso, e nSo quererla de cerlo la/e. loi U -
na de estranhos a cusa da desgrana de sua piba e(da
seus netos.'.....NHo, nOo era possivel : pessoas m o-
ressadas e minbas inimigas foram a causa do tantos
desvarios c esquecinicnlo da parlo de minlia sogra,
para commigo, minha mulher e mcus BlbiDttM |....
Protesto maia pelacomposi?o.qM i P ;
curador con. Fernando Jos da Silva, no valor de
cinco contos doris,ludo em prejuizo i cu e s m
se consultar minha ultima vonlade a respeto^ con-
forme inhibas cartas d'ordcns, etc. etc. {'
Protesto igualmente pela venda .Ilegal de esera-
vos meus ; pela venda de tenas, e "**a
mesmas, sem meu consenso ; pcloroubo de eacra-
vos, alambiques, Tornos de coin, laixaa, made'r.
Candas graneles, taixas glandes de ferro, etc. ele.,
etc. : ludo, ludo de minha piopricdaue.
Protesto, Analmente, ante a face de Dos e dos lio-
mens. oue nio nutro em meo coraeflo desojos tic vm-
gancas particulares contra pessoa alguma, es Amen-
t quero defender-.ne pelos meioa legae.vl.. Meua
rot adores leem jurado pelo Estyg.o, pelo remo de
WuWoSrem-me a ma*or perseguiqBo noss.vel e
reduzircm-mc miseria, a cruel miseria.'I....... B
euluropor Dos vivo reclamar Justina pelos nic.os
leaacs ate as portas do mesmo inferno, aonde ja es-
tKetendo'em vida todos aquellos que me leem
3lS pois, o Brasil inleiro, que a perseguido que
se z'h,' no Para, e ,. qual figura um non ha-
do de homens, he por causa de mcus bens c nflo poi
al.i Pcam minha mulher e meus hllios P'Mf"*-
rem os scus dircitos ante os trihunacs do pal/..
"i h em' Senhores Redactores, confio na ele-
tnendideS U i. e constitucional o em todos oa co-
coesgeiiei. os, que nao hei de acabar os ,ual.
i jcocs g< i.e h roteada nesta se-
ZZ i, confio na Divina ProVidencia, que
ptillura ...... ""._^ 3____rflh. hmsilciro un da
o alegre,llie pergunlou como eslava. Arsenia profano
algumas palavras, e nflo podendo encontrar um con-
ceito, pegou na nulo da sonhora do Pennos, e a co-
lirio de boijos. Durante um quarto de hora, tudo fo-
ram pcrcunlas eidirases inarticuladas, respondendo
___-f _1__-^n aanltnM ,ln Itinmloc t\i\y Ar^POlil.
qtiasi sempre a senbora do Pienncs por Arsenia,
anda tiuo esta conhecia que asna interpreto o faz.a
bastante mal. Vendo porlim que Arsenia lossia com
frciiuencia, e que o medico lite linha prohibido Tal-
lar minio, dirgio-sb a Max, e Ule pedio que om vez
de l'aliga-la com perguntas inules, Ihelesse alguma
cousa. Max pegn n'um livro, approximou-se aja-
nelta, e poz-so a lf roacliinalmenle sem que nem el-
le nem Arsenia coiiip.ehendestem nada doqoelia.
Passado um momento chegou-so a senbora de Pien-
ncs ao ouvido da enferma, e Ihc dsse de vagar
Como h^bcml
Arsenia Ihe dirigi um olharquc formava um sin-
gular contraste com osorriso da sua bocea.
Sim, respondeu.
Dopoia abaixou os olhos, c grossas I .grimas pnu-
cipiaram a correr lentamente pelas suas laces sem
qeodeixassedeolhaF. Depoisque Max leu algu-
mas paginas, voltou-se a senbora de Piennes para
Arcenia, e Ihe disse :
TRIBU1NAL DA lU-XACAO'.
Jll.GAMENTO DO DIA II DE SETEMRRO DE 1847.
Desembargado/- de semana o Sr. Veixuto.
Na appellacflo civel entre ojuizo de ausentes e An-
tonio Jos de Itarros Veigos, mandaram dar vista ao
nrneuiador de ausentes e ao da eora.
PTa lila dita entre Antonio dos Santos Siqueira Ca-
vaica e. o F.xm. Marqul do Recite, mandaram. dea-
cr os autos no juizo Ja primera instancia, pa.a ser
^% SSft Nicolao O. Bielier & Companhia
o a fazenda nacional, mandaran, dar vista aodou-
l0rNSrdTtrdt1ntrerjoaq,,im Jos de Sant'Anna e
joao Sanoe, Sisneiros, como luor de, sen hlho, man-
Homm Har vista ao curador dos oipnios. .
io oSavo de Jos Pcreia de Albuquerque, c Jos
can de Albuquerque o os "amanto
vaiio Pires Ferreira, deram provimento.
a skaeioRe"enodomo,.a.clu, brasilciro
J5S......He, Senhores Redactores,
cspcia.iea.essanil.adoceo.itucmean.ma...
lenkoni Redactores. Aehando-me preso desde o
S. .ma oropriedad .le sobrado de um andar, ma.s
vos. uma P I" informado, por cartas
,in iipos' Oh vegonha! Oh! miamia ..... .
O, mes'procuraJorca all po.ieo ou nada leen,
feito em benJficio meu, pois que se ,0o quercm
compromcltcr por meus negocios ; o que ll.e pe
Tenhodoci.nentos valiosos em meu poder para
oren."r em lempo competente tudo quanto vento de
Son oque nao faqe! ja. para desm.scjrar aesses
ladrOcs oue me leem roubado, c abusado de minha
laei oeseiu., i. vt posicilo desgracada em
do, llraai no exisle.n boje V^^^SS "
iao niergulhadaa c.n um poco ecom tanta pera em
cima, uue nflo podein respirar. -
Slm.Senhores Redactores, soffrcnelo a pena do 08-
lr-icsmo. e gememlo, por consegu.n e, no .ochedo
J lenando ou cova d vivos, ja sedc.xa ver que a
consKno o mais ieis do meu querido pa sflo pa-
a bim palavras vasias de sentido, equo, finalmcn-
" onde poderla adiar justica, s encontrare, n-
usticas'-i MCstoii, pois, lo convencido do quanto
dito a rcspeilo, como da existencia do um Dos......
Imtim iiih, siluacno he tal, que boje pecoea-
_ vVmos deixa-la tlescansar, minha illlia, porque
temo te-la fatigado inuilo. Amanhaa voltaremos a
ve-la. .
Dizcnelo estas palavras, sabio acompanhada do
Max como se toase uma sombra : Arsenia lhc elisso
adeos, quasi sem olhar para elle.
-- BStou contente de vos, disse a senbora de Pien-
ncs a Max que a havia acompanhado al a porta, e
anda mais alni. Esta pobre rapariga esla comple-
lamente resignada, o vos leudes nella um exemplo
vivo dos vesana devera.
Pois que, he lSo diflieil aprender a soffier c a
calara liMaxalTastou-serpidamente.
Quando aaenhora doPicnnea foi visitar Arsenia
no da s.gunte, achou-a contemplando um rama-
Iheto de llores, posto n'uma mesinha prxima do seu
ieito. .,
Estas llores, disse ella, cnviou-m -as o seniioi
de Salligny, ao mesmo lempo que mandn pergun-
lar como eu linha passado; porn) nao subi.
Sao muilo bellas, disso a senbora de Pienncs,
com alguma scquid&o.
N'outro lempo era ou muilo aeicoada asilo-
res, disso a enferma suspirando, c Salligny me pre-
senteava com ellas muilo a mido.....; poiem agora
ja de nada me serven.. (Jue bem cheiram. .senbo-
ra Tomai-as, senhora, que nisso me daris muilo
gosto.
Nao, minha querida, ica com essas flores, ja
que vos agradan, tanto, disse a senbora de l'icnnes,
com um tom mais meigo, porque a Linha commovi-
doo acceuto profundamente triste da pobre Arse-
nia. Ficarei com aa que cheiram, e guarda vos as
camelias. .
Nao; detesto as camelias, porque me recor-
dam a nica dispula ino tivemos.
__NSo pensis em semelba.iles loucuras.
__\ in dia, porseguio Arsenia, olhando lisamen-
te para a senhoia ele Picnnes, encoiitrei no seu
quarto urna linda camelia meltida n'um copo com a-
goa Quiz tira-la, 0 unos.) nflo m'o perni.ttio, mas at
se oppoz a que eu loeasse na flor. Eu insist, o i is-
se-lhe algumas needades, pelo que pegou nella,
mctlcu-a n'uma gaveta, e guardou a chavo. Ku liz
mil loucuras, e al Ihe qu"bre. um bello vaso do
i.orcellaiio que esti.nava multo; poiem nada mo
respondeu. He isla a ras&O por quo detesto as ea-
Emqunlo Arsenia fallava desta mancira, diriga
un. olhar lixo, c quasi escarnecedor a senbora do
Picnnes, que baixou os olhos involuiitar.aniente.
Ilouvc um momento de |,rufuiidosilencio,so pertur-
bado iiela anhelante rospiracao da enferma, o du-
rantes o eiual a senbora do Pienncs so lembrou do
certa historia do urna camelia. Jantando um da em
casa da senbora de Aubre, Iho disse Max, que sua
liaotinbapieseiileadono dia do seus anuos com
um ramall.iste : ella e-nl.o tirou urna camelia quo
linha na cabeco, e ll.'a deu rindo. Poiem a senlio-
,a do Picnnes u-mpodia explicar como havia en-
selvado na sua memoria um fado ^'V"^"'' "
le. Apenas se tit.lia dissipado aconfuaflode que es-
lava chela a sua alma quando entrn Max.
._ uuilo obligada pelaa llores, Ihe disse Arsenia ;
porn raze.n-mftn.al! Go.rlude, nae'CfUo perdida .
iisTlei -i senhora. Nao me laeais lanar,
!:!:;l^n;o1ro.;i:arntexpressan,e,,te.Quereisl,r-
'''M^peWunf'.ivroe poz-se a lr, Quando so.
Xar o ramo na mesinha ; poro ^ n, MI* eo, _
^""'-ni^r^ 'senl ido ter manifestado
""Max aSlo'asua casa, onde permaneceram bes-
U. le temfo sen. se olhar e sem dar nena palavra^
_ .-stapoli.e rapariga, disse por l.m a senhora
do Pi'nn,', af.lige-me profundamente, segundo
creio, nao ha esperancas do a salvar.
Oue dsse o medico pergunlou Max.
A senhora de Picnnes abanou a cabeca.
Creio que nao vivir muitos das. Esla ma-
nhfla adininistrarain-lhe os sacramentos.
-- Ninguem podo vc-ls, sem se commover, disse
Max cl.egando-se para urna Jmila, sem duvida
para esconder a sua cmocSo.
_ Na verdade que he cruel morrer na sua idade,
responden gravemente a senhora do Picnnes; mas
* .. y............ ueiii sabe solera sido urna desgrana para ella vi-
molasdaqoTiiomca.i.vMu..-^--,--.----. era J OCcasillo de retroceder. rfimumS(.m- ver mais lempo i' A Providencia quiz dar-lhe tem-
miplia mulher o cinco innocente hiimui.v H
Ko^S.;0j^;-;ado; exilado, privado
e nlha duira .ibeldade, perseguidoijjjmnetis e-
moldantes iierlenco a grandes egcneosa tamil a
braS'i!;: .'..o a pa\na que me vio nasccr, o por el-
la darci a ultima gotta de ...eu sanguu
Diunem-se, Senhoies Redaclores, em nome da lu
MB "'lela, daren. publnaduelo a es^as -
"bes. pelo que Ibes fica.c enloda o mmlm v.da
m' Eduardo Francisco Nogueira Ingtlim.
rcinando-dc-Noronha, 10 de agosto do 18*,.
*
'
vabiedade.
mas a lina
ARSENIA GUII.I.OT.
(Continuaco do numero 203.)
Max a recusar-so a esta exigencia;
(cara sem recompensa. ..
Diiende etae palavras, eslendeu-lhe a m..e lie
cidiram ola, que Max ira no da seguinte vl Arse-
ni, eqlie Tmkm e Pienncs o p.^cedena, pa.a
oc Pennos a casa a>r^?Sl.X.iauS
H...S dSoi reponte qod .0 MM*
II
';



.s.
desesperada. A joven condece agora todo o pre^o
desta grac3 ; e por isso nlo a devomos ccnpadecer
tanto.
Eu nffo se se devcmos compadecer os que
morrpni mocos, respondeu Salligny um pouco brus-
camente :o certo Meque eu uizera -morrer 111050.
Oque mais me amigo hcw'-la padecer assim.
OsolTrimento do corpo lie regularmente util
alma.
Seni rcsponder-lhp, Max foi stuar-se a um ngu-
lo escuro da sala mcio escondido por espessas
cortinas. A senhora de Piennes trabalhava, ou fin-
ga trahalhar n'uina obra de taprcana ; porm pa-
reca que pesava sobre pila o olhar de Max.
Conheceis o almirante de lligny? perguntou
Max de repente.
Alguma couso.
Talvez tenha que incommodar-vos para que
me deis urna carta de recommendaQes pira elle.
Para que ?
fa nlguns lias que tenho formado um projoc-
to, porseguio com iifiectada alegra. Estou traba-
Ihando por convprlpr-mp, c quizera fazer um acto
de bom christilo. Muilo sinto nlo saber a manobra ;
porm n>anejo una espingarda como qualquer, o
tenbo concebido um desejo vehementsimo do
marebar para a Grecia, a ver se mato algum Turco
para niaior gloria da Cruz.
Para a (recia exclamou a senbora de Fien-'
nesdoixando cahiro sen lavor.
Sim, senhora ; estou aqui enfastiado, som
nada fazer, nem servir para cousa alguma. Porque
tio hei de ir Grecia colher louros, ou morrer por
nina boa causa ? Eu nilo vejooutro meio de fazer-
mc celebre, com o que precneberia todos os meus
desejos. Imaginai, senhora, que honra ser para
mini quandose leia n'um peridico : Escrcvem-
ihis de Tripolitza que um cavalleiro chamado Max
ile Salligny,mancebo das maioresesperanzas, (islo he
cousa que se pode dizer n'um peridico) falleccu
victima de seu cnlhusisanio pela santa causa da re-
ligiloe daliherdade! O feroz Knurzhid Pacha cs-
queceu todas as conveniencias sociaes al ao ponto
de cortar-lhe a cabera..... E comec,ou a rir
com um riso forjado.
- Fallis seriamente, Max ?
Com muila fornialidadc: s farei tudo quanto
estiver da miiiha parto para que o met artigo necro-
lgico apparegao mais tarde possivel.
E que des fazer Grecia i' Me verdade que se-
riis um excedente soldado; porm......
--- l'm magnifico granadeiro do cinco ps o tres
pollega las, exclamou levantando-sc. Mo gosto tc-
riam os Gregos se nflo admittisseiu um recrula como
eu. Mas deixemos gracejos, senhora, disse tornan-
do-se a assentar: julgo que he o melhor que devo
fazer, porque fin Paris son desgranado, e nflo posso
permaneccraqui. E proferio estas palavras com vi-
sivcl commoeflo. lia lempo que ando aprendendo o
grego, e ja sei algunia cousa.
E recitou una phrase de Lord llyron, cuja tradc-
elo lilteral he: .Minha vida, eu te amo. A se-
nhora de l'ienncs, que tinha lido l.ord Byron, appa-
rentou nilo comprehender o significado da phrase, e
teveque fazer todo o possivel para que no se coulie-
cesse 0111 seu rosto o contrario.
Em seguida approximou-se Max ao piano; o col-
locando seus dedos machinalmente sobre as teclas,
tocn alguns accordesmelanclicos.
Depois ppgou no chapeo de repente; o voltando-se
para a senhora de Pienucs, Ihe perguntou se ira na-
quella noite casa da senhora do l>rney.
Crelo que sim, respondeu ella hesitando um
pouco. Apertou-lhe elle entilo a mito, o sabio, dei-
xando-a n'uma agitaclo at entilo dcsconhecida pura
ella.
Toda a tarde nilo fez maisdoquecrear phanlasmas,
destn i-las e reforma-las, c de tudo concluio que
11*10 ira a casa da senhora de Darscney, porque se
(embrava do que Max linda sido um libertino, e
pensava com raslo que oque torio nasoe tarde ou
nunca se indireita. Nflo duvidava ja do amor de Max,
e s este pensamonto suscilava um sua alma mil
confusas ideias. Para oslar mais segura do si mes-
ina, den licenca ao seu eoeheiro para sahir, e deitou-
se milito cedo; porm no mesmo momento eill que
tomou tilo magnnima rcsolucfl, searrpendeu dol-
a, julgando que era una flaqueza oque acabava do
i.'/er. .Na maiiha aeguinte quando acordou tinha as
ideias ISo confusas como no oa anterior, sem que se
tivesso atrevido a lomar nenhuma resol uclo.
Durante o alinoQO, leu n'um peridico que um pa-
cha acabava de saquear urna cidade da Romlia, pas-
saudo espada as mulhercs o os meninos; que al-
guns Helenos linham morridocom asarmas na mSo,
eque oulros haviam sido lentamente sacrificados
cm horriveis tormentos. Este artigo de porioiiico era
pouco propiio para inclinara senhora de Pienncs
viagem quo Max pensava fazer Grecia; eeinquanlo
medilaya tristemente nisso, recebeu uina carta do
cavalleiro. Nella Ihe dizia como se tinha enfastiado
muito na noite anterior; o que inquieto pela nilo
ter vistoem casa da senhora de Darseney, llio escre-
via para saber como o a que hora devia ir a casa de
Arsenia Guillol. A senhora de Heniles nilo leve valor
para escrever, e respondeu-lhe veibalmeule que ira
a hora docostume. Em seguida pensou em ir logo
para no se encontrar com Max; porm, reflexionan-
do depois, conveiiceu-so de que seria una mentira
pueril e vergonhosa, peior do que a fraquez* do dia
antecedento Armou-se,.pois, de valor, orou fervo-
rosamente; e quando chegnu a hora, sahio e subi
com passo firme a liabilacflode Arsenia.
All enconlrou a joven n'um espido lastimoso. Era
evidente que havia chegado a sua ultima hora, c des-
le a vespera tinhafeiloo mal terriveis progressos.
A sua 1 espiraco era apenas um sopro impercepli-
vel, o alm disso disseram a senhora de Piennes que
havia delirado muito naquella madrugada, e quo o
medico liavia dito que provavelmenle morrena na-
quella manbfla. Comtudo, Arsenia reconheceu a sua
protectora, e Ihe agradecen por ter ido v-la.
Nilo vos cansareis mais em subir a escada da
minha casa, Ihe disse com voz apagada.
Cada palavra Ihecustava um esforz penoso ees-
golava assuas frcas, tanto que, para ouvirem o que
ella dizia, era preciso inclinarem-se para o seu leilo.
A senhora de Piennes Ihe pegou na mSo, e a aohou
>na e inanimada.
J'ouco depois chegou Max, e approximou-se vago-
rosan.enlo ao le.to da moribunda. Fez-lhe esta um
tve s.gnal rom a cabeca; e vendo que tinha na inflo
um hvro r1 um estojo, Ihe disse tristemente:
Ja nao lera quo ler-me mais.
vrnSPevl'n0rall,! l'ie",leso'"''l>ara o pretendido li-
vro, e v.o que era urna mappa da Grecia enrolado.
ll..?rnnm.^^Ulbi,?n},, 9ue "So se tinha separado
um momento da cabecera de Arsenia, uuiz anrn-
ve lar-so dos poucos momentos que lli rslavn, d,"
vid- para os dedicar as 8uas euqosas exhoi tuc0"' c
alastou Max e a senhora de Piennes; e inc inado 8'o-
bre aquelle leito de dr, dirigi pobre joven a
graves e consoladoras palavras que a religiflo reser-
va para taes casos. A senhora de Piennes orava a um
canto do quarto, e Max encostado urna janella pa-
reca urna estatua.
Minha (Iba, Ihe disse o sacerdote com voz
commovida, perdea todosqueateem offendido.
Sim..,. que sejam felizes !.... murmurou a mo-
ribunda fazendo um esforco para que a ouvissem.
Tenha confianza na misericordia do Dos, mi-
nha filha, conliuuou oabbade; o arrepondimento a-
bre as portas do co.
Scguio o sacerdote as suas piedosas exhortares
durante alguns minutos; porm de repente deixou
de fallar julgando quo a joven era um cadver. Lc-
vantou-sedocemente a senhora de Piennes, e lodos
permanecern! immoveis olhando com anciedade o
lvido rosto do Arsenia. Vendo seus olhos fechados,
lodos conlinham a sua respiraeflo, teniendo pertur-
bar O miiiiiiii u mu ie.
J morreu a pobre menina, disse por fim a cn-
fermeira approximando a sua caixa de tabaco aos la-
bios do Arsenia: nemsequerembacia o vidro.
Pobro menina.' exclamou Maxsahndo da es-
pecie de estupefaceflo em que at entilo tinha estado
submergido; quo felicidade havia para ella no mun-
do ?
De repente ecomo reanimada pela sua voz, abri
Arsenia os olhos.
Amci! murmurou com voz sumida. E moven-
ilo os dedos mostrava querer cstender as mflos; o
que visto pela senhora de Piennes o por Max Ihe pe-
garan! cada um na sua. Amci I repeli com triste
sorriso. Estas foram as suas ultimas palavras..........
Max e a senhora do Piennes ajoelharam, o tiveram
por muito lempo agarradas as geladas milos da
joven.
Talvez os nossos leitores desojem saber se de Sal-
ligny fez ou nflo a sua viagem a Grecia.... Para se ti-
ra rem de duvidas nilo teem maisdo que ir io cemite-
rio do padre Lachaise, c a vinle passns da sopullura
do general Foy enconlrnrflo urna lapida muito sim-
ples, cercada de flores c de grinaldas. Na lapida le-
rilo em grandes caradores: Arsenia fuillot, e fixando
mais a attengflo na sepultura, he fcil observar, se a
chuva ou alguma nio profana nflo a fez desapparc-
cer, urna regra escripia com lapis, porm com urna
leltra muilo miuda, que diz.
Pobre Arienia Ella roga a Dcos por n>.
as informacOes que colhmos,
eis como regulam os freles de
cada tonelada do assucar oncai-
xado : para o Canal, 115
; para Trieste, 3--
-- ; paaFnnc, 60 f.
Entrarais depois da ultima revista 4 cmbarcacOes,
e sahiram 5.xistenvno porto31, sendo 1 ameri-
cana, 17 brasileiras, 1 dinamarqueza, 2 francezas,
6 inglesas, 3 portuguezas e 1 sarda
Mov intento do Porto.
Navio entrado no dia 11.
Rio-Grande-do-Sut ; 24 das, brigue brnsileiro Argos,
do 187 toneladas, capitilo Manoel Alves Marques,
equipagem 13, carga carne ; a Amorim Irmios.
Navios sahidos no mesmo dia.
Faimnuth ; brigue kenipliuwciano Enigkil, capitflol
J. C. Brarens, carga assucar e couros.
Babia; brigue-escuna brasileirc Andorinha, com-
mandanlo o capitflo-tencnto Lourenco da Silva A-
raujo Amazona.
Navio entrado no dia 12.
Ilo-Grande-do-Sul; 26 dias, patacho brasileiro Emi-
liana, de 120 toneladas, capililo Valenlim Ribei-
ro dos Santos, equipagem 12, carga carne; a A-
morim Irmios.
Navios sahidos no mesmo dia.
Monte-Video, briguo bespanhol Philifpe, capitflo
a sahir ateo dia 25 do corrente: para carga ou passa-
geiros, para o que tem os melhores commodos, tra-
ta-se com Silva & Grillo, na ra da Moeda, n. 11.
Para o Rio-de-Janciro sahir com a maior bre-
vidade possivel o brigue ero; recebe carga c escra-
vos a frele : quem pretender qualqder das cousas
enteoda-se com Leopoldo Jus da Costa Araujo, na
ra da Moeda, n. 7.
Para o Porto sahe, impreterivolmcnteat n dia
12 do corrente a veleira escuna Caanle- Maria ; re-
cebe ainda alguma carga: para a mesma o passa-
geiros para o que tem excedientes commodos, tra-
ta-secom Silva & Grillo, na ra da Moedade, n. 11
ParaoCear, tocando no Aracaty, vai princi-
piara Ciirrogar o brigue-escuna Hennqueta, mostr
Jos Joaquim Alves da Silva : os pretendontes a car-
regar para ambas as parles se entendera como
mesmo mestre, ou na ra da Cadeia-Vclha, n, 17
segundo andar. '
Leo, 8.
Me. Calmont & C farfle leililo, por intervonco
do corrctorOliveira, de cerca de 180 pecas do ca-
bos de excellente quadade o difTerentes hillas
em lotes de menor ou maior quantidade vontad
dos compradores : terca-feira, 14 do corrento, ao
meio-dia em ponto, no seu armazem, ra de Apollo
O corretor Oliveira far leililo do ptima mobi-
lia, consistindo cm cadeiras, consolos, sofs, mesas
Juan Gelpe, carga assucar. I(!it0 <'. rcrro. guarda-vestidos, almarios, um lind
Parahiba hiato brasileiro Espadarte, capitflo Antonio!piano inglez, quadros riquissimos, loitcas, vidros,
Manool Alfonso, carga varios gneros. utensilios de cozmha, algumas obras de prata,
COMME^IO.
Al randera.
REXDIME.NTO DO DIA II........... 15:297,290
Descarregam hnje, 13.
Brigue Maria-I'elix mercaduras.
Brigue Yarmouth carvilo e barricas vasias.
Briguo ~ Fortuna farinha, 1150 e papel.
Consulado.
RENDIMENTQ DO DIA II.
Ger
Diversas provincias.
1:300,442
34,673
1:335,115
Obser vacilo.
.'"ntrou para oMosqueiro o brigue-escuna ameri-
cano Farist, capitilo John Atlridge, quo tinha fun-
deado no l.ameirilo no dia 7 do corrente, por te-lo
doixado a lripolai*flo.
EOITAES.
Miguel Archanjo Monleiro de Andradi oficial da im-
perial ordem da Rosa, cavalleiro da de Chrislo, e ins-
pector da alfandega de Pernambuco, por S. M. o
Imperador, que Dos guarde, etc.
Faz saber que no dia 13 (boje) do corrente, ao
meio-dia, e na porta da alfandega, so hilo de arre-
matar 27 barricas com 218 i alqueiresdo cevada, no
valor do 258,000 rs., impugnadas pelo amanuense
Gonzalo Jos da Costa e S, no despacho por factu-
ra de Luiz Jos da Costa Amorim : sendo dita arro-
mataeflo subjeita ao pagamento dos direitos.
Alfandega, 11 desetembro de 1847.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade.
Miguel Archanjo, etc.
Faz saber que. no dia 13 (boje) do corrente, ao
meio-dia,na porta da mesma se hilo de arrematar cm
In.-t.-i publica 24 chapeos do palha no valor de
75,000 rs., impugnados pelo guarda Francisco Ro-
drigues Pinheiro, no despacho por factura do Avrial
Frres: sendo a arremalaglo subjeita a direitos.
Alfandega, 11 de setembro de 1847.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade.
Declarares.
PIUCA DORECIFE, II DESETEMBRO DE 1847,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambio .... Continuou a 27 d. porl^rs.
Foram diminutas as transaccOes
da semana.
Algodilo. ... Entraran! 577saccas; sahiram
257, e existem 583.Vcndcu-
a 7,000 rs. a arroba de primeira
sortc c a 6,500 rs. a de se-
gunda.
Assucar Apenas cnlraram 65 caixas, e
enihiircaram-se 95 ditas 664
barricas c 130 saceos.Venileu-
se a 1,000 rs. a arroba sobre o
ferro do branco cncaixado; de
900 a 950 rs. a dita sobre o dito
do mascavado dito ; de 2,000
a 2,200 a dita do branco cnsac-
cado e embarncado ; e do 1,300
a 1,400 rs. a dita do mascavado
dito dito.
Couros..... Exportaram-sc 3:630, e vende-
ram-se do 107 a 111 rs. a libra.
Ago'ardcntc Vendeu-se do 45,000 a 48,000 rs.
a pipa. A exportaeflo foi de 67
pipas e 30 barra
Arroz..... dem a 8,600 rs, a arroba do pi-
lado a vapor.
dem a 1,400 rs. arroba.
O deposito he de 2:400 bar-
ricas; e rctalhou-se do 13.1000 a
14,000 rs a barrica.
Existem no mercado 24:000 ar-
robas inclusive um carrega-
niunto entrado esta semana.
As vendas effectuaram-se aos
precosda semana antecedente,
islo he, do 2,600 a 3,300 rs. ra-
roba.
Ccrvcja Vendeu-se de 4,200 a 4,400 rs. a
duzia de garrafas.
Folha de ferro -- Idom de 10,000 a 11,500 rs o
quintal.
Fio de vela .- dem de 500 a 530 rs. a libra.
Farinha de trigo O deposito em primeira inflo lio
de 1:000 barricas da marca SSSF
--Rctalhou-se de 25,000 a 26,000
rs. a barrica.
Manteiga .. Vondeu-hede420a 430 rs. a li-
bra da franceza.
Paios..... dem de 2,200 a 2,300 a duzia
dos do Lisboa.
Qucijos .... Idom de 960 a 1,000 rs os fla-
mengos. .
Touciuho dem de 9,000 a 9,400 rs. a arro-
ba do do Lisboa.
Vinhos..... dem de 120,000 a 122,000 rs. a
pipa do de Lisboa, marca PRR;
de 110,000 a 114,000 rs. a dita
do de oulros autores; e a 114^
rs. a dita do da Figueira.
Fieles..... Estilo a fretar o brigue inglez
Yarmouth de 151 toneladas i
a barca ingleza I subilla, de 303
ditas; a barca sarda < oru/ede 258
ditas; eo brigue dinamarquez
Fortuna, de 254 ditas.Segundo
O administrador da recebederia das rendas ge-
raes inlertias avisa aos devedoros do bairro do Re-
cife, Santo-Antonio o Boa-Vista, para quo venham
pagar o imposto do banco do 46 a 47, e o 1. semestre
de 47 a 48 pona do se proceder a executivo por ja
se adiar prompta a relaQflo para juizo.
Recebcdoria, 11 do setembro do 1847
Francisco Xavier Cavalcanti de Albuquerque.
Contratos a celebrarem-se com a thesouraria das rendas
provinciaes no corrente mez de setembro.
DIA 25.
Oda continuaefo da obra do caes do Ramos, ava-
hada em ris 7:182,000. Os trabadlos far-se-hflo
de conformidade com os riscos e ornamentos j ap-
provados; encetar-se-hio dous mezes depois de va-
lidado o contrato, e findar-se-hilo ao cabo de seis
mezes. O pagamento realisar-se-ha na forma do
disposto no arligo 15 do regu|amenlo das arremata-
cOes. O prazo de rcsponsabildade ser do um an-
no.Fixar-se, cmfim, o contrato com aquello dos
concurrentes quo por menor preQO se compromelter
a fazer a obra.
DIA 30.
O do estabelecimento de urna linba de mnibus,
que, na forma da lei provincial n. 191, facilito o
transporte desla cidade a qualquer dos seus arrabal-
desea de Olinda.
Balatas.
Bacalliao
Carrie secca
Piiblicaeao Littcraria.
PORTUGAL.
RecordacSes do anno de 1842, pelo principe Lichnonsky,
iraduzido do allemdo segunda edifo correcta e an-
ublada.
O consumo rpido da primeira edicjlo e a sua
procura por muitas pessoas que fiearam sem ella ,
induzio o traductor reimpresslo d'esta obra cu-
riosa, quo conten a apreciaeflo dos caracteres mais
notaveis do paiz, dos seus acontecimentos polti-
cos, monumentos e lugares principaes feita por
csse principo prussiano, que all viajou no anno
citado. Esta interossante obra, que contm 220 pa-
ginas vonde-se por 1,000 rs., na ra da Cruz n.
7, segundo andar.
a visos martimos.
Para o Aracaty lom de seguir viagem. ateo dia
24 do corrente, o hiato Novo-Olinda, por ja ter gran-
de parte do seu carregamento prompta: os mais
pretendonles a carregarem se enlenderilo com o
mostr do mesmo, Antonio Jos Vianna, no Trapi-
che-Novo.
Para o Rio-Grande-do-Sul lenciona sahir breve
o brigue Mercantil; pode receher alguma carga, as-
sim como escravos e passageiros : quem no mesmo
quizar carregar pde.cnlendcr-se com Amorim Ir-
mios, ra da Cadeia, n. 45.
Para o Rio-Grande-do-Sul o Porlo-Alegre pre-
tendo sahir em poucos das o briguo Flor-do-Sul, o
qual recebo nicamente escravos a freto : quem pre-
tender pode entender-se com Amorim Irmios, ra
da Cadeia, n. 45.
Para a Babia sahe com muila brevidade a su-
maca Flor-do-Angelim: para carga o passageiros,
irala-se com o mestre, Bernardo ele Souza, ou com
Luiz Jos do Sa Araujo, na ra da Cruz, n. 26.
II.ikii i\ A con a liorna nunAriql T'>u I *.4 .'.*~ L*.'~
muitosoutros objectos : quinta-feira, 1C do corren-
to, as 10 horas da manhila, na ra do Trapiche-No-
vo, casa n. 8, segundo andar.
Avisos diversos.
O juiz, neto de Moyss, o hojo assaz conhecido '
pelo appellido de Dr. Pipoca, acaba de dar a mais so-
lemne prova da sua estupidez e completa ignorancia
em direito. Quem j vio scena mais risivel do quo
a quopraticou aquello entufado grdodemilho, diri-
gindo perguntas a um reo em urna sessflo de jurados
em cuja conversa ahsorveu duas horas E que ner-
guntas !? Depois de estafar completamente a paci-
encia dosouvintesjuizes, depois de dizer muila as-
neira, depois de rasgar muitas folhas de papol quo
havia borrado, aprsenla quarenla e dous artigos, ou
perguntas para o concedi responder'.? llavera quem
creia semelhante bestialidado pralicada pelo tal Dr.
Pipoca?!!! Ehe um crianza estupido dcsomelhanlo
qualidade, que s por ser uetodo Moyss julga-sOj
um inspirado.'.' He finalmente urna cousa como
esta que deve decidir da fazenda e da vida do infe-
liz quo Ihe caia debaixo do anno do nascimento da
sua estupidez i1.'.'!
Santo Dos I abaixai vossos pedosos olhos para
este Pernambuco, e livrai-nos de um semelhante tar-
tufo. O Juiz zangado.
---O Sr. acadmico natural da Ba-
ha, que est devendo a quantia de 8,260
rs., de loiipa engontmada, que ha mais de
15 dias ficou de mandar, nao realisando
hoie impiotflriyelmep.te, ser publicado
o seu nome.
Arrenda-sea ilha San-Jolo-Baptista. com duas
moradas de casas de pedra e cal : na travessa da Con-
cordia, n. 19, ou nos Afogados, na segunda casa ter-
rea, passando o sobrado do Sr. Vianna.
Precisa-sealugarumescravo diligenlo : na fa-
brica do licores da travessa da Concordia, n. 19.
No dia 8 do corrente, pelas 7 horas da noite,
voou um papagaio, da ra larga do Rozario para a
do Queimado, levamJoem um dos ps um pedaco da
corrente : he muito fallador. Roga-se a pessoa que
o tenha, o favor de o restituir na tenda de sapateiro
da referida ra, n. 44, quesera gratificado.
Precisa-se saber se existe nesta cidado, ou em
algum lugar fra, Antonio Jos Ribeiro, natural da
freguezia da Lage, do reino do Portugal: na traves-
sa da Mailre-de-Deos, 11. 8.
Alugam-se 3 casas terreas, por preco commo-
do, sendo urna alias da matriz da Boa-Vista, o duas
na ra da Soledade : quem as pretender, diriia-so a
ruada Aurora, n.58.
Joflo Leite do Azcvodo faz scienleao publico,
que Bcrnardino Pinto de Monezcsdtixou de ser seu
caixeiro desde o dia 8 de selembro, declarando quo
nilo foi porhaver diflerenca aJguma, o que sahio
para ir cuidar no sou negocio.
Conlinuam a estar para alugar as casas terreas
de ns25, 27, 29 e 31, sitas na ra Real prxima ao
Manguind, asquacs teem muilo bous commodos ,
quintal murado o porto de embarque : a tratar com
seu proprietario Manoel Percira Teixcira mora-
dor junto aquello lugar.
~ Precisa-sede um caixeiro para venda de 14 a
16 anuos c que tenha pralica da mesma e d fia-
dor a sua conducta : na ra Direita reiinacSo n. 22,
se dir quem precisa.
Fugio um cavado pequeo caslanlio de me-
nino : quem o pegar leve ao sitio do Loilo na ra
do Hospicio que ser bem recompensado,
-- Arrcnda-se a casa do sobrado da ra Direita ,
n. 29 no bairro de S.-Antonio com mudos com-
modos, por ser de dous andares sotio o mirante:
a tratar na ra da Cadeia do Recife com o Sr. Ma-
noel Gongalvos da Silva ou com o sou proprieta-
rio no Atcrro-da-Boa-Vista.
Ilcnrique Jorge participa ao respeilavcl publi-
co que Miguel do Oliveira Cardozo deixou de ser
seu caixeiro desde o dia 10 do corrento mez do se-
tembro.
Precisa-so do una pessoa habilitada para ven-
der na ra com dous taboleiros de fazendas finase
grossas de sociedado e que d fiador a sua con-
ducta : na pra$a da Independencia, n. 39.
OsSrs. Jos Eustaquio Maciel Monleiro e Ma-
noel da Silva Ferreira queirsm dirigir-se a ra lar-
ga do Rozario, n. 24.
Jos Antonio de Faria, nlo podendo, pela bre-
vidade com que so resolveu a embarcar para Portu-
gal despedir-se do todos os seus amigos recorro
a este mcio nilo s para Ibes pedir desculpa, mas
tambem para all Ibes offerecero seu prestimo.
-- Aluga-se um armazem atrs do theatro, ex-
cellento para oflicina de marecneiro, ou oulra qual-
quer oceupaglo por ser grande : a tratar na ra
do Crespo, loja n. 15, de Antonio da Cunda Soares
Guimariles.
Um rapaz de 25 annos que entende bastante
do commercio.de caixeiro de loja e de oscripturaeflo
que tem niuiloboa leltra, oque he hbil para ludo,
se offerec a quem de seu prestimo so quizer utili-
- Para o Assu a barca nacional Ttnlativafel est | sar. Dirigir-lea ruada Senzalla-Velha n. 132. J


Attenco! Attcnoao!
AGRADE TEMPESTADE!
1>eriolIeo -.^SVevnS6.miSn t
venda pelo P^^OR N "215
achar-sc-ha a venda as 3 horas da tarde. Est intc-
rossa n^a^e encarecidamente as autoridados poli-
riaes capitnes do campo e qualquor pessoa do po-
vo n a'pprclionsSo de urna escrava, de nome Thcreza,
denacilo Rebolo, bastante alta de bonita figura ,
rosto redondo; lem as costas acalombadas com
signaes artificiaos; he bastante ladina ; levou dous
vestidos umde chita rxae outro dechila azul de
nuadros miudos.e panno da Costa com listras. lar-
gas brancas, encarnadas e azues. Esta preta j ven-
den' fazendas quando escrava do Sr.Jos Saporiti.
Ouem a pegar leve a sou senhor, Manoel Paulo Quin-
iela na estrada dos AHlictos, ou a recolha a cadeia,
que ser recompensado.
Pelo novo destino que deu ao edificio da sua
residencia na ra do Hospicio, poder o doutor
Sarment receber em sua casa doentes quedesejem
virtratar-se nesta cidado. Serflo recebidos no s
os doentes de qualquer sexo c condigSo que sejam,
nas tambem as pessoas, ou familias, que os qui-
zerem acompanhar.
-Na nova loja da ra do Queimado, n. 30, de Jos
Joaquim de Novaos, contina a haver um completo
surtimento de obras feitas com a mesma pcrfeic&o
como as de inconmenda. Tambero ha um completo
sortimento, vindos pelos ltimos navios de Franca,
de chapos pretos muitos superiores, e da ultima
moda de Paris, bons chapeos do Chile, ricos cortes
de veludo para colotes, pelo barato proco de 5,000
rs., e muito bons lencos para pesclo de homem o
senhora.
M. Theard,
com casa de modas, na ra Nova, n. 32, primeiro
andar, tem a honra de prevenir ao rospoitavol pu-
blico, c particula'rmente aos scus froguezes, que
acaba do receher pelo ultimo navio, chegado de
Franca, ( Nilit Malhilde.) um borne lindo sortimen-
to de chapeos de seda o palhinha para senhora; fi-
tas de setim c flores sorlidas para chapeos ; luvas de
pellica o de seda suporior, de diversas cores e guar-
necidas para sehhoras. Na mesma casa se fazem
chuposc vestidos de senhora da ultima moda do
Taris, ludo por prego muito commodo.
Fabrica de machinas e fundi*
cao de ferro na ra do
Brum, no Recife.
Me Callum & CompAnhia, engenheiros machinis-
tase fundidores de ferro, mui respetosamente an-
nunciam aosSrs. proprietariosde engenhos fazen-
deiros, negociantes, fabricantes e ao respeitavcl
publico, que o seu ostabclccimento de ferro mo-
vido por machina de vapor, se acha em effeclivo
exercicio, e completamente montado com appare-
lhos de primeira qualidade para a perfeita confoc-
giodas maiores pegas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer obras da
sua arte Me Callum & Companhia desejam mais
particularmente chamar a attenglo publica para as
seguinles por screm ellas da maior extracgflo nesta
provincia, as quacs construidas na sua fabrica po-
demeompetircom as fabricadas em paiz estrangei-
ro, tanto em prego como na qualidade das materias
drimas e mio d'obra, a saber :
Machinas de vapor.
Moendas do canoas para engenhos movidas a va-
por, poragoa,ou animaos.
Rodas d'agoa o serraras.
Manejos independenles para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzeso ch'umaceiras.
CayilhOcs e parafusos da todos os tamanhos.
Tai xas, crivos e boceas de fornalha.
Moinhos de mandioca movidos a mito ou por ani-
macs e prensas para a dita.
FogOes e fornos para cozinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro ebronze.
Ilombas para cacimbas e de repuxo.
Cuindastcs guinchse macacos,
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros, obras publicas, ole.
Columnas, varandase grades.
Prensas de copiar cartas e de sellar.
Camas do ferro, etc.
Ali'iii da perfeigilo das suas obras, Me Callum &
Companhia garantem a mais exacta conformidado
com os moldes edesenhos romettidos pelos Srs. que
se dignarcm de fazer-lhes encommendas; aprovei-
lando a occasifo para agradecer aos seus benvolos
amigse freguezes a preferencia, com que tcem si-
do por ellos honrados, e asscgurar-lhes que nSo
pouparao esforgos nem diligencias para continua-
ren! a merecer a sua confianca.
-- Aluga-sc, ou arrenda-se urna das memores ra-
sas doCaldeireiro, com quintal c cacimba de muito
boa agoa de beber, com cinco janelhs de frente, sa-
la do frente e duas alcovas, gabinete com alcova, sa-
la de detrs com dous quartoi e gabinete, junto ao
sitio do Sr. Jos Iligino : Irala-so na ra do Queima-
do, n. 37. .
--"- Prccisa-se de um andar para pequea lann-
lia, em urna boa ra na Roa-Vista, ou S.-Antomo :
a tratar na ra da Cadeia-Velha, n.52.
Aluga-se, para se passara festa, urna casa ter-
rea, na rua de San-Francisco da cidado deOlinda, a
aual he muito perto dos banhos salgados: quem a
pretender fallo naquella cidade com o escrivSo da
dcima, na rua do Bom-Succcsso.
__Manoel Joaquim de Oliveira Guimres retira-
se para Portugal, a tratar do sua sade.
:_- Precisa-'sc de urna mulher do boa conducta,
quesaiba cozinhar c engommar : na rua do Cres-
P!."' Aliiga-se a loja do Atcrro-da-Boa-Vista, n. 5
a tratar na mesma casa, primeiro andar.
_'- O professor das luigoas franceza o ingleza do
collegio Santo-Antonio propc-se a ens.nai-o cur-
so das mesma* lingoas particularmente a pes-
soas que quizerem frequentar, podom d.r.gn-o a
sua rasa, na rua ilo Hospicio, n. 13.
...os" Francisco do.Azevcdo quera dir.g.r-sc
a rua do Vigario. n 5, ou annunciar a sua morada,
a negocio do seu intercsse.
Quem annanciou querer comprar urna lile ira
querendo urna que s fez urna v.agem, o que tem
as competentes sellas para os cava' 0, dird-M a
-ua dos Tanociros, armazem de couros, de Dom.n-
os Rodrigues de Andrade, que faz todo negocio.
O TRIBUNO N. 17,
ja esta a venda na praca da Independencia, ns. 6
e 8, e n. 12, com a taboada da racglo que deve ser li-
da, ecom a historia demaioral, taboada, etc.
O TRIBUNO N. 18,
ja osla tambem a venda nos mesmos lugares cima,
e tal o tSo vanado, que devo ser muito c muito li-
do, e logo.
-- Quem precisar de um rapaz brasileiro, para cai-
xeiroderua, oqual tem pratica ed conhecimento
dostpatros quo lem tido, dirija-sc a rua da Ca-
deia-Velha do Recire, n. 41.
Acha-se justa e contratada a compra da casa
terrea da rua do Aragio, n. 16, pertencento ao Sr.
Antonio Nobro de Almeida, e por issosofaz o pre-
sente annuncio, afim do obstarqualquor duvida que
por ventura para o futuro possa apparecer.
Antonio Carlos Pereira do Burgos Ponco de
Len faz publico, que mudou a sua residencia da
rua Direita, sobraden. 29, para a Solodade, sitio
ila Cscala, do Exm. Sr. barSo de ltamarac; portan-
to quem com elle se quizor entender, dirigir-se-ha
ao dito sitio, ou nesta praga a casa de sou procura
dor, o Sr. Manoel Jos de Sant'Anna Araujo, ua tra-
vessa do Sarapatel, sobrado n. 16.
Jos Mendes da Silva, por haver outro de nome
igual, muda o seu para Jos Mendes da Silva Gui-
marOes.
JoSo Marques Das Braga rclira-se para o Porto
na escuna Galante-Mara.
L. de C. Paos de Andrade, como procurador de
seu pai, o senador M. de C. Paes de Andrade, propie-
tario do sitio--Campo-Verde, situado no Corredor-
do-Bjspo, tendo sido approvado pela cmara muni-
cipal o plano das ras o travessas, que lem do ser a-
bertas no mencionado sitio, prope-se a aforar por
proco rasoavel todo o terreno destinado a oditica-
ges, segundo as localidades escolhidas polos pre-
tcndenles, de conformidado com o referido plano.
Oannunciante chama a atlencilo do publico para a
excellencia da localidade e elevagSo do solo (que
dispensa alefros), e finalmente para a indisputa-
vel vantagem de nao ter futuras contestaces com
a cmara municipal, no que toca ao alinhamento das
ras, etc. etc.; pois que estas j so acham precia-
das, e teem do ser brevemente aliuhadas pelo en-
genheiroda municipalidado. Os prelcndentesdiri-
jam-se a rua do Hospicio, casa n. 12, das ate 6 no-
ras da larde.
mm^^^^m
I
icrfei- J|
M
1
Vende-so um moleque muito lindo e corpu-
lento, de18annos, que engomma p"
(H lamente, cozinha hem o diario do urna ca-
jrfl sa, faz doce, tem principios do sapateiro
m e he muito hbil o esperto o nilo tem jl
m vicio algum o que se afianca : ao compra- K!
IpJ dorso dir o motivo por que so vende: hem
'Zjl como um escravo muilo mogo porfolio co-
H zinheiro; urna mulatinha de 18 annos, que ,,
rl cose perfeitmentc, engomma o faz lodo o ijj|
Im mais arranjo de urna casa, por estar a islo U
i acoslumada; um pardo de 18 annos com u
J| ollcio de alfaiate : lodos estes esclavos silo ^
H o melhor possivel : na rua do Vigario n. 2i (Tj
Troca-se, ou vende-se Orna morada de casa no-
va, do pedra e cal, com 35 palmos de renle o (.00
Uitos de torra para quintal, na nova rua que v
i.ara o novo porto de desembarque no lugar da a-
punga: troca-se por outra nesta praca anda nflo
estando no mosmo estado por sen dono ter-sodc
retiir para lora: quem este negocio quizer fa/cr
a"--Uprccisa-sc do urna ama para casa de pouca fa-
milia : na rua do Vigario, venda n. {* mminhmr
Precisa-se de urna ama que salbabem cozinhar,
para sor ompregada nesso'unico servico : em N.-f>.-
do-Ter?o, n. 16.
Caumont, dourador, na
rua I>ova ti. 3i, fabrica de
candieiros do gazeoutros, doura, prala o hronza
de difiorentes cores todos os metaes, sejam de ig eja
mililares, ou particulares; conecta e torna a por de
o o todos os objeclos do metal; poe os cand.c.;ros
de aulle promplos para gaz; troca e compra todas as
qualidades de bronze, por prego rasoavel.
Merdes Pt Tarrozo muduram o seu ar-
mazem de assiicar, da rua do Apollo pa-
ra a rua do Brum.
CASA DE MODAS FRANCEZAS.
Ruado Aterro-da-Boa-Fista,n. 1, primeiro andar.
M. Millochau,
tem a honra de participar a suas "rreB" que
acaba de receher um bonito sortimento de modas,
hem como : cortes de vestido do melhor gosto, do
g.iimgomp, cambraias, bareges garcas de seda c
de lita G de oasan.entos ; collarinhos e camisinhas
de cambraiaede fil; cahegOes bordados, muito
ricos ; bicos de blonde; chapeos para senhora, ue se-
da ,crep, bico, ele. ; ditos de palha de todas as
qualidadcs.declina do arroz, de Italia ilo pa-
lha alierta o lisa ; ditos para meninos o meninas de
palha da llalia lisos o enfeitados ; bonetes de dita
para meninos de 2 a 10 minos ; toucas para halles;
lencos de cambraia de linho, bordados o lisos ; lu-
vas de malha aborta ; filas para cintura e chapeos;
capellasde larangeira flores linas; guamigoes de
botfles, novas para vestido : filo de soda c do linho
branco preto o de todas as qualidades ; crep; ren-
das ; bicos ; e mais Tazendas que todas se vndenlo
por prego rasoavel.
11. S. Mawsou, dentista bem
conhecido
nesta provincia, tendo agora chegado daEuropa, e
tendo visitado as capitaes do Londres e Pars, don-
de irouxe os melhores objectos da sua profiss.lo que
al hoje se conhecem como novos instrumentos ,
denles e mais necossarios para qualquer operaclo
da sua arte; offerecoseus servigos aos illusiros Ha-
bitantes desla cidado conforme a sua tabella hxa ,
cprometto Tazer todos osesforgos para agradar as
sunhoras, ou senhores, quo o quizerem procurar ,
das 9 horas da manha at as 8 da tarto na rua do
Trapiche no Recife, n. 4, segundo andar.
- Aluca-seuma casa no Monleiro a boira do no
aoihai ibe com duas salas, corredor ao meio e ou-
iro ao lado G quartos, um delles tem pratelho.ras e
e?vc de dispensa, cozinha rra, estribara para dous
cavallos um quarto com tarimha para pretos, e ou-
ro qua lo no fundo do quintal, que serve para des-
pejo, quintal murado : a tratar no Atcrro-da-Boa-
Visla n. 37, tercoiro andar.
LOTlRIA DO THEATRO.
Novamente tem o thesourciro desla lotera desig-
nado odia 15 do correte mez para o infallivel an-
damento das respectivas rodas, pelas rasOes emiti-
das no annuncio precedente Depcndendo sement
da concurrencia dos compradores de hilhetes a
completa extracgiJo destes espera o mesmo the-
soureiro quo scmelhante concurrencia no ser
desta voz Ilusoria, e que o publico respeitavcl se
convenga que as sohreditas rodas nilo deixar.lo de
ter andamento ainda mesmo ficando alguns hilhe-
tes, em pequeo numero, porque estes passarfio ao
dominio da sociedade creada, e a lotera extrahir-
se-ha immediatamento.
POMMATEAU, CL'TELEIRO NO ATERRO-DA-
BOA-VISTA,
tem a honra de avisar ao publico, quo mudou o
seu estabeleciment da rua do Aterro-ila-Boa-Vista,
n. 5, para o sobrado novo, n 16, da mesma rua.
Na sua loja sempro o publico achara como de eos-.
tumo um grando sortimento do cutelerias finas o de |
todas as qualidades ; bem como pistolas do viagem,
e armas para caga. Contina a concertar todas as
qualidades do armas o ferragens e amla as quar-
[las-feirasesabbados.
AOBOM TOM PARISIENSE.
RUA NOYA.," N. 56.
Tcmpce & C, alfaiate,
teem a honra de avisar ao respeitavel publico c
com especialidadeaos seus froguezes, que muda-
ra m o seu estabelecimento sito na rua Nova, n. 7 ,
para a mesma rua n. 56, onde continenlo assi-
duos a servirem os seus antigos freguezes, e quel-
les quo os quizerem honrar. Aproveitam esta oc-
casiilo para participaren que so acham prvidos de
um helio sortimento de fazendas recentementeche-
gadas de Franca pelo ultimo navio como sejam :
pannos pretos e de cores para caigas ; casimiras-se-
lim ; dita elstica : tildo do ultimo gosto : bem co-
mo sedas, setins, velludos, fustOes impressos e bor-
dados, proprios para colleles ; urna completa collee-
g;lo do Ogurinos das modas as mais recentes de
Paris. No mesmo estabelecimento so encontrar
sempre um grande sortimento do roupa feita, para
todos os tamanhos, bonetes do velludo para senho-
ra proprios para montara e varios objectos de
pliantasia : ludo moderno o da melhor qualidade.
Vende-se no armazom de Bacellar, d*^0"1* _
escadnha d'alfandega, fardos muito frseos n.
to novos, pelo mdico prego de 3,500 rs. a Dar"jj0'a
Vende-se urna negrinha de 12 annos
figura, que tom principios de eoslirra c "''
nha o diario de urna casa; ummulatinlin do. i*
nosc um dito de 16 annos bons para pagois P
saberem bem montar* cavallo, ou para Pron"5"
rom qualquer ofTIrio ; um mnlcque de 18 annos ,<
bonita figura : todos sem vicios nem aehaiuos : n
ruada Concordia, passando a pontozinha a oi-
reita segunda casa terrea, so dir quem vende.
---Vendem-se conloes de ouro, medalhas, anne-
Ides, brincos e dedaes : na rua doRangel,' n''.
Vendem-so tres cscravas mogas: na rua aa
Cadeia-Velha, n. 33, so dir quom vende.
QW9W9W *0 J* !# %!* ^1* !#!*$
^ fe
jj Vende-so um pardo do 22 annos proprio **
i_ para todo o servigo: no praga da Indepen- 9
gf dencia livraria ns. 6 o 8. _*_5
tf^^i^^!^ 0M el* o* ti* ra m*
Vcndem-se caivetes de mola para aparar pon-
| as de urna s vez ; boles pretos para casaca, os
mais modernos ; caixas do tartaruga, quadradas o
redondas a 3,000 rs. cada urna ; suspensorios de
torradla ; pontea virados para premier cabello ; ja-
bonetes para barba; luvas pretas para seuhora;
relogios dourados a 200 rs. rada um para meni-
nos ; esporas para salto; holOes para camisa do
ultimo gosto ; caixas de baleia glandes, para ta-
baco ; brincos o collares pura luto; mcias pretas
para senhora ; oeulos do 2 c 4 vidros, para todas as
vistas : tudo muilo em conta por ser para liquida-
gao ; na rua larga do Rozario loja do miudezas
baratas n. 35.
SSSF.
Vendom-sc barricas o mcias barricas do familia
SSSF do raminlio: no armazom de Joaquim Lopes do
Almeida, caixeiro do Se. Joio Matheus, atraz do
llieatro.
Vendo-sc um palanqun desconcertado
prego commodo: na praga da Independencia, n.
Compras.
por
34.
arras-
Compra-se urna corrente de ouro
para senhora : annuncio ou dirija-se a-
trs do llieatro armazem ns G e 18,
que se dir quem compra.
Compra-se um palileiro de prala sem feilo :
no largo doCarmo, venda n. 1.
-Compra-se urna agulha de marear, em bom
uso; dous sellins usados, sendo baratos: na rua
da Cruz, no Recife armazem n. 43.
Compra-se urna esclava moga-to boa figura,
que saiba cozinhar e lavar, c nflo tunha vicio: agra-
dando paga-se hem: na Boa-Vista, rua Velha, n. 18.
Quem a tiver, devo apparecer das 11 horas da ma-
ntisa s 3 da tarde.
tiompra-se um tronco : quem ti-
ver anntincie.
%'eml;ts.
Gaz.
Loja de Joao Chardon,
Aterro-da-Boa-Vistff, n.5
Nesia loja aclia-seum rico soi lmenlo de LAMPliOES
PARA GAZ eom cus competciitcs vidros, accendco
rCS C ,i li.il.ldcil i'S.
KsleS candieirOS "o o melhoret e
mais modernos queexistem hoje : recommendam-se ao
publico, lautopela scguraiifa c bom gosto de sua boa
conrccco; como pela boa qualidade da lu, economa c
asscio de seu servico,
Na inCSIlia loja consumidores sem-
pre acharaoum deposito de GAZ, de cujo se afianca a
qualidade c em porco bastante para consumino.
Vende-se conforme a qualidade, a 320 o 4
a garrafa.
Vende-se cal virgem em barris chegados pr-
ximamente de Lisboa, por prego mais hualo do quo
em outra qualquer parte : na rua da Moeda, arma-
zem n. 17. -
Vcndem-se, por metade de seu valor, 12 cadci-
ras, 1 suf, 2banquiiihas e 1 dita de meio de sala,
ludo de Jacaranda ecom muilo poueo uso: na rua
Augusta, sobrado de um andar, n. 94.
Vcndc-sc urna niulatinha muito linda, de 18
annos, que coze perfeilaniente, engomma, Taz ren-
da e he muito hbil; duas cscravas muilo mogas,
quo lavam, engommam, eosinham, co/.eni ehflo o
silo meitoboas vendedeiras dcruii, sendo urna boa
rendeira ; um moleque de nacOo, de 16 annos, mui-
lo esperto c hbil; um pardo do 20 annos, rom
bom principio de alfaiate, c ptimo para pagom;
dous escravos muilo mogos, bons para todo o servi-
co : na rua do Vigario, n. 24, se dir quem vende.
Vende-se um lindo mulequc, del t annos, c u
preto de 25, ambos bem parecidos, sem vicios, no
achaques : no pateo da matriz do Santo-Antonio, so-
brado ii. 4, se dir quem vende.
__ Vende-se urna flauta nova, com
oilo chaves de prata, sendo de bano,
e com exccllentes vozes; assim como um
novo melhodo pora a mesma, tudo por
preco com modos ; quem
qtieira niiiiiiiiciar por
un
nem
a pretender,
ennuiiciar por esta olha.
Vende-so una casa na principal rua da Casa-
Forte, com duas salas o tresquarlos, cozinha fora,
e quintal com alguns arvoredos : os pretendentes
dirijam-se a rua Velha, sobrado n 49.
--Vcndem-se 5 escravos, sendo dous moleques,
um de 18 annos o o outro de 10, c 3 escravas mui-
lo mogas com habilidades: na rua das Cruzcs, n.
22, segundo andar. ...
Vendem-so pos de roseiras do todas as quali-
dades
greja
na Soledadc
casa n. 7.
indo pela Trempe ao p da
Cliampagic verdadeira,
marca cometa,
vende-se na rua do Vigario, n f\,
zein de Rolhe e Bid< tilac.
Vendom-so 3 sacadas de pedra da torra; 2 ca-
res do dobradgas le chumbar; um bah usado;
urna fechadura com segredo, para sala ; urna ca-
ma de angico usada com os seus competentes col-
chOes o cortinados ; 14 quadros de sala ; urna res-
friadeira eflltradeira; urna frasquoira ; um sellim
usado ; urna porgio do formas do sapatos ; um ar-
mario ; urna hacia do anime, grande ; um taixo do
cobre ; urna eaixa de pinho; urna flauta ; tima mar-
que/a ; 2 tomos das N'oitcs doVyoung; 4 tomos da.
Medicina domestica : na ruada Concordia, n- 3.
Attencf&o.
Na rua to Crespo, loja n. t!fi,
de Jos Joaquim da Silva
Haya,
vcndem-se chapeos de seda para cabegas de senhora,
os mais ricos,c mais modernosqueteem vindoa esta
praga; assim como so vendem chapeos de seda e do
palhinha para meninasdo doiisa 12 annos; toucas pa-
ra criancas, de muito lindos gostos. Tudo chegado
de Franga polo ultimo navio, g por muito commodo
irego.
Vende-se estopa propria para saceos : na rua
do Trapicho, n. 8
Vcnde-se carne de vacca salgada, em barris :
na rua do Trapiche, n. 8.
Vcndc-sc fio da ludia, proprio para coser sac-
eos : na rua do Trapiche, n. 8.
Vendom-sc qualro mastros de pinho: na rna
do Trapicho, n.8.
Vendcm-se 490 meios de sola a 1,100 rs., a di-
nheiro, para saldar una conta : na rua dos Tanoei-
ros, armazem de couros, n. 5.
Vcndc-sc urna porg.lo de labons propnas para
estacada, por prego commodo: na rua do Vigario,
n. 5. ,
Vendom-sc 7 escravos : sendo dous escravos
de 18 a SO annos, de bonitas figuras c para todo o ser-
vigo decampo, ou mesmo da praga; 4 lindos mole-
ques de 11, 13, 14 a 1G anuos, o una cnoula Com
bonita figura, do 20 anuos e com algtimas habilida-
des: na rua das Cruzcs, n.22, segundo andar
Ventfc-se um casal de mulatos, de idade de 33 a
35 anuos, e um molalinho do 11 anuos, todos do
habilidades : na Boa-Vista, rua da Conceigflo, n. 18.
Vcnde-se na livraria da rua do Crespo, n. II,
um lirosorlinienlo de novas obras, bem como a Sa-
lada l'aixilo do Nosso Senhor Jesus-Chnsto; a Ins-
oria da impcralriz Porcinia; dita da princeza Maga-
ona ; dita do Roberto do Diabo; e grande sortimen-
to de ciittomczes c oragOes, taimadas coartas para
iiieninos,ielo mais mdico prego possivel. He por (er
raiidc sortimento que aniiuneia aos freguezes da
boa pechiticha, e adverlc que tudo he chegado pelo
ultimo navio vindo de Lisboa.
MUITO BARATO.
Vendem-so os utensis completos da padarii da rua
dos Burgos (no Fortc-do-Maltos) : a tratar na rua
da Sensalla-Velba, n. 142, primeiro andar.
Vende-so una liteira com arrems, ludo novo,
por prego commodo : na rua do (Jueimado, n, l.i.
--Vende-so urna escrava de nagao, com 20 an-
nos de idade, propria para ser iducada : na rua do
llorlas, sobrado de um andar, n. 14.
VELAS DE CERA DE LISBOA E DO RIO-DE-JANEIRO.
Vcnde-se completo soilimentoao goslodo com-
prador, por barato prego, para liquidagao: tam-
bem ha brandos, bogias o tochas : na rua da Sen-
zalla-Velha, armazem n. 110, do Alvos Vianna.
RAPE' PRINCEZA NOVO-LISBOA.
Chegou, pelo ultimo vapor, urna porglo dosto ox-
cellente aap c vende-so no deposito da rua ida
Scnzalla-Velha, n. 110, e nos mais lugares ja on-
nunciados.
Vcnde-se urna carroca nova para um caval-
lo ou para um boi: a caixa he de amarello as
rodas de sicupira verdadeira eos varacs de cuma-
r madeira esta difTicultosa : na rua Formosa ,
venda n. 1.
Vendem-se duas mulatinhas, com principios
de costura e que silo proprias para qualquer ser-
vigo ; urna prcla de 16 annos tambem com prin-
cipios de costura c cozinha : na rua do Queimado,
n. 46.
B
MUTILADO
r
n

^F


A
Vendem-se ta'ooas e pranches de
pinho da Suecia,as mais lindas que teem
apparecido neste mercado, proprius para
queni tiver bom gocto forrar suas sa-
las e assoa'.lio, por nao trem n, e se-
ren de 10 a 3o palmos de comprido, as-
sim como americanas de i a 3 palmos de
largura; cadeiras de pinho a polka, pro-
prias para tomar o bom fresco nos si-
tios, debaixo dos arvoredos. A ellas que
sao poucas, ao depois nao baja desgosto
de nao teretn fcado servidos. atrs do
tlieatro, armazem de Joaquim Lopes de
Al.neida, caixeiro do Sr. Joo Matheus.
Vemdem-sc 6 cscravos mogos, de bonitas figu-
ras ; sendo alguns dellcs bons vaqueiros e carrei-
ros e que nSo teem vicios nem achaques : vendem-
se para pagamento de dividas, o muito em cnta
por nioseremdc ganhadores : na ru da Concor-
dia passando a pontezinha a dircita, segunda ca-
sa terrea se dir quom vende.
Va loja nova do Pas-
seio-PubIeo,n.l7,
vendem-se corles de Claudias pata vestido de senho-
ra os quaes teem merecido geral aceitagio em
Lisboa. Este fnzenda lie delira, porm muito lina c
de ricos padroes os niais modernos que teem ap-
parecido. A elles antes que se acaliein porque s
custan o diminuto prego de 8,000 rs. Igualmente lia
urna porgilo le cortes de rolletes de velludo de rres
e de bonitos padroes a 2,560 rs. o corte ; bem como
um resto de cortes de cassa de cores, a 2,000 rs.
-"-Vcndem-.se, muito em conta IScadeiras urna
mesa redonda rom pedra um trem, 2 cadenas
debalnncn ludo de Jacaranda ; dous ricos ramos
do caj e lima, taitos de gomma ohjectos delica-
dos pura um presente, pola sua pcrfcigSo : na. ra
lo Queimado, loja de ferragens, n. 10.
Vendem-se resmas de papel almaco branco,
a imitagAo de meia liullanda ; ditas de peso azul;
pennxsdc escrever de boa qualidade : na praga da
Independencia loja de miudczaa n. 4.
Vendem-se dous prctos, um do servico de cam-
po c oulro bom canoeiro ; urna parda inuilo pren-
dada : todos se vendem por prerisilo : no largo das
Cinco-I'ontas,, ra Imperial, n. 3.
Vende-se um moleqne do 14 anuos; um ca-
bi'iuhade 10 anuos; 3 mulalinlias muito lindas,
ptimas para mucamas; 3 escravos, sendo um lid-
ies bom cancho; urna negrinha de 16 anuos : na
ra Direila n. 3.
Casimiras elsticas, a f#00 rs.
o covado.
Vendem-se superiores casimiros elsticos pelo
barato prego de 1,000 rs. o covado; ditas muito fi-
nos, franeczas o 1,280 rs. o covado ; dita do su-
perior qualidade elstica, muito lina, e preta a
3,500 rs. o covado : na ra do Collcgio, loja n. 1.
Casa da F
nn na estrella do Rosario, n. C.
Neste estabclocimenloocliam-sca venda as bem
acreditadas cautelas da lotera do tlieatro publico
desta i ul,ule cujas rodas andam no dio 15 de se-
tenibro. O caulelisla espero que os seus rregnezes
enneorram a comprar o resto das ditas cautelas ,
as quaes se espera bonssorlcs pela escolente es-
culla que se fez dos nmeros para sercm divididos
em cautelas. A ellas que sSo poucas o boas. I'rccos
os do cosluinc.
Na ra doSarnpatel, sobrado n. 16,vende-sc 1 Jjj
2 casal de esclavos do servigo de campo, por ii;
W 800/rs., a preta tambein be lavudeira e vende- S*.
9 deira; c por 300/rs. um pelo do servico de JE
ft campo. jj
Vendem-ae accoes da exlincla com-
panhia de I ernanibuco c Paraftiba : na
ra da Cruz n. 9, cscriptorio de Olivei-
ra lrmaos & C.
Altencao!
Vcndem-so superiores chitas franeczas, de vara de
largura e decores fi xas, o 280 rs. o covado; ditas
linas, escurase decores lisas, leudo algumas que
servem para luto a 5,000 rs. o peca ; nieios chales
de cassa de quadros o 440 rs.; cortes de lanzinlia,
para senhora com 15covados,a 3,600 rs. ; panno
preo fino para pannos do prelaa a 3.000 rs. o co-
vado; cholos de I a e seda, muito linos, a 5,500 e
7,000 rs.; zuorte de vara de largura a 240 rs.
covado ; cortes de cambraia lisa muito lina c com
6 varase meia a 5,000 rs. ; superior brim tranca-
do pardo, de puro linbo a640e900rs a vara; di-
to amarcllo muito tinosa 900 o 1,000 rs. ; dito
trancado de linho bronco, muito superior a 1,000,
1,280 e 1,600 rs. o varo; chadrezes do linho para
arpela a 400 rs. o covado ; riscadinhos trancados,
a 240 rs, 6 covado ; hamburgo de linho, a 260 rs. a
vara ; nieios pora senhora a 240 rs. o par ; c entras
militas fazendas por barato preco : na ra do Col-
legio, loja n. 1.
Cortes de pelle do da lio, a
1,400 rs.
Vendom-so superiores cortes da falseada chama-
da pelle do diabo com 3 covados o meia pelo ba-
rato preco de 1,400 rs o corte sendo da mais'supc-
rroaquetem,apparccido : na ra do Collegio loja
Vendem-se 6 escravas, sendo : urna negri-
nha de 11 annos cem principios do coslura c lavii-
rlnto : duas pretas, que engommam c cozinham; 3
pardas urna do 17 anuos outro de 25 e a outra
com cria c bomleito : no pateo da matriz do S.-An-
tonio sobrado n. 4, se dir quem vendo,
espingarda de dous canos ;e differentes cascos va"
sios : na ruada Senzalla-Velha, n. 110.
Vende-se urna preta muito possante quo faz
todo o servido de un a casa e he ptima lavadeira :
quem a prelender annuncie.
Lindos cortes de
cassa-clritaa3200
No Atcrro-da-Boa-Vista n. 10, primeira loja de
fazendas, indo da ponto vendem-se cortes do cas-
sa de muilo bonitos padroes, a dez patacas cada
corte.
Vendem-se pecas de madapolilolimpo com [20
varas a 2,400 rs. e a seis vintcns a retalho : na
ra cslrcila do Ilozario n. 10, lerceiro andar.
A i #000 rs.
As melhorcs luvas de pellica brancas e elsticas:
na ra larga do Hozarlo, n. 24.
Vendem-se caixas de cha hysson, do 13 libras,
em porcOes ou o retalho ; coixas de velas de es-
permacete de 5 e, 6 em libra : na ra da Alfandega-
Vclha n. 36, em casa de Matheus Austin & C.
Vende-se cal virgem de Lisboa : no
cscriptorio de Francisco Sevcrianno
(tabello & Filho.
Vende-se a verdadeira
clicgada no
de i-, iiiiiilm
rente
farinlia SSSF
(lia 5 do cor-
a tratar com J. J. Tasso Jnior.
(
G'
\
Vende-se o maior e mclhor sortimento
de cortes de cambraia do seda, de ricos
pudines; lil de linho liso e lavrado; cor-
tes de chita rio novos padrOes lingindo
serla ; luvas de pellica bordadas, para se-
nhora ; meiaa casimiras do bonitos pa- (
prfles para calcas; alpaca muito fina; cor- o-
tes de sapatos a turca ; pannos finos prc- y^
lose decores; chapeos de massa, franco- >/*&
zes da ultima moda : bem como um sor- *
lmenlo completo de fazendas linas : ludo
mais barato lo que em outra quolquer
parte : no novo loja de Jos Moreira
Lopes & Companhia no ra do Queima-
do, nos quatro-cantos, casa amarcllo ,
i). 29.
pa branca e popis, e o outro com arranjos', para
guardar roupa de panno ,$ dependurada, ambos
quasi novos e com tachaduras; um pistn fran-
cez,em muito bom estado, e dos mais afinados
que teem apparecido ; um diccionario de Constan-
cio quasi novo ; una casaca do panno preto nova;
urna sobre-casaca de panno verde-garrafa com
gola uo velludo, tambem nova porsahirem largas
a seu dono: na ra da Cruz, no Recita, n. 43, das
6 as 8 horas da manha e das 11 ns 3 da farde.
^-Na ra da Cadeia do Recita, n. 48, armazem
de James Ryder & C. vende-se chumbo de rmini-
c0o,cm bom sortimento; dito em lenccs; e"es-
tanho em verguinhas.
Venrle-so flandrcs em folha em muito bom
sortimento : na ra da Cadeia do Recita n. 48, ar-
mazem de James Ryder & C.
Vcndem-so, para o multo duas pretas de 40
anuos, pouco mais ou nichos ." por preco commo-
do : na ra do Pilar n. 107.
Vende-se sag do primeira qualidade gom-
ma do araruta ,t apioca do Maranhao e cevada, por
prego coinmodo : na ra das Cruzes, n. 40.
ricos chapeos do palhak para senhora,
com enfiles o sem elles ; creps de
todas as cores ; os mais lindos cortes de
cassa de seda, que teem vindoao mer-
cado ; luvas de pellica, do meio braco e
curtas com enfeites e sem elles para
senhora ; sapatos fiancezcs, de setim
branco, do lustro eduraquo preto pa-
ra senhora ; boizeguins rlito ; lindas
mantas de seda ; lencos de seda para
pescoco de senhora; e outras muitas
fazendas de gosto : na ra Nova n. 8,
loja do Amaral.
cjr-
m
Vende-se urna pardo sadio ,
e que he muito boa cozinbcira ,
qualidade de liucta e tambem
dio : na ra do llortas, n. 90.
Vende-se superior potassa nova : na ra de
Apollo, armazem n. 18.
POTASSA
Vende-se a vcrdudeira c superior po-
tassa da Ilnssia a mais nova que existe
no mercado : na ra da Cadeia do tteci-
e, armazem n. ia, de Baltbar & Oli-
veira.
Vendem-se cscravos baratos, na ra das
Larangeiras, n. 14, segundo andar: 2
molecolcs, de bonitas figuras; um bo-
nito prilo rio 25 anuos; um dito rio 26
annos por 450,000 rs. ; um pardo com
ollicio re pedroiro, de linda figura e de ptima
conduca ; um dito carreiro, do ptima conduela; 1
dito com ollicio do sapateiro, sem vicios nem acha-
ques, este troca-se por una preta que soja moga, e
noseja achacada ; um preto de liacfio, muito forte,
por 400,000 rs ; um dito por 250,000 rs. ; una pre-
to de 25 anuos, que cose muito bem sem vicios
nem achaques ; una mulatinhodo 12 annos; urna
negrinha do 10 anuos propria para ser educarla;
urna preta muito forte, re boa figura o de 38 an-
nos por 260,000 rs. ; urna dita de naco que en-
tenderle cozinha algunia cousa de muito boa con-
ducta csoin vicios nem achaques, por 420,00.
-.-.....................-. ......... .....,..,:.,:..:.
com habilidades,
docoira do toda a
de massa, e cose
Vendem-se meias barricas de farinho de SSSF de
raminho : no caes do Alfandega armazem n. 1, do
Guimariles.
Vendem-se 7 escravos, sendo : --
um moleqtie peca, de 18 annos, e outro
ili' 1 ; dous bonitos pardos, de 16 a 18
annos, sendo um dellcs bom sapateiro,
ambos proprios para pagens; um pardo,
de 3o annos pouco mais 011 menos, e de
todo
o servico de casa e campo ; urna

i ta
BU (
I Vende-se cora de carnauba do muito boa ||?
I qualirtado, lano o retolho comocm porejfo
I na ra das Larangeirus, n. 14, seguudo andar, m
*kwwwwmmmzmswwmmimmm
Que pccliincha!
Na nova loja do Aterro-ila-lioa-Vista n. 78, ven-
dem-se bonetes para homem a 500 rs.
parda da mesma idade,que coze soffrivel
mente, lava roupa e fazrenda ; e um mu
latinbo, de 7 annos, proprio para andar
com criancas em casa : na ra do Cres-
po, loja n. a A, se dir quem os vende.
PTIMAS NAVALHAS,
pc!o proeessodas temperas das
melhorcs fabricas de Gui-
maraes.
ENCLLENTE FABRICA EM
LISBOA.
Eslas navalhas sito.taitas do mais fino ago da Suc-
Cia e temperadas em agoo que contcn os mes-
mos principios que se cncontram na mui afamarla
deCuimanics, e para provara su o superior quali-
dorle, bastar dizer-se que sflo preferidas por quem
urna vez as ospcrimontou a quunlas veom de Ingla-
terra, Kranga e oulros poizes.onde a arto de cuteleria
est inqucstionavclmento'cm grondo adiantamento.
Teem mais as supradilas navalhas a importante
circumslancia de conservorem por muilo tempoa
afiagflo, de cortarcm com rapidez os cabellos da bar-
ha e finalmente do nflo ofienderem nem levanta-
re 111 a pelle ; o que as torna mui recommendaveis.
Vcnrlcm-se nicamente no ru do Crespo loja
n. 8, de Campos & Maya onde nlo se duvida da-las
pora os pretendentesas experimentar.
No Atcrro-da-Boa-Vista, loja
i;. 78, vciulem-se.
sapntesde hezerro para homem o 1,600 rs.; ba-
huszinhosilo pinho, com ricas pinturas, a 4S0 ,
640,800,1,000,1,280, 1,760, 2,000, 2,240 o 2,560
rs. j litas de seda-aera ponte para entalles rio lou-
cas pora meninos ; niiiiiiiquini a 1,600 rs. ; cou-
ro re lustre ; beztjrro iugloi ; bonetes de vollurlo ,
de pinino e do outras qualidarles poro meninos;
sapatos para senhora a 1,000, 1,120 e 1,200 rs.;
botina de hezerro a 3,520 rs.; filos do relio/, de
todas os cores.
Na ruadas Agoas-Verdes, n 46,
vendem-se, por prcciso duas escravas de nacHo ,
que fazem lodo o servico de urna cusa e nao sao
viciosas, por 800,000 rs.; duas molecas do 12 u 15
anuos por820,000 rs.; urnaescrava re 30 anuos,
que boa lavadeira, por 180,000 is ; nina dita para
ciigenlin, por 250,n(iu rs. ; um bonito o excedente
pardo re 18 anuos, oque he ptimo p'agem ; dus
escravos de naco de 23 a 24 anuos, por 800,000 na fabrica de licores, do F ederico Chaves, no Aler-
rs. ; um bom cscravo do nagao Angico, de 30 au- ro-da-lioa-Visla, 11. 17, onde so achara sempre
nos por coinmodo prego ; 3 moradas do cusas nos 'grande porgilo e por preco commodo.
Vende-se um cabra muito I i mo o corpolen- -
lo, de is anuos, ptimo poro pagom que
osl acoslumado a lodo o servico de campo, :y
enito tcm vicios ; dous escravos muilo mo- ^
gos e.quo silo habis para todo o servigo ; gfi
3 escravas mogas com algumas habilidades : |
na ra do Vigario. n. 24, se dir quem |
"ilmwMmmmwmmmmmmK
a ra da Crin do
Itecife, n. 38?
vende-se o muito superior e estimado rap meio-
grosso e grosso da fabrico le Kstovao Cassc, chega-
do do Rio-dc-Janeiro no briguc-cscuna Galanle-
Maria, entrado o inez prximo passado: seu prego
he de 1,280 rs. do cinco libras para cima.
Deposito de viragcc da fabrica
da ra lmpjrial, n. 7.
Vende-se sal de Lisboa, finoe alvo, a 1,600 rs
o alqueiro pela medida velha : na ra da Praia, ar-
mazemn. 18.
i ii lafaiaW^i*a^li^MiWffclllfM1i^lflHflfcMaMaMiila m ,.
DE fi "PORTAS Nc
J|-jE,
Vendemse corles de cas-
sachi(as, de reos padroes
e cores fixas, a 3,200, 3,800
e 4,000 rs.
Vende-sc urna preta de bonita figura, que lava
c vende na ra : em Fra-de-Portas, ra do Pilar,
n. 2, so dir por que se vende.
Vendem-se casaes de pombs, muito hons ba-
tedorcSf grandes, do muito bonitas cores e de pti-
ma raga por prego commodo : na ra da Floren-
tina n. 16.
~ Witch Bravo & C." acabam de receber directa-
mente de Paris urna porgilo de frascos do fumosa a-
goo hemosttica de Brouhierl, de cujas virtudes o
Jarnat do Commercio doRioj tcm trotado em dif-
ferentes artigos mui circumstonciadomento. Esto
singular medicamento lio verdaderamente especi-
fico e infallivel no curativo do todas as feridas, se-
jam ellas pelo instrumento corlante, sejam por ar-
mas de fogo, ou provenientes de queimaduras.
Quaesquer que sejam os accidentes que as com-
pliquen!, lodos elles desapparecem com summa fa-
cilidarle, saranrlo a ferida dentro re poneos dias sem
suporag.lo, sem inflammagao csemdor. Anda quo
hoja perda do substancia etarmentos das mascon-
sideraves arterias, c tino a cartida ou oulra, nlo
so a perda de substancia so recupera, mas a henior-
rhagia arterial est curada dentro do 30 a 40 minu-
tos, regenerando-so as tnicas da arteria offendida,
por meio de um trabalho orgnico particular. NSo
lie menor a ellicacia do mesmo medicamento nos he-
morrhagias internas, como sangue pela bocea, ou
proveimiento da hexiga, e sobretudo as hemorrlia-
gios de ulero, que fazem a dosesperagilo dos mdi-
cos o o tormento los doentcs. as inslrucgOes pra-
ticas, quo se vendem com .0 remedio, se ver com a
extenso necessaria o maneira de applica-lo o os
casos em que convm. O prego de cada frasco he de
2,000 ris, e das inslrucgOes 2,000 ris. Os preton-
dentes dirijam-sc ra da Madro-de-Deos, botica
numero 1.
Vende-se verniz claro e preto, em barris,
proprio para navios; estanto em verguinhas;
chumbo sbrtido om lengol: na ra do Vigario n.
23 casa de Itussell Mellors & Companhia.
Vcndcm-se brincos dourados, d ornis moder-
no e delicado gosto quo tem apparecido, pelo di-
minuto prego de 640 rs. cada par: na ra da Cadeia-
Velha, u. 5. .'____________
Escravos Fgidos.
Afogados por preco muito em conta.
Vendc-se um bom esciavo do naglo, por pre-
ciado pois o seu dono so relira : na ra do .\o-
gueira, n. 19, segundo andar.
" y^'ldfn':sduf cnoas de crreira, quasi no-l --Vendcm-se, "por muito commodo prego, dous
vas, um semm para montana do senhora; urna | armarios do pinho sendo um repartido para rou-
Vendem-se pedras de amolar, brancas, da mc-
lhor qualidade quo teem vindo do rio do S.-fran-
cisco a retalho e em porgilo por prego commodo:
na ra do Praia, armazem n. 18.
Vendom-sc 400 c lanas oitavas de prata velha,
cm pegas miudas ; ao pe dos quarteis, n. 8.
-- Fugiram na noito de 5 para 6 do corrente do
engenho I imoeirinho, da freguezio do Escaria, co-
marca de S.-Aiitllo, 2 cscravos prctos, um de Ango-
la de nomo Jo3o alto corpolento, bem barbarlo ;
represento tor 30 a 35 annos : o outro criou'o do
nome Joaquim, alio, secco, sem barba coro redon-
do olhos broncos ; representa ter 18 o 20 annos;
o primeiro tai escravo no Ceor e comprado no
Recita ao Sr. Marloel Ignacio de Oliveira l.oho c o
segundo lio do Ico e foi comprado tambem no ,i(l"
cifeao Sr. Manoel Pereira I.amego. Pcde-se a toda?
as autoridades policiacs capitilcsrio campo oqual-
auor pessoo que os encontr o favor do os levar ao
ito enhenho ou no Recita no ra do Queimado,
n.6,que ser generosamente gratificado. Adver-
so que os dilos'eseravos forflo montados a cavallo,
um cm cavallo rugo-pomho e o outro em cavallo
augo pcrlrez : ambos oscavallos com ferro.
Fugiram, no dia 6 do corrente, rio Caluc i
escravos sendo um preto de nome Antonio e urna
escrova crioulo, do nome liarhr.ro O esciavo he de
boa estatura secco do eorpo cor piola; lem un
sigal do queimadura na inflo direitu o lamhcni
as pernas, que anda estilo frescas. A preta he bai-
xa grossa rio corpo, cor bem preta Quem os pegar,
ou dellcs der boa noticia lera boa recompensa le-
vando-osao mesmo lugar do Caluc ao seu senhor,
JoSo llytera. Quem pegar o esciavo deve saber on-
de existe o escrava pois sobiram juntos.
-- Fugio, na noitedo dia 8de sclcmbro, un: pre-
to crioulo do nome Jos, de 40 anuos pouco mais
ou menos, olio, cheio do corpo, bem barbado; Ic-
vou camisa do algodo de lislras azues o calcas
tambem azues chapeo de couro. Este escravo veio
ra cidadedolc, remcltido pelo Sr. Victorino Pin-
to Nogueira ao Sr. Joo da Cuuha Magalhilcs para
aqu ser vendido. Roga-se as autoridades do centro,
e capililes de campo, que o apprehcndam c Icvcm a
ra do Passeio-Puhlico lujas ns. 9 c II, r| Kirmi-
anno Jos Rodrigues Ferreira que gratificar com
gencrosidarle.
Ao amarillecer do dia 8 do corrente desap-
pareccu de bordo do briguo t'aquele-de-Ptrnam-
buco, tandeado na praia do Collegio um escravo
marinheiro j idoso, re nomo Felicianno bstan-
le alto com suissas brancas; lovou roupa tuja do
alcatrSo : quem o pegar levo a bordo do mesmo bri-
guo ou na ra da Moeda n. 7, que sera recompen-
sado.
Fugio, no dia 8 do corrente, o preto Paulo de
60 annos de nago quebrado, grosso ; levou sur-
rilo e rede, e enlre a roupa camisa o ceroulas do
baeta encarnada : quem o pegar levo ao pe da ca-
doia n. 25, que ser recompensado.
Fugio, no dio 3 do corrente, do sitio Oileiro ,
do engenho S.-Joilo-da-Vorzea urna escrava crioli-
ta, de nome Francisca de estatura baixa, retar-
gada do corpa, peitos grandes, olhos pequeos,
rosto bstanlo carnudo, cor fula ; tem bous denles;
levou vestido de riscado rxo j desbotado, cha-
le de metim azul com Dores verde e cor do rosa o
mais alguma roupa cm trouxa. Desconfia-se quo es-
ta escrava tara seduzida e que se cha nesla cida-
do ei poder de algueni. Quem a pegar love ao'dilo
sitio c engenho, quo sera generosamente recom-
pensado. .
PERN.: NA TIP. DEM. F.DE FAMA. lB/ 'i
MUTILADO
I


Anuo de I-47.
Segunda feira 15 de Setcmbro.
N. 57.
S@8A^i
DE
PERNAMBUCO.
(SOB OS AUSPICIOS DA SOCIEDADE COMMERCIaL.)
Subscrcve-se na Praca da Independencia, loja de livros n. 6 e 8, por tas'ooo ris por anno. pagos adundados.
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pHEfOS CORRENTES DA PRACA (Corregido Sabbado as 3 horas da larde.)


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EXPORTADO.
1
EXl'ORTS.
Agoardente Cataca -
Algodo I forU -
liimi ....
Colln I. qualily
Assucar l.ranco ein caiiu -
mascavado -
pan ein harnear ou
ein saccar, Inanco
malcarado
Couros seceos salgados. -
lleras do sola -
Clulrcs da Ierra -
do lira Grande -
Silgar io cases while
liriiwn -
a lor barris or Hags
wlule ]
hrown. -
l)ry saltad hidrs
raime I mies -
Oi-liorns -
PREgO DA PRAg
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Pipa.
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Libra.
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Cambios.
Londres.........................a 27 d pnrlf n. a (Odias.
Lisboa................. IOS a loo por ceulo premio, por metal clleeUudo
Franca.... .................... *< res por tranco.
Rio de Janeiro.................... ao par
PH ATA ..iluda................... I/".
a Patscoes Braxileiros........ I#"&0 a I 60.
Pesos Columnarras......... 1*1.60 a I*70.
Oitos Meiicanos........... 1*100 a l|82o
UDRO.Moe.las de 6*400 velhas... I /too a I6*&00
Ditas ditas novas... lj<0(, a 10*400.
linas de 4*000............ 0*100 a 8j2nO.
a O..ras l.espanbolas........ 3l*S00a 32(000.
Diua Patriticas.......... 3l*..oo a *l*S00.
Letras..................... '/< l"'r '''" "> FUETES.
ASSUCAR.
.iverpiol...............Caitas < i. IS.
C-iii!, portea !-!!s ...... Dita
Dilo, ditoenlrellamli.e Havre. D.to .
Genova.........a......Saceos
llamburgn caitas...............'
Bltico........................"
Triest..................Caltas II.
Estallos-Unidos.................
Portuga 1....................... 160
11 a oca .,........ c 0 i i s.
Coi 5 Va
Cons i /
Con. IO/
Portugal........
Ff.m-a... .....
Inglaterra..i....
llarcelona.. ....
ALGOAU.
600 por ftj) sem primagem nominal
4i;0 poi j e i p t/ ao camb. de 160 p|r nominal
/, d e a p. /a de p. imagen.,
400 reis
CUV ROS.
Inglaterra Seceos.
franca.........
Kstaitos Unidos..
por tonelada ei porcento, nominal
70 i.ancos |Kr toneladas, coime p. cenlo.
Plo lia.
T*h:!H!.
lia Ha II re Novembro de 1*14 -i liante pagaran 60 p. c. o rap ou tabaco
fin pd, os cliar.ito.iou cigarros, o l'uino olo ou em Iblba.
CagarSO p. eos saceos decanliawwsso grossar.a ou gunes da India, o cai-
vetes era Innna de punbal, as ahnofajai racarruagens, as pedras l.vratlas para la-
gdo. as pedras decantaria pira porloes, portas e jaurlla, a* pedras lavradas para
enea.Mnenlos cepas, embaes e cornijas, o assucar refinado, crysialisado ou de qnal-
quer ma.ieira coi.i'eilado, cha, a aguardante, a cerveja a cidra, a ge.ie.ira, o mar-
rasquino, ou outrns licores, e o viudos de q.iajquer qualidade e precedencia
fagar 40 p e as alcatifas ou tapetes, o canhamaco ordinario ou gross'iia, as
Isalaiicas de qnalquer qualidade, e roupa feita, iiu especificada na tarifa, as cartas pa-
ra logar, as escovas de cabo de inirli.n, o fogo da China ein Carlas, ou qnalquer ou-
Iro fogo de artilicio, o papel pintado, prateado. ou duurado, sendo de qualid .de*
linas o papel pintado para foriar Salas e.u collecces ou paizageus, n papel de Mol-
an li, imperial ou outrn nao especificado na tarifa a plvora, os sabonelea, o sabio,
ocebo ein velas, as velas de Stesrina ou cmnposico, as ameitas, ou muras fruclas
ein irascos ou latas, se xas, em calda, ou ein espirito, o chocolate de cacan ordinario,
o vinagre, os car.-i.il.os. cariuagens ou caitas jo.os, rodas, arreios para urna e ou-
ra colisa as esleirs para Inuar casas, os carros para couduzir gente, os sociaveis,
silhoes, os areieiros e tintciroi de porcelana, c qnalquer obiecto de Inora nao com-
prehemliilo na tarifa ; os lustres os clices para licor ou viudo de vidro.iso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado, e lavradn ordinario da A Me-
in.oda e semellianles os de vid liso moldado ou lavrado, de fundo corlado ou liso,
o ii molde ou lavor ordinario ; os callees para Cliainpauhe ou cervrja, as canecas,
topos direilos de 10 a I e.n quarlillio, as garrafas de vidro al I quarlllhc ou mais,
anulo todos estes objectos de ns I e 2 as girral'as de vidro pelas ou escuras da
aesuia capacidade, co.nprebendidas as que sciveui para licores ou Ce-Ruy ; os copos
dar tabernas at una cauada, os frascos de vidro ordinario com rolhas do mesmo
t 1 libras ou mais ; ou tein rolha al 7 libras ou mais, os de laica lana com roldas
do mesura, al 4 libras ou mais, ou stm rolda para npndrldoc os vidrns para a -
e.npadas ou caudeims, as lalioas ou Iblhas de moguo ou oiltra madeira lina, e lias-
es de qnalquer madeira.
l*agarao 25 p. c. o ac, aleatro, tinco em barra ou em folln, chumbo ein barra
ou lem'ol, estando em dara ou ein verguinha, ferro em liana verguinha, chapa o
linguados para fundirn. Iblba de Flaudres, galba de A lepo, lala ein odas, latoein
cliapa, ...a. Iiin, sal.lie, vime, bacalbo, peite pan, e qualqncr oulro, secco ou sal-
(ailo ; bolacha, carne secca ou de vahnoura, herva-doce, farinha de trigo, pelfcas
Tanca ou pintadas, cordoves ou corles de hezerro para calcado, heaerros e omiros
envemixados, cnuros de poico ou hni, .(...dos cu seceos, sola clara para saplc.ro
ou coiree.ro, cobre e caparrosa.
bagaran 20 p. c. o trigo em grao, barril!., cauolilbo, espiguilha, fie.ras, fios,
Iraujas, ianlijoulas, palbetas, passamanes, sendo deouroou prala entrefina, ordina-
ria ou falsa i galoes da mes.ua ualureza, ou tecidus com retroz, lindo, algodo ou
teda, rendas ou eiitreuieios de algodo nao bordados ; leudas de fil, as de algodo,
retrot ou troca! lencos de canil.raa de liuho ou algodo, a Laudas de retrot de
anana.
^garao 10 p c os litros, mappas globos geograpbicos, inslrumenlos matl.e-
maticos, de physica ou chiuiica, coi tes de vestidos de velludos ou damascos, borda-
do* ue prala ououro tino ; relroz ou Local, e cabello para calielleireiro.
Paga rao o p c. o canilludo, cordo de ho. espiguilba, fieira, lio*, franjas, ga-
9'j de fio ou pal beta Ianlijoulas, palbeta, rendas, cadarcos e lodoso mais ohjec-
|os detla ualureza, sendo de ouro e prala fina,
5>aga-o i p. c o carvo de pedra, ouro para dourar, OU quaesquer obras e
lensis de prala,
de qnalquer naco, que sohrecarregar os gneros brasileiioa de niaior direilo que
iguaes de oulra naco. *
Us artigns nao especificados na paula pago o direilo ad valnrem sobre a factura
presentada pelo despachante i podendo poiem ser impugnados por qualquer officitl
da Alfaiuleita, que ein tal caso paga o impone da facturaron valor, eos direilos,
>o caso de duvida sobre a class.licaco da mercadura, pride a parte requerer
arbilranieiilo para designar a qualidad. e valor da pauta, que lile compele.
Sao isenlas de diieilos as machinas a'inila nao usadas uo lugar, em que loitu
importadas.
F.XP0RTACAO Us direilos pago-se sobre a avaharn de nina paula sema-
nal na razo seguioie i Assucar I p e. Algodo, caf, c fumo Itp c.. Agoar-
denle, cutiros, e Indos os mais gneros 7 p'c. Alein deslcs direilos iiay.n se as
latas de 100 rs em cada .caita, de 40 is em cada fecho, de 20 rs. e>u cada barrica
ou sa :cos de assucar, e de 4o rs em cada sacca de algodo.
(."mirse lodos os mais gneros sao livres de direilos par* os portos do Imperio, a
etcejico do algodo. assucar caf, e fui. o que pagan 3 p. e. e as latas por rolinr.r
Us inetaes preciosos em barra pag'*o de direilos 7 p c. sobre o valor do n.er
cario, e a prala e o ouro amoedadn nacional ou eslrangeiro paga nicamente '/a ]' 6
Us esclavos vsiH.rtados pago ifOoll por cada un.
DKSPKZt l)U PUIM'U As embarcarbes nacionaes, ou eslrangeiras, que
naveio para fi-ra do Imperio, pago 00 rs de ancoragem por tonelada : e as
nacionaes, qu invego entre os diversos portos do Brasil 9C rs As que entraren
ein lastro e sadirein com carga e vire-versa, pagaran m cade do imposlo supra e uin
terco as qiieemrarein, e sadirem em laslio: e mesmo as que entrarem por franqua,
ou escala quer enirem ein lastro, quer com caiga Desla imposico pnimsero
isenlas as que imporlarenimais de 100 Colonos brancos, e as queenlraorem poi anbau*
(breada com lauto que eslas nao carregueni. ou descarreguem s mente os genero*
ueressai ios para pagamento dos reparos, que fizerem.
lados.
Pagarao 4 f. c. as Jolas deouro ou prala, ou quaesquer obra* de ouro.
Pagaro 2 p e os diamantes e outras pi
raras novas de animis uteis.
/aearso 0 p. lodos o* mais objectos
RE VISTA SEMANAL.
CAMBIO Fizeran-'* pequea Imns.iccoes.
ALCiUDAU bntrio 77 saccas, e rrgulo as vendas los precos quo-
ASKDCAR Pequeas cuitadas, e houveio vendas do mascavado, de 900 a
1*000 rs. sobre o ferro.
COI KOS Houvero vendss pelos preros quotados.
FARIMIA UE TRIGO U deposito 'em primeira mi he de 1.000 barri-
cas da marra SS.SF, o qual se relalha pelos precos quolados.
BACALHaU U deposito he de 2,400'barricas, que se ral vendeiido aos pre-
cos qnnt-dos.
CARi>F. DF. CHARQUE Chegon bum carregamento, com o qnal o de-
posito be 24 mil arrobas.
Resumo das Embanacocs existentes neste pono no da 11 di Setembro di 1147.
Americana.........
Brasilen-
.... ............. ...a..................... I
...........................!................................ IT
Pinamarqueza.................................................... I
rranceza*............................................ ... ........... *
................... .....................
Pagarn 2 p e o* diamntese o ulras pedras preciosas solas, semenles, plan-
raje raras novas de animaas uteis.
4Js genero* reeportado* 011 baldeados pago I p. c. de dir los alm da rmate
- ,3in ; e o despachante presta flanea at a approvaro desla medida pela Assem-
Ma Geni,
Conceder-* livres de armatenageo, por I & das, a* mercadorias de Estiva, e
dous nsezes a* oulras'; e findos este* pratos, pagar '/, p. c. ao mez do raspee
valor.
Os direitos da* faiendas, que pago por vara, deve entender (e vara quadrada.
O* direilo* nao podem ser augmentados dentro do anno fiiauceiro ; ma* o Go-
sjorno poder mandar pagar em moeda de ouro ou prala urna vigsima parta das que
Irrm maiores de 6 e menores de SO p. e. dos precos das mercadorias, ou n.esino
4atfla1nuil-os, segundo ll-e parecer.
) Covemo esl aulorisado a estalielecer um .direilo difirencialsolareoe^geaiaor
Inglesa
Porlugu
Salda..
Total
A Provincia gota tranquilidad*


(5)_________________________________
LIST V das Embarcares existentes nesle porto at o da 11 de Seterabro de 1847.
,|t1 Setebro 1
,, elembro
"i Julho \]
SyoAo '
Agudo
DONDE M.
Rio de Janciio
Bahia
Rio Grande do S.
Arcx'i.
Rio Orando CiKO
Siembro *
'2 |tn de laneiro
"> llhi de Femando
l' RnOr*ndednS
*i Rio de Jaueiro.
" A..
Ralla.
Rio de Janeiro. _
' hio< ru dos
Bahia.
Maianl So
' Rio do ,'aiieiro
I Rio Grande do
Miembro *
Agosto 71
Sele.ui'f I
A oslo 16
10
-Vtembro 1

Ji.llio J6
. 4
A .>
il
T.ieile
Heve de Gu
II..I.U.
Liverpool.
Txmdie*.
Nrw Carlisle.
Glasgow
Pirsloo
l.oanda.
Porta.
I.is'oa.
Nanle*
patacho
sumaca
lingue
hiela.
Iirigue.


brlg-esc.
1'rigne.
jut'CUu
.iale
iiiinaca
ticuna.
!...K..e.
sumaca
Irg -ec.
patacho
brigue
Inigue.
b igue.
biigue.
escuna
bngue,

barca
brigue
Itrtgue
barca.
t*..ICJ
NACAO.
Amer.
Rrar.il
Dmi.ni
Franc
Ingl.
Port.
Sarda.
MOMa.
Forest
Santa Anna
Echo.
Flor do Re el fe.
Mercantil.
ero.
FlrrdoSul.
Henriqueta.
Paquete de Pernmbuco
Viajante
N ovo-OI inda.
Flor 4o Angelim.
GaUnte Mana.
reii.
S. Antonio de Padua.
Laura.
Esp-ranca
Are,os
Fortuna.
Nrlie Malhilde
Yolof.
Est' er Ano.
De.Un les.
Palmus.
Yarmnuth.
Isabela
Rota.
Mari* Felii.
Ligeira.
Crelo 1 'gomia.
TONS.
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5
no
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114
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91
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lt
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191
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117
3M
197
136
6I
41
ll
101
I?
166
7S8
ESTRC.
Jobo Sttcidgs
Joo de Dos Percira
Manorl I.uii do Santos.
J.M. Machado Malnrirot
Antonio Jo< Moeres.
Joaq." Pedro de Sa e Farie
Jos Ignacio Pimrnta
Jos Jnaquim Alves
Joo Goncalves Rocha
Antonio Jos de Araujo.
Antonio Jos Vianna.
Bernardo de soua
'os Mando de Souza.
Jcsuino Jos de Sonsa.
Manoel Jos Rilafiro.
%. F da "Iva San.os.
loaq. Ant G. dos Santos
Mauoel Alves Marques
H H Rolde
Joo Raptista Cullhert
I. P. Moruier.
I liorna Runter.
Phi Ip Bl mpied
J. Pitn
Win. Fnraelli.
Wm Wcbstei
Jos Francisco da Olla.
Lourenco Fernandes da C.
Antonio Joaq* Ro rignes.
Sicardo.
C0N8r0HATARI0fl.
O capillo
Noves k C.
Jos Pereira da Cunha.
Luis Rorses d* Slqueira.
Amoiim Ir naos
L. J. Ho Cmta Araujo.
Ainorim 1 maoa
Francisco Joaq." Pedro da C.
Leopoldo Jos da Costa A.
Amoriin Irmos.
Francisco Joaq." Pedro da C.
Luis Jos da Si Araujo.
Silva fc Grillo.
F J. f'elit da Rom.
I uit Rorccs de Siqueira.
Novaos It C.
Manoel Joaq. Rano) a Silva
Ainorim I raos
Hothe k Bidoulac
J. P. Adour&C.
R. Lassene & C.
James Crablree k C.
Chrislophers k Donaldson.
Me. Celmoni k C.
Adamson Howie k C,
Me Calmont k C.
F S ReltiiokFilho.
A. J. de Souia Ribeiro.
F. S. H.bello k Fl.o
J. Pinto de Lemos k Filho.
DKSTIHO.
New Yoik
Rabia.
Rio do Jaoeiio.
Porto Alegre.
Cear.
Babia.
Porto.al i do corr.
A (retar.
Havre da Graea.
Par e dito.
Liverpool.
Trieste por Macelo.
Canal.
A (retar
Aogvila.
Lisboa.
Genova.
Pernaaibuco na Typ< ^S


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