Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08537


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Full Text
uno
de 1847.
Sexta-feira 50
,.., nublica-sc todo os da, que nSo
Lrem '' H1""" i mh adianladot. Os an-
Ijnoo rs. por 1u?tr,nVe, s3o inseridos a roaode
ludcios dos SSI^ 0 em tvpo differentc, e as
lo rt. Porl,n, 'mBtd. Os "que n'.o forem assig-
,)e.i*J P." so rs porlinha, elOOein typo
r^-'^rio 80 rs por linda,
Ir.^.^-.d-publicado
Jill'ereoW P
I HASES DA LA NO MEfc DE SETEHBRO.
... I a 6 horas e *I min. da tarde.
lioso1*' 9' H0J JS min.da Urde.
D!.* ,, as 5 horas d. tarde.
Lu.*clf''',os6mn-d"l'rJe-
PARTIDA DOS CORREIOS.
GoiannaeParahyba, s enlodase sextas feir..
Ro- Cabo, Serinhcm, llio-Forraoso, Porto-Calvo e
Macei, no I., a II e 21 de cada mez,
Garanliuns Bonito, a 8 a 23.
Roa-Vista e Flores, a I e 18.
Victoria, j quintas feiras.
liuda, todos 01 dias.
PUEAWAR DE 1IJK.
Primeira, s b iiorai e 18 minutos da manha.
ISegunda, s horas e 42 minutos da tarde.
de Satemfjro. Anno XXli.
y. 205.
DAS DA SEMANA.
0 Segunda. S. Libania. Aud. do I. do or-
phfoa do J. doc. Ha J r. e do J. K, da I y.
7 Terca. S. Pampliilo. Aud. rio J do civ. da
l.v.edol. de par. do 2 dUt. dc BJJ>
8 Quarta. B. *> Natividad* de Nossa Se-
nliora. Nstor. ... ,
SQuinla. S. Sergio. Aud. do J. de orpli. e
doJ. municipal da l.vara. "
10 eila.S. Poliauo. Aud do I- dociv. da I.
v e do .1. ilc paz do I. dist de t.
11 Sabbado. S. Proto. Aud. do J. do civ.
da I. v. e do J de paz do I dist de t.
12 Domingo. O SS. Nome de Mara.
CAMBIOS NO DA 9 DE SETEMBRO.
Cambio sbbre Londres a 27 d. p. f# rs. 60 dia*.
l'.ris Sib rs. por franco.
Lisboa IOS. lio de pre-mo.
De, de Mil de bou firmas d. /.. /.
: : ?>.....9#'oo. wwj
M-Martes......... "I.9?' ,'P'
Pesos columnares... 1#94 '.':
1 Ditos mexicanos... '#0 *t*n
, Mluda............ "92
Acetes da co.np.do ueberibede iOjfOOO r. ao pr.
DIARIO D PEMAMMC?
PARTE OFFCUL
Governo ds provincia.
EXPEDIENTE DO DA 25 DOPASSADO.
Ofllcio -.- Ao Exm. Sr. Jos Francisco de Menezes,
domio-se por inteirado de haver S. Exc. tomado pos-
sc da adm.nistraclo da provincia de Sergipe, na qua-
iidailcdel." vicc-presidente.
Ditos Ao commandante das armas, declarando
aue S. M. o Imperador ordenou fossem demittidos
y.-ervico, por terem acabado otempo depreca, os
V'usicos do 6.* batalhfo do cacadores, Jos 11ig.no
Percira, Zacaras de Santa Isabel e Antonio Roque ;
o cabodomesmo batalhflo, Casimiro Jos de Arau-
io e os soldados do 2. bntalhSo de artilhana a p,
Francisco Jos da Costa, Nicomedes Ferreira da Sil-
va Joflo Bernardo e Miguel Archanjo Fcrraz.
DitoAomesmo, inteirando-o dc haver S. M. O
imperador concedido passagem para o deposito da
provincia da Bahia ao cabo do 2.'batalhao de arti-
llara a p, Manuel Jos do Sant'Anna Ladislao.
Pitos --Ao mesmo eao commissar.o-pagador, sc-
cntificando-os de ter S. M. O Imperador deferido a
pctico em que o tmente do estado maior. residen-
te nn Parahiba, Luiz Estanislao Rodrigues Chaves,
supplicra a grac.a de receber os respectivos vonci-
mento na pagadoria desta provincia de l'crnambuco,
na forma do aviso de 20 dc marco de 1846.
Ditos --Aos mesmos, communicando ques. M.u
imperador liouvo por bem determinar que, ate se-
cunda ordem, fique addido ao 6. batalhflo de caca-
dores oalferes do 7." de fuzileiros, Manoel Francis-
co Monteiro, que se acha nesta provincia com li-
"ntos -- Aos mesmos, intelligenciado-os de ha ve-,
rem obtido passagem para a 3." classe do> ernto,
nos termos do 2." n. 1. do art. 2. do decreto n.260,
dol.'dedezcmbro do 18*1, o capiMo do 6. bata-
Ibfio de cacadores, Sebastflo Antonio do Reg llar-
ros, e o 1. tcnete do 2.'batalhflo de artilhana a
p, llemelerio Jos Velloso da S.lvcira. ,
Ditos Aos mesmos, inteirando-os da nomcaeflo
do pudre Joaquim Mauricio Wandericy para cjioi-
lflo do 6." batalhao de cacadores. ___
Dito Ao inspector da Ihesourana da tnmaa,
ordenando em additamenlo ao ofllcio de 16 ii es te
mez (agosto) mande pagar as eral'licacoesque se
devem aos instructores da guarda nacional ate o im
de iunho prximo passado. i
Dito Ao mesmo, scienliicando-o do ter sido ap-
provada pelo governo imperial a resolucflo que a
presidencia tomara de mandar pagar aos emprea-
dos da cathedral de Olinda os vencimentos que enes
anda nflo tinham recebido poi falta de quoia .
communicando que no mesmo aviso em que seim.
participou essa approvacflo, declaiou-se-ll.e queti-
nham-se expedido as convenientes ordena a seme-
Ihante respeito. ... _
Dito o inspector do arsenal de marinl.a, pre-
venindo-o de ter o governo imperial pcrmiUido a
Antonio Ituviao de Azevedo Bdancourl o cortar n
maltas da Parahiba duzentos paos de construccao,
para negocia-los com o referido acsenal.
V lito->Ao mesmo, declarando og"'lK
denle das Alagasaulorisara a rcmessa dii uz a
qualillcacflo respectiva. i;n<.Qdnra hito -- Ao presidente da junta qualiiicadora ua
frccuezia do Po-.lo-Alho, di/.endo que recebera a
co de lo as as allcracoes feitas na respectiva l.sta
dt^afificajlo. nflo SO pela referida junta, como
neln poncelho municipal de recurso.
Dito-- Ao iuiz de direito da comarca deNazarelh,
instando pe rcmessa das pecas ^mprobatonas do
delicteI por que Manoel Teixe.ra e Manoel Vicente (Dh
ramconden?nados pena ultima pelo jury da mesma
CDiU,C--A'cmara municipal deCaranhuna auto-
riaando-a a furnecer d^agoa c luz a ndela reapectiva,
por conU da quota votada para as suas despezas e-
ventuaes.--Participou-se ao delegado deCaranhuns.
Portara Reformando o tenente-coronel dol.
batalhflo da guarda nacional deGoianna, Henrique
I.uiz daCunha c Mello. Nomeou-se para substi-
tuir o reformado ao major do mesmo batalhflo, Jos
Filippe Bezerra dc Menezes; o parcipoi.-se ao com-
mandante superior interino da predita guarda naci-
onal e aonomcado. ,
Dila Nomeando major da i.'lcgiflo da guarda
nacional da comarca da Boa-Vista a Jos Pereira
Brandio. -- Participou.-se-ao respectivo comman-
dante superior e ao nomeado.
Publicado a pedido.
Mas, ah! que profer ? Cheiosdc jubilo,
Livres estamos, livres morreremos :
Alm do lempo, alm da eternidade,
O nomo do Brasil conduzromos.
Viva o dia maior que a divindado
S deslina ao Brasil, dia assombroso :
Viva o astro da nossa libordado,
Pedro Immortal, Monarcha venturoso.
VA1.IEDADE.
^. 2 y 2)11 BfflPIBSfffiBio
BK01TASA MO THZ^TBO DK AIOllO, ()
Donde vons tflo formoso o rutilante,
Almo Sol d'Oriente ? Arremessado
Do solio de Adonai por sobro os quadros
Do pomposo universo, a quem te inclinas,
Tilo cheio de fulgor? Tu que abrilhanlas
A natureza, e frvido te arrojas
Na carreira veloz, dourando as nuvens,
Por que surges agora magosloso,
Mais ntido e gentil, veslindo as galas
Do rara formosura ? A' quem na trra
Abres o cofre dos thesouros snelos,
Aponas o porvir, a eternidade ?
Que povo, que na?flo enches de gloria,
Croas de flores, de vicosos louros,
Que o lempo nflo desfaz r Tflo puro c bCllo
Jamis nos campos da famosa Grecia
Alguem teconlemplou : jamis de Roma
Intrpidos hroes te observaram
Com tanto brilhantismo e loucania .
Hoje te elevas no Brasil mimoso ;
B a gloria do Brasil tu symbolisas?...
Desle Bdem de amor na tonga historia
O nome has collocado ? Aos Brasileiros
Dste a fama que nos trminos do n,unf0. ,
Seu nome ha\le levar ."... S.m, tu .esplendes,
E a trra do Brasil lem liberdade.
BU, pois, Brasileiros, leg"'-.8:
Dessinoi-sc o terror, e o despotismo
Nflo Se, morreo.' Gloria que excede
A gloria dos GalOcs femigerados,
Do templo da Memoria vos Jicena,
n soberbos trophos br.lham de,em torno,
Fxccdendo em belleza, em magestado,
Quantos astros no azul do firmamento
encastados scintillam graciosos.
Sbito n'alma ofogo se afervora,
O vivo enthusiasmo se apodera
Un fiel coraeflo. Bxhisiado
Contemplo a natureza, o un. dia immenso
Vejo brilbar no rubido horizonte.
Fi-lo tflo puro, e a pura i.iberdado
's plagas do Brasil com elle adeja.
Exultemos agora .' A' Independencia
Entoemos anglicos louvores:
Hymnos de fervoroso enthusiasmo
Soar s'cscutem com valor, com bros
Por sobre as eras que de nos se alongam.
Brilha, oh astro de amor! Brasil.' exulta:
, iberdade .' florece.... E ha quem nflo s.nta
Do enthusiasmo a rpida centelha
N'alma assomar-ll.e, chammejando eterna, .
brasilciro nflo he, seu nome ultraja,^
mo ama o seu paiz. Vergonha, opprobr.o
Ao fllho desleal, ao que *
Ao menos una vez, pulsar-ihe o pello,
A' voz da l.iberdade encantadora .
(*) i'roduccflo do Ilustre vate pemambucano,
R. de Torres Bandeira.
ARSEMA GU1LL0T.
(Continuafo do numero 200.)
- Donde vindes agora ? interrompeu a senhora
de l'ienncs com tom seno. lai lar-nnis-
Max fallo,, das suas viagens comlnban^'\^COf u0
mo- porm cuidando do provar que nflo tinha i no
"orno aquel.es viajantes de quem *2&*.
ira a casa da senhora Darsenay.
l,, .... ,,n0 era verdadeira aquella ii.iti.iv"
CmUentoTsel'^is, a devola con. fazer umsignal
do incrcdulidade. .
ni* une nflo me acreditis:
Z Nlo 'Fel'i ienle nflo sabis mentir, porque
"^Tendesrasfl^disse^x^do^e.for.o
suacasa ; cafinal, joguci.
Eperdeu, naturalmente.'
Z s'mto ?rnfto?AnhS. quizera que perdi,
par Sr se Te urna vez aborreca esse vico i.csc.o e
dC!PfncnC.!;ndo-so para o sen bordado, comecou a
senay ? p.erguulou Max tini.da.nente.
Nflo. ... n
_ Ncm meninas casaderas i
Z KS*% !- Promeltestes, e conlo
comvosco.
_ Temo lempo de pensar nisso.
mvia no meta de voz da senhora dc Picones urna
violenciaTe urna sequi.lflo pouco com.m.ns ..ella
Dpoisde ti", momento de silencio, disse Max com
"l^Fslais'decontcnte do m.m, senhora ? Porque
,,1o me reprehendis seramele como fazia nimba
la para p'erdoar-me depois ? Vamos queros que
vns nrometla que nflo tornare, a jogar .'
VLP Quindo se faz urna promesa, he preciso sen-
lir-se com o valor sullicienle para a cun.pn..
lie que se eu vos lizesse urna promessa....julgo
que a cumprira.
Z?.ShffiooCco.:qere-rhe^^hora,
para os pobres,' Nunca lera melhor emprego d.-
"'^Ac^o^arquo tenhais prsenle a licflo,
sois-me devedor do 1100 francos .,.
Minha tia dizia que o melhor me.o dc nflo ter
lividus era oaasr bocea do cofre.
EI dixondo isto, lirou a sua carteira, para entre-
umiiiij'i''lJl"r*'^":n
MEMORIAS DE UM MEDICO. (*)
por aieyanre j^umap.
1
SEGUNDA PARTE.
CAPITULO XXVI.
O ATOSENTO DA BA rX.ASTB.liM.
t^xss^^^^0 da ,,relendiaa
v.uva.
(?) Vide Diario n. 201.
-fsTultoflof^meveVdade,flzeste-memedo.
,igodque Sra'S'erto admirave.mente, Po-
^fflhS^W3-fi: A proposito,
tenhooutra noticia.
Qualhe?
_ Maravilhosa.
__ Ora vamos I
ZB'rU agente com as suas exc.a-
maces!
Embora se diga:
Home acautelado
Mo morre affrontado.
Eu sou bem acautelado, e todava nSo eaUva prepa-
rad C me dirto se acabare elle con. isto ? lie esta
lapariga que o embaraza ? Nesse caso, S.lv.a, va pa-
ral?hl "uto I-Preciso esse incommodo e peU.
contrario esta bella menina nflo he aqu dema.s.
DeSa-te estar, Silvia, nflo te vas embora.
P6iaa'mqdizefrr8ma cousa que ella nflo havia de
UV%os enlflo fique ; mas falla. .
Z iiooquelenho filo desde queaqu ohjtBjJ.
Z. sen. di/cr nada; assim, melhor he calar-se,
c VKiSfr*. p*m u-1*como ia dl*
'/C^0ilePco,!sandCe que tu anda nflo tinhasdilo pa^
la!la'Ahi esl ella a interron.per-mc.
" P??va eu, pois, em frente da fonte, c merca-
sa, minha chara; olho....... c vtjo
auo...... dou-to um doce.
Z VeKXlrn&,ob.truindo con, um pe-
a .w a torneira do chafar.z, e produz.ndo
SesLPobstacu.oeque oppunha a agoa aquella ex-
^""uSlr. Sruncia da historia que me ests
contando, disse Chon encolhendo os hombros.
loar senhora de Picones dous billietes do banco.
[Elisa que eslava olhando para elle, notou na carioi-
ra um retrato dc mulher; o Max, que o eonheceu, a-
Inressou-sea fecha-la.
I Se fosse possivel, alegrar-mo-lna n.u.to do pos-
|iuir essa carteira, disse ella sorr.ndo-sc com ma-
'' Mas auo eslava compltamele desconcertado,
balbuciou algumaa palavras, o esforcou-se para dar
outro cvro a conversac.flo. .
Onr.neiro ponaainenlo da senhora deP.ennesfoi
nneaq oa carteira conlinha o -e-rato de alguma
l"na'? alian ; P-rm, ao ver 0 rubor do Max, e cer-
ta cor da miniatura, conecbou outra suspe.ta. Ha-
via dado 'outro lempo o seu retrato a sonhora do
Aubne otalvezMaxseapossassc dello na qual.da-
,1,' !!'su herdeiro universal. Quando de Sall.gny so
'^f'pnfp^K'd. retratos, teria umgosto espe-
cial c.n tornara ver um rolrato me., que l.nl.a vos-
"-No sci do que fallis...... Como era ? perguo-.
"t^aSratorSsrSnuaadedeMaxo
que a lazia ro.lento, porque esperava salvar aquella
ySl^"A manhfla levo., Max o retrato, o
o etZ .ase hora do Picones, alfectai.do. maior
para cumprif as suas promessas e resistir as suas
'"nSK'diasdepois da Cegada do senbor do
SalIiBnvro senhora de Pienncs ver a sua protegi-
d' \r n a ( uillot. Ke/.-lhe algumaa perguntaa so-
dormeceu bem depressa, nflo. po que o 1vro osse ae
maisiiimiihoua .........o \,inl (ibu.etezinho
sala, e que a enferma tinha acordado.
Mea Dos 'auo vejo.' excla.nou Arsonir, com
um"a' K7Wo-lt-SSa, que a senhora doP.ennes so
assustou. ___.
_ Tenho sabido boas cousas, disse o recem-che-
7 i.p Hr-s de ama ianella abaixo .' Ter-se-ha
^!o nnI urna SSZ "ais desordenada que a des-
U "ES de Piennes eonheceu na voz a de 8.1-
liK-nv ScRuiram-ao algumas expl.cacOcs e alguns
_ Ora espera, no se..lir-mo salpicado solt, du-
as pragas; o homem do pifo molhado volU-se, e
vejo.....
ZVS philosopho, ou antes o nosso philo-
as meias cabidas, os sapal
mais completo traje ,.ro .. .
SS^o-o,qe^el'ronnece-me. Rndireilo
"~ J Sf ,11*recua : cstendo o braco, ello abre as
ptna 6. SSTmZ como um galgo por entro
cai-ruagens, agoadc.ros, &c. ,.
_ l'erdO-lo-lnas dc vista.' .
_ Que rluvida! bem vs que nflo havia do por-me
acorrertambem. .
He verdade, meu Dos, era imposs.vel, bem
vejo, mas perdcmo-lo. .
Ah I que desgraca 1 disse Silvia. ___
Slm. por ccrlo, retrucou Joflo, sou:lhe devedor
deumaboadoso de ralbadas, c so lho tivesse posto
a inflo nos sujos collarinhos. juro-lhe quo nflo per-
dera ello nada pela espera; mas adivmhava as mi-
nhas boas intcnc.rtes a seu respeito, e deu Mgam-
bias. Nflo importa, o essencial hoque ello estoja em
pars: esqu, naocstandoagenlomu.tomalco.no
intendente geral do polica, acha ludo o que procura.
MUTILADO
i
:"
H


m
2
pi
to damno a cssa pobre rapariga. Dentro de tima ho-
ra 'lea minha rasa, qiietonhnquc fallar-vos.
Max torno::-so paludo como um defutilo, cnoon-
trando a senhora de Piennes, onde menos cs'erava
ichii -l.-i; o son primciro movimcnto foi obedecejb c
rr isso de'j urna passo para a porta.
Vais-lc? nflo le vas, disse Arsenia jp'ando-
se na rama or u'ii esforco quasi sobrenatural.
Minio filha, Iho disse a senbora de Iiennes,
tenlia jnizo e ouga-mc. .Nao so esqueja do que me
promelteu.
E dirigi um olhar tranquillo, porm imperioso,
a Max, que sahio no mesmo instante. Arsenia des-
inaiou vendo-o sabir.
Soccorreram-na logo a senhora de Piennes e a en-
fermeira, que entrou apressadamonle, aloque pou-
co a pouco foi recobrando os seus sentidos A pri-
meira cousa quo fez foi lancar as vistas por toda a
alcova, como se qulzcsse procurar aquello que pou-
co antes tinha al I i visto : voltando depois seus gran-
des olbos protos para a senhora de Piennes, c olhan-
do-a fixamciite, Ihedissc :
He se'u esposo, senhora ?
Nflo; lio apenas um prenle afaslado, Ihe res-
ponden um pouco corada ; porm sem que a sua voz
perdosse a sua ordinaria docura.
Julgou que lhe seria permiltida aquella mentira
para explicar o imperio que exercia sobre o mance-
bo Max. I elidida, ouvio com interesse os conselhos de um ve-
Pois entilo, ama-a, senhora ; c continuou nos neravel ('eclesistico que llicenviei, e devenios es-
tera acontecido. Essa desgragada rapariga deitou-j0
do urna janplla abaixo, segundo soube; porm nflo
tenho a presumpgflo, isto lio, a dr do acreditar
que..... a tenham podido impellira esseactodo lou-
cura as rolagoes que anteriormente livemos.
Diga antes Max, que quando fazia o damno Qflo
previa as suas consequeneias. Quando conduzio cs-
sa joven a senda da de.iordem, .tevia pensar que um
da attenlaria contra a sua vida.
Senhora, exclamou Max, com violencia, nfo
lenho de que aocusar-me; porque, se he verdade que
Arsenia foi minha amante e to manifestou sempro
muito interesse, ha muito lempo quo cessou todo o
genero de relagOes entre nos, sem que ella moslrasse
muito sentimento. Enviei-lhe depois alguns soccor-
ros; porm nflo leve orlem ncm economa, e a mi-
seria c o orgulho a impelliram a commetler urna ac-
eito que sinlo n'alma, porm de que nflo tenho
culpa.
No ha duvida de que nflo sois Guipado, o-
lliando s o que o mundo penan, o duque por conse-
guintepara com elle nflohaveis coulrahido responsa-
bilidade alguma; mas ha urna moral que nflo podemos
desattender. Conllevo i|uo nflo estis cin disposigflo
I_ deouvir-me, e lio melhor que dcixemos isto por a-
gora. A nica cousa que tenho a pedir-vos hoje he
n urna promessa que estou segura de que nflo me ser
-.'nogada. Esla desgranada rapariga osla quasi nrre-
levantou acabega, eojhou-o fixamente com um ar
exaltado quo dava s suas fcicOes urna oxpressflo
sublime.
- Urna oxpiao.lo ou um castigo .' dizeis vos. Pois
bem: sim, sem o saber, vos, Max, obedecis a um
mandado do co, e tinheis rasflo em contradizer-
r.ipariga para queseja o instrumento da vossa sava-
gflo, j que lendes sido o da desgraca della. Porm
lenho que podir-vos, ou para melhor dizer, ^exigir-
vos urna cousa.
Deteve-se um momento, e Max fez um signal com
a cabeca, demonstrando quo se sbmetlia a tudo.
O que exijo he que nflo tornis a v-la sendo
commigo.
(Continuar-se-ha.)
COMMECIO.
deconformidadecom os riscoso orgamentos j ap_
provados; encetar-se-nfo dous mezes depois do va-
lidado o contrato, e flndar-se-hflo ao cabo de seis
mezes. O pagamento realisar-se-ha na formado
disposto no artigo 15 do regulamenlo das arrcniala-
ces. O prazo de responsrfbilidade ser de um an-
scus ardentes olhares (ixos nella.
Elle a mar-me Coraram-se logo as suas faces,
o a voz Ihecspirou nos labios; porm nflo lardou
em recobrar a sua serenidade, e continuou grave-
mente :
Enganal-vos, minha filha i Salligny compre-
liendcu que fazia nial em liazer-vos memoria re-
cordagoes felizmente esquecidas......
Esquecidas! respondeu Arsenia com um sor-
riso picante.
Sim, Arsenia, haveis renunciado a todas as
loucuras do um lempo que para seinpre passou. Pen-
se, pobre menina, as suas desgranas.
Com que ama a senhora ea comprehondea s
perar tudo della Vos mo devois tornar a v-la,
porque osen coragfto vacilla ainda entre o bem o o
mal, e dosgragadamonle vos nflo lendes ncm a voli-
tado, iiem talvcz o poder de sor-lhe til, Poderieis
caiisar-lho muito damno se a lornasseis a ver, e por
isso exijo-vos palavra formal de nflo rultardes jamis
a sua casa.
Max fez um movimentode sorpreza.
Estou segura do que nflo vos recusareis a isto;
porque se vossa lia vivesse, vos faria a mesma sup-
plica: assim, pois, imaginai que he" ella quem vos
falla.
- Meu Dos senhora, que lino quo me peds
com um olhar interrompeu Arsenia sem
teneflo ao que a senhora de Picnnes lhe dizia. Ah !
Viosolhosdos dous, e nflo me engao!..... Porm
lio natural; a senhora he joven, formosa o rica; e
cu estou desfigurada, estropeada o moribunda. ..
E nflo podo acabar, porque lhe suffocaram a voz
mis solugos tflo fortes e tflo dolorosos, que a enfer-
meira sahio para ir chamar o medico.
Porm em breve succedeu especie de energa
que Arsenia tinha encontrado na mesma frga da
sua dr um abatimenfn estpido que a senhora ele
Piennes tomou por serenidade. Por esla rasflo con-
tinuou com as suas exhortnges pira que doxasseo
amor terreno pelo amor divino; porm Arsenia per-
maneca immovcl, rom os olhos cuchillos e os den-
tes convulsamente apartados. Emquantoque a sua
protectora Ibefallava do co o do futuro, ella s pen-
sava no presente. A Chegada de Max havia desperta-
do nella urna poican de loucas illuses; porm o o-
lhar da senhora de Piennes as tinha dissipado. De-
pois de um sonho de um momento, va Arsenia a
realdudc, mais triste o mais terrivcl que autos.
Emquanto que Arsenia se entiogava s suas Iris-
tes reflexOes, lhe demonslrava a senhora de Piennes
com calor a necessidade do renunciar para sempre
aesseus passados desvarios. Nao ha cousa mais pro-
pina para fazer una pessoa insensivcl a tudo, quo
urna profunda conviegflo de que obra bou, e de que
seria prejudieal obrar de nutra uiancira; por isso a
senhora de Picnnes segua a sua tarefa com a mais
importurbavel firmeza. Semelliantea nm cirurgifio
que applica o forro e o fogo a una ferida sem fazer
caso dos gritos do doente at que concilio a sua ope-
radlo, lerminou com um periodo que redobrou os
solugos da joven, pois que terminantemente a pre-
venio que nflo tornara a ver de Salligny.
A chegada do medico e a prostragflo de Arsenia re-
cordaram son',.ora de Piennes que tinha feilo bas-
tante Apartando a mflo da joven, lhe disse quando
se retira va:
Valor, minha filha, e Dos nflo a abandonar.
Acabava de cumprir um dever, e lhe resta va outro
ainda mais diulcil. Esperava-a outro culpado, cm
cuja alma havia di; excitar o anepciidimenlo.
Apezar da conlianga que tinha na sua empreza o
do imperio que exercia sobre Max, assustava-a a
idoia ile tor disputes com um (bertino, e soirria cer-
ta anciednde a respoilo do combate que ia empe-
nhar; assim, pois, antes de comogar aquella lula,
entrou u'uma igroja a pedir a Dos inspiragOes e
frga para sabir airosa do assumplo em que se linlia
envolvido.
Quando a senhora de Piennes enlrou cm sua casa
disseram-lhe que o Sr. de Salligny a esperava na sa-
la lluvia j muito lempo. Efectivamente encon-
trou-o all, porcm eslava paludo e aguado. Eslive-
ram sentados por alguin lempo sem dizer palavra,
at que a senhora de Piennes rompeu o silencio:
Max, lhe disse, qBo Iho rarei roconvenges.....
Max levanlou a cabega com orgulho; porm em se-
guida a lu non a abaixar.
O seu coragflo, que felizmente he nobre 0 ge-
neroso, lhe diz neste momento mais do que cu lhe
poderia dizer. He una licfloque a Providencia lhe
tem querido dar, c espero que nflo ser perdida.
Senhora, interrompeu Max, apenas sei o que
MWMtMMMMiimmf ii ,v;--'mtim m. anae*aa
Precisamos dclle.
E quando o pilharmos, fa-lo-hemos jejuar.
Havemos de fecha-lo, acudi Silvia ; mas dcsta
vez escolboremos um lugar seguro.
E la Silvia Iho levara o pflo eagoa, nflo he as-
sim, Silvia? disse o visconde.
.Nao gracejemos, meu mano, disse Chon; esse
rapaz vio a questflo dos cavallos da posta. Se elle
tivesso motivos de queixa contra nos, poder-nos-hia
ser prejudicial.
Por isso mesmo, replicou Joflo, he que em-
quanto suba aqu as escadas assentei cammigo de
ir ter com M. de.Sartines, e conlar-lhc o meu adia-
do. M. de Sartines responder-me-lia que um liomeni
sem chapeo, com meias cabidas, sapatos sollos, e
motilando o pflo na fonte, nflo pode deixar de morar
no lugar cm que he visto cm semelliantes trajes, e
j'ortanlo cncarregar-se-ba de no-lo-descobrir/
Que podo elle fazer aqu sem dinheiroi'
Recados.
Ello! um pbilosopho daquella selvagem espe-
cie ora adeos! -- .
Ter adiado, disso Silvia, alguma velha devo-
ta, suo prenla, que lhe reda as codeas do pao que
oseudoguenflo quizer por duias.
Basta "
ndcu s Que mal julgais que cu possa fazer a cssa pobre
dar at- Ipariga ? Polo contrario, he urna ohrigagflo i
e ra-
. gagflo para
mim.... nflo abandona-la na sua desgrane, j que
fui companlioiru de suas loucuras, 'principalmente
agora que est cm tanto perigo.
Ileessa a moral do mundo, porm nflo a mi-
nha. Quanlo mais perigosa seja a stia enfermidade,
mais importante he quo oSo tornis a v-la.
Mas, senhora, pelo amor de Dcos, pensai que
nflo ha perigo algum, visto o estado em que se ella
acha. Se tivesso um c8o enfermo o soubesse que a mi-
nha vista lhe serveria de alguma consolagflo, acredi-
tara fazer urna ma acgflo deixando-o morrer s. He
mpossivej que vos, que soistao boa e caritativa,,pen-
sis de oulra maneira.
Ha pouco que exiga de vos una promessa em
nomo de vossa boa lia, em nomo da amizade quo me
professais; porm agora exijo-a em nomo dessa des-
gragada rapariga. Se he corlo que a amavels. .
-- Abandona-la agora!.... Nao posso resblver-me
a issode nonlium modo. Vamos, sera urna cruel-
dade inaudita..... urna vilania. Eu devo cuidar della
agora que est tflo mal. ...
.Nflo fallara quem cuido della; porm respon-
derme, Max, categricamente, amais-la, sim ou
nflo?
Ama-la..... ama-la.... nflo, nflo a amo, porque
esta pelavra nao explica bem o meu senlimenlo. llo-
va combaler um sent monto que me tviuiiuisava, e
procurei nella una dislracgflo. Talvei vos par.;ga
isto ridculo e incomprehensivcl: conhego quo essa
alma tflo pura uo admilte que se busque semolhan-
te remedio; porm que havemos de fazer .' Ouvi,
senhora: so mjs os hoinens nflo tvessomos os meios
de enflaquecer a frga de nossas paixes, talvez se-
ria eu quem me tivesse alirado pela janella fra, Po-
rm sou um eslouvado que nflo sei o que estou di-
zeudo, nem podis coiuprehender-me.....porque cu
nao me coiiiprehondo tambem a mim mesmo.
Perguulei-vos so u ainaveis, disse a senhora
de Piennes, porque se Ine livesseis algum carinho,
julgo quo loriis o valor sufllciente para lhe causar
um pequeo mal e'm troca de um grande bem. Co-
nhego o sentimeulo que ella lora em nflo tornar a
ver-vos; porcm o uosao do^i'he fazer lodo o possi-
vcl para que nflo retroceda no caminho em quo mi-
lagrosamente entrou. Importa muito sua salvacflo,
Max, que esquega Indas as recordagos que a vossa
prosenga lhe Irara a memoria.
Max ineneo a cabega com cerlo arde incrcduli-
dade.
Visto que desgragadamento nflo comprehendeis
outra liigoagem que a do mundo, vou fallar-vos
nella, para ver se assim tiro melhor partido. Discu-
tamos n'um calculoarilhmolico:ella nada tema ga-
libar com vr-vos, e muito que perder: elegei, pois,
o que melhor vos parecer.
Senhora, disse Max com voz cominovida; po-
rm que perigo liavoi ia oni que eu tornasso a v-la ?
Duvidais de mim i1 Pensis acaso que irei desconcer-
tar os bous conselhos que lhe lendes dado ? Acredi-
tis que desojo ver urna moribunda com ntenges
criminosas, quando he publica a minha aversflo aos
espectculos tristes i' Repito, senhora: osla idela he
para mima do dever, a da expiagflo, e talvez a do
castigo.
Quando a senhora de Piennes ouvio estas palavras,
mma\matpmmfmBjaJMta- t> i Ecom elFeilo ebegaram-se para a janella com
grandes prccaugOcs.
Audroza deixou o bordado, estendeu negligente
as pernas em una poltrona, estendeu a mflo a um
livio posto n'unia cadeira a seu alcance, abrio-o, o
COincgoq nina loilura, que o espectadores entende-
r m ser das mais seductoras, porque a moga licou
immovel desde que prlncpiou a ler.
Oh como he estudiosa a menina, disse Chon.
Que lera ella t
Piimeiro traste ndispcnsavel, acudi o vis-
conde tirando da algbeira um oculo, que abri o
estendeu para Androza, encoslando-o a borda da ja-
nella para fixa-lo.
Chon olhava impaciente para esla manobra.
Entao, dize-mc, de veras he bonita essa crea-
tura ? perguuton ao visconde.
Admiravel! he urna moga perfeila; que bra-
gos! que nulos I que olhos I una bocea, que faria
Santo Antonio meller-se no inferno; eosjs, oh!
que divinos ps o o tornozello..... que tornozcllo
pur haixo dossas meias de seda !
Ora vamos la enanioio-se agora della, nada
mais nos faltara, disse Chon com mao humor.
E"eMao, que tinha ? nflo serame a cousa, o-
bieludo se olla quizesso rctiibuir-me; isso dara al-
Alandega.
RENDIMENTO DO DA 9........... 9:370,931
Ikscarregam hoje, 10.
Ilrguo -- Maria-Ftlit alhos, batatas e caixas aba-
tidas.
Calera Isabella carvllo..
Rarca Ligeira podra.
Escuna -- Desfondes carvflo.
Rrigue fortuna fa rinda.
Rrigue Pariceus bacalho.
Rrigue Yurmouth mcrcadorias.
Izabella, barca inglcza, .vin da do Prestom, entra-
da uestemez, consignada a Me. Calmont& C, ma-
nifestou o segunte :
238 toneladas de carvflo de podra ; a J. B. Mo-
rera.
me. Consinto em que tornis a ver cosa desgragada no. Fixar-sc, cmllm, o contrato com aquello dos
concurrentes que por menor prego se comprometi,,
a fazer a obra.
DA 30.
Odoestabelecmento do urna lnha de mnibus
que, na forma da lei provincial n. 191, racilile o'
transporte desta cidide a qualquer dos seus arrabal-
desea deOlinda.
lisia gtral das carias existentes na adminiitrac/lo do
corieio, entradas em todo o mez de agosto de 1847.
(Continuagflodo n. 200.)"
Danglas, B. "'iiam E.-Smiui, David wiiiao), Du-
artJosMartins, Duartc NunesMadera, Daniel Pe-
rera Braga, Domingos Bernardino da Cunha, Do-
mingos Clemente Cuimarilcs, Domingos Henriquej
Comes, Domingos Jos Amorim, Domingos Jos Cos.
la Comes, Domingos Jos Pereira Concalves, Domin-
gos Lopes Fcrnandes, Domingos Martina Bastos, Do-
mingos Mesquita, Domingos Rodrigues de Carvalho.
Ernesto Emilio Mondonga, Evaristo Jos Roxa.
Flix Joaquim Domngues, Flix Marinho Flcflo
Florentino Velloso S, Francisco Alves Pinho, Fran-
cisco Antonio Pereira, Francisco Antonio Pereira
Lentos, Francisco bernardo Souza, Francisco Correi
Vieira, Francisco Ruarle Monteiro, Francisco Fer-
nandez Anlunes, Francisco Comes Egueire'do, Fran-
cisco Jos Alves, Francisco Jos, Francisco Jos A-
raujo, Francisco Jos Cardoso, Francisco Jos Co-
mes, Francisco Jos Silva, Francisco Jos Silva Ra-
les, Francisco l.eite Oliveira, Francisco Lucio F. Coc-
ino, Francisco Machado Cunha, Francisco Moreira
Francisco Pinhoiro Borges, Francisco Pereira, Fran-
cisco Pinto Costa, Francisco Ribeiro Marlins, Fran-
cisco Regs Lefio C., Francisco Souza Moho, Fran-
cisco Vieira Neves, Francisco Vaz Costa, Francisco
Xavier Oliveira.
Cetrudes Sebastiana Leal, Comes Guedes Macedo.
HenriqucDias Santos, llcnriquo Pereira Silva.
Ignacio Francisco Gomes, Ignacio Ferrera Costa,
Jgnacio Luiz Brito, Uidoro Jos lloxa, Izabcl Alber-
to Franco.
Jerolomo Azeatino, Jacntho Ras Pereira, Jacnlho
Soares Botclho, Jacnlho Xavier Oliveira, Joaquim,
Joaquim Alves Alineida, Joaquim Antonio Cardoso,
Joaquim Anlonio Mendos, Joaquim Costa Ruarte,
Joaquim Ras Silva, Joaquim Francisco da Cruz, Joa-
quim Trancisco Moreira, Joaquim Francisco Silva,
Joaquim Jos Faria Junior.Joaquim Jos Sabino, Joa-
quim Micaella, Joaquim Martins Ferrera. Joaquim
M. Souza, Joaquim Oliveira, Jtfaquim Pedro Ribei-
ro, Joaquim Pereira Santos, Joaquim Rodrigues Sil-
va, Joaquim Souza Mello, Joaquim Torres Pita.
(Continuar-se-ha.)
THEATRO PUBLICO.
DOMINGO, 12 RESETEMBRO,
a beneficio de um particular, subir a scena a grande
eapplaudida pega
DOZE AMNOS 01) A VIRA DE UM DEPUTADO.
Finda a pega, cantar o Sr. Santa Roza urna nova
aria polka, pela primera vez cantada em Pernam-
buco, e dopois seguir-se-ha a farga l'inlor /Imfti-
cioso em a qual o Sr. Santa Roza desempenhara
paite do menino. Entrar o espectculo chegada de
S. Exc.
Consulado.
RENDIMENTO DORIA 9.
C.eral..........
Diversas provincias,
873,481
5,742
879,223
itlovitucnto do Porto.
Navio sahido no dia 9. .
Lisboa ; brigue portuguez ConceicSo-de-Mara, ca-
pilflo Antonio Pereira Borges Jnior, carga assu-
car e mais gneros. Passeiros, Jos Antonio de
Furias, Miguel Estevflo Alves com sua familia, I).
Camila Candida Branaflo, 4 filhas menores e urna
criada, D. Carlota Joaquina Ramas, Joaquim Con-
galves Fraga, Antonio Lopes Forreira, Portugue-
zes; Jos Nunes de Abreu, Itrasileiro; Manoel
Dufen, Hespanhol, com sua senhora e 2 filhos me-
nores.
HIMTAL.
Joo Xavier Carneiro da Cunha, fidalgo cavalleiro da
casa imperial, cavalleiro da ordem de Chrislo, e admi-
nistrador da mesa do consulado desta provincia, por
S. III. o Imperador, que Dos guarde, ele.
Faz saber que no dia 14 do crrente mez, a urna
hora da tardo, se hflo do arrematar em praga na
porta desta repartigflo 2 caixas com assucar masca-
vado, de n. 1, com a marca K, pesando liquido 61
arrobase 26 libras, c de n. 2 com a marca SF, 49
arrobas o 18 libras, a 700 rs. arroba, ambas do enge-
nho Tintugal, consignadas a Manoel Alves Ferrera,
e apprehendids no trapiche denominado Barbo-
za por falsificagflo das taras, pelo guarda Dogo
Raptista Fernandos: sendo a arrematagflo livre de
despeza ao arrematante.
Mesa do consulado de Pernambuco, 9 desctcin-
bro de 1847.
O administrador,
Joo Xavier Carneiro da Cunha.
Jcclaru - Nflo se podendo rcalisar a arremagflo dos ob-
jectos que consliluem o patrimonio da cmara mu-
nicipal desta cidade cm o dia 6 do corrento, por fal-
ta de concurrencia do licitantes, em consequencia
do engauodo aiinunciopublicando a praga para o dia
16, em lugar de 6 ; declara-se que dita arrematagflo
ficou transferida para amanhfla, 11 do coi-rente, e
'I no os prclcndcntcs devem comparecer munidos de
fiadores idneos, e habilitados na forma da lei, en-
tregando, para seren poslossobic a mesa das ses-
sOes, seus documentos at as 11 horas do referido
dia 11.
Contratos a celebrarem-se com a thesouraria das rendas
provinciaes no corrente mes de selembro.
DIA 25.
Oda continuagfloda obra do caes do Ramos, ava-
hada em ris 7:182,000. Os Irabalhos far-se-hflo
e he impossivel que nflo tenha'um amante..... e ella
nflo l, veja..... OIvroe>t a cahir-lhe das inflos.....
la lhe cscorroga..... e fo-so, ahi lora..... Nflo lhe di-
zia eu, Joflo, ella nflo l, medita.
Ou dormo.
Com os olhos abortos! bellos olhos. por mi-
nha f.
Em todo o caso, se ella liver um amante, ve-
lo-hemos d'aqui.
Sim, seelle vier do dia, mas so vier denoi-
te.v.....
O' diabo I c eu que me nflo lembrava disto,
quando ora a primeira cousa que me dovia occor-
rer.....isto prova at quo ponto sou innocente.
Sim, innocente como um procurador.
-- Esla bem, agora que eslou prevenido, tralarei
de inventar alguma cousa.
Publicado Luterana.
PORTUGAL.'
RecordacSes do anno de 1842, pelo principe Lichnomky,
Iraduzido do allemSo segunda edieo correcta < an-
notada.
O consumo rpido da primeira ediglo e a sua
procura por umitas pessoas que ficaram sem ella ,
induzo o traductor reimpressflo d'esta obra cu-
riosa, quo conlemaaprcciagflodos caracteres mais
notaveis do paiz, dos seus aconteermontos polti-
cos monumentos e lugares principacs feita
esse principo prussiano quealli
por
auno
viajou no
-- conlin 2*.
guias, vende-so por 1,000 rs., na ra da Cruz n.
7, segundo andar.
?:A-" .f:S.2_ln.lcl'essa.n!.0-?b"' 1ue contm 220 pa-
\ visos martimos.
Para Lisboa a muita veleira e j conhpcda
barca nova portugueza.yera, deque ho capilflo
Antonio Joaquim Rodrigues, pretende sabir com
toda a brevdade : quem nella quizer carregar, ou
irdepassagem, dirija-se ao mesmo capilflo ou a
franciscoScverisiino-Rabcllo & Filho, no largada
Asscmblea provincial.
--- Para o Rio-de-Janeiro saldr com a maior bre-
vdade possivel o brigue ero; recebe carga e escla-
vos a fele: quem pretender qualquer das cousas,
enlenda-se com Leopoldo Jos da Costa Araujo. na
ra da Moeda, n. 7.
Silvia' e vamos an 21* R!" ai"""' V6" U-",a '"nquillidade a nossa pono co.ldessa.
10 Silvia, t vamos ao nosso observatorio, meu D-me esse oculo, e de.xe-so deasneiras, se
. I he possivel..... com effelto, he bolla essa rapariga,
Como no bem este oculo, disse Chon, quasi que
poderia ler com elle o livro.
L, e dize-mc o titulo. Talvez adivinhe eu al-
guma cousa polo livro.
Chon avancou curiosa, porm recuou aindamis
depressa do que havia avaugado.
Enlflo, que ha i' perguntou o visconde.
Chon segurou-lhe o brago.
Olhecompiccaugflo, meu mano, disse ella, e
veja quem beque se debruga por aquella trapeira
a esquerda. Tome cuidado que o nflo vejara. I
Oh I oh, exclamou Dubarry com voz surda,
lie o meu ensopa codeas, Dos me perdOe !
Eellevai prccipilar-se.
Nflo, que est agarrado biqueira.
Mas para quo olba elle com csses olhos inflam-
mados, com cssa embriaguez feroz !
Esta espreilando. .
O visconde bateu na testa.
Agora cabe, exclamou.
O quo?
Espreita a pequea, he boa!
Madcmoisella de Taverney ?
Que cousa sim, eis-ahi o namorado do Pom-
bal, ella para Paris, elle airas; ella aloja-so na ra
Coq-Heron, elle fogo de nossa casa para vr mo-
rar na ra l'lastnre; elle espreita, e ella medita.
Por minha r, que he a verdade, disse Chon,
vede esse olhar, essa imniobilidade e ogo dos olhos!
esta Iuucannmte enamorado.
Mana, disso Joflo, nao nos demos mais ao tra-
balho decsproilar a nainorada ; o namorado far a
nossa tarefa.
Por ua conla, sim.
Nflo, pela nossa. Agora deixa-me ir conversar
comM. deSarlines. Por Dos, que estamos felizes.
Mas toma sentido, Chon, que o pbilosopho te nflo
veja, bem sabes quflo depressa so escapa !
(Coimuar-st-ha).
-L-


MBrJBB~*3'

_ Par. o Porto salto, impreter.vemonte al o du
12 do corrento a volcira escuna fio'"fm*acr passa-
cebe ainda nlguma carga: para a me" P tra.
segundo andar.
Avisos diversos.
-- 0 Sr. doutor Simplicio Hemeterio Machado faca
o layor de ir receber urna carta na ra da Codeia do
Recite, n. 55, que s ser entregue pessoalmonte.
- Manoel Baplista Duarto rctira-se para fru do
imperio a tratar do scus negocios, deixando por
sou bastante procurador seu primo, [cardo Jos de
Freitas Itibeiro.
Na ra do Trapicho n. 6, se dir quem vende
3 escravos sendo urna bonita mulata do 20 annos,
que cose, engomma, e he boa renderra ; urna pre-
ta de 28 annos, que he quitandeira o lavadeira ; um
mulalinhode 11 annos, do bonita figura.
Retratos coloridos de daguer-
o tribuno n. i7, reotypo.
est a venda as 3 horas Os traba Ihos do dia 7, que Carlos D. Fredricks tem a honra de annunciar ao
se estendoram teo da 8, deram lugar a que nlo sa- respeitavel publico, que, estando breve a seguir via-
hisse antes esto tito expeliente numero, que se Taz |Kem n>a a corte dcstr, imperio coir, os ltimos des-
recommenuave pea wooada, e por um outro art:- cobrimentos desta famosa arte, s se peder de-
go respeitoaomaiora/. I morar neslacidade por um curto espado Je lempo :
-Acha-se justa e contratada a compra da casa |e por isso roga a todas as pessoas e particularmen-
te as familias que estilo para retirar-se da cidade,
aproveitem-se desta bolta occasiio para tirarem
os scus retratos de urna maneira a mais perfeila que
se ha visto.
U artista, para que o publico conheca o mrito de
seus lrabalbOs,s pode dizer que na cidade do Mara-
nhlo ( de onde so retirara lu 3 mezes) tirou mais de
tre mil retratos.
Retratos copiados c lambem se tiram retratos pa-
ra medalhas o alfineles. Trabalha-se com a mesma
facilidadc com sol ou sem ello, das 9 horas da ma-
ntisa asduasda tarde.
As pessoas que quizerem podem ir examinar os
retratos que sempre tem amostra em sua casa,
na ra da Cadeia-Nova, n. 26.
Joaquim Antonio Carneiro & C. compraran) ,
por ordem do Sr. Manoel Nunes'de Mello, do Cear,
um meio bilhete da lotera do theatro n. 1071.
Um rapaz de 25 annos, que entende bastante
do commercio.de caixeiro do loja.e do oscripturagao
que tem muilo boa lettra, e que he hbil para ludo,
se ofTerece a quem de sou presumo se quizer utili-
sar. Dirigir-se a ra da Senzalla-Velha n. 32.
Quem quizer alugar alguma casa para passar a
festa ou rcslabelecer a sade, e esta na povoacfio
da Boa-Viagnm, onde ha bunhos d'agoa doce c sal-
gada dirija-se aTua do Quoimado, u. 31, lerceiro
andar, coma escada no largo do Collegio, a fallar
com Vicenta Ferr ira Gomes.
-- Troca-sc, ou vende-se urna morada de casa no-
va, do pedra e cal com 35 palmos de Trente c 600
ditos de ierra para quintal, na nova ra que va i
para o novo porto de desembarquo no lugar da Ca-
punga : troca-se por outra nesla praca ainda nlo
estando no mosmo estado por seu dono ter-sc de
retirar para fra : quem esto negocio quizer fazer
annuncio.
Precisase do urna ama para casa de pouca fa-
milia : na ra do Vigario, venda n. 14.
Na ra larga do Itozario n. 46, segundo an-
dar precisa-sede urna escravaque sai lia cozinhar
bem c fazer o servido interno e externo do urna ca-
sa de pouca familia.
Manoel Gonca'lvcs Cascio de hojo em diantu
deixa do sor caixeiro da casal em liquidadlo) do
Sr. Joaquim Gongalves CascSo.
-i Aluga-se um armazem proprio para deposito ,
ou para outro qualquer nstahnlor-imento, defronteda
igreja do S.-Francisco : a tratar no primeiro andar
da mesma casa ou na ra do Crespo, loja n. 11.
Precisa-se de urna ama que sal lia bem cozinhar,
para ser ompregada nesso nico servigo : em N.-S.-
Jo-Terco, D. 16.
terrea da ra do AragUo, n. 16, portencente ao Sr.
Antonio Nobre de Almeida, e por isso se faz o pre-
sente annuncio, afim do obstar qualquor duvida que
por ventura para o futuro poss apparecer.
Antonio Garlos Pereira de Burgos Ponco de
Len faz publico, que mudou a sua residencia da
ra Direita, sobrado n. 29, para a Soledada, sitio
da Cscala, do Exm. Sr. baro de Itamarac; portan-
to quem com elle se quizor entender, dirigir-so-ha
ao dito silio, ou nesta praca a casa de sou procura
dor, o Sr. Manoel Jos de Sant'Anna Araujo, na tra-
vessa do Sarapatel, sobrado n. 16.
L. de G. Pas de Andrade, como procurador de
seu pai, o senador M. de C. Paes de Andrade, propie-
tario do sitio Campo-Verde--", situado no Gorrcdor-
do-Bispo, tendo sido approvado pela cmara muni-
cipal o plano das ras o ttavessas, que tem do ser a-
rtas no mencionado sRio, prope-se a atorar por
prego rasoavel todo o terreno destinado a cdilica-
ces, segundo as localidades escolhidas pelos pre-
tondentos, de conformidado com o referido plano.
Oannunclante chama a atlengao do publico para a
excellencia da localidade e elevaciio do solo (quo
dispensa alerros), e finalmente para a indispula-
vcl vantagem de n!o ter futuras contostages com
u cmara municipal, no que toca aoalinhamento das
ras, etc. etc.; pois que oslas j se acham projecta-
das, o teem de ser brevemente alinhadas pelo en-
genheiroda municipalidailc. Os pretondenles diri-
ja m-se a ra do Hospicio, casa n. 12, das 4 at 6 ho-
ras da tarde.
Aluga-se o grande armazem n. 3* da ra de
Apollo, com o extenso terreno que tem pelo lado de
delrs. Os pretendentcs dirijam-se a Jos Vellozo
Soares, na mesma ra.
Nao se eflectuou a arrematngifo da casan. 31
que foi de Miguel Ferreira de Mello, na ra do Viga-
rio, com 117 palmos de fundo, quo deita para a ra
do Burgos, 37 de frente, 2 andaros e slito em chitos
proprios, do valor de 4:800,000 rs., annunciada pa-
ra odiando corrento, por nfo liaver praca nesse
dia, o que he de crer tora lugar hoj'e.
Perante o Iir. Gervasio Goncalves da Silva, juiz
supplcnto da segunda vara do civel, sena de arre-
matar um escravo, executado a H. Mara Rita de
Mello, escrivflo Reg, no dia II do corre ule, por ser
ultima praca : na ra Formse, as 4 horas da tarde.
Joio Leite de Azevodo faz scienle ao publico,
que Bernardino Pinto de Mcnezesdeixou do ser seu
caixeiro desdo o da 8 de selembro, declarando que
nao foi porhaver differenga alguma, e que sabio
para ir cuidar no sou negocio.
O abaixo assignado faz sciento a Sra. 1). Joaqui-
na Pereira Vianna, que as bangos por elle passadas,
licam sem effeto; podendo exigir outras de sous iu-
quilinos.Recife, 5 deselembro de 1847.
JoSo Btrnardino de Vascttncelhs.
Avisa-se a todas as pessoas que liverem con-
tascom o brigue hespanhol Felippe, capillo Gelpi,
hajamde a|iresenta-las alsabbado, 11 do correnlo,
as 4 horas da tarde, parascrem pagas, em casa dos
consignatarios J. P. Adour.& C.,.puis que so nao res-
ponsabilisam porqualquer quantia, log que dito
navio tenlia sabido.
-Continuama estar para lugar as casas terreas
de ns25, 27,29 e 31, sitas na ra Real prxima ao
Manguitiho, asquars teem muilo bpns commodos ,
quintal murado o porto de embarque a tratar com
seu propietario Manool Pereira Teixeira mora-
dor jmili) aquella lugar.
Mara da Purificado o Silva vai para Portugal
tratar de sua sade, e leva em sua companhia duas
lilhas menores-.
Quem precisar de urna parda, de boa conduc-
ta, para fazer todo o servico de cozinha, do qual tem
muita pratica, por ter servido em casasestrangeiras,
drija-se ao Aterro-da-ltoa-Vista, n 60, ou annuncio
para ser procurado. /
AO BOM TOM PARISIENSE.
RA NOVA, rl. 56.
Tempelte & C., alfaiatc,
teem a honra de avisar ao Fcspeitavel publico o
Caumont, dourador, na
rua !>ova n. 5*2 fabrica de
candieiros de gaz o oulros, doura, prala e bronza
de difTerenles cores todos os metaos.sejam de igreja,
militares, ou particulares; concorta c torna a por de
novo todos os objectos do metal; pOo os candieiros
do azeito prnmplos para gaz; troca e compra todas as
qualidades de bronze, por prego rasoavel.
O abaixo assignado avisa aos carregadores do
hiato brasileiro San-Jodo, deque he mestre Urba-
no Jos dos Santos, que seguia viagem para a Babia,
o arribando, a este porto, por torga niaior, descar-
regou-se, o acha-so a carga em seu poder, quo no
prazo de oito dias da data deste comparecan para as
receber, p pagar os dospozasque so fizeramcom
a mesma.-- Pilimb 2 deselembro de 1847.-0
subdelegado Judo da Costa Ileserra.
GASA DE MODAS FRANCF.ZAS.
fuado Aterro-da-Boa-fista, n. 1, primeiro andar.
M. Millochau,
tem a honra de participar a suas freguezas, que
acaba do receber um bonitosorlimento do modas,
bem como : cortes de vestido do inelhorgosto.de
guimgomp, cambraias, bareges garcas de seda e
de 1.1a ede casamentes ; collarinhos e camisinhas
do cambraiaede filo; cabecOes bordados, muilo
ricos ; bicos de blonde; chapeos para senhora, de se-
da crep, bico, etc ; ditos do pallia de todas as
ualidades de dina do arroz de Italia de pa
todas as qualidades ; bem como pistolas do viagem
e armas para caca. Contina a concertar todas ns
qualidades de armas o ferragens,c amla as quar-
las-feirascsahbados.
LOT JIA DOTHRATRO.-
Novamente tem o thesourciro desta lotera desig-
nado o dia 15 do corrento mez para oinfallivel an-
damento das respectivas rodas, pelas rasos conti-
das no annuncio precedente. Dependendo smento
da concurrencia dos compradores de liilhetes a
completa extracto destes espera o mesmo thc-
soureiro que scmelhante concurrencia nflo ser
desta vez Ilusoria, e que o publico respeitavel se
convenga quo as sobreditas rodas nSo deixar.lo de
ter andamento ainda mesmo Picando alguns bilhe-
tes, em pequeo numero, porque estos passarflo ao
dominio da sociodade creada, e a loteria extrahir-
SC-ia umcuiatamcntc.
Quem annunciou, no Diario n. 190, querer
comprar urna comnioda o um oratorio, dirija-so a
rua do Padre-Florianno, n. 70.
i.'
Vende-so um moleque muito lindo e corpo-
i lento, do 18annos, que engomma perfei-
tamento, cozinha bem o diario do urna ca-
[Jj| sa faz doce tem principios de sapateiro ,
[ e he muito hbil e esperto, e nlo lein
lw vicio algum o que se afianca : ao 6ompra-
!|-. dor se dir o motivo por que so vende : bem
'(A como um escravo muilo mogo porfolio co-
||*i zinheiro ; urna mulatinha de 18 annos, que
|T cose perfeitamente, engomma o Taz lodo o
I"? mais arranjo de urna casa por oslar a isto
L acostumada ; um pardo de 18 annos com
J1 olliciodealfaiate : lodos estes escravos sfo
irjj o melhor possivel: na rua do Vigario n. 24
Menees Re Tarrozo rmidaiam o sen ur-
mazcm de assncar, da rua do Apollo pa-
ta a rua (o 1! i ii ni
I
i
Compras.
Gompra-sc um paliteifo de prala sem felio :
no largo do ('.armo, venda n. I.
-Compra-so urna agullia do marear, em hom
uso ; dous sellins usados sendo baratos : na rua
da Cruz, no Recife armazem n. .
Gompra-sc um methodo para flauta, em bom
estado i na praga da Independencia n. 23.
Compra-s urna liteira, em bom estado : na
ruada Praia, n. 25, ou annuncie.
Compra-seum ponteiro deouro bom, sem fal-
li : no pateo do Terco, sobrado de um andar, n. II.
Gompra-se una boa casa de sobrado em boa
rua do bairro do Recife ou S -Antonio a dinheiro :
tamhem dlo-se em pagamento alguns escravos e o
restocm dinheiro : na rua Nova n. 52 primeiro
andar.
-- Gompra-so cobre, dando-so premio: na rua
arga do Itozario loja de miudezas, n. 35.
Gompra-se urna escrava moga do boa ligura,
que saiba cozinhar o lavar, o n!to tonha vicio: agra-
dando paga-se bem: na Boa-Vista, rua Volita,, n. 18.
Quem a tiver, devo apparecer das 11 horas da ma-
nli3a s 3 da tarde. .
Compra m-se barris de 4 o do 5 cm pipa clicios
de mcl : na rua do Trapiche, n. 6.
Compra-se um boto para o servigo de um na-
vio estando em bom estado : na rua do Trapicho ,
n. 44, ou a fallar com Firmino J. F. da Rosa.
Vendas*
teem a non uenvisnr.au rco(.cno.t. ,.u..,.~.. qualiilaues oe cuna ao arroz, oe iuih u p-
com especialidadeaos seus freguozes quo muda- |ha a|)crla e |sa ; dtos para meninos c meninas de
ram o seu estabelecimenlo
para a mesma rita n. 56,
, sito na rua Nova, n. 7
onde continuarao assi-
dups a servircm os seus atigos freguozes e quel-
les que os quizerem honrar Aproveitam esla oc-
casiflo para participarem que se acham prvidos de
um bello sorlimento de hiendas recentenienteche-
gadas de Franca pelo ultimo navio como sejam ;
pannos pretos e de cores pnra caigas ; casimiras-se-
tim ; dita elstica : ludo do ultimo gusto : bem co-
mo sedas, setins, velludos, fustOes impressos c bor-
dados, proprios para colletes ; urna completa collec-
('."io de figuriuos das modas as mais recentes de
Paris. No mesmo ostabelceintenlo so encontrar
sempre um grande sortimento de roupa feita, para
todos os tamaitos bonetes de velludo para senho-
ra proprios para motilara o varios objectos de
phntasia : ludo moderno e da melhor qualidade.
Aluga-se urna casa no Montciro a beira do rio
Capibaribe com duas salas, corredor o meio e ou-
tro ao lado 6 quarlos, um dellcs lom pratelheiras e
serve de dispensa, cozinha lora, estribarla para dots
cavallos, um quarlo com tarintba para pretos, e ou-
tro quarto no fundo do quintal, que serve para des-
pejo quintal murado : a tratar no Aterro-da-Boa-
Visla n. 37 tciceiio andar.
-Precisa-so de una ama para o servigo externo
de urna casa de pequea familia e que seja de bons
costantes : na rua do Galdeireiro, n. 66.
-Nanoite de 7 para 8 do correnlo furtaram
da ruada Concordia de junto do sobrado de Ma-
noel Firmino Ferreira cinco travs do louro com
, --s marcas A I Q L : quem das tnesmas souber quoi-
\ participar ao mesmo Ferreira que gratificara.
palhada llalia lisos e enhilados ; bonetes de dita
para meninos de 2 a 10 annos; loucas para bailes;
longos de cambraia de linho, bordados o lisos ; lu-
vas de malha aberla ; fitas para cintura e chapeos ;
capellasdo larangeira flores finas; guarmees de
bolOes, novas pora vestido : fil de seda e de linho
branco pelo e de todas as qualidades ; crep; ron-
das ; bicos ; e mais lazendas que todas so vendcrQo
por prego rasoavel.
II.S.. iVawsou, dentista bem
conhecido
nesta provincia, Indo agora chegado da Europa e
tondn visitado as capitaes do Londres e Parla, (Jun-
de Irouxo os melltores objectos da sua profissAo que
al boje se conhecem como novos instrumentos ,
denles e mais necessarios para qualquer operagilo
da sua arte; offereceseus servigos aos illustrcs ha-
bitantes desla cidade conforme a sua tabella fixa ,
e promelte fazer todos os esforgos para agradar as
sinlioras, ou senhores, que o quizerem procurar ,
das 9 horas da mantilla ate as 3 da tarde na rua do
Trapiche no Recife, n. 4, segundo andar.
POMMATF.AU, GUTF.LEIRO NO ATERRO-DA-
BOA-VISTA,
tem a honra de avisar ao publico, quo mudou o
seu eslabelecimento da rua do Aterro-da-Boa-\ isla,
u 5, narro sobrado novo, n 16, da mesma rua.
Na sua loja sempre o publico achara como de cos-
tume um grande sortimento de cutelerias fiuas e de
. ATTENCAO!
Vende-so urna prcta do gentio de Angola, de
15 anuos, a qual lava, coze, engomma e cozinha o
diario de urna casa : na rua do Pilar, n. 87.
Vendo-so um lindo moleqito do 15 anuos, bom
cozinlieiro, sem vicios e muito sadio : na rua da
Aurora, n. 50.
Vende-se um preto crinulo do 20 annos, do
boa figura bom carreiro e vaqueiro : no lim da
rua da Aurora, n. 4.
Vende-se hielo de arroz, proprio para cavallos,
por proco commodo : no armazem de Fernando J.
Braguez.
Vende-so una casa na principal rua da Casa-
Forte, com duas salas o tres quartos, cozinha lora,
0 quintal com alguns arvoredos : os pretondenles
dirijam-se a rua Velba, sobrado n 49.
- Vi'iulom-seconloes de ouro, medalhas, anne-
lOes, brincos o dedaes : na rua do Rango!, n.ll.
Vendcm-se 5 escravos, sendo dous moleques,
um de 18 annos o o outro do 10, e 3 oscravas mui-
lo mogas com habilidades: na rua das Gruzes, n.
22, segundo andar.
Vende-se urna flauta, nova, com
oito chaves de pruta, sendo de bano,
e co:n exccllenles votes; aasiui como um
novo melbodo para a mesma, ludo-por
preco commodos : quem a pretender,
queira annunciar por esla l'olha.
-- Vende-se a Historia de Portugal, em hespanhol,
1 volume; dita de (libras; gramniatica francesa;
gazetas de l.isha de 1806 ; I flauta tercia ; 1 relogio
ordinario; lesourasde Lisboa, muito linas, propriaa
para costura : ludo por prego commodo. Na ru do
Livramento, n.23.
Vende-se no armazem de Bacellar, defronto da
escadinha d'alhtidega, fardos muito frescos o mul-
to novos, pelo mdico prego de 3,500 rs. a barrica.
Vende-se unta negrinha de 12 anuos de boa
figura, quo lom principios de costura, c cozi-
nha o diario de una casa ; um inulatrnho de 1* an-
nos o um dilo do 16 annos bons para pagens por
saborem bom montar a cavallo, ou para aprende-
rein qualquer ofllclo ; um molequo de 18 annos do
bonita figura : todos som vicios tem achaques : na
rua da Concordia passando a pontczinha a di-
reita segunda casa terrea, so dir quem vende.
Voodom-so ps derosoirasde todas as quali-
dades: naSoledadc, indo pela Trompe, ao peda
igreja casa n. 7. <
Vende-sc urna linda escrava de nagSo Angola,
de 28annos, com habilidades : o motivo da venda
se dir ao comprador : na rua estreita do Rozarlo,
n. 31, primeiro andar.
Vondem-sc tros cscravas mogas: na rua da
Cadoia-Vellta, n. 33, se dir quem vende.
Champagne verdadeira,
marca cometa,
vende-se na rua do Vigario, n. 4 arma-
zem de Rothe e Bid< ulae. ..
Vcndem-se3mulatinhasdo 14 aiHlOJ, nuil"
lindas, recolhidas, oqti teem principios d0"""5
ra; um ptimo molequo de 14 annos; um
hrinha de 12 annos ; duas negrinhas de 16 a **
nos ; 3 escravos de nagflo : na rua Dtretla, n.- a-
\a rua da Cruz do
Recife, n. 38
vende-se o muito superior o estimado rap meio-
grosso e grosso da fabrica de Estevflo Gasse, cnega-
do do Rio-de-Janciro no brigue-escuna (alante-
Mara, entrado o mez nroximo passado: seu preco
he de 1,280 rs. do cinco libras para cima.
Vende-se urna parda de 18 a 19 annos com
habilidades ; a qual veiodo mallo tomada om di-
vida : na rua da Cadeia do Reeih 11. 20, segundo
andar ou na travessa da Madre-de-I)eos, armazem
n. 10.
Witeh Bravo & C." aci.bam de receber directa-
mente de Paris urna porcn de frascos da famosa a-
goa hemosttica de lirouliieri, de cujas virtudes o
./orno/ do Commercio do Rio ja tem tratado em dif-
ferentes nrtigos mu i circumstnnciadainente. Esto
singular medicamento he verdaderamente especi-
fico oinfallivel no curativo do todas asferidas.se-
jam ollas pelo instrumento cnrtanle, sejam por ar-
mas do fogo, ou provenientes de quoimaduras.
Quaesquer que sejam os accidentes que as com-
pliquen!, todos olios dosapiiareceni com summa la-
cilidade, tarando a ferid* dentro de poneos dias sem
guporagflo, som inllammagio o som dor. Ainda que
baja penla do substancia oforimenlos das maiscon-
sideraveis arterias, C uno a cartida ou outra, nlo
s a pefda do substancia so recupera, mas a hemoi-
ihagia arterial est curada dentro do 30 a 40 minu-
tos, regenerando-ae as tnicas da arteria oiTendida,
por meio de um trabadlo orgnico particular. Nlo
he menor a efficacia do mesmo medicamento nas Ite-
morrhaglas internas, como saugue pela bocea, ou
proveninente da bexiga, e sobrcludo nas hemorrha-
giasde ulero, queTazem a desesperaofio .dos mdi-
cos o o tormento dos doontcs. Nas instruegoes pra-
ticas, qge se vendem com o romedio, se vera com a
extensfio necesaaria a maneira de applica-lo e os
rasos om que convm. O prego do cada frasco he do
J.000 ris, o das nstruegos 2.000 ris. Os preten-
dentes dirijam-se rua da Madre-dc-Deos, botica
numero I.
Medicina universal.
Pillas vegetaes de James Morison.
A medicina vegetal universal he o resultado de 2o
annos de nvestigngocs do celebre James Morison.
Por meio destas pillas conseguio seu autor inn-
meras o aditiiraveis curas, desde as adecenes que
atacamascrianrosdopcito at as molestias enro-
nicas do ancifio.
A Kuropa saudou este remedio como remedio uni-
versal para todas asdoengas e ale boje anda nao
l'oi desmentido tal titulo.
Esta medicina vem acompanhada de urna receila
que ensilla c facilita a sua applicagilo. Consiste em,
lies proparagos a saber : duas qualidades de pt-
lulas distinctas por nmeros, o um po : cada qual
goza de modos eaecOes diversas.
Aspilulas n. 1 silo aperitivas; purgaui sem abale
os humores biliosos o vicosos, e os oxpulsam com
efficacia.
As de n. 2expulsan) com esses humores, igual-
mente com grande Torga-, os humores serosos, acres
c pnlridos, do quo o sangeso ach a miudo infecta-
do; percorrem todas as partes do corpo, e so cessam
de obrar quando teemlexpulsado todas as impurezas.
A Icrceira lueparagilo consiste om una limonada
vegetal sedativa: be apurativa, temperante o ado-
ganto : torna-so em commumeom as pilulas e hcili-
ta-lhcs os melboteseffoitos.
A posigo social do Sr. Morison a sua fortuna in-
dependento, repellen! toda a ideia de charlatanis-
mo: cus admira veis curas, operadas com o sou
svsloma no collegio de sade de Londres, silo mais
que garantes da olllcacia do sou remedio.
Hceoiiiinenda-seesta medicina, que nopede nem
reaguardo de lempo, nem de posigo da parto do
doente,a lodosos que, atacados do molestias jul-
gadas iiH-uiaveis, se quizerom dosenganar da sua
virlude. ,, .
Oxala qucahunianidadefccheosouvidos aos in-
teressados em desacreditar estes remedios tilo sim-
ples, Ifio commodos c 19o verdeiros.
Vendom-se smente cm casa do nico e verda-
deiroagenleJ. 0. Elstcr, na ruada Gadea-Velha ,
n. 29.
Nesta h.ja vendew-se pannos finos, pretos ede
cores, a -2,500, 3,000, 9,500, 1,000, 1,500 o 5,000 rs.; o
muito fino, prova de limao.a C.000, 7,000 e Sf rs.; se-
tint n.acaomuito superior, a 4,000 o 5,000 rs ; sedas
decores, a 1,000 rs.; lencos brancos grandes com
bico cm volt, a 610, 800 e 1,000 rs.; ganga azul, a
80 o a 100 rs.; orna grande porgo de chitas do edres
lisas do l4n ICO rs-; e outras multas pechtnchas
novas que avistados Iregue/.es so faro patentes.
Vende-se ferro da Suecia ; folha de t landres ;
cobre para forro de navio ; dito para caldeireiro era
porgos grandes e pequeas : na rua de Apollo, ar-
ma/em n. 6.
Vende-se cera em velas, de Lisboa muito su-
perior em caixolcs, sorlimento a volitado do com-
prador ; mercuriodoco, de Lisboa, em caixtnhas
de 3 e 5 em libra ; cal virgem em pedra de Lisboa ;
vinlio linio do Porto, em caixolcs de 18 garrafas:
na rua da Cruz, do Recife, n. 54, primoiro andar.
Vende-se verniz claro o prcto em barris ,
proprio para navios; cstanho em verguinhasf
chumbo sbrtido em lengol. na rua do Vigario, n.
23 casa de Russcll Mcllors & Companhia.
-- Vcndeni-so 191 pegas de cabo do Cairo: na rua
do Trapiche, n. 8.
I

if
i
i
MUTILADO


'
A
Vemdem-se 6 escravos mogos, do bonitas figu-
ras ; sendo alguna delles bons vaqueiros o nnri-
ros c que ufo teem vicios nem achaques : vciidein-
se para pagamento de dividas, c muito ein cunta,
por niloseretn de ganhadores: na ra da Concor-
dia passam'o a ncntezinha a dircita, segunda ca-
sa terrea se dir quem vende.
i\a loja nova do Pas-
seio-P ii Miro, ii. 17,
vendem-se cortes de Claudias para vestido de senlio-
ra os quaes teem merecido geral accilacilo cm
Lisboa. Esta fazenda he de lila, porm muito tina c
de ricos padres os mais modernos que teem ap-
parecldn. A elles antes que so acaben) porque s
custam o diminuto prego de 8,000 rs. Igualmente ha
urna pnrc.no de cortes decollles de velludo de cores
c de bonitos padrOes, a 2,560 rs. o corte ; bem como
um resto de cortes de cassa de cores, a 2,000 rs.
la ra do Crespo,
n. II,
vende-sc polo baratissimo prego de 3,300 rs. pe-
ga de rambraia de cores com 13 varas, muito pro-
pria para vestidos c cortinados de cama.
Casa da F
na ma esircia do Rozaro* n. (!.
Nesto estabeleciment acbam-se a venda as bem
acreditadas cautelas da lotera do thcatro publico
desta cidade cujas rodas andam no (lia 15 de se-
temhro. O cautelista espera que os sens fregueses
concorram a comprar o resto das ditas cautelas ,
as quaes se espera boassortes pela excedente es-
collia que se fez dos nmeros para seren divididos
cm cautelas. A ellas quesio poucas e boas. Piceos
os do costume.
AO BOME BAKATO.
Na nova loja de Francisco Jos
Teixeira Bastos, nos quatro-can-
tos da ra do Queimado, n. 20 ,
vende se panno prclo, verde, cor
de caf eazul, de superior qua-
lidade e por preco mais com-
modo do queem outra qualipicr
Na mesma loja ha um
lelo sorlimento de fazendas
por precos rosoaveis.
Casimiras clsticas, a f $00 rs.
o covado.
Vendem-se superiores casimiras elsticas pelo
barato preco de 1,000 rs. o covado; ditas muito li-
nas francozas, a i,aso rs. o covado; dita de su-
perior qualidade, elstica, muito lina, e preta a
3,500 rs. o covado : na na do Collegio loja n. 1.
i
da pello do diabo com 3 cvados e meia pelo ba-
rato preco de 1,400 rs o corte sendo da mais supe-
rioa que tem apparecido : na ra do Collegio loja
n. 1.
Vende-se urna morada de casa ,
na bica de S.-Pedro, n. 3 ( ao descer)
em Olinda feita u moderna cora cor-
nija 3 quartos, sala de detrs cozinha
fra : a tratar na mesma cidade, ra do
Amparo, sobradinlio n. fio.
Vendem-se pecas de madapolfiolimpo com 20
varas a 2,400 rs. e a seis vinlens a retalho : na
ra eslreita doRozario n. 10, lerceiro andar.
parle,
cornpi
A I #000 rs.
As mentores iuvas de pellica brancas c clsticas
na ra larga do Rozario, n. 24.
A setecentos rs. a
vara.
Na loja de Guimar"iesSeraliin & Conipanhia ven-
de-se brim trancado francez bastante encorpado
c de puro linho, pelo barato preco de 700 rs. a vara.
Esta fazenda se torna recommcndavcl pela boa qua-
lidade.
- Vendem-se caixas dech hysson de 13 libras,
cm porgos ou a retalho ; caixas de velas de es-
permacete de5e 6 em libra i na ra da Alfandcga-
Yelha n. 30, em casa de Mathcus Austin & C
Vende-se cal virgeth de Lisboa : no
eseriplorio de Francisco Severianno
Itahcllo & Pilho.
Vende-se a verdadeira farinlia SSSK
de raminho chegada no dia 5 do cor-
rente : a tratar com J. .1. Tasso Jnior.
nen achaques ; urna mulatinhado 12 annos; urna
negrinha dolOannos, propria para ser educada;
urna preta muito forte, de boa figura e de 38 a n-
nos por 260,000 rs.; urna dita de nacito que en-
tende do cozinha alguraacousa de moito boa con-
ducta esem vicios nem achaques, por 420,00.
Vendem-se taimas e pranches de
pinito da Suecia,as mais lindas que teem
apparecido neste mercado, propriss para
quem tiver bom goslo forrar suas sa-
las e assoalho, por nao terem n, e se-
ren de io a 3o palmos de comprido, as-
sim como americanas de i a 3 palmos de
largura ; cadeiras de pinho a polka, pro-
prias para tomar o bom fresco nos si-
tios, debaixo dos arvoredos. A ellas que
sao poucas, ao depois. nao baja descosto
de nao terem ficado servidos. atrs do
B
o
Vende-se o maior e melhor sorlimento
de corles de canibraia de seda, de ricos
padres; fil de linho liso e lavrado; cor-
les de chita de novos padrOes lingindo
seda ; Iuvas de pellica bordadas, para se-
nhora ; meias casimiras de bonitos pa-
pres para calcas; alpaca milito tina; cor- fr\
les de sapatOSa turca ; pannos linos pre- (v)
tos e de cores ; chapeos de niassa, trance- f&
zes da ultima moda : bem como um sor- ^*
tmenlo completo de razendas linas : ludo ffi
mais haralo do que cm outra qualquer
parle : na nova loja de Jos Moreira
I .upes & Companhia na na do Queima-
do, nos qualro-caiitos, casa amarulla ,
n.29.
(.
Na ra doSarapstcl, cobrado n. 1C,vendc-se l QJ
casal de esclavos do servico de campo, por ii
800# rs., a pela lambem he lavadeira e vende- f
deira; e por 300/rs. um prclo do servico de JQ |
campo. Sjj
Vcndem-oe acedes da exlincla coin-
paitbia de Pernambuco e Paralaba : na
ra da Cruz n y, eseriplorio de Olivci-
ra limaos & C.
Vendem-se 6 escravas sendo: urna negri-
nha de 11 annos cen principios de costura c lava-
j iiilo : las pelas, que engomniam e cozinhaui; 3
pardas nina de 17 minos outra de 25 e a outra
com cria e bom leile : no pateo da matriz do S.-An-
tonio sobrado n. 4, se dir quem vende.
Lindos cortes de
cassa-chitaa 33OO
No Alcrro-da-ltoa-Visla n. 10 primeira loja de
fazendas indo da ponte vendem-se cuites de cas-
sa de muito bonitos padtes, a dez patacas cada
corto.
Vende-se enmar, pixuri e sarca-parrilha de
superior qualidade e muito nova viuda directa-
mente do Para pelo ultimo vapor, em pequeas e
grandes porces : no armazcm do llragucz, junio
ao arco da Conceigflo ou ein casa de Manoel Duatlc
Itodrigues na ra do Trapiche n. 26.
Vende-se superior panno lino preto, de orello
branco a 5,000 rs. o covado ; dito muito lino cor
de caf, a 4,800 rs. ; merino prelo, de superior
qualidade o muito fino, a 3,500 e 4,000 rs. o covado :
na nova loja da esquina da praciuha do l.ivramcn-
lo n, 1, que fui de Joo darlos.
Vende-se urna arntaefio para boticario, ou
droguista corrida de 70 gavetas o em bom estado :
na ra Nova, n. 50.
- ,,^,;,<.;.-:,v
Vende-se cera de carnauba de muito boa
fi! qualidado, tanto a retalho como em poreflo :
j! na ra das Larangoiras, n. 14, segundo andar.
i
PiWPPil'PPPIIwwlWPPwWWWWW"
Vende-se um tanque quo leva 50 pipas de li-
quido todo de amarello o com travesso de si-
cupira.o qual so podo desmanchar etornar-sc a le-
vantar. Dorser todo de cunhas e nao precisar ca-
lafeto nem pregos o he proprio para mel por
ser muito seguro.: na ra de Apollo n. 27, primei-
roandar, a fallar com Manool Antonio da Silva
Molla.
Vendem-se barris que foram do oleo do Ii- temnasuanova loja de miudozas da ra do Colle-
nhaga, proprios paraazeite dococo.ou decarrapato: _0> n 9) botes de retroz finos, para farda, gran-
na ra larga do Rozai io, n. 36. dos e pequeos; assim como tranca para as mesmas;
Vende-se umpreto, proprio para o servico de rjqussmos botes de varios padres, de retrOzese-
theatro, armazem de Joa'quim Lopes de
Al.iicida, caixeiro do Sr. Joo Matheus.
O anligo barateiro,
campo : na pracada Independencia n. 40.
Vende-se muito boa qualidade de bichas prctas
por prego commodo : na venda que foi de Manoel de
AzevedoMaya no Aterro-da-ltoa-Vista, n. 44.
No Aterro-da-Boa-Vista loja
ii. 78, vendem-sc
sapalOesdo bezerro para homem a 1,600 rs.; ba-
huszinbosde pinho. com ricas pinturas, a 480 ,
640, 800, 1,000, 1,280, 1,760, 2,000 2,240 e 2,560
rs.; litas de seda sem pona para enfeites de tou-
cas para meninos ; marroquim a 1,600 rs.; cou-
ro de lustro ; bezerro inglez ; bonetes de velludo ,
de panno o do outras qunlidades, para meninos;
sapalospara senhora a 1,000, 1,120 e 1,200 rs ;
botins de bezerro, a 3,520 rs.; titas do retroz de
todas as cores,
Que pechincha!
Na nova loja do Alerro-da-Boa-Vista n. 78, ven-
dom-se bonetes para homem a 500 rs.
Ka loja de .1
leiio Bict'.'a
*
ttencao!
Vcndcm-se superiores chilas francezas, de vara de
largura e de cores lixas a 280 rs. 0 covado; dilas
linas, escuras e decores lixas, leudo algumas que
servem para luto a 5,000 rs. a peca ; nicios chales
de cassa de quadros a 440 rs.; corles de lanzinha,
para senhora com 15covados, a 3,600 rs. ; panno
preto fino para pannos de pretas a .1.000 rs. o co-
vado; chales de lila e seda inuilo linos, a 5,500 o
7,000 rs.; zuarle de vara de largura a 240 rs. o
covado ; cortes de cambraia lisa muito fina c com
ii varas o meia a 5,000 rs. ; superior brim tranca-
do pardo, de puro linho a 640e!)00 rs a vara ; di-
to umarello muito lino, a 900 c 1,000 rs. ; dito
trancado de linho branco, muito superior a 1,000,
1,280 e 1,600 rs. a vara; chadrezes de linho para
jaquela a 400 rs. o covado ; riscadintua trancados,
240-rs. o covado ; hamhuigo do linho, a 260 rs. n
vaia .meias para senhora a 240 rs. o par ; e outras
muilas fazendas por barato prego : na ra do Col-
legio, lojan. 1.
Cortes de pello do diabo, a
1,400 rs.
Vondcm-se superiores cortes da fazenda chama-
osc W a noel Von-
,Biin na do Cres-
po n. lt, esquina que vira
para a rua das Cmzes,
vendem-se os mais ricos Chapeos do seda, para se-
nhora de mui ricas cores, e prximamente che-
gados de Tranca.
Vendem-se aos centos e a retalho, bichas de
Lisboa c hamhuiguczas : lambem se alugain e se
vilo applicar para conimodidade dos pietcndentes :
na ruada Cruz no Recito n. 43.
Vendem-se tres lindos moleques de 18 a 20 an-
nos sendo un delles olDcial de alfeiale e eozinhei-
ro ; um proto do35 anuos, ofllcial de sapateiro; 2
pardos, um bom carreiro, e o oulro de 16 anuos,
proprio para pagem ; duas pardas, una de 20 an-
uos com habilidades e a outra de 12 annos, pro-
pria para se educar ; 4 prctas de 20 a 30 anuos com
algumas habilidades ; duas negrinhas de ti a 19an-
nos, com principios de habilidades : na rua do Col-
legio n. 3, segundo andar, se dir quem vende.
POTASSA
Vende-se a verdudeira c superio
tassa da Russia a mais nova que existe
no iiiorcado : na rua da Cadeia do Beci-
e, armasen) n. ia, dcBallhar & Uli-
ve! ra.
Lotera do Kio-de-Jaueiro-
Vende-seum resto de bilhclcs inleiros da oitava
lotera a beneficio do thcatro da imperial cidade
de .Mctberoy ; os quaes vender-se-h!io por menos
do que se tem vendido para acabar antes quo che-
guc o vapor: na rua da Cadeia, n. 38 loja de cam-
bio de Manoel Comes.
Vende-se superior polassa nova : na rua de
Apollo, armazem n. 18.
Vendem-seescravos baratos, ta rua das
&
Na ruadas Agoas-Verdes, n 46
veiidcm-so, por precisfo duas escravas de nacSo,
que fazem todo o servico de urna casa, e nTo sfo
viciosas, por 800,000 rs.; duas molccas do 12 a 15
anuos, por 820,000 rs. ; umaescravade 30 annos,
qje boa lavadeira, por 180,000 rs.; urna dita para
engenho, por 250,000 rs. ; um bonito o excellente
pardo de 18 annos, e que he ptimo pagem; dous
escravos de nacfio de 23 a 24 annos, por 800,000
rs. ; um bom escravo de iiaco Angico de 30 an-
nos por commodo prego ; 3 moradas do casas nos
A Togados por preco muito em conta.
- Vende-se a srmacSo enllocada na loja n. 14 da
.ua larga do Rozarlo, propria para qualquer esla-
helecimenlo por ser em urna das principacs ras :
a tratar ua mesma rua u. 16.
Vende-se una venda ua rm da Roda, defron-
le da cocheira do Sr. Pessoa ; no pateo do S.-Pedro,
n. 10.
Vende-se um bom escravo do nacflo por pre-
cisflo pois o seu dono se relira : na rua do No-
gueira.fn. 19, segundo andar.
Vendem-se400 c tantas oitavas de piala vclha,
em pecas miudas : ao p dos quarteis, n. 8.
Ji'cndeni-se, por muito commodo preco Jus
armarios de pinho sendo um repartido para rou-
pa branca e papis, e o oulro com arranjos para
guardar roupa de panno, dependurada, ambos
quasi novos c com Techaduras ; um pistn Tran-
cez em muito bom estado, e dos mais aliados
que teem apparecido ; um diccionario do Constan-
cio quasi novo ; una casaca de panno prclo nova;
urna sobre-casaca de panno verde-garraTa com
| gola de velludo, lambem nova por sabircm largas
a seu dono : na rua da Cruz, no Uccife, n. das
6 as 8 horas da manhfia e das 11 as 3 da tarde.
-- Na rua da Cadeia do Recite, n. 48 armazem
de James Ryder &C. vende-se chumbo de muni-
cie.em bom sorlimento; dito em lencesje es-
tanto cm verguinhas.
--Vende-se (landres em folha cm muito bom
sorlimento : na rua da Cadeia do Recite n. 48, ar-
mazem de James Ryder & C.
Vcndcm-se, para o inalto duas pretas de 40
annos, pouco mais ou menos por prego commo-
do : na rua do Pilar n. 107.
__Vende-se sag de primeira qualidade gom-
ma de araruta ,tapioca do Maranhio c cevada, por
preco commodo : na rua das Cruzes, n. 40.
da, c mesmode metal dourado para casaca; assim
como retroz de todas as cores, a 120 rs. a oitava ; e
outros muitos objectos o galanteras que se vendom
por prego commodo.
Vendem-sc 7 escravos, sendo:
um moleque peca, de 18 annos, e outro
de 12 ; dous bonitos pardos, de 16 a 18
annos, sendo um delles bom sapateiro,
ambos proprios para pageos; um pardo,
de 3o annos pouco mais ou menos, c de
todo o servico de casa e campo ; nina
parda da mesma idadc,quecoze soffrivel-
mente, lava roupa e faz renda ; e um mu-
latinbo, de 7 annos, proprio para andar
com criancas em casa : no rua do Cres-
po, loja 11. a A, s dir quem os vende.
Vende-so um moleque crioulo de bonita fi-
gura proprio para engenlio por ser muito 'robus-
to o sem achaques, de 16 annos pouco mais ou me-
nos : na rua do Queimado n. 11 A.
Vende-se umaescrava de 16 anuos com bo-
nita figura que lava bem do sabflo o .cozinha o din-
rio de urna casa : no pateo da S.-Cruz, n. 8.
Vende-se um cabra muito lindo o corpulen-
to de 18 annos, ptimo paro pagem, que
est acoslumado a lodo o sorvigo de campo,
e na"o tem vicios ; dous escravos muito mo-
laos, oque silo habis para todo o servico;
3 escravas mogas com algumas habilidades :
na rua do Vgario n. 24, se dir quem
I vende.
Escravos
Fgidos.
Vendem-sc
pe-
ricos chapos do palha N para senhora,
com enfeites c sem elles ; creps de
todas as cores ; os mais lindos cortes de
cassa de seda, que teem vindoao mer-
cado ; Iuvas de pellica, de meio brago e
curias com enfeiles c sem elles para
senhora; sapatos francezes', do setim
branco, do luslro eduraquo prclo pa-
ra senhora ; lioizeguins dito ; lindas
mantas de seda ; longos de seda para
pescogo de senhora ; e outras muilas
razendas de gosto : na rua Nova n. 8,
loja do A 111:11 .il.
Vcndc-se urna parda sadia com habilidades,
o que lio muito boa cozinheira doceira de toda a
qualidade de fructa o tambem de massa, e cose
chao : na rua de Ilortas, 11. 90.
Vende-se um pequeo sitio sem pensfio de foro,
l.arangeiras, n. 14, segundo andar: 2jcom casa detaipa por acabar, 110 lugar da Capunga-
J' f molecotcs ,- de bonitas figuras ; um bo-1 Nova o qual divide com duas estradas, sendo urna
' nito prelo do. 25 annos; um dito de 26jaquovai para S.-Josodo-Manguiiiho : tratar no
annos por 450,000 rs. ; um pardo com I mesmo sitio com seu propietario, J0S0 Salgado
Quicio de pedreiro de linda figura e' de ptima 1 de Castro Acciol:
conducta ; um dito carreiro, de ptima conducta; 1
dito com ofticio de sapateiro, sem vicios nem acha-
ques, este Iroca-se por una preta que seja moga, e
nao seja achacada ; um prclo de nago, nonio lorie,
por 400,000 rs.; um dito por 250,000 rs.; urna pre-
ta de 25 annos, que cose muito bem sem vicios
feSSF.
Vendem-se meias baricas de farinha dcSSSFde
raminho no caes da Alfandega armazc m 11. 1, do
Guimarffef.
Desappareceu dcsla praga, no dia 2 do corrento'
urna preta de nagflo, de nome Catharina, altura
regular, secca do corpo, cara redonda ps c mflos
pequeos, olhos lambem pequeos, barriga em-
pinada e nadegas saludas para fra ; levou vestido
de chita rxa ja desbotado panno da Costa azule
novo .corridocom duasordens de matames pelas
pontas; andava vendendo azeite decarrapato em
lia mires com pratoc lampa quebrada,e levou maist
pralinho tambem de (landres na mflo. Quem a pe-
gar leve 110 pateo da S.-Cruz, n. 6, que ser gene-
rosamente recompensado.
-- Fugirram na noite de 5 para 6 do corrente do
engenbo l.imoeirinho, da freguezia da Kscada, co-
marca de S.-Antflo, 2 escravos pretos, um do Ango-
la de nome Joilo lio corpolenlo, bem barbado ;
representa ter 30 a 35 annos : o outro criou'o do
nome Joaquim, alto, secco, sem barba cara redon-
da olhos brancos ; representa ter 18 a 20 annos;
o primeiro foi escravo no Cear ,e comprado no
Itccifc ao Sr. Madoel Ignacio de (Miveira l.nbo, o o
segundo he do Ico, e foi comprado tambem no He-
cife ao Sr. Manoel Pereira l.amego. Pcde-se a todas
as autoridades policiaes capitfles de campo e qual-
quer pessoa que os encontr o favor do os levar ao
dito enhenho ou no Recife na rua do Queimado,
11. 6, que ser generosamente gr^lificado. Adver-
so que os dilos'escravos forilo montados o cavado,
um em cavallo rugo-pombo e o outro em cavallo
augo pedrez : ambos os cavados com ferro.
Roga-se encarecidamente as autoridades poli-
ciaes, capililcs decampo e qualquer pessoa dopo-
vo a apprehensao de urna escravo, de nome Thereza,
de nagflo Relilo, bstanle alta de bonita figura ,
rosto redondo ; tem as cosas acalombadas com
signaes artificiaos ; he bastante ladina ; levou dous
vestidos um de chita rxa e outro de chila azul de
quadros niiudos, e panno da Cosa com listras lar-
gas, brancas, encarnadas e azues. Esta preta j ven-
den fazendas quando escrava do Sr. Jos Saporili.
Quem a pegar leve a seu senhor, Manoel Paulo Quin-
iela na estrada dos Alllictos, ou a rocolha a cadeia,
que ser recompensado.
Kugiram, uo dia 6 do corrento do Caluc i
escravos sendo um preto de nomo Antonio e una
escrava crioula, de nome Barbara escravo he de
boa estatura secco do corpo, cCiv preta; tem un
signaldequeimadura na inflo direita o lambem
as pernas, que ainda stflo frescas. A preta he bai-
xa grossa do corpo, cor bem preta. Quem os pegar,
ou delles der boa noticia ter boa recompensa le-
vando-osao mesmo lugar do Catuc ao seu senhor, I
Joito llytera. Quem pegar o escravo deve saber on-
de existe a escrava pois sahiram juntos..
Fugio, na noite do dia 8 de setembro um pre-
to crioulo de nome Jos, de 40 annos pouco mais |
ou menos alto, cheiodo corpo, bem barbado; le-
vou camisa de agodflo de listras azues, o calcas
tambein azues chapeo de couro. Ksle escravo veio
da cidade do Ico, remeltido pelo Sr. Victorino Pin-1
lo Nogueira ao Sr. Joflo da Cunta Magalhaes para
aqu ser vendido. Roga-se as autoridades do centro,
ecapiules de campo, que o apprehendam o levem
rua do Passeio-Publico lojasus. 9 e 11, de Firmi-
anno Jos Rodrigues Ferreira que gratificar com
generosidade.
PEHN,; KA TTP, DEM. F.DE rABlA.*1847-
"\

MUTILADO


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