Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08530


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Full Text
,- r.itlO pu!'lic'-e todo* os rilas, que nio
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fHtbliCiir:n>.
|I|1ASES DA VK NO MEZ DE ^OSTO.
PARTID\ DOS CORREIOS.
Boiannae Pan.livha, s ejnndnesexlas feir....
Hio-ll'.nnd-dn-Norte quinos fciras ao meio-.lia."
('al.n, Sefioliem, llin-Kormoso, Poito-Calvo e
Hacera noi.',ii: cli de cada mez.
(ara ilmiu e Bonito, a 8 e SS.
lina-Vista e Plores. > l)t II.
Victoria, s quintas fciras.
Ulinda, todos os das. % .
. PIlEAMA.t DE HOJE.
Primen, s 10 lio? 0 minutos da larde.
Segunda, s lo horas e 30 minutos da manha.
. DAS OK SEMANA.
ma. i. Gaudenciu. A" 1- do dos o.
, .io'.doc da?v. rtn J M da ". v.
S. Tero. S. Ravm indo -Non'i. ,i.d Uo.l civ 'da t. v e do I, de paz do 5 dllt. de '..
1 yuarla- S. Egidio, Uid. d.. do r.iv !v
- rto J. de paz Ho 1 dijt. de t.
2 Quinta. S^Ejto.So. *ud. doJ.dc orp.i.e
do.l. municipal da I, Vari.
1 SesU.S. Kufeini.i. lud do } dociv. da I.
v.edo J. * Saubailo. S, Candi la._ And. do J. do civ.
da I, T. do J de pai'do 1 dist. de t.
., Domingo. Nossa Senllora da l'enha.
CMBKMKBtASJ D8 AGOSTO
Cambio sobre I.ondre 1M d f.U *'
, j'.nsJ...,, por franco.
, Lishn.lOllO '.'-' V,
l.le.d,|.-ttr,.rfelK .rm-a... .'
Sro-Onca heJpsn!. das -*""
rle4<" "OV.. ",
r de ifOlio.....
frua l'.itacej .......
a Pesos colii'iiiiares.
Ditos mexicanos ..".
- Miud.i
;G*iO0 n |fl#*o<
gjpu.i a 0s2
: a l#9tt
ilusa a ifso
l|jn,1 a 1*8"
||90 a UW
\wo,d.cmp.do lle'lwVil.edeSOlOOO ra.ao par
EXT5M0R.
ITALIA:
FNfYCI \CK DO 8S. PADRE PI IX. A TODOS OS PA-
TIARf;ilAS, PRIMA/ES, AllCEBISPOS E RISPOS.
( Conctusdo. '
Impenliai lamben todas as yossas faculdades, vc-
nrraveil irmflos, nfim de quo os deis sigan a carida-
,)(. procureni a paz, e fielmente executom o que o
-nrVladeea paz persuadem; pira que, inleiramente
xlinctas lodnsas dissences, initnizadcs, emulaces
e odios, Iodos se amera eom mutua caridade, c ani-
mados dos mosmos sontimentos e opiniOes, todos
unnimemente sintam, digan e saiham o inesmo em
lesus-Christo Nosso Senhor. Pondo lambcm a maior
vdiritudeem inculcar ao povo cliristflo a dey.da o-
liedicncia o sujo.ic.1o aos principes eas autoridades,
ensinando-lhe, conforme a advertencia do apostlo,
ili nu lodo o poder veh de Dos, que aquellos que
resistero s potestades resistan a ordenaeflo de Dcos,
eattrahem a condemnacao; e que por isso ninguem
pod nunca, som peccado, violar o prcceito de obe-
decer as mesmas potestades, menos quo se mande
ilfitima cousa que seja emposta s IcisdeDeos c da
~ l..mo, porm, pora dtipr (asiduamenteo culros a
obwrarem a piedade e o culto de Heos, nada concorra
mait do que a vida e <> exemplo daquelte que se dtdicu-
ram ao ministerio divino, (2) c como pela maior parte
o povo eostume ser tal quaes os sacerdotes, perrcila-
mente conheceis, venciavcis irmflos, pela sabedona
miovosbepropria, qtiedevcis pflr summo cuidado
e diligencia, alini de que a gravidade dos costumes,
a pureza da vida, a satitidade o a scienoia rcsplande-
ram no clero; a disciplina ecclcsiaslica se observe
rom toda a exactidilo, conforme o que dispOem os
sagrados caones, e onde esliver em apatimento se-
ia restituida ao scu antigo esplondor. Pelo que; como
miii'n bem sabis, importa que1, conforme o precei-
lo do apastlo, em extremo vos acautelis do impar
lignramrnte as m3os a alguem, e que so iniciis lias
sagradas ordens, e admitais ao exercicio dos santos
involerioa aquellos que, diligente c escrupulosamen-
te 'experimentados, pelas sitas conbecidas virtudes e
sabedoria possam ser do utilidade e decoro as vossas
rioceses, e abstendo-se de ludo o que lio vedado aos
clrigos, applicando-sc aoestudo, a exhorUcao, ao
entno, sejam o exemplo dos fiis na conversaco, no
modo de tratar com o prximo, na candude, naje, na
castidad, (3) a lodos inspiren vetieraco, iiislriiam,
exciten o inllamnicm o jpovo na doutrina da rail*
gi:1o christla, porquemelhor he sem duvida, como ruin
sabiamente adverteo nosso predecessor Benedicto
XIV, de iminortal memoria, harer menos ministros, mas
probos, mas idneos euteis.do que mu tos que de nata
ralham para aedificaco do corpo de Canso, que he a
igreja. (4, Tamben ftd ignoris que lio do vosso de-
ver examinar com.o maior diligencia, principalmen-
te os costumes o a sciencia daquclles a quem M
commetle a cura e goveruo das almas, para que oi-
les, como liis dispensadores da multiforme graca
do Dos, com a administracjio tos sacramentos, com
aprgacaodadivinu palavia, e com o exemplo as
boas obras, sem'inlcrrupcno. apascenlem e .soccoi-
ramo povo que Ibes foi entregue, instruam-no em
lodosos precciios e mximas da rojigiBo, ooconil"-
/am .ao caminlio da salvacflo. Sabis sem dtiTida que
com parocbos ignorantes ou negligentes >
deveies, os costumes dos povos prompUmenlo v. o
decabindo, a disciplina ebristmt se relaxa, o culto.ta
religi.lo se desprende e desarraiga, o fcilmente se
nlrodnzcm mi igreja lodosos vicioso corruplellas.,
Prii que, porm, a palavra do Jicos, que b
igreja, afim os auxilios divinos, para satisfazerem os gravissimos
encargosddse.u ministerio, mas tambetn applacar
a Deose tbrna-lo propicio ao povo cbrislSo.
Como, porm, de nenhuma sorte escapo vossa
sabedoria, vcneravcislrmilos, que se nflo podem for-
mar dignos ministros da igreja seuo de clcrigo^ex-
cellenlemontoadiicados, c quo a csia cducagilo esta
inlieicnte urna ellicacia que so estondo a todo o de-
curso da vida, empenliai mui especialmente todos qs
esforcos do vosso /.elo episcopal, alim de que os cl-
rigos adolescentes desde os mais lenros anuos sajam
perfeitamente educados, assim na piedade a solida
vrttide, como as lettras e sciencias maioi es, prin-
cipalmente as sagradas. Pelo que, nada vos deve
ser mais charo, nada mais imprtenlo, do que com
todo o zelo ediligencia fundar seminarios, so anda
ilfoexistom, como decretaran os padres do Treuto,
TI) ou ampliar os j fundados, se fr necessano; pro-
ve-los de ptimos reitojose meskes, e observa-los
continuamente com a maior alleucio. para quo os
mocos clrigos ahi sejam santo c rehgiosamento.e-
ducadosnote-'iordeDeoso na disciplina erclesias-
tica.e diligente c perfeitam'cnlc-instruidos, sobre
tud. as sciencias sagradas, conforme a
* .!___. U,.. II I,, I,, I'
doutrina
espirito ecclesiastico e bem -instruidos, possa.n a
mente com voscoappliear-nos com todas as figas
a defender o propagar a f call.olica para tara do
Dos, c a salvar as almas, pelas quaes, se nece*.irlo
for, estamos dispostos a dar a propr.a-Vida ; vm e,
irmOos. nos vo-lo oedimos o instantemente roj,a-
denaros prgadores da mesma palavra divina, que,
ponderando alternamente o gtavissimbdever do seu
cargo, reliyioSissiifiamenleexercamo ministerio c-
vangelico, n'io com os persuasivas palavras da hu-
mana sabedoria, nflo com o profano apparato e ata-
vos de urna cloqueiicia vfla c ambiciosa, mas em de-
wnstraco de espirito e de virtude, para que, tratando
devidanienle a palavra da verdade.e pregan .o, nao
a si mesinos, poim a Jesus-Chrislo ciucilicado.com
magestade c .esplendor de discurso, clara e nantes-
tamente apnunciem aos povos os dogmas e prcceitos
da nossa santa religiSo, segundo a doutrina da igre-
ja calholica e dos padres; expliquen cuidadosamen-
te os deveres peculiares de cada un, inspiren a lo-
doso Borrof aoscrimes, e oS.iiiQarnmem na piedade,
alim de que os liis, sauthivelnientn instruidos e re-
luimados pelo palavra de lieos, fujam dos vicios,
pratiquem as virtudes, e assim possam evitara pa-
lias eternas, e alcancar a gloria celeste. Segundea
vossa pastoral soliciludc e prudencia, admoestai e
exhorta! assiduanwnt todos os eccIcsiasticBs en
ceral para que, considerando al(Jiilamnpte*o mi
lorio que recebera m no Senhor, cumpram todos|
a maior diligencia as obrigaces do seu cargo, amem
oxlrcmosamenle o decoro da casa de Dos, armii-
(iiicm-seaoiar sem intermissao, e com exactidilo
reeilem-as horas cannicas, segundo o prcceito da
sn lempo cultivar cuidadosamente 0.campo e
rosamente pnlejar as batalbas do Senhor Como, po-
rm, estojis bemeertos que a pa instituido, dos
exercicios espirituaes sum.namc.ile concoruii para
se retere conservar a dignidadee a sautidajeda or-
den, ecclesiaslica, e.n virtude do vosso zelo episco-
pal applicai-vos sen intermissao e com todo o es-
rorco a una obra Lfio satutar, o nunca de.xeis de a,l-
nioestaraquolles que foram chamados a heranca do
Senhor, exhorlando-os a rotirarem-secom freqaen-
cia a um lugar opportuno onde facam esses exerci-
cios, alim deque, postos de parte 08 MifedMKlfr
nors.eapplicandD-sccom maior fervm a medla-
cSo das cousas ciernas e divinas, plmuquem-sc da.
manchas contrahidas no conU.clo com o> mum o, re-
novem o espirito ecclesiastico, c, ^V^^^
home.m volho com as st.as aecnos, se inrim<>i;
vo que foi criado em just.ca e santidade. -^ "s te-
mos demorado um pouco mais noque iMWH
instri.c?aoo.lise.plina do clero, n..o "OijmMO
molesto; poissem duvida nao ignoris que ha mul-
los homens, que, aborrecidos da variedade, incons-
tancia emulahilidadedoserros, csent.ndo a neces-
sidadedeprofessaiem a nossa santa rehgulo, tan o
mais fcilmente serao rodu/.iilos, com o auxilio de
lieos, a abracar e venerara doutrina, os precoilos, as
mximas da mesura religiBO, quantp "fm
ano o cloro leva vantagem aos domis liis n.i pio-
dndo, na inleireza, na sabedoria, no exemplo e es-
plendor de todas as virtudes. ; V
Pelo uue vos pertence, charisssimos irnmos, mo
duvidamos que todos vos, abrasados em ardento ca-
ridade nara com Dos o os homens, inllammados em
summo amor pela igreja. adornados de virtudes qua-
si anglicas, armados de episcopal fortaleza c pru-
dencia animados de um s e o mesmo santo desojo,
MKOhdo as pisadas dos apostlos, c imitando a Je-
siis-Christo, exemplar do lodos os pastores o de quem
sois enviados, como coiivm aosbispos, fetos pela
pcrfeita concordia de pareceres, exemplar do reba-
ulio com sincera virtude, Iluminando o clero c povo
lid com o resplcndor da vossa sanlidade, c condoen-
db-vos con entranhas de misericordia d'aquelles que
innorameerram, maneira do pastor ilo evangelho
amorosamente procurareis as ovellias desgarradas e
perdidas, iris em seu sogu.me.ito, econduzndo-as
.0S vo.-sos hombros coip paternal alTcclo as ro,luz-
reis ao aprisco, e que nenhuma diligencia, neiihum
arbitrio, ne.Hl.um trabalho om.tDe.s para quo vos
seja i osmvoI cumprir com a mSior exactid-.o todos
os tlevores do ministerio pastoraI, defon,ler do furor,
da violencia o das riladas dos lobos arrebatadores as
orcinas remidas com o preciossimo sangue de
Christo, i*ovellaaque nos sao charas, e eslflo com-
eid.'s ao vosso cuidado, afasia-las dospasU*.en-
venenados e conduzi-las a l'astagens saluta.Q.s. e,ja
o seu respectivo poder, vinde
que conhecerdos que necess.tais do soccor10, do au-
xilio, da defesa da nossa autor.dadc e da mesma
Milito-008 Blma na vcr.la.le a caperanca. de que ns
principes seculares, nossos ehW5*
sus Christo,recordando, pela Ma piedade BMiJiao,
quo irrnodo mundo, mat lambem mm esp^,atmcnte pata
defesa da igreja {l., e quo nos, defendendoa causa du
igreja, lambum defendemos a do seureino e da >ua con-
serraco, para que pacificamente gozem da autorutade
do seu eminente posto (2:. lulo de favorecer os nossos
comii.uns desoos, designios o- cuidados com o seu
socorro e pode'r, sustentar, a liberdade o mcolu-
midade' da mesma igreja, pa que tambem o scu
imperio seja defendido peladoxtra do (.hristo.J).
para que ludo islo prospere c folizmentc se vo-
riflquo, conforme os nossos desejos, clicgueino-nos
conlra.tamonte, vencrave:s irmos, ao tluono da gra-
ca, e unanfmes na humildadc do nosso coraefloobse-
ere.ioscom fervorosas -preces e sem intcrmibsilo ao
pai das misericordias c Dos de toda a conso ac.,
que pelos mereeimentos do. seu unigeint.i hilse,
digne de enriquecer a nossa indigencia com a abun-
dancia dos dona celestes, de desarmar con. a sua om-
idado,
.loaos en os, gozo, da tilo desojada tranqu
baja um rebanho e um pastor. Para que, Pn, o
clemenlissimo Senhor mais fcilmente nclino o
es e annua aos nossos vo-
lt) Ad Romn. XIII. 1- > _
(2) Concil. Trid. Scss.. XXII. Cap. 1. de Ro-
formot.
i) Bened!'0XIV. n pist. Enofcl. ad omnes epis-
copos, cujus niliumWprmum.
(5) Ad Hcbr. 4. 12.
dososerrs, e arrancados todos os vicios
Seute, a f, a rel.gia, a piedade, a v.r.ude por lo-
um eaila VEZ UiaiorCS II
anden digia-
a'a parte recebain cada vez maiores incicmeiitos, e
dOS aposto-
Bmallvoqueia tambem o principe
os a auom o mesmo Christo entrego.. B chavea do
re o d s coos, e constituio podra fundamental da
sua.gre a, contra a qual nu-ca podarlo prevalecer
as portas do ioferao; invoquemos a Sa ....lo oa
hpslolo doSan-Pfidro, ; invoquemos DuloMtodM
os sanios que estao gozando nos cos corta c da
palma da victoria, alim de que impet.e.ii paia
christao a suspirada abundancia
aiiiiuncio de
todos os
iieiihor da
lodo
da divina
o povo CliriStaQ a ua|i.....
propiciac.lo.
Por ultimo recebei, como
dona .elostes que vos augurifh.os, e como .
nossn aruentissima candado para com-vosco, a han-
apostlica que do intimo do co.aoao anioros al-
mamente vos laucamos, a vos, veneraveis irmaos, .
!. 'los os liis, assim ecclesistieos como seculares
cnl.egi.es vossa dircccr.o. u.oiln
Dado e... Roma e.n Santa-.Maria-Maior, no da 9de
novembrodanoodo I8c, prfmeiro do nosso pon-
lili,a,l- (VosdaReligio)
retractacao servo de exordio a um communicado do
Sr. Alvaro/ Muoz, en quo se cpntirma completa-
mente qi.anto disse a Razla para deixar bem segu-
ra a repUtacBo do Sr. ministro, e para provar uuo
mo tii.ha contribuido do maneira nenhuma para
que foseem fucilados os dous facciosos de ISurgos.
A loviandadec.im quoosjornaes progressistMM-
miltein nas stn.s columnas i.na a invenco, por in-
crivel quo soja, coulrihuoe.n grande parte para des-
acreditar a imprensa do nosso par/, o nriva-la da
auloriilade que llie compelo. Esta rotraclacilo, que
lulo he a primeira quo teom Indo os nossos colle-
gas prog.ossistas, he milito mais ridicula pelo arde
soguraiira con. q.ie.tinliam sido follas as aivusacoes,
epeloes'tvlo bombatico do artigo em que vinham
eslampadas aquellas aCOUSaCOo. lie louvavol a re-
tractacao de boa lo, quando se alanos o conhoc-
inento do erro ; poi.n seria bom aflo promover a
ocoasilo de se retractar, e que sena fcil do obicr a
Btioii.se lin.itasse a escrever a veidade.
dem, 93.O nosso coirespondoiilc de Itordeos
remette-uos copia da caita que o ni seguida inseri-
mos, 8 que Circula ..aquella oidade entro os emigra-
dos, nos quaes ten. feito profunda impreaaBo. Pa-
rece ser escripia por pessoa inlluenle, ou pelo me-
nos bem informada da div.sao que existe entre os
carlistas. t
lio como segu a referida carta ; amaul.aa 'are-
mos as rellexOes que nos suscita este documento.
Estilo bous os partidos na llespanha '.
l'aris.sdejulho. o bom notne do partido a quo
pertencomos, a humanidade e a religiilo quo profes-
samoa, nos obrigam a deseobrir urna maldade do
muita transcendencia, posta e.n jogo pela naOBO
foCCfloquo le/ abdicar Callos V, para desacreditar
0 a.i.ilillar o ooi.de do Moiitemoli.i, e para expor a
morloos loaos realistas como TrisUny, Ros, Anto-
lin, Arnais.olc. Sabo, pois, quo Mntenlo!.i publi-
camente disse que nlo tinha aulorisado u ninguem
i ara levantar guei i ilhas em llespanha ; e ou assim
u croio, porque possuo muitossegredos acerca aes-
U, enredo inloinal, os quaes nao leiiho publicado
pela mprensa, para que Mu. e o su paitidinho nao
vSo diier a Montomolin que a ciuisa so perdeu em
cousequencia das minhas revalacdea.
Repito, eslou persuadido de que Monlemoln
qBo den laes aulorisaqOes por osle, motivo : o se-
nhor A..... de Londres, o quando anda all nao es-
lava Moutemolin, ja se intitulava secretario de S.
M., e expeda, em seu real nomo, ordens a Anto-
lin, Ainaiz caos da Calaltinha,. cujas autonsacOes
mil lodo vos as datas .lestes documentos expe-
didos em Londres, que naquelle lempo nao eslava
Montomolin em Londres, o perguatai a A..... quem
oaulonsou para isto, e tambem para mandar cartas _
demerces, em nome de 'Montomolin, a varios legi-
limislas francc5.es-que facilitaram fundos E posso
ssegurar-vos que A.....nao recel.eii para cousa
nenhuma. aulorisacBo de Moutemolin, mas snn do
coitos individuos que desojan que o partido carlista
se lance arpna para lin. que nflo devala ignorar.
PergunUi a Garca quo levou a autorsac-lo a Ar-
uai/., quem foi que Ih'a deu, e soxstava enUo ah
Munleniuiii. A.... acha-so aclualiucnto em Madrid
com o pretexto de tratar de negocios particulares,
porm, i^lo he falso; A.....servia a ordens do briga-
dero Lacario o nao a Moutemolin ; e.g.aeas aos pas-
sos que. desles, de combinaeao commigo, aestalio-
ra loria corrido muilo sangue dos infelizes carlis-
tas que acredilaram nas su as ordens do A.....oclu-
iros.
HKSPANUA.
MADRID, 2 D ILHO.
tle se toiom atrasado alguna
ciroularam uestes .lias em
Em cousequencia
enrreios da Catalunha, -
Madrid 08 mais extraordinarios boatos I ns davan.
o'principado sublevado enj inassa a lavor do conde
de Montomolin : outros alhrmavam que o
sistas tinhan
unSS^lizni^le
atrasados vcio
i
progres-
conseguido desarmar as nrlncfpaes
por ttm linhani conseguido tri-
nis deisandoas obras das trovas,
nenlconiohlhosda luz, agradando aDeof.mJo-
olefrucilicandoem lodo o genero de boas obras.
Eootre graviasimaa angustias, ambaracos e par -
Los uuo aflo inaeparaveia do vosso mu. oneroso n.i-
nstenoopi copal, particularmente oestes lempos,
ama s vos alarreis, mas eonforUi-vos no M'nl.or e
naelicac^dopoder.iaMUolloque, olhando lado a -
{", nlqucPeslarnosob.gados acombaler pelo
seu nomo, approva os que obrara espontnea-
mente, socorre os que peloja..., coro., os que
Como, porm, nada seja para nos
nada maia jueundo, nada mais dig-
i lud
a lodos vos, a quem
vencem (2).
ro'dc feVdesej'a'd'o" do qe'com to.o o adecto, con
seibo e socorro ajudr-vos a lodos vos, a quen
amamos nas entranhas de Jesus-Chr.slo, e junla-
IV, Concil. Tridenl. Sess. XMII. Cap. 18. de Re-
6(9}*S. Cyprian, EpisL 77. ad Nemesanum et ce-
teros marly res.
consolar os alllcios, veio eir, aspe-
an cas aos Iludidos, e veio desmoronar o edincio
engenhoso creado pola imagmaeflo dos mvenlores
dela0nos"a parte podemos dizer que as cintas que
recebemos da Catalunha pintan, satisfactoriamente
estado daquelle paii. Os facciosos Onnlinuam a
receber repetidos desenganos; os povos naoll.es
presta... auxilio nenlium ; e os proprios callistas
principia.il a conessar que se baten, por desespero,
e para tentar que se gencral.se o mov.mc.ilo, que
reinitan mallogrado. .
Lmqiianto houver algumas partidas em campo,
nao .levemos eslranhar que nao ebeguem oscoricios
con. a devida regula, idade. A neccss.dade de v.rem
is torna necossariamento mais lenta a sua
Ksta consilleracao deveria ter bastado para
nucos jomaos e o publico so abslivessem do aven-
t
> Como presidente que fosles da junta de Castel-
a, pela influencia que todos nas Castellaa, e em
odoo parlfdo realista, .levis, apenas esta receber-
I
todo ..
des, escrever a todos os amigos para que nflo se oi-
xein seduzir, c di/era Arnaiz como eu Iho digo a-
KOra noi'.lra carta que Iho ose. evo que se retire, so
mo q.ier sor victima como Trislany porque nflo
defendetn senOo os Interessns de A.....e dos sous a-
a Para que possais tasar uso desla carta publi-
cando-a e fa/endo-a encolar, vai ella por n.un assig-
ii,ola.
!. RecommendaeOea a lodos os amigos, etc.
,. /' S. Dizei a Chazo, Cu.bolado, o ilen.a.s ann-
"os- nuenflose movam emquanto mo receberem
ord.n directa de Moutemolin ; pois elle, e.n cousas
quo oii.te.o.viam, escreve todas as cartas pelo seu
propriopuuho.. lmdo)
escoltados loma
marcha.
^a. am diacoe.s assus.adoras quo po podem ler
fundamei lo nenhum. Esperamos que nao succeda
S para u roturo; e que antes de perdermoa
tamco con. commentarios sobre noticias de tanta
gravidada esperemos alcancar a seguranca de que
S'''dem--o'^co de hontem conten, una retraclacao
.las cousacoes iniprndenles que lancou, ajnda nlo
ha omito* das, contra o n.....slio da guerra. Esta
(1) S. Leo Epiat. 156. al 125. ad. Lconem Au-
(V'ldem Epiat. 43. al, 34. ad Theodosium Au-
guslum.
(3; dem ibid.
fha.m;a.
PAItIS, II Dfi'JIMIO.
I emos no Moniteur Algerien de 5 do juiho :
llonloni, pelo meio-dia, fundcou e.n Algeraes-
quadra de evoluedes as ordens de S. A. R.Mr, o Prin-
cipe de Joinville.
., O inarechul governador geral apressou-se a ir
cun.pri.nentar o principe, oqual veio para trra pou-
co depois lio mc.n-dia, voltando para bordo pelas
seis horas da lardo. ...
i. Espera-so que a esquadra se demorara muitos
dias em frente de Algor, equo S. a. R, visite algu-
mas vezas a nossa cidade. Os leitos do arenas de
Tnger odoMogadouro o teem lomado popular na
capital de Alger.
O misino jornal.da as.noticias saguintos da
Kabylia :
Keceberam-so noticias da columna commanda-
da pelo general Gentil : sflo de dala de 2 do junho.
Naquella poca, aca.npava em Kafredjola, depois
de tor receido pela marcha nSo smente os respei-
tos de todas as tribus novamento submeltidas, mas
tambem o primeiro semestre dos impostes, para o
Ique alias se Iho tinha dado um mez do espora. Tudo
se tena exoculado sein excep^ao uo prazo marcado
: i
I
"I


MUTILADO



_
,

Todas as beslas de carga rcquisitadas foram forne-
oidas.
'i A tribu dp Rpni-Yala, que na oroasio da pas-
sngein da columna se tioha contentado em conjurar
a tempestado por ilguiis rouipimcnlos equvocos,
enllocada em oirounistancias dse pionunciar fez
sua stibmissfto completa.
O iranio de Rel-Kassem, Ou Kassi, veiocumpri-
tnentar o general, e I'oz-lhe conhecer que reiuava o
fflaior ftocpgo tambein ho valle de Sahanu.
Acolum.ni do tancnte-gencral Beileau tinha-tio
poslo rm movim'pnto sobre Sutil', depols de ter pas-
sado odesmadeiro de Felaye, c nfio onconlrava op-
posP.fio alguma. As (ropas da diviso do Algor cn-
traram, segundo todas as apparencias, para 7 0118
do corrento.
OMnnileur Algtritu publica os documentos sc-
guintes.na sua parle ollicial :
> Colonos da Algeria! Lancai um golpe 'de vista
para a proelamaeo que vos dirig em fevereiro de
1841, minba tlegada frica, o veris que exced
multo o prngramma que me liavia trocado. Eu linba
dito que somente abandeira da Franca devia fluc-
tuar em Algeria ; d.uas veles o emir tem sido repri-
mido em Marrocos, e o nosso dominio se calende ao
paiz dos rabes desde a Ironlcira de Tunes at a de
Marrocos; desde o mar at 120 ou LlOlegoas no pc-
qiipno deserto. I
finalmente que tire centralisaclo de Pars tudo o
que pode ser-llie tirado sem compronietter ares-,
ponsaliilidade ministerial. 0^ negocios se fardo com
mais lapide/., o a frnuxidn da sua marcha he'o ni-
co lado lieiii fundado as queixas amargas quo lo-
do.-- os das fazeia ouvir.
" Eis-aqui o que pode influir 110 vnsso futuro; mais
larde, quando vos ti verdes engrandecido, quando a
vossa soriedade estiver assentada em bases largas,
qpando Oyeres bastante fortuna para pagar impos-
tos, ter cnegadoo momento de pedires instituicOes
em harmona com o vosso estarlo social.
Estes conselhos nada lecm que deva fcrir-vos;el-
les so pelo contrario n prova do vivo interesse quo-
tomo por vos. Sbela que, durante o# seis aunse
mais do ini'ii governo, e tenho preferido serviros
vossos interesses autos, quo lisongear as vossas pai-
xOos eo VOSSO amor proprio. Para queeu fosso mo-
nos franco ao deixar-vos, seria nccc>saro que o meu
affeclo por vos tivesse diminuido, pelo contrario, o
futuro vo-lo provar.
ORIIENS r.EHAES.
Quartel-general tm Algtr, :iO de mato de i 817.
OITiciaes, sargentos e soldados do exercito de
COMMERCIO.
frica.
A minha sade e outros motivos poderosos me
'' u tinlia dito que seria colonizador ardenle : es- obrigarain a pedir ao re que me dsse um succes-
lendei vossas vistas para alm do circulo doAlgOl
vede essas villas fundadas ou levantadas das suas rui-
nas; vede as estradas, as pontos, os edpcios de to-
da a natureza, as calcadas, os cncanaiiu-ntos das
agoas, as aldeas queieom surgido, e dizci se nfio te-
mos feito na colonisaeo, no ineio de urna guerra
ardua, mais do quo havia direito de esperar em rasfio
dos pequeos nioios que teem sido postos a nossa
disposiefio.
Mas o que lie colonisador e administrativo sobre
ludo, lio a seguranza. Esta Vsa leudes; vos podis
viajar em todas as diroccoes Biseladamente at
(incenla leguas a mais da costa ; os rabes guar-
da m os eamiiihos por estacos de duas em duas le-
goas; estes vos oflerecem de noile um asylo seguro,
ese queris ir ao casal vizinho ah adiareis urna los
pilalidade generosa. As tribus fazom por si .nesuias
a polica, che muilo raro quo um criino ou delicio
fique apune. Polas mesillas rasOes o eominotcio in-
teiro do paiz vos esta aborto ;.so elle nao lie mais
consideravcl, dse isso aiiribuir-so aos millos da
guerra, ea coiisumirem poUCO os Acabes; mas el-
lo toude a augineular-se lodos os das pelos benoli-
cios da paciflcaclto. Oexercilo, para abrir caminho
a eolonisaefio, nfio cessa do Irabalhar senfio quando
he necessario lancsr nio das armas. Por toda a par
to elle ajuda os colonos com os seus bracos, coma
sua proteoefio, e com o sen orcamenlo.
< 1 As eausas da cuse Onanceira e industrial que aflli-
gcni particularmente Alger o o seu termo nfio sfio
militares nem polticas; porquanto nunca nos ro-
mos ISo poderosos, a nossa bandoira lie respailada
por toda a parte, c a seguraiica, pelo menos 110 pre-
sente, excede as nossas esperances. Essas causas es-
tilo nicamente nas especulares exageradas o irre-
fleclidas. Um tal estado de cousas nfio pode durar
visto que. nfio ha na siluaefio geral nial algum seri
o profundo. Alguna Individuos podcrSo ser victimas
de empiezas loucas; mas depressa se reslabelccera
o equilibrio; e, retomndoos negocios o seu esta-
do normal, vos entrareis no progresso moderado.
A minha sade o a'situando em que me tem col-
locado a opposicfio que experimontam as minlias
idcias nao me pcrniiltcui cticaiTcgar-ioc dos vossos
deslios, tu ped ao re quo modsse um suecos-
sor, o vou esperar em Franca a sua decisflo. .Mas es-
tai seguros, eu icarei sempre profundamente alfei-
eoado a obra pela qual lia mais de seis anuos cons.i-
grei todas as lincas do corpo c.do espirito: cuadvo-
garei os vossos interesses junto do governo o da
cmara dos dopulados; para o fazer com alguma
vantagem seguirei sempre com a mais viva altencfio
lo.las as pbases da vossa'cancira-. Tos nfio tendes
um advogado mais caloroso nem mais dedicado do
queeu.
Por osla dedicaefio, pelos smicos que vos lenho
prestado o que vos roconheceis, pela experiencia
que tenho dos vossos negocios, nfio tenho porven-
lura1 direito ao dejs;ar-vos, fazendo-vos a minha dcs-
pedida, de vos dar ulguns conselhos 1'
"A vdssn impaciencia, natuial sem duvida, mas
pouco refleclida, vos Faz, sem cessar, o em ludas as
colisas, anticipar a marcha do lempo. Vos quercrieis
ver improvisar ludo a um lempo, como se losse pos-
sivel fundar em alguns anuos, sobro um terreno,
um paiz a seniclhaiica da Franca : rslo s he obra de
'.rulos. I.ssa impaciencia nos torna inultas vezes
injustos para com os nussos administradores. Vos
altribuis quasi sempre aos governaiiles o*que nfio
Heve seratlribuidosenfio asdifllculdades'das cousas.
Lslas dillicuhlades raras vezes vos as meds; consi-
deris pouco o complexo geral das nossas,necessi-
dades, o nao vedes interesses que vos tocam de mais porto.
o Anticipando o lempo, os mais urden tes de entre
vos, c por ceno os mais irr<|teciidos,exigein a seme-
Ihanca completa com a Franca, isto he ludas as suas
instituicOes civis o publicas. Files as pedoni ssm
pensarem noquovssois e no lugar que oceupais
na carta do paiz. Vos nao sois mais que a quadra-
gessima parlo da populacfio que devenioseslabele-
cerpara utllisarmos da conquista o dominar os Ala-
bes, que so quaicnla vezes mais*numerosos que
vos; o o territorio que oceupais he apenas a ceios-
sima parlo da superlicie conquistada.
Fstas nianileslacOes.estai 8egUros,OfiO deixam 9e
ter perigo, como fcilmente se pode crer : ellas des-
viain os espirites das qu'eslOes fundamentaes do vos-
so futuro; falsilicam a opinio do paiz e das cania-
ras ; e criam oinbaracfis ao governo. Dizemjo-se
sem cessar quo o remeilio para os males quo experi-
mentis, para os obstculos que encontris, esta na
outhorga das insliluices civis o polticas da Franca,
uo he di|pr ao mesmo lempo, quo, dando-vo-las,
sor. S. H. uo me recusar um descauso que se tem
tornado indispensavel. Esperando a sua decisfio, eu
vou gozar de urna licenca quo me est.concedida do
ha longo lempo.
Como nosso eu separar-ine de vos sem experi-
mentaaprorundos pezares? Vos uo tendes cessado
de me honrar durante o espaco do seis anuos e meio
com urna conlianca quefazia a minha fi)rca c a vos-
sa. Me a unifio entre chele e as tropas o que torna
osexercilos capazos do fa/.er grandes cousas. Vos
as leudes fi'ilo. Fm menos de tres anuos duinostieas-
les os rabes do Tell, o lorcastes o seu chele a refu-
giar-se no imperio de Marrocos. Os Harroquinos en-
traram cuino na lula: vos os venccsles citi tres
combates e urna batalha. Abdel-Kader, entrado na
Algeria em I8V5, suhlevou quasi todo o paiz ; vos o
vencesles de novo. Ellolinha achadoaporo e recar-
gos no deserto; vos o soubostes esperar all mar-
chando Ifioligeiros como os rabes. Aprendendo a
arto de subsistir uestes paizes longinquos, aondo as
populacOes fugiudo nao deixam recurso ao toiico-
ilor, vos podestes bator vossos inimgos por toda a
parto nas planicies do Sahara como naainonlanbas
do Tell. Vos uo llies deixastes refugio algum, o
eis-aqui o como estabelccestes esse poder moralque
guarda as estradas o protege a eolonisaefie sem oxi-
gira vossa presenca coiistanti'. lie assim quo ton-
eles podido dispensar-vos de multiplicar os postos
permanentes, o que loria iiniiiobilisado una grande
"parle das vossas loicas o vos loria poslo em impo-
tencia de acabar a obra da conquista.
A grande llabylia servia de refugio e de espe-
ranca aos vossos adversarios. Um perigo permanen-
te eslava all suspenso sobro as vossas cabecas. (I
simples rumor de urna expediefio tem bastado para
VQ8 siibinelter o oeste da cordilheira doJurjuraj e
por Ires combates VOS leudes domado esses foros
iiionliinhezes do centro que se gloriav.im do nfio te-
rem sido submollidos por algueni. O leste no'vos
resistir.
o Mas o que uo deve honrar-vos menos aos olbos
daFranca do mundo, he o teres comprehendido
desde os priuieiros passns, que a vossa larefa era
multiplicada ; que uo bastava combater e conquis-
tar; que tambem era preciso utilisar a conquista.
VOS leudes achado glorioso saber manejar as armas e
os instrumentos 1I0 trabalho ; leudes fundado qua-
si todas as estradas quo cxislem; leudes construido
puntes e nina niuitidfip de cdilicios militares; ten-
drs creado iibleias e Icrdades para os colonos civis ;
leudes loteado as tenas dos cultivadores, demasia-
do Traeos para as rolearom por sitfiesmos; tendda
le i lo prados, semeado campos, erecolhido os fruc-
tos; tendes mostrado por isto que eris dignos de
ter una boa parle no terreno conquistado, c que sa-
bor i eia do mesmo modo cultiva-lodo que fazc-lo res-
peilar dos vossos inimians.
Fxercilos.ha que li'empodido inscrcver em seus
aiin'ie.s balalbas mais nienioraveis que as vossas :
porm nfio ha um s que lenlia dado lanos cmba-
les e execulado tantos irabalhos.
O que vos tendes feito, soldados, .saliereis fazc-
lo sobre um nutro chelo que uo seja cu : a patria
c o ni o espora ni assim ile vos ; nunca seris Burdos
as suas VOZes.
ic Kinquanto a mim, retirado nos meus lares, o
meu ponsamonto sor sempre dirigido para vos; se-
guir-vos-hei nas vossas marchas penosas, nos vos-
sos combates, nas vossas oflicinas, o serei sempre
venturosos orgulhoso coiti os vossos succssos.
.1 o 111 a rechai govern'ador-geral da Algeria, Uuiiup
de LYilg.
AI (andera.
RENDIMENTO l>0 l)IA 3t........... 10:090,983
Dttnarregam h'ije, t." de ftembro.
Sumaca F/or-de-Angclim fumo.
Sumaca Santo- Anionio-dc- Padua charutos.
Rrigue Palriceus bacalho.
Brigue-Nelie- Uaihilde mercadorias.
liaren l.igeifa idem.
Escuna Galante-Mara-- idem.
HENDIMENTO NO MEZ DE-AGOSTO DE 1847.
Direitos de consumo..........v. 135:652,952
HccxportaQo, ) por cento. .,..,.... 5*,428
Expediente dos gneros do paiz, *porc 45,745
Kxpedieritedos gneros com carta de guia,
5 por cento................... 121,650
Armazeiiagem de mercadorias....... 555,788
Premio dos assicnados, 1/2 por cont. 1:655,458
Multas............-.......... 6Q9.786
Emolumentos doccrtidfles......... 6,320
Rs.
138:70,127
0 escrivo da alfandega;
Jacome Gerardo Mara Lumachi de Mello.
uo ha necessidado do vos conceder oulra cousai1
Nlo lia publicistas que teem escriplo multas vozes
quo para fazer prosperar a Algeria bastava una Ici
poltica em tresarligosi'
Ah Se as gentes que se fuzem vossos orgfios com-
prehendessom bem as vossas necessidades, ellas nao
estragariam o crdito, que a populacfio civil deve te-
na melropole, em pedir cousas por tal modo Iluso-
rias, que anda mesmo quando tudas vos l'osseui con-
cedidas, noaplanariain nenhunia das dilliculdadcs
que vos inslani. Estas dillicuhlades so da natureza
das cousas ; eslao nos rabes, no clima, nas mise-
rias que rodate os primeiios passos da agneultu-
ra'; as liberdades nfio teem sobre islo podi algum.
Ped, pois.a mi patria que manten ha o eireciivo
do ex( rcilo ; que ailople um vasto svstema de colo-
msac.io civil fiiuliiar; augmente asallocaccs para
es nossos Irabalhos pblicos de primeira urgencia
i< ORDEII SERAL 1-ABA O.EXEIICITO li MitiMii,
(i Quai tcl-general em Alga; 5 de junho de 1847.
Nao apartar-me-hei da trra de frica sem tcste-
munbar o meu vivo reconheciinento marinh real,
sem assignalai de novo ao oxercito c a Franca
glande parle quo os inarnheros teem Jomado 110
complemento da grande empieza que nos eslava ron-
dada. Se habiliiaiinente uo tem podido combiiter
com hosco, lom facilitado Os nossos succssos, pro-
vendo as nossas necessidades de lodo o genero e
multiplicando as nossas loicas pela rapidez com que
as conduziam de um para mitro ponto. Esta missfio
de paciencia e dedicaefio ellesa teem preenebido com
um zelo, com um ardor, quo ordinariamente nfio
so sustentados senfio pelas aecOosas maisbrilhan-
les da guerra. Todtvra chamada urna vez a lomar
parte na lula, a marmita conduzia-so do modo que
era de esperar da sua a miga fama; o Tnger, Ro-
gador, a lizerain entrar em parlilha de glora com o
exeicilo de Ierra.
. 11 fe em nutras paragenseem nutras pocas amari-
11 ha prestou Bervicos maja brrlbaiilo, nunca ella os
prestou mais constantes, mais dliceis, mais dedica-
ilos, nem mais uteis. Longo lempo se linlia acredita-
do que as costas da Africji eiam iniiilo perigosas para
seren frequenMdas no invern ; os uossys navios a
vapor demonstniram o contrario poruina longa pia-
la,1. Kilos 110111 um so instante estiveram em descan-
so. Por toda a parlo onde havia alguma necessidado
a satisfazer, ellcs corran] sem consultar a estaeo,
08 ventos: nenio estado domar. Assim podemos
niaiinlieiros gloriar-so das sympalhias goraes do
oxercito e dos cidudos da frica, assim como po-
den) estar seguros da alta estima du governador-
geral.
marocha!, governador-geral da Algeria assig-
nado) Mam-hu Duque ck I.'lsfy. t
{Cunsltlutionel.)
[Diario do Governo,)
IMI'OKTACAO'.
Desfondes escuna ingleza vinda de Londres cn-
Irado 110 mez prximo passairb, consignada a
Chrislophors&Doiialdson, manirestou o seguinte :
1 caixa obras do prata 1 dita oleados ; a llenr-
i lie Gibson.
60 barrrs salitre rofinado, 7 ditos azeite 2 ditos
sal de hepson, 2 ditos lingoas, 3 ditos presuntos,
larrica moslarda e frutas em conserva 7. cai-
xas queljos i barricas hervilhas, 1 dita garrafas de
alcaparras., 1 caixa e urna barrica com conservas,
I barrica molhoe moslarda, 1 .(lilajarros do sal, 1
lardo loucinho 2 caixas pianos, 50 barricas e 10
caixas cerveja 8 caixas vinliq, 1 dita perfumara ,
escovas ecutelerias 1 dita miudezas, 44 toneladas
de carvfio do pedra fi barrisoleo ,5 quartolas e 2
harris ago'ardente 145 caixas ago'ardcnle; a Cbris-
lophers & Donaldson.
100 barricas graxa ; a James Crabtree & Com-
panhia.
1,200 harris plvora ; a S. Corbett.
450 harris plvora ; a E. Smitl).
102 barricas cerveja ; a F. Robilliard.
18 harris vinbo ; a ordom.
360 barra folha de cobre 50 caixas folha de Flan-
drps ; a A. V. da Silva Rarroca.
10-hatricas cerveja 4 quartolas vinho 1 caixa
bonetes de renda 1 dita miudezas e artigos de al-
godfio, 1 dila dous cortes de vestidos, 1 dita
livros c papis, 1 dita una prensa de copiar,
urna dita miudezas o ferragens 2 ditas mcius de
algodo ; a Fox Rrotber J & Compendia.
Ligeira, barca porlugueza, vinda de Lisboa, cu-
liada no inez de agosto prximo (indo, consignada
a Francisco Severianno Rabello & Fillio, manifostou
o seguinte :
30moiossal, 64 pipas vinho tinto, 3S barris dito
hranco, 15 pipas vinagre, '2 meias ditas dito,' 1 bar-
ril dito, 03 ditos vinho tinto, 3 pipas dito hranco, 25
harris azeile, 2 caixas livros, -2 barris toucinho ; aos
consignatarios.
I barril vinho branco ; ao padre Joaquim P.afael
da Silva.
31 podras de cantaria lavrada; aos liiembros da
commisso da igreja matriz da Roa-Vista.
80 pipas vinho tinto, 26 barris ditodilo, 26 ditos
dito branco, 1 caixa mercurio doce ; a Manoel da
Cimba Guimarfies Ferroira.
30 barris cal virgem, 1 dito vinho tinto, 1 dito di-
to branco, 1 dito vinagre, 1 Vacca com cria, 1 pa-
nella massa ; a Joo Pinto de l.ctnos & Filho.
1!) barricas cera em grume, 1 caixotinho velas do
cera ; a Jos Pereira da Cunta.
1 barrica linhaca, I dila rosas, 1 fardo fiordo mal-
vas, 1 caixa diversas drogas, 1 dita hcelas de car-
io ; a Vicente Jos de Id ito.
13 voluntes drogas; a Jos Maris Goncalves Ramos.
1 caixote livros; a Miguel los Aires.
20 barris vinho, 2 Tardos capaxos, 1 vmbrulho ; a
Augusto Cezar de Ahrcu.
1 caixa doces, 4 latas peixc de escabeche, 3 gaio-
las com pombos ; a Polycarpo Jos Layme.
r sacco feijfio, 1 barrica bolacha, 1 frasco doce ; a
l'cnnas.
1 caixotinho diversas fazendas; a Uernardino Jos
Montoiro.
L embrulbo ; a Manoel Caetano Soares Carneiio
Mon'.ciro.
3 chapeleiras; a Miranda.
500 molhos de ceblas; a Joo Antonio Gil.
"00 patacas ; a Manuel Ignacio de Olivcira.
1 periquito ; a I). Mara Augusta. ,
20 harris azeito doce, 10 barricas cora em grume,
40 barris vinho branco, 5 pipas dito tinto, 25 bar-
ris dito dito ; a Thoiaz de.Aquino Fonseca.
2 caixOes drogas, 1 barril niel, 1 dito lio de mar-
ital, 3-fardos pellica, S ditos sumagre, 1 sacco fei-
jfio ; a Domingos da Silva Teixcira.
"> meias pipas vinagre; a l.uiz Jos deS Araujo.
1 caixa drogas, 1 barril linhaca, 1 caixa brochas;
a Antonio Pedro das Nevos.
1 barril niel, 1 dito linhaca; a Manoel Elias de
.Moma. .
i caixotesmercurio, 1 dito precipitado rubro, a
ditos garrafas d'agoa de Inglaterra; a Jos Anto-
nio Raslo.
1 caixote 2 bracos do batanea ; a Paulo Jos Alves
da Silva.
1 barril vinho tinto, 1 dito vinagro; a Vicente
Thomaz dos Santo. '
1 barril vinho tinto, 1 condeca o 1 caixote calca,
do, 1 caixa bichas ; a Manuel Lima.
1 caixote papel pautado para msica^" a Joilo Jo-
s da Cruz.
62 canastras hlalas, 27 barricas cevada ; a Ltiij
Jos da Cosa Amorim.-
30 caixas toucinho, 19 barricas farolo, 5 pipas vi-
nagre, 10 meias ditas dito; a Antonio Joaquim ,jl
souza Ribeiro.
I barrica flor de sabugo, 1 dita rosas, 1 dita m,i-
cclla, 1 dita cevada-, 1 caixote potes de louca brinca
4 funis de barro branco, 1 dito brochas, 1 pacote flor
de papoulas ; a Pimenta & Cruz.
14 pipas vinagre, 30 canastras batatas ; a Oliveira
Irmos a. Coinpanhia.
1 caixole sementesdehortaliceja Joaquim Xavier
Maia.
1 caixote vidros d'agoa das Caldas; a Jofio da Cos-
ta Lima.
i'alriceus, brigue inglez, vindo de New-Casliste
enfrailo por franqua no dia 31 do prximo passiid
mez, consignado a Me. Calmont ftCompanhia, rna-
nifestou o seguinte :
2,267 barricas com bacalho, 184 caixas com dito <
aos consignatarios. '
Consulado.
IIENDIMENTOOODIA 3f.
Cera!.......-.
Diversas provincias.
409,590
37,078
446,668
RENDIMENTO NO MEZ DE AGOSTO DE 1847.
Consulado de
7 p. c.
2 .

20:340,345
1,200
33,018 20:374,563
fra do im-
Ancoragem para
perio................
Ancoragem para dentro do im-
perio................ 498,369 2:509,936
2:011,367
Scllo 0X0.
Ttulos .
400,800
3.200
"Certidfio. .
Siza de 5 p. c.
15
Depsitos existentes.......
Divertas provincias.
Dizimo do algodo da Parahiba
Dito do assucar das Alagas. .
Dito do dito do Rio-Grandc-do-
Norte................
404,000
20,200
54,000
377,941
-1*1 -' _
23:740,640
4:310,309
185,399
428,210
2,175 615,784
28:666,729
Depsitos restituidos....... 965,660
l'eruainliueo, 31 de agosto de 1847.
O administrador,
V01J0 Xavier Carneiro da Cunha.
.Hoyment (io "orlo.
Atavo sahido no dia 31.
Liverpool pida Parahiba, barca ingleza Gumbeilani,
capitfio David Power, carga assucar.
Oec la rages.
25 barris azeile, 10 barricas cevada, 20 barris
phouticas, 15 barris paios, 15 caixas toucinho, 4 pi-
pas vinagre, 4 ditas vinho linio; a Machado & Pl
nliciro. .
593 molhos ceblas, -2 caixas queijos; a Francis-
co Lucio Coelho.
1 aaixa retroz; a Mendos & Tarrozo.
4 caixas rap; a Joo Jos de Carvalho Moraes.
H saceos herva-doce, 50 barris vinho branco,53 Ji-
los toucinho, 43 ditos-cavallas, 1 dito postas de sa-
llo; a Firmino Jos Flix da Rosa.
1 caixole cun um braco dobalanca; a Antonio
Marlins de Carvalho.
O arsenal de guerra precisa' mandar imprimir
quatro mil papeletas e quatro mil altas : queir. dis-
so so quizer cncarregar, comparega na sala da di-
rectora do mesmo arsenal, das 9 horas da manhfia
as duas da tarde do dia 1. (hoje) do prximo
futuro, alim de ver os modelos, e se fazerem os
convenientes ajustes. Arsenal de guerra 28do
agosto de 1847. O amanuense, Joodo Ricor.doda
Silva.
O arsenal de guerra compra seis cadeiras com
assentode palbinha; urna sinela de bronze, domeia
arroba ; 6 livros 0111 branco de 200 folhas de papel
pautado ; 2 pares de castices de casquinha; 60
mantas de lla ; 100 pares de chinelas rasas ; 60 pa-
los de 1* do pedra ; 24 ditos pequeos; 30 tigelas
de dilu ; 24 ditas pequeas ; 12 huios de p de pedra;
30 casaos de chicaras ; 8 manteiguiras pequeas;
12 copos grandes de vidro para agoa ; 24 urines de
p do pedra ; 4 bandejasde folha de ferro ; 30 co-
beres para cha ; 4 bacias de rame pequeas, do
3 libras ; 100 talhcros, completos ; 6 chalciras de co-
bre eslanhadas ; 30 panellas de ferro, sortidas; 2
fogaroirus do ferro, grandes ; 6 ditos pequeos, pa-
ra perfume ; 1 almofariz de bronze, do 8 libras, com
nio; 4 jarras grandes de barro, para agM ; 12
quai lindas; 16 ventosas; 4 ps de ferro ; i^nxa-
das ; 3 saca-rol has ; 4,068 varas do brim liso; 12
ditas de madapolfio ; 176 covados.de chita de cober-
la : quem taes gneros quizer fornecer, mandara
sua proposta, em carta fechada, e as amostras, a di-
rectora do mesmo arsenal, al o dia 1. (hojej de se-
tembro prximo futuro. Arsenal do guerra, 28 de
agosto de 1847. O amanuense Joo Hicardo tl<*
Silva.
10 pipas vinho tinto, 50 barris dito hranco, 20
ias pipas vinagre ; a Manoel Comes Louroiro.
1 barril vinho linio, 1 dito dito branco, 1 dito
vinagro ; a Angelo Francisco Carneiro.
1# pipas vinagre, 25 barris vinho tinto, 5 ditos
palos, Sdiloscliouricos, lOcaixas toucinho; a Nas-
cimoulo & Amoiim.
1 barril vinho Unto; a Manoel dos Santos.
l barril vinho tinto; a ordom.
Contratos a ctlebrarem-t* com a tnesouraria das rendas
procinciaes no corrente me; de selimbro.
DIA 25.
Oda continuaefioda obra do caes do Hamos, ava-
hada em ris 7:182,000. Os irabalhos far-se-hfio
deconformidadecom os riscos e ornamentos j jp-
provados; encetar-se-ho dous mezes depois de va-
lidado o contrato, e fiudai-se-ho ao cabo de sois
mozos. O pagamento roalisar-so-ha na formado
disposlo no artigo 15 do regulamenlo das arrcmala-
cOes. O prazo de rosponsabilidade ser do um an-
JiO, Ftxar-se, cnifin, o contrato com,aquello dus
concurrentes que por menor preco se compromcller
a fazer a obra.
DIA 30.
Odocstabelecimenlo do urna linha de mnibus,
que, na forma da lei provincial n. 191, facilite o
transportedestacidadea qualquer dos seus arrabal-
desea deOlinda.
Cadeira vaga de primtiras Itttrat.
A de Caruar, cujo concurso lera lugar no dia 9
de sclcmbl o corrente.
MUTILADO


4U
3
fcscravos apprehendidos pela policio.
Joaquim que declarnu perteneer a Joaquifl Mar-
mies de Santiago, o Jernnymo que dsse ser ilo pa-
dre Mig"?' J"1"!"'"1' vjK;,rin San-Mgwel- nns Aclim-se nayadeia desU cidade, escrito en-
tregues a vista de ttulos leeaes, aprescntados na
subdelegue'8 da freguezia do Recite.
Objectos que a reparlic&o das obras publica pretende
comprar.
Quim.e alquoires do cal preta ; 6 taboas de assoa-
Iho; I2lagesdffcantaria de Lisboa, com cinco pal-
mos de comprimonto e 2 de largura; 14 gatos do
bronze; 4 canoas de areia ; 40alqueires deca; e
680 lijlos de alvenaria.
THEVrROnPUBLICO.
DOMINGO,,5 DE SETF.MBRO,*
a beneficio do actor Antonio da Cunha, so represen-
ta um novo drama chegado do Lisboa, intitulado
O PADRE CASIMIRO,
ou
O GUKKRILHE1H0 INTRIPIDO.
Divididoem 4 actos e seis quadros.
Primoira parteAs aldoflas portuguozas.
Segunda
T^rcera
Quarta
Quinta
A morledo valento padro Casimiro.
--Aguerrilha do padre Mi moso.-
A junceflo dos partidos.
A entrada do barilo de Casal na ci-
lade de Braga.
A morledo general Macdonald.
Neste precioso drama far; o actor Santa-Roza a
parte de um donato, de San-Bento-de-Lorvilo, que
servia de balrsa no batalli.t da patulea da cidade do
Braga.Sen nome he Alfonso Melgaco.
Sexta
Pnhlicagao Littcraria.
PORTUGAL.
Recordacfiet do tmno de 1842, pelo principe Lichnonsky,
liadiizulo do alterado segunda edicao correcta e an-
nolada.
0 consumo rpido da primeira edigiio o "a sna
procura por muitas pessoas que ficaram sem ella ,
imluzio o traductor rcimpressTo d'esta obra cu-
riosa, quo contenta apreciarlo dos caracteres mais
notaveis do paiz, dos seus aconteclmentos polti-
cos monumentos e lugares principaes feita por
case principo prifssiano, quealli vinjou'no anuo
citado. Esta interessante obra, que contm 220 pa-
ginas, vendo-so por 1,000 rs., na ra da Cruz n.
7, segundo andar.
-Da-sedinheirB premio sobr penhores de ou-
ro e prata on bypolhecas em casas trras : na ra
BSlreit do Rozano, n. 30, segundo andar, se dir
quem ila.
Prerisa-se do um amassador que entenda de
cortar massa: na ra llreta, n. 26.
Pede-se encarecidamente a pessoa que compron,
ou por intermedio de quem foi vendida porG. S.
.S ,no da SOdnpassadu agosto, urna eserava moia
cabra de nome Ignacia, a bondade de se dirigir
praga da Independencia, n. 33, poissedeseja saber
olimque tove esta captiva. Igualmente so declara,
e protesta que ncnkum motivo occasiona o presente
annuncio sendo ter sido esta venda inesperada e
repentiua urna vinganca por causa do amores : quer-
so ao menos saber so a pobre Ignacio foi embarca-
da, ou vendida para o matto, contando a p.essoa
que tal noticia der com as I uvas de 5 a 10,000 rs.,
conforme o grao de certeza da nova.
SOCIEDAD!:
PHILO-DRAMATICA
v visos maridillos.
Para Lisboa o briguo portuguez Conceicdo-de-
Maria sabe impreterivelmente no dia 10 do corren-
te mez de setombro ; inda pode receber alguma
carga : trata-se com o capitulo" na praga do Conimer-
cio.Oucomo consignatario, Thomaz de Aquino
Fqnseca na ra do Vigario, n. 19.
Para a Babia sabe, o mais breve possivcl, o hia-
to Flor-dp-Recife, pregado e forrado de cobre, e de
boa marcha: quem nelle quizer carregar, ou ir de
passagem, dirija-se a ra do Vigario, n. 5.
Le So S.
Leililo que faz Joaquim Pinbeiro Jacome, de
urna porgiio de caixesde passas: no caes d'Alfandc-
ga, defronto doarniazem do Sr. Annes: boje, pelas
9 horas da mandila.
O corredor Oliveira far leilio, por ordem e em
prosenca dolllm. Sr. cnsul da Franca, o por coma
o risco de quem pcrle ncor, de 7 barricas comer,
50 caixas com velas, 99 ditas coni vidros, e de 392
garrafes salvados de bordo do hiato San-Joo,
mostr Jos Antonio da Silva, onCalhado por torga
maiordoniar na praia de Pilimb, na actual via-
gein que fazia deste porto com destino ao da Babia:
quinta-feira, 2 de seleuibro, as 10 horas da manlia,
no largo daalfandega.
Avisos diversos
O TRIBUNO N. 13
est a venda ao meio-dia na praca da Independen-
cia, ns. 6 e8, e n. 12. Este numero d urna ligio
fraterna, para que se nflo avilte Pernambuco; faz
alguns cumprimenlos a Harca de frigia, etc.,etc.,etc.,
vale o que pesa. Est infallivclmento a hora annun-
cioda, e se houvcrduvida he para mais cedo : dous
vintens nilo he nada.
' Quem precisar de urna mulhcrcoin muitoboni
leitc, e queja tom pratica de criaglo, dirija-so a ra
# Pajecisa-sc de urna mulber que saiba cozinhar,
e que seja de boa conducta, para ama, a qual s so
pretende pora cozinhar : no pateo de N. S. do Tergo,
n. 16.
Prccisa-se de uai prcto bom, para se ter effec-
livnmente.emcasa, e para trahalhar em um sitio:
quem oquizer alugar, ou annuncie para ser procu-
rado, u rija-se rua.Augusta, n. 60.
O Sr. doulor Lourengo Bezerra Carneiro da Cu-
nha morador no Pao-do-Alho faga o obsequio de
apparecer nesta praga na loja n. 10, a negocio (losen muito inlercsse.
l,ouis de Lucca relira-se para o Rio-de-Janeiro.
Quem precisar de una ama para casa de pouca
familia, dirija-se ao oilflo da matriz n. 14, primei-
ro andar.
__j'recisa-se de um honiem brasiloiro ou portu-
guez', que Icnba boa letlra e conhecimento para
pasaer a limpo nina eseripturagilo commercial :
iiuein estiver nestas circumstancias, entenderse
o.un Luiz Antonio de Sequcira, na ra da Cadeia do
Recife,D.2l.
Aluga-se, ou vende-sc um prelo : na ra Nova,
loja n. 58. Na niesma loja eompram-se sapaloes o
sapalos brasileos : sendo obra hem feita e de dif-
identes tanianhos pagam-se hem.
OSr. Antonio deSou/a Araujo tem una carta
na ra do Crespo n 3 viuda de Portugal da po-
voacSo do s.-Pedro-da-Cova.
precisa-sede un criado : na ra do Crespo, n.
14, primeiro andar.
Francisco Xavier das Chagas visto se adiar
ausente do deposito gcral a preta Iria, crioula avi-
sa a qualquer autoridado de polica ou capilao
[p campo quo pegando-a poder recolhc-la
a ;adeia desta cidade visto ja ter despacho do mi-
nero. O carcereiro poder receber epassar recibo--
O I."secretario avisa aos Srs. socios, quo hoje, pe-
las 6 horas da tarde,lia sessiio da sociedade.
Aluga-se o primeiro andar da casa da ra do
Queimado, n. 6, com commodo para pequea fa-
milia : a tratar na lujada mesma
~ Precisa-se de um feitorque trabadle, cntonda
de hortalicc, arvoredos e vaccas ; na Magdalena, os-
trada nova, primeiro sitio, o com o portiio de ferro.
-- Joaquim Jos de Oliveira Claseos embarca
para os portes dosul o-seu esCravu de nomoJoilo,
de nagilo Angola.
Rctrat'.s coloridos de dagucr-
reotypo.
Carlos D. Fredricks tem a honra de annunciar ao
respeitavcl publico,que, estando breve a seguir via-
gem para a corte deste imperio com os ltimos des-
cobrimenlos desta famosa arte, so se peder de-
morar fiesta cidade por mu curto espago de lempo
e por isso roga a todas as pessoas o particularmen-
te as familiasque estilo para relirar-se da cidade,
aproveilem-se desta bella occasifo para tiraren
os seus retratos de una mancira a mais perfeita quo
se ha visto.
O artista, paraque o publico conhega o mrito de
seus trahalbos.s pode dizer que na cidade do Marl-
nhao de onde se retirara ha 3 mezes) tirou mais de
tres mil retrato.
Retratos copiados c tambem se tiram retratos pa -
ra medalhas o allinetes. Trabalha-se com a niesma
fa'cilidadecom sol ou sem olio, das 9horas da ma-
nha asduasda tarde.
As pessoas que qiiizcrem podem ir examinaros
retratos que sempro tem amostra em sua casa,
na ra da Cadeia-Nova, n. 26.
Precisa-sc alugar um preto para andar com um
caixeiro vondendo pilo': as Cinco-Pontas, n. 63.
~ Precisa-so alugar un sobrado de um andar,
que seja grande o tenha quintal em as nris man
publicas do bairro de S.-Antonio ou Boa-Vista os
mesmoalgum sitio com bois commodos, sendo
no Hospicio Corredor-do-Bispo Estancia ou em
algun lugar muito perto desta praga: na esquina
"do Livranienlo loja de 6 portas, do Sr. Gabriel
Gongalves Lomba, se dir quem precisa.
Na ra Velha, n. 94, prccisa-se do una ama sec-
ca, para fazer todo o servigo de urna casa de pou-
co familia.
I'rccisa-se de duas ou tres prctas para vende-
rom doce pagando-seSOrs. por pataca de'vemla-
gem : tambem se aluga urna preta por 10,000 rs.
mensaes : na ra de S.-Francisco no segundo an-
dar .lo sobrado da esquina tio becco do Ouvidor .
defronto da senaria'.
Quem precisar de urna nflilhcr forra,#para ama
de una casa de pouca familia dirija-se a ra das
Cruzes, n. 12.
--Os Sis. l.uiz.Martins Pereira .Mananto Martins
Pereira e Jeronymo Martins Pereira queiram aiiniin-
ciar as suas residencias por oslafolha, ou-dirigi-
rem-se a ra da Mangueira da Boa-Vista casa n. II.
--Quem quizer dar 300,000 rs. a premio sobre
liypolhcca em una boa morada de casa, annuncie.
Aluga-se o sobrado de dous andares cin Fra-
de-Portas n. 83 com muito bous coinniodos pin-
tado o concertado ha poucq : a tratar na niesma ra,
n. 85, com Joio Marques Concia.
Na ra do Trapiebe-iNovo, casa n. 8, precisa-se
de urna mulhcrque saiba cozinhar.
Lourcnco Fernandos do Carino, eapitflo do
brigue portuguez Mara-Feliz doseja fallar com o
Sr. Firmino Ferreira' Leal na praga do Connnercio,
venda do Sr. Palmeira.
lotera dothbatro.
A venda dos bilhetes desta lotera que com tan-
ta rapidez segua, oque ilmsava supprquo as res-
pectivas rodasandanim lamhem rpidamente, vai
ollicnlo alu'uma demora tanto que depoii dn
ultimo .nnuuco pelo qual so designou o dia 27 do
correle, para o andamento das ditas rodas, bem
pouco adianlou-so a mesma venda exislindo, por-
tento um mo pequeo numero de bilhetes por
vender anda. Por esta causa que nSo est ao al-
cance do thesoureiro remover dexou este do fazer
effectivo o referido andamento no da acidia men-
sionado mareando novamenle o dia 15 do corre-
te mez de setembro para realisago desso acto ,
que s'e tornar infallivcl, seos inlcressados noste
jogo se propo/.ereni| como ho de esperar a eoadju
var o mesme thesoureiro nos meios do completar-
se a sobredifa venda.
Pcrdeu-se, da ra a pracinha do Livramenlo ,
ao meio-dia, um brinco roliso com diamantes:
quem o achou-, querendo restituir, dirija-so a ra
largado Rozario n. 30 loja deallaiate, que ser re-
compensado.
BOA GRATIITCACAO'.
LtlizGonzaga da Rocba dar boa gratiicagao a
quem pegar um escravo de nomo Miguel, Congo ,
muito condecido por Miguel do Gonzaga ; o qual
fugiodesdcl7do Janeiro do corrente anuo, de 38
anuos, altura regular, secco do corpo, dragse
pernas finas ; tem no p dircito um dedo por cima
do dedo mnimo; quamlo amia pueda por urna per-
a. Este escravo trabalhou mullos anuos nos lam-
pefles desta cidade o sabe-so quo anda alugado em
sitios dos arredores desta cidade ; bem como tiran-
do canoas do arela para aterro,- por isso que he
apoiado por alguem,a quem promolle-soajustar coti-
las (icios meioslogaes nilo indo cnlrega-lo : quem
o pegar leve a ra da S.-Cruz n. 5.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 34 da ra
do Trapiche, com cxccllentes commodos, varandas
de ferro adianto e airas; c bonita vista para o mar :
a tratar no annazeni da mesma casa.
O deiitita e sangrador, .
Jos Anacilo, tem a honra de annunciar ao respei-
tavcl publico, e especialmente aos seos fregueses e
amigos, que elle se acha proniplo para pralicar
qualquer operag3o pertencento a sua arte, para o
que poder ser procurado das 6 horas da mandila as
ti da tarde, em sua casa, na ra estrella do Rozario,
n. 7, junio a igreja.
O annuriciante toma a liberdado de declarar ao
mesmo publico, que a longa pratica que tem, de* 16
anuos, o tem habilitado a execular qualquer das di-
lasopcragOescpm toda a delicadeza operfeigao, mes-
mo peranto qualquer mdico ou cirurgio. Outio
sim, para obviar qualquer duvida, o mesmo annun-
ciante julga conveniente declarar aqu os pregos por
que se obriga a fazer qualqfier das opcragftes refe-
ridas; acrcesceiitanuo, que, quando o mandareni cha-
mar para esle lim, Ide dovero mandar a Indicago
do lugar a que he chamad i, nome da ra, numero
da casa, etc., vndo logo adiantado o importe da O-
peragilo que se quizer, alini de que vimlia mais
promptamonto : nao obstante, porm, lica livre a
ha quem quizer usar de generosidado depois de pra-
ticada a mesma operagito. Adverle tambem, que, seu-
do.chamado o indo ao lugar aoqual ochamarem, e
ah nao pratcando a operacilo, por nilo ser mais pro -
cisa, ou por alguma circuinstaneia independento da
sua vonlade, tem gando o seu jornal.
I'rccos das operares pralicadas nos batiros do Hecife,
lloa-Visla e San-Jos<:.
choreado um lindo sorlimonlo de
pranrlioes d<> piohq d Sutcia
de 10 a 3o palmo* de.coniprimento, pro-
nrias pira mu lido assoallioou forro de
-He
taimas c
bom ^osto, |>ois
esle mercado
prms p
casas, para queAl' liver
sSo as mais- lindas que a
leem vindo : a Pillar atrs do tlieartro ,
com Joaquim Lopes de \imeida, caixei-
ro do Sr. Jo3o Malheus. A ellas qe
se acahem.
U.S. Mawsoii, dentista bem
couliecitlo
iiesla provincia, tendo agota ciiegado da Europa a
leudo visitado as eapitaes d Londres o Pars, don-
do Irouxc os melhores objectos da sua prohssflo que
at hoje se conheccm, como novos instrumentos,
denles emais necessarios psra qualquer operagiio
da sua arte; offereee seus servigos aos Ilustres ha-
bitantes desta cidade conformo a sua tabella lixa,
c prOmeltc fazer todos os estoicos para agradar as
senhoras, ou genhoros,quo o qui/erem procurar,
das 9 horas da mauh.'ia ale as ;l da tardo na ra do
Trapiche no Hecife n. 4, segunda andar.
Catira ou t, donrador, na
ra Nova n. candieiros de gazeoutros, doura, pratea e Dronza
de dilTerentes cores todos os melaes, sejam de igreja,
militares, ou particulares; concert e loma a por do
novo todos os objectos de metal; pOc os candletros
de a/eiie promptos para gas troea e compra todas as
qualidad.es do bronze, por prego rasoavel.
Compras.
Compra-so urna loja decoros, na ra Dimita .
ate a roa do Livramenlo: no largo de S.-l'dr, n. 18.
Comprani-se 4caixas redondas para rape, do
casca de lartaiugu, dessas viudas du Araealy iiuoin
ti ver annuncie. .
~ Compra-so una eserava moga sem vuios nem
achaques, anda que nUo tenha babilid ules. na ra
do Gabug n. 1, legando andar.
Coiuprj-se urna eserava moga, que saiba en-
gommar bem, cozinhar e lavar desenlio : na ra do
Crespo, loja de miudezas, n. II "tou na ra larga
do Rozario n. -Jti, terceiro andar.
Compra-seurna esetava moga de boa figura,
que saiba co/.nlar e lavar, e nao tenha vicio: agra-
laudu paga-so hem: na Boa-Vista, ra Velha, n. I-
Quem a iver, deve apparecer dasltboraa da ma-
nlia as 3 da tarde.
Compra-se o terceiro tomo de Cunha Mattos e
a rhstruccaodoMundin na ra Augusta n. 8.
Compra-se nina pela que tenha leito, e sem
Gibo na ra Nova loja n. 3.
Tirar delicadamente um dente, ou urna miz 4,ooo
Sangrar delicadamente, por cada vez 4,000
Apartar peifeilanienle os quatro dentes inci-
sivos do queixo superior 10,000
dem do queixo inferior 10,000
Chumbar um denle com qualquer metal
liranco ,000
dem com ouro, sendo preciso 5,000
Porcada applicago de ventosas Seccas, OU
sarjadas 10,000
Vrtcos dos mesma operaedes no bairro dao.-Antonio,
l'O.MMATEAU, CUTELEIRO !\0 ATEBKO-DA-
BOA-VISTA,
tem a doma de avisar ao publico, que mudou o
seu eslabelecimento da ra do Alerro-ila-lioa-Vista,
n. 5, para o sobrado novo, n 16, da mesma ra.
Na sua loja sempre o publico achara como de cos-
lumc um grande sortimentode eptelerias linas e de
todas as qualidades ; bem como pistolas e armas para caga. Contina a Concertar todas as
qualidades de armas o ferragens., e amla as quar-
'las-feiras e sabbados.
Alugain-se 4 moradas de casas, com bons com-
modos, e bando perto para se passar a festa ou
annunalmcnle no sitio doCajuciro, ondoso pode
rvereajustar. Aluga-se lamliein un preto bom
coziuhcro e comprador, que sabe tratar de cavallos
earranjosdecasa, e ijue de muito fiel : a tratar no
mesmo sitio ou ija ra Nova, loja do Sr. Guerra.
Ofl'erece-sc, para caixeiro de qualquer esta-
dclecmento, um rapaz brasiloiro, vindo do mallo,
do idade de 16 anuos; o .qual sabe ler,cscrever e con-
tar, e da conhcciincntos de sua conducta : quem
precisar de seus servigos, dirija-se a ra Imperial,
n. 5, que se dir quem he o annunciante para ser
procurado.'
Avisa-so a quem convier, que Manoel Jos Car-
eiro, de una lettra quosacou cootra sua cunhada ,
banna Francisca de Menezes, tem recebido por
conta 840,000rs. sondo 400,000 rs. em jullio do
ano prximo lindo, e 200,000 rs. em agojlo do mes-
mo auno; bem como mais 200,000 rs. em outubro ,
e 40,000 rs. em novembro.
No dia 3 do corrente, porta do Sr. doulor
Silva Noves, na ru Nova, se da de arrematara
casa n. 31, da ra do Vigario, com 117 palmos de
fundo, quo deila para a do Burgos, o ten 137 de fron-
te, em cdlos tproprios. Sendo este o diada ultima
praga.
Unta mulber, edegada da pouco da Paralnha,
so ofi'ercce para lavar e engommar com toda a per-
feigo, por prego commodo: na ra de Hortas.
ii. 128.
Tirar delicadamente um dente, ou urna raz
Sangrar delicadamente, por cada vez
Apartar perfeitamento os quatro dentes inci-
sivos do queixo superior
dem do queixo inferior
Chumbar um denle com qualquer metal
luanco
dem com ouro, sendo preciso
or cada applicaco de ventosas seccas, ou
sa ijadas
2,00(1
2,000
8,000
8,000
4.000
.->,000
1(1,000
VrtCOt damesmas operaedes pralicadas em casa.
Tirar delicadamente um denle, ou urna raiz 1,000
Sangrar delicadamente, por cada vez 1,000
Apartar perfeitamento os quatro denles inci-
sivos do queixo superior 0,000
Mein do queixo inferior 0,000
Chumbar um dente comqtfelqucrmetal bran-
CO, de 1,000 a 2,0(10
dem com ouro, sendo pieciSO 5,000
Por cada applicacAo de ventosas seccas, ou
sarjadas 6,000
N. It. Sendo chamado fura da cidade vencer na
rasan de 10,000 rs. porcada legoa, alrn dos pregos
da oporagilo que fizor, quesero os nicsinos quo em
casa.
Na mesma casa cima se acha a venda a muito a-
oreditada na Europa, agoa imperial, do Mr. Gariot,
CX-cirurgiflo dentista do rei da ilespauha.a qual he o
iHelhor especifico que se tem descobrlo Jara a lim-
peza easseio dos dentes; a qual, conscrvando-llics o
esmalte e dando consistencia as gengivss, doixs ni
bocea "un cheiro agradavel e previne as dores de
denles.
Cada frasco vai acompauhado do um iinpresso
que ensina o mclbodo por que so devo usar da refe-
rida agoa.
Vende-so nicamente na casa cima indicada a
1,280 rs. o frasco.
Perdcu-seda ruada Cadeia alca ra Nova a
quantia doseiscentos e vinte tres mil res, sendo urna
cdula de 500,000 rs., duas de 50,000 rs., o urna de
20,000 rs., com um palacao e dez tustOes dentro das
mesma : quem achou levo na ra das Flores, pois
hede um rapaz pobre o carregadn de familia, que
recompensara com 100,000 rs, eticar obrigado. A
a casa he a de n, 17.
. Aluga-se um bom sitio porto da praga por ser
no principio ila estrada dos Aflictos, com boa casa,
estribara e cocheara, boas bixas para capimo Ier-
ras para phiitago, boa agoa para beber e lava,
e militas ai vores de fruclos : a fallar na ra da Praia,
n.46.
Vende-se una linda niulalinda recollnda do
18 anuos ptima para mucama que cose e engom-
la o de do oxcellonto conduela : na ra estrella do
Rozario, n. 31, primeiro andar.
Vendem-se resmas de papel almago blanco, do
primeira qualldade; dita de segunda quahdade,
dranco u azul; ditas da peso azul ; bieos do dio do
lindo de padrOes modernos, ede todas as larguras ;
milheiros depennasde escreverde doaqualidade, o
ludo por prego mais barato do quo em outra parte :
na praca da Independencia, loja'do miudezas n% 4.
Vendem-se duas barretinas, sendo una do seda
e outra .le oleado, para ollicial de guarda nacional;
una Unida; um par de escamas; e una canana: ludo
por prego commodo : na ra dasTrinchoiras, n 46.
Voude-so una eserava da Costa, moga, yende-
deira de ra: abomprador se dir o motivo da
venda: no boceo do Garcereiro, u. 15.
.Vende-M' um bom escravo do idade de 25 an-
uos, u,uitosadio ede bonita figura: na ra da Cruz
lo Recife, n. 43.
Ci iciiia universal.
Pitillas vgetaes de James. Morison.
\ medicina vegetal universal he o resultado do 2o
anuos .le inveslinacoes do celebre James Morison.
Por mcio desiaspilulas conseguio seu anlor Inn-
meras o a.lmiraveis curas, desde as allecgcs que
Htacainascrangasdc peilo at as molestias edro-
niCOS llO anclan.
A I-'uropa sau.lou esta remedio como remedio uni-
versal' para todas as doencas o at hoje anda nao
foi desmentido tal titulo,
Fsla medicina vem acompanda.la de urna receila
.pie ensina e facilita a sua applicago. Consiste em
tres preparagoes a sudor : duas qualidades de pi-
lulas distinctas por nmeros, e um po cada qual
goza de modoseaccoes diversas.
Aspilulas n. 1 sao aperitivas; purgam sem abalo
os humores biliosos o vcosos c os oxpulsom com
cfficacia. .
Asden. 2 oxpulsam com esses humores, igual-
mente com grandofrca os humores serosos, acres
e ptridos, de que o sangue se acha a miudo infecta-
do; percorreni todas as parles do corpo, c so cessam
de obrar quando teeurexpulsado todas as impurezas.
Aterceira preparacao consiste em urna nmonaaa
vegetal sedativa: de aporativa, temperante o ado-
cantc : torna-so em commum com as piluias e iai.ui-
ta-ldes os mellioreseffeitos.
A posigo social do Sr. Morison a sua fortuna in-
dependento ropolloin toda a ideia do cl.arlatan.s-
nfo; cas a.lmiraveis curas, operadas com o sou
.>vslenia no collegio desande de Londres, sSo mais
que garantes da eUicacia .losen remedio.
Rccommeuda-scesta medicina, que niio pede nem
resguardo de lempo, nem de posiglo da parlo do
doenle a lodosos quo, atacados de molestias jul-
gadas nuraveis, so quizerem desengaar da sua
virtude.
Oxal que a liunianidadc tedeos ouvidos aos in-
lercss.i.los em desacreditar estes remedios tilo sim-
ples tan oommodos e tilo vedeiros.
Vendem-se somanto em casa do nico e verda-
deiro agente .1. O. Klster, na ra da Cadeia-Vclda ,
n. 29.
eVendem-se inoendas de ferro para mp 11I109 de as-
sucar, para vapor, ag.ia e besfas.de diversos tamanhos,
por prejo commodo; e igualmente taixas de ferro coado
e balido, de todm os tanianhos: na praca do Cnrpo-San
.o, a. 11, eiu.casa de Me. Lalinout & Companhia, ou na
ra de Apollo, arnuueui.n. 6.





*

,
1
J7 em-D9 superiores chajv'os de
fea.c.-sf^-, .pretoti e Lanos, por preco
muito jar.:lo : na rua no (Crespo, ioja n.
13, de .os Joaquim da Silva Maia
Gaz.
I.oja de Joo Chai-don,
lerro-da-Boa-Visla, n.S.
Nesta loja nch.i-.sr un rico sortimento i' vil \ GAZ coiii seus competentes vidros, accendedo-
res e abafadores.
EStS CailHcirOS W os melhores e
mais modernos que existen hoje : rcconmiendam-se ao
publico, tenlo prlairgurauc.i e bom gosto de sua boa
confecro, como prl.i lina qujljdde da \az, economa e
.i- .i-i.i iic scu servico.
u IllCStna loja os consumidores cni-
pie acharar, um deposito deGA'A, de cujo se afinca a
i|ii.ih In.lc e em porcao bstanle para consnmino.
Vendo-se conforme a qualidade, a 320 o 400 rs.
a garrafa.
Veude-se um eseravo de nagflo muilo mogo
o robusto, proprio para cngnho, ou para foro da pro
vincia : na ruu da I.ingoeta n. 3, so dir quem
vende.
Vende-se um bonito preto : na rus do Collcgio,
i. 15, segundo nndnr.
Vonidom-sc6 escravos mocos, do bonitas ligu-
rs; sendo algn) dallos bons vaqueiros o e.arrei-
roi o q' luto teem vicios nein achaques : vondem-
se para pagamento de dividas, e muilo em conta ,
por nao serem do ganhadores: na ra da Concor-
dia pnssando a ponlezinha i direila, segunda ca-
sa terrea se dir quem vendo.
Vcnde-se um cordiln grosso com 46 oitavas :
na travessa da Madro-de-Deos ,0.5.'
Na ra Nova, loja n. 58 contina a hoverobra
do paiz para vender por prego comino lo, hem
como: SBpalOese satintos para hmrrcm ; sapa tos
para senhora ; ditos para meninos o meninas; eou-
ros de cabra ; bezerro ; sola ; marroqum ; OOU ro de
lustro; e iais alguma cousa .
Lotera do Rio-dr-J'aneiro
Itillietes e meios ditos da oitava lotera a bene-
ficio do theatro da imperial cidado de Niotheroy:
vendem-so na ra da Cadeia, n. 38 luja de cambio
de .Manoel Comes.
Xa rua do Crespo,
n. 11, '
vende-se pelo liare!issjmn prego de 3,500 rs > a pe-
5a de cambraia de corea com 13 vacas muilo pro-
jiria para vestidos e cortinados de cama.
r \la ra Ja Seuzaila-Ilova, n.3o,
(patlaria) vcndein-so juncos de superior
ipialitide, em porcao e a relallio, e por
menos rio que em oulra qualquer paite
Vendem-se 16 meios de sote: na praca da
Independencia, loja n.S.
Velas Na roa da S.-Cruz n. 36, oasa com frente para a
na lia Alegra ven l-m-se as mais be"- "ertas velas
de carnauba a 7.600 rs. a arroba e a libra u 260
rs A ellas antes i::c se acabem.
Vendem-se queijos londrinos e presuntos in-
gle/es : na ra Nova, n. 3, casa de Antonio Ferrcira
Lima.
Vcnde-se um molcqufcde 14 annos c urna ca-
bra com habilidades, propria para ama de casa;
linio em conta porseu dono se querer retirar : na
ra cstroita do Rozario defrontc da igreja por
cima dobarbeiro, n.*.
Vendein-scdous lindos mblciiucs do 18 a 20
anuos, sendo um dellcs oflicial de a I faite e cozi-
nheiro ; dous pretos um official ilo sapateiro e o
OUtrOpfOpi para todo o servio ; dous pardos ,
um bom carreiro e ooutro proprio para pagem de
16 a 18 annos ; duas pardas, urna de 20 anuos, com
habilidades e a oulra com 12 annos propria para
se educar; duas pelas, com ulgumas habilidades;
duas negrinliasdc 11 a 12 annos, com principios
de habilidades : na ruadoCollcgiu n. 3, segundo
andar,'sedr quem vende.
ATTENCAO'!
Vende-se atroz forneo supe
rior: na ra do Queimado, n. 4.
Vendem-se 5 fiteiros para loja ,
niveo niui'o commodo : na ra do
(i.
Atlencao.
Wa ra do Crespo, loja n. VI,
de Jos ?!< aquim la Silva
Maya,
?Bem-sc cha [icos de seda para raberas de senhora,
os mais ricos, c mais modernos quelecni viudo a osla
praca; assim como se vendeni chapeos de sedo e de
palhinha para meninasde dous a 12 annos: toncas pa-
ra crianzas, de muilo lindos goslos. Tildo chegado
do Franca polo ultiiilo navio, e por muilo commodo
prco.c
ClKsa la F
i a rn sIm ii. do !'ozii '.o, n. <;.
Nesle estabclecimcnlo iiobam-sc a venda as hem
acreditadas cautelas" da lotera do Iheatm publico
tiesta cidade cujas rodas andam no, da 15 de se-
icmbro. O caulelsta'espcra j(U0 os seos fregnezes
concorrain a comprar o resto das ditas cautelas ,
nas quars se espera boas surtos pela excelleute es-
colha qiin.se fez dos humeros para seren divididos
um cautelas. A ellas que sito poucase boas : l'rcgos
os d.i iosluine.
Vcnde-se un preto do 20 anuos de bonita fi-
gura : na ra Impeiial, n. 30.
Vende-se, ou arrenda-so um engonlio distante
dcsla | -.rara l a 5 legoas com 30 bons captivos,
boiada beslas, safra criada contra principiada,
c prompto de nm tudo ; a diuheiro, ou a prazo rom
boas firmas : no principio do Aterro-dos-Afogadns ,
ji. 39
Vcnde-se, por precisdo, una parda de 17 an-
uos que engnmma, cozinha erse chito; um mo-
lccotc de 1! a 20 anuos hom trabailiador decam-
po: na rua das Cinco-Pontas, largo da forca, junto
a nova matriz, n. 3.
Vcndeni-se40 acgOes da companhia de Beberi-
be : na ra da Madre-dc-l)eos loja n. 34.
Vendc-sc um carncro muilo grande c bonito.
capado e milito manso, que. anda sollo na ra atrs
da pessoa que o conduz, sellado com o dono cm ci-
ma". Todo o pai, portento, que quizer ensillara scu
filhoa cavallero, e o quizer comprar, dnja-sca
esta typogrnphia, que so dir quine vende.
Vcnde-se um superior, excelleute c muito hem
acabado chronomelro, feitopor um dos primeirose
distinguidos fabricantes de Londres, sendo estiro
nico emPernamburo, que anda por OITO 1)1 \S:
quem quizer compra-loe v-lo pollera dirigir-so a
bordo da galera ingieza Cvlumbus, aonde .se aclia
presentemente, alim de ser regulado.
Vende-se urna canoa de candra a berta ,
propria para familia grande, do muito boa cons-
truccio, nova c que acha-se no porto da ra Nova :
i Ira lar no mesmo porto com Manoel de Castro da
Assumpcflo ou na ra do Collcgio n. 13. uaslo-
jas.
-- A pallara do una s porta com s frente para
a ra do Sebo, na praca da S -Cruz, contina a ter a
venda, alem do excelleute pilo, tudo o maisque he
proprio desleseslabelecimentos, hem como : a boa
bolacninha d'agoa e snlr luradinha, de 24 e mais em
libra, e doce do mesmo tamaito: ludo da melltor
familia que lia no mercado o sem mistura que so-
ja nociva a qualquer estado.
po
I abng, loja n.
u Vende-Se Um exrellcnto molccote do 20 an-
nos com alguma pratca de podara o principios de
cozinheiro, muito sodio robusto e de bonita figu-
ra : na ra daCadea do Itecifo loja de Manoel (oli-
ves da Silva se dir quem o vende.
Vendc-sc, na lvraria da roa do Crespo n. II,
a resposta do general Abren c Lima 1 v. por 1,000
rs. ; Horacio cm bom uso por 2,000 rs.; um dic-
cionario de Constancio, cm bom uso, por8,000 rs. ;
Selectas, a 1,000 rs. cada unta; Instituices ora-
torias, i1q.M. P. Quintiliano 2 v. por 2,000 rs. ;
Obras de Voltaire, em 5 v., por 3,200 rs.
Vende-seo resumo do artltmetica cxtrah.ido
de l.acrox,, para uso das aulas de primoiras leltras,
por S..H. de Albuquerque : na esquina defronte do
Collcgio, a 650 rs.
-T- Vende-so um niethodo de plano, por Viguera,
em bom'uso : na praca da Independencio/.n. 4 por
4,00(1 rs.
Vcnde-se urna escrava de bonita figura, que
engomma perfeitamonle cosochSo, lava hem, tan-
to desabio como de varrclla e cozinha soffrivel-
monteo diario de urna easa : na ra da (doria na
Itoa-Vsla; n. 87, primero andar, a qualquer hora
dodia, sedr porque vende.
-- Vcnde-se urna cama do Jacaranda com muito
ponen uso, com seus competentes colchOes c enxer-
gfies ou sem ellos por commodo preep : na ra
da Cruz, no Itecifo n. 18, segundo andar.
Vcinlcm-seencerados pequeos, mu bemTej-
ise pintados, propr ios para cobrir cargas de as-
suca r, ou carne secca por prec,o mais. commodo
do que cm oulra qualquer parlo : na ra da Cruz,
no Recita, n. 18, segundo andar.
Vcnde-se a loja de fazendas da ra do Queima-
do n. 49, com peucos fundos : a tratar na mesma
loja.
v Vcnde-se urna casa terrea no ra das Trnchei-
ras n. 16, que rende 12,000 rs. mensaes: a fallar
com Claudio Dubctix, na ra das l.arangciras, n.
18, que dir quem vende.
Vcnde-se urna pela de 22 anuos, cozinheira,
e que engomma e cose : na ra da Aurora n. 50
Ycndem-sc pecas de madepoldolimpo com 20
varas a 2,400 rs., o a seis vinlens a retalho : na
ra estrella do Rozario n. 10, terceiro anda
Vendem-se 12 cadeiras um soph um jogo
de bancas; ludo do Jacaranda e quasi novo; 4
mangas de viilc.0 bordadas o grandes, por preco
muilo em conta na ra Augusta, n. 60.
Vcnde-se urna morada de casa, sita no bairro. da
Boa-Vista : a tratar na ra larga do Itozario, n. 32.
Vehdo-so um pardo de 14 a 15 anuos, muilo
proprio para pagem, ou paraa prcnilerqualquer ofli-
cio.e que nflo tem acliaquoalgum: na ra do Calinga,
loja de ourives, viudo da praca, lado esquerdo, se-
gunda loja.
Vende-se una prela crioula de 30 annos, pro-
pria para tmlo o servico de nina casa por saber
coser, engommar, eozlnhar vender na ra e lavar:
na na da Cruz, n. 52.
Vende-so um moleque pega ; urna porcao de
COUros cortidos ; 85 couros salgados; 120 meios de
vaquetas: tudo superior: na ra da Cadeia, loja de
Victorino de Castro Moura.
Veiiileui-se caixas doeh hysson de 6, 12 c 13
libras om porc,dcs ou a relalho ; caixas de velas
de espermaceti-de 5o 6 em libra : na ra da Alfan-
dcga-Velha n. 36, enecasa de Mathcus A US tul & C.
Veiule-se cal virgeni de Lisboa,
em barris da mdhor que lia no merca-
do, por pceo muito rasoavel : uu ra
do Trapiche, n. 17.
A setecentos rs. a
completo sortimento de fazendas
por presos r*asoaveis.
A 1^000 rs;
As melhores luvas de pellico brancas e' olasticas :
na ra larga do Kozario, n. 24.
A Henelo!
Vendem-se superiores chitas francezos, de vara de
largura e decores fixas, a 280 rs. o covado ; ditas
linas, escuras e de cores fixas, tendo algumas que
servem para luto a 5,000 n. o peca ; meios chales
de cassa doquadros, a 440 rs.; cortes de lanzinha,
para senhoratcom 15covados,a 3,600 rs. ; panno
pelo fino para pannos do protas a 3.000 rs. o co-
vado; chales de lila e seda muito finos, a 5,500 o
7,000 rs.; zuarte de vara de largura a 240 rs. o
covado ; cortes de cambraia usa muito lina e com
6 varase meia a 5.000rs. ; superior brim tranca-
do pardo, de puro linho a 640 e 900 rs. a varo ; di-
to amarello, muito fino, a 900 o 1,000 rs. ; dito
llamado de lnho branco, muito superior a 1,000,
1,280 e 1,600 rs. a vara; cliadrezes de linho para
jaqueta a 400 rs. o covado ; 1 scadnhos trancados,
a 240 rs. o covado ; hamburgo de linho, a 260 rs. a
vaia ; meias para senhora a 240 rs. o par ; e oulras
militas fazendas por barato pceo : na ra do Col-
legio, loja n. 1.
--Vonllem-sn dous mulatos, sendo um com idade
de 18 annos, bom odicial de sapateiro, de linda fi-
gura, e proprio para pagem; um moleque de 12 a
14 annos; um inulalinho de 7, pouco mais ou
menos; e urna mulata de 26 a 28 annos, que cose
sofirivelmetitee lava roupa : na ra do Crespo, lo-
ja, 11. 2 A, se dir quem vende.
Cortes le pellc lo diabo, a
MOOrs.
Vendem-se superiores corles da fazenda chama-
da pello do diabo com 3 covados e meia pelo ba-
rato preco de 1,400 rs o cort sendo da mais supe-
rioa que tem apprecido : na ra. do Collegio loja
n. I.
Na loja nova-do Passeio-Pu-
bli-o, 11 f<), Ic Manoel Joa-
|iiirn Pascal Ramos,
Aeiidcm se pecas de m'adapolo, a 2,000#e 2,400 rs. ,
o a vara a 100, 120 c 140 rs.; chitas, a" U0, 140 o
160 rs. o covado ; pallo do diabo a 200 rs o cova-
do ; chales do metim a 1,000 rs.; pegas de algo-
dozinho, a 1,280 rs. ; riscados francezes a 200 rs.
o covaifo ; princeza muilo fina, a 1,000 rs, o cova-
do; contras muitasfazendas que pelo scu diminu-
to preco nao desagradarlo aos seus fi'eguezcs:
Potassa russiaaa.
Guaba & Amurim teem para vender
potassa da Russia, de superior qualidode,
na rua da Cadeia, n 5o.
Casimiraselaslieas, a f^OO.rs.
o covado.
Vendem-se superiores casimiras elsticas pelo
barato prego de 1,000 rs. o covado; ditas muito li-
nas francez.'is ', a 1,280 rs. o covado ; dla de su-
perior qualidadc clstica, muito fino, o preto, a
3,500 rs. o covado : na rua do Collcgio loja n. 1.
Q/l Na ruallireita, sobrado n. 29, vende-so um
casal de escravos do 1servico de campo, por
800/ rs., a preta tamlieui he lavadura e vende-
doira; c por 300/rs. um preto do servico
campo.

de
'':)
vara.
Na loja de Cuimarfles Seralim & Companhia, ven-
de-se brim trancailn francez bastante encornado
c depuro linho, pelo barato prego de 700 rs. a vara.
Esta fazenda se torna rccommendavel inda boa qua-
lidadc.
AOBOU E AHATO.
Na nova loja de Francisco Jos
Teixeira Bastos, nos (jualro-can-
los da rua do Queimado, n. "20
vende-se panno preto, verde,
de caf eazul, de superior qua-
lidadc e por preco mais com-
modo do queem oulra qualquer
paite. iNa mesma loja ha um
m
Aa;s9;;&a::e&::@:@.Hg;f3:@&:3i

Vendcm-sc duas protas mogas, de boas figu-
ras com boas habilidades; dous pelos boitS para
todo o trabadlo : na rua dol'asseio, loja n. 19, so
dir quem vende.
Loi' ra- Na rua da Cadcia-Vclha, n. 29, casa de J. O. Klster,
vendem-se biihetes e meios ditos da terecira lole-
ria a beneficio da fabrica de papel, viudos no ultimo
vapor.
Vendem-se latas com bolachinhas de herva-do-
cc feilasdc aramia muito novase muito baratas;
hlalas boas pelo barato prego do 1,600rs. a arro-
ba : 110 armszefl) do Bacelar defronte da escadinh
da alfandega.
Vende-se urna prelado 20 a 22 onnos; do bo-
nita figura por pceo commodo: na rua do Li-
vramento. 11. 32.
Vende-so un niulalinho de 16 annos de ida-
,dc; outro de 12 uniros; tuna ptima mulata de idade
da 14 anuos; um bym molecotc de 12 annos; una
negrinha de 16 anuos; dous escravos'do bonita fi-
gura, sendo um caiador e outro cozinheiro : na rua
Direila', n, 3.
Vcudcni-sc tres escravos para servico de cam-
po, por seren acoslumados 11 trahalbarcm na lavou-
ra cquerercm ir msmo para o mallo: na rua do
Queimado, loja 11. 42.
Fredenco Chaves fabricante
de* licores, chocolate e es-
piritos, n &tt'ri",o-da-Boa>
Vista, n. 17,
tem a honrado participar ao rcspcitavel publico e
com particularidad aos seus fregnezes que tem
sempre grande sortimento do bem conhecido cho-
colate de saide canda baunilha e ferruginoso,
este muito approvado para as pessoa que padeccm
do estamago o frialdadc por'ser mtiilo tnico, o
bom conecito que tem t'ido esto chocolate faz com
que hoje participe as pessoas que ainda nao tizeram
uso dellc e igualmente aos seus freguezes que o
teem procurado, c por inconvenientes o mo teem
adiado. Os precos sflo sempre os inesmos saide,
canda e baunilha a 400 rs. a libra, e ferruginoso ,
n 1.000 rs. Tamhem vemle, ago'srdon'" 'lo reine, c
Franga, de primeira qualidade*; espirito'do 36 graos,
semcheiro, em garrafas" o em caadas ;. gonebra
em botijas eem caadas ; ago'ardento do rtniz o de
canna ; vinagre tinto, ago'ardento em pipas, nos
graos que quizerem ; licores om garrafas pretas e
brancas, com ricas tarjas douradas o bocea pratea-
da : essenoia de aniz cm oncas e garrafas.
Vinho de Champanha
do superior o muito acreditado marca
Cometa,
vende-so no armazcm deKalkmann & noserimund,
na rua da Cruz, 11. 10.
JYarua da Cadea-
Velha, n. 29, loja
de J. O. Elster,
vende-se vinho do Porto, do diversas qualidades;
dito da Madcira ; dito do Slierry ; dito de Bordeaux ;
dito clwleau-la-rose ; dito de S.-Julien ; dito de Te-
nerife ; ditodo Rheino; dito de Kucellas o Carca-
vellos; ditodeLisbA; dilo de Malaga; dito San-
terne ; dito de graves; iWto champanha sellery ;
ago'ardento do Franca ; Kirschwasser extracto do
absinlhe ; Cherry-cordial; agoa de flor de laranja ;
frascos com conservas de verduras ; ditos com fruc-
tas da Europa 0111 calda do assucar ; ditos de ditas
em cognac ; dito de mostarda ; sardinluiscm latas
c vidros; petits-pois ; salame de superior qualidade,
vindo no ultimo navio do Hamburgo ; agoa de seltz,
embotijas; azeite doco do Marsclha finissimo;
velas do composigiTo ; cha piolo, hysson e perola;
charutos de Havana e regala. Adverte-se que ludo
he excelleute o por prego commodo.
Na loja da rua do Calnig, de
Francisco Joaquim Duarte,
ha muilo acreditada em bolOcs do todas as modas-,
modernamente tem recebido pelo ultimo navio de
Franga as ultimas modas de botos em Parts, tan-
to de seda, setim sarja e velludo, como para libre
de pagensde marqueses, .bares c outras dignida-
des da provincia ; bem.como do Pedro II, os mais
bem douradosque aqui teem apparecido, propios
para os Sis. milatares ; o tambcni de vidro de diver-
sas cores, para vestidos de montara e de madre
perola, de lodosos lmannos. As amostras so
achilo paleles para os Srs. compradores que se dig-
naren de honrar esla loja. .
Vende-se umescravo mogo, de 22 annos sem
achaques nem vicios: em Fra-de-l'ortas n. 95
Vendem-se mu bem feitos vosos para flores;
pias para preservar as formigas ; pequeos cacos
para vender llores"; jarras e outras umitas obras,
todas do muito bom barro, e mais liara tas do que
nas lujas de louga dcsla cidade: bem como urna
porgflo de botijas vidradas, proprias para azele, 011
oulra qualquer cousa : na rua da Florentina, 11. 1 *
Vende-se um piano de armario de Jacaranda,
po r prego commodo : na rua do Cabug, n. 12, loja
do cutelciro Pradines.

cor
Nesta loja vendem-se pannos linos, protosc.de
Cora, 11 2,5>0, 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 o 5,000 rs.; o
muito lino, prova de limfio.a 6,000, 7,000 e8y rs.; sc-
lim maco muito superior, a 4,000 e 5,000 rs.; sedas
de cores, a 1,000 rs.; longos brancos grandes com
bicoom volta, a 640, 800 e 1,000 rs.; ganga'azul, a
80 e a 100 rs.; urna grande porgo de chitas de iiires
lisas, de 140 a 160 rs-; c unirs muitas pechinchas
novas que avista dos freguezes se farao patentes.
Vendem-se casaos de pombos, grandes mui-
lo bonitos bons batedores e de ptima raga por
prego commodo : na rua da Florentina, n. 16. A el-
les, que se estilo so acabando.
Escravos Fgidos.
Fugio no din-26 do p assado un escravo
crioulo, do nome Caelano, alto,'pernos rompridas.
amia de cobega baixa alguma cousa corcovado de
10 anuos pouco mais ou menos : quem o pegar le-
ven rua da Cadcia-Vclha n. 33,-a Jos Rodrigues
de Araujo Porto ou em Pcdras-de-Fogo o Joaquim
de Franga Cmara Jnior, que ser recompensado
--Fugio, no dia 26 do passado, pelas 11 horas da
mandila do deposito gcral dcsla cidade urna pre-
la de rime Iria crioula, escrava do Sr. Frtncisii
XYiordas Chagas, morador uo Atcno-dos-Afoga-
dos; a qual tem os signaos seguintcs : estatua re-
gular, fula com falla de denles na frente, a falla
un tanto lina : Icvou saia de ganga azul e paiuu
da Costa : quem o pegar leve a rua do Hurlas n.
140, quesera gratificado.
* Continua a estar fugido desde o dia 14 do Janeiro
do corrento auno o preto de nome Salvador, naga"
da Costa, que representa Ier50 annos de idade,
com os signaos seguintcs: bastante alto, seceo d"
corpo, um dedo mnimo de urna das mitos aleijailo,
pes grossos, peinas linas, pouca barba : quem
pegar leve-o a praga da Independencia, loja n. L
quo ser generosamente recompensado.
-- Fugiran no dia 9do passado, dous escravos,
do engenho Vcrniclho, na comarcado Itio-Fornio-
so com os signacsseguintcs : umdenome Semiai;
renresenta 20 a 25 anuos sem barba nariz ajilado,
ventas largas cilios grandes c amortecidos, que--;'
fino, cara larga, ps tamhem largas cintura fina;
quando amia declina o corpo para diante e mse-
se muilo; tem peinas arqueadas, pes grandes e
dedos torios ; una marca de ferida em 11111:1 das pei-
nas : mitro de nomo Antonio, cor fula do 20 an-
uos odos grandes, beicos grossos ; he gago ; tem
testa acarncirada peinas linas, pes i.pallietados, as
costase nadegascicatrizadasdosurras, por ser fu-
jiio : quem os pegar leve ao referido engenho,, a
scu senhor, Clemente da lincha VVanderley, 011
Manoel Congalvesda Silva na rua da Cadeia do Ro-
cife. 1
mz~
PBI1K.
^A
TYP. DEM. f.DEFAIllA.----l^fc-J-
MUTILADO j 1


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