Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08527


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Full Text
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Sabbato fc
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flititu.
(ftrs ein Ivpo dillVrenti-, e ai
51. 'V1'.' .la motade. Oi que nao f Ten bssr-
t|ietC"e'pV j"d rs (.or lin'li, e 10 ein typo
HASES DA LA NO MEZ DE AGOSTO.
, 3 II hora e 40 inin. da manli.a.
Miiua""''a !illS in lior..s c 7 iimi.cla inaoha
''"* "ie'al9 i*2 horas e 24inin. da manliia
La clie
PAHTTU DOS CORRF.IOS.
Ooinnna Paralivha,' s segundas c sextas feiriij
l\io-t'"aiide-do-Norte quintas feiras no meio-da.
('aj)n, Serin'iein, llin-Formoso, Poito-Calvoe
Macoirt no I.", a 11 e 2 r de cada mei.
Oaranliuns e Bonito, a 8 e 23 ,
IWVista e Flores a lie II.
Victoria, as quintas (oirs.
Olinda, todos os dias.
PIlEAMA.l DE HOJ-E.
Prinieira, s II lio'as '< minutos da larde.
Segunda, s 7 llorase 18 minutos da manilla.

le Agosto.
...........
XXIV.
j\. 193.
das I)\ SEMA! v.
53 Segunda. >. Li'neraio. And. do I. dos o.
|,h:1os do 1. doe. da 5 v. e do .'. M. da 2 v.
54 Terra. >f S. llartliolomco.
55 Quarta. S. Luiz re de Fraur*. lu rfdo '
da riv. 2 v e -lo .!'. de |>7. dO 5 dist. de t,
20 Quii. S. /entino. Aud do J. e rph. e
do I ir.unci|>al ila l.vara.
57 Seata, S. Jos de Calman. Aud do ) doctv.
dal.v.edn .1. de paz do I dil del
28 Satiliacio. S. Ai-ostinlio. Aud fio J. do civ.
da I. V. e do J de paulo I dist del.
59 Domingo. O Sagrado Cnraco de Mara.
CAMMOS NO DI A M M AGOSTO.
Camino sol.re tondl* a tf d p. IJ rs. 60 di..
. l'-ris SSi ri p*r Iranco.
L Litlioa llia III. de premio.
DMe.dal.Urai d. opa. Brm- d. /.. IV.o mej,
, Moed,,de.i0vel!.. I6M a -JWO
,|,. yin., nov lU I delV..... 9#'* 9J?"n
\cces d. comp.do NebtriiMde &0|000 r..ao par
DIARIO DE FEBlAMBUGa
EXTERIOR.
ITALIA.
FNCYCLICA DO SS. PADHK PI IX. A TODOS OS
PTBIARCHAS PltlMAZES, ARCEBISPOS, E
PISPOS. -
lia vendo a muitos annos, veneraveis irmflos, que
ipplicavamos todas as nossas Coreas a exercer junta-
mente com vosco o ministerio episcopal que tanto
trahalho encerra, tanta solicitudn exige, ea apas-
ecntara parte do rebnnho do Senhor commettida ao
,i,,sso cuidado, nos montes de Israel, em riheiros e
pastos fertilissimos, cisque por morte do nosso cla-
rissimo predecessor Gregorio XVI, cuja memoria, cu-
los Ilustrese gloriosos feitos, gravados em lettras
leouronosfiislosdaigrejn, sem duvida serlo sem-
pre admirados pela posteridade, contra toda a nossa
cxpcctacflo, por rfcclto conselho da Divina Provi-
dencia fomos exaltados ao summo pontificado, nao
sem grnndissima perturbagflo e temor do nosso ani-
mo. Na vcrdaile, se o encargo do ministerio apost-
lico com rasfo foi e ser sempretido por mui pesado
c perigoso, nunca todava foi tanto para temer como
uestes verdaderamente diflicilimos temposda rep-
blica christfla. Assim que* reconbecendo a nossa
flaqueza, e considerando os gravissimos. deveres do
supremo apostolado, principalmente no meio das
ictuaes vicissitudes, sem duvida nos teriamos entre-
< ado io desalent c ao praiilo, so nao pozessemos to-
da aospcrancaemOcos nosso salvador, que nunca
desampara os que nelle esperam, oque para manifes-
tar a loica do scu poder serve-semuitas vezes de
ministrososmais traeos no rgimen da sua igreja,
.ifim deque lodos reconhecam evidentemente que o
inesmo Des he quem- a governa o defende com a sua
admiravel providencia. Muito nos anima taniliein,
veneraveis irmos, a consolacflo do vos termos por
i i.mpanhcirosc coadjutores no desvelo da salvaeo
das almas, pois que, chamados a participar da nossa
solicitudc, com todoo cuidado e diligencia vos os-
forraisporriieiprir o vosso ministerio e pelejar a
boapeleja. I'or isso. logo que col locados, posto que
sem o merecer, na eminente cadeira do principe dos
apostlos, recebemos, como successor de San-Pedro,
o gravissimo encargo que. divinamente nos foi dado
pelo mesnio eterno principe dos pastores, do apas-
centar e reger nlo so os cord'ciros, a saber todo o no-
vo rhristio, mas tambeni as ovelbas, isto he, os bis-
pos, nada cerlamente repulamos tilo importante, na-
da desejamos t3o ardenteinenle como Tallar-vos a lo-
dos com o intimo affecto da carkladc. Pelo que, ape-
nas, segundo o costume o instituto dos nossos pre-
decessores, tomamos posse do summo pontificado,
em a nossa basilica-lateranense, sem domora algunia
vos dirigimos as presentes lettras, afim de excitar-
ihos a vossa eximia piedado, para que, guardando
eom a maioialacridade, vigilancia o esforco as vigi-
lias da noite em favor do rebanlio que vos foi conlia-
do, c combatendo com vigor e constancia episcopal
contra o horrendissimo inimigo do genero humano,
como fiis soldados de Jesus-Christo, opponhais um
muro de defesa pela casa de Israel.
>uwaauMUtin>.^ .
-J1ETIM.
A nenhum de v-s he occulto, venecaveis irmilos,
que nesles doploravcis tempos movem a nlais obsti-
nada e temerosa guerra'contra tudo o que, pertenee
ao calholicismo esses homens, que, colligados em im-
pa sociedado, n$o supportaudo a afta doutrina c cer-
rando osouvidos venlade, empenham-se porae-
cobrirnas trevas monstruosas opinioes de lodo o
genero, encarecendo-as, manifestando-as, 8 dise-
miiiando-a$ entro o povo, com lodas as Horcas. Ilor-
rorisanio-nnsem verdade, e urna dOr acerbissiina
nos traspassa ocoraolo, quando revolvemos no^pen-
samiento os erros execrandos, os varios o malignos
artificios, as insidias, as machinacOes, com que osles
adversarios da verdade e da luz, e perilisSfmos m-
bncadores do engao, pretenden! com allinco extin-
guir inteiramento nos nimos de todos o amor da
piedado, da juslica oda honestidade, coriomper os
coslunies, perturbar todos os direitos divinos e hu-
manos, abalar, arruinar, Olanles, se jaman isto
fosse possivel, abolir intcirainente a raligifio c.illio-
lica, o a sociedado civil. Sabis sem duvida, venera-
veis rraSos, que estes inreosissimos inimigos do no-
mo chrisliio, desgracadainente arrebatados pelo ce-
g impeto de una impiedi'le furiosa, levain a tal
ponto a temeiidade .de opinar, que com audacia
inaudita, fibrina*01 boceas em blasph'.m 01, >'1; nflo seenvergonham do ominar manifesta e
publicamente que os sacro-santos mysterios da nos-
sa religao silo falsos e inventadas pelos homens;
que a doutrina, da igreja catholica opp0e-8e*ao
bem e as cominodos da humana sociedade; e ate
n&o osUemeeem de abjurar o mesmo Christe Dees,
E puraque inais fcilmente illudam os povos, 8J6-
duzam principalmente os incautos e ignorantes, c
comsigoos.arraslrem ao erro, jaclam-se de que so
elles conhecem as vias da prosperidade, e nao duvi-
dam de arrogar a si o nomo de philosophos, como
sea philosophia, que teda sooccupa enr investigar a
verdade da natureza, devesse rejeitar aquellas fer-,
dades que o mesmo supremo e clementissimo Deos_
autor da nalureza, por um singular beneficio, mjse
rieordiosamenle se dignou de revelar aos homens
para conseguirem a felicidade e a salvac/.o. I) aqu
vem que com sophvsmas e argumentos talsissimos
n1o ccssain do appellar para a lonja c excellcncia Ha
rasilo humana, o do a antepor f chr;staa, aprvgo-
andoconi a maior audacia que olla repugna a ra-
sao hiimana. Na verdade, naila so podo fingir "u
excogitar que seja mais absurdo, mais impo,
rnas repugnante a mesina raso; pois unida que a,
f seja superior a rasfio, todava nenhuma dtrsuniao,
nennuma dissenefio pode ha ver entro ellas, por
isso que ambas procedem da niesma iniinutave e
eterna orgein ila verdade, isto lie, do Deosptiuio
c mximo; e assim mutuamente se soceorreni, ue
sorlo qie a recta ras.lo demonstra, sustenta 0 dclen-
de a verdlde da f; a f, porm, I i va a rasfio de lo-
dos os eiros, ecomo conhecimento das cousas ui-
vinas maravilhosamonte a esclarece, a coiiliruia e
apeifeica. N8o he menos nolavol, veneraveis li-
maos, oardloso engao com que estes Inimigos ua
divina revelacHo exaltam com excessivos louvores o
MKMRIAS .E M MEDICO... (*)
SEGUNDA PARTE.
humano progresso, rlretendcndo applica-lo ii re-
lieiiio catholica, com amis temeraria e sacrilega
ousadia. como se aroligiofOSMobra do* homens
o nao de Dos, ou fosso algum invento pbHosophiee
suseeptivel de se aperfefooar a maneira dascousas
humanas. A homens tfio infelizmente tresvanados
niiadia mui apropradamentea censura ano fa/.ia C )in rasSo aos phtliKSopUos do sen lempo,
isto lie: MM proelama'am um cArM/Vn-smo oico,
platnico cdialctico. II; Knaverdade, no sendo a
nossa sania religao inventada pela MS0 Ilumina,
mas sim benigniSSanWnle revelada por Dos aos no-
iirmis, tulos euteiilerain mui facilmenle, queda
autoridad.) de. Dos que a MVelotl, he que proven
lodo o po le-da religao, 0 que jamus po lor* dan.
var-sc da rasflo humana, ou ser por ella aperreicoa-
da. O que importa eque rasfio humana, alim de
que nao seja illudida, jen erre em negocio de Wo
grande momento, indague ouidadosameiUfl o ii.iu
da divina revelacatf, para corlificar-se de que Dos
falln, c de que develribularao mesmo eos, como
ensina oapostolo, um obsequio racionavel. [3 UMom
ignora, porm, OU pule ignorar que a palavi.i ue-uo-
os deve prestar-s toila a f, oque nada he mais
eoosenteneo A mosma rasando que acquioscere m-
memente adherir a ludo o que constar que loi reve-
lado por Dos, que nao pode enganar-se nem en-
gaar ? ,r
Mas quantos, quilo luminosos argumentos se olk-
reeem promplamenle.-por meio dos quaes a Humana
rasao .levo (carde lo lo e evidentemente convenci-
da, que a religiflo de Jesus-Christo he divina; e aw
recebeu do Senhor dosjos todo o fundmiento e /irmeta
dos nossoi dotjm d, (3 e que por isso nSo pode uave
nada mais corlo, nada mais seguro, nada mais sanio
do que a nossa fe, nem que se firme em principio,
maisinconeussos? icstrada vida, annuneadora da
salvacao, espugnadora do todos os vicios, mili le-
cundae creadora das virtudes, esta fe, oonlirmaua
pelo naseimenlo, vida, morte, resurreicSo, sauouo-
ra, milagrea O vaticinios do sen divino autor o cou-
summador, Jesus-clnisto; resplandotcndO om toda,
parte com a luz da reieslre doutrina, o dolada con
os thesoiros das riquezas celestiaes; allamenie en-
nobrecida e assignalada pelas predusgOea do lanos
proplietas, pelo esplendor de tantos milagros, pela
constancia de lanos martyres, pola gloria de tantos
santos; manifestando os saliitaraa procuitos de -
sus-Christu, ea.lquirndocada da uiaiores rorcas,
al das meso.as crtielissimas perseguicoea; osla le,
so eom o estandarte da cruz, penotrou em todojj
usiverso, em ludas as trras e mares, desde o na.sci-
incntu alen acenso do sol, e, desvanecida a lallana
dos dolos, dissipadoo nevoeiro dos erros, vencidos
os inmigos de todo o genero, esclarecen cun a UZ
do conhecimento da divindade, e suhmelteii ao sua-
Vlssimojugo de Jesus-Christo todos os povos, goilies
e nacOes, anda as maiscruels o barbaras, e as mais
diversas entre si ppr ndole, costums, leis o usos,
annunciando-lhcs a paz, annunciando-lnes os nons.
Em tudo isto brilha tlt^ensivolmonto o rcsplendoi
dasabedoriao omnipotencia divina, que quaiquor
intelligencia. mui fcilmente entender que a i<-
christaa he obra de Dos. Pelo que, a rasflo humana,
reconhecen loriara e evidentemente, por meio ues-
tes hrilhantissimos o firmissimos argumentos, M
Deosheoautor.dessa fe, nao podo P*ar avante,
,as. inteiramente rejeiteda o removida qnalquer
difflculdadO e duvida, deve preslar todo ^W
mesma r, ten lo por corto que ro onsinado pore^s
liidoquaulda le propflenOS homens para crorom c
'''i.'.'quse manifesta claramente o grave erro em
que lal.oram aquellos que, abusan lo da rasan, e ava-
uandoaspalavrtsdeDeos como obra huma. ..te-
merariamente ousam B*pliC?-lB8 e interpreta-asa
Seu arbitrio, liavendo lieos eslabelecido urna ai lon-
dado vivaque ensine c decrete o vardadoiro e iegi-
i,,o sentido da sua celeste revelado, o decida com
UT.0 infaUirel lodas as controversias em maler.a de
o e de costumes, para que os l.e.s n..o sejam leva-
dos, em roda de lodo o vento de doutrina, por bo-
rne, s maligin.s que con. astucia indiizein ao erro.
Esta na verdade viva e /*< eoc ten. vigor haquolla igreja, que, sendo lundada
por losus-GlristO sobre Pedro; chele principe e pas-
tor de toda a igreja, e cuja f, segundo a divina pro-
mana, nunca ha de/alhar, goza sempresem ... r-
nioe-.oil'iimadosseu.s legtimos pontilices, eollo-
os a cLoira sle Pedro, de que-, sao success.n"es
,. por isso tamben i.erdeirus e defensores jU mosma
Joulrina,digni.lade*,lionra .-poder. K como indo
osla Pedro al.i existe a igreja, I como Pedro ftdla
pelo romano pontfice, di o aMBpN nos w"*"^
sores vive iulga, 8 o .-usina a verdade dale.*, aos
i; la,! onam/poiludo isto as,livmaspaavras de-
Je,,, ser lomada.sem a meno, duvida naqueII sen-
tid i que leve e leo, a romana cadena de **"*
queco.no mflie mostra olodasasi igreja* "^
oeeonsei^ou inleira e .Ilesa a tSRi
sus-Christo, e a ensinou aos fiis, M^fJ^g
eanunlio da salva,; u e a doutrina da cu iipl
0l verdade. Esta he, pois, Igreja l-nn cipal I-"
mecoua.inidadesaeerdo.al ; 6) esta I. a met opo
le da piedade, na qual permanece a tol.al e iu.i te i.
solidez t7i .lareligao christaa, na W>W:
,,.,.. principado s da cadeira i'^*^
porcausa da sua sublime pnMiMtoataa .groja de
ve necessahamento unir se, Isto lie, os lloWff ae
lodo o mundo, e con. a qdil emlnn todo que lo ,
mtoeolhe, dnperdica. 10 Nos, portanto, que P"uin
nosoruveljMizo de Dos estamos coltocadoi nesta
CAPITULO XX1I1.
OEX.12CHIDA VIDA.
Balsamo, ao vr-se a sos, oi csctitar porta de l.o-
Dormia ella somno regular e brando.
Abri elle entilo um postigo que havia por fora,
e contemplou-a por algum lempo em melga e lema
nieditacflo. Dcpos, fechando o postigo, e atravessan-
do o quarlo que desrrevemos, a que separava o apo-
sento de Lorenza do gabinele dephysica, foi presu-
roso apagar as fornallias, abrindo um mmeiiso coji-
ductor que expcllio todo o calor pela cl.aminc, e deu
passagem a agoa de um reservatorio eslabelecido no
lereio' isto, guardO#com todo o cuidado ochirrA
craiho docardial em nina cartoira de marroquim :
A palavra dos Itoliaus he boa, luiinnurou elle,
mas para niim smenle, e be bonr quo la se saiba em
iiueeuemprcgooatirodosirniaos. ,
1 FApiravani-llio estas nalavras nos labios, quando
tres pancadas fortes no fono Iheffzcran, levantara
"i^Otv1 oh iase elle ahi n.c chama Althotas.
E como so elle den.orasso em dar er ao laborato-
rio enrranjar tudo com nielhodo,, redobraran. as
,>a!^aAh elle se impacienta ; he boM signal.
Balsamo lomo., um longo vur.o de ferro o baleu
lamben ; denot soltou da parede un, annel de ferro,
(?) Vide Diario n. 189.
cap.
s
;i)*Apocalyp. 13. 6.

e por mete de urna mola que selevantou, abrio-sc
no forro um alcapao, quo desceu at o pavimento
do laboratorio. Collocou-se Balsamo no centro da
machina, que, por meio de oulra mola, lornou a su-
bir de vagar, levantando o peso com a mesma acli-
dadecom que asnuvens dos theatros elevan, deoses
e deosas,* o o discpulo achou-se em presenga do
mostr. .;
Esta no'va habitaeflo do velho sabio poda teroilo
a nove ps de altura sobre desasis de dimetro, era
allumiada pelo alto como um poco, e hermticamen-
te fechada pelos quatro lados.
Este quarto, como se v, era um palacio em com-
paraeflo da sua habitaeflo na carruagem
Estava o vclhosentado na sua poltrona de rolda-
nas, no centro de.uma mesa dcmarinore deforma
de ferradura, e amonloada de tullas, ou para mellror
dizer de um chaos de plantas, frascos, utensilios, li-
vros, bpparelhos c papis cobertos de caracteres ca-
Tfo preoecupado estava, que so nflo bolio quando
Balsamo appareceu.
' A luz de urna alampada sidena presa ao poni cul-
minante da vidraca cabia-lhe sobreopcllado c luz-
do crneo. .
Examinavacllcaltenlamente urna garrafa de v-
dro, cuja Uanspareneia inlerrogava, qual a dona de
casa que faz em pessoa as suas compras, e mira a luz
os ovos que compra.
Balsamo olhou-o por alguns instantes, cdisscuc-
P Entflo, lemos alguma cousa de novo t
Sini, sim. Chega, Acha.al, estot. encantado;
achei, arhc.....
-Oq.ue? .
O que eu procurava, he boa .
0011ro!1 .
Ora adeos; o ouro r pois nflo I
O diamante.' > ..
IJom, ah o temos delirando. O ouro, o dia-
mante, bellos adiados! por mais quo taes cusas
houvewe doscoberto, nflo teria de que ,egsijai-ine.
Entflo, pcrgunlou Balsamo, loi O seu elixir que
aC!US,m, meu amigo, foi o meu elixir, isto he, a
vida aue digo cu, vida ? a elcrnidadesdn vida.
V 0n- ohl disse Balsamo contristado porque
ruutava'essa invesligacflo como urna obra louca, he
anda com esse sonho que Vm. se oceupa
Ma. Alilas, sem darouvidos, mirava enamora-
do a sua garrafa.
i Tertull. de pia-script
i Ad Rom. 131.
San. Joan. C.hiysost. llom. 1." ill Isai.
Emfim, disse elle, a coinparacflo esl deseo-
berta : elixir daritto, vinle granimas ; balsamo de
mercurio, quinze graminas ; precipitado de ouro,
quinzogrammasj esseneiadoa cedros do Lbano,
vinle e cinco grammas. .
- Mas parece-nie, que cx'cepcao do elixir aWi-
lee, o resto be pouco mais ou menos a sua ultima
combiiiacflo, mestre? ...
jim, porm rallava-lho o principal ingrediente,
O que combina todos*os outros, aquella sem o qual
osoutros nada sao.
E Vm. achou esse i'
Achci-o.
E podo oble-loP
Essa he boa!
Qual he elle?
He preciso ajuntar as materias ja combinada
neste frascq,as tres ultimas gotlas do sangue das ar-
terias de um menino.
Pis bem mas esse menino, disse Balsamo as-
suslado, dundo o havera Vm. i'
Tu m'o procuraras.
Eu ?
Sim, tu.
Vm. esta louco, meslre.
Entilo que ha? perguniou o impassivel veino,
lambendo com delicias o gargalo da garrafa, por cu-
llor-
ja'roiha' nial apertada dcsliiava una golta d'agoa ;
entilo que ha !'..... ...
E Vm. quer um menino para Hie tirar as ulti-
mas tres gottas do sangue Jas arterias i
Ouero. .
Mas pal-a isso he preciso matar o menino.
-- Sen. duviTIa he preciso mata-lo ; equantoma.s
bonilnfor, mclhorsera.
lie impossivel.disse Balsamo erguendo os honi-
bros nflo se lomam assim meninos para mata-Ios.
' E esta exclaniou o velho com atroz ingcnui-
dade ; que fazem entflo deites?
- Criam-os, essa he boa .
_ Oradi/.o-meca, o mueido entflo esta mudado.
Ha tres anuos, vinham-nos oirerccer.Hanlos q. anlo
quizessemos, meninos por quatro cargas de plvora,
ou niea garrafe d'ago'ardente.
Era no i'.ongo, meslre. ...
Pois sim era no Congo. Para ni i ni he indill, -
rente que o menino seja negro. Os quo nos oticre-
cism, eu me record, eram muilo engranados, mul-
to frisados, e muilo folgazocs. ,
Muilo bem disse Balsamo, porem infelizmen-
te, charo mestre,- nao estamos no Congo.
(1) s. Ambros. ..i Psal. m
> Concil. Chalced. Act. .
3 Synod. Ephos. Act. :i.
I s. p.-ir Clirvsol. Epist. ad F.utich.
5 Concil. Tri-I.Sess. 7.' de Baptis.
, s. Cyprian. Kpist. 55. ad Cornel Pontii
{- Littor. Synod. Jo.,.,,, Constantinop. ad
misil. Ponl'f. el So'zom. Ilistor. Lib.3, Cap. 8.
(8) S. August. Epist. 1<>-'.
i s. iriuiieus i.ib. ;i contra hasreses, cap. 3.
lo S llieonyiii. Epis. ad Damas. Pontif.
II mu-----------'-----l-^Mn^amf.
Ah! nflo estamos no Congo, disse Altholns.
Pois liom onde estamos nos!'
Em Pars. _
._ iinl'aiis. au importa, embarcando-nos em
Mars.-lia, podemos dentro om seis semanas estar no
{ lili '< > "
' ".Vio ha duvida que isso he possivel; maseti
preciso estar em Frjanc,a.
_ He preciso que estojas ein franca; c porque.
__Porque tenhoaqui negocios.
Tens negocio em Franca ?
Tenlio, e bem serios.
O velho soltou una grande e lgubre gargalha.la.
Negocios! disse elle, negocios em Franca.
Ah! Sim, tinha-meesquecido; leus que orgamsar
clubs.
Tenho, mestre.
ConspiracOes que urdir.
Sim, mestre.
__ Tens negocios cmflin, como chamas a isso.
i: o velho lornou a rlr no costumado tom mote-
J Guardn Balsamo silencio, cmquanto reunia Tor-
eas contra a tormenta que se preparan c ene va
approxiinar-se. ,
'._ E em que p estilo os negocios, d'XO-me? par-
guntou o velho, voltsndo-se con, d.lbcu dado na
poltrona, e litando nodiscipulo os grandes olhos
P'satd ltarsa.no penelrar-lho esse olhar como um
r8l'cpmomarC......, os negocios ? pcrgunlou elle.
Lancei a primeira pedia, a agoa est turva.
que limo rehieclicslo tu .J Talla, vejamos.
O bom, o limo philosophico.
___\l, : sim, vais por em jogo as las utopias, os
leus sonhO*ocos, leus trapalhOes: patlfes quo dis-
cuten, .sobre a existencia ou nao existencia de Dos,
en, ve/do trabalharem cuno eu, por se fazerem
deoses a si mesmos; e quaes sao esses ramosos phi-
losophos con. quem lealliastc:'
Tenho ja o maior poetare o malor atheo da
poca, um destesdias ha do vetara Franca, donde
quasi que esl desterrado, para serrecebido macflu,
na logo que organise na ra do Pol-do-1'er, naanti-
ga casa dos jesutas.
Como se chama .'
Vollaire.
Nao o coulieqo; que mais tons feiio.'
t
1 l
i
_


.1
I
I
I




I
l

cadeira da verdado, com a maior instancia excita-
mos no scnhor a vossa insigne piedadc, veneraveia
irnuios, ahm le que com Inda a solicitado < dili-
gencia vos osfoio-is por admnestar e exhortar assi-
duan.ente os li.is confiados ao vosso desvelo, para
que, adlierimlo firmemente i estes principios, ja-
mis se deixi-m Iludir precipitar no erro pareases
iinmens.-que, loriiamlu-aeabominaveis assuas in-
ciinacAes, ron. .....[,.X| ,|lp hiimann progresan tra-
D"'""".....r.lcslrui/afe subJeiU-la impiamenle a
rasao, e por Iranstocnar as patarras de neos, sem es-
rfm CSf2co,m a S'avissiiiia injuria com que ollen-Ionio la Costa e Silva
lem o mesmo Dos, que por meio la sua celeste re-
igiao com suinina clemencia si! dignou le prover ao
bem e a sal vacilo dos homens.
(Continuarse-ha.
conme* io.
t
:\lf
!'
I'l^t.
BENMMOTO DOMA 27...........
f'Pscarregam hujr, 28.
Brigue- Maria-F$liz nlhos ""'cholas.
Barca -- Witliam-ltussell taitas de Ierro,
le pedra, alcalrflo e bren.
Patacho Hajanle fumo,
lia rea Fslher-An.ii OarvSo,

2-.2(<>,2(l
carvao de
azeitonas, 1 caixa fechaduras ; a Jos ATonso Mo-
reira.
7(i raixas pomaila, 4 litas chapeos vareiros, 50 di-
ta* velas le sebo ; a Manoel Joaquim llamse Silva
42oaxes vinho ; a Jos Antonio Itasto.
:t caitas (amaneo, I lila cascos de lila para cha-
peos 3 harria prezuntos, 16 canaslraa albos, 5f> au-
rrelas azeitonas, 10 barris litas, 5 canaslras ro-
Ihag,*raixas palitos, i dita tomonas de pao; a l.ou-
renco lerna mies ik) Carino.
4 pipas vinho, 6 caixas tamancos ; a Miguel Ali-
se pipas vinho, 143 barris vinhos, 9<
ros de algodflo, 4 paroles ditos ditos; a F
a Manoel Jos Soares Guima-
ltfi01tTACAO\
Martu-fielis, brigue portuguoz, viudo do Porto,
entrado no torrente me/, consignado a Antonio Joa-
quim leSouza Ribeiro, tnenifeslou o seguinte
9 caixas fechaduras, 46 canaslras albos, IS ditas
lindas, I ditas fio de vola, 10 ditas pd nada, 10 bar-
ris tnxadas, 15 cndete-; macha.ios, 15 ditos fru-
tes ,3(1 harris pregos, I caixa retroz, t poican de
toblas, i ciinbeio moeda de prats ; aoconsigna-
l ii-io. "
ii harris encadas, < cunheles mixados, 8 harria
prpgos, 3 caixas fechaduras; a Jos Francisco la
Silva.
2 barricas mcela, 4 barris flor de sabugo, 2eai-
xoes gramina, 2 ditos dormideiras, 1 dito nerva-ci-
dreira, 1 dito oleo do amen loas. 9ditos diversas me-
dicinas, i ditos sentaiiria e herva-terreste, l lito raiz
do altea; ,i Novaos & Oompanhia.
t muas pipas viudo; a Frederico Voule.
18 barris prozuntu, 208ancorlas azeitonas, 7 cai-
xas Imli is, 14 ditas fechaduras, 2 ditas lindas, bo-
tos e marcas, 1 dita caixas .lo efufre, 2 ditas cha-
peos vareiros, 2 eaixoles lio portte, II caixas n-
mada, 2 fardos penetras, f caixa pontea o caixas, i
cndele livm.s do reno, I dito pedias de aliar, I di-
to martellos, i dito obras do prata e panno do linho,
l dito brides, I caixa escotes, i cunhete livros im-
pressos; Antonio V. da Silva Barroca.
1 barril vinho, 1 lata paios ; a Joaquim de Oliveira
.Una.
3 cestos vergas de pao a Miguel Rodrigues Vieira.
1 barril bolacha ; a Jos Carduzo da Silvm.
i gaiolacom l passaro ; a Joaquim Antonio Car-
neiro.
2 caixoes diversas miudozas ; a Manoel Joaquim
Das le Castro.
15 barra prezuntos; a'Manoel Ignacio le Oliveira.
(. cndeles machados; a Antonio Jos de Siqueira.
s pregos, _> caixas (echaduras, l dita pi lies
i Jas Antonio de Car-
caixas coei-
Francisco Al-
ves la Ciinha.
2 barris enxadas
res.
1 caixa lindas e panno de linho ; a Francisco Joa-
quim Carduzo.
1 caixa camisolas e barretes, 7 pipas vinho, 42 bar-
ris dito ; a Manoel Hitarte Rodrigues.
1 cunhete panno de linho c lionas; a.C. Cezar Vc-
tor Lopes.
1 cunhete panno de linho q linhas; a Antonio Fran-
cisco de Moraes.
13 raixis tamancos ; a Joflo (ornes.
I caixa rochadiiras, I cunhete moeda de piala ; a
Thomaz de Aquino Fonseca.
1 caixa moeda de piala; a delinque Jos da Ciinha.
1 caixfloziiihoobra8.de prata ; a Jos Antonio Lo-
pes Guimaraes.
1 caixitozmho meias de linho; n Jos Francisco
Ribeiro de Souza.
i caixoie l imagem, l dito pcanhae perlences, i
dito l manga do vidro; a Joflo .lose Lima.
3 harris salpicos ; a Jos l'oreira la Cimba.
(o caixoes da plnho abatidos J a Joaquim de Oli-
veira Maia.
2 ancorlas azeitonas, 'i enbrulho linhas; a Joan
Leile dos liis.
losixaobras de chumbo; a Antonio Carlos l'or-
eira Sitaros.
I caixa volante o franja do Mgbdflo, I dita penles
dita relioz; a Antonio Jos
2 papis sem valor;
dolioha, :. ditas tamancos
valho,
3 caixas tramoia de algodflo, 2 latas sardio has ; a
J.oureiico Fernandos do Carmo.
i caixas bocetas do linhas ; a Antonio Joaquim
4 nial.
8 harris enxadas h ditos pregos, I sacco pesos ;
B Joflo da Cosa Lima Jnior. .
I barril vinho; ao padre Domingos Germano Af-
ronso Uegueira.
20 barris vinho; a llenrique Jos da Cunda.
7 harneas enxadas, I cndete brides, 2 caixas lo-
ciiaduras, i cndete 4 imagens; a Joo Jos de Car-
valho Moraes.
150 canaslras, 11 harris prezuntos, 2!1 canaslras
jollias, 3 hai nimbos salpicos, I caixa bocetas e pin-
tos de chifre, 50 mullios arcos de pao, 100 aurrelas

BE I

- Tenho cni breve de entrar emrelacOes como
>'or perturbador de idsiaa dosceulo, com o lio-
de chifro ; a Joaquim Monleiro da Cruz.
8 paroles panno de linho ; a Mendos & Tarro/o.
1 caixa gramma, I dita cevada, 1 barrica dormi-
deras, barris (inhaoa, i caixflo flor de.sabugue-
ro, I dito diversas drogas, 3 canastras corlicas; a
Uanoel da Silva l'assos.
6 caixinhas pomada, ;, caixas fechaduras, 2 paco -
lea lio pnete, I caixa linhas; a Jos Loflo fe Cas-
Iro Jnior
i caixa fio porreta, i
de Siqueira.
i em bru I lio diversas miudozas
a Joaquim Jos de Ainorim.
10 harris prezuntos, 4 barris azcilo, 115 ancoretas,
i caixflo obras de prata; a Jos Antonio la Cunda
<\ Silva.
I caixa panno do linho; a Jos Joaquim do Castro
Alo uta.
i pacolinlio
tro Moura.
1 lal a osea hecho; a Francisco Ferreira lialthar.
i embrulho duas palhocas ; a ordem.
3 pacoles coeiros de.algodflo; a Santos Barros &
Companhia,
14 saceos cevada ; a Paulo Jos Alvos da Silva.
1 caixoto obras de piala ; a Joflo evangelista da
('.osla o Silva.
Ifovmenlo do Porto.
Navios entradas no Ha 27.
\ow-Zealanil; 173 lias, galera americana Archer, de
327 toneladas, capitilo Moses Snell, cquipagem 25,
carga azode de peixe ; ao capitilo. .
Havre ; 48 lias, brigue francez Nelie- Val/tilde, do 197
toneladas, capitflo Joflo llaptisla (.nilli,i I, cqiiipa-
gem 14, carga fazendas; a Adour & Companhia.
Passageiros, D. Maria Barbara Con9laocia Vanna,
Porlugucza ; Joflo Vignes, Joflo Alexandre Cutard,
Paulo Caumont, Francezes; e o preto Bertino,
Portugus.
Navios tahidos no mesmo dia.
I'orlos do sul; vapor brasileiro l'araense, comman-
dante o capitilo de fragata Manoel Francisco da
Costa Pnreira. Alm dos passageiros que trouxe
dos portos do norte para os do sul leva a scu
bordo: para Macoi, Antonio Ferreira Coutinho,
Sabino Jos de Souza, Pedro Schrambak, Manoel
JosTeixeira Oliveira, Manoel Francisco dos San-
tos, 3 desertores do primeiro batalhflo do cacado-
res c 1 soldado ; para Baha, o primeiro cadete Pe-
dro do Alcntara Souza Soixas, Jos Francisco da
Costa, Jos Torqtialn da Costa, Joflo Francisco da
Costa e Mcquilina da Costa ; para o Rio-de-Janci-
ro, Joaquim Ignacio deCarvalho Mondones, e2
esclavos a entregar.
llio-de-Janeiro ; brigue brasijeiro Sociedade, capitilo
Jerouyino Jos Te I les, carga varios gneros. I'as-
sageiro, Joan Iaiz dos Santos com tres cscravos, o
:t ditos a entregar.
Genova polaca sarda Monte-Carmello, capitoJ. Ca-
lmara, carga assucar o couros.
b'cw-Bedford; galera americana Archer, capitilo Moses
Snell, carga a mesma que trouxe.
Ueclar-acos.
panno de linho; a Victorino de Cas-
Jos finarte das
I embrulho panno de linho
Noves.
"> cunheles machados, 4 caixas linhas ,- a Jos.
Francisco (laSilva.
20 canastras batatas, 8 liareis prezuntos; a Ber-
nardinn Francisco de A/eve lo Campos.
I cunhete diversos ohjectos ; a Antonio .lose dits
Sanios Fortnalo.
l!F.\l)l.\lF..\fO 1)0 DIA 27.
(".eral............
Diversas provincias .
185,837
21,623
nn'in que compoz o Contrato Social
K chams-se?
Rousseau.
Nao o conheco.
Por essa eslou cu ; Vni. ,so couheceu Alfonso \,
Raymundo Lullo, Pedro de Toledo e Alberto Magno
Porque .sao os nicos homens que realmente
ViVCram, porque sao OS nicos que em toda a sua
vida Bgilaram essa grande quesillo de existir 0U nao
existir.
lia duas maneirasde viver, mostr.
Fu s conlieco umii : he ex slir ; volteinos, po-
rem, sos leus doUs philosophos. Cliamam-sc di-
zea tu?
Voltaire e Rousseau.
Bom ; lemlirar-nie-hei desses iiouies ; o fu pre-
tendes com oauxilio desses dous homens.....
Apodcrar-me do presente, o solapar o futuro
Ol 1 ol! com effeito; s gente desta lena pa-
rece que lie bem tola, porque so dei.xa levar por
ideaa.
Pelo contrario, he por ser espirituosa de niais,
que as ideiastcm sobre ella ruis influencia do que
os lacios. E alm disto, tenho un auxiliar mus po-
deroso do que lodos os philosophos divniumlo
Qual de?
-- Oaborrecimenlo. lia aiguns mil e sciieentos
annosquo a monaredia duraem Franca, e os Fran-
cozes estilo cansados de inonarcbia.
I)e sorlc que vilo den -ha-la ;'
He verdade.
Cres nisso?
Sem duvida.
E excitas, excitas..... Heim .'
Com todas as miiihas loicas,
Toleirao!
Como >
Que te produzir a ti a queda du mouarchia i1
A mim, nada, mas a todos, a ventura.*
Oradize-mc, boje eslou cuiiIubm, e quero p#r-
aer o lempo comtigo. Ksplicu-mO primeiro como
conseguirs a ventur* o depoisoque he aventura
(.orno consegomu ?.___
Sin,, a ventora de Unios mi a queda da monar-
w." Anda"?* Pi"'* '''l"IVi,lentu da mu" e-
207,460
la I vez vi ule
O arsenal do guerra compra 73 arrobas e 26 li-
iras de plvora fina : quem dito genero quizer for-
necer mandar sua profiosta em carta fechada, e
a amostra, a directoria do mesmo arsenal al o lia
28[boje; do brrente mez.Arsenal de guerra, 25 de
agosto do 1847. O amanuense, Joo Ricardo da
Silva.
A administraijiio geral dos estabelecimenlos de
candado man la fazer publico, quenojlia 30do cor-
rente, pelas 4 horas da tardo, na sala das suas 808-
soes, continuar a arrematado das rendas das ca-
sas abaixo declaradas.
Travessa le San*Jos,n. II; ra'de Manoel-Co-
to, Ii. 32 ; ra do Padre-Floriannis 47;. Fra-
de-Porlas. n. 73.
Admiustracflogeral dos estaboleciinentos e ca-'
ridade, 23 de agosto do 1817.
O cscripturnrio,
F. A. Cacalcante Cousseiro.
ra da Cruz, casa n. 7, segundo andar, o segundo vo-
lume desta intercs9ante obra, cujo proco he o mes-
mo que do primeiro (3,000 ris).
THEATRI" PUBLICO.
AMANHA, 29 DO CORRENTE,
se representa a benelicio le um particular una ir '
signe pega nova denominada
AMOR E VINGANt; ,
. ou .
A assassina i/lustre.
Dividida em tres actos e cinco quadrns.
Ptrsonagens
'Viadislau, rei de Polonia.
asar: i mhs dre-
Amelia, duqueza do Lelhuania.
Stanislava, duqueza da Pomerania.
Arrigo, primeiro ministro.
Valdemar", senhor de Cracovia.
Venancio, oflicial-maior.
Andr, capitilo de ladrSes.
Scioltc, assassino.
Toldo, criado do Casimiro.
Cacadores reaes.
Soldados.
Salteadores.
He son duvida este drama um dos que mais agra-
darflono respeitavel publico, nflo so pelo seu en-
redo como pelas scenag jocosas deque he ontrela-
c.ado. Fni dos intcrvallos, o Sr. Sania Roza cantar
urna das melhores arias jocosas. Rematar o espec-
tculo com a muito jocosa farra intitulada
A FALSA VOCAC/0,
ou
O lente casamenteiro.
Principiar as horas-do coslume.
visos martimos.
Poishom! um ministerio oxisle actualmente I
,_J dolo
cnia; heum ministerio inielligente, industrioso o lioveid.de.
honrado, que poderia andaustentar
anuos essa monarchis gasta e vacillanle; ellos me
ajiidario a den iba-lo.
Oiiem ? o.s leus pliilosoplios?
.Nao: os philosophos, pelo contrario, susten-
lam-no.
Gomo, os.tcos philosophos suSlentam um mi-
nislerioquc he o sustentculo da monaredia, cilios
quo sfioosioimigos da monaredia. Ol! grandes as-
nos Silo os laes philosophos
He quo o ministro tambern he philsopho.
All! enlendo, e que ellos govcrna.ii na pessoa
desse ministro. Fngano-mo sem rasik), nao silo
asnos, sao egostas.
- Nflo quero discutir sobre o que olios silo, disse
Balsamo que comoeava a impacicntas-se; mas o que
sei he, quo, cahindo esso ministerio, lodos'gritarflo
a que d'el-rei contra o ministerio seguinte.'
F.ssi' ministerio lera contra si, primeiro os pliiloso-
plios, lepois o parlamento; OS philosophos grita-
ro, gritara o parlamento, o ministerio persoguir
os philosophos, e dissolvcia o parlamento. Entilo,
entro a inteligencia e a materia se formara una li-
ga suida, una opposicflo toimosa, tenaz, assidua,
que ludo atacar", e de continuo cavara, minar, ab-
lala. Km lugar dos pailamentos, iioinear-sc-iao
jui'/.es, que horneados pea realeza ludo farao por
ella. Acciisa-los-bo ecom jUStica, de venaliilade,
deconcuasflo, "Be injusica. opovo sublevar-se-ba,
e a realeza, einlim, ter contra si, a pbilosopjiia que
he a iutolligencia, os parlamentos quo sfio osliur-
guezes, eopovo que he 0 povo, islo be, essa ala-
vanea, que Archimedes procura va, o Com a qual se
levaAla o mundo.
Mas quanilo Uveros levantado fniundo, forco-
SO sem queoileixes tornar a calnr.
Siui; mas, ao lomar a cabir, parlir-se-ha a rea-
leza.
K q liando so ella partir, vejamos, quero de bom
grado seguirs tuas falsas idoias, fallara tua lingoa-
gein emi lialica, quaudiuse partir a balorenta monar-
chia/que sahtffl das suas ruinas ?
A libcrdade.
Ali! Nflo sabia'. Entflu os Francezes serio
vres f
Uso nflo piio dixar de acontecer um dia.
Livros lodos:'
' Todos.
Contratos a celebrarem-se com a thesouraria das rendas
provincias n mez de selembro prximo futuro.
DIA 25.
Oda conlinuaQflo da obra do caes do Ramos, ava-
hada em ris 7:182,000. Os trabadlos far-se-hflo
de conformidadecom os riscose ornamentos j ap-
provados; encetar-so-liflo dous mezes dopois do va-
lidado o contrato, e lindar-so-hflo ao cabo de seis
mezes. 0"pagamento realis.ir-se-lia na formado
disposlo no artigo 15 do regulaincnlo das arremata-
foes. O prazo de rospousabilidado ser do um an-
uo. Fixar-se, cmfin, o contrato com aquello dos
concurrentes que por menor prego se coinpromctlcr
ii fazer a-obra.
DIA 30.
O do estalicleciincnto do una linh'a do mnibus,
que, na* forma da lei provincial n. 191, facilito o
transporte desta cida.de a qualquer dosseus arrabal-
desea deOlinda.
I'u 1)1 icario I,linaria.
HISTORIA DE PORTUGAL
ron
Alexandre llerculano.
Os senhores ssstgnantes queiram mandar buScar
E entra esees Irinta midios do homens livres
eres i o queso nflo encontrar um com melhores mi-
los do que os ou tros, que n'um bom din Confisque
a liberdade dos vinte e novo milhoes novecentos o
noventa e nove mil novecentos e noventa e nove ci-
dadaos para ler mais alguma liberdade para si s?
I.embras-te tu daquelle cao que linhas em Medina
.que coniia ello S a racao de lodos os oul/os .*
Sim, masem um bom dia osoulros uniram-se
contra elle c o dilacerarani..
Porque eram caes, se fossem homens nada le-
riam dito.
Vine, entilo pe a intelligencia do liomem a-
baiXO da do cao, mostr ?
Fu sei c 1 alii esto os oxomplos.
lOqueexomplo.i'!
Parece-meque houve naantiguidade um lal
Augusto Cesar, c nos modernos lempos um corto 0-
livier Cromwol, quo morderam forteincnte o pilo-do-
l romano u Ojiflo-de-l inglez, sem que aquolles
a quem o arranciivam disaessem ou lizessem grandes
eousas contra olles.
Pois bom .' suppondo que surgisse esse bmiiou,
seria mortal, e ha de uiorrer, cantes de morrer lora
feito bem a esses mesmosa quem liouver o|iprimido,
porque lera mudado a natureza da aristocracia ; o-
lirigadoa apoiar-se em alguma cousa, lera escollii-
do a mais forte, isto he, o povo. A' iguaidade que a-
bai>a lera .substituido a iguaidade quo eleva. A
iguaidade rio tem liarreiras fixas, lie um nivel quo
sobo altura de quem a estabeleco. Ora, elevando
o povq, lera e"llo,ciinsiigrado um principio at eiilflo
dosconliocido. A revoluco lera feito os Francezes
livros; o pnrtoctorato de nutro'Augusto Cesar, ou
de outro Olivior Cromwel, os ter loito iguaes,
AIlbolKs fez um brusco iiiovimento na poltrona.
Oh.; como este liomem lio estpido, exclamou
elle, e empregai la vinle anuos de vossa vida em o-
ducar um rapaz, om proourar onsiiiar-lho ,o que sa-
bis, pai a aos trila minos virosso rapaz dizor-Vos:
Os homens serio iguaes .'...
Sem duvida, os homens serflo iguaes, iguaes
peanle a le- "
Para o Rio-Grande-do-Norte sabe a barcac
Triumphanle, fondeada junto aoJrapiche do algodflo:
quem nclla quizer carregar dirija-se a bordo da
mesma, ou ra do Vigario, n. 5.
Para a Babia sabe, o mais breve uossivel, o hia-
to Flor-do-Reoife, pregado e forrado de cobre, e de
boa marcha: quem nelle quizer carregar, ouir de
passagem, dirija-se a ra do Vigario, n. 5.
Para oPortosahe om poucosdias a velcira es-
cuna Galante-Maria, por ter a maior parle de seu car-
regamento prompta: para o resto e passageiros,
para o quo.tem excedentes commodos, trqta-se coni
Silva Para a Babia saldr com brevidadeo veleiro pa-
tacho Dous-Amigos : quem no mesmo'quizer carre-
gar pode entender-so com os consignatarios,Amo1-
l illl Irmaos, na ra da Cadeia, n. 45.
Avisos liVcrsos
. O TRIBUVON. It
est a venda ao meio-dia na praca da independencia,
n%. 6e8, e 12. Conta o occorrid na noile do dia
27 no tlieatro, e urna fresquinha, Comproin, e a-
charflo bom.
SOCIEDADE
PfllLrt-DRAMAI A
O 1. secretario avisa ao Srs. socios, que no dia 29
do correte, pelas 5 horas da tarde, lia sessao da so-
ciedade.
Joflo Jos ila Ciinha Lago comprou, por ordem
do Sr. Jos Rodrigues Auzorio, do Rio-Frmoso,
um meio bilhele i.. 2771. da segunda parle da 17."
lotera do tlieatro.
Precisa-se de urna ama para casa de mui pouca
familia: a tratar na ruada Alegra, u.5.
aMBsaafcp'.'-wi;
Althotas olhou-o compassivo.
que lio a ultima tricheira
he
ooe hSS ,,'ctualn"-',,t0 Hfwr entflq em Pranca t. ma milhOea de ho-
que lerendo a nTonar-Imenstivrea?
elligente, industrioso ol lio vnrdmio
IC peranle a uioule, loloiio, pcranl a inorte,
essa le das leis, seao ellos iguaes, mnrrendo uiii
com tres das, e outro c.oirt com anuos '! Iguaes os
boinens, emquanlo nflo tlverem vencido u inorle .'
Ol Imito, duasvezes bruio .'
I-; Allholas :ecoslou->e para rr mais vontade,
eniquauto lialsamu, serio o li islo. se sonta va com u
cabeca binxa.
Fu entilo sou igual, lisseelle, ao operario que
morde mi uflo-negro, ao fodelho que chuolia no pei-
to da ama, ao velho j caduao c lacrimoso ? ... Oh 1
desgranado sn'phista, reflecte, pois, n'uma cousa, he
quo qs homens s serflo iguaes quando forem im-
mortaes; porque, quando forem immorlacs, serflo
deoses, e s os deosea Jilo iguaes.
i- Inimortaes! murmurou Ilalsamo ; mmortaes!
quo ehimera .'
Chimera! exclamou Altbetas, cliimera .'sim,
chimera como o vapor, ehimera como o Huido, chi-
mera como ludo quanto se investiga, nao se tem
deseoberlo, o so descobrir. Revolve commigo a
poeira dos mundos, poe a descoberlo uns aps ou-
tros esses lelossobrepostos, que representam cada
um a sua civilisacflo, e uessas.carnadas do homens,
nessa triluracflo d reinos, nessas lile i ras de secu-
los, que o forro da invesligaeflo moderna coi la um
tiras, que h>s tu ? Quo em todos os lempos teem os
homens procurado oque eu procuro sol os diffeien-
tes ttulos do uielhor, do bem, da perfeicflo. K quan-
do procuravam ellos islo .' No tempu de Homero, em
que os homens viviam duzentos anuos, no dos pa-
Iriarcas,quando viviam oito sceulos. Nflo descubri-
r m esse melhor, esso bem, essa perfocflo; porque,
se o houvesspm descoberlo, esto mundo decrepito,
seria robusto, vrgcm,,o da crtr da aurora matutina.
Km vez disso ha padocimonto, cadver, estreo, lio
agradavcl o padefimenlo !' Rebollo o cadver? lio
desigual o osteico .v
Pois bom disse Balsamo respondendo ao an-
.ciflo, a quem una tossosecca acabava de iuterrom-
por, pois bem Vine, al iz fjfi a inda ninguem des-
cubri o elixir da vida. E eujjgo-lho que ninguem
o descobrir. CnTssu que ha lieos.
Pateta .'ninguem acTiou tal segredo, logo nin-
guem o achara. Por esse argumento nunca haveriam
descobertas. Ora, eres tuque as doseohortas sejam
cousas novas que se iiivoulam ? .No ; -- silo cousas
esquecidai que seschain. K poique-so esqueccm as
cousas adiadas? Poiquen vida he muito curta para
que o inventor pssa tirar da sua inveufflo todas as
declaraci'ies que ella corttm. Vinte vezes tem estado
este elixir da vida a ponto do sor. doscoberto. Gres
tu que o eslygio soja urna invencao di-Homero?
Crs que esse Achules quasi inmortal, pois s no
calcanliaroia vulnoravel, soja urna fbula.? Nflo;
Achules ora discpulo de Cluron, como tu s meu.
Chirou quer dizor superior ou palor. Coirn era um
sabio que so representa sob a forma de umeentau-

' i


.. .
3.

pernambueanos.
vinnnhila, 29 do crrente, na na do Hospicio,ca-
n 56i em quo outr'ora s muira a sncindado Eu-
lerpina, haverS reunido as 10 horas da manhaa, pa-
ra tratar-se da eleigilo dos dous senadores nuecsia
provincia tem de apresentar escolha do poder mo-
derador, lim dose prcencherem as vagas deixa-
das pelos fallecidos cbncetheiro Antonio Carlos Ki-
lieiro de Andrada Machado o Silva, o coronol Jos
Carlos Mairink da Silva Ferro. Todos os l'ernam-
bucanos, que, empenhados om. sustentar os foros,
adignidade oa consid.erac3o da patria, cntendem
doscii dever nilo-subscrever ao seu abatimento e
liumilhagao em assumpto de tamanha importancia,
mas siin defender a libordade do voto cm toda a sua
pureza e pelos meios constitucionaes preservar
Pcrnambiico |lie preparam, impondo-se-lho candidaturas odio-
sas em detrimento do suas nlTcicOes locacs ; silo
convidados por este a assistir a essa legal reunio,
qualquer que soja o lado poltico que pertcncam,
c a discutir o importante objecto da mesma com to-
da a franqueza, lealdadee decencia, dequu nos dfio
cxemplos os paizes'mais adjuntados na carroira da
civillsacHo.
No dia 30 do corrento, se achanto defrontc da ca-
dcia muilo bons cavallos para sovendorem : as pos-
snas' quo quizerom comparegam no dito lugar, as 10
horas da manhaa.
Jos'Joaquim Congalves e Pedro de Almeida
Cuimaraes dissolvorajn, no dia 8 do julho prximo
passado, a socieda.lcquo liiiliam na luja de ourives
da ra do Qooifliado, n. 13, licando pci'tencendo a
Congalves todo o debito passivo da suciedade, e a
i.uinarAesa loja com utensilios e ohrigago de sa-
lisfazer o activo, do qual hoje nada (leve.
--Aluga-se o armazem do sobrado da ra Direi-
la n. 9 qiiem o protender dirija-sc ao segundo an-
dar do mesmo sobrado.
-Quem annonciou querer comprar urna casa na
Itoa-Vista, sendo anda quoira, dirijn-se a ra Au-
gusta n. 50.
Arrenda-se, animalmente, ou mesmo pelo ve-
rao, iim sitio a margem do Capibaribe, junto ao
sitio em que mora oSr. Boly com tuna casa soffii-
vel, eocheira, estribara, cacimba com agoa de be-
liere grande ba i xa para capim : a tratar no mesmo
sitio.
Tirou-se, por angano urna carta, vinda do
Porto, para Antonio Jos Ferreira Jnior : quom
for sen dono, podo ir recebe-la na rua de Apollo*,
n. 7, primeiro.andar.
AOSSNKS. KNGLKZS.
Na rua do Queimado loja.n. :17 A existe um
mappa da costa do Brasil em ponto granije acom-
panhadodoumeadernode explicagoes em inglez :
quem o pretender dirija-se a mesma loja que se
negociar por proco comino Jo.
Pelojuizo da segunda varado civel anda em
praga para boje ser arrematada por yenda as 4 ho-
ras da tarde porta do respectivo juiz na rua os*
licita do Itozario urna parte da propriodade Faguli-
des sita entre os engenhos Cuerra e Bom-Jesus,
na freguezia do Cabo. Foi avahada a referida parlo
em 5:169,290 rs., tejido toda a proprie lade o valor
do 7:000,000 re.
Alugam-se duas pequeas casas Icreas sitas
na Trompe, na rua do Sebo ns. 52 o 5*', por 8,000
rs. mensaes: a.tratar no escriptorio de F. A. de li-
veira na na da Aurora, n. -Jii.
O Sr. doulor l.ourenco Bezerra Carneiro da Cu-
nba "morador no I'o-do-Alho faca o'obseguio-de
apparecernesta praca, na loja da ruado Passeio ,
n. 19, a negocio doseu.milito inlercsse.
v OSr. Jos Flix Lopes de Sena, que morou, ou
mora em Olinda, tem urna carta do sertao, na li-
vraria da praca da Independencia ns. 6 e 8.
I.ava-see engomma-se com milita peffeicflo o
por diminuto prego como bem soja : camisa lava-
da cengommada a 80rs. calcas e jaquetas 100
rs. a pega : tambem secse costura dia : ludo mais
barato do que em oulra qualquer parte: na rua da
I apa n. 13, primeiro andar.
-~mi ii ITjiiiJBafc-.
ro, porquo a sua scioncia bavia dolado o homciu da
orga e ligeireza do cavallo. Esse, pois, tambem ba-
via desooborto pouco mais ou menos oexihrda im-
mortatidade. Tal voz tambem so Ihe faltasse ,;>como a
mim, essas lies gotlas de sangue, que me recusas.
I'or falla dessas lies gotlas de sangue licou Achu-
les vulneravel no calcaiihnr; a morle achou esse
caminho, e por all entrou". Sim eu t'o.repito. Chi-
ron, o homem universal, o honiein superior, o ho-
inein peior, nao he mais do quo outro Allholas, em-
pecido por nutro Acbarat de completar a obra que
salvara a hiunauidade intuir, arrancando-a aof-
feilo da maldigan divina. E agora, quo tens tu que
dizer a isloi'
l>igo, respondeu Balsamo, visivelmente aba-
lado, digo que eu tenho n minba obra, e Vmc. a sua.
Cumpramo-la cada um de nossa pn'rte, e por prOpra
ronta e risco. Eu nao oauxliarei com iimcrimo.
Um crime!
- Sim, e que crime do mais a mais ; desses quo
oxcitam uina populagao irritada coulra um homom ;
desses quo levan o criminoso infamo forca, da
qual a sua scioncia anda niio pode livrar ora os
linmeus superiores, ncui os pcores.
Allholas bateo com ambas as descamadas mos
oa mesa de marhiore.
Ouvc-mo, dase elle, nao sojas um uliota hu-
manitario, a peior raga de idiotas que no inundo
i-xislem. Vem ca, fallemos un pouco da le, da la
brutal e absurda le escripia por animaos da tua es-
pecie, a quem ruvolla unja golla. da sangue derra-
mada com intelliKCiicia, mas quo se regabun com
as trrenles .le licor vital derramadas as pracas
publicas ante as murallias das cidades, nessas pla-
nicies que se chamara campos do batalba ; da tua
le sempro inepta eejoista que sacrifica o hornera
do futuro ao homem actual, oque tomn por divi-
sa : Vive hoje, morre amanha -Conversemos so-
bre essa lei, queros ?
Diga o que tem a dizor; eu estol ouvmdo, ros-
nondeu Balsamo cada voz mais" triste. .
Tens ah lapis, ou penna, paraTazermos um
pequeo calculo?
-- Eu calculo sem penn'a nuin lapis. iga o que
ten a dizer, diga.
Dize-ineo leu projecto. Ah rocordo-me... tu
derribas o ministerio, dissolves os parlamentos,.e>
taheleccsjuizes iniquos, produces una bancarrota,
, "nenias rwolias, aleas urna revulucao, deltas por
LOTERA DOTHRATRO.
A venda dos bilbelesdcsta lotera que com lan-
a rapidez seguia, oque deixava suppor que as res-
pectivas rodas andarinm tambem rpidamente, vai
soffrendo alguma demora, lano que depois do
ullimo .innuncio pelo qual se dosignou o dia 27 do
correlo, para o andamento das ditas rodas, bem
pinico adianlou-se a mesma venda exislindo, pftr-
lanto nm nlo pequeo numero de bilhotes pbr
vender ainV Por esta causa que n86 est ao al-
cance, do thesoureiro remover, deixo esto do fazer
effectivo o referido andamento no dia cima men-
sionado marcando novamente o dia 15 de setem-
|bro prximo futuro para realisagao desse acto ,
que se tornar infallivel, se os interessados neste
Jjogose propozerem, como he de esperar a coadju
var o mosmo thesoureiro nos meios do completar-
se a sbredita vonda.
Precia-se de um forneiro na rua Direita, pa-
daria'n. 69
Precisa-se de um rapaz porluguez que saiba
lavrar cera com perfcig3o : na rua do Collegio,
n. 5.
Aluga-sc umsobradinho do um audar, na praia
do S.-ltila, n. 36 ; a tratar na mesma rua com Ma-
noel Gomes da Silva.
muito '
^5
1-,
n Vcnde-sn una boa escrava com muito jj4
!_ boni e abundante loile *sem lillin, parida de H
1 3 mozos ; he muito val n narinhAaa "-
' 3 ine/.cs ; he muito agradavel e cariubnsa Jr
ijlj para meninos nio tom vicios nem arha- W|
-J ques, e sabe cov.inbar-e lavar do sab .,
Ij^j e varrella : na ruado Vigario, n. 24, se di- ~\
tiI r quem vende.
i'tr-

m
BOA GBATIFIC.ACAO'.
l.inoGonzaga da Bocha dar boa gralificag:1o a
quem pegar um escravo do nomo -Miguel, Gongo ,
muito conhecido por Miguel do Goniaga ; o qual
fugio desdo 17 do Janeiro do rorrete anuo, de 38
anuos, altura regular, secco do corpo bracos e
pernasAltas;tem no p direito um dedo por cima
do dedo mnimo; quando anda pucha por urna per-
Da, Este escravo trabalbou niuitos annos nos lam-
pcOesdcsta cidade osabe-se que anda alugadoem
sitios dos arredores desla cidade ; bem como tiran-
do canoas do areiir para aterro, por isso que he
apoiado por alguem.a quem promcile-se ajuslar con-
tas pelos meios legaes nlo indo enlrega-lo : quem
o pegar leve a rua da S.-Cruz n. 5.
Quem precisar de dous bonitos moloques de
nago ,. de 17 a 18 annos, sem achaques nem vicios;
os quacs veudem-so por urgente prccisSo, dirija-se
rua de Agoas-Verdes, n. 46.
Peranlo o Dr. juiz do civel da segunda vara,
porta da casa de sua residencia, na rua cstroita do
Itozario, tem do ser arre'matado'om praga publica o
escravo de nomo Paulo, avalfad cm 80,000 rs., por
oxecugflo de Joaquini de Oliveira ou/a contra S!ll',Je (|exa sua C8Sa (le irmiiccs tle-
Francisco do Hollanda Chacn, bojej faU. A. .nri de Joa(,uiu. Antonio
cuja casa deve fltvra
Domingo, 29 do crranlo esl designado polo
doulor juiz de rapollns para se proceder a cleiga"
da mesa gue lem de reger a irmandaile de >'. S. da
Paz dos i fugados na forma do novo con promis-
8 approvado ltimamente pelos Exin. hispo dio-
cesano o presidente da provincia ; polo que Silo con-
vidados todos os rmflos a compareccrem as horas
da manh.la do dito dia.
Arrenda-se o sitio denominado Jacar
prximo a Cruz-de-Almas com muilo boa casa,
eocheira, casa do fariuha muilos arVoredOS e boas
haixas para planta de capim ,e com capacidade de
sustentar allomas vareas: quem o pretender dirija-
so a rua do Queimado, t. 18.
PABA AS PF.SSOAS QCETENCINAM SEGUIR
VIACEM.
Na rua do Rsftgel, n. 9, coutinuam-se a tirar pas-
saportospara dentroefra do imperio despachara.-
se escravos e enrrem-se folhas ; ludo por prego mui-
lo o muito commodo c com hrevidade, do quo se
tem j dado exuberante pro va no decurso de sete
annos.
A possoa, quo offereceu na rua das Cinco-Pon-
tas. casan. 65, pela prata do par do castigaos a
160 rs. a nitava emosqicrcndo dirija-se a dita
casa onde so conliuia a vender* ourn o prata sem
fcitio ; urna rede de dormir, folla no norte; o urna
porgan de ferro fundido.
II. S. Mnwsoii, dentista bem
conhecido
nosta provincia, tendo agora chegado da Europa e
leudo visitado tiseapilaes de Londres e Para, don-
de trouxeos melhoresDbjectos da sua proliss.lo que
at hoje se conhecerrr, como nnvos instrumentos ,
denles e mais necessarios para qualquer operagflo
da sua arle; oiTerercBOUS servigos aos illuslres ha-
bitantes desla cidade conforme a sua tabella lixa ,
o promette fazer lo lus os esforgos para agradar as
senhoias ou senbores, que o quizerem procurar ,
las 9 horas da mantilla ate as 3 da tardo na rua do
Trapiche no Recito n. 4, segundo andar.
Jos Koinflo Gonoalves Muniz responde ao in-
nuncio dos Olhos do fallecido Manoel CoiiQalvos Ro-
drigues, que ellos, por mal aconselhados. e por In-
gratos, descoubeceudo os esforcos e sacrificios que
o annunciante empregou para levar ao cabo e impe-
trar a nullidadedo testamentado seu lio, o fallecido
FranciscoGoncalves Rodrigues, procurain contestar
odireito que compele ao annunciante, nflo como
neto de Manoel Congalves Rodrigues, comoellosdi-
zem e inculcan para illudir ao publico, senffo como
herdoiro Instituido de Joan Congalves Muniz que
era mio germano de francisco Congalves Rodri-
gues, eqUo por morrer depoii dcsto adquiri a be-
ranga e a iraiismillioao nnnuucianle, que est habi-
litado competentemente por essa sentenca que an-
guila o testamento de Francisco Congalves Rodri-
gues.
-Anessoa que se qu.zor propor a mw
dunsscidioras doidade ecapases, sendo *K?2
rrfm||a, d.rija-searual.ireita, n. 101, quo adiara
com quem tratar.
Retratos colorirlos de daftuttr*
reolyp >.
CarlosD. Fredrieks tom a honra de anouneiav ao
respeitavel publico,apestando breve { eguii >>
geni para a corle deStO Imperio com os ulli no> <>
cobrimeiilos desta famosa arte, so se pouera >
morar nesla cida.lo por um corto espigo de lempo .
e por isso roga a todas as pessoas e parlicularmui-
le as lamiliasquc estao para relirar-se da cidade,
proveitem-se desta bella oocasiao para tirarem
os sous retratos de urna maneia a mais perleiiaquo
se ba visto. ..- '
O artista, para quo 0 publi: i conhega o mrito do
sous Irab illios.s pode dizer que na cidade do Mar
nhito de onde se rel'wira ha 3 timos timu m ns do
tres mil rrtratos.
Retratos copiados c tambem se tiram retratos pa -
ra medalhas o tlflnetes. Trabalia-so com a mesma
facilidade cota sol ou son elle, das9 horas da ma-
nhffa as duas da lardi-.
As pessoas que qtii/crem podem ir exainmir os
retratos que sempro ton a amostra em sua casi,
na rua da Cadeia-N'ova, n. 26.' -
I l.lll. I-V., .1 I I i .1 I....... *....------------, --------j----------------------
te, as4 horas da tarde, por sor a ultima praga : os
pretendontes dirijam-se a hora e lugar indicados.
Nocngenbo Mozambique, em Sa:-u>urengo-
da-Matta, ponen adianlc do Camaragibc, precisa-se
do feilor que soja porluguez, tendo basfanle plati-
ca do servigo de campo o de ludo o maisquo diz
respeito as obrigagOcs desso cargo, dando (ador a
sua conducta, quo devora S6r muilo regular : quem
qurquo esliver noslas circumslancias, dirija-se au
lugar indicado tratar om Francisco Xavier Car-
neiro da Cu'nha Cainpello, ou no Aterro-da-Boa-
Vista, loja de l'crrageus, n. 46.
-- Oabaixoissignidofaz scientea todas as pes-
soas que teem penhores en sua venda que os vfio
res-alar, no prazo de oitodias, contados da publi-
cago deste ; do contrario os vender para seu pa-
canicnto. -- Olinda, 27 de agosto do 1847.
Ilaymundo Rmalo da linlia.
-- Com a mejor perfe"cBo, certeza o asseio, faz-so
toda qualidade de escrpluracAO o por prego Com-
modo : na rua doRsflgcl, n. 9.
__(i sr. Francisco Jos da Silva Pe eir, proles-
sor do primoiras le lira de Sanlo-Amaro-JaboaClo,
queira dirigir-sca rua doCubuga, loja n. a tra-
tar de negocio.

torra urna pionarchia, doixas levantar-se um pro-
tectoral o precipitar o protector.
A revolugao ter-te-ha dado a libordade.
' O proloclorato, a igualdado.
Ora, oslando osFrancezos livies o-.iguaes, esta a
tua obra coui[>leta. Nflo h islo?
-- Sim: julga Vmc. a coosa mpossivel '
Eu luto Creio em impossibilidades. J VOS que
fago jogo descoherto !
E entilo f
Espera, prinieiramonlu a Franca nflo be como
a Inglaterra, onde se fez tudo quanto tu queres fa-
zer, porque"s um plagiario, i Franga uo he urna
tena solada, onde su possa. derribar ministerios,
dissolver parlamentos, ostabolcccr juizes inijims,
produ/.ir urna bancarrota, Comenlarrevollas, alear
revolugoos, doilar p/r Ierra monarcliias, levantar
protectora tose precipitar os prolectores, sem que as
outaas nagOesso envolvam um pouco nesses mov-
montos; a Franga estaoldada a Europa, como u
ligado as ejilranhaa do homem. Ten raizes em in-
das as nages, fibras em lodos os povos; lenta ar-
rancar o ligado a ess grabdo machina, quo se cha-
ma continente europeo, e durante vinte anuos, Mu-
ta, quarcnla, todo 0 corpo estremecer ; mas quero
calcular pelo mais baixo, e lomo vinto annos, he
muilo '! responde, sabio philosopho.
Nao, uo lie muito, disse Balsamo, nfio be mes-
mo su luciente.
Pois bem .' contento^mo com o ineu calculo.
Vinte anuos ile guerra, de lula encaruicada, mort-
fera, continua, ponho islo om duzontos mil morios
por auno, nSo he muito quando se faz a guerra ao
mesmo lempo na Allenianha, na Italia, na llespanha,
ole., etc. j'duzonlos mil homons por auno, em vio-
le anuos, zem quulio milliOes de bomens ; dando
a cada hornera dezasete libras de sangue, he a conla
natural, pouco mais ou uieiius, e multiplicando-as
por 4, quanto faz?......Sessenta o oiio milhoesde II-
Mas dusangue derramado para chogar ao teu um.
i
Eu pedia-te lies goltas. Dze agora, qual do nos
lio o louoo, o brbaro, o canbal i' Ah .' uo res-
ponden i'
resultado.
iilu. uue ilerMinas sessenta eoito milhoosde contra li :
' i i?...-. ........... r. n n..ii ., .Mitinla
libras, leus corteza, dze? Eiito, ergue-te e com a
mo no coragao, responde : Meslre, mediante esses
-- Miguel Esteves AIvc, tendo dere-
tiiar-se para a Europa, a tratar (i sua
liaixo da gerencia
de Paria Barbosa cuja casa deve g)
lora a vante dcliaixo da firma do Mi-
guel Kstevcs .Ive.s Si C-ompanhia.
POMMATK U., GOTELEIflO NO ATERRO-DA-
B0A-VISTA,
lera a honra de avisaran publico, que niudoii o
seu estabelecimenta da rua do Aterro-ua-Boa-Vista,
n. 5, para o sobrado novo, n 16, da mesma rua.
Na sua loja sempro o publico achara como de cos-
tuine um grande sortimento de ciilolerias linas 0 de
todas as qualidades ; bem como pistolas do vagom,
e aunas para caga. Contina a concertar todas as
qualidades de armas o ferragens, e amla lias quar-
la-l'cirase sabbados.
-- O Sr. Manoel Conmigo de Mallos lem Ulna car-
la om poder de l'ii mino J. F. da Bosa, na rua do Tra-
piche, n. 14.
Olerece-se una parda forra para fazer o servi-
gp de una casji ppr prego commodo : na rua da
Eruz, n. 40.
- Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : ns rua Volha, n. 104, se dir quem precisa.
quatro milhOes de cadveres aliango aventurada
bllinanidade.
Mostr, disse Balsamo illudiiulo a resposta, pee
o anuir de Dos procure oulra cotisa
Ah.' lunSorespondes; exolamou Altliotas tri-
umphante, tu nto respondes t
Vm. meslre, se encana a respeito da ellicacia
do nieio; isso he mpossivel.
Piirece-me que me aconselbas, que monogas,
^ que me desmontes.? disse Altliotas rolando com
fra colera os olhos pardos por liaixo dos sobr'olhos
brancos.
Nao.inestre, mas reluci, eu que vivo todos os
>.ias em contado com as cousas .(leste mundo, em
contradicgfln'oom os homons, om luta com os prin-
cipes, o Dio como Vil, arredado em um calilo, indil'-
l'erenteatudoo quo se passa, a quanlo lie prohibido
ou pennttido, pura ibstracefio dosablo sdocita-
dor; eu, cmlm, que sel as dilliculdades, apoulo-as,
e nada mais. '
Essas dilliculdades, em breve as venceras tu,
te quizesses.
Higa, se cu acredilasse.
Tu ofllSo nflo acreditas i'
Nflo, disse Balsamo.
Tu me tontas, Acbarat, hiadou Allholas, lu me
lentas.
Nao; ou duvido.
Ora bem, di/.c-me, eres na morle i
Creio no que existe. Ora, a morle existo.
Allholas oucoljieu os hombros.
I.ogo, a morle existe, dizes lu ; hepOntOquc
nflo contestas.
lie cons inconlostavel.
Ilecousa inlinila, invencivel, nflo be assiin r1
A onmmissao administrativa m urou o dia II le
setomhro para ler lugar k'partida laquolle mo, a
convida aos Srs. socios a aprasmtarcm suan proposi-
ta pan convidados a dita partida, no dia :il do
corrento, pelas (horas da tarde, di cata da socio-
dade. Adverte igualmeuto aos ditos Srs socios,
que as mencionadas pro^ostis devora. declarar,
alom dos nomos, a qualidade-, oslado e oecupac.u
ilOSOandidalos, aliin de orientara commissao acer-
ca da rdoneidado dbs mesmos'convidados
- Quom precisar de um escravo para servente,
dirija-se n praca da Independencia loja n. 8.
Muga-se una casa terrea na rua Bella, con
duas salas, 3 a'lpovas cozinhafra, qointal e ca-
cimba :a tratar na ruado Collegio n. 15, segundo
andar.
Compram-se, OU alugam-so duas pretas acostu-
madaa venderem na rua que nao lenliam defoi-
los o seiam liis : na rua do niicimado, n. 40.
-Compram-sO as (Idose Arlo potica do Hora-
cio traduzidaS no p da lottra : na praga da Inde-
pendencia livraria ns. 6 o 8.
Compram-se dous paros de dragonas para olli-
eiaesda guarda nacional ,oduas espadas plateadas,
em boin uso : na praga da Independencia, n. 19.
Compram-se > moloques de 11 a 20 anuos, con
principios de ollicio de sapateiro e saliendo, me-
liior; tambem se compl amliSo sal n.lo', e urna preu
da mesma idade com habilidades : sondo do boni-
tas (guras e nao tendo vicios nem achaques, nao se
olhfl a prflc : na rua da Concordia passando a pou-
tczinlia, a diroila. Segunda casa terrea se dir
quem compra. ... .
Conlina-sea comprar ferro fundido, conreo
lirn/.- vclho : lia rua do Brum, n. 8.
istrenicccr osen adepl.,.
Oh sim, mestre, invencivel, e sobre ludo in-
E quando vis un cadver, cobre-sc-le a Tronic
le suor, o O teu coragao so penalisa ?
Nao so me cobre a fronte de suor, porque es-
lon familiarisado cort todas as miserias humanas ;
-Uesi.oudu sim, meslre, quo as tros goltas de pouco a vida ; mas ao ver um cadver digo coinmi-
Venda.s.
Ven do-so a SCCUSaco dol'esa e julgamonto do
\,rumio, cm folhelo brochiirado, por 1,000 rs. :
na praca da Independencia liviana ns 6 e 8.
Vonde-se una casa lenca na rua de San-Jose,
por prego commodo : a tratar na rua de Santa-Bita,-
n. 18. .
Vende-so, por precisOO, nina bonita escrava o
nagflo Costa, de 15 ai.....s de idade que sabe cozer,
engommar e cozinbar: quem a pretender dirija-so
a rua .las Larangeiras, n. I-
escalnello entro os ^ los ; e quando o discpulo aca-
bo,, a plnase dolorosa e solemne, o velho lancou
sorriiido un olbar em derredor do si, e litou os vi-
vos olhos, para os quacs a naluroza pareca nao tor
soaredos cm um canto da sala onde dcitado nai-
guinas pallins trema um pobre cachorro prato, o
nico que rostava de Fres animara da mesma especie,
que Allholas pedir para suas experiencias, e quo
Balsamo Ihe mandara vir.
Pega naquelle ca.>, disse Allholas a Balsamo, o
po-uo em cima desla mesa.
Obedecen Balsamo; e pozo Cao onde quena Al-
tliotas. ,
O animal, como se presentir o son destino, pon.
sen. duvida ja havia passa.hf pelas mflos do experi-
mentador, poz-se a tremer, a dobatex-so ea mvar
uando Scnlio 0 COIltaClO do marinle.
Ora hem, lu eres na vida, disse All las, pois
que acreditas na morle, nao be assiin P
Sem duvida.
Aqui osla osle cao, que mo parece estar lien vi-
vo, nue dizes -v ,__
- por corto, pois quo grita, so eslorce, o lem
"acorn slofefos"esses ces pYetosI para oulra
vez procura-m'os hrai.cos.
I- OMbem ; diziamos os que osle esta vivo .' 1.a-
dva. negrinho, ladra, accrescenlou o velho com o seu
lgubre snrriso, ladra, para convenceros olll.ll se-
nlioi Acbarat.lo que estas vivo.
E locou com o dedo po cao porcuna de certo mus-
culo, o o^ao ladrou, ou antes gemeu immediala-
- iiom cheiiaiflineuiua......he isso......melle o
a, invencivel, no ne .=,... WpVsiu. : osquecia-me perguhlar-
Hccroscentouovelho sabio com un, so. nso que fez ^^^''llXrte acrodiUs tu mais.
>lO. iuV...,;o ,n,oVm niii.ri1i7ir
I Ulll U'iU V- *- "..-- -........--
N3Qaeio que Vm. quer dizer, meslre ; a mono
he amoro.
Justamente. : o que acabas de dizer he a venta-
do be essa tamben a minha opinlSo. Pois bem, ja.
que a morle he a morle, forma ojacuo, Acbarat.
Balsamo don volla a lima roda, quo langou fora
Z ^SSiiS SSS mSZ asumo' em por un'i! tubo o r once, rado no pneu.na cor o cao,
ao st me pi nansa "-u,"v i m .,,_ ri,,, mieo se oscanou o ar com umsonro asu-
c pouCo e pouco so cscapou oarcom um sopro agu-
do. O cao inquietou-so a principio, depois procurou,
< _...... ...I...,. annnitAaa (in m lmlltt n ItfO-
Morle "morle tu es noderosa como neos : re uo. ... ..,..'. =- r-----!- r-~ r;-----~
:""-'.............' ..........**- zstirtv&s&^&ss.
?i-


uu a n i I i
. Allholas eseutou Balsamo em silencio, eSem darl inanimnan.
oulio signal do impaciencia mais do que aportar uml
;Conlinuar-s-/ia,)
MUTILADO


TT
A
* ;i
I


I

Caz.
roja de Joo (Uiardon,
tcrro-da-IKn-Vista, n.lf.
N. s[,i leja aclia-so un rice soitiiiicnto Je I.AVPK<">
I'ARa (i\7. rom seus competentes vidros, accendedo
i> ahal.idurcs.
1'lslCS C'aildieil'O.S ><'<" melhorea
in.iis modernos que existen* bote i recoininciidain-se ao
publico, tonto pela seguran; e bom goslo de sua boa
confMcao, como pela boa qualidade da luz, economa e
assri de seu servico.
Na lliCSina loja w consumidores sem-
pre achrSo uin deposito dcGAZ,, de cujo se afianca a
<|ii.i1idade e eni porfo bstanle para consummn.
Vendo-se conforine a quulidade, a 320 e 400 rs.
a garrafa.
Ven.lem-se superiores chapos de
.castor, prelose hiancos, por proco
milito barato : na rua do Crespo, loja n.
n, de Jos Joaquini da Silva Maia
Nesla Inja vendem-se pannos linos, protollo de
(oos, a 2,500, 3,000, 8,500, 4,000, 1,5000 5,000 rs.; o
minio lino, piova de liman,a 0,000, 7,000 e8 rs.; 80-
lim macan muito superior, a 1,000 a 5,000 rs,.; sodas
de cores, a 1,000 rs.; teneos linmeos grandes cora
bicoetn volla, a 040, 80i> e 1,00!) rs.; ganga azul, a
80ea loo rs.; nina grande porgan to chitas Jo cores
lixas, de lio a 160 rs-; e oulras umitas poeliinolias
novas (|ito avista dos freguezes se farilo pato o tos.
Na loja nova do Passeio- *n-
blic\> i de Ha toe! Joa-
qun) Pasco i i izamos,
Aendem so pecas de madapoln, a 2,000 c 2,400 rs.
na vara a 100, 120 e lio rs. ; chitas, a IiO, lio
160 rs. o covadn ; pello do iliabo a 200 rs o roya-
do ; chales de nieliin a 1,000 rs. ; pegas de algo-
dlozlnho, a l,280 rs. ; riscailos francozos a 20o rs.
ocovado; prnceza inuilo lina, a l.ooo vs. o cova-
do ; o nutras militas fa/ernlas (|tie pelo seu dimiuu-
lo prego nao desagradaran aos seus froguezes.
Vendetn-se, na roa Augusta, n. :il, casaes de
rolas brancas hamhurguezas, por prego comiriodn.
Vende-se, na rua da
5jSj Cadeia, n. 37,cera em ve-
las, de superior qual ida-
de, fabricadas no Rio de-
Janeiro, em caixas pe*
quenas, soilimentos ao
fclt ^oslo (lo comprador,
e por preco oas broto
doquecmoulraquulquer
i i,arlc-

Vende-seurna linda negrinha de 11 anuos, com
principios de costura ; uin mulalinho de 10 a 12 an-
uos de elegante figura ; 2 pretaa para todo o sorvi-
en ; urna dita perleila oozinhcira : no paleo da .Ma-
triz de S.-Antonio n. i, so dir quent vende.
Vende-se urna hoeeta com 17 oilavas de oiiro ,
propria para senliorn ; umcordflo com 7 oilavas o
inda de ouro de lei; 8 colheres para cli com 51 oi-
lavas de prain ; no largo lio Carmo venda n. 1.
Vemletn-se tinas pelas de nagilo Angola ,sen-
do una de 16 anuos, e a nutra de 26 ; ambas cozi-
nliain hivatu de satirio e vendem na rua : na rua das
C.ruzes, n. 22, segundo andar.
opounuo
o5o.nl jod o s,ipttp;|i!nl> B supoi op BBpuaZVJ ap O)
-uatunjos oinplnioj u:n siqsap iue|a a #s.i ooc't,:
, snuue.l suoq osojod np Stliqoepoiu.iuttitos oaoii
Uin opitAO.) uin ttptto 'rj OS'l op o5oad oiejuq opid
' r.in .mi ap sotii|i!(l oi.is op 9sti3|S!.ind t:z.ioui.itl n.\
-oh u es-epuoA 'q mi 'oiuoiuv-'S opoojb oeJOOJJ
-tio.i i!it|iii!(iiuu;) ^ ftJBtyesse&irainoop >[o| n
-o;> o-mo8S#I v
Vende-se cal virgem de Lisboa,
eni bnrris da mc'lhor que ha no merca-
do, por preco limito rasoavcl : D8 na
do 'fiapiche, n. 17.
A setecentos rs. a
vara.
Na loja de CuimaiiesSeralim & Companhin ven-
de-sc brim trangado ,. fraiiccz, llfstant^'cncorp.-.do
0 de puro linho, pelo barato prego oe 700 rs. u vara.
Esta fazenda se torna rccommendavcl peta boa qua-
lidade. *
Aa loja de .fos Uanoel Von-
liio lr,a na rua do Cres-
po, n. 16, esquina que vira
para a 1 na das Cruzes,
vendem-se ricos corles de eambraia de seda os
maismodernos padrOes e muilo agradaseis para
vestidos de senhora.
Vendem-so cai t: deehhysson, d6, 12el3
libras ^m pon-fies >>u a relalho ; caixas de velas
le espermacete dee 6 em libra : na rua da Alian
lega-Velha n. 36, cm casa de Matheus Austin & C
3* F.M PRMEIRA MAO', *f
vendem-so caixas com velas de cera do Rio-de-.'>-
iti'iro e de Lisboa; e tumtiem brandAcs bogias c
lochas : na ruada Scnzalla, armazem n. 110.
O desengao do an-
tijfo barateiro he
vender fazenda por
todo o dinheiro.
Oantigo barateiro esta vemleniJo na sua. nova lo-
ja de miudezas da ruado CollegiO n, 9, papel ai-
maco muito fino, a 1,600 ^,00, 3,000 o 3,200 rs. a
resma ; fitas de rctrez de todas ascres a 560 rs. a
pega ; dita lustrina prota muito boa, a 440 rs.a
pega ; pontos de tartaruga para marrafa a 960 rs.
a parelha ; botOes de ac, Curados, a 200 rs a grozaf;
ditos de madre-parola, a 480 ra agroza; ditos gran-
des a 400 rs. a groza ; lamaocos para bomom e se-
nhora a 320 rs. o par ; magos do corditode todas as
irossuras para vestido, a :12o rs, o mago ; pscovas
para dontes, a 80, 240, 320, 100 c 80 i;s. cada urna ;
ditas pata Cato a :)20 e 400 rs., cada tuna ; (lilas do
limpar pontos, n 80 rs. cada orna ; caixas de lindas
to marear, a 120 rs. cada oaixaj magos de litado
linho a 2110 rs. 0 mago de 12 pegas ; torcidas para
caudieiro a 100 rs a iht/.ia de todas 88 larguras;
caixjnhas com agulhas Ct'ancozas a 280 rs. a cttixi-
tllin ; caixas de tartaruga para rap, a 1,600 e 2,000
rs. cada urna ; caixinltas com pos do aliar uavalh is,
a 200 rs. n faitea ; medidas de marfoquim para al-
fhiato a 330 rs. cada urna; pentes de preudor cabel-
lo a 80 rs. cada IIDI; cartas com urna groza do pa-
pes de clcheles, a .'120 rs. a carta ; caivetes de a-
)o do chiCro de viado a 200 rs. cada utn; leSOUBSS
ttiuilo finas com toque de Cortugem a 120 e 200
rs. A ellas, antes que se aeahem, porque o novo sor-
limonlo he potico: se nilo rliegarem a lempo, ao de-
pois nao briguein.
VcndcrSO cera do carnauba, de muito ,
}rh boa quolidadff, tanto a relalho como em fajk
Vvc4 purgan : na rua tas l.arangeiras n. 1i, (Jtr)
segundo andar.
-Vendem-se dous lindos molO(|iics de 18a 20
anuos, sendo um dclles ollicial de all'aiale e cozi-
nheiro ; dous pretos, um ollicial desapaleirno oou-
Iro proprio para todo 0 servigo ; dous pardos, um
bom carreiro o 0 nutro proprio para pag'jm, do 16 a
18 anuas ; tinas punas, unta de 22anuos com ha-
bilidades o a nutra de- 12 anuos propria para se
educar: protaarom habilidades; dnas negrinbas
com principios de habilidades de ll 12 anuos : na
rua do (lollegio n. :1, segundo andar se dita quom
vendo.
Vcndc-so um sobrado de dous andares e sn-
lan por 6:600,000 rs. silo em unta boa rua do
bairro de S.-Antonio cujo sobrado rendo 70,000 rs.
mensaes: naxua das Larangelras, n. 14, segundo
andar.
Vendem-se por prego commodo, duas ban-
das ticas, pura ollicial superior : na praca da Intle-
pendencia loja n. 22.
A O DOME BARATO.
a nova loja de Francisco Jos
Teixeira Bastos, nos qualro-caili
tos da na do Queimado, n. 20 ,
vende se panno preio, verde, cor
de caf eazul, de superior qua-
litlade e por prego mais com-
modo do queem ou(ra 'qualipier
parte. Na mesma loja ha um
ei>nq)lc(o soi limenlo de fazendas
por presos rasoaveis.
A l^OOO r*. -
As melhores luvas de pellica brancas o elsticas :
na rua larga do Itozarin, u. 24. *
Vioho de Cliainpanha
da superior c niuitoacrcditada marca
Cometa,
vende-se noaarmazem de Kalkmann & Kosenmund,
na rua da Cruz] u. 10.
Ilcneao !
Vendem-se superiores chitas Crancezas, de vara de
largura e decores lixas, a 280 rs. o covado ; ditas
linas escuras c de cores lixas, leudo algumas que
scrveiit para lulo a 5,000 rs. a pega ; meios chales
de cassu de quadros, a 440 rs.; cortes de lanzinha,
pata sanhora com 15 covados a -3,600 rs. ; panno
preto lino para pannos de pretaa a 3.000 rs. o co-
vado ; chales de lila e seda muilo finos, a 5,500 o
7,000 rs. ; zuarle de vara de largura a 240 rs. o
covado ; cortes de eambraia lisa muito lina o com
6 varas o ineia a 5,000 rs. ; superior briin tranga-
do pardo, de puro linho a 640 e 900 rs a vara ; di-
to amarcllo milito lino, a 900 o 1,000 rs. ; dito
trangado de linho branco, muito superior a 1,000,
1,280 e 1,600 rs. a va'ra ; chadrezes do linho pare
aqueta a 400 rs. o covado ; risoadinhus trancados,
n 240 rs. o covado ; hamburgi) de linho, a 260 rs. a
\ .ii a ; uieias para senhora a 240 rs. o par; p oulras
militas Cazendas por barato prego : oa rua do Col-
le^io, loja n. I.
Vendem-se dous mulatos, sendo um com idade
do 18 anuos, bom ollicial de sapateiro,-de linda ti
guia, e proprio para pagem ; um inoleque tic 15} a
14 anuos; om mulutinho de 7, pouco mais ou
menos; euma mulata'de 26 a 28 annos, que cose
soCfrivelmcnte e lava rnupa : na rua do Crespo, lo-
ja, n. 2 A, se dir qunm vende.
Vemdcm-sc ptimos guardanspos de puro li-
nho, os mais moderos que tccnryindo de Portugal,
i 800 rs cada um; e um novo sortimento de pannos
finosde todas as cAres, por diminuto preco : na lo-
ja nova de Itavmundo Garlo Leite, rua do Queima-
do, n.11 A.
Cortes de pelle do diabo, a
1,400 rs.
Vendem-so superiores cortes da Cazenda chama-
da pello do diabo com 3 covados emeia pelo lia-
rato prego de 1,400 rs ocrle, sendo da maissupe-
rioaque tcmapparecido : na rua do Collegio loja
n. 1.
--Vendem-se 3 tanques, Ce.itos*do milito boas ma-
deirasebem construidos, pfoprios para engenho :
na rua da Cadeia de S.-Anlonio, serrara n. 13.
Potassa nissiana.
Cunha & Aniorini teem para vender
potassa da Uussia, de superior qualidode,
na ruada Cadeia, n. 5o.
Lotcria do IHo-de Janeiro.
Aos 0:000,000 de res.
Iiihetcs e meios ditos da oitava lotera a benefi-
cio do imperial Ihoatroda cidadede Nicthcroy : na
.ina da Cadeia do lleciCe loja de cambio do Sr. Viei-
ra. I.sles billtetes vilo lubricados pelo vcmjedbr.
' clles aillos que se acabem.
Vende-sc um sitio em Mara-Simplicia nos su-
burbios dacidade deOlinda com casa de vivenJa
com seus competentes commodos planta de ca-
p ni, alguiis arvoredos do Cructo o urna capoeira
de mallo : a tratar no mwmo sitio, como seu pro-
prietario Vicente Jos do Carvalho.
Vende-se um cscravo. de 18 a 19 annos, de
muito boa conducta, intolligenle para ndfcocio o
(|tie pdccoziiihar para algtim cominanlante de na-
vio; he vendido smenle porse querer comprar urna
escrava : na rua da floren I i na n. 16.
- Vendem--se barrisde diver-
sos (.-tornillos com me I no ar-
mazem do trapiche Hamos : a
tratar na rua do Queimado, loja
n. 20.
Casimiras elsticas, a I $00 rs.
. o eovado.
Vendem-se superiores casimiras elsticas peln
barato prego de t,000 rs. o covado; ditas muilo li-
nas (rancozas a i,280 rs. o covado ; dita do su-
perior qualidade elstica, muitO'fina, e preta a
3,500 rs o covado : na rua do Collegio loja n. 1.
O Muieu l'iltoresco, jornal de instrucc.lo e recreio,
ornado de bellissjmas eslampas : vende-sc, por pre-
go muito menor quo o da assignattira, no segundo
ailar da casa n. 7, da rua da Cruz.
ty Na rua llireita, sobrado n. 29, vende-se um (jj
8 casal de escravos do servigo de campo, por ES
$ 800/ rs., a prcta lambem lio lavadeira c vende-
^J deira; e por 300/rs. um preto do servigo de (IfJ
JQ campo. j|J
Vende-se um sobrado de dous andares c sotClo ,
sito na rua da (lua, n. 55 cm chitos proprios : na
rua Nova, n. 65.
~ Vende-sc azeite de pcisc etn garrafas e cana-
llas ; cal virgem de Lisboa cm barricas grandes e
pequeas; Ccchaduras grandes para portas de a r-
mazem", por prego commodo: na rua do Vigario ,
nrmazem n. 11.
Batatas iiigkczas,
as mais superiores e novas que existem no merca-
do, a2,000 rs. cada urna arroba: no armazem do
litaguez.
Vende-se. o sitio denominado Pacheco ,
com mais de meia legoa de Ierras, muilo proprio
para plantagilo de algodo e para criagflo de gado;
tcn todas as proporgOes para se levantar um enge-
nho ; tem boa casa de vivenda, alm de outras casas;
tem engenho para descarogar algodo, o he situado
pcrlo de .Maniauguape,da provincia daParalrba: lam-
bem se vende urna parle de Ierras da Cazuuda de
Manigoba que divido com o riacho de Pbrtos porto
de Catol-do-ltocha ; e outra parto no sitio Corra-
linho-de-llaixo que divide com o rio de piranhas,
Ierras muilo propnas para eriar"e soltar gados, por
lerem boas cncostas deserrase agoa|permanante,cu-
ja agoa nunca seccou noni mesmo na rigorosa sec-
ca : ludo por prego commodo : tambem se trecam
por casas nesla praga : .a tratar com Jos Antonio
de Magalhites Basto.
Vndc-se eambraia de linho muilo
fina, para lencos de mao de senhoras ou
peilos de camisa, pelo diminuto preco de
3,ooo rs. a vara : na rua do Gahug, lo-
ja de l'ereira & (iuedes.
'Loti ra do Hio-dc-Janeiro.
Na rua da Cadeia-Velha, n. 29,'casa de J. O. Klster,
vendem-se bilheles e mqius dilos da terceira lote-
ra a beneficio da lubrica de papel, viudos no ultimo
vapor.
Vende-se estopa propria para saceos : na rua
do Trapiche, n. 8
Vcnde-sefio da ludia, proprio para coser sac-
eos : na rua do Trapiche, n. S
Vendem-se 191 pegas de cabo de Cairo : na rua
do Trapiche, n. 8
Vendem-se pedras.de amolar, braucas, da me-
lltor qualidade que tefi vindo do rio de S.-Fran-
cisco a relalho e cut porgfio por prego commodo:
na rua da l'raia, armazem n 18.
A padaria de unta soporta com a Crcnto para
a rua do Sebo, na praga da S.-Cruz, contina a ler a
venda alm do escolente pilo ludo o mais que he
Kroprio desles estabelecimentos, bom como ; a boa.
olacbinha d'agoa o sal, furadinha, de 24 e mais cm
libra edoce domesmo tamauho : tudo da melhor
Carinha quena no mercado, esem mistura que se-
ja nociva a qualquer estado.
Vende-se bolachinha de agoa o sal, de 20 ^
m libra, todas Curadinhas.e muilo boas a
para cha e caC; bom como de loitc eovos que
servein mesmo para doentes, por no terein 0
composigfics oleosas ; biscoutos redondos j
doces e d'ovos ; bolachinhas; faliasdos mes- O
f mos : tudo feito com lodo asscio e das me- ^
tibores Carinhas quo ha hojo no mercado: tam- 0
bem se vai fabricar bolachirta de ararula : no
t| pateo de S.-Cruz, padaria n. 6, defrontc da 0
9 igreja. ^
nmtimm*0m rt* et\* e>^ &n m* n^o
__ Vendem-se duas prctas mogas de boas figu-
ras, com boas habilidades; dous pretos bons para
todo o trabalho: na rua do Passeio, loja n. 19, so
dir quem vende.
Vende-se um bom escravo mo_go, de bonita fi-
gura e urna escrava todos chegados do Aracaty a
26 do correte: na travessa da Madre-de-Deos,
n. 8.
Vende-se um casal de moleques de nagito, de
10 a 12 annos ; 3 moloques, de 17 a 18 annos ; urna
houita'escrava com cxeellnnlcs habilidades ; 3 di-
tas para lodo o servigo; dous oscravos, proprios
para engenho : na rua de Agoas-Verdos, n. 46.
$^g^&s&a $:$ift mmmmmmmsmm
Vendem-so 4 escravos, muito mogos, (indos, U
bastante reforgados e corpolentos ; 2 molo- p
ques muito lindos, de 15 annos ; um m-.ilali- j
^ nho de 8 annos : todos sito muilo esporlos o .
ji habis, c nilo tem vicios nem acgaquas^ o que j"
i se afianga ao comprador :" na rua do Vigario ,.||
M n. 24 se dir quom vende.
Vende-se um escravo de nagito Angola proprio
para o campo ou. servigo de rua, por prego com-
modo : na rua do llortas, u. 140.
__ Vendem-se excedentes ps de parreira da me-
lhor qualidade que pode haver, por mdico prego ;
na rua do Caldeireiro, n. 70.
Vendem-se latas com bolachinhas de herva-do-
ce, feilas do ararula muito novas c muito baratas;
batatas boas pelo barato prego do 1,600 rs. a arro-
ba : no armazem do Bacelar, defronte da escadinha
da alfaudcga.
Vende-se ferro da Suecia ; foili de Klandres;
oobre para Corro de navio ; dito para caldeireiro etn
porgues grandes e pequeas : na rua de Apollo, ar-
mazem n, 6.
Vcnde-se carne devacca salgada, em barris:
na rua do Trapiche, n. 8.
Vendem-so quatro mastros de pipilo: na rna
do Trapiche, n. 8.
scravos Futidos.
Fugio.no dia 19 do corrente, o preto l.uiz
Paulo escravo que Coi dos Srs. Machados, com Ca-
zenda em Caranhuns; o qual lio velho de estatura
mediana ruim figura aleijado de ambas asinos,
Sucas no abre perCoitamente. Itoga-seas autori-
ades policiaes e pessoas particulares, quo o ap-
prchendam e levem a seu senhor, Francisco Anto-
nio de Cajvalho Sequeira no silio da Passagem-dc-
Olinda que gratificar generosamente.
-- Fugirar, no dia 9 do corrente dous escravqs,
do-engenho Vcrmelho na comarca do Rio-Formo-
so;.os quaes teem os signaes seguintes : Semillo ,
orioulo, do 20 a 25 anuos cr ataiocada cabello
pichaim assanhado nariz afilado e com as ventas
largas olhos brancos morios e grandes queixn
fino cara um lauto larga ps largas, cintura fina ,
corpo cahido para diante quando 'anda peritas
cangalbas pos grandes e com os dedos torios ; tem
urna* marca de urna Ccridaem urna das ponas, re-
mecbe-se todo quando anda, e no lem barba
Antonio, ci ionio, de20 annos pouco mais ou menos,
Calla gaga de menos que o outro na altura e gros-
sura peritas linas pes a palbetadns nariz meio
chato, olhos brancos e de bom tamauho, meio Culo,
as costase outros lugares em quesecosiuma a cas-
ligar scravos bastante corladas mesmo de fgi-
das quo lem feitu testa meia acarneirada denles
limados, beigos grossos. O Semblo Coi comprado
nesla praga a liiogo Jos da Costa o dizia o mes-
mosrao escravo baver sido de um homem, de nomo
lenlo da Cosa Villar, morador na villa chamada
Telha pertencenteao-sertiio do Amum. 0 Antonio,
be natural mesmo daquella comarca : suppc-se te-
rein sabido juntos. Itoga-se as autoridades policiaes
e capililos de campo que osapprehendam e levcni
ao dilo engenho, ou participen! ao proprietaiio ,
Clemente da Hoclia Wandcrley que gratificar ge-
nerosamente.
Acba-se, desde o dia 16 do passado fgida a
pela .luatina, de nacjio lloiigucla de.30 anuos pou-
co mais ou menos ; he bem conhecida por usar do
de vender sapalos para senhora, fructas, bolos, etc..
he alta, secca do corpo cor fulla rosto comprido,
olhos fundos, nariz um tanto afilado denles lima-
dos, beigos grossos ; tem uma'marca antigano la-
do esquerdo do rosto proveniente de urna denta-
da que Ihe derain bracos linos e cumplidos pes
seceos e lambem compridos, pernas chelas de vcias
e citen i-ogadas; he bastante ladina. Esta preta,por ter
muitosconhecimenlos, julga-sc oslar acuitada : por
isso prutesta-se usar de lodo o rigor da lei contra
quem adutilti-la em sua casa e muilo so iccom-
menda as autoridades policiaes capitSesdc campo
e mais pessoas do povo a captura da mesma escrava,
prniiietlendo-s aos ltimos boa recompensa, sea
levarem ao Atorro-da-lloa-Vista ,-n. 17 fabrica de
licores deFrederico Chaves.
Fugio, no dia 27 do corrente, da casa de Fran-
cisco Jos uarte Cainargo, um pardo, de nome Vir-
ginio ofiicial de sapateiro de 30 annos pouco mais
ou menos secco do corpo cor amarellaga poura
barba cabellos anudados t com um brinco em uina
erelha, nariz afilado ; levou chapeo de palha de
Ilavana caigas a/.ties; anda calgado ; Coi da ciliado
de Coianna escravo do Manuel Lopes llaudeira o
qual o vendeu a annuuciante por procuragSo bas-
tante ao seu sobi i nho tiesta cidade o. escrivSo An-
tonio Ignacio de Torres llandoira. Quem o pegar le-
Ko a rua de dorias, sobrado n. 48, que receber 20/
rs. de gratilicacO.
1'i.lWN.: A TtP. DEM. r.Dli l-ArilA.----lt
MUTILADO
(


Full Text
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