Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08526


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Full Text
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JO rs. por 'nuude. Os que mo Im-coi assig-
tp"f*elj0 no rs porlinha, IflO em lypo
SES DA LA NO MEZ DE AGOSTO.
Scxta-feira 27
PART !l\ DOS CORRBIOS.
Goauna o Pariliylia, s segundasc sextasfeiras.
Rio-(irnnde-dn. Norte quintas feiras ao meio-clia
Cabo, Serinliem, llio-Formoso, Potto-Calvo e
Macelo, no I.', a It el de cada mez.
(aranliuns e Bonito, a 8 e 2S
Roa-Vista e Flores, a 13 e 18.
Victoria, s quintas feiras.
i Minda, lodos os das.
PnEAMAH PE HOJE.
Primeira, s 8 lioai 6 minutos da larde.
Segunda, s 6 horas e 30 minutos da maolia.
fe jLfosto.
Anrm XXIV.
N. 192.
53 taad
DUS |M IGUANA,.
..i. -. Lierato. And. do dos o.
plffiM do', cl.tc. da 1 v. e do J. M. d v.
?l Terra, iff S. Barlholoinco.
55 Quarta. S. I.triz rei ele Flaura. A cid do ).
doce. 3 t do J. de paz-do i dist. det.
50 gninta. S. Zcliiiuo. Aud do J. ce orpli. c
doJ. municipal da l.vara.
57 Sola. S. Jos de (.'alazn*. And do clociv.
da I. v. e do I de paz do I. disl de t.
58 Sabliado. S. Atcutlnl.o. And do I do civ.
da I. v. e do J de paz do I dist. do t.
29 OomiRO. O Sagrado Corarlo de Mara.
CAMMIOS NO DA DE AOOSTO .
Cambio sobre landres a 11 ti. p. II r. n <'
Par S6 r$. por franco.
a Lislma Iflia IH. clepreijiio.
Dosc.dcleitras de boas lirm.sde >/, lV.
OuroOneal bttponholM-... 5nnii
UoedMdoeftMvtJh. locso
a de Gfloo nov lOjiOii a
. .de V'OOft..... "I'00 "
l'i-alu Patace........ ifaiO a
Pesos coluniiiHies. .. l|H"n a
Ditos mexicanos... If*** "
Miuda .......... *">
58>iOO
IDJiOO
ISMM
J0
l'.HKI
IJS'I"
850
Aceta da co.np.do BeUlibi de S0|000 rs. ao par-
DIARIO DE PEMf AMBUCO.
EXTERIOR.
FRANCA.
1
congi.usaO no extracto dos jornaes pe
pars.
noticias de 16 dejunho. O presidente da enmara
dns nares tinlia convocado os memliros do tribunal
para o dia 21, afim de ouvirem Icr orelatorioda
rommissfto encarregada dn examinar asaccusacOes
dirigidis contra o general Subieres.
0 Courrier Franrais annunciou que mil i tos depu
lados linham rcsolvido entrar em cotilas com o mi-
nisterio sobre a sua conducta na Suissa: Todava a
opposicio proporia nessa occasio um voto de cen-
sura, afim de habilitar a cmara a declarar explci-
tamente a sua opposicilo indigna poltica do Al.
Goizot.
0 Kalional dza que no da 14 linham chegado da
Blgica a l'aris 2 expressos annuncando que a vida
do rei Leopoldo eslivera em grande risco. S. M. ffl-
ra alTeclado do insania.
A cmara dos deputadosapprovou a proppsta pa-
ra se diminuir o imposto sobre o sal por urna niaio-
ria de 250 votos. Os ministros nao se oppozeram for-
malmente a essn proposla.
dem de 17. A mesma cmara tambem resolve-
r que a discussio da requisigH da caprara dos pa-
res para chamar Al. F.mile do Girardin barra loria
lugar naquellc dia, em que coiiscguinleinciile co-
mec;ou.
A cada passo scencontravan nos jornaes novas
impuUcfesdecorrupcffo ou intriga dirigidas con-
tra os ministros |rela opposico.
Acamara dos dcpulados autorisou naquelle mes-
mo dian proccdincntodfl dus pares contra Al. Emile
de Girardin.
dem de 19. A cmara dos pares reunio-se neste
daomcnncellio para otivir o relatorio dacommis-
sflo encarregada de tomar condec ment da aecusa-
cjlo de suborne dirigida contra o general C.ubires e
seus indiciados cuinplices.
A cmara dos dppiflados votou no mesmo dia a
somma de 200,000 francos para as-despezas da cele-
lirnqiio do anniversario da revolucHo dejulho de
18.10, por urna maioria de 225 contra 8. Al ile Ilnau-
mont foi o unico niombro que falln contra a con-
cessffo. Elle propoz que esses 200,000 francos fossem
convertidos em bilhetes de pfio c distribuidos pelos
iodigeolea de l'aris. Alm disto, accrescenlou elle,
nos estamos tfio longo da revolueflo dejulho, e dos
principios que nella Iriumpliaram, que a celebraco
do sen anniversario lio um vcrdadeiroepigraminu.
Aassembla nassou depois a discutir o projecto de
lei para a rcorganisac.au dos tribunaes dejustiQa as
colonias francezas,
dem de20. O Sicle dizia qiieaoposso me os
ministros rep mo calumniosas as accusacOes fritas contra elles por
um deputado conservador, propunha a commisso
do tribunal dos pares o procodiinenlo da accusacilo
contra Al. Teste, ex-minislro e general ; Hubieres,
lenentc-gcneral o par de Franca ; Al. Pellaprat, ou-
tr'ora recebedor-general eAl. Parmenlier, adver-
sario do general Cubii-res, no negocio das minas
de Gouhenas.
dem de 21. O Semaphore de Marseillet de 18an-
nunciou que a nimba de Inglaterra mandara ao ft.
Courlicau, memliro do Instituto africano, por inter-
medio de Al. Gulzot, una inedalha d'ouro, que llio lo-
ra concedida pelo governo brilanniro, por liaver li-
bertado em Couhalonia, as liba Jnicas, 14 negros
ja embarcados no navio grego MUtiades, o destina-
dos para seren vendidos como escravos.
A fragata de vapor Panam parti de Toulon a 17,
para unir-se esquadra do Mediterrneo, commaii-
dada pelo principe e loinvlllo.
dem de 22. O negocio Cubieres, o negocio de Gi-
rardin. c em rolacKo com elles todo o syslema de
eorrupcSo, denunciado como existente em Franca,
alliahiain com preferencia a altencao dos jornahstas
de l'aris naquelle dia. Comparadas com os ditos as-
sumplos. as grandes queslOs liiianceiras agitadas en-
tao na discusso do budget, na cmara dos depula-
dos, pareciamser demuilo pouca monta.
A Hefarme mencionou, como boato que corren na
cmara dosdepulados a 21, que una augusta perso-
nagom dirigir urna carta aulographa ao marechal
llugeaud, por uni corrcio especial, olTerecendo-lhe o
lugar do larechal Soult, como presidente do con-
celho e o do general Frezel, ministro da guerra. l)i-
7ia-scquc a resposta era impacientemente espera-
da O marechal Soult havia demorado a sua jornada
paiaSt.-Amand, al que ella ti vase sido receida.
A Union Monarchique transcrevia a seguintc CUia,
datada de Londres a 20:
As relacoes do governo inglez para com o gabi-
nete nontificio de Roma lornain-se cada da mais es-
eilas Ja hecoininuniquei que AL Ross. inha per-
ido terreno naquella Corte, depois que a Inglaterra
oiou abertamenle as sabias retalias
diplomacia ingle exerce agora um' nnunf'
c.nslantcmeiilc crescente em Z$Ju-
qucprol.be.na..omeacao do um emba.xador
dos Sisus das differentes parlse a op.niao pu-
^hUdemde 23. Os jornaes desto dia estavam chei-
os de commentarios sobre a absolvilo de Al. Emile
de Girardin pela cmara dos pares no dia anterior.
Dizia-se que fra absolvido por 134 votos con-
tra 65.
O rei dos Francezes, a rain ha, a prinenza Adelaide,
c as duquezas de Nemours e Alontpensier, flzera.ni
urna visita rainlia Christina na sua residencia de
Malmaison.
O Toulonnais de 20 annuncira que o principe' de
Joinville eslava prestes a resignar o ronimando da
esquadra do Alediterrauco e a enlrega-lo ao barAo de
Alachau, outr'ora ministro da marmita. Segundo a-
quelle jornal, brevemente partiriam para o Brasil o
principe e a princeza de Joinville na fragata de va-
por l'anam Urna caria do capito liechamel, dova-
por Orenoque, refera que passaram pelo Kslreilodc
Gibraltar 1237 navios, com ventos favoraveis, do 25
de maioa4 dejunho
O Moiitleur contradizia o boato, repetido por mu-
tos jornaes, de que se projectavam mudancas c mo-
dificacoes, tanto nos empregos superiores como na
organsaqfo geral da repartiqlo da fazenda.
dem de 25 e 26. Os jornaes de Paria desta data
oceupavam-se quasi exclusivamente com as denunci-
as de corrupcilo apresentadas contra os ministrse
contra o general Cubieres e Al. AI. Peste, Parnieiilicr
e Pellaprat.
Os trabadlos da cmara dos deputados incluiram
no dia 25 urna das scenas mas extraordinarias, e na
verdade deploraveis que jamis occorreram n'uma
assembla legislativa. A cmara ia tranquillamcnte
proseguindo na discussio dos fundos pedidos para
a rcpartic.fo do interior, quando AL Emile de Girar-
din aecusou o conde Dchate! de ter feit'o circular pe-
lo paiz, custa do thesouro, um mutilado resumo do
discurso d'um deputado, com 0 intuito de infama-lo.
Esta accusacQo produzio urna horrivel algazarra na
casa. O ministro do interior levanlou-sc, e deu um
solemne desmentido a AL de Girardin, o qual res-
pondeu: En ouco desta vez a negativa de AL lm-
chute), c aceilo-a com lodos os seus corollarios.
Seguio-se urna scena extraordinaria de conlusjo;
membros das duas extremidades pediam em alta voz
um exame dos factos referidos por Al. de Girardin, ao
que os ministros.se oppozeram com todas as fc-rcas.
Tendo-se por ultimo restabelecido o silencio, subi
tribuna Al. Ilenoit Fould, que havia sido acousado
de ter olTerecdo 80,000 francos por una cadena de
par. Al. Fould admittio que tinha perdido para
rnais de 60,000 francos como accionista do jornal
ministerial L'Epoquv, mas proteatou que nunca so-
licitara o pariato, que nunca Ihe rdra l'eita tal pro-
messa, nem tvera elle jamis olTerecdo dinheiro ou
cousa alguma para compra-lo. Sendo Al. Emile de
Girardin provocado a explicar o aclo, responden
que nada tinha a retractar das suas anteriores asser-
cOes. Seguio-se depois um debate sobre a venda de
__*.- Al------c'.I ^A- IDA CUIIUI riinc>ni; mu Inlaai
urna patente thealral por 100,0000 francos que
recolhidos ao cofre do jornal Epoqne. Al. (idilio.c u,-
rot siislcnlou a exaclidiio da mputacao, e observou,
que, se o ministro nitoera cumplice nella, pelo menos
era obrigado a proceder contra o prevaricador. M.
uchatcl sustentou que os tribunaes nao linham di-
reitodointervirnasquestOesde na tu reza parlamen-
tar, c que o governo cujo carcter era acensado nao
reconhecia outros juizes senfio a maioria. Tendo U.
de Alorny desaliado em vilo AL de Girardin a prodiizir
piovnsquesuslenlassem a BUa BCCUMCfiO, ollereceu
a assembla a scgtiinte indr0a<8o
A cmara satisfeita com as cxplicacOes dadas pe-
lo governo, passa a tratar da orden do dia.
Aluitos membros consecutivamente orara01 proa
contra a indicaciio, que, sendo ltimamente posta a
votacao, foi approvada porttS contra 102, dando-se
assitn a favor do ministerio uina maioria de 123
votos.
Todava a questdo entre Al. de Girardin e os minis-
tros era tida por verdadeiramente grave. Circulava
o boato de que AL de Girardin mandara um desalo
ao conde Duchatel (ministro do interior;; mas nao
era provavel que chegassem a entrar em duello. Com-
tudo esperava-se que o cITeito da discussflo e da sce-
na que leve lugar na cmara dos depotados a 25 los-
sede muita gravidade. A impressilo geral no dia se-
guintc era que ellas oecasionariam a queda do mi-
nisterio.
Arainha Christina den um grande jantar no dia 84,
ao qual assistiram o general Narvaez e todoo pmoal
da embaixada despalillla.
O duque e a duqueza de Alontpensier lacslivcrain
noitc ; e notou-se que 0 emhaixador tivera una
larga conferencia com o duqbe de alontpensier,que
poderosamente contribuir para a reconciliaQRo da
rainha Christina com o duque de Valencia.
A L'non Monarchique annunciou que o genera
Narvaez brevemente partira para Madrid, onde fora
cha niado l'ara assumir o cargo do presidente do con-
CCI lio.
dem de 27. O assumpto quasi exclusivo dos jor-
naes desta data eram os trabalhos do tribunal dos
parea contra o general Cubieres e AIM.'leste, lar-
mcnlier e Pellaprat, que foram formalmente inti-
mados na tarde do da anterior de que O tribunal Ha-
via decretado que ellos fossem julgados pcenme
de suborno.
O IHoniteur publicou a decisilo do tribunal dos pa-
res na causa do general Cubieres c outros, a qual lu
intimada ao procurador-geral no mesmo da as (i do-
ras da larde. O tribunal declarou que havia prova
sulUcienle de que o general Cubieres, Al. Parmen-
lier e Al. Pellaprat tindam em 1842 corrompido por
ofertas, donativos enrsenles o ministro das obra
publicas, alim do oblerem a eoncessao de urna ini-
na de sal mineral, situada no dcpai lamento do Aliu-
Sane ; e que tambem havia prova sufllcieolo para
convencer o tribunal de que no mesmo periodo, sen-
do M. Teste ministro das obras publicas, havia acei-
tado offerlas, e recibido donativos e presentes para
exeeutar um actoofficial.
dem de 28. As denuncias apresentadas contra os
ministros por AL Emile de Girardin conlinuavnm a
occtipar a imprensa opposicionislas de Paiis. O ne-
gocio Cubieres linda por em quanto deixado de ter o
primeiro lugar na atlencao publica ; porem, usando
da pdrase francoza, elle nada perderla com a de-
mora.
A PrMf continha um artigo que difteria daquelles
que o nrecederam naquelle jornal, no grao de vehe-
mencia, com que elle repela as mputacoesdecorrup-
r-ao follas por M. de Girardin em ambas as cmaras.
Era opiniBo geral em Pars que os ministros seriain
Obligados i proceder contra o sen autor, senHO as
quizessem ver reconliecidas como factos provados.
Idtm de99. -- 0jomaos desta dala alr.da seoc-
cupavam pela maior parle rom as denuncias de cor-
nil o"'", pelas qnaes antgos ministros ( e outros ) es-
lavam prestes a ser julgados peante o tribunal dos
pares, 0 cum cerlos delictos de natureza senielbanle a
daquelles porque fOra acensado o governo actual por
um Miembro da cmara dos deputados. No dia 28 fo-
ram interrogados AIM. Cubieres, Teste, Parmenlier e
Pellaprat pelo presidente Legagneur, um dos mem-
bros da commisslio dos pares, nomcado para ajtidar
0 clianceller.
A Gasua dos Tribunaes dza que nao se poda as-
signirdia para o comeen do julganiento, sen que
fosso intimado ios aecusados o acto deaccusacilo
que eslava sendo preparado pelo procurador-geral.
Ulna carta particular referia, que, vendo o gene-
ral Cubieres que devia confessar a verdade, ou pas-
sar por prevaricador, flzera na imite dn dia 98 ao
cliancellerea M. Passy urna clara exposieflo, que, se
seprovasse, laria recahir toda aimputnc&o decor-
rupcao sobre um dos indiciados como seus cmpli-
ces, que ale entilo se SUppUllha ser o menos cul-
pauot ,. ..
dem do i: dejulho. O Ao/iono/dizia que nflo li-
nha anda sido notdcado o aelo d'arcusacao a MM.
Cubieres, Teale, Parmenlier e pellaprat. Afnrmou-
so no da 29 .lejunl.o que M. Ilelangles, procurador
da corda, tinha concluido os seus trabamos, oque
havia conimuniciido um esboeo delles aM.Hebert,
ministro da Justina. Notou-se <|ue M. Irebcrl eslivera
ausente das cmaras dos pares e dos ciepulados no
dia 30. u .. ...
M. TesteConflou asuadefesa peante o tribunal
dos parea a Al. Palllot e a AL Alare Dehaill, que foi sen
ecreiario quando elle seguio a prollssloforenso,
echefe do sen gabinete quando era ministro das
obras publicas. .
O Journal ilt Debis dza, que, mo pcrinitlintlo a
saiide de Al. lierrver, que elle defend sse a M Par-
menlier peante o tribunal dos pares, clcgera este a
Al. Iftnoi.st Cliampv, advogado aildnlo a corle real
Ai.i a se nao linda designado da para principiar O
algamente mas nao era de crr que podesse ser an-
tes do dia 8 dejulho.
Corra o boato cloque o duque d A nmale rara no-
meado govornador geral de Algoria.liavendodisposi-
efies pendentes para ser elle elevado a iligllldado do
vice-rei. la crear-so IIm novocmprcgo SOD 0 lit-
lo de major-general, para ser dado ao general lie-
dea u. .
dem de 3. Os fados de corrupcRo altnbuidos
aos ministros por Al. do Girardin, o aquelles que
oram imputados ao general Cubjres ea.M.M. reste,
Parmenlier e Pellaprat, becupavam a imprensa pari-
siense, o seill cluvida o publico de Pars, quasi exclu-
sivamente, naquelle da. Parece que e.n todos as pro-
vincias linham esses factos causado profunda indig-
nacao. ,
\ l'resse no sen artigo do fondo do mesmo da pro-
corava domonstrar, que, coinqnanlo doclarasse a
maioria da cmara des deputados pela sua votacno,
cine eslava satisfeita com as explicacOos dadas pelos
ministros, lloara ella inteiramente descontente com
o governo.
Acamara dos pares approvou no da 9 o projeclo
da reforma medica por una maioria del
coulra 25.
A l'resse havia dito que circulara pelas provincias
nina carta asignada com o nome de ai Emile do (..-
rardin, annuneiando que elle resignara o sen logar
como deputado e que pedira a reeleicflo. KPrene
accresconlava que Al. Emile de Girardin nunca Uvera
ic i l,ia de resignar; que um tal procedimenlo nao
provaria a verdade floa impulacOes por elle fetaa ao
ministerio, e que s havia dou's meios de descubrir
a verdade. un exame parlamentaron um processo.
A l'resse repeli por esta occasiilo os 7 pontos se-
guinleS de aecusa^o contra os minislros i
100,000 francos dados
1."
M. \ilam a AIM. Cranierde
CassagnaC e Solar, para obteruma patento tlieal.al ;
2.", una memoria publicada pelo barflo Lamdert,
e que Ihe lora comprada por 30,000.raiicos; 3",
I-'oo 000 francos exigidos dos administradores de
conoios, para fazer passar urna le parlamentar em
sen favor; .% acondecortoflo daegiOo de honre,
vendida a um negociante na vespera do seu ralli-
mento; 5.", un, Mipp.imonlo de 5,000 francos por
B pellapiaQuiltameiilecom aoidem doedancel-
ler, designando o da 8 para a abertura doseu jul-
bi ment. ..
Al Alalgaigne, candidato da opposiao, tinha sido
eleilo deputado pelo 4." districto municipal de Pars,
por 440 votos contra 311 ol.tidos por AL Rertrand,
que protestara contra o epitheto de ministerial, como
urna denominic/lo insuttunsa.
O numero de rallimentos declarados em Pars pelo
tribunal de commcrcio do Sena, durante o primeiro
semestre de 18i7 montara a 633, ..saber 109 em Ja-
neiro, 84 em fevereiro, 107 em marco, 123 em abril,
130em maioe82om lindo.
dem de 3. a situacRo do governo era obviamen-
te o alvo a que atiravam todos os arlgos dos jornaes
ilestadata. Cus fallava.n da inllueii'-ia inconstitu-
cional do governo sobre o corpoeleitoral pela dls-
tribuicilo dosemprogos ou pela concessllo dedis-
tincedes; outros referiam-je as difneuldados finan-
ceiras do Pitado que elles attrtbuiam ao extravasan*
te svslema dci venalidaile e validismo, que allega-
va ni ser ha muilo do ministerio. Todava a manir
parte daquelles jornaes alludiam a en ropero pela
qual iam si r brevemente julgados do.is ex-mnos-
tros de Franca, e deque a actual administrado de,
exacta ou inexactamente, acensada porum memhro
da cmara dos deputados. Restas aeensaroes ou al-
legaQfies se dodiizia a presumpeflo de que a<> primal*
ro choque violento que o gabinete recebesse, seta-
ria em pedacos.
O Cunstitulionnel publicou um artigo sobre a im-
prensa publica em Franca, {< qual suppunha-se ser
da penna de Mr Tdiers que comeoava por obser-
var que a altilude asstimida pela imprensa em ge-
ral era DOlavel, pois que caractensava a profunda
ditfercnca deopiniSoqueexiatiaobtreogovernooo
paiz.
A l'resse, no seu artigo de rundo, alaeava do novo
0 ministerio, e dza que a maioria ministerial na
cmara dus ciepulados Meara seriamente assiistada
COm a actual siluaco dns UOgOCiOS.
Wpmdee.-Os negocios de Hesp#nha oceupavam
es iornalistas de Pars nesU data a um grao ha mul-
lo nSo observado. Liles alludiam a noticias de um
carcter muilo desagradavcl rccebidas do Madrid.
Porexemplo.quo eflectivamenle istirauma con-
itiracao para assassinara rainl.a, e que nella dovia
de ser o regicida*. 3, una pessoa parlicularmcn-
te simples, I. Francisco di* Paula'.
,\s caitas particulares do Parlada mesma datan/lo
tentavam mitigar a gravidade c<> eaUdO de negocios
hespanhes; mas exprimiam a conv.ccao de que o
gol/je positivamente projecUdo -- uo o assasaina-
to, mas a abdicacAo forcada da rainha l>. Isabel --
nao se dara absolutamoute por cuino. Kssas cartas
revelav.......na cronca relucanlo, mas urme, na
existencia de um plano para o desthronamenlo da
rainha I). Isabel, o dlziam que o principa as>ento
da conspiracllo era Pars e nao Madrid. Ellas mon-
cionavam os nomos das porsonagens qtiehguravam
emoviam esta conjuragao, e referam uno muilos
mombros do gahinoto.hespanhol tremendo do
poder de Narvaez eram suspeiladoa de daveroni
passado para o partido Monlpensier, anda que au-
terionnenle partidarios da rainha.
0 National nao tinha por ee.lo nenhum dos mil
hiatos ciuca tal respeilo rirculavam, mas maoins-
Inva a couvicqaodo que o general Narvaez s aguar-
dava as ultimas ordena para seguir para Madrid, a
preparar a asconsflo da duqueza de Muulpensiei ao
Un uno liespanliol,
.. o ministro dos negocios cstrangeiros em rran-
ea.diza a Union Honarehiqw, que tencionavaa prin-
cipio passar (i semanas na sua fazenda to Val-KI-
Clier logo depois da sessao das cmaras, demorara
asna partida de Pars at que seSOUbOSSO o resul-
tado das eleicr.es ingle/as p resultado pareca ca-
da dia mas provavel que fosse fav.i.avel a lord 1 al-
merston, ec inseguintomontcamoacasso com senos
ombaracos a poltica do gabinete francoz.a
OUniten diza que nem Al. Tdiers, nem Al. U
dillon Barrot, nem membro algum do partido de-
nominado opposiCO dj nastica, linham tomado par-
te no debate do budget. .Nunca budget algum lot
Lio ponen discutido, desde que ha governo repre-
sentativo em Franca, como o que ha de regor om
1848.
Monsignor Randir, legado encarregado pelo papa
do apresenUr aos aieebispos do Camba, e Rourges
os brrelos cardinalicios, chegaram a \illejuii na
mantilla dodia 4 dejulho. Osdous prelados eiuua-
ram immediatamcnle os seus vigarios geraes aquel-
la villa a eu.nprimenlarem o enviado papel) eas
5 horas partirm .loas carruagens W transpor-
tar o legad., e sua comitiva ao seminario das mw-
socs estrangeiras, onde ello entregou as suas cre-
denciaes as nios dos dous novos car dem del [Ultima data..-A apprehensao do De-
mocralie Vacifiquc tres vozes dentro e... cinco das at-
[rahia a altencao dos jo......is daquelle dia;**"
rereria o caso com urna expressflo de extraordina-
rio interesse, por crr queosse ^^Sm.
tofOra provocado pela pubncacao de ailigos trans-
criptos do mesmo jornal l'resse,.
ata desconliauca produzina provavelmente a-
aueila que oescriptor pareca nutrir um proces-
so Todava, no estado cntjo existente do espirito
publico, un julgamenlo perante o jury pareca ser
um procedimento arriscado para o governo.
Cria-sc que o desappa.ee.metilo de Al. Pellaprat
uro dos acensados perantoo tribunal dos pares por
subu. n tena o efleilo de habilitar os comproniet-
ldos a lancarom sobre elle a principal responsabili-
dad.' dos relos denunciados.
Coma na cmara dos deputados, que brevemente
pedira o ministerio a mesma cmara perinisso pa-
ra proceder contra Al. Emile do Girardin, por haver
transcripto na l'resse um artigo da emocralie l'uci-
lique, que dra lugar a apprehensao desle jornal.
Ii/.ia-se que o numero da l'resse que continha esse
ai ligo lora no dia 7 embargado no correio.
Dizia-se que os ministros pediram autorisacao pa-
. n

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H i
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*

,


tb eonirahir um cmpreslimo de 375,000,000de fran-
cos, cujos pagamcntus se completariam dentro o ni
dous anuos.
( Do Timet.)

V
I
HURII M PRVAJBIIIMI.
RrcIfE, 26 DE AGOSTO DE 1847.
Vamos transmittir aos leilorcs o que colhemos nos
diversos jomaos que nos trouxc do norte o vapor
Paraente, chegado boje a esto porto, eom 16 das de
viagem.
As folhas do Cear alcancam a 19 do concille.
Prosegua cni seus traballios a assembla dessa
provincia; mas prosegua mal, porquanto anda es-
lava sob o dominio dos mosmoa principios que llie
notamos ero o numero 173 desto Diario. lirn cele-
bro projecto que anlorisa a presidencia a emitlir
Baptices no valor de litar-se a mandar construir assudes nas comarcas
contraes, e que infelizmente frajulgado objecto de
jdelibcracaoi csse projecto, dizemos, que subjeita
os exhaustos cufies cearenses ao gravoso empenho
de tilo avultada sonima, parece-nos mili digno subs-
tituto do outro de que fallamos em o precitado Dia-
riu, equedotava corto favorecido da fortuna com
o producto do imposto de 800 ris sobre cada re
que se mutaisc, esquarlrjasse e esfolasse no edilieio
que elle bouvesse de construir; pois que, assim como
nesle nada mais vimos que o proposito de crear um
margado para um amigo, naquolle oque principal-
monto enxergaoios he o desojo de por a presidencia
em estado de brindar com alguna milliares de reaos
a cerUs influencias sertanejas que milito eouvem cs-
lejain deseu lado na lula elcitoral que lito aprossa-
dbmente se avizigha.
A 2, entregara o'Sr. Vasconcellos a admnistracilo
aol.o vice-prosidenlo, o Sr. Jofio Chrisoslomo de
Oliveira, na casa da asseinblea, onde tambem pres-
tara juramento, na qualidaJe de 2." vicc-presidciilo,
oSr. doutor Frederico Augusto Pamplona. O l'e-
dro II descreve o carcter do novo administrador de
maooin a deisar aporcebor que a provincia nada ga-
nhou com a sua entrada na gerencia dos negocio s
pblicos ; e allirma que o decimosexto dia da sua vida
presidencial j tinha elle dada cerca de 50 demissOes, tu-
das injustas e tmente filhas do capricho.
Em Mece/ana, pequea povoacSo que nOo dista da
cidade da Fortaleza mais que i l Slogoas, um p-
rente do Sr. cliefe de polica invadir a residencia do
inspector de quarteirflo, acompanhadb do alguna as-
sedas; pozera-llm urna faca aos pe i tos, e, tendo-o
por esta forma iinpossibililado de mover-se, man-
dara acoular a amasia do pobre liomem. O fado se
passra publicamente. No entretanto muilos das
liaviam decoirido dopois daquelle cni que se elle ve-
rificara; e o Sr. chefe de policia ainda nao tinha pro-
videnciado a respeito !!
A 29 de julho prximo lindo, fallecer em Ha Imi-
t o acreditado negociante Joflo- Antonio da Sil
veira.
Em San-Concalo, dislrieto do Ijn'i, era 1:1o conti-
nuo 0 furto de gados, que grande parle dos fazen-
deiros lomara a resolueaode ininla-los para laralius.
E era esle o nico alvilre a adoptar ; porquanto os
que lal ciinie coinmelliam esta va ni sob a protecefio
do delegado do lugar, como assevera o precitado
I'sdro 11.
Os ltimos excmplares das gazetas do HaranhSo
veem datados de 14 (leste mcz.
A lioa ia adquirindo novas Torcas: cada vez mais
se avigorava esse padro de gloria doSr. Joaqiiim
Franco deSa.
odia 28 de julho, anoivcreai io da independencia
da provincia, fra festejado pelos cidadflos, que se
alistaran) sob abnudelra- da CONCILUCAO do modo
por que, ao nosso ver, sempre o devera ter sido
unidos, colligados, e abracados mis com OSOUlrOS
como se todos foram raidos, estes Brasiletros dis-
tinclos, juntos em um templo da capital, sob a pre-
sidencia do Sr. desembargador Tiburcio, sellaram
com o juramento o fimie proposito em quo estilo de
envidar todos os meios ao .sen alcance para prein fin
aos odios, as iiiiiiiizades, as ilissideueias, que oulr'ora
os separaram, 0 trabalbare.m de commuin BCCordo
para a prsperidade do paiz quo habitam.
.Nao contentes com este testemunlio das suas lou-
vaveis nleiues, esses homens, de qiicm nos glo-
riamos ser conterrneo, aosahirem do templo, fo-
ram percorrer as ras da cidade, para enche-las do
regpsijoque Ibes trasbordara nopeilo; o ao paira-
rom em frente ao palacio da presidencia enloaram
mui patriticos vivas; aos qoaes corresponden logo
o Sr flanco ile Sa, que de una dasjanellas desse
palacio conlemplava risonho c prazentoiro o nobre
grupo que mais que milito attestava nao Icrem sirio
imitis os erforcos com que so ompenhra por fa-
zcr que os mais grados, os mais prominentes, os
mais assisados dos individuos que tinha de gover-
nar, se ligassem como em urna s familia, eaccor-
des convergissem todos para o inesmo alvo, o
aiiiam'amemto, o i'hOcRcsso da trra em i|ue de-
mora m.
Terminada esta inlercssanle scena, os que nella fi-
guraran), pnssarani-sc para a casa onde deviam gozar
da exquisita cOa que Ibes eslava preparada ; e quan-
doahi se achavanr, eis-que surgein entre el les o Sr.
Franco cosen secretario, oSr. doutor Carlos Fer-
nando llibeiro, que, como em rclribuieio da visita
que liaviam recebido, vinbam acompanba-los no
feslim.
E nio foi s na capital que por lal forma se fesle-
jou esse dia eminentemente nacional: em Itapicu-
ru-Merini e no Alto-Mearim solemnisarani-iiD por
igual llicoros partidarios du invicta liga, que, mes-
inocmCod onde os excluvisislas diziam ter a sua
de 13:000,000 de ris, llnham sido presos othcsou-
reiro a cojo cargo estava esse cofre, o tres emprega-
dos da thesouraria. Para substituir provisoria-
mente ao mencionado thesoureiro, fra nomeado o
Sr. Francisco de Paula Pinheiro.
Tambem (cara preso o carcereiro da cadeia da ci-
dade de San-Luiz, por haver consentido na fuga de
um detento indiciado em crime de morte.
Frademiltido do cargo de promotor publico da
comarca da Chapada oSr. Manocl'Joaquim Das Ca-
bral, e nomeado para o mesmo cargo o Sr. Joilo Fer-
reira de Sauza.
A 19 do'proximo passado julho, restituir a alma
ao Ciii'M.oii o Sr. capitilo Jos Tliomaz Catanhcdo,
pai do urna numerosa familia do Codo.'
A gente, do exclusivismo publicara outro peridi-
co sob o titulo de Observador. He um inimigo de
mais, a ser combatido e destrocado pelo Progresso,
pela Heristac pelo l'ublicador Maranhense.
O cambio sobre Londres regula va de 27 1/2 a 28 d.
por U0O0 ris.
\o Para, donde temos datas at 7 do moz em que
estamos, nada occorrra de extraordinario. A pro-
vincia eslava tranquilla
AO SKMIOIt JOAQUIM MAIIIMIO CAVALCANTE
DE ALBUQUERQUE.
lia multo que sabemos quanto be pouco urbano,
uanto be ponco delicado oSr. Joaquim Marinho; o
sen compoi lamento para com o digno chefe da re-
partico em que serve, o Sr. coronel Jos de BritO
Inglez, be prova mais que exuberante do quanto des-
conbece o .Sr. Marinho as regras da delicadeza oda
urbanidado nunca nos persuadimos, porm, que
esse Sr. nos tralasse tflo mal, quanto o fez na sua
correspondencia publicada em o Diario-novo n. 181,
s prtennos narrado um faci da maneira porque
no-lo liaviam contado, e peloqual nos mo respon-
sabilsimos ; pois que, como Smc. mesmo confes-
as, ao referir esse tacto, escrevemos Acabam de nos
informar ; a Smc. deve de saber, que, quando um
peridico qualquer usa desloa termos, nao allirma,
ile autoridade propria, aquillo que noticia.
Devoramos terminaraqui a breve resposla que re-
solvemos dar ao Sr. Joaquim Marinho ; mas iremos
adianto, smente para observar-lhe quo nada pro-
va a seu favor o aconteciniento do pateo do Carino,
que trouxc acampo para authenticar a descompos-
tura com que nos brindoii; porquanto, leudo nos
ratificado anosaa narrativa, ocommuuicador que a
censurara, uo mais nos redarguio, e recuou do ter-
reno em que nos aggiedira, declarando-se assim por
com pela mente vencido.
Mo entraremos na apreciaefio dos termos ---ac,ou-
tes DE AzouiiAUE = e OUtTOS quejandos com que nos
obsequiou o Sr. Marinho; nem tilo pouco tratare-
mos de rcpellir a pecha ile parcial que S. me. nos a-
Liron por sobre a calieea: poique quem teni lido o
Diario de l'ernambuco, quem lem visto a maneira
porque, lia dous unios, lia elle sido redigido, nos
fara a merecida juslica, e aquilatar devidamenle
OSSa t;1o assignalada cortesa do Sr. Joaquim .Mari-
nho Garateante de Albuqueiqiie; a quem, por ulti-
mo, dizemos que mo mais yoltaromos i quesillo, e
que nos pode tratar da maneira que Ihe parecer,
cerlo de que CADA UM DA' O QUE TKM.
gamos, na drda perda que soffremos, que elle mo
comprehendeu a sua misslo medica. Urna ferida
mortal, elle nos deu como passageira, tanto que no
exame de vistoria que procedeu, para o curativo da
contusilodeu smente dezoilo dias; e fiados na sua
palavra, nos nfo fizemos ao nosso amigo gozar do
conforto dareligilo, depondo a confissflo dos seus
actos no corceo do sacerdote; mas nos nilo que-
remos increpar o facultativo, pedimos-lbo que seja
mais minuncioso nas outras curas que houvor de
tratar.
O nosso amigo sofreu cora a maior paciencia to-
do o curativo que o subjeito o facultativo. Como
depois do tratamento deste o onvldo do lado da con-
luslo deitasse grande quantidade de sangue, nos ex-
pedimos um proprio para o Recife, allm de chamar
oSr. doutor Cosme, que sempre prompto a prestar
os soccorros de sua sciencia para quem o chama,
prestes corrou a nos, que lhe pedamos sua coadju-
vacio. Chegado que foi, examinou a ferida, e no-
vamente (ratou do seu curativo, e como conhecedor
das materias medicas diss-nos que o nosso ami-
go se acbava grave, se nio mortal mente forido, e'que
convinha todo o cuidado com elle ; e indo o cura-
tivo, retirou-se, para no dia seguinte ver o estado do
molesto. Entilo recejemos pela existencia do nosso
amigo ; c quando quizemos prestar-lhe os auxilios
e allivios dnrclgio, ja sua alma havia doixado o
corpo, para rccolher-so a mansio dos justos.
E assim, na flor da vida, e no vico da mocidade,
nos perdemos um amigo sincero e verdadeiro, a sua
familia um bom e virtuoso filho, o a nossa palria
um cidadilo do virtudes.
A avaliarmos a morte de um homom polo senli-
menlo gcral de dr que todos manifestam, a perda
do nosso amigo he urna das mais sentidas, que, no
nosso curto perigrinar no mundo, temos assislido.
Ms o decreto da sua morte estava lavrado, e nos
nos llevemos subjeitar s ordens da Providencia.
Ao mesmo lempo que choramos amorte do nosso
joven amigo e collega, Francisco Jos Marlins J-
nior, nao podemos deixar de lastimar a sorte do in-
feliz, que sobre elle levantou, anda que talvez sem
ms intences, seu bra^o homicida. Daqui lhe en-
viamos urna palavra do sent i ment V de dr. A sua
mocidade, o espirito de collega, o seu estado, a ir-
reflexilo dos seus actos, ludo.... tudo nos lova pela
nossa parte a pcidoar-lbe a perda irreparavel que
nos occasionou.
Agora resta justiea publica, em desaggravo do
seus direilos violados, obrar segundo sua recta cons-
ciencia.
Paz eterna e eterno descanso no amigo morto ,
senliinenio de dore magoa ao infeliz eucarcerado.
2* de agosto de 1847. Olinda.
* *
EDITA L.
Publicado a pedido.
A MOIITE DO SK.MKn FRANCISCO JOS' MAR-
TINS JNIOR. ,
Olli dura uuis ocultis et ferriur tirijet
Somiius, in eternum claudtntur lamina noctem.
A vida do bomem esta ncessanlemenle exposla as
inconstancias ihi sorte. o liomem nao do dizer em
sua convicc'i : amanhfia ainda hoi ievro mundo;
maiihfln aindn hoi de viver entre os homens. 0fu-
turo s cabe n Dos decifrar. Urna prova desla dura
vordade acabamos de ver realisada em um amigo
que ama varaos de corucio, e cuja perda em extre-
mo nos [ enalisou.
Ilonlem o nosso amigo Francisco Jos Marlins J-
nior,cheio ile vida o mocidade vivia entre nos; e bo-
je existe na olernidado : n bice da morto passotl por
sobre sua cabc(a e lhe Gnalisou a existnnea ; esua
alma, Isenta derrjmcs, subi aolhrono doAllissi-
para receber o premio lesnas virtuosas acedes.
llenura que he a existencia do lio-
CGMIV.E^C.0
Alandefja.
RENDIMIENTO DO DIA 26...........
Desearrega hoje, 27.
Barca -- Wiltiam-llusselt mercaduras.
Consulado.
HKNDIMENTO DO DIA 26.
"eral.........................
Diversas provincias...........
1:193,038
380,788
11,951
392,739
-
Hoy id cu tu do Porto.
un
Inconstante o i
Uiem !
Nascet o nosso amigo, cuja morte planteamos, de
nina das mais Ilstrese pfincipaes familias de Per-
nambuco ; Illm. Sr. coronel Francisco Jos Mar-
lins, seu digno progenitor, desde os pi iniciios an-
uos do sua vida que lhe deu nina eduCHCflO de Con-
formidade com os seus haVeres o posieo social, de
sorte que as lines de seus mostrea e o exemplo de
seus pas o encaniinhavaiii senqre no camiuho da
honra, 'feudo llnalisado o esludo das humanidadea,
oiilrou com a dado de ni anuos para a academia de
Olinda, alim de foi niar-se nas scieucias sociacs e ju
lidicasjcoin a prove la monto frequenlou os dous pri-
meiros anuos de seu lyrocinio acadmico, de que ja
se havia examinado; eachava-se matriculado no
3. anuo jurdico ; leva va urna car re ira brilhanle,
quando una imprudencia lhe velo cortar o lio da
existencia, na mais hella quadia da sua vida.
Provocado por um moco imprudente, que tambem
cursa as aulas acadmicas, tentn rcpellir os mote-
jos e provocares : c o resultado dessa repulsio foi
ser gravemente forido pido provocador na parle es-
querda do crneo, deque lhe sobrevol a morte.
os, os seus amigos, nao poupamos esforcos otra-
balboa para o seu restabelecimenlo. Logo que sou-
bemos que se acbava fe.rido, nos o acompanlieniosa
sua casa, alim de Iralariuo-lo dasconlusoes que ha-
via recebido no COnDielo'de que havia sabido ; cha-
mou-sc um facultativo, o nico de Olinda, para exa-
minar a ferida e cura-la segundo os preceitos de sua
sciencia; este bastante nos animou, dizendo nfo ser
cousa de cuidado, e mal para nos que o acreditemos,
e liados na sua decisao magistral, julguemos no fun-
do de nossa copvicoflo, que a conlusflo, que o nosso
praca .raimas, JconU como afiliados urna grande fflK.'J flK' "U"-Ca lle ?.C'i0J"1?" a,ll''"l;i
... Ha niiimAB*. .nn... I o-seus das, tanto que ll.lo demos toda aquella un-
poreflo de oldadOos cotup cuos e importantes. portancia que na realidade medica mereca a ferida
Por se ter adiado no cofre dos ordenados o dficit Jl'ermiltu-nos o Sr. facultativo de Olinda que lhe di-j
Navios entrados no dia-36.
Aracaly, rom escala pcloAss, 40 dias; hiato brasilei-
ro Novo-Otinda, de 86 lmela,las, capitn Antonio
Jos Vanna. equipagem 9, carga varios gneros; a
Francisco Joaquim Pereira da Costa. Passageiros,
Jos Liberato Barroso, Archibald Me. Calluin, An-
tonio Jos deMedeiros com 1 escravo e 8 ditos a
entregar.
Para; e portos intermedios ; 16 dias, trazendo do ul-
tim 16 horas, paquete de vapor Paraense, de 300
toneladas, comnmndanle o capitilo de fragata M.
F. da Costa Pereira, equipagem 30. Passageiros:
para esta provincia, Antonio deSouzaEeilo com
1 escravo, Francisco de Paula Souza l.eilo com 1
dito, Joaquim Francisco Alves, Antonio Fernandas
Lima, Antonio Francisco de Oliveira, Tliomaz Tei-
xera Bastos, Antonio, dos Santos Coelho, Jos
Francisco do S. Boavenlura, B. J. M. Pinheiro, Jos
da Silva Coelho, Joaquim Maria llibeiro de Andra-
de, Pedro Antonio Bernardo, Manoel Marques Ca-
niachn, Placido Ferreira ila Silva, Domingos Jos
Marques Guimarlcs, JosLuiz Pereira Lima, Cus-
todio Domingucs dos Santos, Francisco Ferreira
de Novaos, Joo Joaquim de Azevedo, Joaquim
da Silva Cuimariies, Jos da Silva Neves, Ma-
noel Francisco da Silva Coulo, Ildefonso e Um-
belino menores, Vctor Francisco Modesto, os In-
itlczea F. Arkeoright, James Hunler, Carlos Pong-
dester, e2escravos do nomes Francisco e.Marti-
nbo ii entrega! ; para osul, oExm. Ignacio Cor-
reia do Vasconcellos com' 5 escravos, o lenle
d'armada Jos Joaquim da Silva Lobo Jnior, 10
pracaa di^ pret| 5 rccrulas para o exercitb, i pnce
do imperiaes marinheiros, el escravo a entregar.
Camangibe; 2* lloras, bate brasilciro Son-Jotf-
('lorioso, de 30 toneladas, capitilo Manoel David
equipagem 4, carga assucar; a Jos Manoel Mar-
lins. P.issageiro, JoTo Barboza, Portuguez.
Babia ; 4 dias, sumaca lo asileira Flor-de-Angelim, de
92 toneladas, capitn Bernardo do Souza, equipa-
gem 8, carga fumo, cal e mais gneros ; a Luiz
Jos de S Araujo. Traz um escravo a entregar.
llio-de-Janeiio; lidias, escuna dalanle-Maria, de
149 toneladas, capitilo Joo Menodo do Souza, c-
quipagem 14, carga varios gneros ; a Silva Grillo.
Passageiros, Joo Alves Guerra, sua senhora o
escravo, Domingos da Fonseca Susano, Manoel
lleni ique Monleiro, Brasileiros ; JoQo B. Pearjo,
Sardo.
Navios sahidos no mesmo dia.
Londres; barca inglcza I.ylford, capitilo Thomas
Staygner, carga a mesma aue trouxe.
Macelo; patacho ingle/. Ilighlander, capit3o l'rancis
Cairel, carga a mesma que trouxe.
Rio-de-Janeiro i brigue braaileiro liom-Jesus, capi-
tao Pedro Jos de Salles, carga varios gneros. Pas-
sageiro, Antonio do Souza Cirne com um escravo,
e 16 ditos a entregar.
A cmara municipal desta cidade do Recife; ele.
Faz publico, que peranto ella lera lugar no dia 30
docorrente a primeira prnca para arromatacodas
casas da praQa da Independencia, e medidas de fa.
rinda dos dous mercados, por tenipo detresannos
a contar do 1. de outubro prximo ; o por temp
de um annn a contar da mesma data, as pracas dos
mercados de Santo-Antonio o Boa-Vista, ribeira do
peixe, smente o quarteirlo do lado do poonta, ca-
sinhas daSoledade, dita da ra Imperial, chamada
da plvora, talhosdos acougucs das Cinco-Pontaso
Boa-Vista, e o forneciniento de azeite decarnpato
para as luzes da cadeia desta cidade : os licitantes
deverOo comparecer devidamento habilitados.
Paco da cmara municipal do Recife, 26 de agosto
de 1847.
Manoel Joaquim do liego e /Jlbuquerqw
Presidente.
Joo Jos Ferreira de Agular,
Secretario,
Deca raides.
0 vapor Paraense, chegado dos portos
do norte, fecha ai malas para os do su I,
hoje 27), ao meio-dia em ponto.
~ Eexiste no crrelo urna carta segura para Ange-
lo llenrique da Silva.
--O arsenal do guerra compra 73 arrobas e 26 li-
bras de plvora fina: quem dito genero quizer for-
necer mandar sua proposta, em carta fechada, o
a amostra, a directora do mesmo arsenal at odia
28 do corronle mez. Arsenal de guerra 25 du
agoslo do 1847. O amanuense Joo Ricardo da
Silva.
PAGADORIA MILITAR.
D'ordem doSr coronel commissario-pagador, che-
fe desta pagadoria, Jos de Brito Inglez, em confor-
midade das ordens do Exm. Sr. concelheiro presi-
dente, de 23 do presente mez aiinuncia-se que na
mesma pagadoria se hilo de arrematar em hasta pu-
blica, no dia 30 deste mez, os gneros seguintes,
sobras dos mantimentos vindos no brigue-escuna
nacional Henriqueta, da Iba de Fernando, relativos
ao fornecimento dos presos e escolta que para all
os acompanliou, a saber: 61 libras de bolachas, 12
dilas do carne secca.quarta e meia de feijlo, 5 saceos
vasios, una ancoreta de madeira, 5 libras e meia de
caf moldo, 3 caadas de ago'ardente branca, um
caixilo de pntlo e duas barricas pequeas. As pessoas
ajquem convier arremMa-Ios compare^am nesta
pagadoria no dito da 30 deste correle mez, das 11
horas ao meio-dia; podendo ir v-los no arsenal de
guerra onde se achaui, conforme a ordom do mesmo
Exm. Sr. presidente aoSr. coronel director do refe-
rido arsenal, de 15 de Janeiro deste anno --No im-
pedimento do escrivo, Jodo Arcenio larboza.
Cadeira vaga de primeiras Ultras.
A de Caruar, cujo concurso lera lugar no dia 9
de setembro prximo futuro.
hscravo apprehendido pela policia.
Jos que diz pertencra ao finado padre Antonio
Manoel, que morara no Ico. Acha-se na cadeia do
Mazareth, e ser entregue pela subdelegacia do 1.a
dislrieto de Tracunhflem, vista de ttulos legaes.
Objecto apprehendido pela policia.
Um garlo, para o qual certa preta procurava com-
prador. Entregar-se-ha, na subdelegacia do San-
to-Antonio, a quem qur que fr seu dono.
THEATROPBL1CO.
DOMINGO, 29 DO CORRENTE,
se representa a beneficio de um particular urna in-
signe pe^a nova denominada
AMOR ti VINGANCv,
ou
A assassiiiii lustre.
Dividida em Ires actos e cinco quadros.
Ptrtonagens.
Wladislau, re de Polonia.
Casimiro
Narcete..
Amelia, duqueza de Lelhuania.
Stanislava, duqueza da Pomerania.
Arrigo, primeiro ministro.
Valdemar, senlior de Cracovia.
Venancio, olTicial-maior.
Andr, capitilo do ladrOcs.
Sciotle, assassino.
Toldo, criado do Casimiro.
Caladores reacs.
Soldados.
Salteadores.
He sem duvida este drama um dos que mais agra-
darlo 110 respeitavel publico, nio so pelo seu en-
redo como pelas scenns jocosas deque lio ntrela;
Cado. Em dos intcrvallos, o Sr. Santa Boza cantar
limadas melhures arias jocosas. Rematar o espec-
tculo com a ii.uito jocosa larca intitulada
* FALSA VOCAQA,
ou
O lente casamenleiro.
Principiar as horas do coslume.
filiaos do rei.
Publica cues Litterarias.
HISTORIA Uli PORTUGAL
POB
Alexandre H ere 111 ano.
Os senhores assignantes queiram mandar buscar
ra da Cruz, casan. 7, segundo andar, o segundo vo-
lume desta inlercssanle obra, cujo prego lio o mes-
mo que do primeiro (3,000 ris).
PORTUGAL.
RecoriacSe* do anno de 1842, pelo principe Lichnonsky,
Iraduzido do allemio segunda edicao correcta e an-
notada
0 consumo rpido da primeira ediglo, e sua
procura por muitas pessoas que ficaram sem ella ,
induzio o traductor reimpressilo d'esta obra cu-
rios, que conten a apreciaefio dos caracteres mais
notaveis do paiz, dos seus acontecimenlos polti-
cos monumentos e lugares principaes feita por


que all viajou no auno
m 220 pa-
vnJc-sc por 1,000 rs., na ra da Cruz n.
nrinc'lP" prUSSanO t|ucain vijdii
C'|5C(io Esta interessante obra, que cont
ginas
E 'segundo .nd.r. ______
Jos pais deftiinilia, capitSes de navios,
fatendeiros e a todos em geral.
Organon de Ilahnemann, 011 exposi-
fcfl das dontrinas homocopathicas, a vo-
umes pequeos. .
Manual Je pai de lamina, do capitao
Je navio'e do fazendeiro, ou noticias ele-
mentares da homoeopathia, contendo a
acco dos aq* principaes medicamentos
homoeopathicos, i volume pequeo.
Vende-se por preco conunodo, no se-
gundo andar da casa n. 7. da ra da
Cruz
Viso martimo.
"._ i>ra a Bahia sahir com brevidade o vele.iro'pa-
tachu Doui-Amigoi : quom no mesmo quizorcarre-
car pode entender-so com os consignatarios,Amo-
rim Irmflos, na ra da Cadeia, n. 45.
Avisos diversos
Pernambucanos.
Domingo,
Kuterpina, have-
, pa-
seiia-
LOTKRIA DOTHEATRO-
Nodia27 do corrente mez nndam imprcterivel-
menle as rodas desta lotera, visto quo lio de espe-
rar quo paraessedia muito poucos ou nenlnins b-
Ihetes restein por vender. Em consequencia do que,
o respectivo thesoureiro allirma novamentn que,
anda ficando alguns bilhcteseni pequeo numero ,
as rodas da lotera nao deixarlo de ter andamento.
Concorram/portanlo, os que anda nao teemlbilhetes
a se provorem delles emqunnlo he tempo tendo
em vista o plano que nfferece muito bons premios.
O Sr. Francisco Jos da Silva Pereira, profes-
sor de prmeiras lettras de Santo-Amaro-Jaboatao,
queira dirigir-sea ra doCabug, toja n. 6 a tra-
tar de negocio.
M.S. Mawson, dentista bem
condecido
nesta provincia, tendo agora chegado da Europa e
tendo visitado as capitaes de Londres e Paris, don-
de trouxc os melhores objectos da sua profissio que
at hoje se conhecem como novos instrumentos ,
denles e mas necessarios para qualquer operaQifo
da sua arte; oflereceseus servicos aos Ilustresha-
bitantes dcsta cidade, conforme a sua tabella (xa,
e promelte fazer todos os esforcos para agradar as.
Desappareceu, no dia 20 do corrento da casa
de seu pai, um menino Torro do nome Jos (Je !>
annos incompletos pardo da cor fechada cara
abocetada, cabellos crespos, muito esperto ; lavou
calcas pardas camisa de madapolo e foi descalco :
quem o pegar leve a casa do Sr. padre Joo na So-
ledade n. 28 que ser recompensado.
Arnol pere o fils horticultores franoezes lti-
mamente chegados a esta cidade com urna grande
variedade de sementse plantas propriasa serepro-
duzircm nesto paiz convidam a lodos os Sonhores
amantes da horticultura^ jardinagem a provercm-se,
quanto antes, daquillo que Ihos faltar visto que
pessoa alguma jamis se dar ao trabalho que os
annunciantes teein tido de traze-las, trata-la e con-
serva-las em estado t3o silo e perfeilo como ellas se
acham.
Em consequencia dos annunciantes terem de par-
tir brevemente, estUo decididos a vender a mo-
derados precosqualquer partida que so Ibes com-
pre offerecendo-se, alm disso para a transplan-
taciloc qualquer trabalho que precisaren! os pro-
ductos que sahirem de sua casa. No Aterro-da-Boa-
Vista, armazem da casa n. 7,do Sr. F. A. de Oli-
veira.
A mulher do bons costumes queso cncarre-
ga da criarlo de meninos de peito impedidos e des-
impedidos e que tambem recebe meninos para des-
est a venda : recomnicnila-so
0 TRIBUNO N. 10 .
urna dcima tao P
logo na frente
39 do corrente, na ra do
Hospicio, casa n. 56 em que outr'ora
se reuna a sociedade
r reunioasio horas da manha
ra tralar-se da eleicSu dos dous
dores que esta provincia tem de a pre-
sentar cscolha do poder moderador ,
aim de se preencherem as vagas deixa-
das pelos fallecidos concelheiro Antonio
Carlos Hibeiro de Andraila Machado e
Silva, e coronel Jos Carlos IVlairink da
Silva Ferro. Todos os l'ernambucanos,
que, ernpenhados em sustentar os foros,
a ilignidade e a consideraco da patria,
cnlendem do seu dever nao subscrever
ao seu abatimento e humilbaco em as-
sumpto de tamanha importanci, inassim
defender a liberdade do voto em toda a
sua pureza, e pelos ineios constitueionaes
preservar Pernambuco do aviltamento e
(lainf.mia.quese Ibe pieparam,impondo-
se-lhe candidaturas odiosas em detii
ment de suas aFeicoes locaes ; sao con-
vidados por este a assistir a essa legal
reunio, qualquer que seja o lado polti-
co que pertencam, e a discutir o impor-
tante objeclo da mesina, com toda a fran-
queza, lealdade e decencia, de que nos
dao exemplos os paizes mas adiantados
na carreira da civilsacao.
---Oabaixoassignado faz scicnte a lodos os seus
credores, assim como aos devedores a venda sila na
ra do l.ivranienlo, n. 30, em que era socio com
Antonio Jos Aranles, que elle tem 1 parlado a socio-
dade, na data de hoje, 21 do correnle agosto, com
o dito exlincto soiio, ficando o annuncianle obli-
gado, no apartamento, a pagar a lodos os credores,
que esliverem a dever at aquella dala ; assini como
comodireitodecobrar de todos osdevedores que
esliverom a dever mesma exmela sociedade
Jos Lun de linio.
senhoras ou senhores, ciue o quizerem procurar
das 9 horas da manhaa ate as 3 da tarde na ra do
Trapiche no Becife n. 4, segundo andar.
Manoel Jos de Bastos Mello comprou um meio
bilhetcn. 3,475 da segunda parte da 17.* lotera do
thoatro, pertencente a Manoel Jos Rodrigues Li-
ma da cidade da Parahba.
Oabaixoassignado faz scienle a todas as pes-
soas que teeni penhores em sua venda que os vilo
resgatar, no prazo de oito das contados da publi-
ca?flo deste ; do contrario os vender para seu pa-
gamento. Olinda, 27 de agosto de 1847.
Kaymundo Nonato da Cunha.
Com a maor perfeicao, corteza o asseio, faz-se
toda qualdade de escripturacao o por preco com-
modo : na ra do Bangcl, n. 9.
PAMA ASPESSOAS QUE TENCIONA-M SEGUIR
VIAGEM.
Na ra do Rangel, n. 9, conlinuam-se a lirar pas-
saportos para dentro efra do mporio despachar-
se escravos e correm-se folhas; ludo por proco mui-
loc muito commodo c com brevidade, do que se
tem j dado exuberante prova no decurso de sete
annos. ... ,
Domingo, 29 do corrente esta designado pelo
doutor juiz decapellas, para se proceder a cleicao
da mesa [que tem de reger a irmandade de N. S. da
Paz dos Afogados, na forma do novo compromi-
so approvado ltimamente pelos Exm. bispo dio-
cesano e presidente da provincia ; pelo que sao con-
vidados lodosos irmflos a compareceremas9 horas
da manhaa do dito dia.
Arrenda-se o sitio denominado Jacar
prximo a Cruz-de-Almas com muito boa casa,
cocheira, casa de farinha muitos arvoredose boas
haixas para planta de capim c com capacidade de
sustentar algumas vaccas: quem o pretender dirja-
se a ra do Queimado, n. 18.
ATTENCAO
Una pessoa capaz e com algumas ostrueces se
propOe a ensinar primeiras leltras o grammatica
portugueza, prometiendo todo o esforco possivel
no augmento e educado dos meninos tambem en-
tina meninas a 1er e coser com perfeicHo toda a qua-
lidade de costura. Adverte-so que se ensina por
mensalidademais c.n conla do que em parte al-
uuma. Quem do seu prestimo se quizer ulilisar, di-
riia-sc a ra Velha, sobrado n. 49, a qualquer hora
do dia. Na mesma casa vende-se. urna gran.uiatica
franceza por Sevcne, nova, pelo diminulo pre-
?0-d-e|*ecisa'-se alugar um sobrado de um andar,
que seja grande e tenha quintal em as ras ma.s
publicas do bai.ro dcS.-Anton.o ou Boa-Vista ou
mesmoalgum sitio com bons commodos, sendo
,To Hospicio Corredor-do-Bispo Estancia ou em
algn, lugar muito porto desla praca : na esquina
dol.lvran.ento. loja de 6 portas do Si.Oab.iel
Concalves Lomba, se dir quem precisa
--Para evitar qualquer a ambiguidadc que possa
dar lugar o annuncio de Jos de Rosas inserto no
Diario de l'emambuco n. 172 de 4 do correnle o
ahaixo assignado faz scienle ao publico, que no da
oulubro de 1845 dcsconlou urna lettra da
mamar, no quo promet" esmerar-se. mudou a sua
residencia para a ra Direita defronte do beoco de
Jns-da-Penha n. 30 terceiro andar : quem de seu
presumo se quizer utilisar ah a deve procurar.
Agencia de passaportes
Na ra do Collegio, n. 10, e no Aicrro-da-Boa-
Vista, n. 48, conlinuam-se a tirar passaportcs tan-
to para dentro, como para fura do imperio; assim
comodespaoham se escravos : ludo com brevidade.
Pelo novo deslino que deu ao edificio da sua
residencia na ra do Hospicio poder o doutor
Sarment receber em sua casa doentes que desejeni
virtratar-se nesta cidade. Serflo recebidos nao so
os doentes do qualquer sexo e rondicao que sejam
mas tambem as pessoas, ou familias, que os qui-
zerem aoompanbar.
-- O Sr. Manoel Lourcnco de Mallos tem urna car-
ta em poder de Firmino J. F. da Rosa, na ra do Tra-
piche, n. 44.
OITerece-se una parda Torra para fazr o servi-
50 de urna casa por preco commodo : na ra d,i
Cruz, n. 40.
-- Miguel Ksteves Alvos, tendo de re-
tirar-se para a Europa, a tratar de sua
sade, deixa a sua casa de arinacScs de-
baixo da gerencia de Joaquim Antonio
de Paria Bai boza cuja casa deve gyrar
dora a vantc debaixo da firma de Mi-
guel Psteves \lves & Companha.
POMMATEAU, CUTELEIRO NO ATERRO-DA-
BOA-VISTA,
tem a honra de avisaran publico, quo niudou o
seu estabelecimento da ra do Aterro-da-Roa-Visla,
n. 5, para o sobrado novo, n 16, da mesma ra.
Na sua loja sempre o publico achara como de cos-
tume um grande sortimento de cutelerias finas c de
todas as qualidades ; bem como pistolas do viagem,
o armas para caca. Contina a concertar todas as
cualidades de armas o ferragens e amla nas quar-
las-feiras e sabbados.
He chegado un lindo soilnncnto de
taboase pianclioes ie pnho da Suecia ,
de 10 a 3o palmo-* de coinpriinenlo, pro-
prias para um lindo assoalboou 0110 de
casas, para quem tiver boni gosto pois
sao as mas lindas que a este increado
teein vindo : a fallar atrs do theatro ,
com Joaquim Lopes de Almeida, caixei-
10 do
triotica, tflo pernanibuca, que ve .--
conta-se a historia doacontecImonTo lia o"~:
que leve em resultado a morte do acadmico hr.i.l
cisco Jos Martins. Est muito illl1,'l1,'ssa,'t1cr;i..,..,.,
- Antonio Jos Dias Braga subd.to portugutz ,
retlra-se para o Rio-de-laneiro.
-Thonia/. Baptistal)uarteietira-se para fra ao
imperio. _.
-Antonio Jos de Souza GuimarOea ivtira-se pa-
ra fra lo imperio. .,
- O Sr. Joaquim Francisco de Araujo (.uimaraes
tem una carta vinda da Bahia em casa de J. J.
Tasso Jnior. .
- O doutor Antonio de Souza Cirne Luna vai ao
Rio-de-Janeiro, eleva em sua ooinpanliia seu es-
cravo crioulo de nomo Silvestre.
Itetrat s coloridos de dafijucr-
reotyp.
Carlos D. Fredi icks tem a honra do annunciar ao
respcitavel publico, que, estn.lo breve a seguir via-
gem para a ciarle tiesta imperio com os ltimos dea*
cobrimontos desla famosa arle, si> se peder de-
morar nesta cidade por um ourlo espado de lempo :
e por isso roga a todas as panoaa e parlieularmen-
le as familias que eato para relirar-se da cidade,
proveilem-se desla bella occaaiSo para tiraren
os seus retratos di' urna nianeira a inais perfeita que
se ha vislo.
O artista, para que o publico conheca 0 mrito do
seus lrabalbos,8 pode dizer que na cidade do Mara-
nhao de onde se retirara ha :i mezea tirou nula do
tres mil retratos.
Retratos copiados o tambem se liram retratos p.i -
ra inedalhas o alliueles. Trabalha-se com a mesma
facilidadecom sol ou sem ello das !> horas da ma-
llllfia as duas da larde.
As pessoas que qui/erein podem ir examinaros
retratos que sempre tem amostra em sua casa,
na ra da Gadeia-Nova, n. 26.
13.de
Joao llailifl-
Peanlo o Dr. juiz do civel da segunda vara,
porta da casa >e sua residencia, na ra estrella do
Rozario, lem do ser arrematado em praca publica 0
cscravo de nome Paulo, avaliado em 80,000 rs., por
execneno de Joaquim de Oliveira Souza contra
Francisco de Hollanda Chacn, no da 28 do corren-
te, as 4 horas da larde, por ser a ultima praca : os
iireteiuleiites dirijam-se a hora c lugar indicados.
, Sio-Loureneo- de agosto de 1847. Chrtstowo Xavier Lupes.
-ibe, precisa-se Jos Rom3o Concalves Mumz responde ao an-
1 portugus, leudo bastanteprati- nuncio dos lilhos do fallecido Manoel Concalves Ro-
d fe.tor MWPOIUS ^^oomanoodz ,lrigues,.que ellos, por malaconsejados, e por ...-
pretendentes dirija
Noengenho Mozambique, em s
da-Matla, punco adianle de Caininagil
quantia de dous conlos de res com
ceno Silva sacada por esto contra seu BOgao. Jos
de Rosas ,a qual eslava sellada e reconhoonla em
forma polo tabelliao Joao Pinheiro da Palma e foi
assevorado pelo sacador ao abaixo assinnado ler-
Ihe sido dada em dote pelo aceitante. Cumpre.po-
rm. advertir que esta transacc-lo foi notoria a
maior paite das pessoas de Rio-Formoso e entre
ellas muilas de Intimidada do anr.uncianle Rosas.
Depois de algumas duvidas no acto da a presen Ucflo
da lettra foi todava paga pelo predito aceitante,
em cojo recebimeiilocnlrou a lettra de 500,000 rs. ,
aoue alludiocm seu annuncio. Rio-Formoso, 18
, 1. ..-. / 1.. <...:.. \.,.-i..i- 1111101
ca lio servico do campo o
respeito as obrigacOcs desse cargo, dando fiador a
sua conduela, que devera str muito regu ar : quem
uurque estiver nestas circumstancias, .1irija-se ao
lugar indicado tratar com Francisco Xavier Car-
neiro da Cunha Cainpello, ou no Alerro-da-loa-
Vista, loja de ferragens, 11. 46. j.lk.
Una pessoa conipctenlemcnlc .habilitada se
propOe a leciouar primeiras lettras, tanto na casa de
sua residencia, como em casas particulares : a tra-
tar na ra de Agoas-Verdes, n. 8. ,
Perdcu-se, da Boa-Vista ate a Ponte-de-lTchoa ,
um veo prelo de renda: quem o livor adiado e
quizer restituir dirija sea ra da Cadeia-Velha,
11 36, que sera recompensado.
a pessoa, quo ofl'eroreu na ra das (.inco-Pon-
ts. casa n.65, pela j.rata do par de castices a
160 is. a oilava em osquerendo dirija-so a dita
otas onde se conliua a vender ouro e prata sem
rcitio ; una rede ue dormir Teita no norte ; o urna
porc.no de ferro fundido.
- Felicidado, crionla, do 25 annos r">c 'ais ou
menos, altura regular, magra ; lem podre um doa
denlos da fenle do lado superior ; diz te. fgido
com um individuo, de nome Joaqun.-, que a de 1-
Touem Macelo e se fra para a Baha e serescra-
a de Francisco Jos Cavalcanti .Esta escrava se
calinita a cadeia da cidade das AlagOas,
lo Sr. Jopo Mathcus. A ellas que
acha recol 1 da a caea ua ciuauu --. "----'
p ehcndidapelojuizo de ausciUes daquclla co-
marca Este Sr. ou oulro qualquer a quem^por
vntura a escrava' possa .er.encer ^mj'h?^
informa?Oes na ra do Cabuga a fallar com Jos
BrandSo da Rocha.
ratos dcsconhecendo os esforeos e sacrihcios que
o annunciante ompregou para levar ao cabo e impe-
trar a nullidade do testamento do seu to, o lalleculo
Francisco Concalves Rodrigues, procuran! contestar
odireito que compete ao annuiiciaiile, nao como
neto de Manoel Concalves Rodrigues, comoellesdi-
/iin oinculcam para Iludir ao publico, semlo como
herdeiro instituido de I080 Concalves Muniz que
erairinno germano de Francisco Concalves Rodri-
gues e que por morrex depois deste adquiri a he-
ianc e a Iransmillio ao annunciante, que esta habi-
litado competentemente por essa sentenca que an-
nulla o testamento de Francisco Concalves Rodri-
" J Desappareceu no da 25 do corrente, do sobra-
do n. 18 da ra das Li.rangeiras, um papaguio. le-
vando no p urna corrente c una crrela : quem o
achou, querendorcsliluir, dirija-sea dita^asa que
ser recompensado. ?
__Deseja-se saber onde mora oSr. Jo.lo Jos Pe-
reira, Portugucz, incslre marceneiro, para se Ibe
propr um negocio de inleresse.
Precisa-se de um caixeiro para venda, e que de
fiador a sua conducta : naprcada Independencia,
livraria ns. 6e 8 .
__Pereira & Cuedes lembram ao Sr. rana, ex-
alferes do corpo de polica, a resposla da carta que
Ihe enlregaram
Precisa-so de urna preta, ou parda, que sama
bem coser com desembarace, e nao seja de ra :
quem a tiver dirija-so a ra da Aurora n. 42 se-
gundo andar. -
se aro he 111
Oslegtimos lhosdo fallecido Manoel Concal-
ves Rodrigues, IrmflO germano do fallecido Francis-
co Concalves Rodrigues, previnem ao respeitavel pu-
blico, que o Sr. Jos Hollino HuniZ nao he lur.loiro
abintestado do dito fallecido Fiaasco Concalves
Rodrigues, cujo testamento acaba de ser julgatio
nullo no inlegerrinioe illuminado tribunal da rela-
rflo- poique o Sr. Jos Romao UunJZ he lilbo legl-
liino da fallecida I). Jeronyma Joaquina de Sania
Rosa edoSr. Jos Rento Muniz, 0 a dita D. J.'iony-
ma mai doSr. Jos Ron.o, posloque era tambem li-
Iha legitimado fallecido Manoel Connives, fallecen
.-ni 21 de niaio de 1838, muito miles que fallecesse o
dito Francisco Concalves Rodrigues) easuccessBo
collaleral calie em primeiro grao aos irmilos, e li-
lhos dos irmaos: ora, irmOos do fallecido francisco
Concalves Rodrigueseram o dito fallecido Manuel
Concalves Rodrigues, pai dos annunciantes, e o tal-
lecido Joao Concalves Muniz que nao deixou succes-
Sfle, e o Sr. Jos Rnmflo he neto do dito pai dos an-
nunciantes, o sobredilo Manoel Concalves Rodn-
unes: e nao he lilbo de rma, e por isso lira alem do
scuiido grao na ordem da SUCCesSffO, e nao tem le-
pirimn alguma a receber; sendo por esla rasflo, que
se adverte que ninguem fa^a negocio, nem de l-
nheiroaoditoSr. Jos Romao Muniz, a respeilo da
--Aluga-se o segundo andar da casa-n. 34 da ra
do Trapiche com excellentes oommodos, varandas
de rorro adianle o airas, e bonita vista para o mar :
a tratar no armazem da mesma casa.
- Na loja da ra do Queimado, 11. 3(
A coininissao administrativa niareon o da II do
Miembro para ter luga* a partida daqsieUe mez, o
convida aos Srs. socios a apresen! nem suas propos-
tas para convidados a dita partida no da 31 do
corrente pelas 0 horas da larde ni CSM da socie-
dade. Adverle igualmente aos ditos Srs socios,
que nas mencionadas protestas deverao declarar ,
ileindosnon.es, aqualidade, estado e oceupacao
los candidatos, alim de orientar a commissao acer-
ca da idoneidade dos meamos convidados'.
\ pessoa quo se quizer propr a morar com
uas senhoras de idade e capazos, sendo do pouca
familia, dirija-so a ra Direita, n. 101, que achara
com quem tratar.
Laureo! Pu^e, ni .rceneiio
de ?*aris,
tem a honra de avisar ao respcitavel publico que
estabelecau-se na casa que foi do fallecido coeino ,
naiuaNova,n. *5. Elle tem um bonito sortimen-
to do sopbas marquezas de Jacaranda angico e
paod'oleo; mesas redondas e bancas para sala da
mesma niadeirn ; mesas quadradas ; camas grandes
deangico; ditas do vento; cadeiraa : ludo por pro-
co mullo diminuto. Colicorta mobilias antigs e
faz tambem novas ao mais moderno gosto de Pars.
\a mesma casa precisa-se do 4 bous olhciaes do ma-
rceneiro.
Caumont, dourador, na
ra ^ova n. 3*, fabrica de
candieiros de gazeoutros, doura, prala e l.ronza
de (lilVerenles cores todos 08 nielaos, soja ni de igreja,
militares, mi particulares; concerta e torna a por do
novo todos os objectos de metal; pffe os cand.e.ros
de azeite promptos para gaz; Hoea e compra todas as
qualidades de brnnze, por prec rasosvel.
0distribuidor deste Diario na cidade do Olin-
da Taz publico que elle se enearrega da entregado
rallas, papis e pequeas encommendas para a mes-
ma cidade, mediante urna pequea gratlucagflo, a-
|em das oartas seren franqueadas; imciimbc-se do
lirar 1.1 ovisoes para oratorio, conlissao e qualquer
ouiras- de obter despachos das autoridades da mesma
cidade e tirar cerlidOea do qualquer repartidlo ; as-
sim con... deconduzir papis de ..upo. lauca : elle
partir todos 08 dias das (i as 7 horas da nianhaa.e no
diaseguintos mesmas horas dar soluclo do que
Ihe loi encarroado.As pessoas, que se quizerem Utl-
s, le sen prUmo, dirijam-se, no Reo, e a praca
;ia ,ndependencia, livraria ns. 608, a qualquer ho a
do dia, e em Olinda, na sua residencia, ra do Am-
paro.
fabricante
1I0 Jos
Joaquim de Novaes alm do so.lmenlo ja aiinun-
ciado de obras feilas o fazendas ,.ha chapeos da ul-
tima moda chegados ltimamente de Franca mili-
to boas casimiras ; chapeos do Chili muito linos
CBixas de perfumarlassortidas, muito proprias pa-
ra toucador de senhora pelo barato proco de 5,000
rs lencos de cassa para nulo do senhora e pescoco
, I r. I------------------...... 1 ... .1,. ,1 1 1 I 1
de hoinem
muito bons cortos de chita.
Fredeiico Chaves
de licores, chocolate e es-
piritos, no Atcrro-da-Boa-
Vteta, 11. 17,
toma honra de participa, ao respeitavel publico^
sempre ^.'
que lem
andesorUmento do bem" conhecido cho-
com particiilaridade aos 9
baunllha e ferruginoso,
- Dcseja-se Tallar ao Sr. padre Francisco Das de
iveira a negocio de seu inleresse: na ra da <.a-
lia n. 4, casa de Manoel da Silva Santos ; ou an-
iiuncie sua morada para ser procurado.
- Alua-se, por preco commodo urna parda pai a
o servicode urna casa a qual cozinha oplima.nen-
te. lava, engomma he muito liol c nao tem
vicios : prefere-se casa estrangeira : quem a preten-
der dii ja-se a ra Yelha, n. 26.
Precisa-se de una ama para casa de pouca la-
milia : na ra Velha, 11.104, se dir quem precisa.
0 Exm. Bario da Boa-Vista embarca para o Rio-
de-Janeiro o seu escravo crioulo de nome Bernab.
--Aluga-se una parda escrava ce
leite na ra daa Laraogeiras, n. 18.
eS'niuitrwo^^o'^-isV.-ssoas que padecem
desSmag^
hem conceito aue tem tido este chocolsie, raz com
SuenoiS DSrticipO aa pessoas que anida 11I0 lizcram
so dle 'o guilmenteaosseua freguezes, que o
temproVurao eaor inconvenientes o nao teem
c Id Os precos so sempre os niesmos, saude,
c 1 aabaiiiilha a 00 rs a libra, e ferruginoso
1 000 rs. TamHn vende agurdente do reino o
Franca, de pri.noia qualidad; espirito de 36 graos,
sem cheiro, em garrafas c em caadas ; genebra
em botijas eom caadas ; ago'ardenle du amz e do
caima; vinagre tinto, agoardente em pipas, nos
irraos que quizerem; licores em garrafas prelas e
brancas, com rtcas tarjasdouradase bocea pratea-
da ; essencia de aniz em oiujas e garrafas.
.
ompra.
i Compram-se, ou alugam-se duas prelas acostu-
-'."h."-a-serunia parda escrava com multo bonil madas a venderem na ra que nao tenliain dcrei-
llos, e sejam Ueis; na ra do Queimado, n. 40.


^1

Jb
Compratn-se ciaes da guarda nacional, o duas espadas praleadas,
cm bom uso : na praga da Independencia, n. 19.
Compram-sc 2 molequcs de H a 20 annos, com
principios do odelo de sapateiro e sabendo mc-
jhor; (ambem secompram rilo saliendo], o urna preta
da mesma idade com habilidades
tas lisuras o nlo tendo vicios nem achaques, nlo se
olha a pretil: na ra da Concordia passando a pon-
tezinha a ilireita segunda casa terrea so dir
quem compra.
Compram-se duas escravas do 20 a 30 annos :
na ra da Fjorentina, n 7.
Oontina-se a comprar ferro Tundido, cobre e
bronzo velho na ra do Brum, n. 8.
Comprn-se urna escrava moga de boa (gura,
que saiba cozinhare lavar, e nlo tenha vicio: agra-
dando pagn-se bem: na Boa-Vista, ra Velha, n. 18.
Quem a tiver, devo apparecer das 11 horas da ma-
ndila as 3 da tarde.
Compra-se um caixo com 6 palmos c nieio de
altura o C de largura com os MUS competentes cai-
xiltos, proprio para venda : quem livor annuncie-
Compram-seescravos de ambos os sexos.de
12a 20 annos, com habilidades, ou sem ellas; sen-
do do bonitas figuras, pagam-so bom: na ra das
Crozas n. 22, segundo andar.
Compra-M umRipanso, ou lloras de Semana
Santa, em portuguez o usado, com tanto que tifio
Ihe faltem folhas : na run do San-Francisco, antiga-
mente Mundo-Novo, n. 66.
demarcar, a 120 rs. cada caixa; macos de Otado
linho a 200 rs. o mago do 12 pegas ; torcidas para
candieiro a 100 rs a duzia de todas as larguras;
caixinhascomagulhasfrancezas, a 280 rs. a caixi-
nha ; caixas do tartaruga para rap, a 1,600 e2,000
rs. cada nina ; caixinhas com pos de aliar navalhas,
sendo de boni-|a 200 rs. a ca xa ; medidas de marroquim para al-
mmmm
Vendas.
Vende-so a accnsacBo defesa e julgamonto do
Narareno, cm foltietn brochorado, por 1,000 rs. :
na praga da Independencia livraria ns 6 e 8.
Vcndo-sc una linda negrinh de 11 aniios.com
principios de costura ; um miilalinho de 10 a 12 an-
nos de elegante ligura ; 2 pretal para lodo o servi-
o ; urna dita perfeila enzinheira : no pateo da Ha*
ril de S.-Antonio n. i, se dir quem vendo.
Vendom-so queijoi londrinos; presuntos in-
glezes ; latas com bolachinhas finas inglezas ; ditas
. de Lisboa ; biscoutosd Rimes ; ameixas om latas ;
V conservas inglezas; ditas francezas de sardinhas ;
liervilhas ; mostarda ingleza e franceza ; licores fi-
nos dodifeientes qualidades ; viudo do Porto ve-
lho dito particular; Madeira branco e tinto; Car-
cavolos; moscatel do Sotuhal; Bucelas ; Colares;
Shorry ; oval; malvasia ; claret ; chocolate de ca-
nella de Lisboa ; passas para podios ; cera de car-
nauba, em porglo o a rctalho : na ra da Cadeia ilo
Reoife, n. 2.
Vende-sc urna horeta com 17 oitavas de ouro ,
proprja para senhora ; um eordlo com 7 oitavas e
ineia de ouro do lei; colheres para cha com 51 oi-
tavas de piala : no largo do Carolo vendan. 1.
Vendem-se duas pretas de iiaco Angola
do uina de 16 annos, e a outra de 26 ; ambas
f>iatc a 320 rs. cada urna; pentes do prender cabel-
lo a 80 rs. cada um ; cartas com urna groza de pa-
res de eolehetes, a 320 rs. a carta ; caivetes de ca-
bo de chifro do viado a 200 rs. cada um; tesouras
niuito finas com toque do ferrugem a 120 o 200
rs. A ellas, antes que se ac bem, porque o novo sor-
timento he pouco: se nlo chegarem a tempo, ao de-
pois nlo briguem.
Vendem-sc caixas de cha hysson, do 6, 12 e 13
libras cm porches ou a retalho ; caixas de velas
de espermacetc de5e 6 em libra : na ra da Alfan-
dcga-Velha n. 36, em casa de llatdeus Austin & C.
KF* RM PRIMF.1BA MAO', ^J
vendem-se caixas com velas de cera do Rio-do-Ja-
neiro e de Lisboa ; e tambem brandos bogias c
tochas: na ra da Senzalla, armazcm n. 110.
Vende-se ceva.la muito superior, vinda do Rio-
Crande-do-Sul: no armazem de Fernando Jos
Dragues ao p da Conocigo.
Vende-se um bom sitio com boa casa, cochci-
ra, estribara senzalla, tanques, cacimba d'agoi
de beber, todo murado grande porcSo de cscolhi-
dos arvoredos margem do rio Capiharihc i
perto da praga : na run da Cadeia-Vellia n. 33.
Vende-se cera de carnauba de milito
boa qualidade, tanto a retalho como em
porgan na rus das larangeiras n. 14,
segundo andar.
nham lavam dcsah.loe vendem na ra : na ra das
Cruzcs, n. 22, segundo andar.
opouiuioj
ii.1.1 ni jod a apipi|snbt aspo) epsspiiftzBj ep o
-iioiii|ijos iii.i|iini(i.i uin si],i|i ui,)[ a -s.i ooc'l'"
, sonniiil suoq o sojoo ap sui;i|j ap oiuouupos OAOU
uin opHAoo iuii apaa 'BJ osp'i apoSid ounuq 0|ad
* i'inrii'i ap so ni i mi aps ap 'osuoisi.iimI nz.om.id BA
-ou b as-apuaA *$ mi oiuoiuv-'S op osjb os 9)uojj
-uoa nii|niiiiniii) ^ ujyag soii.iiuin;) ap afo| t
-03 O'Sil,,^! V
Lisboa.
Vendein-so dous lindos molcques de 18a 20
anuos, sendo um dellcs oflicial de alfaiatc e cozi-
nheiro ; dous p re OS, um olliciiil de sapateiro c o ou-
Iro profiri para todo o servigo ; dous pardos, UOI
bom carreiro e o outro proprio parapagsm, do 16 a
18 annos; duas pardas, unta de38annos, com ha-
bilidades e a outra de 12 anuos, propria para se
educar; 3 pretas com habilidades j duas negrinhas
com principios de habilidades de 11 12 annos : na
rus do Collcgio n. 3, segundo andar, se dii quem
vende.
Vende-sc um sobrado de dous andares e so-
to, por 6:600,000 rs. sito em urna boa ra do
bairro de S.-Antonio cujo sobrado rende 70,000 rs.
mensaes : na ra das Larangeiras n. 14, segundo
, son-I a miar.
cozi- Vende-se um moleque pega, de 14 a 16 anuos,
Vende-se cal virgem fie
cm barra da nielhor que lia no
do por proco muito rasoavel
do Trapiche, n. 17.
merca
na ra
setecentos rs.
vara.
a
Na loja do GuimarflesSorafim & Companhia ven-
de-se brim trancado francoz bastante oncorpado
c de puro linho, pelo barato pceo de 700 rs. a vara.
Esta fazenda se torna reromniendavcl pela boa uiia-
lidadc.
Na loja de .los Manoel Won-
leiro lira u a na ra do Cres-
po, n. 16, esquina que vira
para a ra das O _es
vendeni-sc ricos corles de
mais modernos padrocs c
vestidos de senhora.
cambraia de seda os
muito agradareis para
Lotera do
Bilbetfj
Itio-dc-Janero.
es c meios di tos da oilava lotera a bene-
ficio do theatro du imperial cidade do Nictheroy
a qualdcvo tersuu andamento no Qmdcste crlen-
le moz : vendem-se na ra da Cadeia n. 38, luja de
cambio de Manoel Gomes.
O desengao do ao-
tigo
barateiro he
vender fazenda poi
todo o dinlieiro.
Oantigo barateiro est venden* na sua nova lo-
ja do nnudezas da rua-do Collcgio n. 9, papel al -
mago muito fino, a 1,600, 2,600, 3,000 e 3,200 rs~a
resma ; fitas de retroz de todas as cores a 1&(0 rs a
peca ; dita lustrina preta muito boa a \l0 rs a
liega ; pentes de tartaruga, para marra la a 960 rs
a pare lia botos de ac, Turados, a 200 rs a groza!;
des ?!"""re-perola, a 480 rs. a groza; ditosgraS
nl.ni. o CU" a g,oza ; ""ancos Pra homcni o se-
, r. ?ul rs- l'ar! m:'c"s de cordode todas as
f'rl ? i* |,lira vesli(l. 320 rs. o maco ; cscovas
5ff?. Z?'? 8' 240' 30- l0 *> "da urna )
Hm.tar",lo-"3>e400rs. cada urna; ditas d
l/mparpentes, a80rs.cada urna; caixas de lindas
cozinheiro a que he hbil para todo o servico : na
ra do Quennado, n. 46.
Vciiilem-se dous escravos um que representa
30 anuos e o outro 15 ambos do gento de Ango-
la : na ra Velha sobrado n. 18.
A I 7000 r<.
As melhores luvas de pellica brancas o elsticas :
na ra larga do Rozario, n. 24.
Vinho de Ciiaupanha
da superior e muiloacredilada marca
Cmela,
vende-se no ariuazeni deKalkmaim & Roscnmuud,
na ra da Cruz, n. 10.
Attengao!
Vendem-se superiores chitas francezas, de vara de
largura e de cores lixas a 280 rs. o covado ; ditas
linas escuras e de cores lixas, tendo alguinas que
seivem para luto a 5,000 rs. a peca ; meios diales
de cassa de quadros a 44o rs.; cortes de lanzinba,
para senhora com 15 covados a 3.60T rs. ; panno
preto fino para pannos de pidas a 3.000 rs. o co-
vado ; chales do Ifla e seda, muito linos, a 5,500 e
7,000 rs. ; zuarle de vara de largura a 240 rs. o
covado ; cortes de cambraia lisa muito fina o com
6 varas o meia a 5,000rs. ; superior brim tranca-
do pardo, de puro linho a 64o e 900 rs a vara ; di-
to ama re lo, muito lino, a 900 e l.uoo rs.; dito
trancado de lindo Illanco, muito superior a 1,000,
1,280 e 1,600 rs. a vara; edad rezos de linho para
jaqueta a 400 rs. o covado; i iscadinlms trancados,
a 240 rs. o covado ; damburgo ilc lindo, a 260 rs. a
vara ; meias para senhora a 240 rs. o par ; o oulras
limitas fazendas por barato prego : na ra do Col-
lcgio, loja n. I.
Vomdem-ac ptimos guardanepos de puro li-
ndo, os mais modernos que lecm viudo do Portugal,
a 800 rs cada um; e um novo BOrtimeittO de pannos
linos el,'todas as cores, por diminuto prego : na lo-
ja nova de Itaymundo Carlos Leite, ra do Queima-
do, n. ii a.
--Vendem-se ilous mulatos, sendo um com idade
de 18 anuos, dom ollicial de sapateiro, de linda li-
gura, e proprio para pagem ; um moleque de 12 a
14 annos; um miilalmdo de 7, pouco mais ou
menos; cuma mulata de 26 a 28 anuos, que cose
soIlVivelinenlee lava roupa : na ruado Crespo, lo-
ja, o. 2 A, se dir quem vende.
Cortes de pelle do diabo, a
1,400 rs.
Vendem-sc superiores corles da fazenda chama-
da pelle do diabo com 3 covados <: meia pelo ba-
rato prego do 1,400 rs o corlo, sendo da mais supc-
rioa que teni apparecdo : na ra do Collcgio loja
"-Vendem-se 3 tanques, feilosdq mullo boas ma-
derrasebem construidos, proprios para cngenbo :
na ra da Cadeia de S.-Antonio, serrana n. 13.
Potassa russia.ia.
Cuulia & Ainorim teem para vender
potas.sa da Ku.-sia, de .superiorquiilidadc,
na na da Cadeia, ii 5o.
Vende-se uina escrava mucama, do 18 annos ,
com ptimo leite o com excedientes habilidades; 8
litas para lo lo o servico ; uina bonita inoleca de 12
annos; 2 moloques pegas; um dito muito lindo,
ileU anuos; 3 escravos para lodo o servico ; 4 mo-
radas de ,.,-;,, eiD |)lim |Ug8r. um Del|) construido
do: na ra Vcndcm-se por prego commodo, duas ban-
das ricas, para oflicial superior :"na praga da lnde-1
pendencia, loja n. 22.
A O BOM E BARATO.
Na nova loja de Francisco Jos
Teixeira Bastos, nos qua^tro-can-
tos da ra do Queimado, n. 20 ,
vende-se panno preto, verde, cor
de caf e azul, de superior qua-
lidade e por prego mais com-
modo do queem outra qualquer
parte. Na mesma loja ha um
completo sorlimento de fazendas
por presos rasoaveis.
Lotera do Hio-dc Janeiro.
Aos 0:000,000 de ris.
Hildetes e meios ditos da oitava lotera a benefi-
cio do imperial theatro da cidade de Nictheroy: na
ra da Cadeia do Recifo loja de cambio do Sr. Viei-
ra. Batea bilhetesvflo rubricados pelo vendedor.
A elles antes que se acaben.
-- Vende-se um sitio em Maris-Simplicia nos su-
burbios da cidade de Olinda com casa de vivenJa
com seus competentes commodos planta de ca-
pini alguna arvoredos do fructo, e nina capocira
de mallo: a tratar no mesmo sitio, como seu pro-
piiclai'io Viconto Jos de Carvalho.
Vende-so um escravo de 18 a 19 annos de
muito boa conducta, ntclligente para negocio o
que pdecozinhar para algum commantanle de na-
vio; be vendido smenteporse querer comprar urna
escrava : na ra da Florentina n. 16.
&:;e:e3&:a!;@:@:6&a:3;&:s;@B
{W Na ra Dheta, sobrado n.29, vende-se um Q0
casal de escravos do servigo de campo por
** 800/ rs., a preta tambem lio lavadoira e vende- fj
O deira; o por 300/rs. um preto do servigo de j)
jj campo. (3
Na rita da Senzalla-iN'ova, n. 3o ,
(padaria) vendem-se juncos de superior
qnalidade, em poreao e a retalKo, e por
menos do que em outra qualquer parte
!\a ra da Cadeia-
Velha, n. 29, loja
de J. O. Elster,
vende-se vinho do Porto, de diversas qualidades;
dito da Madeira ; dito deShcrry ; dito de Bordeaux ;
dito chateau-la-roso ; dito do S.-Julien ; dito de Te-
nerife; ditodo Itheino; dito de ltucellas e Carca-
vellos; dito de LisbO ; dito de Malaga; dito San-
terne; dito de graves; dito edampanda sellery ;
ago'ardciite de Franga ; Kirscdwasscr extracto de
adsinlhc ; Cherry-cordial ; agoa do flor do laranja ;
frascos com conservas de verduras ; ditos com fruc-
tasda Europa cm calda de assucar ; ditos de ditas
em cognac ; dito do mostarda ; sardinhas em latas
e viilros ; petils-pois ; salame do superior qualidade,
vindo no ultimo navio de llamburgo ; agoa de seltz,
embotijas; azeilo doce de Marsclha iinissimo ;
velas de coniposigo ; cha preto, hysson e parola ;
charutos de Havana e regala. Advefte-se quo ludo
lie excedente c por prego commodo.
Vende-se ferro da Suecia ; fulda de I'I a odres ;
cobre para fono do navio ; dito para caldeireiro em
porgoes grandes c pequeas : na ra do Apollo ar-
mazcm n. 6.
Vende-se cha preto muito superior, em caixas
de 16 libras proprio para familia :_ na ra do Tra-
piche. II. K.
Vende-se carne de vacca salgada, em barris :
na ra do Trapiche, n.8.
Vendem-sc qualro mastros de pind: na rna
do Trapiche, n. 8.
Na loja da[r|ia do Cabug, de
Francisco Joaquim Duarte,
da muito acreditada em bolOes do todas as modas ,
modernamente tem reeebido pelo ultimo navio do
Franga as ultimas modas do botOcs em Pars, tan-
to iie seda, setim sarja o velludo, como para libr
do pageos de marque/es, barOcs c oulras dignida-
des da provincia ; bem como do Podro II, os mais
liem douradosque aqui teem apparecdo, proprios
para osSrs. milatares ; e tambem de vidro de diver-
sas cOrcs para vestidos de montara e do madre
perol* de todos os tamanhos. As amostras se
achilo patentes para osSrs. compradores que se dig-
narem de honrar esta loja.
= Vendem-ae moenJas de ferro para engenhoa de m_
mear, para vapor, agoa_e bestas, de diversas tamanhos
por prpeo commodo ; c igualmente talxas de ferro coado
e batido, de todos os tamanhos : na praca do Corpo-san
to, n. 11, em casa de Me. Calmont a Companhia, ou n,
ra de Apollo, armazem, n. 6.
Casimiras elsticas, a I$00 rs.
o covado.
Vendem-se superiores casimiras elsticas pe|0
barato prego de 1,000rs. o covado; ditas muito fi-
nas francezas a 1,280 rs. o covado ; dita de su-
perior qualidade clstica, muito fina, o preta, a
3,500 rs o covado : na ra do Collegio loja n. 1.'
O Wujeu l'iMoreteo, jornal de nstrucgo o recreo
ornado de bellissmas estampas : vende-se, porprel
go muito menor que o da assignalura, no segundo
andar da casa n. 7, da ra da Cruz.
o wi# w +S0 w w u# %m\9c>
te
Vende-se bolacbinha de agoa c sal de 20
tem libra, todas furadinhas o muito boas p
para cha e caf; bem como do leite e ovos que "^
tservem mesmo para doentes, por nlo terem 0
composigOes oleosas ; biscoutos redondos ^
S doces c d'ovos ; bolacliindas; futas dos mes- C
finos: tudo feito com todoasscio e das me- ^
llores farinhas que da hoje no mercado: tam- m
bem se va fabricar bolachina de araruta ; un S
t pateo de S.-Cruz, padaria n. 6, defronte di
igreja. fe
o*9*ni#:ai#ra en* en* e>^ e>\* em g\%^
Vendem-se velas de carnauba de 6,8 e 9 em
libra a 260 rs. a libra e cm arroba se dBr mais
barato : na ra do Rozario da Roa-Vista, n. 2.
Vende-se a Reereagfio philosophica do pailro
Theodorode Almeida. 10 v. em ptimo estado por
prego commodo na livraria do Sr. doulor Coutinlio, -\
' Vende-se um sobrado de dous andares e sotao ,
sito na ra da Guia, n. 55, em chitos proprios : na
ra Nova, n. 65.
~ Vendem-se portas, janollaso grades para as
mesnias tanto do Ionio ruino de amarello : tam-
bem sevendem portadas de pedra : na ra da Praia.
atrs da ribeira ns. 9 o 1t tanque d'agoa.
Vende-se azeito do peixe em garrafas e cana-
das; cal virgem de Lisboa em barricas grandes e
pequeas; fechaduras grandes para portas de ar-
mazem por prego commodo: na ra do Vigaro,
armazcm n. 11.
Atleneao.
Va roa Jo Crespo, loja n. I,
de Jos *1< aquii) da Silva
illa ya,
vendem-se chapeos de seda para cabegas de senhora,
os. mais ricos, o mais modernos que teem viudo a esta
praca; assim como so vendem chapeos de seda e de
paldiulia para meuinasde dous a 12anuos; toucas pa-
ra criangas, do muito lindos gustos. Tudo chegado
ilc Franga pido ultimo navio, c por muito commodo
prego, fc
-* vendem-se barris de diver-
sos taininlios com me! no ar-
mazem do trapiclje fainos : a
tratar na ra do Queimado, loja
ii. 29.
Vcndo-sc o Tratado de educagto physico-moral,
em muito dom estado, por barato prego; o Diccio-
nario do Fonseca em dous voluntes: no boceo da
praga da Independencia, n. 12.
Btalas inglezas,
as mais superiores o novas que existem no merca-
do, a2,000 rs. cada unta arroba: no armazcm do
Bragucz.
Vende-se o sitio denominado Pacheco ,
com mais de meia legoado trras, muito proprio
para planlagfo de algodlo e para enaguo de gado ;
temtodasasproporgpespara.se levantar um cnge-
nbo ; tem boa casa d vi venda, alm de oulras casas;
tem engenlio para descarogar algodilo, e de situado
perto de Mamanguape,da provincia da Paradiba: tam-
bem se vende urna parte de trras da fazonda de
Manigoba quodivido com o riacho de Cortos, perto
de Catol-do-Rocha ; e outra parle no sitio Corra-
linho-de-Iiaixo que divide com o ro do Piranhas,
Ierras muito proprias para criar e soltar gados, por
terem boas oncostas do sorras o agoa|pormanantft,cu-
ja agoa nunca seccou nem mesmo na rigorosa soc-
ca : tudo por prego commodo : tambem se trocam
por casas nesta praga : a tratar com Jos Antonio
de Magaldilcs Raslo.
Vende-se cambraia de linho muilo
fina, para lencos de mao de sculioras ou
peitos de camisa, pelo diminuto preco de
3,ooo rs. a vara : na ra do Cabug, lo-
j de Pereira & Gucdes.
Lotera do Rio-de Janeiro.
Na ra da Cadea-Velha, n. 29,fcasa de J. O. Elster,
vendem-se hlhetes e meios ditos da lerceira lote-
ra a beneOcio da fabrica de papel, vindos no ultimo
.vapor.
Escravos
Fgidos.
l'f-KW.5 NA til-, DEM. f.Uh 1-AltlA.-
mr
Fugio de bordo do patacho Peh'cano um escravo
de nome Roque, do San-Tliomc estatura baila,
rosto redondo e sem barba, com feridas as peinas,
vestido com camisa e caiga azul c barrete inglez.
Este escravo pertence a Joo Jos l'ereira do Azeira,
do Rio-de-Janeiro. Quem oapprehender, queira le-
va-loa ra da Cruz n 66, casa de Gaudino Agosti-
nbo de llarros, por quem sera recompensado.
--Fugio.no da 19 do corrente, o prelo l.uiz
Paulo escravo que foi dos Srs. Machados com fa-
zenda em Garanhuns; o qual bo velho do estatura
mediana i uini figura abijado de ambas as milpa,
que as nao abre peifeitamenle. Roga-se as autori-
dades policiaca e pessoas particulares, quo o ap-
preliendain e levem a seu sendor, Francisco Anto-
n'o de (.arvaldo Sequeira no sitio da l'assagem-de-
Oluida, que gratificar generosamente
-liigiian, no dia 9 do corrento dous escravos.
do engenho Vermcllio, na comarca do lio-Formo-
so os quaes teem os signaes seguintes ; Semiao ,
crioulo, de 20a 25 annos, cor ataiocada cabello
pichaimassanhado, nariz afilado o com as volitas
largas odos brancos moitos o grandes nucxo
lino cara um tanto larga pag largas, entura lina .
ioi po cabido para diante, quando anda, pomas
cangalhas pes grandes e com os dedos torios ; tem
urna marca de urna ferida em urna das pomas rc-
meche-se todo quando anda, o nao tem barba:
Antonio, crioulo, de 20 annos pouco mais ou.menos,
talla gaga de menos que o outro na altura c gros-
sura, pernaaimas, pes apalheWos, nariz moio
chato olbos brancos e do bom tamaito, meo fulo,
a* costas c outros lugares em* que se costuma a cas-
iiMi escravos ,_ bstanle corladas mesmo do rugi-
da* que le.nfe.to, tosa meia acarneirada- denles
""los, beicos.grossos. o Sajuifio foi comprado
tst. praea Diogo Jos da Costa e dizia o mes-
e,o V'^'^'v M'lsi(Jo,lcum ''"'n0'". lle nu"18
Be lo da Costa Villar, morador a villa chamada
i tilia peitcncenloaoscrtflodoAmuin. o Aulonio,
tic natural mesmo daquella comarca : suppOe-so te-
rem sabido juntos. Itoga-se as autoridades policiaes
e capiuies decampo, que osapprebeudam o levem
o uno cngenbo, ou particpelo ao propriotario .
J


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