Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08525


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Full Text
1847.
Quinta-feira

niiii-'<>* "" "*" ", r, em tvpo ilillerenle, e as
10 rs. !>;"T'.u',lici,d- O que n3o Oem asslg-
tt,i>e,,5oe~ .o ra. por IiiIib, e 10.) em typo
sES DA LA NO MEZ DE AGOSTO.
- j .,M llora e 10 miu. da man,'a.
Hins"*"1 | ,5 10horaset niin.il n.anhaa
|,in n0**' 19' j 2 hora e J4ibd. da manlia
Crrscente. ^ ^^ g ^onf e PARTID* DOS CORREIOS.
Goiannae Parahvha, es segundas esextas ffiras.
Rio-llrai.de-dn-Norte quintas feiras ao meiva.
Cabo, Serinliem, Hio-Formoso, Porto-Calvo e
Macelo, no I .*, a 11 e ? I de cada mez.
(iaraiilmns e Bonito, llell
Roa-Vista e Flores, a l e J8.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, lodos os dias.
PREAMAr? DE HOJE.
Primeira, s & horas 18 minutos da tarde.
Segunda, s i horas e 42 minuto! da manha.
XXIV.
N. 191
DAS D\ Si:\U>A.
23 Swmd*. -;- libralo. A.ud. do J. do. o
ptfcedoJ.doe.da *' v-
24 Terca. >i< S. ISaithnlomco.
2b Quar.a.S. Liz rci .le franca And,,do ..
ociv 2v edoJ..ep7. 20 Quinta. S. Zetnino. A-ul. doJ.de orpl..
doJ. municipal da I. vara.
27 SlU.S. Jos deCalaians. Au.l do I- doc.v.
dal.v.edo J. ,lc paz do I. disl del.
2 Sabl-do. S. Aqoslinl.o. And. do J. do civ.
da I. v. e do J de paz do I il.st de t.
29 UomiiiKO. O Sagrado Coraco de Mana.
AMMOSHOIJIA" DE AGOSTO.
.;,rUl.iosohreU,,lre.a27d P^#T..
Pars SSi/J.pnrrranco.
Tistaia 105 a lll". de premio.
n;;c.de,;;ra^lTlir,n..,de:.../ao;n
Pesos coln.nn.rcs... IfMO I
Ac"c6dacomp.do l.c'unh. de bOJOOO rs..o p.r

DIARIO D PERMAMBUCO
_________________________________._________________ ..:: -.,.. .-. ......
P/^TE OFFiCIAL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 11 DO CRRENTE.
0|licj0 AoExm. vice-presiilente das Alagrtas,
iMlarando-SQ. inteirado de haver S. Ex. concedido
,rcs mezea do lio-lis. para "\"*2*> aol cadete
U, i o baDaibo de caladores, JoSoSilveno Caldas. -
PirticiDOW-M c-ommandanle das armas.
lito Aodescmbargadorjuiz relator da junta de
justica, transmittindo o processo de Aloxandre Alves
denil)e*o desembargador procurador da corda,
erania e fazenda nacional, exigmdo o seu pare-
cer acerca do compromisso da irmandade do N. S.
da Paz dos Afosados. ;
Dito Ao inspector da thesouraria da fazenda,
lando-lbe raculda.le para tan.bcm su^prir provrso-
ihti.enlc a rubrica corpo da armada e classes annexas
,,m. uquantitativo que preciso se tornar para pa-
oar-seao 2." lente Francisco Cuarto da Costa Vi-
dal omeiosol'do de trra a qtie ella tiver direito
ilcsdeomez de julbo prximo passado I'arlici-
pou-se ao inspector interino do arsenal de ma-
" portara. Ordenando que Antonio Saraiva de
Arauio, majordo2.balalhao dapiimeira legino da
cuarua nacional do municipio de Goianna se passe
Slente do teneutc-coronel do referido bata lulo;
e a Manocl Jos de Albuquerque Mello Gadlha se
noca titulo para o postodo major quo vagou em
consequencia dessa nomeacto. l'articipou-sc ao
cnminandnnle superior da guarda nacional do mu-
nicipio de Coianna e aos nomeados.
DEM DO DA 12.
Onicio. Ao inspector interino do arsenal de
iii.iiintia, exigindoinformacao acerca do conteudo
no requerimuto em que o coronel Gaspar de arana-
zos Vsconcellos de Drumond pede liceiiQa ao go-
veino imperial para comprar e fazer conduzr para
eata cidadeSOO duzias de prancbOes de amarello, ou
vinlialico.
Circular. As cmaras municipaes da provincia,
exigiudo copias autbenticas das actas das eleicOes
geraes dos vereadoros e juizes de paz, que actual-
mente servem ; e bm assim as dequaesquor outias
qucdepoisdellasliajam, porventura, lido lugar.
Poilaria. Suspendendo os actuaes vereadores da
cmara municipal da villa do Cubo, por terom Uci-
xado de rcunir-se nos devidos lempos, c por nao na-
verem dado o cumprimento a diversas ordena Ua pre-
sidencia.
DEM DO DA 13.
Oflicio. Ao comma.idanlc superior da guarda
nacional do municipio do Recife, ordenando laca
Chamar para O servico da incsma a Jos Joaquiin t,a-
valcanti, que fra eliminado da capitana do pono.
l'articipou-se aocapitao do pollo. ._._.-
Dito. Ao adminisliador do correio, matando se-
gunda vez pela DformacftO que ll.o exigua acerca da
despeza que demandara a creacslo do tantos corre.os
quantos sao os lugares em que se ellos tornan nt-
'Tortarl'a. Nomeando a Paulino Bezerw de. Mello
segundo supplonle do subdelegado de banto-Anl.io.
I'artieipou-seao diere d polica.
Dita -Nomeando ao coronel Manocl JOSOScrpa
1. "supplen.o do juiz municipal e d'orphfloai do termo
de Iguarass. -Vi/.eram-so as conveniente parti-
cipasOes.
c Congralulo-me com V. Exo por este rosultado
do nossasoperaqes de trra e mar, cspccialmoito
porque, nilo obstante o fogo de algumas bateras
cliins, emqanto a Iropa assaltava os fortes, live-
mosa fortuna de toma-las lodas sen a peda de um
s homem.
i. Tenbo a honra, etc.
Georgtri Agilitar,
Maior-ieneralcommaudanle das tropas na China*
' {China Matl.)
- 8 de abril de mi.
S Exc tem a satyfacilo de annunciar que no ulti-
mo momento, eqdando se ia dar o assallo, annui-
ram as autoridades de Canino ai suas rasoaveis exi-
gencias, evitando assim felizmente a ruina desla
populosa cidade. .
Kiscm resumo os arligos principaes do novo tra-
tado. i,-
t.o No prazo fixo de,dous anuos, a datar de boje,
6 de abril, terfloaccesso livre-na cidade de Canino
os subditos inglezes.
2. Os subditos de S.M. B. podero sabir ao campo
sen seren- molestados, regresando no niesmo da
como em Shang-Hai. A pessoa ou pessoas que os
molestarem serHo severamente punidas.
3 o Os ascressores dos inarinheiros em oulubro
prximo passado, e do coronelChesney o outros em
hkshanno dia 12 de marQo, serflo castigados para
exondo. Como estes ltimos j se acbam presos
scrao conduzidos para Curti f puiaflo em m-
senca de pessoas, non.cadas pelo plenipotenciario
V B 'adollenn dorioCantiio, ser aforado aos
negociantes inglezes e outros um etJMfjO Urre-
noadequado para construcc,ao de cas as de morada
armazens. S. Exc. examinara o local esuaexlensflo
antes de sabir de Cantio. ..,'.
5. as iminedincOes das felonas est.angeiras a-
forar-SC-ha o terreno necesario para construir urna
groja, e em Whampoa oespaco neccssar.o para um
CC6nM.oder construir-so a ponte VOlantJ 6 Mto
um odilicio entre os dous jard.ns ; nlo ae consen-
tiro barracas encostadas ao muro. r(inspr.
7 Para utilidade geral e para melhor se conser-
var a ordem, uo se consentimo botes em frente
das Feitorias. [Uong-Kong Regi.ler.)
ITALIA.
liorna, \%demaiodt\&J.
Chegou aqui hontom, viudo de Genova, um en-
viado de D. Carlos, conde delmolm. Foire-
cchido en audiencia pelo papa con. quem eatey
mei. hora. Tinha boas cartas de/ecommendacflo.
les, que a minha misso no Rio-da-Prata esl ter-
'"'AntMdeausentar-mor.z as convencoes necossa-
e pro-
XtEROR.
IMPORTANTES NOTICIAS DA CHINA.
' Hong-Kong, 5 de abril de 1817.
S. Exc.oulenipotcncia.io de S. M., etc. etc., ten.
asatisracao de publicar, para con .cemento dos
subditos brilani.ic.s na China, 0 ollieio segn-,
que acaba de reccl.cr do major-gencral cou.i.ian-
uanlo das torcas .le S. M. sobre a chegada da expe-
ilicilo a Canillo. A marcha rpida o feliz das opc.a-
cow, principiadas e concluidas em 36 horas Po. li-
ma loica pequea de Ierra e mar spb asi ordena do
major-gencral eAguilar o do capitn Macdougall,
ollicial mais antigo da esquadra sera urna heflo
ara o povo deCji.lfodo que TiHo se esquec.ra racil-
icnte. S. Exc. uno"lciicionasal.il d*qin cuiui.anlo
_ ........___'_~ n. .... ....... i !. i ivi'l com as
moni hora, mina uuu.n..-. -- ----- .
Madrid 08 partidarios de D. Carlos ji.lgavani-se
ftirle scnmiianlo podessen. sus.cntai; que O upa nM
i i-i reconheedo Isabel II. Eia o porque s -
"rtava impedir a sabida de n.onscnhor Brue II.
1 sscmira-sc que Sua Santidade, ao paasp que de-
Pr,8vao8oqntecimento8 de M.....-id, sobreiu,. .
5 l de malo, responder ao enviado del Carlos
que os males que icsasam solue a RW^n
mais um motvo para por lenv.o ao .sol n Oda
krja desse paii realabeleccndo oa taorrelTg osos,
se,,, os .ruaos nao ha sOcedade poss.vel .-obie a
lcrra' Corresp. do Faro de Madrid.)
(1/orna/do<"<''icc'.'-.)
NT IIOR.
i
me
nSo estivtiem as cousas em pe compativel com as
eslipulaco.'sdns tratados e digno da nacio ingleza.
S. Exc. conlia que a mudera.cn.i.e jualica de todo o
seu anterior procedimento com o governo da Clima
sanccioi.an. as medidas que fo. obligado a adoptar.
AS Ex sir John Francia avis.
a Quart'l-gencral, Canino, 3 do abril de 1847.
, Senhor.--Tenbo a honra de communicar a V.
Exc que, en conrormidade eom o plano concerta-
do entre nos no dia 1. do correte, cheguoi, con, o
auxilio do capitno Macdougall d- armada real, t
dos navios sol. o seu eommaudo, aafeiloriaa Br-
m, cas, onde ton.ciposic.Oes com a tropa que cala
is n hias orden, de.ois de ter no decurso destas
36 ,or ass Kado o lomado todos os principa or-
fedoBoKU-edoiio Ca.rt.10 destruido as porta
SnccnXu, os armazens e encravado 827 pecas de
rSnTfExc. mefe a non>~*gf
uestasoperaQOes, e presencou os dota hes 11.u e.
trarci aqui nelles, reservan, n-o |ar. o i ;> o
de estado das colonias : a V, l.xc icineltere, poitm,
urna copia desse offlcio.
KIO-liE- JANEIRO.
NOTICIAS DA AMERICA DO NORTEESUt
Temos folhas de Ncw-York at 7 de junho.
O general Scolt tinha avangado sobre Puebla, on-
de se diz que W.a bem rocebido pelo al o ele Sania
Anna abondonando o ponto de (.rizaba, tinha,paj-
sado para a frente do excrcito americana 'lomado
posicoes entre Puebla e a cidade do Mxico. AII.i -
."ava-se que tinha 10,000 homens, c que uocurina
ODOr-ae a marcha dos Americanos em Itio-.'i io, pon-
i que pode ser defendido com grande vanUgem.
risa e adequadas para pT0teCl0 da vidas
nriedadesiclezas, quo na minha opiniao he o un
obp^. le^ilim, 'pan. que tropas bnlanmcas es-
lejam desemlarcaa era patze eatrangeiroa em
lempos que nao silo de guerra ellectiva.
Tenbo a honra, etc. ^^
Ao Sr. M. T. Ilood, cnsul geral interino de S. M.
I(. em Montevideo.
HontttdO, 10 dejulho de 1847.
Senhor. as instruccOes que recebi de. lord Pal-
moraton, com data de *i domaraodeW,w"o.
, se ror nejjewario, podereiadar convcnseso
carcter de simples convenios m.l.lare, | i i.
envolvam nenl.u.na ideia de rcconhccnicnlo di
direilos, maaqueconlenham simplcsmeiiln .>a -
.. missao dorarlo existente-, de que certa, pencas
. calilo a testa do cerlos SoTpos do tropa
Obrando deaccordo con o espirito desla coacm-
Hn e deeloso do evitar a espantosa pwda no s ida-,
SnaumidM cruelmente # sen pnrreito, em ura
guerra como esta, na qual, apezar deque oscon-
BictOS diarios sao indecisivos e sem gloria, a 8001-
,a total de morte no um do mez he mui considera-
vel, propuz, de accordo com o meu co*""'.,0,?""^
deNVillelky um armisticio honroso e equ.t, l.vo.o
governo de Montevideo e ao general Oribe dev a
durar por seis me/es, en cujo lempo a Cidadenflew*
srr abaalecid pelo general oribe, quedev.enlre-
gar pelo nfimo proco do pr.mcifo cusi, I ,..00 CabC
cas de nado cada mez. ,, ,.
C 0 general Oribe aceito., cate rmnUew, oto j
con. a8C0bdicto proposta, como tambe, de ... .o.
tal que 0 titulo que ello se arroga de p.esidcni. I
gal .aoupparecesse firmado de modo que mvom-
Inlitasse ',s plenipotenciarios de Inglaterra c Manca
''^cnS
,u uno vacilo em dixer que era, vaiiUjow. aoa seus
inlerossos, poique se aoha sent d.nhe.io, sen c.edi-
lC^ffld^rprimeiro, ^ZSV^
Moiilevidconnoohram ueste momento Ime.nenU,
TSSSSXiSnnMa coactos por urna guac.,o ea-
tn uge ra ; c segundo, quo este bloquolo perdeu n-
oirament o seu carcter primitivo do modula co-
rc. va"unlra general It'.sas, eaeconvorteu em
, ,1 dedardinheiro, en, parte >0|OVarnode
,tevdc, com parte a cortos .... ..; ""> '-";
geros rasldentes alli, em.preJ../... Jo
tenso cvalioso cuinmercio da Inglaterra neaiaaa
m,,, roeo-VOS pela presente que levantis o m-
$0u"demb a'margen do J*Mg
lomis as providencias HCBWntl para cessai luda
ulterior ntervencto nestas agoasa
I c,os do termos por to longo lempo obrado con-
iafficnte, permiiti-me que aproveitp cala oppor-
unidado de agradecer-vos sinceramenU a coopera-
2 u'uformemente benvola e efileaz que deva
recebi em odaa aaoccasiocs a bem do servico deb.
II. durante ...na dilatada e dillio.l negoc.acao. le-
nl.o a honra, ele. ^^
Ao commodorc sir Ihomas llorbe. t.
Tomada osla determinadlo, pOlciou lod llovvdci.
a general Oribe Mmmunicando-lhe o occorrldo, e
JedlXllie que conrmase a amnista concedida
,r intorveneno do Sr. Ilood. O general Oribe res-
pondeu o seguinle
C>art-eMol docorreio de IHonievidco, \'ode
julhode\Hi~.
Exm Sr Tive a honra de recebor a nota ,1c V.
Fx destadala, na qual rom.nu.iica, que, tciuli. re-
cusado ogove no provisional de Montevideo admit-
Zo annislu-io que V Ex.considora ra suave, justo
, multo de desojar no sentido da bmuiHbidMeter-
minou levantar o bloqueo de ambas as n a.gc. s.do
Rio-da-Prata, noque diz reapoito aos vasos de gucr-
is. ecessar toda a inlervenclo ullenor
V Ex esoera que da minha parle ll.o sera dada a
arand'e sattefacto do confirmar o empenho de urna
a st.c .cordada con. 0 Sr. Ilood e nos mes,,..,,
e os .ocaso de cu entrar pela sorle das amas
em Monlovido. CodUuc Y?Ex duendo que nto du-
v" a b ue os meu so.nimentos pessoae, ne inipil-
KaSonccdoreata amnista nJeP^ ;
tervencao de V. Ex.. mas quo sera altamente igra
KVaaoeeu^governo Wffi
Urna caria particular que lomos vista diz o se-
"""."rre agora [SO] por corto ,,ue o W^Jjgj:
tevldootomou nova delibera,.,,, a respeto loaimo-
ticio, oque podio a lord llow.len, queja so achava
embarcado na frauda Eagle para s;-i:....; para o K.o-
de-l inoiro que so demorassb mais alguna na, "
u"." .i 1...-.1 iiowd..... NodiaasdevMerum.
conferencia com o ministro dos >^*|IK;
ros. Sao n.uitos os boatos que conen; o que m
KohTqueietraUdeomont^in^2
os sina.h's o oa sitiadores, e que ha probunuWeei
'V'i^SepUodios nesta hislona, que ,.no posso
iloixa. do comniunicar-llie. ,,..., a bordo
Eiaoprimeiro. Lofd Howdon receben a nomo
da fragata llaleigh a carta leguinle :
MontevMo, 10 dejulho de 1847.
Mvlord. Dopo.sdolor residido violo anuos ues-
te naiz o lor sen.pre tido a orgulliosa consc enca no
,o cmo subdito lvilan.iico.as m.nhas oninu ,* a
dir a i.roloccao do homens como Whilelotke, Man
deville o UowJon.
Tonlio a honra de ser, &.c.
llisav Spahks.
a Lord HowdOU dou-lbo a rospostaseguinle :
pragal i de 9. M. RaU'gh, 16 de Jaiba de I8W.
Recebi ....... carta atrevida .ass.gnilda Htnrj,
Sp.ru Serve estn para Ihe fazer sne.de, c,^
en qualquer oocasTaooiisar *M*g%Z.
SUltO pessoa
ele
uuniodiata.neiilo
.. IIowdkn
i lis agora o segundo episodio.
-oneral OBrion apparecouhontom nomcio-
? l' a cidade 'eom un boiOo de l.i.la o
.SIU.IS lll SI.. >"'. ,............min ,.,.,,.,.111111
da ver ao longe
l'ossa 0 sail).
O paquete ingloz Mt^ntVom^9MMM
tcvidoo alt-20 o de Uuenos-Ayros ato 14 dejulHo.
Confirmam-se as noticias que colhmo ."-
m carto "indas pelo UaMUr. O governo do Mo -
icvi.lco rocusou aceitar o armisticio pri;oslo P os
ministros mediadores, com 'smod.hcacOosex.g as
pelo general Oribe, e em coosequenci^. desea, recosa
leu orilem lord Howden para quo por parle las .r-
elas navacs de Inglaterra rosse levantado o bloqueo
dos portes situados emambas as marqps do Rio-
' "oaseguintes documentos ofTiciaes explicam o pro-
cedimento do plenipotenciario inglez.
Iraqala de S. Raleigh, emfrenle de Montevideo,
15 dejulho de 1817.
St Tenbo a honra de dirigir inclusa a V. S. uiaa
coni da caria quo rscrevi ao con.modore air THo-
;,;?; i.orbert, J!U s m *f5g" -ao
corpo do co.n.uorcio britannico desla Cidaoe.
Accrescontarci, para connecimenlo do V. S. e uoi
ave. nao si. au !.- &" .
." i' a. wo. < re"M" d,'tol ''"
d'iSi.coce,U.e.'prMO rpoto ;,"-
lada nota de boje.
Por esta occasiilo sado a V. EX., c.
Masokl OniBE.
A S. Ex. lord llowden, &c., &c.
Neste estado de cousas ordenou o coiomodore Her-
herlqueombarcassem os inarinheiros lntfazeti|ae
slavan na linha, o que so relirassem as duas pejaa
assostadas na hatera commodore, e maiidou desoecu-
par a illia dos Ratos, que tinha urna pequea guar-
"'tfessou, pols, nteiramentoaintervciicao ingleza,
mas contina a ntervcnc.lo por parle da FrsMa ate
' ____,.......l-------.,or.,.. rfaa TnlUerins O ll O11U01O
io dos bravos Orientaos assassina-
do,qTri.en?ingeo.oamrda^^
scus lilh.is c viuvas ain.ihncoa, do coiav'0 P'"a iem
ireoslordseossirs. fmM^rwJ. ,
N. D. Fallo dos dous marzoqueros do Rosas.
,..,,, mu,la gente que so reuni para vMo eacre-
,, mas elle segua mperturbavel. l.o.d IIoxmKn
desemnalcava noL momento. Boje apagaramo le-
lio i ro. *
Itecehcmos jomaos ,1c \, w-Yo,k at 10 "^"",l0;
,l, chegado aos Estadoa-Cnidos a noticia da
leroKovcrnodeaaprovado o proeadiaanto do Si.
m,m-Jom. Lisboa edeeslarS. S. domi lldo.
ta de Washington do pessoa que dlzesUr bem ni
um rompimenlo, ainterrup?ao das nossu reacoea
tommerciaea elloalmenlea!"* ...raldm
Por outro lado diz o correspondente do UtraU em
Wf Km da demissao do Sr. Ltaba, nonh.im rosul-
a pratlcasse os mais extraordinar os actos. oaar
eressoe de injustica para nos impeli a urna guor
h TpiiMiutrolad... pde-se cpm W^ntaS
tu.aranpin.rm do quo 0 Braa.l ""^ummm
ahslera do actos quo se approximem a um
MI;, Mxico sno muito cootradicloria aa; Mjjataj
Scolt, que sahiradeX, a-C iz periodo
"T'fo'd'a's'aS'ooticia do Mxico, diz o furrier de,
hlea iraniiuillidadclaquella cidade.
"i. sg indo boa rcsnlucn,, lomada pelo congrosso,
de transportar a sede do suas deliberadles o a do go-
er,o para Morolla, cidade pequea ao sul da capi-
tal resoluctoslgollicaliva, porque indica a pouca
conlianca que leu. o congrosso na resistencia da ca-
'"'.Meiceiroemr.m, o o mais grave, ha a apparilo
da labro amarella ou vomito em Vera-Cruz, He o
n.imigomaisto.nivol quo os Americanos leem en-
contrado al agora no Mxico.
Pelo vapor do guerra francez Cassini, entrado de
de Buenos-Aytes he, porm, iirtciramenle nominal. I do correule.
I MUTILADO
-



.
.
No da 2 principouo general Oribe as hostilida-
des, sem ler intimado com anticipado de 24 huras a
cessacao do armisticio, como determinava o artigo
3."da convenciio de t7 de niaio prximo passado.
As 10 horas da manhia dispararan! os sitiadores
cinco tiros de peca da hatera Camnalo sobre os pos-
tos ayancados da pra(,'a,,e l/eram algum fogode fu-
cilarla na direita da linba, estando arvoradas ban-
deiras de parlamentario em todas as trinoheiras To-
da a populacflo franoeza pegou em anuas para auxi-
liar os defensores da prava; mas os sitiadores limi-
ta rani-se aquella demonstraoSoque nenhum daino
causou aos sitiados.
.Noticias do liriiguay annunciavam que em Entrc-
Rios setinha tentado assassinaraogeneral Urquiza,
o que era acensado o general Echaque,. governador
de Santa-Fe, de ser o directordesse attentailo.
O almirante Broun, oommandante da osquadrilha
de Buenos-Ayres, tinha chegado a Montevideo em
viagem para Inglaterra, O velho dmirante cucontrou
em Montevideo, mesmo da parte do governo, o ...ais
benvolo acolhimento.
Na Colonia eein Mnldonado nada havia oeeorrido
de novo Os iriarnheiroa inglezes que faziam pari
da gucrnicOo da Colonia tinhm sido substit
por raarinnetros francotes.
O Sr. Ilorges da fonseca : Pois bom, diz o senhor
juiz presidente, que vos ha do fazer estes qocsitos ;
(ciriio vos tendes do responder selles, espero que
me haveis de facer juslica, embora as ordens om
contrario viudas aballo, uriieas que, na phrasc do
Sr. Dr. Jos dos Anjos, podnm contrariar o mnda-
lo da lei, e fazer quo nflo seja verdade o que hever-
dade.
Concilio com oseguinto do Sr. Riten. Tratados
peridicos ; porgunta se sera conveniente que o po-
der tenha achilo sobro elles de modo'que possa im-
pedir sita circulacSo ; o responde:
' Este poder beque deve impedir a scu governo
Loiloopovo quequeira gerlivre efeliz: osquego-
yernan sao tao homens como os mais, c nada lllo
fcil como aspirarem ao arbitrario, o trataron de
impedir que seja atacado por aquellos escriptos mais
aptos para a circuladlo, c por isso mesmo mais con-
ducentes a illuslracflo publica, quando nflo cslflo
subjugados pela autoridade. Por outra paite, o go-
verno nao pode encontrar apoio em tacs rcstriccOes,
coinoo convencem as sesulnles rasos.
i.* Siinjoitando os peridicos a urna inspeceflo
particular, o governo se faz responsavcl, a sen pe-
nca vara e t,<> a 331 pesos. I minunciOSO, que nao |ie coiiton
imuu, s. I.xc. sogue para Franca dentro de dous.ze-lo, aps decada naragrapho
ni lie-i fliaa i
C
ou lies dias.
{Jumal .'.
Uidos Izar, por ludo que elles dizem; d mais inlluencia a
Iludo quanto podem dizerde falso e desagradavel; e
lie liuenos-Ayrcs ha dars ale 30 de julho. As oneas nccessita a administrneflo de um movimciito lento e
miiiiincioso, oiie nao he conforme sua diguidade.
corra, por assim di-
lra invadi-lo, re-
celosa de que seja saneciouado por ella.
" 2." Ao contrario, (piando estes escriptos leem
alguina musa do til ou favoravel ao governo, ludo
isto parece dictado por elle, e' perde sua Corea; por-
que, para obter a conflanca (piando se diz nina coli-
sa, he necessario que se reconheca que ha faculda-
de de dizer todo ein contrario a isto que se diz.
(i 3.' Quando o governo so lem defensores privi-
legiados, tambom so lem um numero limitado des-
tes, e a casualidabe pode fazer que nao tenha lau-
cado man dos mais habis, o inda quando o fossem,
lheserveriam.com tanto menos vontadd, franqueza
o influencia, quanto sao mais dependentes: os ho-
mens demerito guardarfio silencio ueste caso, 0 de
proposito nao quererflo louvar, nem vituperar
4.' Finalmente, quandu os peridicos tifio sao li-
vres, cm toda a nardo s ha i: opinlo da capital. O
governo so tem base na capital: nina BgitaeflO paS-
sageira no centro da nafSoBcliega a ser una caifa
midade para toda a sociedade t em suas partes mais
remotas: os raciocinios dessesescriptos se lem com
fastio, e suas relceles com Desconfianza: nos primei-
ros, nao so veem argumentos, e si ni vontade mani-
l'e.slada; C nos segundos, nao se leem Cactos, Osim in-
tencOes secretas, s a liberdade dcstes escriptos po-
de crear em todas as partes da nacfio urna opiniflo
justa, forte o independen te da capital, sem ter-lheop-,
posta, o quo, de accordo com os verdadeiros senti-
mentosdos habitantes, nao se deixo jamis cegar
por outra facticia.
" Os peridicos exercem urna influencia" inmensa
e iiiconiesiavel: tribunos de todos os dias, dirigem
suas doutrinasanacflo; interpretaih as palavras, os
escriptos e as a ceos publicas; conserva m a npjniflo
publica sempre alerta; denunciam, censurara, accu-
sam aos magistrados e funrcionai ios; ob'rigain a go-
vernarem voz alta, a discutir cada mantlflaa lega I i-
dade dos actos administrativos; pedem cotila equivocarlo que confunde o innocente com o culpa-
do: CChosda tribuna e do loro inslruem os povosnos
seus develes e direitos; avivdm o reconhtoimento dos
/airas para com os sens drfrnsorrs; consultan) (le todOS
os modos a felicidade dos cidadflos, proporcionando-
Ibes fcilmente a Ilustradlo sobre a agricultura, iu-
dusti ia, commereio, e sobre quanto possa contribuir
a sen bem estar; elles sao, einlini, os que conlceni as
esperarleas e as dores dos puvos que aspiran! civili-
saeflo. ii
Eisarnsflo porque os nossos pequeos tyrannos
tanto odio teem ao Nazareno, e a mimaquem attri-
buem loda n rednceflo tiesto peridico. Anberda.de
da imprensa he a primeira necessida.de, senliores, dos
estados americanas; e para ser mais breve, so vos
Icre oque a cespeito dlsse o mesmo Sr. Micro:
< Bis as rasOes porque os estados americanos teem
una necessida.de especial da liberdade da imprensa,
i." Nitopodersustentar-seo systemarepresen-
tativo sem esta liberdade, porque se funda essencial-
nionte na discussflo, e a dlscusso ndo pode existir tem
a liberdade dasopinies: esta liberdade he, pois, a
alma do governo representativo: a publicidade que
nascedeftaho una salva-guarda: por ella se (Ilus-
tro U governo sobre os verdadeiros inleresses do
paiz; por ella os deputados dos departamentos sa-
in'ui se voiam conforme os inleresses de seus com-
m i lentes; por ella se furnia verdadeiramenle umes-
pirito nacional, porque cada um esta ao alcance do
que Ihe interesan, e lodos tomam parte no seu inte-
re&sv; por ella se oblm a vantagem de conler os moas,
qualquefque seja na posiclio; |>or ella se appella dos
abusos do poder tallando gravemente, e litando oSr.
Dr. juiz de direita | de um magistrado, e se-fazem dic-
tar ao conhecimento do governo esses abusos; por
ella se eslabelece o tribunal da opiniao publica, tao
mil ao> governos. e tao capaz de garantir os po-
vosj por ella, einlim, se garante a liberdade civil,
sem a qual nao pode existir esta.
2.a Por laso que os governos americanos sao
rcenles, devem lliaillc esta liberdade, deinons-
trando-lhcs a reflexlo, que toda censura, por indul-
gente, ou ligeiru que seja, tira a auloridade, assim
como ao povo, a vantagem mais importante, pri-
vando-os de leis conformes ao vol conimuiu, e so-
bre tudo em um paiz onde inda falta muito que Ca-
ler, ou onde falla modificar estas mcsinas leis, que,
para que sejam elllcazes, so dovein sera expressaoda
vontade geral.
3." Nao lia.-lodavia, opiniOes bem lisas, axis-
lindo muitosquo variara, segundo seus inleresses
pessoaes, anula sobre aquellos pontos essenciaes do I
estabelecimento do governo; o importa muito que)
os povososconhocam, para que nunca se exponhamj
a ler nelles a tiionoi"Confianca.
(i Aliberdade da imprensa be indjsnensavel,
para que e eslulieleca urna verdadeira igualdade entre
homens queexercitan mait ou menos direitos, segun-
do seus caracteres pbysicos : os que antes foram me-
nos favorecidos s por ella podeln reintegrar-so
completamente no gozo de todos os seus direitos ;
poique s por esta liberdade podem reclamar, po-
dem queixat-se, podem sustentar-se contra todo o
genero de poder; s por ella podem conheccr os
omens, quaosquer que sejam suas sircumstaneias;
JliHV DO RC1F.
5. SKSS.lO DA TERGEIRA ORDINARIA EM 9 DE
ACOST DE 1817.
roniDBRCIa DO SH. fkhiikiiu OOMBS.
(Concluido.)
'r. fiorges da Fonseca 'continuando;: Senlio-
res jurados, he como en tenbo dito: se ha provo-
carlo, haveis de concordar commig, que lie urna
provocacao indirecta; masanossa loi manda punir
a provocacao directa Quanto a calumnias, nao as
ha. Segundo o principio constitucional da i i) vi ola*
bilidade, ja vos m istroi como ludo quanto se diz do
lacios leudantes a adminislra;ffo nflo p le ser rela-
tivo ao Imperador ; porque Cora fatal a intoncio con-
traria, e porque dara aos acensados o direilo de exa-
mc, segundo o artigo 239 do cdigo criminal, para
sesalvarcmda responsabilidade. A lei quizsmento
prevenir que algum imprudente atacasso o Impera-
dor no exercicio de seus direitos naluraes, e nao
mais; porque lora ir do encontr a carta. Embora
leviananiento diga o ministerio publico, que son ni
migo da nessoa do Imperador, ahi est 0 Nazareno,
lio qual militas ve/es se ilisse : Senhor, lieos vos
Ilumine.' acordai, vos estis cercado de trahidoros,
do tal modo, que nflo podis ver a verdade! Su vos
nflo descartis desla gente, perdis o ti.....10 para vos
O para V0SS08 lilluis.
Senhores, o ministerio publieo quer quo seja im-
perador n Joanna. \ existencia desla bvdra esta
demonstrada, na cmara dos senhores deputados,
n'um eloquenlissimo discurso do Sr. Rarboza, depu-
lado por .Minas; ('(piando clamamos contra olla, o
contra o paco estamos no nosso direito. Todos sa-
bem a consideracao com que os partidos teig e ton
iratam a realeza cm Inglaterra ; mas isto na.> pri-
vn que o honrado baronele sir Roben Ved, quando
l'oi esaj ultima vez chamado para o poder que ha-
via deixado lord Velbume, dissesse a s, M. Victoria :
i Queris quesubamos aopoder, desped primeiro
OS criados da vossa casa, os V0SSOS validos, u E nin-
guem ilisse que isto era menos digno da reinita, e
ninguem iiotou este acto do estadista inglez, como
contrario as preroga vas de Victoria.
Senliores, eu ja vos disse que nflo goslo de monar-
chas, nflo goslo, desejo ver dosappareccr a nionar-
chia do brasil; j, sofor posslvel: pro vera aleos,
que no momento mesmo om que estou Callando ap-
pareccaso ahi a barra utn barco da corte, com a noti-
cia do ja nao existir monarchia, e de estar resta be-
lecida a repblica, ou por nroclamanilo deS. II. o
Imperador, e vontade unnime do povo, ou como
Dosquizesse. Que felicidade para mim Que pra-
zci extraordinario I Mesmo aquirenderia gracns.no
Se nos Sebi:s
S o Kamreno lio que lem commellido excossos?
Aquello de vos que sojulgar puro alire-lhe a pedia.
Senhores, ha OXCCSSOS, mas nao silo s ineus. Os
dous ladoscro aue o partido monarchicodo l'ernam-
buCO esta dividido sao porventura mais prudentes
do que o partido republicano t do
que eu '! Y. os re-
presentantes desses lados terflosido'porvenlura mais
calumniados do que cu T Terflo soffrido, como eu.
tao atroz perseguic,ao i' Nao !
Todos temos a-
busndo, evos que vnsdizeis niousjuizes tundes abu-
sado mais, o ousais sentar-vos nessa cadeira para
jul^ai-iih' '.apuntando mu o juiz de direilo i : sois \iis
que estis mais desatinados do que eu, mais frcneli-
cos,
iiiii1
que vos dizeis
abusando di
aggravados de mim
sois vos,
ie vossa auloridade c do vosso po-
der, oreis procesaos monstruosos, para aterrar aos
ineus responsaveis, o que os acabis no mesmo ins-
tante que os corrompis, smente para me lerdes
aqu, que queris ser ineujuiz? Eque moralidade
lera este vosso juizo ? Amanhfla o povo dir Eis-
abi os que, sendo inimigos, se foram sentar na ca-
deira do juiz para lirarem una viganca da Victima
le sua prepotencia, para Ibc servirem de algozes, de
arrseos. E o vosso arto nao conseguir o fin mo-
ral das penas ; e o vosso acto excitara no povo deso-
jo de vingancu, que cedo ou lrdese verificar.
Senhores jurados, aqu estilo as escriptiiras de res-
ponsabilidade do editor e do autor desle escriplo
aecusado, e em forma ; aqu esla um documento da
responsabilidade do Indgena, sem formalidadc, e
le sem reconheciment e sem sello, que Coi acei-
to por Sr. |)r. VicenteFerreira Gomes, que boje all
osla sentado como presidente, nesta casa, uuando he
aecusado Antonio Ilorges da"Fonseca Mas nao se-
rao altcndidas estas cscriplurns, e vos iris ser sor-
prendidos nos quesitos......
O Sr. Dr. Juiz do Direilo : Nflo. O que oucr o ae-
cusado? ^
O Sr. Ilorges da lonseca : Que V. S. pergunte. (e,
i equeiro isto na forma da lei, porque, be quostflo de
racto, que y. S. pergunte : -Se l'edro Alcxandrino
Aives lie impressor do Nazareno? --Se Francisco
Antonio Xavier, a vista da escriplura, "lie editor do
Aqw?-rSo Beroaldo Soares dos liis, avista
da escriplura, be autor do Nazareno ?
O Sr.Dr. Juiz de Dirco : Sera satisfeito, hci de
ro mesmo; porque o que se engaa, ama todava a
verdade; a discernp mal, porm a busca, a desoja,
faz esforcos por cncontrn-la, o es Cara t alcancar seu
triumpho ; mas com a indiferenca polilicanUo suc-
cede isto : para elfa nflo ha verdade, nom falsidado :
nflo ama urna, nem aborrece a outra : que o bem ou
o mal, que a liberdade ou o despotismo rcincm sobre
a trra, pouco Ihe importa ; e perdondo toda previ-
silo, e abandonando toda precaueflo, s so desperta
no momento do pongo, o quando j nflo lio lempo
do preveni-lo. Nflo seria, pois, mu estranho quo
os povos americanos conlrahisseni somolhante en-
fermidade; e o meio do precave-los he, quo os go-
vernos protejan a liberdade da imprensa, para queso
Ibes falle conslautcuienlc por ella', pondo-Ibes sem-
pre vista a importancia dos seus direitos ,.e fazen-
do-lhes sentiros males a que se expOem, quando,
cotifundindo-secom unas hordas do sclvagens, ab-
dicassem elles mosmos o direito de dar son parecer
sobro asquestOossociaes, o renuuciassoni ospe-
ranca de recolher o futuro dos sacrificios e virtu-
des com qiioSouberam conquistar sua independen-
cia.
C Quando os que mandam e os que ubedecem
sao novos na carreira da liberdade, pOem seu prin-
cipal cuidado em contestar as censuras da imprensn
por aCCUSacAes, antes do que por boas acues : nflo
estilo habituados a despiezar acalumnia, ea repu-
sar em sua conducta, e isto faz que a liberdade da
impreusa tenha tao pouco exercicio, que, apezar das
leis mais favoraveis a ella, se cscreva uestes povos
com muito menos franqueza, quo uaquellesquesof-
frem a censura.
( 7." Se -is distancias etn que se acham os povos,
a dilliculdade das communieacOes e falta da im-
prensa seuntassem leis contra esla liberdade, nflo
poderiam os cidadflos conheeer-se entro si para ele-
ger-so, nem illustrar-se sobraos seus direitos, nem
observar a marcha do governo, nem sustentar por
conseguate o systema representativo.
8.* Finalmente, acabados dcsahir os povos a-
mericanos de um rgimen que tinha por base a igno-
rancia, he indispcnsavel fazer todo o esforco para
dissipa-la, facilitando a instruceflo do niolhor modo
que se possa.
Tenbo concluido.
Em seguida fallam os senhores doutores Alfonso e
llanos, advogados do Sr. Ilorges da Fonseca ; e lin-
das as allegacOes,
O Sr. Juiz /'residente faz o relatorio da causa o en-
trega ao presidente do concelho os seguintes
QUESITOS,
l'rimeira parle.
1." O reo Antonio Ilorges da FonsCca he oimpres-
sor do numero Cido peridico Nazareno, publicado
em 27 de tiovemhro do 1846 ?
2." O reo, nesse impresso, publicou expresses re-
putadas insultantes na opiniflo publica contra a pes-
soa de S. M. o Imperador i'
8. Orco fez esta publicarlo, mpellido por moti-
vo frivolo i1
\.v Exislem circumstanciasattcnuantcs a favor do
reo:'
Segunda parte._
1. O reo, no impresso aecusado, provocou direc-
tamente a deslruicflo da integridade do imperio ?
2.a O reo fcz esta provocnijflo, impellido por moti-
vo frivolo ?
3 Existen] circumstaocias attenuantes a favor do
reo ?
Recolhido o concelho a sala das conferencias, vol-
ta pouco depois a dos debates, respondendo:
JVa primeira parte.
Ao 1 quesito Sim por 11 votos.
Ao2. --Sim 10 n
Ao'3. Sim
Ao 4." Ndo 8
>V segunda parle.
Ao l. quesito Sim por 10 votos.
Ao 2. Sim ii 8
A o 3. Ndo a ii
O Sr. Juiz Presidente,'ytfra e proferc a seguintc
SENTENCA.
A' vista da decisflo do jury, condemno o reo Anto-
nio Ilorges da Fonseca a quatro anuos de prisflo e
inulta correspondente melado do lempo, grao m-
ximo doart. 230 combinado rom o art. 242do cdigo
criminal ; o mais 8 qualro anuos de prisflo e multa
correspondente a melado do lempo, por se acbarin-
curso no mximo doart. !l combinado com o art.
C8 do mencionado cdigo: na suppressflo dosim-
pressos c distas.
A's 8 e nicia horas da inanhfla do din 10 levanta-sc
a sessflo.
n-atas essenctt|efl n efesa iivimu, se
tp .r.i'Ao os iuiiii<-.os deate Mario..
DI AII ION. o 186.
Pag. 1." col. I." $6. Iiulins2e 3simplemente, ten-
se smenle. Col. 4.' anlo-pcnultiina linba do penl-
timo -- que os homens, lla-se, que lia homens.
DIARIO N." 187.
Pag. I." col. 3." buhas 16 republico, Ica-se, repu-
bjicano. Col. 4." $7.J.liilia.s2--quando, Ica-se, quan-
to. I.inhas4 sobreludo nflo deveis de, lase, so-
brelndo deveis.
DIARIO N." 188.
pe rg un lar.
s por ella, einlim, 'podem eleger funecionarios, e
exercer seus direitos, como o exige o systema re-
presentativo.
5." Ao sabir das rcvoluces, depois de grandes
esforcos, de sangue derramado, de militas illusoes
uesUuidas, se apotsa um cerlo deslenlo dos cidadCwS
ecahem em una das mais lerriveis enfermidades
moraes, o mdtfferciica poltica peior que o er-
l'ag. 1." col. 3." $6." linlias 10 depois de scencia,
aciescenle-se, degoternar. 8. Iinbas2 para ver
o passado, lase, para recordar o passad'o. Jj II. li-
nbas 6.derramar, lase, derraraado, Col. 4." li-
ndas 4 provimenlo, lase, proinovimenlo. ^ 7.
Sara, lase, Sem.
DIARIO .* 190.
Pag, 1.- col. 2." linbas 10 Tal he miiiha, lase,
Tal be porm minha. 3. linbas 12que, lase,
com que. Col. 3.' 1." linba do 2.' primeramen-
te, lase, pcifeitameute.
: ;
E^CIO,
AI tandega.
HENDIMIENTO DO DI\ 25.........
Descarregam hoje, 26.
8"rca --Esther-Ann carvflo.
Ilrigue Einigkeit idem.
I:06!),li26
Barca -- William-RutseH mercadnrias.
Brigue Maria-Feliz dinheiro e alhos.
Consulado.
RENDWENTO DO DA 25.
Coral.........................
Diversas provincias...............
505,944
93.S34
599,278

IfovinHMito (lo Porto.
g-S,
Navio entrado no da 25.
Rio-de-Janeiro; 13 dias, patacho brasileiro Viajante
de 145 toneladas, capitn Antero.Jos de Araujo'
equipagem 10, carga carne; a Ainorim Irtnfloa. '
Navio sabido no inesmo dia..
Macei ; barca brasileira do guerra lerinice, cotn-
mandante o capitflo Francisco Pereira Pinto.
Rio-de-Janeiro; escuna Ida, capitflo-C. F. HyarnB,
em lastro.
Maranhflo; patacho brasileiro Laurenlina, capito
Antonio fiormano das Neves, carga varios g-
neros.
Havre ; brigue francez lleaujeu, capitflo Evers. Emi-
lio, carga assucar, algodflo e couros.
EDITA L -'; "
Miguel Archanjo Monleirode Andrale o/ftM4u m.
perla! ordem da Rosa, cavalleiro da de Chriite, e ins-
pector da alfandega de I'erriambuco, por S. M. o
Imperador, que Dos guarda, etc.
la/ saber que (hoje) 26 do crranle, se ha de ar-
rematar etn hasta publica a porta da mesina, ao
meio-dia, urna barrica com bacalho avariado, no
valor de 2,000 rs., apprehendida- pelo soldada Que-
rino Jos Pereira : sendo a arreinalaQflo livro de di-
reitos
Alfandega, 25 de agosto de 1847.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade.
fociiiracof'S.
, --0 arsenal de guerra compra 73 arrobas e 26 li-
bras de plvora fina : quem dito genero quizer for-
necer mandar sua proposta, em carta fechada, o
a amostra, a directora do mesmo arsenal al odia
28do corrente mez. Arsenal de guerra, 25 de
agoslo de 1847. O amanuense Joo Ricardo da
Silva.
PAGADOIIIA MILITAR.
D'ordcm do Sr. coronel commissario-pagador, che-
fodcsta pagadofia, Jos de Brito Inglez, emeonfor-
midade das ordens do Exm. Sr. concelheiro presi-
dente, de 23 do presento mez annuncia-se que na
mesma pagadoria se hilo de arrematar em hasta pu-
blica, no dia 30 desle mez, os gneros seguintes,
sobras dos mantimentos vindos no briguc-estuna
nacional Benriqueta, da ilha de Fernando, relativos
no fornecimonto dos presos e escolta que para all
os acompanhot, a saber: 61 libras de bolachas, 12
ditas de carne secca, qusrtae neia do feijflo, 5 saceos
vasios, una anebreta de madeira, 5 libras e meia de
caf moldo, 3 caadas de ago'ardcnto branca, um
caixflo de pinho e duas barricas pequeas. As pessoas
a quem convier arrenu.la-los comparecam nesta
pagadoria no dito dia 30 deste corrento mez, das 11
horas ao meio-dia ; podendo ir v-ios no arsenal de
guerra onde seachan, conforme a ordem domestno
Exm. Sr. presidente aoSr. coronel director do refe-
rido arsenal, de 15 de Janeiro deste auno. No im-
pedimento do escrivfio, Jodo Arcenio llarboza.
Cadeira raga de primaras Ultras.
A de Caruar, cujo concurso lera lugar no dia 9
de setembro prximo futuro.
hscravo apprehendido pela polica.
Jos que diz perlencra ao finado padre Antonio
Manuel, que morara no Ico. Acha-se na cadeia de
Nazareth, o ser entregue pela subdelegada do 1.'
ilistrielo de Tracunhflem, vista de ttulos legaes.
Objecto apprehendido pela policio.
L'm gario, para o qual certa pruta procurava com-
prador. Enlregar-se-ha, na subdelegada de San-
to-Antonio, a quem qur que fr seu dono.
THEATRO PUBLICO. .
DOMINGO, 29 DO CORflENTE,
se representa a bcneiicio de um particular una in-
signo pega nova denominada
AMOR E YINGANp,
ou
A assussina /Iwlre.
Dividida cm tres actos e cinco quadros.
Personagens.
re de Polonia,
(ribos do rei.
Wladislau,
Casimiro
Narcete..
Amolla, duque/a de l.elbuania.
Slauslava, duqueza da Ponieranij.
/Irrigo, primeiro ministro.
Yaldemar, senhor de Cracovia.
.Venancio, ollicial-maior.
Andr, capitflo de ladrOes.
Sciotle, assassino.
Toldo, criado de Casimiro.
Caladores reaes.
Soldados.
Salteadores.
He sem llovida este drama um dos que mais agra-
darflo ao respeilavel publico, nflo s pelo seu en-
redo como pelas secnas jocosas de que he enlrcla-
cado. E ni dos intervallos, o Sr. Santa Roza cantara
limadas melhores arias jocosas. Rematara u espec-
tculo com a muito jocosa farra intilulada
A falsa vocaca,
ou
0 lente casamenleiro.
Principiar as horas docostume.


UL.
-

m
3
Publicacoes Literarias.
NOVO DICCIONARIO DA LINGOA NACIONAL. .
Um diccionario nflo he obra que deutiia vez possa
iihir pnrfeita : as diversas ediccOes, o os variados au-
tores que existem, provam o que deixamos dilo.
nara se tocar a mxima perfeicfib, e ainda mesmo
Para se ir apurando, exigem-so os tranalhos succes-
sivosde muitos hornens eruditos c laboriosos. Sein
nos comprchendermos no numero (lestes, comtudoj
nos atrevemos acarregnr urna pedra para este mo-
numento, c se nilo innovamos cousa alguma ao que
j existe, ao monos compilamos em urna sobra o
que est espalhado por muitas, c demanda cabedal
avultadoparasepossuir.
Vamos, pois, lanzar ao prelo un novo diccionario
da lint/oa nacional, que levo por base a ultima edic-
ciIo lo diccionario-do .muito digno litteralo oSr.
Moracs, publicada em Lisboa no anno de 18*4, eque
por cerlo nilo tcm as Taitas que o Sr.tunstaiicio Ibo
nolnu na suaedicco de Paria do 18*5. Seguhiios
oni tudo o systcma daquclle eximio lexicographo,
porque sua autoridade, j por si s bastante res-
peitavel accresce hoje a edlccflo sobre que runda-
mos nosso trabalho, a dos Ilustres Fr. Francisco de
San-Luiz Souza Monteiro e padre Castro. Ajunta-
mos-Ili alguns voeabulos que se acbam em o Sr.
Constancio, o em outros autores mais antigos; e
bem assim um diccionario dos termos homnimos, e
oiitro do synonimos.
Porm, pequeo ser o resultado da existencia do
una obra tfio til como a dequose trata, se o seu
proco nilo for tal, que habilito a todos para poderem
obte-la. Comtudo ainda nos ufanamos por ter conse-
guido a resolueflo deste problema, por isso que o
proco por assignatura ser o do 20,000 rs., j>agos eni
duas prcstacOes.
Assigna-se em casa do editor, na ra Formosa, nu-
mero 2. .
LOTERA DOTHRATIJO.
No da 27 do correte mez andam improterivel-
mente as rodas desla lotera, visto nue
rar que para essedia muito poneos ou
------- poneos
Inetes restem por vender. Em
IIISTOIUA l)F, PORTUGAL
POR
Alexandre Hercula.no.
Os senhores assignantes queiram mandar buscar
ra da Cruz, casa u. 7, segundo, indar, o segundo vo-
lu:;iedesta inlercssantc obra, cujo preco he o mes-
mo que do primeiro (3,000 ris).
PORTUGAL,
Recordaces do anno de 18V2, pelo principe l.ichnonsky,
traduzido do allemdo segunda edieo correcta t an-
nntada
O consumo rpido da primeira edieflo e a sua
procura por m(litas pesuas que licaram sem ella ,
induzio o traductor rciinpressflo d'esta obra cu-
riosa, que conten a apreciacao dos caracteres mais
nolaveis do paiz, dos seus acontecimientos polti-
cos monumentos e lugares prircipaes feita por
esse principo prussiano, quealli viajou no anno
rilado. Ksta intcressanle obra, que conten 220 pa-
ginas vende-sc por 1,000 rs., na ra da Cruz n.
7, segundo andar.
Aos pais de familia, capiteles de naiios,
fazendeiros e a todos em geral.
rgauou de. Halinemann, ou exposi-
c5ea das dontrinas liomooopatliicas, i vo-
Imnos pequeos.
Manual de pai de familia, do capitao
de navioe do fazendeiro, ou noticias ele-
mentares da linmocopathia, contendo aJ
accao dos 2/J principaes medicamenlos
bbimropatbicos, 1 volume pequeo.
Vende-se por preco coiumodo, no se-
gundo andar da casa n. 7. da ra da
he de espo-
nenliiiiis lu-
. consoquoncia do que,
o respectivo thesoureiro allirma novamento que,
andaihcando alguns bilheteseui pequeo numero .
as rodas da lotera nflo deixarilo de ler andamento.
Goncorram/portanlo, os que ainda no teem bilhetos
a se proverem dilles emquanlo he lempo lando
em vista o plano que olTerece mnito bons premios.
- O Sr. Francisco Jcs da Silva Pereira, profes-
sorde pnmeiras lettras de Santo-\maro-Jaboatflo,
queira dingir-soa ra doCabug, loja 11. t a tra-
tar do negocio.
Pereira & Cuedes lemhram ao Sr. Faria,-ex-
alfercs do corpo de polica, a resposta da carta que
Ihe entregaram
Precisa-so de una preta, ou parda, que saiba
bem coserecomdcsomharaco, o nao seja (lerna :
quom a tiver dirija-so a ra di Aurora, n. 42, se-
gundo andar.
avisos martimos.
~ Para a Babia sahircom brevidade o velciro pa-
tacho Dnut-Amigos : quem no mesmo quizer carro-
ar pode entender-se.com os consignatarios,Amo-
rim Irmflos, na ra da Cadoia, n. 45.
Para o Aracaty preterfde sabir al 7 do vindou-
ro, com a carga que tiver a bordo, o brigue-escuna
llenriquela meslre Jos Joaquim Alves da Silva :
quem nello pretender carregac ou ir de passagem,
se enlcmler rom o mesmo meslre no Trapiche-No-
vo, ou na ra da Cadeia-Vclha, n. 19, segundo an-
dar.
Avisos diversos
Dcseja cstabeiecer-se em alguin enge-
nho, na qnalidade de lavrador, um Hra
sileiro, com familia; o qual, posto (|iu: te-
nha poneos meios para grande empreza,
tem as disposicocs necessarias para tor-
na-Ios fructferos, pois consagra a mais
inteira affeicao ao trabalho A lem desla
oceupaco agrcola que o prclendenle
quer applicer-se, cllcorterece ao senlior
do cugenlio, que o admillir, alguns co-
nhecimentos que tem da lingoa nacional,
afim de hin.sinilti-los a scus fillios, se os
tiver; e o mesmo olFerecimento faz a
qtiaesquei oulras pessoas que do seu di-
minuto prestimo se quizerem utilisar. A
quem este ne^orio couvier annuncie, ou
dirija-sc-a esta lypogrpbia.
___O Sr. Joaquim Jos Carneiro Monleiro tcm li-
ma caria na ra do Cabug, toja do Pereira & Cue-
des.
O aliaixoassignado fazscicnlea lodos os seus
credores, assim como aos devedores a venda sila na
na do Livramento, n. 30, em que era socio com
Antonio Jos Arantes, que elle (em parlado a socie-
dade, na data de boje, 21 do correte agosto, com
oditoestincto so: o, iicando o annunciante obn-
gado, noapaitamcnto, a pagar a lodos os credores,
que estivercm a dever ate aquella data ; assim como
com odireilo de cobrar de todos os evedores quc
estiverem a dever mesnia extincla sociedade
Jote Lu\z de Bulo,
Dcsappareccu, no da 20.do corrente da casa
de sen pai, 11 m menino forro de nome Jos do 9
anuos incompletos pardo da cor fechada cara
abocetada cabellos crespos muito esperto ; levou
calcas pardas camisa de madapojflo c foi descalco :
quem o pegar levo a casa do Sr. padre J0S0 na So-
ledade 11. 28 que ser recompensado.
-- Arnol pero c fils horticultores franeezes lti-
mamente chegados a esta cidade com nina grande
vai iedade descincntes o plaas proprias a se repro-
duzrcm ueste paiz convdam a lodos os Senhores
amantes da horlicultura|c jardinagoin a proverem-se,
quantoantes, (taquillo que Ihes faltar, visto que
pessoa alguma jamis se dar ao trabalho que os
Anunciantes teem tillo de Iraze-las, trata-las e con-
serva-las em estado to sito e perfeilo como ellas se
acham.
Km consequencia dos annunciantes terem de par-
tir brevemente, estro decididos a vender a mo-
derados presos qualquer partida queso Ibes com-
pre offurecendo-se, alm dsso para a transplan-
tagSo e qualquer trabalho'que precisaren os pro-
ductos que sahireni de sua casa. No Aleno-da-Itoa-
Visla, armazem da casa n. ".do Sr. F. A. de Oli-
ve ira.
. A mulher de bons costumes queso cncarre-
ga da criacffo de meninos de peilo impedidos c des-
impedidos e que tambcni recebe meninos para des-
mamar, no quo promelte esmerar-se miidoua sua
residencia para a ra Direta .defronte do becco de
Jos-da-Penha n. 30 lerceiro andar : quem de seu
prestimo se quizer utilisar ahiadeve procurar.
-- O Sr. Manol LourenQO lo Mallos lem una car-
la em poder de Firmino J. F. da Rosa, na na do Tra-
piche, n. 44.
OfTereee-se urna parda forra para fazr o servi-
co de urna casa, por proco commodo : amada
Cruz, n. 40.
Quem precisar de 2 moloques de naQo de bo-
nitas (guras de 17 a 18 anuos sem defeitos nein
achaques, os quaes se vendem por urgente preci-
sflo dirija-so a ra de Agoas-\'rdes n. 46.
-- jliguel Kstcves Alves, tendo de re-
tirar-se para a Europa, a tratar de sua
sade, deixa
baixo da gerencia
de Furia Bar boza cuja casa eleve g
dora a vante debaixo da firma de Mi-
guel Kstevcs Alves & C'ompanha.
PO.MMATEAU, CUTF.l.F.lltO NO ATEItllO-I)A-
LOA-VISTA,
tem a honra de avisar ao publico, qno rondn o
sen estabelecimenlo da ra do Aterro-da-lioa-Vista,
n. 5, para o sobrado novo, 11 16, da mesma ra.
Na sua loja sempre o publico achara como do cos-
tume um grande sortiinento de cutelerias linas e de
O Ll DADOR N. 209
traz outro discurso importanto do Sr. deputado l)r.
Alvaro, e varios arligos.
O TIURUNO N. 9
est a venda na praca da independencia, ns. 6 e 8, e
12. Esto numero esta -muito recommendavel, e se
pede nos praieicos de o lerem alim que conhecam
o precipicio.
A pessoa que se quizer propor -a morar com
duasscnlioias de idade c capazos, sendo depouca
familia, dirija-se a ra Dircita, n. 101, quo achara
com quem tratar,
--- Precisa-s'e de urna ama para casa do pouea fa-
milia : na ra Velha, n 101, se dir quem precisa.
Lu/a Margarida llerbstor faz publico, que fo
nomeada, pelo Sr. I)r. juiz de orphlos, curadora de
seu marido o Sr. Joilo Baptista Horoster, como so ve
dA sentenca do mesmo Sr. |)r., abaixo transcripta ;
por isso se previne que ninguem contrate e aceite
ledras do referido seu marido, visto que impossi-
bilitadoest pelo suu mo estado intelleclual. i: pa-
ra que alguem so nilo chame a ignorancia, se faz o
presente.
SKVrEXC>.
Avista do depoiincnto das testemunlias doll.e
II., emais ainda em face doexantea 11., polo qual
se mostra que o estado do juslilieado he de onl'ra-
qiiecimento de memoria em grao tal, que nflo pode
continuar a ser-lhe permitlido a admnlatraeSd de
seus bensedireccffo de sua pessoa; julgo justifica-
do todo o deduzido mfpelicllo a II. 2: e providenci-
ando, como me cumpro, declara o juslilieado com o
Interdicto da administraefio de seus bense pessoa,
luuneio como curadoura a Justificante su.i inullier,
visto vivar honestamente o ter a precisa descripeflo,
a qual mando se jiasso a competente provisao, e or-
deno seallixeui odilaOS do eslylo, que serao i;; 11 l-
menle publicados pela impreusa: o pague a justifi-
cante as costas. O escrivflo esta publique. Ilecil'e,
25 de agosto de 1847.--ui's Huarle l'ereira.
o.*i vic.0 de urna
a sua casi de nrmacSes cle.-rte, lava, engo
: .1 oai 11 i 111 Antowiorj
'#1 I"
(i
todas as qualidades ; bem como pistolas de viagem,
c armas para caca. Contina a concertar todas as
qualidades do armas o fe ragens e amla as quaT-
las-feirascsabbados.
He cliegado um lindo sorlimonlo de
taboas e pianrboes de pinho "di Sueria ,
de 10 a 3o palmo* de comprimento, pro-
ara um luido assoalboon 0110 de
Lom goslo pois
mercado
tlicalro ,
pitas p(
casas, para qnein liver
sao as mais lindas que a est
teem viudo : a fallar alias do
com Joaquim Lopes de AImeidi, caixei-
Sr. Jo3o -Matbeus. A
ellas
(i ue
ro do
se acaben).
Os legtimos tllhos do fallecido Manuel Concal-
ves Rodrigues, irmilo germano do fallecido Francis-
co Concalves Rodrigues, previnein ao respeilavel pu-
blico, quo o Sr. Jos Itomfo Muniz mo lie herdeiro
abintestado do dito fallecido Francisco Goncalves
Rodrigues, cujo testamento acaba de ser julgado
inillo 110 integerrmo e. Iluminado tribunal da rela-
c,ao; porque o Sr. Jos ioino UuniZ he fillio legi-
timo da fallecida I). Jeronyma'Joaquina de Sania
Rosa e do Sr. Jos Rento Muniz, e a dita l>. Jerony-
ma mili doSr. Jos Romn, postoque era lambem li-
Iha legitima do fallecido Manocl Goncalves, fallecen
em 21 de maio de 1838, muito antea que fallecesse o
dito Francisco Goncalves Rodrigues; e a successio
collateral cabe em primei(p grao aos irmfios, c II-
Ihosdos irmos: ora, irmfios do fallecido Francisco
Goncalves Rodrigues eran o dilo fallecido Manuel
Goncalves Rodrigues, pai dos anniiiiciantes, c o fal-
lecido Joilo Goncalves Muniz que nao deixou SIICCCS-
stTo.coSr. Jos Homfo he neto do dito pai dos an-
nunciantes, o sobredilo Manoel Goncalves Rodri-
guen; e nao he llho de irmfla, c por isso Cica alem do
segundo grao na ordem da successio, e nflo tem le-
gitima alguma a receher; sendo por esln rasflo, que
se adverte que ninguem faca negocio, nem ilc di-
nheiroao ditoSr. Jos Roinjlo Muniz, a respeilo da
dita heranca.
~ Aluga-se o segundo andar da casa 11. 34 da ra
do Trapiche com cxcellentcs eommodos, varandas
de ferro adianle e atrs, e bonita vista para o mar :
a Iralar no armazem da mesma casa.
-Na oja da ra do Queimado, 11. 30, Me Jos
Joaquim de Novaes alm do sorlimento j annuii-
ciado de obras feilas o fazendas, ha chapeos da ul-
tima moda chegados ltimamente do Franca ; mili-
to boas casimiras ; chapeos do Chili muito finos ;
caixasde perfumaras surtidas muito proprias pa-
ra toucador de senhora pelo barato preco de 5,000
rs.; lencos de cassa para m3o do senhora e pescoco
de homem; muito bons cortes de chita.
commsso administrativa marcou o da II de
setembro para ter lugar a partida daquellu me/., o
convida aos Srs. socios a apresentarom suas propos-
tas para convidados a dita partida, no lia 31 do
corrente pelas horas da tarde na casa da socie-
dade. Aderte igualmente aos ditos Srs socios,
quo as incnsionadas propostas devora declarar ,
alm dos nomos, a qualidade oslado o oecupaeflo
dos candidatos! alim de orientar a coinniissflo scer-
ca da iiloucidadc dos inostnos convidados
O Eim. Ruo da Roa-Vista embarca paran Rio-
de-Janeiruro seu escravo orioulo de nomo Bernab,
-Aluga-se urna parda escraya com muito bom
leile : na ra da Larangeiras, n. 18.
Deseja-se fallar ao Sr. padre Francisco Dias de
Qliveira a negocio de seu interesse: na ra da Ga-
deia n. 4, casa de Manuel da Silva Santos ; ou an-
nuncic sua morada para ser procurado.
Vr:.'. se, por preco commodo, urna parda para
le urna casa a qual co/.inha oplnnaiiien-
mnia, In- muilo lid e nflo lem
vicios: prfete-secaja cstrangeira : quem t prclen-
ierdiija-se a ra Velha, 11. 26.
' Quera tiver um sitio para alagar, o que tcnha
L'BUiunodos para ler vacias annuiicie, ou dirija-sc
aoTSTgO do Terco sobrado do um andar 11. 11.
Siclrat s coloridos de dagucr-
reotyp ?.
CarlosD. Frcilrcks tem a honra de annunciar ao
respeitavel publico, que, estando breve a seguir via-
gem para a corledeste imperio com OS ltimos des-
cobrimontosdesla famosa arte, so se peder de-
morar nosta cidade por um cinto espaco de lempo :
c por isso ruga a ludas as pessoas o pai lculai nien-
"to as familias|iie esl'10 para iclirai-.se da cidade.
aproveilem-se dcsta bella necasifio para lirareni
os scus relalos do una maneiraa mais perfeila que
se lia visto.
o artista, para que o publico conheca o mrito de
seus liahalbos.s piule di/.er que na cidade do Mara-
nliao do onde se 1 curara ha 3 010X08 lirou mais de
tres mil retratos.
Retratos copiados c tanibem se lira ni relalos pa -
ra niedallias o allinetcs. Trabalha-se com a mesma
acilidade com sol ou sem ello, das 9 horas da ma-
njlfia as duas da larde.
As pessoas que quizerem podem ir examinaros
relalos que sempre tem amostra em sua casa,
na ra da C.adeia-Nova, 11. 20.
Laiircnl Pugc, marceneiro
de Pars,
tema honra de avisar ao respeitavel publico, que
estboleceu-se na casa que foi do fallecido CoeVIio ,
na 111a Nova, n. 45. Elle lem um bonito soitimen-
todesopniSj marquezas do Jacaranda, angico e
pod'oleo; mesas redondas o bancas para sala da
mesma inadeira ; mesas quadradas ; camas grandes
de angico; ditas de venlo ; cadoiras : todo por pre-
co muito diminnto. Concerta mobillaa amigas e
faz lambem novas ao mais moderno goslo de Paris.
Na mesma casa precisa-sc de 4 bous ofllciacs de 111a-
rceneiro.
--I)-sc dinheiro a premio em pequeas quantias,
sobre penhores de ouro 011 piala :. na ra Dircita,
n. 78, deposilode assucar.
Antonio Jos ias Braga subdito po/luguez
retira-so para o Rio-de-Janeiro.
Thoniaz Baplista Duarte retira-sc para rora d
imperio.
Antonio Jos do Souza Guimarfles relira-se pa-
ra fra do imperio.
O Sr. Joaquim Francisco de Araujo GUimaraes
tem urna caria viada da Rabia, em casa de J. J.
Tiisso Jiinior.
O douior Antonio de Souza Cirne Lima vai ao
Rio-de-Janeiro, eleva em sua companhia seu es-
clavo orioulo de nome Silvestre.
Quem precisar de um escravo para servente,
dirija-so a praca da Independencia, loja n. 3.
fJourador, na
_ (alinea de
candiciros do gaz o outros, doura, prata e hronzea
de dill'ereiiles ciares lodos os mclaes.sejam do igreja,
militares, ou particulares; roncera e torna a por de
novo todos os objeelos de metal; poe os candiciros
de azeile promplos para gaz; troca e compra todas as
qualidades de bronze, por prec,o rasoavel.
SOCFDADE
l'lHLO-llfiWHlWA.
O primeiro secrelario avisa aos Srs. socios, queos
bilhetos para a reciU do da 28 do corrente. so.dis-
trihuem em casa do thesoureiro : o outro suri, que a
coramissflo pira a approvaclo de convidados se
acha reunida nos dias M o 27, dovendo cada um
dos Srs. socios enviar suas propostas em caria
lechada nos referidos (lias, depois dos quaos nao
serflo maisapprovadiis.Lcmbra mais o mesmo pn-
eiro secretario, que nflo terflo validado os bilho-
tes que nflo forem rubricados pelos sooios a que
lertenccrom. ,
Manoel Jos de Souza morador na
1113 do Crespo, roga ao Sr. Manoel Jos
de Souza dono da leuda de birbciro,
sila na praca da Independencia', n 30, o
favor defazer qpalquer mudanca em seu
nome para desla forma evitarem-se du-
viiias que facilineuto podem apparecer,
visto seren de igual nome
Na noile de 22 para 21 do corrente, desappa-
receram do porto da serrara da ra da Uadeia de S.-
Alllonio, 11. 13, duas travos do sieupira. com qua-
renia palmos de com pr i monto e oilo pollegadas em
quadro : quijm das mesmas sbuber, ou der noticia
exacta sera generosamente gratificado.
-- Precisa-so de um menino portugus,, de 12 a 14
anuos, para venda, e queda mesma lenna ortica
na ra da Aurora, 11 48.
-- Ravniuiido Pinto de Abren vai para 0 serlfh) tra-
anle sua BBde o por isso vende a sua venda da
ra da Praia ,"n. V a dinheiro, ou a prazo.
Na loja da roa Nova, n. 58, se dir quem pre-
cisa de 400 1500,000 rs, com hypollieca em asa
terrea, dando-se 4 para dolas escolher-se urna.
AlUga-ge o lerceiro andar por cima da botica
da roa do Queimado, n. 15, pintado o cabido, por
prcco'conimodo: a tratar na niosina botica.
Precisa se de um amassador na |iadiiria da
S.-Cruz junto ao sobrado da esquina Ja ra Vaina.
Furtaram, no dia 23 do corrento do^annazeni
n. 2, da ra da Cruz um maco com pouc mais do
una groza decollieres de latSo polillo estando es-
tas um punco avahadas. Hoga-sea quom forem offe-
recidas, que as apprehenda ou mande prender o
vendedor das mesillas que no dito armazem so
gratificar
Furtaramda ra do Queimado, da cscaiia no
Manoel Ignacio de Oliveira l-obo, na noile do da 20
do concille, asS horas, um laixo grande de cobre,
0 que por siyual tem o fundo concertado a pessoa a
quem fr olferecido, queira tomar, que polas des-
posas que houverem, responder o Ihe (loaraagrade-
cido o mesmo Sr cima.
ras.
de
Comnra-se um caixflo rom r> palmos e mciodo
altura e i; de largura com os seus competentes est-
antos, proprio para venda : quom tiver aimuncie
Compram-soescrvos de ambos os sexos,di
l> a 20 anuos, com habilidades, un sem ellas; son-
do do bonitas figuras, pagani-so bem : na ra das
Crozas, ll. 22, segundo andar.
Compra-se umllipanso, <>u lloras de Semana
Santa, em portugus o usado, rom lauto que nflo
Ihefaltem follias: na ra de San-Francisco, antiga-
nienle Mundo-Novo, 11 (i(.
Compram-so daas escravsa de 20 a 30 annos '
na ra da Florentina, n 7.
Contina-soa comprar ferro fundido', cobre e
bronze velho : na ra do Rruin, n. 8.
__Compra-se urna esciava moca de boa figura,
que saiba co/inhare lavar, 0 nflo telilla vicio: agra-
dando pagase bem: na Boa-Vista, ra Velha, n. 18.
Quom a tver, devo apparecer das ti horas da ma-
ullan as 3 da larde.
Conjpraiii-se 2 moloques de 14 a 20 anuos, com
principios do ollicio do sspateiro o sabendp, mo-
llior; lambem se compram nflo saliendo, e urna preta
da mesma idade com habilidades : sendo do bolil-
las figuras c nao lindo vicios nem achaques, nflo so
ollia a pceo : na na da Concordia pausando a pon-
tczinlia a dircita segunda casa terrea so dir
quem compra.
-- Compram-se dous pares de dragonas para oiii-
Ciaesda guarda nacional oduift espadas pratoadas,
em bom uso: na praca da Independencia, a. 19.

(a 11111 ont,
ra i>ova ll. i'i
Loleria do Bio-dc-Janeiro.
Bilhetos e malos ditos da oitava loleria a bene-
ficio do theatre da imperial cidade de Nietheroy ,
a qual deve ter seu andamento no flm deste corren-
te mez : vendem-se na 111a da Cailoia n. 38, loja da
cambio de Manoel (Jomes.
Raalas inglezAS,
as mais superiores o novas que exislem 110 merca-
do, a 2,000 rs. cada una arroba: no armazem do
Itiaguez.
Vende-se una casa (enea na ra Relia com
duas salas, 3 alcovas cozinha fra, quintal e ca-
cimba : a datar na ra do Gollegio 11. I, segundo
-Vende-so ummoleque muilo lindo, de 15 an-
uos, muito esperlo hbil. e que nflo (em vicios; um
preto de 22 anuos, bem posante e sem vicios; um
mulatinho muito lindo de 8 anuos ; una parda do
Ifi anuos, que sabe lavar, cozinhar o fazor 0 mais ar-
ca ojo de una casa : na ra do V.gano, n. 24, so
dra quom vende.
Vende-si; o sitio denominado Pacheco ,
com mais do ineia legoa de Ierras, muito proprio
para plantacffodealgodflo e para criaco de gado;
teintodasasinoporcocspara.se levantar um engo-
lillo ; tem boa casa de vivenda, alm de oulras casas;
tem eiigenho para descantear algodflo, e he situado
pertodeMamauguape.da provincia dal'arahiba: tam-
heni se vende una parte de ierras da (atonda de
Manicoba que divide com o riacho do Portos perto
de Cstol-do-Rocha ; e outrs parte 110 sitio Corra-
linhoilc-llaxo que divide com O rio de l'iranlias.
Ierras muito proprias para criar e soltar gados, por
lerem boas encoslas de serrase agoa'.permananle.cu-
ja agoa nunca soccou nem mesmo na rigorosa sec-
ca : tudo por prclb commodo : taiubem se trocan
por casas nosta praga, a tratar com Jos Antonio
I de Magalhacs baslo.
' I
l



MUTILADO


' "'
M^
>
I

i
sos taminhos com niel, no .r-
mazem do trapiche Ramos : a
tratar na ra do Queimado, loja
n. 29.
O desengao do an-
tgo baratciro he
vender fazenda por
todo o dinheiro.
O ulico baratciro esta vemlendo na sua nova lo-
ja do miudozas da ruado Collegio n. 9, papol al-
niaco milito lino, a 1 ,f>00, 2,600, .1,000 e 3,200 rs. a
resma Dtasdo rctrozdc todas as cores, a 560 rs. a
peca ; dita lustrina preta milito boa a 440 rs. a
souiiB.I suoq o s.uoo op SRiii|.inp oiiioiuilJosoAoii peca ; pontos de tartaruga para marrafa a 960 rs.
un opsAOO uin hpd -sj ohp'i >p obojd ojiueq opd
' bjii9jb| op souipid oijs op osiioisund bzjjiij.uI ba
-mi i.' .is-.ipil." \ 'o -u OIUOIUV-'S J|> OJJB 01! 8JUOJJ
-iioj Biqundiuo;) 10 iui|ejj>jsjr;juiujn9 0p nb| n\
Vendem-sc batatas muito boas e novas, a 1,600
rs. a arroba : no armazem do Bacelar, defronlo da
cscadinba.
Vendo-se potasa russiana por muitocommo-
do prego; urna porfo ile vinbo de Bordeaux, om
caixas : na ra da Cruz, armazem n. 5 do Jos Joa-
quiffl de Oliveira.
Vonde-sc urna linda negrinha do 11 annos, com
principios do costura ; um mulatinbo do 10 a 12 an-
uos do elegante figura ; 2 pretas para todo o servi-
go; urna dita perfoita cozinheira : no pateo da Ma-
triz de S.-Antonio n. 4, se dir queni vendo.
y,_.___,._ :, ,; ,^..,r.,., ,.:..
m w
t& Na ra das Larangeiras, n. 1*, segundo an-
H dar, vendein-se seto escravos, ebegados do |
. norte ha dous dias ; os quaes vendem-se mui-
i lo cm conta,por nao seren de ganbador.
opoiuiuoo
o5ajd .iod a sopnp||nnbBsnpoi opsRpunziijop o)
-IIOU1I1JOS O18|dlll0D UID SBISOp IUJ|B 9 -sj oos'y i-'
0|)IM
-03 o-s.ioRr>#i V
Vendom-se no armazem do Rragucz muito
boas batatas ingle/as pelo prego de 2,000 rs. u
arroba.
Vende-se cal vipgem de Lisboa,
cm Larris da melhor qne lia no merca-
do por preco milito rMoavel : na ra
do Trapiche, n. 17.
A seteceiilosrs. a
vara.
Na loja de Gufmar&es SCrafim & Companbia, ven-
dc-se brim trancado, francez, bastante encorpado
c de puro linbo, pelo barato prego de 700 rs. a vara.
Esta [alendasetorna recommendavel pela boa qua-
lidade.
- Vendem-se caixas de cha hysson, de 6, 12el3
libras om"porgos, ou a retalho ; caixas de velas (fc|
de espermacete do 5 c 6 em libra : na ra da Alian-
dcga-Velha 11. 36, ein casa de Matbeus Auslin v C.
t3" EMI'RIMEIRA UAO", y3
vendem-se caixas com velas de cera do Rio-de-Ja-
neiro e de Lisboa ; e tamlicni brandos bogias e
lochas: na ra da Sen/alia, armazem 11. 110.
a parrilla ; dotesde ac, Turados, a 200 rs. a groza;
ditos de madre-perola, a 480 rs. a groza; ditos gran-
des a 400 rs. a groza ; lamancos para homom o se-
nbora a 320 rs. o par ; macos de corditode todas as
grossuras para vestido, a 320 rs. o maco ; escovas
para (lentes, a 80, 2*0, 320, 400"c 480 rs. cada urna ;
ditas para (ato, a 320 c 400-rs. cada nina; ditas do
limpar pontos, a 80 rs. cada una; caixas do lindas
demarcar, a 190 rs. cada oaixa; magos lio filado
lindo a 200 rs. o mago do 12 pegas ; torcidas para
[candioiro, a tOO rs. a duzia, de todas as larguras;
caixiulias com agullias francezas, a 280 rs. a eaixi-
uda ; caixas ile tartaruga para rap, a 1,600 o2,000
rs. cada una ; caixinhas com pos de aliar navallias,
a 200 rs. a va i xa ; medidas de marroquim para al-
fa ia te ". a 320 rs. cada urna; pentcs do prender cabel-
lo a 80 rs. cada uin ; cartas com urna groza de pa-
res de colchles, a 320 rs. a carta ; canivetes de ca-
bode edifrode viado a 200 rs. cada um;' tesouras
muito finas, com toque de ferrugem, a 120 c 2.00
rs. A ellas, antes que se acaben), porque o novo sor-
Limento be pouco: se no ehegarein a lempo, 10 de-
pois nao briguem.
Veode-se urna preta que cozinha o diario de
urna casa, lava o cosesoffrivol: na ruida Cruz, n. 19.
Vende-se um bonito mulatinho proprio para
pagcm.sem defeito nem acdaque.equesabe cozinhar
o diario de urna casa ; urna mulata com principio
de costura e urna cabra bastante escura: na ruado
Queimado, no segundo andar da casan. 40.
Cortes de pelle do diabo, a
1,400 rs.
Vendem-se superiores corles da fazenda chama-
da pelle do diabo com 3 covados c meia pelo ba-
rato prego de 1,400 rs o corte sendo da mais supe-
rioaque temapparecido : na ra do Collegio loja
n. 1.
Vende-se um preta crioula, deaa
annos. que cozinlia o diario de urna ca-
sa engomma liso, cose chao e ava de
varrella : na ra do Hospicio, n. ^7.
Vende-se urna preta moga de bonita figura,
que cozinha censaboa com perfeig3o : na ra da
S.-Cruz, n. 72.
--Vendem-se 3 tanques, feitos de muito boas ma-
deirasebem construidos, proprios para engenho :
na ra Vendc-se'.a venda da ra da l'raia,
11. 39, com os fundos a vontade dos com-
pradores ou com a armacSo s : a" Ira-
lar na mcsiiia venda.
l^ji Vende-st ,.
K/& ptima conducta tf do boa figura, pcrl-
,[^ ta engommadeira e cozinheira ; urna
dita de bonita figura de 22anuos boa
lavadeira ; urna linda mulatinha de 12
anuos ; una preta muito lorie osada ;
un lindo uiulei|ue de 14 annos; um
ptimo pardo com ollicio d.i pedreiro,
d 22 anuos, o que tem muito boa con-
duela ; um dilo,.propi'io para feitor, por
estar acostumads.e que nao be uiao car-
reiro : na ra das Larangeiras, 11. 14, se-
gundo andar.
Vende so cera de carnauba, de muito
boaqualidado, tanto a reledo como em
orgao : na rua das Larangeiras n. 14,
segundo andar.
do seda os
adaveis para
Vende-secevada muito superior, viuda do Rio-
Crande-du-Sul : no armazem do Fernando Jos
Braguez, ao p da Conceicfio.
--Vende-se um bom sitio com boa casa, coedei-
ra, estribara scnzalla, tanques, carimba d'agoa
de beber, iodo murado ,'grande porgSo de escofn-
aos arvoredos, margen) do rio Capiberibc, mui
perto da praga : na ra da Cadela-Velbu n. 33.
IVa loja"de Jos illaiiocl Von-
teiro Brava \w rua do Cres-
po, 11. 16, esquina que vira
para a rua das Cr^zcw,
vendem-se ricos coates de camhraia
mais modernos padres o muito at
vestidos de sendora.
Vendem-se velas de carnauba de6,8n 9 em
mira a 260 rs. a libra e em arroba se dar mais
uaralo : na rua do Rozarlo da Boa-Vista, 11. 2.
Vende-SO o Tratado do educagfo physico-moral,
cm muito bom estado, por barato prce'o ; o Diccio-
nario de Fonseca, em dous volumes: no becco da
praga da Independencia, n. 12.
Oas-imirasclsticas, a P#00 rs.
o covado.
Vendem-se superiores casimiras elsticas pelo
barato prego de 1,000 rs. o covado; dilas muito li-
nas, francezas a 1,280 rs. o covado ; dita do su-
perior qualidadc elaslica muito lina, e 'preta, a
.S.oOO rs o covado : na rua do Collegio loja 11. I.
- Mtueu lilloraco, jornal do inslrucgao o recreio,
ornado do bellissimas estampas : jven.le-sc, por pro*
gn muito menor quo o da assignatura, no segando
andar da casa 11. 7, da rua da Cruz.
Vendem-se dous lindos moloques de 18 a
annos, sendo um dolles oftlcial de alfaiate e cozi-
nheiro ; dous pretos, um ofllciaMe sapateiroc o ou-
tro proprio para lodo o servico; dous pardos, um
bom carreiro o o outro proprio parapagem, 1I0 16
18 anilflS ; duas pardas, uma de 22 anuos rom JTi-
bilidades e a oulra do 12 annos, prupria pura se
educar; 3 pretas com habilidades ; (Illas iiegrinhas
com principios de habilidades de II 12 anuos : na
rua do Collegio n. 3, segundo ailar se dir quem
vende.
Vende-se um sobrado de dous ailares o so-
t'fio, por 6:600,000 rs. silo em urna boa rua do
bairro de S.-Antonio cojo sobrado rende 70,000 rs.
mensaes: na rua das Larangeiras, n. 14, segundo
andar.
Vende-se um moleque pega, de 14 a 16 anuos,!
eozinheiro o que he hbil para lodo> servigo na*
rua do Queimado, n. 46. *"
--Venileni-se dous escravos um (|uo representa'
SO anuos, e o outro 15, ambos do gento de Ango
la : na rua Yelda sobrado 11. 18.
assa russiana.
Cunh & Amorim teem para vender
polassa da Hussia, de superior qualidade,
na rua da Cadeia, n. 5o.
AO l'HIKIMKAlO.
Na nova loja de Francisco Jos
Teixeira Bastos, nos quatro-can-
los da rua do Queimado, n. 20 ,
vende se panno preto, verde, cor
de caf e azul, de superior qua-
, por e prego mais com
do queem oulra' qualquer
JNa mesma loja ha um
completo siimento de fazendas
por presos rasoaveis.
Vendem-se por prego cominodo, duas ban-
das ricas, para olficial superior : na praga da Inde-
pendencia loja n. 2*2.
I.citoria do Jtio-dc Janeiro.
A os Iictrs c meios ditos da oitava lotera a henefi-
iB i imperial tbeatroda cidadedo Nicthcroy : na
a da Cadeia do llecife loja de cambio do Sr. Viei-
ra. Kstcs bildetcs vilo rubricados pelo vendedor.
A ellos antes que se acahem.
lidade
modo
parte.
Gaz.
Vende-se bolacliinda de ngoa c sal, de 20
cm libra, todas furadinhas, c muito doas
para cha e caf; bem como de leito e ovos que
serve meamo para dqenlea, por nao terem
composicOes oleosas ; biscoutos redondos ,
doces e dovos ; bolachindas; folias dos mes- p
nios: ludo feito com todoasseio e das me-
^) Ihores fariiihas que ha hoje no mercado: tam-
& bem se vai fabricar bolacliina de ararula :
*S^ pateo de S.-Cruz, padaria n. 6, defronto
igreja.
3
\ I^OOO rs.
As nielliores lovas de pellica brancas c clsticas :
na rua larga do Hoza rio, n. 24.
Yinlto de Chautpanlia
da superior e muitoacreditada marca
Cometa,
vende-se no armazem de'Kalkmann c<. Itosenmund,
na rua da Cruz, n. 10.
Loja de Joao Thardon,
\terro-da-Boa-Vista, n.5.
Ncsta li.ja .M i,.i--.,' o ni rico sorlimento de I.AMPEOKS
PAllAOAZcoui scus competentes vidros, accendedo-
rea e abafadures.
* Estes caudtoiros *io o. .ohi,,,,-,-, ,
mais modernos que existen) hoje : rrcoinineiidain-sc ao
publico, lento pela seyuianca e bom gosto de sua boa
Lconltecc&Qi como pela boa qualidade da \az, economa e
asscio de seu servico.
Na IIM'Mlia loja os consumidoresseui-
preacbarfio um deposito deGAZ, de cujo se afanca a
qualidade c em porcao bstanle para consuninin.
Vende-so conforme a qualidade a 320 c 400 rs.
a garrafa.
Vende-se estopa, propria para saceos : na rua
do Trapiche, n. 8.
Vcudc-sofio da ludia proprio para coser sac-
eos : na rua do Trapiche, n. 8.-
~ Vendem-se lili pegas de cabo do Cairo na rua
do Trapiche, n. 8
hervilhas ; mostarda ingleza o francoza j licores fi-
nos dedifferentes qualidades; vinho do Porto ve-
Iho ;dito particular ; Madeira iwanco e tinto; Car-
cavclos ; moscatel do Setuhal; Bucelas; Colares
Sherry ; oval ;* malvasia ; clarel; chocolate do ca-
nella do Lisboa ; passas para podins ; cera de car-
nauba, em porgo o a retalho : na rua da Cadeia do
Recife, n. 2.
Vende-se uma boceta com l7oitavas de ouro ,
propria para senhora ; um cordSo com 7 oitavas
Alicia de ouro de lei; 8 colheres para cha com 51 oi-
tavas de prata : no largo do Carmo venda n. 1.
Vendom-se duas pretas de nag.no Angola sen-
do uma de 16 annos, o a outra do 26 ; ambas cozi-
nham, lavam desabito evendem na rua : na rua das
Cruzos, n. 22, segundo andar.
ra.;a, ;,C CSyTSVG u ^~. ..y" -v ...., p;;
'w 800/ rs., a preta tambein lio lavadoira e vende-
5(3 (fcira por 300/ rs.; um preto do servigo de
jfl campo.
Vende-se urna escrava mucama, de 18 annos,
cotn ptimoleitee com encllenlos habilidades; 3
ditas para lodo o servigo ; uma bonita moleca*de 12
annos; 2 moloques pegas; um dito muito lindo,
de9annos; 3 escravos para todo o servigo ; 4 mo-
radas do. casas cm bom lugar; um bem construido
sobrado na rua de Agoas-Verdes, n. 46.
Medicina universal.
Pilulas vegeta'cs de James Morison.
A medicina vegetal universal he.o resultado de 2o
annos de investigagOos do celebre James Morison.
Por meio destfls pilulas conseguio seu autor inn-
meras e admiraveis curas, desde as aft'eccOcs que
atacam as crangas de peito at as molestias chro-
nicas do anci.lo.
A Europa saudou esto remedio como remedio uni-
versal para todas as doengas, 0 at hoje anda lian
fo desmentido tal titulo.
Esta medicina vem acompanhada de uma receita
que ensina e facilita a sua applicagilo. Consiste em
tres preparagflcs, a saber : duas qualidades de pi-
lulas distinctas por nmeros e um p: cada qual
goza de modoseacgOes diversas.
As pilulas n. 1 s.o aperitivas; purga ni sem abalo
os humores biliosos e vicosos, e os expulsan) com
efficacia.
As den. 2 expulsan) com esses humores, igual-
mente com grando forg.a os humores serosos, acres
c ptridos, de que o sangue se acha n miudo infecta-
do; percorrem todas as partes do corpo, e s cessam
de ohrarquando teemexpuIsado todas as impurezas.
A lerceira preparagfo consiste em um'a limonada
vegetal sedativa : de aperativa, temperante c Bilo-
cante : tora-sc om commum.com as pilulas e facili-
ta-lhcs os mclhoreseffcitos,
A posiefio social do Sr. Morison a sua fortuna in-
dependento rcpellom toda a ideia de charlatanis-
mo; cas admiravois curas, operadas com o seu
systema no collegio de sade de Londres, silo mais
que garantes da elllcacia do seu remedio.
Itccoinmonda-secsta medicina, que no pede ncm
resguardo de lempo, ncm de posigto da parto do
doente a lodosos que, atacados do molestias jul-
gadas incuraveis ,.se quizerem desengaar da sua
vi r ludo.
Oxal que a liuraanidadefccdeos ouvidos os in-
teressadoscm desacreditar estes remedios to sim-
ples tilo commodos e tilo verdeiros."
Vendem-se somonte em casa do nico e verda-
deiro agente i. O. Elsler, na rua da Cadeia-Velda ,
n. 29.
Escravos Fgidos.
no
da
n. 6, defronto da ti
i0;<&>& ^i^ #i% &;% 0^ 0^ ^^5
Porta de ferro, por 9%M rs.
sendo do cusi de 42,000 rs. : na rua larga do Hoza-
ro ns 6 o 8, a fallar com Joilo Dudois a qualquer
hora. H
*? Vendem-se bairisde diver-
Itencao!
Vendem-se superiores.cliiUa francezas, de vara de
largura o decores lisas, a 280 rs. o covado; dilas
linas, escuras o docres lixas leudo algumas que
servem para lulo a 5,000 is. a pega ; meios chales
de cassa de quadros a 440 rs.; cortes de lanzinha,
para sendora com 15 covados a 3,600 rs. ; panno i
preto lino para pannos de pretal a 3.000 rs. o co-
vado ;'chalesdelAa eseda, muito linos, a 5,500.e
7,000 rs. ; zuarle de vara de largura a 240 rs. o
covado ; coi les de caiubraia lisa muito lina e com
(varase meia, a 5,000 rs. ; superior brim tranga-
do pardo, de puro linbo a 640 e 900 rs a vara ; di-
to ainardlo muito lino, a 900 o 1,000 rs. ; dito
trancado de lindo branco muito superior a 1,000,
1,280 e 1,600 is. a vara; edadrezes de lindo para
jaqueta a 400 rs. o covado ; riscadinlios trangados,
a 240 rs. o covado ; hambuigo de linbo, a 260 rs. a
vara ; meias para senhora a 240 rs. o par; e oulras
muflas fazendas por barato prego : na rua do Col-
legio, loja n. 1.
- Vemdem-se ptimos guardanapos de puro li-
nbo, os mais modernos que lecni viudo de Portugal,
a 800 rs. cada um; e um novo sortiinenlo de pannos
linos de todas as cores, por diminuto prego : na lo-
ja nova de llaymundo Carlos l.eile, rua do Queinm-
do, n. 11 A.
Vendem-se dous mualos, sendo"um com idade
de 18 anuos, bom ollicial de sapalciro, de linda fi-
gura, c proprio para pagem ; um moleque de 12-a
14 annos; um iniilatinlro do 7 pouco mais ou
menos; e una muala de 26 a 28 annos, que cose
soflrivelmente e lava roupa : na rua do Crespo, lo-
ja, n. 8 A, se dir qui'in vende.
Vende-se urna escrava de bonila ligura de 32
i oa cozinheira
Vende-se, na rua (Ja
Cadeia, n. 37,cera em ve-
las, de superior qualida
de, fabricadas no Kio-de-
Janeiro, em caixas pe
quenas, soi tmenlos ao
^oslo do comprador,
e por prego mas brato
do queem oulra qualquer
parte.
anuos, boa tozHiheira engommadeira e que lava glezos ; latas com bolacjiinhaa lin
de saliao cuse e faz tojo o servigo de uma casa : na de Lisboa ; biscoutos de Rimes; a
i'nu turna t,. Ii,>>.,>: ^. >. m- *.__*______j I __!___. i.> *
rua larga do Rezado, n. 26, terceiro andar.
Vendc-sc um sitio em Maria-Sim|dicia nos su-
burbios da cidade deOlinda com casa de viven./a
com seus competentes commodos, planta iln ca-
pim, alguna arvoredos do fructo o urna capocjra
do mallo : a tratar no mesmo sitio, com o seu pro-
prietario Vicente Jos de Carvaldo.
VHB-se um cscravo de 18 a 19 annos, de
muito boa conducta, intclligcnto para negocio, o
quo ndccozinhar para algum commantante do na-
vio; lie vendido smenle por se querer comprar uma
escrava : na rua da Florentina n. 16.
Vendem-se queijos londrinos; 'presuntos in-
gle/es ; latas com bolacdindas finas inglezas ; dilas
incisas eui talas;
Fugio de bordo do patacho Pelicano um escravo
de nome Roque, de San-Thom estatura baixa,
rosto redondo c sem barba, com feridasnas pernas,
vestido com camisa o caiga azul c brrelo iriglei.
Este cscravo pertcnce a Jofo Jos Pcreira de Azcira,
do Rio-de-Janeiro. Quem oapprchendcr, queira le-
va-lo ruada Cruz n. 66, casado andino Agosti-
i)l)<) de Itarros, por(|iiem ser recompensado.
*-Fugio, do engcuboMaranbOo, nodia 25 de ju-
Iho do correte auno um preto crioulo do nomo
Bartholonicu conhecido por Ilerlo : he carreiro ,
de'estatura alia, hachado com falla do dous ou tres
denles ; tem uns calombos de carne bastante cresci-
dos nos peitos e costas; tem cravos e rachadurns nos
ps, e signal de chicote por j ter sido surrado ;
bem como marca de caustico em uma banda : levou
furtado um cavallo melado, com cangalda ; julga-
se ter fgido para o serlflo. Roga-se as autoridades
policiaes capililcs de campo, ou oulras quaesquer
pessoas,que o prendam o leven) ao dito engenho Ma-
ranhlo na freguezia de Ipojuca a seu senhor, Joilo
de Souza Lefio ou tiesta praga, na rua do Apollo ,
n. 23, a Rodrigo da Costa Carvalho quo generosa-
mente rerorn pensara.
Acha-sc, desde odia 16 do passado fugids a
pela Joanna, de nacSo Rengela, de 30 anuos pou-
co inaisou menos ; he bem condecida por usar do
de vender sapalos para sendora, fruclas, bolos, etc.
de alta, greca do corpo cor fulla rosto coinprido,
nidos fundos, nariz un tanto afilado denles lima-
dos, heigosgrossos ; tem uma marca anliga no la-
do esquerdo do rosto proveniente de uma denu-
da que Ihe deram, dragos linos e compridos | <'
seceos c lumbenrcompridos, peinas cheias de veias
o cncarogadas; de bastante ladina. Esta preta,por ter
rnuitosconbecimenlos,julga-se estar acodada : por
isso protesta-se usar de todo o rigor da lei contra
quem admitli-la cm sua casa e mu i lo se recom-
menda as autoridades policiaca, capUiiesde campo
e mais pessoas do povo a captura da mesma escrava,
proiiieltendo-s* aos ltimos boa recompensa, sea
levaren) ao Aterro-da-Roa-Visla u. 17 fabrica de
licores de Eredei ico Chaves.
Fugio.no dia 19 do crlente, o preto Luiz
Paulo, escravo quefoi'dos Srs. Machados, com fa-
zcn,daciu Caranbuiis; o qual lio vellio deeslaluia
mediana, ruim figura, adujado de ambas a,smflos,
que as tifio abre perfeilaniente. Roga-se aS autori-
dades policiaes 0 pessoas particulares, que 0 ap-
prehendam e levem h seu senhor, Francisco Anto-
nio de Carvalho Sequeira no sitio da l'assagem-dc-
Ufinda que gratificar generosamente.
conservas inglezas; ditas francezas do sardinlias; j I'jka.. ^A tkp. em, t.ut auia. 1^47'
MUTILADO
.^
i.


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