Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08524


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Full Text
*
\,,no de 1847.
Quarta-feira 25
>*
, .fin puhlica-sr- lodos o da*, que nao
.le i;
forf "r j|\jquarttl, pan< ttdiixntatiot. Oi mi-
"'in "los asignante s.rio inserido a rns.'io ilc
ininno ijn|iai'40 r. ein tyi'o dirTerenlc, e as
!" ". i' il metale- ? qu,! "'"' r"re,n aM?S'
"I 'A,.'r"o 8" porlinn! e 160 em lypo
JlSIe, pora^AO^_
HASES DA T.UA NO MEZ DE AGOSTO.
,, al I"* 'n. da Hienli".a.
" "'" ,' l, b 10 horas e 7 piin. d manha
' "* lie' I9i *'2 hora e Jidin. da manha
l-"5Cf',;,' > 1$, a 8 horas e 18 inip. damanhSa.
Iv.j CIICI"
PARTIDA DOS CORREIOS.
UoiannaeParalivha, as segundas c sextas feir.
llio-rande-dn-Norte quintas feiras ao meio-dia.
Calin, Seriiliem, Hio-Formoso, Porto-Calvo e
Maceio. nnl,',i!!t!i de cada mez.
('.ni iliuns e Rouito. ale 18.
Boa-Vista e Flores, a 18 e*.
Victoria, as quintas feiras.
Olinda, todos os das.
PREAMAd DE HOJE.
Primeira, >s 0 horas 30 minutos da tarde.
Segunda, as 0 horas e 51 minutos da manha.
f'e Agosto.
Anno XXIV.
N. 190.
DAS d\ semana.
J.1 Seajuada, >. Liherato. And', do J. dos o.
pillos do J. doc. da J v. e do J. M. da : v.
24 Terca, iff S. Barllinlomeo.
Ji Quarla. S. Lui/. re de Franca. And. do J.
riociv Jr-edoJ.de |/. do Idist. de t,
3(1 Quinta. S, efiiino. Aml. Jo J. r!c orpli. e
doJ. municipal l.vara.
7 SeU.S. Jos de Calaza. And do > ilociv.
da I. v.edo i. de paz do I. li-il de t.
^ablwdo. S Aqoslin.io. Aud. do J. do civ.
da I. V. e do J de paz ilo I disl. do I.
59 Domingo. O Sagrado Corafo de Mafia.
Camino johre T,on a a l'aris 3S5 rs por franco
I.ishna.IflS'a I ir. de pre
l)csc.deleitra-.h- lioas linn.sde Y,a '
CAMBIOS NO 1)1 A MDE AGOSTO.
(JuroOnfcil lespanliolas-----200
Hoedoide a.OOvelfi luno
> deC/jUdo nov i (01(1.1
d4*ono..... simo
Prala PeUcei '#9
Pesos columii ii-es... 11*1"*
Ditos mexicanos ... ,|7S>
IMiuda............ U9I0
. a (O di.
mi. .
/ ao mei
a 58*600
a iCj.'.iiu
a I6|200
a 11*2""
a lfl
a .|0
,. 1,800
> I*'
Acces da comp.do lleberiue de 0| 000 rs.ao par
. -
DIARIO DE PEMTAMBUCO

EXTERIOR.
ESTADOS-UNIDOS.
PBii.aDKi.PtA, 26 de junho de 187.
Do Commercial Time do Nova-Orleans, de 18 do
correte, extractamos o seguinle :
a o vapor dos Estados-Unidos Mary-Hmgsland che-
po a i" a Nova-Orleans, temi sabido de Vera-
Cruz a 9, ede Brazos a 13 do eorrentc. Elle traz-nos
niis pormenores acerca do importantissimo succes-
s'o que ltimamente houve lugar naquella parte do
Mxico, a saber, o ataque da bagagem do coronel
ac Intosh.
u Ataque da bagagem.--Consta-nos qtio toda a im-
mensa bagagem, escoltada polo coronel Macintosh
o por 800 homens, em marcha para o quartel general
do general Seott. fdra atacada por urna guerrilha
11*11111 ponto quo Mea justamente 15 militas alem de
Santa-F, n'uma alucia 8 milhas distante de Vera-
Cni/. No momento cm que se deu o ataque sobre a
fenle da bagagem, carregaram os dragos sobre o
iiiniigo e dcstrocaram-n'o. Passado muilo pouco
tempo, appareceram outra vez os Mexicanos, com
urna Mica de 1700a 1800 homens pelo monos, o rom-
peram fugo sobre diversos pontos ao mesnio tempo.
Aqui cabio un considravel numero dj3 bostas de
carga em poder do inimigo, em rasito da extensa li-
nlia que liavia a guardar-so, na marcha da baga-
gem que leve de passar por estreitos desfiladeiros.
O coronel Mac Intosh, depois.de una lula niais
rendida, baleu os aggressorcs, o entilo fortilicou-se
dolas das suas carretas, julgnjido imprudento pro-
seguir sem algum refoiQo, especialmente de arti-
lliniia. Cbcgou um proprio cidadu na lariledodia
7, e un maiiba seguinle marchou o general Cad-
waladercm seu soccorro com urna seccodctalbada
da batera de obuzes, 40 pecas addidas ao regi-
ment volante, sob o comniando dos tcnentes llla-
Kelev eCocbrane; companhias do regiment ll.,
com mandadas pelo coronel Ramsoy ; urna compa-
nhia do 9. e outra do 7. de inlaiitaria, e a compa-
nliia II, do 3." de dragos. Aconipanliaram esta ldr-
cii20 carretas.
< Iiizem quo os Mexicanos estrio postados em tur-
ca considravel na vizinhanca da Ponte-Nacional,
junto a qual est entrincheirada a bagagem. Ellos
estfo dispostos a disputar-nos a passagem. O gene-
ral Cadwalader, na sua juncfao com o coronel Mac
Intosh, acbar-se-ha a fronte de una frga do 1300
homens, o lem declarado que brevemente podera
desembarazar a estrada desses desesperados guern-
llias. Aiiula que nao se declare o noine do sen che-
fe, pouca duvida ha de sorem os Mexicanos com-
maiidados por um padre Jamela, llespanhol do cu-
jas facanhasj temos fallado. A souiina exacta ein
moeda, levada por esta bagagem, be de 330,000 do-
lare (pesos;. Nlo ha noticia authentica da perd
soOriui ueste reconlro por una o outra parle. I)i-
zem que o l)r. llarney, irnirio do coronel, recobeu
urna bala de gianadeira n'uuia perna, a^ual toda-
va s Ibe ferio a carne.
Houbo de cavallo.Dizem haverem os Mexica-
nos perpetrado a 5 do frrente um ousado ruubo de
O ou SOcavallos o machos, junto aos muros da
(idailc. No dia seguinle foi a companhia 11, i o J.
de dragues, em seguimento delles. odepo|SUe an-
dar explorando o campo al a manhfja seguinle
ide 7), iecolheu-se, dizondo que no vira vestigio
algum do iiumigo. _.
.. GuarnifSo FerorCrus.-Consla-noa que o nume-
ro da tropa que liavia em Vera-Cruz, depois da par-
ticipacno do general Cadwalader, licou redundo a
uma cifra 15o baixa, que (lava lugar a algumas ap-
prehensfles acerca da segurancia da cidade, no caso
de ataque, por alguma cousa scnielhaole ao nume-
ro queso diz estar sob o coinmando de Pedro Jamo-
la. Nilo liavia mais de 40 homens proprros para o
serviconocastello de San-Juan-de-tlIloa, a Saluda
do Massachueeltt. ......
(l'ublic Itdger.)
pujada pelo parlamento ecelesiaslico unido ; equo
ilii scu resultado dependa a paz ou a coulinuacilo
da guerra.
^'Sdoclaraqoe a conUnuacao, ,,a_luU oCca- ^TSA^SX^r*
sionaria a queda da igreja, o por isso convem-llio
unir-se com o partido da paz, e por termo a guerra ; i
quo, apenas se realisar a eleicSo de Herrera, tomar- t
sc-ba umadecisfioem favor das propostas de paz a
fazer-so ao uosso governo, o conclu
IlOIS HS l-aupuiuy"> "' ------- r------- ...
receidas dosta ion te teem sempro correspondido
llanca que dcllas se (izera.
O general Taylor no devo doavangar sobro San-
l.uiz. O general Scott exigi seto dos dez rgimen-
tos do general Taylor, para so Ihc unirem no cami -
nho de Vera-Cruz. Julga-se, todavia, que haver al-
gdma escaramuca entre Montorey c ('.amargo ; pois
que Urrea est naquella vizinhanija com 4,000 ho-
mens de cavallaria.
(United States Gazette.)
PtRWmBWQ.
NOTICIAS O MXICO.
Fretlericksburg, 25 de junho.
Os jornaes d Nova-Orleans, com data de 18, dio
liormcnores addicionaes do ataque da bagagem. Iii/.-
se agora sor a nossa peda de 5 a 7 morios, l'i/.crnm
o mais desesperado ataque a uma porcSo das carro-
tasque levavam inniiiciTo, suppnndo lalvez que os
harria de plvora cram de dinheiro. I'm velho sacer-
dote do grande distinccSo, residente em Alvarado,
recebeu 8 do crrante urna carta de um seu iriniio C fj~ -'.Ti^iuVrelatTvasi. divergencia das
da cidadedo Mxico, d.zendo que a eleicao de II < ^^ *,'",, K)do de encarar o meio de conduzir
reradovia venh^.-se a 20 de jun ,o ; que >e ,. a- ^-dc*"?dX Na lf.,alerra ha os *m, OS
JLKY DO UECIFK.
5.' SESS.\() DA TERCEIRA OHDINAIUA EM 9 DE
AGOSTO l>E 1847.
I'llhSlUENCIA DO SR. FEBREIRA GOMES.
(Contnuncio do numero \ US.)
O Sr. Horges da Fonseca (continuando) Agora,
senhores, cis-aqui est o famoso programla, de que
vos tenbo fallado, do Sr. ministro do imperio, o
Exm. Sr. Francisco de Paula e Sou/.a, senador do
imperio c roncolheiro de estado: elle s baall para
ininha deresa; elle s importa miiiha justilieacao; c
como quo vo-lo eu deveria ter lido, edito: So
credes no caracterde lio eminente Brasileiro, se ve-
des a verdadecm suas palavras, nao podis deixar
de absoWer-me. Tal he ininha doloroso siluaeao,
que me nflo animei a aprescnlar-vos defesa Ulo suni-
maria. Elle foi transcripto no Nazareno de 5 desle
mozde agosto sob n. 80, o aqui esta: he um pro-
testo contra a actualidade; he uma condemntcfio do
vosso proceder a meu respeito. Em verdade vos di-
go, que quando o liz publicaren! o Nazaieiio, foi pa-
ra manifestar meu aecordo o mais perfeito, quanto
he possivel, alienta a divergencia (los principios
que eu consagro, e dos que sempre consagrou O hon-
rado Sr. Paula Souza: resolv esperar: quero ver
esse consorcio da libcrdade com a monarcha: quero
ver a realisaco dessa utopia. Ecomo me roubastes
a lypograpliia nazarena, e nio lenlio urna melhor
opportunidaile para declarar-me, daqui mesmo digo
ao meu paiz, aos meas amigos e ao ministerio:
Creio firmemente nos principios sociacs quo pro-
fesso; vejo que a unidade he o elemento regulador
do universo; sinlo que a duplicidado no rgimen
social he uma fon te decornipOSO: mas vsdizeisde
boin coraciloquea podis platicar em vantagem do
throiioedasociedade; espero, e emquinto vos vir
no cnipenhode consorciar a libcrdade com a monar-
cbia, vos nilo farei opposicSo: espero, Sr. Paula Sou-
za, pela realisacao do vosso programma. Conllo que
seris leal para dizerdes a verdade ao paiz, quando
reconhecerdes a chimera de vossas concepcOes, o
vosso engao, a vossa utopia; espero inda ouvirde
vossa bocea: Falta a unidade ueste syslema ino-
...iiarcbico-constituCional, sem a qual nada se go-
i venia, nem no inundo physico, iiem no mundo
ii moral. .
Ouvi alientos o que vou 1er: quem Islo lallou loi o
Sr. Paula c Sou/.a. {L:os puragrapm 1, 2, 3, 4 o 5.
Cinnde attenco na casa enas galeras.)
He agora o paragraplio 6." (U, S. Exc. diz que to-
dos j conheccm seus principios, be uma verdade; o
depoia BC roscn ta: Eu sempre entend que o de-
ver de todo o linmcm poltico no Brasil be consorci-
ar a libcrdade com a aut iridado por meio da monar-
chia representativa, o fazr COOl que este consorcio
fusse urna rcalidade, e nao em Dome. Ja eu vos
fallei disto, senhores, c ja del 0 meu pensament S.
Exc. diz igualmente que temos um complexo de leis
que obstiim a realisacao pratica do governo repre-
senlativo, o islo a'ssim he; mas essas leis, senhores
que nos queris aqui reduzrr condicao de ilutes,
silo feitura de vossos ebefes, os depulados Urbano
e Nunes Machado, que sempre estilo promplOS a fa-
vorecer, e a submetter-se ao despotismo.
Peco vossa particular altelicflo a oslo 7." paragra-
pho J.! Oh! Vede o que vos diz o ministro do Im-
perador, o caracterstico distinctivo do governo re-
presentativo lie a inllueiicia daopiniflOO da VOllUde
nacional: e essa opiniflo o essa vontade se manires-
tam dizS. Exc. por meio das cmaras, na tribuna,
t por meio da imprensa. E entretanto aqu em Per-
nambuco, por decreto superior, por decreto viudo
ab alto, como costuma dizer o Sr. Dr. Jos dos Ali-
jos, delegado nesta cidade, se quer acabar o meio
da imprensa, am que nao possamoa defender a
nossa causa, e nem mesmo os nossos direitos civis;
dini QUO iiiioapparecii a franca e verdica nianilesla-
8o da opiniao do paiz. He frga que eu repita estas
* I .. ___l-t' .... .. I i ,! 1 ll l' 1 -1 I tv
apcrlidiadesanccionaras leis de sotembro que a-
cabaram com o dircito natural dos Francczes; que
trahio a nacilo cercando Paria com inurallias c forti-
ficando-as, para fu/.ilar a cidade quando em sua de-
mencia Ibeaprouver; que restabeloccu a bastilha, o
essas letres de ctchtl: mas em Paria o nacional mar-
cha tranquillo, o l'aris est na Europa; so nao pude
defender a sua causa o Niarano, que tem obrigacflo,
ueste Argel americano, de respeitar, o eurvar-se an-
te lodosas lyrannosdo mundo; mesmo aquclles, co-
mo l.uiz Phiippe, que tanto teem insultado nossa na-
cionalidade, que nos teem tomado no alto mar como
piratas, e nos nilo mettulo emsuas immundas prisoes;
mesmo a esse l.uiz l'hilippe, velho louco o ambicio-
so, que olha lado seu Ihrono para a America, como
uma boa pieza. Nunc o conseguiris. Api-zar vosso,
nevemos do obter meiOS para pleitear a nossa causa
[Mirante o tribunal da opinflo publica, nico compe-
tente para julga-la; e nao perante as aceOes, que
teem tanta dircito como cu para impor sua opi-
Ehi oparagrapho H.'l.. s. F.xc. primeinmenio
mostra desojo de pacificar os nimos, de concluir-
los. Mas, senhores, nflo sei que modo he este de con-
ciliar nesta Ierra: a concilia?ao daqui he a panea-
ii, he o punhal. Eser isto assim .incito Por cer-
tonflo: mas he islo o que se esta azendo : quercm
convencer-nos a nos os ropublicanoa com a cadoia,
con. o ccele eeom o hacamarle. Quando provoco a
gante do senhor presidente Chichorro para que ar-
gumente com migo, respoiide-me i Quem raz caso
do que dizeis! Que ni faz caso de vos Mas com o
nao so fazercaso me vfiopor cautela mandando para
a cadeia, a ver se la esmorece, se la me aterro, OU
se me excedo; poisque, senhores, de proposita se
me manda l'a/er insultos pela guarda, se manda cor-
rer o meu comer, porque naoiiu'eiem, diz 0 soldado,
que suba ago'ardente ; o tal ten, lnnido, qUO le des-
compe mcusflllios, quando mevflem veraprisao,
e consolar-mo.
Anda diz oSr. ministro : O que he de justicia
todos se laca. He isto O que BU qilOrO que laeais:
l',,/e,-nie justica, nao vos importels com a peasoa quo
esta auui ; olhai S para este processo : se viriles que
lia crime coiulemnai, mas se nao ha alisolve, dei-
xai ailtipathias la fra para pdenles ser aqu jui-
zes. lie oque smente quero o mais nada; porque
nao careco de ravores, e nem os quero.
Vedes como o senhor ministro do imperio parli-
Iha o principio da tolerancia : S. EXC. prolesla nao
demiltir empreados, porque pensa do .l.vorso mo-
do do governo ; ,sto he, S. F.xc. nao adopta apo tr-
oa de revolver a sociedade em todos os poni- des-
le da nossa orgauisaciio, e sem elle sta acabada a
monarchia representativa.
Mas, senhores, tola a minlia consideraeflo por S.
Exc. ae voltoii na mais lina dedicado, quando em
um oulro paragrapno s. Exc. diz o paiz, que o nos-
so actual gOVerno he desptico: nao sei onde ello
esla, inasahi pararei onde 0 encontrar, para render
a S. Exc, gracia, por se animar a publicar como mi-
nistro do Imperador verdades tan puras, e com ta-
manha singeleza, por fallar como umhomem livre
que he.
Estes paragraphosque seseguem silo mu nota-
veis. U oifaragraphotU.'e.* S. Exc. uno quer
que os homens velhos eslejam governando, e eor-
rompciido o povo com suas eariaiicanas, como es-
tas quedenm lugar a osle procesao, lllhodncor-
rupcSo e immoralidade dos no-sos BOVOmadoreS da-
qui. s. Exc. qtierque para a corto vflo os homens de
todas as provincias, paraquealli se faca como um
viveiro de homens capazes, donde so tircui os mi-
nistros, os diplmalas, os pros,denles ; porque S.
Exc. quer que governo a inlelligencia, e.Mto oms-
linclo ; que governe a ras'flO, nao a malcra. QUO
e>ia novidade he de grande vantagem social n.lo res-
la duvida : assim, a nacflo nao leri (antas queixas,
nflo se sentir desse exclusivismo da corte j as-im, O
norte nl.ser tfio tyrannisado como tem sido, o um
dia a rasan gove nara os seus destinos. S.EXC. mar-
cha riii hoiu cainiiho ; e se eu o vir realisar essas
proinessas. descansare! paparan lo.......
' Temoaaqui nesto paragripholil/eVipromessade
S EXC, de tiahalhar iiicansavelnu-nlc para quo ctii
ludas as provincias, nflo s no norte, como no sul,
^ui^hs, predomines |ustcn, coliiblndo-ae, aes-
quer gue sejam t funecioneriot, s6us attentaaos. U
l'ernambuco! ilenU-te ; breve esta o dia da tua jus-
Uca ic AlaaasconOaeespera!O l'arahiha. breve
acaharao os leus marlyrios! Il.feliz Rio-Grande, vais
descansar! Ceart, vaia vlver: os icivagciu que le as-
sassinam fugiiilo do meio da sociedade, e vollaino
paia as hrenhas, donde nunca deveran ter saludo,
purbem da humanidide
Senhores .jurados, o /Y^urdl', ten, dito que esta
actualidade he uma lyrannla.; o Sr. ministro do im-
perio diz islo mesmo, o promete ao paiz oemprego
lie Lulas as suas loicas para dar-llie urna proniplare-
pameo; na bocea deS. Ex., felizmente, (equem
sabe nlio he islo uma provocacBo, he uma venia,le
que nao faz mal a monarchia, o nem a ordam: mas,
dito por Borges da'Fonseca, he nina atroz calumnia
contra S. M. I.; he a piovocacao mais direla, quo
possa liaver, no lim de snbverter a sociedade, para
que, turrando asagoat, possa peacar esse Antonio
Borges da Fonseca. Nunca me he, de osquecer leste
ob de revolver a sociedade em tonos os pomi uw |!o|.,.,,s ja fonseca. Nunca me nei no osquecer u*u>
deoconliiiuodasrcparticocsle o mais alio einpre- ,.lV(, nuUo (|lll. |-,() immerecidamenle me fez o
irado secundario; para elle oaempregadossuDaller- ]IIIMsloi i<> publico, somonte para comprazer aquel-
nos sao homens, leen, rasflo, e dovo.n pensar ; nuil- |eg diante ,,e cijo cjdieniero poder se curva leos
ii... ,.....,.,.. .. nada mais uiier delles o ............,...i.....,,.,,hh,imwii Senioresiiirados.su
nacflo felicidades Na Inglaterra ha os lorys, os
uas: na Franca os conservadores, o as divcisas
vari'cesdo partidos liberal, c os legitimistas...
._____.-_____ _...., .. iiii-i.il
Sabis quaes sao as diversas variaces do partido
iberal ? SHo os monarchistas constitucionaes com
idos os abusos da monarchia, cujos teem por chu-
fes so Sr. CuizotoaoSr. Thiers; sao os quo quercm
reilisacflo da monarchia de julho, cujos
fazer-so ao nosso governo o concIuir^-,mo ^ffi&Zf sa>so me ao engao, o Sr. bdil-
po.sas estipulaces em breve prazo. as noiicias ,' Sr_ LaI1,a,iine; sao os rtfwft/icaiiMCU-
nentes silo, so me uno engao, o sr. uun- u, i|ui"' e- --
onBorrot.oSr. Lamarliuo; sao os republicano, cu- culpiM"*/^^
linli respeitavelcl.efe be o frUlftligjdoJ fcte...o dmeta, .ara q^^
r^a^delUs-sezea. Scia^sUsC ip Fou^ie^cujo d/efu he o
SttfS ti 2XZOR hon'S Sr^sideran,., Sabis o que fazein os san, expressa,, pa, a ^^XSi no go-
tlCOIIIIIIUlllIl" I j -- ,.
ora para Tobasco. Os Mexicanos parecen, determ- n
nados a estacionar tropas ao longo das margeos do n
rio, cfazer fugo sobre a esquadra, a propoiQfloque
ella rr subindo. O inimigo tem 2,000 homens de
boa tropa, entretanto que o commodoro I'orry lem
lumias mil homens entre soldados e marinlieiros
resistir esta frca.
publcanos em l'aris Publican! o ^onal, jornal
mu i franco, e que combale com lod- a frca o le
das barricadas, esse vosso l.uiz Ph.l.ppe. quon.
queris que eu idolatre, porque fez a candai U, di,
em seu reinado de 17 anuos, matar e sacrilieai a
maisdo ummilkode republicanos; quo prat.cou
pra.nellesoseu dever, o nada mais que, dolos o
etual ministerio. Sacud fra W^t
|CUlo o presidente da provincia, elle nao podera
roalisar mais suasamoacaadedein.ssSc'.quando vos
nao subineltais a vontade dos meus aigo/,^. ocni-
p,egado quoservecom tal ministro, queprocUma
ao franca e lealmenlo a girantia dos e,p,egado,,
para que penscm livremente acerca doregiinon n-
e,,,odopa,z,g.irantia ,n,ra ledas as opmioes nao
dove temer um chele auballcruo accioso. b assim
he, senhores: sea ininha opiniao he erra.la, a opi-
niao publica a .epllira, ese nflo lio, heide vence ,
por tn.irs torturas que me laca... : nao ha pe igo que
ZrTlivremente o erro, a verdad., o con,hatera ;e
se uilizeres comprimir a verdad.-, ella vei.iea, mas
eon'esHondo.e entilo ito beque pode erruneste
a hununidade. loto be muilo simples, he de fcil
illlUCao.
Fsle paragraplio." he inut.rluminoso (j.S.Exo.
di'",,,,, a polilica do governo, quanto ao es ado in-
te,, o do paiz, hotrabalhar para garantir a libcrda-
de do modo que todo, os partidos tenham garanta
pala pleitearen, su., opiniao. E como haver OSSO plei-
to, e como manifeslar-ae franca o ingenuamente o
voto publico, cinbaracando-se o descnvolvimciilo das
"ices existentes, roubindo-se ; lypographia de-
..ocralica, o supprmindo-se o orgilo dessa opin.flo?
embara'condo-se-o aflm que se nao puei ai voz da ue-
mocracia, a medo quo ella cale dentro alma no co.a-
CflO? Na, assim nao ha o pleito; assim se nao da
a nianifes aeflo franca e ingenua do voto publico,
l'o a'a que he que tanto se me a.rocda Po. que
ante odio ao parido governante frainmim J Jo
sei. Frca he. ei.etir sempre este penalmente Sei
verdad, estada' parle da lacS5o capitanead., pelo ac-
ual presidente da provincia, e que vulgarmente se
conhece pela denominacilo de calabar enlflo essa
te le triuinphar, e nao caiece de assassina-
os ridicos, porque a verdade. lio urna so; u.asse
ve dL Je .'.', como eu pens, a que canos prtnc.-
io que eu adopto, ellos bao de por loica tr.um-
emboii. mesmo consigis assass,nar-me. .. Nao
a lio me ni necossa.io neste mundo. Cerlame., e
eos nao de auxiliar o promover o tr.umpbo do
em,, porque he elle a sabedor!. ...finita, a verdade
eterna e Infinita. .
Afforu naaaarei a ler-voa um paragrapho bem ex-
,r,ord uar o ... he um minislro do Imperador que
o- a a luna o voto universal.. .. enlretan-
to que aqui por estes mesnios principios MWM
a chamando assim todo p povo a ...teiv.r no go-
verno do paiz ; mas cu que pec,o islo, eu que fallo
neste sentido, sou um criminoso ; o ministro, p-
culo epi......... i
he daia a devula recompensa. Senhores jurados, se
eu soubesso que liavia de aqu ouvir este ultrage,
proferia scrjulgado a reveiia, comanlo queiiqui
nao estiveaso para i.ouvir sem poder dar cabal res-
ponla ai.Sr. l.uiz Jo.-e de Sampaio Junio.'.
perdoai-me, senhores, so as vezes, no refleclir so-
broalgunia parte da nosso situado, eufallpcom
mais calor, e principalmente depoia que mealtrajou
o ministerio publico. Euviuha tranquillo da prisflo
om que eslava, e no proposito de consol var-me mul-
lo IVianienle, e quanto l'osse possivel; porque, eui-
lim, naos a minha siluaeao, eo posto que me do-
lam, me doterminam este eomportemento, como
porque cu nao posso mesmo azedar-me, tao pieca-
na he minha aade : maso tal pescar nasayoa, tunas
me precipito,!, e deu logara algum excesso, quo por
ah tenlla lieado 0 por isso perdoiii-me.
I i paragrapho 15 peco llcenca para transcrever
..! ,.', minha dolosa; dellelomera nota os Srs. ta-
chigraphoa; he em reaposta a este quesito. oque
vai fazer a governo? Le
,. lo me pe Malo diz. S. Ex.; responder satislaclo-
riamonte a este queaito, dizondo quo o governo ten-
cona em (odas as provincias, qiiaosquor que. sejam,
fazer que a Ici se respeito, que a justica se laca intei-
ra e Indislinctamente ; e se em alguma l'r(^"iri;'.'s-
10 se nflo der, aki oiMo que o governo ha de (mullir o
presidente de provincia que frdisso causa. ;!'u"s"-
iui-lo por outro que dignamente preencba eale lu-
gar. Nflo mais quer a OppoSKjflo, qualquer que seja
a soa cor.
EiS-aqui esta, depais de ter procurado ^""3
oparagrapho que eu huscava. Se eu podes,. |.o-as
aqi,-ni ledras do ouro, ciUs verdadea. ;
aatenho nocoraffo, eeaporoque ella. tenhimifeiU
no paiz a mesma improsao que em milll llzera.li.
07o;.rUdMTecslivordoein,a,noeaUdoenrque
oat o poiz, pode tyra.....sa-lo impunemente: o
despo isnio a tvraniiia ^hu a lodos, e 1.0 d.ll.c.l-
1inio guando inos na mo odcspot.smo a lyraniiia
',-m, : he por is,o que houveraii. leis, que ha
constituieeo escripia. Do modo que esta orgam-
aado opaiz. achodillicil.mo quo nao secommet-
, tain abusos, o he po. inlcresse de nos todos quo
k insisto na reforma da logislacilo : baja coalisflo.
a lodos interessa. lio dito por S. Ex. o Sr. Paula
u Souza.
Descosluniado a ouvir na bocea dos ministros do
Imperador taes verdades, foi minha alma arrebatada
Jos-osin- ao ler essas que ubi licam. Sempre foi costme da
cora dizer: A sociedade val perdida, as leis sao
impotentes, hem ster refrer a audacia popular, e
para isto careno frca, arbitrio e din/ieiro. Gracas se-
jam dadas ao Sr. Paula c Souza, a quem protesto a
renovacilo de mi,,ha mais cordial consideraeflo, em-
iiiioso ; o ministro, po- rcn...v<"" >.......- .....----- .."i i7. .,,.
:,oc?aU,co0na,srlpru,qezaU; %&JB*&\^o~lW&> ^U^loceu a cor., quo
I



!

MUTILADO




I

o Brasil est govcrnado por leis tvrannicas: has-
ta-nos.
Senhores jurados, o nobre promotor dividi a sua
acousacao wn qualro partos, o foi em rada nina dol-
as rhuito extenso; o vos sabis que lia mais facili-
dade om Atacar do que em defender: quom ataca
procura posicoes, toma88 que lile r-nnvem quom so
defiende he obligado a sustentar a defesa uo terreno
em que. o son aggj-essor o collocou : tal he a minha
siluaco; e tilo aperlado ealou na ostreilora om que
me metteram, que nilo pouo sabir delta sem grande-
risco dderrota. c senique eompronictta as Torras
quetciihoa minha disposicflo. lio o ministerio pu-
blico milito versado ueste genero de causas, li pro-
fessional, e eu apenas son un pobre remendffo. Por-
tanto, hem que arrastadaraenta inda direi mais al-
guma cousa para concluir este meu penivel tra-
balbo.
Senhores jurados, o nobre promotor, nofo por
ignorancia, ro muito de proposito que veio aqu res
peliresses discursos dos deputados Villela Tavar. 18 B
Urbano, que me Qguram, como Ibes parecen, e como
creram ulil la as suas conveniencias, porque ellos pro-
clamaran! que a conveniencia lie que lie justica ; e
pois Ihe devo uns pequeos reliaros, ja que ella nao
quiz ler altenQao minhii siluaofo para ser menos
aro. eso leve em visia assegurar asubmissfto
Oh Vede quo esse vosso comportamento he mais
funesto monarcliia do que a mim l,embrai-vos
quo, antes da revoluto de abril de 183t, os impru-
'lenies monarchislas deram-nrea posic.lo emquea
revolucffo me collocou, proclamando por toda a par-
le : n res o Imperador! Morra o Repblica I E isto
daquelles queforam designados eoi palacio para jui-
zos desta sesso, sob inOaencias de individuos bem
mohecidos, oque aqui leemalveolado Irazcrem da
cuite niissSo especial para ludo levarem a sen eami-
nlio, rom cuja aleivosia ja consoguiram policialmen-
le a posse da i\ pographia nazarena ; o reparos mais
para defender usdireiloa do que iiiesiiiu para minha defesa, iliroitos sacrifi-
cados por liomens desgranados c ambiciosos, que
nao pciisam no futuro.
Senhores, se cu son un honiem quo lenho mal ser-
vido ao meu paiz ; se en ten lio promovido o ani-
quilamento daordem publica ; secomofTeito en son
criminoso; se estes responsavois que aqui estilo nao
serveni, isto he, so cu nfloposso ler um impressor,
um editor, eal um autor para este escriplo accu-
sado; so a tei nilo me garante a mim, condemnai-
V08 leve muito acautelar. O que se teme ? Nfo diz o
actual ministro da justica, quo nao ha republicanos
no Brasil? Oque, pois, facei cu!' Ksereverei na areia,
olamtrei no deserto. Nao sejais, pois, inconsequen-
tes, porscguindo-ir.e porque ailvngo una causa que
dizefs nao ler sectarios. Senhores, se cu tivesse com-
InnaeiTo eoni os meus irmos da America para revo-
lucionaro Brasil, nfioestaria rcduzidoaos meus pro-
prios recursos, o ero vos podericis comprar por
150,000 rs. a um meu confidente; evos nfo poderieis
corromper sos meus irahalhailores de tal modo, que
s posso contar com os que mesflo dedicados por a-
niizade pessoal. ou por a mi 7* de ios principios, e que
nunca podareis demover do sen proposito.
Senhores, para quo tanta porfiis O que nos que-
remos lie justica, be quo se nos garanta ao menos o
oven-icio dos nossos direitns na tu raes, qirtj vos nao
queris que exercitemos. Veis queris que os repu-
blicanos sejam ilotes, c que nunca sniain das for-
nalhase das caldeiras do inferno de Dante: vos que-
ris que olios crfi'am, ou se submeltam a esse riirei-
to especial, que faz. um lioniom scnlior de nina na-
eflo, cuja pode legar em testamento aseusfllhos, a
seus descendentes por toda eternidado ; o ao menor
signal de duvida gritis logo:lie inimigo do Impe-
rador, calumnia-o proclama o aniqiilainenlo da
mOnarcbio, quer a desordero, est sequioso de san-
EUO, e sobre ludo quer turrar as agaatpara pescar.
Declaro una vez por todas, que he principio, que he
mxima republicana, -- os principios sito ludo, os lio-
meus pouco, -- S temos para os homen-s sentimentos
fratemaos, toda a uossa luta'he contra os principios]
especiaos, que se nuorem fazer valer a todo o transe;
nao temos odio a liomem nnlium; luamos com el-
110 intuito somonte mal a seus scniolliantos, a seus iguaos.
Senhores, S. M. o Imperador he novo, o vos sa-
bis, que, na idade em que esta, nao pode ler aqui I-
OMITI m PEFI\(lBDflO.
e hcarei tranquillo, porque o acto tyranno sollo quo entre nos o povo se chama juizo prudencial;
injuria ao que o pralica: embors a amosca de urna
condemnacffo ordenada, sempre responder! aos de-
putados desta provinciaoquo poder. .vio posso ver
impassivel que se prevalecam do sua immunidade
para atacar-me daallo da tribuna dos legisladores.
-Vio ho novo que da tribuna judieiaria se responda
a tribuna legislativa: ha pouco um honrado advo-
gadona corte deu rosposta aoquo o Sr. ministro da
fazenda dissera no senado coima os jurados; o que
fui notado pelos jornaes da capital do imperio, tra-
go isto, para que se nao diga lICSta casa, cine OU s
Vivo de innovacocs.
Senhores jurados, nao obslantedizer odeputado
I i bao, queeu sou um perturbador da provincia,
pens que son muito e muito ordeiro. Ja se vio na
analyse do artigo aecusado O iuteresse que tomei pe-
la ordem a Iranquillidade da provincia, fazendo ins-
tancias pela viuda de un presidente, que nao viesse
capitanear laceos, quo fosse liomem de rcconheci-
da prudencia, de espirito de inlcira rcclidio; mas
be a isto que essedoputado chama anarchia, porque
cm verdade com a justica nesta trra nunca podera
elledomina-la, submetle-la o escravisa-la. lie novo
que so anarchisc querende aconciliacSo do um po-
vo, o sacrificio de paixoes Imitaos, a sua unidade,
he novo que seanarebise proelamando-se lodosos
ias couira essa praga do facetas, que nos hilo do
ahysmar, se contiuuaroin a ser commandadas pelo
governo, com grave damno da prosperidade do Bra-
sil edesle Pernambuco. Quero agora responder por
inda a redaccffo do Nazareno, para protestar que
nunca publicou elle um voto desaligue, c que ludo
quanto se diz a este respeilo lio atrocissima ca-
lumnia.
Senhores, se os republicanos de Pernambuco nao
tossein extremamente amigos daordem eda paz, se
rossem emperrados, nunca hrigariam para que se
trouxessem as cousas da BCtualidadO ao ponto mo-
ral de quo carecem os imperios para asna estabili-
dade. Todossabom que para derribar a monarchia
o mel maisprompto he a corro pello, de modo que
lio um axioma para nos os republicanos,que- quan
lo pcwr, nulhor, Sim, qnanlo mais desordena pro-
moverdes com voseas iniquidades, maisdepressa o
mal se generalizan.....ais depressa o povo pensara
mu, quanto mais corrupto l'or o governo, tanto mais
a mi mora I idade lavrar pelo paiz, e tanto mais pr-
ximo oslara o din da redompeo.
-Sou anarcliista?
Ilouveo sote de abril do 1831, estava en' na corle,
represente! um papel nosse drama : o fundador do
imperio, aterrado eom o pronunciamento popular,
lugio, e sepoz sob a proteceflo do governo inglez,
na nao Warspil o rugi a meia-noile : conduzio
ComSIgO a sua lilha, asenhora I), Maria da Gloria :
os utios lilhos, a salier : -- a senliora I). Paula que
jaz com Dos), a senliora D. Januaria, o senliora 1)
francisca, e o Scnhor D. Pedro de Alcntara, actu-
almente nosso Imperador, foram abandona.los nos
pacos dcSan-Chrislovao. Iininc.diatamcnte o povo
soube dcste abandono c corren t San-Cnrigtovito
as innocentes crealurs esta va m $ii; a corte, os
fidalgos, os marquezos, os condes, osbarOos, esses
liomens todos de conloes e chaves, nao se .sabia dol-
as. E oque fez o povo, o que (izeram os republica-
nos.- Toniaram em seus bracos os meninos principes
0 dissera m: Sao nossos filhos, cuidemos delles, p que
opai Io barburamenle os abandona, L foram assim
tratados os augustos infantes.
Pela manliaa leuiiirain-se os priheipaes revolu-
cionarios no quartel-general no Campo-dc-Sanl'An-
na, que depois se cbaiiiou Campo-da-Honra j (mas
que boje vollou ao primitivo, para que so risque da
nienioi ia nacional esse dia soberano ; c como se nao
linha inda sabido minha opinilo respeilo a abdica-
cao, ludo se cmpenbou, para que cu assislisse a con-
ciencia, e ah se insiou para que nao lovassemos a-
lem i.osso ti-ahalho, para que se uo dissesse que a
nossa revolu;ilo fora incruenta. Keucedl. Mas boje
son urna nullidade, um avenluieiro, um pescador as
aijoas lurvas.
Inda fez mais o doputado Urbano. Eu tei.ho alli-
anca com potencias americanas para anarehisar o
paiz.l'oiscu.' eu que nada valho .' pobre.' ignoran-
te J eabandonado de todo o mundo lia delirio e
grande delirio na mente desse pobre liomem, que lia
tanto sonlia com grandezas e pastas
Muito reColhido vivo eu, e niio procuro ostentar-
me como cousa do mnimo valor. Donde
o conhcciinenio
) viria, puis,
,o A,,. l0 ,!e "'"" u 0888 potenciaseatragoi:
las Pn.J m-.T'fles nirmrte8 entre m e
lot au l,ram ohomees desta'actual
S I^S^^S'i:-'--: ..-.mos.su,, senhores, ja mo falla olae,
O alto coHoeado' pelos *gSA V^lfft^SUA ESP -Sfia
ha ile chegar o dia em que o .'aulle. pori|iie he lio-
mem ; oquando fr-esse lempo, elle conheccra os
perlidos que o cercan), 6 que a cusa de indignas ba-
julaeos o querem levar ao paradeiro a que conduzi-
ram sen augusto pai, que linha mais liclo do mundo
e mais idade. S. M. por loica dcsle clima, por lOI'Qa
deste solo onde a reprodcelo lie lile prompla e tfio
vigorosa, onde aronovacio da nalureza he quasi
continua, ha do neccssariamcnle ser influenciado
por essa alma, queconduza America a urna reorga-
pisacilo social, inlcira e completa, na qual o povo so-
ja povo, e njo um loto de bostas ; onde, senhores,
nilo baja urna elasse privilegiada o exclusiva para
governar, e por lodo osompro, as gerac,Oes que se
poderem succeder de boje le a COIlSUmuiacflO dos
seeulos; onde linalinenle, senhores, os tres elemen-
tos creadores se comhinem regularmente para o mes-
molm : fallo da nlel/igencia, do capital e do tra-
ba/ho.
Oh nao me hei de revollar contra nina aclualida-
de, que por toda a parle s cria violjinas .' Nflome
hei de compungir de ver a miseria, que lavra na so-
cieda.le! Hei de ler rorac.no para ver os'meus ir-
mlos eslorcerem-se de fome sem ao menos dispen-
sar-Ibes um lamento! Hei de ver tranquillo esta so-
ciedade dividida em grupos, todos nimigos, lodos
ferozes, e s creando victimas por toda a parte, em
daino da commiiulio Hei dever, soni conlrislar-
me, este governo lyr pria lamente o Sr. Paula e Souzn, deixar o valho de-
crepito sem o animo do sen lilbo, que o alimentava,
eonsolava na sua vellnce, somonte porque nao
quiz. subscrever a ordoni do governo para ta/.er um
deputado do ni! amulhr sem o marido, (pie a
amava com amor tao santo conio aquello com que
Christo amou a sua igroja,que a sustentava.e guarda-
va sua honra a lilha ou n til lio seiu o pai que os
amparava a orph3a desvolide' sem o irmSo, nico
ai rimo que a pivservava da corrupeno I a viuva
abandonada sem o amparo do lillio nico que Ihe
dora a Providencia para protege-la! Hei de ver o
norte lodo abandonado ecoberto de trapos, emquan-
io toda sua riqueza vai alimentar a corrupto da
coi te, e calar-me !
Sim! ho porque o Kaiareno diz ao povo a verda-
de, que deve inonor, e sen redactor desapparecer da
face da ierra Podorei desapparecer, senhores, por-
que cu nao hei de ser eterno; Heos ja marcou O ter-
mo dos meus das, ja os conloo :' mas opai/. nao
morro, o nelle as geracoes se succedom, c uo ha de
moirer nocoiaco dasgeraces o amor da libenlade,
porque ola libenlade esla ja vigorosa com o sangue
de seus martyres, derramado pela mSo dos tyrannos
coi ados, e a pron.essa do Todo-Poderoso se ha de
cumprir. Eesta verdade esta provada do multo lem-
po, que se den pina o gailguc brasileiro ; taz. 8*7 an-
uos, uno om nomo da realeza se assassinam aos nos-
sos paiuoios, prenles oainigos, porque defendema
causa da libenlade ; mas ella se ha conservado sem-
pre como um legado do co, e tein paseado de gera-
clio em gera^o; he verdade arraigada no coraclo do
Brasileiro, e que cada vez se vai enraizando com
maior loica, quanl.....oior he a lyrannia de que so-
mos victimas. A experiencia de todos os dias j vos
dovia ter amestrado.
Porlanto, -senhores, se me condeinnanles por esta
aecusaeflo, sem quo eu seja a lace da lei o responsa-
vol; se assim, oreados, me arrancardes doseide
minha familia, de minha patria, para metteres-me
em urna niasmorra por um tacto que uo he crimi-
noso ante as leis do paiz, somonte porque sou fran-
co, o combato lealiueiile esla luceo que ahonda o
paiz; neiu porisso a libenlade da imprensa ha de
acabar pin l'ernanibueo, neiu por isso 0 kaiareno ha
de niorror. Confio na bondade de Dos, que me faci-
litara no-ios para dar ao Nanrmo una lypographia ;
eos meus amigos, quando contra mii pnrliqueis
una violencia maior, eslao aulonsados.para prose-
guireni na rcdaC(&o desle mesmo \azareno, cujo n'o-
meso vos faz tanto tremer. O Nazareno nao ha de
morrer, cram-no aquellos que tilo prfidamente se
constitueni meus gratuitos inimigus, smenle por-
que conservo o deposito puro o sagrado desses prin-
cipios, quo el les meamos honiem professaram com-
migo, e que boje abjura ni por mesquinha conveni-
cia. .No tallo com a-faccao que actualmente gover-
Oa esta provincia, porque ella nao tem principios,
e porque seus chiles sao muiloubjectos para cum-
io ehcndeieui a iuipoitancia dus novos principios so-
ciacs. Confio, senhores, em que serei habilitado ;
porqueidiz O Cntico dot Cnticos, que Dos depoz os
poderosos do seuassento para exaltar-os humil-
.des: UtposuU potentes desede, el exullucit humilee.
toncluamos isto, senhores, ja me falla o laento,
da causa
advogo. (Concluir-se-/ia). I
nECIPZ. 2 DS AGOSTO DE 1847.
Presentearam-nos com um dos exeniplarcsdo Ho-
L'lim Offwial do Porto, que, sob o n. H, fora publica-
do aos 17 de julho prximo passado. O sen conlci-
do nos habilita a dizcralguma cousa acerca do rei-
no de Portugal.
Segundo colliglmos deum dos artigos da redac-
cRo desse peridico, os representantes das potencias
que concorreram para a concluslo da guerra civil
que tantas e tifo preciosas vidas custou aos Portuguc-
zes, esforcavam-se por conservar sob sua tutela o
governo de S. M. Fidelsima ; mas a nacilo pronun-
ciava-secono iimshomem contra e8sa audaciosa
pretendo, ebavia esperanzas de que rain ha eo
gabinete a acompanhariam em tao louvavel pronun-
ciamento.
As linhas do Porto cstavam sendo desartilladas. A
aililharia devia ir para Lisboa, afim de ser deposita-
la aosarsenaes dessa capital.
Km dias do precitado mez dissolvra-se a junta go-
vornatva doAlgarvo; ecm seguida desarmara as
forcea populares.
lam entrar no exercicio dos respectivos lugares os
empregados de fazenda, que pelos ltimos aconleci-
inontOS politicos foram forjados a abandona-Ios, e
que por documento legal provassem n.1o se terem
tornado indignos dos seus empregos.
OSr. duque de Saldanha fra recebido em C.uima-
rfles com vivas demonslracfies dejubilo. A co*m-
inisso"encarregada do congralula-lo pela sua che-
gada a esse lugar deu-lhc, entre oulros lilulos, o de
Pacificados.
Recolhra-SO ao seio de sua familia o Sr. conde de
Terena, cujos sentimentos patriticos, c cujos rele-
vantes servic'is muito e muito encarece a gazeta
que mais cima nos referimos.
Conlinuava-sc na busca das armas que os revol-
tosos tingiram no sangue de seus irm.los ; e mo-
dernamente baviam-se adiado em certa ca sa da ra
de San-Miguel 62 espingardas, 353 cantis, 80 baio-
netas, 9 varetas, 82 palronas, 56 bandoloiras, 3i
cintures, IO bainbas, 98 mochilas, 36 capas de
capotes, l caixa militar, 9 cunhetes de plvora, di-
versos macos de cartuchos, ealgutis outros artigos
bellicos.
Km Itarcellos houvera um motim popular om
(uese entoaram vivas a Maria da Fonte ; mas fora
inmediatamenteabafado : e i chegada do adminis-
trador que o governo nomera para esse concelho
achava-se ludo em tilo boa ordem, que o victoria-
ram na entrada.
Olfendido dos insultos que em frente do corpo
Ihe dirigir ocommandaute do batalhao de cafa do-
res n. 3, o administrador interino do concelho de
Penaflel, o Sr, commendador l.uiz Venancio Car-
neiro do Vasconcellos, solicitara a sua demissSo, e
relirra-se para casa na firme disposicao de aban-
donar a vida publica.Cm dos habitantes desse con-
celho, que se assigna Um cultista, estigmatisa c cen-
sura acremente o acto imprudente que dera lugar a
este passo do commendador.
Aracaty; sumaca brasileira Carlota, capit30 j0;0
Antonio da Silva, carga varios gneros. Passagei.
ros, Antonio Francisco Carneiro Monteiro com um
escravo, Manoel Kerreir Tavares com umlllhoo
umescravo, Cosme Antonio do Albuquerque com
um lilbo, um criado e um escravo, Bernardina j0.
s da Rocha com um lillio e um escravo, e Joa-
quim da Costa com um escravo. 3
l'almouth ; paqueto inglez Sea-Gull, commandauc
Dickens.
cchiiiirocs.
O arsenal de guerra compra duzenlas vassou-
ras do timb: quom dito genero quizer fornecer
mandar sua proposta om carta fechada a directora
do mesmo arsenal, at o dia 26 do corrento mez.
Arsenal de giierr, -?i do agosto de <8i7.
Joo Ricardo dm Silva,
Amanuense.
Acabam de nos informar que o joven Francisco Jo-
sMarlns, estudante do 3.' anuo da academia ju-
rdica de 01 inda, fallecer hojo noasa cidade, victi-
ma do ttanos de que lora acommeltido poucos mo-
mentos depois de baver recebido urna bcngalada que
Ihe descarrogra sobre atesta um de seus collegas,
que, dias antes, linha sido estrondosamento cacoado
porelle!.. Deploramos profundamente este tilo des-
agradavel acontecimeulo : o fazemos votos aos cos,
para que seja elle o nico dessegc'ncro entre mocida-
dc lao esperanzosa, quanto o he, quasi na sua tuto 11-
dade, a que de presente frequenta as diversas aulas
ila mencionada academia.
C- 1
Airanuegu.
llK.Mil.MKM'O DO DIA 24........... 1:028,901
Hescarrega hoje, 25.
barca --Esthcr-Ann carv.to.
IMPORTACA'.
Junigkeit; brigue kniphausiano, vindo de Now-
i'ort, entrado no correnle mez, consignado a I.cnoir
Puget & C, manifestou o seguinte :
185 toneladas de carvilo de pedia ; a ordem.
Coiisulatl.
RENDIUENTO 1)0 DIA 24.
Geral.........................1:047,799
Diversas provincias............... 18,993
1:066,792
Cadeira vaga de primeiras Ultras.
A de Caruar, cujo concurso lera lugar no dia 9
de setembro prximo futuro.
hteravo apprehendido pela policio.
Jos que diz pertencra ao finado padre Antonio
Manoel, que morara no Ico. Acha-so na cadeia'de
Nazareth, o ser entregue pela subdelegacia do |.
dislricto deTracunhem, vista de ttulos legos.
Objecto apprehendido. pela policio.
Um garfo, para o qual certa preta procurava com-
prador. Enlrcgar-se-ha, na subdelegacia de San-
to-Antonio, a quem qur quo for seu dono.
THEATKO PUBLICO.
DOMINGO, 29 DOCORRENTE,
se representa a beneficio de um particular urna in-
signe pe^a nova denominada
AMOR B VINGANf\,
ou
A assassitia Musir.
Dividida em tres actos e cinco quadros.
Perionagem.
Wladslau, re de Polonia.
SrceT I d r*
Amelia, duqueza de l.ethuania.
Stanislava, duqueza da l'omerania.
Arrigo, prmeiro ministro.
V'aldouiar, senlior de Cracovia.
Venancio, ofllcial-maior.
Andr, capititode ladrOes.
Sciotle, assas.sino.
Toldo, criado do Casimiro.
Cacadores reaes.
Soldados.
Salteadores.
He sem duvida esto drama um dos que mais agra-
daran ao respeitavol publico, uo so pelo seu en-
redo como pelas secnas jocosas de que he entrela-
zado. Km dos intervallos, o Sr. Santa Roza canta 1 a
urna das melhores arias jocosas. Rematar o espoc-
laculocom a muito jocosa fare,a intitulada
A FALSA VOCACAO,
ou
0 lente casamenteiro.
Principiar as horas docostume.
Publeac5es Literarias.
HISTORIA DE PORTUGAL
POR
Mexandre flerculano.
Os senhores assignautes queiram mandar buscar
ra da Cruz, casa n. 7, segundo andar, o segundo vo-
lume desta interessante obra, cujo prc^o he o mes-
mo quo do primeiro (3,000 res).
ftl(iiijeulu Navios entrados no ilia-Ji.
Rio-de-Janeiro ; 17 das, escuna de guerra brasilei-
ra Ouaiaba, commamhmte o primeiro lente
Francisco Jos do Anunal. Segu para os portos
do norte, levando a seu bordo 4 soldados presos.
I'orlo ; 35 dias, brigue portuguez .Varia-felis, de 166
toneladas, capilo#Lourenco Fernandes do Carmo,
cquipagem 15, carga vinbo, albos, ceblas, rerra-
gens e mais gneros do paiz; a Antonio Joaquim
de Soiiza Ribeiro. Passageiros, Antonio Pereira
da Silvfy Joaquim Francisco dos Santos, Joaquim
Mondes, Manoel da Silva Machado Lobo, Antonio
Jos Ribeiro Prata, Antonio Jos Ribeiro Carneiro,
Jos Antonio Lopes, Seralim Antonio Martius, Jos
Carduzo da Silva e Joo Manoel Goncalves.
Macci ; 20 horas, brigue de guerra brasileiro 6'o/to-
pc, comniandante o capitito-lenenle^liziario An-
tonio dos Santos. Conduz 6 pracas do sexto ba-
talhao.
Navio sahidos no mesmo dia.
Londres ; barca ingloza Pauline-Honghlon, capito
William Molilas, carga assuear e Ida.
PORTUGAL.
RecordacSe s do anno de 1842, pelo principe Lichnonsky,
trudu-.ii/o do allemo, segunda edieo correcta 1 an-
no tada .
O consumo rpido da primeira edicJJo, e a sua
procura por muitas pessoas que icaram sem ella ,
induzio o traductor reimpressilo d'esta obra cu-
riosa, que conten a apreciado dos caracteres mais
nolaveis do paiz, dosseus acontec montos politi-
cos monumentos e lugares priucipacs feita por
esse principe prussiano, que all viajou no anno
citado. Ksta interessante obra, que conten 220 pa-
ginas vonde-se por 1,000 rs., na ra da Cruz n.
7, segundo andar.
Aos pas de familia, capiteles de na-vios,
fazendeiros e a todos em geral.
Orgaiion c'e Ilal
cocu das ilonti inn.s I
ineniaiui, ou exposi-
lonia'opalhicas, 1 vo-
Iiiiik s ppqut.'iios.
Manual de navio c mentares da liomneopatla, contendo a
accao dos 24 principaes medicamentos
liomaeopa thicos, 1 volume pequeo.
Vende-se por preco commodp, no se-
gundo andar da casa n. j.: da ra da
Cruz
._
Vises 111a v\\ i inos.
Para a Haba saldr com luevidade o veleiro pa-
lacUo Doui-Amigos (juem no mesmo qizer carre-
gar pode entender-se com os consignatarios ,Amo-
1 iin Irmos, na ra da Cadeia, n. 45.
Para o Aracaty pretende sabir at 7 do vindou-
ro, com a carga que livor a bordo, o brigue-e.scuna
IIenligela, meslio Jos Joaquim Alves da Silva:
quein nelle pretender carregar ou ir de passagem,
se entender com o mesmo mestre no Trapicfie-No-
vo, ounaruu da Cudeia-Velha, n. 19, segundo an-,
dar.


-


Leu o.
Richard Boyle far leililo, por intervcng!lo do
rftor Oliveira, de grande sortimento de fazendas
Cnteias todas proprias do mercado : liojo, 25 do
Lnte' as 10 horas da nianhna.no scu armazem,
COrdaAlfandega-Velha.
rua
Avisos diversos
__O Sr. Francisco Jos da Silva Pereira, profes-
ar do nrimeiras leltras de Santo-Amaro-JaboatHo,
nucir dirigir-so a rua do C.ahug, loja n. 6 a tra-
tar de negocio.
__Pcreir & ruedes lembram ao Sr. Faria, ex-
alferes do corpo de polica, a resposta da carta que
Ihe entrena*'" ., '"
__OSr. Joaquim JosCarneiro Monteiro tem u-
ma carta na rua do Cabug, loja do Pereira & Gue-
des*
__O abaixo assignado faz sciente a todos os sous
oredores, assim como aos devedores venda sita na
rua do l.ivramento, n. 30, em que era socio com
Antonio Jos Arantes, que elle tem apartado a socie-
dad, na data de hoje, 21 do corrento agosto, com
oditoestincto socio, Picando o annunciante-obri-
eado, no apartamento, a pagar a lodos os credores,
que esliverom a dever at aquella dala ; assim como
rom o dircito do cobrar le todos os devedores que
estiverom a dever mesma extincla sociedade
J os Luiz de tirito,
o abaixo assignado, tomado de admirado, vio
em o Diario de Pernamhuco n. 189, um annuncio de
sua cunhada, Joanna francisca de Mono/es, no qual
di/, ella que o aun uncanle Ihe he devedor de. urna
certa quantia (cuja nBo declara), e que sem o an-
nunciante levar em conta dita quantia n!io sera
embolsado do restante de urna lettra, que a mesma
ilicaceitou. Pois bem, o annuncianlo declara a esta
sc.ihora, que em breve tem de cobrar, nlo s o res-
tante daquella lettra, como tanibem os premios que
oseu dinheiro venceu e vencor at que seja em-
bolcado o annunciante; e entilo desojar (como se
Ihe proinctle; que Ihe apresenlem estes dbitos que
dizem existir.
Manoel Jos Carneiro.
Os legtimos filhosdo fallecido Manoel Gongal-
ves Rodrigues, irmiio germano do fallecido Francis-
co Gongalves Rodrigues, previnom ao respetavel pu-
blico, que o Sr. Jos Romflo Muniz na"o he herdero
abintestado do dito fallecido Francisco Gongalves
Rodrigues, cujo testamento acaba do ser julgado
millo no integerrimoo Iluminado tribunal da rela-
jo; porque o Sr. Jos Romao Muniz he filho leg-
timo da fallecida 1). Jeronyma Joaquina de Santa
Ilusa e doSr. Jos Rento Muniz, e a dita I). Jerony-
ma mili do Sr. Jos Romao, posto que era tambem ti-
lda legitima do fallecido Manoel Gongalves, falleceu
em 21 de maio de 1838, muito antes que fallecesse o
dito Francisco Gongalves Rodrigues; c a successilo
collateral cabe em primeiro grao aos irmflos, o i-
Ihosdos innilos: ora, irmios do fallecido Francisco
Gongalves Rodrigues eram o dito fallecido Manoel
Gongalves Rodrigues, pa dos annunciantes, e o fal-
lecido* Joo Gongalves Muniz que no deixou suceos-
so, e o Sr. Jos Romlo ho neto do lito pai dos au-
iiunrianles, o sobredito Manoel Gongalves Rodri-
gues; e lo he filho de irmSa, o. por isso Qca alero do
segundo grao na ordem da suecesso, e no tem le-
gitima alguma a receber; sendo por esta rasfio, que
so adverte que ningueui fuga negocio, nem de di-
nheiro ao dito Sr. Jos Romao Muniz, a respeito da
dita heranga.
--Quem annunciou querer 300,000 rs. a juros,
sobre bypotheca em urna casa, dirija-so a ruada
Concordia n. 3, que se dir quem da.
Aluga-se urna pardaescrav, com muitobom
lcite : na rua da* l.arangeiras, u. 18.
Deseja-se fallar ao Sr. padre Francisco Das de
Oliveira a negocio de scu interesse : na rua da Ca-
deia n. 4, casa de Manoel da Silva Santos ; ou an-
nuncio sua morada para ser procurado.
A pessoa que annunciou querer um melbodo de
Ha uta, por Vienne, dirija-se a rua do Qucimado ,
n. 17.
-- Aluga-se, por preg commodo, una parda para
o servigo de urna casa a qual cozinha ptimamen-
te lava, engomina, he nmilo liel e nSO tem
vicio : prefete-secasa estrangeira : quem a preten-
der dirija-se a rua Velha, n. 26.
--Quem tiver um sitio para alugar e que tenha
commodos para ter vaccas annuncio, ou -dirija-se
ao largo do Tergo sobrado do um andar, n. II
-- Da-se dinheiro a gremio em pequeas quan'ias,
sobre penhores de ouro, ou prata : na rua .Direita,
n. 78 doposito do assucar.
Antonio Jos Das Braga, nild* podendo, pola
presteza do sua viagom para o Rio-de-Janeiro des-
pedir-se pessoalmente de todos os seus amigos lo-
ma a liberdade de o fazer por meio da imprensa ;
penhorado em suas extremo pelas aitcngoes.offereco
seu prestimo naquella corto, e penetrado de sau-
dades Ihcs deixa sinceros adcoses.
Antonio Jos Dias Braga subdito portuguoz ,
retira-se para o Rio-de-Janeiro.
Thomaz Raptista Duarle retira-sc para fra do
imperio.
Antonio Jos de Souza Guimarics retra-se pa-
ra fra do imperio.
-- Jiilo Pinto de Lemos embarca para o Rio-de-Ja-
nero a sua escrava Felicianna do nagSo.
- J. J. Comes embarca para o Rio-de-Janciro o
escravo Miguel.
OSr. Joaquim Francisco de Araujo Guimarites
tem urna carta vinda da Babia em casa de J. i.
Tasso Jnior. "
-- o doutor Antonio do Souza Gime I.ima vai ao
Rio-dc-Janeir, eleva om sua companhia seu es-
cravo crioulo, denome Silvestre.
Quem precisar de um escravo para servente,
dirija-se a praga da Independencia loja n. 3.
Na noito de 22 para 23 do crrente, desappa-
receram do porto da serrara da rua da Cadeia de S.-
Anlonio, n. 13, duas travs de sicupira, com qua-
renta palmos de comprimento e oilo pollegadns em
quadro : quem das mesmas souber, ou der noticia
exacta ser generosamente gratificado.
Caumont, donrador, na
rua Nova n. 5'2 fabrica le
candiciros de gaz c outros, doura, prata e hroiizea
ediffereiites cores todos os melaes.sejam ile igreja,
militares, ou particulares; concorta e torna a por de
novo todos os objeclos do metal; pc os candieiros
doazeiteproniptos para gaz; troca e compra loilas as
qualidades de bronze, por prego rasoavel.
Fabrica de machinas e fund-
9ao de ferro na rua
Bmm, no Recife.
do
Retrates coloridos de daguer-
reotyp>.
Garlos D. Fredricks tem a honra de annunciar ao
respeitavel publico,que. estando breve a seguir yia-
gem para a corle desle imperio com os ltimos dcs-
cobrimeutos desta famosa arte, s se peder de-
morar nesta cidade por um curto espago de lempo :
e por isso roga a todas as pessoas e particularmen-
te as familias que eslao para relirar-se da cidade,
aproveilem-se desta bella occas.fio para tirarem
os seus retratos de urna maneira a niais perfeila que
se ha visto. ,. ., .
O artista, para que o publico conhega o mrito .le
seus trabalbos.s pode dizer que na cidade do Mara-
nhao ( de onde se retirara ha 3 mezes i lirou mais de
tres mil retratos.
Retralo3 copiados c tambem se tiram retratos pa -
ra medalhas o alliuetes. Trabalha-se com a mesma
facildade com sol ou sem elle das nhfla as duas da tarde.
As pessoas que quizerem poden ir examinaros
retalos que sempre tem jumostra em sua casa,
na rua da Cadcia-Nova, n. 26.
Laurenc Puge, marceneiro
de Paris,
tem a honra do avisar ao respeitavel publico, que
eslabeleceu-se na casa que foi do fallecido Coelho ,
na iua Nova, n. 45. Elle tem um bonito sortimen-
to dnsophs marquezas de Jacaranda, angico e
pod'oleo; mesas redondas e bancas para sala da
mesma madeira ; mesas quadradas ; camas grandes
doangico; dkas de vento ; cadeiras : Judo por pre-
ro muito diminuto. Concerta mobilias antigs e
h, tambem novas ao mais moderno goslo de faris.
Na mesma casa precisa-se de 4 bons olliciacs de ma-
rceneiro. .
-Moje tom de so arrematar urna casa teiioa,
avahada em 60? i s. por c*ect!8a do coronel Ma-
noel Gavalcanti de Alhuquerquo Mello, esc inmo I e-
go.em torras do engenho (liquia : os licilanles
comparecen na praga do juizodo civel da segunda
ra na rua estrella do Hozario.
McCallum& Companhia, engenheiros maclunis-
tas e fundidores de ferro, mu respetosamente an-
nunciam aosSrs-. proprietarios de engenhos fazen-
deiros, negociantes, fabricantes e ao respeitavel
publico, que o seu estabelecimento de ferro, mo-
vido por machina de vapor.se acha em ellectivo
exercicio, e completamente montado com appare-
Ihos de primeira qualidade para a perfeila confoc-
gao das maiores pegas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer obras da
sua arte Me Callum & Companhia desejam mais
particularmente chamar a attengao publica para as
segumtes por seren ellas da maior extracgHo nesta
provincia, as quacs construidas na sua fabrica po-
dem competircom as fabricadascm paz eslrangei-
ro tanto em prego como na qualidade das malcras
drimas e mio d obra, a saber:
Machinas de vapor.
Moendas de caimas para engenhos movidas a va-
por, por agoa, ou aniiiaes.
Rodas d'agoa e sen-arias.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzese chumaceiras.
Cavilhes c parafusos ds todos os taannos.
Taixas, crivos c boceas de fornalha.
Moinhos de mandioca .movidos a mo ou por ani-
maos e prensas para a dita.
Fogoes e foi nos para cozinha.
Canos de ferro, (orneiras de reno e bronzo.
Bombas para cacimbas e de repuxo.
Guindastes guinchse macacos.
Prensas hydraulicas c de parauso.
Ferragons para navios, carros, obras puhlica.s, tic
Columnas, varaudas e grades.
Prensas de copiar cartas e de sellar.
Camas de ferro, etc. ,.,,, A.
Al^ro da perfeigo das suas obras, Me Callu n Companhia garantem a mais exacta confornudade
com os moldes e desenhos renieltidos pelos Srs. que
sodignaremde fazcr-lhes eiicommendas; aprovei-
tan.lo a oecasio para agradecer aos seus benvolo,
amigos e freguezes a preferencia com que teem si-
do por ellos Honrados, c asseguiar-lhes que nao
pouparOo esforgos nem diligencias para conlinua-
rem a merecer a sua conlianga.
Precisa-se de um menino portuguoz,do lita 14
anuos, para venda, o queda mesma tenha pitica :
na rua da Aurora, n. 48. ... i
Osilio que apparece aiinunciado a veiuin, no
Diario de 19 do concillo, por Antonio Baplista Cle-
mente, ao ciliar da Capunga, se acha hypolliecado
por escriiilura de 17de margo .lo 1843; poitanto el-
le o nfio pode vender. F. para que se nao chaniein a
icuorancia, fago a presente declaragao.
Antonio Manoel de Maraes da lesqwta hmenie/.
radines, cutileiio amo-
lador.
LOT" RA DOTHEATRO.
No da 27 do corronte mez andam imprrtorivcl-
mente as rodas desta lotera, visto que ho do espe-
rar que para esse dia muito poneos ou nciihfins bi-
Ihetes restem por vender. Em eonsequenfia do que,
o respectivo thosourero aflirma niivamenle que,
anda licando alguns bilhetes em nequeno numero ,
as rodas da lotera nao dciXarSo de ter andamento.
Concurram, portanlo, os que anda nao leom bilhetes
a se provorem delles emquanlo he tompo tendo
em vista o plano que offereoo muito boris premios.
O distribuidor desto Diario na cidade do 01 in-
da faz publico que ello se encarrega da entrega de
cartas, papis o pequeas cncommendas para a mes-
ma cidade, mediante una pequea gratiQcacBo, a-
lem das cartas sercm franqueadas; mcumbe-se de
tirar provisOes para oratorio, conlissto c qualqucr
olras; de obter despachos das autoridades da mesma
cidade.e tirar certidOcs do qualqucr repartieflo ; a>?-
sim como deconduzir papis deiiiiportancia : elle
partir todos os dias das 0 as 7 horas da manhfa.e no
ifia seguintc s mesmas horas dar solugao do que
Iho for encarregado.As pessoas, que se quizerem uli-
isar de seu prestimo, drijam-se, no Recife a praga
da Independencia, livraria ns. ti e 8. a quahiuer hora
do dia, e em Olinda, na sua residencia, rua do Am-
paro.
Furtaram, no dis 23 do corrento do annazeni
n. 2, da rua da Cruz um mago com ponen mais de
nina groza de colheres do latSo polido estando es-
tas (ini pouco avariadas. Roga-se a que.m forem olle-
recidas, quo as apprehenda ou mande prender o
vendedor das mesmas quo no dito armazem se
gratificar. .
-- Itesappareceu, no dia 17 do conen'.e, do sitio do
Sr. Goorge Kenworthy em San-Jose. doManguinhO,
um cachorro inlez, preto, da raga galgo, que lie lino
do corpo e tem as peinas, loeinho e rabo compndos:
roga-se. portanlo, a quem delle souber o favor de
entrega-lo no dito sitio, ou na rua da Cruz do Reci-
fe, casa n. 2, que sera muito bom recompensado.
odiiina de cncadernatao que o padre F. C. de
Unios e Silva dhije na rua de S.-F.ranclJCO, nu-
tigamenie Mundu-Nuvo, n 00. aona-c prvida
le todo enecewarlo para o bom desempenno w
qualqucr obra de encadernacio.por mais rica que seja :
assim COnio tem e apronipia quaesquer emblemas ap-
propriados as mesmas obras.
$..*>*?>>*fl><>^# ^'?<****
*i i i"
Ao animado que se tem publica-
do em os ns. i 83, iB4 e >85 desle
Diario, com as inieiacs J. r. M. (1-,
lora resDonder o Sr. fi. A. M.
Vende-se o sitio
com mais de mcia legoa de le ras
denominado-P.^"^0^
muito proprio

linho-de-Baixo quo .liv.de eom o rio
Ierras muito proprias pata mar o soltar pw>
toren. boas encostas de sorras e f^J^J.
ja agoa nunca seccou nem mesmo na rigorosa^aqp
ea : tudopor prego eominodo : tambem ao trocam
por rasas nesta ,raga : a tratar rom Jos Antonio
d MagalhQes Basto. m,.\ta
Ven fina, para leo^s He mo de scahoi
peitos de camisa.
3,ooo rs. a vara :
ja de Pereira & Guedes.
A Menea o.
Na rua do Crespo, loja n. lt,
clt; fos Joaquim da Silva
llava.
mo
lo diminuta |>rero
ia na d Calinga,
de
lo-
i- Lun ii
A
I
|
I
so poilera respoi
O Jnlropophago.
vendem-s'e chapeos de seda para cabegas de senhoia,
os mais rieos.o mais modernos queteeni vmdoa esta
praea; assim como se vendem chapeos de seda cae
nalllilha para meninadodousa l anuos; tonca, pa-
la mancas, de n.nto lindos goalos. ludo cl.egado
deFranga pelo ultimo navio, e por muito commodo
'"'--'a padaiia de urna so porta com a tiente para
ama do Sebo, na praga da S.-Cru/, continua a lera
venda alm doexcelente pilo tudoo maiaque ho
proprio lestes esUbolecimeiitos, bem como : n boa
bolacl.inlia da^oa esal, farad, nlia, de S4 a mnisom
libra edoee do mesmo lanunho ludo da mellioi
farinha que ha no morcado, e sem mistura que se-
ja nociva aqualquer oslado.
Na loja da rua do Cabug, de
Francisco 'Joaquina lluart*,
ha muito acredilada em botos de todas as modas
modernamente tem receido, pelo ultimo navio do
i*#c*$Mi<$*eooeoo90$s
Precisa-se de 300,000 rs. a premio e da-se por
garanta urna boa proprledade : quem quizer dar
annuncio .,
Quero precisar de um Imnicm pcileito aniassa-
dor de pao dirija-se a rua da Senzalla-Nova, n. to,
primeiro andar das 9 horas em diante.
__Furtaram da rua do Queimado, daescadado
Manuel Ignacio de Oliveira l.obo, na noite do dia 20
do rorrete, as 8 horas, um taixo grande de cobre
tem o fundo concertado ; a pessoa a
e que por sign
quem Mr olfereeioo, quena luuim, -i";- i".....
pesas que hoiivereni, responder e Ihe hcaraagrade-
cido o mesmo Sr. cima.
__Constando ao abaixo assignado, que Jos Pes-
soa, morador no lugar denominado-Alagoa-dO-
Carro-, pretende vender a engenlioca que possue
no mesmo lugar, declara que elle 0 nao pode lazer
por Ihe estar ella hvpolhecada com todas as suas
letras e aceessorios de fazer BSSUCar, por eseiipluia
lavradana comarca do Nazaroth, a cujo termo per-
lence. K para que so-nao chame a Ignorancia, laco
a presento declaragao, visto ser millo qualqucr ne-
gocio que nao fr por consent mani do abaixo as-
Antonio Manoel de Mora da Metquita Pimtnttl.
ras.
nas
com
Jos a
avisa ao respeitavel publico desta cidade, que se
acha cstabelecido na rua do Cabuga n. 18, onde
sempre estar promplo para fazer qualquer lena-
nieuta ou instrumento de Cirurgia tiinchaiitcs o
outros: tambem concerla espingardas, lazlreos
para cavallos, esporas do todas as modas e ludo o
mais que for coiicernente ao seu ollicio. Amla
tercas, quintas e salibados.
_-Aluga-se una inorada de casa terrea
duas portas e duas janellas na frente na rua do 8e-
vroudal!nino, com sullicienles &<*"****
cCda familia sala forrada e assoal ; mu^
graude sala de jantar, cozinha fora casa para e
U,s, estribara quintal bastante grande todo mu-
rado e com cacimba : a tratar na. loja de Jo*.. Go-
mes I cal na rua da Cadeia do Recite.
-- Dafrntl da venda doSr. Joaquim I'ranc.sco de
Alem noKorte-do-Mattos, casa nova sem nume-
ro precisa-se de uina pessoa para um deposito e
de oulia para vender pilo com um pelo.,
_ Raymundo Pinto do Abreu vai para o serillo tra-
tar do sua sado e por isso vende a sua venda da
rua da Praa n. 46 a dinheiro, ou a prazo.
...Na loja da rua Nova, n. 58, se d.ra quem pre-
cisa de400 1500,000 rs, com bypotheca cm casa
terrea, dando-so 4 para dolas escolhor-se urna.
--Aluga-se oterceiro andar por cima da botica
Ja rua- do Queimado, n. 15, pintado ecaiado, por
nreco commodo : a tratar na mesma botica.
1 -Predsa so do u.n amassador : na padana.da
S.-Cruz junto ao sobrado da esquina darua Velha.
- Compram-sc duas esclavas de 'JO B 30 anuos
na rua da Klorenlina, n 7.
Contina-so a comprar ferro fundido, cobre e
bronze velh na rua do Brum, n. 8.
Conipra-se una esclava moga de boa ligura,
que saiba COZillhare lavar, e nao tenha vicio: agra-
dando paga-so bem: na Roa-Vista, rua Velha n. 18.
Quem a tiver, deve. apparocer das 11 horas da i
ulia BS 3 da tarde.
Coinprain-se i moloques do 11 a 0 anuos
principios de ollicio de. sapateiro o sabendo
fhor; tambem socompram nHo sabendo], o una preta
da mesilla idado.com habilidades : sendo de boni-
tas figuras 0 nao leudo vicios nem achaques, nfio se
ol'ha a prego : na rua da Concordia passandoa poii-
tezinlia a direita, segunda casa torrea so dir
quem compra.
Compra-se um melbodo de flauta, por Vienne :
quem tiver annuiicie.
Compram-se dous pares do dragonas para olli-
ciaes da guarda nacional .eduas espadas plateadas,
i bom uso : na praga da Independencia, n. 19.
com
me-

Lotciiado laio-di-Janeiro.
Bilhetes e meios ditos da oitava lotera a beno-
,iodo tbeatroda imperial cidade de Nictherov ,
a qual deve ter seu andamento un hm deste crlen-
te mez : vendom-se na rua da Cadeia n. 38, loja do
cambio'de Manoel Comes.
___Vende-se um bom niolecotc do nngfo, de 16
annos; urna negrinha de 13 anuos; urna oplima
mulatinha de 14 anuos ; 3 escravos sendo um del-
les bom cozinheiro ; um ptimo mulatinho : na rua
Dircila, n. 9. ,,
- Vende-se ummoleque muito lindo, uc ij an-
uos, muito esperto hbil. e que no tem vicos; u.n
prcto de 22 annos, bem possante c sem vicios ; um
mulatinbn muito lindo.de 8 annos ; una parda de
16 annos, que sabe lavar, cozinhar o fazer o mais- ar-
ranjo de uina casa : na rua do Vigano, n. 24, s>
dir quem vende.
Lot ria do Rio-de-Janeiro.
Na rua da Cadeia-Velha. n. 29,'casa de J. O. Elsler,
vendem-se bilhetes e meios ditos da terecira lote-
ra a benelicio da fabrica de papel, \
vapor.
pan
gas coi es
polola ,
achilo patentes para os
naremde boma,, esta loja.
a vestidos de montarla o do madre
lo todos os taannos. As amostras se
a Srs. compradores quo se ui^,-
imiUL
DE RAPE FINO
mr
^
NACIONAL
m.:
A grande extraCCBquetem tido este rapr.depois
ue Pol exposto a venda he prova incontostavel do
omacoll.'nientoqi.e l.-m merecido. O nico do-
reta Iho
q
nositohe na rua do Trapiche n.34, e a
vn '-se nas lojas dosSrs J. Jrde Carvalho Moraes,
rmao A- H Va/, de Carvalho Gu-
, Puntes Sainpaio, na rua da Ca-
doia do Recife j A. I). deOliveira Rogo, na rua da
rc-de-iieos'; Campos & Amelia, *
itiieim-ido- I'- V- Ponsoca, 1 nibclnio Maxim ii,
i ll.;..arui. do. :abga ; C G. Breekomfedo
udencia; Cactano L-Ferreira Tho-
Antonio Pereira da Costa o
A. F. Pinto nha & Aiiiorini
praga da Indopoi
na/, p. M. Estima e
Cama, Aterro-da-l!oa-\ isla.
REFRESCOS.
Xaiopede gn.selho fcito do verdadeiro sui.iino,
'" .......arrala : dito de no-
vando doFranga a u00 rs. agn
dito feitoda
a 1,000 rs. a
... tamarindos, limloela-
carrafa : no Alcrro-da-Boa-Visla,
resdelarangeiro.al.OOOrs.a garrafa
verdadeira resina de angico, que he muito conhoc-
,.....approvado por as pessoas que padeflem do pai-
to, por ja ter fcito ptimos benelicios,
garrafa ; ditos de maracuja
ranja, a 500 rs. a gnala :
fabrica de licores, n 17.
Frederico Chav, fibricante
de licores, chocolate e es-
piritos, uo Aterrona-Boa-
Vista) n. ,7>
tema honra de participar ao respeitavel pnMIooa
con. particiilaridade aos seus freguezes que ttm
sempre grande so, tii.iento do bom coi.l.ecido cho-
co! te d"sade canalla baunilba e ^P
este muilO apprvadl para as pessoas que padecen
d es amago''.rialdade, por ser ......lo tnico O
bou, conecito que tem lido este chocolate,, faz om
nuc hoie participe as pessoas que anula n.io lutram
so ele 'e igualmente aos eus freguezes. que o
teinDrocuraJo e por inconvenientes o mo teem
achX Os Procos sao sempre os misinos, saude,
h 'e I a milha a 00 rs. a libra, e ferruginoso,
TaiEii vende anoafdentp do remo o
brancas, com'ricas tarjas douradas o bocea platea-
da : essencia de aniz em ongase gnalas.
DeposilO d vuuqjre da rua Imperial, n. 7.
na fabrica do licores, de Frederico Chaves, no Ater-
ro-da-lloa-Vista, n. 17, onde so achara senipru
rande porgilo c por prego commodo.
Vende-se sal de Lisboa, lino o alvo, a 1,600 rs.
o alqueiro pela medida velha : na rua da Praia, ar-
mazemn. 18.
'
MUTILADO
m


I



Vendem-sc batatas muito boas o novas, a i,600
rs. a arroba : no armazem do Bacelar, defrouie da
cscadinha.
Vcnde-se potassa russiana por muitocommo-
do i'i'i'co; urna porcode vintio do Bordeaux, em
caixas : na na da Cruz, armazem n. 5 de Jos Joa-
quim de Ohvcira.
Vende-se una linda negrinha de 11 annos, com
principios do costura ; un nuilalinho de 10 a 19 an-
nos ele elegante figura ; 2 pretas para todo o servi-
co; nma dita perfeila cozinheira : no pateo da Ma-
triz, dfl S.-Antonio n. 4, se dir quem vende.
--Vendem-se no armazem do Rraguez muito
boas balitas inglezas, pelo prego de 2,000 rs. i
arroba.
Vende-se, un ra do Quoiniado,'luja n. 30, de
los Joaquim de Novaos un vestido para senhora
inoiitar a cavallo do muito boa lazcnda c feito do
melbor gosto possivel, por prego comniodo.
" rz. rwT 9c7^ l.Tr.1.. .,* JJ.W.1. gv*
1 9
f?. Na ra das I.arangcias, n. 1*, segundo an- ;{
i dar, vendem-sc seto escravos chegados do 9
norte lia dous dias ; os (paos vendem-se mui- I
Jj to em rnuia,por n 'm seren da ganhador.
I
fpii^:,,-^,-.-*:-:.--.. ....-:
;;
'OpOUltllOJ
o5ojd ,iod a sopip!|nl>sc snpoi 0|)SBpuazi:j o|i o|
-n.ii]i)ios oppiiuoj Can saisap iuo[a o s.i oos't
, SOIIIlud SUOq O S3JOJ ap St|jl|0 Op 0]UatO|1J08 OAOU
un opeAoo um nptu -si 088*1 'P o5aid o|iueq opid
' iMiir)jB| op souipid a|os op asuajsijtd z.i.iuud i:.\
-un i! as-apuoA '< u ci{iio|UV-'s 9pOOJB Ot8JUOJJ
-noa 'Biquiidmo;) y unjiuosBajfJiittlUlDap ufoi irv
#0|)IM
-oo os.io8r&I v
Vcnde-se ou troca-se um bonito cavallo pe-
lo muito gordo, proprio para carro: na ra do
I.iviamento, n. 14.
Vende-se cera de carnauba, de muito
boa qualidade, tanto a rclalho como em
porcflO : na rua das l.arangeiras u. 14, |5
segundo andar.
fe
a

Vendem-se escravos baratos, na rua das
Larangoiras, n. 14, segundo andar: 2,
. molecotes de 18 annos, de bonitas li-
J?/ guras ; dous indos de 25 anuos pOUCO
..'.. : I.. mais ou menos ; dous ditos de 35 anuos;
un pardo com oflicio de sapaleiro de 22 annos;
(CSle troca-se por una preta moca que nao lenlia
achaques una lidda uiulatiulia de 15 anuos ib;
muito boa conducta e com principios de habilida-
des ; diias piolas mogas, de migan ; urna nogrinha
de 10 anuos ; un a dita de ti anuos : todos osles es-
cravos vendem se por preco com modo pois be pa-
ra lquidaeflo de contas.
A seteeentos rs. a
vara.
Na luja de Guimarfles Serafim v Companhia ven-
de-se hrDl trancado IVanoez bstanle cuenrpado
C de puro linho, pelo barato preco ile 700 rs. a vara.
Esta razonda se torna recomniendavel pela boa qua-
lidade.
Vendcm-se cnixas decba bysson de 6, 12cl3
libras em porges OU a retal bu ; caixas de velas
ile espermacete de 5e 6 em libra : na rua da Alfan-
dega-Vela n. 3c, em casa de Matbeus Austin iv C.
Vende-se cal virgem de Lisboa,
om Larris da Qielhor que ha no merca-
do |>or proco muito Vasoavel : na rua
do Trapichej n. 17.
F* KM PRIMEIRA MAO", *3
vendem-so caixas com velas de cera do Rio-dc-Ja-
neiio e de Lisboa ; e tambem brandos bogias o
lochas: na rua da Senzalla, armazem n. 110.
ornado do bollissimas estampas ijvendo-se, por prc-
co 11111 t 1 menor que o da assiguatura, no segundo
andar da casa n. 7, da rua da Cruz.
lf Vcnde-se holachinba de agoa o sal do 20 ^
'i-, em libra, todas furadinhas, c muito boas f
para cha o cafe; hom como de leite e ovos que & servem mesmo para doentes, por nflo terem 9
} composigOes oleosas; biscoutos. redondos',
s> doces e d'ovos ; bolachinhas; Palias dos mes- g.
moa : tudo feito com lodo asseio e das me- <8j
^ Ihores familias que. ha hoje no mercado: lam- @
@ bom se vai fabricar bolaciiina de araruta : no
& pateo de S.-Cruz, padaria 11. G, defronte da @
1 igreja.
<3sf&e>\%@&&fc @'& &* fo &c T e>W
Porta de ferro, por 5!fc# rs.
sendo do custo de 4,000 rs. : na rua larga do Roza-
rio us 6 e 8, a fallar com .lo1o Dubois a qualqucr
llora.
Vende-se nina preta de 'JO annos pouco mais
011 menos, boa costuieira lavadeira, e que est
principiando a engommar; be de boa conducta c de
boa figura ; um mulatinhode7 annos, propno pa-
ra andar om casa com criancas; um pardo de todo
o sorvico de casa o campo; una puna coslureira,
e que tem boa conducta: na rua do Crespo loja n.
>, A, se dir quem vende
A 1,7000 rs.
As melhores luvas de pellica brancas c clsticas :
na rua larga do Rozarlo, n. 84.
Vinho de Cliampanba
da superior e muiloacredilada marca
Cometa,
vende-se no armazem deKalkmann &. Itosenmund,
na ruada Cruz, n. 10.
Cortes de pello do diabo, a
1,400 rs..
Vendem-se superiores corles da fa/.enda chama-
da pollo dodiabo com3 covadose meia pelo ba-
rato procodo 1,too rs o corte sendo da mais SU pe-
rioa (|iie tem appareoido : na rua do CollgiO loja
n. I.
Vendem-se barriste diver-
sos (annnlios com niel no ar-
mazem do trapiche Ramos : a
tratar na rua do Oueimado, loja
n. 29.
'(
Vendem-se os mais ricos corles

0
t. de cambraia de seda, do- mais
j modernos padrocsque teem ap-
W parecido, e muito propri s ^Sf1
(0) para bailes crep de lodas as l@
cores ; corles de chitas milito li- ;^
nas e de novo- padies, que pa- -^
recernseda; lencos de cambraia v
delinbo, pajra senhora ; chapeos w
de massa riancezad mais supe- (@)
rior qualidade e de bonitas fr- ;@)
I mas,- bem como outras innitas fa- .n*
zendas tinas: tudo mais em ron- ?
ta do que em o 11 Ira qualquer W
paite : na nova loja de Jo>c Mo- ',
reir Lopes, ni rua do Queima- Q
(Q do, nos quatro-caulos, ca a ama- ,fcj
relia, u9. ^
980S098
a-iiiiiras elsticas, a 1,^00 rs.
o covado.
Vendem-se superioros casimiras elsticas, polo
barato preco de 1,000 rs. o covado ; ditas muito fi-
nas irancezns a 1,280 rs. o covado ; dila de su-
perior qualidade elstica, muito lina, e preta, a
.5,500 rs o covado : na rua do Collcgin loja n. 1.
-ONumt l'tlhreseo, jornal do lostruc<;So e recreio,
t ptima conduela e de boa figura, pon-
la engommadeira o cozinheira ; una
dita de bonita figura de -22 anuos boa
lavadeira; una linda iiiulaliiiha de \2
amos ; urna preta muiln lorie esadia ;
f- um lindo moleque de 14 annos um
1 ptimo pardo com olb'cio do pedreiro,
do 22 anuos, c (|iic tem niuilo boa con-
duela ; um dito, proprio para l'eilor, por
estar acostuniads,e que no be mao car-
rciro : na rua das Larangoiras, n. 14, se-
gundo andar.
i Iten^ao!
Vendem-sc superiores chitas franeczas, de vara de
larguia o decores lixas a 280 rs. 0 covado; dilas
linas oscuras e de coros lixas, leudo alguinas que
servem para lulo a 5,0(10 rs. a peca ; lucios diales
de cassa de qnadros, a 440 rs. ; cortos de lanzinlia,
para senhora com l'M'ovados, a 8,600 rs. ; panno
preto lino para pannos de pelas a 3,000 rs. o co-
vado ; olales de 18a 0 seda milito linos, a 5,500 c
7,000 rs. ; /.liarle do vara de largura, a 240 rs? O
covado ; cortes de cambraia lisa limito lina c com
6 varas o meia, a 5,000 rs.; superior brim tranca-
do pardo, de puro liubo a (lo ellOO rs. a vara ; di-
to ama re lo nimio lino a 000 e 1,000 rs. ; dilo
trancado de linho brunco muilo superior a 1,000,
1,280 e 1,(100 is. a vara; cbadrezes de liubo para
jaqueta a 400 rs. o covado; riscadinhoa trancados,
a -J'.o rs. o covado ; liamburgo do linho, i 200 rs. a
vai a ; meias para senhora a 240 rs. 0 par ; e oulras
militas fazondas por burato prego : na rua do Col-
logio, loja u. 1.
Vemdeui-se ptimos guardanapos de puro li-
nho, os mais modernos que teem viudo de Portugal,
a 800 rs cada um; e um novo sortiineiito de pannos
linos de todas as cores, por diminuto preco : na lo-
ja nova de liayniundo Carlos l.eite, rua do Qucima-
do, n. 11 A.
Linos barato-.
Composiffio de liulTou, com estampas 42 v., por
20,000 rs.; dita de J. J. Rousseau 25 v., por tijf
rs. ; dita de Virgilio, 2 v. por 3,000 rs.; Hila de
Joo Hacine 6 v. por 3,000 rs ; Historia do llia-
sil por Abrcu e Lima 2 v. por 3,000 rs. ; Diccio-
nario universal inglez-lrancez, 1 v., por 4,000 rs.
dito decbymica Ibeorica e platica, 4 v. por 6,000
rs. ; la Nosographa general, por J. V. Augoslino ,
4 v., por 6,000 rs.; e outras mais obras: na rua
larga do lio/ario, n. 8, primeiio andar, ao pe dos
quarleis.
Vende-se urna negra de bonita ligura e com
algunas habilidades: no Porlo-das-CanoaS, n. 48
primen o andar.
\ endem-se os muito hv
periores quejos londrinos e prezuntos inglezes, che-
gados ullimaniente de Liverpool pelo ullimo navio :
na rua da Cruz do Itecifo, n. 06, venda de Miguel
Jouquim da Costa & C.
Vendem-se dous mulatos, sendo um coin idade
de 18 anuos, bom ollicial de sapaleiro, de linda li-
gura, e proprio para pagem; um moleque de 12 a
14 annos; um mulatinho de 7, pouco mais ou
menos; cuma mulata de 26 u 20 anuos, que cose
soffrivelmcnle e lava roupa : na rua do Crespo, lo-
ja, n. 2 A, se dir quem vende.
- Vende-se um bonito mulatinho proprio para
pagem.sem defoilo nein achaque.equcsabo eozinbar
oUiariotlcumacasa ; una mulata com principio
do costura o uma'cabra bastante escura: na ruado
Oueimado, no segundo andar da casa n. 40
No boliquim Cova-da-Onca rua larga do
Rozario, n. 34. vcndc-se urna ptima roda de ferro
para moinho do moer caf, o seis barris que foram
de vinho.
Vende-se um terreno com 200 palmos de Trente,
om seguimento da rua da Aurora, cornos fundos
at a rua do Hospicio, com algumas fructeiras, o com
urna pequea casa o olaria : tambem se troca por
rasas terreas. A fallar com a viuva de Francisco Jos
Mariano, na rua larga do Rozario, n. 26, primoiro
andar.
Vcndc-se urna carteifa grande em meio uso,
propria para umcscriplorio: na rua do Padre Flo-
rianno, n. 72.
Vende-se urna armacflo feita de amarello c
louro, propria para qualquer nogocio: no rna Nova,
n.56. .
Vende-se um preta -cnoula, ac i
annos que cozitiha o diario de urna ca-
sa engomma liso, cose chao e lava de
vanella : na rua do Hospicio, n. !\i.
Vende-se urna preta mor,a de bonita figura,
quccozinha ocnsaboa com perfcico : na rua da
S.-Cruz, n. 72.
---Vendem-se 3 tanques, feitos de muito boas ma-
deirasebem construidos, proprios para engenho :
na rua da Cadcia de S.-Antonio, serrara n. 13..
Vende-se a venda da rua da Praia,
n. 39, com os fundos a vontude dos com-
pradores 011 com a armacSo s : a tra-
tar na mesma venda.
Vende-se urna oscrava de bonita figura de 32
anuos boa cozinheira engommadeira e que lava
de sabilo, cose e faz todo o servico de urna casa : na
rua larga do Rozario n. 26, torceiro andar.
Vende-se urna pretn que coznha o diario de
una casa, lava c cose sollrivel: na rua da Cruz, 11.19.
Atlas geogr.iphico de Gaullier.
Chegou este novo atlas de gcograpbia universal
para servir deexplicacHo s licOesde gcograpbia pe-
lo abbade Gaullier, traduzido da ultima edicSo fran-
ceza, e accrescentado de mappas supplementares
cpie nao cxrstem na odiefo franceza. Vende-se na
livraria da esquina do Collegio, ondo igualmente
se oncontra uilia collecco de obras geographicas e-
lemenlares dos mais recentes e acreditados autores,
para o esludo da scicncia.
!Vi rua da Cadeia-
Velha, n. 29, loja
de J. O. Elster,
vcnde-se vinho do Porto, do diversas qualidades;
dito da Hadeira ; dilo de Sherry ; dito de Rordeaux ;
dito chateau-la-rose ; dito de S.-Julien ; ditodo Te-
nerife; ditodo Rheino ; dito de Rucellas o Carca-
vellos; dito de Lisboa ; dito de Malaga; dito San-
terne; dito de graves; dito champanha sellery ;
ago'ardente do Franca ; Kirschwasscr extracto de
absinlbe ; Cborry-cordial ; agoa de flor de laranja ;
frascos com conservas de verduras ; ditos com fruc-
tas da Europa. em calda de assucar; ditos de ditas
em cognac ; dito de mostarda ; sardinhasem latas
0 vidros ; petits-pois ; salame de superior qualidade,
viudo no ultimo navio de llamburgo ; agoa de seltz,
embotijas; azeite doco de Marsclha linissimo;
velas docnmposi^Ro ; cha. preto, bysson e perola ;
charutos de llavana e regala. Advertc-se que tudo
he exccllente e por precio commodo.
El Vendem-se superiores chapeos de
.JaSfe.castor, pretos e Illancos, por pceo
muito barato : na rua do Crespo, loja n.
>., de Jos Joaquim da Silva Mata
= Vendem-se mocnilasile ferio para engenlios de as-
sucar, pura vapor, agoa c bestas, por preco coiiiinodo ; e Igualmente taixas de ferro cnado
c balido, de todos os taiiianbos : na praya do Corpo-San
to, n. 11, em casa de Me. Calinont ci Coinpaiiliia, ou na
rna de Apollo, armazem, n. G.
Vcnde-se ferro da Suecia ; folha de l'landres ;
cobre para forro de navio ; dilo para caldeireiro em
porcOeS grandes c pequeas na rua de Apollo ar-
nia/em n. 6.
Vcnde-se cha preto muito superior, em caixas
do 16 libras, proprio para familia : na rua do Tra-
piche, n. 8.
Vende-so carne de vacen salgada, em barris :
na rua do Trapiche, n. 8.
- Vendem-se qualro mastros de pnho: na rna
do Trapiche n. 8.
[Na rua da ^cnzalla-Nova, n. 3o,
(padaria) vendem-se juncos de superior
qualid.ide, em poreao e a retalho, e por
menos do que em outra qualquer parte
Potnssa russiana.
Cunha & Auiorim teem para vender
potassa da llussia, de superior qualidade,
na rua da Cadeia, n. 5o.
Ai) BOME BA51ATO.
Na nova loja de Francisco Jos
Teixeira Bastos, nos qualro~can-
tos da rua do Queimado, n. 20 ,
vende se panno preto, verde, cor
de caf eazul, de superior qua-
lidade por e prego mais com
modo d> (jueem outra qualquer
parle. Na mesma loja lia um
completo sorlimento de fazenrias
por pree'os rasoaveis.
Vende-se ce va Ja muito superior, vinda do Uio-
(rande-do-Sul: no armazem de Kernaudo Jos
Itraguez ao p da Conceicao.
VonUe-se um bom silio, com boa casa, coclioi-
a, estribara scnzalla, tanques, cacimba d'agoa
de beber, todo murado grando porQiio de escolb-
dos arvorodos, margem do rio Capibaribo, mui
perto da praca : na rua da Cadeia-Velha n. 33.
\a loja de Jos Afanoel Mon.
leiro Bra^a na rua do Cres-
po n. 16, esquina que vira
para a rua das Crnzes,
vendem-se ricos cortos de cambraia do seda, 09
mais modernos padrOes e muito agradaveis para
vestidos de senhora.
Vendem-se velas de carnauba de 6,8 e 9 em
libra a 260 rs. a libra e em arroba se dar mais
barato : na rua do Rozario da Boa-Vista, n. 2.
-Vende-so o Tratado de educaQa"o physico-moral,
em muito bom estado, por barato preco; o Diccio-
nario de Fonseca, em dous volumes: no boceo da
praca da Independencia, n. 12.
O desengao do an-
tgo barateiro be
vender fazenda por
todo o dinheiro.
O antigo barateiro est vendendo na sua nova lo-
ja de miudezas da rua do Collegio ,' n. 9, papel al-
maco muito fino, a 1,600 2,600, 3,000 o 3,200 rs. a
resma; litas de relroz de todas as cores, a 560 rs. a
peca ; dita lustrina preta muito boa a *t0 rs. a
pe?a ; pentes de tartaruga para marrafa a 960 rs.
a parelha ; botos do ac, Turados, a 200 rs. a groza;
ditos de madre-pcrola, a 480 rs. a groza; ditos gran-
des a 400 rs. a groza ; tamancos para homem e se-
nhora a 320 rs. o par ; macos de cordSo do todas as
grossuras para vpslido, a 320 rs. o maco ; escovas
para dentes, a 80, 2W, 320, 400 e 480 rs. cada urna ;
ditas para lato, a 320 o 400 rs. cada urna ; ditas do
limpar pontea, a 80 rs. cada urna; caixas de liabas
demarcar, a 120 rs. cada caixa ; macos do fita de
linho a 200 rs. o maco de 12 pegas; torcidas para
candieiro a lOOrs. a duzia de todas as larguras;
caixinhascomagulhas francezas a280rs. a caixi-
nha ; caixas de tartaruga para rap, a 1,600 e2,000
rs. cada urna ; caixinhas com pos de aliar navalhas,
a 200 rs. a caixa ; medidas do marroquim para al-
faiale a 320 rs. cada urna; ponteado prender cabel-
lo a 80 rs. cada um ; cartas com urna groza de pa-
res de clcheles a 320 rs. a caria j caivetes de ca-
bode chifrode viado a 200 rs. cada um ; tosouras
muito linas com toque do ferrugem a 120 e 200
rs. A ellas, antes que so acahem, porque o novo sor-
limento lio pouco: se n0o chegarein a tempo, ao de-
poitj nao briguem.
Vendem-sc dous lindos moleques de 18a 20
annos, sendo um delles ollicial de all'aiale e cozi-
nheira ; dous prctos, um ollicial de sapaleiro e mi-
tro proprio para lodo o servico ; dous pardos, um
bom carreiro e o oulro proprio para pagem, de 16 a
18 anuos ; duas pardas, urna de 22 annos com ha-
bilidades e a outra de 12 annos, propria para se
educar; 3pretascom habilidades; duas negrinbas
com principios de Viabilidades de 11 12 annos na
rua do Collegio n. 3, segundo andar, se dir quem
vende.
Vende-se um sobrado de dous andares e so-
tSo por 6:600,000 rs. silo em una boa rua do
bairro de S.-Antonio cujo sobrado rende 70,000 rs.
mensaes : na rua das Larangeiras n.'14, segundo
andar.
Vende-se um moleque peca, de 14 a 16 annos,
cozinheiro c que he hbil para todo o servico : na
rua do Queimado, n. 46.
Vendem-se dous escravos, um que representa
30 annos e o oulro 15 ambos do gento de Ango-
a : na rua Velha suhrado 11. 18.
Vendem-se por preco commodo, duas ban-
das ricas, para ollicial superior: napraija da Inde-
pendencia loja n. 22.
Lotera (!i> ]Ho-dc Jantiro.
Aos 0:000,000 de ris.
Bilhetes e meios ditos da oitava lotera a benefi-
cio do imperial theatro da cidadede Nicthcroy : na
rua da Cadeia do Itccife loja de cambio do Sr. Viei-
ra. Estes bilhetes vflo rubricados pelo vendedor.
X elles antes que so acahem.
Vcnde-se urna rica espingarda de dous canos,
avahada cin 60,000 rs., e da_-se"por prego commodo
na rua das Cruzes, n. 30.
Escravos Fgidos.
Ftigio de bordo do patacho Pelicano um escravo
de nome Roque, de San-Tliom estatura baixa,
rosto redondo esem barba, com feridas nas peinas,
vestido com camisa e caiga azul o barrete inglez.
Este escravo pertcnce a Joio Jos Pe reir de Azeira,
do Rio-dc-Janciro. Quem oappretiendcr, queira le-
va-lo rua da Cruz 11 66, casado Caudino Agosti-
nho de Sarros, porqucni ser recompensado.
Fugio, do engenhoMaranljSo, no dia 25 de ju-
Iho do correte anuo um preto crioiilo de nomo
Barlholomeu condecido por Berto : he carreiro,
de estatura alta, barbado Com falta de dous ou tros
denles ; tem unscalombos do carne bastante cresci-
dos nos pcilos e costas; tem cravos e rachaduras nos
ps.e signal de chicote por j ter sido sonado;
bem como marca de caustico em urna banda : levou
furtado um cavallo melado com cangalh:i ; j"lfc'a"
se ter fgido para o seflSo. Itoga-so as autoridades
policiaes cap liles de campo ou outras quaesquer
possoas.que o prendam e levem ao dito engenho Ma-
ranhao na fieguczia de Ipojuca a sen senhor, 'oso
de Souza Lelo ou nesla praca, na rua do Apollo ,
n. 23, a Rodrigo da Costa Carvalho que generosa-
mente recompensara.
Fugio, no dia 11 do correle a preta Juliaima,
de 45 a 50 anuos de naglo Mozambique alta, | e
lories e incitados -r levou saia de algodSo velha, <-
pan no da Costa azul, novo: quem a pegar leve ao
engenho Ucba, freguezia.dos Afogados que sciu
recompensado.
PER*.
HA
TYP. DEM. F.I'K 1 A1UA. &4"


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