Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08507

Full Text
Anno
de 1847.
Quinta-feira 5
n i-l 4HIO puhlica-se todos os.das, que nao
1 ile eurd i o preco d. ao^naturn he de
S ". i* q"r,el' w.' """'"'f- 0; n-
dos asiignantts sao inseridos a runo de
""^'"uorlinlm, 41) rs. eio typo differeule, e as
M '.Vi-u* lu" melado. Os que nSo f.rem sss-
"''i/nscaro 80 rs por linha, e 100 em typo
PHA.SKS DA LA NO MEZ DE AGOSTO.
oanle a 3, a 11 l'ora 40 min. da manha.
"'"""ova'a l, as 10 horas e 7 min.da manhaa
'"* ente' a 19. s 2 horas e !4inin. da maulia
''"clieia' a 1$, as S horas e 48 min. damanha.
PARTIDA DOS CORREIOS.
(oiannae Parahyba, s segundas cseitas feiras.
Rio-G rande-dr*. Norte quintas feiras aomeio-dia.
Cabo, SerinliSem, llio-Formoso, Poito-Calvo e
Mace A. no l., a 11 e 2| de Cada mtz.
Garanhuns e flouilo. a 10 e 21.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os dias.
PREAMAS DE HOJE.
Priineira, s II horas a 42 minutos da maulia.
Segunda, s 13 doras e 0 minutos da tarde.
de Agosto.
Afino XXIV.
N. 175.
DAS DA SEMANA.
/ Seiuml. S. Estero. Aud. do J. dos o
phios do J. .loc. da 2 v. e do J. M. di vi
3 Terca. 8. Lylio. A mi. do J. do civ. da
t. v! e do J. de Paz do 2. disl. de t,
4 Quera s- Domingos de'.usmo. And do
.1. do civ. 2 e do J. de paz do dist. de l.
5 Quinta. S. Osvaldo. Aud. do 1. de orph.
e do J. municipal da I. rara.
G Sesla. S. Xisto. And do J- do civ. da
!. edo J. de paz do I. disl de t.
2 Sahbado. S. Donato, deLovolls. Aud. do J.
do civ.da I. v. e doJ. de paz do I dist. de I.
8 Domingo. S. Cyriaco.
CAMBIOS NO DA 4 DEAOOSOT.
I rs. >
60 d.
Cambio sohre Londres a 26 V, d^ p. II
Puri* 31.5 rs. por franco.
I.islma 105 de premio.
Hese, de leltrai de boas firm-s de V,a I Vo ml
OuroOncas l.espanholas.... 2ono
MoedasdoOliOOrelli. l">
de6|00 uov
. de 4 JOO.....
l'rata l'alaces..........
Pesos columnares...
Ditos mexicanos....
Miuda
J9J500
I0J20O
itfieo
9JI0H
IjvCO
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>J0
Accoes da coinp. do Beheribe de 40|000 .<. o par.
lttfOOO i
. 901100
I940
||IM0
10701
14910
DIARIO DE PER!AMBUCO
PASTE OFFICIAt.
MINISTERIO DO IMPERIO.
lllm. e Exm. Sr. -- Foi presente a S. M. o Impera-
dor ooflicio de V. Ene, de 5 docorronte, cm que
submette decisflo do govomo imperial asolugSo
aue dera duvida seguinte apresentada pelo juiz de
paz mais volado da villa deQueluz.
Se api zar de ser o juiz de paz mais votado no pr-
senle quatriennio, e de achar-se no excrcicio do
emprego, para presidir a assembla porochial que
tem de reunir-se no 1. de agosto prximo futuro,
he obrigado a servir o cargo de jurado, para que to-
ra sorteado em 25 do mez de maio ultimo. E o mos-
mo augusto senhor, inleirado deludo, manda signi-
ficar que bem resolveu V. Exc, quando declarou ao
mencionado juiz de paz que o facto de competir llie
":'residencia da assoinbla parochial nao o isenta
vj^rilf o importante cargo do jurado, salvo so por
uccasiSo do reunir-so o tribunal estiver elle occu-
pado naquella presidencia, ou tonha de oceupar-se
durante as sesses do sobredito tribunal, em cujo
caso deve communicar isso inesmo ao respectivo
juiz de direito da comarca ; nao podendo ser-lbo
applicavel as disposiges dos avisos de 15 dedezem-
bro de 1835 e 7 de Janeiro de 1840, por isso que taes
avisos se referem ao ejercicio do juiz de paz no anuo
para que lora eleito, e nao aquello em quo elle se
acha para effeito smento de dar execucAo, na par-
to que Ibe toca, lei regulamentar das eloigoes : o
quecommunico a V. Exc. para seu conhecimento e
governo.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do Rio-de-Janeiro,
cml7dejunho de 18*7.--anoe/ Alces Bronco.Sr.
presidente da provincia de Miuas-Geracs.
Commando das Armas.
Quartel do commando das armas na cidade do Recife,
3 de agosto d1847.
S. 10. OBDEM ABDICIONAL DO DI*.
Inleirado, por meio de urna represonlagilo quo no
da 29 do julho ultimo me enderecou o Sr. subdele-
gado da freguezia de San-Jos, que um grupo do pra-
cas do 6 batalliSo do cacadores, na noilo de 27 para
28 do dito mez, praticara naquella freguezia alguns
insultos, proferindn palavrasoTcnsivasa moral eaos
bouscostumes, causando por esta forma o desasoce-
go das familias por onde transitou, ehavondo a este
rospeito mandado proceder immedia la monte s mais
crias investigarles, ebeguei ao conliecimento, que
de feito esle grupo se reuni tora do quartel depois
dasilez horas da noite, delle sahindo praca por pra-
ga, sem que estas cncontracem da parte da guarda o
mpecilio que deveriam de encontrar em vista das
ordens do batalhao; que o grupo, dirigindo-se para a
casa do furriel Antonio Jos Sclme.ua ra do Alecrn),
dalli seguio para a ra Diieita, ooutras ; e finalmen-
te que, supposto mo commettesse actos de violencia
contra alguem, platicara no entretanto alguns des-
innndamcntos : e convindo empregar os necessarios
meios no sentido de reprimir estos excessos, que,
alm de prcjndiciaes Iranquillidade o a seguranca
da capital,ollcndom directamente a disciplina da tro-
pa, que tem por seu primeiro dever garantir a vida
c a propriedade do cidadf.o, o conseguintemenle a
ordem publica ; determino que as piucas compo-
nentes desse grupo, mencionadas na rulacSo abaixo
transcripta, sejam punidas pela mai.eira indicada na
taaeaiMaiaa lejana; observagUo que hefelta n cada urna dellas. O sar-
gento quartel-mestre graduado Manoel Jos da Silva
Lisboa, que commandava em dita noite aguarda do
quartel, e o cabo della, Miguel Francisco de Jess,
pela inobservancia das ordens do batalhao sejam cor-
rgidos, oprimeirocomquinzo dias de prisio fazen-
do o servico, lcando neste inturim inhibido de com-
mandar guarda, e o segundo tambem com prisao por
igual lempo, fazendo o servico como simples solda-
do. Comquanto estoja seguro do zelo e interesse
que oSr. major coinmandante interino ha lomado
pelo servico, e que nutre as melhorcs disposiges
para trazer o batalhio subordinado, o no verda-
dero p de disciplina, prevalcco-me, mo obstante,
da opportunidade afim de chamar a sua atlencilo
para o facto desagradavcl que acabo de mencionar ,
c que para obstar a repiticao, cumpre quo Taca con -
veniente jogo dos meios postes pelas lois asuadis-
poziQ.o, c d as mais terminantes ordens para que as
pracas de prcl pernoitem no quartel como so obri-
gadas; e que, dado o toque de recolher, a n;o se r
em objecto de servico, nenhuma praga saia do quar -
lol sem que seja licencia la por escripia pelo Sr.
major commandante, tornando responsaveis osSrs.
olliciaes de estado pela coiilravenco desta ordem,
que faco extensiva aosdeinaiscorpos da guarniijao.
Furriel, Antonio Jos Selme. Baixa do posto por
lempo de um mez, durante o qual sera conservado
preso na fortaleza do rum, fazcudo o servico co-
mo soldodo.
Cabo, Francisco Thomaz d'Aquino. Rebaixado pa-
ra soldado, preso por lempo de um mez no forte do
buraco, fazendo o servico.
Cabo, Luiz Antonio da llera. Rebaixado para sol-
dado por lempo de um mez, preso no quartel por
6 dias, durante os quaes ser carregado com seis
armas, duas horas de manhOa o duas de tarde.
Cabos, Jos Joaquim Sarment e Joao Antonio Ma-
ciel. dem.
Anspegada, Florencio Jos da Silva. dem.
Soldados, Thcodoro Ferreira Soares, Jos Miguel,
Manoel dos Santos, An Ionio Jos de Jess, Luiz da
Franca. Manoel de Dos, e Antonio Joaquim Soa-
res. vinte cinco pranchadas em frente do bata-
IhSoe sollos.
quaito de seu amo, lio ferido mortalmente. O pro-
pietario pega em sua espingarda de dous canos c
deita por Ierra os dous ladrOes que vinham adianto,
os outros fogom.
Qual uno foi a admirac.o geral quando, a (-ne-
gada da justica, so reconheceu que os dous indivi-
duos cabidos eram os empreados do governo, que
na vesperalhetinham contado o dinheiro .'
(Diario do llio-de-Janeiro.)
INT RIOR.
FOLHET1
MEMORIAS DE UM MEDICO. (*)
por aicranre ^umnjs
SECUNDA PARTE.
CAPITULO XV.
VA EMINENCIA O CAUDIAL DE BOHAN.
T8o extraordinario era o que se passava aos olbos
da princeza, que, afiezar deser um espirito forte o
brando ao mesmo lempo, quasi que se inclinava a
crcr que o homein que linha em sua presenca era um
verdadeiro Ceiticeo que assim dispunha dos nimos
e coracOes a seu bel prazer.
Mas o conde deFcanix mo quiz (car ah.
__Ainda isto nao he tudo, senhora, disse elle, e
V Alteza souvio da propria bocea de Lorenza una
uarlc da nossa historia; u poderia conservar al-
gumas duvidas, se da mesma bocea nao ouvisse o
resto. ,
Voltando-so entSo para Lorenza :
Lembru-se, querida Lorenza, disse elle, da con-
tinuacao da nossa viagom. o que visitamos ambos
MilDo, olagoMaior, oOberland, o It.gl.i, o o magni-
fico Rheuo, quo be o Tibre do norte ?
(*) Vide Divio n. 169.
Feliciano Jos Veves Gonzaga,
Commandante das armas interino.
EXTEROR.
HUSSIA.
Escrevom da fronteira da Russia Gfela de fer-
Um- Um proprietario, tendo coulrahido um i-ni-
nrestimo sobre scus bens na caixa do governo, volta-
va para sua casa com uns Irinta mil rublos de pra-
ta A' tarde para em urna hospedara do um Ju-
deu para alli passar a noite, pola nao quena arris-
car o seu dinheiro por travessiiis perigosas; e para h-
car em maior seguranca, prometten ao cslalajndeiro
urna recompensa, se elle naodsse pousada Daquollfc
npite a culros viajantes. Pela meia noite, a porta
estremece com grandes pancadas c mu i las vozea pe-
rlera entrada na eslalagcm. 0 ealalajadeiro atnrma
que tem muita gente e que mo pode recebur a mais
ninguem. Arrombam aporta; o cocheiro domro-
prietario, que defenda com seu corpo a entrada do
lumu........iii r; ^jy^Wr'VaaV.v^>w^-^RiP!
Sim, disse a moga, com o mesmo montono ac-
cento, sim, Lorenza ludo isso vio.
Arrastrada por este homem, nao he isto, minna
lilha f Cedendo a urna torga iriesistivel, que Vm.
nao sabia explicar? pergunlou a princeza.
Porque suppe V. Alieza isso, quando pelo in-
verso oque acaba de ouvir llie prova o contrario.
Oh' edemais, aqu tem, se V. Alieza quer urna pro-
va ainda mais palpavel, uroa carta mesmo de Loren-
za Ilavia cu sido obrigado a dt-ixa-la, mao grado
met, sosinha cm Moguncia; pois bem ah linha ella
saudades minhas, suspirava pela minba vola ; pois
que em minha ausencia me escreveu este bilhete, que
V. Alteza pode Icr.
E o conde tirou-o da carteira, e enliegou-o a prin-
ceza.
A princeza leu o seguintc
Volla, Acbarat; tudo me falta, quando tu me
deixas. Meu bem quando screi eu tua parasem-
pre
.. LOKElZA.
A princeza levantou-se ardendo em colera, eap-
proxmou-se de trenza com o bilhele na mao.
Deixou-a esta approximar-se sem a ver nem a ou-
vir : como que s ao conde via e ouvia.
Entretanto, disse este, que pareca decidido a
ser at o fim o interprete de Lorenza, V. Alteza duvi-
da, e quer saber so o bilhete ho com elfeito della, se-
ja assim ; esclarecer-sc-ha por si mesma. Lorenza,
responda, quem escreveu esle bilhete?
E pegando no bilhete, o poz na mo de sua mulher,
que levou inmediatamente essa mao ao corceo.
Foi Lorenza, disse ella.
__ K Lorenza sabe o que contem esto bilhete ?
Sem duvida.
Pois bem diga-oaS. Alteza, para que ella nSo
creia que a engao, quando lhc digo que voss me
ama. Diga-lh'o, he minha vontade.
Lorenza como que fez um esforgo; mas, sem des-
dobrar o bilhete, sem o levar aos olbos, leu:
BAHA.
f'm ni mu i'i" Alm do ser honroso manifestar e publicar as obras
de Dos (I,, he sem duvida Uto importante a conquis -
la que areligiaocatholica acaba do fazer nesta ca-
pital.quo no dove passar desapercohida do publi-
co, e merece que fique registrada nos annaes da nos-
sa igreja.
Do domingo, 30 do prximo passado maio, da em
que solemnisamos o augusto o inefavol mysteno da
SantissimaTrindade, o Sr. Luiz Augusto Constanti-
no Menzikoff abjurou o lutheranismo as maos do
Exm. e ReverendissimoSr. arcebispo desta diocese,
e receben os sacramentos do baptismo edaconlir-
magao. Natural da Prussia. de idade de 37 annos,
versado as letlras, oceupa-so elleactualmenlo cm.
ensinar aliento, inglcz, geograplua o historia no
collegiodeS.-Aiitonio, sendo tambem lente substi-
tuto das outras cadeiras. Sem que losso impellido
por algum respeito humano, o Sr. Augusto maniles-
tou espontneamente os desejos que. tmha, de abra-
car 0 catholicismo, pedindo ser a presentado ao Lxm,
e ReverendissTmo prelado diocesano, a quem ello
propiioentregou um rcquerimcnlo, esenpto de seu
mesmo punho, implorando a graga de ser admittido
ao gremio da f. O digno pastor o acolbeu com a
sua natural affal.ilidade, e procurou animar essa 180
louvavel resolugao; mas, querendo que ella llvesso
o cunho da madureza e da rellesSO, para que fosse
sincera e perseverante exigi que o neopliylo li-
zesse algumas conferencias cspirituaes para as
quaes nomcou o religioso capuchinlio, o padre mos-
tr Fr. Pedro Luiz de Serravezza, ininistiaiido-llic
ao mesmo lempo livros convenientes, que tratam dos
pontos essenciaes, cm que divergein as igrejas di-
sidentes da catblica ; e em todos csses cxercicios
deuomesmo cathecumeuo provas do quanlo esla-
va Iluminado pela graga, e que abragava o catho-
licismo por l-loj muito estmlado, e poreneilo de
suas conviccOcs. Foi na capella do pago archiepis-
COpal pelas 5 horas da tarde do referido da, que
leve lugar a cerimonia religiosa,, e ahi, de joellios
peanle S. Exc. Ileveremlissima centre o concurso
de multas pessoas, fez Sr. Augusto com voz firme
e intelligivel, que bem revelava a profunda convic-
cao de sua alma, a protestado da U; recitando o
smbolo deNicca, eaconOssSo de todos os nossos
dogmas; depoisdo que fez igualmcnie aabjuracSo
especial da st-ita lutlierana, que havia piolessado.
Em seguida o Exm. e Reverendlssimo Sr. arcelnspo
conlerio-llie com todas as formulase eerimoniasi do
ritual romano o sacramento do baptiamo sob a for-
ma condicional, segundo se pralica boje em liorna
quando ha prudente duvida, como no prsenle caso,
a rcspolto da validado do baptismo, cpnrerido as
seilas dissidentes, qur pela indilVerenga que ja al-
gumas destas tem na recopgHo deste sacramento,
qur pelas variagOes essenciaes de que usam na
forma, como altesta o cardeal Paeca, asseverando que
depoisda morir de h'rederiro II, re dn l'ruma. mullos
ministros protstenos administraram o baptismo aos
menino*, snhlituindo ao adoranel nome da Augusta
Trininito nome deste monarcha incrdulo, que hit pou-
co linha morrido. (ti
Immodiatamenlo depois recebeu tambera a con-
firniagao, sendo pa.lrinhos neste sacramento o Sr.
reverendo eonego honoraiio Francisco Peroira do
Souza, director do mencionado collcgio, e no do
baptismo o Sr. I)r. Flix Ribeiro Rocha, e sua illus-
tre consorte, a senhora I), llosa Candida de Almetda
Emfim, parece que a Providencia e a graga de Dos
chamara essa ovelha ao divino aprisco, para que
nada faltasse de Ilustre e grande ao episcopado de
180 sabio, venerando e zeloso pastor, o qual ropas-
sado de religioso enthusiasraorocitou um bran-
le discurso ; ullimando-se toda essa respeitavel o
tocante acea com um solemne-Te-prum-em ac-
(8o de grecas por taoassignalado c glorioso tnum-
pho da nossa t. .
1 O Cuaycuru.)
un i! i o de PEinmuco.
(i; Tob. cap. 12, v. 7.
Volta, Achana ; ludo me falta, quando tu me
deixas. Meu bem quando sera eu la para sem-
pro?
Lokesza. >
He para se uo acreditar, disse a princeza, e cu
o nao creio, porque em ludo isto ha o qur queseja
inexplicavel c sobrenatural.
Foi esle bilhete, conlinuou o conde delo-nix,
como se nao livera ouvido a princeza, foi esle bilhn-
leque me determinoii a dar pressa a nossa unifio.
Aniavaeu a Lorenza lano quanlo me ella amava.
Nossa posic8o era perigosa. Alm deque, na vida
avciiturosa que levo, podia aconlecer-mo alguma
desgraga ; podia morrer, e se morrease queriaque to-
dos os meus bens perlencesscm a Lorenza por isso
ao chegar-mos a Slrasburgo nos casamos.
Casaram-se ?
Sim, minha senhora.
Ileiinpossivel.
E porque, minha senhora? disse sornndo o
conde. Que havia de unpossivel era que o conde de
Fa-nix esposasse Lorenza Feliciani?
Mas ella mesma me disse que mo era sua mu-
cr.
O conde, sem responder a princeza. vollou-so para
' "/.embra-se, Ibe pergunlou elle, o dia em que
nos casamos? .
Sim, Ibe respondeu ella, foi a 3 de maio.
Aonde?
Em Slrasburgo.
Em quo igreja ?
Na propria calhedral, na capella deSan-Joao.
Oppoz voss alguma resistencia a essa uniaoi
__ Nao ; dava-me por muito feliz.
He que a senhora princeza suppOe que te vio-
lento!. Disseram-lhc que tu me aborrecas.
E ao dizer estas palavras, Iravou o conde da mo
de Lorenza.
O corpo da moga estremeceu todo de prazer.
Ibcr.
RECIFE, DE AGOSTO BE 18*7.
Apressamo-nos em proporcionar aos nossos subs-
criptores a leitura da carta abaixo transcripta, que
o Jornal do Commercio publicara a 22 de julho ulti-
mo, oque nao s noticia havorem falliado os planos
que por duas vezes tragaram os setembristas depor-
tados em Angola para sublevarom a tropa, como
dcixa aperceber que cm consequoncia de semelhan-
tes tentativas pussaram a receber tratamento menos
benigno essas victimas das dissongocs polticas quo
fizeram rehenlar cm Portugal a guerra civil, que tai-
vez esta hora ainda nSo esteja de todo extncta :
Angola, 13 dejunhn.
u Ha lempos tentaram os deportados setembristas
sublevara tropa, o consegu rain seduzir urnas Irinta
nagas do batalhao da guarniQ.o. Descoberta a tem-
po a conspirado, foram speramente castigados os
soldados comprometlidos, e removidos para difieren-
tes pontos alguns dos deportados de Lisboa.. Entre
estes contava-se o conde do Rom-Fim, a quem to-
cou por sorteo novo presidio de Mossames, situado
ao sul do Benguella e guarnecido por 30 a *o pragas.
Bom-Fim, pouco depois de alli chegar, pedio ao
capitao-general que Ihe permittisse ter seus lilhos
comsigo, e obtevedo Pedro Alexandrno o que que-
ra. No entretanto tratou de aluciar os oflloiaes info-
riores do destacamento, e, conseguido isto, fcil foi
seduzir os soldados com a promesaa de irem para o
reinoi levando o quede melbor havia no presidio.
Concertado o plano, fizeram o seu pronunciamento,
e apoderando-so de una escuna de guerra fundea-
nto, eu amo-
(1> Discurso do cardial Paeca, dc8o do sacro col-
legio hispo e lagado de Velletri, pronunciado em
Roma na .solemne abertura da academia da religiSo
catholica em 1843, o qual se acha transcripto no Jor-
nal do Commercia n. 7, de 8 de Janeiro de 18H.
Eu, diste ella, aborreeer-te! Oh
te. Tu s hom, generoso, potente .
i: depois que s minha mulher, dize, Lorenza,
abusci eu jamis dos meus diretos de esposo,
Nao, tu me tena respeilado como tua filha, e eu
sou tua amiga pura e sem macula.
Voltou-se o conde para a princeza, como quera
dizia: ouve ?
Tomada de espanto, havia ella rcctiado ate junto
a umcruxlixodemailim, pendente da paredesobre
urna colxa do velludo pelo. .,
He tudo oque V. Alteza deseja saber? disse o
conde soltando a mao de Lorenza.
Senhor conde, senhor conde, exclamou a prin-
ceza, naosccheguepara.nm, nem ella 18c. pouco.
\esle momento ouvio-so o estrepito de urna car-
rtiagem, que paravo a porta do MHitO.
-- Al!! bradou a princeza, ah esta o cardial, va-
mos saber emfim em que licamo. .,_.. ...
0 conde deKa-nxincl.nou-se, disse algumas pa-
lavras a Lorenza, eesperou com a sercn.dade de
um homem que tinha o don. de dirigir os aconleci-
'"logodepois abrio-se a poru, efoiannunciadoS.
Eminencia o cardial de Roban.
Tranquillsada a princeza pela presenca de um
leicei.., foi tomar de novo o seu assento, duendo:
Mande entrar.
Entrou o cardial, e mal bavia saudado a princeza,
ao dar com os olbos em Ualsamo
Ali he o senhor! disse ello sorpreso.
O senhor cardial conhece osenhor conde? per-
gunlou a princeza cada vez mais admirada.
Sim, minha ssnhora, disse o cardial.
Ento, exclamou madama Luza, ha dedizer-
nos quera elle he ?
Nada mais fcil, disse o cardial, o senhor he
feiliceiro.
Feiliceiro I murmurou a princeza.
Queira perdoar, minha senhora, acodio o con-
de, S. Eminencia logo se explicara, e satisfaefio do
I todos, como o espero.
MUTILADO
i

*v
. >.


:T
*
d no porto, trataram de embarcar nella tudo o que
,l.,- emterra o apromptaram-se para sahir cotn
ucstmo o Porto Nesto cmenos ontrou em Mossa-
.,1 -i briRue de Kll0rra inR|oz- O commandante do
presidio communicou logo ao capililo do brigue o
occorriilo, e, pedindo om nome do rapitdo-general
OS provincia a proteccdo que llio podesse preslar pa-
ra rciiuzr a obediencia os amotinados, decidio-so o
commandar.tedo brigue a tomar a escuna e trouxe-
a para osla cidade. Chegando aqui, cntregou-a a Pe-
uro Alejandrino, o qual mandn logo novo destaca-
mento para Mossames, fazendo regrcssar para all o
Bom-Fim o deixando aqui os ii I los a bordo deum
navio de guerra.
COMMI-^!0
Geral.
Consulado.
RENDIMENTO 1)0 DIA 4.
Movfmen(c)~~ 419,942
Navios entrado! no da 4.
Costa da Palagonia, tendo sabido de New-Bedford
ha 27 mezes ; galera americana tltroinc, de 330
toneladas, capitdn liavid P. West, cquipagem 30
carga azeite de peine ; ao capltflo.
Rio-de-Janeiro; 18 dias, barca de guerra brasileira
ferrnice, commandante o capitilo-tenentc Fran-
cisco Pereira Pinto. Traz a aeu bordo o Ezm
presidente das Alagrtas, Feliz Peinlo de Britoe
Mello, o segundo cadete Anin i o Jos da Fonseca,
o segundo lente Francisco Duarte da Costa Vi-
dal, tres presos, treze ex-soldados e tres segundos
sargentos.
Navios tah idos no mesmo dia.
Ass ; brigue brasileiro Sagitario, capildo Jodo de
Dos Pereira, carga varios gneros, Passageiros,
Jodo Mara Julio Chaves com uin escravo, Jerony-
mo liibciro Rosado, JnloFrancisco Pereira, j0.io
do Reg Barros, Jos Martina Ferreira com sua fa-
milia.
Cibraltar; polaca ingleza Queen, ca pililo Germano
Calvcrino, carga assuoar.
.New-Bedford; galera americana Heroltu, capildo Ha-
vid P. West, carga a mesma quelrouxu. Passagei-
ro, David Fisher.
Pollos do norte; vapor brasileiro Imperatriz, com-
mandante o capltaVlenente JesuinoLamego Cos-
ta. ~ Alem dos passageiros que trotine dos portos
do sul para os do (norte leva para o Maranlido,
Frederico Sipz, llaiuburguez.
da, na forma do artigo 3.' da lei provincial n. 191. de
30 de margo de 1847.
Dia 16.
Odoeslabelecimento de urna linha de mnibus,
que, na forma da lei provincial n. 191, de 30 de mar-
co leste atino, facilite o transito desta cidade a oual-
quer dos seus arrabaldes e Olinda.--Este contra-
to sera rcalisado depois que a presidencia assim o
determine, a vista las propostas que por intermedio
ila lliesouraria lite forem aprcsenladas.
Cadeirat vagas deprimeiras lettrat.
A de Caruar, cujo concurso lera lugar logo que,
a contar de 28 de junho ultimo, se completar o prazo
do 50 das. '
Avisos diversos.
Escravos apprehendidos pela polica.
Manoel, le naQilo Cacange, que diz pertencer a
Antonio l.uiz Correia de.Sant'Anna, morador no en-
genho Camelleira, em Cariris-iNovos- Ser entre-
gue na subdelegada dos Afogados, vista de ttulos
legaes.
Antonio, tembem de naclo Cacange, que apenas
declarou ser le um engenlio -- Quem provar ser seu
scnbor, receb-lo-ha na procitaila'subdelcgacra.
Publcales Litterarias.
Aos pais de familia, capitaei de tttvios.
fazendeiros e a lodos em geral.
Urganon dan doiitrinas homoeopathicas, ?. voluntes
pequeos.
Manual do pai le familia, do capillo
de navio e do fazendeiro, ou noticias ele-
lomu'opatliia, contendu n
principaes medicamentos
I volunte perpieno.
cm-sc por preco commodo, no se-
gundo andar da casa n. 7, da rua da
Cruz.
LOTERA do theatro.
Apezarda grande extrado que teom lido os bi-
lhetes desta lotera todava nao podoram as rodas
ter andamento no dia 30 do passado, como se annun-
cou, por haverem anda algunsbilhetcs por ven-
der, e em numero tal que mo era possivel fazer cor-
rer a lotera. Em consequencia dislo o respectivo
thesoureiro tem designado novamente o dia 13 do
correnle mez para o referido andamento visto que
he do esperar que a venda do resto dos bilhetes con-
tinuo com a mesma influencia com queprincipiou.
Precisa-se alugarum preto possante para von-
der fazendas com um homem na rua: sendo, bom da-
se at 14,000 rs. mensaes : a quem convier annuncie,
ou dirija-sea rua Imperial, n. 37.
Precsa-sealugar um andar do urna casa para
una familia, sendo as principaes ras do bairrode
Santo-Antonio: na travessa do Queimado, venda n.
3, se dir quem beque pretende.
0 ministro da ordem terceira de San-Francis-
co da cidade de Olinda faz publico aos i millos ter-
ceiros la mesma veneravel irmandado, que no dial
(^ Perante o Sr. doutor juiz dos orphos, Lu
Duarte Pereira, morador na rua da Praia, se ha de
arrematar, por venda, urna morada de vasa, sita na
rua do Sebo, n. 5, em chitos proprios, cuja casa se
acha hypothecada a Herculano Jos do Freitas.e sub-
jeta a mais dinheiro que elle tem dado por ordem lo
ministro. A arrcmalacffo ter lugar, hoje, 5 do cor-
rente. Quem a pretonder dirija-se a porta do mes^
mo Senhor juiz, no dia marcado, por ser a ultima
praca.
Pede-se ao Sr. Manoel Jos Soares, que leclare
sua moradia, para se Ihe fallar em um negocio que
Ibe diz respeito.
A pessoa, que por repetidas vezes nnnunciou
por este Diario querer comprar cobra* de viado vi-
vas, querendo una bastante grandajivfva, queira
dirigir-sequanlo antes a rua da Florentina, n. 16.
Precisa-se de um perito ollcial lo charutos
para trabalhar em urna fabrica distante desta praca
18 legoas : na rua da Aurora, n. 42, segundo andar
das 6 at as 8 horas da manhda, e das 3 as 6 da'
tarde.
Aluga-se um sitio bstanlo grande perto des-
ta praga por ser no principio da estrada dos A lili c-
tos com boa casa o baixas para capim Ierra para
plantaclo boa agoa de beber e de lavar, muitos ar-
10 do correnle so proceder elccdo da nova mesa Jvoredosde fructode differentesqualidados : a tratar
que tem de reger no auno de 1847 a 1848; e roga aos. na rua da Praia n. 46.
ditos irmnos bajam do concorrer, para niTo ser espa-, --Precisa-sede um caixeiro quetenha pratca
mentares da
aceflo dos
lomoeopathicos,
Vend
A
Historia de Portugal por A/exaniire Herculano.
Os Srs. assignanles queiram mandar buscara rua
da Cruz, casa n.7, segundo andar, o segundo volume
desta mteressanto obra, cujo preco he o mesmo que
lo priinciro rs 3,000.)
Deca raides.
O arsenal le guerra compra azeite de carrapa-
toe de coco, lio de algoddo e pavios : quem ditos
gneros qutzer fornecer mandar sua proposta a
directora do mesmo arsenal, at 0 da 7 do corren-
te ntez Arsenal de guerra 4 de Agosto de 1817.
Joo Mearn da Silva.
A pessoa, que botn na caixa da administra-
co do correio unta carta, pata o Aracnty, para o Sr
Manoel Netlo Nevos, queira comparecer na mesma ad-
ininistraQilo.alini de estator um engao.
A jdmfnitracflo gcral dos estahelecimentos
derandude, leudo concluido os reparos las casas
n. 7 da rua da ViracSo, ns. 17 e 19 da rua do Padre-
Flonanno.en. 11 (das Cinco-Ponas manda fazer
publico que no dia 9 do correnle pelas i horas da
tarde, nao a praca as rendas,ias predtas casas, pe-
lo lempo que decorrer do dia da arremalactto a 30
dejunhodei80.- Adminstracdo geral dos osta-
bclecimentos de caridade 2 de agosto de 1847
O esenpturano, /'. A Cavalcanti Cousseiro.
ASSOCJACAO COMMERCIAL.
Nilo comparecemlo numero sullioientc de associa-
dos na reunido annunciada para o lia 2 do correnle
ficou a mesma transferida para o lia 6, e adverle-sc
que nesta segunda reunido se considerar baveras-
sembla geral com os socios que entSo se acharom
l'iesenlcs, como dispOe o artigo 5 do capitulo 1."
Jos Jeronymo Montciro,
Secretario.
Contratos a celebrarse com a thesouraria das rendas
provineiaes no mez de agosto crtenle.
Dia 11.
Oda illumina?iio agaz das cidadesdo Rccife eOlin-
visos maridillos.
^ 1 y,- ruTMn
Ter osenhor feto lambeui algumas predic-
cesa S. Alteza Real, que a vejo tSo demudada? uer-
guntou ocardial.
A certidilo do casamento a cerldao
que tudo, bradou a princeza.
Olliava o cardial admirado, porque gnorava o qu
podia significar essa exclaniagSo.
Ei-la aqui, disse o conde apresentando-a ao
canlial.
pnmeiro
Que he isto? perguntou este.
Emnentissimo, disse a princeza, trata-se de
saber se esta assignalura he verdadeira, e a cerl-
dao vlida.
Ocardial leu o papel que a princeza Ihe apresen-
tava.
Este certificado he um termo de casamento
muito em forma, e esta assignalura he a de M. Remv,
cura da capella deSan-Joflo; mas que importa isto
a V. Alloza?
Oh! importa-me muito, senhor cardial: com
que entilo a assignalura.....
He verdadeira ; mas quem nos diz que nao fo
extorquida ?
lio verdade cxlorquida a cousa he possivel,
cxclamou a princeza.
E o consentimento de Lorenza (ambem, ndo he
assim? disseocondo com irona que se diriga di-
rectamente princeza.
Mas porque meios, diga-mc, senhor cardial,
por que nieos se tera podido exlorquir esta assig-
nalura? Sabc-o V. Eminencia?
I'elos que cabem no poder do senhor, or
meios mgicos. '
Mgicos! diz V. Eminencia ?
di"" Senhr he feiticeiro, disse-o emendodes-
~ V. Eminencia est gracejando.
za quero tur com o senhor urna seria explcacdo.
"Ped- a a V. Eminencia, disse o conde.
Muito bem mas ndo se esquee de que sou eu
quem o interrogo, disse altivo o cardial. '
-- Para o Ceara sabe, nestes quatro dias, a barraca
heus-tearense: quem na mesma auizer carregar, po-
de dingir-se a rua da Cruz do Recife, n. 43.
Pata o Miirauhdo segu, em poucosdas, o pa-
taclio aurentina, capitdo e pratico Joaquim Martins
los Santos Cardoso : para carga e passageiros trata-
se com Louronco Jos das Neves, na ruada Cruz, ou
com jse Baptista da Fonseca Jnior, na ruado Vi-
gario, n. 25.
-Segu viagem para o Acarac, com a inaor bre-
vidade possivel, o patacho Emuliclo; recebe carga e
passageiros: os pretndanles dirijam-sc ao escriplo-
rto le Manoel Uoncalves da Silva, na rua da Cad.lia
do Recile, ou a bordo do niesino patacho, a tratar
com o Capitdo.
Fara Usbda sabe, com a maior hrevdade, por
ter parte do seu carregatnenlo prompta, o brigue
portuguez San-Domingas; receba carga a Ireic e pas-
sageiros, para o que tem encllenles com modos
trata-se com os consignatarios, Hondea 6; Terroso, na
rua da Cruz, n. 54, ou com o Capitito, Manoel Con-
,'alvcs \ jann.i, na prega lo Commercio.
Para Lisboa pretende sabir, por todo o mez de
agosto, o muito superior brigue portuguez Concei-
co-dr-Marw, por ter grande paite de sua carga
prompta: para carga e passageiros, para o que tem
excellentescommodos, traU-se cora o consignatario
I boina/, de Aquino Fonseca, ama lo Vigario, n.
19, ou com ocapildo, na prora do Conuncrcio.
2
Cada dita cleif.lo, o que ser cm prejuizo da referi-
la ordem.
- l'recisa-sealiigarum preto para andar, acom-
panhado de um caixeiro, entregamlo pdo na cidade
de Olinda: as Cinco-Ponas, padaria n. 63.
O.Sr. A. C S., sendoMr, da publcaedodesto
a tres dias, pagar mez e meio de aluguel do casa, que
deve as Cincn-Pontas, 11. 63, ver seu nome por
extenso nosta folha.
Precisa-se le dous ofliciaes de charuteiro, que
Tacam bstanles charutos por dia: paga-se a 180 rs.
ao cento: na rua de San-Concalo, n. 7.
Aoahaixo assignado succedeu quc.tendorecebido
da cidade do Ico tres escravos para vender nesta,entro
elles urna negra de nome Josefa, e indo o Sr. Jos da
Fonseca e Silva ver os ditos escravos para os com-
prar, roitheceu ser furlada a dita negra, e perten-
cer ao Sr. Dr. Jodo Floripes Dias, porlh'ator vendi-
do em abril de 1843, cuja negra fe-i conduzda a ca-
dea a ordem do Sr. sobilelegado da freguozia do
San-Jose : por isso quem se adiar com direito a
mesma escrava dever-se-ha entender com o abaixo
assignado, para depois de todas as justilicacOes nc-
cessarias Iho ser entregue.
Domingos Rodrigues de Andrade.
O abaixo assignado avisa aos seus freguezes
que teem diversas obras em sda casa, que vdo bus-
ca-las 110 prazo de 8 dias: d outra maneira, vai
vende-las para se embolsar do dinheiro que tem pa-
go aos ofliciaes por conta dos ditos seus freguezes:
por isso, paro que chegue ao conhecimento delles
faz o presente aununcio. Tcwpett.
'ast da F
3,
nao.
--- J. J. Tasso Jnior faz leilffo, por conta de quem
pertencer, de urna pprcflo de cerrcia, do mesmo au-
tor da bem conhecida marca diamante X, em lotes
le 3 barricas ou maior, a vonlade dos compradores :
hoje 5 do correnle, as 10 horas de manlida, no
caes da Allandega.
"- un UMBa.uaiLauuNtttaara^s^iieaf'
-- Ndo se esqueca tambem V. Eminencia que a
todas 88 suas inlerrogacOes, responderei mesmo pc-
. Alteza, se V. Eminencia toma isso a peito;
queealou reno nao tomar.
O cardial sonio-se.
im" Soleml, cm que vivemos, disse elle, lie mui
dillici representar o papel de feiticeiro. Eu vio-o
trabalhar; o senhor obteve ah bom resultado; mas
previno-o, nem todos teem a paciencia, e sobretudo
a generosidade da senhora delphina.
--- Da senhora delphina acudi a princeza.
Sim, minba senhora, disse o conde, tive a hon-
ra de ser apresentadoa S. Alteza Real.
Ecomoreconheccu o senhor conde essa honra3
diga, diga.
Oh! replicou o conde, peior do que eu quize-
ra porque ndo tenho odio pessoa I aoshomens,
anula menos as senboias.
Mas que fez entilo o senhor conde a micha au-
gusta sobrinha? disse madama Luiza.
Tive, minba senhora, a desgrana de Ihe dizer a
verdade que me ella perguntava.
Sim, a verdade, urna verdade que a fez des-
maiar.
He culpa minba, disse o conde com essa pode-
rosa voz que ido vehemente e persuasiva deva ser
em certas occaaiOes, he culpa mintia que Tosse essa
verdade tdo terrivel que devesse pruduzirsemelhan-
les effoitos.' Fui eu quem procurci n princeza?1 fui
eu quo pedi paro Ihe ser apresentudo? Nilo, pelo
contrario a evitava; levaram-mc sua presenca
quasi a frca ; e ella interrogou-me ordenando-me.
Mas que verdade ero essa Ido terrivel que o se-
nhor conde Ihe disse? perguntou a princeza.
Essa verdade, ininba renhora, respondeu o con-
de, he o veo do futuro que rasguei.
Do futuro?
Sm, minha senhora, desse futuro que tdo me-
donboseantolhou a V. Alteza Real, que procurou
eviu-io em um claustro, e combat-lo aos ps dos
altares pelas suas oraches e lagrimas.
Senhor conde!
na rua oslreita do Hozario, n. (i.
Tendo-su transferido o andamento das roda da
segunda parte da 17.* lotera do tlicalro para odia
13 do correnle espero o cautelista da casa cima ,
que os seus froguezes concorrain a comprar o resto
das suas cautelas que se achanta venda certos de
que nellas tirardo boassorles. A ellas, que sdo pou-
cas e os presos diminutos.
Precsa-sealugar urna escrava mensalmcnle,
que soja fiel e boa lavadeira, e que entenda bem de
varrella: na rua da Cruz, n. 26, primeiro andar.
Aluga-se a casado Exm. Manoel de Carvalho
Paes de Andrade, sita no Corredor-do-Bispo, a qual a-
cabadeser desoecupada peloSr. F. H. l.ultkcns: os
prelcndeiilus dirijam-se ao correlor F. C. de ol-
venla.
Furlaram, no dia 29 do julho prximo passado,
da estrada de Beln, lugar lo Zumby, o seguinte:
12 carnizas de homem; 5 leuces do brm; 13 pares
de ceroulas; 3 vestidos de senhora; 1 loalha de lava-
rintoj 3 ditas de mesa; 11 pares de meias; 5 camisas
desenhora. Roga-se, portaiito.aquem forem oflbre-
cidos ditos objectos, le os apprehender o lar parte
no dito lugar cima a Miguel Joaquim Bernardino,
ou nesta praca na rua Direila, n. 10.
- Vai a praca por venda, perante o lllm. Sr. Dr.
juiz o; orphdos, um sobrado de um andar com um
grande sold, em muito bom estado, sito na rua do
Amonm, n. 12. Decara-se que ndo vai por dividas e
sim a requerlmento dos licrdeiros do mesmo so-
brado A praija ter lugar hoje, 5 ,1c agosto, as 4 horas
da tarde. Quemo mesmo quizer comprar, compareca
as referidas horas na porta do mesmo juiz na rua da
Praia, ao pe da ribeira do peixe. He a ultima nraca: a
clleque foi avahado muilo barato.
^gg^Jgg^yjgggal 1.....1 ini mImim 1 \m
Sou porvenlura culpado, minha senhora, de
quo esse futuro que V. Alteza presenlio como santa,
me fosse revelado a mim como propheta ; ede que
a senhora delphina, assustada desse futuro que a
ameaca pessoalmente, desinaiasse, quando Ih'o re-
velei ?
V. Alteza o est otivindo, disse o cardial.
Ai lissea princeza.
Porque o seu reinado, accrescentou o conde,
esta condumnado, como o mais fatal e desgracado de
toda a monarchia.
Senhor conde! exclamou a princeza.
Quanto a V. Alteza, minha senhora, proseguio,
talvez U-nliam as suas supplicas obtido graca; mas
V. Alteza nada disso ver, porque estar no seio do
Eterno, quando cssas cousas acontecerem. Ore mi-
nha senhora, ore !
A princeza, dominada por essa vozprophetica, que
(auto a de accordo com os terrores de sua alma ca-
bio de joelhos ante o micifixo, e poz-sc com cireito
a orar com fervor.
Entilo o conde, voltando-se para o cardial e prece-
dendo-o para o vdo de urna janella :
Agora nos, senhor cardial, que me quer V. Emi-
nencia f
Ocanlial juntou-se ao conde.
As personagens estavam assim dispostas :
A princeza, ao p do cruciixo, orava fervorosa
Lorenza, immovel, muda, com os olhos abortos o fi-
xos, como se ndo vissein, eslava de p no meio do
aposento. Os dous homens ficavam 110 vdo da janel-
la, o conde encostado a rotula, o cardial meio escon-
dido pelas cortinas.
de venda, e ndo exceda do 14 a 15 anuos: sealgueni
so propozer o quizer ir para urna em Olinda, apro-
veitar a boa arrumaedo e gozar do fresco de Ido
bello retiro em lempo de festa : na travessa do Ro-
zario n. 39 se dir quem he o pretendente.
~ Offerece-se urna senhora de moia idado capaz
para ama de qualquer casa, que cozinha muito bem
todas as qualidades de manjares : quem de seu pres-
umo se quizer utilisar, dirija-se ao becco do Azei-
te-de-Peixe, 11.14.
Precisa-se alugar urna preta para vender azei-
te c outras vendas na rua: quem a ti ver dirija-sea
rua Direita, deposito de assucar, n. 78.
Quem precisar de urna mulher que sabo lavar,
engommarecozinhar, dirija-sea rua do Encanta-
mento do Recife, sobrabo de tres andares, n. 4.
Tendo sido apresenlada ao abaixo assignn^C,
pelo bacharel Christovdo Xavier Lopes, urna lellra
de dous contos de ris, sacada em 11 de Janeiro de
1837 por Jodo Damasceno e Silva, a prazo de oito
annos, e aceita de sua lirma, que he falsa, e Ihe fui
furlada, por isso que nunca assignou ou aceitou
lellra alguma, nem a outra qualquer pessoa, e me-
nos por endosso ou negociando: por isso desde i
previne ao respeitavel publico, que a excepedo de
urna lettra que acaba de aceitar do dito bacharel de
quinhenlos mil ris, a prazo dsele mezes, toda o
qualquer que appareccr aceita, oudossada, ou nego-
ciada, de sua lirma, he falsa e como tai protesta ndo
paga-la a quem qur que fr o seu portador, visto
que nada levo por taes documentos: o para se nSo
allegar ignorancia, faz o presente.
Rio-Formoso, 15 de julho de 1847.
Jote de Rosas.
O professor de inglez e francez do collegio de
Sanlo-Anlonio ensina em sua casa, depois das onze,
a qualquer hora que for procurado, a fallar, escre-
verc traduzir asmesmas lingoas : quemdeseupres-
timo se quizer utilisar, dirija-se a rua Nova, n. 2,011
ao Aterro-da-Boa-Vista, n, 24.
O curioso, que no domingo de noite, 1. de a-
gosto, iennipatilii.il Nosso-Pai da matriz do Santo-
Antonio para a rua da Praia, e na volta, na occasido
de rccolher, foi com tanta prossa para a sacrista,
que at ndo deu atlcncdo ao Senhor Sanlissimo Sa-
cramento, com o sentido nos chapeos dos oulios, pa-
ro levar o novo e deixar o seu velho, queira quanto
antes ir leva-lo a mesma matriz e entrega-lo ao sa-
cristdo, quo elle Ihe dar o seu velho: do contrario,
ver o seu nome por extenso nesta follia.
Aluga-se um solao muito iresco e
em muilo Loa rua, proprio para ho-
mem so lleno : a datar 119 esquina do
LivramentO loja de 6 portas.
- Caetano Pinlo de Veras declara ao respeitavel
publico, que contina a estar em vigor o annuncio
abaixo transcripto, que fez publicar nos Oanos ns.
217, 218 e 219, do auno de 1845, paro que ndo digam
depois que ignoravam o dito annuncio.
Constando 110 abaixo assignado, que cm seu no-
me se tem pretendido tomar dinheiro; fazendas e
outros objectos le valor, previne ao publico, que
ndo se responsabilisa por cousa alguma que ndo for
por elle tomada, pessoalmente ou por escripto seu.
Caetano l'inlo de Veras.
Precisa-se de um caixeiro para padaria : na rua
do Rozario, 11. 48.
Que me quer V. Eminencia? repeli o conde,
Quero sabor quem o senhor he.
V. Eminencia o sabe.
-- Eu?
-- Sem llovida. Ndo disse que eu era feiticeiro ?
- Mtnto bem. Mas la chamavam-lhe Jos Balsa-
Pois bem : que prova isso ? Que mudei de no-
me, nada mais.
Sim ; mas ndo sabe que taes mudancas, da par-
te de um homem como o senhor, dariam muito que
pensara M. doSartincs ?
O conde soi rio-sc.
Oh senhor cardial, quo guerra Ido mesqui-
nna para um Roban Como pois V. Eminencia ar-
gumenta por palavras Verba el voces, diz o lalim.
Vao ha cousa peior de que me aecusem ?
Creio que o senhor torna-se moleiador, disse
o cardial.
Ndo me torno, be o nicu carcter.
Entdo, vou ter una satisfaedo.
Qual he ?
He a de fazer-lhe abaixar o tom.
Faca, Eminentissiiiio senhor.
E ser isso bem lisongeiro, creio eu, para a se-
nhora delphina.
O que ndo ser por certo intil nos termos em
que com ella so acha, disse flegmaticaniente Bal-
samo.
E so cu o fizesse prender, senhor do horsco-
po, que dira osenhor?'
Dira que V. Eminencia fazia muito mal, senhor
cardial.
Do veras I disse a Eminencia comgrandissimo
despiezo; ea quem viria mal d'aoi ?
A V. Eminencia mesmo, senhor cardial.
mo; aqui chamam-lhe o conde de Foenix.
Vou, pois, daqui mesmo dar essa ordom ; sa-
liremos entdo ao cerlo quem he esse bardo Jos Bal-
samo, conde de Foenix, ramo Ilustre de urna arvore
genealgica, cuja sement nunca ou vi em campo al-
gum herldico da Europa.
; Ora, senhor cardial, disse Balsamo, porque se
ndo informou V. Eminencia a meu respeito do seu a-
migo M. deBreteuil ?
M. de Breteuil nao he meu amigo.
Isto he, ndo o he mais, porm j o foi, e al um
dos mais particulares ; porque V. Eminencia Ihees-
creveu certa carta...


Manocl Luiz dos Santos embarra para os
T.dosula sua escrava preta de nacSo Costa,
fannos, de nomo Uosalina.
. precisa-sede omciaes de aliaiate de
. "1 grande : na ra Nova, n. 6o.
ftiem annunciou qucror urna ama para casa do
"'MI soltciro dirija-se a ra do IUngcl, n. 71.
110 urprisa-se, para urna venda noMonteiro de um
" ixeiro o que d fiador a sua conducta : nilo
^TnVta dar-se-llio interesso na mesma venda : a
flir no mesmo lugar co.n JoBo da Cunha Rete
1 L r.idade de Olinda ao pe da igreja da Boa-
Ho'ra, s de Jo8(luina Thereza de Jesus existe uma
""n'ucmwrdeu uma cdula dirija-se a prensa de
inauim Jos Ferreira a fallar com Manoel Jos Ta-
J2rf que a entregar a possoa que disser o valor
q Ouem annunciou querer comprar um jogo de
Jolas de espoleta, dirija-se a ra da Madre-de-
Seos,n. 36, primeiro andar, que se dir quem
venJe-
Nodia3t do julho, ao amanhecerdodia i.* de
~Z,n na venda sita no Aterro-da-Boa-Vista, n. 44,
ttaram a porta pela parte de tras, o Turtaram o
a,'nie.__cem mil res em dinheiro e os mais
Rectos abaixo declarados, que se achavam empe-
l Vos na mesma casa: um Irancelli.n de prata, fino;
m rozarlo, inda niio servido, deouro; um annel do
,Tm com o peso de urna oitava; um par de livelas de
mi o de ps, com charnoiras de ferro, com o peso de
iqo lavas: urna redoma deouro cortado, com cus-
ndi do mesmo, com sobre-branca dentro o vidro,
rom o peso de 7 i oitavase 9 graos; urna dita de ouro
el lado, com a imagem da Conce.gao.de pedra e vi-
l tudo com o peso de 5 \ oitavas e 18 graos; uma
l la de ouro cortado, com custodia, com sombra on-
raniada e com vidro, tudo com o peso de 5 i o.tavas e
atrios; urna dita mais pequea, de ouro cortado,
0,n magem e vidro, tudo com o peso de 4 oitavas
mmius4eraos; nm breve de ouro lavrado, com una-
wm da onceicao ccuslodia.com 4 o.tavas menos
cTaos: um par de cadeiados grandes de ouro cor-
til? com 5 oitavase 18 graos; um dito dito, com 4
oilasse 25 graos; um parde fivelas de liga, com
? Samis de prata comis de ouro cortado, tudo
*c",3 oitavas o 18 graos; um par de brincos de
ooro, com podres de topado, tudo com 2 o.tavas e
W araos; um par de solitarios antigos, com pednnliaa
de espelbeles no meio, tudo com 1 i o.tava; uma
cruz de ouro, com 6 oitavas menos 9 graos; um cru-
ciliclo de ouro lavrado.com 4 o.tavas; um corda o
urosso. com 6 palmos e 2 dedos, com argola para re-
logio, com 14 i oitavas o 9 graos; uma volt de cor -
diio grosso, co'm 2 { palmos, e com 5 i oitavas; um a
volta d-s cordao, com 5 palmos e 4 dedos, com 8
oilavas; uma dita com 3 palmos o 7 dedos, com 4 {
oitavas; uma collar fliio.com 9 palmos o 5 dedos, e
com7 oilavas e 10 graos; uma correte de ban-Ben-
lo, con. 11 i oitavas menos 16 graos; um collar grande
c grosso, com 4 varas e 3 dedos, com 35 i o.tavas; um
relogio c uma correle, tudo de ouro, com o peso da
crrante de 12 a 15 oitavas. Portanto roga-se a todas
as autoridades poiiciaes, e juntamente a todos os Sra.
oiiriws, para que, indo se vender algn deeto ob-
iectof queir.ni fazor o favor de diligenciar a rea-
neilo. Da-se a qualquer pessoa que descubrir do
roulio cem mil ris de gratificado, e se prometi
guardar todo o sogredo.
- Na ra de Horlas, n. 9, existe um linture.ro,
que se propelo a tingir toda a qualidade de faze.idas
obras de todas as cores, tanto de la a como de seda,
por precos commodos.
Continuam a estar para alugar as casas terr
de ns. 25,27, 29 e 31, sitas na ra Real, prxima <"
Manguinho asquaesteem muito bons coturno""''
com quintaes murados e porto de embarque ; a tra-
tar com seu proprietario Manocl l'ereira Teixe.ra,
morador prximo aquellc lugar.
Precisa-se de um pequeo brasileiro para cai-
ieiro de venda, preferindo-so de fra da praga, ou
mesmo de outra provincia : na ra atrs da matriz
da Boa-Vista, n. 2.
-- l'erdeu-se um arco de ferro da roda de um car-
ro : quem o tiver adiado leve a cocheira da ra No-
va, que ser recompensado.
Precisa-se de uma ama que tenha bom le te,
forra ou captiva : na ra doQueimado n. 28, loja
de ferragens.
ASenhora D. Rita de Cassia dos Prazeres', ou
quem suas vezes fizor, annuncie sua morada para
se llie fallar a negocio de seu interesse.
O Sr. Jo3o Luiz Ribeiro annuncie por esta fo-
Iha a sua morada, para so lhe fallar a negocio de seu
interesse.
Vendas.
D-se um cont de res a juros de dous por cen
to, sobre penliores de ouro ou prata tSo somento
quem precisar annuncie.
Alugam-se tres casas terreas, no
becco do l'eixoto, pelo preco de cinco
mil ris cada uma : a fallir na ra do
Crespo, n. i5, com A. da C S. G.
4) PASSEI0-PUB1.1CO, N. 5. <:
SE Joa Loubet participa a todos os seus Jp,
fregus que receben ltimamente um grande sor-
tinicnlo de chapeos do sol, do ultimo gosto pari-
siense, tanto para senhora como para homem ; os
nuaes se tornam mui recommendavcis pela sua qua-
lidade e variages de gosto sendo ellos de boas
sedas o panninhos, pois se conservam as suas cores.
Ha ueste mesmo estabeleciment um grande sorli-
ment de boas sedas de todas as cores e superio-
res panninhos trangados e lisos de muito boas
cores para cobrir chapeos de sol. Tambem se fazem
lodos os concertos quo os mesmos prec.sarem com
todo gosto prompt.dao e diminuto prego.
OSr Joao da Silva tem uma carta na ra do
Crespo, n. 11 vinda do Cear, remettida por um
seu filhoaue oxisle naquella provincia.
__Os abaixo assignados fazem publico, que ami-
gavelmente tcem dissolvido a sociedade que tiuham
em as lojas de seleiro da ra Nova.ns 5 e 28, e
da'ra da Cadeia do Recito, n. 49, que g.ravam co m
a firma de Braga Silva & Companhia; cuja disso ugilo
leve lugar no dia 31 de maio prximo passado, lica n-
doa mesma firma obrigada a liquidacBoda mesma.
- Antonio Ferreira da Coto Braga. Joao da ^ilta
traga. Antonio Joaquim Leite. *
Vendem-se dous pardos, senrlo um
perfeilo sapateiro, de 18 annos, de boa fi-
gura, e que he proprio para pagem ; duas
pretas, de 20 anuos, de elegantes figuras,
boas costureiras, lavadeiras, e que engom-
mam soli'rivelmente ; uma parda, de ?a
annos, com as inesmas habilidades, e que
he perita engommadeira } um moleque,
de 4 anuos, pouco mais ou menos, e um
mnlatinbo de 7 annos: todos sem vicios
nem achaques: na ra do Crespo, loja
n. a A, se dir quem vende.
OBOMBARr\TEl\0.
INaloia de miudezas da ra do
-Vende-se uma.preta ui "?$SX
achaques nem vicos, de O ai nos ae uor
muito bem comprar e vender nr u, P J en,
das cousas lem mu.la intelllg*"1" r lem'uma
,l,oa; tem principio de engommado e 1 w_
1a, sondo a primeira, de idade de 7 me/.es
sa
cria, ..
vessa do Madre-dc-Oeos, n. 18. commodo:
vende-so sola "riad,'>orup':i dongalvos
na ra da Cadeia. cscrlptor.o do Manoel t.ong
dalIVVende-se um escravo pedreiro: .Jg
de Manoel CongaWes da Silva, na ra da Cade.
Recito, se dir quem liooveiidedor.
Admiravc navalha de ac
da China.
antagen. do cortar o cabello sem offenc.
leixando a cara parecendo esta, na sua >
i oelle
de Francisco Joa-
Cabug ,
quim Duarte ,
vendem-se ligas de borracha, a 120 rs.; [uvas de
seda, para meninas a 120 rs.; dilas para homem ,
de cores o brancas a 240 rs. ; ditas de pellica a
480 rs. ; cartas de clcheles a 400 rs. ; fitas de vel-
ludo a 120e 160 rs. a vara; linha do carretel, a
240 rs., o de 200 jardas a 700 rs. ; agulhe.ros
de vidro a 200 rs. ; caisas de obre.as a 00 rs. ;
trancelins de borracha, a 80 rs. Da la.os para cos-
tura a 800 rs.; papel almago o do peso ."--"""
rs. 11 resma ; capachos para ornarsalas, a WK rs. ,
filas do linho leudo o mago doze pegas a 200 s ,
franjas brancas, para cortinados a 160 rs.; poma-
da Iranceza a 80 rs. o pao ; bocetasde. p 111 lio, re-
dondas e grandes a 800 rs. de meio a 600 rs. c
dediltorenteslainanl,os,do80a400 rs ; phospl.o-
ros contendo 104 palitos que n8o lalham aso ra. ;
botes de duraque, a 320 rs. a groza ; ditos de seda,
a 1,600 rs. ;um sortimento completo de lucos ut
diversas qualidades; caixas de linha grossade marca,
contendo 1 novellos a 160 rs.; botos tinos para
caigas a 300 rs ; brincos domados a 200 rs o par;
oente Onos de prender cabello a 100 rs. ditoa de
tartaruga, para inarrala, a 1,200 rs. o par;
a 120 rs. o fio.
Tem a va
da pello, de
Ibantemocidade. ri.in esoeiie
Esle aeo vem oclusivamente da ^'""'.sados cu-
irabalham dous dos elbores na. bI -"
teleirosda nunca excedida e rica c.ia.ie <
capital do imperio chim. AUTOR SHAW.
N. B. He rocommendado o uso deg naval.
maravilhosas por lodas associcdades d ^ Cll>
medico-cirurgicas, tanto da ''"'l,arcom *,*^ da
Asia e frica, ..ao so para |MW SSaSS.
cutis, mas lamben, como umif^ qua-
lm-sc a contento, e respondo-se pela sua uoa 1
dado: pois s se vendem as verdade.ras, na. ua iar8
"^K urna preta de .8 annos, *?
engomma a he do DoniU figura no armazem do
farinbada ra do Collegio
_ Veiidc-se cal virgen de Lisboa, im
da melhor que ha no mercado, e
muito rasoavel: na ra do
Compras.
Por meio de um remedio, o l)r Casa nova
cura radicalmente as dores de denles, por
muito activas que sejam, em poneos minu-
tos. Cura tambem radicalmente as molestias
venreas, por meio de um remedio nao mer-
curial. Na ra Nova, n. 7, primero andar.
-Precisa-se de uma mulber de nicia idade, que
saiba bem cozinhar, para ama de casa de homein, ol-
teird : quem estiver nestas circumstancias annuncie.
- l)-se dinheiro a premio com penliores, mesmo
em pequeas quantias; e compra-se ouro 11 prata,
mesmo em obras quebradas; na ra do Itaugei, nu-
mero 11.
- Arrenda-se o silio da cscala, na Soledade, com
boa casa de sobrado, estribara, e bons arranjos pa-
ra familia, ou algum senhor negociante, por ser
muito perto da praga : na ra de Horlas, n. 140.
-Contina-sea comprar torro fundido, cobre e
bronze velho : na ra do Bru, n. 8.
Compram-sc escravos de ambos os sexos, do 12
a 20 annos, com habilidades, ou sem ellas: sendo de
bonitas figuras, pagam-so bem : na ra das Cruzes,
11 22. segundo andar. .
Compram-se para urna encommenda, duases-
cravaseum moleque: na ra Nova, 0. to.
-Compra-se uma casa terrea que tenha bons
commodos e quintal, sendo no ba.no de S -Anto-
nio, ouda Boa-Vista : na ra da Alegra, h. 46.
-Compra-se urna preta ou parda, que saiba
engommare coser co... perfeico. o "ot-lha vi-
cios nem achaques ; e um escravo do ollic.o na ra
da Alegra ,n. 46.
-Compram-se as cartas do marquez do Pombal,
cm 2 volutnes : na ra Nova, 0. 3, ou annuncie.
Compra-se um jogo de pistolas de espoletas,
em bom estado: quem liver annuncie.
_ Comnram-so escravos de. ambos os sexos; com
habilidades e sem ellas, o alguns como Jo.0 J "".
anateiro caro na e pedreiro .le 12 a 24 annos .
en h le bonitas figuras pagam-se bem : na roa da
Concordia passando a pontezinha a d.re.ta se-
uunda casa terrea.
-Compra-so um jogo de bancas de Jacaranda,
usadas, mas que sejam moderna! quem tiverau-
"U--CNa ra larga do Rozario ti 48, segundo andar,
compra-so urna geometra de Lacrois.
-Comprase um sitio : paga-so bem, se .or uestes
ligares : Mondego, Cotovelio ou Trompe : na ra
das Larangeiras, n. 14, segundo andar.
Entilo que tem 1
_ o que tem esso homem
latfWpisc dessa pistola.
Tcardial leve urna turbacBo, eencostou-seao pe.-
toril dajanella.
Casimiras elsticas
a l$rs. ocovado.
Vendem-se supeores casimiras elaslicas, pelo
barato prego de 1,000 rs., o covado ; dita nj"08-
zas. superiores e de bonitos padroes, a o,000 rs o
corte ; dita preta muito lina a 3,500 rs. o cova.io ,
panno preto de boa qualidade para pannos de pre-
tas a 3,000 rs ; superiores br.ns trancados bramo
e de puro linho pelo barato prego de 1,000, 1,28 e
1,600 rs. avara ; ditos a.narell.. de puro lintooe
mullo linos a 000 e 1,000 rs. a vara i,dito de IMna
decorosa 880 rs. a vara; nscadinhos vaneaOM,
nroprios para meninos a 840 rs. o covado a I em
ScrediUda lazenda chadrez de l.-.l.o ****+
a 400 rs. 0 covado ; zuarte .le vara de laiguia I -40
rs o covado fazenda muito nropna para pretos ,
algodOes trancados azues de l.slras e msela, o> a
>20 e 240 rs. o covado superiores pegas do unu-
ha de puro linho muito lina o com 6 varas o n.e.a
500e 6,500 rs. ; niacodonia mesclada para cal-
cas a 440 o 500 rs-o covado; chitas escuras, Unas
l decore lisas a5,000 re. a pega ; ditaJM"*
do vara de largura a 280 rs. o covado ; meio th. -
esdecambraia de quadro. a 140 rs ; bamb.i.g.
de linho. a 260 rs. a vara; l.ri.n trancado, pardo, o 4
linho a 640 rs. a vara; niela para senhora, a SM
rs o par; corles de cambraia lisa com 6 yares, l
Sote muito lina, a 5,000 rs. ; 0 ou.ras militasfa-
zendas por Pieg.. muito barato : na 1 ua do Collc-
gtl Vendi'e urna negra, ,1c nacflo, de meia idade,
nua eneomma, cozinha muito bem,cozeolTrivel,e
to a a qualdado de doces unja di a de 20 annos,
um alemas habilidades; urna -lila de 13 aUan-
00; eum preto de 24 annos, bem reforcado: na
ra do Vlgarlo, ... 24, se dir quem vende.
--Nesta ivpograpbia se diz quem vendo 10 ac-
g6csdacompanl,radcHeberbc, no valor do 80 por
"--Vendem-se muito superiores o muito Irescaes
aueijosdosertfio, obra prima para qualquer pre-
sente : airas do Cqrpo-Santo, n. OH.
barrio,
por preco
-^Nnovalote le Francisco Jo5 Teiseira Bas-
to, na ra do Qoeimado nos qoatroitnW,J..
vende-se algodfio da torra encorpado e largo, om po.
Cfioea retalho. lmtmu
- Vcii'lcm-sc nimio noas
pellos de be/erro de lustro, a melhor fKenaqoe
ten. vindo ao mercado a 2,500 o 3,000 rs. a palle .
na ra Nova 11. 8 loja do An.aral. #
Blscouto inglez, finissimo.
Manoel Joaquim Goncalvo ^M4!!ft2S
n. 43, tem para vender o linissimo b.coul mgb ,
em latas como maior asseio pOMlVO o "P
prio para mimo ; pois foram despachados no da
do prximo passado.
- Vendem se ricas sedas
brancas de lis.ras proprtW.P" f*Wi J jj'
vados; biCOS de blondo; lindas W*JJ
luvas de pellica de molo brago J^ _
pato de lustro a BeUm para senhora crepes ao
lasascores;lindas manta do sed; 2K,7mI-
,|a para peSCOQO | .-cas lilas lavradas ; o outra niu
tas fazendas de gosto : na ra Nova n. 8 loja
^-Vendem-se lencos do seda, P g,"J
70 rs. cada m de Pjul.f.es os niais lindos pos,
veis ; corles de chitas Una, a 3,200 rs. 1^^^
seria um tolo,se se
.Voprio Par.T escravos a 1.000 ; os me,, o es_
ghapeo do Chili que ha, a 6,000 e IMMN^,lg
dflo trangadodito mesclado "W*^rSft
picote de listras, a 200 rs. p covado: na ra do gue.
.nado, ... 11 A, loja nova de R. C. **** de
Vondem-scquatro moradas de casa>*Z*
constrnegao moderna; sondo tres na ru doyP azer
e urna na ra doJasm m: no bairro da Boa-v.sia, no
"o d. Santa-Cruz, n. 4, so dir quem as vende
V Vende-se uma escrava parda, moga, ciuo 11
gomma bom, cose e coi.zinha com urna cria do dous
fnnos, nuiito linda: na ra oaaon 82. Na
mes.n casa vonde-se un relogio do pa.eiie.
Na Bna-Visl n.a da (loria, .. sobrado do ya-
^ Se forro n! 87 adianto do recolhimento das
' vendem-M ps de craveiro branco e encar-
BSSBsm
m" vS-se um a armagao em "STS
proprio para qualquer negocio, excepto venda
ra Nova, n. 56.
O conde inclinou-sc.
ToadSoSde um instante de hooltecSo cujas va-
riacocs dbvorava-lh'as o conde sobro as fegOes .
- S?ci aasim, disseelle. Mas nfio se d.ra que um
nrincipe da minha casa se curvo,, a ameaga de um
charlatflo. I'crdesse-se muito embora essa carta, te-
hi-a o senhor adiado, moslre-a a proprio seniora
elphina tenha ella muito embora de perder-...,
cono homem poltico, hei de sustentar o meu papel
SewMttO leal, de fiel e.nbaisad,r. D.re. o que he
ordade, isto he, que acl.ava cssa all.anga nociva aos
nteressei da minina Ierra, e a minha trra defender-
mc-ha ou lastimar-ine-ba.
K se houver ah algucm, replicou o conde, que
diga que o embaisador, mogo, bello galanteador,
confiado no seu no.i.e de Roban, e titulo de principe
__Que carta ? perguntou o cardial approsiman-
Mas perto, senhor cardial, mais perto; naoqui-
zera fallar alto, para o nao comprometter.
O cardial chegou-se anda mais.
__ Deque carta quero senhor rallar? disseelle.
__Oh / V Eminencia bem o sabe.
- Disa sempre. ., .
_ Pois bem de urna caria que V Eminencia os-
creveu do Vienna para Paris alim de fazer des.nan-
X^rX^ttmovlmonto de terror.
Essa caria?... balbuciou elle.
- lt'aoJieTma traigSo de M. de Bicleuil.
- PoruEuando se decidi o casamento, eu a
tornei a pedir.
Eellc dissc-lhe: BVHII ------.-------
__ Hhe a bavia queunado. ,. I i;c<> livi, nnrnue iuleasse a a liangaaustraca un
Z Se que se nao atreven a dizer-ll.e que a tinhl ...do d.sso *W$g mas sim parque a(Ta- ra
Perdido. -u:.i___H.lnnnSn ola :i l rlinlllil l.e/a 1
Z Si^r., TSZamTJfi*
b^^^Ve'.aerU que.screvi a M. de Bre- ^"fr ^ ^ M "*
teuil?..- __ Negar, senhor meu ; porque desse sentimcn-
lo, que o senhor pretende haver esistido, nenhuma
prova resta.
Oh que sim, V. Eminencia se engaa ; resta a
frieza da senhora dolphina com o senhor cardia"
O cardial hesitou.
__ Ora, meu principo, dissooconde, crea-me; cm
vez de nos agaslarmos, como j Uvera acontecido se
nao tora eu mais prudente do que V. Eminencia, li-
TCeoX V. A ezalteal? perguntou elle.
Z cero dar ainda urna pal.vr. a -tanhor.
lclinou-se segunda voz 0 conde em s.gnal de ac-
qU,e5HenCdO ua propria 0 plena vonUde que quer
d0te.ro invento deSainl-Denis, onde viera pedir-
_ Sim, V. Eminencia Ora, meu Leos, para que
he uiiercr me oceultar isso, a mim que son toilicei-
oT Eminencia deixou a prineexa em Soisson,
sasas?JSssAW ^'^^ Jo pMmpto rrr.oZ
la para Compigne. ,, ^aoataWoteor podio OU entao es- % quer deisar o convento, de Saint-Den,, onde veio
perar do senhor, perguntou elle, se ao senhor me
^OftS?" Pee a um ..'omem quo faz ouro.
E quo mo importa que 0 senhor toga ouro r
Irra! quando um homem tem do pagar qui-
nientos mil francos em quarenta e oito horas... Nao
sf.o quinlientos mil francos mesmo ? Higa.
".. PeTgunU V." Eminencia que importa tcruuia-
miirouue faz ouro? Importa que os qu.nbentosm.l
"neos! qu en. alguma oi.tr. parle se nRO acha-
He verdade. __.
Que elle me disse te-la queimado r...
He verdade.
_- E auc linha perdido r ...
_ Eu a achei. Oh meu Dos por acaso, pas-
sando pelo paleo de marmore em VersaIhes.
E; o senhor noa mandou entregar a M. de Brc-
Ul Era do que Dos me havia de livrar.
Z KTconio toilieeiro que sou, sabia que.S
nociva aos inleresses da Franga, ma im porque ana-, "-"J,;^ fi0 sua mSo.
vclmente recebido ao principio pela arch.duqueza .^acna s^ d|aK
3S Anton.eta, o orgulho .eml.isador Uvera a L onde 'Jffg^ |10 M ais.
vedcmartelloda porta. .., m
._ ouaiido podere eu la apresenlar rae.'
_. oepois d'amanl.aa, Eminentiss.mo senhor, pe-
las seis horas da tarde, so quizer, 0 depois...
Z ffi'equantas vezes lhe .prouver de.te ir.
Ora, v, a nossa_ convorsago acaba 5J.e.inp P
quemos amigos
Z Porcfiie nao ? Amigos tO aquellos que se ser-
"!- E j reTtemo'i eu os seus servigos ?
que sabe que, ao trver bojque J, l ^ ^ ^ dou. dias qu0 v. Eml.
ser atacado, o acha urna pistola canegada as exire | ^^ ^^ ^ parg
mioades desse bosque...
4W
n'piTir um aavlo ? Hesponda, Lorenza.
PL^S"m, disse a moga, he de minha propna e ple-
ni,lEislo. para acompanhar seu marido, o condo
J -"Elato, para .componhor-me ? repeli o conde.
porque nao os qoorc^V'olenW. M..; ^ al o
SfSSPJK;^ aotnho? .obre aque.le quo
5%u proveo o por seu interesse houver per-
turbado a harmona da natureza.
pAHfl retirar-*, senhor conde de Fcenis, pode' ir-
seLorenzFelicini, nao mais 0 detenho... Mas levo
"I" SBO pwa os pobres, minha senhora disse o
o,,de de Fomis ; e a esmola distribuida pelas m3os
Z V Alteza" se. em dobro agradavel a Dos. So
pego 0 meu cavallo Djerid.
2- Pode pcdi-lo de passagem. Adeos .
e olTereceu o
1
"I

Ora, ve, nossa uviovisay------- ocoude cumprimentou a princeza, -
SSs^-ss5T5SrTT&^ ""M"*encostada a elle> sah,8em pr-
resteli. por mais lempo, o dirigindo-se a pr.nceza : nunc.
Senhora, disse elle, sou obrigado a confessar
oue o senhor conde de Foenis tem toda a rasao, que
ocer'.ilicado quo aprsenla nao poda ser mais va-
lioso do que he, e que emfinas esplicages, que me
jdeu, completamente me satisfizeram.
nunciar nina palavra.
Ali senhor cardial! disse a princeza, mene-
ando trisiemento a cabega, no ar que respiramos ha
cousas incomprehensiveis e fataes.

(Continmr-st-ha.)
MUTILADO [
_^_____^


da lo-
em ca
ra d
na
Ch.mU. iSA0,DE PATENTE a 3,200 rs.
Ihor/1! n,^S01' de Pnnh. "teas deago, mc-
aualirUrtA S qU teem ''"".nao so pola sua boa
sort ZL ?% Pr.teref" s capas de oleado; um
cL nWra^lf ,AaZendaS finaS de t0,las M qualiadc;
SHi !. C6.res'."-- n,,,s d*rms que ha: na
CariSeite"1 J" "Va "' A' do Vmundo
Rf.dIemd,em"S? f c,scravos -' legados do sortao ,
Lnn mu'"tmha do 12 anuos ; urna crioula do
iSdnnos; um pardo de 13 a 14 anuos bem claro,
? v2iipr0pn pna l'W". Iorbop bem montar
Si "m ?,rd0 perit0 0,licial ,le Pouroiro : na
Cha hysson.
Vende-se o milito superior e
acreditado cha hysson vindo de
Lisboa pelo ultimo navio, a 3,520
rs. a libra : na ra Nova, n. 3,
leuda de Antonio Ferreira Lima.
A 640 .%
&ttgg***mnhi na r,,a,ar-
Na loja nova do Passeio, n. 1.1,
vendem-se cassas modernas, de cores lixas e larcas,
a 240 rs. o covado ; chitas do novos padrocs c bous
pannos a 4,500 rs. a peca o a 120 rs. o covado ;
aiemdeslas lia um completo sortinionlo de fazen-
jndi as QMdde: ludo por prego com-
- Vendemse bi I heles
teriado liio-de-Janeiro:
sade J. O. Elstcr, na
Cadeia-Velha, n. 29.
Vendciii-se iG' barra com me
rua da l'raia, venda u 38.
Vende-se muito superior
couro de lustro, a 2,500 e 3# rs.
apelle,- bem como sapa tos de
marroquim para senhora a \&
rs o par: na rua da Cadeia do
Recife, loja n. 35, do Moreira.
r^BHPRIMEIRA MAr, ^3
n?r ? ?.'lM C0"' velBS de rera d Kio-de-Ja-
ldo e de Lisboa; e tambeni brandos boinas o
tochas : na rua da Scnzalla, armazemn. lio
O F1NOPANM) DE I.INIIO DO PORTO
t J" L"bl"10" 80 n- vara; lem peras do
lo, 10 e 19 varas, e o de 600 rs. he de 25 varas o urna
ler?a ; encllenles molas do algodao c. ; ditas nie-
tas para padre ; ditas liiss.m.,s de lindo : na rua do
yueiniado, luja nova de Kaymundo Carlos l.cite,
Vcndem.se acedes daextinc,
ta compartira de Pernambuco e
Parahiba : no escriptorio de Oli-
veira Irmfios & Companhia, na
ra da Cruz, n.9.
Vendem-see alugam-se muito boas bichas,
chepudas ltimamente de Hamburgo tambo.n vflo-
ac applicar, para mais commodidado dos pretenden-
tes : na rua estrella do Rozario, delionte da rua das
l.arangeiras loja de barbeiro, n. 19.
OMJd .md a 'apnpBnbscsnpoiapsBpiiozBjopoi
(-ii.u,!1.1oS(,vi|diiJOD uioeeisop ujP[ o -u 0c't a
souued tuoq ssajooep aaiiuoopoioauriJosoAou
un o,)BA0 Uln gp .SJ 08?<( op o5wd o- bj
Bjiiaj| 9p soiu|Bd ajas op etueinjBd zsaujd ka
-OU B S-jpu9A '5 u 'OUIOIMV-.,. jpojJBOB 0,UO.II
-uoa .quidumo V uiijbjjs saiMumm:) op afo| aN
Vendem-secaixas de rb hysson, de 6, 12 o 13
p nnirni P.rt.es ou a rcUII,' caixas le eM
lega-Velha,n.36,emcasade Matheua Auslin & C
ho'i.nfine,I,"'sc 6 '".etas n,?as' eom l'abilidades, de
LnruaS:an.;40PrClOS CPard'' ^^ =
Z. Venden,_* ca,l"e lisios, para assucar, por
prego commodo: na rua do Trapiche, n. 17. '
O baralcirodaloja n.4 da rua
do Crespo ao pe do arco de
.4iitoiiio, 4 ende
mado, nos quatro-cantos, loja amarel
la, n. ag.
- Vende-se madapolo limpo, com 30 varas ca-
da peca, a 2,400 rs., e a 140 rs. a vara na rua es-
trella do Rozario, n. 10, lerceiro andar
- Vende-se urna preta de nacflo i|o H a 15 an-
nos mucama de casa, de bonita figura, com al-
gunas habilidades, sem vicios nem achaques? ven-
vo"fh ven!0 mat0 U t" da P>vinc." o raoti-
conl'a ,rta"e-,d,ra, ""P^uop : na rua da Con-
casa tor'rea PaSSand ')ontezinha SW"
- Vende-se farinha de tri^o
americano, marca Haxall : no ar.
mazem do Snr. Antonio Annes,
no caes da Alfandega.
Aos 20,000,7000 de rs.
(..legaran, no vapor Paraense hilhetes e meios ditos
da lotera a beneficio das inatrizes do Rio-de-Janei-
ro e estilo a venda na rua da Cadeia do Recife, loja
do \ieira. A elles, antes que chegue o vapor.
Vende-se cera de carnauba da melhor
qualidade que tem apparecido, tanto a
relalhoeoinoem porces: na rua das
Larangeiras n. 14 sogundo andar ,
junto a refinaciio.
%
-Vende-so um sobrado de dous andares e solio
que rende 70,000 rs. mensaes por preco muito
na rua das Larangeiras, n. .14, segundo
commodo
andar.
\on,lem-seescravos baratos, na rua das
Larangeiras, n. 14, segundo andar: i
moleeotede na?ao de 18 anuos sem
vicios nem achaques, com ollicio de co-
:** zmbeiro; um moleque muito esperto, dous pretos do 25 annos, proprios
para o trabalhodo campo; um pardo com ollicio do
sapaleiro ; um prelo por 250,000 rs. ; nina mulati-
nno de 15 annos com principios de habilidades
urna negrinha do 6 anuos por 250,000 rs. ; una di-
ta de 10 annos, propria para se educar; 2 prelo s
para o trabalhodo campo; c mais outros escravos
que se moslrario aos compradores.
Vende-se um sitio com bastantes arvoredos no-
vos e matonees para fazer urna casa, na estrada do
Manguinho, na Solodade ; a tratar na niesma estra-
da n. 1.
--- Vendcrn-se duas obras do Virgilio Maro, em
muito bom estado ; um Titol.ivio, por preco mui-
to commodo : na rua das Cruzas, loja de encader-
nador, n. 35.
Vinde muito bom cha hyssonc pe-
rola em caima de 7, 8 e 10 libras, em
glandes e pequeas poredes chegado
ltimamente .- na rua do Vigario, arma-
Izem n. 4, de Rothe & Bidoulac
PTIMAS NAVaLHAS
Pelo p/OCesso das temperas das ineJio-
^ res fabricas de Guimaraes.
Bxcellente fabrica em Lisboa.
Estas navalbas sao leilas do mais fino
ac da tuecia e temperadas em agoa que
conten os mesmos principios que se en-
conliam na mu i afamada de Guimaraes ,
e para provar a sua superior qualidade ,
bastar saber-se que sao preferidas, poi
qnein nina vez as experimento!!, a quan-
servico; duas parda9, urna de 29 annos, com ha-
bilidades ea outra de 12 annos, com principios
proprios para se educar ; 3 pretas de 20 a 30 annos ,
com algumas habilidades; urna negrinha de 12 an-
nos, com bons principios : na rua do Collegio n.
3, segundo andar.
Vende-se um oratorio de Jacaranda, com 5
palmos de comprimento e 4 de largura em bom
uso : na rua da Senzalla-Velha, n. 70.
-- Vendem-se 14 oitavas do ouro : no largo do
Carmo, venda n. 1.
Parecem de seda.
Novosortimenlo de chitas pretas assetinadas, a
240 rs. o covado os padrOes silo muito m ais beni-
tos do que os das primeiras; chales do lila, a 2,400 ;
novas mantas de seda, a 3,200,4,000, 10,000, 14,000,
18,000 e 20,000 rs. ; lindos loncos de chal, com
franja do relroz a 1,500 rs.: na rua do (Jueimado ,
loja nova de Raymundo fiarlos Leite, n. 11 A.
\:i nova loja ii4 17,
do Passeio-publico,
com frente pinta-
da de verde,
vende-se um novo sortimento de riscados francezes
de padrOcs modernos escuros e muito largos, pro-
prios para vestidos por sercm de coros lixas a 200
rs. o covado; novas e ricas cambraias escocezas de
cores (isas muito largas a 320 rs o covado; urna
poreflo de cortes de chitas escuras de cores fixas ,
con. 10 covados, a 1,000 rs. ; chitas de ramagem pa-
ra cobertas, de bonitas cores a 180 e 200 rs. o co-
vado ; e nutras multas fazendas de quo ha grando
sortimenlo, por mais commodo prego do que em
outra qualquer parte. As amostras dDo-se com pe-
uno res.
Vende-so urna preta de nacio, de 30 annos
lava engomma e cozinha, por barato preco n.(,Ue
da Cadeia deS.-Antonio. n. 19. v.nru,
Vende-so um relogio pequeo, de ouro
barato proco de 30,000 rs., por haver grande 'nr
sSo : na rua da Madre-de-Deos, n. 8. eci"
Sitia doQucjmado,ti. 10,,
nova loja desirguciro.
Lima
vende uniformes militares, para todas
as patentes de legiilo, cavallaria o in-
fantaria da guarda nacional ; gales de
ouro e prata; chapeos invernizados para
pageos.
A elles antes que se acabem.
Vendem-se sapalos francezes de marroquim e
cordovffo para senhora a 800 rs. o par; ditos mais
ordinarios, a 640 rs.
Amara!
na
rua Nova, n. 8 loja do
rranea e outros
telara est in-
grande adianta-
tas veemde Inglaterra .
paizesonde a arte de <
questionavelmente em
ment
Tem n.aisas supredilas navalbas a im-
portante circuinstancia de conservaren!
por muilo lempo a atiac, de cortarem
com rapidez o cabello da barba e final-
mente de nao offenderem nem levanta-
rem a pelle, oque astornam mui recom-
mendaveis.
Vendem-se nicamente na rua do
r
un rico e novo sortimenlo de cambraias de cores
(e padioesescocezcs, e maravilhosamcnte estampa-
.,'eom corpS mui lixas fm 4 palmos de largura,
a 320 rs. o covado ; cortes de coiletes de fustiio pa-
droesnovqsecdresfixas, a500 rs. o corto; ditos
deset.m lavrado e de velludo tamben, lavrdo a
3_,000rs. ; ricos coi les de casimira franceza e cls-
nH.'nwiw""0 ba,alo1l""e.co : "'uito superior casi-
mira prela franceza e elstica a 3.000 rs. o cova-
fa,,'n7a' ZrU'" com,J?t0 sortimenlo de todas as
aztndas, por preco mais commodo do queemou-
coarrqenteqsUer P^' AS aB10Slras s3 f,a"cas ~-
Vende-se uina porcao de livros no-
vos, em broebura e encadernados con-
Mstiudo em romances, Panoramas eou-
tras muitas obras ; a mappas da cidade
do Lisbo.: ludo por menos preco do
que as lojas de livros : na rua do Quei-
respo loja n. 8 de ( ampos & Maya ,
onde nao se duvida dar para os pretcn-
dentes as experimentarem.
I
-ti
ACUI)AM,FR|-.Gl]i:ZKSQLE HE O RESTO.
Na loja de lindezas da rua do Crespo, n. 11, ven-
de-se urna obra de Virgilio, quasi nova por 2,000
rs; urna rica caixa de msica para costura com
caixa de chaiiio pelo diminu lo preco de 8,000 rs
por ser a ultima. '
i\a nova loja n. iy,
eom frente para o
Passeio-Publico,
pintada de verde,
vende-se um grande sortimenlo do chitas finas de
cores muito Osase padrOes agradaveis, a loo e 120
rs. O covado o a peca a 3.800e 4,500 rs. ; pecas de
algodi.o7.inho largo sem a varia e com 18 jardas, a
2/rs.; lencos de cambraia para grvala padrOes
ricos, alCOrs. jduiaque o alpaca erdecafe, mili-
to lustrosos, a 600 rs. o covado; e outras muitas Ta-
zendas, do que ha grande sortimenlo, por preco
mais commodo do-que em outra qualquer parte,
para chamar a altencflo dos freguezes.
Vendem-se os mais modernos e superiores fiS
chapeos francezes ; chitas de novos padrOes ISI
|-j e mais superiores que as imperiaes; risca- "v
f\ dos finissimos e de novos padrOes; bem co- H
P mo outrasmuilas fazendas de gosto : na rua in
7 do Queimado loja nova de Jos Moreira /0 rfl
p. pes & C., casa amarella, n 29. Aj
Vende-se urna venda no melhor lugar de F dc-l'ortas, bem afreguezada para a trra, com ni
Tundos a contento do comprador o com commodo?
para familia : a dinheiro ou a prazo com boas fir
mas: o motivo por que so vende se dir ao compra
dor : a tratar na niesma venda, n. 86.
Vende-se a padaria das Cinco-Pontas, deMa-
noel Joaquim Soaros, oualuga-se da maneira que
quizerom os pretendentes: o molivo da venda he
porque o annuncianle faz o trabalho na outra que
tem na rua Direita : a tratar na mesma padaria.
LOTERA DO RIO-DE-
JANE1KO.
Vendem-se bilbetes e meios ditos da
22.a lotera do thealro de S.-Pedro de
Alcntara : naloj de cambio de Manoel
Gomes.
--Vendem-sedous tanques, foilos de muito boas
madciras, bem construidos, e proprios paraenge-
nho, levando cada um 3,500 a 4,000 caadas de me|-
naruada Cadeia de S.-Antonio serrara n. 13.
Vende-se um pardo sapaleiro de bonita lin0'
ra; um dito de 10 anuos; urna negrinha de i 2 an-
nos, com principios de costura; 3 pretas de ele I
gantes figuras, e com habilidades; urna dita def8
annos, que engomma e cose para fra da provin-
cia: no pateo da matriz do S.-Antonio, n. 4, se dir
quem vende.
-Vendem-seo alugam-se excellentes bichas de
Hamburgo: tambom se vaoapplicar : na rua do Ro-
zario da Boa-Vista, n. 60, tenda de barbeiro.
Vende-se carne de vacca salgada, em barris
na rua do Trapiche, n. 8.
--Vende-se cha preto muito superior, em caixas
de 16 libras propno para familia : na rua do Tra-
piche, n. 8.
--- Vendem-se quatro mastros depinho: na rna
do trapicho, n.8.
Escravos Fgidos.
Vende-se un sobrado do um andar c solio. s
acabado ha muito pouco lempo a troco de K?
dinheiro ou de escravos de ambos os sexos fl
na rua das Larangeiras.n. 14, segundo andar t
lAB!9!B!9>Biatl8l86!ffa
-- Vendem-se boas laranjas da China tanci-
miae da Ierra: no sitio grande envidrando, na
estrada do Monteiro do dia 3 at 10 do corrente.
Violto de Cliampanlia
da superior e muiloacredita.la marca
Cmela,
vende-se no armazem de Kalkmann ck Rosenmund,
na ruada (.ruz, n. 10.
--- Vende-se urna crioula de 18 annos, de boni-
ta figura pcrfeila engommadeira e que cozinha o
diario de urna casa cose chflo e lava de sabilo ; duas
ditas de iiacHo Aligla leudo urna deltas habilida-
des^ sendo a outra quitandeira o lavadeira de sabJo:
na rua das Cruzes, n. 22, segundo andar.
- Vende-so um preto do nacao, olficial de sapa-
leiro moco, sem vicios nem achaques, e que he
muito hum.lde:!na rua atrs da matriz da Boa-Vista,
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TT WJJ25 v*nd comcommodos pan
milin e com os fundos que convierem ao comprador
ou moamo se... gneros s com a armaeflo sita ej
Fugio de bordo do patacho Pelicano um escravo
de nome Roque, do San-Thom estatura baixa,
rosto redondo esem barbo, com feridas as pernas,
vestido com camisa e caiga azul e barrete inglez.
Este escravo pertence a Joo Jos Pereira do Azeira,
do Rio-de-Janeiro. Quem o apprehender, queira le-
va-loaruada Cruz n. 66, casa de Caudino Agosti-
nho de Barros, por quem. ser recompensado.
Fugio, no dia 2 do prximo passado, urna pre-
ta de nomo llrcula, de 30 anuos, alta e secca ; le-
vou vestido de ganga azul, saia de lila prela o pan-
no da Costa : quem a pegar levo a rua Bella n. 17.
Ainda se acha fgido, desde o dia 25 para 26 ,
o escravo Rufino, de nacflo Congo, de 40 annos
pouco maisou monos do estatura alta corpo me-
dio, cor fula olhos grandes nariz e bocea regu-
lares, barbado ; lem a poma direila cambada; Ic-
vou caigas de estopa cra camisa de algodao azul,
o lia falta desta roupa camisa e caigas de algodTo
velho e bonete de ganbador na cabega : quom o pe-
gar leve a J. F. Ferreira na rua da Senzalla-Volha ,
11. 98, que ser recompensado.
Desappareceu no dia 30 de julho, tondo ido
comprar pao o moleque Agostinho ainda pouco
pratico nesta praga por ter vindo ha poneos das
do matto, do 14 annos pouco mais ou menos, rc-
Torgado do corpo ; lem a pona do nariz meia roida
e cni unidos ps urna cicatriz ; lovou camisa e cc-
roulas de alpodSo trancado azul d listras. Prutes-
ta-se usar com todo o rigor da lei contra quemo
acoitar em sua casa e muito se recommenda as au-
toridades policiaes, capitiles de campo e mais pes-
soas do povo a captura do mesmo moleque, promet-
"";*0?. ul.timos. ba recompensa se- o levaren,
a rua do Collegio, loja n. 1.
i.,iF?l?X n. 'a 2dc af'os,' l,re, Manoel, na-
mo '.c d..(,'ara.'de 2 ,nn> Pouco mais ou
menos,,|C es atura ba.xa, cabellos pretos, pouca
barba qi,ando lnda ll|)re as pernas a, a'C0||Sa
evou camisa e ceroulas de algodao da trra, bo-
netei.nglez, de cores pode ser que tenha mudado
o tragos por ter roupa fra de casa. Roga-so a
odas as autoridades policiacs e capitiles de campo
de o apprehendercm e levarem a Fra-de-Portas ,
venda ...92. quesero gratificados generosamente.
--Acha-se,desdeodia16 do passado, fgida a
pela Joanna, de nacSo Rengela de 30 annos pou-
co maisou menos ; he bem conhecida por usar do
de vender sapalos para senhora, fructas, bolos, etc.:
he alta Ken do corno cr fu|ji roslo .
olhos fundos, nariz um tanto afilado lentas lima-
(Jos, De.gos grossos; tem urna marca antiga no la-
oesquer(l ,loroslo proveniente de urna denta-
s,wn 1 d,eram' bra??8 fi,l0S compridos ps
e ., l'TbT -ompridos, pernas chelas de veas
a cncaiocadas; he bastante ladina. Esta preta.por ler
muilosconliecimonlos, julga-se estar acoitada : por
isso protestarse usar de todo o rigor da lei contra
nuio^mlug^^
muito propria para um Pr ncipiSe fVt&l^tZJ^'P**"*011"' cP'**de campo
rua airas! "'ais pessoas do povo a captura da mesma escrava,
P'oinctlendo-s3 aos ltimos boa recompensa sea
levarem ao Atcrro-da-Boa-Vista 11
licores de Frederico Chaves.
da Matriz, 11. 4.
-Vendem-se8excellentes toalhas de rico lav
no o urna de cacunde ; s com a vista "'
pode avahar a bemfeitoria das ...esmas; bmnMm
dous lengoes do lava, into do susto todo Trod
obra de muito bom gosto, por prego commod a'
rua do Quemado, loja de ferragens, n 4 *
, 17 fabrica to

- Fugio, no dia 2 do corren le, um preto ,de nomo
Joaquim, caraolho, cheio do corpo, ps grossos ; le-
vouMniisa o coroulas do algodao. Roga-so [.as auto-
nuaues pohciaes ecapilaes do campo deopegarem o
ovarem as Cmco-I'ontas padaria 11. 154, do Manoel
Joaqun. Soares que gratificara.'
PKItiV
NA TYP. DEM. f.UEKABlA____1^,