Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08506

Full Text
Anno de 1847.
Quartasfeira A
n til AM pul.lica-se toHo os dial, que .o
i .le u"1 o""6*0 'f!n"lur' ,,e
ESE pr p"1' pa6' ad,'""?'ln?- i 'n:
" Am fJwnanWJ sai, inseridos a rns..o ''C^aJro 80 rs. por Un, 100 em typo
PHASES DA LA NO MEZ, DE AGOSTO,
nle a S, a 11 hora e sO mi. da manha.
"'n nra'a 10, bi I0borae7 inin.cl iiianhaa
''"" ola'a I.*1 botase 24mia. da manliiio
C"*"ieia' a Ja, ai 3 hora e 48 mi. damanha.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna e Paraliyna, segundas escitas feirn.
Hio-tlrande-dn-Norte quintas feiraa aomeio-dia.
Cabo, SeriitliScni, i\io-Formoso, Poiio-Calvo e
M ..cei, no I .", a 11 e 21 de cada me/.,
(iaranliuns e Bonito, a 10 e 21,
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quintas fciras.
Oliuda, todos os dias.
PREAMArt DE HOJE.
Primeira, l I horas < 51 minutos da manlia.
Segunda, s 11 llorase 18 minutos a larde.
de Agosto.
Anno XXIV.
N. 17,2.
DAS DA SEMANA.
J Segunda. S. F.sterao. Au.l. do J. dos o.
|,|,iesdoJ..loc.d.v.e 3 Ierra. S. Lylio. Aud. do J. .lo civ. da
I. v! e do J. de Paz. do 2. disl. de t,
4 Oiiarta. S. Domingos dcOusnr.o, Aud. do
J. do civ. 2 c do J. de MI do 5 dist. .le t.
i guinla. S. Osvaldo. Aud. do J. de orpli.
c do J. municipal da I. vara.
0 eila. S. Xisto. And do I- do civ. da
1- v. e do .1. de pal do I. dist de l.
7 SabbadOiS. Donato HeLovolla. Aud. do J
do civ.dFl. v. e dnJ. depax do I dist. de t.
8 Domingo. S. Cyriaco.
CAMBIOS NO DA 3 DE AGOSOT.
Cambio lolTelMidr"*/.!. '* 6 d'
Par 3.S rs. por franco.
Lislwa 10.1 de premio.
Desc. de leltrai de lx>as firm-s de V,, I
Oaro-Oi.cw LespaiiboUs.... ISIono
, Moed.is.loaiOOvel!. "G#'0O
...... j/t0<> nov : 10*100
I delfOOO..... 9#U00
Prl-Patc6e*......... '#|'"
ii l'esos colu.noares... 11"
Ditos mexicanos.... 'i'00
.Viuda............. 9'2
Acedes da coinp. do lleberil>e de .OjIOOO
/0 .o mn
a 59*500
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. II1-
a l#8i
a l*20
i-s.aoper-
PWTE 0FF1C1AI..
DECRETO DE 21 ME JULII0 DE 1847,
creando urna cotnmissOo para incumbir-sc da revista do
ramenlo provisional e propor os melhoramentos que
forem de vlilidade pura o servico naval.
Sendo de urgente necessidade dar armada na-
cional um regiment proprio por onde se regule o
servico naval, com atteiicilo a todas as exigencias de
suas variadas particularidades, e que esteja a par da
nrtica seguida nesta parte pelas potencias marti-
mas da primeira ordem : hei por hem, tomando em
.onsiileraclo este importante objecto, crear urna
rommissfio de seis membros, composta do pessoas
-.rotissionaes, tirados das differentes classes do corpo
Ja armada, que forem designados pelo nieu ministro
e secretario de estado dos negocios da marinba, ser-
rindo de presidente della, na quahdadeque Ibe com-
ete de inspector-geral da marinha, qual fica in-
cumbida a revisflo do regiment provisional, dado
em 1896 armada portugueza, e que ate o presente
lem regulado o servido na marinha de guerra no Bra-
sil nao s para o lim de supprir as lacunas que a ex-
periencia tem foito nclle conhecer, como tambem
para por as suas disposicOcs em harmona com as
institicOes polticas do imperio. Sendo outrosim
ciicarregada a dita commissiio de propr quaesquer
melhoramentos cuja adopcBo entender conveniente
a bem do servico naval, tanto pelo que rcspcita ao
nessoal como a material da armada ; e oceupando-
se com especialidade dos trabalhos que lhe forem
comettidos sobre tal objecto pelo referido ministro,
seu presidente. --Candido Baptista de Oliveira, do
meu conceibo, ministro e secretario de estado dos
negocios da marinha, o tenha assim entendido e raga
execntar com os despachos necessar.os.
Palacio do Rio-de-Janeiro, em 21 de julho de 18*7,
vigesimo-sexto da independencia o do imperto
Com a rubrica de S. M. o Imperador. Candido Bap-
tista de Oliveira.
TIUBUNAL DA UELACAO'.
Ji:i.C,\MF.NTO NO DA 3 DE AGOSTO DE 1847.
Destmbargador d semana o Sr. Cerqueira Leite. 4
Na appdlncao civil entroojuizo e Bernardo Hen-
riqt.es; ...andarn, dar vista ao curador de ausentes
e ao procurador da cora. c.-n
Na dita dita ontre JoseJoaquim los Santos c 0-
limpio Domellas da Cmara; inandaram dar vista
ao curador geral. ... r-
Na dita .lila entre I). Mara Felismina do llego Co-
mes, por si e como tutora do um sen lilho, o.Vanoel
Jos da Costa; inandaram dar vista ao curador ge-
'"aditacrime entre Vicente Fcrrcira Dias, Miguel
Ferreira Dias o o juiz.o ; deram provimento ao e-
curso reformando a siitcnca com deciaraeflo da pc-
''Vandaram dar vista as partes as seguinte. appel-
la Naedc D?Maria Clara da Boa-Morte e Antonio Fran-
cisco dos Santos ; :.,._ ,
Na do iuizo de ausentes c Antonio Jos Bastos ,
Na de Joo Conrado de Barros e Andie Alves I t-
nbero;
Na de Carlos Andreatt e Jubito Beranger;
Na de Severina Francisca da Costa c D. Mana Jo-
sefa da Costa ; .... i
Na de Prxedes da Fonseca Coulmho e D. Mana Un
l'cnha Borges e antros.
ces e votos. Rogamos a V. M. Imperial queira a-
ceita-los com sua costumada benevolencia nosle
momento em que lhe reiteramos a homenagem de
nosso profundo respeito.
No referido dia e na mesma occasiSo, o Fxm. Sr.
visconde de Olinda, como orgao do concolho d'esta-
do, dirigi aS. M. a felicltacflo que abaixo trans-
crevemos :
Srnhor. A sorte dos povos est 13o intoira-
mente ligada com a dos principes que oseos cha-
mam para presidir nos seus destinos, que. sem o
pensar, entram na communhio de seusprazeres,
bem como na do seus pesares. Nesta occasiao em que
o feliz nascimento de u.na princeza arranca dos co-
racOes do todos os Brasileiros as HUS fervorosas de-
tnonstracaes do jubilo e contentaine.ito, o concedi
.le estado nao podia deixar de pe.br licona a V. M.
Imperial ptradepor, como rospe.tosamente depe,
aospsdothronodeV.M. Imperial o humilde Ili-
bato de suas sinceras congratulacoes.
Avahando a subida importancia de un tal acon-
tocin.ento na vida domestica, assim como na vida
politica deum soberano; e couhecendo de pe.lo,
pela honra que V. M. Imperial se digna rM*^
altas qualidades que adornan 0 espirito e o c.raQ.lo
doV. M. Imperial: oconcelho de estado exulta dt
prazer na contemplac.no das doces einocoes que ues-
te momento embalsaman! a existencia de V.M. im
|le Os cos tornein longos e prsperos os niliV.
M. Imperial, eos de S. M. a Imperatriz; e MMiltapU-
quema familia augusta de V. M. Imperial para honra
e glora do imperio brasileiro.
Terminada esta felicitaSao, S. M. houvc por Den
responder:
Aceito com prazer esta nova prova de lidelidade
e dedcaeo. que o meu concell.o deMtMto w
minha pessoa, ca toda a minha imperial familia.
A 18 partir do porto do Rio-de-Janeiro para o
desta provincia a barca de guerra nacional ll-rtnice,
trazendo a seu bordo o Exm. presidente das Ala-
bas, doutor Flix Peixoto de Brito e MeJIo, o > l-
ente da armada Francisco Duarle da Costa Vidal e
algumas pracas do pret.
A 20 completra-sc e ministerio com a entrada do
Sr. Francisco de Paula Souza c Mello para a pasta dos
negocios do imperio.
Duus dias depois deempossado, explicara S. Ex. na
cmara temporaria os principios, segundo os quaes
nao s elle como todos os outros membros do gabi-
nete estfio dispostosa dirigir a nao do estado.
Ilcceiosos do omitlir dessa explicado algum tre-
cho que concorrer possa para torna-la mais clara,
mais pcrceptivel, resolvemos nao extracta-la, mas
ou'crcc-la, em sua integra, a mcditacio dosleito-
Ei-la
tva, e fazer com que este consorcio losse urna rea-
lidadc c nilo em nomc. Tambem sempre julguei in-
dispensaveleconoinisar quanto fosse possivel os dt-
nlieiros pblicos, sem prejuizo dos diversos serv-
aos a cargo da administracno; fazer justica a lodos,
(le maneira que podessemos conseguir que o pa
rormasse, por mcio da igualdade de dire.tos e de
iratamcnlo, u.na s familia. F.uen tenda quen. -
tualidade he isto dillicilimo, por melhores que sejm
atintencoes de quem qur que governe 0 Msopaz .
he esta a minha opinio enunciada ha mult^tompo,
e por muitas vezes. Temos um complexo de leis que
obstam realisaoSo pratica do governo representa-
*Bu enlen.li se.npre, o cnlcndo que W balharpara pr-ee essa legislacnocm Harmona co no
espirito,1a ooiistitiiicSo :/// O que he q,i:i I -
.na ocaracteristicodistinctivo do governo re| reaen-
tativo ? lie ser um governo em que inllue a opii i.n e
a vonla.l' nacionaK F.como ella inllue? Por .neiodas
cmaras, na tribuna, c por meio da imprcns.i. or .
sea legislado do paiz tr tai que de ?o*fuie"^0
possa Sppareceraopioiao e vontode nacional ....-
baa e n impresa, esta claro que se DlopUdJpra-
enclieraquelleliin, o lim da existencia do governo
representativo .numerosos onoiodo). EntenUO, pois,
que o que deve fazer todo o l.ome.n de un. p.uz |u. -
quer, seiiH-lhantemcnte organisado, qur SIM OS
principios politicos que en adopto, ou os con. ai IOS,
he esforcar-se paraasseguraraopiniuo
ridica ...anirestacao (apolados). Digo que he isle o ic-
ver de todo o homem nolitico; porquo MMJHM
as primeiras capacidades divergen no modo de enca-
rar o meio deconduzir a uacHo a fcl.c.da.k N.iln-
giaterra ha os torys, os whigs; na ranea os,^co .se.-
?adores, as diversas variacfies do partido MMnnjMM
legitimistas ; nos Fslados-t'.ii.los o piulido ..<-
craticoc o partido boje chamado wliig, poi | i\-
ti..guio-se o federalista. Assim o Brasil se d.v
IRIO HE i'EIIWlIHCO.
RXSIFE, 3 DE AGOSTO DE 1847.
Pelo vapor Imperatrh, cliegado boje dos portos
dosul, recebemos peridicos do Rio-de-Janeiro at
25, e da Babia at 31 do julho prximo lindo.
F.is o que encontramos de mais curioso as gazc-
lascuja i ecepc.no acensamos em primeiro lugar.
S. M. o Imperador, ua augusta esposa e a dentis
rainilia imperial conlinuavain a passar sem incom-
modo de aattde.
No dia 14 desse mez, mbnscnhor Bcdini, internun-
cio de Sua Sanlida.le, ao beijar a mflo de S. M. pelo
faustissimo nascimento da nova princoza brasileira,
proferir a seguinte allocuco :
Sknho. A augusta princeza, que acaba de dar
iivosso coractlo paterno a nica consolacao deque
ol e necessitava. he mais u.na bencjto que a Provi-
flencTaou ho,Kiu.vossa augusta familia, bem como
elevastoipe"- Oriunda donis que saben.
conctliar 0"esplendor de un. dos mais excelsos hro-
f.n* da ierra con. a p.alica mo menos br.ll.ante de
nins as vhludes, ella nao dcixar de os imitar, jtis-
indasasvi.i" os subu,ios
;r WiSrs- ^m
Sou muito feliz em poder exprimir estes senli-
rneutos aT Imperial en. nome do corpo diplo-
ma ico que sobremodo pressuroso aproveila- des-
U circumslancia para offerccer-lhe suas congratula-
res.
Sr. presidente, ha quatorze anuos que cu nao
tenho tido ahorna de me sentar nesla casa e por-
tanto lendo, pela primeira vez, depois de qualoi/x
anuos, de fallar ..ella, he natural que eu experimen-
te algum acanbamenlo. Nesta casa restam rarissimos
dos .neos anligos collegas; entretanto que venho
encontrar nella u.na brilhanlc mocidade, rica deU-
lentos, ricadepatriotis.no, que promette ao Brasil
futinos das de prosperidade e grandeza [em emo-
So PorUnto, deseulpe a cmara., meu acanl.a.mM-
toe benigna preste aTtencUo aoque voud.zer.
' Particpou-n.e o meu ..obre co lega, que pc-
ente est que, leudo sido interpelado a respeito
de varios bjectos, responder que sena mais conve-
niente que eu mes.no viesse dar as expl.cacoes ex.-
gidas; in v.rtude disto pareceu-me conveniente nao
"fe'prtlou um Sr. deputado sobre dilferenles
obiectos--Quaes foram ascond.coes com que eu
Vi,?ogoverno?-Se estas condiefles foram ,m-
po las pelo governo existente, ou se foram aceite
por elle, sendo por mim oderccidasi'-Que poltica
a o governo seguir em attencto ao norte, o n. .-
ri<>''-- Se as prximas futuras ele.cOcs pretende o
governo deixar o campo livre aos cidadaos .
h ] Procurare! salisazer a todos estes quesi os
Nunca tive tencaO, nem jamis espere entrar
para o governo do meu paiz : conhecia en a m.nha
sulliciencia, DBO s por falta das necessar.as habi-
.^estado morboso, que he con hecido de todo,
fa/ia-me ucrsuad r que eu nao poda preenener uc
Suamcte a illa mssao de me.nb.o do governo ;
n se proposito sempre estive; por inultas vezes,
dnade oPp"!meiro reinado, fez-se-me ^n^0On-
v.dar para o governo, e eu nunca entend deve a-
Clit8Era este o meu proposito anda agora ; mas con-
siderares de grave interesse, o o sent.menlo do de-
ver, forcaram-me a entrar para a administracao, em:
hora eu estela persuadido de que mu pouco podere
fa/er a bem do meu paiz, como tanto desejo. lu
convidado para entrar para o ministerio qtiando eu
eslava bastante enfermo, n.ais do que costu.no es-
tar. Eu expuz quaes eram m.nl.as opinioes a .espei-
lingU.O-SC O IC.UM.III3UI. naatf ..-- ......
dous lados, que tem diverso modo de en. a! -
licidade publica o que resta he que baja me.os para
que cada un dos lados possa pleitear sua op .ao ,u.-
ranle o tribunal competente, e para wM mam
que a legislacno do paiz proporcione estes n.uos,
uno obste a manifestac.no do voto nacional fe***
., uniendo, pois, disse eu, que cumpria antes de
tudoa.tender a esta necessidade ; qu^' h0^-
niao era que devia-se pr.me.ro *J*W,"
lodos os meios para modificar a leg.slac ,.. I do
paiz adaptando-a ao espirito da conslil utyi epa-
ra isto conseguir, cumpria que por todr> nsme tos
convenceremos, n.es.no aos nossos MW P -
lilH-os, deque isto he de interesse real eu i
partido cot... do outro apolados); e para O -
vencerem, julguei necessario que o.... i ter j.in.
perdesse 5e viste, como se., prime. < e faz i
[ustica 8 todos sem selecc.no de pessoas U 'H
UStica a lodos se laca ; mas, como ha .las o, s I
, paiz, isto he, ha dous partidos que tec ... -
pios que parecen, diversos, lamben, entenfWW*-
a os altos empregos do estado, aquelles cuja MCffo
,odesse obstar ao desenvolvimenlo da poltica do
averno, deve o governo sem duyida escolie, osho-
mens que sustentam esta politica (p^w eque
contribuam para arealiaaco del la apo/< i.. ..
os empregos cuja aceflo nStootate rea i*. .. da po-
litica que ..governo ten. adoptado, 8tem adoptado
porque a croa a adopta, o o governo se persuade de
qudo paiz a adopte igualmente '''''^'^.^
empregos, digo, cuja acco nao obsta "^lisacaooa
poltica do governo, ..no dovereger a MWim
assim como na distribuicao das gracas q" '?
dadas a todos, qualquerque losse o ado a per-
tencam, comtanto quetenbam ^SSZJSSttSE
rec-las. Se acontecer, porem, que baja concurrefe-
les con. igual so.n.na de dire.tos e de merUo, qM
pretendan, um emprego, parece que nao se e c -
surado pensando que, nesta hypothese evo prefe-
rir aquelle que sustenta o governo |oi apoiados).
Apoltica, pbis, do governo, quanto ao estedo
interno do paiz, he traball.ar para garantir Ib d-
de, de modo que todos os .partidos tenham ffmntM
para pleitearon a sua opin.no. Se acaso 0 partido
que me he adverso tiver a opimSo .,ac.on..l por ...
tome conta da ad.ninistragao do estado fac SU.. .-
licidade: usa do sen dire.to, cumple o seu Oever,
mas se a opiniOo que eu sustento, que cu, repr.se o
no governo; tiver, como supponho, a s> mpathia.na-
cional, parece que nao deve *u^t^*t
lica 6 a redeas do governo, emqnanto tive a.oni.
a na d oD^OawMM sfaMat).. Mas para qnaiatoM
JoS, decidir be misler que baja un ...e.o de criticar
, opiniao nacional, de verifica-la c qual ello bo-
je no estado da noa legislac.no ? lJ^*r
lado da nossa legislaeao pode um lio e n tonsc
cioso allir.nar que u.na ele.cao he a anMlo lim
.lo voto nacional:' Tenho mullas vezes d lo t < ,
nflo he a primeira vez. Logo, lodos os amigos ,1 a z
qualquerqueseja sua opioi.t>wreoe M deviaro
cooperar para adaptar a leglslaeSO d0 n. u aos I s
que ella deve ter, isto be, a apiesenta. o voto pti
l.lico puro, exacto e genuino <"/':''".- dcves(M.
u O complexo de leis, que na >ri^?%&f
alterado P^uci^^,^^^ ^^
le
do
to do governo o meu yon., ^-
cm aco.npat.bado a historia parlamentar do B ,
seria escusado ueu explicar quaes fPj^H*
apoiados;. Eu sempre entend que oJtowr *W"
homem politico no Brasil era coijsorciar ^de
com a autoridade por meio da mouaichia representa
.. Entendo que tanmem so devia reformar a le do
concolho de estado. Eu julgo que um concclho, iIl
estado politico he indispetisavel para o >0,,ar^l,a
consultar nos negocios arduos e graves; mas nao en-
tendo que losse este preparado oouveni.mtement.
ntre nos para auxiliar o ministerio as diversas in-
cumbencias que tem asen cargo. Parece-meque
nflo he mesmo conveniente que homens vetnoa, q"
pasturan, por (..dos os degros da sociedad.-, que es-
tfi-ocansados, eq.....nuites ve/es nRO podem sam.r
muito dos objectos especiaes de administracilo pro-
nriamentedits.sejampbrigados a estaram sempre
responden.!., a dillcre.ites ques.tos que cada un. dos
ministros he forcadoa raaer. Digo mais: podem.mul-
tas vezes nio responder, porque non. todos MiMM
a estes estudos especiaos de a.l.n.nislracao sobre quo
o governo he obligado a consultar.
., Fallando iissim. croio que nBo oliendo a nenliu.n
dos membros do concolho do. estado adiados'., por-
que rallo por mimquesoo nic.nbro do concolho de
estado, e me julgo nesta posicSo. Creo. note, que a
lei devia serretormada no sentido docstabelece um
concclho de administracno que tivesse aJpngusio
de auxiliar o governo em ludo o que be relativo a a i
ministracno, o paroste concclho deviam ser cha-
mados l.omensjovens quo so applicasso.n PW>-
larmente a algu.na especialidade da a.ln.inistraL..o.
d'entre os quaes o governo podesse tirar adm n stra-
dores do provincia, diplmalas, e donde s-l"e"
depois os ministros do estado, lie outra le. que julgo
de necessidade quo so altere [apoladot).
Enunciei, pois, estas opinMes que eu IMM e
disseque, embora enteddease que "opo*^
bem do paiz, por nao ter a necessarta pacidafle
nao apoiados), quando estas opinioes lossem appro-
vadas eu l-aria Uc ilicio de .-nlrar narao igoverno.
liospondeu-se-me que o governo hnl.a Mj"."""?'
i.loias uno eslava por ellas, e desejava rc.ltsa-las a
;!;i;;;;^';.peitos;^dosde\M,tnoparoco,Mne^rum
doTcro tentar eu esto sacrificio, ^.SJg"
,,,., B0 paiz, contando co... o apoio das can aras
como apoio nacional. Pfroce-me^r^tojdesw
modo ter respondido ao pr.me.ro nues.to do Loma
do .nombro. NBo houvem ^^J
ouaes eran, as m nhas opinioes rcsponut.u so-rao
.',,,,, as mesmas do governo, e por o>JJ
entrei na administracno, e persuado-mo que ella
he unnime a respeito das quesloes indicadas.
.. o .incvai fazer o governo? Pela exposicilo quo
0n ,/ se v que o governo ha de trabalmr incanaa-
velnienle para queem todas as provmciaa, -no so no
norte como nosul, em todas predomine a justica,
c.i.i..do-se, quaesquer que sejamos funeconanos,
seus attentados. .
.. Fu me persuado responder satisfactoriamente a
este .inesito dizendo que.) governo tenciona, em to-
das a provincias, quaesquer que s.uam, fazer que a
le" se respeito, que a j ustica se hca intelra 6IndlS-
inctamente ese en alguma provincia isto se mo
; ;,ni,,0 'goo o governo ha de ^n-
,,',,,le provincia que Iftr disso causa es bs .tul-
lo por outro que dignamente preencha este lugai.
Soogovorno pretende deixar o voto livre i Ans-
ia respeito digo que nao he possivel que umgover-
o ,,,,'e nutre as ideias queeu tenho expendido, pos-
fffpSr missao Corvar a lil.ordade do vote./.-
ados). Oque importa a umgoverno, q"^6,'^
a |c/or sacrificio, porque quer fazer o bem, o que
L ao o podo fazer setn reforma na legsla-
8S o Ju lhe importa que apparecan na eleic.o
homenaje opinioespppostasksua Antea.he,m>de
interesse. porque un.) he possivel have \e.uaueira
dtecussaosem debate, sem que baja choque*opl-
, oes Se a administracao Ittrttl, que consiga, ma -
o inas cmaras, lano n.elhor para 0 pa.z, porque
escolheu homens que represtMtia. suas opn>> ,
nuedevem realisar suas ideias a benecio do pa/..
Nao he possivel, pois, que o governo quera estor-
var a expresso do voto publico.
Minha opiniao, que julgo ser **P*j
que lodos soja... librrimos na (i'""1it-,!".i",1drcib1fJ
lo mas, entretanto, o governo pretende dar os pas-
sos' .lecessanos para que todos lenl.am ^<
seus direitos, para que nem os delegados do govtr
m;la,:us!u:;.en.s.La,lvVsar,osa.=^
da fraude, ou violencia {apolhdos .A t-".'' ''0 ':
verno he sustentara lodos o seu dlreo,j''.
lias a lodosos.!.ro.los, para quo appaicca a verua
deira renresentacao nacional.
Nos oslamos no lim da ^=^
desessno restam, e, pelo modo V^
s;-,o do orcamento, entendo que I be .lint nte se^u^
' ,.i -iue seiam ellos. Se forem adversa-
PS'poKsUdoqgovTno, que ..no queiramestas
deiaaue o govem., quac, so constituirn majara,
,'vm 'porque oslot/engauado no quo julgo ut.l ao
meu ,a z, o ueste .aso ,. que resta Ket.rar-me : e o
,,/ 'qu os escolheu, se acaso nao he til oque
uereni, soffra os resultados de seu erro. Portento,
lie ii.dispensavel que a cxpress.no do voto livre seja
real.
.. Eu mo me persuado quo se possa afllrmar que
essa expresso sea Uto real quanto se deve dosejar
no estado en. que se acba a nossa legislac.no, apezar
dos melhoramentos que assegura a actual lei eleilo-
ral; mas por isso mesmo cumpre ao governo tomar
todas as providencias, puraque se assegure esscdi-
reito de todos, para que esta represenlac.3o que v.er
Iterado principalmente, .. j- .
vol puro e verdadeirodo pa.z. i/jwdo Rtp to
a reforma iudiciar a, a le cle.loral e a MI W gu.ii.i.
naci a porquofn aclualidade, a guarda nacional
Sempi^ogoVernoo servico que devia prestar,
" entretanto secrilica obem-serdo c.dadno, e pone
servir de instrumento a um governo que quena abu-
sar, o muito mais as Mte^ subaIte '~^-^^^;^QVblo na-
nas, semqueogove.no, a.nda que quena, as possa|W**; 8pproximdamente que fr poss.ye
cohibir. '



rj=r


comas instituigfles que temos, e que nao fmos nos
que decretamos (apoiados).
' Parece-me que tenho respondido a todas es in-
terpellages, eeoneluirei rcpetindo oque disso, que
en oesejarc muito merecer o apoio das cmaras c
que meus adversarios polticos me combatam, mas
que eu esporo do sen amor ao pai/ que elles, obser-
vando a marcha do governo, e vendo que o governo
Irabalhaparafazcrjustica a todos, me auxiliem na
relrma da legislagflo ; he o interesad do paiz e mo
de Bm partido. O partido que estiver de cima, no
estado raque esta o paiz, pdetyrannisa-lo impu-
emente : o despotismo, a tyrannia seduz a todos, e
"dillicMimo, quando lomos na mito o despotismo,
i ,.TJT ?^?r;se : h0. Pr isso Mu houvoram Icis,
que ha const.tu.gflo escripia. Do modo que esta or
hariisadoopaz, achu dillicilimo que nflo se com-
m.ttam abusos, e he por nteresM de nos todos que
nsisto na reforma da legislado: baja coalisflo pira
ii.teressaT Iog"l,aao' l'ortluo "teragflo a todos
fJiXS^St qe "S minhas Pin'e este res-
cional do municipio da corte, que a mosma guarda
nacional s devc do formar em grande parada a 2 de
dezerribro, 14e25 de marco,-7 de setembro, e
no dia de Corpus-Chrisli.
Obtivera licenca por seis mezes, para tratar de
sua sade onde Ihe convicsse, o Sr. juiz de direito
da comarca do Limoeiro, Lourongo Caetano Pinto.
Fra exonerado da direcgflo da fabrica de ferro de
San-Joflo-do-lpanema o Sr. coronel barSo do Itapi-
cur-Mirim ; e nmeado para subslitui-lo oSr. ma-
jor d'engenheiros Joaquim Jos de Oliveira, lente
do segundo auno da escola militar.
O con ceibo supremo militar deixra de tomar co-
nhecfmento do processo cm que o alteres Mi noel
Cavalcanti l.ins Walcacertinha sido absolvido pelo
concolho do guerra, pur haver cntentido quo ojul-
gamento desse processo, organisado com o fin de
becerdo crimede rclaxagflo deservico que se
K ,.ni *,;......""*,', "-31"" piompioamodi ica- ""<-"
as pela rellexao, pela discussffo j mas o que quero se conh
oque se adopten leja Dlhas do espirito da coisti-
tuigao, para que se consiga om principal que bel',llr,Ulra ao mencionado ofllcial, competa res-
^tndofn d judffip Cleit0ra1, e Primete osystema.tubro (lo i8i7.
perado como repentino occasionou grandes mudan-
cas de fortuna.
" Fretaram-se todos os navios existentes no porto.
Lord llowdeu embarca boje para Montevideo, e
ocondeWaleski segunda-teira, 5docorrente.
Pela fragata Fisgar recebemos noticias de Val-
paraso al 26 de maio.
Em Lima corra o boato deque as tropas boli-
vianas deviam passar o Desaguadero em 10 de maio.
Diz El Comercio que as ultimas communicacoes do
governo do Per ao da Bolivia foram proposites de
paz.
La Cazeta de la Pat queixa-se do governo do Pe-
r por ter atoado a guerra civil am Bolivia. Ha to-
dos os signaes de guerra.
O governo de Bolivia cortou todas as relages
com o Per pelo seguinte decreto:
Art. I.0 A prohibido commercial, estabeleci-
da pelo decreto de 31 de marco prximo passado,
lira extensiva ao transito do pessoas e corresponden-
cias entre as duas repblicas pelas suas fronteiras
territoriacs. Nfloser permittido a pessoa alguma,
seja qual foro seu carcter, passar ou communicar
pelas ditas fronteiras, sob as penas estabelecidas na
segunda parte do artigo 154 do cdigo criminal, em

el, ,, iJ I1"8 ^aSi,0 *Ue n8SCe de nossa POSi-
nln '. i*60" Bra8il nr' mw "ata-
n~.?e!aalK,masna^l's lem receido : devia
me ccei maia considerado do estrangeiro apoiados),
m" duv,,,a nossas.'lvisOes be que nos teem teito
passar porexnenencias dolorosas apoiadot). So es-
ivessemos unidos nasquestoos de inte res se nacio-
nal, teamos solfrido tanto ? Concilio aqu a minha
ic.-.posta ao nobro depulado.
Muitos 8enhmw. -Muito bem, muito bem. (Oora-
iaiior recebe vivas, demonstrares de coiilenlamcnto da
tmara;.
A 21, rcunra-se no pago da llustrissima cmara
municipal da corte o respectivo collego, afim do for-
mar a mesa que deva Ju presidir eleicflo dosena-
j dor quo na da substituir o finado marquez de Paran-
gu. Verificada a votagflo, licara a mesa assim cons-
tituida : presidente, o Sr. concelbeiro Paulino Jos
Soares de Souza secrelarios, os Srs. concelbeiro
Joflo Martina Lourenco Vanna e D. Manoel de Asss
Mascarenbas; escrutadores, os Srs. doutores Joo
Antonio do Miranda o Joflo Manoel Pereira da Silva :
ha vendo sido cleitos para membros da oommissflo
verificadora dos diplomas destes, o Sr. desem barga-
ilor Eusebio deQuciroz Coitnho Mattoso da Cmara
e os Srs. doutores Jo3o de Siqucira Queiroz e Josin
do Nascimento e Silva.
O senado, quo se oceupava com a apreciadlo de
diversas materias do inloresse segundario, approv-
-^ raemprimera o segunda discussffo a usadlo das
forjas de trra para oanno de 1848-1849, comas
emendas da outra cmara; c em ultima, o parecer da
eommissfio do eonstitugflo, que publicamos orno
n. 166 dcsto Mario, acerca do officio em quo aca-
mara precitada solicitara do mesmo senado a obser-
vancia do artigo 61 da constituido.
Na cmara dos Srs. deputados, onde se eslava dis-
cutindo oorcamento da marinlia, assim como di-
versos projectos cresolucOes que nos dispensamos
de enumerar, baviam passado os projectos que crian)
douscollegos eletoraes DOMaranhffo enm na Ba-
ha; a resoluclo que reconbeceachar-sc a provincia
doRio-Crando-do-Sul nascircumstancias de mandar
maisdous deputados i assemhlca geral legislativa*
e esfoutra que fura apresentada pelos Srs. Urbano
Sabino Pessoa de Mello e Thcoplilo Benedicto 01-
toni
A assembla geral legislativa resolve
Artigo nico. Naseleigoes de senadores, cuas
que se lizerem para prcenclier a vaga deixada na c-
mara dos deputados pela nomeaeflo de algum do sous
membros pura o cargo de ministro de oslado far-se-
haaapurac&o geral no dia que fr designado na
provincia do Rio-de-Janciro pelo governo, e as ou-
trw provincias pelos respectivos presidentes, nflo
podeodcletpacar-sciaanuracffo alem dosdousrae-
delsS ,rt'80 85 da lei du ,9 du a8st
l'icamrevogadas as disposiQOesem contrario, i
Para membros da eommissfio revisorado regimen-
t provisional c do outros objectos connexos com
servico naval, creada polo decreto de ai do prediio
junho, que os nossos subscriptores lerao lido na par-
te oflicial, foram nomcados os Srs. ebefe de dvisflo
Jacintho Roquo de Sena Peroira, capitflo de maro
guerra graduado Joaqun Marques Lisboa, capitffes
d e fragata Joaquim Jos Ignacio e Diogo Ignacio Ta-
vares, e capilfles-tenenles llenrique HotTsmitt o Joa-
quim Raymundo de Lamare.
No anniversario da acclamacao deS. M. o Impera-
dor hou ve cortejo no paco da Boa-Vista, embandei-
raram-se as fortalezas e vasos de guerra que exis-
tan) noporlo, ederam-soasdemaisdemonstracfies
de publico regosjo.
OExm. Sr. Manoel AlveS Braneo, ministro da fa-
zenda, fra honrado com a nomeaeflo do presidente
do concolho de ministros.
OSr. Ignacio Correa de Vasconcelos fura demit-
tido da presidencia da provincia do Ccar.
A" vista de representado do presidente das Ala-
goas. o governo cuidava de estabelccer urna colo-
nia em JacuJpc, e do crear una pequea estaeflo na-
val em Jaquar.
Emquanto 'se achar impedido o Exm. Sr. Manoel
Alves Branco, far as suas vezes nasecSflodos nego-
cios da fazendaoExm. Sr. concelbeiro d'estado, Jos
Cesano de Miranda Ribero.
O Sr capitfio do 1. regiment de cavalla ra lgei-
ra, Bernardo da SilvaeAlmeida, tivera passagem
para a terceira classe do oxercito.
Foram nomcados : cirurgiOes ajndanlcs do 1/ ba-
lalhflo de fuzileiros, os Srs. Francisco Leocadio de
Figueiredo Lima e Saturnino de Souza o Oliveira J-
nior; cominandanln da barca do vapor Fluminense,,?
Sr. 1. lenle Manoel Luiz Pcrera da Cunha ; di-
rector do muscu nacional da corle, edaseceflo de
mineraloga, geologa e sciencias physcasdo mes-
mo museu, o Sr. Froderico Leopoldo Cesar Burla-
maque, tenante-coronel de engo nheiros cente'le
geologa na escola militar; 1. escriturario da con-
tadora de miirinha, o Sr. Luiz Antonio de Frcilas.
A cmara municipal de Corityha e os habitantes
da freguezia de Cuarapava, territorio do rio da Pal-
ma, provincia de San-Paulo, tinliam representado
acerca da conveniencia do ser elevada categora
de provincia a comarca d'aquello nome.
Pora reformado, com direito ao sold por inleiro
pela labi/a actual, o captio de mar o guerra, da
terceira classe, Manoel de Siqucira Campe]lo.
Mandara-so consultar a junta docouimercio a res-
peito de um roquermento em quoTImmaz Butter
Dodgson se comprometi a- Tazer mover os barcos
de vapor por um machiuismo do sua inveneflo e me-
nos complicado que o actual, se ihc concedorem pri-
vilegio exclusivo por 20 annos.
Expcd ira-so aviso concedendo 3 mezes de licen<;a
sem vencimento ao Sr. Manoel Carneiro de Souza
Lacerda, contador da thesouraria dasAiagoas.
O Jornal do Comuureio, declarando-so na ponse de
roldas do Rio-Grande ePorto^legre, rocebJs pelo
vapor Todos-os-Sanlos, diz que fallecer .ia segunda
dessas cidades oSr. viscondo do San-Leopoldo, se-
nador do imperio pela provincia de San-Paulo, e
qup o general argentino I). Jos Mara Paz fra m
dos passageros do mencionado vapor.
A'cerca dos negocios tos diversos eslados da A-
merica do norte o sal, acl.arflo os precisos cselare-
cmenlos aquellos que nos lem em os artigos do
supracilado jornal, que aqui copiamos.
Recebemos bonlem (17 de julho) folhas dos Es-
tados-Unidos ate 29 de maio, com datas do Vera-
Cruz al 13 do mesmo mez.
..Oexercilo do general Scott nflo tinha avancado
de jalapa aPerote.edizia-sequo nflo darla um pas-
para a frente emquanto Ihe nflo chegassem os
ireos esperados Jos Estados-Unidos. Em conso-
quanto vigorar o presente decreto ; e portanto, o
ministro dos negocios estrangeiros mandar aos a-
gcutes o repartieres consulares que se retirem da
repblica do Per.
Art. 2." Este decreto principia a ter elTeto de 10
de maio prximo futuro em diante, e continuar
eniquanlo durarem as circunstancias quo o moti-
va ram.
Os ministros do interior o dos negocios estran-
geiros (iran encarregadosde manda-lo imprimr, pu-
blicar e distribuir.
La Paz, era 26 de abril de 1847. Jos Bolivan.
O ministro do interior, Pedro Jos da Guerra.
0 ministro dos negocios estrangeiros, Thomas
Frias.
lluvia em Valparaso noticias da California at o
mez de marco. O commodoro Slokton foi substitui-
do pelo commodore Shurbrik, e o general Koarny foi
nonieado governador. Fi'zeram a seguinte procla-
ma eflo:
Saibam os que o presenta virem, quo o presi-
dente dos Estados-Unidos, desejoso de dar o asse-
gurar ao povo da California urna participaeflo no
bom governo o feliz organisacHo civil de que goza o
povo dos Ealados-Unidos, e de proteg-o ao mesmo
lempo contra os ataques dos inimigos estrangeiros
e contra as '-
em Itucnos-Ayres diz urna carta o seguinte :
A negociagflo oncalhou na quesflo dos ros, a
Franca e a Inglaterra reconbeciam a soberana da
Confederacflo Argentina sobro o rio Paran, o a des-
la e da Repblica Oriental sobre o rio Uruguay <
gundo eslava rtslabelecido pelo direito internacional
Rosas nflo admittio osta restricQflo ; quoria quere-
conbocessem a soberana perpetua das duas republ
cas a esses ros, o para isso nflo estavam autorisa-
dos os plenipotenciarios.
0 ministerio de Montevideo soffrou urna modifi.
cacflo,cntrando pura a pasta de rciaces exteriores e
interiores o Sr. D. Gabriel Pereira, e para a fazenda o
Sr. Barreiros.
i Lord Howdon devia sabir dentro de poucos das
para o llio-de-Janeiro na fragata F.agle.
a A corveta D.-Januaria estove encalhada doze
horas no banco Ortiz ; mas nflo soflYou avarias.
a O paquete ingle/. Keslrel, sabido do Rio o ni 29
de junho, chegou a Montevideo om II do correte.
A fragata franceza La-Charle, sahida no da 7, foi en-
contrada no dia 16 na entrada do Rio-da-Prata.
O Diario do Rio-de-Jantiro oceupa-se muito das no-
ticias do llespanba, colindas pola respectiva redac-
gflo as gazetas desse paiz, quo ltimamente recebe-
ra. De todas essas noticias a mals importante, por
sem duvida, lie a que se refere annullacflo do casa-
mento pelo qual D. Isabel se ligara a D. Francisco de
Borbon ; annullagflo que os moderadossuppoem ma-
nejada pela Inglaterra, para poder a seu salvo resti-
tuir a Hespanha aos Ayacuchos, o que os progressis-
tas figuram como proveniente da discordia que o
partido francez ha buscado plantar entre os dous es-
posos, com o liui de fazor com que a rainha nflo to-
nda herdeiros, e o reino quo ella governa se trans-
forme em feudo da Franca.
Tambem se enlrotm o mesmo Diario com as no-.,
vas da Italia. Po IX prosegue no desenvolvimento
do systema progressista ; vai reformando algumas
das commuuidades ccclesasticas, e muda-ibes as
administracOes sempre que entende quedessa mu-
danca lliesdcve resultar beneficio.
E nflo he s de mudanzas e reformas que cura o
sdesordens internas, den aos abaixoas- Santissimo Papa, elle tambem se esforca porconser-
f'iwirados n SO |
rete
quenciada retirada dos voluntarios que tnhan a-
cabadoo seu lempo de servico, nflo exceda a frca
disponivel do general Scott a 6,000 l.omeiis de todas
as armas. A estrada do Jalapa para Vera-Cruz eslava
intestada de guerrilbas mexicanas que lornavam a
communioaeflo diflicil o perigosa.
Sant'Anna eslava anda em Orizaba o havia
fu^'-'lZ? ove,'"> iue a sua torca, monlava
ja a /,000 lioinens.
OSr. Trisl, enviado ao Mxico polo governo a-
Z^ZJT 'i"?"08 P0der8 ',aril l,alar "a A
inhacliegado a Jalapa; mascorri quo nflo procu-
rara ental.olar negociares senflo dipois da loma-
da da capital. As nolcias que dalli l.ava davam
porta, pouca esperanca de bhegar-se a um accom-
h amento. O governo o o congresso mexicanos,
mao grado as repetidas derrotas das suas frcas
niostravam-se cada vez niais BVessos paz, o li-
niam resolyido relirar-se para Morela, tomada que
lossc a capital, e tentar a guerra de recursos. Co-
mo prova da resolucflo em que eslava de nflo acei-
tar proposisno alguma de paz, decidi O Ongresso
eml.ns de abril por 44 contra 88 votos, que nem
tosse julgada objecto de delberagflo a oferta de
mediacfloteita pela Inglaterra.
Receberam-so honleni (19 de julho; noticias de
Buenos-Am at 3.le julho: o seu contodo Ito
imprtame. Romperam-se as ncgociagOes entre o
governo de Buenos-Ayres o os representantes da In-
glaterra e da Franga, sem se haver concluido cousa
alguma. his oque temos em una caria particular
com a qual fmos obsequiados :
a Buenos-Ayres, 3 do julho.
".....Quem pensara que as negociages se haviarn
de concluir de urna maneira tflo desgragada tia
noite do da 29 para 30 do mez prximo passado, as
2 horas da noilc, concluio-so a conferencia entre o
Sr. Arana e os ministros inglcz e francez. Pela
manlifl declaiou lord Howdon ao presidente da
coinmissflo dos Inglezes residentes aqui que se nflo
linha podidochegar a um accordo, eque porconse-
quencia estavam rolas as negociacOes. Acredita-so
gcralmeiilequeoquemotivou a ftptura foi oque
Oizm respeiloa navcgagflo dos ros Seja, porm, co-
mo ior, este acontecimcnto veio mudar ludo. Ja nflo
appaiecem ongas a vender senflo om pequeas por-
signados separados edistinctos poderes no civil e no
militar, que, excrcidos com urna cordial coopera-
gflo, fazeni esperar os folizes resultados que se de-
sejam.
<< Ao commandante em chote das frgas navaes o
presidente incumbi a organisagflo docommerco de
importagflo, as enndges com que as ombarcages
de todas as nagOes, tanto asnnssas como asestran-
gcras, serflo admittidas nos portes do territorio,
e o eslabelecimento de regulamentos do porto.
Ao commandante militar o presidente incumbi
a drccgflo das operages de trra, ooinvestio das
funeges administrativas de governo sobre o povo e
sobro o territorio oceupado pelas frgas dos Esta-
dos-Unidos.
Dadoem Monterei, capital da California, em 1."
de margo do 1847.
Foram revogadas todas asordos militares que
restringiam os dlreitos civis des cidadflos.
Obligue Veloz, entrado hontem (21 de julho) de
Bucnos-Ayrcs, sabio daquelle porto na noite de 7
para 8 do corrente.
Os ministros interventores rctraram-sc para
Montevideo, e as Torgas francezas apertaram o blo-
queio do Buenos-Ayrcs a ponto de tomarom algumas
cmliarcagries quo tentavam sahir. No mesmo dia em
quelargouocondo de Walcwski, 5 do corrente, foi
apresada nina escuna sobre o banco da cidade pe-
los cscaleros do brigue Fandour, solTrendo entflo
estes alguns tiros de trra. As frgas inglezas con-
servavam-so at o da 7 noite inleiramente inac-
tivas.
a O capitflodo Velo: refere que, ao passar no dia
8 na altura de Montevideo, ouvira em tena muito
fogodeartilharia.
O vapor de guerra inglcz llattler entrou hontem
'23 de julho; de Montevideo com 7 dias de viagem.
Tendo sabido com destino para Inglaterra sem in-
tengflo de tocar ueste porto, nflo trouxe mala, rece-
bendo-se apenas meiaduzia do cartas que aventura
foram mandadas para bordo. Basque vimos collie-
mos o seguinte :
Lord Howdon, logo que chegou a Montevideo,
propoz ao governo oriental e no general Oribe a con-
tinuagflo do armisticio por seis mozos, entrando tam-
bem nessa negoclrtcSo, porm com reluctancia, o
ministro francez.. O governo oriental accedeu logo a
proposta, o Oribe exigi dous dias para responder.
Terminado esso prazo, foram ao campo sitiador os
secretarios dos ministros mediadores ; mas Oribe
pedio niais dous dias de espera. Decorrido esso novo
prazo, voltaram os secretarios ao acampamento, e
anda dosta voz nflo obtiveram a desejada resposta :
o general sitiador solicilou nova moratoria.
Duas vezes tinliam ido de balde os secretarios
das legacCS mediadoras ao quartel-general de Ori-
be, ministro dePranga eptendeu que nflo devia
mandaraMI por terceira vez o seu secretario ; mas
lord Howden, mais complncente que o seu collega
tornou a enviar o son agente, o desta vez voltou el-
lo com urna resposla definitiva. O general Oribe a-
ceitava o armisticio, coma condieflo, porm, de le-
vantar-se o bloqueio de todos os portes argentinos o
oricnlses, obrigando-se os sitiadores a vender u pra-
ca 1,500 cabegas do gado por mez. Estas condigoes
nflo foram aceitas, nem pelo governo oriental, nem
pelo ministro francez, c a negociagflo rompeu-so.
Ncste estado de cousas faziam-se mil conjecturas
em Montevideo sobre o ulterior procedimento dos
ministros interventores, quando no dia 15 tarde
so soube positivamente quo lord Howden acabava de
darordem ao commandante das frgas navaes do
Inglaterra para suspender por sua parle o bloqueio
dos portes argentinos e orientaos, e quo o ministro
francez, separando-se do seu collega, ordenara pelo
contrario ao almirante Prdour quo lornasso eflicaz
o bloqueio. Parece, pois, evidente, porque nflo no-
demos por em duvida a exactidiio desta noticia eme
a Inglaterra se retira da questflo do Rio-da-Praa O
como, s o lempo o mostrara. No entretanto ahi lica
a rranga a sos.
Durante a negociagflo do armisticio, mandaram
as autoridades francezas restituiros quatro barcos
costeiros que tinliam sido apresados nos dias 5 e 6
sabida de Bue/.os-Ayres. Presuuiia-se quo a entrada
(l:K .(IhIi'ICC'U'AiI.- ,1-1 H: i.l.i nm.C^..___f_
var no devido estado as ordens religiosas a que esse
expediente nflo pode aproveitar, como exube-
rantemente o prova o contedo em urna carta par-
ticular que ora temos ante os olhos, e que, en-
tre outras cousas, noticia que Sua Santidade as-
sentra de nomear um commissaro apostlico,
com o carcter de superior geral de todos os mis-
sionarios capuchinhos italianos existentes no Bra-
sil ; que essa nomcagflo recahra no muito dig-
no prefeito do hospicio do Rio-de-Janoiro, o Sr. Fr.
Fabiano de Scandiano ; que esto dislincto prolado
continuar a residir na corte, onde seestabelecer
um como centro das difforentes msses das provin-
cias ; que ficavam a partir do Roma para a mcsnia
corte dez dos membros da mencionada corporagflo
de capuchinhos italianos, afim do serem emprega-
dos, pelo governo imperial, na catedese ocivilisa-
gflo dos indgenas, da maneira que Ihe parecosse
liis conveniente;-- e que, finalmente oRvm. pre-
teilo, de quem mais cima fallamos, recebradas
mitos doSuaExc. Kvma., o Sr. internuncio apos-
tlico, o diploma quo Ihe confere a importante altri-
buigflo de inspeccionar essa cohorte de ministros do
Snuo, que tantos o tflo relevantes serrigos tem pres-
tado a esto imperio.
Al aqui as cartas u os jomaos do Rio; agora os
da liahia.
He pouco satisfactoria, lio mesmo horrivel, a crcr
o que narra o Guaycur, a situagflo do interior dessa
provincia : roubos edevastagOos sem numero ahi se
commellem, e, o que peior he, esses actos vergonlio-
sos e quo mais que muito depflem contra quem
qurquoos pralca, sflo acompanhados de insultos
s autoridades. No entretanto, lia bem fundadas es-
porangas de serem domados os que por esse modo
maculam a reputagflo da propria patria, pois quo a
presidencia a valer-so de todos os meios que as lois
ihc facultam, para faz-los entrar na rbita do deve-
res que tflo inslitamente teem postergado.
Ainda desta vez, o mercantil est um pouco mais
adiantado que nos, a respeito das oceurrencias do
Portugal, como mclhor se ver da carta seguinte,
que das suas paginas passamos para as nossas :
Lisboa, 21 dejunho de 1847.
Os revoltosos de Selubal, sempro nflec-
tamio a vontade appareute de se submetterem, ontre-
liveram atea ultima as frgas liis, mas com teneflo
de se evadirem.
No dia 14 do corrente sahiratn daou os tres va-
pores de guerra inglcz, liespanbol c francez,
commandadospessoalniento pelo almirante Parker.
Tinham combinado quo as frgas do Vinhoes ataca-
ran! Setuhal simultneamente com as ditas frgas
martimas a um signal dado, quando os revoltosos
nflo quizessem ceder s intimacos de seentregarem
depoudo as armas.
As frgas martimas sabiram ncste dia pela ma-
nhfla cedo, e por causa da mar s entraram pela
urna hora da larde cm Sctubal, o pozeram-se logo
0(11 Illllia. VinllAOt. iiacuu manliiT. h.... inCn.,!
emlinlia. Vinhaes j nessa manhfla havia intimado
ao Sa Nogueira para se entregarem denlro em seis
horas. Logo quo os vapores chegaram, dirigiram-se
a seu bordo emissarios por parte do S Nogueira
com propostas de submissflo, diligenciando algumas
alteragos, etc.; mas alinal veio a conhecer-se quo
o fim ora cntreter al que se mcltesse a noite para so
safarem deSetubal, illudindo assim os chetes das
torgas combinadas. Diz o almirante Parker, o o co-
ronel Wvilde, bem como todos os ministros dos na-
Ii.' ----~~ r*mvi ." mili uill [TU uriliIS (lOr-
das ombarcages da costa contiou^arii. a ser o, ",.. ITf ;"We'l bCm Como lodos os "> a"
mas queseexerceria o tMq^^SZI^Af^^^^ V """" leslfinlu"har>m ,a,,!1
aos navios do ultramar. 4 q""to nfamia, md.gnidade orna te, como as quo teem ul-
Snhrn nuu dn mmnim..i. i. liimanienlo posto em pratica o Sa da Bandeira e a
sobro a causa do romp.mento das negociages Jjunta do Porto, o que na verdade bem tem demons-
MUTILADO


8
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.,,.,., gue o flm a que se dmgiam era sen la remo
ocuel no throno, accrescentanilo o raesmo Wilde,
e i'infamissima junta do Porto assim o dava a en-
end'cr, searainha nilo quizesse annuir ao que ella
('"e A era noite quando um official do acampamento
lo Viiihaes e outro hespanhol passando bordo do
almirante, Ihesforam participar queja tinham sahi-
lo de Setubal parte das Torcas rebeldes, e que o res-
n tratava tambom de retirar-se. Foi entilo quo o
dmirante mandou dar o signal de tres tiros de peca
,,jraVinhaesatacar. Muito diligenciaram os com-
mtasafios miguelistas para que se nflo flzesseosig-
nil cortificando que tal acontecimento de retirada
" oderia ser de alguns exaltados,etc., e que elles
*tim ierra fazer entrar ludo em obediencia; mas
o lim era para elles se evadirem. O almirante, justa-
mente indignado contra a traigoeira o ja dcsmorali-
tad gente miguelista, nflo consentio que sahlssem
de bordo, e ficaram logo alli detidos como indignos
deconfianga. mandando ao mesmo lempo escaleres
armados rondar o rio, onde apanharam o renegado
constitucional SNogueira, o estouvado miguelista
donovo cunho ex-conde de Mello, o cobarde ex-
conde de Taipa, o tribuno republicano-miguelino
Jos Kstevflo e outros que j chegaram ao Tejo, per-
todeduzeiitosofflciaesem cujas cananas de alguns
se lia a legenda Viva D. Miguel I e depondo as.
armas 900 homens, fazendo-so mais de 500 prisio-
neros, retirando-so resto cm differcntesdirecgOes,
sbreos quaes dosticau Vinhaesa cavallaria, quotem
ja agarrado mais de 400, pois vfo desordenados e
sem cheles. .
< Para que conheca ate onde chega a inlamia dos
oartidistas de D. Miguel, saiba que o Calamba, que
pode escapar-se com alguns mos cavallos, entrou
om l'vora dizendo que Vinhaes havia sido dorrotado,
c que elle ia para alli, por nflo ser mais necessario
em Setubal; mas pouco tempo durou a illusao, por-
que o povo, sabendo o engao e conhecendo que Ga-
imba linha entradofugido, reagio, soltou os olli-
claes e pracas que alli estavam prisioneiros, e foi E-
voia restaurada, obedecendo logo rainha, sendo
lomeado commandanto militar o niajorllharco, que
havia sido aprisionado em Alcacer e se acbava all
preso O miguelista Galamba fugio cornos seus, fi-
ando, por consoguinte, apenas o Alemlejo com mais
olgumas quadrilbas de salteadores.
Hoje dizein que Beja lambem se pronunciara
restaurando o governo da rainba, bein como outros
pontos do reino.
. Do l'orto consta que o miguelista Povoas, tendo-
serccolhidocidadee reconcentrado all as Torcas
do scu minando, protendia resistir. Os barcos de
guerra portugUczes e os das nages alliadas estflo
promptos ao primelro signal.
Supp5e-se que a demora he para dar tempo a que
o general bespanhol fagajuncgflo comoSaldanha e
ataquemo Porto por niare por tena.
Nflo vingaram os planos miguelistas; nem he
possivel que levanten) mais a cabeca. A amnista
causou um 'descontcntamento geral em Lisboa, por-
que com tal gente s rigur e mais rigor.
Communicado.
Consulado.
REMDIMENTO DO DA
3.
Geral.
317,056
RLO-DK-JANE1RO.
CAMBIOS NO lili 24 DB JULHO DE 1847.
Cambios sobre Londres. '. ... 27 i
Pari9..........348 a 350
Hamburgo......645
Metaes. Ongas hespanhlas......29,800 a 30,000
da patria.......28,500
PososJicspanhes.. ..... 1,950 a 2,000
da patria.......1,850

a
Pegas de6,400, velhas. i,800a 17,100
Prata.............100
Apolices de 6 por cento.......83
n provinciaes..........81 *
{Jornal do Commemo.)
BAHA.
CAMBIOS NO DA 30 OE JULI10 DE 1847.
Londres.............27
Pars...............340 o franco
Hamburgo............640 o marco
Lisboa..............I00al05p.c.depr
Ongas hesponhlas........30,000
mexicanas.........29,500 a 29,900
Pegas de 6,400 .........16,000 a 16,200
Moedas de 4,000.........9,000
Prata...............100 a 105
Apolices do governo 55 por cento de descont.
AccOes do banco 20 por cento de pr. nominal.
(Do Mercantil.j
Movimeiil
------------------------
do Iorlo.
Para Lisboa pretende sabir, por todo o mez de
agosto, o muito superior briguo portuguoz Concu-
co-de-Maria, por ter grande parte de sua carga
prompta : para carga e passageiros, para o que tem
excellentes commodos, trata-se com o consignatario,
Tliomu/. de Aquino Fonseca, na ra do Vigario, n.
19, ou com o capilflo, na praga do Commcrcio.
Leiiad.
-Compram-se escravos do ambos os sexos; com
habilidades e sem ellas, o alguns com olucios de sa-
sapateiro carpina e pedreiro de 12 a a""",m
sendo de bonitas (guras pagam-se bem : narujda
Concordia passando a pontezinlia a diroila se-
gunda casa terrea.
Vendas.
J. J. Tasso Jnior faz leilflo, poj cotila de quem
pertencer, de urna porgflo de cerveja, do mesmo au-
tor da bem conhecida marca (amante \, um lotes
do 3 barricas ou maior, a vontado dos compradores :
quintil-Trini 5 do correnle, s 10 horas de ma-
nhfla, no caes da Alfandega.
Avisos diversos
Navios entrados no dia 3.
Rio-de-Janciro, Baha oMacei, 9 dias e 20 horas, o
do ultimo porto 30, vapor brasileiro Imperatn:,
de 467 toneladas, commandante o capitflo-tenoute
Jesuino Lamego Costa. Passageiros : para esta pro*
vincia, I). Auna Victoria com um fillio menor; pa-
ra o Para, o capilflo de Trgala Joaquim Manuel de
Olivoira Figueiredo com sua sonhora o urna escra-
va, eo primoiro-tenente Francisco Eduviges Bri-
cio com sua senhora, um filho menor e um escra-
vo ; para o Maranhflo, o pnmeiro-tonente Severia-
no Nunes.
Brislal; 35 lias, barca ingleza Pauline-lluthton, Ue
250 toneladas, capilflo W. Nicholas, equipagem
14, em lastro ; 8 Le Bretn Scharamm.
New-York; 45 dias, hrigue-escuna americano Orbil,
de 171 toneladas, capilflo Thomas A. Heggins, e-
quipagem 8, carga familia, cha, fazendas e ta-
boado ; ao capilflo. _______^_^^__^__
Ullinia ca;lctum trras Aslrea cliquit.
(Ovidio.)
(Metamorph.)
Um magistrado, cuja rectidflo e probidade se tor-
naram proverbiaes no fdro desta cidade, foi-nos s-
bitamente roubadol O Sr. J. T. Nabuco do Araujo
Jnnior, juizdcdircitoda segunda vara do civel, aca-
ba de ser removido para a comarca do Assu no P.io-
ftrande-do-Norte, talvez em punigflo do voto que ha
bem pnuco deu o benemrito senador, o Sr. J. T. Na-
buco de Araujo, sobro os negocios cleitoraes des-
ta provincia que foram apreciados na cmara vita-
licia.
Fillia de resentimentos polticos ajudados por
urna interpretirtjflo Ilegitima do artigo 153 da cons-
tituigflo, a remogo do Sr. Nabuco, sobre compio-
metter vivamente em seus interesses a um magis-
trado contra quem nunca seouvio urna queixa, se
eleva, em rasflo das circunstancias actuaos do paz,
a eatcgnria de urna calamdado publica.
A constituigflo declara que o poder judicial be in-
dependente, artigo 151) e que os juizos serflo perpe-
tuos; (artigo 153; e a despeito destas terminantes dis-
posigoes, nflo possuimos boje aqui tiesta comarca
urna vara, qur do civol, qur do crinie, exercida por
um juiz perpetuo. Acham-se todas as mflos desses
jnizes temporarios c incoiistitucionaes, creados pela
inconstitucioialissinia reforma do cdigo, edeum
instante para outro podem cair as mflos dos sup-
plei.tes nomeados pelo presidente da provincia.
O poder judicial, que a constituigflo declarou tflo cx-
iucssamente independente, hoje se ncha confundido
com o executivo, 0 a vida e as fortunas dos cidadflqs
cstflo merc dos odios polticos e das intrigas clei-
toraes.
Onde iremos nos parar? Nflo o sabemos! No meto
da torrente desorganisadora que tumulta o Brasil,
nflo he provavel que a nossa voz seja ouvida. O que
podemos fozer he consolar as victimas. Fique certo
oSr. Nabuco que o golpe, quo acaba de fort-lo, lia
sido sentido por lodos os homens desinlcressados do
paiz, os quaes vem com pezar que o digno magis-
trado deixasse a cadeira da justiga que oceupava com
tanla dislincgflo e iniparcialdade ; e que esse revez
nflo fez mais que Ihe adquirir novo bnllio, grange-
ar-lhe novas sympathiiis.
Console-so, pois, o Sr. Nabuco, fique no mcio de
nos, que felizmente os ministerios nflo so eternos,
e assim que passar a tempeslade e as ondas voltarem
ao sen estado normal, elle reassumira as suas hon-
rosas fu neges, com os applausos de todos os Per-
nambucanos amigos da justiga edo merecimento.
Deciaiacoe.
O vapor Imperatri fecha as malas pa-
ra os portos do norte, hoje 4, as 3 horas
da tarde.
__O Illm Sr. inspector interino do arsenal ue
marinha manda fazer publico, que, no da Sdocor-
rente mez, contratar o fornecimento de carne ver-
de para as embarcagoes da armada e enfermara de
marinha pelo tempo de tres mezesou mais, se a isso
convidar o prego pelo qual offerega-so azer o for-
necmento : devendo os pretendontes presentaras
suas propostas em cartas fechadas no relendo da ate
as 11 horas da manhfla. ...
Secretaria da inspecgflo do arsenal de marinha tle
Pernambuco, 3 de agosto de 1847.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anos.
A administragflo geral dos estabelecimentos
decaridade, tendo concluido os reparos das casas
n. 7 da ra da Viragflo, ns. 17 e 19 da ra do Padre-
Florianno.en.llOdas Cinco-Pontas manda fazer
publico que no dia 9 do coi rente, pelas 4 horas da
tarde, irflo a praga as rendas das prcdilas casas, pe-
lo lempo que decorrer do dia da arrematagflo a 30
de junho de 1850. -- Admitii.stragflo geral dos esta-
belecimentos de caridade, 2 de agosto do 1847. -
O escriptttrario, /". A Cavatcanh Cousseiro.
__Os Srs. Jhnslon Palor & Cotnpanhia, Joflo
Francisco da Cruz, Joflo Joaquim Alvos, Joflo Peroi-
raMoutinho, Joflo dos liis de Souza Dantas, Joflo
Vctor de Carvalho c Joflo da Silva llegadas queirant
dirigir-se ao correio geral, para recchccem cada um
una carta viuda da Babia em mo estado, por che-
gar a mala do correio com urna abertura leita pelos
ratos a bordo do vapor.
ASSOCIACA COM.MEP.CIAL.
Nflo comparecendo numero sufflcietite de associa-
dos na rettniflo annuncada para o dia 2 do correnle,
ficou a mesmo transferida para o da 6, c advertc-se
que nesta segunda reuniflo se considerara haveras-
setnbla geral com os socios que cntflo so acharcm
prsenles, como dispOe o artigo 5 do capitulo 1.
Jos Jeronymo Monteiro,
^^__Stt<*rtaYo.
Piiblicaco Littcraria.
Historia de Portugal por Alexandre Uerculano.
OsSrs. assignanlesqueiram mandar buscara ra
da Cruz, casa n.7, segundo andar, o segundo volume
desta interessante obra, cujo prego he o mesmo que
do priineiro (rs 3,000.)
?St3* Perante o Sr. doutor juz dos orphflos, Luiz
Duarte Pereira, morador na ra da Praia, sellado
arrematar, por venda, urna morada de casa, sita na
ra do Sebo, n. 5, em chflos proprios, coja casa se
aeha hypothecada a Hcrculano Jos de Freitas, e sub-
jeita a inais dinheiro quo elle tem dado por ordem ilo
ministro. A arrematagflo lera lugar no dia 5 do cor-
rente. Quem a pretender dirija-so a porta do ines-
mo Scnliorjuiz, no dia marcado, por ser a ultima
praga.
A CAHRANCA N. 21,
Nunca majsseria, mais conspicua, com melhores
transenpges, com bocadinhos mais selectos, e o
violflo em f...
-A pessoa, que por repetidas vezes nnnunciou
por osle Diario querer comprar cobras de viado vi-
vas, querendo urna bstanle grande o viva, queira
dirigir-se quaiito antes a rila da Florentina, n. 16.
Precisa-so de um perito ollicial de charutos
para Irabalhar om urna fabrica distante desta praga
18 leguas : na ra da Aurora, n. 42, segundo andar,
das 6 al as 8 huras da manhfla, c das 3 a
larde.
Aluga-se um sitio bastante grande perto des-
ta praga por ser no principio da estrada dos Alfile-
tes com boa casa e baixas para capim trra para
plantagflo boa ngoa de beber e de lavar, muitos ar-
voredos do fruclo de differentes qualidades : a tratar
na ra da Praia n. 46.
Precisa-se do um caixeiro que tenha pralica
de venda, e nfloexceda de 14 a 15 annos: su alguem
se propozer equizer ir para urna em Olinda apro-
veitara boa arrumagflo e gozar do Tresco de tflo
bello retiro em lempo de festa : na travessa do Ro-
zario n. 39 se dir quom he o pretendento.
Jos Gomes Villar responde ao aiinuncianlo Fa-
borddo, quo he bem conhecido nesla praga e na cida-
de do Porto por sua honra, as quaes pracas, leudo
negociado 34 annos, nflo tem a mais Insignifican-
te nota o nada devequclles com quem tem nego-
ciado ; porin dospreza as roncas desso miseravel,
e lhe diz, que,sendo muito conhecido nesta praga, e
no Porto todava nflo o he como Fa-bordd, conhe-
cido por ladrfo, e quo, estando fallido, se sustenta
por estas artes mgicas, e, como se diz, por ara mes.
I'romptocsl Villar a dar plena resposta ao ba-bor-
ddo logo quo elle se descubra como Villar o fez ,
certo quo nflo faz caso de subs ameagas, bem que o
Fa-borddo parega querer-se inculcar um assassiuo.
Offerece-se urna senhora de meia dado capaz
para ama de qualquer casa, que cozinha muito bem
todas as qual dados de manjares : quem de sen pres-
tituoso quizer utilisar, dirija-se ao becco do Azei-
to-de-Peixe, n. 14.
Precisa-so alugaruma preta para vender a/ei-
lee mitras vendas na ra: quem a tiver dirija-se a
ra Direila, deposito de assucar, n. 78.
A pessoa, que precisar de urna escrava para o
servico de urna casa, que sabe coznhar, ensalmare
entornillar, dirija-se a ra da Praia, na venda por
baixo do sobrado do Vianna, n. 43.
Quem precisar de Uim mulhcr que sabe lavar,
cngoniuiar o coznhar, dirja-sea ra do Encanta-
mento do Hecie, sobrabo de tres andares, n. 4.
__O Sr., que tem em scu poder a collecg.io dos
ns do Diario de l'emambuco publicados no 2. se-
mestre de 1837, baja de recollie-la ao escriptorto do
mesmo Diario, ou de manda-la levar a liviana da
praca da Independencia, ns. 6 c 8; visto como ja ere
terexlrahidodellaoquelhe fazia a bem, pois que
ha bastante tempo que se Ib'a preslou.
__Desappaieceu da leuda de allaiale da ra das
Trincheras, de Francisco de Paula Guedes, m me-
nino de nome Jeronymo, com os signacs seguintes:
no braco direito urna costura de taino, o no es-
queido urna marca de queimadura; olhos gran
des, c soitibrancelhas fechadas: quem o pegar podera
levar na mesnia lenda cima mencionada, que sera
gratificado.
*
Recife, 29 ejulhodcl847.
commuo.
Alfuodega.
ItENDIMEMO 1)0 DIA 3 .......... 6:143,42i
Dscarregatn hoj, 4.
Brigue Sociedade fumo e harutos.
Briguc-S.-Georse-bacalho.
Patacho iMurenlina-Braleira mercadonas.
Brigue Heaujeu idem.
Brigue Conceicdo-de-Maria idem.
visos maritiuios.
__Tendo sido apresenldaao abaixo assignado,
pelo hachare! Chhslovflo Xavier Lopes, urna leltra
dedous contos de res, sacada em 11 de Janeiro de
1837 por Joflo Damasceno u Silva, a prazo de mo
annos, c aceita de sua firma, que he falsa, o lhe foi
furtada, por isso que nunca assignou ou aceitn
leltra alguma, nem a outra qualquer pessoa, e me-
nos por endosso ou ncgociagflo: por isso desde ja
previne ao respeilave! publico, que a excepgao de
urna leltra que acaba de aceitar do dito hachare de
quindenios mil ris, a prazo dsete me/es, loda c
qualquer que apparecer aceita, endossada, ou nego-
ciada, de sua firma, he falsa e como tal protesta nao
paga-la a quem qur que Mr o sen portador, visto
quo nada (leve por laes documentos: e para se nflo
allegar ignorancia, Taz o presente.
Rio-Formoso, 15 de julho de 1847. j
Jos de Uosas.
Para o Maranhflo segu, em poucosdias, opa-
lacho Laurentina, capilflo e pratico Joaquim Martins
dos Santos Caldoso : para carga o passageiros trata-
se com Lourcngo Jos das Neves, na ra da Cruz, ou
com Jos Baptista da Fonseca Jnior, na ruado Vi-
gario, n. 25.
__Segu viagem para o Acaracu, com a maior lirc-
vidade possivel, o patacho Emulaco; recebe carga e
passageiros: os pretendontes dirijam-se ao escriplo-
riodeManoel Gongalves da Silva, na ra da Cadcia
Vo Recife, ou a bordo do mesmo patacho, a tralar
com o capilflo.
Para o Rio-de-Janeiro segu viagem, por estes 6
dias, por ter ocarregamento prompto o hiate Ne-
reida : para passageiros, trata-se na ra da Cadeia
do Recife, botica i). 61, do Sr. Vicente Jos de Brtto.
Para Lisboa sabe, com a maior brevidade, por
ter parte do seu canegamento prompta, o brigue
norluguez San-Domingos ; recebe carga a lele e pas-
Uceiros, para o que tem excellcntes commodos :
trata-se com os consignatarios, Mendos & Tarroso, na
ra da Cruz, n. 54, ou com o capilflo, Manoel Gon-
galves Vianna, na praga do Commercio.
Vendem-se dous pardos, sendo um
perfeitosapoteiro, de 18 annos, de boa fi-
gura, e que lie proprio para pagein ; dua
pelas, de 20 annos, de elegantes figuras,
boas coslureiias, lavadeias, eque engom-
mam softrivelmente ; urna parda, de aa
annos, com as tncsinosbabilidades, e que
he perita cngoinmctdcira um moleque,
de \\ anuos, pouco mais ou menos, e um
mulatinlio de 7 annos: todos sem vicios
nem adtaquea: nn ra do Crespo, loja
n. >. A, se dir quem vende.
Vendem-se longos de seda para meninos a
720 rs. cada um do padrOes os mais lindos possi-
veis ; cortes de chitas tinas a 3,200 rs.; cobertores
proprios para escravos a 1,000 rs.; os melhores
chapeos do Chili que ha, a 6,000 e 10,000 rs.; algo-
dflo trancado; dito mesclado azul: dito crtr do cae;
picote de listras, a 200 rs. o covado: na ra do Quei-
mudo n. 11 A, loja nova de R. C. Le te.
Vende-se urna preta de 24 annos do bonita h-
gura que sabeeozinhar o diario de nina casa en-
goiuinar liso lavar de sabio e varrella, e relinar as-
sucar : nflo tem vicios nem achaques : o motivo da
venda se dir aocomprador na ra da Concordia ,
passando a pontezinha a direila segunda casa tor-
rea se dir quem vende.
Pilulas da vida, de Thomas Parr.
I'.sla preparagflo, composta nicamente do subs-
tancias vegetaes, tem producido em toda a parte do
mundo onde silo bem recouhecidas suas virtudes ,
efleitos admirareise quasi milagrosos. He inhnttoo
numero do doenqas que ellas curam ; assim como
nflo he menor o numero daquellas que pelo seu uso
se podem prevenir. Vendem-se nicamente na Cida-
de do Reciro na botica de Vcitch Bravo & Cornpa-
uhia ra da Madre-de- Dos n. 1 ; sendo falsas
todas as que sa vendereui em qualquer outra casa.
O prego de cada caixinha com 25 pilulas he 1,000
ris.
Vende-se una venda com poucos fundos, sita
na ra da Boda ; urna commoda de angico ; urna
mesa de meio de sala, dito; um jogo de bancas ;
nma cama de vento, de armagflo para colchflo; urna
porgflo do palha de carnauba ; una caixa grande do
amarello; una porca cm vesperasde parir: na ra
do Pilar, 11.66.
Vende-se um pardo de 23 annos, perito mes-
tre de sapatejro que faz hotins e sanatOos de lus-
tro cen a maior perfeigflo possivel ; lie ptimo co-
zinheiro do diario de una casa, muito fiel, humil-
de o de elegante vista : na praga da Independencia ,
n. 5.
Vende-se a venda da Camboa-do-Carmo 11. 3 :
a tratar na mesnia venda.
-No Atlerro-da Boa-Vista deftonte da calunga ,
est o haraleiro torrando por lodo o dinheiro um
completo sorli.nento de calcado novo : sapatos,
tanto para lioinem como para senhora a 800 rs. o
par ; una porgflo de sapaloes brancos, para hornera,
tanto por junto como arctalho ; ditos francezes, de
becerro o de lustro de urna c duas palas ; ditos pa-
ra rapases ; borzegulns jaspeados ; sapatos de mar-
oquiu conlovflo, couro de lustro ede setim, para
senhora; ditos do liislni, para meninas; sapatos
de clcheles de inarroquim o de luctro para-me-
ninos; bolina de marroquini e de lustro, para ditos;
pellesde couro de lustro; perfumaras: ludo por
ineco mais commodo do que cm outra qualquer
O vepdaddro sabao hes-
panhol.
Advertc-sc aos que desejarein comprar desta
i-xcellcntc sabflo, que se nflo illudam com um ou-
tro que por alli ha a venda a semellianga destejo
qual, pela sua in composigflo, se torna incapaz d
servir para qualquer lim: sendo bem fcil de conlio-
cer pelo cheiro a sebo que exhala, o quo nflo ton o
verdadeiro, que se vende no armazem de F. Das
Ferreira, no caes da Alfandega.
Adverle-se
a quem desejar lomar bom cha, quo o encontrar
o mellior possivel om eaxinhas do urna libra primo-
rosamente acondicionadas; mas nflo se persuadam
que este gabo he feito com intuito de illudtr os con-
currentes; assevera-se que nflo, pois que o cha ci-
ma mencionado he talvez o melhor que tem vmdo
a esto mercado, boildade esta que os prelendentes
entendendores so devem verificar no armazem uo
Braguez, junto ao arco da Conceigflo.
Alto cao.
Ceblas rcccntcmenle chegadas de Lisboa: no ar-
mazem do Braguez, junto ao arco da Conceigflo.
O Jwleo Errante, romance do Eugene Sue, tra-
duzido pelos Srs. Castilhos [Adriano c Jos) terceira
edieflo em folhetos pequeos: vende-se no segundo
andar da casa n. 7 da ra da Cruz.
O Uluseo 'Moreteo, jornal de instrucgflo e re-
creio, ornado de bellissmas estampas: vende-se, por
prego muito menor que oda assignatura, no segun-
do andar da casa n 7 da ra da Cruz.
Compras.
REFRESCOS.
Xaropede groscllte feito do verdadeiro summo,
viudo de Franga a 1000 rs. a garrafa ;Mito de flo-
rosdclarangcira.a 1,000 rs. a garrata ; dito feito da
verdadeira resina de angico, que lie muito conheci-
do e approvado por as nessoas que padecem do pel-
lo, por ja ter feito ptimos beneficios, a 1,000 rs. a
garrafa ; ditos de maracuja, tamarindos, limfloela-
ranja, a 500 rs. a garrafa : no Aterro-da-Boa-Vista,
fabrica de licores, n 17. *
Wi Vendem-se superiores chapeos de
^L.castor, pretos e brancos, por preco
muito barato : na ra do Crespo, loja n.
i a, de Jos Joaquim da Silva Maia
J Vende-se urna armagflo em um bom irmum,
Compra-se um jogo de pistolas de espoletas, 1 proprio para qualquer negocio, excepto venda na
em bom estado: quem tiver annuncie. \ ra Nova, n. 56.
- Continale a comprar ferro fundido, cobre e
bronze velho : na ra do Bru, n, 8.
_ Compram-se escravos de ambos os sexos, de 2
20 annos com habilidades, ou se.,. u:Mndoda
|U)lljtas figuras, pagam-se bem : na ra das Cruzes, |
11 22, segundo andar.
- Compram-se para una encommenda, duasts-
cravaseum moleque : na ra Nova, .1. 16.
- Compra-se urna casa terrea quo tenha liotis
commodos e quintal, sendo no bairro de S.-Anto-
nio ouda Boa-Vista : na ra da Alegra, h. *fa.
--Compra-se urna preta ou parda que
(iBOinmure coser com perfeigflo, o nflo tenha vi-
cios nem achaques ; e um escravo do oflicio : na ra
da Alegra n. 46.
Compram-se as cartas do marquez do Pombal,
em 2 volumes : na ra Nova, n. 3, ou annuncie.
'9




___
Vendem-se 6 prctas mogas, com habilidades, de
bonitas figuras; pretos e pardos, lambem mocos:
na ra Nova, n.40.
Vendem-se 80 caixes|vasios, paraassucar, por
. prego commodo: na ra do Trapiche, n. 17.
O baraleiro dalo ji n. 4 da na
do Crespo ao p do arco de
S \iitonio, vende
um rico e novo sortimento do cambraias de cores ,
do padres escocezes, e maravilhosnmente estampa-
das, com cores mui (ixas com 4 palmos deilargura,
a 320 rs. ocovado ; cortes de collotes de fustito pa-
dres novos eedres lisas, a 500 rs o corte; ditos
desetim lavrado e de velludo tambem lavrado a
:i,000 rs. ; ricos cortes de casimira franceza c els-
tica por muito barato prego ; muito superior casi-
mira preta franceza e clstica a 3.000 rs. o cova-
do; eem fim um completo sortimento de todas as
fazendas, por prego mais commodo do quoem ou-
tra qualquer parte. As amostras sao francas aos con-
currentes.
lotera DO FUO-DE-
JANEIKO.
Vendem-se bilhetes e nieios ditos da
selima lotera a beneficio da construccao
c reparo das matrizes : na ra da Cadeia,
loja de cambio 11. 38 de Manoel Go-
mes..
Vende-se nina grande casa terrea, feitaa moder-
na por prego commodo : a tratar 110 principio da
ra Imperial n. 9.
JU
A 640 it
s
9
da lo.
cm ca-
ra da
pares de pentes de tartaruga demarrafa: na ra lar-
ga do Rozario, 11. 24.
Na loja nova do Passeio, o. I ft,
rendedi-secasss modernas, de corea lixas c largas,
a 24(1 rs. o covado ; chitas de novos padres e bous
pannos a 4,500 rs. a pega e a 120 rs. o covado ;
alm destas ha um completo sortimento de fazen-
das de todas as qualidadcs : ludo por prego com-
modo.
Vendem-se bilhetes
teria do IIo-de-Janeiro :
sa de J. O. Elster, na
Cadeia-Velha, n. 29.
Vendem-see nlugam-se muito boas bichas,
anegadas ltimamente de Ha m burgo: tambem vio-
seapplicar, para mais commodidade dos pretenden-
tes na ra estreita do Ito/ario, delronte da ra das
Larangeiras loja de barbeiro, o. I o.
"opoiuiuoj
oaajd jod o sapapnenb ec eapoi ap sapuazaj ep o)
-Uauii^jo8.oia|dui03 uinsL'isap uio|n o sj oos'*
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-uoj 'BiqutdmoD V uiBweswjMBuiinoop ufoi m
Vendem-se caixas de oh hysson, dc6, 12c 13
libras cm porgos ou a rotalho ; caixas de volas
de espermacote de 5 e 6 em libra : narua da Alfan-
dega-Volha, n. 36, emeasade Malheus Auslin & C.
Vendc-se una porcao de livros no-
vos, em broebura e cncailornados con-
sistindo em romances Panoramas e Oti-
lias nniilas obras ; i ninppas da cidade
do Lisboa: linio por menos preco do
que as lojas de livros : na roa do Quei-
inndo nos qualro-cantos, loja ainarcl-
la, n. ag.
Vende-se madapolfiolimpo, com 20 varas ca-
da pega, a 2,400 rs. e a 140 rs. n vara : na ra es-
treila do Rozario, n. 10, ti-rcciro andar.
Vendc-se uina prela de nagio ile 14 a 15 ali-
os mucama de casa de bonila figura, com al-
gumas habilidades, sem vicios nem achaques : ven-
do-se para o mallo ou lora da provincia o moti-
vo da venda se dir ao comprador : na ra da Con-
cordia a direita, passando a poiite/.inha segunda
casa terrea.
w Vende-se um sobrado de um andar c slito, .:
? acabado ha muito pouco tempo, a troco de P?
dinheiro ou de esclavos de ambos os sexos : Q
jj na ruadasLaraiigeiias.il. 14, segundo andar &s
sortimento de fazendas finas de todas as qualidades;
casimiras de cores, as mais modernas que ha: na
ra do Queimado loja nova n. 11 A, de Raymundo
Carlos Leite.
Vendem-se,.na ruado Crespo, loja de miu-
dezas, n. 11, charutos parecidos com os de Manilha,
desuperiorqualidade., e do varias marcas ; oculos
de.armag.ilo, lo varios pregos; loicas de setim,
para changas de lodosos pregos.
Vendem-se 4 escravos ,| chegados do sertao ,
sendo urna mulatiiiha de 12 anuos ; uma crioula de
18annos; um p*rdode13a 14annos bem claro,
muito proprio para pagem por saber bem montar
acavallo; um pardo piito official de pedreiro : na
ra do Trapiche, n. 36, tercoiro andar, 011 na
ruados Tanoeiros, armazem n. I.
Cha hysson.
Vende-se o muito superior c
acreditado cha hysson vindo de
Lisboa pelo ultimo navio, a 3,520
rs. a libra : na ra Nova, n. 3,
venda de Antonio Eerreira Lima.
Vendem-se i(i barris com mel : na
ra da Praia, venda n. 38.
Vende-se muito superior
cotiro de lustro, a 2,500 e 3$ rs.
a pelle,- bem como snalos de
marroqum para senhora a \$f
rs- o par: na ra da Cadeia do
Itecife, loja n. 35, do Moreira.
J* EM PRIMEIRA MAO', *%
vendem-se caixas com velas de cera do Rio-de-Ja-
[neiro e de Lisboa; e tambem brandes bogins e
lochas : na ra da Sen/all, armazem n. 110.
0 FINO PANNO DE I.IMIO DO PORTO.
osla so acabando a 800 rs. a vara; lem pegas de
15,16 c I Ovaras, e o de 600 rs. he de 25 varas o uma
torga ; escolenlos moias de algodffo cr ; ditas pie-
tas para padre ; ditas linissimas do linho : na ra do
Queimado, luja nova de Raymundo Carlos Loito ,
n.11 A.
Vendem-se aegoes daextinc-
ta companhia de Pernambuco e
Parahiba : no escriptorio de Ol-
veira Irmos & Companhia, na
ra da Cruz, n. 9.
Aos 20,000.^000 de rs.
Chegaram no vapor l'uraense bilhetes o. meios ditos
da lotera a beneficio das matrizes dn Rio-de-Janei-
ro e estilo a venda na na da Cadeia do Recite, loja
do Vieua. A olios, antes quo cheguo o vapor.
Vende-se farinha de tri^o
americano, marca Haxall : no ar-
mazem do Sur. Antonio Annes,
no caes da Alfandegn.
- Vende-se um escravo de Angola de 32 anuos ,
sem vicios e que lio muito fiel, por commodo pre-
go allcndenilo um dofeilo que loin cm um ollio : na
ra que fica atrs da ra da Uiiino primeira casa
que tem slito a fallar com o solicitador Rebello.
Vende-se um ptimo escravo crioulo mogo,
bom ofllcial do funileiru muito fiel, nfio bebe es-
pirito de qualidade alguma : ao comprador so dir
Q molivo da venda : na ra da Cadeia do S.-Antonio,
n 25.
Vende-se cera do carnauba da melhor
qualidade quo lem apparecido tanto a
rotalho como em porgues : na ra das
11 r i il 11 andar
<5 -4 Larangeiras, n. 14, seg
A r junto a rolinagio.
rM
vadeira

Vende-so uma prela que cozinha o diario de
urna casa c engomma : na ra da Cadeia do S.-An-
tonio. n. 18;
Vendem-se boas laranjas ila China tangi-
rina e da Ierra : no sitio grande onvidragado na
estrada do Monteiro ck> dia 3 at 10 do corrento.
Vendem-se camas de ai magno dcoloo ; ditas
de amarello ; toucadores do Jacaranda ; lavatorios;
mesas de duas gavetas; ditas de meio desala;
meias-commodas de oleo; um fileiro; earteiras de
amarello de uma s face c diversos trastes mais ;
umaimagem deN.S. da Conceigao com peanlia c
redoma de vidro : ludo por prego muito commodo :
na ra da Cadeia de S.-Antonio, n. 18.
Vinho de Citampanlia
da superior e muitoacreditada marca
Cometa,
nnr?,!TTarmazemdeKa,kman & Roscnmund,
na na il.K,riiz, n. ni. '
SAO"DE PATENTE, a 3,200rs.
Chapeos do sol, de paj.ninho, basteas de ac, mc-
, lliores do que os que leem vindo.nao s pela sua boa
qualidade como por terem as capas de oleado; um
- Vendem-se 3 canoas de bordilozinho proprias
para abrir, de 95 a 30 palmos, por 50,000 rs.: nH
ra da Praia n. 62.
- Vende-se um sobrado de dous andaros e slito,
que rende 70,000 rs. mensaos por prego muito
andar0 "" "" daS Lar,nB,ra V segundo
-- Vende-se una prela moga boa cozinheira o la-
na rua do Queimado n. 46.
Vendem-se escravos baratos, na rua das
Larangeiras, n. 14, segundo andar: 1
molecotcdo nac.Ho, de 18 anuos,sem
'/// !cios nem achaques, com ofllciode co-
imyt.m. zinheiro; um moleque de 13 anuos,
muito esperto dous pretos de 25 anuos, proprios
para o trahallio do campo; um pardo com olllcio do
sapateiro; um prcto por 250,000 rs. ; uma nnilati-
ulio de 15 anuos com principios do habilidades ;
urna negrinha de 6 anuos por 250,000 rs. ; una di-
ta de 10 anuos propria para se educar; 2 pretos
para o irabalbo decampo; e mais oulros escravos
queso mostrariloaos compradores.
Vende-so um sitio com bastantes arvorodos no-
vos emateriaes para fazer urna casa, na estrada do
Manguind na Soledade a tratar na incsma estra-
da n. 19.
Vendem-se duas obras de Virgilio Maro.em
muito bom estado ; um Tito Livio, por prego mui-
to commodo : na rua das Cruzes, loja de encader-
nador, n. 35.
Vende-se um mulalinho de 12 annos; um mo-
leque do nacfo de 15 annos ; 3 escravos do servigo
de campo ; umaescravade 16 annos ; duas ditas de
todo o servigo : na rua Direita n. 3.
Vendo-se urna crioula de 18 annos do boni-
ta (gura perfeitaengommadeira e que cozinha o
diario de uma casa, coso chilo e lava de sabflo ; duas
ditas de nagJo Angola tendo uma dellas habilida-
des^ sendo a nutra quilandeirae lavadoira desab*o:
na rua das Cruzes n. 22, segundo andar.
Vende-se umpreto de nagao, oicial de sapa-
teiro mogo, sem vicios nom achaques, e que he
muito humilde:lna rua atrs da matriz da Roa-Vista
n.4.
Vende-se um lindo moleque de llannos ser-
rador ; um pretode.25 annos proprio para lodo o
servigo; duas pardas, uma de 22 annos, com ha-
bilidades, ea outra de 12 annos, com principios
proprios para se educar ; 3 prelas de20 a 30 annos ,
com algumas habilidades; uma negrinha de 12 an-
nos, com bons principios : na rua do Collegio n.
3, segundo andar.
[Vnova loja n, 17,
do Passeio-publico,
com frente pinta-
da de verde,
vende-sd um novo sortimento de riscados francezes
de padres modernos escures e muito largos, pro-
prios para vestidos por sercm de cores lisas a 200
rs. o covado; novas o ricas cambraias escocezas de
coros lixas muito largas a 320 rs o aovado ; uma
porgflo de cortes de chitas oscuras o de cores (xas ,
com 10 covados, a 1,000 rs.; chitas de ramagem pa-
ra cobertas, de bonitas cores a 180 e 200 rs. o co-
vado ; e outras multas fazendas de que ha grande
sortimento, por mais commodo prego do que cm
*nitia qualquer parle. As amostrasdHo-se com pe-
nhores.
A elles antes que se ac bem.
vendem-se sapatos francezes de marroquim e
cordovilo para senhora a 800 rs. o par ; ditos mais
ordinarios, a640rs. : na rua Nova, n. 8, loja do
Amara!,
Na na da Senzalla-Nova, n. 3o ,
(padaria) vendem-se juncos de superior
qualidade, em porco e a retalho, e por
menos do que em outra qualquer parte
Ha nova loja n. 17,
com frente para o
Passeio-Publico,
pinladade verde,
vende-se um grande sortimento de chitas linas do
cores muito lixase padres agradaveis a 100 e 120
rs. o covado e a pega a 3,800 e 4,500 rs. ; pegas do
algodiiozinho largo sem avaria o com 18 jardas, a
2^rs.; lengos do cambraia para grvala padres
ricos, a 160 rs. ; duraque o alpaca cor de cafe mui-
to lustrosos, a 600 rs. o covado ; e outras multas fa-
zendas, do que ha grande S6rtiment por prego
mais commodo do que cm outra qualquer parte,
para chamar a attcngSo dos freguezes.
7J. lif,
j Vendem-se os mais modernos e superiores lii
i chapos francezes ; chitas do novos padres U||
-{| o mais superiores que as imponaos; risca- M
Hl ilos (inissiinose de novos padres; bem co- (7JJ
ipl mo outras mu i las fazendas de gosto : na rua |j]
}7\ do Queimado loja nova de Jos Morona Lo- IlL
p" pos & C. casa amarella, n. 29. f
f^------------- ----------------------------^-^
ac da Suecia e temperadas em agoa que
contm os mesmos principios que se en-
contram na mui afamada de (luimaraea
e para provar a sua superior qualidade '
bastar saber-se que sao preferidas por
quem urna vez as experimentou, a quan-
tas veein de Inglaterra Franca e oulros
paizesonde a arte de entelara est n-
questionavelmente em grande adianta-
mento.
Tem mais as supraditas navalhas a im-
portante circumstancia de conservaren)
por muito tempo a afiacao, de cortarem
com rapidez o cabello da barba e inal-
mente de nao olfenderem nem levanta-
ren a pelle, oque as torntil mui re com-
mendaveis.
Vendem-se nicamente na rua do
Crespo loja n. 8 de Campos & Maya ,
onde nao se duvida dar para os preten-
dentes as experimentaren).
iiado^uemado,n. 10,/
nova loja de sirgueiro.
Lima
vendo uniformes militares, para todas
as paionios de lo:o, cavallaria o in-
fantaria da guarda nacional ; gales de
ouro e prata; chapos invernizados para
pagens. *
Yende-se um oratorio do Jacaranda, com5
palmos de comprimento e 4 de largura em bom
uso : na rua da Senzalla-V'elha, n. 70.
Vendem-se 14 oitavas de ouro: no largo do
Carnio, venda n. 1.
Farccem de seda.
Novo sortimento docilitas pretas assetinadas, a
240 rs. ocovado os padressSo muilo mais boni-
tos do que os das primeiras; chulos de 19a, a 2,400;
novas mantas de soda, a 3,200,4,000, 10,000, 14,000,
18,000 e 20,000 rs. ; lindos longos de chal, com
franja do relroz a 1,500 rs. : na rua do Queimado,
loja nova de llaymundo Carlos Leite, n. II A.
Vende-se uma venda com commodos para fa-
milia, o com os fundos que couvierem ao comprador,
ou mesmo sem gneros s com a armagfio sita em
muito bom lugar do bairro da Boa-Vista e que lie
muito propria para um principiante: na rua atrs
da Matriz n. 4.
Vendem-se 8 excedentes toaihas de rico lava-
riuto e una de cacund ; s com a vista he queso
pode avaliar a bemfeitoria das mesmas; bem como
dous longesde lavarinto do susto lodo em roda ,
obra de muito bom gosto por prego commodo : na
rua do Queimado, loja de ferragens, n. 4.
Vende-se um escravo cabra de 16 annos, sem
vicios nem defeitos : vende-se por nao quere ser-
vir em engenho : na praga da Boa s isla, n. 6, ou na
rua da S.-Cruz, n. 74.
Escravos Futidos.
i\o se esquecam do antigo
baraln'ro, que elle est ven-
dendo por todo o dinheiro.
O nntipo baraleiro est vendendo por todo o di-
nheiro, na sua nova loja do miudezas da rua do
Collegio, n. 9 pontos de tartaruga, para prender
cabello, o 2,000 rs. ; luvas de seda, muito finas, pre-
las para senhora a 480 rs. sem dedos ; ditas pa-
ra homem de seda branca e. de cores proprias
liara bailes; riquissimos caivetes, muito finos,
do cabo de chifre de viado de 1, 2, 3 o 4 folhas;
pentes de tartaruga para marrafas a 960 rs. a pa-
relha ; trinchantes de cabo bronco a 800 rs. cada
trinchante, sendo faca grande o garfo com mola ;
earteiras de algibeira, a 120 rs. cada urna ; chnrulei-
ras de marroquim a 200 rs. cada una. Oh quo pc-
chincha de riquissimos faqueiros de rans grandes ,
a polka a 2,240 rs. cada um ; ditos mais pequeos,
a 1,600 rs. cada um ; copeiros de rame a 2,000 rs
cada um ; Jeques do seda com enfeites domados,
a 2,400 rs. cadaum. Chaguan) ao grande sortimen-
to de tamancos muilo bous para o invern ; botes
de madre parola para camisa a 480 rs. a groza ;
ditos finados, do metal, para caigas, a 320 rs. a gro-
za ; um grande sortimento de litas de todas as qua-
lidadcs, e de bicos brancose pretos, muilo linos,
dos quaesestaritosemprepromptas as amostras. A
elles, freguezes queaodepois o andigo baraleiro
nflo quer que briguem.
ACUDAM.FIH'XUI^ESQDEHR 0 11ESTO.
Na loja de miudezas da rua do Crespo, n. II, vcn>
. de-so una obra de Virgilio, quasi nova, por 2,000
V cnue multo uom clia nysson c pe-I rs; uma rica caixa de msica para costura com
, em caixas de 7,
rola
grandes e pequeas
ultimamente .- na rua
8 e 10 libras, em
portoes, chegado
do Vigario, arma-
zem n. 4, de ItotheSc Jiidoulac
lima mulher viuva e de bons costumes se of-
ferece para ama de uma casa de pouca familia ou
ueliomeiiisolleiro : quem de seu prest mo se qui-
zer utilisar dirija-so a rua dos Pescadores n. 29.
caixa de charo
por ser a ullima.
polo diminuto prego de 8,000 rs. ,
PTIMAS NAVaLHAS
Pelo processo das temperas das me/10-
resfabricas de Guimares.
Kxcellente fabrica em Lisboa.
Estas navalhas sao leitas do mais
Fugio de bordo do patacho P/rano un escravo
de nome Hoque, de San-Thomc estatura baixs,
rosto redondo esem barba, com foridas as pernas,
vestido com camisa e caiga azul e barreto ingle/.
Kslc escravo pertence a Joflo Jos Perera do Azeira,
do Rio-de-Janeiro. Quem oapprehender, quera le-
va-lo rua da Cruz n 66, casa de Gaudino Agosti-
nho de Barros, por quem ser recompensado.
Fugio, no dia 2 do prximo passado, uma pre-
ta de nomellrcula, de 30 anuos, alia o sorca ; Ic-
vou vestido de ganga azul saia de lila prela e pan-
no ila Costa : quem o pegar leve a la Bella, n. 17.
Fugio no dia 25 do prximo passado, do en-
genho Lagoa-Crandc urna esclava crioula de [no-
mo Marcellina, altura regular grossa do corpo ,
rosto descarnado denles limados ; tem o dedo m-
nimo da mito direita cortado pola primeira jimia;
levou vestido de chita rxa : quum a pegar leve ao
Aterro-dos-Afogados, sitio do fallecido Machado, ou
nos Afogados, sitio de S.-Miguel, ou no tnesmoen-
genho cima referido que sera bem recompensado.
Anda se acha fgido, desde o dia 25 para 26 ,
o escravo Huino, do nagflo Congo de 40 anuos
pouco mais ou menos de estatura alta corpo me-
d o cor fula olhos grandes nariz o" bocea regu-
lares barbado ; Un a pona direita cambada ; le-
vou caigas do estopa cia camisa do algodSo azul,
e na falla tiesta roupa camisa o caigas de algodao
vclho e bonete do ganbailor na cabega : quem o pe-
gar leve a J. F. Fci reir na rua da Scnzalla-Velba ,
n. 98, que ser recompensado.
Dosapparcceu no da 30 de julho, leudo ido
comprar pilo o moleque Agostinho ainda pouco
pralico uesta praga por tor vindo ha poneos dias
do mallo de 14 anuos pouco mais u menos, ro-
forcado do corpo ; lem a pona do nariz meia roda
eom 11 m dos pos urna cicatriz ; levou camisa c co-
millas de algodflo. trangado azul do iistras. I'rolos-
ta-se usar com todo o rigor da Ici contra quemo
acoitar em sua casa e muito se lecommcnda as au-
toridades policiaes capitfles de campo e mais pes-
soas do povo a captura do mesmo moleque, promot-
lendo-so aos ltimos boa recompensa se o levarem
a rua do Collegio, loja n. I.
Fugio, no dia 2 do agosto, o preto Manoel, na-
tural do Ico do Cear de 22 annos pouco mais ou
menos, de estatura ba i xa cabellos pelos, pouca
barba ; quando anda abre as pernas alguma colisa ;
lovou camisa e ceroulas de algodilo da Ierra bo-
nete ingloz, decores ,'podo ser que tenha mudado
de trages por ter roupa fra do casa. Roga-se a
todas as autoridades policiaes e capitfies de campo
do o appreheiiderem e levarem a Fra-de-Portas ,
venda 11. 92, que serflo gratificados generosamente.