Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08502

Full Text

p
nno ce 18*7.
,'
Sexta-feira'SO
""TnrViiih, .flrs. emtypo difireme, as
'iwie. D' matada- O tu ao fnrem assig-
"',' IL uorcarl-publicc.o.
iferenM, |>or<
pflASES DA LA NO MEZ DE JLHO
ie S a 6 hora e IS mi11, da "iiha.
1'"' ""ale J*.' ,0 k0* *" n,'a- d* m,nl>S*
^"cheia' 7 l">n'i *' mia' d" Uroe'
PARTID* DOS CORREIOS.
'loiannae Paralivlia, as segundas e sextas feiraa.
Rio-Grande-dn-Norta quinlai feiras aoroeio-.IU.
Cali, ScrinliSem, Rio-Formoso, Poito-Calvo
^ M ii-i- i", no l .*, a II e i I de cada mez.
Garaiiliuui e Bonito, a lOel.
Boa-Vista e Flores, a 13 e J8. 0
Victoria, s quintas feiras.
i )linda, todo* os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira, s G horas 6* minutos da manilla.
Segunda, s 7 horas e 18 minutos da larde.
.e\JuIlio.
Anno XXIV.
N.iea.
das da semana.
56 Secunda. 5. Synfronio. Aud. doJ. dos o.
^ ph.'os do J. doc. da v. e do J. M. J7 Terca. S. Pantaleo. Aud. do J. dociv. da
9 1. v. e do J. de Paz do 2. disl. de t.
58 Quarta. S. Innocencio. And. do J. dociv.
5 v. e do J. de paz do I dist. de l.
3 Quinta. 9. Martha. Aud. do J. ic orpli.
e doJ. municipal da I. vara.
30 Sasta. S. Rufino. And do J- ilo cir. da
I" v. do J. de paz do I. dist. de I.
31 Sabbado. S. Ignacio de Loyolla. Aud. do J
do civ.da I. v. t doJ de paz do t dist. de t
1 Domingo. S. Auna Mai.
CAMlilOS NO DA J9 DE JOLHO.
Cambio sobre Londres a '/a d. p. II
i P.ris 8SS rs. por franco.
, Lisboa IOS de premio.
Dfsc.delet.ras de boas firmas ele !/ '
Ouro-OiH-is lespanholas------J8f"0
ModasdeO/lOOvelh. 16*100
i das^iooiiov.. igJooo
i de *00B..... 9#0OO
Prata Patacos.......... 'I"0
a Pesos eolinnsares... .|M0
a Ditos mexicanos ... 'I100
a Miuda............. <*">
Acedes dacomp.do HeberibedoiOfOOO
rs.a
Cid.
J9*000
ICJ200
|6||00
IJI0"
IJI9S0
|J9b0
IfSflO
uno
rs.aopar.
DIARIO DE PERKTAMBUCa
PAUTE OFFICIAL.
DECRETON. 500, DE 16 DE FEVERF.1R0 DE 1841.
Reala o modo por que se eve executar a lei regulamen-
lardas eleicOes *. S8T, fe 19 de agotto de 18*6, na par-
te relativa ai queixai, reclamacOes, denuncias e recur-
sos, de que trata a mesma lei.
Tendo consideragHo ao que mo representaran, os
iuizes municipaes das capitaes das provincias do Itio-
de-Janero o San-Paulo acerca das duvidas que po-
jerosuscitar-se, tanto sobre a natureza dos.docu-
nietos com que poderSo instruir-se as queixas, re-
clamacOes, denuncias e recursos, de que trata a le
PBiilarnentardas cleigOes n. 387, de 19 de agosto de
18.6. como sobre o modo de produzr-sc a prova tos-
tegfW, no caso de ser ellaadmissivol para justi-
ficar os tactos quo tiverem de servir de baso s men-
cionadas queixas, reciamagOes, denuncias o recur-
sos- ponderando ao mesmo lempo o primeiro da-
oue'lles iuizes quanto importa providenciar sobre o
abuso a que pode dar lugar a disposicHo do art. 35 da
citada le, que s da recurso das reclamares dcsat-
lendidas pela junta de qualificagao, podendo bem a-
conteccr que esta, no ultimo dia, u mesmo na ul-
tima hora dos cinco dias designados no art. 22 para a
apresentagao o decisio das reelamocOes, resolva fa-
zcralgumasinscripcOcs por va de reclamado, caso
cm que n3o haver meio de destruir semelhantes
inscripcOcs por mais fraudulentas e clamorosas que
sejam, porque para isso fra mister que dolas so ti-
vesse reclamado e fosse dcsatlendida a reclamacljo
sem o que no ha recurso; sendo por outro lado Oli-
via a impossibilidade de formular, no momento em
que a junta vai encerrar osseus trabalhos, urna re-
clamacRo, especificar seus fundamentos e instrui-la
com documentos: e convindo regular Wo importan-
te materia, de maneira que a lei seja uniformemen-
te oxecutada em todo o imperio, c secvitemquacs-
(ucr fraudes que possam empecer, ou nullincar os
recursos quo tilo providentemente se acham nellas
estabelecidos: heiporbem, conrortnando-me com o
parecer da secijflo do concelho de estado dos nego-
cios do imperio, exarado em consulta de 9 do cor-
rento, approvar e mandar quo se execute o regula-
mento, que com este baixa, assignado por loaquim
Marcellino de Brito, do met concelho, ministro e se-
cretario de estado dos negocios do imperio, sobre a
cxecucSo da mencionada lei, na parte relativa as
queixas, reclamacOes, denuncias c recursos, de que
ella lala. 0 referido ministro c secretario de osla-
do assim o tenha entendido c fai;a executar.
Palacio do Rio-de-Janeiro, em 16 de fevereiro de
18*7, vigesimo-sexto da independencia e do impe-
rio. Com a rubrica de S. M. o I. -- Joaqwm Mar-
cellino de Brito.
llequlammto a que se refere o decreto n. 500 datado de
koje, sobre a execueo da lei regulamentar das tlet-
cSes n. 387, de 19 de agosto de 18*6, na parfe relativa us
queixas, reclamacOes, denuncias e recursos, de que el-
la trata.
Artigo 1. Os factos que tiverem deservir dbase
s queixas, reclamacOes, denuncias e recursos, de
que trata a lei de 19 de agosto de 18*6, e que no
podercm ser provados por documentos, ou porque
estes sejam negados, ou pela distancia em que se a-
tham, ou pela nalureza dos niesinos factos, ou por-
quodellcs nada conste em archivos, ou repartieres
publicas, pode-lo-hSo ser por attestac,Oes, ou por
depoimentos jurados e escriptosde testemunhas.
Ai t. 2. A prova leslemunbal fai-se-ha, recorren-
do aquelle que a quizer produzir ao juiz dedircilo,
ou municipal, ou ao supplente, de que trata o de-
creto n. 276, de 2* de marco de 18*3, ou aos delega-
dos, subdelegados ejuizes de paz, para quedefiram
juramento s testemunhas apontadas, e as inquiram
sobro os factos quo se pretende pro var, entregn-
dole depois o dopoimento original parte, sem que
fique traslado, para fazer delle o uso que Ihe con-
vier. ., ,
Art. 3. As attesta<;Oes passadas por autoridades
sobre negocios, quetcmrasao do saber cmvirlude
de seu officio, so consideradas como documentos
de que falla a lei de!9de agosto de 18*6, fazendo
ver a parto a impossibilidade dcapresentar oulros
Art. *." As attostacOes passadas por autoridades
sobre negocios, que n3o tem rasiio de saber omvir-
tude de seu ollicio, ou por particulares, sendo pes-
soas caracterisadas, s;1o consideradas documentos,
do que Talla a lei citada, comtanto que sejam jura-
das emjuizo, e fazendo ver a parte a impossibilida-
de de a presentar outros, ou porque Ihe sejam nega-
dos ou pela natureza dos factos, ou porque nao
constem de algum archivo, ou repartido publica
Lavrada a atistalo, deveriio os que a tiverem pas-
sado, jurar perante qualquer das autoridades men-
cionadas no art. 2. averdade do quo afTirmam, la-
vrando-so em seguimento da dita attestacio o com-
petente termo, o sendo ludo ontregue a quemtiver
requerido o juramento.
Art. 5." A posse, at entilo no contestada, dos oi-
reitos de cidadilo brasileiro, nfio havondo prova em
contrario, hesullicicnte, dados os oulros requisitos
necessarios, para ser comprehendido na lisia gerai
dos votantes: e prova-so pelo excrcicio anterior aos-
ses direitos e de quaesquer cargos pblicos.
Art. 6. A idade prova-se pela certidio do baplis-
mo, e na sua falta justificada, pelo depoimento de tes-
temunhas. ...
Art. 7. As juntas de qualificaQ.lo tleveroo decidu
as reclamacOes que Ibes forem feitas sobro o alista-
menlo nos primeiros dos cinco das de que talla o
art. 22 da lei; e de modo que possam ter lugar re-
clamacOes em contrario sobre as decisOes que por
virtude daquellas primeiras reclamac,Oes tiverem u-
ArL 8.' As reclamacOes contra as inscripjOes, ou
exclusOes ordenadas pela junta no ultimo dos cinco
dias, poderao ser feitas em termos o clausulas ge-
raes o com o protesto do especificar e provar os Tac-
tos peante o concelho municipal de recurso, no ca-
so do serem desaltendidas, ou de nfo tomar a n es-
majuntaconhecimentodellas, ou por falta de lem-
po, ou por oulro qualquer motivo.
Art. 9. Se as juntas de qualificacao, nos cinco das
do art. 22 da lei, recusarem receber urna reclama-
cao, ou nao tomarem conhecimento della, por qual-
quer motivo, considcrai-sc-ha a mesma reclanw.cao
desattendida, e poderser levada por va de recurso
perante o concelho municipa A recusa a, ji na, < i
o facto de nao tomar conhecimento da reclaKao,
poder serprovada por lesleniunhas na foima do
art. 2." .
Palacio do Rio-de-Janeiro, em 16 de fevciro de
18*7. -Joaquim Marcellino de Urito.
crota a junta provisoria do governo supremo do rei-
no, em nomo da nac3o e da rainha, o soguinte :
Artigo 1." A direegao do banco commercial do
Porto entrar com urna prestacSo mensal dequinze
contos do ris, em moeda sonante, no cofre contrtl
do-districto do Porto, at quo preanclia oompresti-
mo fOrc,ado de duzentos contos de ris, quo Ihe foi
exigido por decreto de trozo de Janeiro prximo
lindo.
1." A primeira preslacHo sera cntreguo ate ao
dia 1.o de maio prximo futuro.
2. No caso que a direcgilo se recuso a cumprir
o determinado neste artigo, no lempo e pela forma
nclle proscripto, alm das penas impostis a cada
um dos directores pelo art. 3." desto decreto, aera
o banco colloctado em mais oulros duzentos contos
de ris, o a prestado mensal do trinta contos de
ris. .
Art. 2. A directo poder propOr junta quaes-
quer providencias quo julgar mais cnnv.jnientos.tan-
to para seguranga do capital emprestado, o promp-
to reembolso do mesmo emprestimo o sous juros
depois de lU'stabelecido na capital o govorno nacio-
nal, como para poder continuar, com maior vanla-
gem dos seus accionistas o do commercio do Porto,
as suas operagOos.
Art. 3." O director quo so ausentar, ou quo recu-
sar a cumprir 0 determinado neste decreto, lica su-
jeilo pena de pristo, a urna multa de seis cornos
do ris, applicada para as despezas da guerra ; e
responsavel por qualquer prejmzo que possa resul-
tar ao banco commercial,por nao se cumprir promp-
tamento as ordens do governo nacional.
Art. *." Fica rovogada a legiSlacSo em contrario.
e o estatuto do banco commercial do Porto na pai-
te cm que lor opposto ao presente decreto.
O encarregado dos negocios da Hienda o tonlia as-
sim entendido, e faca executar. Palacio da junta
provisoria do governo supremo do reino no Porto,
em 18 de abril do 18*7.--^"*' da Silva l'assos, vleo-
presidentc..Seftosltfo d'Almeida e tirito.trtinasco
de l'aula f.obu d'vila.Antonio Luiz de Seabra.--Jus-
tino Verreira l'into tasto.
He copia exacta.
que revoga o estatuto do banco; porque nao cabo
as attribuicoes d'um governo qualquor revogar
contratos particulares, do que se seguira o trans-
lorno geral da oinlem social, c particularmente da
commercial; o nao haveria mais seguranga nom di-
roito ele propriedade.
E Icsta forma me requercram o presente protes-
to, que eu, por dover do meu officio Iho exarei, e
doqual toram testemunhas presentes Jos Luiz Lo-
pes Carneiro, secretario e guarda-livros deste ban-
co, o morador na ra do Principe, o Joaquim Jos
do FreiUs, segundo guarda-llvrosdo mesmo banco,
e morador na ra do Bellumonte desta mesma cida-
de, que commigo reconhecem os membros da direc-
gao.coin quem vilo assignar, depois de lido oste ins-
trumento por mim fcnln 1.uit do Falle, tahelliao que
o escrevi. Desto c caminho dous mil ris.Fran-
cisco Joaquim Mala, presidente da direcgilo. Anto-
nio la Cunha Herbosa, director.JW Teixsira l'into
Busto, director. Jot* Alien, director.Joti Ferreira
da SUta, director.Jo$ d'Amnrim Braga, director.
Jos Mis Lopes Carneiro. haqiiim Jos-' de Freitas.
[Do nterest Publico.)
MEMORIAS DE UM MEDICO. (*)
por aie^anurc ^utiia.
Publeaea a pedido.
Protesto que faz a direerdo do banco commercial do
Porto.
SEGUNDAPARTE.
CAPITULO XIH.
O COMBI DJ! POSUIX.
Profundo silencio dcixou por muitp lempo asdu.s
nuilberc's entregues, urna s suas dolorosas medi-
go oaoulrS ao seu espanto fcil de compre-
heEmfln rompeu primeiro'a princeza o silencio.
_ Vm. nada fez para facilitar csse roubo? per-
gunlouella.
_ Nada, minha senhora.
ignora como sahio do convento?
~ Kunio um convento no bem fechado, bem
(?) Vide Diario n. 167.
Nao tendo a direCCBo do banco commercial do
Porto preencl.ido a somma de duzentos contos de
ris. que Ihe foi, a titulo de emprestimo lorgado,
exiuida por decreto .le trezc dejane.ro deste anno ;
Scve.de os decretos c ordens da junta provisoria do
overno supremo do reino ter plena exccucOo; o
muv do que a entrada da quant.a que o banco M-
U resano se rcalisc com b.evidade, c sen. prc-
uizo dos inte.esses dos accionistas do banco, e do
conmerciodesla invicta cidade, ?"oo jjo.o na-
cional lem muilo aj.eilo promover e proteger, Oe-
to he assim sobretodo na Italia, onde as regras sao
nioda mais severas do que cmFranga.
_ Oue direi a V. Alteza, quando eu mesma desde
entao me perco em esquadrinharas nimbas recorda-
gOes sem dcscobrir cousa alguma.
Mas increpou-o Vm. do seu roubo T
Sen duvida. .,
Que Ihe respondeu elle parasodcsculpar;
Que me amava.
Quelhedisso Vm. ?
Quo elle me faz.a medo.
Vm. cntSo nao o amava ?
Oh! nao! nao!
Kst bem certa disso.'
Ai! minha senhora, oquceu senta por csse
hornera era urna cousa extraordinaria. Quando ello
est presente, nao sou mais quem sou, souello; o
aue elle quer quero eu; o que elle ordena, eu fago-o;
mih alma n2o lera mais poder; o ...esp.n c.fica
semvontade; um olhar me subjuga, e me asc.na.
Um"as vezes me parece que elle leva al.0;*
meu coracao pensamentos quo nflo sao meus, ouius
vezes como quo arranca de mim ideas tao bem es-
condidas at entao a mim mesmo. que eu nao as na-
via adivitibado. Oh I bem v V. Alloza quo aqu ti
""^"a cousa pelo menos ho extraordinaria, so nflo
sobrenatural, disse a princeza. Mas depois desso
rapto como vivia Vm. com osse homem.
Mostrava-me viva ternura, sincera aleigao.
Ero talvez um homem corrompido?
N3o o creio; pelo contrario, na sua maneira do
fallar tem o qur que seja de apostlo.
Ande l, cenfesse, Vm. o ama.
N3o, nao, minbaseuhora, d.sse a eslrange.ra
com dolorosa vootade, n3o, eu n3o o amo.
_ Entao devra ter fgido delle, recorrer as au-
toridades, avisar seus pas.
ha
Sainamos que virem este publico instrumento de
protesto, que no anno do nascimento de Nosso Se-
nbor Jesus-Christo do 18*7, aos 27 das do mez de
abril, neste cidade do Porto, ra Ferreira-llorges e
edificio do banco commercial do Porto, aonde eu
tahelliao vim, aqui eslava presente a direcgilo do
mesmo banco, e por ella me foi dito: que, como
dovido respeito, protostava contra as dispostCOOS
do decreto de 18 do correle mez, em que a Lxma.
junta provisoria do governo supremo do reino or-
dena o modo porquedeve ser saliseita a .junnlia
que falla para preencher os duzentos contos de res,
en. que o banco foi colloctado, s titulo de empresti-
mo lorgado, por decreto de 13 de Janeiro dele an-
uo, contra o qual ja protestou e pelos meamos mo-
tivos que agora o faz. A direcgfic, leudo rigoroso
deverde defenderos fundos do banco, de que be
administradora o gerente o nao senhora, nao pode
dispordelles senSo cm conformidade com o seu es-
tatuto e regulamento, e tudo que pralicarem con-
trario, alm da nullidade desses aclos, ...correr
em responsabilidade, que s pode declinar por este
meio Que a direcgilo protcstava especialmente con-
tra as disp'osigos penses do 2. do art. 1. do cita-
do decreto, porque ou"endom e dcstroom os direi-
tos essenciaes dos accionistas do banco c dos direc-
tores, que nao podem ser compellidos a servir,
ncm a entregar dinheiro que n8o he seu. Que i-
gualn.ei.tc protcstava contra o art. t na paite em
i iMini ^**:,By**
Vi"iava-mo elle do tal sorte, minha sciihora,
que eu mo podia fugir.
Porque nlo cscrevia ?
Pelo caminho nos paravamos em casas, que pa-
reciam pertencer-lhe, onde todos Ihe obedecan). Al-
eumas vezes pedi papel, tinta e pennas ;_ mas aquel-
los h quem me diriga estavam sem duvida insinua-
dos por elle, porque nenhu.n me respondeu nunca.
Mas como v.ajava Vm. ''
Ao principio em carruage... de posta ; porem
em Milao tomamos, n3o j urna seg de posta, nas
urna especie de casa movediga, na qual continuamos
8 -gMas emlim algumas vezes havia de elle serobri-
eado a deixa-la s?
g Sin., minha senhora; entilo chegaya-se elle a
mim, emodizia: Kurma. E eu adormeca, eso des-
"t^nce^Uneou a cabega com ar do incredu-
'la-' Vm. nao tinha un. dosejo enrgico de fugir, dls-
nplla senflo tc-lo-hia conseguido.
S i' .arece-me todava quo sim, minha senho-
ra Mas tamben., talvez estivesso ou fascinada
UVelas suas palavras de amor, pelas suas car.-
C8!:P Elle raras vezes me fallava do amor, minha se-
,d,7ra e afora u, beijo na fronte a noite, e outro
pela manan ..So me lembro que jamis ...o l.zesso
OUllaHeaexraSordiU.rio, na verdade! murmuren a
PIMaseamda suspeitosa, ropcou :
Ora, repita-me quo o nSo ama.
Eu ll.'o repito, minha senhora.
Torr-c-me a dlzer que neuhum lago terrestre a
prende elle.
Torno a dizer-lb o.
Odesejode possuir, innato aohomoni, e qu#faz
cada vez aspirar mais, he cm si loloravel; torn.i-se,
poreji, odioso c desprezivol quando toma o carcter
de ambiguo, o tanto mais execrando e sacrilego
quando soencaminham aos objectos sagrados. Nao
obstante, violados estes s.los cjustissimos principios,
foram os bens da oorporacflo de San Filippo Nery,
extincta esta pela lei de 9 de dezembro do 1830, to-
mados pelo estado, e transferidos ao patrimonio dos
orphds; bens em parle producto .lo econmico r-
gimen dos religiosos fundadores da igreja Madre-
Dos, e em parte doixados pelos liis devotos da reli-
giilo, ja para progresso o propagaglo do culto divi-
no, ja Dar seren applicados a m.ssas por suas al-
mas peccadoras.e alguns at condiciona'monte (se-
gundo me inlormam) sol. pona de revertercm aos
seusherdeiros por falta dccumprimenlo o todava
foram pelo esta.lo sem a menor rellexao esbullia.os
os fundadores daquelle convento, nao s daquellcs
beiisdequoscachavainde posse plena e iesomba-
ragadatnente, mas ai.ida daquellcs que cor.dicc.o-
nalmentoobtidosom succeptivois que sao boje de
nina justa reivendcagao pelos legtimos herdeiros
desses testadores csridosos, que por amor da refig.no
nflo hesitavam diminuir a fortuna de seus descen-
dentes para boje deltas gozarem os orpl.aos, ou quem
suas vezes fazein !.'! / ficando por oncasnlo desso
eabulho depositados no thesouro nacional todas as
alfaias, ornamentos e prate, pertenecntes ao con-
vento Madre-Deos. 4 ambiguo, porem, que mo par-
do momento, e espea estas veredas para dar o seu
bote, eisque possuio-se dos irniSos do S. S. da ma-
triz da Boa-Vista, e estes se aprosbntam pedmdoao
governo, para sua matriz, todas as alfaias,;ornamen-
tos e al urna riea custodia (que anda hoje .ndovi-
damenle conservara) da extincta cougregacao, que
... _-U-___.. .,., lltAaniiKA. .. i.ili. Uliwllil Iil'llintl-
UillllL'IUU Uii^muimi **-. .** f '
entao so achavam no l'.esouro; o que ll.esloi pronin-
tamente mandado entregar pelo mesmo governo, fi-
cando assim a igreja Madre-Deos despida do todos os
ornamentos ndispensaveis para suas lestev.dados,
lano que depois de a irmandade da Senhora- banla-
Annater alcangado a entrega da igreja, querenlo
festejar a mesma Senhora, l ia buscar emprestado (o
que alias se podia chamar seuj a custa do empo.ihos
condiges, e ouliascautellas proprias do quem pos-
sueinjustamente; oque foi absolutamente sanado
por un. termo, que depois passaram os mesmos ir-
nos da matriz da Boa-Vista, de nada omprostarem.
cortamente com recete do quo o verdadero propne-
lario reassumisse um dia seus direitos. lanto poo
a ambiefio Tanto podem as almas baixas III
Vendo, portante, a irmandade da Senhora Sanla-
Ai.ua erecta na igreja Madre-Deos, outrora conven-
Que, se elle a reclamar, nenhum direito ter a
allegar.
Nenhum! ..
Mascmlim, continuou a princeza, como velo
Vm. parar aqf? Diga-mo, porquo nao posso atinar
Cl Aprveitei-me, minha senhora, do tuna violenta
irovoada que nos colheu um pouco alen, de urna ci-
dade que se chama Nancy, creio ou. Lile havia, dei-
xado o seu lugar junto a mim, e entrado no .jegundo
compartimento da sua carruagem, para converaar
con. un. velho, que ah. vmha e eu saltoi no seu ca-
Val^'Epo8rqueprcferioV.n. vir para a Franca, en.
VeLat.Kquea!.'o? podia voliara Boma, poisque
com toda a certa deviam julgar que eu t.nha obra-
do de comulicidado com csse Lomen.; la eStava eu
desbonSmous pas nflo me l.aviam de querer re-
"'l'usolv, portante, fugir para Paris, e al.i viver es-
condida, u escapar-me para outra cidade, onde po-
desse esquivar-moa todos os olhose principalmente
aos seus. ,
Quando cheguei a Pars, toda a cidade eslava cora-
utovida da retirada de V. Alteza para esto convento;
todos exaltavam a piedade de V. Alteza, asuasoli-
eilude pelos infelizes, a sua coiiipaixBo pelosalUic-
los. Foi para mim um raio de luz, minha senhora, e
convenci-me do que s V. Alteza teria a geuerosida-
de d'acoll.er-me, e o poder necessario para me pro-
teger. .
__ Vm. se soccorre sempro ao mou poder, minha
lilha ; com efleito, esse homem parece bem poderoso.v
Oh! que sim.
Mas quem he elle, diga-me? Por delicadeza te-
nlio alqui deixado do lh'o pergunter; todava para
defende-la, ho preciso saber contra quem.
| MUTILADO

i



to .los congregados de San Fippe Nery, assim se Tiestas toscas e mal trabadas linhas, que, posto fossem
assoranrto um templo trio respeitavel, o digno de I demasiado massantes. silo todava parto de um cor-
memoria rpoisqneoplanoeradnlevarem ateos si-dial irmito da Senhora Sant'Anna. pois nue nella
ios, eomo os prinripaes da capital) lomam em con- vemos representada a nossa rcligiflo
ideracno semellianfo proced ment, requerem as- _____
nos
s
sembl* provincial em 1835, e conseguem tomar
conta da igreja ate enlflo abandonada inspeceflo do
um administrador. Logo depois conseguem tamhcui
a entrega da prata pertoncenle ao convento, deposi-
tada, como dissemos, na thesouraria sob condieflode
termo de recebimento, o (lao* prestada pela he-
roica irmandade que immediatamenio a dou, redo-
rndoos seos osforcos pelo bem da mesma groja,
c celebrando urna esplendida e rquissima festa se-
guida ile urna solemne procissflo pelo triumplio de
ver, quando nflo reiluzda ao mesmo estado, ao menos
digno de melhor sorle um templo tilo soberbo de-
baixo dos auspicios de urna irmandade zelosa e pug-
nadora dos doveres doum bom chrstflo. Ainda mo
bastante teve o estado de tomar parte do convento
ja exmelo, eesbulbado para a factura da nova al-
landega desta provincia, e com a separaeflo della
O orillo do snl da mesrra grejatodo solapado, c es-
camado (que bem se pareca com as minas de una
cidade volna) para maior prejuizo da irmandade
Santa-Anua, que para aformosea-lo recorren ao.pe-
iiosomeodas esportillas de seus toirmilos ha lan-
o cansados com as repetidas dospezas que sao In-
herentes a digndade de urna igreja, e al com o-
missftoda resta annual da mesma Senhora, pois que
la ontro modo Ibes era impossivel acodir a um onus
eporlodo rs. 4:000,000, sem que o estado os aju-
dasse para aso COm valor de real, quando alias era
obrigado a reparar o deterioramento por elle feito
com aabertura da ra no otfo da referida Igreja,
alfll do desfalque da porfo de predio que cbainou
asi, e donde hoje era nflo poueo avullado cabedal.
Mas, anula assim,os homensdoseculopresento, sal-
vas as honrosas excopcOeg que nflo olham para ocul-
to divino com vistas castasepuras, nfloquizeram doi-
xar de mflo ossa infeliz igreja de lia lauto preju.lira-
da e esbulhada, e eis senlo quando nos apparecom
de novo os irmaos da recente matriz de San-Jos
com urna petiQflo ao governo exlgindo toda a prata
lo servico da igreja Madre-lieos, niTo obstante estar,
como dissemos, sob poder da irmandade Santa-Auna
lebaixo das condiefies cima 'litas, cuja decisflo an-
da nflo foi dada por penderem informaroes o duvi-
das, masque, afinal, he de suppor soja ndeferida
pela prudencia e imparcialiilaile do governo actual,
bem como ja foi sabiamente por elle denegada a pre-
teng.lodo administrador do patrimonio dos urphfls,
que cxisia parte dessa prata, certa lente pela mani-
resta injustica da peticffo, e urna vez reconhecida cs-
sa injustica a respeito de parte, dessa mala, portares
de lgica o sera a respeito do lodo, lao anhelado por
cases ramigerados irmlos que rtflo duvidain ornaros
altares de sua matriz cusa da nudez dos da po-
bre Madre-Deos, o que na verdado he pouco airoso i
urna categora de matriz.
Estar porventiira ao lempo smente prata ? Vilo
utilisa lambem aosofliciosda rellgiffo catholica a-
poslohca romana.' Nilo he esta a mesma na igreja
Madre-Deos, quo na matriz San-Jos, ou era oulra
qualquer igreja ? Dever-sc-ha disputar o zelo, a de-
cencia, e os iucansaveis saerelicios em pregados pela
digna irmandade de Santa-Auna para sustentar o o-
us que carrega sobre seus hombros qual, a conser-
varlo da igreja Madre-Deos, que, a nflo ser .'lia, esta-
ra cortamente reduzida a cinzas, vista da perse-
guicflo ecsbulhos que tem sollVdo o contina a
sollrcr?!!
COM5!F~CIO.
Alfandega.
rendimentq do da 29...........
Descarregam hoje, 30.
Itriguc --San-Domingos mercaduras.
Ilrigue -- Conceico-de-Mara dem.
Patacho *- l-aurentina fumo.
Iliate foa-Viagem fumo e charutos.
Consulado.
RENDIMIENTO DO DA 29.
r.eral.........................
Diversas provincias...............
8:310,132
351,027
21,721
372,718
ra das Cinco-Pontas foi transferida a referida ar-
remataeflo para odia 2 de agosto prximo futuro,
polas'4 horas da tarde, na sala das suas sessOes.
AdministraQilo geral dos estabelecimentos de ca-
ndarte, 26 de julho do 18*7. Oescripturario, F. A.
Cavakanti Cousseito.
Contratos a celebrarse com a thesouraria das rendas
provincia no mez de agosto 'prximo futuro.
Da 11.
Oda lluminacflo a gaz das cidades do Kccife eOlin-
da, na forma do artigo 3.' da lei provincial.!!. 191, de
30 de margo de 1847.
Da 16.
O do eslabelecimenlo de urna linha de mnibus,
que, na forma da lei provincial n. 191, de 30 do mar-
co deste auno, facilite o transito desta cidade a qual-
"uer dos seus arrabaldes e Olinda. Esto contra-
to ser realisado depois que a presidoncia assim o
determine, vista das proposlas que por intermedio
da thesouraria llie forom aprosentaxlas.
Aiso martimo.
Para a Baha seguo viagem, em poucos dias 0
hiate Hoa-fiugem, por ter a maior parto da carga n-
gajada : quom no mesmo quizer carregar, ouirdo
passagem, dirija-se a loja de ferragens junto ao arco
da Conceicflo.
Avisos diversos*
Sli' monto fio l'orto.
Navio entrado no da 29.
Ilio-de-Janeiro ; 18 das, briguc hrasileiro llom-Jc-
sus, de 223 toneladas, capilo Pedro Jos de Sales,
equipa geni 14, carga carne emais gneros t a Gau-
dino Agoslinho de Barros. Passageiro, Joo Tho-
inaz Pascual Ramos.
Navios tahidot no mesmo dia.
Falmouthj paquete inglez Peterel, com mandante
Cressor. Passageiro, Goorga Kenworthy.
Rio-Grande-do-Sul ; brigue hrasileiro Austral, capi-
do Antonio Ferreira Lima Fogata, carga varios
gneros. Passageiro*, Joilo de Carvallio Raposo,
Onofrc Marlinhoda Costa, Itrasileiros ; Jos de Al-
ineida Bastos, Diogo de Sou/.a Araujo, Portugue-
zes, e 3 escravos a entregar.
Rio-dc-Janeiro ; brigue hrasileiro Feliz-Destino, ca-
pilo l.uiz (ornes de Figueiredo, carga varios g-
neros o dous escravos a entregar.
ObservacOet.
Cadeiras vagas deprimeiras lettras.
A de Garuar, cujo concurso lera lugar logo que,
a contar de 28 de junho ultimo, se completar o prazo
de 50 dias.
Deste modo estamos vendo o momelo em que nos
tiram as imagens dos altares para substituir nutras
igrejas, ou o-mar alguma cpblla particular...... o
que nflo ser de admirar se liver a mesma sorte do
oxtmctocollegio dos Jesutas que por muito lempo
loi casa de thealro, e se acha presentemente red u/i-
do a armazem; e entilo, quando despojada de lodos
os objectos sagrados, como ja estove em projeclo...
vira por ah lambem o enl'ermoiro dos lasaros que
por incremento desses infelizes, requeira o casc
para seu deposito; pois que a destinada casa os nilo
accommodara maisem Santo-Amaro; porque vista
do exposto, est nos parecendo que lodos aquellos
quctiverem necessidade de quulquorolijecto, que,
por acaso ou por infelicidade, lenha a irmandade
de Santa-Anua, boje protectora da igreja Madre-Deos,
tem i/o facto direito a olles. Alenla-nos, porm, a
providente vigilancia do nosso governo, como pri-
meiro prolector da religifio, que nao se deixara fas-
cinar por pretenees c allegacoes infundadas dessas
innandades que parecem querer o baque cmplelo
da igreja Madre-Deos para realce das suas, quando,
concentrando as suas loicas para um ponto, deve-
riam procurar una acquisicao mais digna de um
povo illuslrado e religioso, empeuhando com nosco
lodos os seus esforgos para a manutengSe da nossa
wrdadeira religiao em tojos os pontos do lobo
terrestre.
Queiram, Srs. redactores, inserir em seu jornal
um iiomoanti-chris-
Oh! minha senhora, eis-abi um ponto em que
lambem nao posso esclarecer a V. Alteza. Ignoro in-
teirainenle quem elle he, coque he: ludo quanto
ti, beque un re nflo inspira mais respeito, nem um
Dos mais adoracOes do que Ihe deffica a gente a
quem elle se digna descobrir-se.
Mas o seu iiome? como se chama elle?
Tenho ouvido, minha senhora, chama-lo por
muitos nomes diferentes. Todavia dous smente me
Ijcaram na memoria. Um he oque Ihe da esse vellio
dequem j fallei, oque foi nosso companheiro de
viagom desdo Milio at ahora em que o leixei : u
outro he o quo elle a si mesmo se dava.
Que nome Ihe dava o velho?
Acharat..... Mi lie este
to, minha senhora?.....
E qual era o.'que elle se dava a si ?
Jos Balsamo.
Equem be elle?
.E"e'..... conliece todo o mundoadivinha tu-
do ; he contemporneo de todos os lempos; viveu
em todas as pocas; falla...... oh! meu leos per-
doai-lhe somelhantes blasphemias de Alexandre, de
Cesar, de Carlos Magno, como se os tivesse conbeci-
uo, e enlretanlo eu creio que todos esses homens s3o
mortosha muitos annos; lambem falla de Caiplias,
Jo Plalos, e ate de Nosso Senhor Jesus-Chrislo em-
nm, como se houvesse assislido aoseu marlyrio
Entao healgum charlatiio, disse a princeza.
.,..T f-z,8onhora' l,i5osaiba cu purfeitamente o
hT,iTZ' dlzer.em ^nca o nome que V. Alteza aca-
^^? "U"C",r' ,nas oquesci he que he un ho-
uTEl*Vt lerrvcl' 8,,l quem^tudo se verga,
tudocahe, ludo se desmorona que o julgam sem
defesa, e esta armado; que o julgam d, eque Z.
surgiren. homens da trra. E isto semVrca, sem
violoncia, com urna palavra, con. um gesto....! a
O brigue Polidora, cuja entrada so noticiou em o
ii. 167, he hamburguez o nao portuguez.
() brigue ingle/. Saiitl-Ceorgs veio de Gasp e niio
Gaslic, coinose l no referido numero.

J!)!TAES.
Miguel .Irchanjn Vonleiro de Andrale oficial da im-
perial ordem da /lusa, cavalleiroda de Chritto. e ins-
pector da alfandega ile l'ernambuco, por S. M. o
Imperador, que Dos guarde, etc.
Fago saber que no da 80 boje, docorrentc, se hilo
le arrematar em hasta publica, na porta da mesma,
21 loncos de seda e 127 mantas de dita, no valor do
700,000 ris, impugnados pido segundo eseripturario
Antonio Francisco de Moura, no despacho por fac-
tura de J. Koller& Companhia, sobn. 317 sendo a
Brrcmataglosubjeita a direiios.
Alfandega, 29 de julllO de 1817.
Miguel Arclianjo Monleiro de Andrade.
A cmara municipal da cidade de Olinda c seu termo,
em virtude da lei, etc.
Faz saliera lodos os seus municipes, que o Exm.
Sr. presidente da provincia, em virtude do impe-
rial aviso de 17 de jiinho prximo passado, tem de-
signado o dio 19 de setombro prximo futuro para a
eloielto primaria para dous senadores por esta pro-
vincia, para preencherem as vagas deixadas pelo
concelheiro Antonio Carlos lliheiro de Andrade Ma-
chado e Silva e o coronel Jos Carlos Mairink da Sil-
va Ferrilo j eo dia 19 de oululiro subsequenle para
a reunido dos collcgios eloltoraea para a eleioSo se-
cundaria. E para constar se passou o presento que
serafllxado no lugares pblicos do costil me, e na
pila principal de cada urna das matrizes deste mu-
nicipio, o das capcllas curadas que Ibes sao annexas.
Cidade de Olinda, 17 de jullio de 1817. JosJoa-
quim de Almeida C.uedes, presidente. Jodo Paulo
Ferreira, secretario.
I tic taraces.
-- A administracSo geral dos estabelecimentos de
candado manda fazor publico, que, cin consequen-
Ca de se uno ler realisado boje a arrcmatac.a'oda ren-
da das casas, n. 11 da ra dos Pescadores, o 116 da
Fst bem, disse a princeza, quem qur que so-
ja esse homem, tranquillise-se, minha lilha, Vm. se-
ra contra elle protegida.
I'or V. Alteza, nSo be, minha senhora ?
. Sim, por mim, e isto emquanto Vm. mesma
nflo renunciar esta proteceffo. Porm nao acredite
mais, c sobretodo nflo procure mais fazer-me crcr
as visOessohrenaturaes que o seu espirito enfermo
engendrou. Os muros de Saint-Denis, em todo o caso
Ihe servirflo de trincheira segura contra o poder in-
fernal, e mesmo contra outro poder mais lemivel
ainda, o poder humano. Agora, diga-me, que
conla Vm. fazer?
Com estas joias, que me pertcncem, minha se-
nhora, cont paguro meu doteem um convento, nes-
le, se for possivel.
E Lorenza poz sobre urna mesa uns preciosos hra-
celetes, aunis de valor, um diamante magnifico, e
sberbos brincos. Tudo podia valer cem mil cru-
zados.
Estas joias silo suas? pergunlou a princeza.
Siio minhas, senhora; elle m'as deu, e cu as
residuo a Dos. S desojo urna cousa.
Qual he ? diga.
He que o seu cavallo rabe Djerid, que foi o
instrumento da minha liberdade, Iho seja restituido,
se ello o reclamar.
Mas Vm., por cousa alguma, nflo he assim, nflo
quer voltara elle?
Eu nflo Ihe pcrlenco.
He verdade, Vm. o disse. GomqueentSo, Vm.
continua a querer entrar no convenio de Saint-Denis,
e a continuar aqui as praticas da religiflo interrum-
pidas em Subiaco pelo extraordinario acontecimen-
lo que acaba e contar?
He o meu mais ardente voto, minha senhora,
e solicito esta grac.a aas ps do V. Alteza.
Pois beml tranquillise-se, minha filha, disso
Pulrlicacdes Lifterarias.
NOVO DICCIONARIO DA LINGOA NACIONAL.
I'm diccionario nflo he obra que de uuia vez possa
sabir perfeita : as diversas ediccoes, o os variados au-
tores que existen), provam o que deixamos dito,
para se tocar a mxima pcrfeicflo, o ainda mesmo
Para se ir apurando, exigem-se os tr&halhos sucees-
sivos de muitos homens eruditos e laboriosos. Sem
nos comprebendermos no numero destes, comtudo
nos atrevemos a carregar urna pedra para este mo-
numento, c se nflo innovamos cousa alguma ao que
j existe, ao menos compilamos em urna s obra o
que est espalhado por multas, c demanda cabedal
avullado para so possuir.
Vamos, pois, hincar ao prelo um novo diccionario
da lingoa nacional, que teve por base a ultima edic-
eflo do diccionario do muito digno litterato oSr.
Moracs, publicada em Lisboa no auno de 18-14, e que
por corlo nflo tem as faltas que o Sr. Constancio Ihe
nolou na suaediceflo de Paris de 1845. Seguimos
mu ludo osystema daquclle eximio lexicographo,
porque sua auloridade, j por si s bastante res-
pcilavel accresce hoje a ediceflo sobro que funda-
mos nosso trabalho, a dos Ilustres Fr, Francisco de
San-Luiz Souza Monleiro e padre Castro. Ajunta-
mos-lhe alguns vozabulos que se acbam em o Sr.
Constancio, o em nutras aulores mais antigos; e
bem assim um diccionario dos termos homnimos, e
outro de synonimos.
Porm, pequeo ser o resultado da existencia de
urna obra tflo til como a de que se trata, se o seu
proco nflo for tal, quo habilite a lodos para podercm
oble-la. Comludoainda nos ufanamos por ter conse-
guido a resolucSo deste problema, porissoque o
preco por assignatura ser o de 20,000 rs., pagos em
(las prestarles.
Assigna-so em casa do editor, na ra Formosa, nu-
mero 2.
A os vais de familia, capiteles de navios,
fazendeiros e a todos em geral.
Organon de Ilalmemann, ou exposic5cs
dad doiiiriiias homoeopatlricas, 2 volumes
pequeos.
Manual do pai de familia, do capitSo
de navio c do tnzendero, ou noticias elc-
mentares da homceopathia, coniendo b
aerilo dos -4 prinripacs medicanienlos
lioiiKH'opalliicos, 1 voliime pequeo.
Vendem-se por preco conimoilo, no se-
cundo ailar da casa n. y, da ra da
Cruz.
PORTUGAL.
Ilocordaces do auno de 1812, pelo principe l.ich-
nowsky, traduzidodo allemffo, segunda ediceflo, cor-
recta o annotada. O consumo rpido da primeira e-
dieflo, csua procura por militas pessoas que licaram
sem ella, induzio o traductora reimpressflo desta o-
hra curiosa, que contm a apreciaeflo dos caracte-
res mais notaveis do paiz, dos seus acontecimentos
polticos, monumentos e lugares princpaes, feila
por esse principe prussiano, que all viajou no auno
citado. --1 folheto de 220 paginas. Vende-se por
1,000 rs., no segundo andar da casa, n. 7 da ra da
Cruz.
*
a princeza, de hoje em (liante vivir entro ns, e
quando houvcr mostrado quanlo lem a peilo obter
esta graca ; quando por seu exemplar comportamen-
to, que espero, a houver merecido, nesso dia perten-
eca Vm. ao Senhor, c asseguro-lho que uingiiem
a roubar de Saint-Denis, emquanto em Vm. velara
superiora.
Lorenza lancou-se aos pos de sua protectora, dan-
do-lhe os mais temos e sinceros agradecimentos.
Mas de repente ergueu umjoelho, applicou o ou-
vido, cmpallideccu e tremeu.
OU! meu Dos, disso ella, meu Dos
Dos!
Que he? pergunlou a princeza.
Treme-me todo o corpo, nflo o v V. Alteza ?
Elle ahi vem, ahi vem !
Quem ?
Elle esse que jurou perder-me.
Esse homem?
He verdade, esse homem. Nflo v V. Alteza co-
meu
mo me tremem as mitos
Com efTeito!
Oh exelamou ella, com a inflo nocoraeflo, el-
le cliega, elle chega.
Vm. engana-sc.
Nao, minha senhora, nflo. V? mo grado meu
elle mo altrahc. Veja..... Peguc-me..... pegue-me'
Madama I.uiza travou-lhe do braco.
Cobre animo, minha filha, disse ella: ainda nue
seja eHe, nicu Dos, Vm.aqui esta segura.
Ellechegal approxima-se! digo-lh'o eu ex-
elamou Lorenza, aterrada, aniquilada, com osolhos
(ixos, c os bracos eslendidos para a porla do gabi-
nete.
Isso he urna loucura disso a princeza. Pensa
que assim se entra no aposento do madama I.uiza de
-- O ubaixo assignado, querendo evitar qualquer
duvida quo possa sussilar-se a respeito do seu an-
nuncio publicado por este Diario nos dias ->\, ;)L,,,
23 do correte, relalivamente as transac(Oos que
teve com o Sr. Jos Soares Pinto Correia, o niesmo
para que ao dito annuncio se d a devida intelligen-
cia sobro a qual foi publicado, pssa a esclarecfi-lo
pela forma seguinte :As 10 lettras, que o men-
cionado annuncio se refere, foram aceitas pelo aba-
xo assignado ao dito Sr. Soares em data de 5 de
agosto do 1846, pela compra quo Ihe fez de urna
sua taberna sita na ra da Santa-Cruz, n 60, sen-
dos leltras de 100,000 ris o 2 de 120,000 ris cada
urna, e todas na importancia de 1:040,000 ris,
vencorem-se 5 leltras em 5 do agosto de 1847, 'na
importancia de 520,000 ris, e as outras cinco em
5 de fevereiro de 1848, importando em igual quan-
lia ; estas leltras depois foram cedidas pelo Sr. Soa-
res a diversas pessoas, e como o abaixo assignado
pagasse urna das de cem mil ris, que tinha de ven-
cer-se em 5 de agosto de 1847, ficou por isso debi-
tado em 9 ledras na importancia de 940,000 ris e
ao depois o Sr. Soares, solicitando do abaixoassig-
uado para quo Ihe tornasse a vender referida ta-
berna, e com algum prazo, nenhuma duvida (evo
o abaixo assignado em vender-lh'a, como de fado
vendeu em 15 de abril do crrante anno de 1847 pe-
la quanlia do 1:114,588 ris, ficando esta quantia
em poder do Sr. Soares para pagamento dos 940,000
ris das 9 lettras, restando olio, como ainda resta
ao abaixo assignado desta transac(3oa quanlia de
174,588 ris, (cando desde logo o abaixo assignaoTi-
desonerado do pagamento das referidas latirs, e
obrigado o Sr. Soares ao pagamento dolas em seus
vencimentos poras haver negociado; e neste sen-
tido Ihe passou o abaixo assignado papel de venda
da referida taberna condicional mente, alm de um
documento que dcslo oontrato passou o Sr. Soares
ao abaixo assignado, pelo qual so acha compromot-
tido para com os possuidores das sobreditas let-
tras : e para que estes tonham sciencia de seinelhan-
te negocio, e ao depois nflo alleguem ignorancia,
faz o abaixo assignado a presente dechiracfo, com
a qual parece ler salisfeito a exigencia que Ihe fez
oSr. Soares em seu annuncio que publicou em res-
posta ao do abaixo assignado.
A ntonio Fernandes de Azevedo.
O advogado Francisco Carlos brandilo mudou o
seu cscriptorio para o primeiro andar do sobrado
n. 16 da ra do Collegio, paredee meia da casa em
que morava ;oahi pode ser procurado por seus cli-
entes e mais pessoas a qualquer hora do dia.
Precisa-se de urna mulher quo lenha lei lee
quena criar urna crianca escrava em sua casa : quem
estiver ncstascircumstancias, dirija-se a ra da ma-
triz da Boa-Vista, n. 22, quo se dir quem precisa.
Precisa-sealugarum prelo possante para ven-
der azendas com um homem na ra: sendo, bom da-
se ale 14,000 rs. mensaes : a quem convier annuncie,
ou dirija-se a ra Imperial, n. 37.
S. II. T.
A direceflo do theatro de Apollo, em conformidade
com o 18 do artigo 38 dos estatutos, avisa aos se-
nhores socios em geral, que tem marcado o dia 31 do
actual mez para a sua recita; oque, portanto, quei-
ram mandar rcccbcr os bilhetes nos dias 29, 30 e 31,
desde as 4 as 6 horas da tarde, nos dous primeiros
dias, eno ultimo das lOs 12, no salflo do mesmo
theatro, onde nicamente serflo distribuidos pelo
respectivo thesourciro, que so acha autorisudo para
isso ; bem como para receber nesse acto tudo quan-
to os mesmos senhores cstiverem devendo. Igual-
mente queiram mandar at o mesmo 31, ao melo-
da, suas proposlas para convidados em carta fecha-
da, inclnindo os bilhetes e entregando-as ao mesmo
thesoureiro no referido salflo, alim dequeem tem-
po competente sejam approvados os mesmos convi-
dados pela referida direceflo, que formalmente de-
clara nflo receher as mencionadas proposlas que
nflo vicrcm nn forma supra declarada, nem tflo pou-
co so subjeitar a aprovar convidados depois da-
quella hora marcada, seja qual for o pretexto que pa-
ra isso se aprsente, muito principalmente na noite
do espectculo, alim de se evilarcm abusos j prati-
cados as ultimas recitas.
7-0 Sr. Jos Joaquim Dutra queira dirigir-se ao
primeiro andar do sobrado 11. 20, quo tem dous
ananazes na varanda no palco do Terco para re-
ceber una carta vinda do Rio-de-Janciro, que,
por engao de nome se tirou do correio.
' ~^3:- ;a*TM-fflBMiaMj
Oh minha senhora, como elle enlrou nflo sei
cu, exelamou Lorenza, deitando-se para tras, mas
soi, o cstou certa que elle sube a escada. ... que est
a dez passsosapenasdaqui.....queei-loahi esta!....
A porta abrio-se de repente; a princeza recuou
espantada, mo grado seu.de Iflo extravagante coin-
cidcucia.
Appareceu urna religiosa
Quem est ahi? pergunlou a princeza, c o quo
quer Vm.? > 1
--- Senhora, respondeu a religiosa, um fidalgose
aprsenla no convento, e quer fallar a V. Alteza
Real.
Como se chama?
Conde de Fcenix.
Franca ?...... Seria preciso que esse homem fosse
hur iiili ii' 1I11 limn niiliim il'nl hk
portador de una ordem d'el-rei.

lio elle? pergunlou a princeza a Lorenza, o Co-
nliece \m. este nome?
Esse nome nflo conheco, mas he elle, minha
senhora, he elle.
Que querello? pergunlou a princeza freir.
hucarregado de urna missflo junto a cl-rei do
Franca por S. Magestade el-rei da Prussia, quizera,
diz elle, lera honra de fallar um instante a V. Alte-
za Real.
Reflectio madama I.uiza por um momento ; depois
voltando-se para Lorenza :
Eolre naquelle gabinete, disse ella.
Lorenza obedeceu.
E Vm., minha irmfla, continuou a princeza,
Taca entrar esse fidalgo.
A religiosa inclinou-se e sabio.
A princeza foi certificar-se se a porta do gabinete
estava bom fechada, o voltou para o espaldar onde se
sentou, esperando, nflo sem alguma emoeflo, o que
la acontecer.
(.Continuar-se-ha.)


.

.'
,-,en PARA AS PESSOAS QUE TENCIONAM SEGUIR
A\lSOlAft VIAGEM.
. j^nmurfil sobrado n. 9, continuam-se a ti-
N'Soc" 'adentro o lora do imperio, d-
rar.P r n oscravos c correr-se folha : tudo com mui-
"" rnvdado, e por prego muito e multo commodo.
tabr Ceisi-se d un menino de 10 a 12 annos,
portguez. ou nrasileiro, para urna venda : no pateo
jaSanpreS4nde'dous-portuguozes de 10 a 12 an-
caixeiros e venda na cidade da Parahi-
glffitototf*^,*.*
M'
Victorino de Castro Moura faz constar ao Sr. Jo-
"TnHnuim Ribeiro, ou a outra qualquer pessoa que
!n?lerallienar, comprar, hypothecar, oupermu-
prenu" no sitio que possuo Jos da Costa Pinto,
inluffdaapanga; que" dito sitio tem em s, 40 pal-
' 1 ertencentes ao annunciante, osquaes aiidam
f,v' r. o mosmo annunciante: e supposto o dito P.n-
enb rgasse o accordam, todava he destituido
-auellie possa assistir. O resto do mes-
st subieito ao pagamento das custas do
wmo pleito,. quomonUm i
i; para evi'
mo sitio es
itar"du vidas"'u ignorancia para o futuro
?a.0Knp> horas da tarde se hSo de arre-
mata a porta do Sr.doulor tel do civel da pn-
"JSra rara dous escravos penhorados a Luiza Mana
,0^Fal)rica-secliocolatesupcriorede varias qua-
Jades: no Aterro-da-Boa-Vista n. 68, casado
Manoel Joaquim Milheiros^
Na manhOa do dia sexta-fei'ra, 23 do correnle, fur-
ia NO o seguinte : 1 par de brincos de laco. abcr-
nwa buril; I dito de ditos de ouro, compndos.com
coralina en haixoe as rosetas do mosmo um alj-
far 1 tranceln grosso de ouro; 1 mcdalha com urna
nedra no meio ; 1 annoIBo lavrado de modelo pouco
vulear.com umquadro em cima, sem tirina, 2 co-
meres de prata novas, urna do cha e outra de sotipa
com a Arma F. J. C. i roga-se aos Srs.ouvircs e as
uessoas que costumam a tomar ponhores, que se
Lnem laucar suas vistas sobro estes objeclos a .m
do verse ser apprehendi.do esleroubo, ou parte dol-
i, que se desconfa por alguna indicios de urna pre-
la escrava : queiram. portante, cssas pessoas ou ou-
tras quaesquer que disto tenham noticia, ter a hon-
dado dedirigirem-so a venda da esquina, unir do
paleo de San-Pedro, que abi receberao a gratilica-
caoeagradecimeiito de seus servicos.
- precisa-sedouma ama para o pequeo servio
interno e externo de casa : na ra de llorlas, casa n.
16, primeiro andar. ___
-- IlicardoJos de Freitas Ribeiro faz certoquoa
sua casa de molbados, da tua do Colleg.o n. 17,, pM-
sou a ser administrada pelo Sr. Jos Joaquim da
Costa Macicl. ,. *.,._.
- Prccisa-sc de 1 -.000,000 de res ao premio de um
e meio por cento, por lempo de seis mezes, pagan-
do-seo premio todos os mezes, o dando -se por hy-
notbcca seis escravos, todos mocos, livres e dcsem-
baracados : quem quizer dar annuncio para ser pro-
- Itoga-se ao Sr. Jos Eustaquio Maciel Monteiro,
em virtudc de ter mandado pedir que esperasse ate
acabar o jury de Olinda, baja de fazer o favor de ap-
parecer na ra da Cadeia do Recife, n. 55.
--Osabaixoassignados fazcm publico, que ami-
gavclmenle teem dissolvido a sociedade que tiniiam
as lojas de selleiro da ra Nova ns. 5 e 28 e ua
ra da Cadeia do Recie n. 49 que gyravam com a
firma Braga, Silva & Companbia cuja dlasoluo
teve lugar no dia31 do maio prximo passado
cando amesma firma obrigada-a liquidado da, mes-
ma. Antonio terrena da Cosa Draga.--Joao a
Silva llraga. Antonio Joaquim Uile.
^incinalo Mavignier, retratista faz venda de lo-
ladros tintas, pinceis ele por
querer rclirar-se para a corlo do Uio-de-Janeno.
LOTKRIA DO THEATRO.
Os apaixonados deste jogo e aquelles que desejam
habilitar-se para adquir rom os premios grandes dcs-
ta loterin, s3o convidados, om tompo, a concorre ni
para ultimar-so a venda dos bilhele*quo restam nos
lugares do cosame; visto que a rapidez com que el-
la tem progredido, faz conf que o thesoureiro asso-
vere que as respectivas rodas terSo o scu infallivel
andamento no dia sexta-feira, 30 do conente mcz.
Manoel Filippe de Santiago faz sciente ao
respcitavel publico, que, tendo tratado o seu beneli-
cio para o dia 27 de junho prximo passado, e nao
o podendo faze-lo por inconvenientes, faz sciente aos
Scnliores que teem bilhetos, o aos que quizcroin
honra-lo com as suas picsencas, que o transte-
rioparaodia 21 do agosto, com a poca a Justica
exemplar -, e a bella farca o Ceg fingido, e elle
beneficiado preencher todos os actos com tres ins-
trumentos, trompa, pistn, o ophicleide, tendo < e
tocar com a msica do primeiro batalhao da giiarua
nacional do Recife na porta do tbeatro ate que
principie o espectculo.
PEDE-SEao Sr.solicitadorde causas,quo disse por
este Diario estar disposto a dar audiencia las duas
as3 boras da tarde de cada dia, digne-sede declarar
qual a autoridado de que se acha revestido, isto lie,
se s funcefles de sua sabida profissao rene as de
juiz de direito ou municipal, delegado, subdelega-
do, ou de qualquer outro cargo publico, que o Ha-
bilito a publicar em urna gazeta o da e as horas de
sua audiencia; visto quo, at o presente, so tem usa-
do deste termo, entre nos, os quo se. yem o estado
em qualquer dos ramos em que se divide a sua au-
mlnistracio. .,
Receber a declarado com todo o res pe lo, o cor-
dialmento a agradecer, poisque lucra em conheccr
todos os funecionanos pblicos
Outro solicitador de causas.
-OITerece-so urna mulber branca para ama de
leite : no becco da Cacimba n. 3, segundo andar.
Sel-
SOCIEDADE PIULO-DRAMTICA.
AS RUINAS. ,
Fomos a este theatro de curiosos, onde reconhe-
cemos que o gosto para a secna principia a aeson-
volver-so em Pcrnambuco sob os mclbores auspi-
cios. Conhecido eslii quo as artes, prestando-se
mutuo auxilio, se omulam na rasBo Brscenle das
quemis se desenvolvem : quem de entro nos dei-
xarade ter visto urna comedia, ou um entiemez
representado no mallo, ou em casa do qualquer la-
milia; entre Icnccs substiluindo sccnario, quano
muito com alguns papis pintados para figurar una
sala.um bosque, etc. que he preciso que as pes-
soas de familia digam. quo he urna sala xslo, um bos-
que aquillo, etc. Mas um curioso, o anda mais um
artista cmico, acba-so descmpenhaiido uina parte
importante de um drama de gosto, e ei-lo em urna
decoiaeflo, que a elle mesmo Ilude, quanto mais ao
espectador; velo-heis deparar alli mesmo com o se-
rdo de um grande descinpenho: possuido da paite
elle so Ilude, sent o que diz, os seus movimcntos
sao naturaes, sua inOeiSo de voz he jiropna, -to ar-
o vencida a grande defllculdade, so lhc rtsia { mcllU.
n epulr
medicina universal.
IMInlas vegetaes de James Morison.
A medicina vegetal ^^^jZTu^-
annos de investigacOes do cele-bre Jame,
Por meio destas pilulas conscgu.o seu. mi
mease ad.niravcis curas, desde .i.a locc ^
ataca.n as crlancas de pello ate as moiesua
nicas ilo ancio. __ rnmedio uni-
A Europa suudou esto remedio eojMMJg ^
versal para ludas as doeiicas o ale nojt
foi desmentido tal titulo. ceita
Esta medicina vem acompanhad.i de un .
que ensi-.a e facilita a sua "PP^J^Sflf pi-
l'res preparaCOea I saber : duas qua da des u e p^
lulas distinclas por nmeros, o um po. u h
goza de modos caceos divorsas. balo
As pilulas ... 1 sao aperitivas; P"f f^S ,,
os humores biliosos evicosos.c os exputsam c
ellicacia.
lista;
-Guilherrae flasusto I\oclrigiics
.rimeiro andar, as seguintes scion-
GEOMKTIUA, ALGEllllA, CHVMICA
te*, tendo de ir a Macci dcixa, durante
a siu ausencia, por seus procuradores
In totnni aos Srs. Joaquim Lttii de Mel-
lo e doulor Antonio Vicente do Nasa -
ment Feitoza.
O engcnliciro MiLwensina na sua casa, ruaao
Crespo, n. 14,
CiaS:----AMTIIMBTIC,
" ~"luM-ge o segundo andar do sobrado da ra
Nova, n. 5 : a tratar na loja do mesmo sobrado.
Olerece-se una parda de meia .dado P
de casa de pouca familia: quem de seu prestimo
precisar dirija-se ao becco do Callabou?o, n. -u.
OSr. Joao da Silva tem urna carta na ra
Crespo, n. 11, viuda do Cear, remettida por
seu filhoauc existe naquclla provincia.
.-logoJos de camino Moracs, agente, nesta
do contrato do tabaco do reino de 1 ortuga
aperfeicoar-se. A sociedade Vhilo-Dramatica tem em
seu gremio os primeiros curiosos da arte dramti-
ca em Pemambuco, cujas capacidades entregues ao,
desvelos de um hbil ensaiador, como lio o curioso
que as dirige, nosdar3o novas provas de seus w-
lentos com a continuacno de seus espoctaculos, lao
dillicultosamcnte excutados na pequenez de scu la-|hes os me
theatro; pola a por mulla Influencia de sua aun A psito (
nistraqao poderiain conse
perfeilo desempenho doi
/l/ceaaro, e Pobre das
sentar hem, a Pobre _.
deaempenhadas polo hbil pincel do Sr. Joaquim
Lopes Cabial deTeive? Qual o espectador que I ca-
ra ndiflerente cm presonca dacxecucuo de mesiit,
uno o transporta do una sala de theatro para a COtl-
templacao deumaa ruinas, allumladsapola lurno-
wdoluar, quenelle desafian] **mMjr*?"
ditacAes, pelo poder mgico do vago ello lo des-
la luz .navios;. ? Eis-ahi esto mesmo encallo, lo.
oque iransportou e fez delirar a alma do poe a, au-
tor do drama, que proprianiento escollieu ete qua-
,1ro nara conseguir o melhor olTeito de suas pala-
v,as.PlbM.ma noite chela! O artista rttlte de
suas fadigas, repassado de pozares : o *,
retira com saudade do um espectculo queI lode lo
deliciosamente a alma as bellas pelo i>"nm
sua maginaedo, n.aisardente o sensivel, passam o
resto da noite em sonhos doleitavois.
As den. aexpulsam com esses hum0'^ 'f"*L
ente com grande IV.rca os humores WWMM
ptridos, do que o sangu se fha a m!UJ1"/ o0tsan.
do; percorrem tolas as partes do corpo, c ^ V""
de obrar quando teem'.-xpulsado todas "^'yP^'j.
A tercera prepaVacUo consiste en. urna 'monada
v,,olal sedativa : he apelativa, tempera>l J,0.
cante : torna-so eincommuin.com as pilulas e laciu
Iboreseffeitos.
social do Sr. Monson
a sua fortuna in-
charlatanis-
com o seu
sao mais
resguardo de lempo, nem
doente a todos os quo
se qulierem
RecommTndMoesU medicina, do pOSICflO da pari "
atacados de molestias jul-
gadasincurave.s nuerem deseo
"'.Kaa que ahumanidadererheos jldo 0 ^
leressadosemdesacreditareatea, remedios t-io
pies, tflo commodoa e tao verdeiros.
Vendem-se smente em casa do nico e
deiro agente J. 0. F.lsler, ua ruada Cade.a-Vellia
n. 29.
in-
iao sim-
verda-
Gaz.
Damos cordialmento os parabens a
h-Dramalica pelo indicioso occordo de convn
do
um
no
sociedade Phi-
arein
a decoracBo'de um pequeo thea-
tro ao primeiro artista de perspectiva.
Alugam-se tres casas terreas,
becco do PeixotO, pelo preco de cinco
mil ris cada urna : a fallar na ra <
Crespo, n. 15, com A. da C. S. G.
Compras.
outro motivo que nao seja mofado.
ATTENCAO'.
/ lincinalo Mavignier, retratista i*" ""*"
I .dos os seus uuadros tintas, pinceis clc > por
-acrtodoRio-de-Jaiieno.
-Manoel JosToixeira Bastos declara que sem-
l.re residi ..estacidade do Itecife d'ondc he natu-
ral e mora na ra dos Martyrios n. -2 pn.ne.ro
andar. .
-OSr. Ilenjantim da Silva Araujo tem una caita
na ra da Praia n. 13, vinda do Rio-do Mneiro.
- Perante o Sr. Dr. ju.z de orphos se ha de ai re-
matar una casa, por venda, sita na ra do Sebo, n.
5, em chaos proprios, cuja casa se acha hypolhica-
da allerculano Jos do Freitas, e subjcita mais d -
nheiro que elle tem dado por orden do mesmo mi-
nistro; cuja arrematacao ter lugar no da 2 de agos-
to prximo : quem a pretender dinja-sea porta do
ditoSr., no dia marcado, por ser a ullima praca.
--Quem api.unciou.no dia 23 do conente, que-
rer vender urna escrava de 25 annos, com algumas
habilidades, dirija-se a ra estreira do Rozario ,
Roga-se ao Sr. Manoel Jos Teixeira Bastos ha-
ja do declarar a sua residencia, para se lhe fallara
negocio de seu interesse.
- Aluga-so um preto bom cozmlieiro e proprio
para o servi?o de una casa : na ra do Vigano n.
20. segundo andar.
__Precisa-so alugar, para ama de casa, quem en-
tenda principalmente do cozinha qur seja forro,
quer captivo: no pateo de Nossa-Scnhora-do-Terco,
"'-- Precisa-sede umhomem para feitor de enge-
nho perto da praca que entenda niuito, do servi-
co de campo c lenlia pratica dando fiador a sua
conducalo Aterro daF Boa-Vista, n: 49 segundo
andar, cu na ra do Vigario arnwcm/Yr, ntere,
- Jos Teixeira Basto como immedialo .nte.es-
sadono inventario da casa do;8r .Joao mo do Le-
mos, declara que oSo he o autor do annuncio inser-
to no Diario tiovo n. 161, sob a assignatura de ~Uo-
--Tuga-so urna casa terrea sita na ra da Ale-
gra no bairro da Boa-Vista n. 38 com commo-
dossullicientes para urna familia: a tratar na ra
da Cadeia do Recito, loja delerrogens,,n. 44.
-Osinteressadosdo inventario da casa do Sor.
talo Pinto do Lomos, atleta dos annuucios inser-
SnS Diario, Noto.' ns. ICOe 16. sob a assigna-
n^io^^nhhum.m.nelr.lhea.^^^
-c i.:.. m hn de presumir.
mesarios da
se
'abisma imandale, e agora se acha indeciso.
dem dingir-se ao advogado Jos..
cujas dividas j cobrou o abanto s'8"a(0h'i V?
,i,lvarem seus nomes por escrlptai para olabauo.aa-
Joaquim hiancisco Uaptuia
dcixarem seus no
signado os procurar
"taSlo Martins faz -cente acipuWico jj
de hojeein .liante se assignara Francisco Martins
V^em^deu,:ma.ettradaqua..,iade,.7 5t;u
- > '-> conente, dnija-st a
- Compra-se urna rodado bomba de ferro : quem
^iSm^ea comprar ferro fundido, cobre e
bron/.e velho : na ra do Briim, n. 8.
Loja de .Fono Chai-don ,
terro-da-Boa-Vista, n. 5
NetU loja acba-sc ..... co aortimeto de LAHVtiim
PARAGAZcom seus competentes vidros, accendedo-
res e abafadorrs. #
Estes candieiros so ...eihore. e
...ais moderno, queeil.tem boje : r. ^1""'<"'dam-se*
publico* tanto pela seguranSa c bom gosto de sua boa
confeccio, como pela boa qualidade da las, economa e
aaselo de tea sertico. t
' Na Illt'Sma lOja o. con.uinldore.se.n-
nrracharonm deposito de GAX, de cujo se ahanca a
qualidade, e en. porc8o bastaute para eonsu.no.
cadeirinha, forrada do
-- (omiira-se o segundo diccionario ingle/, o pm -
,guez o.Vieira,daedicaodel84o: no Alerro-
,":!?3pfl* .-retos con, as *jff
pedreiroc carpina, peritos no seu ofhcio : pag.im-
n. 29.
__Vendo-s nina ptima---------
m bamblnellas de setim guarne eUud;
com sacco para a senlio a
aldraba de
o hnmT na praca lii Independencia, n. 3.
- Con.pra-se\,m missal em bom uso : quem
ver anniiiicio
II-
'-. compram-seosiefolbetosda novella intitula-
tras sociedades
ncie.
dndoos signaos
w vencer no dia 31 do
travessa das Cruzes, n. 14, que
"nrcci-'iSX-rotu.. para urna porta: na
^'.Jo^utr.n.!od Ps qo Uc
da Os Mvstcrios da InqulsicfiO O outras s
secretas de llesnanha : quem livor a.inu
.- -ompra-s.; um melhodo para vlolo pelo au-
tor Fernando CaruIIi, da sexta ediofio : que... t.vcr
a"'-'<'!on.pra-se una cabra f bicho ;. que seja boa
do leite : na ra da Roda loja do sobrado n. 17, ou
annuncie por esta folha.
damasco cor
franja o borlas de retro/.,
botar o lenco, ou outra qu >Iqu'' ;^n,n(
en. dias de grande func0 i m, ra Nova .0. 39, se
gU.n.dS."nov. loja de^rancisco Jo. Teixeira.Bas-
tos, na ...a do Qtieimado nosquatrocantoa, n. .
vende-sc algododa torra encorpadoe la.go.em por
Coea retalho.
i iStdeia-
Vendas.
a^o
!\a na
Vellia,
a
n.
vende-so vinho do Porto
29, loja
Elster,
do diversas qualidades ;
dito de Bordeaux
o presente annuncio para seus douos se
inarein a ignorancia.
- Francisco Tinto da Costa
Lima, alfaiate, morador na
Admiravel uavalha de
da China.
Tem avaiitngenidecorlar o cabello sem olTenca
da pelle, deixando a cara pareoendo estar na sua bn-
'^'ste^'-n'xclusivamenlo da China o so nelle
tni.allin.it dous dos niell.ores e mais abalisa. os cu-
leleirosda nunca excedida e r.cac.daJc de Pekn.,
capital do imperio chim. ALT0R SI.AW.
1 |t He rccon.niendado o uso destas navalhas
ravilhosas por todas as sociedades das_sc.enc.as
dico-cirurgicas, tanto da Europa como tfAmenca,
s para prevenir as molestias da
i como um meio COSMTICO.
N.
mar
me
Asia
e frica, nao i
mas tamben, como
retel, de cabera preta o oranca; ho.landas para forros ^~EE e^spondeVse pela sua boa qua-
lidade: poiss se venden as verdadeiras, na ra larfca
do Itozario, u.
e algumas obras feitas.
4^, PASSEIO-PUBLICO, N. 5. -^
* joaoLnubet participa a todos os seus^
fregus I que recebeu ltimamente um grande sor-
SSS'A chapeos de so., do uno gosU. pan-
liara senhora como para |homem
indi
sendo ellos
qlial mui recommendaveis pela sua qua-
sienso, tanto
nuil", se tornam mu rewiiumM"- r-
liddeevariaQOes de gosto, sendo elles de boas
sedas o pannlhos, poi. se conservan, as suas Cores.
Maneste mesmo estabeleciment um grande sorti-
mentode boas sedas deludas as cores e stiper.o-
spn..i"l.os trancados e lisos de mu.lo boas
coreV para cobrir chapeos de sol. Tambem
odos os concertos que os mosn.os precsarem Ci
lodo gosto promptidao e d.m.nuto preco.
Nao sendo incgnito ao respe.tayel publico
' cuidam de tralicancias
>5E es do tmaras, de sapotis, de laran-
,iras, e de fruta-pao: na ra.das V ores, n. a, se
eiras, u uc ii uia-|.. --- ,.'i
dir quem vende, das 10 as 3 horas da taiu>
TSSiaaSsS*
em botijas ;
velas docomposico
de ditas
latas
irascos ron. conserva-----
as da Europa em calda de Besucar; ditos
os dito demostarda j sardinhasem
e vidros ; -etits-pois ; salame do superior qua nade,
-......"Mitt'rSEaTaft
cha prclo, hysson e perola ;
charutos de Hsvahae regala. Adverte-se que tudo
he excellente e por preco commodo.
- Vendo-se una du/ia do cadeiras duas banq.n
nhaa e uma banca de meio de sala ; udo de a. g -
o e om bom .uso : na ra da Senzalla-Vclha. loja
n. 70.
No Ateno-da-Boa-VisU, defron-
te da colunga,
fazcm
com
c-buchadeira, como he de presumir.
" ergunta-se aos Srs. juiz e rniOos msanos
irman^de de N.S. da Conceigao dos .mil. ares
nuo haiam pessoas que so cu.
paracusta'dafazcnda alheia suppr.rem seus de-
boches; por isso o abaixo ass.gnado faz sc.ente, que
por civilidade multas cartas tem ass.gnado muito
ibaixo da concluaflo, ficando espaco aunicionte pa-
ra qualquer desalmado tontar algum mo.o i licito ,
e or isso declara que de um so real nao he doyedor
a pessoa alguma, o se alguem sejulgar com d.rci-
to de ser seticredor(o que muito e mu.to duvidu)
ciompareca no prazo de 8 das, que sera prompla-
mKngeenboMacacheira, 25 de julho de 1847
h O tenente-coronel Jodo Lordetro ralcSo
O novo proprietario da barca dos banbos faz
8cienleao res'eiiavel publico, oue .refirou -
ma barca para pintar, e que,..cabada a {Jj9
veruo, voltara para o mesmo lugar, e lara puoi.cu
por esta folha.
Vende-se cal virgem de Lisboa, cm
barra, da melbor que ha no mareado, e
por preco muito rasoavcl: na ra do
Trapiche, n. 17.
_ vende-so urna armacSo de venda conierper-
tencos todos novos na travessa da ra das Cruzes,
" Vende-se uma porcilo de lenha, proprla para
pjart pSSoso Udo : na travessa da Madre-
dc-Deos, n. 8.
o dinheiro
sa-
se-
esl o baratoiro trocando por tod0mcomo pgra
ma pnrc3o de sapatOes
BAGATELA,
von.le-sc um relogio de ouro, moderno, cobcrio
travessa dos Martyrios, n. -2, Jtt as .. num,
2 ftmVende-es'e urna preta de 18 annos, que cozinha
cng'omS, ellode bonita figura : no armazem de
^truIuoTratlcavo.emcasaderrerico
Itobilliard vende-se ac em barras
molas de carros; machinas para cop
papel o tinta para as n.esmas ; oculos de alcance.,
e varios tamaitos, e da melhor qualidade quo he
oossivel, chegados prximamente ; um opti.no sor-
timento de calcado inglez : bem como sellins e
l seus pertences; e agoa-ardenle de Franca.
patos de tapete, tanto para
patos de marroquim, cordov o mcn_
So ^f^J^S^iiSSSi* de lustro
na, aapatos df WfK.rroquim e de lustro pa-
^XtrS^Kco'm-.is Cmodo do que em
outra qualquer parte.
]\a loja nova do
Passeo-publico,
11. 1^,
Sproprio,V'pa'ra|vendem-so cortes de chitas suissas, do el
arcartas.com pannos andaics, a 1,200 res, com 10
ni ___i,Jl ,,r., mSn il SAI.!.
'
:
com
do cores flxas,
covados e
rncVde'cmbrlIa 'para mDo de senhora, a 320
ris ; merino preto muito largo e tino a 1,-WU,
1.600, 3,000 e 3,200 rs. ; cortes de calcas da aamada
pelle do d.abo, a 1,400 rs.; pecas de algodao tran-
c,aco a 4,000 rs.


. 3
- Vendenvse bilhetes da lo-
tera do Rio-de-Janeiro : em c a-
*>| sa de J. O. Elster, na ra da
Cadeia-Velha, n. 29.
--Vende-se umcaixilho envidragado, para urna
Janella : na ra do Collcgio n. 10, prfnwiro andar
Vendo-se, de casa particular, urna rapariga,
de 18 anuos, de elegante ligura.de boa conduca
que lava peritamente do sabao c varreHa engom-
ma cozml.a bem e cose alguma cousa : na ra da
vend"0 "' *9' |)rimoir a,ular> se J'r quem
~ Vende-se uma preta de 19 annos, scm vicios
i.emachaqnes,quo be boa vendedcira de pao e de o-
S;n,r!"en.VOn,'-: UOCmpn,dorsodira motivo
Tt'iSL"" lrcltar 26' se dira 1uom "
10n11nua-.se a vender boa matiteisa a i>n ton
500, 600, 800 0 1.120 rs. banha do po CO a 3~60 ? '
velas de carnauba do 6, 7 o 9 om libra a 320 rs' '
rifo a Tin J Caft' m0'do ,60 "" "t '
grao, a n pastas novas o grandes a 240
rs ; bo achino, ingleza, a 210 rs. ; patos,,, v5,-* "
VbOrs. a duza; arroz de casca a 2,800 rs o l-
queircd..medida velh, ; n.ilho alpista a Vio n a
Jat'iSa ?i0 w;a ,li,a; azeilc doc*da "S
rhi,rafa; Chari"S regala, a 1,360 rs. a
da doce de go.aba de 6 em arroba a 800 s aue
endaOVoor'mon4,)0rS-:00'luS 0S '.....s e& ".
P c,n()Slpre!0 ,l0 ('uo emoatraqualguer
. i'i"0,-pa.t,eodo Carmo esquina da ra de Mor-
as, ladodireito, n. 2
,.lTVende"se uma vond na ,ll,"la Roda, defronte
', n ? ? com.l,ol'cos rundos : a tratar no se-
gundo andar porcuna da mesma venda
|NaruadoQucmado, loja de chapeos, n. 38.
>*Uendem-se superiores chapeos francezes da
ultima moda de Par; chegados ltimamente no
litigue .Mar; chapeos do verdadeiro castor portu-
gus do ultimogosto chapeos de massa-castor, a
lisbonense; ditos do castor sem pello; linos chapeos
, de paha italiana para homem e meninos ; bonetes
develludinho a franceza. para enancas; bonetes
a amazonas, para as senhoras andarem a cavallo-
chapeos do massa, do todas as qualidades : ludo a
prego quo convida aos compradores.
- Vende-so urna canoa de conduzir agoa toda
construida de amarello e sicupira, pelo diminuto
proco de 130,000 rs.. a qual p'le servir para canoa
alerta tirando o conves fra, que he de taboas de
amarello ; os pretendeiites nao deixarSo de fa/er
negocio a vista do objeclo e du preco, que he o mais
barato possivel: na ra da Senzalla-Nova, venda d
Jos l'ereira se dira quem vende
nhodaFigueira,al80e200rs. a garrafa: mantoi-
ga de yacca, a 100 480, 560, 610 e 800 rs.: saccas
da grande a 3,200 rs. ; cha hy.sson a 1,920, 2,240 o
2.500 rs. ; c todos os mais gneros por procos mui-
to rasoavcis.
Vende-so, por precisSo e por preco commodo,
um prcto de Angola de meia idado de bonita fi-
gura, sadioe scm vicios he canoeiro enteude do
todooservieo de urna casa, e he bom comprador:
na ra INova n. 39, segundo andar.
Na loja nova do Passeio, n. 15,
vendem-se cassas modernas, de cores lisas e largas,
a 240 rs. o covado ; chitas de novos padrOcs o bons
pannos a 4,500 rs. a pega o a 120 rs. o covado ;
aiem destas, ha um completo sortimento de fazen-
das de todas as qualidades: tudo por preco com-
modo.
Vende-se u ni sobrado de um andar, sito na
ruadoltangel n. 13; una cadeira de arruar toda
envidragada e de dous bracos por prego commodo :
00Aterro-da-Boa-Vista n. 33, primeiro andar.
Va loja ce Jos He-
nee! Monteii'o Bra-
to fino e de cores, a 1,280 rs.; panno fino proto ,
a 3,000 rs. o covado e de outras cores e qualidades ;
meias para meninos, a 80 rs. o par ; ditas para me
ninas ,a200 rs.; ditas pretas e curtas a 120 rs.
ditas muito finas a 280 rs. ; ditas para senhora
.i. Ajan i- i:_u,
Parecem de seda.
Lindos chales de lita cores escuras, a > 400 rs
formidavcis cobertores de algo.lfo, muito encorna-
dos, proprios para escravos a 1,000'rs. : na ra
do Queimado loja n. 11 A de R. C. I.eite
-Vendem-se 4 escravos de nac3o um ODlimo
molequede 16 annos ; 3 esclavas con. habilidades
na ra Direila, n. 3.
--Vendem-se 6 pretas mogas, com habilidades, de
bonitas figuras ; pretos e pardos lamben, mocos
na ra I\ova, n. 40. s
7J't'ni,''m-se 9 '"a* terreas rom quintaes o ca-
en ibas sitas na travessa do Peixotu que renden.
8,000 rs. inensalmenle cada una; e por ha ver lie"
cessidado vendem-se por 800^0 rs. cada urna : na
ra Direita sobrado n. 29.
IV ao he chalaca do novo bai a-
teiro tudo querer vender a
trocode|)ouco dinheiro, na
Ma nova loja de nrudezas da
ruado Cabug,ti. l.hein como
Jjicos finse ordinarios, de bonitos padrOos ; luvas
deseda curias, a 120 rs ; ditas cumplidas a 480
n ; franjas brancas de algodao a 160 rs., c de Co-
res, a 240 rs ; filas brancas de linho, a 200 rs ma-
QOS de 13 pegas, e, encarnadas, a 600 rs. ; papel' lma-
50 CJ le poso, a 2,600, s a resma; biincos^m.rados,
J; 800rs'.;-,',so>|ras com un. pequeo tuode
a varia e caivetes, a 80 rs.; linha 'de crrele a
2WTS. a duz.a ; caixasde pos para denles, a 60 rs ;
me,!ls de meninos e meninas, a 160 rs. o par phos-
phoros de. pente contendo 104 palitos que ,,,'ofa-
Iban., a 20 rs ; trancelins de borracha ., rs I -
gasded.ta a 120 rs. o par; pentes de'tartarg'a ,a
parjcaisasde linhas de marca grossa.
ga, na ra do Crespo, n. 16,
esquina que vira para a
iua das Cruzes,
vendem-se ricos cortes de vestidos de seda para se-
nhora ; linda fazenda intitulada garca de seda
de mili ricos gostose muito modernos*, para vesti-
do de senhora; casimiras elsticas, francezase mo-
dernas de gostos muito agradaveis; chapeos pe-
los francezes prximamente chegados de Paria
adamascado de linho, com 8 a 10 palmos de lar-
gura para losillas; guafdanaposda mesma fazen-
da; toalhas mais pequeas; ditas com 3 varas; e
outras muitas fazendaa de gosto.
Vende-se uma parda escura de 20 annos, quo
lava de sabfio e varrella coziuha o diario de urna
casa, Olio tem Vicios nem achaques: vende-se por
urna precisao : na roa da Concordia, passando a
pontezinfia a direita, segunda casa terrea se dir
quem vende
<,.! 'opouiuio.)
oaajd .1.1,1 o iopapjpjnbstMpoiopsopuozaiopoi
-UJUIIJ.IIIS ojajiimoj uinsaisap uois o SJOO't
SOUUd SUOq eSOJQOOp SK)!l|J0p'o1U0Ull1JOSOAOU
un .opgAoo um spaa -sj okp'i epo5ajd oiajeq oiad
wnw| ap soui|Bdaiosop 'esoojSMsd Bzeouud ka
-oh g )s--.ipu.,A 'S -u 'oiuoiuvs'o'p oojeoiioiuo.il
-uoj Biquadoioo V VU0U9S sasisuiino op sfo| b
240, 320 e 400 rs. o par; mantas do fil de linho a
1,600 rs.; cassa escampinada, propria para cortina-
dos, a 3,200 rs. a pega ; cambraia lisa muito fina, a
840 rs avara. DAo-.se amostras francas aos compra-
dores. Alcm destas ha outras muitas fazendas moder
as por pregos rasoaveis.
Vendem-se 80 caixOes jvasios, para assucar, por
prego commodo: na ra do Trapiche, n. 17.
Vende-se cera do carnauba da melhor
qualidade que tem apparecido tanto a
retalho corno em porgoes : na ra das
Larangeiras n. 14 segundo andar ,
junto a refinagSo.
Vende-se uma grande casa terrea, Teitaa modor-
na, por prego commodo: a tratar no principio da
ra Imperial n. 9.
A 640 Ii
a
pares de pentes de tartaruga do marrafa: na ra lar-
ga do Rozado, n. 24.
ATTKNCAO'!
Frederieo Chaves, fabricante de gaz hy-
drogeneO liquido, com fabrica de li-
cores, chocolate e espiritas, no /terro-
da Boa Vista, n. ij,
lem a honra de participar ao rcspcitavel publi-
co, c com, particularidade aos Srs que usa ni de can-
dieiro de gaz, que na sua fabrica sompre acharflo
grande porefiode gaz hydrogcneo liquido, de boa
qualidade, pelo diminuto prego de 320 rs. a garrafa.
Vinho de Cfiampanha
da superior c muitoacreditada marca
Cometa,
vende-se noarmazenidcKalkinann & Itoscnmund,
na ra da Cruz, n. 10.
OJ)CA
- Vendem-se o alugam-se muito boas bichas,
chegadas ltimamente de llamburgo : tamben, vita-
se applicar, para mais coinmodidade dos pretenden-
es na ra estrella do Rozario, defronle da ra das
Larangeiras loja de barbeiro, n. 19,
Vende-se urna morada de casa de sobrado de
um andar c slito feito a moderna, em uma das
pnncipaes ras desta cidade ; na ra Direita, n. 50.
lendc-se uma commoda do Jacaranda urna
secretaria do amarello 12 cadeiras de palhinha de
o eo um sanctuariode tres faces, de Jacaranda ,
Obrai muito asseiada ; ludo por prego commodo : na
luaua Ladeia-\elha,n. II, se dir quem vendo.
- Vende-se lima venda em bom lugar, e muito
i.emalregue/ada para a Ierra : na ruadaCuia, n. 9.
--\endem-se4 escravos, chegados do serto ,
sendo urna umlatinha de 12 anuos; urna crioula de
l anuos ; um pardo de 13 a 14 annos bcm claro ,
muito propno para pagcn por saber bem montar
a cavallo ; um pardo perito ollicial de pedreiro : na
ra do Traplohe, n. 36, lerceiro andar ou na
iua os lanouiros, armazem n. I.
1.200 rs. o parjeaisasde inl.as
contendo cada caixa 16 nvelos a ico [os
^da.ra,;n;'nfeilBr ^lidos de senhora ."' 80 rs. a
duzia ; medidas para allaiatc
a 60 rs. ; clcheles
e;u caixas contendo 12 duzias.aloors. a
lo de inho lavrado a mil rs.'a vara e eofVj
a.; a jofares, a 120 rs. o fio ; fitas de velludo largas"
160 rs, e estrellas, a 120, rs. avara; nenies d
de prender o cabello, a loo rs. P Ue
LOTERA DO RIO-E-
JANEIHO.
Vendem-se bilhetes c meios ditos da
stima lotera a beneficio da constrnecao
c reparo das matrizes : na ra da Cadeia
loja de cambio, n. 38 de Manoel Go-
mes.
-Vendem.se acg-des daextinc^
fa companhia de Pernambuco e
Parahiba : no escn'porio de OJi|
veira Iraios & Companhia, na
ra da Cruz, n. 9.
VELA8 DE CERA.
Vendem-se caixas com velas de cera sortidas do
Rip-de-Janeiro de superior qualidade, c lamben
caixas ou porgues de qualquer qualidade, desde
ala 16 en, libra ; brandos de una 0 meia c duas
libras; bogias para castigaos, e tamben, algumas
caixinbas de,50libras de velas de cera de soos :
l 'i ,ln:''ili'',y',i',lmM,, |,ara ftBrconUs : na ra
da .Senzaila-Velha, armazem u. lio.
rJiarulos de San-Felx.
Mauoel joaquin, (jongalves e Silva, ,,a ra da
i I;1"' -ca-ntihca a seus freguezes que pelo
ultimo vapor, faraense) lhc chegou um conin'lclo
ddfabucede.San-l.elix, como de outras das mais
acreditadas, e pelos qu.es o mesn.o se responsabi-
Hl,w-I?.dC"SC U,ma a!"ma^ de ve,,de e ta,nl'en so
a I uga aloja onde osla a dita armacilo : na ra es-
trella do Itozuno n. 45.
- Vendem-se caixas de cha hysson, dc6, 12el3
libras em porgoes ou a relalho ; caixas de velas
de espermacoto de 5 e 6 em libra : na ra da Alfan-
dega-Velha n. 36, em casa de Malheus Austin & C.
Metliodo facillimo, quarta
edreo, por Montcvcrde.
Estes livrinbos tilo procurados para instruccilodas
primen-as idados chegaram livraria da esquinado
Collcgio onde se vendeni a mil rs.
Coro rapia InasUicu ,
ou relagfio historico-gcographica do Brasil, por Ma-
noel A y res do Casal nova eJigiio enriquecida de
urna planta lytographada da cidade do Itio-de-Ja-
neiro,2v., 1845, brocb. 8,000 rs. e encad. 10>
s. prego do It.o. Ksla classica descripgSo do Bra-
desdea sua dcscoberta ucha-se rein.pressa nesta
nova edigiio c be um dos livros mais completos
para toda a classe de leitores que se interessam pelas
cousas do Brasil. Vende-se na llvraria da esquina do
Collcgio.
-- Vendem-se 191 pegas do cabo de Cairo i na ra
do Irapiche, n. 8
--- Vendem-se qualro mastros de pinito: na rna
do Trapiche, n. 8.
Vende-se carne de vacca salgada, em barris i
na ruado Trapiche, n.8.
--Vende-se cha prcto muito superior, em caixas
ae 16 libras, propno para familia : na ra do Tra-
piche, n.8.
i\a ra da Senzalla-Nova, n. 3o ,
(padaria) vendem-se juncos de superior
qualidade, em porcao c a relall.o, e por
menos do (pie em outra qualquer parte
REFRESCOS.
Xaropede groselhe feito do verdadeiro summo.
viudo de I-ranga, a 1000 rs. a garrafa ; dito de llo-
res delarangeira,a 1,000 rs. a garrafa ; dito feito da
yiuadcira resina do angico, que he muito conheci-
uo e approvado por as pessoas que padecem do pei-
io, por ja ter Teilo ptimos beneficios, n 1,000 rs a
garrafa ; ditos de maracuja, tamarindos, limaoeia-
ninja, a 500 rs. a garrafa : no Aterro-da-lioa-Vista.
labrica de licores, n 17. '
-- Vendem-se mui bom feitos vasos para riora
pias para preservar as formigas ; pequeos cacos n,
ra vender flores; jarras o outras obras : tudo rt
muito bom barro e mais barato do que nos arnu
zens do louca dosta cidade : na ra da Florentina
11. 16. *
Vende-se, ou permuta-se por casas terreas ne.
la praca o sitio Agoa/inha junto ao sitio do sr
doutor Coelho, o perto do l"orno-da-Cai, o qual h,'
muito grande, com boas trras para canna roet
capim, grandecercado para gado, e com algnsti
de larangeiras ecoqueires, muitos cajueirose d
denzeiros, passa um roacho por dentro c por iSSn"
por grande que seja a secca, sompre tem bom Dastn
para a cnago de gado, e as trras sflo proprias
tratar com Manoel Antonio da Silva Motta na r.
de Apollo n. 27, OU 34. a
Vende-se uma venda na ra dt Roj, C
poucos fundos, defronte da cocheira a tratar no
sogundo andar por cima da mesma venda.
- Vendo-se uma casa terrea na ra dos Copiares
a tratar as Cinco-Ponas, na casa de rancho do Sr
Francisco dos Reis. *
Vende-se um elegante o bom acabado sobra-
do de dous andares e mirante sito em boa ra or
prego commodo; um dito de dous andares ; um di
to de um andar, nasprincipiaes ras do bairro do
b.-Antonio ua ra de Agoas-Verdcs, n. 46.
- Vende-se um escravo do servico de ra, multo
licl e sem vicios por prego commodo por se achar
com urna infiammagilo em um olho: na ra Formo
sa penltima casa a fallar com o solicitador W
Joaquim Ferreira Rebello.
-Vende-se uma bonita e vistosa preta de nac3o
Angola de 25a 30annos, perfeita engommideira
e quo lava muito bem, cozinha o diario de uma casa'
boa compradeira e vendedeira de ra sem achaques
nem molestias : na ra da Cruz, no Recife.n. 18
segundo andar. '
Vende-se cera branca refinada moito supe-
rior, em gamellas por preco em conta : no aruia-
zcm.de Francisco Dias Ferreira, ao p da alfandeg.i,
ou a tratar com Leopoldo Jos da Costa Araujo i,
ra daMoeda n. 7.
barateiroda loja n. 4 da ra
do Crespo ao p do arco de
S.-%ntonio, vende
umricoe novo sortimento de cambraias de cores,
de padrees escoeczes, e maravillosamente cstampa-
S^COfn C('res mui fixas com palmos dollareura.
a 320 rs. o covado ; cortes de collotes de fustlo pa-
drees novse cores (ixas a 500 rs. o corte; ditos
desetim lavrado e de velludo tambem lavrado, a
3.000 rs. ; ricos cortes de casimira franceza o els-
tica por muito barato prego ; muito superior casi-
mira preta franceza e elstica a 3.000 rs. o cova-
do;ecm din um completo sortimento de todas as
azendas, por prego mais commodo do queemou-
tra qualquer parte. As amostras s3o francas aos con-
correntcs.
. SAO' DE PATENTE a 3,200 rs.
(.hapeos deso, do panninho, hasteas deago, me-
Ihoresdo quo os que teem vindo,n.to s pela sua boa
qualidade como por terem as capas de oleado; um
sortimento de fazendas finas de todas as qualidades-
rH^n ec6rcs'!"?mais m> C^rtosLeite."1 i& "Va "' A' dy">">
O FINO PANNO DE LINHO DO PORTO,
esta se acabando a 800 rs. a vara; tem pecas da
15, 16 c 19 varas, e o de 600 rs. he de 25 varas e uma
torga ; excedentes meias do algodlio cr; ditas pre-
tas para padre ; ditas linissimi.s de linho : na ra do
Qucimado, loja nova de Raymundo Carlos I.eite,
Deposito de
lu ra
da
n.
fabrica
7.
vinagre
Imperial,
na fabrica de licores, do Frederieo Chaves, no Ater-
ro-da-ltoa-Vista, n. 17, onde se achara sempre
grande porgo e por preco commodo.
--Vende-se um pretode nag.lo, mogo ofllci al de
sapateiro airas da matriz da Boa-Vista n. 4.
Direita 'i 55* Ul" aSal de rolllsl,ra"cas:.na ra
Caa da F
na na estrella do Hozario, n. 6
telasSdsw;:!)e,6C,,,?tO,'cna,n-S0 a vw"la s*cau-
55 S-Vc
gossfloosdocostme ^ A C"aS : 0S Pre"
- Vende-se, na venda da esquina da ra da S
ruz. (Illfl vrilta narn a a. irj"-' u "..UB_ua s-
AOB4RATO.
\a nova loja de Francisco Jo-
s Tcix eir Bastos, nos qna-
tro cantos da ra do Quei-
niado, n.iO, que faz esquina
para a ra cstieila do Roza-
rio, vendem-se
fazendas novas, bem como : brim pardo trancado
depurolinbo, a 200 rs. o covado; dito superior, de
cores as mais modernas a 1,500 rs. a vara; aigo-1
dito irangado de listras, americano, a 180 rs. o co-1
vado ; dito encorpado, a 200 e 240 rs. o covado ;
chitas escuras de cores fixas a 160 o 180 rs.', e linas
?LT? SE?rtea a20?r- covi,do i dil" l"Pe-
Qm'pV?"140!?'0 COVado ; crles dc cambraia
',l"f i ">! Pegas dc bretauha de rolo
rTavara l!.a.^rr;dUdePUr0 IB,, a **>
inpeki.il
DE RAPE FINO
rw
FAIIIIHI
NACIONAL
Escravos Fgidos.'
A grande extraegao que tem tido esto rap.depois
III' III i'Vn.i.l.......... I i____________ :_____ .r CY."
-Fugio de bordo do patacho PWcono uni escravo
de nome Roque, de San-Tbom estatura naixa,
ros o redondo c sem barba, com feridas as pomas
r"lCm Ca,"8a e calca !,zul arroto inglez
steese avopertenco a Jofio Jos Pereira doAzeira
a lo"r.?," uVm- Q,ien' ^P^ender, queira le-
nh .la u CrUZ n 66' sasa d0 Gaiidino Agosti-
nho de Barros, por quem ser recompensado.
na7ua^7reTlnURdaCaSan-1,6' Pnmeiro andar>
?io t li, Romi' dia 25 do corrente, as
1'3T<-dan0lle' "na preta de nome alaria, do
agaoCagange estatura ordinaria cheia do cor-
Bm^^S Cl 3 a"n0S ; lcvou veslid0 dc ISa
branc Ja desbotada com llores miudas, artolas de
euro cortadas, as orelbas : quem a pegar leve a di-
ta casa que ser gratificado
--Acba-se; desde odia le do corrente tosida a
nieta Joanna, de nagSo Benguel. de 30 nSs pou-
comars eumenos; he bem conhcida por usa? do
he Rff Para Se"i'ra' rrucl". bolos etc:
he alta, secca do corpo cor fulla rosto comprido,
c,,u.v, P. ru-wzffaz r.5^sTS~553!
2mfo^Psto."vond"' hProva neontestave do olhos fundos: ari^um U o f,' ,ra8to mpndo,
bom acolh.niento que tem merecido. O nico de- dos, beicos rosaos-tem m.m dei?tc" iima"
psito he na roa do Trapiche, n. 34, e a retalho doaSKESil' t.?.nl"-m.arca ""t'ga no la-
vende-senas tojas dos Srs. J. J. do Carvalho Moraes,
** l'into& Irmao A. B Vaz de Carvalho, Cu-
nha & Amor.m Pontos & Sampa.o, na ra d Ca-
de.a do Recito ; A. I>. deOliveirn Reg, na ruada
Madre-de-Deos; Campos & Almeida, na ra do
(pr,.IS"dH; T- A' '0n8eca' "lino Maximin?
de (.arvalho, na ra do Cabug ; C. C. Breckemfeld
praga da Independencia ; Caetano L. Ferreira Tho-
niaz P. M Estima, e Antonio Pereira da Costa e
Cama, Aterro-da-Boa-Vista.
aBTlndea"Se;.,p0r Precifa > moleque Florencio,
do nacfio do 17 annos de bonita lisura, sem acha-
ques : JoSo, Angico : Manoel de nacflo : Francisco
crioulo : escravos que fazcm todo o servico or
commodo prego: Rosaura, mucama : Francisca e
ia .molecasde 13a 14 anuos: Hara, dc na-
gao Rengela : Rosa e oiiifacia ,
genbo : na ra de Agoas-Verdes, n. 46.
-Vendcm-so casaos de pombos, muito grandes
bous ba edores bonitos e de ptima raga ; bcm co-
mo (libles muito gordos: tudo por prego muito
commodo: na ra da Florentina, nVl6
dn*nir.r.ri .'"'"" marca "liga no a-
WeThB dt0*10.' Provernie"^ le unfa denla-
menta as autoridades policiaes capitaesde c.mnn
lerarem^ boa recompensa sea
levarem ao Aterro-da-Boa-V sta n. 17 fabrica de
licores de Frederieo Chaves '
gaga\yU8o0'ro.n.a0^d0 Crre."le do en^nho G^'
goino Tn^^nn',,,0Sr levu can,is- eca*as d
.Inow, f'lura ordinaria, uma cicatriz ao n
.a uemo'nt' T" fa"a ^cabello .trisdTore-
mperull W"r leV a dit e,|ge""o. ou na ra
imperial, n. 39, que so pagarflo todas as dospezas.
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PEHi\.
NA TC, DEM. I..I.EFAK1A___1^4;
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