Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08501

Full Text
Anno *" ^i7'
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Sle'ret'. porc^,M.bl.c>c-.o.
PHASES 0\ UU NO BZ DE JULHO.
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Mnsoai '^ \ BJ j |l0r '"* ".te J* |n "orm t*l d* manl.a
C'f"Ti'ei' ">" 7 ,,on" 41 ",in d* l"rde-
Quinta-fern 29
PATI.I\ DOS CORREIOS.
<5oi"ina Paralivha, t sesnnihs espitm feiri,j.
R i>-'V tiHe- tn. Norit* q.ii>iia le-ms i*n irein-lia,
'!)>. Sprin'ien, Hin-Knnmin, Fnilo-Calvo e
U I'.ii-h i'hi.h e Imiiln. lita ti,
l:.i.-Vi.n Flores a l* e 18.
Victoria. < qiiiuUa feral.
1 )uuU, iodo os <1as
PREAHAt DE HOIE.
Prmeira, as 0 lioias 8 minutos da larde.
Segunda, as C lloras e 30 muimos da uiauhaa.
-!
e'Jnj'in,
Anno XXIV.
N. lOy-
DAS D\ SEMANA.
Secunda, Syiifronio. And do -I dos o
nbaUdoJ d.c Ha > e do J M. \t Tf
Ierra. M. Patale'iO. Au I. do I. ilociv. .la
i. e do J. de '*! 'o 2. dii. la t-
Utiarla -. Innucenciii *> do civ.
i edo J i"/. "> disl. del.
Quinta. S. Ma.llia. And -lo J. <'e orpli.
c do I rr.iiniC'iial da l.vara.
V.I.. S. Uuli.io. mi do do ci. da
I- edo I ile iki do I dist de I.
Sahlnito. S Ignacio ilc Lovolla. And. do J
do civ.tla I. v. e du J de pal "o dist. de t.
Domingo. S. Auna M.ii.
CAMMOS NO DI A 28 DE JULHO.
I^mbkaohre Londres a JV,d p. tjt.i
i P.ns !>5 rs p.r Iranc.
., s L"hn* I"5 'I'' "' "l0-
Drsc.de le ira- d- IKM1 lin.s de ,IVi
6d.
turoOlC.lS 1-espail'lOlaS
a Manas de -i nu vell
, i! de 6f toe uov
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Pr.it ,l l'Uacoe .....
Prso cnliimiares. .
Ditos mexicanos ..
Muida
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10 DE PERM AMBUCO
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PAUTE OFFICUL.
S-IMSTF.RIO DOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS.
CIBCUL OS PRFSinRNTFS I>S POVIUCIAS.
ln-de-Jnntiro em 2 de junhn de \&\7.
Illm. f xm> Sr.Srmln nooessarin que os rrpsi-
lcnli'S 'Is (irovincias triiham conherimi'iiln das clp-
IjhpmcOes'logoviTiio imperial sobre rohicOes nli-.r-
naoionaes, pura a devida piiUcac-ilo dellas ; remello
i v Ex. a copia inclusa da nota, que com dala de
25 do crlenle dirig ao cncarregado de negocios de
S M Fidellissima nesta corte, acerca do artigo 5.'do
tratado do 29 de agosto de 1825, e da poltica que o
ovorno imperial tem seguido e continuara a seguir
as suas relaces commerciaes e mternacionaes
com as nac/5es amigas ; e sendo esta a de tratar a to-
ds com a mais perfeita igualdade, ao mesrrib gover-
i,o pertence a escolha e emprogo dos meios adequa-
dos para obter a devida reciprocidade, e V. Ex. em-
pregar os meos ao seu alcance para que os actos
Ja assembla dessa provincia e as posturas das c-
maras municipaes estejam de accordo com a mesma
pulitica do governo imperial. O que de oidem de S.
M o Imperador Ihe hei por muito recommendado.
Dos guarde a V. Ex Saturnino de Souta e Oli-
teira.
Copia da nota a que te refere a circular supra.
2.,Soccjo."N.16. Rio-de-Janeiro. Ministerio dos
negocios estrangeiros, cm 25 de junho de 1847.
0 abaixo assignado, doconcelhode Sua Magesta-
de o Imperador, ministro e secretario de estado dos
negocios estrangeiros, tomando cm considerarlo as
instancias do Sr. Jos de Vasconcellos c Souza, cn-
carregado de negocios de Sua Magestade Fidelissi-
ma, para que tivessem urna soluQilo adequada as
suas reclamacOes relativamente subsistencia e vi-
gordo art. 5.a do tratado de 29 do agosto de 1825,
passa a responder ao Sr. Vasconcellos pela forma se-
guinte:
Odito tratado, alm das disposicftos relativas ao
Kconhecimento da independencia e indemnisaqOes
aos respectivos subdilos.nenhuma outra contm que
ohrigue perpetuamente as duas altas partes contra-
anles; as disposi(,Oes dos artigos 5. e 10 conlccm
estipula^Oes transitorias, ou sem limitaco do lem-
po de sua duragflo; os tratados sem litnitag.lo do
tempo terminam.ou quando una das partes contra-
tantes intima outra a sua menc^o de da-las por
acabadns, ou quando em seus actos se afasia de
suas disposiQes, e assim mostra querer que ellas
deixem de ler vigor; o entilo a outra parte, aceitan-
do o fado, fica desligada de toda a obrigaejo : as-
sim tem acontecido entre Portugal e o Brasil sobro
as disposices contidas nos artigos 5." e 10 do tra-
tado de 29 de agosto do 1825 : o Sr. Vasconcellos
sabe perfeitamente que foi Portugal o primeiro que
abandonou a disposig&o do art. 10, pola qual as pro-
duccOes dos dous paizes deviam pagar provisoria-
mente 15 por cenlo de direitos do consumo, e o pri-
meiro abandono foi foito, logo posteriormente ao
tratado, pelo decreto de 7 de dezembro de 1825, pe-
lo qual as agoas ardenies do Brasil foram tributadas
com um direito prohibitivo, o depois por diversos
actos os mas artigos de producco do Brasil oram
tributados como o governo portuguez julgou conve-
niente raze-lo em suas tarifas, at que o Brasil fez
outro Unto pelo decreto de 1839, em que elevou os
direitos dos vinhos pela sua nova tarifa geral do
18M, sem que houvesse de urna nom de oulra parle
alguma intimacao previa para a cossrqi"o da obri-
gaefio provisoria contrahida no dito art. 10. E mo
foi s sobro o art. 10, cuja disposiquo tinha a decla-
ratjao expressa do ser provisoria, quo o governo
portuguez seguio a marcha do abandono sem pre-
via intimarlo ; ello a seguio tambem sobro a dispo-
sicaodoart. 5., defraudo do considerar e de tratar
os subditos brasiloiros como os da nacHo mais fa-
vorecida. Com o intuito de favorecer sua nave-
gado, o governo portuguez, pelo decreto do l*de
nnvembro de 1836, e ontras lois subseqnentes, es-
lah"lecondo diversos direitos de porto sobre os na-
vius i'slrangoirosem diversas circumslani'ias, sujoi-
ton somonte metade deanes direitos as emharca-
cOi-s nacioiiaes, e as estrangeiras equiparadas as na-
cionai'sem virtnde de tratados em vior, eo abaixo
assignado p le asseverarao Sr. Vasconci'llos que as
embarcares braileiras no leen sido comprehen-
ilidas no numero daquell is que por virtu lo de Ira-
lados deviam ser equiparadas as naciona.es, nao
obstante o seren as dos Estados-Unidos d.i America
do Norte, as da Inglaterra, e as da l'russia, e dos
mais estados do Zollwercin ; o abaixo assignado
pode at mencionar a barca brasiloira Lili*, e os
brigues brasileiros Piriato e Empreza, que ainda un
anno passado pagaram em Lisboa os direitos do por-
to calculados na competente mesa la alfandega em
conformidade dos arts. 1.% 2. o 4. do decreto de
14 de novombro do 1836, como pertenconles i na-
Qio nio favorecida por tratados, o o abaixo assigna
do informa ao Sr. Vasconcellos quo o governo im-
perial nao s aceitou tcitamente osles fados cons-
tantemente praticados como abandono e cessaco
da ostipulacito contida no art. 5. do tratado do 1825,
mas at, em 22 do abril de 1SV6, expedio expressa or-
dom ao seu ministro em Lisboa para nao fazor re-
clamaQiJo alguma a este respeito, porque entenda
3ue o governo portuguez estava no seu direito quan-
o dava por terminada a dita estipularlo do art. 5%
visto que, mo tendo ella alguma 1 mi tacita do lem-
po, ficavaa sua continuaciio dependente da vontado
de cada una das altas partes contratantes, quo nfto
podia manifesta-la por actos taes sem desoneiar
outra parte, principalmente quando nenhuma esti-
pulagita so acha consignada no dito tratado de 1825,
nem sobre o tempo de sua duracio, nem sobre o mo-
do de seu acabamento.
Ainda sobre outro objeclo importante mostrou-se
o governo portuguez desligado da obrigaoflO de con-
siderar o Brasil, em todas as suas relajos commer-
ciaes e intomacionaes, como equiparado n.iQita
mais favorecida ; pelo decreto de 5 de junho do 1844
regulou ocommcrcio das natjOes cstrangeiras com
as possesses portugiiezas na frica, o sendo urna
consequencia rasoavel de suas disposices a admis-
silo de agentes consulares tiaquellas possesses, ten-
do 0 governo portuguez admtidt a nnmeae.ilo do
um vice-consul brilannico no porto de Loanda,provin-
cia do Angola, tem constantemente resistido a ad-
millira nomeag3oqueo governo imperial so propu-
nha a fazor de um agente consulsr tiaquellas posr
sessOes, apezar do lhe ser demonstrada a sua neces-
sidado polas maiores rela^Oes commerciaes do Bra-
sil para all, pelo grande numero de subditos brasi-
leiros que frequentam aquelles portos, ou nelles rc-
sidem, e pelas muitas depreda?es quo teem sido
exercidas sobre seus ospolios c haveres em casos de
fallocimento, o a tita justificados motivos, apomdos
pela concessilo feita ao governo brilannico. respon-
deu o ministro portuguez o Sr. conde de l.ayradio,
em 6 de outubro de 1816, quo no decreto de o de
iunho do 1844 nita se menciona a obrigacao de ad-
mittir cnsules nos dominios portuguezes abortos
aocommercioestrangeiro, o quando se inencionas-
se s poderia constituir obrigacta internacional
sondo convertida cm tratado ou convengita expros-
sa,o quo nita existe; ficando, portanto, no livre arbi-
trio do governo portuguez admittir ou nao agentes
consulares brasileiros nos portos dos dominios da
frica nHo obstante teradmittido o Inglez : esta
resposta he bem concludente para mostrar que o go-
vcnio portuguez mo se taiga ligado a obr.gacio al-
guma de considerar o Brasil, em todas as suas rc-
lacOes commorciaes e internacionaes, como equipa-
rado nacita mais favorecida as mesmas relaces.
O abaixo assignado tema notar o equivoco que
escanou penetrado do Sr. Vasconcellos, quando
supnozquo o Sr. Aureliano ministro dos negocios
estrangeiros em 1811 reconl.eceu a pcrpetuidade do
art S do tratado do 29 de agoslo de I8M ; porquo
aquell'e ministro na nota de 14 de junho de ape-
nas deelarou subsistente esse artigo e no aviso de
12 do mesmo rhez e anno dirigiilo ao Sr. ministra
do imperio apenas disso que esto artigo era de
urna naturezi permanente Ora, permanente e per-
petuo sito cousas b^in diversas ; era de natiireza
perman-nle o arl. 5.fl, porque a Sita diiraco mo li-
niia um limite .lente da vontado de quiilquer das partos eontritaii-
t-s; em 1811 eonsid'1-av.i o governo imperial sub-
sislenle aquello art. 5 u, ou porquo n"io tinha amia
conlioci iientn da serio do actos do ovorno pnrlu-
iio?. em contradiecta dossi suhsistmicia, ou por-
KtlO flus ni'iiinnin'i'i ............. -._-.-,
quo, leudo noticia de ilguns nao liuln suida rosl-
os presos pobres da respectiva cadeia, do 1. de se-
lembro da 1846 so ultimo de junho deslo auno.
l'articipou-so ao ebefe de polica.
DEM DO DA 21.
Offioio --- Ao presidente intorino da rel*c,:1n, exi-
gi lo son parecer coros dn ennleuln no reqiieri-
oiento. qui' Iho enva, do hachare! *00 l'ereira dos
Sanios Castro
ISito -- \ admnistra<}0 no patrimonio dos or-
pllios, declarando quo as despez-is da festa da Ma-
arniln le devem sor Coilas na forma do.art. 75 dos
MEMORIAS DE UM MEDICO. (*)
por aicyanre ^uma0.
vido aceita-los como abandono do dito artigo ; mas
desde que um gabinete posterior se certeucot da
constante pratica, por quasi dez anuos nos portos de
Portugal, de uo incluir-so os navios brasileiros na
classedosdas nacos equiparadas por tratados aos
nacioiiaes, podia, em contradiCQilo da solidaneda-
de ministerial, aceitar os fados, o admittir a ces-
saoSo da subsistencia do tratado por ellos manirea-
iada, como fez, ordenando ao representante do Bra-
sil cm Lisboa, que nenliuma reclamaciio lizesse con-
tra a exclusta dos navios brasileiros da lista dos das
naces favorecidas por tratados. O governo impe-
rial deu sobejas provas de uo ter desejos do invi-
gorar as disposices do art. 5.', pois que so acoi-
tou a sua cessago depois de dez annos de urna pra-
tica constante, da parte do governo portuguez, in-
consistente com a permanencia daquclla cstipula-
tjio, e ainda depois do a aceitar para devida ap-
plicatjfoom casos ospeciacs contina a guardar no
systema geral de sua lcgislacio commercial os silos
principios que a dictara.nl: nem concloa o Sr. Vas-
concellos e o seu governo, que, por ter aceitado s
cossacita, o govorno imuerial pretende afastar-sc
daquelles principios; n, a sua poltica tem sido
o continuara a ser a de tratar a todas as naqes com
a mais perfeita igualdade, mas devo aproveitar-so
da experiencia para fa/.e-lo de urna maneita solida,
e por meios quo lhe garantam a indispensavcl reci-
procidade, o um tilo religioso respeito polos seus
direitos o soberana, como o governo imperial lem
pelos direilos o soberana das naces amigas, com
quem se acha relacionado, e o abaixo assignado
sent profundamente que a falta absoluta de respos-
ta do governo de S. II. B rainba de Portugal as jus-
tas reclamacOes do governo imperial contra o apro-
zament ejulgamentodoa navios o subditos brasi-
leiros pelos trTiiinaes portugueses, 'que serum mo-
tivo bstanle para quo o govorno imperial se rosol-
vesso a l'uzer cessar, quando o governo portugus
onflo tivesso foito por sua parto, a estipulacifo do
art. 5." ilo tratado de 1825 que presuppfle a existen-
cia do relaces da mais perfeita harmona e mutua
benevolencia) vonha na adualidado apresentar obs-
tculos ao emprogo dos meios a quo cima alludio,
o com quo conviria firmar entre os dous governos os
principios da poltica do govetno imperial cm suas
relaces commerciaes o internacionaes.
Tendo o abaixo assignado por esta forma respon-
dido as notas do 28 de julho de 1843, 15 de Janeiro,
16 de outubro do 1844, 16 de marco, 1'dcjunho,
28 de julho, 17 de agosto o 16 de setenibio de i.>
do Sr. Vasconcellos, aproveita esta opportunidaiic
para renovar-lhe os protestos do sua estima e Obse-
quio.Saturnino de Souza e UUceira.-EsUi contar-
me, no impedimento do ollieial-maior, J. do Al-
taide Moncorvo.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE 1)0 DA 20 1)0 CORRENTE.
Odieio Ao desembargado!- juiz relator da junta
dcjustica.transmttindoo processo de Antonio Mo-
rena, soldado do 6 batalhilo.
Ditos Ao inspector da thesouraria das rendas
provinciacs, ordenando faca pagara importancia do
alu-uel da casa em quo tem estado aqtiar ciado o
dstac monto de Pao-d'Albo, desde 20 de julho do
anno prximo lindo al 20 .este moz: 6 bemassima
das .lespczas que lizera o delegado do Bonito com
;i it'rMrrT,*r"'"";: at.'laer-iamann**
estatu isde 8 de Janeiro proiimo nassa lo, vislo co-
mo nao dosignam ellos quantis certa para somelhan-
te festa. ., ,
Portara Reeommendando as autoridades com-
petentes mo ol.slem o corte de maueiras quo tem
de fazor Francisco l'ereira da Silva, para cumplir
um contracto pelo qual se obrigou a rorueceras do
quo precisar o arsenal de iiiarinha pata a ronslruc-
euo da barca de excavac.i1o; e ordenando tenham cui-
dado cm evitar que nesse corte se nao deem abu-
sos. Particpou-se ao inspector do arsenal de ma-
rnliii.
PFRNAMBCO.
SEGUNDA PARTE.
ba a^asAio..
CAPITULO XII
ess yE sr cosatvt matbkia no
ASTICrDINTI.
Chegmos a Subiaco, como disse a V. Alteza,
duas horas depois daquelleacontecimento.
Todoocamnho levamos a fallar desso extraord-
nsTio salvador, que nos viera como do ceo, inespera-
'^^^orcSuiodoqueeu, suspeitou que
eraMche?e 'de urna dessas qu.drlh..,.que pos o ^ue
divididas em fragmentos em derredor de Roma, de
i
(*) Vide Diario n. 166.
iiendcm da mesma autoridade, e silo inspeccionadas
de lempos em lempos pelo chefe supremo, o qual,
investido de autoridade absoluta, recompensa, casti-
gaMasCoPurqeue todava mo podia contestar cm expe-
riencia com meu pai ; eu quo obedeca ao mou ins-
tineto. aue vergava ao poder do meu rcconhecimcn-
lo, niicria, nom podia crcr que esse homem fosse
um salteador. M ~ K
Por isso, as minhas oraces de noito a N Scnho-
ra, nao deixava eu do rogar Virgem em favor do
meu desconhecido salvador. .,.,
No mesmo da entrei no convento. O (tale eslava
em ser, nflo havia impedimento para que fossorece-
buJa Estava mais triste, porm tambem mais resig-
nad, do que nunca. Ital ana e supersticiosa. ntondi
que l)eosquizerapossuir-mo, pura intacta o sem
macula, pois me livrra desses salteadores, suscita-
dos som duvida pelo demonio para mancliar a cor. a
de innocencia, que s T)eosdevia desprendor-me da
fronte. Polo aue. com todo o ardor do meu carcter
uartilhei a prc'ssa de meus superiores edo meuspai;
e em meu nomo se fez urna poticito ao soberano pon-
tfice, afimdesereu dispensada do noviciado. Es-
crevi-a e assignei-a, e em termos de tita ardentcs de-
soos a redigfra meu pai, queS. Sant.dadc, ju gando
ver no pedido a fervorosa aspiracBo para o claustro
d uma alma desgostada do mundo, concedeu qiian-
to se lhe pedir ;e o noviciado do um anno, ealgu-
mas veres de dus para as oulras, foi, por especial
oraea lixado para mim em um mcz.
grD?ram-meePsta noticia, que nem P"^
gosto me causou. Pareca que eu ja eslava mona
para o mundo, oque se operava cm um cadver no
nual somonte sobreviva a impassivcl sombra.
q Ouinzedias me liveram rochada, para que .uta n c
tentasse o espirito mundano. Pela manha do dec-
mo-quinto da receb, orden, de desccr a capella com
"iUli apellas dos conventos s.1o igrejaspu-
bl cas. O papa sem duvida iiSojulga qire seja permit-
tido a um padre esconder a Heos, qualquer que s -
ja o lugar em que ello se manifest .seus adora-
dEnStrei no coro, e tomci o meu espaldar. Havia en-
tre cortinas verdes que fechan, as grades desse co-
ro ou para melhordizor, que fingem feclw-lo, a
$ digo, um espaco suficiente para quo so podesse
dSorg*4Vaue dava, por assim dizer, sobre.
mesmo tempo lhe disse :
Tsrdigttar'aflmaara mim airadas: corno I
mo podiam comprehender nem o meu gesto, nem I
Cunara municipal do Recife.
SGSSiO EXTRAORDINARIA DE 12 DE JULHO
DE 1817.
PRESIDENCIA. DO SB. REC.0 4LBUQUEBQBE.
Prsenles os Srs. CarneiroMonteiro,Dr. Nery, Cin-
tra, liego llanos, Egidlo Ferreira, Barata o Caudi-
llo, abrio-se a sossita e foi lida c ap|irovada a acta
da antecedente. ., .
O societario leu um cilicio doF.xm. presidente da
provincia, ordenando cmara houvesse de expedir
h convenientes ordena para que se proceda, decon-
formidade com a le n. 387, de 19 de agosto do 1846,
as eleicfies primarias no da 19 de setenvbro prximo
futuro, conforme foi determinado por aviso da secrc-
laria osudo dos negocios do imperio, daUdo do
17 do iunho prximo passado, afim de se proceder a
eleicao de 2 senadores por esta provincia, pelas va-
L-.is deixadas na respectiva cmara pelos fallecimen-
ios do concelheiro Antonio Carlos ll.be.ro ue Anura-
da Machado c Silva, e coronel Jos Carlos Maimick
da Silva Ferrflo, visto ter-se o senado conformado
com o parecer do sua commissita, quo considerou
milla a eleicao feita ultimamento para esso mesmo
lim ; devondolcrlugara reuiiiitados collcg.os elel-
loraes .leste municipio no dia 19 do outubro subse-
cuente, e nos lugares indicados na portara por co-
pia junta ao ollicio supra. Intcrada c fizeram-so
as necessarias communicacos.
Outro do mesmo Exni. presidente, exigindo.com
urgencia, saber se com a croscSo da nova freguezia
da Varza sotTie o respectivo d.stricto de paz al-
gun.asalteraces oquaes. lute.rada aecusou-so o
recebimento e pediram-ae os precisos esclareciracu-
los aojoiz do paz da Varzea. ._
Outro, participando quo a organisacao das duas
coropanhilis, quo mencinnou o seu ollicio de ','do
corrente. diz respeito ao7.' batall.ao, o nitaaoe.
como po'r enganoP se declaro... lute.rada o accu-
SO^\3indo os exemplares o peridico pu-
blicado na corte pela sociedado Auxiliadora^iainr
dustria nacional, dos mezes do oulul.ro a dezembro
doaiiiiopiLado; e Janeiro a abril do corrente an-
no. Inteirada o secusou-se o recebimento.
ulro do procurador, informando cmara o mao
esUdoem que se cha a cavalutrice emala arranjos
da coclielra da exlincta companh.a de r.be.r.n,hos,
por se adiar aborta nicrcOl do povo o dos animaet,.
-Que 0 procurador procure alugador para a mesma
cocheira aflm de evitar a continuaciio do daino.
Outro do dito procurador, informando o roquen-
n.ei.tu do mestre pedrero, Theodoro Jose_da Silva
as minhas palavras, soguiram-mo a dircccSo das
mos dos olhos c da voz. e olharam tambem para a
nave. BU olhe igualmonte tremendo.
*^ESS mi..., senhora, exc.amou
..oren/a .^esperada, desde esso momento quo estou
r&SfSSL vejo do sobrenaturaL Toda-
va/ minbairmaa, respondeu a princesa com um
S^%^qurn.^ao^desentiroqueeu
experiinentei.
_ tino oxuerimentou V ni. i
Z Aclmr-mo possessa inleramen e: o meu cora-
C3o,aminhaalnia, a minha raso, ludo o demonio
^"i'nha irmla, tonbo muito medo que esso de-
monio n.1o seja o amor, disso madama Luiza.
_ Oh! o amor n.1o metera foito padecer assim,
o amor mo me teria opprimido o coratjilo, abalado
todo o corpo. como o vento da tempestado faz a uma
arvore, o amor nao me leria suscitado o mao pensa-
mento que meoccorreu. .
__Quo mao pensamento foi esse, minna mnar
__ Ku devia ter confessado ludo ao meu confessor,
n3o he, minha senhora ?
Sem duvida.
Pois bem o demonio, quo me possuia, me m-
sutlou, pelo contrario, que guardasse segredo. Nem
uma s religiosa, talvoz, havia entrado noclaustro
sem dcixar no mundo, que abandonava, uma lem-
bi
w



Lacerda, pedindo o pagamento das despozas feitas
com os reparos da casa do jury. Mandou-sc passar
mandado de pagamento.
A pedido do Sr. vercador Cintra, expedio-se ordem
ao fiscal da fregueza da Boa-Vista para que Taca,
coma maior brevidade, enliilhar os buracos que m-
podem o transito publico na estrada do Mangunho:
assim como tambem se ordenou ao dito fiscal, a pe-
dido do Sr. vereaBor Reg Barros, que oxaminasse
urna edificacSo que se est fazendo na estrada de
JoSo-de-liarros, com oiles singlos.
'"?' "'Jo c approvado um parecer da oommisso de
edificacno, dado sobre a prctengflo de Eugenio Nor-
berto Alves Ferreira, e de conformidade com o mesmo
parecer se informou a peticio.
Despacliaram-se as petges de Angelo Francisco
C.irneiro, Carlos l'ereira da Silva, Domingos barrei-
ro, Francisco Cavaloante de Mello, Joo Mauricio de
Barros Wanderley, Joaqun) Concalves Maia, Mart-
111:111110 Jos da Silveira, Mathcus Jos Gomes, Thco-
doro Jos da Silva I.acerda. F. eu, JoaO Jos Ferreira
deAgmar, secretario a subscrevi. Pego fllmqwr-
mes, Mav. Pinto CuimaMes, Arbuk e ou: os tres pri C<""'<"<>'. a celebror-se com a thetouraria da, renda,
meirnsSenhoms for.ni ,le onini.-fn ., .ligadura P">vmaae, no mez de agosto prximo futuro.
que, presidente. llrala. l)r. Nenj da Fonseca. -
Carneiro Monteiro. Pego Horros. Egidio Ferrei-
ra. .audino. Cintra Manoet.
PARECER A QUE SE REFERE A ACTA Slll'RA.
O terreno alagado, eujoal'oramontosolicitaocida-
d.io Lupino Norberto Alves Ferreira, he situado em
lugar donde anda se nflo tcm levanta lo planta al-
Buma topographica,e consequenlementecsta na im-
possibilidado a cmara municipal de poder sobre elle
formar oscu juizo a respeito das conveniencias do
municipio. A' vista do que, parece a commisso, que,
nao lendo a cmara preciado desse terreno, se deve
de informar a S. Exc, que ello pode ser concedido
ao peticionario, obrigando-se este a deixar as ras o
pregas queporvenlura forem determinadas na plan-
ta que se bouver de levantar.
Sala dassessOes, 12 do julho de 1817.-- Os verca-
dores, Barata. Barros.
Communicado.
NSo ha medico que, durante a sua carreja, nao tc-
nha encontrado casos de grande interesse scientifi-
co, o a publicacSo dcsteshe um dever a que se nao
devo eximir nenhum pratico; porque o conbecimen-
t das observaces soladas servo do estabelecer os
verdadeiros fundamentos de diversas prescripcjs
desconhecidas, ou que, por pouco empregadas c nao
soguidas coiivenientemeiite, silo abandonadas antes
de se dar o trabalhode facer um exame aturado.
Tendo observado nesta cidade um caso raro, julguei
necessarioda-loluz. Ilesejava que esta publicacao
fossefeita em um peridico medico; mas, niio os ha-
vendo por ora nesta provincia, recorro aos nossos
jornaes.
CURA EXTRAORDINARIA DE UM GRANDE ANEIIVSMA, POR
ario DAS Appi.ic.igoES DE OBLO AJUDAD0 DCi TRATA-
MERTO DEBILITANTE.
Polycarpo Luiz Connives Ferreira, lilho do Sr.
Antonio Luiz Concalves Ferreira, de estatura re-
gular, COmpleicfiO forle, idado de 36 anuos, na-
tural d'Africa donde veio para I'ernambuco com 7
annos, voltoucom 15, e conlinuou a viajar at os
trinla e cinco, tendo soflVido durante este ultimo pe-
riodo pebres inlermitlentcs c affeeges syphihiicas
por diversas vezes; e sendo prisioneiro foi" obrigado
a fazer gervicos pesados que nao eslava habituado.
..o sano u 1S5C comegou a seniii forte paipitagao
na virilha direita, e em fevereiro deste anno sobre-
veio-lhe urna inliltracTo, do joelho para baixo, na
perna correspondente, e ao mesmo lempo apercebeu
um pequeo tumor na dita virilha; sobre o que
consultando disseram-lhe que nada era: mas, aug-
mentando-se a nfJItracSo, e apparecendo alguma
dr na perna, veio consultar-me em 8 de abril: nesta
oeeasiao observei um tumor molle, do tamanho de
um punho na sua maior eievacilo, apresentando urna
fortepulsacSoisochrone ao coralito, acompanhada
de ruido e sopro anormal, oceupando quasi toda a
extensSo da fossa Iliaca direita, dividido em duas
partes pelo ligamento de Fallope, e acbando-se a
peina com grande infiltracilo. A'vista do que, diag-
nostiquei umaneurysma inquinal Iliaca, e pres-
rreyi sangras copios'as, gelo sobre o tumor c dieta
muito tenue. No da seguintc bouve una conferen-
cia qual assistiramos Srs. Itr. Sarment, Pinto
Cuimariles eeu; todos concordamos no que eslava
proscripto. Deste da at os principios de maio, pra-
lioaram-se 13 copiosas sangras, pozeram-se 32 bi-
chas, applicou-se continuadamente gelo sobre o tu-
mor, havendo apenas interrupges de horas emal-
guns das; conservou-se o doenle em repouso comple-
to, tomando limonadas, c por dieta duas a 3 colheres
de caldo de gallinha, e outro tanto de arroz, fri
do gelo produzio d<-es agudas em toda a perna; es-
tas foram augmentando com a continuado do trata-
mculo, a ponto de ser necessario convocar urna 011-
tra conferencia nos primeiros dias de maio, para de-
cidir acerca da opportunidade da operag3o, nao obs-
tante o. tumor estar do mesmo tamanho e alguma
cousn mais duro. Comparecern) os Srs. Drs. Co-
meirosSenhores foram de opini.'to, que a
da arteria nilo devia ser demorada ; porm o Sr. Dr.
Arbuk e eu votamos contra a laquoagA*of por julgar-
mos que n3o havia espago sulllciente para com se-
guranca fazer-se a dita operag3o, e propuz a galvano-
punrtura, caso o gelo nilo fosse bastante; o quo sen-
docommunicado ao nosso doente, annuio ao ultimo
parecer, c continuou com asapplicagesdo gelo. Lo-
go depois, achando-me incommodado, e nSo podendo
ser assiduo as visitas, o Sr. Pinto continuou a ver o
nosso doente, c receitou-lhe urna poclo calmante, e
oleo com morphina para fomentar a perna. No meia-
do do maio, suspend o gelo o determinci cmprega'r
a galyano-punctura, para o que conferenciei como
Sr. Pinto no dia'21 : nesta oeeasiao o tumor eslava
menos elevado e bastante duro, porm as dOres, se
tinham augmentado, o que attrihui maior com-
pressao dos ervos pela grando resistoncia do tu-
mor. O Sr. Pinto julgou necessario applicar urna
cataplasma narcotisada sobre o tumor, c deitar-lhc
algumas sanguisugas ao redor do anus, o que se poz
em execucito. A 26 do mesmo mes, visitando o nosso
doente, observei, pela primeira vez, que os batimen-
tos do tumor tinham de todo desapparecido, o o
sthetoscopio applicado sobre o trajecto da Iliaca
externa e principio da femoral nao deixou perceber
nenliuma pulsag3o; j entilo as dores o a infiltraciio
tinham diminuido, o continuarain at boje as mc-
Ihoras. No estado presente, existe o ncleo do tumor
com a mesma extensao, porm mais baixo, duro c
muito resistente, c desde a fossa Iliaca ate o pice
do triangulo formado pelo msculo costureiro e pri-
meiro adductor nao se sent o batimento da arteria,
c as pulsagGes da tibial posterior na passagem da
malela interna sao mais Tracas do que as da oulra
perna. .Nenliuma duvida ha que a cura do aneurys-
111,1 foi devida ao tralamcnto debilitante e sobre
ludo ao gelo; debaxo da influenciado frocomegaram
a formar-se oscoalhos dosangue, aos quaes vieran)
depois junlar-se novas carnadas defebrjna, o aug-
mentaran) o volume a ponto de obstruir a arteria.
Verdade he que este resultado se nao teria ohtido,
seo nosso doente, com constancia pouco natural,
mo tivcssesupportado o tratainento por espago de
inez o ineio; e, gragas a sua resignaglo, ficou livre
de um mal, que pareca estar fra do alcance d'arle.
Do proposito estendemos esta observagao, para que
se nao ponha em duvida a natureza da molestia, ,1
vista deseu resultado; ese nao fossem bastantes es-
tes esclarecimenlos, invocaramos o testcmuuho da
maior parte ros praCOS desta cidade, quo observa-
rain a molestia no maior desenvolvimonto u depois
da cura; oque lile pode ser examinado.
Itecife, 26 de julho de i8*7.
provmciaes
Dia 11.
Oda lluminagao agazdasciddesdo Recife eOlin-
da, na forma do artigo 3.* da lei provincial n. 191, de
30 de margo de 18*7.
Dia 16.
O do estabelecimento de urna linha de mnibus,
que, na forma da lei provincial n. 191, de 30 do mar-
go deste anno, facilite o transito desta cidade a qual-
quer dos seus arrabaldes e Olinda. -- Este contra-
to ser rcalisado depois que a presidencia assim o
determine, vista das propostas que por intermedio
ila thesouraria Ihe forem apresentadas.
Cadeiras vagas de primeira, lettras.
A de Caruar, cujo concurso lera lugar logo quo,
a contar de 28 de junho ultimo, se completar o prazo
de 50 dias.
Aiso martimo.
Para a Babia segu viagom, em poucos dias, o
hiato Iloa-Viugem, portera maior parte da carga en-
gajada : quem no mesmo quizer carregar, ou ir de
passagem, dirija-so loja de ferragens junto ao arco
da Conccg3o.
Leilao.
Hoje, 29 do corrente, se far leilito, porconta de
quem pertencer, de urna partida de caixas de charu-
tos da Babia, em pequeos lotes, vontade dos com-
pradores: na porta do armazem doSr. Francisco Dias
Ferreira, no caes da Alfandega.
Avisos diversos
Dr. JoUo Ferreira do Silva.
i
Alfandega.
BENDIMEM'O 1)0 DIA 28...........
Descarregam hoje, 29.
Patacho Laurentina fumo.
Brigue -- San-Domingos mercadorias.
Brigue -- ConccifSu-de-Mario dem.
7:*82,797
VTUTiMI ItmUlilil II>! 111 n Inl.jju
Jembranga de amor. Muitas tinham no coragao um
nomo ao invocaren) o de Dos. O director eslava
acostumadoa semelhantes confidencias. Entretanto,
ou, tito devota, tao limda, tilo candidamente inno-
cente, eu quo antes dessa fatal vagem deSubiaco
nunca havia trocado una s palavra com outro lio-
mem afora de meu irm3o, e que at enUio lulo havia
cruzado mais quo duas vezes omeuolhar com o do
desconhecido, receei, miuha stnlioru, que se me at-
lriliuis.se, com esselioniem, alguma dessas intrigas,
que, antes de tomaron) o veo, todas as nossas irmas
haviam tido com os seus suspirados amantes.
Mo pensamento, com efl'eilo, dase madama
Luisa, mas be anda bem innocente o demonio que
& inspira mulher de que est de posse semelhan-
tes pensamentos. Continu.
No dia seguinte procuram-me no locutorio.
Desci; achei urna das nimbas viziuhas da Via-Fralti-
na, em Roma, donzella que muitas saudades minhas
tinha, porque todas as noites conversavamo e can-
tavamos ambas.
Por detrs dola, e junto porta, na attitudede um
criado, esperava-a um lioinem embugado n'um ca-
pote. Esse homem nao se voltou para mi ; mas eu
voltei-mo para elle. N3o mefallou, maseuadivi-
nhei quem era; era anda o meu desconhecido uro-
tector. '
A mesma perturbagao que eu havia experimenta-
do, se me derramou no corago. Scnli-me toda in-
vadida pelo poder desse homem. Se nao fra a gra-
de que me tinha presa, sem duvida me livera eu lan-
ado em seus bragos. Havia na sombra do seu capo-
te portentoso resplendores que me deslumbravam.
Cun.sula RENDIMENTO DO DIA 28.
C.eral...........
Diversas provincias .
1:*52,*22
230,597
1:683,019
38 to-
m 9,
Mov ment do Porto.
Navio entrado no dia 28.
Gasb; 5-2 das, brigue ingle/. Saint-Ceorge, de 1
neladas, capitao Daniel Langlor, equipage...
carga 1,632 barricas com bacalbo ; a Lo Bretn
Scharamm & Companhia.
Varios saliidos no mesmo dia.
Liverpool; brigue ingle/. Barkhill, capitao Thomas
Kemp, carga assucar.
Trieste brigue portuguez l'olydora, capitao Ernesto
Cbristiano Clirstianson, carga assucar.
laracdes.
-- A adminslrago geral dos cstabelecimentos do
caridade manda fazer publico, que, em consequon-
ca do se nao ler realisado hojea arrematacao da ren-
da ilas casas, n. II da ra dos Pescadores, e 116 da
na das Cinco-I'ontas foi transferida a referida ar-
rematago para odia 2 de agosto prximo futuro,
pelas horas da larde, na sala das suas sessoes.
Adminslrago geral dos estabelecmenlos do ca-
ridade, 26 de julho de 18*7. 0 cscriptuiario, F. A.
taialcanti Cousseiro.
riMRMWiiiiiiiiiiiiMmn i.xi iw.....iMiiniim m 1 _.mjjj
No seu obstinado silencio haviam rumores s de mim
ouvidos, e que me fellavam urna lingoa barmo-
niosa.
Chaniei a mim toda a frga de que era capaz, c per-
guiitei a ininha vziuha da V'a-Frattna quem eraos-
so homem quo a acompanhava.
Nao oconhecaella. Son marido devia acompa-inhas
n ha-la ; mas no momento de partir, entrara com es-1
se homem, o Ihe dissera :
O LIDADOR N. 199
traz o resto do importanto discurso do Sr. D. Ma-
noel. aonde se encontram revelages importantes;
o principio de um importantissimo discurso do Sr.
senador Vasconcellos, e a narragaode mais um facto
horroroso.
Quem precisar de urna mulher para ama de
casa de homem soltciro, ou viuvo, ou para casa do
algum padre, dirja-se a ra do Rangel, 11. "I.
Roga-so ao Sr. Domingos da Silva Ferreira de
ir ao caes da Alfandega, a cumprir o trato a que Smc.
ficou obrigado para com seus credores.
O advogado Francisco Carlos Brand.to mudou o
seuescriptoro para o primeiro andar do sobrado
n. 16 da ra do Collegio, parede e meia da casa em
que morava ; e ahi pode ser procurado por seus cli-
entes e mais pessoas a qualquer hora do dia.
Na ra do Queimado n. 4 existe
tima carta de importancia para o Sr. Jo-
s da Rocha Lins
Precisa-sede urna mulher que tenha leileo
queira criar urna crianga escrava em sua cs3a: quem
estiver nestas circunstancias, dirija-se atrs da ma-
triz da Boa-Vista, quo se dir quem precisa.
Precisa-sealugarum prcto possante para ven-
der fazendas com um hornern na ra: sendo, bom da-
se at ii,i)(iii rs. mensaes : a quem convier annuncie,
ou dirija-se a ra Imperial, n. 37.
S. H. T.
A dirccgSo do thoatro de Apollo, em conformidade
com o Jj 18 do artigo 38 dos estatutos, avisa aos se-
nhores socios em geral, que tem marcado o dia 31 do
actual mez para a sua recita; eque, portanto, quei-
rain mandar receber os bilheles nos dias 29, 30 e 31,
desde as as 6 horas da Urdo, nos dous primeiros
dias, e no ultimo das 10 s 12, no sabio do mesmo
thcalio, onde nicamente serao distribuidos pelo
respectivo tbesoureiro, que so acha autorsado para
sso ; bem como para receber nesse acto tudo quan-
to os mosmos senhores cstverem devendo. Igual-
mente queram mandar at o mesmo 31, ao meo-
dia, suas propostas para convidados em carta fecha-
da, incluindo os bilheles e entregando-as ao mesmo
tbesoureiro no referido sal3o, afim dequeem lem-
po competente sejam approvados os mesmos convi-
dados pela referida direegao, que formalmente de-
clara nao receber as mencionadas propostas que
nao viercm na forma supra declarada, nem tao pou-
co so subjeitara a aprovar convidados depois da-
quella hora marcada, seja qual foro pretexto que pa-
ra isso se aprsente, muto principalmente na noite
do espectculo, alim de se evitaren) abusos j plati-
cados as ultimas recitas.
Jos Antonio Corroa Jnior, solicitador do nu-
mero da relagao e mais auditorios desta cidade, faz
scienleao publico e a seus constituimos emaispossoas
quo com o annuncianto lenham ou queram ter qual-
quer negocio, ou transacgOes, que mudou a sua re-
sidencia para a sua casa da ra da Concordia, por de-
trs do Carmo, passando a pontozinha, a esquerda a
quarla casa, e quo tcm marcado todos os dias uteis
do mcio-dia as tros horas, para dar audiencia a
quem Ihe pertender fallar.
dessa extraordinaria allucinagflo, quando a minha
vizinha da Via-Fraltina, acabada a sua oragao, er-
gueu-se, despedio-so de mim, abragou-me o sabio
tambe ni.
Ao despir-me noite, achei debaixo do escapula-
rio um bilhete que conlinha sement estas tres li-
LOTERA DO TIIEATRQ.
Os apaixonados deste jogo e aquellos que desejam
habiltar-se para adquirirom os premios grandes des-
ta loteria, sao convidados, em tompo, a concorrem
para ultimar-so a venda dos bilheles que restan) nos
lugares do costume; visto que a rapidez com que el-
la tem progredido, faz com que o thesoureiro asse-
vere que as respectivas rodas ter3o o seu infallivel
andamento nodia sexta-feira, 30 do corrente mez
Precisa-se de um amassador: na padaria da
Santa-Cruz, junio ao sobrado da esquina da ra
Volha.
FURTO.
Na manhta do dia sexta-feira, 23 do crrante, fur-
taram o seguinte: 1 par de brincos de lago, abor-
tos a buril ; 1 dito de ditos de ouro, compraos, coni
coralina em baixo e as rozetas do mesmo um alj-
far; 1 tranceln) grosso de ouro; 1 medalha com nina
pedra no meio ; 1 annelBo lavrado do modelo poueu
vulgar, com umquadro em cima, sem firma; 2 co-
lheres de prata novas, urna do cha o outra desoupa
com a firma F. J. C. : roga-se aos Srs. ouvires o as
pessoas que costumam a tomar ponhores, que se
dignem laucar suas vistas sobre estes objectos, alim
do ver se ser apprehendido este roubo, ou parte del-
le, que se desconfa por alguns indicios de urna pre-
ta escrava : queram, portanto, essas pessoas, ou ou-
tras quaesquer que disto tenham noticia, ter a bon-
dade dedirgirom-se a venda da esquina, nica do
pateo do San-Pedro, que ahi receberfio a gratfica-
g>1o eagradecimento de seus servigos.
Aluga-se, paraoservlgo interno de urna casa,
urna preta fiel, de50 annos de idade, a qual sabeco-
zcr, cozinhar e engommar, e fazer todo o arranjo do
urna casa: quem a precisar dirija-se a ra da Cruz, n.
*0, primeiro andar, para tratar-se do seu ajuste.
il fcjs? *"?* ^10 10 fcI0i]0%0*l0
0 doutor Casanova medico francez, hab- O
litado perante a faculdade do medicina da Ba- f
f& hia e estabelecido nesta cidade offerece ao O
0 publico o seu prestmo, podendo ser procu- %
fe radoa qualquer hora na ra Nova n. 7, pri- M
0 meiro andar, defronte da matriz de S.-An- W
fe tonio. 0 mesmo trata radicalmente de mo- 0
0 lestias venreas, tanto antigs como moder- ^
tnas, por meio de um remedio nao mercurial, a
Cura tgmbem radicalmente as dores de den-
^S tes, mesmo estando cariados, em poucos mi- 0
0 nulos. '
@\%fflb 0\* #!& *Dr flfe 1* ^fa#Ifet?mo
--Pelo novo destino que deu ao edificio da sua
residencia na ra do Hospicio podora o doutor
Sarment receber em sua casa doentes que desejem
vir tratar-se nesta cidado. SerSo recebidos nSo s
os doentes de qualquer sexo o condig3o que sejam,
mas tambem as pessoas, ou familias, quo osqui-
zeromacompanhar.
0 distribuidor deste Diario na cidade de Olin-
da faz publico que elle soencarrega da entregado
cartas, papis o pequeas encommendas para a mes-
ma cidado, mediante urna pequea gratificac3o, a-
lem das cartas serem franqueadas; imcumbe-se do
tirar provisOes para oratorio, coirtissSo e qualquer
outras; de obter despachos das autoridades da mesma
cidado o tirar certdOes de qualquer repartigao ; as-
sim como deconduzir papis do importancia : olio
partir todos os dias das 6 as 7 horas da mandila,e no
dia seguinte s mesmas horas dar solugBo do que
Ihe for encarregado.As pessoas, que se quizerem uti-
lisar de seu prestimn, dirijam-se, no Recife piaga
da Independencia, livraria ns. 6 e 8, a qualquer hora
do dia, o em Olinda, na sua residencia, ra do Am-
paro.
Precisa-sede una ama para o pequeo servgo
nterno e externo de casa : na ra de Hurlas, casa n.
16, primeiro andar.
Ricardo Jos de Freitas Ribeiro faz certo quoa
sua casa de molhados, da ra do Collegio n. 17, pas-
sou a sor administrada pelo Sr. Jos Joaqun) da
Costa Maciel.
Precisa-se de 1:000,000 de ris ao premio de um
e meio por cento, por lempo de seis mezes, pagan-
do-se o premio todos os mezes, e dando-so por hy-
potheca seis escravos, todos mogos, livres e desom-
baragados : quem quizer dar annuncie para ser pro-
curado.
Roga-so aoSr. Jos Eustaquio Maciel Monteiro,
em virtude do ter mandado pedir que esperasseat
acabar o jury de Olinda, baja de fazer o favor de ap-
parecer na ra da Cadeia do Recife, n.55.
-- Perante o Sr. Dr. juiz de orplulos se ha de arre-
matar urna casa, por venda, sita na ra do Sebo, n.
5, em chaos proprios, cuja casa so ocha hypotheca-
da a llcrculano Jos de Freitas, e subjeita mais di-
nheiro que elle tem dado por ordem do mesmo mi-
nistro; cuja arrematagSo lera lugar no dia 2 de agos-
to prximo: quem a pretender dirija-se a porta do
ditoSr., nodia marcado, por ser a ullimapraga.
-- 0 mogo portuguez, que annuncou por esla fo-
Iha ter basta nte pratica de venda e que so offere-
ce para caixeiro e mesmo para tomar conta de urna
por balango dando fiador a sua conducta, queren-
do tomar conta de urna bem afreguezada para a
torra dirija-se a ra nova de S.-Amaro casa ter-
rea n. 20.
Nao posso levar-te a Subiaco, mas aqu est o
meu amigo que ir comlgo.
Nada mais perguntara, tal era a vontade que tinha
de me vr, e viera na companhia do desconhecido.
Minha vizinha era urna santa mulher; vio a um
canto do locutorio um painel do N.Senhora que tinha
fama de ser muito milagrosa, n3o quiz sabir sem
Ihe fazer orag3o, e foi ajoelhar-se anlo ella.
Nestesentremedies, entrou o homem sem fazer bu-
lla, approximou-se vagaroso de mim, abri o capo-
te, e cravou nos moiis os sous olbos, como dous raios
arden tes.
Esperava eu que elle fallasso; o peito se mo levan-
lava por assim dizer, subindo como urna onda ao
encontr da sua palavra; mas elle contentou-sc de
esteuder-nie as m3os sobre a cabega, chegando-as
a grade que nos separava. Para logo seapoderoude
mim um xtasis inaudito; elle mo sorria. Sorrla-
llie cu tambem fechando os olhos, como abysmada
em infinita languidez. Emquanto eu me achava nes-
te estado, esse homem, como se quizera smenle
assegurar-se do seu podero sobre mim, dosappare-
emquanto elle se rotirava, recobrava eu os
Em Boma, aquelle que ama urna religiosa ho
punido do morte. Dar Vm. a morle aquelle a quem
deve a vida? n
Desde essodia, minha senhora, (iquei completa-
mente possessa, porque menta Dos, n3o lhecon-
fessando quopensava nesse homem tanto ou mais
que nello.
Lorenza, aterrada at do quo acabava de dizer
parou para consultar a physionomia 13o inciga e 13o'
inlelligente da prnceza.
Tudo isso nao he estar endemoninhada, disso
madama Luiza de Franca com firmeza. He urna des-
aventurada paixao, repito-lhe, e j Ihe disse, as cou-
sas do mundo so devem eiilrar aqu em estado de
pozares.
Pezares,senhora exclamou Lorenza. Quo' V
Alteza v-me em lagrimas, em oragSo, v-me de ioe-
Ihos supplicando-lhe quo me livro do poder infernal
desse homem, e pergunta-me se tenho pezares Oh '
tenho mais que pezares. tenho remoraos.
Entretanto, atqui..... disse a princoza.
Espere, espere at o lim, disse Lorenza, e en-
to, rogo a V. Alteza, minha senhora, que me n3o
julguo com demasiada severidade.
Obrigada! oh I obrigada! V. Alteza he em ver-
dade oanjo consolador que eu vinha procurar.
Desciamos nos capella tres dias por semana, o
desconhecido assislia a todos os ollicios. Havia cu
querido resistir; tinha dito que eslava doenle, elia-
viarcsolvidonaodcsccr! Fraqueza humana quan-
do chogava a occasiflo, mo grado meu, ecomose
urna frga superior minha vontade me impellisse,
dcscia eu; entao se elle n3o havia chegado, tinha ou
alguns instantes desorenidade csatisfag3o; mas,
proporgao que se elle approximava, sentia-o eu vir;
do sorte que poda dizer : esta a cem passos, est no
limiar da porta, est na igreja, e isto sem olhar para
c seu lado : depois, quando ebegava ao lugar acos-
lumado, os meus olhos, anda que os tivesse proga-
dos no livro dos psalmos, para a mais santa invoca-
gao, voltavam-so para uelle se fixarem.
Entao, por mais que o oflicio se prolongasse, n3o
poda eu mais ler nem resar. Todo o meu pensamen-
to, toda a minha vontade, toda a minha alma, esta-
vam nos meus olhos, e os meus ulhos s eslsliaui
para esso homem, que, como cu ovia claramente, me
disputava a Dos.
--------., .... A indulgencia e a brandura me sao recommen-
senuuos, entretanto eslava eu anda sob o imporio I dadas, e eu estou s ordeus dos que padecem.
Ao principio n3o o poda eu ver sem temor; de-
pois ;losejei-o; emlim corri em pensamento aoseu
encontr. E muitas vezes, como acontece em um
sonho, parecia-me v-lo noite na ra, ou senti-lo
passar junto minha janella.
Nilo havia esto estado escapado s minhas compa-
nheiras. A superiora ro avisada ; esta provenio mi-
nha ini. Tres dias antes daquelle em que eu devia
pronunciar os votos, vi entrar na celia os tres un-


-
..Quemannunciou, nodia 28 do corrente, que-
r "vender uma escravade25 nnnos, com algumas
habilidades dirija-se a ra estreira do Rozario ,
4 !
"'_- Roga-se ao Sr. Manoel Jos Teixeira Bastos ha-
de declarar a sua residencia, para se lito fallara
ocio de mu interesse.
_-Alnga-se um preto bom coztnhotro e proprio
oatoscrvigode uma casa : na ra do Vigario n.
50 segundo andar.
L-Na loia da ra do Queimado n. 30, de Jos
Joaauim de Novaes alm do sortimento j annun-
oiado de obras feitas o fazendas, ha chapeos da ul-
tima moda chogados ltimamente de Franga ; mui-
to boas casimiras ; chapeos do Chili muito Gnus ;
caixasde perfumarlas sortidas, muito proprias pa-
ra toucador de sen hora pelo barato prego de 5,000
rs. lencos de cassa para mo do senhora e pescoco
de homcm ; muito bons cortes de chita.
__Precisa-se alugar, para ama de casa, quem en-
tenda principalmente de cozinha, qur seja forro,
quercaplivo: no pateo de Nossa-Senliora-du-Tergo,
" Aluga-se um segundo andar por 10,000 rs. men-
saes, na travessa da Madre-de-Deos, n. 5: a tratar na
nrac'a da Independencia, ns. 13 e 15.
precisa-se de um homem para feitor de enge-
nho perto da praga que entenda muito do servi-
do de campo e tonha pratica dando fiador a sua
conducta : no Aterro da Boa-Vista, n. 49, segundo
andar, ou na ra do Vigario armazem n. 22.
precisa-so de uma mulher branca para dirigir
uma casa de pouca familia : na ra Nova, n. 25.
Aluga-se uma casa terrea sita na ra da Ale-
gra nobairro da Boa-Vista n. 38, comcommo-
ilos suflicientes para uma familia : a tratar na rua
da Cadcia do Recife loja de ferragens, n. 4*.
-Offcrece-so uma mulher branca para ama de
leite : no becco de Cacimba n. 13, segundo andar.
Jos Teixeira Basto como immediato interes-
sado no inventario da casa do Sr. Jolo Pinto de Le-
ntos declara que mo he o autor do annuncio inser-
to n Diario Novo n. 161, sob a assignatura do Bo-
: i faci.
--OTerece-so um homem para criado de qualquer
casa : no largo do Paraizo casa terrea n- 7.
o abaixo assignado tema honra de prevenir ao
Jllm. Sr. thesoureiro dos ordenados, Luiz Rodrigu es
Sette, que nSopaguo quatro recibos de 25,000 reis
cada um, da gralificago que percebe o Sr. Dr. Luiz
de Franca Moniz Tavares, como physico-mor da sau-
de, cujos recibos foram dados ein pagamento ao
abaixo assignado; vencendo-se ol.neste corren-
o 2. em setembro, o 3." em outubro, o o
,3,

rua
mez
5. em dezembro deste corrente anno : e como o
abaixo assignado passasse uma cntela dos ditos re-
cibos, e estes se perdessem, roga, por isso, io mes-
no Sr. thesoureiro de os nao pagar seno ao abaixo
assignado, ou a pessoa de sua familia, por estes an-
da niioseacharem vencidos.
Manoel Anlonio de Jess.
-Precisa-se fallar ao Sr. Alfonso de Almeida
Albuquerque ; e como se ignora a sua morada ro-
ga-se-lhe de a annunciar.
Precisa-se de um feitor que entenda de horta ,
pomar e enchertos : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 43.
Na rua Formosa, esquina da Uniilo, precisa-se
de duas criadas para o servigo interno.
~ Desapparcceu, da rua das Cruzes, um cachor-
ro d'-agoa grande todo branco e muito manso :
quemdelle soubcr ou otiver, queira fuer o fa-
vor de o levar a mesma rua, n. 16, tenda d marec-
neiro de Christiniano Jos Tavares, que recompen-
sar generosamente.
Os interossados do inventario da casa do anr.
Jolo Pinto de Lentos vista do? annuncios inser-
tos nos Diarios Notos ns. 160 e 161, sob a assigna-
tura de -- llonifacio declaram por este mu so-
lemnemente que parte nenhuma tiveram nelles o
muito agradecem a esse curioso o afn quo toma em
negocio que por nenhuma maneira Ihe dir rcspcito.
So se com o prompto despacho do Sr. doutor Ke-
gueira Costa provenha a esse Bonifacio alguma
chuchadeira, como he de presumir.
Guilherme Augusto Uodrigues Sel-
te, tendo de ir a Macei deixa, durante
a sua ausencia por seus procuradores
In toum aos Srs. Joaquim Luiz de Mel-
lo e doutor Antonio Vicente do Nasci-
mento Feitoza.
O Sr. que veio na rua Nova venda ti. 55 ver
um pouco de prata, e que offercecu 130 rs. por uila-
v, anda querendo, venha buscar.
Offerccc-se uma mulher branca, de idade, para
ama de uma casa de pouca familia ohi igando-se a
cozinhar: quem de scu presumo se quizer utilisar ,
dirija-se a rua da Guia, n. 55.
Precisa-so alugar um preto que saiba cozinhar
o diario de uma casa do pouca familia : na ruado
Collegio n. 9,-loja de miudezas.
__ O engenheiro MiLETcnsina na sua casa, rua do
Crespo, n. 14, primeiro andar, as seguintes scien-
cjas:-----AMTIIMRTIC, GEOMETRA, ALGEBRA, CHYMICA
e PHTSICA.
Aluga-se o segundo andar do sobrado dn
Nova, n, 5 : a tratar na loja do mesmo sobrado.
Pergunta-so ao juiz da rmandade de Nossa-
bcnliora do Bom-Parto ; i.o,'se o grdame novo do
altar j precisa do novo prateado, visto que s tem
servido em duas festas, a de 1845 e 1846 ; 2., se o
Ihesoureiro.quando emprestou dito grdame para o
Rio-Formoso, foi por ordem da mesa; 3.. se o
novo prateado he custa da irmandade, ou do the-
soureiro, ou de quem pedio emprestado que tifio
entregou em bom estado, como recebera; 4., se
o novo armario na parede he por causa do juiz
e thesoureiro estarem empatados, o primeiro co-
mo carpina e o segundo como pedroiro ; 5." final-
mente, se j pagou as dividas da irmandade.
De um irmao de Nossa Senhora do Lupe.
Offerece-se uma parda de meia idade para ama
do casa de pouca familia: quem de seu prestimo
precisar dirija-se ao becco do Callabougo, n. 20.
OSr. Urbano de Olivoira Ramos tem uma car-
ta na casa do Novaes & Companhia.
Francisco Pinto da Costa
Lima, alfaiate, morador na
rua larga do Rozario, n. 40, precisa de officiacs de
seu officio e costureiras: tem para vender pannos
pretos, azues o verdes; bons brins, velludo e cha-
malote; botos de osso preto e branco; linha de car-
retel, de cabega preta e branca; hollandaspara forros
o algumas obras feitas.
PASSEIO-PUBLICO, N. 5. <,..
Jo3o Loubet participa a todos os seus^agf
fregus que recebeu ltimamente um grande sor-
timento de chapeos do sol, do ultimo gosto. pari-
siense, tanto para senhora como para homem ; os
quaes se tornam mui recommendaveis pela sua qua-
lidade e variages de gosto sendo ellos de boas
sedase panninhos, pois seeonservam assuas cores.
lia neste mesmo estahelecimento um grando sorti-
inento de boas sedas de todas as cores o superio-
res panninhos trangados c lisos, de muito boas
cores para cobrir chapeos de sol. Tambem so fazcm
todos os concertos que os mesmos precisarem com
todo gosto promptidao o diminuto prego,
__ O novo proprietario da barca dos banhos faz
sciente ao respeitavel publico, quo retirou a mes-
ma barca para pintar, o que, acabada a frga do in-
vern, voltar para o mesmo lugar, e far publico
por esta folha.
N3o sendo incgnito ao respeitavel publico,
que hajam pessoas que s cuidam de tralicancias,
para a custa da fazenda alheia supprirem seus de-
boches; por isso o abaixo assignado faz sciente, que
por civilidado muitas cartas tem assignado muito
abaixo da conclusfio, Picando espago sulliciento pa-
ra qualquer desalmado tentar alguin meioillicito ;
e por isso declara que de um s real nao lio devedo r
a pessoa alguma, e se alguem sejulgar com direi-
to de sor seu credor (o que muito e muito duvida)
comparega no prazo de 8 dias, que sera prompla-
mente pago.
Engenho Macacheira, 25 de julho de 1847.
O tenente-coronel Jodo Cordeiro talcdo.
AQU NAO' HA USURA ..
D-se dinheiro a premio sobre penbores de ouro ,
mesmo em pequeas quantias : na travessa dosMar-
tyrios n. 2, at as 11 horas do dia c das duas em
diante.
JoSo Loubet avisa a todas as pessoas que teem
em seu poder chapeos de sol para concertar ha mul-
to lempo os quaes ja estao promplos os vilo bus-
car no prazo de 8 dias ; do contrario, serflo vendidos
por todo o prego que se adiar pois mo pude ter
por mais tompo empatadooseu trabalho: por isso laz
q presente annuncio, para seus donosse naocha-
iiiarein a ignorancia.
a\tencao\
Os senhores negociantes que tiverem boas divi-
das fra desta praga equizerom que o abaixo as-
signado as v cobrar, para o que so ju ga cmmente-
mente habilitado pois n;lo paga a advogado no-
dem dirigir-so ao advogado Jos Narciso Camello ,
cujas dividas jcobrou o abaixo assignado c ani
deixarem seus nomes por escripia para o abaixn, as-
signado os procurar. -- Joaquim Fiaasco Baplisla
de Mello Oxal. ...
Francisco Martins faz sciente ao publico, que
de hoje em diantc se assignar Francisco Martins
Vioira PirllCCO
Quem perdeu uma Icttra da quanlia de 217,560
ris. a vencer no dia 31 do corrente, dirija-so a
travossa das Cruzes, n. 14, que, dndoos signaes
certos, Ihe ser entregue.
Precisa-se de uma rotula para uma porta : na
rua de Santo-Amaro, n. 8.
-OSr. Jofio da Silva tem uma caita na rua do
Crespo n. II, viuda do Cear remettlda por um
seu fillto uue existe naquolla provincia.
Aluga-se uma grande casa terrea, na
rua Augusta com bous commodos, para
grande familia, pelo pceo de dez mil ris:
a fallar com A. da C. S. G., na rua do
Crespo, n. i5.
Alugam-se tres casas terreas, no
becco do Peixoto, pelo preco de cinco
mil ris cada uma : a fallar na rua do
Crespo, n. i5, com A. da C. S. G.
Compras.
Compra-se uma rodado bomba de ferro ; quem
livor annuncio.
Contini'ta-se a comprar forro fundido, robre e
broze velho : na rua do Brum, n. 8.
Compra-sc o segundo diccionario inglez e por-
tuguez por Vieira da edigSo de 184o : nu Atcrro-
da-Boa-Vista n. 24.
Compram-se dous pretos com as habilidades do
pedroiro e carpina, peritos no seu officio : pagant-
se bom : na praga da Independencia, n. 3.
Compra-se um missaem boin uso : quem ti-
ver annuncie.
Vendas.
Na rua da Cadeia-
Velha, n. 29, loja
de J. O. Elster,
vende-sevinhodo Porto, do diversas qualidades;
dito da Haden-a ; dito de Sherry ; dito de Bordeaux ;
dito ehatcau-la-rose ; dito do S.-Julien ; dito de Te-
nerife; dito dnRheino; dito de Bucelas e Carca-
vellos; dito de Lisboa ; dito de Malaga; dito San-
torno ; dito de graves; dito champanha sellery ;
ago'ardente de Franga ; Kirschwasser extracto do
abainlhe ; Cherry-cordial; agoa do flor dolaranja ;
frascos com conservas de verduras ; ditos com fruc-
tas da F.uropa em calda de assucar ; ditos de ditas
em cognac ; dito de mostarda ; sardinhas em latas
evidros; petlts-pois ; salame dn superior qualidade,
viudo no ultimo navio de llamliurgo ; agoa de seltz,|
em botijas; azeile doce de Marscllta linissimo ;
velas de cnmposigilo ; cha prelo, hysson operla ;
charutos de llavana e regala. Advcrte-sc que ludo
he cxcellento c por prego commodo.
Frederico Chaves, fabricante
de licores, chocolate e cs-
piritos, no Aterro-da-Boa-
Vista, 11. 17,
tema honra de participar ao respeitavel publico e
com particularidade aos seus freguezes que lem
sempro grande sortimento do bem conhocido cho-
colate de sade canella baunilha e ferruginoso,
este muito approvado para as pessoas que padecein
do estamago e frialdadc por ser muito tnico. O
bom conecito que tem tido esto chocolate faz com
que boje participe as pessoas que ainda nao fizeram
uso delle e igualmente aos seus rreguezes que o
loem procurado, o por inconvenientes o nao teem
adiado. Os pregos silo semprc os mesmos, sade ,
canella e baunilha a 400 rs. a libra, e ferruginoso,
a 1,000 rs. Tambem vende ago'ardcnte do reino e
Kranga, de primeira qualidade; espirito do 36 graos,
semcheiro, em garrafas e em caadas; genebra
om botijas eem caadas ; ago'ardentc de aniz o de
canna; vinagro tinto, ago'ardcnte em pipas, nos
graos que quizerom ; licores em garrafas pretas e
brancas, com ricas tarjas douradas e bocea pratea-
da : essenciadeaniz em ongase garrafas.
_ Vcnde-sc una duzia de cadeiras duasbanqui-
nhas e urna banca de meio desala ; ludo de angi-
co e em bom uso : na rua da Senzalla-Volha loja
n. 70.
No Aterro-da-Boa-Vista, defron-
te da calunga,
est obarateiro trocando por todo o dinheiro: sa-
patos de tapete, tanto para homom como para se-
nhora a 800 ris o par; uma porg3o de sapatOes
brancos para homem, tanto por junto como a rela-
Iho ; ditos francezes de unta e duas palas para di-
tos ; ditos pararapazes;borzeguinsgaspeados; sa-
patos do marroquim, cordoviio, como de lustro e
de setim para senhora ; dilos de lustro para meni-
na -sapalos de clcheles, de marroquim e de lustro
para meninos ; botins de marroquim e do lustro pa-
ra ditos : ludo por prego mais cmodo do quo om
outra qualquer parte.
- Vende-se vinagre da melbor qualidade, forte;
viudo de Lisboa, a 120 ris a garrafa, que ate os se-
nhores boticarios lulo do gastar para remedios: na
rua da Madre-de-l)eos, n. 18. .
-Vende-se urna preta de 18 anuos, que cozinha ,
engomma c he de bonita figura no i
farinltada rua do Collegio.
."l'.aBWBMSBaBMBI
- Vondc-se uma morada de casa de dous ndarcs'
sita na rua do Rangel desta cidade, n. 26, em chaos
proprios : no Aterro-da-Boa-Vista no .primenc "
dar do sobrado de Bernardo Jos Carnciro Monteiru.
-- Vende-se uma porgfo do caixilhoscom vidros,
bastante grandes, proprios para envidragar ur";a io-
ja completa; bciii como um escriptono proprio pa-
ra se enllocar cm sobrado oulfija, contendo um
gradeamcntodeamarello, balcfBc cartera, obra
muito rica ; por mdico prego : na rua do Collegio ,
loja do miudezas, n. 9
Vende-se uma macuca viva. Este passaro lem
a virtude de ser o maior contra-veneno conbcciao ,
mesmo para a mordedura da cascavcl ; serve para
curar de estupor aslhmalicoe para dosarranjos cw
ventre do senhora: na rua Formosa penltima casa
do Sr. Olivoira.
1 Vendem-se superiores cbapos de
JS^,castor, ptetos e brancos, por preco
muito barato : na rua do Crespo, loja n.
la, de Jos Joaquim ila Silva Maia
]\a loja nova do
Passcio-publco,
n. 17,
vendem-se pegas do algodaozinho sem avaria, a
l,600e 2,000 rs.; riscadinhos a quo chamam linho,
para camisas do esclavos com 4 palmos do largura,
a I0 rs, o covado ; e oulras militas fazendas mais
baratas do quo em outra qualquer parte.
. Na rua do Trapiche-Novo, om casa do F renco
llobilliard vende-se ago em barras, proprio para
molas de canos ; machinas para copiar cartas com
ppele tinta para as mesillas ; oculos de alcance,
de varios tamaitos, e da melhor qualidade quo he
possivel, chegadoa prximamente ; um ptimo sor-
timcnlo decalgado ingle/.; bem como sollins com
seus pertences ; e agoa-ardonio de Franga.
eos prente que tinba no mundo:meu pai, m-
nlta maie meu irmao.
Vinham ainda uma vez abragar-me, diziam elles,
mas eu bom vi que linham outro lim, e minha mai,
ao vr-se a sos com migo, interrogou-me. Nesta
circumstancia, fcil he reconhecer a influenciado
demonio, porque em vez do Ihe dizer tudo, como
devia faze-lo, tudo neguei obstinada.
Era ebegado o dia em quo devia tomar o veo. l>e-
sejava e tema a hora que me dara toda a Dos;
reconliccendo quc.se o demonio tivesse alguma len-
lagao suprema a armar-me, seria nessa hora so-
lemne. ,. u
F esse liomcm extraordinario no Ihe havia
escriptodepois do primeiro bilheto que Vine, acltou
no escapulario? pergunlou a pnnceza.
Nunca, minha sonhnra.
Nesse lempo nunca Iho fallou:
Nunca, senilo mentalmente.
Nem Ihe oscroveu ?
Z Snt!nUuneC.a' Vmc. eslava no da em que tomou
-'Nesse da, como dizia a V. M^J?J%
en.lim ver o termo aos meus tormentos, porque, pe
zar de acompanhada de extraordinaria "g&
era um supplicio, que uma almachr.sUa, nto pou
imaginar,
forma sem
Por isso havia momentos em que eu chamava por
cssa hora santa, de todo o meu coracilo. Quando e
fr de l)eos, dizia eu, elle me defender, como me
defendeu no ataque dos salteadores E esqucc.a-
mc de que nesse ataque, me havia Heos defendido
por intermedio desse homem.
Entretanto chegra a hora da cer.mon.a. Havia
cu dcscido igreja, com a cor demudada, inquieta,
porm menos agitada do que era costme mei. pai.
minha mai, meu irmo, essa vizinhada Ma-Fratt.-
na que me fra ver, todos os nossos conhecidos all
cstavam, todos os habitantes das alde.as v.z.nhas
baviam acodido, porque se espalhra o boato de
quo enera bella cuma bella victima, cornos, diz,
hei mais agradavl ao senhor. O oflicio comegou.
Todo o meu desojo, lodas as minbas supplicas
cramqueellese adianlasse, porque, estando odes-
conbecido ausente, cu me senta bastante senhora
do meu lvre arbitrio, J o padre se voltava pai a
mim, apresentaudo-mo Jesus-Chr.sto, a quem la
consacrar-me, j eu estendia os bragos para esse
verdadero e nico salvador dado ao homem, quan-
do o tremor habitual quo me annunc.ava a sua ap-
nroxiroac3o comegou a agitar-me os membros; o
K que me comprima o peito me ind.cou que e -
guipe i| **\_ tr k.c iln ti do. e
tivel

suas"-" nsi sasasiia...i. #* h
Desde esse momento pertcnci-lhe eu toda ; e nem
maissoubcdeolhco, de cerimonia, do orages.
Creio que se me fizeram as pergunlas do costu-
me, na forma do rito, mas mo respond. Lembro-
nteque me puxaram pelo brago, o que vac.llet co-
mo urna cousa inanimada, que deslocam da base.
Mostraram-me uma tesoura, sobro a qual um raio
do sol viera reflcctir com tcrnvel brilho ; mas esse
raio Dito me fez pestanejar. Logo depois sent o
fri do ferro no pescogo, o ranger do ago nos ca-
'"preceu-mc neste momento que me faltavam lo-
das as frgas, que a alma se me escapava do Corpo,
para voar a elle, e cahi estendida no fro pavimen-
touno, cousa extraordinaria como uma pew a
de'smaiada, mas como quem dormo pro uiid men-
te Ouvi grande murmurio, depois I quei uiraa,
mnda?insegnsivel. Espantoso tumulto interrompeu
a cerimona. _r,
A prnceza juntou cumpass.va as m^os.
Nao he um terr vol acontecimento, disse i.o
ronza, e nflo he acil reconhecer al., a inlervcngao
dn inimiffo de Dos o dos homens I
d -7cfl?a cuidado, disse a princeza com accento
de terna compaix3o, tenha cuidado, pobre menina
creio ue Vmc. tem extrema tendencia em attr.butr
a uma causa maravilhosa aquillo que nao he mais
que o cffeito do uma flaqueza natural. Ao ver esso
.-___.i........,;..! u it'in hmivii
Vendese, na rua da
Cruz, n. 23, cera em ve-
las, de superior qualida-
de, fabricadas no Kiode-
Janeiro, em caixas pe-
queas, sortimentos 80
gosto do comprador,
e por prego mas brato
do que em outra qualquer
parte.
Vcnde-sc urna ptima caderinha, forrada de
damasco com hambnellas de setim guarnecidas de-
franja c borlas do retro/., com sacco para a senhora
botar o tenfO, ou outra qualquer cousa aldraha, ue
prata para a senhora so fechar por dentro prepara-
da de novo e em estado do qualquer senhora sabir
cm das de grande fungao : na rua Nova 39, se-
gU-"- Na nova loja do Francisco Jof Teixeira Bas-
tos, na rua do Queimado nos quatro cantos, n. ao,
vende-se algodflo da trra encorpado e largo, em por-
gao e a reta I lio.
Nalojan.&deGui-
maraes Serafim
e Companhia,
cno Passeio-I'ublico.n 15, vende-se, cwimira
franceza .encorpada ,e de quadros e 1 P*
droos eseros a 800 rs. cada ovad,,; neos linos
de cabraia de cores lixas, com lindas cercaduras, a
mJMSStm preto de n.eao.moco. ofltoiide
sapateiro : airas da matriz da Boa-Vista n. *.
Vende-se um casal de rolas brancas: na rua
Dlreita, n. 55.
= Vendem-C n.oendasde reno para engenhos ee ai
.ucar, para vapor, agoa c brstai, de diver.o tamanhoi.
por preo commodo i c Igualmente taixas de Torro coado
e balido, de todos os tamaitos: na pra9a do Corpo-San
lo, n. 11, em casa de Me, C.ilmoiU 4 Companhia. ou na
ruade Apollo, armazcui, n. 6. _-==:
IMdHIliry W-MI -^mwimii^M^*P*
luiaoqae tenha ouvdo tudo. Nada do maravillio-
S continuo., ella ; nHo tena eu enWo orn*do .
mim, dez, vinte, ou sessenta minutos depos do
meu'desmaio.vNao teria fallado con. min ... Ir-
estar na igreja ou -a cu^ ^ ^
"" ,"S l n?n son ava no roslo. Pensei que a so-
TVomeir.T?d"g.li-.v. os seus cuidados,
S^?affdSrM...Afil minha senhora, repou-
Lvieu.c.SnoDCto de um homem, o esse ho-
mem era o meu perseguidor. Ergu olhos e n3os
rara corlificar so vivia, ou ao menos se eslava
.sperta. Soltci um grilo. Eslava vestida de bran-
co Tinhacingida a fronte de uma cora de rosas
brancas, como uma noiva, ou como uma dorunta.
A princeza deu um grito; Lorenza deixou caltir
a caboga entre as mSos.
No dia seguintc, continuou Lorenza solugan-
do verifiqueio lempo que havia decorrido; esta-
vamos na quarta-feira. Havia pois estado tres das

no/ natural, ao v cs^u vuiiius .*--.*...- ------i------ ----
irut'-'^Sp-^;-"-! to-*.
j MUTILADO


^
5?
M-
Vende-sp urna cano Ip conduzir agoa toda
construida ile amarelloe sicupra, polo diminulo
precn de 130,000 rs., n quilco le Si-rvir para canoa
aberta tirando o cnnvs fra, que he do taimas de
aniarelln; os piVleudoiiles nao deixarflo de fuer
negocio a vista do ohjeolo e du proco, que he o inais
barato possivel : na ra da Seii/.alla-.\uva, venda d.
Jos Pereira se du aqueta vende.
'recein de seda.
Lindos chales de lila cores escuras a 2.400 rs. ;
formidavi'is cobertores de algodflo, muito encorpa-
dos proprios para escravos a 1,000 rs. : na ra
do Queimado luja u. II A, Je II. C. Leile.
Attencao fregue-
ses.
Na Inja nova do Passeio-Publco n. 19, de Ma-
noel Joaquim Paseoal Ramos, esla rile resolvido a
un melhodo fiancrz : na ra Jo Vicario-
n 8
- YVndp-se urna parda pseura le 20 annos qui-
la va desal'oe vair>lla cnzinlm o diario de un
ra.sa nin teiu virios nein achaques : vende-se pm
nina preeisilo : na na da Concordia passando n
i'iiiitizinha a direila, segunda casa terrea se dir
quem vende
opoiuuioj
o5ajd jn| a sapRpjinnbsB supoi ep sapii.izaj api'1
-uoini] ios Diaplinnj um sttisap luqa 9 oOC't'!
souutnl suo| a Sdjpo ap saiH|oapUviaujiJOSoAU
un opBAOj uin apRO -sj .088'I I o5d.nl o'|R.iaq u|ad
itjiii.ii;| ap smii|i;i) .ij.is .>(> .isu.nsuRil hz.ioiii.iiI ha
-oh r us-jpuaA 's mi o;iioviV-'S ap ojih ir jiiiojj
-uoo B|quBduioj y$ ujyiMassauJtfiiinoap fo| rnj
0|)CA
-od o-sj o98^I V
Vendem-sfip aTilgam-M inuito boas bichas,
ressidado vendem-se por 800,000 rs. cada urna
rua Dircila sobrado n. 29.
DI
AOS ESTUDIOSOS.
Vpn'lp-se urna eslaiitozinha minio bpm fpita, e
..roera par qnalqnei Sr. esludante: na ra larga do
lio/ario, bija n 26.
- V
senhora,
ta Nova,
cndrni-se Invas fie pellica para
mnito novas, a 800 rs o par: na
n
35.
n.lo vender fazendas ordinarias pois i|iiein coin- cliepadas ultimanieiiLi! de lUmburgo : tamhem vitn-
pra chitas de 120 rs. no oulro .lia esla choran.lo
I ido sen dinheiro. Elle lem uiiiilo linas, a 140, 160,
180 e 200 rs. ; pocas de madapoln milito fino 3,
4, 4.500 e 5,000 rs. ; litas >le algodilo.a 1,280 e
2,000 rs ; loncos de seda a 1,120 e 1,440 rs. ; po-
cas .le platina a t,30t) e 2,000 rs ; lencos para
grvala a 200 e 240 rs. ; chita, a 2,000 rs. a peca ,
e 80 rs. o covado ; cortos de cambraia lisa, a 2,500
rs. e a vara a 400 rs. ; pelle do iliabO a 200 rs o
envido; lan/inha para calca, n320rs ; brim tran-
cado braM a 400 500 o 1,000 rs.; ditos de. co-
res a 1,000 rs. ; e outras militas fazendas por
minio diminuto proco.
Casa da F
na rua estrella do Boza rio, n. <.
Nestc estabelecimento acham-se a venda as cau-
telas da segunda parte da 17.' lotera a favor das
obras do thcatro publico desta cidade ; cujas rodas
devem correr no dia 30 desto mcz. A eilas: os pre-
cos sao os do costume.
seapplicar, para maiscninmndiMa.le dos prelendon-
les : na rua estrella do lio/ario, derroute da rua das
Laraiig.-iras luja de harlipiro, n. 19.
Vonde-sp a Historia de Poitii)il, em hespanhol,
I v. ; dita deCilliraz ; graminalira franceza ; as Ca-
zetas do I.ishoa de 1806 encaderuadas ; nina llau-
la tercia ; lesionas de Lisboa, mull linas, para
costura: lodo por proco comino lo na rua do Li-
vrainento n. 23.
Na lojanova do Passcio. n. I>,
vendem-se cassas modernas, de cores fixas c largas,
a 240 rs. o covado ; chitas de novos padrOes e bons
pannos a 4,500 rs. a peca c a 120 rs. o covado :
alm dcstas, ha um completo sortimento de fazen-
das de todas as qualidades: tudo por proco com-
modo.
Vcnde-se um sobrado de um andar, sito na
rua do Rangel n. 13 ; urna cadeira de arruar toda
envdracadae de dous bracos por proco commodo:
no Aterro-da-Boa-Vista n. 33, primeiro andar.
Vendc-se, na venda da esquina da rus da S.-
Cruz, que volla para a da Alegra, milito bom vi-
cho da Figucira a 180 c 200 rs. a garrafa ; mantei-
ga de yacca, a 400 480, 560, 640 e 800 rs. ; saccas
de familia de mandioca com tres quartasda medi-
da grande a 3,200 rs. ; cha hysson a 1,920,2,240 e
2,500 rs. ; e todos os mais gneros por procos mili-
to rasoaveis.
Vende-sc por precisio e por preeo commodo,
um preto de Angola de meia idade de bonita fi-
gura, sadioe sera vicios he canoeiro entende do
todo o servico de urna casa e he bom comprador
na rua Nova n. 39, segundo andar.
i\a loja de Jos Ma-
noel Monteiro Bra-
ga, na rua do Crespo, n. 16,
esquina que vira para a
rua das Cruzes,
vendem-se ricos cortes de vestidos de seda para se-
nhora ; linda la/onda intitulada garca le seda--
de mui ricos gostose mnito modernos, para vesti-
do desenhora; casimiras clsticas, francezas c mo-
dernas de gustos inulto agradaveis ; chapeos pre-
tos francezes prximamente chegados de Paris
adamascado de linho com 8 a 10 palmos de lar-
gura para toalhas ; guardanaposda mesma fazen-
da ; toalhas mais pequeas ; ditas com 3 varas; c
outras imntas fazendas degosto.
Vendem-se caixas de cha hysson, de 6, 12e13
libras cm porcOes ou a retalho ; caixas de velas
deespermacetede5e 6 em libra na rua da Alfan-
dega-Velha n. 36, em casa de Mathcus Austin & C.
AOBAKATO.
Na nova loja de Francisco Jo-
s Teixeira Bastos, nos qua-
tro cantos da rua do Quci-
mado, ti.'20, que faz esquina
para a rua estrella do Roza-
rio, vendem-se
fazendas novas, bem como : brim pardo truncado
de puro linho, a 200 rs o covado dito superior, de
cores as mais modernas a 1,500 rs. a vara; algo-
d5o trancado de listras, americano, a 180 rs. o co-
vado ; dito encorpado, a 200 o 240 rs. o covado ;
chitas escuras de cores fixas, a 160 e 180 rs.|, e linas
de novos padroes a 200 rs. o covado; ditas impe-
riaes, a 300rs. o covado ; ditas escuras o ordina-
rias a 120 e 140 rs. o covado ; cortes de cambraia
lina, de cores, a 3,200 rs.; pecas de bretanha de rolo
com 10 varas, a 2,000 rs.; dita de puro linho a 320
rs. a vara ; dita muito lina a 640 rs.; merino pre-
to fino e do cores, a 1,280 rs. ; panno fino preto ,
a 3,000 rs. o covado e de outras cures e qualidades ;
meias para meninos a 80 rs. o par; ditas para me-
ninas a 200 rs.; ditas p'retas e curtas a 120 rs. ;
ditas muito finas a 280 rs.; ditas para senhora a
240, 320 e 400 rs. o par; mantas de fil de linho a
1,600 rs. ; cassa escampinada, propria para cortina-
dos, a 3.2Q0 rs. a pega ; cambraia lisa muito fina a
640 rs avara. Dilo-se amostras francas aos compra-
dores. Alm destas lia outras muitas fazendas moder
as por pregos rasoaveis.
Vcndem-se80caix0es|vasios, paraassucar, por
preco commodo: na rua do Trapiche, n. 17.
- Vende-se nina boa flauta nova de
Hamburgo, com 8 chaves de prata e
Vende-se cera do carnauba da
qualidade que lem apparecido ,
retalho romo em porcOes: na
l.arangeiras n. 14 segundo
junto a rclinacito.
melhor
lano a
rua das
andar
Vende-so urna morada de casa no lugar da Ca-
sa-Forte com bonita vista por ser de podra e cal:
tem na frente 3 portas, 4 quartos, cozinha fra e he
bastante grande : no becco do Padre, sobrado
n. 14.
-Vendem-se 6 escravos sendo um pardo de
26 annos com principios de sapalciro do bonita
li gura e bem robusto; um dito de II annos, pro-
pno para aprender qualqucr ollicio; 3 prelas de 18 a
25annos,com habilidades; una dita engomma-
deira e costureira para fra da provincia : no pateo
da Matriz le S.-Antonio n- 4, segundo andar.
A 640 lt.,
pares le pentes de tartaruga demarrafa: na rua lar-
ga do Rozario, ii, 24.
Vende- se a venda da rua da Concordia n. 15
com poucos fundos.ou somonte com a armac.to, bem
afreguezada para a trra ; urna morada de casa ter-
rea na mesma rua com commodos para grande
familia feita a moderna junto as casas do Sr. Jos
Antonio Crrela Jnior: ludo se vende porscu do-
no rolirur-se para fra da provincia com sua fami-
lia : a tratar na mesma venda. Na mesma se olTere-
ce um moco para administrador, ou fcitorde engo-
lillo do que tem muita pratica.
Vcnde-se um moleque de 20 annos; 2 prctos
do 24 annos proprios para todo o servico ; um par-
do, bom carreiro, de 20 annos; duas pardas, urna le
22anuos, com habilidades, ea outra de 12 annos .
com principios proprios para so educar ; 3 prctas de
20a 30annos, com algumas habilidades; umane-
grinha de 12 annos, com bons principios : na rua do
Collegio, n. 3, segundo andar, so dir quem vende.
Vende-se una grande casa terrea, eita a moder-
na por prego commodo: a tratar no principio da
rua Imperial n. 9.
Vende-se um cscravo de bonita figura com
principios de carpina : na rua larga do Hozario
n. 40. '
-- Vende-se na livrai ia da rua do Crespo n. II,
Historia dos crimes do governo inglez, desde os pri-
meiros assassinos da Irlanda por 2,000 rs. ; a S.
Biblia contendo o novo e velho testamento, tradu-
cidos cm portuguez por P. A. P. de F. ; as Mu-
Iheresquese lornam celebres pelos scus amores,
por 240 rs. ; o Amigo dos hoinens por 2,000 rs ;
Pauta da aflandega, nova, por 2,000 rs. ; Direito pri-
vado natural, de Francisco Nobre Freir 1 v. por
4.000 rs.; e oulros muitos livros. Cheguem a pi-
chincha antes que se acabe.
Aos 20,000^000 de rs.
Vendem-se meios bilhet'es da 7.' lotera da cons-
truceflo e reparos das matrizes do Itio-de-Janeiro :
na rua do Collegio, loja n. 1.
Lei regulainentar das eleicoes
de 19 de agosto de 1846, para as cmaras legislati-
vas assembleasprovinciaes, cmaras municipaes
cjuizes de paz do imperio lo Brasil: acompanba-
da de todas as resolugcs do concclho de estado,
avisos, ordens e portaras, que deram esclarecimcn-
lo aos seus artigus, collocados em notas aos luga-
res cu ni pete ules 1 v. impresso no Kio-de-Janeiro,
por 1,280 rs. : vende-se na livraria da esquina do
Collegio.
ATTENCAO'!

Frederico Chaves, fabricante de gaz hy-
drogeneo liquido, com fabrica de li-
cores, chocolate e espiritos, no Aterra-
da Boa Vista, n. 17,
tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co, e com partculai idade aos Srs que 11 san decan-
dieiro do gaz, que na sua fabrica seinprc acharfit)
grande porcio de gaz hydrogeneo liquido, de boa
qualidade, pelo diminuto prego de 320 rs. a garrafa
Vao he rlinliic'i do novo bara
I cito tudo querer vender a
troco de pnuco dinheiro, na
sua nova Joj rindo Cahug.n. i ,hem como
hicos finse ordinarios, de bonitos padrOes ; luvas
despda curtas, a 120 rs. ; ditas compridas a 480
rs. ; franjas brancas de algodilo a 160 rs., c de co-
res, a 240 rs ; lilas brancas de linho, a 200 rs, ma-
cos de 12 pecas, e encarnadas, a 600 rs. ; papel alma-
co p de peso a 2,600 rs a resma; brincos dourados,
h 200 rs o par; postas nroprias para meninas de es-
cola a 800 rs. ; tesonras com um pequeo loquode
a varia o caivetes, a 80 rs. ; linlia de carretel a
240 rs. a .luzia ; caixasde pos para denles, a 60 rs. ;
meias de meninos e inenicis, a 160 rs. o par ; phos-
plioros de peuli; contendo 104 palitos que n.lo fa-
llan), a 20 rs ; Irancelins .le borracha a 80 rs.; li-
as de dita a 120 rs. o par ; pentes de tartaruga a
1,200 rs. o par; caixas de I juilas de marca grossa ,
contendo cada caixa 16 nvelos a 160 rs.; botos
de seda para enfeitar vestidos de senhora a 80 rs. a
duzia ; medidas para alfaiate a 60 rs.; colchles
em caixas contendo 12 duzias, a 400 rs. a caixa ; fi-
l de linho lavrado a mil rs. a vara e liso, e 240
rs.; aljofares, a 120 rs. o fio ; fitas de velludo largas,
al60rs. e estreitas, a 120, rs. avara; pentes de
de prender o cabello, a 100 rs.
#^ EM PRIMEIBA MAO', ^J
vendem-se caixas com velas de cera do Itio-de-Ja-
neiro c de Lisboa : na rua da Son /.a lia, armazn
n. 110.
Vende-se fio da India proprio para coser sac-
eos : na rua do Trapiche, n. 8.
Vcnde-se ferro da Suecia ; folha de Flandres ;
cobre para forro de navio ; dito para caldeireiro em
porcOes grandes e pequeas : na rua de Apollo, ar-
mazem 11. 6.
Vende-se estopa, propria para saceos : na rua
do Trapiche, n. 8.
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LOTERA do rio-de-
JANEIRO.
Vendem-se billietes e meios ditos da
selima lotera a beneficio da construccao
c reparo das matrizes : na rua da Cadcia,
loja de cambio, n. 38 de Manoel Go-
mes.
- Vendem-se ac^os daextinc^
ta companhia de Pernambuco e
Paraliiba : no escriptorio de Oli-
veira lamaos & Companhia ,na
rua da Cruz, n. 9.
Vcnde-se urna morada de casa de sobrado de
um andar e slito, feito a moderna, em urna das
principaes ras desta cidade na rua Direita, n. 50.
Vendo-so urna commoda de Jacaranda urna
secretaria de amarello 12 cadeiras de palhinha de
oleo um sanctuario le tres faces, do Jacaranda ,
obra muito assciada ; tudo por prego commodo : na
rua da Cadeia-Velha n. 11, se dir quem vende.
Vende-se urna venda em bom lugar, e muito
bem afreguezada para a Ierra : na rua da Guia, n. 9.
Vendem-se 4 escravas chegados do sortao '
sendo urna mulatinha de 12 annos; urna crioula de
18 annos; um pardo de 13 a 14 annos bem claro,
muito proprio para pagom por saber bem montar
a cavallo; um pardo perito oflicial de pedreiro: na
rua do Trapiche, n. 36, terceiro andar ou
ruados Tanoeiros, armazcm n. 1.
Vendem-se billetes da lo-
(priado Uio-iiV-.Fa leiro : em c
sa de -I. O. Elslpr, na rua (Ja
Cadei i-Vellia, n. 29.
VpiiiIp-sp umcaixilho envidraoado, para um.
jam-lla : na rua do Collegio n. 10, primeiro au.Ur
Vende-se de casa particular, urna raparm'
de 18 annos, de elegante figura.de boa conducta'
que lava peritamente de sablto e varrella eugom!
na cozinha hem e cose alguma cousa : na rua di
Cruz, no Recife, n. 49, primeiro andar, se dir quem
vende.
--Vende-se urna pretade 19 annos, sem vicios
nemachaqnes.que he lioavendedeira depilo e de to-
da qualquer venda : ao comprador so dir o motivo
da venda : na rua Direita, n. 26, se dir quem vendo
Continua-se a vender boa manteiga, a 320 4on
5IK), 600, 800 e 1,120 rs. ; banda do pnreo, a 3 rs.'
velas le carnaha de 6, 7e 9 em libra, a 320 rs
espermarptp de 6 em libra a 800 rs.; cha hvsson '
a 2,000 e 2,560 rs ; caf muido a 160 rs.; d'ilo en
grflo a 14) rs. ; nassis novas o gran les, a 240
rs.; bolachinha ingloza a 240 rs.; pairts novos a
2,560 rs. a duzia ; arroz de oasca a 2,809 rs. o l-
queiroda medida vellla ; inilho al|iista a 640 rs a
cuia ; feijHo a 240 rs. a dita ; azeito doce de l.islio*
a.560rs agarrafa; charutos regala a 1,363 n '
caixa ; chocolate novo a 2*0 rs a lihn ; caixo-s
de doce dogo.a lia, do 6 e n anoln a 893 rs. ,. |._
josnovos,a1,4)0rs ;e lodos os mais gneros ,|e
ven la por menos proco do quo em nutra q ftlqiinr
parle no paleo do Carino, esquina da rua de II ir-
las, lado direito. n. 2
Vende-so urna venda na rua da Roda, defronte
da cocheira com poucos fundos : a tratar no se-
gundo andar por cima da mesma venda,
rjl Narua doQiicimado, loja do chapeos, n. 38
sa\vendem-se superiores chapeos francezes da'
ultima moda de Paris, chegados ltimamente no
brigue Cetar; chapeos do verdadeiro castor portu-
guez do ultimo gosto chapeos de mas-castor, a,
lisbonense; ditos do castor sem pello; finos chpeos-
de palha italiana parahomem e meninos; bonetes
de velludmho a franceza para enancas ; bonetes
aamazonas, para as senhoras andarem a cavallo;
chapeos lo massa de todas as qualidades: tudo a
preex) que convida aos compradores.
AttencSo.
Na rua do Crespo, loja n. VI,
de Jos loaquim da Silva
Haya,
vendem-se chapeos de seda para cabecas de senhora,
os mais ricos, e mais modernos que teenivindoa esta
praca; assim como se vendem chapeos de seda e de
palhinha para meninas de dous a 12 annos: toucas pa-
ra criancas, de muito lindos goslos. Tudo ebegado
de Franca pelo ultimo navio, e por muito commodo
Veudem-se4 escravos de nacSo; um oplinio
molequede 16 annos ; 3 escravas com habilidades;
na rua Direita, n. 3.
Vendem-se 6 prelas mocas, com habilidades, do
bonitas figuras; pretos e pardos, lambem mocos:
na rua Nova, n. 40.
Vendem-se duas vacascom crias, muito boas
ie leite l na estrada do Arraial, sitio de Marcellino
Jos Lopes.
~ Vende-se urna morada de casa na cidade do
Olinda ao pdoaljube, n. 8 : a tratar na rua de
Iloitas, I). 41.
Escravos Fgidos.
na
Vinlio de Champan lia
da superior e muitoacreditada marca
Cometa,
vende-seno armazem de Kalkmann & Rosenmund,
na rua da Cruz, n. 10.
Vendem-se 2 casas terreas com quintaes e ca-
cimbas sitas na travessa do Peixoto que renden)
8,000rs. inensalmente cada urna; e por haver no-
VELASDECERA.
Veudem-so caixas com velas de cera sortidas do
Rio-de-Janeiro de superior qualidade, e lambem
caixas ou porcOes de qualquer qualidade, desde
lata 16 em libra ; brandOesde urna e meiaoduas
libras; bogias para caslicaes, e tambem algumas
caixmbasde50librasdc velas de cera de Lisboa-
tudo por prego commodo para fechar contas : na rua
da Senzalla-Velha, armazem n. 110.
Charutos de San-Felix.
Manoel Joaquim Concalves e Silva, na rua da
Cruz, n. 43 scientifica a scus freguezes que pelo
ultimo vapor( Pammse) Iho chegou um completo
sortimento de vanas superiores qualidades no sri
da fabricB de San-Felix, como de outras das mais
acreditadas, e pelos quaes o mesmo se responsabi-
-Vende-so urna armacSo de vende e tambem se
aluga a loja onde'est a dita armaeflo : na rua es-
trella do Rozario, n. 45. v rua es
Fugio de bordo do patacho Pelicano um escravo
de nome Roque, de San-Thom estatura baixa,
rosto redondo e sem barba, com feridas as pernas,
vestido com camisa e caiga azul e barrete inglez.
Este cscravo pertcnce a Joilo Jos Pereira deAzeira,
do Rio-de-Janeiro. Quem oapprehender, queira le-
va-loa ruada Cruz n. 66, casa de Caudillo Agosti-
nho de Barros, por quem ser recompensado.
Est fgida a escrava Thcreza, de 30 annos pou-
co mais ou menos do nacSo Angola, alta, bem pre-
la lentes abortos rosto redondo e alegre; levou
vestido de chita usado panno da Costa ; anda com
duas caixas do folhas de Flandres, urna granile pinta-
da de verde e outra mais pequea anda nova, ven-
dendo miudezas; para maiorsignal, tem pelas cos-
tas urnas costuras levantadas. Roga-sc, portanto,
as autoridades policiaes, capilfies decampo ou ou-
tra qualqucr pessoa, que a apprehendam clevema
scu senhor, Jos Saporiti, na rua da Cruz, no Reci-
fe n. 18, segundo andar, que recompensar gene-
rosamente.
Fugio, do engenho Vinagre o scravo Luiz, de
25 annos ; tem o olho direito coherto de urna beli-
da e no queixo inferior do lado esquerdo urna fs-
tula cicatrizado; desconfia-se terido para Nazareth,
S.-Antiio ou Po-do-Alho onde foi comprado :
quem o pegar leve ao dito engenho.
Fugio, na tarde do dia 25 para o dia 26 do cor-
rente mez, um prelo de nome Rufino, nacSo Congo,
idade 40 annos, estatura alta, corpo medio, cor fula,
olhos grandes, nariz o bocea regular, barbado, c com
a perna direita cambada. Quem o pegar leve-o a Jos
FernandesFerreira, que recotrbensar.
Da otaria de Manoel Antonio do Jess, no sitio
Bcmfica junto pontezinha dos Remedios, no dia 23
do corrente, desappareceu um moleque com os sig-
naes seguintes; Fiippe, naglo Congo, estatura re-
gular, cheio do corpo, ceg do olho direito, beicos
grossos, falla um tanto descanasada, com pona de
barba, que representa ter vinte annos pouco mais ou
menos; levou vestido carniza e ceroulas de algoJSo
da trra. Recommenda-se a lodos os capitfles do
campo, ou pessoas particulares por quem possa ser
encontrado dito escravo, o mandem pegar e entre-
gar no Recife, padaria n. 18. da rua larga do Rozario,
junto aoquartel de polica, aonde se recompnsala
com generosidade.
Desappareceu, da casa n. 16 primeiro andar,
na rua estrella do Rozario no dia 25 do corrente, as
7 horas da noite, urna preta de nome Mara, do
nacao Cacange estatura ordinaria ebeia do cor-
po ; representa ter 30 annos ; levou vestido de 13a
branca j desbotada com flores miudas, argoias do
puro cortadas, as orelhas : quem a pegar leve a di-
la casa que sera gratificado.

pkrn;: na tip, DE M. F.DErABlA.
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