Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08495


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Full Text
nio
de 18*7.-
* Quinta-fe ira 22
itrnti" Tj"*' v|.o diHVranle, e as
I ,.,,!. (nquon'ofwn.n.-
| ,0r3 nariintM, c 160 em typo
i1 .1 ....hli-'.r iil.

,pll.VSEDAT.UVNHfeZDP.JI.HO
I ,'i nora ::l ">"' da '"
I |lmSoa"1 |V s 9 liaras a 15 min. da manijan
I|,ibIiO* 7' ,, |q dpnu qH ihirt il II.:.,.!.:. i
mo. di mantisa
min. un tarde.
PAHTITX D03 CORBEIOS.
'.Diurna e Para'ivha, s segundas escitas fe!n,s.
Hio-(>rande-dn-.\or| SarinMni, Rio-Pormoso, Poito-Calvo e
Macelo, no i.", a 11 c I i ilc cicla mes.
Garanliuns o Bo i!l i. i m e 21.
li.ia-Visti ii Po es a 1.1 e 8.
Victoria, (s quintas l'eiraj.
Olinda, todos os das.
piu: wia ; n;; hoje.
I'riiiicia, i.i 0 hoias a 30 minutos dalarde.
Segunda', lis 0 lio ras o 54 minutos diaianlia.
de JhI'io.
Anuo
XXIV.
N.161.
niAS'Dt bf.V
9 Secunda. 'J. Aramio.-. And doJ ,lns orpli."-
os i!oJ. do c. da > v. o do i M. da : v.
10 T *> Au I. do >. '''' ci. da
i. v. c do l !-
i Qaart S, Prai ','1 civ-
de I.
J! Quinta, S. Monden. Vil do J. >'c orpli.
r do J. r.Onicipal da I,
2H Sixti.S. ipollina.no. '.ii I d0 J 1'T.edoJ, do pat do l. dist <.!. i
i :; Cknslina. And. du I do civ.
I. v. e do .1 de p;./. do I dist de t
51 Domingo, S. Tingo.
CAMBIOS NO DA ti HE JLHO.
, i I, Londres a '/,d P- lrs.aod.
a r i'iris 355 rs. por fra
ii a
; |0'," iVo"01"'7-
Ouro-I ,;l '9i50
i IC.SIOII
, nov 10*110 a i#l
i> <(J 4?00(l..... 9*i00 a 9J20I.
Prafci PteCl ...... I#9t0 a 1*91
a i res... I0 a l#*'0
ii Ditos mexicanos ... >*"100 a <<>
Miuda........ U9I0 l5
Aeresela comp.rfo olieiiiiede SOjfOOO rs.ao par.

_ yto,aa-iatJcirt *
DIARIO
RMAMBUGO
IA fe
rfVffl
CORRESPONDENCIA W5 MIMO DE PERNAMBIJCO
l.inha, 16 dejunho de 1847.
Nn dia 10''" correnlo puMCOO-SC no Diario do Co-
rtPioumn proclamado mi manifest do S. II. o rai-
nlia naqualdepolsdoprenrhhuloso l oseguinlo:
Yara conseguir a dgVfdfl sllbmissfo e restabe-
ircer nnlein publica, ilejbcrci lomar todas ns me-
didas que i humanldadu o a salvaran publira re-
flamn'm : conceder urna amnista nnipllssima ; n
rcsttuiclo a indos os cargos; que a constittiigllo e
8jPSRfiopermittempe'rdrsciB sentetlca; o a ros-
tiltiicHo de todas as honras. Delbcrei convocar as
Hcndo-se as clec/>es, logo queadevi-
jasubmisso se cffeitife, esc restabelc^a o sncego
publico em todas as trras do reino, mantondo em
indi a sua plenitutc a lber lade d is eleirJs, o livre
errciodc lodos os dircitos, oa escrupulosa oiin-
parcial cxccuqo da caita cbltstitucioiial em todas as
>l|:K.!lS;0-i''O:'S. II
fim seguida il Sua Magestado parle de que lomon
ests deliberatjfles de accrdo com os seus atlin
osqtiacstcem concordado s cfll-
i zes para coadjuva-laa terminar calamidades tilo
fbneslas.
Esta proclamat-ilo mi manifest, lie seguida de
mu decreto pelo qual so concede peral e completa
amnista pura todos os efimes polticos eommetti-
dos desde o din c de oultiliro de. isiG, Picando em
perpetuo esquecimento e absoluto silencio--Ficam
nulltise de nenhuin effeltp todos os processos, seja
qual foro estado em que se achem ; e seriio solas
toilas aspessoas que so acllein presas, com processo
oh sem elle; assiui como poderlo regressar ao rei-
no Indas as pessoas que o governo tenba mandado
desterrar, ou que se tenliam ausentado. Determina
onipsini) decreto a rcstHui^o de todas as patentes,
honras, lilnlos, &c, legolmente adquiridas at ao
din Gdv outubro do I84.
Estas rcsolugOes conciliadoras do llnoiio uo
agraciaram nos exaltados do partido dominante, c
alguns dos voluntarios do Algarye, balalliSo da car-
ia, o e i | uMicos, andarain pelas ru.is a
insultar, e maltratar todas aspessoas que viain ci-
tar lemln o /Harto, on que innslravain estar rego/i-
jnilas. Na ra dos Alglbebcs, foi ferido gravemente
um mcrcador de pannos, por um dos voluntarios do
Mgarve, por estar leudo alegremente o Mario : Imu-
vriam mais alguns disturbios, e as cousas um tn-
maiidflum aspecto triste; pdrm o governo miuedin-
laiin nteadni tou cnergica medidas; mandando per-
correr as runs numerosas palrulbas de cavallarin e
infantara, com quo em breve se restabeleceu o so-
Ccgo.
Entretanto, parece que opcujtamenleso eonlintrou
a tramar. As njcdfdag publicadas descontentaram
II "'me ns furiosos caiirali~iis, que, s respiran-
do vingnnca e exterminio, nao se podiam conformar
ideia de ver restituidos nos seus poslos, hon-
ras o emprcgi -, e hombrear com files as pracas,
passcitise tlieatros os seus inimigos, c por isso allir-
na-M' que (orara enviadas ao paqo deputacocs de
olliciaes dos batullies de empregados pblicos, <
"arta, do 1.'do coinmrcio, e da guarda munitipn!,
pedindo a revogaeao du decreto publicado no Mano,
sol |eoa dse revollarem, c exigircm a nomcasfio
de un ministerio quoo llzesso.
He certo que a noite se publkou um sup| leinenUf,
no qual, rom o pretexto dos disturbios que linha
havido durante o dia, se determina que as disposi
eoi'.s do decreto publicado no Diodo s terflo efeilo,
qundoa junta rovorocionara do Porto e os cornos
armados que sustentara a rcvolta, lizerein a sua
completa siibmissSo.
Assim ficou a cousa no mesmo eslalo em que se
acliavn, pulque a junta, uem os curpos armados ain-
la tifio se subiiietluniiii Couiplelamenli: ; e agora
quem parece que trama aflo os exaltados sctcmbri.s-
las, para lazcroui ri'volu(,'o om Lisboa ; porin o
governo est provenido, tein lomado disposicoes, e
he provavcl que, se tentaron algn.a cousa,sejam es-
:armenlado8.
Todava, ncm mesmo o que se delorinna no Da-
ro do da lie plenamente o ileci lido no porlocolo
nssigiiado em Londres a -^1 de malo polos i lenipo-
lencarios do llespanlia, Franca, (rn-Bretanhn e
Portugal. All se exige a revogac,ilo le todos i
cretosque se piililiearam desde'o p incipiodc oulu-
brn, equo int'iingeni ou estn rui desaccuido com as
leis estnbelecidiis e a coiisliluigiio do paiz ; c
mediato nonieu(;fiu de una aihninis!i'.u;ro con
'le hoiucns que nlo per'tcncam ao partido dos (.a-
luaes, nem sejam membios da junta do Porto.
Em nenhutna dostaseousasso falla na proel
cao e decreto da rainha; e parece que a grande
dilliculdado esta na noineocfio do tal minisi
l'iom havido repotid ado, c teem
ido eonvidados tnnilos i mi i vid nos de diversas coros
inliticas; norn, at agora, todos*s esforco
l'ma ,-iiiininislrac;"io selembrisla leni
eontrn si a guarda municip! de Lisboa* alguns dos
batalhOesnai ions onde pHllnbi o espirito cabra
lista;--um gabinete eabralist* he rejeilodo indos in-
lezes: lora desles'dous partidos he moito difflcul-
rranjar liomens une se queiram actunln
inniiiibir da dirceeo dos ; idlicos. I
impossibildade deduz-se que, afn lezes,
vendo que llie he dilDcilissimo arraujar o ne
como imaginaram, seirfio embnra, dcixando-nOS I
lirncos com os n buracos.
0 conde das Antas e a sua diviso anda se conser-
jva prisinueirii na turre de San-.loliao-da-arra ; nn-
Vli: sao guardados por 300soldados inglezcs; e tra-
tados, emquanto s raq.fes ,da mesma nianera que
estos.
Os vapores aprisionados permanecem nn'l'ejo; e
parece que o governo nlo pode di spftr dalles, pors
que se serve do vapor uqut-de-Cormoailli, de que
paga file, t'ltimamente esto vapor veio da Piguei-
ra com olTiciaes militares, presos polticos e uns
eento e tantas reerulas, resto dos que, elle mesmo
Contjuzra para o dito ponto, por oeeasiao da toma-
da dos vapores do Porto, e que se dsso que l il
tambem detido em Cascaos, o que nao foi exacto.
Parece que I volla dos recentas para aqui, foi em
eonsoquencia do evitar a grande deseie lo que se no-
tara nolles.
Consta quo urna diVi'sSoda oxpcdicflo Hespanhola
entrara por Valenca, o depois de algmnas horas de
fogo li/era levantarnos revoltosos do Minhn o cor-
eo de Valima. Os revoltosos abandonaram Vianna,
e diz-se quetodoo Alto-Minho, o rocolheram-so no
Porto. Jatiulm chegado Vinba o gvornador ci-
vil, nomeado pelo (tovorno de Lisb A divislo
hespanhola he commanJada pelo capitSo-genoral da
Caliza, lleudes Vigo, que se rJissc tinha mandado
desarmare internar as tropas do bario de Vinh.i >s, o
sual seacbaom Portugal, operando com bastante
forca 0 genoral hespanhol dirigi aps Portu ;u r-
/es urna nroclamaclo, pedindo-lnes se submetlam
enlfo hostilisam sSsuas tropas para nao se verobri-
gado a obrar com rigor.
Dlz-se que nutra diviso hespanhola, com manda-
da pelo general em chele, II. Manoel dla Concha,
entrara pelo lado de Braga e a se achava om Pcna-
fiel, avaneando para O Porto, de comluoaiao comas
tropas do maree'hal Saldanha, que dizem estar em
Grif. Se a junta se uo suhmelter, he provavel
que estas torcas taquera conjnctamente o Porto, e
all ontrom.
Entretanto, parece que ftrevoltn augmenta naBet-
ra-ltaixa, onde os padres, do erueitixo na mno, pr-
gam tima cruzada a favor da junta do Porto. 0 Din-
Ho,porin, diz hojeque oa gerrilhas 11 B nra-AI-
la, dennis de Icrem entrado na Guarda, pediram um
armisticio aobarfiode Villa-Nova d Ourem, o qual
Ih'o nn concedtl, e que podHido-lho dopoia o nas-
sarem ao outro lado do rio Honro, Ib o Conceder,
indo comtudo em sua perseguicao. Diz tambem
(pie i'ovoas se retirara da Regoa o que ftigia na d-
recc.lode Amalante, sondooceupado o ponto da Re-
goa polo conde do Casal. .
Assegura-se que o marquez de l.oule veio do
Pmio, n'uin vapor, para tratar com o almirante in-
glez sobre a submisso da junta. Diz-se quo o mar-
quez;qiie so acha a bordo da nao slmiranto mgle-
za) insiste na nomeaeilo de um ministerio dacon-
linca ilo paiz. lia quem assegure tambem que se
rellio na nao almirante o conde da l.aipa, yin 10 de
Setubal, o que teem havido largas conferencias sobro
oananjofinal dos nossosnegocios,
Honlem sahiram do Tejo para Setubal, una cor-
vola Ingleza, quatro vapores da mesma nacao, dous
hospauhoese um francez. Disse s logo, que ta ata-
car Setubal. A' noite espalbou-se o boato, por parte
ntodb governo, que os revoltosos do setuoai se
tinhaui sulimettido, dopondo as armas; polo con-
tiario, os partidarios da revoita diziam que os revol-
tosos se linham retirado para o Alcacer-do bal. u
Diario de hojo dizeste respito o segninte i or
indicia telegraphlca viuda hojo de lardo, consta que
s rebeldes de Setubal"cstavam entregando as ar-
mas, por intimarao que para isso lho fez o conde
deVinhaes. do combinacSo com as frcaa alijadas. >
linio coneni OS SgUillteS boatos. QUO 0 Vid
deSa o conde de Mello, os olliciaes O vanas pracas
at ao numero do 300, aeentregaram, o aeachama
huido dos navios inglezcs e IVan.-e/es ; c que o rOSlO
da nica en, nnmeodo mais de 4,000 lio:.....reti-
rara para Kvora. ... n- i i
Segundo um annuncio publicado no hano do ho-
jo, a venda dos l.illictc.s para agrande (olera i >S
I.hdt) contos om nscripcoes .leve coinec.ir no da
\ do corren te, e continuar ato ao dia ^i deoulu-
bry prximo, em que lera lugar a ext-accSo da lo-
tera, entrando oa roda todos os bi I heles tanto bron-
cos como premiados
Em consequeucia dista e du aspecto que as c
nlo lomando para o prximo desenlace \.> lula o
laciicncOo do paiz, as indas do banco looiavitdqui-
rido manir valor, e o sou agio tem descro de 2,000
rs. 11 que cliegou, a 1,500 rs. a que se acha lioje.
Aqu sSoesperadas com anetedade bs noticias de
Inglaterra para veros debates do parlamento 1 n
peitodosno ctos, At agora ris^iseussoes
teeia sido rvoraveis a causada rcvolta, e pare< que
a decisf.o liui.l da que.-.lo leria lugar no da lo do
Curente; islo he, se a cunara approv.iV.i mi nao a
conduela do governo, e H conceda os subsidio ., por
lico.
Iiiz-se que a junta do Porto est renitente em nilo
querer ulo menos ule lho cuustar a duciaSo
do parliiieeiilo inglrz ; po quoasfor-
czas, quo faraiil a Selubal, paitrain
u 1 ni tu, c que do cumbinaco com as lro| as 1 o
mftrecbal Saldauha o os liespr.nholas atacai.nn n-
quella cidade e olirignl'Hlli a junta a sulimeller-sc
Transcrevo euiseguida u piuleslo que a dita justa
lingio as uacO'.'.s all,idas, em data dui. dejunho
ron ente : --
a Protesto. A junta provisoria do governo supre-
mo do 1 Cilio em noilie da nacao e Com profundo senlimontu a iutimnciio que no da
,v*h\ lho foi fella
ie sii t.. Ha 111 ilion ao 8r. I)
i.uiz Lo 1 es \r la Ierro Ayllor, ministros plonlpoten-
11 i nmeirodo S. M. Brilannica en segundo
:\. Catiinliea. para que a mesma junta cousen-
lisse n'um armisticio, que polas cdrles de Inglater-
ra e llespanha havia sitio solicitado pata le lugar
do norte do Honro c ao sul do Tojo, e governava em
ambas as Boiras e parle da Extremadura, apezarda
oceupaco d'uma porefto destas provincias por todas
as fricas do governo 00 Lisboa, e quando todo o ar-
chipelagn dos AcoreseMadeira ospontaneaRfontese
pronunciava pela junta, quando una segunda o ar-
rojada cxpodii'iln martima se executava, a qual poria
breve > nfallvel termo a esta guerra desastrosa, lio
que os .'ovemos das iluas n lees alliadas julgaram
opportuuo olFerocer una niediaeo que so dizia aiui-
gavel, mas que, polo menos, uo fui dirigida nessn
espirito.
r.si meiliaco arrehatava das nios da jnnii una
1 infallivcl.quc, pondo termo a guerra civil pe-
lo completo Iriumpho da causa nacional,devia recon-
ciliar o throno eom aliberdade oassegurar a lodos
os Portuguezes o gozodnsgaruntiasconstitucionaes,
sem ilistiueco de partido a junta, desojando nlcan-
Cr estes beneficios para a naco que representa, n-
ceitoua modiacflo, quo nlo pedir, que IhonSoera
tria, o-ouo, emquanto oflleiosa o philantropi-
ca, uo ofTcndia o pundonor nacional Mas, aceitan-
do aquella mediaein. nloentendeu a junta entregar
asorle di liberdade portuguezn, edanobre causa
niie defende, no juizo o sen tone das patencias me-
diadoras, quo a mesma junta nunca i econlieeeu co-
mo uizese arbitros nostn routenda, porque a nacth)
wza tem bastante capacidade e ntolligencia,
para de per o governar sem carecer da tu-
le!!.! dos governos estrangeiros, a qual a junta nunca
e.iliegaria os destinos do sen paiz.
u A unta aeerescentou as propostas, que lile foram
dirigidas, as suhstiluicoos e arligos addicinnaes quo
lie pareceram rasoavcis.e tilo decorosas para a corot,
como neeessarias para segurar aliberdade do povo
portuguez, e para defende-la contra tentativw seme-
IbantesasdeG de outubro. A junta desejava urna paz
honrosa para todos ; a reconciliaeo sincera dos par-
tidos dobaixo do rgimen constitucional, sem pre-
juizo das legitimas conquistas da eivilisacao, nem do
decoro da Cl
.< Km dala de 20 de maio propnz-SO um armisticio
pelos ministros do S, M. B. e de S. II. C. assim 00-
inn Ae S M. o rei dos franee/es. A junta eoiisiderou
nuedovie dar um passo que. testemuubaase o seu
srnecro desejo de paz, e sua deferencia pelo decoro
da corda edigiiidndo nacional, pedindo, por inter-
medio dos ministros alliados, permisso de enviar
presenca de8. II eommissartof portadores do urna
res|J>ih'isa niensagein dajunla, nao so |iara tratar do
armisticio prop St0, mas igualmente das providen-
D cas ulteriores, indisiensaveis para restituir ao paiz
, do abr e .i ai. .l ... para i |j|u,r.....|(j (,ollslJlucjoli;l|>
hvUara s l(Ha| Vnnaedesliu, ..o pe. do des B q l.nd0|icia
tituiefiode uina adiiiinistiacao odios despotic, U wafosta negativa.
rannica delajiidadora, e proclamando como princi- :.""
ii,d remedio aus seus males.a reforma da carta cons-
titucional pelo decreto de 10de foveroiro do 184-i, o
que rom ilcito a nocfloobtevc porhaverS. M, F. be-
nento annuido sos votos do paiz, mandando
cumplir aquello decreto, por OUlro de 27 de maio
do 1849. ..,.
l'aia seguir esta nova o feliz BlMiaCflO poltica,
c
entre as frcas naconaes da'junta o as f(ir?as rea-
llslas do governo dfcisbOa debaixo das commina-
c instantes das mosnias cartas, que por copia
uilbentiea se publicam com este protesto.
. AJnntn resolvou protestar pbranto osgovernos
da; uaeoes do inundo civilisa lo pela muieira m.'.is
firmal, publica o solemnemente, contra um proce Ii
monto quooffonde u reconhecida independencia do
povo poi tuguez.
i. Portugal he reconhecidooomo urna nacao Imlo-
ite, e n.i he provincia, colonia OU feudo de
iicnliuma micu eslraugeira, non a algum dos seus
governos presin juramento de fideli lado eobedi-
e ola. ,. ,
I! la, pnis, Portugal, como naco hvie o indepeu -
dente, no direito incontroverso de se governar pelas
Uislituieoos .'..pelasteis, que mais proprlas Ihe pare-
ei-.np.iM lirmnr a sua liboplade eonstitucional, pe-
a qual ll i 27 anuo; le n l'-iloos m lis esnanlos IS sa-
is, dircil i que Ihe forsolemnemonte reconh i-
cido, mesmo durante resonte luta pelos minis-
IrosdoS M B. no parlamento da sua naoflo Portn-
gal Bfoq i 'Ha mu larde dyn istia, como lizers a n i-
eio ingleza em 1688, en Franca em I8S0, nem mesmo
'iterar as SlliH leis fuiulauenlaes, que regulan! I or-
deai da succesaSo da cor.Vi, como li/e:a un la ha
pouco a naco hespanhola. A guerra civil qu i
isla milito longede ter essecarcter desua-
v, la le 0 importancia. f>8 esforcos da naci Irnili-
vam-sr nte a exigir a venia le o redol do lio
o re iresenlativo, a conservar o prinei uo da
ediir na da caria e i i -l i I nciona!, a qual so voitou eei
SOr de novo actad.i por le fmi laiinv. I i I i
stndo com esta indispensavel eondiccflo do ser re-
formada por o na cmara dedepulados muid
Oais aun los poil
Comoodocroto ile lde fevereiro do 18*2 que
restabeleeou n carta c institucional com esta c.iiidic-
jflo-, nlo foi execulado iioiu cumprido, b naco nao
cessou or todos 01 meios do reclamar contra tama-
ita desiealdade, de pedo e e: com lanl i mai aftlnco o ompenho, quanto a expe-
riencia de quatro anuos traba feiloverque a som-
bra \ caria se poda exereer, 0 de laclo se liulia
exercido o mais violento despotismo en maisv rg i-
Rltosa dilapidaen. Por isso, es guiados todos ns lili ios
legaes e constilucionaes pela imprensa, pela
na, pela urna e pela ptlCflu
naco porlu-
gueza, levando ii seu amor pela legalida le ate ao ex-
fremo le nao rcagir Immodintame!!......mira o br-
baro fusilamento dos cleitores, ove de lovaritar-o
eleiiraiam-.-e eonvcncocs entic OS ministros de S
il i.e na, ni icpieseoiada pelas juntas, govornati-
v.is que du igiam a resistencia c pronuuciainentn na-
cional de maio.
i, Estas ennvences foram Sel o religiosamente
cumplidas pela nacilo, mas naoassim pelo governo de
S M. F. inslallado dopois doaltentadodefl do ou-
tubro de ISi'i, O qual quiz ohiigar a rainha a tallar
a SUB real palavrae as augustas e solemnes prnmes-
ao seu povo, unos rVoganoto
ta.los dOCretOS de lOdcl'evereu-o de IS'iJ e 27 maio
de I846S e impedindoa livre eleipo dos depuUdos da
i, mas lambem perseguindo tenazmente osmem-
bros das juntas e cheles populares, que S. M., por
decreto de5dewnlaode 1848, bayia declarado ueno-,
medios da patria e do throno. \. uo so obrigou S.
II. a fallar a essas prumess.is sagradas, mas cliegou ao
excesso de suspender a prnpr a carta constitucio-
nal, destruir a lilerdadeda iniprensa e as garantas
individuaos, declarar a rainha absoluta, e a exereer
contra a nac.'ui a mais feroz e sanguinolenta l\-
rannia.
.. Foi principalmente por estes aggravos, que o
naco corren em peso as armas em defesa das suas
leis, da sua lbenla..e, U sem que nenliiins infm tu-
llios ou revezos, ftm as proecripcOes e assassmatos,
podossom nunca alialer a sua coiagem ou enfraque-
eero seu patriotismo.
Pareca que umil resistencia Io justa, Io lodno
0 justilicada, o na qual a nae.e, I .".o alcivnsamcnle
dida, vio o exilio desen-
lalos de seus lilhos prisoneiros de guerra, o oin-
mentode suas casas, lerajma irarda
Senda da humanidade e lealdade que linha trai;ado,
devia encontrar antes as sympa Unas do quo a a ver-
i;o dos governos coiistitiH'ionaes da Europa.
n Bmquanto sorle no comecoda carrfpanha foi
adversa BS armas da naco; emquaiito o ourn Cor-
til alguns rgimentos traidores, e a Providencia
nrovava pela adversidado a nossa constancia na sau-
uiliolenla batalh de Torres-Vedias ; omquanln
depois de um grande revez o oxarcit" nacional se
achava no Porto ameacado pelas torcas tas. a rai-
|lll(, pelas IVircas de I). Miguel, defendeo.lo- -
heroica intrepidez contra estes dous nimigos, mn-
se lembrou dequoosaugiieem Portugal cor-
,.',., ,,, torrentes, e o governo de LisBda responda
conid rnode
S. M. B. a favonios idustres prisimieiros i
, por quem o leinz gnveriei de Lisboa uo
iu nem generosidade ncm compaixfto. Mas,
quando a lorca de constancia o a cusa dos mais acer-
liossacrilie feilos da i ida energa
. pal i iolismo, a junta piule, como por encanto, f.izer
ireera sua auloridade em todas as provincias
ponas
ii.Mas.aiuda que. o armisticio lusso recusado, nunca
seria isso motivo justificado de guerra, e muito me-
nos quando a quesillo que so discuta era do poltica
interna deumanac1o independonto, que, por no-
ohum principio, devia obediencia e subjeQilo a ou-
tras nacoes.
.. Em consequeucia, a junta protesta da maneira
mais formal, publica e solcmno contra a nterveneflo
armada das nacoes eslrangeiras nos negocios de Por-
tugal ; interveneo que a junta considera como um
tlesar para a corOa de Portugal e um attenUdo con-
tra a honra, liberdade o Independencia da nacao.
i: lcv.ua esto protesto no coiiliecinienlo das nacoes
civilisadas, para que o mundo sai ha qual tem sido o
comportameiilo dos governos interventores para
coma muo porlugiieza, e como esta mesma naco
Pira toreada a stibjeilar-se a um armisticio desvan-
lajoso, imposto pela ln;a, o para que quaesquer
icasquo no futuro accrescam a este povo t9o
nobre e taoopprimdo Ihe nlo possam ser imputa-
das non a unta que o representa, mas somonte a
quem contra elle emprega a torca e a violencia de
urna maneira quo o direito dag gentes nao autora*,
equo as solemnes declararnos dos ministros de S.
M. t. nao davatll lugar a esperar.
i. Esta iulimaeAo por cartas datadas de 20 de maio,
:,,'. foi feila ao vi. -presidente da junta em ill (lo
mesmo mez pela nina hora da larde, cantes della fol-
la, e antes que se coneedesse a junta espaco rasoavel
para delihi ra como um COCDO oollective, 6 para ex-
pedir as ordena as suas torcas de lena o mar, nlo po-
da nem devia a inesina junta esperar que contra as
suas turcas rompesscni abruptamente as hostihda-
des. iunta nflo podia supprquo os agentes dos.
\l I! Q deS. M. C. conservassem por tanto lempo
oceultas, e sem dar deltas conhecimento a junta,
aquellasduas cartas de intrme.e*o de urna data lao
anterior. .
a E tendo, em consequeucia da sua boa fe, a mesma
innta leilo eonsideraveis despozas, para por em cam-
po e embarcar urna forte diviso expedicionaria,
ebmposta dos corpos mais brilhantes do seu exerci-
lo cujocommando conara ao propnogeneral em
nflo devia esperar a junta, que, limitaildo-se
0 iisoliiciacs de marinha britannicu unica-
nieiile a pedir e lazer SOliCitacfles instantes e anii-
gaveis, parnq.....is vasos de guerra da junta fleas-
sein inactivos dentro do Hoirro, nao livessem os
agentes do governo de S. II. ti. por urna ntimacffo
a lempo, explcita, formal, convenientemente previ-
do o oolorao acontecimenlo que evo lugar pelas 6
horas da tnanha do din :il de niainein trente lia bar-
ra do Poi lo. All, sem previa dcelaiaeao de guerra, os
vasos da roannlia hntannica e hespanhola, cercando
inopinadamente coui tortas milito superiores as
uossas i,uvas uavacs, as intiinarain para desobede-
cerem a ..anta provisoria do governo supremo do
reino, c secollocareui dobuixo d'arlilliaria dases-
quadras, que ellas nao saban) ainda seren inim-
oas. Ecoilio um general portuguez, sem faltar aoque
devia a sua honra o a sua patria, uo poda reOBlJW
scmclhantes ordens quo eram altamente offensivas
MUTILADO


s
wjw- -y-
L ... .i

'
Jk
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da independencia nacional, o nobre marcchal do
exereito conde das Antas, nflo lendo forc,as bastan-
tes para repellira aggrossflo, seentregou prisioneiro
de guerra das Torcas navaes le S. M. B., protestando
altamente contra tima tilo inesperada violceo do di-
reito das gentes, que a propria Inglaterra nflo pode
deixaar decondemnar, eo,ue merecer por certo a
rcprnvacao do inundo e da postnridade.
A junta considera que um semellianloattentado
commettido em dcspeilo da boa f e lealilade que se
devji esperar daquellas grandes nacoes, he o inaior
que um governo civilisado podia commetter, nflo s
contra Portugal, mas contra a independencia de to-
das as nacoes, expostas no futuro a semclhante e in-
slito procedimento.
Por isso, a junta em nomo da nacflo protesta
enrgicamente contra a iniqua delencflo da sua es-
quadra, e mais iniquo aprisionamcnto da sua bri-
Ibante divisSo, nao s pelo ultrage feito ao povo
portuguez, mastambem pelo prejuizo incalculavel
que esse aprisionamento causou justa liberdade do
incsmo povo.
E para constar mandou a junta lavrar o publicar
este protesto, que ella confia ao juizo imparcial da
presente e futuras geraces.'
i Porto e palacio da junta provisoria do governo
.supremo do reino, 1. dejunho de 1847. Jos da
Silva l'assos, vice- presidente. Francisco de Piula
l.tibii dAvila. Justino Fcrreira Pinto Batios.
'itnnio Luiz de Seabra. Sebttslido de Almeiila e
Jirito.
Igualmente remetto o fspeetro.vm que se publicou
oportocolo, assignado pelos plenipotenciarios das
quatropotencias; ecujo jornal conten lambcm al-
guna artigos de jomaos cstrangciros, relativos aos
nossas negocios e occurrencias de Lisboa, o que lu-
do vai marcado, e rara delloso uso quequizcr.
Ahtioos a' que se befehe a COKIIFSPO.VUESCIA
O decreto da amnista produzio os seus effeitos
aturaos. Os voluntarios cabralistasandam do bol-
drl ebaionetaa espetar quem Ido Diario. Todas as
portas da cnlade se fechara id. Estos escndalos pas-
-s.ini-se defronte das secretarias, e os ministros ap-
plaudem. He urna traicflo que so faz ao povo. Ja
tem sido gente morta por essas ras. Os presos nfto
querem sabir anda que os soltem. Os cabraes que-
loinfazer bernarda. As tropas eslito em quarteis. lio
preciso que nos enteiuiamos: boje s os popularos
teora forca para governar.
A imprensa estrangeira analvsando o prolocollo
diz verdades duras. Ki-lasalii: '
(Do Times do 1, de junboj
A intcrvencflo lem por nm niio exigir urna total
siihmissio, nem mesmo csmagar urna robelliffo po-
rm nicamente pacificar opaiz o conciliar as 'par-
tes eonlendcntes por meo do permanente estabele-
cimento daquelles ilirelos pelos quaes os chefes po-
pulares confessem ter pugnado....... e be inipossi-
vel nSo temer que a presenca de um exercito hospa-
nhulem Portugal nduza, masdo que qualquer cir-
ciimslancia, a alheara nffeicflodo povo da sua sobe-
rana..... lima Mica estrangeira he um auxilio eslra-
nbo, pode dispersar um grupo de rebeldes, ou sub-
jugar um eommaiidunle refractario; esta forca po-
rem, nao pode supprlr es principios da harmona u-
niflO e ooopcracio, sem os quaes jamis pode existir
um governo nacional, e desloca o throno da base em
que unicammle elle pdecom seguranca apoar-se.
O auxilio que poder a m prestar a rainha de Por-
tugal, na sua actual siluaco, os seus alijados, ou se-
ria um bem caro beneficio, ou urna dadiva fatal, se
niio forreeebidocoma intima cuuviccflo deque o
governo portuguez jamis sera estavel omquant
nao tomar a ganhar a confianea e coadjuvacao da
massa popular.
HK8PANHA.
MADRID, 17 DE ABRIL.
l'rojecto de lei sobre Uberdude de imprensa, lido no con-
grtsso nasessdo de 16 pelo ministro do reino.
lima das necesidades constitucionana da situacSo,
um dos ileveres que o governo tem de cumplir, ea
cuja satisfacilo se tem entregado com todo o desve-
lo, desdo que empunhou as redeas do estado, foi os-
tahelorer por una vez em bases solidas a imprensa,
que actualmente seacha na maior incerteza.
Niio era possivel olhar com indifferenea umas-
sumptode tanta importancia nos pai/es cohstiluci-
onaes. NHo era |ossivel tilo poueo deixar correr por
mais lempo ao acaso urna inslituicflo constitucio-
nal, urna tito importante garanta dosystema repre-
sentativo ; c outrosm convnlia evitar que, de re-
pressilo em repressilo, cbegussenios a um extremo
prrigoso.
nelcadissima he a materia, e dilhciiima a soluto,
sobretuilo sendo tflo encontradas as opinies. O go-
verno niio podia vacillar. Por urna parle eslava com-
premetlido por anteriores promessas a eatabetecer
urna legislaQflo propria para a repressflo dos dolidos
da mprensa ; por oulra luba manifestado lamhum
quaes oram assuas dnntrinag pnrn conseguir que a
opiniflo mo se extraviasse, que a mprensa niio se
pervertesse, e tivesse a independencia ea liberdade
suficiontes para contribuir illuslracio da venlade
e propagado dos beneficios dacivilisacSo moderna.
He osla a grande empreza que o governo actual es-
t obrigado a levar ao cabo, o grande problema po-
ltico que anda nflo foi resolvdo no nosso paiz.
As nossas leis de mprensa se leem geralmente res-
sentido, qurdasua insuficiencia para reprimir o
abuso, qur da facilidadc com que dito lugar a con-
flictos, qurdoexcesso de repressilo e do modo por
que. por va dos seus delegados, o governo tolbiaa
liberdade dosescriptores. Daqui resulta va que, quan-
do os poderes polticos se viam escarnecidos e vili-
pendiados pela imprensa, quando a reputaeflo das
pessoas era ameacada pola imprensa, os queixosos
inalilizam a inslituicflo, cas pessoas de conhocida
probidade nflo linham recurso nerihum contra os ca-
lumniadores. E daqui resullava lambem que, quan-
do prevBlccam doutrinas que tendan) demasiada-
mente a repressflo, a i mprensa so via exposta, e sem
a acc.flo necessana para exeicer a sua natural in-
fluencia.
O governo aclual procurou prevenir todos esles pe-
rigos, masem todo o caso quer que sejam castiga-
dos osdelictos que pela imprensa se commetterem
contra a digmdade real, contra a seguranca do es-
ado, e contra a religto e bous costumes, condicOes
as quaes a sociedade se vera exposta a conli-
var a legislarlo commum, para impedir desvos e ca-
lumnias, e para que sejam mais efllcazmente casti-
gados os que niio sabem respeitar os seus concida-
dffos.
Taessitos principios geraes que moveram o go-
verno a redigira lei da imprensa A experiencia tem
aconselhado que a excessva liberdade se converte
rpidamente em I cenca, oque produz" o descrdito
dasinslituices eo vili endio da propria imprensa.
He preciso respeitar a inviolabilidade do monarcha,
he preciso acatar os poderes polticos, pBra que as
suas resolucOes sejam veneradas no paiz; he preci-
so guardar a dovida consideraeflo para com os parti-
culares no que se refere vida privada, a qual est
fra da ui isdccao da mprensa.
Discutidos em concelho de ministros todos estes
pontos, na conformidade das doutrinas alludidas, o
ministro, abaixo assignado, teve a honra de tomar
as ordensde S. M., que se dignou autorisa-lo para
apresentars cortes o seguinte projecto do lei sobre
liberdade de [mprensa.
TITULO I.
Dos delirios da imprensa.
Artigo 1." Sao delictos da imprensa os que se com-
mettem em lvros folbetos, folhas avulsas ou peri-
dicos.
1. Contra a pessoa ou digndado do rei.
2. Contra a seguranca do estado.
3.* Contra a ordem publica.
4." Contra a sociedade.
5 o Contra a moral publica.
<. Contra os soberanos cstrangciros.
7. Contra os particulares.
Art. 2. Commolte-se delicto contra a pessoa ou
dignidadedo rei : 1., atacando a sua inviolabilida-
de, ou tornando-o rcsponsavel por qualquer acto;
2., ameacando a sua seguranca: 3., ofTendendo o
seu sagrado carcter com alguma imputado injurio-
sa ou calumniosa.
Art." 3. Delinquen) contra a .seguranca do estado:
l., os que commetem contra as pessoas da familia
real delictos anlogos aos do segundo e terceiro caso
do artigo anterior: 2., os que insultam ou ridcu-
larsam a religiflo catbolica apostlica romana; ou
defendem doutrinas que se encamnbam directa-
mente a offende-la : 3,u, os que provoeam deslrui-
eflo da lei fundamental da monarchia, ao estabelec-
inento de outro systema de governo, ainda que seja
temporario, a impedir que reunam as cortes, ou sua
dJSSOlucJJo Ilegal, ou a rcuniio de quaesquer assem-
blas que exercam as facilidades das cortes e as
prorogativas roaos : 4., os que atacaren) a legitmi-
dade dos carpos collegisladores, ou so dirigirem a
coarctar-lhes a liberdade, ou a liberdade dos indivi-
duos que os oonipem : 5., os que incitaren) ou pro-
vocaren) una potencia estrangeira a declarar guerra
Hespanha: 6., os que procuraren! relaxar a ds-
sem
iiuos pengos e a nacSo ameacada nos seus mi
inleresscs. O governo quer que a le seja tilo repres-
iva, que nao fiquem sem castigo abusos de trans-
condnela ; porm quer que a lei seja tilo liberal
que a imprensa lenha a independencia de que deve
gozar com a garanta do jurado ; e afinal, contra os
juc difaman) e injurian), julgou convenienteconser-
ciplina o delidado das nossas tropas.
Art. 4. Delnquelo contra a ordem pulica : 1., os
que publicaren) mximas ou doutrinas, dirigidas a
perturbar a tranquillidade do estado i 2.", os que in-
citaren) desobediencia s leis e s autoridades cons-
tituidas: 3., os que procuraren) suscitar rivalidades
entre os corpos c clasjes do estado.
Art. 5." Delinquen! contra a sociedade: l.o, os es-
criptos em que se li/.er a apologa de aeces qualifl-
cadas pela lei de criminosas : 2.", os que tiverem por
lim propagar doutrinas contrarias ao direito de pro-
priedado, ou promoverein o despojo das classes que
possiiem pelas classes protectoras.
Art. 6. Delinquen) contra a moral os escriptos
contrarios a decencia e aos bous costumes.
Art. 7. Dcluqucm contra os soberanos estrangei-
rnsosque injuriaren! as pessoas de monarchas ou
chefes supremos dos outros estados, seus embaixa-
dores, ou agentes diplomticos : e bem assim os que
excitarem os subditos destes estallos rebelliSo,
quando nflo estivermos em guerra com elles.
Art. 8. Delinquen! contra os particulares os es-
criptos em qui' fr injuriada ou calumniada alguma
pessoa.
He injuria toda a expressilo ou accHo em deshonra,
desproco, ou menoscabo de outra pessoa.
Silo injurias graves:
l. A imputac8a.de um delicio dos que nflo dito
lugar a procedimento de ollicio.
2." Adeum vicio ou falta de moralidade, cujas
consequenejas podem prejudicar consideravelmenle
a fama, crdito ou nteresses do olfendido.
3. As injurias que por sua natureza, occasiflo, ou
circiimstaiiciasl'orein tdasno conceito publico por
afi'rontosas.
4 As que rasoavelmonte merecerem a qualifica-
eflo do graves, altondendo ao estado, categora c
circumstanciasdo olfendido e do que olfendo.
He calumnia a falsa mputacfio de um delicto dos
que dflo lugar a proceilimentode ollicio.
Art. 9.<> iNflo se comrnetlc injuria: l., nos escriptos
em queso publicar ou censurar o proceder oflicial,
ouos actos comettidos por algum funecionario publi-
co em rebiQaoao seu em prego : 2., nos em que se
revelar alguma conspiroslo contra a seguranca do
estado, ou outro qualquer allentado contra a ordem
publica.
Mas em um e outro caso os respousaves do escrip-
to lcam obrigados a provtr a certeza das suas asser-
Qes.
TITULO II.
Das pessoas responsaveis pelos delictos de imprensa.
Art. 10 Oprncpal responsavel por todo o delicto
comedido n um peridico, be o editor do mesmo pe-
ridico.
Art. 11 He cumplce do mesmo delicio aquelle
que confessar, ou fr provado ser autor do escripto
impress i.
Art 12 He responsavel por todo o delicto commel-
tido n'um livro aquelle que confessar, ou fr provado
ser autor do referido livro.
Entcndc-se por livro toda a publioacffo que de
urna vez contiver mais de trinla folhas communs.
Art. 13. He cumplice ilo mesmo delicto o impres-
sor, de quem se justificar que leve conhecimentoda
obra.
Art 14. Sito responsaveis solidariamente por todo
o delicio commettido em folheto ou folha avulsa,
tanto o autor, como o impressor que as bouver pu-
blicado.
Entendc-se porfolbclo loda a publicaran que nflo
passar ilo trinla folhas communs, qur constilua
urna obra, qur seja parle della.
Art. 15. Os cumplices nos delictos da imprensa
serflo castigados com a melado das nenas impostas
aos reos principan).
TITULO III.
Art. 17. Os delictos contra a seguranca do estado
serflo castigados com prisSo de um a seis annos, c
multa de tres a quarenta mil reales. I
Art. 18. Os responsaveis e cmplices dos delictos^
a que so reforem os dous artigos anteriores perde-
rflo lambem lodososempregos, honras, distincQes
o officios pblicos deque gozaren ou desempenha-
rem, com inhahilitaQ.lo perpetua para o futuro.
Art. 19. Os dolidos contra a ordem publica serflo
castigados com prisflo de seis mozos a tres annos, e
com multa de dous a tres mil reales.
Art. 20. Osdelictos contra a sociedade serflo cas-
tigados com prisflo de tres mezos a uinanno, e mi
ta de dous a doze mil reales.
Art. 21 Os delictos contra a moral publica serflo
castigados com prisflo de urna seis mezos, e mu
de mil a cinco mil'reales.
Art. 22. Os delictos contra os soberanos cstran-
gciros serflo castigados com um a tres annos de pri-
sflo, e tres a vinte mil reales de multa.
Art. 23. Os delictos de injuria o calumnia serflo
castigados com as penas de direito commum, com
urna multa do mil a cinco mil reales, e com as per-
das cdamnns que forem arbitrados em julgado.
Art. 24. Quando algum reo ou cumplice de delicio
de imprensa reincidir, a pena que llie fr imposta
nflo poder ser menor da metade da escala corres-
pondente aquello delicto.
Art. 25. Quando um jornal fr condemnado tres
vez.es por delicto contra a pessoa de S. M., podera
ser supprimido por decisflo do concelho de minis-
tros.
Esta faculdade prescreve, passados oito das depois
ila eondemnacflo,
Art. 26. Nos casos de insolvencia para pagar a
multa no responsavel ou cmplice de qualquer im-
presso, ser duplicada a pena de prisflo que llies
liiniver Milu imposta.
Art. 27. A prisflo por delictos de imprensa se ve-
rificar sempre n'um castello ou fortaleza militar
das mais prximas da capital.
I fi-HRIO DE prniiBom.
TITULO IV.
Dos Iribunaes da imprensa,
28. Conhccorilo dos delictos da
imprensa
Art.
1. O senado.
2. O jurado.
3. Os julgados communs.
Art. 29. 0 senado conhecer dos dolidos contra a
pessoa do rei ou da familia real, com tanto que o go-
verno julgue que devem ser submettidos a esta juris-
dieco.
Art. 39. Esta decisflo ser tomada em concelho
de ministros, e participada ao senado pelo presiden-
te do referido concelho.
Art. 31. O senado formar a instrucQflo por meio
do seu presidente e dous dos seus secretarios, ser-
vindo de fiscal, tanto para a referida instruceflo, co-
mo para a vista, o que fr da audiencia de Madrid.
Art. 32, A resolucflo dostas causas ser tomada
por todo o senado em audiencia publica ou privada,
conforme a natureza do delicio.
Art. 33. O jurado conhecer : 1., dos delictos
centra o rei ou contra a familia real, nflo submetti-
dos polo governo ao senado : 2, dos demais delictos
contra a seguranca do estado, contra a ordem publi-
ca, contra a sociedade, contra a moral publica, e
contra os soberanos eslrangeiros.
Art. 34. 0 tribunal do jurado ser constituido
especialmente na capital das provincias para cada
delicto commettido no seu territorio.
Art. 35. O tribunal ser composto do 12 indivi-
uos tirados sorto da lista annual do jurado, depois
ile feitas as recusarnos, lauto pelo fiscal como polo
acensado.
Art. 36. A lista dos jurados ser formada e publi-
cada no mez do dezemhro de cada anuo para funecio-
narcm no anno seguinte.
Art. 37. Esta lista ser composta, em Madrid, dos
senadores e deputados que niio forem ecclesiastioos
ou empregados, o que residirem na corte dos du-
zentos maiores contribuintes dos cinenenta ad-
vogados mais anligns da respectivo corporaeflo e
dos membros das accademias hespanholas de histo-
rias e sciencias naturaes, que nflo.forem ecclesiasti-
cosou empregados.
Em Sevilha, Harcellona, Malaga, Granada, Cdiz e
Valencia, o jurado ser composto dos cem maiores
contribuintes e dos vinte advogados mais antigos.
as demais capitaes ser composto dos oitenta maio-
res contribuintes o, dos dez advogados mais antigos.
Art. 38. Em cada processo de imprensa poder,
tanto o ministerio publico como o aceusado, recusar
a quarta parte dos individuos da lista dos jurados,
Se. houver mais do um reo, ser dividido entre elles
o direito de recusaeflo.
Art. 39. 0 tribunal do jurado ser presidido pelo
juiz do primeira instancia que liver instruido o res-
pectivo processo,
Art. 40 Sustentar a aecusaeflo quem for designa-
do pelo promotor-fiscal; os aecusados podem defen-
der-so a si proprios, ou por meio de advogados, com
exclusflode outra qualquer pessoa .
Art. 41. O jurado, por votaeflo secreta e plurali-
dado de votos, qualilicar o fado da aecusaeflo, de-
clarando o escripto criminoso ou nflo criminoso.
Art. 42. Adeclaracflo de inculpabilidado Iraz in-
mediatamente comsigoa livre absolvicflo dosaecu-
sados.
Art. 43. Pronunciada a culpabilidade, o juiz de^di-
reito applicar a pena correspondente, dentro da es-
cala assignalada por esta lei.
Art. 44. Nos juicos perantcos jurados nflo ha lugar
a outro recurso mais do que ao de nullidade por vi-
olacflo das formas, ou por nflo ser conforme a sen-
tetina com adeclaracflo dos juizes de facto.
Art. 45. As cusas destes juizo niio podero exce-
der o mimino da multa marcada para o delicio de
que se tratar.
Art. 46. Conhecerflo os julgados communs dos de-
lictos de injuria c calumnia.
Art. 47. A sustenlacflo desta classe de processos se-
r regulada pelas disposi(cs do direito commum.
Art. 48. Coniecerflo igualmente estes julgados do
delicto de mprensa que se verificar ser um acto de
cumpliedade em delictos polticos sujeitos sua ju-
risilitvan, e nao um delicio solado o espontaneo.
O mesmo conbecimento corresponder, nesle caso,
aos julgados militares.
Art. 49. Para a execucao desta lei ficam em vigor
as disposices secundarias e regulamenlarcs dos ar-
ligos que forem conformes com o seu espirito ; as-
sim como lica aulorisado o governo a dictar outras
RECIPE. 31 DE JUERO DE 1S7,
Foi smente hojeque nos entrogaram a carta
pelo brigue Conceic*o-de-Maria remetiera o nn-!'
correspondente de Lisboa. ,us5
Comquanto essa carta se oceupe, em grande par
de muilos dos factos do que j ti libamos inteirarlo o
leitores; resolvemos, todava, a sua nsereio ,'
conter ella algumas refloxOes a csses mesmos fctos
o trazer o protesto que a junta do Porto fizera qa,'
do fra scienlificada do aprisionamento da divs-'"
que, sob ocommando do conde das Antas, pretend
manobrasse de forma a assegurar-lhe a victoria ni
tflo prxima suppunha. M
Esla resolucflo eo desejo de nflo demorar a pub||.
cacAo dos annuneios de particular intoresse, nem
tflo pouco a de diversos artigos, que linhains por
importantes,-levaram-nos a determinar foxw pre.
parado o supplemcnto que ser distribuido com este
numero do Diario.
S*iihlc.i(??i<> a pedido.
N. 39. --- Antonio Francisco de Paula Holland.
Cavalcant de Albuquerque, presidente do tribunal
do thesouro publico nacional, remelle ao Sr. ins-
pector da thesouraria da provincia de Pernambuco
o Ijtulo de declaragflo do ordenado que ficou com.
petindoa Joflo Francisco Duarte, aposentado no lu"
garde feitorconforento da alfandega dessa provin-
cia, afim de que Ihe d o devido cumprimcnto. The-
souro publico nacional, em 10 de mao de I8t7, _.
An Ionio Francisco de Paula e Hollanda Cavalcant 4i
Albuquerque.
Antonio Francisco do Paula e Hollanda Caval-
cant do Albuquerque, presidente do tribunal do
thesouro publico nacional, declara que a Joflo Frin-
cisco Duarte, aposentado, por decreto de quatro de
julho do anno passado, no lugar de feitor confcrenle
da alfandega da provincia do Pernambuco, compele
na forma do artigo trinla e un do regulanienlo d
vinte e dous de junho de mil oitocentos o trinla a
seis, o ordenado annual de seiscentos treze mil se-
tecntos c quarenta e qualro res, por contar vinte
e um annos onzemezese um da de servicn. Oque
socumprir na estaeflo competente, ncluindo-oni
respoctiva folha. Thesouro publico nacional, em
10 de maiodo 1847. Antonio Francisco de Prmlti
Hollanda Cavalcant de Albuquerque. Rpgislado n>
secretaria de estado dos negocios da fazemla no livro
competente. GuitnarSei. Na contadoria geni
de revisflo, fica posta a competente nota na secco
respectiva. Rio-de-Janeiro, em 11 do maio do 1M7
Jos Luiz da Costa.
A vista, pois, do quantn fica exarado em os
dous cima imperiacs avisos, ao publico sensato,co-
mo judicioso, somonte compele ajuizar o quanto
desgraciadamente sofTre quem tem a desdita de, no
presente secuto da immoraldadc e da corrupto,
contomplar-se em a miseranda classe de funccionirio
publicu, por isso que segundo o precedente cm vista
tem sido, a lodos os respeitos, injustamente iucom-
modado, e ja por nflo menos de tres vezes, esse hon-
rado e mpregado, digno da melhor sorle.
COMI!HF**,rt
I 6-5 i%J1\J
Alaiulefta.
RENDI.MENTO DO DI* 21........... 8:424,5751
Descarregam hoje, 22.
Galera Suiard-Fish mcrcadorias.
Briguo Felippe idom.
Brigue Barkhill-- bacalho.
Consulado.
III:M>l\il'ATO DO DA 21.
fiera I...........
Diversas provincias.
922,506
,80i
.lovimento do Por lo.
Navios entrados no dia 21.
libas de Faulkland, lendo sahido de New-l'orthai
mezos; barca americana America, de 216 tonela-,
das, capitilo James W. Smyly, equpagem 23,cg> |
azeitede peixe; aocapilflo.
Parahiha ; 2 dias, hiale brasileiro Fspadarle, capilao
Nicolao Francisco da Costa, carga toros de min-
gue ; ao capitflo. 1-jssageiro Jos Francisco de |
Athahydc.
EIMTAES.
Das penas para os delictos da imprensa.
Art. 16. Osdelictos contra a pessoa do rei, com- -.
prebendidos no artigo 2." desta lei, serflo castigados I quasquer que forooi necessarias.
com prisflo do dous a seis annos, c mulla de G a 40 {Heraldo.)
mi1 realt8' {Diario do Uoverno.)
O cidado Jaaquim luiz de Mello Carioca, juiz "'
cipal supplenle da I .* tiara do termo do llecife, p<" "
M. I. e C. que Dos guarde, etc.
Faco saber que pelo Dr. juiz de direito interino* |
1.' vara ilo crime, Vicente Ferreira Comes, me
feita a parlcipacflo de haver ueste termo convocs
para o dia dous do prximo mez vinilouro, pelas n
ve horas da manhfla, a terceira sessflo ordinaria
jury dcste anno, para a qual suhram sorteado
quarenta e oilosenhores jurados (|ue se soguero
Dr. Jos Rodrigues do Pago.
Mam el Eugenio da Silva.
Antonio Flix ilos Santos.
MajorThomaz Jos da Silva Gusmio Jnior.
Antonio Francisco dos Santos Braga.
Coronel Jos de Barros Falcflo,
Bruno Antonio do Serpa Braniliio.
Francisco de Paula Oorreia de Araujo Jnior.
Bento Luiz da Cama e Mello.
Cauiflo Rodrigo Tlioodoro del'reilas.
Antonio de Hollanda Cavalcant.
JnJu Manuel Mondes da Ciiuha Azovcdo.
Dr. Candido fiongalves da Bocha.
Ladislao Jos Ferreira.
Antonio Jos Duarte.
Francisco Antonio de S Brrelo.
Malinas Muniz lavares.
Miguel Jos da Molla.
Francisco Antonio Cousseroe Silva. ..
Dr. Manool Frajcisco de Paula CavsjJcauU deAia"
querque.
Jo.- Fernandos da Cruz.
Joaquim Flix Machado.
mutilado!


3
i
Irriincis
codePiuladeQueirozFonseca.
J"""ifiimillo Pires.
m-n Francisco de Moura.
ln,n" jrtyr Correia de Mello.
l>^Sva Ncves.
JllS"0
Sos.*"0-
Irnncisco
Jpo.lrodo Reg
IL.MiiriaSeve.
IL".,loPnlioBorpes.
periodo llego Unrros
cisco Rodrigues da -ruz.
IK Jos Crrela de AldieW.
I inSelAntcro.leSouz.Rei..
loUdre Rodrigues dos Aojos,
i 'Marques da Costa Soarcs.
J-miciscollorgesMendes.
lJS.\utoniodaSilvaR.ps.
If nislaoi'ereiradeOl.ve.ra.
IliorMiguelAironsoFerreira.
li Marcelino Martins da Costa.
lntoliio Ferreira de Anuunciag3o.
lamido Ferreira Mjdeira.
lor .Manoel Duarte de Faria. .
I n-uuaes hilo de servir durante a referida sessio,
I raouuuso pe|0 prosete edital convidados : de-
Ivi'iidii comparecer, assim como os intercssados, no
Idiaehora designados, sol) as penas da loi.
[ para que cheguo a noticia a todos, mandei pas-
lur present que ser publicado pela imprensa e
lindo nos lugares mais pblicos leste termo.
Itccife, 21 dejulho de 1817. Eu, Jos Alonso Cue-
llo Alcanforado, oscriviioo escrevi.
Joaquim l.ut* de mello Carioca.
i cmara municipal da cidade de Olinda c seu termo,
em virlude da le, ele.
Faz saliera todos os seus municipes, que o Exm.
|sr presidente da provincia, em virtudo do impe-
I rial aviso de 17 do junho prximo passado, tem do-
signado o dia 19 de setombro prximo futuro para a
lelciciio primaria para dous senadores por esta pro-
Ivincia, para preencherem as'vagas delicadas pelo
[coneellieiro Antonio Carlos Ribciro de Andrade Ma-
[chado e Silva e o coronel Jos Carlos Mairink da Si 1-
Iva Ferrilo ; eo da 19 de oulubro subsequentc para
la reuniilo dos collcgios oleitoraes para a cleieio so-
Iemulara. F, para constar se passou o presente que
Lea allixado nos lugares pblicos do cusime, e na
I porta principal de cada urna das matrizes deste mu-
1 oieipio, e das capellas curadas que Ibes silo annexas.
1 Ciilade de Olinda, 17 de julbo de 1847. Joi Joa-
\quim de Almeida Guedei, presidente. Joo Paulo
\ ferreira, secretario.
Hrclaraco
a eompanhia de aprendizes menores compra
I para sustento dos mesmos: arroz branco; assucar
Inranco; bacalho; carne secca; caf em grao; farinha;
Ifcijio; Icnba; loucinbo; sendo taes gneros de boa
Iqualdado: quem quizer contratar o fornecimento
I Jos mesmos, mandar suas propostas em cartas fe-
Icliadas ao lllm. Sr. coronel director do arsenal de
Igucrra, at o dia 23 do corrento mez.
Companhia de aprendizes menores do arsenal de
|giicrra, 21 dejulho de 1817.
Flix Cavalcante de Albuquerque Mello,
Pedagogo.
Ptihlicacoes Literarias.
Sabio a luz, c vende-se na praca da Independen-
cia, livraria, ns. 6 c 8, pelo preco de 160 rs. cada
Ifxemplar, o
CATECIIISMO
DE
5
^lS^ilS
EXPLICADAS
Claras esuccintas pergunlas e respostas, adapta-
lilas is capacidades novis, acerca de diversos objec-
Jlos, rom o conhecimento dos quaes devem os mani-
cios sabir das escolas do primeras lettras, para que
|ao Iranspordm o limiardas aulas maiores, nio en-
Itrem nellas as cegas, e etri estado de nlo perceberem
[a linguagem dos preceptores : eis o que contm esse
[apredVol livrinlio.
I.eiam-no os directores das preditas escolas ; e de
leerlo o adoptaro, de preferencia a outros miilos
Ique estilo em voga, sem que tenham o mrito do que
j w.i se aununcia.
I'ORTUCAI.. "
Reeordaeoes do auno de 1842, pelo principe l.ich-
Inowsky, traduzido do allemflo, segunda edicefio, cr-
Irecta e annotada. O consumo rpido da primeira e-
[diciio, esuii procura por militas pessoas que ficarain
I sem ella, induzo o traductor reimpressilo desta o-
Ibra curiosa, que contem a apreciaefio dos cnracle-
Ires mas notaveis do paz, dos seus acontecmentos
I polticos, monumentos e lugares princpaes, feita
huir esse principe prussiano, que all viajou no anuo
citado. --1 folheto de 220 paginas. Vende-se por
11,000 rs., no segundo andar da casa, n. 7 da ra da
I Cruz,
THEAToTBLlO.
DOMINCO, 25.
, Beneficio de um particular.
I'e;a O JUDEU Parca O'RANANA.
Avisos diversos.
Qualquer Portuguez, ou Brasileiro, que queira
[ administrar um engenho,dirija-se por cima da boti-
ca do fallecido Joilo Ferreira da Cunlia, bairro da
Rna-Vista,rsegundo ailar, que se dir quem precisa.
!4i
I.
1J:;
'3 Vende-se urna mulatinba mu linda e mu
|[ bem educada de 10* 11 anuos, com prl
L'. cipios de costura, e que he inpito desemba-
Ij-j racada e hbil : na ra do Vigario, n. 52*, fji
jrij se dir quem vende. \u,
Precisa-se de una ama para o pequeo servi-
co interno e externo de urna casa : na ra de lior-
tas, n. 1C, priineiro andar. %
-- D-se dinneiro a premio sobre penbores de ou-
roou prata mesmo em pequeas quantias : na ra
Ureita, n. 2, primeiro andar.
OSr. Ignacio Goncalves Lima queira dirigir-*6
a roa do Queimado loja n. 2 para receber cartas
de importancia, vindas do Porto-Calvo.
Hecertoque se vendem charuto, do regalia ,
os mais superiores que ha no mercado a 1,400 rs. a
eaixa;ch bysson, a 2,320 rs. a libra: caf em caroco,
a 140 rs. ; dito moido de 4 libras para cima, a 160
rs. a libra que he o mclborque ndehaver -. na ra
Direita n. 104.
OSr. Bonifacio Maxmianno de Mallos queira
lera bondade de dirigir-se a ruado S.-Francisco ,
casa ao p da mar, a negocio de seu inlercsse.
Antonio Goncalves Peroira embarca para o Rio-
de-Janeiro o seu escravo Jaco, portencente a fabrica
de seu engenho.
Precisa-se de um rapaz para tomar conta de
urna venda por balanco, anda mesmo dando-se so-
ciedade: a tratar na ra do Rangel. venda n.8l.
A cocheira ingleza da ra do Cano recolbe ca-
vallos o carrnhos por preco commodo, tanto men-
salmcnte como por dia o dono deste cstaheleci-
mento se obrga a tratar ludo com o inaior zelo pos-
slvel.
OSr. estudanteH. C. L. queira vir pagar o im-
porto do camarote que tomou do beneficio da jovon,
na ra do.Mondego, casa n. 51, esquinadas Harrei-
ras; e se no o fizer at soxta-feira, tora o desgosto
de ver seu nome por extenso.
Jos Soares Pinto Correia roga ao muito hon-
rado Sr. Antonio Fernandes de Azevedo, naja de es-
clarecer o sen annuncio inserto no n. 160 deste
Diario, de nianeira que 86 possa entender, alim do
queappareca a verdad. ; pois, do contraro, o far
Acha-se em praca, de renda, o engenho deno-
minado Almesca, situado margem do ro de Una,
inocule e correte, com safra criada: tainbem se
vende urna propriedade independente do engenho,
margem do mesmo ro, demarcada, com boas ver-
sea, e sufllcienlc para levantar um bom engenho,
com mallas virgens. (Is prelendentes procuren) nos-
la praca a Manoel Goncalves da Silva, na ra da Ca-
deia do Recife, ou no mesmo engenho ao propi-
etario.
l'reclsa-so de uina ama que seiba bem coz-
lar e engommar, que faca o servico interno de una
casadepouca familia, e d fiadora sua conducta :
na ra de Jolo-Fernandes-Vieira, n 42
~ Para nio haver engao ou ignorancia, negocio
algnm se faca com I). Mara do Espirito-Santo Cam-
pello e seus lilbos, tendente aos bens, que em seu po-
der tem, do finado Feliciano de Barros Araujn c I).
Anna iN'arci/.a de Barros : desde ja protesta-se reinvi-
dicar em qualquer milo onde se aclie, visto se .cha-
pen adiantados.em suas legitimas, como se preten-
de justificar no inventario a que se vai pro eder.
Perdeu-se na ra Augusta, na noite do fogo,
um botilo do ouro, de abertura, cravado com um
diamante grande, sem fundo o com ufjia argoliuba
para COrdflO milito fino : a pessoa que o tiver adia-
do c o queira restituir, dirija-se a ruadas Cinco-
Pontas, n. 40, que sera gratificada. Tambcm pede-so
a quem qur queseja onbrecido, de o apprelieiuler,
e annunciar a sua morada para ser procurado.
Precisa-se de um aprendiz de sapteiro, forro ou
caplivo : na ra do Trapiche-Novo, n. 28.
SebastiHo Jos Gomes Penna torna, pelo presen-
te annuncio, a participar aoSr. Jos Mara, Portu-
guez, casado, e, de pouea familia, que imiroii pcilo
do engenho Timb, se dirija a ra do Collegio, para
fallar-lhe a negocio de sen grande inleresse, o qual
llie esclarecera vista de una caria que rocebcu de
um senbor de engenho.
Tomou-seda mflo de um moleque, que de noi-
te procurava vend-la por monos do seu valor, sup-
pondo-se ser furlada, urna colherzinha do prata pa-
ra cha. A quem fallar, dirijn-se ao Aterro-da-lloa-
Vista, n. 3, lojade Joilo Chardoii, onde se Ihe en-
tregar.
Pergunta-seao Sr. Victorino Jos dos Passos,
provedorda irmandade do Senbor Bom Jess das
Cbagas: 1., como quer Sinc. quo comparecam ir-
mos para votar, quando por Smc. e pelos que S.
me. convida sao insultados; 2., so quando Smc.
quiz privar ao escrivo, por capricho seu e dos seus,
com parecer m mais do numero marcado; 3.', para
que anda illudindo ao lllm. Sr. provedor de oapella.
com requerimenlos, quando uflo Ihe faz c.onla que
liajain votos; 4., finalmente, para que Minullou a e-
leicoquose procedeu no dia 13 do prximo passado
fjunho], j leudo sido empossado o provedor eleilo,
s por nao querer servir com aquelles que Smc.
den em una relaQflO. Con) sua rosposla lalvez con-
tine Seu venerador e criado,
O IrmSo espancadq no consistorio.
A pessoa que annuneiou querer 800,000 rs. sobre
urna casa terrea, annuncio sua moradia, para ser
procurada.
___Precisa-se de um pelo para lodo o servico de
una casa: na ra do (Jueimado, sobrado n. 27, pri-
ineiro andar.
Ao Sr. que lema liabilidndc de lu-
zer carias anonyinas lio gmenle para for-
jar intrigas do una para outia familia ;
pede-se, pela alma de seu pai e vida de sua
mi, ( que tantos tiaballios pawoa pura o
parir ) liaja de se corrigtr J e SC O nao l-
cr, se lia de arrepender.
O Queixoso.
O distribuidor deste Diario na cidade de Olin-
da faz publico que ello se encarreg. da entrega de
cartas, papis e pequea, encommendas para a mes-
ma cidade, mediante urna pequea gratificado, a-
lem das cartas seren franqueadas; iincumbe-se de
tirar provises para oratorio, COnflssfiO e qualquer
nutras; de obler despachos das autoridades da mesina
cidade e tirar ccrlidOcs de qualquer reparticilo; as-
sim como de conduzir papis do importancia : elle
partir lodos os dias.das 6 as 7 horas da manhia.eno
da seguntes mesmas horas dar solucito do que
Ihe for encarregado.As pessoas, que se quizerem ut-
lisar de seu prestmo, dirijam-se, no Recife prac.
da Independencia, livraria ns. 6 o 8, a qoalquer hora
do da, e em Olinda, na sua residencia, ra do Am-
paro.
JoSo Francisco Duarte, feitor c conferento apo-
sentado d'alfandega dcsta cidade, loncionando fazer
urna viagem a corle do Rio-de-Janeiro, onde preten-
de demorar-se lano lempo quaulo | reciso I lie seja
para Ira lar de seusdiversos negocios Ciato, etn o vapor
Imperador que demandar esle porto, procedente
dos do norte, de 20 do corrente jull.o, qualquer dia)
licixa coiiseguinteiiiente, durante esta peridica au-
sencia, por seu procurador in totuma seu prezado -
Iho, o bacbarel formado Joilo Francisco Duarte, re-
sidente, em companhia do mesmo aniuinciante, ac-
tualmente no bairro da Boa-Vista, ra do Hospicio,
em o sobrado n. 56, depois do estabelecimento da
senhora viuva Ferreira.
JooJos de Carvalho Moraes, agente, nesta
praca, do contrato do tabaco do reino de Portugal,
participa ao respeilavel, publico que pelo ultimo na-
vio chegado de Lisboa receben ordem daquelle
contrato para de hojeem diante poder vender a re-
talhno rap princeza de Lisboa a 3,200 rs. cada
bote o en caixis a 3,000 rs a dinheiro a vista ;
hem como declara quo nio troca rap a pessoa al-
guma por oulro motivo quo nlo seja mofado.
Manoel Ignacio da Silva Teixeira com padaria
na S. Cruz, junto ao sobrado da esquina da ra Ve-
Iha com a frente para a roa do Sebo, continua-
damente tem a venda alm do excedente pilo bo-
lacha do differenlos lmannos e tudo o que lio pro-
priodestosestabelecimentos; urna nova forma de
bolachinha de agoa e sal, de 21) o mais em libra ,
que lia mezes ideiou o pela rocommondac-ilo que
tem tido de muitos Srs. que preferom o bom ao bara-
to lem resolvido faze-la Minente da familia mo-
Ihorque houver no mercado o por ora o menor
proco he a 160 rs. a libra eon arroba a 4,800 rs. :
promotto que continuar a osmor.ir-so om tersen-
pre cousa capaz de se .presentar em mesa para cafe,
chao para doentcs, sempre fresquinha o fabricada
todos os lias apezarde poder-se conservar me/es
sem differenca algum.
AUcngo.
Jos Joaquim do Novaes participa ao respeilavel
publico, que mudou o seu estabelecimento de alfaia-
te, da casa dos 4 cantos da ra do Queiniado para a
loja ii. 30 da mesma ra, onde se arha prometo a
serviros seus l'ieguezes com aquella promptidfio do
costume e a lodas as pessoas que sua casa se qui-
zerem dirigir; assim como vendo pannos, casimiras,
mad.polOes, sarja para vestidos, cortes de colletes,
uvas de todas as quididades, lencos de seda e de
cassa, bol0e.de todas as qnalldade, retrozea, llnhaa,
e muitos outros. objectos que sempre hs de nevera
venda; as.-imcomo haver sempre obras feitas de
todas as qualidades, com n mesma perfeico las de
encominenda. Ma mesma casa vende-se alpaca a 800
rs. ocovado; panno de linho da Alloinaiiha a 440
rs. a vara; cortes de cambraia para vestidos, de bo-
nitos padrees; meias casimiras, as mais ricas quo
teemapnarecido, para calcas; cortes de gorgurSo,
os mais modernos une teom viudo, para colloles.
Frederico Chaves, fabricante
do licores chocolate e es-
pililos, no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 17.
lema honra de participar ao rospeitavel publico e
com particularidade aos seus freguezes, que tem
sempre grandesoctiroento do bem condecido cho-
colate de sade canella baunilha c ferruginoso,
este muito approvado para as pessoas que padecen)
do estomago e frialdado por ser muito tnico, o
bom conceilo que lem tido este chocolate faz com
quehoje participe as pessoas que anda no lizeram
usodelle, e igualmente nos seus freguezes, que o
teem procurado e por inconvenientes o nflo teem
adiado. Os preQos sflo sempre os mesmos, sade ,
canella e baunilha a ?00 rs. a libra, e ferruginoso,
a 1,000 rs. Tamben) vende ago'ardenle do reino e
Franca, de primeira qualidade; espirito de 36 graos,
semcheiro, em garrafas e em caadas; genebra
em botijaseem caadas ; ago'ardenle de miz e de
caima ; vinagre tinto, ago'ardente em pipas, nos
graos que quizerem; licores em garrafa pretas e
brancas, com ricas urjasdouradas e bocea pratea-
da: essenefadeaniz,om oncase garrafas.
Compras.
do; percorrem todas as partes do corpo, e s cessam
de obrar quando teeni'expulsado todas as impunzas.
A terteira preparaco consiste em urna iimonaaa
vegetal sedativa: he aperaliva, temperante e "'lo-
cante : torna-se em commum com as pilulas e racni-
ta-lbes os melhnreseffi'itos.
A posicao social do Sr. Morison a sua fortuna in-
dependente repellen) toda a nieta de charlatanis-
mo cas admiraveis curas, operadas com o son
svstemano collegio de si le le Londres, silo mais
que garantes da ellieacia dn seu remedio.
llecomuenda-se esta medicina, que. no pede nern
resguardo de lempo, nein de posicffo da parto do
lenle, a lodosos que, atacados do molestias jul-
g idas ineuraveis se quizerem desengaar da sua
virtudo.
Oxal que a bumanid.ide fecho os onvidos aos in-
teressados em desacreditar estes remedios tSo sim-
ples tfio coinmodos e tilo verdeiros.
Vendem-se sement om casa do nico e verda-
deiro agente J. O. Elster, na na da Gadeia-V'elha ,
n. 29.
Cliogo'i i o(i oid.nle o Medico < o Cirurglio da
Kof.i, novo tratado completo de medicina o cirnrgia dr>-
toestlea, adaptado intelligencla de toda a* clatsM o
pov, pnr I. I'. nnjiMii. duitnr dll medicina pela real
universidad* de Turltn; eirurglo nr.r honorario da
armada larda ; agraciado por S. M. o rei Carlos Alberto
com a medalha iTouro coin a eflagO do meamo augiut
monarrlia ; approvado pela f.u'iildade de medicina do
Kio-de-Jai elro; memoro Ulular da academia tantetial
de medicina, memoro correspondente da loeledade real
acadmica de Haboia, das de inedielna-pratioa medi-
co-pratica, c d instituto liluorico de Parli.
2 voluinei accompanliados deW eitamnas.
Annunciando a publicacio do Medico e C.irurgiao de
Roca, os editores se lisoiigi-.-tin de prestar um ervico
Importante ani Individuos de ioiIis as classej sociacs,
principalmente aos h ibiLintei do interior do pata, inc-
lus ncceulvels s visitas nrodstlonaes.
)s despejas enor.....S. insep iiavels di nipressao de
u n tratado, em que ainplainente se diseutlsiein ai ma-
terlai'interessantei a medicina e cirurgia dotn'estica en-
careceriain a nina, tornando assim Inaii dilliculiosa a
sua vulgarisacao. O nitor do Medien e do Cirurgiaa da
Rofa vencen nio grande einbaraco, alliando a coucisao
coin a clareza, e puni as bumensai vantagens deise li-
vro precioso ao alcance de todas as fortunas e de todas
as IntelllgenclM, 11 una Ihe icj > felta '
A sypliilis. as bou has c nutras molestias desta ordem,
ipie red innvan ni llor desenv ilvlmentn, oceupir iill
oom particularidade acsorupolosi atteocSo do Sr. Dr.
Bonjean. Seguro com teatemunho de sua esclarecida
eon'scieini. e reOectindo sobre os males inealeul neis
que estas eiilermid ules caiis un a liuiiianidade, quandj
ii.iii lio convenientemente tratadas, elle mi recuou
dianle de prcconceltos populares que o charlaUnismo
.alimenta, e .uaeoii esses preronceilos com as armas da
ciencia e a franqueza do houiein honesto.
Conita a obra de doui voluntes;
o primeiro contdm una Introduccao preliminar, re-
laiivi. medicina pratica, a historia geral e parcial
das febles, hemorrh igias. iullime.iifoes, molestias cu-
taueai, e das demals enfermidades proprlameate medi-
cas, com as lomes in liipens iveis sobre a prenhei. o
parto, o re......lias, ido cas amas de leilc. No ndice
il.ste volunte dei\ni-se de mencionar por descuido O
artiga daiConvuladei em geral, e das do recemuasci-
do em particularque se aon i i pagina u." 359.
No segundo voliime, dividido em iiuatro partes, tra-
1,-s,. ,1,-ismolestias d'olhosda sypliilisda pequea
cirnrgiao do lorinulario'c vocabulario.
Na primeira parte a amor occupa-ia.da desoripclo do
iilho e seus auii.xos: da historia geral I particular da
oplithalmia; dos symplomas sede, causa, lerinlnacao
e IraUmentO dell i; de sin divisan em simples, especl-
Itca > coinpoita da descripcao e tratameuto das uice-
>:is. cicatrizeSi granulacdes, pannos, leas, manchas.

I1
ll N i o
I
i i
i*
A
-Compram-se 2,ooo lijlos de alvenaria batida ;
2 000 ditos do Upa ment ; I.OOO ditos de alvenari i
grossa: ludo de bom barro e bem cozdo : elgum
Oleiro que se quizer cncarregar Je orueeer 08tlI pe-
quea porcio de material, dirija-se a rua dajien-
zalla-Nova .venda de Jos Peroira OU aiiiiiTneie.
ompram-sodu.s escravase um moleque,que
lenham de 12 a 20 anuos c de boas llguras : na rua
Nova n. 16.
.
Venlas.
Vendem-se 3 escravos bons trabalhadoros de
enxada por preco com modo : na rua Direita so-
brado 11. 29.
Vendem-aS varios escravos ; :i pares de man-
cas de vidro; um sellini elstico anida novo ; 2
pares de casi caes de vidro : ludo por preco com
modo : na rua .Nova 11. 40.
-Vende-se urna predi crioula de 28 aunos sem
Vicio nom achaques, quoco/.inha ciiguinma lava,
faz louca de barro, fabricas ahilo, e cose chao, por
preco commodo : na fabrica de licores de Frederico
Chaves no Aterro-da-Uoa-Vista, n. 17.
--Vende-se um novo e excedente piano
forte, perpendicular, de muito boas voies,
por preco comino.lo: na rua do Vigario,
D. s3, casa de Ktissell Mellors 5c Compa-
nhia.
__ Vendem-se chapeos para senho-
ra, os mais bem feitos possiveis, e da ul-
tima moda, por prero muito commodo :
na rua Nova, no segn lo andar do sobra-
do n. 7, defronte do oitao da matriz.
Iledfcina universal. .
Pilulas vcgelacsMe James Morison.
A medicina vegetal universal he o resultado de -j
anuos de ioveiliglOOeS do celebre James Morison. fi ^;|o-p'rp,c lieia puca o Compendio Do-
tai,
eicuridao. belid.i, hernia e stapiyloiua da cornea pte-
rygio, occluio edllawcffo da pupllla; glaucoma sy-
n'echia anterior e posterior; hypopimi; livJropiitii.il-
iiiia ; tropilla; phlwnAo e degenerafSo do uihu da
catarata e sua complicacto. e dill'erenta da amaurosis ;
dos syiiiptoin.u ciracterislicos da catarata e da amau-
rosis Iniciantes; da fraque*! da vista; amaurosii ; dai
e.ilaiatas falsas, suas eansas, trataineillo c eoiulieoes
geraei do xito da operaco. ----------
a icgunda parle reipeita is inuleitlaisywnUca,
consideradas em jlo-is riirsTes.TSlir: 1." elasse. Af-
l iiieniTis", mi ivphillaprimitivacancros, abs--
frtsos, bilbfle, curativo : 2." elasse. Syplillidesde-
AnlcSo, apparlfflo, ne, cor, formal, especies, 0010-
plieares, termiliacSo, rgimen, e trataieento. A <|ilc
dse cun pre elevar o mercurio para debellar a syphi-
lli? Mrlhodoi de Borliaavo e Montpelller. l'tyalisnio
mi salivaran ; .liai rlna; ee/.eina e caeliesia inereiiriaes.
accidentes nervoso* occailonados pelo emprego do iner-
(iirin. Reflcxori acerca do iodo, ouro, prata e mercu-
rio sua adininistrarao, modo de obrar, e preparares
applicadas como antl-iyphiliticas. Orchlte, queda dog
cabellos e unhai; tubrculos profundo! da pelle. D<>-
rei oiteocopai perlosilte, osteiie, e gomiaas.
Molutiot mwUh-$yphillHea*. Blennorrhiglai cstrei-
lameiilo do ranal Ja meta ; retenf.io da urina ; pliy-
ninse- parapliyinoie, Bouba, sua descripcao, niani-
felacao, invaiao, marcha, modificacao, sede, varieda-
des, differenca da lypbllii, c tratamento.
Prophylaxla om tratamento perservailvo da syphilis.
Materia da tercelra parte, que versa sobre a pequea
clrurgia .Sangra em geral : sangra do braco, do doi-
10 da man, do pe e do pflCOCO. SanguesugaS. VcntOUS.
EscarlflcacOri. Vcilcatorln CaiilerliacSo. Cauterio, ron-
te ou esutorio. CauterliacSo das feridas envenenaJas,
do carbnculo, da pstula maligna e liemorrhagias-
Moza. Sedenho. Kraetuas em geral. fractura da clavi-
cula, Jo humero, ante-braco, radio c cubito; dos os-
sos da niao, do fmur, da rodela, p c perna. Mcio
rmpregados para curar as fracturas, acompanliados de
61 estampas repr du/.indo exactamente essas Iracturas.
osmeioi de reduzl-lai, easatadurai, ligaduras cappa-
relhoi para as conservar rediuidas.
O formularlo e o vocabulario dos termos identifico
empregados pelo autor na confcccao da obra, constl-
tueill a uarla parte. No formulario se mencionan! ai
propriedades e m.anlidades dos......carnelos acouse-
Ih.doi; muitas recetus particulares, e i<>'u;.y>3".'e<-
pella preparacao e ad.iiiiiistracao da crgolina, ulliuia-
inenle descubr la pelo irniao do autor.
A impressao da obra lie felta com toda a mudez e.n
"Tndelse'na binica de Parlbolomco Francisco de Sou-
/.a, por SfWO rll.
Compendio Doloroso.
Vende-se na praca da Independencia, livraria ns.

Por mel desta. pilulas ^^//"^^"que ^soue^-d.. Dores, conforme o uso da igreja
errescentado com o rcgulamen-
.....la estado e outros muitos can-
nicas do anciiio.
A Kuropa saudou este remedio como romeoio un
" 1_____^-> ..1.. l,.,i.. Qiml'i il'.K
tigos espirituaes ; ludo impresso a cusa de um de-
versal para lodas asdoencas e at boje anda nf.o
fui desmentido tal titulo.
I'sla medicina vem acoinpanliada de una receita
nue' ensina e facilita a sua applicacilo. Consiste em
tres preparaQes a saber : duas qualidades de pi-
lulas distinctas por nmeros o um po: cada qual
goza de modoseaccOes divorsas.
As pilulas 11. 1 sao aperitivas; purgam sem abalo
os humores biliosos e vicosos, e os espulsam com
ellieacia.
As den. 2 expulsan com esses humores, igual-
mente com grande frca os humores serosos, acres ,.u.yuv^ .-..
e ptridos, de que o sanguc so acha a miudo infeca-1 mazem u. 6.
voto ao qual nicamente os reverendos padres
Capuchinlios cederain a propriedade,para queosven-
lesso ao publico por un pro^o cinc ebegasse as clas-
ses as mais pobres o que elle satisfaz, venden-
do por mcia pataca um livrinho que vale pelo mo-
nos, um sello.
Veudc-sg tuna padaria no Recife, que es-
t bem afreguezada: a tratar no Itecife, na rua da
Cadeia, n. 6.
Vende-se ferro da Suecia ; folha de Flandres ;
cobre para forro de navio ; lito para caldoireiro em
porcocs grandes e pequeas : na rua de Apollo, ar-
i

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


'









A

Vendem-se 7 escravos sondo i 2 pardos de
bonitos figuras > rondo um dalles proprio para pa-
gcm ; urna prota que eozinha, engomma e coso;
una dita boa lavadeira do varrella ; urna dita de
elegante figura com habilidades; um niolcque ofli-
cial ile pedrciro; nina prota de 18 a 0 anuos, que
he engommadeira o rostureira para lora di pro-
vincia : no pateo da matriz de S.-Antonio sobrada
1.4.
Vendem-se eaix.is de cha hysson, do 0, 12o13
libras, em poreffes, ou a retattio ; caixas i\v velas
de'espermacete de5e 8 em libra : na roa da Alfan-
dcga-Velha, n. 36, ein casa de Uatheus Mastn & C.
AOBAHATO.
Ra nova toja de Franci c > Jo-
s Texrra Bastos, nos qua-
tro cantos da ra do Quei
mrlo, n.iO, que faz esquina
para a ra estrella do lio/a-
rio, vendem-se
raznelas novas bem como : brim pardo trancado
de nnro linho, a 200 rs. o covado ; dilo superior do
- 'os as inais modernas B 1,500 r.S. B vara J al 0-
do trancado de listras, americano, a 180 rs. o co-
vado ; dito encornado, n 200 e 240 rs. o covado ;
cbilasescuras de cores lisas, a iodo i so rs ', o finas
de unvos padres a 200 rs. o covado; ditas impe-
riaes, a 300 rs. o covado ; ditas escuras o ordina-
rias ,a 180e 140ra. o covado; cortes do cambraia
lina, decores, a 3,200 rs.; pocas do bretanha do rolo
rom 10 varas, aS,000rs. ; dita do puro lindo a 320
rs. a vara ; dita muilo lina a040 rs.; merino pio-
lo lino e de ceros a 1,280 rs. ; panno fino i rolo ,
a 3,000 rs. o covado o do oulras i ores n qualidades ;
ninas para meninos, a 80 r.s. ii par ; ditas para me-
ninas ,a 200 rs. ; ditas pelas o curl is a 120 rs. ;
ditas milito linas a 280 r.s ; ditas para senhora H
240, 320 6 400 rs. o par ; mantas di! lilo (lo linho a
1,000 ra. ; cassa escampinada. propria para cortina-
dos, a 3,200 rs. a poca ; cambraia lisa limito lina a
oio rs avara. DSo-sc amostras francas aos compra-
dores! Alom doslas ha ontras umitas fazendas modor
as por procos rasoaveis.
''Vende-so, por detrs da ra Imperial, da parto
domar, una morada do casa, edificada a moder-
na com '95 palmos de frente, oitesdobrados, eom
2 quartos duassalas, eozinha Tora, quintal c ca-
cimba com muilo boa agoa : na ra da Concor-
dia no ultimo armazem de madeiras.
Vendo-se bolachinha de ararnta; biscouto
doce, de ovos e sem elles; falias; biscouto d'agoa;
bolachinbas d'ovos proprias para cha ; as muito
i fainadas bolacbinlias d'agoa o sal de 20 em libra ,
ludas l'uradihlias o Cuitas da melhor farinha que exis-
te hojonesta praca tudo por mais barato preco
que em nutra qua'lqiicr parte: na padaria do pateo
da s -Cruz n. 6, dcfronle da groja.
Vendem-seos seguntcs escravos: urna parda
de bonita figura de 18 a 20 anuos ; 2 pardos sapa-
lenos muilo mocos, sendo um delles excedente
para pagom ; um niolcque do 12.a 14 an.nos ; um
lindo mulalMiho de 7 a s anuos: na ra da Cadeiu
do S.-Antonio u. 25.
Vrudi--.se um sitio milito bom, c que tcni
ooimnodos para familia por ser porto tiesta praija,
o com arvores de fruclo de todas as qualidades: a
tratar na venda n 24, dentro da ribeira da Boa-Vis-
ta confronte ao acougoe.
; a a

Vcnde-se um sobrado sello, acabado ha muito pouco lempo todo
corrido,em olaos proprios, silo em urna boa
ra de Ir,uro <\f S -Antonio a troco de di-
nlieiri), ou de escravos de ambos os sexos ,
dados e qualidades: na ra dasLarangeiras,
n. l, segundo andar.
Vendc-se cora do carnauba da melhor
qualidade que tem apparecido tanto a
retalho como em poicos: na ra das
rangoiras n. 14, segundo andar,
junto a refinaeo.

sMMtcs I
ATTENCAO'!
Frederico ( h ?v-s, fabricante de saz hv-
droeeneo liquido, Pon fabrica de li-
cores, chocolate e espirito., no Aterro-
do Boa Filia, a. 17,
tem a honra <\o participar no rcspeilavel publi-
co, e eom particularidad!' aos Srs que usam de o. 11 -
dieiro degaz, que na sua falrica semino achanto
grande porclo de gaz hydrogcneo liquido, '\c boa
qualiiladc, polo diminuto preco de 320rs. a garrafa

s
','.?t."'1* '''' ponles de tartaruga demarrafa: na ra lar-
gado ItozaV.",'.'.. 'v
-se si .,t,v
garra fado, do Biq prior qualidade, cliegado recento-
nientede Maisolia : em casa da Cadeia-Velha, 11. 29.

t Vendeni-so os muilo procurados corles
(^ de sapalos a luna bordados do muilo di- '
I versos gustos; fil de linbo liso e lavrado S
t muito lino; coitos de cassa-ehila a 2,rs. ;
' ditos denovosiiadio.se CrCS linas a 8,200 '
^'' r.s.; ricos loncos de setini de cores, para se- '
r-' nimia ; pinino de puro linho proprio para
{* lences, com 10 palmoade largura, a 2.700 rs.;
(S* dito rom 12 palmos, a 3,200 rs.; damasco
< do Ida e seda o melhor que tem apparecido; f;
P* bramante de puro linho, muito lino; um com- (
ew plcto soitiuu uto de pannos pretose de todas 1
t<$ as cTes e qualidades; meias casimiras, lili- '
'" pind casimira em padrOi-s o qualidade, mu- (<-'
f? loem eonla : bem como um cmplelo sor- 0
<> limento do fazendas linas o grossas tudo :
i>; por monos prei;o que em oulra qnalquer par-
ft le: na nova loja de .lose Moreira Lupos <\
(r Companbia, na ra doQueimado, nos qua-
& tro-cantos, casa ainarolla.n. 20
'
--Vendem-se sacos com arroz da lena, por pre-
co commodo: na ra da Cadeia-Velha, armazem
11. 12.
Vcndem-so I escravos mocos de bonitas figu-
ras; urna poreflo de calcado para liomem sapalos
o botina ; una porofo <\i' estrilas o suecas com mui-
to boa farinba de mandioca por precio commodo
na ra da Cruz n. 26.
A bordo da sumaca Carlota, tundeada na volla
doFoile-do-Mallos, vendo-se muilo bom sal do As-
s por proco commodo : a tratar no mesmo bordo,
ou na ra da Cruz n. 20.
do corlo que se vendom charutos de regala os
inais superiores que ha no 1. errado a 1,4(10 is a
eaixa; cha bysson a 2,::i20 rs. a libra; caf em ca-
rolo a 140 rs.; dilo muido, de 4 libras para cima,
a 160 rs. pois he o melhor que pode baver 1 na ra
ireira, n. 104,
A 7,500,
vendem-se mantas de seda tUs
liniiissimos adrOos, ehegadas
ltimamente do Franca ; nn
ra Aova, 16, toja noCo & KocJia.
fnnho le Champantia
da superior c inuitoacredilada marca
Cometa,
vende-seno armazem deKalkmann & Rosenmund,
na ra da Cruz, II, 10.
Vende-se um preto do nacilo que be refina-
dor de assucar, eozinha o diariodo urna casa, de
30 anuos poico mais ou monos de boa liguia, 0
bstanlo possanto : na ruada Cadeia-Velha 11 50,
loja de Colilla & Aniorioi
Vendo-so una ven.la na rua do S.-Jos eom
poneos ruados, o com commodos para familia :a
tratar oom Antonio Francisco Martina desliranda,
na rua Di rol la venda 11. 53.
Vendom-scescravos baratos, na rua ^^
Carangoiras, n. 14, segundo andar: 1
preto de elegante figura, do 22 anuos ,
sem \eios nem o irais pequeo acha-
que com ollioio de coz.inlieiro ; um dito
de bonita figura de 20 anuos coro ollioio do pe-
dreiro;uni moleqnode 13anuos, muito esperto e
sadio sem \irios nem achaques ; um pardo ilc i
anuos, '\c boa conduela con ollioio do sapal 'iro ,
' 011 troca-se por urna prota moca, ainda mesmo nuo
iiflotenhahabilidades; um preto do moia. ida lo,
por 250,000 rs. ; 3 pardas do l, 18 o 22 anuos, oom
ai-urnas habilidades ; duas negrinhas \<- 7 a 10 an-
uos proprias para seren educadas ; 3 preta.s mui-
lo fortes, que oslao iioostiiniadas ao trabadlo de
(ampo ; o mais algunsescravos que se mostrarlo aos
compradores >
Vendc-se urna podra para filtrar agoa : na-rua
do Tonos n. 16
Vende-so um sobrado do dotis andares o slito
por rooo muito em conta o qual rondo 70,000 i^.
inensaes: na ruadas Larangeiras, 11. 14, segundo
andar.
Vendem-se, nalivrariada rua do Crespo, n
II ,nssegunlcs vros : Curso da historiada philo-
sopbia, 3. v ,por V.Cousin, por 6/rs. ; Dirciouario
do It oque te ; o Judeu Errante 10 v., por 9,000 c*,.*;
Historia de Inglaterra, por 2,500 rs,. "vir::ilio, pnr
2,500 rs.; Selecta por I.Oflft rg as inulheres que
so lornam celebres ju?,os seos amores, 1 v. por
240rs.; Tclempq.1^,por 1,280 rs.; a Scicncia das
IS i!-- esonho 1 I, rs ; Cornolio por
800IS. ; Arilhinelica por l'.esout por 1,280 is. ;
Diccionario iuglez, por Nicira. Venhain ver as 0-
chinchas einquaiilo nao so ncabam.
das de todas as qualidades : tudo por preco com-
modo.
-Vendem-se sacras eom fardo de trigo: na rua
da Traa armazem dcGuilhermeSoares Bolelho.
He desengaar que
as peehinehas do
antigo barateiro
ninguem deixa de com-
prar.
O antigo barateiro osla torrando por todo o ilinhei-
10 na sua nova loja de miudezas da rua do" Colle-
gin, n. !), papel aimaco, muito fino a 3,200 rs. a
resma ,e moia dila a 1,000 rs. Chegucm antes que
so acabe. Penles do tartaruga para marrafa a 960
rs. a parellia. Estilo no rosto. Itiquissimos toncado
res a polka, cliebados ltimamente de Pars; os-
covas para laclo muito linas a 400 rs. cada urna ;
ditas I-ara cabello, a 240 rs. cada nina, para acabar;
carapucasdalgodffode cores a too rs. cada urna
lavas de algodlo do cores e brancas para lioincm e
son hora [a :t JO rs. cada par; luvas de seda para
meninas, a 200 rs. o par de todas as odres; luvas
piolas para scnbora a 480 rs. o par, sao muito fi-
nas; penles de prender cabello, detrataruga, para
icnhora, a.oors rada una; caisinhas do agu-
llias francezas muilo linas a 280 rs. -ada una cai-
xiliha; luvas de seda brancas e do '''iros, para lio-
mem proprias para bailes ; trinchantes de cabo
luanco ', a 800 rs. cada trinchante sondo faca gran-
de egarfocoin nuda; riquissimoscaivetes os mais
finissimos que ha ueste morcado do 1,2o 3 folltas.
A ellos, freguezes, antes que se ac bem: depois nao
digamque O barateiro nao avisa. Nlo so esquecani
az.
Loja lie Inao Miai-don ,
lerro-da-Boa Vista, n.5.
\rs[ i laja nrlia-sc mu rico sorlimoiilo (lo LAMPEOES
PARA GAZ com scu compctenles vidro, accendedo-
rps o abafadores.
Estes eandielros o 01 mciborese
inais iiiiidorniis queexltem boje : rccoinmendanv-(e ao
publico' lento pela seguranza c bom gosto de sua boa
roni'i iv.io, como pela boa qualidade da lu/., economae
asselo ilc -en tVvir.
l .'ICMDl loja os consumidores aein-
iiic acharao um deposito de GAZ, de cujo se afianca a
ijualidade. o em porcSo bastante para cuusunio.
.^seio-pu
ile
coqueiros de ftuclD, o. baixa para cal
m e verdina, por denlro do . rio Jordo. Esle sitio foi do inajor t',.1
valho iMeiidonca. Os prelenden'tes diiil
im-serua do Calinga, loja de miudeJ
e Francisco Jourjuin Duartc
Parecen de seda.
vendem-se pocas do olgodftozinho sem avaria a
1,600o2,000rs.; riscadinhosa que chamam linho,
para camisas de CSCraV]^, iIflID A YV.'iW.'S.di^Jimillii.,
a 120 rs. o c^nAC* nutras umitas fazendas mais
!".',",a's do qiioem nutra qualquer parte.
Vende-so fio da India, proprio para coser sac-
eos : na rua do Trapicho, n. K
Vende-so estopa, propria para saceos : na rua
do Trapiche, II. 8.
- .*...' i


|
u
-
Nesla loja alm do um gr un' sor t ment de fa-
zendas de indas as qualidados, acha-so um rico sor-
lmenln de obras felas, romo sejam: casara; o
sobre-casacas do panno, merino, e alpaca; palitos
ile pan no e lila ; robes-de-chambre; colleles; caj-
eas; Imcos paragravata ; chapeos do castor, bron-
cos e pretos; botos pretos de massa, proprios pa-
ra ofllciaes de '-acaloros por torcn eoia por pro-
co barato.
-- Vende-se, para fi'ira da provincia, um esoravo
Crioulo perfeito- moslro de la/.er assucar, e que tem
mais habilidades precisas a um agricultor: na rua
do Vigario n. 25.
Vende-se um mulalinho de 12 anuos muito
lindo; nina esclava do naeao <\r 23 anuos, oom
bqnita figura; vende-so por prodisfio: na rua das
Trincheras, n. 17.
Vendem-se 4 escravas, sendo : urna crioula,
de is anuos bonita li jura boa engommadeira o
ni'' ioiii utas habilidades; duas ditas de nacflo,
mocas, com habilidades; um sscravo de na$ilo.,
de 25aii!ios: na rua das Cruzes n. 22, segundo
andar.
CuSit da. F
na rn;i psfrcitfl rio n. *>.
Nesler-slehclecimaulo acbam-se a venda as cau-
telas da secunda parlo da 17." lotera, a favor das
obras do llioalro publico desta Cdade ; iaijas rodas
devcni correr no da 30 deato raez. A ellas: os pro-
cos sao os do costume.
Va loja no va do iasseio. n. I >,
vendem-se cassas moilrrnas, ,|e cAres lixas e largas,
a 240 rs. o covado ; chitas de novos pedios e botl
pannos a 4,500 l'foa o a 120 rs o covado ;
atera dustas, lm um completo sortimonlo defazen-
DcposilO de
da na I
na fabrica de licores,
ro-da-Iloa-Vista, n.
vinagre da fabrica
n.7.
t
mperial,
de Frodcrico Chaves, no Atcr-
17, onde se achara sempro
gramie pore,o o por proco commodo.
Wilch Bravo & C. acabam de receber directa-
mente de Paris iflna porc,"io de frascos da famosa 1-
goa heniodalioa do Hrouheri, de cujas virtudes o
.1 urnal do Ciinmercio do Rio j tem tratado em dif-
ferenlcs arligos mu circumslanciadamonlo. Este
singular medicamento he verdadeiramenle es
licoe nfallivcl no curativo de todas as finidas, se-
jam ellas pelo instrumento corlante, sejam por ar-
mas do fogo, ou provenientes do queimaduras.
Quaesquer que sejam os accidentes que as com-
pliquom, lodos ellos desapparecem com su mina fa-
cilidade, sarandoa ferida dentro de poucos diassem
supoi a(,-o sem inlama<;fln o sem dor. Ainda que
baja pona de substancia e ferimenlos das mais con-
siderareis alionas, como a cartida ou mitra, nao s
a peda do substancia so recupera, masa heniorrha-
gia arterial est curada dentro de 30 a 40 minutos,
regenerando-se as tnicas da arteria oflendida, por
meio de um trabadlo orgnico particular. Nao he
monoraellicacia do mesmo medicamento as ho-
moribagas internas como sanguo pela bocea, ou
proveniente da hexga, e sobretudo as heinorrba-
gias do ulero, que fazem a ilesesporaQflo dos medi-
cse otormento dos durillos. .as instruccoes pra-
lieas, que se vendra coiuo remedio, so vera Com a
cxtnsio necessarla a maneira do applicbrloo os
casos 6m queoonvom. 0 pirco de cada fiasco he do
2,000 rs., odas instruceOes 2,000 rs.- Os pretenden-
los dirijam-sc rua da Madre-de-cos, botica, n. 1.
Vende-so yma ncgriiiha de II annos, muito
propria nara se implicar a lodo 0 servico ; 2 canoas
de carreira {alguns cascos vasios que finan d v-
iibocazeite : na rua da Sonzalla-Volba, 11. lio
No i'srriplorio dcMa oel Joaquim llamos o Sil-
va, na ruada t'.adeia do Recite, 11. 2h, conUnuam-
so a vender, por pceo commodo sacess de muilo
superior farinba do S.-Malbous.
Vende-se, ou troca-se por nutro mais pequeo,
um oratorio ou sonctuario, feito 110 Porto, obra do
muilo bom goslo com lies faces do vidro : em F-
ia-de-|'urlas na do Pilar 11. 145.
Vende-se urna prota reeolhida de 20 anuos ,
de muito boa figura perfeita costureira o cuaom-
madeira o que faz lodo o mais servico de urna ca-
sa ; nina parda innea com as mesmas habilidades;
Um liloloque do 20 anuos, bom Cozinlieil'O ; um di-
lo bom pagom ,e que be ollicial ,lu alfaiate ; dous
pretos, bous pardo trabadlo de campo e da \mqi
um niolcque de 16 anuos: na rua do Passeio. loi
n.19.
Vciulc-sc um sitio no lugar prximo
povoacao da Uoa-Viagem, com 3o p.s
Lindos chales de lila cores escuras, a > 400
formidaveis cobertores de algod.fo, muito"enen^
dos, proprios para escravos, a 1,000 rs. ,/''
do Queimado loja n. 11 A do R. C. I.oite. "
Nao he s os oiilros locistas
que vendem barato, tambei
vende l rail cisc Joaquii
Duarte, na sua loja de mii,
dezas da rua do Cabug, n.i
Escovasdolimpardelites, a 120 rs., ordinaria.-!
o linas a 400 rs ; ditas para facto a 800 ,s '
xas de pos para limpar denlos a 60 rs ([J. '"
tnitas, a 40 rs. a vara o de nicia largura \1"
100 rs; franjas de algodlo brancas, alCOrs L
vara ; ditas ,U- cores a 240 rs. ; penles de nreJJ
cabello, de la boa estrella a loo rs. grainnos
vidro, para cabeca que se usam no Rio-de-Jaiu^
a 160 rs. ; botos de iqadrc-perola, a 360 o 5oo rs I
brincos dourailos eom um pequeo toque de iviri-
a 200 rs. o par; carteiras de fino dourado, a 3sn
500 rs. ; lucos irnos do diversas larguras e pretm
agulhasem caixas, a :ioo rs ; luvas de pellica Di
senhora a 480 rs. ; ligas de borracha a lao'rj
par; lacas para cscriplorio a 160 rs. ; oculosi|,Jr.
macOes, de boas graduales a 1,000 rs.; canivet
com um pequeo loque de avaria a 100 rs. a
me para chapeos do senhora a 320 rs a \)c- n.
pas, a 120 rs. ;l'olhasdo palha para OS mesaioj i
600 rs.; machinas de llhozes a 1,400 rs. mciij
para meninos a 200 rs.; ditas para meninas',,, d
rs. o par ; aljofares do diversos tainanlins, i fl
rs ; carteiras grandes de guardar cdulas a 33m
rs. ; penosa de ac, linas a 500 rs. a gro/.a para
de penles de Urtaruga, finos, a 1,200 rs. ; espoleta!
propriaspara os apaixonados da caca a 500 rs.; faciL
de rabo de cbifie do viado, a 7.#rs. a duzia, cimi!
lando cabo de marlim ,!o balando, a 8,000 rs 1
diizia ; lencos pretos para grvala a 500 rs.; liilh
tes de visita a 1,500 rs. o eento ; caixas comfaiu
do aliar navalhas.a 200 rs. ; Utas de velludo, I
diversas coiTs,a 120 rs. a vara,
Vendem-se muito bem feitos vasos para llore
pas para preservar as formigas penenos ra-
para vender llores ; jarras, e ontras obras: lm
muilo barato e de muito bom barro: na rua da II
renlina 11. 16. Ka mesma casa prfCisa-se de u
mostr oleiro para l'az.er una encoinmcnda iaipj
lauto.
Venilem-se casaos de pombos, grandes, nioil
to bonitos c bous batedores; bem como filhoi
muito eordoa : tudo por preco commodo: na ruad
Florentina, n. 16,
Vende-se tima prota do 22anuos, sadia, del
nita figura,Oque tem habilidades: no Ateiro-dal
loa-Visla n. 80. f
Vendem-se e alugam-s*- Weiiils de Hamburjnj
por inais barato pt^oiT" do que em nutra qualqu
parte ::_ laniUvTf se vao applic.ar, para mais roma*
"idiTe dos freguezes, a qualquer hora do dii eosj
le ; bem como faz-so todo o inaisservico uerteoMf
te ao ofllcio de harbeiro : na rua do Trapiche-Noa
o. 28.
Kscravns Fu^ido.s.
Fugio de bordo do patacho Velicann HBBWI
de nomo Poique, de San-Thoni estatan tai
rosto redondo o sem balda, oom lertdasasffw
vestido com camisa e calca azul e barrete W|
K.sie escravo perlcnco a Joflo Jos Pereirt i '"'n
do Rio-de-Janeiro. Quem o appreliender, qufifl*
va-lo i rua da Cruz n 66, casa de Gaildiho pHI
nho de Ranos, porqueh ser recoiiipensad''-
Fugio no dia 18 do crrenle, da casi le .*
senhor, Joaquin deAzevedo, o crioulo Valeria, i*
18-1 20 anuos sem barba grosso, barrigudo) W
muilo pequea cabeca o cara redondas,Olho|*
los o pequeos falla descansada c apaulistada,p
ser natural de (aliaba pouco llgero no 1 n lu,
pequeos e chatos; levou calcas novas, de l8
ciscado do azul o branco, camisa do dito,porc
azul o do chadiez niiudo ; supllsorio! e f;"'
semi-oscurns : quem 0 pegar leve a rua da 09
no ltocil'o n.4!l, que ser bom gralificadOj
protestar contra quem Ihe dor coito, ou
-- Fugio, na noilc de 20 para 21 do corrate
preto Joflo, de naco Angola, de 30 iilH PjjJ
mais OU menos muito barbado c muilo liem W
te; levou urna Iroxtl com loupa.e entre esta "i"'
do. Ksto escravo veio do Ico para ser venoido fl
nal!
... ...... ... ,. i w mi, i,,/ n.t, i, ;i,i nui .*..... r'llt
praca. Quem o pegar leve a Joaquknda.Cosla vim
na rua da Cadeia do Recife, loiado Sr **";
s do CarvalhoMoracs, que rocompensarn f.'1'1"'1'
menle
Fugio no dia 20 do correte um Kffl'oai
a bgslanlo rapaz de nomo Vicente, da ,5 ?^
ioupo mais, csiaiura regular, muito li,lix''' '
que recoinpi
smenle
- Fuf
11.1 llil >(...,, ,y (,,. f IIK iiwiim i iiinm- | "' 'p-fBfcl
pouco mais .rsialura regular muito baiv'. 'T
cado bem foito o bonito vr prela o un
lada agradavelem suasman -frasd i rail
forma alia do naco .Mueaubiquo que se m*.
em pequeos signaos na tosa e no rosto ao
orcinas; levou caigas brancas, camisa de rw
azul eum lonco pri'lo que Ihd seria di "*
.Muilo se reconi'iieuda as autoridades poli
pililos de campo de o apprehenderom e
'."a Imperial ,'n. 67, inino.iro anda
licara com generosidado.
~ Roga-so
que.
e-se^'l
autoridades pnliciaes, rni"u'f ;
i... a Hl
campo o mais pessos que apprelioiulain P~
Benedicta, dciiac/itoCiiniuadongo, estalur ^
lar rosto comprido, falla apressada corno b^
so barriga grande queso presume proniie,
un carneo om um dos hragos; a qual ausonl.Jj
lia poucos dias e se suppOe acollada eiB a ij[fl|
quilombo de pretos da ......snu naci, para as p .
da frogue/.ia da Vorzea. (Jtiom i levar as ""u
gucira, n 26, sera recompensado.
P.l.v.1 na i i |.|- '.. r. '!: Mil*-
SEGUliO SUI''LEMElNTO.
> i
-L
MUTILADO |
i


PERNAMBUCO
SUPPLEMENTO
(1847.
PAUTE QFFiCIAL.
Sovetno da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 10 DO CORRENTE.
nF.sm.eRvm. bispo diocesano, accu-
decebido o de 9 deste mez, em que S.Es. Rvm.
5,""1 achar-so cannicamente prvida a freguez.a
1,ecl,ar 1. procurando saber so tamben estilo nas
J,?r.circumsUiiciaslgumas das parochias ult-
romonte crea las, e quaes silo ellas; rogando, Boal-
"iaT mo dKie-se deinteirar a presidencia de
tS'er desselprovimentos que para o Tu turo se
hnC-dAoecommandanle das armas interino, re-
.mLeiidandii faca por dispos.cio do cliete de po-
ScnitaManoel Marques Ferrcira que fo. jul-
" ncaoai do servico militar; e d as necesarias
iS senla presos que se acbam no seguro da ca-
"cTdesta cidade. Participou-so ao chefe de po-
"CrM Ao referido commandanle das armas e ab
imksario-pagador, scientilicando-os de ter S. M.
Sd r concedido tres mezes de 1 cenca ao to-
Stc-corouel do 7. balalhao de fuz.le.ros, Antonio
i>.lro deS Harreto. .
Ie t--Ao inspector da thesourann das rendas pro-
vine aes, declarando em rosposla ao seu o>lc.ode9
.lcorroitc a que veio anneso um outro do dffltnta-
a mesa do consulado provincial, quedeycm
r estrictamente cumpridos o ar igo 8.o, o 2 do
nrliso 11 e o artigo 53. do rcgulamcnto dessa ine-
o e oue. a verificar-se a bypolbese de mo ser pos-
vel entregar logo ao thesoureiro o conhec.mento
de oue trata o precitado paragrapho, releva que
smc participe presidencia o que he que concorre
uniwo e indique os meios que mais congruentes
L parecerem a romocao desse inconveniente.
Ditos -Ao mesmo, ao director doIvceo e a cmara
municipal da villa de Nazareth, participando o pro-
vimentodo Maria Bcnedta da Molla S.lvcira na ca-
deira de primeiras loltras que para o sexo femini-
nu fura ltimamente creada na referida villa.
Dito.A' cmara municipal do Cabo, exigindo dc-
claracilo dos motivos porque ainda nSo comecou a
funccioiiar na povoacao de Nossa-Senhora-do-O,
nao obstante haver a presidencia ordenado que o B-
zesso, e mandado entregar-lhe a quantia de 260,01)0
ris de que a mesma cmara dissera precisar para
compra dos movis e mais objeclos necessarios a ca-
sa quo na prenotada povoacuo devia servir para as
suas sesses e para as do jury ; determinando que
passein olanlo untes a funecionar ah, sol) sua mais
restricta responsnbilidade; e prevenindo-a de que
sefaiefleclivaessa responsabilidade-.
Dito.Ao administrador dos reparos do quartel da
cidade de Olinda. ordenando que faca cessar sem
.lemora qualquer obra que encelada esteja, e regule
os traballios segundo o que propOe o 2." lente de
cngcnlieiros, e de confoimidade com a informarlo
do coipmissario-pagador, que por copia lhe remet-
a; e recommendando nfio gaste mais que a quaiitia
por Smc. rccebida.Remelteii-so copia deste ollicio
ao commandanle das armas uterino e ao commis-
sario-pagador.
Dito.\o director do collegio dos orphaos, decla-
rando organiso as conlas passadas da maneira por
que o permittira cscripluracito, ora em uso no mes-
mo collegio, que, segundo Smc. informa, nao pode
comportar os csclarecimentos com quo a presiden-
cia ordenia fossem ellas formuladas ; e ordenando
que, a partir deste mez, reforme essa eacripwracao
de modo a torna-la capaz de facilitar a exhilncao
dos referidos csclarecimentos.Ofliciou-se a respai-
lo administrado do patrimonio dos o pililos.
DEM DO DA 12.
Onirio." Aocammandanle das armas interino,
recommendando a expedicao de suas ordens para que
atropadeprimeira linha de urna guarda do quatro
liomens para a mesa do consulado provincial, sem-
preque lhe coubcr o servico .la gifarniQIo "a praca.
Igual recommendaco se le, mutatis mulandis, ao
('oiiimandanle superior da guarda nacional do Reci-
fe;e participou-se ao inspector da lliesouraria das
rendas provinciacs.
Dito. Ao juiz relator da junta de justiga, trans-
mittindoo processodo Florianno Cavalleiro, solda-
do do 2.9 batallulo de arlilh.rla a r T
Ditoo-Ao inspector da thesonraria das rendas pro-
vinciacs, dcli'riiunando far,a prircm praca o contrato
doestabelecimento de urna linha de mnibus que
facilite o transito desta cidade para os seus arrabal-
des o para Olinda, na forma da le provincial n. 191.
Dito. Ao mesmo, validando o contrato porque
Joaquim Marques da Silva Santiago se encarregou
da robranca dos dizimos do gado cavallar nos muni-
cipios de Cimbres, Garanhuns, Iloa-Vista, Es, l.i-
moeiro e rejo.
DEM DO DA 13.
Odlcio. Ao commandante das arinas interino,
scientificando-o deliaver marcado odia 19 de se-
tembro vindouro para a eleQilo dos eleitores que de-
vem de nomear os dous senadores que tecm de
substituir os fallecidos Antonio Carlos Ribeiro de
Andrada Machado e Silva e Jos Carlos Mairinck da
Silva Ferrilo; e recommendando que, a resuel-
to dessa eleicSo e da que se lhe ha do seguir, raca
cumprir, pela parte quo lhe toca, o segundo periodo
o artigo 108 da lei do 19 de agosto de 1846. Olu-
ciou-se no mesmo sontido aos commandantes supe-
riores o aoschcfes de legiilo da guarda nacional;
ao chefe de polica, e ao commaadanto gcral do coi -
po policial. ..
Dito. Ao mesmo commandanle das armas, al-
zando quo, antes da hora do embarque das pracas
que vilo para a ilha de Fernando, mande-as apresen-
lar ao juiz municipal da primeira vara, afim de que
esleas raga escoltaron os presos que esto destina-
dos a csse presidio.
Dito. Ao cnsul interino da Suecia e Noroega,
declarando ter communicado a quem compete, que
o Sr. Fernando Biebcr fica encarregado desse con-
sulado cmquanto S. S. estiver fra desta provine.a.
Dito. Ao inspector interino do arsenal deimai i-
nha. ordenando faca transportar para a illia delcr-
nando, no hriguc-escuna Henriqueta, maisaous
soldados quo destacam para a mesma lina. i aru-
cipou-se ao commandanle das armas, o deterininou-
se ao director do arsenal de guerra fomecesso sus-
tento a estes dous soldados.
Ollicio. Ao commandanle do bnguc-escuna Leo-
poldina, ordenando ponha disposicao do chele de
polica o Portuguez Antonio Alves Jnior que trou-
xera das Mandas. Tambem se detcrm.nr.u ao
l lamento generar capitn general de rno J
dislricto do Galicia, commandante-general del cuer
po de operaciones de Portugal por esta Ironloira. -
Santiago Hendet e Vigo.
NOTICIAS DIVERSAS.
UM LANCF. COMO POUCOS.
Dias passados ia por um baluarte do Paria um bo-
rne.., venido com lodo o laso, des umbrendo os que
pnssavam com as suas cadeas e brifbMtM.
De repente parou, deu alguns passos falsos e cabio
morlo. Entre os mullos curiosos quo >.*>-
ram appareceu um mancebo, que Jepo.s de ollar r-
pidamente para odelunlo se lancou sobre, ello e o
abracou gritando com rosea desesperadas .
Meu pai! Meu pai! .
O mancebo fez ebegar um lacre e aiudado 00
alguns concurrenles melteu nel e o dofunlo c cnlrou
lambein para o mesmo chorando.
-- Para a ra Jacquolel, disse ao bolieiro.
0 tiacre parti, o os curiosos se dispersaran! di-
Ze!L0|'obro mancebo! Exccllcntc lho 1
Quandoacarroagem chegava parto da ra Jac-
quelet, o mancebo amparar, o apeando-se d.sse
a0l VoTprevenir meu rmflo, contina para a roa
Jacuuelet, que em pouco eu te alcaniuei.
O cochiro proseguio seu caminho, o quando che-
oii a ra indicada parou.
MlVpois de esperar algumas horas Pelom."CbO,
c vendo que nHo apparecia, resolveu-se a pergunlai
m i casas : pirm ainda qn recorreu todas as
da ra Iguem'l.c deu noticia do morlo nem de
montos de caridade, 19 de Julho de 18*7. Oescrip-
turario, A. Caralcanle Comsaro.
Contrato, a celebrar-* com a thaouraria ******
provinciae no mez de agosto prox,mo futuro.
Dia 11-
30 de marco de 1817.
Dia 16. ..
O doestabelecimento de ...na llnhi fj2*
que, na forma da lei provincial... 191, de JO.Je mar
?o deste anuo, facilite o transito desta cidade ,, qual-
nuer dos seus arrabaldes e a Olinda. Este contra
s,.,a realisado depois quo a presidencia assim o
determine, a vi-ta daaproposUs que por intermedio
da thesouraria lhe orem apresenladas.
Cadeirai vaqas de primeira Ultras.
A de Cartiarii, cujo concurso lera lugar logo que,
a contar de 28 do junho ultimo, se completar o prazo
do 50 dias.
Obkctos que a repartido das obras publicas pre-
tende comprar.
l'ma coricnlo com tres bracas; um cadeado; oito
Uboaa de cosla.linho de amarello; seis canoas de
a,via; dezalqueiresde cal preta duiontos tljoloe
dealvenariagroasa; um barri com emento; duas
techadoras gandes com ald,obas; o.to pr.-ROs pro
prios para 08889 fcchiuluras; du/entos ditos caibiaes,
um macho.
SLA"Sgft** WC d.Vjmorflse en- j^u mhoVll'pobre coclK.ro cedemlo h* *
tingar ordem do mesmo chore de polica o preso do das c.rcumstancas, levou o cadver para
tastieaHanoel Jos de Castro (Tinoco; vlndo da Pa- nissario. segundo depois se
polica queveram escollando ao preso (.astro.
EXTERIIOR^
PORTUGAL.
PROCI.AMAC.AO do tenente-general, capMo-general do
i Hu...*, ^ ^ d.^rjcio ^ Gal.ta< f comman.
dante- general do corpo de operacOes
de Portugal.
PORTUC.F.ZP.S! El estado lamentablo a que arrastra-
ron el pais algunos dess hijos, inpndMinOM
de sus estremadas deles y fmistradosotros por le
seduccin y engao, llevando sus *** tremo de declararse en rebelin > abior a fOo* encia al gobierno de S. M. F. desoyendo su voz de
maternal demencia, ha obligado a lo.iggobiernosd6
las potencias signatarias del tratado de la cuadrupla
SiJmM a declarar llegado el caso de la .utervcnc.on
mal. de las mismas para restituir y reponer ca-
te reino lidelissimo en el estado toP>TWHta
que tan necessario lees para su ventura ep.ospe-
' 'cargado yo por gobierno de S. M. C. de coope-
ra ncsia provincia com las tropas de m. mando a
a importante objeto, os ani.uncio desde loego que
mi i ropos lo consiguiente a mi pacificadora misioi)
si de proteger cuidadosamente a todo ciudadano
oac lico v l.onradoal par de perseguir a todos loa que
a e .tan a inano armada contra el orden, la tranqui-
Hdad poblca y los derechos reconocidos de la rema
constitucional la S. D. Mana II. mn,leln de
I as tropas que me honro de mandar, modelo de
alm\ disciplina, os darn diarias e inalterables
mUsde'susvinudes; pero *XS!SS!i"-
redmenle se olvidase de ellas alguiio ua ndr i
dos de todas clases, sera r'm'mlA?"h|aa
do- iioresto tambin me considero con dticcno .i
ecsiiraue todos los habitantes de este rey.io res-
nca nqv .Sern como a hermanos n as tropas de
bl'or0lS,USese!s DO desechis mis ecsigencias tan
MEMHIAS E M MEDICO. (*)
i>o aiejfannrc turnas.
SECUNDA PARTE.
CAPITULO VIII.
A MVX.HEB DO FEITICSIBO.
Nn momento em que Gilberto, depois de preencher
No Bomu) ti m molliado n'agoa fra,
(*) Vide Diao n. 158.
de Saint-Den.s, anda des cria, as q el" mu ,)a,aVras
ver no outro da ap.nbada detente *{+$$&& cumstantes.
porta do convento das carmelitas, c comJ"
n.ao batia roda, emquanto o cavallo tujaa e.leaa
linha passadas no braco, impaciente campeava
'le-Sflov? responden ella com o mais cerrado ac-
cento italiano, quero entrar.
_ lintao dlrige-se mal. Esta roda so se abre urna
vez no dia aos pobres, e a hora em que se ella abre,
a _i Vyuo bei de eu entao fazer para fallar superio-
ra^ pergunlou a mulher.
_ Vahaler n'uma porta pequea na exlrem.da-
dc do muro, ou puxe a campainlia na porta prin-
cipal.
n un suieto se approximou.
i Sabe a senl.ora, disse elle quea superiora ag0.
ra he S. A. Real madama l.uiza de Franca t
Z SSSfS. bello cavallo, exc.amou "md
- 0 arsenal de guerra compra, para a companhia
dos SSSSm menores, tres covados e duas tercas
donan o azul; quinhentos o qualorze covados de
en. ca azu ; eenu. o cinco covados de brim liso ; o
secents e setenta e cinco cova.los de nscado an.e-
'pw quem ditos gneros quir.er fornecer manda-
os a poposla om caria fechada, c as amoslr.sa
, re o do mesmo arsenal at odiaJMI (hoto.to
- 0 arsenal de guerra compra du/entos nwlM.de
S0ln : quem dito genero qu.zer fornecer mandar
sua proposta em carta fechada, e I amos ra a direc-
odo mesmo arsenal at o d-a 24 do crrete
mes.A^n.ldegaerr.Md^o^lgr^
^=r3o9^!Xs
corrente mez. Arsenal de guerra, 20 dt julho de
1847 Joilo Iticardo da tira.
--'() arsenal de guerra compra 16 varas de hr.m li-
so 9 ditas de lona ; 1 mill.eirode pregos dourados;
t u'e". 'lila de lii.l.o, c I milheiro dq.ta.xas pe-
' q' ..mi ditos seeros nuizer fornecer mao-
mesmo arsenal al oda a* do corrente mez. Arse
na.deguerra^OdejuIhode^..^^^
- O arsenal de guerra compra, para a companhia
dos a re di/es menores, 2 resmas de papel de peso ;
8 dltasde ditd slmaco 6 garrafas det.nta prela
MOonssde escrever scoleccfles de iraslad,,, ;
Tciut s le abeedarios ; 20 taimadas de nomeracao ;
fduztede caivetes linos ; 19 fwj"^^^
ditas de lapis, o 12 pedias decalclo qutn ditos
Le nos quizer fornecer mandara sua proposla ...
^ ta ler.ada a directora domcs.no inmllUo
dia 24 -lo corrento mez. Arsenal de guerra, 20 deju-
llu> ile 1847 Joilo Ricardo da Silva.
- A dn inistrac.lo gcral dos estabelec.mentos de
Oardde, t'ndo concluido a reed.licaq.lo das casas
6 ra das Cinco-Ponas, ol da ruad os
Pese dores, manda fazer publico, qBJMf-JJJ0
crtente, nasela das suas sessoes, pelas horas da
a praca a renda das referidas CSSSS, pelo
n mquedecorrer do di. d. *^ff*<
junho de 1850. Administrado geral dos e^labclcci
'mocero como o meu vale cem pistolas (du-
,a produzram grande elTeito noscir-
"SSSms cuino um conego, que ao revez de, dre-
Oilo oll.ava para a cavallc.ra, sem imporlar-se o.
o cavallo abri urna passagem ale chegar a ella, e
Jo, meio'deumsegrcdo que conl.ecia abr.o aporta
~ Entre, mnha senhora, e puxe o seucavallo.
A mulher anciosa por ^SS?L
^^S^Su^dS^^eSpa-
$SS^tt. coirn do.n-
lelr0uoT"v'-' -ninhasenhora? bradou ella,
^ttS !n,c abrio a rists
po7deFua esirangeira, t quero, se for poss.vel, fallar
' "P Madama n3o recebe ninguem esla tarde.
_ Noentanto baviam-mc dito que era do dever
de todas as superior.s de convento receber as suas
irnias que do mundo Ibes vcem pedir soccorro, a to-
da a hora do dia oda noite.
Objetos apprebendidos pela policio.
Uma canda que fra adiada no mar, e est no tra-
piche do Angelo para ser entregue a quem com-
petir. ^^^ _
- Publicado Litterara.
Aos pais de familia, capitile* de navios,
fatendeirOS e. a todos em geral.
()ieanon de Hahnemano, ouexposicoes
das doulrinas homu-opalhicas, -x volumes
peqnciios.
Manual do pai do familia, do capitao
de navio e do f.zendeho, o noticias ele-
mentares da homasopathia, conicndo a
accao do A principacs medicamentos
homoeopaUicos, i volumc pequeo.
Vendem-se por preco comraoJo, no se-
cundo andar da casa n. 7, da ma da
Cruz.
\ sos martimo*
- para o Ass segu, prelixamento em c- dia 3 de
acost, raimo o lui^e brasilero agitane1: pa-
rfeargno,, passagem trata-se no armazem ao la-
,J1-a Sa1;! itlo-'ande-do-Sul pretende sahir bre-
ve o brigue austral, por ter 0 seu carregamento en-
eaiado pode, porm, receberalgunsescrao4 tn-
K,ass.natemben passageiros: pan estes a tratar
wmrepitflo, e para aquellos com Amor.m IrmSos,
na rus da Cadoia, n. 4j. ______
Lciiad.
-Ceorge Burnell. caplWo da barca ingleza Achil-
/,,, legalmente conde-nada ..este Pr V^r S
em nresenca do II m. Sr. cnsul deS M. B. por coi -
Ue scode que... perlencer, e por ...tervencao do
porre .Olive ira, docasco da dita barca (o qual po-
de nv os".reendeuirt exan.inar con. nUjcedencra
no lusar onde sescha lundeado:, dos seus notes,
na ea il cordoall.a, veame, e todos os ma.s per-
Snces. inclusive os mantimentos: boje, 22 do
co rene, as O horas da msnhSa, no armazem em
qne leve prensa o Sr. Manuel Ignacio, noiorlo-do-
Uattos.
- Perdeu-sc.no da 16 do corrento, na igrojse
N S do Carino um alfloste do ouro esmaltado ,
^n.'d,a pequeas correles obra dei.caoa : quern
oachou, querendo restituir, d.r.ja-se a praca da In-
Sependcncin,loja ... 3, que se grauheara^
- Isso he possivel cu. ci.cumstancias orinarlas ;
mas b\Sun, 0,00 anda honten. chegou, apenas es-
u'eTde la Acabo de fazer sesse.il. lego.s c-
--^^rl^^^^rde madama
"el0rMinha irmia. tenho que revelar sua abbades-
sacousasda mais alta importancia.
" ^'hiiCssive:... demorei-meumdia em Pa-
ri.'ef.dr.nfe^ol...... demais, nao posso dor-
mir na hospedarla.
__ Porque? ,. .
porque nao tenho dinhe.ro.
A madre rodeira percorreu com olbos estupefactos
essa mulher, que.coberladepedrar.as, e senhora do
um bello cavallo; diziananterd.nhe.ro para pagar
a sua pousada por urna noite.
... oh' nnodaltencSo as nimbas palavras, nem
Ulo ponc aos meua trages, continuou a estr.ngeira ;
nSa. onue eu disse de i.3o ter dinhe.ro nSo he a
exacta verdade, porquanlo ym qualquer hospedara
Uari.m de mim sem duvida. No! o auevenho pro-
curar aqu nao he pousada, be um refugio.
Mnha senhora, esto convento nao he o nico
que ha em Saint-enis, e cada convento desses ten
a sua abbadessa.



[MUTILADO



ES




2
BE
PASSEI0-PIJBL1C0, N. 5.
JoiTo Loubet participa a todos os satis j
Va i a praga, parante o Sr. juiz de orphSos, | 4
boje, 22 do correnta, pelas 4 horas da Urde, "*
um sobrado de um andar rom un grande so!3o, si-: fregus que receben ltimamente um grande go
tanarujiio Ainorim, 11. 12. Oeclara-se que nilo v..i timento de chapeos do sol, do ultimo gosto pari-
por dividas, a sima requer ment dos herdciros do siense tanto para senhora como para homem os
mesmo sobrado. Qnem no dito quizar langar, com- qUaes se tornam mui recommendaveis pela sua ua-
parega as referidas horas na porta do mesmo juiz, no |dade e variagos de gosto, sendo ellcs do boas
Atcrro-da-Boa-Visla. pois foi avaliado muito barato.
Aluga-se tima ama que tenlia le-
te para criar um menino : quein esti-
ver cm taes circnmstitncias, dirija-sc
rna de San-Francisco, casa n. 7, con-
fronte ordem lerceira. -
Est justa a compra da casa terrea, na ra do
Caldeireiro, ti. 92, com oSr. Vicente Ferreira Gomes,
a qual lambetn ^lertencc a son lilho, o Sr. iloulor
Galdino Ferreira (ornes; sa nalla existe alguma hy-
potlieca, ou qualquer outro emharago, dcclare-se
uestes tros dias por este mesmo Diario.
LOTERA J>0 theatro.
A os 3 ef>:000s'000 rs.
O progressivo augmento, que vai tcndo a venda
dos liilhetes desta loleria, habilita o respectivo the-
soureiro para assegurar (jue as rodas da 2.1 parte da
17.'loleria andarlo impreterivelmonte no (lia 30 do
corrente: e para que maisse accelere. este acto, roga
uos amadores deste jopo que ooncorram a comprar
o resto dos bilhetes que existen), e que estilo a venda
nos lugares do costtime.
FURTO.
Um preto furtou a Guilherme Soares Botelho, mo-
rador na rna da Praia un chapeo de sol de seda :
a quem fot- olTeieoido, ou vendido, que, nilo sendo de
conciencia elas-lica, o queira restituir o scu dono
dar a quantia que liver dado por elle.
DflO-se 500,000 rs. a premio de 11111 c um quar-
to por cento ao mez com hypothcca, 011 boas tir-
inas pelo lempo que se convier : na ra da Senzal-
ia-Velna n. i(, se dir (]nc d.
--O abaixo assignado, morador na rna Imperial,
n. ;i7 faz tjente a todas as pessoas que toem pe-
nhores em sen poder com os juros vencidos para
mais do um mez que os venham resgatar no prazo
de 15das ; do contrario serio vendidos para paga-
ment do principal c juros : c fiara que se nilo cha-
men) a ignorancia faz o presento anniincio. -- Itc-
cile, 20 de jtilhode 1847. -- francisco Jos Anlunes.
Manoel Jos de MagalbiTes Basto, tendo de fa-
zeruma viagem roga as pessoas que tecm penho-
resdeouro e prata cm seu poder, de rcsgasta-los
no prazo de 8 dias; do contrario os vender para
seu pagamento.
--Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
da Guia, n. 29 : a tratar na na estreita do liozario,
botica do Sr. Prannos, ou 110 sobrado da esquina
da ra larga do liozario, ti. 52, at as 11 horas do
dia.
Do sitio do doutor Jos liento, cm Ponte-de-
IJchoa desappareceu no dia 12 do correte, tima
canoa de cancha, aborta, um lauto velha j tein
dous bancos as taboas do estrado da ^ra despre-
gadas, o foi calafetada ha poneos dias : quem leva-
la ou der noticias corlas no Atrrro-da-Hoa-Visla,
n. 37, segundo andar, ser generosamente recom-
sado.
Francisco Pinto da Costa
Lima, alfa a te, morador na
rita larga do liozario, n. 40, precisa do olliciacs de
seu oflicio e costureiras: ten) para vender pannos
pretos, azues e verdes; hons lirios, velludo e cha-
ma lote; bolOes de osso preto e blanco; linha do car-
retel, de rabeca piola e branca; hollandas para forros
c algumas obras faltas.
Furlaram, da casada ra de San-Francisco, an-
tiganiento Mundo-Novo, n. 66,110 dia 18 do correle,
das duas para as tres horas da lardo, uns oculos com
armagilo de tartaruga, o basteas de metal lira neo, no-
ves: rqga-se 1 pessoa que os ten, que se foi porgra-
ca queira manda-Ios restituir, e a qucni os appre-
kmder de os mandar levar na casa cima, que ser
rccoin pensado.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 15 da
ra de Apollo no Recite com suficientes commo-
dospara familia, cozinha lora e nuiilo arojado ,
por jneco comniodo : a liv.'ar no terceiro andar
1I0 mesmo sobrado.
Faz-so sciente ao publico, que ningtiem faca
negocio alguin com a Senhora Hara dos liis da
Conceigno, 1111 com seu lilho, Silvestre Joaquiui da
Silva sobre urna morada do casa, sita na esquina da
roa da Gloriado batrro da Boa-Vista. Faz-se o pre-
sente aiinuiicio para quem se quizor livrar de ques-
les judicial ius.
O engonheiro Milet ensina na sua casa, ra do
Crespo, n. 14, primoiro andar, as seguintes seion-
c.ias:MmUMnCA, geometra, algebra, cnvMJCA
e riiYsic.
Anda csliio para olugar as casas terreas de ns.
27, 29 e 31, sitas na ra Iteal junto ao Manguind,
com bastantes e bous commodos, quintal e porto
de embarque : a tratar com Manoel Percha Tcixci-
ra morador prximo aqiiolle lugar.
Precisa-se alugar dous pretos possanlos para
todo o servico na ra Imperial n. 37.
Sim, sim, bem sei; porffl, minha irmlia, nflo
he a qualquer abbadessa que posso dirigir-mo.
Creio que Vm. so engaa: a cm insistir. Mada-
ma Luiza de Franca nflo se oceupa mais das cousas
niundanas.
Que Ihe importa, anuuncie-lhe sempre que Ule
quero fallar.
Ja Ihcdisse que ha capitulo.
Depois do capitulo.
Agora be que elle comegou.
Entrarci para a igroja, c abi orando esperarci.
Sinto muito, minha sonhora.
OqueP
Vm. nflo pode esperar.
Nflo posso esperar?
Nflo.
Oh! cnlflo csta,va engaada i' nfloestou na ca-
sa de Dos? exclamou a cstrangeira com tal energa
dcolhar e voz, que a sror, nflo ousando tomar so-
bre si a responsabilidade de resistir mais lempo, re-
plicou.
So assim be, vou experimentar.
Ouve! queira dir.ur a S. Alloza, que cicguei de
liorna ; que a excepgflo de Mayeca e EstrahurgQ, on-
de parei, nflo me domorei eni caminho senfio o lem-
po necessario para dormir, e que especialmente ha
quatro das, 80 reposei para recobrar a Torca neces-
saria para segurar-mo acavallo, o dar uocavalloa
dt> me carrfegar.
En Ih'o direi, minha irmfla.
sedas o panninhos, pois se conservan) as suas cores.
Ha ueste mesmo eslabelecimeno um grande sor.ti-
mentode boas sedas de todas as cores e superio-
res panninhos trancados e lisos de muito boas
cores para cohrir chapeos de sol. Tambem se fa/cm
indos os concertos quo os mesmos precisarem, com
todo gosto promptidflo e diminuto prego.
Joflo I.ouhet avisa a todas as pessoas que tcem
em seu poder chapeos do sol para concertar ha mui-
to lempo os quacs ja eslflo promptos os vilo bus-
car no prazo de 8 dias ; do contrario, serflo vendidos
por todo o prego que se achar, pois nflo pode ter
por mais tempo empalado oseutrabalho: por issofaz
o presente annuncio para seus donos se nflo cha-
marein a ignorancia.
ATTENgAO'.
Os senhores negociantes que tiverem boas divi-
das fra desla praga equizerem que o abaixo as-
signado as v cobrar, para o que so julga ominenie-
monte habilitado pois nflo paga a advogado po-
dem dirigir-seao advogado Jos Narciso Camello,
cujas dividas j cobrou o abaixo assignado o ahi
dcietarcm seus nomos por escripia para o ahaixo as-
signado os procurar. Joaquim Fiancisco taptista
de Mello Oxal.
Alugam-se tres casas terreas, no
becco do l'eixoto, pelo preco de cinco
mil rcis cada tima : a faltar n na do
Crespo, n. i5, com A. da C. S. G.
Quem quizor dar 800,000 rs. a premio sobre
hypnlbeea cm urna ptima casa terrea com com-
modos para urna grande familia com a condiglo do
morar nella Meando os juros por os alugueis, ou
som dita condigfio, annuncie.
OsSnrs. proprietarios das catas da ra 1I0C0-
tovelloeS-Concaln,que jteem fallado para aug-
mentarem os quintaos de suas casas, e os quo ainda
o nflo tecm feilo o qiiizerem augmentar, mediante
tima pequea quantia, dirijam-se ao Aterro-da-Boa-
Vista n. 42, primoiro andar, para focharem o ajus-
te que so effeiluar at o fin do co. rente mez.
Jos Rodrigues de Aran-
jo Porto mudou osen esta be
lecimeutoe residencia,da casa
11. SO, da ra da Cadcia-Ve-
lha para a de 11. 55 da mes
m.i ra.
O abaixo assignado, juiz de dircito da comarca
do BrejO-d'Ara, roga pessoa que tom demorado
cm seu poder osen esoravo Albino, pardo, sapatei-
ro e cozinheiro, que fugio no dia 15 de junho pr-
ximo passado feomo se anniinciou no Diario de 18,
28 c 30) para procurar oulro senlior, que apparega
quanto antes para ajustar; e caso o nflo queira com-
prar, baja do o mandar entregar na na do Jardn),
casa n. 43. Previne aos mestres o olliciacs sapatei-
ros, assim como tambem s pessoas que tecm solici-
tado cozinheiro, que nflo o admitan) a trabalhar oc-
cullamente, como consta ter elle procurado, occul-
tando ser cscravo ; antes o fagam cmiduzir logo, o
entregar ao aniiiincianto quo recompensar genero-
samente. Antonio Joaquim de Aibuquerque Mello.
-Aluga-se um
]r.ande solo,
com muilos commodos e muito
fresco em boa ra : a tratar na
esquina do Livf amento loja de
6 portas.
Pelo novo deslino que deu ao edificio da sua
residencia na ra do Hospicio poder o doutor
Sarment recebar em sua casa doentos que desejem
vir tratar-so nesla oidado. Serflo recobidos nflo s
os doentet de qualquer sexo o condigno que sejam,
mas tambem as pessoas, ou familias, que osqui-
zerem arompanhar.
I). Mara Joaquina Martina embarca para o Coa-
la o seu cscravo. de nomo Aloxandre, de nacflo Re-
bollo. s
f3i# %!(? %\& %}@ %\@ *s0 H0%|#*|0W#<)
fe O doutor Casanova medico francez, hab- P_
@ litado parante a aculdadc do medicina da lia- fe
i lna e ostabelocido nesta cidade ofTerece ao 0
@ publico o seu preslimo, podendo ser procu- %
^ radoa qualquer hora na ra Nova n. 7, pri- 0
v metro andar, defronta da matriz de S.-An- .
^ Ionio. O mesmo trata radicalmente de mo- (0
J$ loslias venreas, lauto antigs romo inoder- ^
fnas por moio de um remedio nao mercurial. 0
Cura tambem radicalmente as dores de den- (
$. tes, mesiiio estando cariados, cm poucos mi- t
0 mitos. ^
<3e>[%g\% 0\<& 0i<& e>K
Ea religiosa retirou-se.
I.ogo depois appareceu urna irmfla conversa.
A rodeira caminbava aps ella
Knlflo! perguntou a estrangeira, procurando
a resposta, tflo impaciente eslava por sabe-la.
S. A. Real disso, minha senhora, respondeu a
irmfla conversa, que estanoite era absolutamente
impossivel dar-lhe audiencia, mas que iieni por is-
so deixava do Ihe olToreccr a hospitalidade, vislo que
Vm. julga ter tflo urgente necessidade do adiar um
asylo. Pode, portanto, entrar, minha irmfla, e'so aca-
ba de rasar atM longa viagem, se est tflo fatigada
como diz, nflo tein mais que melter-se na cania.
Mas o cavallo?
Tomar-se-ha cuidado nelle; fique descansada,
minha irmfla.
Elle he manso como um cordairo. Chama-se
Djoi id, o acode a este uomu quando o chamam. Re-
commendo-lh'o com iuslancia, porque he um animal
maravilhoso.
Sera tratado como os proprios cavallos de
el-rci.
Obrigada.
Agora, conduza a senhora aoseuquarto, disse
a irmfla conversa rodeira.
Precisa-se alugar um ou dous pratos que sai-
harn trabalhar em padaria, ou mesmo nflo saliendo :
paga-se bem : no patoo da Santa-Cruz, padaria n. 6.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 34, da
ra do Trapiche, com bastantes commodos, euma
excellente vista para o mar, varanda de ferro na
frente e parto detrs : quem pretender dirija-se ao
nrmazem da mesma casa.
Offercce-se urna orinla para ama de leite : na
ra do San-Francisco, n. 46.
Desde odia 12 do corrente que se pagam as
cautelas da casa da Fortuna, na botica do Livratnen-
to, n. 22, por so achar molesto o propietario.
Aluga-se, por prego commodo, urna casa ter-
rea, sla na ra Augusta, sem repartimenlo, propria
para tonda do mareonoiro, ou cocheira, por ter porta
larga : a fallar com Luiz Jos Marques, na ra do
liaugcl, aondo tambem vende urna porgflo de cal
prcta.
OSr. Joflo da Silva tem urna carta na ra do
Crespo, n. 11, vindado Cear, remetala por um
son filho ano existe naquclla provincia.
Na notede13paral4 do corrente jiilho, des-
appareceu da estribara do sobrado junto aocolle-
legioS.-Antonio, um cavallo rodado, inteiro, e
em boas carnes. Pertence a Bernardino Freir do
Figueiredo Abreu o Castro.
Aitiga-se nina grande casa lerrea, na
ra Augusta com bons commodos, para
grande familia, pelo preco de dez mil ris:
a fallar com A. da G. S. G., na rna do
Crespo n. i5.
Chamase a allenfdo das autoridades policiaes e do
publico.
Nanoitedo 19 para 20 do corrente, appareceu
rotibada a loja de fazendas da praia do Collegio ,
n. 17, cm frente ao Passeio-Publico: os ladrOes con-
soguiram destrancara porta por um rombo que fi-
zeram na mesma com urna pa ou instrumento
seinelhante. Calcula-so o rouho, pouco mais ou me-
nos, da 1:500,000 a 2:000,000 de rs. constando ludo
de fazainl.is.a maior parte das quaes ser costoso en-
contrar em outra qualquer loja e que por isso se
tornam mais coiihecidas o mais facis de se appre-
heiiderem. Itecommcnda-se portanto, a qualquer
pessoa a quem o dito rouho soja ofierecido ou que
tenlia noticia onda elle exista, a bondade de se diri-
gir a dita loja, que ser generosamente recom-
pensada.
N li Entre outras fazendas que roubaram ,
nota-se grande quanlidade de pegas de lengos de
seda de cores; um lote de urna fazenda quo nosta
loja se denomina lindeza ou primor e bom gosto;
urna porgilo de cortos de casimiras elsticas de
duas larguras; una poreflo do cambraias decores ,
com o ilobrado largo ; una grande porgflo de pegas
de chitas finas
O abaixo assignado leva ao conhecimonto do
respeilavel publico que aceilouao Sr. Jos Soares
Pinlo Correia 10 lottras na quanlia de 1:040/000
rs. por una compra que Ihe fez no dia 5 de agos-
to do 1846 a vencercm-sc a 5 de agosto do 1847 e
as pie restam, a 6 de fevereiro de 1848 : e como en-
tre os secador e aceitante houvesscm transacgOes, o
alia ixo assignado fez ao mesmo Sr. Soares pagamen-
to com as mesmas lellras : e como cssas conste ao
ahaixo assignado estejam ospalhadas pelo commer-
cio ratfio por que previne que jamis far ditos pa-
gamentos pois que existem em seu poder docu-
mentos comprobatorios, que o prohiben), em viilu-
dc das transacgOes cima l'jliadas.-- Antonio Fernn-
des de Aztvedo.
Aliiga-se'uma parda cscrava, parida de 12 dias,
com muito bom leite : na ra dasLarangciras, n. 18.
i n. lo,
senzalla para pretos e mais outros comm*
o comprador ver : a tratar no Chora-Men
n.l. confronte a que outr'ora servio al ,
Melpomenense. c ll|e
VENDE-SE.ASETEVINTENS AVAliA
madapolflo hmpo e muito forte proprio Dan
e roupa de meninos, toalhas ; o pegas com on
a 2,500 rs. : na ra estreita do liozario
ceiro andar.
Vende-so por scu dono nflo poder (?,
guns concertos, o sobrado de 3 andares da n
Amorim n. 29 com armazetu o fundos para, J
da Moeda : o prego convidar ao comprador n '
da Asstimpgfio muro da Penha n.56.
-- Na loja de harbeiro da praga da lndependpr,
n. 36, vendem-se e alugam-se bichas, das mcll
quo existem nesta provincia, e por menos preco,,
cm outra.qualquer parte: c bem assim vflo nors,
mesmas lidias a prego commodo; tiram-se Jj
se o chumbam-se dentescom a molhor per'reicao' '
Vcndcm-sc muito baratos, na lojan. 4 ,0';
arco de Santo-Antonio, cortes para collete' do *
gurflo, de seda e do velludo, de todas as cores
muito bom gosto; assim como superiores panno
ra mosa, do gosto chinez: tambem ha um sortimpi!
do casimira elstica, de gosto moderno.
Vende-sc um sobrado de
Compras.
Gompra-sc nina negra que tenha
leite para criar tuna crianca : quem a
tiver dihja~se ra do Grespo, loja
n. 10.
-- Compra-so um par do brincos do otiro, sendo
modernos o de franja : nesta typographia.
Compram-sc 4 quartos sendo novos e um
cavallo de estribara, que tenha bons andares, e
sem achaques : quem liver annuncie.
Compram-se os Diarios de Ptrnambvco, do mez
de julho de 1836 e todos os deste auno bem como
OS dos anteriores: na praga da Independencia, li-
vraria ns. 6 e 8.
Compra-te urna preta de nagflo que soja mo-
ga de boa conducta e saiba fazer com perfcigflo
lodosos doces, massas; quem liver annuncie.
Vendas.
MLTTA ATTENgAO.
Vende-so um sitio no Caldeireiro ; com bstan-
les ai vores do fruclo junto ao do Sr. coronel Fran-
cisco Jacintho com boa casa de vivenda de po-
dra ecal com duas grandes salas quatro quartos,
sotflocoin suasjanellas nos oiloes, muito fresca ,
por isso que he toda guarnecida de pollas, com um
torrado adianto e atrs um copiar cozinha fra ,
11 m a ni
dar e solao, na rna do Hospicio, junio
venda do LeSo de Ouro, feita ha tres an
nos, construida das melhores madriri
tendo porta larga para carro, elegante en
trada, tima ricu sala forrada de |i,,,r
papel, toda dourada, e todos os n>a
commodos, com asscio, c com bonita vista
lanto pela frente como pelo fundo; lend
cen palmos de fundo, e trinta e tele i|
frente, quintal de cento e viole palniosi
tendo um grande parreiral, cacimba con!1
muito boa agoa de beber, estribara, e
mais arranjos. Este predio est livre c
desembaracado: vende-se por seu dono
lencionarir para Portugal; a tratar com o
proprieta rio na mesma rasa.
Vende-se urna balanga grande com pesos dej
arrobas meia quarta ; dous taixos grandeseforni.
dos, proprios para refinagfio: na ra das Cinco-Pon-
as, 11. 50.
Vendem-se reos de salsa parrillia,
nova, c muito boa : no armazem do Bra.|
guez, junto ao arco da Conceicao.
Continua-se a vender chocolate novo, 2801
rs.; caf modo a 160 rs.; dito em grflo.a iw
rs.; boa manteiga a 320, 400, 500, 600 c 1,000rs.;
banha da porco a 360 rs.; velas de carnauba, de
6,7 e 9 em libra a 320 rs. ; cspcrniaCete do C cm
libra, a 800 rs.; holachinha ingleza a 240 rs.; I
passas moscateis a 240 rs.; toucinho do Sanios,
novo a 240 rs. ; bom cha byssen a 2,000 e 2,360 |
rs. ; doce dogoiaba em caixcs de 6 em arrota, al
900 rs.; charutos reg alia de bom gosto a 1,360rs.
a caixa ; arroz de casca pela medida velha, a 2,880
rs ; dito branco pilado a 10,000 rs.; paiosnovos,
a 2,560 rs. a duzia ; queijos flamcngos novos, c
muito frescaas a 1,400 rs.; e lodosos mais gneros
de venda, por menos que em outra qualquer liar-
le : no pateo do Carino esquina da ra de Dorias,
lado direito n.2.
Vendem-se os vercladeiros
charutos de Havana : na ra da
Gadeia-Velha, loja de J. O. Els-
ter, n. 29.
Vende-se um molcque pega, da 20 annos, quo
he ganbador do ra sem vicios nem achaques: ao
comprador se dir o motivo da venda: na ruadas Mo-
res n. 11 ou na ra do 1.anmenlo n. 8.
Vende-se ou troca-se por 1 moleque 011 mole-
cade 14 al annos; urna preta de moia iao, lioa
quitandeira : na ra do Itozario da lloa-Visla 11.2.
-- Veiide-fte unta padaria
110 Recfe, que esl bem afre-
guezada: i Iralar no Rcel/c,
na rita da < idca, n. 0.
Vende-se una casa lenca, sila no Wondrgo,
n. 81 com 31 palmos de fenla, duas salas, 4
quartos, cozinha fra quintal murado rom ulguns
arvoredos e "Jaiba livre e desetnbazucada, c
que esta em bbm estado : na ra Direila, n. 26, >e
dir quem vende.
~ Vcndem-se 2 escravas mogas com boas liabi-
lidades por prego commodo : no pateo do Carino,
loja do sobrado n 7.
Vende-se una preta de 24 annos do bonila-
gura que lava de sabilo o varrella e coziuh"o or-
dinario de urna casa : na ra da Concordia > l!,s-
sando a ponlezinha a dircita, segunda casa tenca.
'iBBa3l,TBBIMI
E vorei eu a senhora superiora? perguntou a
eslrangeira.
Amanliaa.
Amanhfa de manhfa?
Oh amanhSa de inanhita nao ser ainda pos-
sivel.
E porque?
Porque amanhfla de manhia havor grande re-
cepcJJo.
Oh e quem pode ser recebido, que tenha mais
pressa, ou seja mais desaventurado do que cu ?
A senhora daljibina faz-nos a honra deparar
duas horas aqui amanhia na sua passagem. He urna
grande merc para o nosso convenio, una grande
soloinnidade para as nossas pobres irinflas; edaqui
veVm.....
Ai !
A souhora abbadessa deseja que ludo aqui se-1 "los nas 'ages da capella.
Oh! ese elle obliver essa ordem, nicu l>mi
meu Dos, disse a cstrangeira, elle que he ISo po-
deroso, que o seu poder algumas vezes me es-
panta.
Elle, quem .' perguntou a freir.
Minguen), ninguem.
lio alguma pobre louca, inurmurou a rtlifl"*-
A igreja, a igreja, repeli a estrangeira, conw
para justificara opiniflo quecomegavam aform*
seu respeito.
Venha, minha irmla, vou conduzi-la para w-
He que me perseguem, v Vm., dopress. u6"
pressa, a igreja.
Oh! Os muros de San-Dinizs3o seguros, o|S*e
a irmta conversa com compassivo sorriso, desorle
que, se Vm. quizesse tomar o meu conselho, fat'8"
da como esta, fariaoquo Ihe digo, o ira descansar
em urna boa cama, em vez de mortificar os seus joe-
ja digno dos reaes hospedes que recebemos.
Eemquanto, disse a estrangeira olhando em
derredor de si com visivel susto, e emquanto mo
posso ver a augusta superiora, estarei aqui em se-
gurangap
Sim, minha rmila, sem duvida. A nossa casa
Ao qliarlo nao, a igreja. Nflo lenho necessida-lhe um asylo at para os criminosos, o com mais ra-
iie do dormir, mas sim do orar. jsilo ainda para os.....
A capella esta aborta, minha irma, disse a re-1 -- Fugitivos, disse a estrangeira : bem. Desorte
iiguisa inaicaodo-lhe urna porlinha lateral que da-Ique aqui niiigucm entra, nflo lio assim?
va para a igreja. J Sem orJem> nflo, ninguem.
Nilo, nflo, quero rezar; quero orar, parau,"
Heos aparto de mim os quo me perseguem, esclanio
a dama desapparecendu pela porta que a relig'05
Iho indicara, e fechando-a aps de si. .,
A sror, curiosa come todas as freirs, deu a *u
pela porta principal, o approximando-so devag
nho, vio a desconhecida a orar e solugar com a '"
portera.
* {Cmtmuarsfhn-)
Pern. Na Typ. de M. F. de Faria. 1847-
MUTILADO f


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