Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08490


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Full Text
-
j\nno
1847.
Sexta-feira 16
nuRin nubllca-se todos os dias, que ole
DuJ.rl P'eV Ha natural,, de
muirte!, pir'1^ artinntaanv. Us an-
s i*!* inser'!** rusHo W<*>"-' .nante. smmserdBs
i"inCin u,,iin m em 'yp diller'
xcnle, e as
... foreniusig-
"1* iro 0 rs porllulia.e ICO em lypo
SES DATTm7M7DE JUI.IIO.
'"Ora e J3 m'n da ma"1'*'1;
Ulins0*" 12' HS 9 horas e 15 rain, da mandila
l.uanov. it |l0s e3l mi. da manba
Cre,C?.ria* '.i,s 7 horl" e m'0, d* Urde-
PARTID \ DOS CORREIOS.
Goiannae Paralivba, s segundas esextas fein.s.
Rio-llranile-dn-Norte quintas feiras nomeio-dia.
Cabo, SeritlIiHem, l\o-(*orirtDso,iPoito-l';.lvo e
Macelo, no i.". i 11 c Si decaila mez.
6aranliun.se Bonito, a le 21.
Roa-Vista c Flores, a 13 e ?8.
Victoria, s quintas feias.
1 Huida, todos os dias.
PtlEAMAd DE HOJE.
Primcira, s 7 horas a U kiduIos da raanha.
Segunda, as 8 horas e G minutos da tarde.
de Julho.
Anno XXIV.
N. lit-
DUS D\ SEMANA.
VI Secunda. S.'NaboT. And. do J dos rphlos
doJ. do*, da y. e do J. M. "I* v.
13 Terra. S. Analclclo. All, do .1. da I. v. e do J. de Paz do 2. diili do I,
ll Quarta. S. Ilo.ivc .tura. Aud.do > do civ
2 v e do i. de MZ do 2 dist. de t.
1S Quima. S. Gamillo. Aud doJ. de orph.
e do i. municipal da I. vara.
10 *atb. S. Huarlno. And do do civ. da l.v.
e do J. 17 Sablwdo. S. AleitO, Aud. do I do civ.
da I. v. e do J de na do I dist. de t.
18 Domingo. S. Marinha.
<:amuios no ni\ r. de Jrjrdio.
rs,a6od.
Cambio sobre landres n 20'/, d p. l#
a a P.ris Jii rs por franco.
a Lisboa (OSdepre'iiio.
Desc. de leltras de boas firmas de V '
OuroOnns lespanholas.,.. 29#oo
MoedasdeaflOOveih. I6.ii) ., da fij 100 or l*
a' dftfMS.....
Prnlc Pntacocs -----
u Pesos coluninares. ..
>, Ditos mexicano.....
Miuda............. 1*910 a I
\cres dacomp.do Hcberibede 50(1000 rs.ao par.

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DI ARIO DE PERW AMBUCO.
PARTE OFFICML.
INTERIOR.
Goverflti d. provincia.
EXPEDIENTE DO DA 7 DO COMIENTE.
Officio. Ao Exm. vicepresidente das Alagas,
censando rccop?flo da inquiriqo a que se procede-
r sobre a descrcilo do .soldado de irlilharia, Jos
remandes. Transmiltio-so a inqun ira"p ao com-
mandante das armas.
[,(0S Ao precitado commandante das armas
,..'o commissario-pagador, scienticando-os de ler
ido prorogada por 4 mezes, com vencimenlo de sol-
d alieenca que para ir acorte obtivera % 1." lenon-
tcManoel Lopes Maciel: o prevenindo-os dehaver
sido declarado polo governo imperial, que a primoi-
ra licenca, que este ollicial obtivera. Ilie tara conce-
| dido com o vencimenlo por inloiro.
Ditos.Aos meamos ntelligociando-os de achar-
se licenciado por seis mezes com o sold por inteiro,
para ira provincia deSanta-Calliarina, o alteres Au-
gusto Ramiro da Silva Pofeira.
Dito. A'cmara municipal do Recita, transir) i t-
tindo o aviso da secretaria do imperio quecommu-
nica a demissfo, que fra dada a Izidro Francisco de
Paula Mesquita e Silva c Domingos Malaquias de
Aguiar Pires Ferrcira, do cargo de yice-presidenles
I desta provincia; e betn assim a nomeac.no de.Manoel
Paulino do Gouveia Muniz Feij, Francisco Honorio
Bizerra dcMnezes e Manoel Barboza da Silva, para
oceuparem o mesmo cargo, ol.'om 2.% o -2." om 3.
eo3.em4. lugar.
Dito. Ao administrador das obras publicas, or-
, denando exija do engenheiro Carvalho de Mcndonca
I o ornamento, planta e deafiripQflo do caes que se letn
| de fazer em continuarlo ao to Ramos.
Ditos. A.administraeflo dos estabelecimentos de
caridade, significando que a lei do orea ment pro-
vincial do correnlo auno linaneciro marcara 6:000,^000
I de ris para o hospital de bandada; 2:000,^000 de
ris para o aluguel e raparos da casa em que se acna
o mesmo hospital'; 3:000#0OO de ris para o dos La-
zaros; 3:500/000 ris para a casa dos oxposlos, e
:000^000de ris para concert dos predios que con's-
tituem o patrimonio dos referidos cstahetee.i metilos.
i Tamben) se participou ao dieta de polica quo a
1 predila lei consignara 8:000/000 do ris para o sus-
tento dos presos pobres.
IDF.M DO DA 8.
Circular. As cmaras municipacs da provincia,
ordenando em c.umprimeiito do imperial aviso da 17
de junho ultimo, que dcm as necessarias providen-
cias para que no dia 19 de setembro prximo ruttiro
se proceda, em seus municipios, eloic.Ho dos ilrilo-
res que, na forma da lei n. 387, de 19 de agosto de
18i, leem de nomear os dous senadores que ilevem
de substituiros fallecidos Antonio Carlos Ribeiro ue
Andrada Machado e Silva, -e Jos Carlos Marinch di
Silva Ferino; a bem assim, para que np da 1
outubro seguinte se retinam os respectivos eoiie-
gios eleitoraos nos lugares indicados na portara ue
22 de outubro de 1840. Recommendou-so no cue-
lo de polica, que, de conformidade com a prccitaua
lei, siispendesse quanto antes o recrutaiiienle.
(Juicio. Ao inspector da thesourana da uzenua,
determinando a abertura do assentamenlo de praca
do Corneta Malbll Ferreira da Silva, engajado para
guarda nacional do municipio do Sanlo-Anlno.--
Paiticipou-se ao commandante superior da referida
guarda nacional. .
Dito. Ao inspector do arsenal do marinlia, a"io-
risando-oa fazer yaccinar o recruta Joo Faustino
de Araujo.
VAWLAMENTO IsHASILLRO
Commando das Aroias.
QARTEL DO COMMASDO DAS ARMAS NA CIDA0E
DOUECIFE, 14 DE JULHO DE 1847.
OniIEM AllllICIONAL A DO PA.
\, 7V HavendooExm. Sr. presidente da pro-
vincia, om oflicio de 13 do correnle, communicado
aoco'mmandante das armas interino ter mandado
proceder eleicdo de dous senadores por esta mus-
ma provincia, de conformidade com as dotermina-
?6es do governo de S. M. o Imperador, designando
0 dia 19 de setembro" prximo futuro para a dos e-
leilores de paroebia, ordenando que pelo r-ummando
das anuas se piardassem as disposices do arligo
108 da lei n. 387, de 19 de agosto de 78*6; o mesmo
commandante das armas, salisfazeodo como Ihe
cumprea referida ordem, faz publicar o menciona-
-.fS-aBSWM-^m.
SESSAO EM tG DE JUNHO DE 18*7.
discussao do parecer da commissao de cons-
tituicao e poderes sobre a ex.eicao de
dous senadores por esta provincia.
^cokclusaO.)
OSr. Cosa Ferreira : Sr. presidente, como ur
nobro senador assevorou nesta casa, quo o Jornal do
Commercio era a folha que podia dar maior publici.la-
de aos n.issos debates, publicidade que he um gran-
de-beui, mas quo sem duvida se lomara um grave
mal se as nossas opinies nao tareni lielmente re-
produzidas, en rogo aos Srs. tacliygrai?bos que te-
nhair. a bondado de colber, quanto p ssivel soja, mi-
nhas palavras; poislnlo quero que corra por miiiha
cpnta pelo paiz urna opmilo ivssa minl\a.
Sr. presidente, quebrado de IVircis por molestias
o anuos, nBo sei como podurei vencer o meu natu-
ral acaiihamento para entrar em lica com os nobres
senadores que pugnam em piol do parecer da com-
missio, mrmenteachando-mej prevenido pelo no-
bro senador ministro dolmperio, quo com a sua COS-
tiimada lgica desfiot miudamente, e rebateu Com
triumpho os argumentos dos nobres defensores do
mesmo parecer.
F.u peco nohrc commisslio quo receba os ineus
parabens pelo trabalhoque levo por muitos dias (ca-
so virgem nesta casa)em lavrarosou parecer; por-
que se, no pensar de muitos senhores, essa obra uHo
tai bem acabada, se ella se nflo casa com a avultadi
somnia decoiihccimenlos que os nobres tnembros
daconimisso possueni, comtudu he um abono se-
guro da opiniao em que est a nobre conimissao de
que a indilTorenca em negocios de lauta importancia
be urna das maiores causaes das ruinas dos estados.
Eu limito louvo nobre commissfio o afn que mos-
Irou, a grande fadiga que animosa supporton por
tantos dias na redacr,o de lao transcendente Ira-
balho. ,
Sr. presidente, eu no lencionava tomar a pala-
vra, e agora mesmo cedera dola para uo repisar
materia ja tilo repisada, o consumir assim um lempo
que nos be tilo necessario para o deseinpenho das
nossas tanccOes ; poreni unidos tpicos do discurso
de um nobre senador pela provincia do llio-de-Janei-
ro, a quem muito respeito, obrigou-me a pedir a pa-
lavra na sessflo passada ; e no ten lo podido rallar
nessa mesma sesso, obriga-me anda a repellir urna
opiniflo que no desejo que prevalece, o tpico a que
me retiro lio aquella com queS. Exc. fecbou o sen
discurso, exclamando com virulencia que, no sea
entender, a volacio contra o parecer da commissffo
reduzia o senado brasileiro ao estado do senado ro-
mano lo lempo dos imperadores. Tal lie a propOSl-
co que me levou a pedir a palavra, 6 faz com que
dola nao desista.
Qual era, Sr. preidentc, o miseravel estado do se-
nado romano [so do senado merece o nom] no lem-
po dos imperadores!' Tcito, esse celebre e impar-
cinl escriptor, nos diz: -- Quanto maissubida era a
dignidad, tanto mais os quepossuiam essa digni-
daile eram vise abjectos, ecorriam para a escravi-
dflo. Mas, antes de tratar desta questao, analysare
o parecer.
Tres foram asprincipaes bases emque os nobres
senadores estribaran! o SCU parecer : !.', a possibi-
ldado do seren falsificadas as copias das acias tai-
fas nos collegios eleitoraes, sendo por intermedio do
presidente remettidas acamara municipal da capi-
tal da provincia ; 2.", o desrespeito ao senado, em
tero mesmo presidente mandado quevotassem nao
s os eleitoros que novainentc linham sido elcitos
em virludo da anhullacSo de alguus collegios pela
cmara dos Srs. deputados, como tanibem, bem que
em separado, os eleilores reconliceldos pelo sena-
do ; 3.*, a tarca cnipregada no collegio ile Pao-d'A-
Iho edeOuricury para que os eleilores uo votas-
aem livremenle. E o parecer, que repousa uestes tres
fundamentos, auer que (quem invlidos, sem DJB-
nhiim vigor nem tarca legal, os diplomas dos sena-
dores nomeados, em cojisequencia de ser annullada
a oleieo. ,
Sr. presidente, muitos nobres senadores arnpiam-
se quando se diz nesta casa, que, se clarecer tingar,
sero annulladiis asearlas imperiaes dos dous Srs.
eleilos ; mas eu sobre isso nenhuin escrpulo le-
nbo. A minha opiniao a esle respeito he a do nobre
senador o Sr. visconde de Olinda, que sostena que
pelos actos do poder moderador res-pondem sempre
os ministros. Neste sentido, Sr. presidente, lie que
eu tenho sembr fallado nesla casa, e eu ja por ve-
tea aqui tenho votado contra alguna pareceres pelos
quaes se dava asscnlo a alguus uoiires senadores no-
meados : tai vencido, mas isso nao obsta. Seeu en-

lia a menor quebra, nfo ha a menor falta, o menor
vislumbre de diminuirlo do acrisolado amor, do ve-
nerando respeito quo todos nos consagramos a coroa
Miniados). He esta a rasao por que eu digo copos-
so dizer francamente ) que o parecer da commissfio,
quando vingasse, havia de annullar asearlas impe-
riaes, c ira realidade as annulla ; lornam-se sem loi-
ca, sem vigor legal.
Vamos primeira base, a possibilidade da laisi-
Qcacfio. ,
Se cu nao tivesse tilo protando respeito aos nolins
senadores que lancarain nio desle argumento, jal-
vezIbesrespondesse o queoutr'ora asnowaems-
cusses conimbriconses costumavamos responder a-
quellesque vinhiiu, com argumentos de pOSSIDIIlda-
de: He possivel que o cocaia e que nflo UqUO
una s cotoTia viva -, Mas, Sr. presidente, eu nao
responder! isto a nobre ronimissao N.io meeslcn-
deroi sobre esse tpico, porque, como disse, nao que-
ro repisar ; s farei un pequeo reparo. U os elei-
lores desses collegios eram conniventes com o pre-
sidente,'ou uo. Se eram conniventes, poucaomoa-
racava que as actas viessom ou no remettidas as c-
maras por mlio do presidente, porque, rndependoii-
te. delta circumslancia, ppdiafn as actas ser aiiera-
das ; antes o presidente nao consentira que Ollas
tassem por esle modo remettidas, porque assim u-
raria qualquer suspeila que sobre isto podosse e-
vanlar-se. E se esses collegios nBo eram conniven-
tes com 0 presidente, era, cm minha opiniflo, in.pos-
sivel tal ralSfflcacSO. Como be quo se lalsilicam ac-
tas sem consenliuienlo dos collegios que aslormu-
sehado approvasse como collegio um grupo do ho-
mensquo nunca tarmaiam collegio, porque nunca
bouve resoluoRo di autoridado competente para quo
tal collegio se formasse f Parece-meque o nobre se-
nador es.pieceu-se um potico da rigorosa lgica do
sen mostr Luciles. Se Ouric.in ii.'m era collegio,
se osenudo so approvou collegios, como be que o
nobre senador disse que elle approvou Ouricury
leve elle em mente, torno a pergunlar-lhe, que tas-
se appivado O chamado collegio de Ouricury quan-
do inandou esto emenda a mesa ? Isto lie que eu de-
sojara saber. F.u, quando votei pela emenda do ir-
bre senador, minea me veio a lembraurja que S. Exc.
q.....-ia que o chama lo collegio de Oiuio.irv que 11.10
tintn sido creado pela autoridad.- respectiva, que
mo existia,fleassecomprehendido em til emenda.
Ainda que o senado tivesse entila approvado seme-
lbante despotismo, bojentlo o approvaria. Podemos
nos senhores, crear collogios? Podemos chamar
collegios a grupos do homens anarchiSlas que uno
querem oboilecer i lol Se fl senado lem tal po ler,
entilo eu digo : Ai do Brasil.' ai Jo senado! ai da
cora Entilo, Sr. presi.lente, o despotismo passa-
r pelas nulos de muitos, o assim sera mil vezes peior
lo que na mflo de um s
Ion illuslie senador, que nilo est na casa, filian-
do sobre esta base Olll que repousa o parecerda com-
misslo, disse-noa i Eu para votar no tenho no-
cessidadede examinar actas nem documentos; eu
mello amito na minha conscioncia, ccoinojuraio
vol Se tambem a pratica deste nobre senador
calar nos nimos dos noSSOS illustivs collegas, uno
sei como podera pormaneceru senado, Poia nos aqu
podemos, como os jura los, metter as uiHos cm nos-
s.is consciencias e volar como liem eiitenderiiio>
Nem ao menos .nielemos rConhecer esse tribunal
supremo que sobre nos existe, a opinitto publica .
Como sera ella esclarecida so. cada um de nos disser
nesse augusto recinto : -- BU son jurado, nao neces-
sito de documentos, mello a inflo M BsiriM consci-
eucia, e voto-- ? ii.
0 nobre senador, a que me rcliro, entendeu quelia-
via urna endiento do provas as mais fortes em dous
,o- documentos que lem. O primeiro tai mi papelinbo,
, ar ih ,u,e no-Uogundo elle nos disse, mas do qual nSo leve a bon-
bro senador, porqoe qulzera pergunUi-Wc Ojie no ^ ,_ eu |ament0 ., sll:, usencia, de
une nao inandou ros- ,..............,.,,. lu.m lain .' He isto possivel?...
E, Sr. presidente, se com efleilo he lint grande pri-
me virem as actas pelas mitos dos presidentes, quem
tai que enraiz"u essa usanca platicada em mullas
provincias? Quando se tralava disto, fallando o no-
bre senador o Sr. Vasconcellos.-a quem minio res-
peito, eu disse : Lm minha provincia um presiden-
te mandn vir as actas a palacio, e como alguus col-
legios nao quizeratn estar,por isso, cuno .xeenia-
rani essa ordem, elle os inandou respousabilisai.
O Sr. Vasconcellos disse enlao: ..Esse presidente, pi a
criminoso. Ora, cusilo no estar na casa esse no-
cuinorea referida ordem, faz publicar o menciona- meados: lu vencido, mas isso n,.o hm^"- o.
do r i-. rara que sua segunda disposiclo seja liellendesso que era um crinie, ou ja nilo digo um cri-
uo uBfig, !"' 'i' e .........'_,.,..,,. .{. mn mi? viiiuii.ln iiorese, modo, o senado se lasci-
uo iirilH", !"" 'I'"- "........n...... ,--.-,.. ,
mente ejecutada pelos Sis. coinmandantes de cor-
pos e companhias soladas pertenceutes esta guar-
nicno, nem s na eleicio deque se trata, como as
posteriores que se tecni do fazer:
Art. 108. Suspendei-se-ha o recruta metilo em
todo o imperio por tres mezes, a saber: -- nosses-
sentdias anteriores, e nos triula posteriores ao da
da eleicilo primaria. Fiqam prohibidos arrumamen-
tos de tropas, e qualquer oulra ostentaefio de rorija
mililar no dia da eleicilo primaria, a urna distancia
menor de urna legoa do lugar da eleicilo.
Feliciano Jos IScves Uonzaga.
me, que, volando por este modo, o senado se fasci-
nava pelo brilbo da cora, eu nao volara. Quem
diz quo, approvado o parecer, as cartas imponaos
licam nullas, falla urna liugoagem castiga, emproga
una oxpressOu do foro. Quando alguein quer decla-
rar que um acto qualquer he invalido, queiulotem
loica nem vigor legal, cu no sei deque palavra se
ha de servir; creioquese deve servir da palavra
nullo Se, com elfeito, no nosso portuguez ha ou-
tra expressilo mais propria, eu desojara que os no-
bres senadores m'aensinassem, quera usardella.
Sr. presidenle, o senado eslava no seu direito em
votar ou no votar a favor deste parecer; nisso no
me merece aquello governo q_.
ponsabilisar esse presidente por quem loicsso; costu
me enraizado potados. Se esse presidente tara res-
ponsabilisado, mo fleariain cortos os mais presiden-
tea de que, se mandassem vir as acias a sua presen-
ca para depois seren remettidas a cmara apuia.lo-
m, commelteriaiiiunicrinie pelo quai seriam res-
Bonsabillsa los?.... I'ois, Senhores, quem nao inan-
dou responsabilisar esse presidente bu o Sr. camel-
lo Leo e seus col legas que nesse lempo governavam
Parece, Sr. presidente, quo individuos ha que se
assonielliain R cellos pastores, que, descuidados, dOl-
xaill que os gados eiltieni nos prados 0 os OStragtiem,
e depois apedrejam-os e niallralain-os de lodos os
modos, l'aHarem boje tanto estes nobres senadores
contra ./presidente de l'crnainbuco por ler chamado
as actas a sua presenca, ao mesmo tenipo que dei-
xaram de mandar responsabilisar um presidente que
nao so pratiCOU o mesmo acto, como inandou res-
ponsabilisar os collegios que uo Ihe obedecern!,
he quererem em um dia, quando cerram do cuna,
que vogue una doutrii.a, e qno em outro da, quan-
do sorram de baixo, essa doulrina soja um gr.1u.le
crime.
.Nada mais dirci sobre esta base do parecer ; assaz
se lem sobre ella fallado. Vamos asegunda, o des-
respeito a esta cmara, poique o presidente inandou
que votassem os dous turnos de elotores de queja
fallei, contando-so OS seus, votos em separado.
Em verdad.-, so o senado brasileiro aiinullar elei-
coes por estes desrespeilos, nao sei onde iremos pa-
rar. Ainda que na realidade tivesse apparecido esse
desrespeito, que nilo appareceu, como milito bem
inostrarain os nobres senadores que lallaram contra
0 parecer, merecerla porvenlura ser aniiullada tuna
eleicilo porque o presidenle da provincia tivesse
mostrado algum desrespeito ao senado rNao havla
outro modo de punir esto presidente?
Vamosterceirabase,que boa tarca emprogada
contra os eleilores,le Ouricury para que nflo votas-
sem. Bu quizera, Sr. presidente, que v. Exc. man-
dasse vir as actas das sesses om .pie se liatn da
eleicilo do Sr. Antonio Carlos, porque quero ver una
emenda que o nobre senador, que Chama collegio a
Ouricury, a esse-grupo de aiiarchislas, inandou a
mesa po'r occasio de verilicarein-se os poderes da-
quellc fallecido senador. Mandum-se buscar as acias.
Din nobre seuadur.que defend u o parecerda coui-
missao, disse que se Hulla empregadoa torca contra
os eleilores de Ouricury, o que trulla obstado a que
ellos volassem livremeiile. Ksse nobre senador, que
quer que Ouricury seja collegio, lie que concoire
com essa doulrina para que o senado se desacredite,
para que baja quebra na diguidade do senado, o so-
nado, Sr. presidente; teni suas prurogativas, nao nc-
cessita usurpar allnbuicdes albeias, nem roiiDar at-
iribuicoes dol bispos j nao pode ler o privilegio do
cura, de quem se di/.ia que eilgoinlrava fllbos eos
baptisava j uo pode ser hispo que cinismo cm col-
legio um grupo de anarchistaS. ...,.-
Mas, disse o nobre senador, esse collegio ja tal ap-
provado pelo senado quando se tratOU da eleicao do
Sr. Antonio Carlos. Ora, Sr. presidenle, aqu osla a
emenda que inandou a mesa o nobre senador qut,
ainda boje telina em que os eleilores de Ouricury
dovem volar ; vejamos o que ella diz :
Declare-se valida a eleieao de todos os collegios
da provincia, e approve-se o diploma do Sr. Antonio
Cartas. Rodrigues Turres
nos dizer o autor, porque bom sena que nos o sou-
bessen.os para conhecermostf peso quo merece a sua
opiniflo. Sahindo ou daqlii, perguntei easualmente
a um individuo que papelinbo sena aquello, o rei-
pondeu-SO-mo que era um papelinbo de um homom
que saneoiona o regicidio, que diz que niatai um re
be o mesmo que malar um ladino, um facinoroso.
Por isso hequeeu queriasaberj) nomeuesse pape-
linbo c de seu aulor, 0 que a falta do nobre senador
me he muito sensivel
O .Sr. Rodrigues Torres : O papel que o Sr. Vas-
concellos leu pode ser apresentado ; o que elle leu
nao he oscripto por possoasquo dizem que matar um
rei llC O mes lio que malar um ladino ; he cscnpto
,mr mombros do cupo legislativo.
OSr. Cosa Ferreira:- V. l'.xc.Sr. presidenle, ha
de peiin.ttir que eu mude de lugar : eslou incoinmo-
lado. nao ouco bem os aparles que se me dirigem.
i nobre orado, passa para outra cadeira mais
prxima do Sr. Rodrigues Torres.
Vanios agora as provas do papelinbo. O nobre se-
,ador disse que era una circular de dous deputados;
muito desojara saber quom ellos sto. Disse que oSr.
Ernesto pedir ser eloito ; mas no tal papelinbo nao
veuidoeuineiilosdisso. F.u desalio aos dous nobres
membros da commissilo, que silojoizes, para que
me digam, se semell.anles provas fossem P-'raiRe ci-
tes allegadas, elles sentenciariain por ellas tilo va-
as como esto. .
0 outro documento he falla doum nobreidepu-
lado, hoiuem de Dos, como disse 0 nosso illustre
collega o Sr. Vasconcellos. Vejamos o quoelle prova.
Sr. presidento. eu respeito muito esse digno sa-
cerdote, cate, francamente o digo, tenho nimbas
Bympalhias por elle ; mas he prova bastante o quo a-
vanca um doputado m sua cmara para julgarmos
aqu da nullidade ou nao nullidade de urna eleicaoi
Podemos nos, a vista do quo expenden esse nobre de-
puta.lo, metter a mito na nossa consciencia o dizer:
- Son jurado, nflo quero asentar a rasSo, eslou bom
convencido de que as eleicOes sao nullas -- .
Eu. Sr. presidenle, desejava saberse a mprecacto
quefzesso nobresacardotohe una pura mpreoi-
c'o ou prophecia. Eu sei que esse respet.velsaeer-
doteinodelou as suas pilmas pela l opbaa
Oseas nuando, arrebtalo, di/ia que clleio9avaa
H qSeacabasao com Samara, c.....talIdo.r* de
i .....,.|. .ni iodo ro"ou a li'is que os lialul.inles ue
Eriazo'ssrS'ados a J^^SK
Deos.iueoslill.osdess.s lioinens fossem despeiwcv
, I ', sei.Sr. presidente, que a imp.ecacao desse
hre s.cerdol iiolda-,oco;n as pilavras do santo
' ,,......o, se bem me lembro, 108, em
,' ,! *||e rogav a Dos que as supplicas de seus ini-
mg04 fossem convertidas e.n peccados.em que ro-
.',;., a Dos que as culpas os seus iiiimigos nunca
Lsem perdoadas, aa mesmu lempo quo implorava
Dar si o para o seus a misericordia divina. So eu
ilion.lera que oslas palavras de David, que as pala-
nas de Oseas eram meras imprecaoOes, cu dina que
David eOseas, sobre serem insensatos, eram pessi-
uios homens. R porque o no digo? o Sr. visconde
je Olinda e O Sr. Jos Clemente, que ostavam enlao
na casa, nao o estando agora esle ultimo senhor, o
que tambem sinto, jaaos estilo respondendo; esses
[ilustres senadores, que lem seus espintos muito
seivados em malcras eclesisticas, nos dirao que
as palavras do rei David, que as palavras do Oseas
oposito meras imprecac/tos,quesjo prophecias; lie
..a___1__ tn I n.i ii mljlllilJ lioitlone filia

><.Aa lt.iJrnar* Turre* nao sao meras mpiuudi.m, ijuu suu nupu^,, ..v
*[%rJrt?***oto*Ml^X*n clleem assimqueo e.nlendein lodos aquelles l.omens^ que
mente, quando mandou essa emenda a mesa, que o I leem leitura profonda das sagradas paginas, b sera
MUTILADO
T"


I




essa imprpcagffo do nohre dpputadn prophpcia mi
mera irnpreeagffo,quando ello roga que n maldigfio
de Dos Padre cala sobre os s.-us patricios de Per-
namhnm? Se essa nmlilieffo ranissa, ai dosPernam-
bucanos,porque nilo oahia s sobra o partido qu-
votou ii ".tes senadores de cujas eleigcs tratamos;
olla cahiria tambem sobro inuitos Pernambucanos
que sustentan) o partido contrario, o Sr. Tfiomaz
Xavier, era Pernambncano. Querer o (Ilustre sacer-
dote que a maldigan de Doslambem oaia sobre a-
quellps individuos que clegcram o Sr. Thomaz Xa-
vier ?
Em nina cousa, porm, Sr. presidente, en acompa-
nho esse respeitavel ministro de Dos, o he no desejo
que elle tem de que os senadores por aquella pro-
vincia saliissem lodos ilc l'erninihuco. Eusou de o-
pinijo que os senadores devem sabir cada um das
suasprovincias; nilo he s por este amor natural,
por este amor dos nossos lares que distingue a todo
o homem, e-qoe faz com que os Tapuias amem as
matas, os Africanos as ar is da frica os Laponios o
lo; nilo he so por esse motivo; esse motivo he for-
te; dilHcilmente esqiienemns o fugar do nosso as-
cimento; bem dissa Filinto Elisio quandodisso:
Nunca o sol nos luz mais amigavel .lo que no" sitio
emque pnmeiro o viraos Eu desojara at que,
o os senadores eleitos por esta ou aquella
e
provincia residissem om outra qualquer parte,
morressem, suas cinzas fossom leva las aquella pro-
vincia que os tivesse eleito, e alli soffressem um juizo
radoantigojuizoquo so prdnunciava sobro
V.
tambem
l'.'xc. uo fallara
o dofeito de nao
reiseg) petos depois Jo morios.
N3o he so por este amor de bairros, digo, *o por-
Ml 'u altamente persuadido do que o Para tom
mijitos homens dignos de aqu se sentaren; de quo
o Maranhilo, quando esto meu nadase unisse ao na-
da universal do quo nilo lonho pressa nonhuma,, de
que o uarannilo, digo, teria muitos lilhos capazos de
.seren pleitos; e assini as outras provincias. Mas,
pergurito en. acaso o que eu-quero lie que he direito?
Nao sabemos todos nos, que he licito elegerem-soos
senadores ou da nossa provincia ou de outra qual-
quer. 1,11 partido laucn milo dos meios que julgou
i criados para quo fossem eleitos estes dous sendo-
res: que culpa-ha nisso? Se os candidatos nao fo-
ram dos raolhores, nom por isso se segu quo nilo
nayia direito para os eleger. Quem eque p le dis-
putar aos. eleitores de IVriiainliuco esse direito ?
reio queninguem. At digo -orno um celebre au-
tor que tanta buiha fez ao .....ndo litlerario, Rous-
seau: n Quando um novo inleiro quor ser esclavo,
quem tcmautoridadedcobriga-lo a ser livra i1 a Eu
n iodigo que Pernambuco queira ser escravo..,.
OSr. /isconde de O/inda: Agradeco-lhe o elo-
gio....
O Sr. Cosa Icrreira:
mais alto?... Eu tenho
ouvir bem.
OSr. rhrnndede Olinla: Eu ouvi bem o que
o nonre senador disse, e comprehondo perfoilamcnle
a Bpplicaglo..
OSr. Costa Fernira: Eu nao fago applicacfio
uesta dnuirina a Pernambucoj mas digo Quando
um partido todo querque nilo seja eleito um Per-
nambucano, mas ontro qualquer cidadiio, quem Ihe
pode disputar isso ?
Vamos ao tpico pelo qual eu pedi a palavra. Eu
n*o pretenda, como disse, fallar na presente ques-
iao; mas, quando ouvi as palavras do mui respeita-
vel senador pela provincia do Rio-de-Janeiro, sena-
uorquo he sem duvida urna das matares habilidades
senado, quesempro passa as suas palavras pela
jueira da rasoa da prudencia, nao pude suster-me,
romp o meu protestoe ped a palavra.
Disse o pobre senador:
i Mas se forem approvadas as elnicOes taes quaes
aeaprosentam, oqueserdo systema represenla-
UVo entre nos:'A l'.'irca e iiiiicmenle a frga cons-
liluira direito; eajiberdade, que be i realidade
do systema representativo, aniquilar-se-lia.
" Eu anda disse, Sr. presidente, que esle resultfl-
do sena oblido rom sacrificio da dignidade do se-
nado sen duvida, se o paiz so persuadase algum
dia, que nilo eram as conviegfles quo dirigiam as
" YolacOes tiesta casa, mas motivos estranhos; sem
" duvida a nossa dignidade,a nossa importancia, a
11 nossa consideradlo acabar-so-hiam totalmente;
nos nos avillanamos; e, quando chegasse algum
" da emque se precisarse Jo senado, qur para re-
" sistir s violencias do poder contra a liberdade,
qur para se opprcoroo dique contra os excessos
da democracia, o senado nao teria frca sulliciente
' para desempenhar este alio lira da sua insltui-
ello.
a Senbores, oscilado romanoacabou no meio do
desespero a que o levara a sua suhmissiln, impo-
Lente para defender a liberdade do povo romano,
mas impotente tambem para defende as preroga-
liyas e a propria vida daquelles que o reduzjram a
escavidao.
Ora, senhoros, que Qm teria a exclama;1o violen-
ta do uiibce senador pelo Rio-de-Janeiro? Koram
acaso os imperadores romanos, esees monslros co-
rdados, que reduziram o senado ao estado de alijee-
cSoem quesoachava f Perdc-e-me onobro senador,
parece-me que S. Ex. adormeceu. (Humero tambem
as ve/es dormita Em que autor leria o nolire sena-
(ior, tilo versado na historia, que foi a subtnissfio do
senado romano aos imperadores.quc o reduzio ao es-
tado em que seachava no lempo delles? Eu, Sr. pre-
sidente., acredito, rom os bons autores que leem es-
cripia sobre a historia romana, que no lempo dos
imperadores ja nao existia senado; apenas existia
um simulacro de senado. Podemos comparar os
aquella dignidade que elle gozara oulr'ora. J nilo
havia senadoflo tempo dos imperadores romanos;
uueni aviltou o senado, quem acabou com a sua
lignidade foram os mesmos senadores. Depois que
a mmoralidade, o despotismo, enlrou no sonado,
depois que o onro dos barbaros que assim chama-
va m os Romanos a todos os povos conhecidos dft
muido], depois que o ouro dos barbaros infundio
nos senadores almas metallicas pcrmitta-se-me a ex-
pressao tudo licou pervertido em Roma ; j nao
existia senado; neni mesmo Plata" o sera capaz de
levantar o senado; tal era a desg/aga em que se a-
chava o senado romano !
Sr presidente, quando as nnces chegam ao esta-
do de depravagiTo e do mmoralidade a que chegou
o povo romano, uo ha rgas humanas que as Ta-
gam regenerar ; slo s se consegue depois do passa-
dai scenas milito e inuito desastrosas. Para que,
pois, assaca o nolne senador esle novo crimo nos
imperadores romanos:' Para que ellos sejam abor-
recidos ? Esses monslros tinham chegado ao cumu-
lo da depravagao; o para que sejam aborrecidos,
nSo ho nocessaro que se diga que etles avltarain o
senado. Quem, Sr. presidente, podo aviltar o se-
nado brasileiro, quom podo quebrar a sua dignida-
de he o despotismo, a corrupgto, quando ella em
mis infunda almas bem metallic.is, como oulr'ora o
ouro dos barbaros infundio nos sonadores romanos.
Par evitarnios isto, liom he que o senado nilo croa
que pode crear collegios que mo existem. O'sena-
do receber quebra e:n sua dignidade se admitlir
como collegios grupos do homens ; dar prova de
despotismo, chamando collogio o que nunca foi tal
na formada loi Eurogoaas nobies senadoios por
que n sao quo nfo tornera a chamar collogio i esse
gnipo de anarchistaa que se appellidarara eleitores
ueOuricurv.
Se. presidente, eu sent milito que o nobre sena-
dor lancease'aqui estas palavras, fechasso com ellas
o scu discurso, havendo na casa nao sei quem le-
vantado a lehre do que liavia quem procurasse fasci-
nar os senadores com obrilhdda cora, anliphona
que foi enloada creio que por dous nobres senado-
ros que fallaram a favor do parecer. Eu nao sei
donde os nobres senadores colheram isto ; mas, de-
pois le ter corrido este boato, parece-me que o no-
bre senador nao devora concluir o seu discurso com
somelhanles palavras.....
O r. Hodrujues Torra:Exprima-se com fran-
queza, se quer que Ihe responda francamente.
OSr, Cosa l'erreira :Como hei de exprimir-me
francamente ? Mo quizera que se ponsasse que al-
guem pode persuadir-se de que semelhanlO boato
linlia fundamento, e que essa intriga tiuha produzi-
do elfeiio. l'osso pii dizor:O Sr. senador fulano
ousou avangar islo ? O Sr. senador fulano ousou que-
rer fascinar os senadores locando em objecto de res-
peito para lodos nos?
Concluirei o meu discurso repetindo o que ja dis-
se : hur O senado VOle a favor, qur contra o pare-
cer da commissao, nislo nada mais faz quo tomar
urna deliberacffo que Ihe compete, sem que dimi-
iilia em menor cousa o acrisolado amor, o profun-
do respei lo que cada um denos, quo todo o senado
leni a conia apiados Mas o quo eu mo desejara
ouvir na casa, sao cssas aceusages vagas, bedizer-
se que se quer influir com a cora para que o sena-
do lique alemorisado, fique fascinado, lio por islo,
Sr. senador, quo digo que talvez as suas palavras
nao soem bem a alguem. Nao tenho eu nestacasa
opinado, como boje opinam OS ilubie senadores,
contra a nomoaeflo de alguna individuos nossos col-
legas? Sem duvida ; e eslava no meu direito, assim
como estao os nobres senadores votando hojeen)
Sentido contrario ao meu voto.
ta, dos proprictarios de armazons da ra do Apollo,
e levanlou-se a sflsso. Eu, JoaO Jote Ferreira de Agui-
ar, secretario a subsernvi. Carneiro Monteiro.
Cintra Manuel. A. de Barrot. Dr. Nery da t'onse-
ca. llrala.
V
PARECBRES A QUE SE REFERE A ACTA CIMA.
o A commissiTo de petgos, lendo presontc a re-
presontagilo de varios-uegociantes com armazens de
socar eencsixar assucar, em que solicitan) urna pos-
tura dosta cmara, pola qiial sejam obrigados os
conductores do assucar a fazer nicamente venda
desso genero em um local determinado, indicando
para isso o areial de Fora-de-Portas, praga da In-
tendencia, e ra nova dofirum, he de parecer que
seja indeferida sua prctengilo, nfloso por se oppor
a liberdade franca que deve ter o commcrcio na com-
pra des'sc genero em qualquer parte quo fr encon-
trado, e possa* vorillcar-se, como porque seria isso
um meio vexalorio para os agricultores e lavradores
desse mesmo genero, que por essa forma devora sof-
frer diminuigfio em sou prceo, alm da demora ine-
vitavel dos cargueiros, esperando p.ela concurrencia
de compradores, o com o assucar exposto as chuvas
que do momento podem apparocer. Todava, osla c-
mara deliberara oque melhor entender. Recife, 9
dedezembro de isto. Barata.
Em presenga dos documentos e informagOes
que Antonio Jos do Alb.uiuitrque junta ao seu re-
quorimenlo, sobre o qual o Exm. presidente da pro-
vincta manda que a cmara municipal informe, a
commissao enlende, que, nito estando o terreno, de
quo trata o reqiierimonto do pretendenlc, destinado
para logradouro publico, c achando-se, como dos
mesmos documentos, j medido e demarcado, se de-
ve informar favoravelmonte ao Exm. presidente.
Sala das sesses da cmara municipal, 20 de fe-
vereiro do ISi". Os vereador, Barata.
ANKOS. ME7.ES. DAS.
18*5 Abril. ... 12 Rrguefrancez ^rmoriou,
Saissct &Companhia sr '
480 e 481, 2 barricas;'Sn''
zem n. 4. m*-
1843. Novembro 21
1844. Fevereiro 12
Barca inglezaEma& ta_
*,letreiro James CraZ;
embrulbo nrmazcm
rabtree,
Abril..
Outubro.
Dezembro
1845. Janeiro
COMSV!Ei*0
fatigado, nao posso, aioda
Doenie, laugaiiQ, nao posso, anda que queira
continuar. Eu fallara novamenle se os argumen-
tos que tenho expendido nao tive.ssem (lcado em p,
niiotivessem tuda a frga ; todava, quando algum
nolire senador anula lomea palavra e me esclaroga,
eu no hei de ter vergonha do bater urna carrolra
diamctralmcnte opposla; s o despota lie que nao
borra o que escreve; o hornera de bem, quando co-
ndece que a sua opilliSu he errnea, segu as Iii7.es,
e en asseguirci so os nobres sonadores me esclare-
cerem.
Julga-se a materia discutida. O parecer he ap-
provado por it votos contra 13.
:RiAMB-JCOT
Cfmara municipal do Itccifc.
QEI.NTA SESS.\0 ORDINARIA DE 7 DE JDLIIO
DE 18V7.
TIIESI DKVCIA DO Sil. CARNEIRO MONTEIRO.
Prsenlos os Srs. Dr. Neaf da Fonseca, Barata, Cin-
tra e (andino, abrio-se a sesso e foi lula e approva-
da a acta da antecedente.
O secretario deca rou nao lorofliciosa mencionar.
Entrando emdiscussot) requerimento de Domin-
gos do Seyllos Thom, oOerecendo por compra o
qua.lro deumbusto doSr. I). Pedro II, oSr. verea-
dor Cintra fez o seguinto requerimento que foiap-
provado, volando contra os Srs. Carneiro Montoio
c Gaudino.
Roqueiroque seautorise ao procurador a con
tratara compra do quadro offerocido, depois de exa-
minado e avaliado por .lous peritos de recAhccida
habilidade. Sessflo, 7 dejullio de I8V7. o ver
grupos dos senadores desse lempo a grupos "do fac-' (:">"'" Mqnoet.
uorosos i|ue escolhem um mais audaz para os com- I f.01 '"'" '" :lPI"'ovado un parecer i
facinerosos, quando assim escolhem,rp^ell?0esrelativamente a pretengito
Afandega.
RENDIMEN 10*1)0 DIA 15........... 2.147,045
Descarregam hoje, 16.
Galera Sword-Fith mercadorias.
Barca Julia -- dem.
Itrigue l'olidora dem.
Ilrigue ~ Laura -- idem.
litigue Felippe-- passas, vinho oazete.
Polaca Quecn azeite.
IM'UHTACAO'.
Felippe, briguehespanhol, vindode Barcelona, Vi-
naroz o Malaga, entrado no correte mez, consig-
nado a J. P. Adour C., manifestou o seguinte :
De Barcelona, 20 oaixas de sabfio; ao capililo.
De Vinaroz, lOO pipas do vinho Unto ; ao capilio.
De Malaga, 100 barrs vinho blanco, 20dilos azei-
te doce, 100 caixas passas, 215 barrischumbo em
grio, I caixa sarjas, 100 ditas sabo; a J. P. Adour
& Companha.
. 15 quartolas de azeite doce, 100 caixas Je sabio ;
ao capilio.
Brigue francez Adolph0 ,'
lre.ro a D. Roberto, i emb !"
iho ; armazein u. 5 '
25 Brigue francez Nipoltdo. .,
Brugu.re, ZP1-2, 8 c'iAh
armazcm n. 5>v w-
Brigue francez%dolpho .1
Commercial, letreiro, i
brulho: armazemn.5.
Brigue francez Adolpho letrrt
roLohumaun, 1 emhrulhn
armazcm n. 5. '
20 Brigue hamburguez TripU,
KR, 1 embrulbo ; armSz'
n. 5.
Brigue hamburguez rrpa0/. I
letreiro II. Ilolem, 1 crabS
Iho; armazcm n. 5.
6 Brigue inglcz Alcapuco, d
mante I), ordem, 1 caixa-
armazcm n. 5. '
19 Barcaga linda, a Pedro Va-
nes da Fonseca, 1SM, 1 caixa
armazem n. 5. '
27 Barca hamburgueza Adolpfo
a Kalkmann, KRD, 1 embru-
lbo; armazem n.5.
Barca hamburgueza Adohk,
letreiro a Herrn M. Hambn:'
1 caixa; armazem n.5.
1844. Dezembro 21 Barca franceza Zf/ia, Kalk-
mann.AII, 1 quartola vasia"
armazem n. 6.
Barca .portugueza Espirito-
Santo, Francisco Alves di
Cunha, IG, 1 barril vaso; ar-
mazem n. 6.
55 Brigue francez Arayo.Saisset
& Companha, SOpcdagosde
pao campeche; armazcm n 6
H Brigue portuguoz liobim, t
Augusto Cezar deAbreu, A,
1 barril vaso ; armazem n.
14 Brigue sueco Ropd, or-
dem, BL, 1 barril com vinho;
armazem n. 6.
31 Barca ngleza Mary, W. Rel-
Jy, diamante KM, 1 caixa ar-
mazem n. 7f
28 Brigue francez Arojo, SDns.
2324, 2. caixas ; armazem
n. 7.
IStfi.
1845.
Janeiro
18 46. J11II111
1847. Dezembro
1844. Outubro..
1845. Junho
Consulado.
RENDIMENTO DO DIA 15.
Diversas provincias.
2:408,670
87,277
2:495,947
lloviuiciilo ilo lorlo.
Navios sahidos no dia 15.
Porlos do sul; paquete de vapor brasileiro Pernam-
burana, commmidanle Joo II. Ollen. Alm dos
passagiros que trouxe dos porlos do norte para
os do sul leva a seu bordo : para Macei, Jolo
Rodrigues de Miranda, Francisco Xavier Rodri-
gues de Almcida, Antonio Joaquim da Silva Cas-
tro, Sm1o Alves da Costa, Dr. Eourengo Jos de
Figueiredo e um escravo a -entregar; para a
Rabia, Guilherme lleid e Carlos Francisco Gran-
geno Lima ; para o llio-de-Janeiro, Miguel Montei-
ro Godri com um escrava, Joaquim l.uiz, Joflo Ne-
pomuceno Xavier de Mondonga com um escravo,
Jos Antonio de Figueiredo Jnior, Nuno Hara
de Scixas, Pedro Jos Ribeiro Alves, 18 reclutas
para o exercto c um escravo a entregar.
Lisboa ; brigue brasileiro Despique, capilio Joaquim
Jos dos Sanios, carga assucar. Passageiros, a se-
jibora do capilio, um li I lio menor e um escravo.
Cowes ; brigue ingloz Genrge-llobinson, capilio John
hoyes, carga assucar. Passageiros, Webb com sua
faraila, Inglozes.
EDITA L.
irca-
inandar : os
quando se subjeitam ao faci'noroso-mr, nao so lor-
liam facinerosos, nao se loinam vis pela siibmisso
a seu chefe ; eram facinorosos antes de escolher esse
chefe.
Es-aqui o que aconteca aos senadores no lempo
dos imperadores romanos. Os Romanos tinham che-
gado a um (ai oslado de indignidade, que em una
occasiao Caligula, lemlo sido cumplimentado por
unidos senadores, Escribonio Proculo, sea memo-
ria me nao erra, disse : Como ousa um iiumigo do
imperador cumprimenta-lo?A' estas palavras le-
\antar.im-se os senadores, e como nao tinham ar-
mas, como nao estavam preparados para esses ic-
io, cada um puxou o sou caivete eassassinaram o
iiomein. Mas loi islo devido a submissao dos sena-
|1mnS.ni|SSr'''',1Stl'OCOI''iai10' ,',,B '""' oesgragada
luinanidadcappareceu no mundo? Nilo: o niedo
nao, o respcilo, os mover a ass.1ssi.1ar o seu collega!
rraMl?^6 Cad" '"" dll's l,,,h" dc sei' victima d
isfvL/ !l""' a l|"-t'"' '",r osle acto esperavam sa-
,',.? ?"on?do. caara com a repblica roma-
>e..cco Pompeo, qur vencesse Cezar, quer ven-
cee outro qualquer, no podia restituir ao senado
a commissao de
do varios nego-
de socar e encaixur assucar
ciantes com armasens
no bairrodo Recife.
Igualmenle foi approvado um outro parecer da
comuiissao de ediflcagOes sobre a petigilo do Antonio
Jos de Albuquerque, requerendo terrenos de mari-
nha ao governo da provincia, o posate mandado a
cmara informar.
Maiidou-se olliciar ao Exm. presidente da provin-
cia, participando loro com mendadorManoel doSou-
za Teixeira prestado o juramento do estyo, como
i.' vici:-|iresi ManUou-se tambem olliciar ao procurador, exigin-
do a continuiigao da remessa dos balancets Irimes-
Iraes da receila edespeza municipal, que lera dei-
xado de apreseutar.
A requerimento do Sr. vereador Cintra, licaram
odiados dous pareceres da commissao de edilicaco,
dados sobre as prelenges do major Francisco Jos
de Mello, o Joaquim Jos de Abreu Jnior.
Despachara m-se os requer melos de Domingos do
Seyllos Thom, de Joaqun. Ignacio de Ca -ralbo Mon-
donga, doManoel Allbino Bezerra, dos proprictarios
uearmaaens. do socar assucar, de Joaqun? Pereira
Aramos, do Jos Joaquim Das dos Prazores, de Fran-
cisco desouza Parias, de Joflo Goncalves Evangelis-|
Miguel Archanjo Monteiro de Andradc, offlcial da impe-
rial ordem da llosa, cavalleiro da Chrislo e inspector
da alfani/ega, c.
Faz saber que nos armazens da mesma seacham,
alem do tempo marcado pelo artigo 272 do regula-
mento, os voluntes abaixo descriptos, os quaes de-
vem os scusdonos fazer despachar dentro de 30 dias
contados de boje, lindos os quaes se proceder sua
venda em hasja publica, por cotila eacusta dos
mesmos donos, som que Ibes fique direito algum a
allegar contra o cffeilo desla venda, como he cx-
presso no artigo 274 do referido regulamonlo. E pa-
ra que chegue a noticia aos interessados, manda
alhxar o presento edilal na porta da alandcga, a pu-
blicar pela impfenaa. Alfandega,l5dejulhode 1847.
1844. Novembro
Dezembro
1845. Janeiro.
1844. Julliu
Selcmbro
Outubro..
1846. Novembro- 5
1847. Janeiro.
Margo..
1845. Maio
Abril
Maio
Junho.
1846. Julhc.
2 Brigue francez Armoriytee, a
JofloKeiler, 1 embrulho; ar-
mazem n. 7.
II Barca dinamarqueza Wald-
mar, Rosenmund Kalk, t
embrulho; armazein 11.7.
29 Barca ingleza Anna-Ra6eca, a
T. Kohltneyor, 1 caixa ; arma-
zem n. 7.
i3 Brigue portuguez Congrisso,
F. S. Rabello, 1 caixa; r-
tnazein n. 8.
6 Brigue portuguez Primavera,
letreiro a I. F. P. Vianna, 1
embrulho; armazem n. 8.
25 Brigue portuguez Importador,
a Euiz Jos Marques, 1 caixa ;
armazem 11. 8.
Brigue francez Armorigue,
ordem, Sm", 12 1/2 pipas;
armazcm 11.8.
16 Brigue portuguez San-Do-
mingos, a ordem, AGSG, i
catiastras vasias; armazem
n.8.
Brigue portuguez San-Do-
mingos, ordem, JNI., 1 ci-
nastra vasia; armazem n.8.
22 Brigue portuguez Ro6im, a
Manoel Joaquim Percira.Sm",
1 caixa; armazem 11. 8.
21 Brigue inglez Slieail, a I.
Fisner, Sin", 1 pega de cabo;
armazem n. 9.
12 Barca brasilcira Maria, con-
signada a L. G. F., Al'JIM, I
caixa; armazem n.9.
6 Brigue portuguez Ventura-Ft-
lis, a ordem, Sm", 2 caixo-
les ; armazem n. 9.
12 Patacho sueco Eduardo, aL.
Bruguire, LB n. 303,1 caixa;
armazem n. 9.
2 Barcaga Nova-\urora, a Adi-
misson & Companhia, Sm".
16 quartolas com cerveja;
armazem n. 9.
D
eeliuacoes.
O arsenal de guerra compra dezoito livroscm
branro paulados, sendo: um de 150 folhas. cinco
do 100 folhas, dczdc 50 ditas, o dous de 200 ditas;
oito resmas de papel almaco; doze cadernos de f
pe de Hollanda; dez cadernos de dito inata-horrio;
doze fulhas de papclilo; doze garrafas dc linla Je -
crever; qualrocentas pennas; tres duzias de lapis;
vinte e quatro magos de ohreias; cem folhas de li
de papel; duas libras de gomma-laca; seis ditas do bu-
cho do poscada; dous milheiros de pregos de guarni-
g.lo pequeos; um inillieiro dc tuixas do bomba
grandes; um milheiro de
ASNOS.
18.
.MEZ ES.
Dezembro
- .iregos cabeca de pifa;
Miguel Arenan Monteiro de ^ndrade.^^X^^^T^^S^
I1I1S.
1816. Janeiro.. 17
1845. Fevereiro
10 Barca franceza Zilia, \ N,
A. Nicolle, 1 caixa ; arma-
zcm 11. 4.
Barca ingleza Columbus, a Me
Calmont Gompanlria.Sin.,
16feixes do arcos de ferro-
armazem n. 4.
26 Barca ingleza Priicilla, a Pa-
ler & Companhia, JCCW, l
barril; armazein 11. 4.
24 Barca ingleza Thomas-Lucher,
a Rosas Braga Companhia,
KBiiC.0n.833, 1 fardo; ar-
mazem 11. ?,.
.-- ....^,........,.,
largura; seis ditas direilas, de una quarla de polle-
gada de largura; seis ditas curvas, da mesma largura;
seis formos, de urna quarla de pollogada de largu-
ra; seis ditos de ineia dita dita; doze limas triangu-
las, de cinco pollegadas de cmprimenlo; doze ditas
ditas, de seis ditas de comprimento: seis duzias de
parafusos, de urna pollegada de comprimento; duas
caadas de vemiz preto para envernisar ferro; duas
libras de esmeril; tres caadas de azeito doce; um
alqueirede sal; seis pedagos do pedra de amolar]
dous milheiros do uuhas de boi; urna duzia de limas
chatas;o meias caimas de 9 pollegadas; una dita de / ]
ditas dita de oiio ditas; urna dita de ditas de seto di-


3
ti
i.
urna dita ilo ditas de H ditas; setenta o cinco
?as d pr*tB linai meia 1uarU d,emma;dez ar-
01 j0 oleo de linhaga; duas arrobas do pos prctos,
na dita de cccanle; seis brochas .lo piular, o seis
a'."menores; meia arrobado cora branca, o meia
1 je cera amarella; urna arroba de bren; urna ar-
ta de farinha do trigo; urna caixa do sodas de sa-
.teiro- oito libras do sabo, e urna arroba do lio fino
Ksaoteiro: quem taes gneros quizer fornecer.
mandarasua proposta em carta'fechada e as amos-
tras
e) do correle mez
diW
s a directoria do inesmo arsenal, at o da 16 dio-
i docorrenle mez.
J Arsonal de guerra, 13 de julho do 1847.
Jodo Ricardo da Silva.
_ () arsenal de guerra compra 415 varas de brim
lio e 83 esleirs do perpery : quom ditos gneros
nuizer forhecer, mandar sua proposta em carta fe-
chada e as amostras directora do mesmo arsenal,
t o dia 17 do corrente mez.
Arsenal de guerra, 14 do julho de 1847.
Jado Ricardo da Silva.
__ O Illm.Sr. inspector manda fazer publico, que
Dela lliesouraria da Tazenda desta provincia se ha de
arrematar por umtriennio, por quem maior proco
offerecer, a casa o tclheiro contiguo, siIo na cida-
dede linda, que serviram do cavallarico doex-
lncto regiment de artilharia.
As pessoas que se propozercm a mesma arrema-
tarlo comparegam sala das sessOes da mesma
hosouraria no dia 16 (boje). G para que consto a
aucm convier se mandou publicar esta pela im-
lirensa. .
Secretaria da lliesouraria da fazenda de Pcrnam-
buco 9 de julbo de 1847 Antonio Luiz do Amaral
e Siti, olticial da secretaria.
Ammataco a effectuar-se na thesouraa da renda
provincial no dia 11 de agofto prximo futuro.
A lluminagao a gaz das cidades do Recife e Olin-
' Ma forma do artigo 3." da lei provincial n. 191, de
du do margo de 1847.
Cadeira vagas deprimeiras lettras.
A do Cariiar, cujo concurso tora lugar, logo que,
a conlar de 8 de jnlio ultimo, se completar o prazo
de 50 dias.
THEATRO PBLICO.
SABBADO, 17 DO CORRENTE,
a beneficio do autor Jote fenlo Le ilio.
ir scena a inui applaudida peca
A RETIRADA DE SANTAREM,
a dual muilo satisfez ao respeitavel publico na rioite
do beneficio do Sr. Santa Rosa, o qual prometi em-
prear lodos os seus esforgos para bem desempenbar
a parte que ja fez do gracioso Fr. Joflo, e que Ibe
grangeou lautos applausos.
Ter lugar no (iai da pega a jocosa e mu divertida
aria que tem por titulo
LUJIHJM ROMNTICO
ou
Ditem que sou Tlorbolela,
cantada pelo mesmo Sr. Santa Rosa.
Terminar todo o espoctaculo com a jocosissima
farca, Hanoel tiendes.
Publicando IJIterara.
Sabio luz a terceira livrago do romanse As
Sett Corda da Lyra, por George Sand, o acha-se
venda, bem como as primeira o segunda livragoes, na
luja lu Sr. Gardozo Ayrcs, livraria da praca da Inde-
pendencia, os. 6 c 8, e na loja do S. J. E. Ghardon :
prego de cada livrago 200 rs.
. cila
Ocorretor Olivcira transferio outra vez, por
causa da cliuva, o seu loillo de l'azendas, para sexta-
feira, 16 do correle, as mcsinas horas, e no lugar
indicado.
TW'm&Mg"
Avisos diversos.
LOTERA dotiik^tro.
A' vista da inlluencia que tcm npparecido nesta lo-
tera, em consecuencia do novo plano, o thosureiro
jnlgn-so com direilo para alflrmai que as rodas da
-'parte da 17." lotera andain infallivelinenle no
dia 30 do correte como est designado, continuan-
do os bilbetes a ser vendidos nos lugares do. cos-
tume, nos quar-s achanto lambom os concurrentes
patente o referido plano.
Jos Gomes Villar vio com espanto o annun-
cio inserido neste mosmo Diario, em 14 do cor-
rente mez, assignado por sua mulher D. Jacintha
Mara do'Abmi, contrariando un outro annuncio,
datado do 12 do corrente, e publicado em o Mazare-
no. O estado em que ge acba a dita mulher do an-
nunciante, he certamente digno de lastima, eso el-
lo o levara a subserever documentos tilo infames,
como os que teem sabido tiesle mesmo jornal. O
abaixo assignado esta prompto para qualquer exa-
nie que Iho queira fazer o honrado Sr. Dr.juiz dos
orpWaos, para provaraeu estado de sanidade; entre-
tanto protesta contra o insulto que acaba de rec-
benle sua mulher, insinuada por pessoas perversas
o indignas de qualquer consideradlo da genio ho-
nesta e avisa a lodos os seus imqiiilinos, como a
lodos os que com elle teem Iransacges eomnicr-
eiaes.quc, sepagarem a dita sua mullior.ou com el-
la zerem qualquer transacgfio, niio as considerara
valiosas. O annunciante, que he o cabaos do ca-
?al, c o nico que pode lvrenienle diapr dos bens
movis, rendas, &c. O annunciante ve claramente
ueste proceder de sua mulher, ou que ella est allie-
ada, ou que entao esl sendo dirigida por alguin
degsa malvados, que tBo brutalmente a aconselbam
<> arinunciante vai procurar o seu direilo, do me-
-- Jos Gomes Villar e sua mu'101'
Jacintha Mara de Abreu,abaixo assigno-
dos, declaram que de commnni ccordo
izeram a sociedide, por escriptura, c'om
(aspar Antonio Vieira Guimaraes, na to-
ja defazendas, na na doQueimado n. i ;
e se he preciso de novo ratififam a di-
ta escriptura e sociedade, para ter lodo o
cumprimento e valia, sem que em tempo
algum se Ih'e possam applicar os annun-
cios que teem sahido.
Hecife, i5 de julho de 1847.
Jos Gomes Filiar.
Jacintha Maria de Abreu
Precisa-sede um rapaz, de 10 a 14 annos o
de 3 horneas para ajudarem a tirar a safra do um
engenho : na rundo S.-ftongalo, na Boa-Vista, n.
22, ou annuncinm.
--Precisa-sede um caixeiro para venda, menor
de 16annos.com pratica, ou sem ella : na ruada
S.-Cruz, n. 36.
lioga-se por muito favor ao Sr. J. F. A. R. de
mandar pajar a quantia de 59/820 res, reslo de du-
zentos mil ris, que o mesmo Sr. devia, para o que
Coi chamado, em oannn de 18V4, ao juiz de paz, c
quedeixou correr a revelia caso o nao faga em tres
(lias, so far publico, de que he proveniente esta di-
vida, afim dover se se envcrgonha c manda pagar,
Nuno Maria deSeixas, niio se podendo despedir
de todos os seus amigos e das pessoas a quem vota
respeito c consideragilo, em consequencia da delibc-
ragilo que tomara de seguir 110 vapor ora chegado,
pede desculpa de o nilo fazer pessoalmenle, e se of-
fereco para no Bio-de-Janeiro cumprir quaesquer
mndalos.
Nuno Mara de Seixas, tendo de. fazer urna via-
gem no Rio-de-Janero, deixa por seus bastantes pro-
curadores em 1." lugar sua son hora 1). Barbara Ma-
ria da Silva Seixas, em 2. ao Sr. maior l.uiz Ignacio
Ribeiro Roma, e em 3. aoSr. I,. A. Dubourcq.
A pessoa que quer comprar una
laberna que venda para a trra, querendo
urna na Boa-Vista, dirija-se ra da
Santa Cruz, venda n. 3, que se dir quem
vende.
No dia 30 dejunho prximo passado.desappa-
reccu da camboa do Sr. Miguel Carneiro urna canoa
aberla, que por motivos da ebeia all se havia amar-
rado para se mandar retirar no dia seguinte, porem,
ndo-se procurar nfo se achou mais, pelo que se sup-
pOe ter arrebentado a amurrago. Esta canoa tem
no vito da segunda caverna da proa um gato de fer-
ro atracando nina radiadora do encolamento; tem no
banco do meio um pedago da corrente fechado com
cadeado; he um pouco comprid e estrella, e as to-
boas da falca silo um pouco declinadas para l'ra
Quem dellativer noticias o quizer dar parteasen do-
no, dirja-se a ra dsQuarteis da polica, n. 18, que
ter una gralificaglo pelo sen Irabalho.
Do sitio do dmitor Jos Bento em Ponte-de*
Ucha desappareceu, na noitedo Va 11 para 12 do
corrente, urna canoa aberla de carreira alguma
cousa velha e calafetada de novo o que'bem se co-
nhece pela cor (Jo breo : quem a levar, ou dar no-
ticia della no Alerro-da-Boa-Vista n.37, ser re-
compensado.
-- Existem na ra do Gabuga loja 11. 6 tres
cartas para seren entregues.uiiia aoSr. Joflo do Reg
Barros, cx-capitio do orpo de polica, nutra ao
Sr. Antonio Jacinlho Cavalcanti l'essoa e outra ao
Sr. francisco Jos Pereira protossor de primeiras
lellras deS.-Amaro-Jalmatflo.
Dcsapparecaram, desde domingo, 11 do con-
rente dous capados ja crescidos ambos com o can4
bn corlado : um delles tem urna nialha branca at a
barrica o o outro todo prclo com una 1
ca
la
ra recompensado.
Quem precisar de um capellflo para
desta cidade ,011 para l'ra della ate duas le_
dirija-se a ra Direta, n. 6.
Quem annunciou querer comprar urna venda
com poucos fundos sendo que quena uina em
muito boro lugar com conimodos para ramilla e
com boas freguezias para a tena, dirija-se ao Sr.
BornardiDO Jos da Silva na ra da Guia por Mi?
xo do sobrado do Sr. Slvera.
Aluga-se \xm primeiro e um segundo andar, com
comuiodos para familia, em Fra-de-l'oi las, por
cima da primeira venda 1 a tratar na mesma venda.
O abaixo assignado, em iioinc da mesada ir-
mandade doSenhor das Cbagas convida a lodosos
rmos para coniparccerem no domingo, 18 do
corrente as 8 horas da da manhaa alnn de se
proceder a nova elegao vislo que a primeira nSo
teveeffeito. Severiano Rodrigues, segundo Ueh-
nidor. ..
Oabaixo assignado roga a todas aquellas pes-
soas que leem cuntas com elle,de dirigirein-se a ra
Nova, Venda n. 65 : bem como todas as pessoas que
tiverein penliores em sua mao.queus venham remir
nolprazode lidias contados da data dote; do con-
trario, serijo vendidos para seo paga monto. Ite-
cil'e 14 de julho de 1847. -- l-rancitco Jose da S(M
Eiras. ,
Para que nao se lome por illusAo a descubcrla
pela qual tornan) as agoas liara seu deposito como
j annuncado foi pelo Xtario de l'ernambuco em o
mez prximo passado tem deliberado o annun-
ciante convocar os Srs. de engenho que essa ne-
cessdade tenham a assignarcm por eslc Diario
OU por va dp. seus correspoiideiiles.seus noines, en-
genho o lugar, para a vista do numero dos preten-
demos poder o annunciante ir tratare ver as locali-
ades e depois de ludo vislo e examinado concordar
um auanlo poder* cada Sr. engenho entrar para I
a qual licar encarregado um Sr. de engenho
inuncianlo indicar; curtos de que o annun-
a juga-se terem sido furtados : quem delles sou-
jer dirga-se i roa da Praia ai niazein 11. 35, quo se-
dentro
oas ,
d
com q
caixa, d
queo aun
(admente ao publico, a quem acata. m
MEfOlilAS HISTRICAS DA PROVINCIA DE l'ENAM-
RLCO.
Pela molestia de dous compositores quo Iraba-
Ihaiii nesta obra, nao foi possivel distribuir ate o
dia 15 do corrente, como Ibi annuncado, os 3 e 4 u
tomos, apezar das diligencias que se teem coipre-
gado; tica, iiortanto, transferida a disli-ihuigao para
o fuluro prximo mez de agosto, visto que eslo
dadas Codas as providencias, alimde que nao possa
haver emliarago algum na composigflo. A suhscnp-
co contina, portanlo, al o fim do referido mez de
agosto, na praga da Independencia, livraria n. 6e8.
pratica.
Pedro Augusto Tavares cidadflo brasilciro ,
relira-se para o Rio-de-Janero.
A pessua que annunciou querer comprar urna
venda em hom lugar, dirija-se a ra de San-Fran-
cisco, n. 46, que ahi achara com quem tratar, eso
dir onde he o. lugar.
OSr. Joflo Xavier da Maia, que mora na Soleda-
de iiueira acabar com o negocio que tem na loja
dc'louc* airas do Corpo-Sanlo n. d cumprimento aos documentos quo sabe se acham
proinplos. ,
Da-se dinhei.ro a juros sobre penliores de ouro,
ou prala : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 58
Ordeiu treeira do
Carino.
I'or doliheracao da mesa conjuncta, de 11 do cor-
rente sao enviudados lodos os irmflos professos da
mesma ordem.que anda nao occuparain lugares em
mesa para coinparererein no dia 18 do mesmo me/,
as 9 horas da mantilla no rospoelivo consistorio, pa-
ra pcranlo a mesa regedora darem suas opiniOes so-
bre os negocios que Ibes forem propostos.rolativos a
referida ordem terceira e ao covento.
. Antonio I/tandro da Silva secretario.
I). Jacintha Maria de Abren, mulher do Jos
Gomes Villar, pelo prsenle faz publico, que seu ma-
rido se acha em estado doallienagao mental, asjig-
nando lettras, e sacando ordeuscontra sua casa sem
rasao alguma sulllcento para o fazer, compromet-
iendo assim a sorte futura de seus (litios; o protesta
nao pagar lettra ou ordem alguma sacada pMo refe-
rido seu marido na prsilo, emhoraantedalada, como
todas j) teem sido, em proveito do espeoulaces cri -
miosas de individuos, que, aproveitando-sc da de-
bilidado de espirito de seu marid, por ajneacis e
terrores teem obtido delle vorios saques o quan-
tias.
Agencia de pasaportes.
Na ra do Gollegio, n. 10, o no Aierro-da-Boa-
Vista, 11. 48, continuam-se a tirar passaportes tan-
to para dentro, como parafra do imperio; assim
como dcspachan se scravos : tudocom brevidade.
Aluga-se urna grande casa terrea, na
ra Augusta com bons commodos, para
grande familia, pelo preco de dez mil ris :
a fallar com A. da C. S. G., na ra do
Crespo 11. 15
Aluga-se o primeiro andar di casa da ra da Ca-
deiado Recife, 11. 5 1 a tratar na loja da mesma
casa.
D-se dnheiro a juros com penliores de ouro e
prata : lanibem se rebalem sidos e ordenados : na
ra doRangel n. 36, primeiro andar.
Precisa-se de urna mulher branca, nacional ,
ou estrangeira nuesaiha hem coser, ongommaro'
cozinhar para dirigir urna casa de pouca familia :
na ra Nova, loja de lerragens n. 25, se dir quem
precisa.
Na ra do Sol, n. 13, aluga-se um escravo fiel
para servir a una casa estrangeira 0 qual sabe tra-
tar de cavados he hbil pata governo de carimbo,
servir mesa comprar, e he hom para 0 semgo
de casa : a vista dos prelendentes mais si; dir.
O abaixo assignado faz scientc ao respeibjvel
publico o principalmente aowmmorcio, que a sua
loja de iniudezas na na da Cadeia do Recife, 11. 51,
administrada por seu sobrinho, Antonio Francis-
co de Moraes, al o dia 30 de junho p p. fez traa-
passo da dita loja com linios os fundos existentes na
mesma ao dilo seu sobrinho; e por isso que des-
da aquella dala (lea gvrando em nome do mesmo.
seu sobrinho. Recife, 12 de julho de I87.
Jodo Jos de CtOtalho Moraes.
Alngam-se tres casas terreas, no
boceo do reixoto, pelo preco de cinco
mil ris cada uina : a fallir na roa do
Grespo, n. i5, com A. da C. 8. G.
ATTENCAO'.
Ossenhores negociantes que liverem boas divi-
das fra desta praga equizerem que o abaixo as-
signado as va cobrar, para o que se julga eminente-
mente habilitado j pois nSo paga a advogado, po-
dem dirigir-so ao adVogado Jos Narciso Camello,
rujas dividas a cobrou o abaixo assignado 0 Bill
deixarem seus nomes por esc pta para o abaixo as-
signado os procurar. Joaqunn fi aasco faptista
d Mello Oml.
' Anga-se o se Ho do sobrado da na
Nova, n. 7, delionle do oitao da matriz,
com muitos commodos boa vista por
preco muito mdico: a tratar na ruado
Calinga loja n. 6.
Na ra da Cruz, 110 Recife, n. 49, primeiro an-
dar, se dir quem compra 3 olliciaos de carpinlei-
ro, parafra da'provincia,sendo8do obra brama,
e um deribeira ; pagam-se bem, agradando as ll-
uras o pericia.
Koga-sc aiiidaaoSr Dr. Louren?o
He/erra Carneiro da Gunha de ter a bon-
iladc de .lirigir-se ra Direita, sobrado
n. i9, op.de lia cpiemlbe queira fallar, com
urgencia, a negocio que Ibe i\ii respeito.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da rua
Imperial 11. 67, com muilo bous commodos, pintado
de novo : na rua Nova, n, 42, a fallar rom Dellino
Conga I ves Pe reir Lima.
Aqu nao ha usura.
D-se dnheiro a premio sobre penliores de ouro,
0111 maiores, OU menores quanlias : na travessa 1IO8
Marlvrios, 11. 2, al as II horas, e das 2 em diante
lima crioula forra, com muito bom leito, se ol-
ence para ama : quem a pretender, drja-se a Cam-
ioa-do-Cariiio, 11 82, para tratar do ajuste.
__O oiigenhero Mn.i:r ensina na sua rasa, rua do
Crespo, n."l4, primeiro andar, as seguidles scen-
,.as;___AlimiMBTICA, OEOMKTB1A, AMICHU*, CIIVMIC
'-Francisco Finio da Costa
Lima, alfa a te, morador na
ra largadff Rezarlo, n. 40, precisa de ofiieaes de
seu ollcio e costureiras; tem para vender pannos
pretos, azuesc verdes; bons hr.ns, ve ludo e clia-
naloti bolOesdeossopreloe branco; buha-y car-
retel,d cabega preta e branca; holla.i.Jaspara fo.ros
e aluumas obras fritas.
--Offerece-se um mogo brasileiro, do M annos ,
para caixeiro de qualquer nrgocio, menos de yenda,
qual da fiador a sua conducta : quem de seu Pres-
mno se quizer utilisar, dirija-se a rua Nova, u.
39. secundo andar. .
-l-recisa-sc do urna ama que tenha bom o bastan-
te leile-; piefere-se captiva: na rua Nova n. 39 ,
segundo andar.
Breve tem do ser publicada a lista ae alguna
devedores, que devem loja de louga atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 68, visto terem abusado muito, e aclia-
rem que nao devem mais pagar o que com geuero-
sidade se Ibes liou.
Compras.
Compra-SO um prelodc 1C a 20 annos, com ofl-
cio ou sem ello de bonita figura sc.n vicionon
achaques paga-se bem : na rua das Larangeiras .
11. 29, casa das al'ericoes.
-Compram-sc, elToclivamente cscravos de am-
hnsossexos.de 12 a 2o anuos; sendo de bonitas
figuras pagam-so lio 11: tamhem socompram alglins
officiaesdesapaleiro: na rua da Concordia, pa?-
sando a pontczinha a direita segunda casa terrea.
Compra-s, ou aluga-se um uioleque, que ojii
reforcadoesadio.emhora nao tenha habilidades:
na rua da Cruz, 110 Recife 11. 21.
Compra-so una prelado nagao que soja mo-
ca de boa conducta e satba fazer com perleicao
lodosos doces, massis; quem tiverannuncie.
Compra-so uina venda com poucos Unidos, que
tenha fregue/ia para Ierra 0 seja 0111 bom lugar:
quem tivi-r aiinuncie. .
Compra-so papel para embriilho [ diarios : na
S.-Cruz padariade urna s porta 0 na travossa da
Madre-de-Deos, 11. 13.
Compra-se um Diario de Pnnamhuco n. 63, (le
(8 do margo de 1846: na praga da independencia ,
livraria us. 6 e 8.
Compra-se urna escr.iva que saiba cozinhar, on-
gommar, lavare fa/er o mais arranjo do nina casa :
na C.i'.niboa-do-Carino, venda, n. 46.
1
1
iias.
Itloneao! .
Fareloem barricas, de superior quali-
de, receotemente chegado : ao pe do
arco da GonccIcSOj arma /.em do lraguez.
Vendem-se900 palmos de terreno sito na rua
da Aurora al B0 Hospicio, com urna pequea casa,
uina holaria o alguinas arvores de Inicio : a fallar
na ruado Ro/ario larga, 11. 2(1, primeiro andar. Na
mesma casi vendo-se urna canoa om meio uso.
Ilebrard, com hotiqium francez na rua Nova'
11 69, tem a- honra de avisar que polos ltimos na- >
vios chegaram-lho de Franga salchlchOos; um aorti-
nientodc conservas, eomoervillias, sar linbas.fruclas
o mitras; vinhosde Bordeaux,em quartolase garra-
fas; St.Julien eltossillon cincaixis; moscatel de Ri-
ves-alles; COgnaC muilo velho; verdadeiro maras-
kinsdoZara; absntho de Suissa; azeito lino do S.
Plagnol do larsolhaj agn de llor de laranja. No
mesmoostabelocimenlo ha um deposito de choco-
late de Maranhlo; dito ilosao.de, edebaunilha: ludo
se vende por prego commodo.
S se veio aniuin-
cios ile iiovos har-
lei ros; iwasnenhum
chega ao anligoda rua do
' fiOle}r,io, n. 9.
(1 antigo baraleiro est vemlendoa troco de pou-
co dnheiro na sua nova loja de miudezas da rua
do Collegio, n. 9, caitas do tartaruga, para rap,
a 3,000 ra. cada una; torcidas para candieiro, de
todas as larguras, alOOrs. a duza ; lesouras para
corlar papel a 160 rs. cada una ; ditas de costura ,
a 160 a 210 rs. muito linas o com um toque de fer-
rugeOl ; caivetes para peonas a 240 rs. cada um ;
carleiras dealgibeira a 160 rs. cada uina; charu-
teras de marroqum branco, a 2*0 rs. cada urna;
liquissimos copeiros e faqueiros d rame, s3o os
mais modernos que teem apparecido nesta praga;
meias de algodiio, branras, para liomem o meninas.a
J'id rs, 0 par ; rii|uissinias tesouras linas tanto pa-
ra millas como para costina; leqUOS ih^ seila com
eiifcilesdourados a 2,100 rs. cada um ; ricos bi-
cos do linlio, multo linos, tanto brancos como
pelos dos quaes as amostras eslarao patentes para
rem em qualquer paite ; um grande sor ti ment do
la mancos muito bem fritos e do luxo e que niio se
endemearn. Venham depressa, pois que nflo chc-
gom para todos estas peehnchas, o o baratoiro no
querque ao depois biiguem.
-- Vcndem-se os verdadetros
charutos de Havana : na rua da
Cadea-Velha, loja de J. O. Els-
ter, n. 29.
__Ycnilc-se um casal de scravos,
(casados) propios para servieo de sitio \
mu negra, fula, moca e sem vicios: na
rua do langcl, n. qf5.
__Vende-sc, na loja de miudezas da
rua da Cadeia do Kccil'e, n. 0, umoom-
plelosortiiHcnto de bengalas,queingein
pereitamenle cauoa da India, pelo m-
dico preco de 6'|0 rs. cada nina
Vende-'se cha pelo muito superior, em caixas
de 16 libras proprio para familia : na rua do Tra-
piche, 11.8.
Vende-se um sitio no-lugar prximo
povoacio da Boa-Viagem, com 3o pea
de coqueiros de fruclo, c baixa para ca-
pim e verdura, por dentro do qual passa
o rio JordSo. ste sitio foi do major Cor-
valho tUendonca, Os nreteudentes diri-
iam-serua do Calinga, loja de iniudezas
de Francisco Jo -qiiiui Duarle
Vendein-se rolos de salsa-parri-
ha, nova, : no armazem do liraguez,
_o.p do arco da Conceicao.
Veudem-se finos chap.os do Chylo : na rua do
Trapiche, n. s.
Vendem-se botins coinsola grossa,
ptimos para os dias de chuva, a Vs'oon rs.
o par : na praca da ludcpeudeucia, ns.
13, e i 5, loja do Arantes.
Vende-se um pardo ollicial de pedreiro : na rua
dos Tanoeros, n. 1.
IV
T
i


| MUTILADO



'

Vendem-se caixas dech hysson, do6, 12el3
libras em porgos, mi a retalho ; caixas de volas
de espermaceti: de 5 o (i cm libra : na ra da Alfan-
doga-Velha, n. 36, emeasade Matheus Austin & C.
iNa foja nova de llayviundo Carlos Ixilv, ra do
Queimado, n. 11 A,
acha-se um completo sorlimento do fazendas finas
de todas us qualidades, assim como um excedente
panno do algodio, proprio para saceos e roupa de
eseravos, a 260 rs. a vara, cujas pegas locm 25 varas-
lindos lencos de seda, proprios para meninos, a 720
rs. ; linissimos chapeos do Chile chegadns ulm-
menle, e novos padroes de brins trancados de lis-
tras : ludo baratissimo.
No Aterro-da-Boa-
Vista, lo ja n. 24,
vendem-se chitas muito boas a 4,000, ,500, .',000,
c 7,000 rs. cada pega do 38 covados e a retalho a
100,120, leo, 180 e 200 rs.; nielim preto cotn al-
gum molo a ICO rs. o eovado porni he muito 60-
corpado o serve para se fazer caigas ; bros de lislras
de cor, do bonitos gostos a 320 rs. o eovado ; al-
paca, por todos os pregos, a 800, 1,000, 1,600 e
2,loOrs. ; biiin blanco do superior linbo c multo
bom feito pelo baratissimo proco de 1,000 rs. a vara ;
dito cor de palha a 720 800, 1,000 e 1,200 rs. a
vara ; lencos de seda, tanto para algihcira como
para grvala por serem estes de chadroz ; e outras
militas fazendajque se vendorao por baratos pregos.
Vende-seo engolillo da liana, na froguezia de
Nazarelh distante 15 leguas dest praca e 8 da
cilla le de Goianna de boas estradas ; li'in urna
lamosa casa de purgar, com tolos os seas porten-
ees; casa de tatinha tambem prompta ; 3 rasas de
vivonda ; una capolla, com lo los os seos ornamen-
tos: ludo sobro oto deSergipe; onde nunca falln
agoa apezar das grandes seccas) um assu-le opti-
in i mente construido ; mallas de bois madoiras;
barro; arla; lenha para toJo o servigo, e multo
porto ; torras balsas de muito produego ; os parti-
dos mui perto do eogenlio; a segura-se 2 mil pies,
nas calinas ja criadas o li upas ; 10 bilis, 10 bostas,
2 carros novos, ote Quem desojar azor umi boa
rompa e posauirum bou predio, dirija-se ao ipes-
nio engenboa tratar com o sen proprietario, o ca-
p tilo Jos de Barros Cavalcante Marinho Falcan ,e
nesta praga para maior informoslo na laja de fa-
zendas da roa da Cadeia, u. 41.
Vende-se una porgfo do lages de pedia do Lis-
boa por prego minio eommodo : na ra da Senzal-
la-\ova, ven la dejse l'ereira, se dir quem vende.
Vende-so, por sen dono querer largar, urna
canoa grande de con lu/.ir agoa com pouco uso,
bem construida de amarollu c sicupira, por 250^
rs.; urna dita usada, construida da mosma mador1-
ra, por 130,000 rs ; as quaes podem servir para
canoa aberta tirando o conrs fura que be do ta-
imas do amarello: tambem so troca n. por alguiiia
casa torrea em Olinda, vollando-se conforme for o
valor da casa : na na da Senzalla-Nova venda de
Jos Perol ra, se dir quem Taz esto negocio.
- Vencleni-sc tilias p.udas, peileitas
"de 18 a 7.0
qie locm muito boas figuras ;
anuos punco hkis oh
, proprio para andar com meni-
engommadeirase costureras
anuos
un
menos
lito superior ,
Coros as maia modernas a 1,500 rs. a. vara ; al
dilo trancado de listras, americano, a 180
vado ; dito encorpado a 200 e 210 rs. o
tnufatiolto de "i
nos ini casa : na
Antonio, n. a5.
ra (Ja Cadeia de S.
una casa nao lem vicios nom achaques, por pre-
go barato : na ra do Crespo n. 12, a fallar com Jo-
s Joaqun! da Silva Maya.
Pareccrn de seda.
Novo sorlimento das chitas pretas assetinadas,
muito bonitos padroes, a 2*0 rs. o eovado ; meias
linissimasdclinho para homom ; mantas de seda ,
para senhora e meninas a 3,000 rs. cada urna : na
ra doQucimado n. 11 A, loja de Kaymundo Car-
los Lelle
Vcndem-se por eommodo prego escolenles
compendios de msica : na praca da Independencia,
livraria n. 6 e 8 e na loja de encadernagiio n. 12,
AOBAK.ATOf
Xa nova loja de Francisco Jo-
s fcixeira Bastos, nos qua-
tro cantos da ral do Quei-
mado, n.O, que faz esquina
para a ra estrella do Raza-
ro, vendem-sc
lazendas novas, bem como : brim pardo trangado
do puro linbo, a 200 rs o eovado ; dilo superior, de
~o-
rs. o co-
covado ;
ilas oscuras de cores fixas a" 160 e 180 rs.', e linas
do novos padroes, a 900 ra. o eovado; ditas impe-
rlaes, a 300rs. o eovado ; ditas escuras c ordina-
rias a 120 e 140 rs. o eovado ; cortes de cambraia
lina, le cores a 3,200 rs.; pegas de bretanha de rolo
com 10 varas a 2,000 rs. ; dita do puro linbo a 320
rs. a vara ; dita milito lina a (10 rs. ; merino pio-
lo lino a de cores a 1,280 rs. ; panno lino pifio ,
a 3,000 rs. 0 eovado o de outras cores e qualidades ;
meias para meninos, a 81) rs. o par ; ditas para me-
ninas a 200 rs. ; ditas pelas e curtas-, a 120 rs.;
ditas muito linas a 280 rs. ; ditas para senhora u
210, 320 e *t>0 rs. o par; mantas do lil de linbo a
1,000 rs. ; cassa escampinada, propria para cortina-
dos, a 3,200 rs. a pega ; cambraia lisa muilo lina a
610 rs avara. Dfo-sc amostras francas aos compra-
dores. Alem destas lia outras niuilas fazendas inoder
nas por pregos rasoaveis.
- Vendemse saccas de alquei-
re de muito Superior farinlia de
S.oMatlieus: no edcriptorio Manoel Joaquim llamos e Silva ,
na" ra ta Cadeia to Recife ,
n. J8.
AI/O Rs.
Na loja de 3 portas de. Francisco Jos Pcrcira
Braga, na ra do Crespo, n. 3, no p do arco de
S.-Antonio vende-se superior chita do padroes os-
curos, pelo diminuto prego de 140 rs. o eovado ;
dita imitando cassa a 100 rs. 0 eovado.
Vende-se cera do carnauba da mellor
qualidade que'tem apparecido, tanto a
retalho como cm porgos: na ra das
l.arangeiras n. 14 segundo aiidar ,
junio a renago.
NOVA PECHINCHA .'
Vilo a loja de miudezas n. 48, no Alerro-da-Boa-
Visla que acharfio bocetas grandes e pintadas com
lindas estampas a 1,i>00 e 1,500 rs. ; cscovas linas,
para casaca a 800 o 1,000 rs. ; carias de alunlos ,
para vestidos o coi tinados a -20 rs. : luvas predas de
seda com dedos e bordadas a 800 rs. o par; ditas
sem dedos a 100 rs. ; lilas de seda lavradas a 120
is. a vara ; lilas pretas de garga para lulo, a 160
rs. a vara.
Vende-se farinhe. de Trieste da
marca SfSSFj verdadeira e frescal, do ul-
timo cnrrfgainenloclifgndo a esta praca :
o urmi'zcn de Jo quitii Lopes de Alinei-
da por detrs do tlicalro.
l\a loja nova de Ma-
noel Joaquim Pas-
coal vamos na ra do
Passeo-Publico, n. 19,
vondem-se pegas de ahila,a 2^ rs ,e a 8o rs. o eovado;
pecas de chita de assonlo coberto a 4,500 rs. o a
120 rs. o eovado; ditas muito finase de padroes mo-
deros a 180, 200, 3S0 o 340 rs. ; ditas para cober-
ta a 6,000 rs. a pega o a 160 rs. 0 eovado ; pegas
de algodaozinho a 2,000 rs., e a jarda a io;> rs.;
pegas de madapolao, a 3,400 e 3,000 rs muilo lino,
ornis fino a 300 rs. a jarda; urna porglo de lan-
zinha para caigas, que muilo bem imita a casimira,
a 3-20 e 1,200 rs. o corte ; longos do soda a 1,440
o 1,600 rs.; pegas de cambraia lisa a 2,500 rs., e a
vara a 400 rs. ; longos para grvala a 200 rs. ; ditos
para senhora 3 320,400 e 480 rs. ; brim trancado
branco de puro linbo a 1,000 e 1,200 rs. a vara ;
ditos de quadros o listras a 1,000 rs. n vara ; moia
casimira a 610 rs o eovado ; suspensorios a 100
rs. o par ; corles de chitas linas, a 2,000 e 2,400 rs. ;
pello do diabo a 200 rs. ; brelanba do puro I julio ,
a 640 rs. ; pegas de brelanba com 10 varas a 1,280 e
2,000 rs. ; corles de rnnduaja decieS a 2,400 rs.,
ea*200rs o eovado pegas de ganga azul, a 1,120
rs.; cortes de Cusios para collote, a i,mo rs.; lon-
gos de rctroz da ultima moda a 3,500 rs.
~ Vendem-se 7 esclavos, sondo : 2 pardos, de
bornlas (iguras, sondo um del les proprio para i>a-
gem ; urna pela que cozinha, ongomma e cose;
una dita boa lavadeira do varrclla ; una dita de
elegante figura com habilidades; um nndcquoofH-
cial .lepedieiro; urna piola de 18 a 20annoa, que
ne ongommadoira o costureira para lora da pro-
vincia : no paleo da matriz do S.-Antonio sobrado
-Vende-se uma preta de 25 anuos pouco
ou menos oue cozinha bem o diario do uma
lava-de sabilo e vorrella
Vende-se uma negrinhn recolhida do bonita
figura de 15 a 16 annos ,som vicios nem achaques,
que coso chito, engomma e tem principios de cozi-
nha : na ra da Cadoia-Velho n. 56.
I nissim > panno da linho do
Porto, a 600 e 800 rs. a
# vara :
as pegas do de 800 rs. sito de 16 varas, c as do do
600 rs. de 25 varas o urna torga: meias de algodito
cr, as mais lirras que teem apparecido; um lindo
sorlimento decidlas linas, as nrais modernas que
ha em cortos de vestidos, a 3,000 rs. : na ra do
Q'ieimado, loja n. 11 A, de Raymundo Carlos Leife.
Grande atlencao !
ptimas meias pretas compridas muito finas,
proprias para padre nilo s pela cor (ixa como pe-
lo extraordinario tamauho: vendem-se por prego
rasoavel, na ra doQucima'do, loja nova n. 11 A.
ATTENCAO'!
Frederico Chaves, fabricante de gaz hy-
(lroeneo liquido, com fabrica de li-
cores, chocolate e spiritos, no Aterro-
da Boa Pista, n. 17,
lem a honra de participar ao rcspcitavel publi-
co, c com parliculardade aos Srs que usm docah-
dieiro do gaz, que na sua fabrica sompre achanto
grande porcao de gaz hydrogeneo liquido, de boa
qualidado, pelo diminuto prego do 320 rs. a garrafa.
Vende-se um excellente cavallo do sella
mcihor andador possivol, de baixo a moio a ,0
quipar de cor rozilha, muilo gordo, capado'
do, c em ludo bonito : na ra do Collcgio, n. 6 hn
tica de Cyprianno Luiz da Paz. '
Vende-se uma escrava de todo o servigo ven
dc-se por sua senhora ir para fra : na ra das Cm"
zes, n. 12.
Vendem-se saceos com arroz da trra, por nte
armazem
A 640
s
9
na ra lar-
go eommodo: na ra da Cadeiar-Velha
u. 12.
Vendem-se dous espelhos de palmos, para sa
la, com molduras doradas : na ra do rtangel
n. 45, primeiro andar. 6 '
Vendem-se3 eseravos mogos, do bonitas fisn.
ras; uma porgSode calgado para homem., sapat0i
e botins ; urna porgSo de estoiras e saccas com mui-
to boa farinha de mandioca por prego eommodo
na ra da Cruz 11. 26.
A bordo da sumaca Carlota, fundeada na volt
dol'orlc-do-Mattos, vonde-se muito bom sal do As-
s6, por prego eommodo : a tratar no mesmo bordo
ou na ra da Cruz, n. 26. '
Vende-so uma venda na ra de S.-Francisco
n. 68 : a tratar na mesma venda. '
Vende-se a venda da Camboa-do-Carmo, n. 3'
a tTatar na mesma venda-
Vende-se uma porgod prata sem feitio
ra Nova venda n. 55.
nj
Vendem-se muilo lindas sedas para chapeos de
senhora : na ra do Calinga ,11 11 junto a botica
do Sr. Morcira .Marques.
Vendem-se sacras com alqueire de arroz bran-
co por purgo eommodo : na ra da Madrc-de-lleos",
n. !).
Na loja de fazendas, na esquina do beceo da
Congregagflo n. 41, vendem-so os seguidles livros :
SaintClair das libas; Mysloriosdo Casiello dctldol-
fn ; a Hervanaria ; Bnguenande de Cooucy; a Estran-
geira ; Fonte de S-Calbarina; Ipsiboic; Henogado ;
Solitario; o Tumulo ; Capillo Paulo; os Esfola-
Jorea ; lila ; Rebeldes ; os Tres Gastellos; Victor ;
Alexina; Cecilia de Chatonai; Erna; Ktelvina; Cas-
tello das Colillas ; Mosloiro ; Palacio de Alberto;
Castello dos Morios ; lloras Mariannas ; Jardim das
Damas.
Nova,
Na na
de II
11. SO, loja de
potito Saint Martin
entendo
mata
casa ,
do arranjo de
& Companhia ,
acaba-se de receber', pelo navio Cetar, viudo de
l'ianga um completo siirlihienlo de fazendas fren
ce/as, coniosejam libido blondo, prelo e borda-
do ; chapos do palbinha aborta para senhora e
meninas ; ditos de soda ; cachos de lloros, com plu-
mas mui ricas; capellas de laranja ; guarnigoes do
IToreS para vestidos; sodas brancas lavradas, para
vestido de noivados; mantas; chales e longos do
seda ; muilo lindos lencos de garga, os melhnres
que ha para senhora; ricas litas lavradas, de todas
as larguras; luvas do pellica enfeiladas; ditas cur-
ias e lisas ; ditas de seda ; meias de seda c de algo-
dijo ; hioos de blondo, soda c linbo; creps limito
lindos ; plumas vordadeiras para chapeo e cabe-
ga ; sapa tos de couro de lustro, cordovao, duraque
maiToquim de cros 0 piolo; ditos para mollinas
botina o sapatinhos para meninos; borzeguins gas-
pe.idos para senboia ; chapeos de sol, para senliora,
muilo ricos ; marroquins ; eslojos nialliematicos
caixas para costura ; jugos de vispora damas, do-
min e chadroz ; saceos para viagom ; espingardas
CSpelboS para sala ; um completo sorlimento de per-
l'umjrias; caixas ricamente doradas e forradas de
tartaruga para rapo; o outras muilas fazendas por
prego eommodo.
Vendem-se tinas casis terreas, com
boas eoinnididuiies, edificadas na traves-
ea doJHarisco, por mdico preco: traase
na ra ilircita, sobrado i.j.
Vendem-se, na livraria dr ra do Cres|uo,fn. 11,
livros baratos como soja ni : Diccionarius laliuus
gallicus; Dictionairo lal(n 1'r.iugais, par I. II. Noel ,
por 4,000 rs. ; Traite idem.nlaire de matiores M. par
J. B G. Ilarbier, 1 v. por 6,000 rs.;.\lagnum Lexicn,
pares de pontes de tartaruga demarrara:
ga do Rozarlo, n. 24.
Vcndem-se seis eseravos, sendo: um negro,
de 18 anuos; urna negra, de 20 anuos; um mulato,
minio bonito, de 20 annos, com habilidades; dous
moloques, de 8 a 10 annos; urna cahrinba, de 8 an-
uos: na ra da Scnzalla, n. 132, 110 segundo andar,
de manhita al as 11 horas, e de tardo al as 4. #
.- Vende-Se uzeite doce en-
garrafado, do superior qualidade, chegado recente-
mcnlc do Marselha : em casa de J. Elsler, na ra
da Cadeia-Velha, n. 29.
IVa loj a (I e Jos Ma-
noel Jtlonteiro Bra-
ga, na ra do Crespo, esqui-
na que vira para a ra
das Cruzes ,
vendem-se coi tes de caigas'de casimira de muito
bom gosto ,e a#nais moderna, tanto lisa como
do listras, a 6,500 rs. o corte.
Vondem-se 4 eseravos, sondo : 3 pretas mogas,
do bonitas figuras, com habilidades que se dirlo ao
comprador ; um cscravo do nagao Angola, de 24 an-
uos de boa coaducla, e que lio proprio para qual-
quer servigo : na ra das Cruzes, n. 22, segundo
andar.
Vende-se um prcto de 24 annos proprio pa-
ra todo o servigo ; urna negrinha de 12 annos com
principios de habilidades; duas pardas uma de 20
anuos, com habilidades 0 a outra de 12 anuos,
com principios proprios para se educar ; duas pretas
le 20 a 34 anuos, com ulgunias habilidades : na. ra
do Collcgio, 11. 3 segundo andar, se dir quem
vendo. %
Vende-se um caixito envidragado para amos-
tras por prego eommodo: nas Cinco-Ponas,
n. 134.
Vendem-se os nmito procurados cortes
de sapalos a turca bordados de muito di
5? versos gostos; fil de linho liso e lavrado
*) muito lino; cortos do eassa-chila a 2^rs. ;
j?. ditos de novos padroes o cures finas a 3,200 @
9> rs.; ricos lengos de setim de cores, para se-
nhora* panno de puro linho',. proprio para ?
lenges, com 10 palmosde largura, aa,700 rs.; .
3S dilo com 12 palmos, a 3,200 rs.; damasco #
W> de lita e seda o melhor que tem apparecido;
bramante do puro linho, muilo fino; um com- IB,
9 pelo sorlimento de pannos pelos e de todas
*% as cores e qualidades; meias casimiras, fin-
'> gindo casimira em padrOes e qualidade, mui- %
to em conla : bem como um completo sor- %
% tinicnto de fazendas linas o grossas : ludo 8
S por menos prego que cm outra qualquer par- ^
9 te : na nova loja do Jos Morcira Lopes & Jff
i Companhia, na ra do Queimado nos qua- %
@ tro-cantos, casa aiiiarelln,n. 29 *
Veinlom-se 8 cdeiras e urna canap, com as-
senlodepalhinha, por 28,600 rs.: na ra ircila ,
sobrado u. 29.
Vende-se por precisao um preto do Angola ,
de moia idade sadio esem Vicios proprio para lo-
do o servigo, por prego eommodo : na ra Nova n.
39 segundo andar.
Vende-se um torno de pesos de bronze de 8
ihras at meia (piarla cm muito bom estado
IVa loja nova do
Passeio-publico,
o.. 17,
vendem-se cortes !e vestidos de cassa, do muito lin-
dos padrocs c muito finos.a 2/rs. ocrte; chitasein
cortes de 10 covados muito finas, a 2,000 rs.; ditas
muito finas e fixas a 5,000 rs. a pega, e a 120 n 140
rs. o eovado ; ditas proprias para coberta padroes
c pannos muito bous, a 5,000 rs. a pega c a 140 rs.
o eovado ; casimira prota, azul, c verde-escura di
largura de panno a 2,200 rs. o eovado e outras
muitas fazendas, por prego mais eommodo do que
em outra qualquer parte.
Na na da Senzalla-Nova, n. 3o,
(padaria) vendem-se juncos de superior
qualidade, em porcao e a retalho, e por
menos do (nc em outra qualquer parte
Refrescos.
Xaropede groselhe feito do verdadeiro summo,
viudo de Franga a 1000 rs. a garrafa ; dito de flo-
resdclarangcira.a 1,000 rs. a garrafa; ditofoitodi
verdadeira resina de angico, que he muilo conheci-
do c approvado por as pessoas que padecem do pai-
to, por j ter feilo ptimos beneficios a 1,000rs. a
garrafa ; ditos do maracuja, tamarindos, lin.itocla-
ranja, a 500 rs. a garrafa : no Aterro-da-Boa-Visu,
fabrica de licores, 11 17.
. Vendem-se 191 pegas de cabo do Cairo: na ra
do Trapiche, 11. 8
Vcndcm-se qualro mastros de pinho: na rni
do Trapiche, 11.8.
Vende-se carne devacca salgada, em barris.
na ra do Trapiche, 11.8.
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Vende-se urna pela de24 annos de bonill-j-
gura que lava do sabilo o varrell, e cozinha o or-
dinario de uma casa : na ra da Concordia, R"
sando a pontezinha a dircita, segunda caa terrea.
u:-3-c
Eseravos Fgidos.
prego eommodo : na iravessa do Itozario, deposi-
to do bolacha ho p da botica.
IVa loja nova do
S^asseio-Puhlieo,
n. 1^,
vendem-se cortes de chitas suissas, de cores fixas e
pannos ndase, a 1,200 ris com 10 covados;
lengos de cambraia para mito de senhora a 320
ris; merino preto, muito largo e fino a 1,200,
1,600, 3,000 e 3,200 rs. ; cortes de caigas da afamada
pe le do diabo a 1,400 rs. ; pegas de algoHiio tran-
gaco a 4,000 rs.
Vende-se um armazem na Ponte-Velha da
por 4,000 rs.; e outios mu i tos livros, por barato.] Boa-Visla |K>r prego eommodo : a tratar na ruada
Pre- 'Matriz, na loja do sobrado u. 33.
- Fugio, no dia 13 do correte do boliquim
Recifo, un preto crioulo, de nome Manoel, 22 anuos com uma queimadiira sobro a p,,"
do corpo egrosso ; levou caigas brancas o camw '-
algoditozinho : quem o pegar leva ao aterro-M'1''
Visla n. 66, que ser gratificado.
Fugio de bordo do patacho Pelto umel
por de nome Hoque, de San-Thom estatura
liaio.
rosto redondo esem barba, com feridas nas Pcr";'
vestido com camisa e caiga azul c brrelo mg
Es le cscravo pcrtcncc a Joito Jos l'ereira do ? '
do Itio-de-Janeiro. Quem oapprehender, 'lui'ira .:.
va-lo ruada Ciuz n 66, rasado Candn" Km
nho de llanos, por quem ser recompensado.
Fugio da cidade de (.oianna.em 81 de oub' u_
doanno passado, o prcto Miguel, crioulo, SP
ro, tocador do viola, com ossignaeaseguintcs^
aito, secco, roslo comprido, olbnsg
Ju
"10vO, -.........^......,..., -
sonso, pouca barba; lem uma listla iieuai*
queixo procedida de denles, que anda nicn'J' y
consta quo tem andado cm.Olinda, c.n<|sci.
onde tem sl
que
uma
te 111
casa
andado
na ra
d
mo a qualquer particular qU-.
apprebendcr e truzer a casa de seu senbor, 1
da Matriz n. 7, quo sero benuecompensauos.
a em uma casa na ra da Praia, 011 m.
o visto. Itoga-se s autoridades policiaes, ou
no a qualquer particular que o encontrar, *.,
P1K^.; KA 1YP. DEM. t. Dli KABJA
.i-i8.i7
U


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