Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08488


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Full Text
m
j\nno
1847.
uinta-feira 15
roe"
\ijRIO publca-se lodoj OS das, que nao
,ie ..iiir.li : o |'e9 '' *sl(talura lie ilc
'". ,01 qiixrlel, piC" advtntajns. Os a"h-
'-'". assiensntes >5(> inseridos"? r.isorlc
"',' I)0r lin'ia. ' tfP Hillerenle, ,e a?
in ti. |"
,la metnde. Os que n.'o f'.rem asii(j-
"l'SU'rSo" 80 H porlii.ii!., e ICO em lypo
" .. ,r.A. tiuhliriir'iii.
PIIASES DA LA-HO MEZ DE JOCHO.
.oai.ie ''ora e '"' m'"' <'a ,nan'1"''1-
""" ova '" l2" "'" BOr"s e '5 m*n- *** n"">"a
':"'' !!.,.|e' a J". "'"H" e>1 min- c,a manha
Relela' n,as <* ">' <* t"d-
PAilTtU^DOS COIVREIOS.
Goisnna c Par.il.vb, n segundas esettas fttns.
Rio-OrurirTe-dn. Ngrls quimas Agirs aoniDii.-dia.
Cali, ScrinliScm, lo-Formoso, Podo-Calvo e
ircel. no I.", a 11 e 11 de cada mei.
Gnraol.uns eBoollo, a I0e3l.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 18.
V'clnria, h quintas feiras.
') inda, lodos OS dias.
PREAMAa DE HOJE.
Primeira, j ( horas t 51 minutos da raanl.au.
Segunda, is t Loras e 18 minutos da tarde.
de Julho.
Armo XXIV.
_

OlAS O A SEMANA.
M Segunda, i. Nabor. Aud.d J. dos orphos
doJ. doc. da I V. e do J. M. da : v.
13 Terra. S. AnalclHo. Aul. do I. do civ.
da I, v. e do J. de Paz do 2. dial, de t,
M Quera. S. Boavea'tiira. A"d. do S. do civ
J v a do J. rie paz do 1 dist. de t.
15 Quinla. .S. Catn.llo. At.d do J. de orpli.
e do J. municipal da I. vara.
18 Seita.S. Hilanuo. Aml do I- do civ. d t.v.
e do J. de pas do I. dist de t.
17 Satinado. H Alriso. Aud. do_J do civ.
da I. v. e do J de paz do 1 dist. "de t.
18 Domingo. S..Marinha.
CAMBIOS NO DA 14 DE JtTI.IlO.
(Jaml)io solirelondresa fl'/od p. IJ
i Paria 855 ra por franco.
> .i T.islma 104 de premio.
Desc. oas firmas le s/
OuroOiion l'espanunlas----?9/""n
Moedas de ajino vell. lonn
.) a .le ofino nov iGfo.no
.de 4|O0n..... HtOO
PrnlJ Patacos ....... !#")
Pesos colunmares... If*30
i) OllT mexicanos ... .#708
i> Miu.i.i............ i#aio
Accesdacomp.do llcberibe de 50(100
90 d.
a 1W50O
a IGJIOA
h i|in
Vino
l*ln
a 1*9*0
IJI810
1**20
rs.aopar.
DIARIO DE PERWAMBUCO
1
l. JA


INTERIOR.
IABLAMENTO BHASILE1RO
SESSAO EM I0DEJUNHO DE 1847.
DISC0SSAO DO PARECER DA COMMISSAO DE CON3 -
TITI9O X PODERES SOBRE A ELE1C0 DE
DODS SENADORES POR ESTA PROVINCIA.
CONTINI'ACAO DO IfMERO 153.)
0 Sr. Mees Uranco (minislro do imperio): Creio
ter repellldo os argumentos fundados nessa balhur-
ilis do collegio doPao-il'Alho ;. nlo Ihe chamo so-
niolialburdia. Anoiaexamiiiarei se o presidente o-
brou mal em dizer que Ihe parocia que'o collegio
nur tinlia volado na freguezia era o que dovia ser
((imputado na apurucHo da cmara do Itecife.
O nobre senador noconsente nisso, diz que inais
legitimo he aquclle que votou em casa de l.ouronco
Ciiviilcanti.
O Sr. Carneiro mo: Eu citei a lei.
0 Sr. Mves Branca (ministro do imperio]: alas
cu iiHo .1 cho na le a conclusfto que tirn o nobre se-
nador. 0 cap. i.', Jj5. das iustrucc;Oes, diz: Os
cloitores de freguezias, leudo comsigo os seus diplo-
mas, so a presen la rilo ouloridade inais graduadnde
sen dislricto, que ha deservir de presidente at a no-
meacio que sn ordena no- 7. dcsle capitulo, para
que la<;a inscrever seus nomos e freguezias a que
perlencem no livro que ha de servir para as actas da
prxima eleiclo, marque-lhes o dia legal da reuniflo,
efaca intimar a enmara a prompliilcaQilodos neces-
sarios preparativos.
l'orconsequencia heaautoridade civil mais gra-
duada do districto, que manda removeros nnmes c
freguezias dos eleilores, que marca o dia da reu-
niflo....
O Sr. Carneiro LtaS: A autoridado civil mais
graduada, que ha de servir do presidente, marca o
da legal da runiilo, o faz intimar i cmara a promp-
liliiiiCiKi dos necessarios prepnrativos.
Or. Mea /tranco (ministro do imperio): Sim:
porm marca elle o lugar? Ahi est a questSo; por
issoonobre senador se est sangrando na vea da
sade.
OSr. Carneiro Mo: Eu hei de mostrar quem
tem neeessidade de lorgiversar. '
.Sr. hes llranco (ministro do imperio):Eu nun-
ca tergiverse!, estou fallando francamente (l o tre-
cho do discurso do Sr. Carneiro l.eflo que se refere
inlelllgencia do artigo das struccOcs sobre esta
questflo Das varias disposicies que acabo do ler,
Jjom eomo dos commenlarios que Ihe fez o nobre se-
nador, nao so pode tirar a concluso que ello tira,
istolie, quo, quando ha um s juizde paz, o local
deve ser marcado por elle, por ser a autoridade que
tem de presidir cleico. O cilado paragrapho das
iiislruceoes de 18a* nffo falla ern lugar, e sim nica-
mente no dia da reunido, c diz que este ser marca-
do pela autoridade civil mais graduada. Ilouvc dc-
! ois duas allcracOcs : 1 .*, que o dia, um dia nico
para a eleie/ies em toda a provincia seria (Ixadq pe-
lo presidente-da mesma ; 2.", que ns collcgios se-
riatn presididos pclojuizde paz das caberas de dis-
Ifictos ; c quando em urna destas houvesso mais de
unrjulzde paz, por aquelrea cujo .districto perlen-
cesse o lugar da reuniflo. O que vejo he que a fixa-
cio do dia pertence aos presidentes de provincias ;
o a presidencia dos collegios, n'um caso, ao juiz do
paz das canecas dos districtos, e n'outrO aquello juiz
de paz a cujo districto pertencer o lugar da rcuniHo;
mas quem marca esle lugar ? A lei nilo o diz positi-
vamente, c nfio he liquido que seja o juiz de paz.
Mas, suppoiihamos que seja elle quem marque o
lugW da reunifio ; depois de marcado, deve este lu-
gar ser publico, enesses papis consta que nlo se
marcou o paco do senado, porque era pequeo ; foi
marcada o matriz, e para la foi o juiz de paz que o
nobre seuador entende que he quem marca o lugar ;
para la foram os eleilores ; logo, era publico c noto-
rio que a matriz era o lugar marcado para a rcuniilii.
E, pergunto eu, mesmo no caso de ter o juiz do paz
direito demarcar o lugar, poda no dia da eleiciio
\airar de.lugar, ir para outro, sen editaos previos,
sem declaracflo nenhuma ? Nao podia ; se o fez, ha
ilc me permittir o nobre senador, que cuappliquea
tal reuniflo o titulo de clandestina.
O Sr, Carneiro l-ciin : Nao v que nflo foi presi-
dida pela polica.' Olhe o ollicio do delegado.
OSr. Mves llranco (ministro do imperio] : Fez
muito bem em linhiar-me isso, que molifo lenibra-
va. liisse o nobre senador, que o delegado offlciou ao
'lino da rasa para saber que reuniflo era aquella, e
daqui lira a consequencia de que tal reuniflo era pu-
blica. Eu digo que a publicidade esl marcada na
lc, nclla se declara oque be publicidade cmelei-
cOes. Nao bastava que o boato chegasso ao delegado,
lal reuninodecoHegio alli-nflo existi, nem so pro-
j octava.
O Sr. Carneiro Ledo: Melhor para o caso.
OSr. Aires llranco (ministro do imperio): Lo-
go, ii i" era publico o lugar da tal reuniflo.
O Sr. Carneim LeSo : Melhor.
O Sr. Alces llranco (minislro do imperio) : I.ogo,
a reuniflo era clandestina."
O .Sr. Carneiro Ledo :-- Melhor, parase annullar
csse collegio, porque foram ensotados 99eleilores.
O Sr. Alces llranco (ministro do imperio : O pre-
sidente nflo podia, pois, dar o carcter de legalidado
a semolhante collegio, e he o que eu quera concluir,
porque a mnba tliese foi esta : pode justificar-se
a ordem que o presidente deu cmara municipal.
Entretanto, cu j declarei aqu que, eomo estou cor-
to que era impossivel quo as dtins fraccoes reunidas
fizessem urna elecflo, desculpare tambein os que sa-
liiram, que foram para casa particular.
O Sr. Carneiro U"o : Nao ; se sflo nullos, mo se
podem contar os sous votos.
O Sr. Alces llranco (ministro do imperio): A ini-
possbldade da votagflo promiscua podo Justificar
esse procedmento, pode dar lugar aalguma des-
culpa......
O Sr. Carneiro Leo : -Se cram nullos, nflo podiam
votar.
O Sr. A/eei llranco (ministro do imperio; : Ora,
oulros mais nullos teem havido.'......
Mas, dsseo nobre senador, os eleilores da fregue-
zia tantoduvidavamqueo lugar da elecflo era a ma-
triz, que foram casa da cmara o acharam-a fecha-
da. Poissto prova algtima cousa ? Pde-sc duvidar
do quo a matriz era o lugar designado, quando o juiz
de paz; que, segundo o nobre senador, he quem mar-
ca o lugar, os 99 e os 30 eleilores concorreram ma-
triz ? De certo os trnta dizem que foram casa
da cmara chamar o juiz de paz, e prova slo que
queriam votar o mais publicamente possivel. Como
o paco do concelho era o lugar destinado se nflo fos-
se o grande numero de eleilores, desde que csso nu-
mero desappareceu, foram para a cmara ; mas isso
nflo prova que a matriz nflo ti.ha sido o lugar mar-
cado para a eloicflo. Foram os da matriz quo chama-
rain o juiz do paz ; quando viram que elle nSo com-
pareca, porque estava com os seus em casa de l.ou-
rcnijo Cavalcanti, chamaram o supplente, c nflo que-
rendo este apparecer. ...
O Sr. Carneiro Leo : La nflo se disso isso.
OSr. A/ivs llranco (ministro do imperio): He lap-
so meu ; quero dizer:-nflo apparecendo-. Nflo
supponha ma inlcncio as minlias palmas ; eu nflo
conheco nem sei quem he csse supplente, nflo posso
Bfflrmar se elle dcixou de apparecer, porque q*J! ou
porque estava impedido.
O Sr. larneiro Ledo : Entflo deve estimar a rec-
tifica^flo.
OSr. Mves llranco (minislro do imperio: :Ora,
oque haviam de fazer estes eleilores' llaviam de ir
para as suas casas e nflo votar ? llaviam de ir para ;
casa do tenente-coronel Cavalcanti ? Os nobres se-
nadores, que defendem tanto a reuniflo do Pontal,
queriam que estes eleitores nflo volassem .'
O Sr. fisconde de Olinda : Eu defend cssa reu-
niflo i'
O Sr. Alus llranco (ministro do impeno): V. Ex.
nflo foi o nico querallou nesle negocio) eu respon-
do ao quetcnhooiivido ; ainda ha poucosejustilicou
a reuniflo do Pontal; portanto, como nflo justificar
estes pobres eleitores que queriam ficar na fregue-
zia, que queriam votar? Chamaram o juiz de paz,
nflo ve6; chamaram o suppleutc, nflnveio; Imal-
mentc, chamaram o juiz de paz da freguezia mais vi-
zinha, que por analoga das nossas leis pode muito
servir para este caso. Portanto, prcscmdindo de to-
do esse ruido dffarmas, de vozes de fogo, que os no-
bres senadores teem mencionado para justificar a
reuniflo na casa do tenente-coronel Cavalcanti, digo
que a reuniflo de freguezia deva ser contemplada, e
por sso o presidente na ordem que mandou nflo fez
mais do que faria todo o homem que se quizesse cin-'
gir a lei.
Fallou-sc tambememsuborno; mas eu nflo vejo
que clleappareca em partoalguma. Esso papel que
foi lido heclleito das agitacoes que cnusam as elei-
ces; essas promessas sflo aspromessas dos partidos
entre si. .,
O Sr. Carneiro Ledo : O cdigo prohibe tacs pro-
messas.
O Sr. Alces llranco (minislro do imperio): BU
vou apresenlar um caso julgado relativo a elecflo do
Sr. conde de l.ages : ahi se declarou que as denun-
cias de sobornos sflo apresentadas as mesas.
Ulm.eKxm.Sr. Nflo podendo a carta impe-
rial da nomeaeflo do conde de l.ages para seuador pe-
la provincia do Cear produzir valido effeito, por nao
ter existido a baso para sua expe.licflo, como bem o
reconheceu V. Ex. em olicio de H de julho desto au-
no, ordena-mo o senado que cu reenvi a V. Ex. ,
nflo s a mencionada carta, mas lambem as actas dos
collegios eleitoraes o da apuraeflo geral da eleicflo
rador houvc por bem nomear ao conde de Lages se-
nador do imperio, por carta imperial do 21 de fove-
reiro do corronte anno ; e inclusas remeti a V. Ex.
as actas da sua eleicflo. E ordena o mesmo Augusto
Senhor, queeu communique igualmente a V. Ex.,
para o levar ao conhecimento da referida cmara,
que nflo mandou tomar conhecimento do soborno
denunciado na pelieflo do deputado Joaquim Jos
Barbosa, como a mesma cmara rocoinmondou em
ollicio do l.du selembro dclSH; porque, chando-
so cstabelecida no cap. 2., 1." das instrucefies de
26 de marco de 182* a forma deconheccr e julgar os
subornos que poderein occorror as eleigdcs dos
membros do corpo legislativo, paroco querer a lei
que nflo possa ter lugar oulro algurn procedimonto
subsoquente. Alm desta rasflo, que he legal, o por
si s sullieiente, leve o mesmo Augusto Senlior em
consideraeflo quo, se tr urna vez adinittido o prin-
cipio deietler omqueatilo a validado das eleices
por denuncias da soborno dadas, depois de ultima-
das, as cunaras legislativas, por moras petices nuas
de toda a prova, nada vira a ser tflo fcil aos inimigos
da constituieflo eomo impedir inslnllac.'inda cma-
ra dos depulados na primeira sessflo de cada legisla-
tura, e as nomeaces de sonadores, pela rpetieflo de
denuncias seinelhanles em todas as eleices.
Dos guarde n V. Ex. Paco, em 28 de marco de
1829 Jos Clemente Pcrcira. Sr. Luiz Joaquim
Duque Estrada Furtado de Mondonga.
O Sr. Cirneme l'ereira. Agora faca a appli-
GOCgO,
OSr. Carneiro Ledo : Mas veja bem que ahi so
diz una simples peticao sem prova alguma .
Kolho quo isso he anterior ao cdigo, noqual se
marca o criine de sublimo.
O Sr. Alces llranco ministro do imperio;: liis a
declaragflo feita por una pessoa Ilustrada, quo nfio
s mostra que nflo hedeverda lei mandar o governo
tomar conhecimento do suborno a vista de denuncia
apresentada as mN>as eleitoraes, como de mais a
mais acha isto inconveniente, e impossivel a reuniflo
das cmaras so ellas podeiem aceitar denuncia de
suboru. Cu acho alguma forea ueste argumento.
Mas, pergunto, nessa circular lia alguma prova de
ulinmo r
OSr. Carneiro Ledo : Nflo he verdadeira i
OSr. Alces llranco (ministro do imperio;: Eu
nflo sei ; flo sou aqui teslemunha : chame-mc a
juizo. Eslou persuadido de que, se os representantes
da nacflo fossem cleilos em circuios eleitoraes, e os
candidatos ahi apparecessem para defender sua cau-
sa, o se eomproinettessem pn tilica mente nos princi-
pios que haviam de seguir e sobre os melboramentos
que haviam de fazer aopaiZj se ellos fossem liis
sempre a esse enmpromisso, soso ligassem constan-
temente aos tnesmos principios, iramos sem dtivldl
muito melhor. Mas nflo sflo essas piomessas que se
razein os parlidos enlre si, que, embora 0 nobre se-
nador os entend contrarios a lei, eu nflo acho preju-
iiioiacs ao p9iz. Reprovo um ou outro meio, mas n.'io
reprovo tacs promessas em geral. Se ellas fossem para
uin.i cousa ma.....
O Sr. larneiro Ledo : Eram para nina boa obra I...
OSr. Ices /raneo(minislrodo imperio): Qual?
O Sr. <:arneiro Ledo : A eleicflo dos dous sena-
dores rocommendada pelo goveruo.
OSr. Alces llranco (ministro do imperio} : Que
cousa reprovada prometieran! ellea? Ser liis .a seus
amigos? ,
O Sr. Carneiro Ledo : V. Ex. ha de saber isso
melhor. _
O Sr. Ices llranco (minislro do imperio;: Nflo,
senlior, nao sel; ha muito pouco lempo que me oc-
cupo com este negocio; nflo recebo nem Icio as o-
Ihas de l'ernambuco, nem quero saber disso.
Sr. presidente, cslyu muito cansado, nflo me be
possivel conlL.uar. '
(Lonttnuar-sc-lta.)
meado, nrommendador Manool do Souza Tixeira,
apresonlou a carta imperial de sua nomeaeflo, que
foi lida publicamente, prestou o juramento do estylo
e retirou-se.
Em coiifiniiacflo foi lido mais um ollicio do verea-
dor Carneiro Mouteiro, participando quo nflo podia
comparecer sessflo. luteirada.
Outro do vreador Aquino, fazendo igual participa-
c3o. Inteirada.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, fazendo ver o mo es-
lado em que se acha a estrada da Capunga, o pedin-
doprovidencias para osen mellioramento. Intoi-
raea.
Outro do mesmo fiscal, communicando ter sido a
importancia das multas do mez do junho ultimo do
62?'000 ris, e pedindo o pagamento, para o cirurgiflo
Joflo Domingucs da Silva, do duas corridas de sade
Paitas era dito mez. Inteirada, o mandou-se passar
mandado.
Outro do fiscal da freguezia do Poco, participando
sera importancia das multas do mez lindo de tiulOOO
do morlo desde

is, o apresentando os mappasdo gadi
2 at 25 do referido mez. Inteirada.
nem isso era precis ; o delegado devia saber qoejpars o referido lugar de senador por aquella provin-
indo cssa gente para a lal casa, era para fazer alguma cia, alioi. de que o govorno proceda I esse fCSpeilO
cousa, c por isso ofllcioii Mas o que responde o dono
da rasa ?Nota-se lal que publicidade havia em seme-
Ihante reuniflo, que o dono da casa atreve-se a llga-
la. Disso elle que all estavam apenas nlguns hospe-
eus que faziam o mesmo que lizcram quando
chocara m.
O Sr Carneiro Ledo : Esl nimio conforme com
o que diz a acta. Fila dizque na primeira fgida o
juizdeiiaz foi paraoseu engenho, e so depois que"
elle veio be que se chamramos oulros .para fazer a
eleiijflo.
)Sf. Alves llranco (ministro do imperio) : O ca-
>- ne que a carta de l.ourenco Cavalcanti mostra que
como be de sua competencia, mandando igualmente
pi-oceder nos exames eaveriguaces que o caso oxi-
ge, avista da dertuiica inclusa dada sobre a mesma
eleicflo pelo deputado Joaquim Jos Barbosa. O que
V Ex. far presente a S. M. o Imperador. Dos
guarde a V. Ex. Paco do senado, em t de setembro
de 1828.
u Olicio do ministro do imperio acompanhanrlo asadas
em consequencia das qnaei se patsou nova caria vnpe-
riol nomeando senador o cpnde de Lages.
Htm. e Exm. Sr. Participo a V. Ex. para ser
presente cmara dos Srs. senadores, queS. o impe-
j^a.ii.f;
t -iT-iygir'L-'i'fff'1".

PERNASVIS ICO.
Cmara municipal do llecife.
OjUARTA SESSAO ORDINARIA DE 7 DF. JUDIO
DE 18*7.
rnnsmENCU do sr. br. Kf.nv u* fonseca.
Presentes os Srs. Cintra, Reg Barros, Egidio Fer-
reira c Barata, abrio-sc a sessflo o foi lida oappro-
vada a acta da antecedente. .
O secretario fez a leitura dos scguintesolhcios :
Um do Exm. presidente da provincia, remetiendo
por copia o aviso expedido pola secretaria de estao
dos negocios do imperio em data de 17 de junho ul-
timo, communicando a demissflo, dada ao l)r. Pedro
francisco de Paula Cavalcanti d'Albuquerquc, do
cargo de vice-presidento "desta provincia, o as no-
meaces do commendador Manool de Souza "leixeu a,
para servir dito cargo om 1. lugar ; de Izidro Han-
cisco de Paula Mosquita, em 2. ; e do Domingos Ma-
laquias le Aguiar Pires Fcrroira, cm 3. : acompa-
ando este ollicio a portara dirigida a esta cmara
pola mesma secretara de estado sobre o mesmo as-
sumpio. Inteirada, e aecusou-se o recebimento.
Otro do mesmo presidente, communicando a c-
mara, afin de que so fizesse publico aos seus munici-.
pes a infausta noticia da morte doSercnissimo Prin-
cip Imperial. Que se mandasse publicar dito olli-
cio conjunclamenlc com n quo se oz em resposta.
Outro, remetiendo por copia ns avisos imperaes
expedidos em data de 7 e 8 do junho ultimo, relati-
vaiiienlo a execuefloda lei deeleicOes. Inteirada, e
fizeram-se as convenientes partieipacoes.
A esse tempo compareceu o Sr. vice-presidente n%-
reis,
12 ak .
Outro do engenheiro cordeador, apresentando o
organiento do accrescimo do cano deesgoto do ma-
tadouro das Cinffo-Pontas. Que fosso romeltido a
commissSbde ediOcaofio.
.Foi lido eapprovado un parecer da mesma com-
missao, relativamente as nrctences de Marcelino
Jos Copes o l.uiz Carlos da Costa ('.ampollo, man-
dando-so no sentido dello olliciar ao cordeador,
quanloa prclencflo do l.u, eaogoverno da provin-
cia, quinto a do 2."
Mandou-se a referida commissflo um requenmen-
lo de Egidio Norberto Alvos Ferreira.com informe do
gpygrno da provincia.
Despacharain-se as petices ile Antonio Dias Son-
to, Jos Antonio Pe eir Rodrigues, Joflo Evangelista
da Costa e Silva, JofloGoncalvea de Olivoira, Joflo Al-
bino da Silva e Souza, Francisca Thomazia da Concei-
eflo, Fortunato l'ereira da Fonseca Bastos, Jos Mara
do Aiiior'im, de diversos moradores da ra confronte
ao arco de Santo-Antonio, juiz o msanos da irman-
dade de San-Jos, viuva Ramos, CuillicrmC Purcell,
Tbeodoro Jos da Silva Lcenla Cu, Joao Jos Fer-
reira de Aguiar, secretario a subscrovi. Dr.Ne-
ry da Fonseca, pro-presidente. Cintra ilanoel,
lleqo llanos. Eyidio l'crreira. llarala.
I'AKF.CKR A (MI SE REFERE A ACTA CIMA.
A commissflo encarregada de examinar os re-
i|iiorimontos do Mareellino Jos Lopes o Luiz Cirios
da Costa Campillo, em que o i." pode por afora men-
t um terreno de marinlia sito no lugar dos Cofilhos,
e o 1" uui outro terreno na ra Imperial do Atterro
dos Alosados, depois de altentamento ter examina-
do os dilos requerimonlos, e os documentos a elles
juntos, c |.elas nformacOesa que procodeu, entende,
quaulo ao 1.', que, nflo oslando "ainda concluida a
planta desse lugar, e tracadas as ras que por elle
devem de'passar, nflo pode a commissflo com exac-
tidflo formar o seu juizo ; por isso requer a esta ca-
| mar quo mande quo a tal rospoito informe primei-
rainento o engenheiro cordeador, em vista do que
allega o pretndeme, guauto ao 2.", a commissflo
soube pelas averigiucdes feilas, que o terreno nflo
he de mislor para o uso municipal c que pertence
aos proprios Kacionios.
Sala das sessOes, de julho do 18*7. Os volea-
dores, Karata, llanos.
TRIBUNAL JURY.
NONA SESSAO E.M 13 Dt) JUDIO DE 18*7.
Presidencia do Sr. l)r. Gervasio Goncalve da Silva.
Ao moio-dia, feila a chamada, verifica-se cstarem
presentes :tfl Sis. jurados.
O Sr. Jui- 'residente declara aberta asossfio.
Sflo apregoados os reos e tcstemunhas.
OSr, Jui: Presidente diz que se vai proceder ao
sorleio do concelbo que Icm de julgar oreo Luiz,
escravo do Dr. Antonio Jos Alves Ferreira, acensa-
do de erime de ferimentos graves.
Sorteado o concelho tom as formalidades da lei,
presta o'jra'roenlo do estylo.
O Sr. Jui- Presidente faz ao reo o seguinte
INTERROGATORIO.
Juiz. Como se chama I'
Rio : Chamo-meLuiz.
Jui: En) que lugar foi preso.'
leo : Fui preso na ra das Laraiigeiras.
- Jui: A que horas foj preso ?- ^
lio : A' lioite.
Juiz Que fazia iicsse lugar o a essa hora ?
Reo : Cu vinba passando.
Jui:: F.nlflo, porque o prendern)?
Rio : Eu nflo sei porque me prende rain.
Juiz: Na oecasiflo om quo foi preso nflo seti-
nha dado urna tacada om alguem, nessa ra i'
Rio : Eu nflo sei di/.cr.
Juiz E nem ouvio dizer a rasflo por que foi
preso.'
Ico : Nflo, senlior.
Juiz : Nem ouvio dizer quo na ra das Lanan-
heiras sedera urna lacada cm Manoel Lopes Pereira
Cuimarfles ?
Rio : Nflo, senlior.
Juiz : Na oecasiflo em que foi preso nao havia
na na das Larangeiras umita gente junta ?
Ido Vi muita gente junta, sim, senhor; eu ia
passando.
.
MUTILADO


Jm>
f i


m






Juit -. Nao sabe o que essa gente faz i a all ?
Reo : N3o, senhor.
Juit: Nesga noite em quo foi preso nfio leve
una desavenca com eslc Uuimarfics por-causa ilc ou-
tra pessoa ?
Reo Nao, senhor.
Juit Conhorta esse Guimarfies?
Ilo : Nfio, senhor.
Hado o interrogatorio por findo, passa-se leitura
das pecas do processo, e depois as allegaQOes pro e
contra o reo.
OSr.Juiz Presidente, lindas cssas allegacOcs, faz O
relalorio da causa, e entrega no presidente do corice:
Iho os segundes
QUKSITOS.
1.* Opreto l.uiz, escravodo Dr. Antonio JosAlves
Ferrara, praticou o facto de ter feridrf ao pardo Ma-
noel topes l'ereira Guimarffes?
2. O mal corpreo resultante do ferimento produ-
zio gravo incommodo desalo?
3. O mal corpreo resultante do ferimento produ-
zio inhahililacio de servico por mais le um me/. ?
4." Existe contra o reo a circunstancia aggravarile
da noite ?
5." Existe contra oreo a rireumstancia ag'gravante
do superioridade om armas ?
6." Existen) circumstancias attenuantes a favor do
reo?
Tendo-scoconcelho recolhido a sala das confe-
rencias, reapparooe pouco depois na dos dolales,
respondondo :
Ao 1." queiito. -Sim por H votos.
Sim por unanimidade.
Sim por 8 votos.
Sim por unanimidade.
.Sim por 10 votos.
A'o por unanimidade.
OSr, Juiz Presidente, conforni:iinlo-sc com a deci-
silo do jury, lavra e profere a seguinle
Sf.NTF.JiCA.
Avista da decisfiodo jury, condemno o preto l.uiz,
escrvn do Dr; Antonio Jos Alvos l'enoira, a soIlVor
OOacoutea como ineurso no artigo 905 do cdigo
criminal, grao mximo; sondo sen senhor obligado
a traze-lo com o ferro ao pescoen porespaco deum
auno, li pague o mesino Dr. Alvos Ferrcira as cusas
cm quo o condemno.
Sondo quasi 4 horas da tarde, levfhta-se a scssio.
i 'ir*mMi~rTrriTi'
Ao >.'
Ao s.*
Ao 4." >
Ai. 5. >l
Ao 6." I
VAlUliDADS:.
EDUCAgAO.
Oifaincnto do familias :
Economa presente, riqueza futura,
mia no seu gasto quotidiano privaefles duras, pode, prende em um gabinete de leitura: as aceas escan-
diminui-las lomando metade de cada um dos dousjdalosas que por desgraca diariamente presenciamos
arbitrios, isto he trabalhando sote minutos e meiC|em todos os povos, fallam mais alto no coracao aa
'iiais, e eoonomisando3 rise meio na despeza dia-'; mocidade quo a mais romntica noyella.
Su miizeramos conservar escrupulosamente a pu-
1 .____. -~ __-..:.,... aca nn>l>Kn (III
Se todos os meninos de um povo lossem doceis
sseiados,obedientesaosseus superiores,juslos com
oseos collegase com toda a classe depessoas; se^
se procurasse fazer-lhes aprender a lor, escrover c
contar, para adquirir com a leitura do bous livros
mximas do sfia moral, sustentar tima correspon-
dencia ou formar una escripluraco que acredilasse
aboaordem em seus respectivos negocios, e antes
do se dedicaretn aumofllcio, arle oasciencia, pos-
suissem estes conhecimenlos uteisa iodos, necessa-
rios nos mais, os pais o as mfiis com, meaos cuidados
c se ni desgostos viveriam folizos, as fabricas encon-
trariam nelles melhores operarios, os propietarios
mais laboriosos rendeiros, o a populacho inteira
niainr seguranza; porque os bousCosturaos sSo maior
garanta que a vigilancia d guarda de soguranca e
de outros eropregados de polica : oque sem duvida
faria diminuir considoravelmente o ornamento, e
illiviar os iinposlos.
Mas allega-se queem um paiz pobre be isto dilli-
cultosn, pois que se necossilam grandes fundos para
cstabelecer as competentes escolas. Se esta lie a
niaior dMflculdade. que se aprsenla, maior veui a ser
nimia o nosso desejo emveiic-la; mas parece-nos
que. a exageran) muito. Tem-so feito um calculo
mu approximado da despeza que podo fu/.er una
escola para a instrucefio de um numero de meninos
na rasfio dos districlos; e v-se que cada menino
nfio faria mais despeza que 2#400 reis ao auno. Oa,
lie bem verdado que um pobre jornaleiro, que nao
tein ganhos cortos, umitas vezes nSo pode pagar 200
ris por mez; mas, quando ha verdadeira vonta
de o.inseguir urna eousa, vencem-se obstculos que
s avnltain para os genios pouco emprehendedores.
Queremos por isto dizerque para os pas que leem
em vista o niellmr estado futuro de seus (linos nl<
lie isto dospeza cuitosa, mesinu sendo pobres, e que
os menos econmicos devem fazer o sacrificio de
applicarem paite dos seus inleresscs a bem da edu-
ca cfio dos Albor. Dous sao os meios porque isto se
pode conseguir: um dellcs consiste em trabalhar
mais cada dia, e o outro e'conomisando alguma eou-
sa na despeza diaria da familia: no priiueiro caso
be uecessario empregar o lempo que se emprega no
somno, na COnversaefioe no ocio; o no segundo re-
querem-so privarnos de outro genero: em um e ou-
tro caso a economa he sempre a base principal
Nio faltar quom se queixe deque llie falla o d-
nheiro para as suas mais indispensaveis despezas
e o lempo para descansar de suas adigas; masa
economia que se prope he bem insignilicanle,
como poderemps mostrar ao niesino que a deplora
linrindividuoque traballia doze horas cada dia po-
de fazer um bom jornal, elicani-lhe oulras tantas
para dormir c descansar. Se gaulia H0 reis por dia,
que na \erdade nfio he grande jornal, vem a ter um
vinlcm por hora, mas trabalhando mais ama hora
por da pode mui bom satisfazer a despeza nio so
de 6 res e meio, que he aquella que faria com a edu-
cagno de um (Iho, como a de mais alguns.
Alguns pais julgam este sacrilicio penoso, pois
que tein amor ao descanso, sobre ludo quando o Ira-
balbo he corporal e penoso : mas, so sacrilicar 15
minutos cm 12 horas de assiduo traba Iho nao I)
agradavcl, nio ser tambem digno de oslimacfio te
um iriii,, bom educado? Neste caso, a economa que
se propoe sobre o lempo deve basear-sc sobre a des-
peza ordinaria de familia.
imlr?' d.e ra.milia* que s But6 240 ris diarios
S 'nd0 .nesla .des,,e:a >lu8"cl da casa,
J ment, roupa. &c, so sera umdesgracadojorna-
tiro : se esle tem um (Iho para mandar a escola.
para pagaras despezas de educido baslam-lhe.co-
"a ,3e"U)S'6relse mci0 prximamente, um boc-
dia mulr09 1e ,lcscal,s. prulongacao deum
tra i sl- u, ',0 ro.T I"6 exie reforma, ou ou-
"a insignilicante medida de economia, satisfaz a es-
ll 'l*'S|it'/.1.
Finalmente, se todo aquello que pensar ser 15 mi-
nutos mais de trabalho diario, ou 6 ris de econo-
Temos fallado das despezas que traz comsigo a
edueneflodos (ilhos : oceupemo-ns agora dos bene-
ficios que produz a escola, sem fazer por ora cargo
dos da instnicg.
O menino que se manda escola faz a despeza que
j dissemos; mas quanta nSo faz aquello que fica
omeasa ou Fm primeiro lugar deve ser vigiado por outra pes-
soa que poderia ter mclhoroccupa<;lo, e posto que
esta vigilancia nito be constante, ninguem negar
que elle nito pode eslar em perfeito abandono por
todo um dfa.
Ora, parece-nos que nesta vigilancia diaria nio se
empregar muito menos de um quarto de hora, an-
da mesmo para os pais mais descuidados.
So o menino est em casa mo permanece nella co-
mo nina cousa inanimada salla, corre, faz bulha,
0 incoiiiinoda os que trabalhan : se fiz maldades
graves causa desgoslo n he preciso castiga-lo, per-
dendo-se lempo cm ludo isto, o (cando os traha-
Ihos parausados. O menino mais submisso sempre
faz perder algiim tempo diario, que lalvez tenha
mais valor do que a despoza que com elle se faz
inandando-o escola.
O primeiro piazer do menino ocioso be destruir o
nlil, e o segundo a goloseima. Se so acha om casa,
luto pido ser conslaiiteineiite vigiado, destreo (|ue
Iho vem a mlo, o as ve/.es so magos contra um mo-
tel j se o socegam com qualqtier mimo como fruta,
pilo, bolos ou oulra cousa du comer, nio causa isto
despeza ?
Seo menino vai brincar para a ra rasga os seus
vestidos, onxovalha-sOj e corre o perigo de dar que-
das, solfrer as maldades dos outros, causando as
primeiras cousas despezas e a segunda cuidado.
A' medida qti i o iiien.no cresce torna-s mais au-
daz, afasta-se mais do lar domestico : a o'ciosidadc
os mos ronselhos, a goloseima Ihe nspiram per-
versos dosejos; se brinca nos campos assalts as bor-
las, busca com risco os ninlios dos passaros, mul-
tas vozes colhe fruidos samo consenlimento de seus
donos, c como as prupriedadcs dos pobres siocom-
muiiniiente as menos guardadas, as faltas que se
notam depois causam distintas em que se perde tem-
po,indispi'(em as familias ealgumas vezes so origein
do pleitos ruinosos. E nio he isto bem atlendive
Nos campos a travessura dos meninos faz com
que militas vozes deixe o lavrador de somear eousas
que ostetitem, o que produz una peda considera-
vol nos [leqiienos cultivadores; novo objeeto para
desejaro melhoramento de educacilo c de coslumes.
A'vista disto y-so que um menino que nio vai
escola d muito mais cuidados a seus pais, o faz
maior despeza ; mas nio se julgue que a dillerenea
desta he pequea, pois que por calculo bstanlo ex-
acto se coiiheeeu que ella he sxtupla da que se faz
com o seu onsiiio: porlanlo.he um negocio em que se
ganba 600 por cento.
I.'in povo que livor 60 meninos de corto que nao
ser grande ; c a dospeza da escola, segundo o cal-
illo cima mencionado, sera de 12,000 ris meiisaes,
despeza na verdade bem pequea comparada com
aquella que podorftb fazer ao publico o rapases
OCioSOS polas sii.is travossuras.
feudo ja tratado dos inconvenientes que proveem
le se nao maiidarem os meninos escola durante o
periodo da sua nieninice, diremos agora alguma
cousa sobre os beneficios quo resultad) daeducacSo,
que na verdade silo bem considerareis.
O mancebo, que uo sabe ler neni escrever, com
illiculdadc encontra emprego. No conimercio pa-
ra nada serve, pois quo ate a mais inferior oceupa-
qSo dosle ramo exige estes conhecimenlos. Quasi
que nio lia industria alguma emque nio sejam In-
dispensaveis algumas noc/ies de calculo. Na carrei-
ra militar, anda que o soldado tenha valore mesmo
a capacidade necessaria para coinniandar um regi-
niento~,islo de pouco Ihe servir; porque, ignorante
dos prinieiros rudimentos de educagSo, non) sequr
pode ser nomeado cabo de esquadra. Finalmente
seheum triste creado deservir, pode eslar seguro
que ainda ueste caso ser enllocado interiormente
ao que sailia loro escrever.
l'assemos agora a demonstrar que nio sabem cal-
cularos que dlzom que nfio leem compensando as
despezas que se fazem com o ensino de um menino.
Um menino, que vai a escola desde os quati o annos
al nos on/e, faz urna despeza de 16,800 ris. A con-
versio dosle capital produzir um juro inmenso,
sem que usura alguma soja capaz de dar nem ajnda
appioxiinalivanionletao grande ulilidade. O mancebo
adoptandoqualquercarreira,arleoo ollicio para que
tenha enclinacSo, c al na classe de criado de servir,
s pela circumstaneia de saber ler c escrever ser o
proferido, e o menor salario que venga ser em um
anuo sois vezes maior da despeza que fez durante a
SUS edueaeao: de modo que at no oslado mais'des-
gracailo do homem, mui pouco tempo Ihe basta para
reembolsar seus pais do que gastaram lenta e ijisen-
siyelmonto na sua edueaeao. Ora, o que.ganhe de-
pois sorfio lucros. Tomamos este exeniplo da classe
que menos vanlagens pido alcancar; mas, se so to-
mar por modelo outra mais elevada, ou se se livor
om canta os que pateotam um tlenlo que nao le-
ria sido conhecido, ou mal enrpregedo-sen) escola
se vera com quanta rapidez se verifica o reenibolco
e as vantagens que o iutoressado aleanea.
A' vista dcstas observages, sera possivel que
exista ainda um pai que nao se decida a sacrificar
diariamente 15 minutos mais de trabalho ou 6 ris
o meio para assegurara seu lilhu una subsistencia
commoila e menos precaria durante 50 anuos'!
Nfio falta quem receioque, setoilossoubessem ler,
escrover c contar, nfio haveria quem se dedicasso ao
trabalho material, e os campos Mearan) se.n cultura.
Estes temores sao falsos, c nfio merecem sequr se-
ren refutados.
Na Suissa he quasi geral possuir estes conheci-
menlos: apenas se encontra em muitns povos ruraos
um homem ou miilher que nfio saiha ler nem escre-
ver; e nfio obstante isso, em ncnlium paiz se acha
maisadiantada a agricultura, ninguem abandona os
afazeres do campo, e esto aprsenla rnelhor aspecto,
porque com esmero concillan) o til como agrada-
vel. Outro temor, ainda mais infundado, he o do que
se poderfio lor li vi os perniciosos e preudioara ino-
r.il '- pureza dos coslumes de nosso (ilhos.
Os livros sfio. os" conselheiros, um m.) conselho he
tilo pernicioso como o mito exemplo; mas, se por me-
do aos maoselfeitos da leitura nfio houver do apren-
der-so a ler, deveriam quetmar-se as bibliolhecas;
assim como nfio scniear as somentes que comemos
passaros. l>rsoiiganein-se, pois, os quo assim pen-
sam: lian sio as peioies rellexOes as que so. acham
impressiis; as anodoclas que so conlum em urna ta-
yierna nfio podem compurar-se com o peior que se
reza e innocencia nos meninos, seria preciso que
fossem cegos e surdos: a vista e o ouvido Ihe davam
sempre, a nosso peznr, exemplos perniciosos. Hasta
um exemplo para demonstrar quOo corto he o.que
dizemos: quando um menino v um cesto de cero-
jas, o desejo do com-las nasce nelle sem necessida-
dede consultarlivro algum: se pode pegar-lhe-o
faz, e geralmente nfio pede permissfio para isso. Pa-
ra o bebedor, os melhores escriptos elogiando o vi-
nho e as bebidas produzom na sua leitura menos, a-
petile que o vrum ramo de louro posto porta de
urna taberna.
As nossas inclinacessfioos peiores conselheiros
que temos, eolias se acham em nos mesmos e nao
nos livros. Largo lempo antes de conhecor-se a w)-
prensa eram j os homens mui perversos.
Por mos que sejam os conselhos que 08 nossos
lilhosrecobam lcndo, serfio peiores sem contradic-
gfioosque secretamente Iho derem os seus compa-
nhsiros, pela rasfio de que os que formaran) o livro
se dirigiram ao publico, e geralmente quando a ra-
sfio o a conscicncia nfio guiam o pensamento, a ver-
gonha eo temor se oppem publicidade. Os que
Fallam em segredo a ninguem temen), o .vertem maos
principios sem modo de seren castigados.
Mas alin dcstas verdadeiras rasos ha ainda ou-
lras: os livros quedamos aloraos nossos ftlhospo-
dem ser escolhidos por nos, ou pelo mestro que me-
recen a nossa coiilianca; mas as amizades entre com-
panheirosde idade e estudo sfio eleitas pelos meni-
nos, que nislo nfio cosluniatn a discorrer com mu
aceito.
Finalmente, o homem quo nfio sabo ler so pode
alternar com outros tfio ignorantes como elle, e pou-
co adiantarfio seus talentos o discursos, em quanto
o quo l esta no caso de poder saber ludo o quo pen-
saramos homens mais sabios.
Nfio tenanlos, pois, quo a nstrucgfio prejqdique
aos nossos lilhos: quanto mais prospere, tanto mais
promplo veremos correr a sua felicidade sem medo
do tiopegar e cahir. Apressemo-nos a estabelocor
escolas por toda a parte, em todos os povos; e quanto
mais depressa se achcm constituidas, tanto mais
breve sera o termo de desfructar os seuS immensos
beneficios,
(Journal de Connaissances tiles)
B.ME.HCI0.
Alf;i i niega.
RENDIlENTO DO DIA 14........... 1:865,775
Descarregam hoje, l.
Itrigue ~ Jesusa -- vinhu e azeito.
Galera Swrrd-Fih mercadorias.
Barca Julia idem.
Brigue l'olidora idem.
Polaca ~ Queen azeite-doce. -
IMPACAO1.
Queen, polaca ingleza, vinda deGibraltar, entrada
no crrente mez, consignada a Olivcira Irmtos t
Coinpauhia, manifeslou o seguinle :
56 pipas, 42 meias dilas, 59 quartolas azeite-doce,
23 fardos cera branca, 450 langas sal, 15 saquinhos
chumbo de iiiuincfio ; aos consignatario.
Consulado.
HENDIMIENTO 1)0 DIA 14.
Geral..........
Diversas provincias.
1:536,194
986
1:537,180
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ADVERTENCIA.
Foi vendido a 12,000 rs. a tonelada, o nfio no qu
tal, o carvflo de podra de que fallamos no Diario
hontem.
.^jovinirilo do lBorlo.
Navios entrados no dia 14.'
iNova-Holianda ; 93 dias, galera ingleza fombaij, de
400 toneladas, capito James Moore,equipagen) 14,
carga cebo decarnniro, la, couros, m a de ira de
tingir ; ao capitfio. -- Vem refrescar e segu para
Londres.
Hio-de-Janeiro; 18 dias, brigue brasileiro Felii-Les-
tino, de 352 toneladas, capitfio Theotonio Jos d
Silva Rosa, equipagem 15, carga farinha do-govar*
do ;a Amorm Irmfios. -- Vem buscar praticoose"
gue para o Rio-Grande-do-Noi to.
A'uei'o sahido no mesmo dia.
Ilha de Fcrnando-de-Noronha ;-briguc-esciina brasi
leiro Ilenriqutia, capitfio Jos Joaquim Alvesda
Silva, carga farinha c mais gneros 'logovernn
Leva a sen bordo 19 presos sentenciados e 12 prj
gas de pret do segundo batalhfio de artilharia.
D(cla!u; O arsenal de guerra compra dezoito livros em
branco pautados, sondo: un de 150 folhas, cines
de lOOfolhas, dezde50 ditas, o dous de 200.di*
oito resmas de papel almaco';_doze cadernos de n%.
pe de Hollanda; dez cadernos de dito inata-liorrJo".
doze folhas de papelfio; doze garrafas do Unta de es.'
crever; quatrocentas peonas; tres duzias de api,.
vinteequatro macos de obreias; cem folhas do lis
de papel; duas.Iibrasdo gomma-laca; seis ditas de bu-
cho do pescada; dous milheiros de pregos do guarui-
efio pequeos; um milheiro de taixas do bombj
grandes; um niilheiro de pregos caneca de pna.
umaduziade verrumasde garnicilo; duas duzias
de ditas ripaes; duas duzias de ditas cnixaos; um
duzia de ditas caibracs; seis grozas chatas; seis ditas
meias caimas; seis goivas creitas, de tresquartasdo
pollegada de largura; sois goivas curvas, da mesan
largura; seis ditas dimitas, de urna quarta de po||e.
gada de largura; seis ditas curvas, da inesmlargurj-
seis formes, de urna quarta de pollegada de largu-
ra; seis ditos de meia dita dita; doze limas triangu-
las, de cinco pollegadas de coinprimonto; doze ditas
ditas, de seis ditas de compriment; seis duzias du
parafusos, de urna pollegada de comprimenlo; duas
caadas do verniz preto para envernisar ferro; dais
libras do esmeril; tres caadas de azeite doce; um
alqueircde sal; seis pedamos do pedra de amolar
dous milhcirosde unhas de boi; urna duzia de limas
chatas, e meias caimas de 9 pollegadas; urna dita de
dilas dita do oito ditas; urna dita de ditas do seto di-
tas, c una dita do ditas de 14 ditas; setenta e cinco
i ii i-i vas de prata lina; meia quarta de gomma; dez ar-
robas de oleo de 11 nh;u;a; duas arrobas de pos prctos
e urna dita de cecanle; sois brochas .le pintar, e seis
ditas menores; meia arrobado cora branca, o meia
dila de cera amarella; urna arroba de brou; urna ar-
roba de farinha de trigo; urna caixa de sedas do sa-
pateiro; oito librasdesabfio,uma arroba de lio fino
do sapateiro: quem laes gneros quizer fornecrr
mandar sua proposta em carta fechada e as amos-
tras a directora do mesmo arsenal, at o dia tt de
corrente mez.
Arsenal do guerra, 13dejulho do 1847.
Joo Ricardo da Silva.
O arsenal de guerra compra 415 varas dbria
liso, e 83 esleirs de perpery : quem ditos gneros
quizer fornecer, mandar sua'proposla em carta fe-
chada e as amostras directora do mesmo arsenal,
at o dia 17 do correte mez.
Arsenal de guerra, 14 de julho de 1847.
Jodo Ricardo da Silva.
O lllm. Sr. inspector manda fazer publico, que
pela thesouraria da fazenda desta provincia se hade
arrematar por Um trionnio, por quem maior procs
oflerecer, a casa o lellieiro contiguo, sitos na ciuV
de de Olinda, quo servirn) de cavallarice doex-
tinelo regiment de artilharia.
As pessoM que se propozerem mesina arroma-1
tacfio eoinparccan a sala das sessOes da mesma
thesouraria no dia 16. I para que constea quem con-
vier se mandou publicar esta pela iin-prensa.
Secretaria da thesouraria da fazenda de f'ernam-1
buco, 9 de julho de 1847. Antonio Luis do mara/|
e iha, ollicial da secretaria.
\rrematafdo a effectuar-se na thesouraria das rendas
provinciaes no dia 11 A illuminacfioa gaz das cidades do Itccife c Olin-
da, na rma do artigo 3.* da lei provincial n. 191, de
30 de marco de 1847.
Cadeiras vagas de primeiras letlras.
A de Caruar, eujo concurso ter lugar logo que,
a contar de 28 dejunho ultimo, se completaro prazo
do 50 dias.
CORREIO DE l'ERNAMBUCO.
F.xistem naadministracfio do correio os olcius
abaixo declarados, quo nfio podem seguir o sen ues-
tinosem que primeiro paguen) o competente porte:
ollicio de particular inleresse de Jaconio Gerardo
Mara Lumaki de Mello ao ministro da fazenda; dito
do Sebastifio Jos Gomes ao ministro da guerra; uilOj
deJosTeiXira Souza ao dito dito; dilo do cabo
Jofio Uaptisla ao dito dito; (.ilo do soldado Joo Ber-
nardo ao dito dito; dilo do dito, Jofio Francisco, ao
dito dito; dilo do capitfio Joo do llego Barrosaoili
dito; dito do lente Manuel Mello AlbuqucrqucM
dilo dito; dito do segundo sargento Mauoel da K-
surreiQfio Oliveira Sobral ao dito dito.
Piiblica^ao Iliteraria-
Sahio luz a terecira livracfio d romanseJ'
Seta Cordas da Lyra, por George Sand, c acha-**
venda, bem como as primeira e segunda livracoe'i"
loja do Sr. Gardozo Ayrcs, livrarfa da praca_da ln(
pendencia, ns. 6e8, o na luja do S. J.E. Charoli
preco do cada livracfio 20 0 rs.
Aviso maiilimo
Sguc para o Itio-de-Janeiro com muita vidade o brigue-escuna l'hara, recebe carga e *
cravos a frete; tem bous coininodos para passag '
ros: dirijam-se a Jofio Francisco da Gruz, ra
Cruz, n. 46.
Le loe.
Noarmazem da travesa da Madre-de-WS;
n. 9, se fara leilfio de una poicflodo queijo, m
to bous para se partireni por conla c.iiscode q
perlencer : hoje, 15 as 10 horas da nianhaa.
pcorrelor Oliveira Iranslerio outra V0*ii*J_
causa da cliuva, o seu leilfio defazendas, l'a,a b,uar
l'oira, 16 do corrente, as niesinas horas, e uo o
indicado.
J1' l-iJi
Avisos diversos^
Pedro Augusto Tavaros, cidadfio brasilei
retira-so para o Rio-de-Janeiro.



5*
Declararse em lempo, que ao bilbete
a r a t.a part ta i-j.' lotera do
fceitro pblico coube 8 sor te de Soo.ooo
e nao a de 5o,ooo, como se l- em al-
Luias ds listas, que, relativas a essa ex
tacco, forlq ltimamente puljlicadas.
j/rr^lADOTHiTRO
Ordem tercera do
Carmo.
Por deliberoslo Ja mesa conjuncta, do 11 rente s2o covindados todos os irmosprofessos da
"mesma ordem,que anda n3o oceuparam lugares eon
para comparecerem no dia 18 do mosmo mez,
, visla da influencia que tem apparecido nosta lo-
. i. -m consequericia do novo plano, o thesoureiro
i ,,'so com dircito para affirmar. que as rodas da
J"1- ;, j., i7. lotera ndam infallivolmente no
aV'in do con ente como est designado, continuan-
il ns bilhctes a ser vendidos nos lugares do cos-
. me nos quaes acharSo tamben os concurrentes
2a o referido plano, que nova mente va i publi-
co baixo doste, para que os apaixonados o te-
nham bem em vista.
pi \N0 para cida urna das metas loteras concedidas a
favor das obras do Iheatro publico da cidade do
Itecife
.......30:000,000
. 6:000,000
. 562,500
--------------6:562,500
3750 Bilhctea8,OOOrois-------
Beneficio eimp. 20 p. c..
Sello du 3750 B. a 150 rs.
Liquido.
Premio ele.
Dito.....
2 Ditos
2 Ditos
3 Ditos...............
i Ditos..............
6 Ditos .'...........
10 Ditos .........
16 Ditos..............
20 Ditos..............
900 Ditos..............
2 Ditos, l.o2. brancos a.
...... 23.437,500
....... 6:000,000
....... 3:000,000
1:000,000 2:000,000
500,000 1:000,000
400,000 1:200,000
200,000 800,000
100,000 600,000
50,000 500,000
30,000 480,000
20,000 400,000
8,000 7:200,000
128,750 257,500
Rg. 23:437,500
967 Premios.......
2783 Billietes brancos.
3750 Total.
N. No acto dopagmento dos premios descon-
| tar-se-ha aos do um cont do ris para cima o se-
cundo imposto de 8 por cento para o tbesouro, na
i forma da lei, e aos dous primeiros nmeros publica-
dos depois do escotada a urna dos premios cabenlo
us dous designados ueste plano por priineiro o se-
gundo brancos. Kecife, 15dejunbode 1847. Atl-
onio dailva Gusmo, thesoureiro. Approvo. ---
Palacio de l'eniambuco, 23 do junbo do 18>7. Pin-
\ lo Chichorro. Conforme. Francisco Xaoier e
i Silva, ollicial-maior interino.
O NAZARENO, DIARIO DA TARDE.
Subscreve-se para esto jornal na loja do encader-
naciloda praca da Independencia, n. 12, travessa
que sabe na ra das Cruzcs a 6,000 rs. por semestre,
' pagOS adiantados: abi tambem se vende a 80 rs. cada
francisco .uariius, previno u irapcita".. yw.~~, |..... ~............_....._...
que. niovjndo ella acc3o de divorcio contra seu na- pciro e ate be bom bolieiro:
-:1 ____ .. ______7_ ... L.*lliA>tiui Lime ;l |>I I. mi I;,. .1.' 11 uli 1 < i (M'\ 11M \ I' 1
mesa |/am i wti|>,u rrn riu n u.a la uo iiiesmu iiioa,
as 9. horas da manhaa no.respectivo consistorio, pa-
ra peranle a mesa regedora darena suas opiniOes so-
bre os nogoeibs quo bes forem propostos,relativos a
referida ordem tercoira o ao covento.
. Antonio Leandro da Silva, secretario.
Manoel Ignacio da Silva Teisoira com padaria
na S. Cruz, junto ao sobrado da esquina da ra Vc-
Iha com a frente para a ra do Sobo, continua-
damente tem a venda alm do encllente pifo bo-
lacha do differenles tamaitos e tudo o que lio pro-
prio (lestes estabeleciments; urna nova forma de
bolachinha deagoae sal ,de 20 e mais em libra,
que ha mezes ideioii, e pola recommendacao quo
tom tido de muitosSrs. que preferem o bom ao bara-
to tem resolvido faze-la somonte da farinha mc-
Iborque houver no mercado e por ora o menor
proco he a 160 rs. a libra e em arroba a 4,800 rs.
prometi que continuar a esmerar-so om lor som-
pre cousa capaz de se apresonlar em mesa para cafe,
cha c para (lenles sempre fresquinlia e fabricada
todos os dias apezar de poder-se conservar mezes
sem dilTcrcnca 'alguma.
Na casa de modas IraiiccZas, no Aterro-da-
Boa-Vista n. 1 primeiro andar, recebeu-se pelo
navio Cesar um lindo sortimento do modas, como
sejam : chapeos e toncados para senhora ; vestidos
de casamento baile o passeio ; manas o longos de
garca de milito ricas COTOS ; chales ; tarlatauas ;
creps ; ricas e boas seilas para chapeo do senhora ;
collarinjios ; camisinhas; cabecoes ; guinpcs e bor-
bados ; bicos de blonde muito largos; u.nescolhi-
mento rico de litas e llores as mais em moda em Pa-
rs; chapeos do palha; luvS; bicos; verdadoiras
rendas ; trancas e franjas ; lencos de mlo de lo las
as qualiiladcs ; ooutros muilos objoctos de toilette
das senhoras. Madama Millocbau liuessard conti-
na sempre a fazer chapeos vestidos toucas, etc.,
por prego commodo e da ultima moda
--Tendo-sc ausentado o Africano Juvenci que
representa25 anuos, do estatura balsa, grosSura
regular, olhos aforaacados sobrancelhas fechadas,
nariz grosso, bocea pequea com o boleo superior
mais curio que o outro pouca barba o dedo m-
nimo da macf direita mais curto o menos estirado
pos pequeos e com os dedos immedalos aos m-
nimos mais curtos e linos desapparecido desde o
dia 28 FejunllO ultimo, do poder de Jos Joaquim
Bezerra Cavalcante ; estooreeommonda a qualquer
pesso quo o encontrar de o apprehender c levara
ra Velha sobrado n, 18 quo se recompensara ge-
nerosamente.
Fugio da cidado de Coianna.cm 21 do outubro
do anuo passado, 0 preto Miguel, crioulo, sapatei-
ro, locador de viola, com os signaos segu nlos : bem
111050, alto, secco, rosto comprdo, olhos grandes,
sonso, pouc barba; tem urna*fstula debaIxo do
qucixo procedida de.denles, que anda morojava.
consta que tom andado em Diinda, o nesla pra-
cxemplar. Os au'nuncios podem ser entregues na ca em una casa na ra da Traa, onde tem si-
mesma casa, nagando-se a laxa correspondente ao do visto. Roga-so as autoridades policiaes, NM-
meatreda olllcina: os que forem entregues ate ao mo a qualquer particular que o encontrar, o jaca
meio-dia, sahiTio no Diario do dia; os viudos depois a
dessa hora saturno, no dia seguidle.
Anua Thereza de Jess, mulhcr do Concalo
Francisco Martina, previno ao respeitayel publico,
pprchonder e trazor a casa de seu senhor, na 1
da Matriz n. 7", que serflo bem recompensados.
Alugam-se dous pelos para todo o servigo, um
los quaes est acostumadoa servir de criado., co-
tambem aluga-se outro
ridp, ninguein compre ou liypolhcquo bens a elle,
sub puna de nullidadc.
Antonio Leite Pita Ortigucira embarca para o
Rio-de-Janeiro o seu escravo, crioulo, de nome Jo-
s, do 50 anuos.
A pessoa que annunciou querer comprar urna
venda em bom lugar, dirija-se a ra do San-Fran-
cisco, n. 46, que ahi achara com quem tratar, ese
(lira onde he o lugar. .
Boje, 15 do .corrento, tem de se arrematar pe-
ante o Sr. juiz de orphlos e ausentes um resto dos
bens do fallecido Antonio Vieira Coelbo, as II ho-
ras da manhffa, logo que o dito Sr. juiz sabir da au-
diencia, no armazem de trastes da ra Nova, n. 45.
He a ultima praca.
OSr. Jolo Xavier da Maia, que mora na Soleda-
de, quera acallar com o negocio que tem na loja
de louca' atrs do Corpo-Santo, n. 68, antos que so
il cumprimentoaos documentos que sabe se acham
promplos.
O Sr. Antonio Ravmundo da Silva, que mora
ou morou emo lugar de Aras, queira quanto antes
mandar pagar a louga quo ha anuos coinprou atrs
do Corpo-Sanlo, n.. 68.
Breve tem'do ser publicada a lista de alguns
devedores, que dcv'em loja de louga airas do Cor-
po-Santo, n. 68, visto terni abusado muito, e acha-
ren, que nflo dovem mais pagar o quo com genero-
sidade se Ibes fiou.
AVISO PARA AS
l'ESSOAS QUE TENCIONAM SEGUIR
VIAGEM.
Na ra do Rangcl, sobrado n. 9, tiram-se passa-
porlespara dentro e lora do imperio, despacliani-se
escravos e correm-so folhas: tudo com minia lne-
vidade e por prego muito o muilo commodo.
~ Na travessa da Bomba, 11. 3, ha urna ntulher
queso offerece para ama de casa de liomem soltei-
10, ou de pouca familia. Na mosma casa lava-see
engomma-se com perfeigao.
Offerece-seum mogo brasileiro, de 16 anuos,
para caixero de qualquer negocio, menos de venda,
o qual d fiador a sua conducta : quem de seu pres-
umo se quizer utilisar, djrija-se a ra Nova, n.
M, segundo andar.
-l'iecisa-e do urna ama que tenha bom e bastan-
te leite ; preferc-sc captiva : na ra Nova n. 39 ,
segundo andar. f
I'rccisa-se de urna ama para casa de pouca la-
milla : na ra do Cabug loja de ourives n. 9.
!|ue he de todo o servigo e principalmente para co-
zinlia, em que he perito: no Atorro-da-Boa-\ista ,
loja dealfaiate, 11! 40.
D. Jacinlha Mara do Abreu, mulhcr de Jos
Gomes Villar, pelo presente faz publico, que seu ma-
rido se ach em estado de allienacSo mental, assig-
nando leltras, e sacando ordeus contra sua casa sem
rasflo alguma sullcento para o fazer, compromet-
iendo assim a sorte futura de seus fllhos ; c protesta
mo pagar lellra ou ordem alguma sacada pelo relc-
rido se\i marido na pi sao, embora antedatada, como
todas o locm Sido, em provello de, especulagoes cri-
minosas de individuos, que, aproveilando-sc da dc-
bitidade do espirito do sen mando, por ameagas 6
terrores teem oblulo delle vonos saques e quan-
tas.
Aluga-se urna grande casa terrea, na
ru.i Augusta com bons comijiodos, para
grande familia, pelo pceo de dez mil ris :
a lidiar con A. da C. S. (., na 111a do
Crespo n. i5. '
Aluga-so oprmoro'andaida casa da ra da Ca-
deiado Itecife, n. 5 : a tratar na loja da mesma
casa. ,
-- D-sc dinheiro a joros com ponhores de 01110 c
prala : tambem se rebalem sidos e ordenados : na
ra do Rangcl, n. 36, primeiro andar.
Precisa-se de uina-mulhor branca, nacional,
ou estrangeira quesaiba bem coser; engommaro.
cozinhar, para dirigir una casa de pouca lamilla:
na ra Nova, loja deferragens 11. 25, so dir qyem
precisa.
Na roa do Sol, n. 13, aluga-se um escravo fiel
para servir a una casa estrangeira o qual sabe Ira-
lar de cavados he hbil para governo de cariinlm,
servir a mesa comprar e he bom para o servigo
de casa : a vista dos pretndanles mnssodira.
-O abaxo assignado faz Miente ao respcitavel
publico o principalmente ao conimercio, que a sua
loia de mludezas na na da Cadeia do liedle, n. 51.
administrada por seu sobrinlio, Antonio Francis-
co do Moraes, al o dia 30 de junbo p p. fez tras-
passo da dita loja com lodos os fundosexislcnles na
mesma fo dito seu sobrinho ; e por isso que des-
da aquella dala fica gyrando em nomo do incsmo
seu sobrinho. Roclfe, 12 de julho de 1.847.
Joo Jos de Carvalho iloraes.
tres casas terreas,
A Inga-seose lao do sobrado da ra
Nova, n. 7, defronte do oito da matriz,
com muitos commodos e boa vista por
preco muito mdico: a tratar na ra do
Cabug loja n. 6.
No da 30 de junbo prximo passado; desappa-
ceu da camboa do Si. Miguel Carneiro urna canoa
n.ierla, que por motivos da cheia all se havia amar-
rado para se mandar retirar nodia seguale, porem,
indo-so procurar nao se acboumais, pnloquo sesup-
pe ler arrebentado a amarragCo. Esta canoa tem
no vilo da segunda caverna da proa um gato do for-
ro atracando una racliadurad oncolamento;tem no
bnoo domeio um pedago da corronte fechado com
cadeado; he um pouco comprida c estrella, c as to-
boas da falca s3o um pouco declinadas para fra.
Quem della tiver noticias e quizer dar parte a seu do-
no, dirija-se a ra dosQuartoisda policia, u. 18, quo
lera urna gratificagilo pelo seu Irabalho.
Precisa-se do urna ama para o pequeo servi-
go interno o externo do urna casa : na ruando II01-
tas 11. 16, primeiro andar.
I'edro Jos Hibeiro Alvares reti-
ra-sc para fra da provincia: quem do
incsmosejulgarcrcdor, queira apresenlar
suas contas, para ser pago, na ra do
Kiigcl, casi n. i5.
-OsSrs. Joaquim Poro ira da Silva e Rernardinu
Jos LeitSo teem cartas na ra da Cadeia do liocifo,
loja 11. 5 viudas do Bio-do-Jaiioiro pelo vapor.
Aluga-se um sitio no lugar dos A logados na
r'aa de S.-Miguel, n. 39: a tratar na Ana da Con-
ceigao ila Boa-Vista ,11. 58.
Na ra da Cruz, no U.icifo. ll. 49 primeiro an-
dar, so dir quem compra 3 odloiaos de carpintei-
ro para fra da provincia, sendo a do obra branca,
o um deribeira ; pagam-se bom, agradando as fi-
guras o pericia.
Joseph Rldguay sua senhora 3 ntlMS e duas
criadas inglezas, retiram-se para a Europa.
-Precisa-sede 1:500,000 rs. a premio .do um o
mel por cont ao m, eom seguranza em casas
torreas, livros e desembaraza Jas : quem quizer dar
auiiuiicie.
Roga-se anula ao Sr. l)r. Loarenco
Bezerra Carneiro da tintilla de ter a bon-
dide re dirigir-se ra Direita, sobrado
n. 9, onde lia qnemllie queira fallar, com
urgencia, a'negocio que Ibe diz respailo.
ATTENCAO'.
Os senhores negociantes que tiverem boas divi-
das fra dosla praca, equlzerom que o abaixn as-
signado as va cobrar, para o que so julga omnente -
mente habilitado pnis nflo paga a ailvogailo, po-
dem dirigir-so ao advngado Jos Narciso Camello,
cujas dividas ja cobrou o aliaixo assignado 0 ah
do'ixarcm seus nonios por escripia para o abaxo as-
signado os procurar. -- Joaquim Fi ancuco Bapusia
de Mello Ora/.
Precisa-se alagar um ninleqiie cozinhoiro que
seja Bol; na ra Direita padaria n. 3*.
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
Imperial n. 7, com mallo bous commodos, piolado
do novo: na ra Nova, n. 42, a fallar co.n Delllno
Goncalvos Pcrcira Lima.
Aqu nao ha usura.
D-se dinheiro a*premio sobro peuhores dcouro,
emmaiores, ou menores quantias : |>a travessa dos
Marlvrios, 1.-'. a t. as 11 horas, odas 2 0111 (liante
'linacrioula torra, com muito bom leito, se 01-
ferece para ama : quem a pretender,,dirlja-se a Cam-
boa-do-Carmo, n 33, para tratar do ajuste.
___o engonbeiro Miterensina na sua casa, ra do
Crespo, 14, primeiro andar, as segundes scu-u-
cias:AaiTOMRict, aaonnraa, kuarnt, chvmic
e riitsic.
- Francisco f'iiito da Costa
Lima, aIf'.iiatc, morador na
rua.larga do Rotario, n. 40, precisa de ofllciaes de
sciiollicio e costureiras: tem para vender pannos
preto, azues e verdes; bous lirios, velludo c cha-
malote; botOes de osso preto e branco; linha de car-
retel, de caneca preta e branca; hollandas para forros
e algumas obras foitas.
Comprou-so por ordem do Sr. Joaquim Ayeli-
110 Tavares, resideuto na cidade de Lisboa, o nie-
le ri. I'i da segunda parto da 17." lotera a favor
das obras do Iheatro publico da cidade do Recite.
- Vende-se urna cabra (bicho) com urna cria : n*
ra Formosa, defronle de urna venda, na tercera
"-"ve'dem-se casaes de pombosbatedows e bom-
tos, pelo diminuto preco de 560 rs : na PM"8-" .
Magdalena, primeira venda, volta.ido para ocam.
nho do Remedio, so dir quem vende.
- Vende-se um pardo ollicial do pedreu o. na ra
dosTauoeiros, 11 t. ..u. .M ,
- Vendom-so tres escravas com habilidades n
ra de liortas, sobrado de um andar, n. t-.
Vende-se, por se u3o ler mais pre
eisSo, urna mobilia em bom estado, com-
posta de guarda-ronpas, commodas, me-
sas, e.ideiras-, sopbs, etc. : na ru da
Cruz, 11. /jo, .
- Vendem-se finos chap os do Chylo : na ra ao
Trapicho, n. 8.
Deposit de vmaf;*c da ra Imperial, n. 7.
na fabrica de licores, de Frederico Cliaves, no Aler-
ro-da-ltoa-VisU, n. 17, ondo se achara sempre
grande porfo e por preQO commodo.
Wilch Bravo & C. acabam do receber directa-
mente de Pars urna porc.lo de frascos da famosa a-
goa hemosttica de Brouhieri, do cujas virtudes o
Jornal do Commercio do dio j tem tratado om dif-
rerentes artigos nial cjrcutrislanciadtmonte. Et
singular medicamento he veidadeiramente especi-
fico o InfallWol no curativo do todas as feridas, se-
iam ellas pelo instrumento cortante, sejam por ar-
mas de ogo, ou provenientes do queimaduras
Quaesquer que sejam os accidentes quo as com-
pliquem, todos ellos desapparecem com summa ta-
Cilidade, saiando a ler i la dentro de poneos das som
suporaco, sem inllaiii icjIo e sem dor. Anida que
baja peda de substancia e ferimentos das mais con-
slderavols arterias, como a cartida ou outra, nao so
i perda de substancia sa recopera, masa hemorrira-
gia arterial esta curada dentro de 31) a 40 minutos,
regenerando-so as lomeas da arteria offendi, por
meio de um irabalho orgnico particular. Nao ne
menoraellicacif do mesnio medicamento as ho-
mo, rhagias internas como sanguo pela bocea, ou
preveniente da boxlga, e sobrotu lo as liemorrha-
gias de ulero, que fa/em a desesperacao dos medi-
cse olormenlo dos (lenles. as mslruccOes or-
ticas, qua se vendeui como remedio, so vera com a
estenslto necessaria a manoira de applich-lo e os
casos em que eonvem. (1 preco do cada Irasco he lo
2,000 rs., o das insliue^es 2,000 rs.-Os protendti -
les dirijam-so a ra da Madre-de-Deos, botica., n. I.
- Vende-se ferro da Suecia ; l'oll.a de HaBdrW,
cobre para forro de navio ; dito para hM
poicos grandes e pequeas : na ra de Apollo ar
mazem u. t>- _. ..,,.,
- Vende-so estopa, propria para saceos na ra
do Trapiche, ll. 8 '
Veudem-se botius com sola gios*a,
ptimos para os das de cliuva, a 5fooo rs.
par : na pracu da ludependcuc.a, ns.
t3, e 15, loja do A.rantes.
rw* FMPlUMF.mX MAC. ^9 nitJU.i^
vondem-se^as com velas de cera do. ll.o-d J
neiro o de Lisboa : na ra da &on/.alla, annazcm
" i Vendem-ae o.oendasdc ferro para eugenho. de I,
mear, para vapor, agoa c beslaa, de **"un**'
.. pl,:f ......nodo ; e igua.mcu,, laixas de ferro coado
' balido, (le todos o. tamanhos: naprata do Lorpo-SaD-
,, |, em caa de Me. Calmont i.ComPanJiia, ou na
iua de Apollo, armasen, n. 6.
m

nhpras.
Alugam-se
- D-se dinheiro a juros sobre peuhores de ouro,
ou prala : no Atcrro-da-Boa-V.sta n. 58. rfo |>exoi0 pc|o prcCO de Cinco
^i!!^.^^ ris cada urna: a fa'll-r ua ra do
Crespo, ii. 15, com
a fallar ua ra
A. da C. S. G.
lauca, pomar e encberlar : no Aterro-da-Boa-Vis-
8 '-- Precisa-se de um caisciro portuguez de 10. a
Uannos.quosaiba ler e esc.ever, pina fra da
pria : qnem se achar nestas crcumstancas di-
rija-se a na da Cruz, o. 52. ,;,_. ,,QC
- Offerece-se urna crioula para ama de leite as
Cinco-Pontas, n. 16. ...n, ,i (
-Nanoitedel3paral4do corren le fulho .des- --- -^
appareceo da estribara do sobrado Jnto colie Uto, n. d^ ^ COJ.neiri| para 0 ser-
le'gio S.-An.onio um cava lo rodado ifltoro e AWg^ ^ j ^ ru& da Madre.Je.
emboas carnes. Pertence a licrnardino freir uo s primeiro andar,
vigueiredo Abreu e Castro. 'UCUB'
compra-so um compendio do Piloto Instruido
na rui da Matriz da lloa-Vista sobrado n. 33, se-
cundo andar, ouannuncie.
Compra-se um preto de 16 a -20 annos, com ofh-
cio ou sem elle de bonita ligura sem vicio ncm
achaques; paga-se bom : na ra das I.arangeiras ,
n. 29, casa das afericoes.
-Compram-so, elToctivamcntc escravos do am-
bos os sexos do 1 a o anuos; sendo do bonitas
Asuras pagam-so bem: tambem se compran) alguna
oliciaesdesapateiro : na ra da Concordia, pas-
eando a ponle/inha a direita segunda casa terrea.
Compra-se, OU aluga-se um-moleque, que saja
reforcado o sadio, emboca llSo tenha habilidades:
na ra da Cruz, no Itecife n. 31.
Compra-se urna pro la de naco, que soja mo-
ca do boa conducta, e saina fazer com pe leie.io
todos os doces massis; quem tivor aniiiiucio.
Compra-se ouro ou prata velba sem leilio,
mesmo em grande porc.lo; quem livor annuncic.
Compra-so urna venda com poucos lundos, que
tenhafreguezia para Ierra o seja em bom lugar:
quem tiver annuncio.
Compra-se umaporcilode caibros e contra-
ta-so o atorro de parle da nova igreja matriz de S.-Jo-
s a tratar com o vigario da mesma.
Compra-so papel para embrulho ( diarios): na
S.-Cruz .padaria do umas porta, o na travessa da
Madre-de-Deos, n. 13. ____
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Gnz.
___Precisa-se de um caixeiro para tomar conla do
urna venda por balanco : na ra estrella do Uozario
defronle da ra das I.arangeiras, a tratar na mosma.
Arrcnda-se animalmente urna grande casa per-
todestapraQa, com quatro viveiros de pcixe todos
com bastante peixe : a tratar na ra da Madro-de-
Venilas.
Vende-se, na loja de miudezas da
ra da Cadeia do lleci'l'e, n. 0, um com-
pleto sortimento de bengalas, que ingem
pereitamenlc carina da ludia, pelo m-
dico preco de 6^0 rs. cada urna.
Loja de Jofio Ghardon ,
llcro-da-lloa-Visla, U.5.
Nesta loja aclia-se um rico sorliniento de I.AMPKOES
PARA GAZ COM seus competeiites vidrns, accendedo-
rei c aliafadores.
Kslcs caiitlieiros o > mttu>tn *
mais modernos qoeeaiateni boje : recommendam-aa ao
publico' iL'iilopelaseguranca c bom gusto de ua boa
confectao, como pela boa qualldade da la, economa e
asscio de seu servido.
Na IIK'Snia loja consumidores eui-
prc aebarlo un deposito de CAZ, de cujo >e alianza a
,|alidade. e em porfi bastante para consumo.
.Attencao.
IVa ra ilo Crespo, loja u. ftt,
de Jos Joaquim da Silva
Maya,
vendem-se chapeos de seda para cabecas de senhora,
os mais ricos.e mais modernos que teem vindoaesta
praQa; assim como se vendem chapeos de seda e de
palbinha para meninas de dous a 12 annos; toucas pa-
ra criancas, de muito lindos gostos. Tudo chegado
de Tranca pelo ultimo navio, e por muilo commodo
preco.
Vende-seno da ludia, proprio para coser sac-
eos na ra do Trapiche, a. 8.

:
r '

I MUTILADO






Vendem-se eaixas dc eh hysson, de 6, 12,el3
libras, em porgoes-, 011 a retalbo ; eaixas de volas
de espermaecto dc5c 6 cm libra : na ra da Alfan-
lega-Velha, n. 36, em casa de Matheus Austin & C.
fiVa loja noca de Raymundo Carlos Leile, ra do
Queimado, n. 11 A,
aclia-se um completo sorlimento de fazendas finas
de todas asqualidades, assim como um excellenle
panno de algodfio, proprio para saceos e roupa de
escravos, a 260 rs. a vara, cujas pegas teem -25 varas;
lindos lencos de seda, proprins para meninos, a 720
rs.; flnissimos chapeos do Chile chegados ltima-
mente, e novos padres de brins trancados de lis-
tras: ludo baratissimo.
IVo Aterro-da-Boa-
Vista, lojan. 2A,
vendem-se chitas muito boas a 4,000, 4,500, 5,000,
66 7,0D(t rs. cada peca do 38covados, c a retalho a
100, Io,160, 180 e 200 rs ; metim preto com al-
Mim mofo a 160 rs o covado porm hclnuito cn-
corpadoe serve para so fazer caigas; brins de listras
de cor do bonitos gustos, a 320 rs. o covado ; al-
paca, por todos os procos, a 800, 1,000, 1,600 e
2,400 rs.; brirrs branro do superior linbo, c multo
bem feito pelo baratissimo prego do 1,000 rs. a vara
dito cor dc palha, a 720 800, 1,000 c 1,200 rs.
vara ; lencos lo seda, tanto para algiheira como
para grvala por serem estes de chadrez ; eoutras
militas fazendas que se venderfio por baratos procos.
Vende-so o engenho da llana, na fregurv.ia de
Nazaielh, distante 15 legoas desta praca e 8 da
cidaile de Coianna de boa estradas ; tem urna
lamosa casa lo purgar, com todos os scus pertcn-
ces; casa de farinha tambem prompta ; :t casas de
vivencia ; una capella, com todos os seus ornamen-
tos: tudo sobre o rio de Sergipc; I onde nunca falln
agoa apezar das grandes seeeas i um assude opti-
iiiamentii construido ; mallas de boas madeiras;
barro jarcia; Icnba mira todo o servigo, c mullo
perto ; Ierras bailas de muilo producgo ; os parti-
dos mu perto do engenho; assegura-se 2 mil pes ,
as carinas j criadas c limpas ; ) 10 bois, 10 bostas ,
2 carros novos, etc. Quem desejar fa/.er um a bol
compra e possuir um bom predio, dirija-se ao ines-
mo engenho a tratar com o sen proprietario. o ca-
pitn los de Barros Cavalcante Uarlnho FalcBo.e
nesla pra^a para maior nformago na loja de l'a-
zeiutas da ra da (,'adeia, n. 41.
Vende-se una porefio boa por prego muito comniodo : na ruada Senzal-
la-.Nova, venda de Jos Percha, se dir quem vende.
r-Vende-se, porsou dono querer largar, urna
canoa grande de conduzir agoa com {muco uso,
bem construida de amarello e sicupira por 250/
rs.; urna dita usada, construida da mesma madef-
ra, por 130,000 rs.; as quacs podem servir para
canoa aberta tirando o con res lora que he de la-
Loas de amarello: lambcm se trocam por ulguma
casa terrea em linda, voltando-se conforme l'or o
valor da casa: n ra da Senzalla-Nova venda de
Jos l'ereira se dir quem faz este negocio.
Lotera do Riode-Janeiro.
Vcodem-se Mdeles c ineios Hitos da
11.* lotera a beneficio do Monle-1'io
que lem de correr no correle mez
ra da Cadeia loja de camino, de 31a-
noel Gomes, n. 38.
Vendem-se duas pardas, perieitas
engomniadeirase costuren as de 18 a ao
anuos, e que teem muito boas figuras;
Uin mulatiiilio de 7 anuos potico mais ou
menos, proprio para andar com meni-
nos em casa : na ra da Cadeia de S.
Antonio, n. a5.
ISOVA PECIIINCIIA .'
VflO a loja de mudczas n. 48, no Afcrro-da-Boa-
Vista queacharfio hcelas grandes e pintadas com
lindas eslampas a 1,000 e 1,500 rs. ; escovas tinas,
para casaca, a 800 ct,000 rs.; cartas de altinetcs,
para vestidos o cortinados a 20 rs. : luvas pelas de
seda com dedos e bordadas a 800 rs. o par ; ditas
som dedos a 400 rs. ; tilas de seda lavradas a 120
ra. a vara ; filas pelas de garca para lulo, a 160
rs. a vara.
Vende-se farinha de Trieste da
marca StSSF, verdadeira e Fresca!, do ul-
timo carregamcnlo cliegado a esta praca s
no armrzein de Jo quii Lopes de A Imei-
da por detrs do tlieatro.
na
IVa loja nova de Ma-
noelJoaiuiniP^s-
coal liamos na na do
Passcio-riibljc.o, 11. 19,
vendem-sc pecas de chila.a 2/ rs.,e a 80 rs. o covado;
pecas de chila de assento coberto a 4,500 rs. o a
120 rs. o covado ; ditas milito finas e de padres mo-
dernos a 180, 200, 220 e 240 rs. ; ditas para rober-
ta a 6,000 rs. a peca e a 160 rs. o covado ; pecas
de algodiloznho a 2,000 rs. e a jarda a 105 rs.;
pecas de madapolao, a 2,400 e 3,900 rs muilo lino,
c mais lino a 300 rs. a jarda ; urna poreflo de ian-
zinba para-caigas, que muilo bem imita a casimira,
a 320 e 1,200 rs. o corte ; lencos de seda a 1,440
e 1,600 rs. ; pegas de cambraia lisa a 2,500 rs., e a
*ara a 400 rs. ; lencos para grvala a 200 rs.; ditos
para senhora a W0. 400 e 480 rs. ; hrim trancado
branco de puro linbo, a 1,000 e 1,300 ra. avara
Uilos de quadros e listras a 1,000 rs. a vara
casimira a 640 rs o covado
pa o prompta para trahalhar a mil rs. a libra : na
ra Nova armazem de trastes defronle da ra de
S.-Amaro.
- Vondem-se7 escravos sendo : 2 pardos, de
bonitas figuras, sendo ura dellcs proprio para pa-
gem ; urna preta que cozinha, engomma e cose;
urna dita boa lavadeira de varrelra ; urna dita de
elegante figura com habilidades; um moteque ofli-
eial do pedreiro; urna prcta de 18 a 20 annos que
heengommadeirae costureira para fra da pro-
vi ncia : no pateo da matriz de S.-Antonio sobrado
n. 4.
Vende-se urna preta do 25 annos pouco mals
ou menos ,quo cozinha bom o diario dejuma casa
lava de sahao o varrclla entende do arranjo de
urna casa nffo tem vicios n?m achaques, por pre-
go barato : na ra do Crespo n. 12, a fallar com Jo-
s Joaquim da Silva Maya.
Parecen] de seda.
Novo sorlimento das chitas protas assolinadas,
muilo bonitos padres, a 240 rs. o covado; meias
finissimas de linbo para homem; mantas de seda ,
para scnhnra e meninas, a 3,000 rs. cada urna : na
ra do Queimado n. 11 A, loja de Raymundo Car-
los Le te
Vendem-se, por com modo prego, excellenles
compendios de msica : na praca da Independencia,
livraria n. 6e 8 ena loja decncademacBOTt. 12.
AOBtK.ATO.
\a nova loja de francisco Jo-
s rcwceira Bastos, nos quil-
tro-cantos da na do Quei-
mado, 11.'io, que faz esquina
para a na estrella do Roza-
rio, vendem-se
fazendas novas, bem como : brim pardo trancado
de puro buho, a 200 rs o covado ; dito superior, de
cores as mais modernas, if 1 ,soo rs. a vara; elgo-
JSo trancado de listras,.americano, a 180 rs. O co-
vnlii ; dito encorpado, a 200 e 240 rs. o covado ;
cliilas escuras de cores lisas a 1t0 e 180 rs., e linas
do novos padres a 200 rs. o covado; ditas impe-
riaes a 300 rs. o covado ; ditas escuras o ordina-
rias a 120 e 140 rs. 0 covado ; cortes de cambraia
lina, de cores a 3,200 rs.; pegas de bretanha de rolo
ronHO varas, a 2,000 rs.; dita de puro linbo a 320
rs. a vara ; dita muito lina a 640 rs. ; merino pe-
lo lino e de cores a 1,280 rs. ; panno lino preto ,
a 3,000 rs. o covado e de outras cores e qualiuades ;
meias para meninos a 80 rs. o par ; ditas para me-
ninas a 200 rs. ; dilas pelas e curtas a 120 rs. ;
ditas milito linas a 280 rs. ; dilas para senbora a
210, 320 e 400 rs. o par ; mantas de (fi de linbo a
1,600 rs". ; cassa escampinada, propris para cortina-
dos,' a 3,200 rs. a pega ; cambraia lisa muilo lina a
610 rs avara. Dffo-se amostras francas aos compra-
dores. Alni destas lia outras muilas fazendas moder
as por pregos rasoaveis.
-* Veudemse saccas dealqueu
re de muilo supe ior farinha de
S.-Madieus : no cscriptorio de
Manuel Joaquim Ramos e Silva ,
na ra da Cadeia do necife ,
n. 38. .
I/.O Rs.
Na loja de 3 portas de Francisco Jos l'ereira
Braga na ra do Crispo n. 3, ao pe S.-Antonio vende-se superior chila de padres es*
curos.pelo diminuto prego de 140 rs. o covado;
dita imitando cassa a 160 rs. o covado.
^!g|
sss
Z3r
Vende-se cera do carnauba da mellior
qualidade que lem apparecido tanto a
retalhn como cm porgOes : na ra das
Larangeiras 11. 14 segundo andar,
junto a relinagao.
Ol que pcdiincha
tem o anligo bara-
teiro da ra do
Collegio> n. 9.
Din grande sorlimento de tamancos noves muito
bem fetos, e oais baratos do que em outra qual-
quer parle. Chegucm a pccliinclia antes que se
acabe. ^
Vende-se um mnlecotcde nagHo, do boa con-
ducta, e que. be muito humilde; una negrinha de
eir ; Fonte deS.-Catharina; Ipsiboic; Renegado ;
Solitario; o Tmulo; Capitito Paulo; os Esfola-
dores ; Ida ; Rebeldes ; os Tres Caslellos; Vctor ;
Alexina; Cecilia de Chatenai; Erna; Etelvina; Cas-
tello das Colinas ; Mosteiro ; Palacio do Alberto;
Castello dos Morios ; lloras Mariannas ; Jardim das
Damasj
Na ra Nova, n. A O, loja de
de Hiplito Saint Martin
. & Companhia ,
acaba-se de receberl, pelo navio fytar, vindo de
Franga um completo sortimento de fazendas fran
cezas como sejam : fil de blondej preto e borda-
do ; chapeos de palhinha aberta para senhora e
meninas ; ditos de seda ; cachos de flores, com plu-
rtias mui ricas ; capellasde laranja ; guarnigOeS de
ITores para vestidos ; sodas brancas lavradas, para
vestido de noivados; mantas; chals e longos d
seda ; muito lindos lencos de garca, os melhores
que ha para senhora ; ricas fitas lavradas, de todas
as larguras; luvas de-pellica enfeitadas ; ditas cur-
iase lisas ; ditas de seda ; meias de seda e de algo-
dfo; lucos de blondo, seda o linbo; creps muito
lindos ; plumas verdadoiras para chapeo e cane-
ca ; sapatos dccourpdcluslro, cordovSo, duraque
marroquim decores e preto; ditos para meninas;
botina c sapatinhos para meninos ; borzeguins gas-
peados para senhora ; chapeos de sol, para senhora,
muito ricos ; marroquins ; cstojos mathematicos ;
eaixas para costura ;jogos do vispora damas, do-
min e chadrez ; saceos para viagem ; espingardas ;
espelhos para sala ; um completo sortimento te per-
fumaras ; eaixas ricamente douradas c forradas de
larliruga para rap; eoutras muitas fazendas por
[uceo commodo.
Vendem-se duas casas terreas, com
boas commodidades, edificadas na'traves-
sa do Marisco,por mdico preco; trata-se
lia ra Direita, sobrado n.aj).
\a loja nova do
Passeio-publico,
n. 17,
*
vendom-se cortes Je vestidos de cassa, do muito.lin-
dos padres e muito finos,a 2^rs. o corto; chitas em
cortes de 10 covados muilo linas, a 2,000 rs.; dilas
muilo finase tixas, a 5,000 rs. a pega, o a 120 e 140
rs. o covado ; dilas proprias para coberta padroes
e pannos muito bous, 1 5,000 rs. a pega c a 140 rs.
o covado ; casimira preta, azul,c verde-escura da
largura de panno a 2,200 rs. o covado e outras
muitas fazendas, por prego mais commodo do que
cm outra qualquer parte.
queem bondade o figura nflo pode haver meihor
moleque de bonita figura mui bem educado S urtnr\c ililAPiirrAmma rri7nhQ I >... ~ 1 ***'- '>
lava e ho
ptimo
Angico, le 30 annos, ptimo para,"
1 : Fra.neisco, de 28 annos: Josenh/"
annos, quecDgomrna, cozinha
pagem : J010,
vir a urna casa nonvu, uc *o anuos-
crioula, mucama do 18 annos, muito hahilidW
Delfinae Francisca molccasdell a 14 annos
ra, Benguela boa quitandeira: tonica, boa o"
gommadera; Florinda, ptima ongommadeir.,
cozinheira.e lavadeira: na ra do Agoas-Verd
n. 46. '
Vendem-se 4 escravos, sendo : 3 pretas mofi
do bonitas figuras, com habilidades que se di rao
nos
qucrservigo
andar.
I i 11 i sim
Porto
suspensorios
me 1 a
a 100
llfl Pi ;,c1rtcs de ch|l;,s (mas, a 2,000 e 2,400 rs. ;
Me do diabo a 200.s. ; bretanha de puro linbo
t un rt' ; pe-ss d? breUl,l|a com 0 varas a i.aso e
t'oZ ; corte8(le cambraia de cores a 2,400 rs.,
* y>L,u7?r; mas de, ^"a azul, a 1,1*0
i^'. dc r,"slPS Paru folelo, a 1.000 rs.; len-
cos de retroz da ultima moda a 3,500 rs.
U'iule-sc bom junco, a 200 rs a libra c sen-
do cm arroba, a 160 rs. ; paUl. upparelhad! I^
13 1114 annos com principios de costura e engom-
mado e que sabe cozinhar ; urna dita de 28 a 30
annOs de muito boa conducta quoengomma o co-
zinha muito bem o diario de una casa e lava : na
111a do Vigano, n. 24, se dir quem vende.
Aos amantes da boa pitada.
lie cliegado do Rio-dc-Janciro e exis-
te a venda na loja de miudezas de Joa-
quim Henriques da Silva ao pe do
code S. Antonio o excellenle e
rap fino principe do Grao-Par
rs. a libra.
ar-
nov
a 1-i'
panno da linlio do
, a fiOO t 800 rs. a
vara :
as pegas do de 800 rs. silo de 16 varas, e as do dc
600 rs. de 25 varas e nina terga: meias de algodflo
cru, as mais finas que teem apparecido; um lindo
sortimento de chitas finas, as mais modernas que
ha c.m cortes de vestidos, a 3,000 rs. : na ra do
Queimado, loja n. 11 A, de Raymundo Carlos Leile.
Grande attencao!
ptimas meias pretas compridas, muilo finas,
proprias para padre nlo s pela cor fixa corno pe-
lo extraordinario tamauho : vendem-se por prego
rasoavel, na ra do Queimado, loja nova 11,11 A.
ATTENCAO'!
Frederico Chaves, fabricante de saz hy-
d 10 ge neo liquido, com fabrica de li-
cores, chocolate e espiritas, no Aterra-
da Boa Vista, n. 17,
tem a honra de participar ao rcspctavel publi-
co, c com particularidadeaos Srs que usain dc can-
di eiro do gaz^ que na sua fabrica sempre acbaro
grande porgio dc gaz hydrugonco liquido, do boa
qualidade, pelo diminuto prego de 320 rs. a garrafa.
A 640 II.%
pares de pentes de tartaruga de marrafa: na *rua lar-
ga do Rozario, n. 24.
Vendem-se seis escravos, sendo: um negro,
de 18 annos; urna negra, de -20 anuos; um mulato,
muito bonito, dc 20 anuos, com habilidades; dous
moloques, de 8 a 10 annos; una cabrinha, dc 8 an-
uos: na ra da Senzalla, n. 132, no segundo andar,
de. nianlia ate as 11 horas, e de tarde al as 4.
- Veilde-.Se azete doefe en-
garrafado, de superior qualidade, cliegado recente-
mente de Marselha : em casa do J. O. Elster, na ra
da Cadeia-Velha, n. 29.
IVa loja de Jos Da-
noel Monteiro lira-
comprador; um oscravo de naglo Angoa, de 24?
de boa coaducla, e que he proprfo para nuil
na ra das Cruzos, n. 22, scgun0"
Vende-se um preto de 24 annos, proprio tu
ra todo o servigo ; urna negrinha de 12 annos con
principios de habilidades; duas pardas urna de
annos, com habilidades o a outra de 12 annoi
com principios proprios para sexdiicar ; duas nt*L
do Collegio, n. 3 segundo andar se dir nui
vendo. H
Vende-se um caixlo envidragado para amos
tras, por prego commodo: as Cinco-Ponl*'
n. 134. S|
Vendem-se os muito procurados cortos Je sa
palos a turca bordados, de muito diversos gostos
fil de linbo liso c lavrado muilo lino ; cortos dc
cass-chita a 2/rs. ; ditos de novos padroes e cores
linas, a 3,200 rs.; ricos longos de setim do* cores
para senhora ; panno de puro linho proprio pm
lenges com 10 palmos do largura, a 2,700 rs di
lo com 12 palmos a 3,200 rs.; damasco do |j, ."
seda ,0 meihor que tem apparecido ; bramante dc
puro linbo, muito lino ; um completo sortimento de
pannos prclos o de todas as cores e qualidades'
meias casimiras fngindo casimira em padro e
qualidade, muito em conta : bem como um com- ^
pletosorlimonto de fazendas finas o grossas tud0
por menos prego ((ueom outra qualquer parte: na
nova loja de Jos Moroira Lopes & Companhia', di
ra do Queimado nos qua tro-can tos casa amarel-
lo n. 29
Vendem-se 8 cadeiras o ma canap com as-
sento de palhinha por 28,000 rs.: na ra Direiii
sobrado n. 29.
Vende-se um terno de pesos de bronze, del
libras at meia quarta em muito bom estado, per
prego commodo : na trave'ssa do Rozario, deposi-
to dc bolacha ao pe da botica.
Vende-se por precisflo um preto de Angoh,
de rucia idade, sadio esem Vicios proprio parala-
do o servigo, por prego commodo : na ra Nova, n
39, segundo andar.
Vende-se um escravo crioulo do elegante figu-
ra mogo e habilidoso ; ao comprador se dir o mo-
tivo da venda : na ra do Queimado, loja 11. 42.
Frederico Chaves, fabricanlr
de licores, chocolate e es-
piritas, no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 17,
tema honra de participar ao rcspeitavel publico el
com particularidade aos seus froguezes qiiotei
sempre grande sortimento do bem conhecido cho-
colate de sadc canella baunilha e ferruginoso, I
este muito approvado para as pessoas que padeceml
doostamagocfrialdado-, por ser muilo tnico. 01
bom conceiloque tem tido este chocolate, faz coral
que hoje participo as pessoas que ainda nilo fizeranl
uso leile e igualmente aos seus freguozes, que E
teem procurado o por inconvenientes o nilo teeml
acliailo. Os pregos Silo sempre os mesmos, sade.l
canella e baunilha a 400 rs. a libra, o ferruginoso,!
a 1,000 rs. Tambem vende ago'ardenle do reino el
Franga, de primeira qualidade; epirito de 36graos,
semcheiro, cm garrafas e em caadas; genebra |
em botijaseem caadasago'ardente de miz c de
caima ; vinagre tinto ago'ardente em pipas, nos
graos que quizerem ; licores em garrafas pretas e
brancas com ricas tarjas douradas e boc.ca prima-
da ; essencia de anz cm oncase garrafas.
\a loja nova do
Passeio-Publico.
n. 17,
vendem.-se cortes de chitas sussas, de cores fixase
pannos andazes, a 1,200 ris com 10 covados;
lengos de cambraia para mo de senhora, a 32o
ris; merino preto muito largo c lino a 1,200,
1,600, 3,000 e 3,200 rs.; cortes de caigas da afamad
pelle do diabo a 1,400 rs.; pegas de algodao tran-
gaco a 4,000 rs.
Escravos Fgidos.
- Fugo, no da 13 do corrente do botiqun1do
!Cf, 11111 preto crioulo, do nome Manoel, de:
annos e.om nmii niif.im Itec
22 annos
com urna quemadura sobre a pa 1
Vendem-se muito lindas sedas para chapeos'de
senhora : amado Cahug 11. 11, junio a botica
do Sr. Moreira Marques.
Vendem-se saccas com alqueirc de arroz bran-
co por prego commodo: na ra da Madre-dc-Deos.
n. 9. '
na esquina do becco da
-...lcm-se os seguidles livros :
^aintuar das libas; Myslerios do Castello dc (.'dol-
i a iiervanana ; Enguenande de Cooucy; a Estran-
S. na ra do Crespo, esqui-
na que vira para a ra
das Cruzcs ,
vendem-se cortes de caigas de casimira dc multo
boiugosto.e a mais moderna, tanto lisa con
mais
dc listras a 6,500 rs. o corle
Vendem-se, na livraria dr ra do Crespo, n. 11
" sejam: Uiccionarus latino-'
livros baratos como
gallicus; Diclionaire latn frangais, par I. R. IVoel
por 4,000 r.; Traite elementaire de maticres M. par
Na loja de fazendas,
Congcegaco n. 11, vend
V:ml Cl..... .1. ..
i. B. C. Barbier, 1 v., por 6,000 rs.;.\lagnu'm Lexicn'i',
por 4,000 rs.; e outros muitos livros, por barato
prego.
- VcndeTse urna negrinha recolhida, de bonita
figura de 15 a 16 anuos sem vicios nem achaques,
que cose chito, engomma o tem principios de cozi-
nha : na ra da Cadeia-Velha n. 56.
Vende-seo escravo Estanislao, de 20 annos,
* """"" f vviii uiiiu uuvilllilUUlil auui*' I
do corpoegrosso ; levou caigas brancas o camisa a*
algOdilozinho : quem o pegar leva ao aterro-fl-|W"
Vista n. 66, que ser gratificado. .
Fugio de bordo do patacho Pelicano limes"8
de nome Roque, do San-Tliom estatura !""*
rosto redondo esem barba, com reiidas as pero'
vestido com camisa e caiga azul e barrete ing|-
Este escravo pertcnce a Jolo Jos Pereira de 4ir'
do Rio-de-Janeiro. Quem oapprehender, qocira |P-
va-loruada Cruz n 66, easa dc Gaudino Agn'"
nho de Barros, por quem ser recompensado.
Fugio, nodia 28do junho passado, do enge-
nho Jundiahy, no Bio-Grandc-do-ISorto, o l"* ''
nedicto de cor bem prela, altura regular, om"-
rulvos pouca barba denles alvos o lmallc,s;'0
descnnliangas de ter vindo para esla praga : 1ucl"
pegar ser fcom recompensado entregando a seu s
nbor, Fabricio Gomes Pedio/a, n'o engeiibo Juna
by ; em Nazarclh ao Sr. coronel Jos Profiri w'_
de Andrada Lima ; na Parabiba, ao Sr. Anloni
Copes de Albuquerquc ; o nesla praga
Ignacio de Oliveira na ra da Cadeia, n
a Manad
40.
Penis.; na typ, ueni. r. dkfaiua
+~*k


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