Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08481


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Full Text
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II"10'05 H,,l.a < em lyP drerenl. e a
lf'-.P0' "la'mclaile. Os que no forera ass!K-
l"f"; cirio O rs porllBbl, e 180 em lypo
I !>rdputeg.
USES DA LA NO UEZ DE JOXHO.
ni hora 23 min. da manla.
w;oaoie. i ^fl borM e (i mn da m,n|,5,
lljii0"' ,'a, lOlioraf" mi" A" *M
PAUTIDA DOS CORREIOS.
(ioiannae Paraliyba, as segundas esextas feiras.
Rio-lirande-dn-Norte quimas feiras no meio-dia.
Cahn, Scrioliem, Itio-Kormoso, Porto-Calvo e
_ Macelo, no I .*, a 11 e J t de cada mei.
(arauliunie Bonito, a 10 e 21.
Roa-Vista c Plores, a I! e !8.
Victoria, s quintas feiras. ,
Ulinda, lodos os das.
e31 min. da mnil.ii
e s7 min. da tarde.
I >
PREAMArt DE HOJE.
Primeira, s 11 horas a 42 minutos da manlia.
Segunda, as 12 horas e fl minutos da tarde.
de Julho.
Armo XXIV.
N. -7.
DUS DA SEMANA.
5 Segunda, S. Athanaiiu. Aud. dj J. dos or-
pbtot, do.l.doc. da 5 v. e ilo J. M. til I V
fl Terra. S. Traqnilliiio. Au I. do J. do civ.
da I. v. c do J. de Ha/, do 2. dlsl. de t.
7 Quarta. S. Pnlqucria. Aud. do I. do civ. 2
r. e do J. de paz. do 2 dist. de t.
8 Quinta. S. Proconio. Aitd. do J. de orph.
e do J. municipal da I. vara,.
9 Sexta. S. Cyrillo. And do J do civ. da I. v.
e do J. de paz -do I. dist de I.
10 Sabuado. S. Jaauario. Aud. do J do civ.
da I. t. e do J de pal do I dist. de t.
11 Domingo. S. Sabino.
CAMHIS NO D(A 5 DE JDI.HO.
Cambio sobre Londres a 26 '/ad p. lirs.aCOd.
i Pars 3Si rs por franco.
Lisboa IOS de premio.
IJesc. de iMlrtl de boas firmal de V,a I /o mcz
Oiiro Oncu hespanliolai-----#
u MoedasdeiOflvelli. IBOOO liiJIO
a doOflOO nov ICjfilOO a. IBflOO
,, de fono..... 9*000 a 9JI0
PrM Patete....... ... ifoiO a llMO
m Pesos conminares... IJ920 a 1#9'
Ditos mexicanos ... i|7C0 a 1*80
Miuda............. I9I0 a 1*920
Acresdacomp.dobYberihedeSOfOOOrs.iopar.
I ARIO DE PERM AMBUCO

PABTE 0FFICIAL.
Govenio da provincia.
KXPEDIENTE DO DA 28 DO PASSADO.
(inicios. Ao commandante das armas, exigindo,
emrumprimento de ordem imperial, iiiformacflocir-
cunislanciada sobro um requer ment de Domingos
HoJri"ues Tourinho, tenente do6.batalhao doca-
raJores; ordenando que faca acompanhar a sua hi-
lar
refer
m'acS dacertidflodosass'enlamentos de praca do
raerdo official; c tronsmittirrap as guias dos deser-
tores Florianno Cavalhciro e Antonio Joflo, este do
S o batalliflo de catadores, e aquello do 1. de artilha-
ri'i a p. Participoti-se ao Exm. viee-prosidcnte
das Alagoas, por cujo intermedio foi recebido o su-
praciUdo requerimento, e que remetiera presiden-
ta as suias que cima ficam mencionadas.
I,(0i ao desembargador juiz relator da junta de
iustica. aecusando remessa do processo dos reos Joa-
quimdcSant'Anna, Joflo Andr da Costa eJoaquim
Porfirio da Vista. *
ntn. __ ao inspector da tbesourana da lazenda,
onlenando que, em cgniprimento do aviso da secre-
laria de estado dos negocios da fazenda de6desle
mez jtinho!, informe sol) o conteiido narcprcscntacflo,
uno Iho transmute, da asscmbla provincial das Ala-
cas, acerca dos meios de fazer aqui effectiv a arre-
cadacilo dos direitos a que ella subjeitra diversos
gneros da provincia a que pertence.
Dito. Ao mesmo, recommendando faca constar
a Domingas Mara, que nilo pode ser considerado o
rcuncrimento que dirigir a S. M. o Imperador sem
que ella aprsente certidilo de bito de seu mari-
do, o alferes reformado l.uiz da Costa Bezerra llim-
bert. .
Dito. Ao mesmo, determinando mande indem-
nisarocapitflodo navio francez Arago da importan-
cia das comedorias de tres marinliciros brasileiros
quc.d'ordcm do cncarregado do consulado do lira-
sil, foram por elle transportados de Marsclba a esta
cidade. l'articipou-se ao encarregado do consula-
do do llrasil em Marsellia.
Dito. Ao inspector interino do arsenal de mari-
nlia, autorisando-o a contratar com brevidade, esob
as mais favoraveis condicoes, o uriguc-cscuna nwu i-
qutta, para ir a ilha de Fernando e d'ah regressar a
esle porto. .
Dito. Ao mesmo e ao contador da marmita, sci-
eutitioando-os de haver sidp arbitrada ao 1." lente
da armada, joo Uaplista de Oliveira Gtiimaraes, a
Bratificac.lomcnsal de WOOO ris pelos sr-rvicos que
lionverde prestar como encarregado decoaujuvar os
traballios da InspectjVfr, ou os da capitana do pono
desla provincia.
Dilo. A'cmara municipal desla cidade, intei-
rando-a da ilemissno que fra dada ao doutor Pedro
Francisco de Paula Cavalcanti d'Albuquerquc do car-
go do i.' vice-presidenle desta provincia; da no-
meaco do commendador Manocl dcSouza Teixeira
para esse cargo; da de Izidro Francisco de Paula Mcs-
^ui c Silva para o de 2.' vice-presidente^e da de
Domingos Malaquias de Aguiar para o de 3.
Dilo. Ao commissario-pagador, dererminando
que, emeumprimento de ordem imperial e por coma
da (iiila volada para despezas extraordinarias, pa-
gue 700^000 ris a Joflo Martins dos Santos FragOZO
pelo frele de 142 Larris do plvora que daqm conuu-
zra para a provincia do Maranbflo.
Dilos. Aos presidentes das juntas qualibcadoras
dasfregueziasd'AJaga-de-Uaixo, Cimbres, Ouncu-
ry c Ex, exigindo asustas das respectivas qualinca-
cOes, e a rasflo de anda as nflo baverem rcm'.'ttido.
Rccommendou-sc ao administrador do correio or-
denasse s agencias por cujo intermedio forem entre-
gues estes oicios, cobrassem recibos delles das au-
toridades a quem vflo dirigidos, .eos remeltessem a
S. me. para scrcm transmitidos i presidencia.
Portara. Ordenando que a Jos Antonio de lin-
io Bastos se pssso patente te major da primeira Ic-
uiflo da guarda nacional dos municipios doSen-
iihaem eTlUo-Foi moso.-I'articpou-sc ao d.lo Bastos,
e ao commandante superior interino da
guarda nacional.
ces de 26 do marco de 1824 e as de 4 de maio de
1842, alm da legislacSo geral sobre a materia e do
que se acba expresso na constituiqfl.
Isto posto, comecare rcpcllndo tambem pela mi-
nha parte a proposicio do nobre senador quo bon-
tein fallou em primeiro lugar, quando disse que nflo
s iamosannullar as eleicOes de dous senadores pe-
la provincia de Pernambuco, como at as cartas im-
periaes que nomcaram os Srs. l'crroira Frajica c Cbi-
cborro da Gama.
O senado nflo podo ter cm vista senflo exercer o
poder que lite compete pela constituieflo, que no
art. 21 diz : A nomeaciio dos respectivos presiden-
tes, vice-presidenlcs e secretarios das cmaras, vc-
rilicacflo dos poderes dos seus membros, juramento
e sua polica interior se executariio na forma de seus
regimenlos. Ora, osta expressflo verificaeflo dos
poderes de seus membros nflo pode significar ou-
tra cousa senflo o direto do examinar a validado das
eleicOes, so os poderes dos novos membros quo se a-
presentam sflo legtimamente conferidos. Isto nflo
tem nada com as cartas imperiaes, nflo tem nada
com as altas prerogalivfts da cora, a quem o senado
semprc loin dado pravas de profundo calamento (a-
poiados).
Eu n.o convcnbo em que no acto daescollia dos se-
nadores nlervcnbam o poder moderador c execut-
vo ; quem intervm he o poder moderador, como a
primeira parte executora da constituido ueste pon-
i, e depois o senado exercendo a faculdade que a
conslituieflo Ihc confero a este respeito. O art. i: da
constituieflo d ao monarcha a attribuic,flo do esco-
llaros senadores sobre listas trplices, quo sflo o'r-
gansadas depois deeilas aselegOes da mesma ma-
nera'por quesefazem as dos deputados; urna vez
exercida esta faculdade pelo poder moderador, 86-
guc-se a verificaeflo das eleicOes pelo senado, na for-
ma do arl. 21.
Eu desejaria, para melbor ordem das cousas, que
estes actos se trocassem, que primeiro se verilicas-
sem os poderes, e depois se lizesse a escolha (apia-
dos,; mas, desde que a constituieflo nflo o dispoe as-
sim, desde que nflo tem bavido mudanqa a este res-
peito, depois da escolha lica o senado com loa a
iibordado, com lodo o seu direito para a verificaeflo
dos poderes dos novos senadores ; obrando assim,
ncm a cora oliendo as prerogativas do senado, nem
aVrimai^Ocs que" a co^iticflo ^da^gora no
exerc.c.o deste direito beque eu cfeio que ae deve
conservar toda a gravidade o circumspeccflo. Por-
1 F *___....n ji.miran tirm iidde or i a-
p-de concluir dahi a validado das oleicfles ? Nflo be
islo possivel. .
Alem disto, se o senado, lendo de verificar a vali-
dado da elcieflo de um senador, depois da delibera-
gflo da cmara dos deputados, que annullou varios
eleitoresde 1844,approvou esa* eleicflo feilapor es-
tes mesmos eleitores, declarando-os validos, como
hl do elle approvar agora a eleicflo Teita pelos e-
leitores do 1845, considerando nullos os
quo da outra vez julgou legitimse '
ama conlradiccfio manifesta .'
de 1844,
ser isto
Eoquercsultou, Senhores, desta segundaeletcSo
de eleitores B que mandou proceder a cmara dos
deputados? Resultou queessesneleitores, desloe
52 quo entilo cram, subiram depois amuitomais.
Ora, se o vicio proveniente do exagerado numero de
eleitores loi bstanle para acamara dos doputados
mandar anniillai: as eleicOes de alguna COlteglOS,
com mais rasflo deve,elle servir para o senado an-
nullar os eleitores de isi:, que interfieran) nesia
eleigilo .
Mandando volar eleitores de 18*5,0 presidente rez
com que interviessein na elcicio eleitores que o se-
nado nflo podo roputar legtimos, e daqui proveio
necessdade da apresenlacflo de tres listas dillercn-
tes. E quem nflo ve o abuso que se da nesla apreson-
tacflo de tres listas? A constiluieiio manda que a lis-
ta soja urna, e que por ella o poder moderador Taca
a sua escolha. Oliedeceu-se, porvcnlura, a esle man-
dato da conslituieflo r Nflo tres listas sxtuplas se
conservar toda a gravidad
tanto.a proposieflo com que -
me Vefiro, comecou o seu discurso nflo pode por ma
boira alguina ser admittida W^M. _____ .
neira a.D--------
Tiatarei agora do parecer, na .
mera elle os vicios coudos nesta ele.c-.io des
rimeira parte cnu-
de o seu
mera ello os veo i-untn ""--------
ni.cipo desdo que o presidente se arroguu o di-
rPeitodPe exceder o^isposto na le e mslruccOes que
&*FS%0, Sr. presideiUe, senflo aquil-
Sohefoiio, ou contra oxprcm djspos.cao de ,
apresentaram, c isto por mero arbitrio do presiden-
te; por mero arbitrio poique, todas as ve/es.que
ha urna disposieflo de le que determina que tal lac-
lo se pratique deste ou daquelle modo, nflo ha liber-
dade de proceder de maueira contraria.
Suppotibamos mesmo que tiestas tres listas en-
tramos nesmos nonies, ainda assim nflo desappare-
cea illecalidude, porque eu nflo reconheQO legal a-
quillo que excede s frmulas que a constituieflo
marca. E se, cm lugar de virem os mesmos nomos,
vicrem difercnlcs ( o que pode succeder, porque os
partidos se irflo amostrando nestas f.ilsihcacoes, urna
vez que reconhecain que sflo toleradas pelo poder
que as devera reprimir), teremos para o luluro, em
vez de 3 listas, 4, ti, ou 8, o o poder moderador va-
cillar incorto entre 8, 9, ou 19 nemes. Teremos en-
tflo essa lista triplico cm que se deve escolher o se-
"'0^. Al** Zmam (minidivi !ln imnnrinV --- Te-
remos. ,
O Sr. Ulello e Mallos: Como.'
O Sr Alces Branca (ministro do imperio : Com-
lando que venbam as listas disjunctivas
senadores do imperio.
ministro, quando laiiou
cousa sobre a validado da mesma oleicflo e contra o
parecer da eommissflo.
A eommissflo dividi o seu parecer em tres partes.
Na primeira diz ella, que se nota na eleicflo 0 laclo do
ter o presidente da provincia, por via dos delegados
de polica, Chamados si as acias da maior parte dos
collegios, contra as nstrucc/Jes ele ^i; de margo do
1824.
Permitta-se-ine dizer que este arlo do presidente
n8o he contra a disposieflo desla le. A le determi-
na que se remella m duas copias da acta: urna aca-
mara apuradora, contra ao governo pela secretaria do
imperio: mas nflosooecupa do intermedioj>oronda
se ha do fazer esta remessa. Ora, confundir a remes-
sa das acias com 0 portador que as conduz, ou com
quom intervm nessa remessa, he confundir o meio
com o llm. Foram as acias remollidas a cmara, mu-
nicipal e ao governo ? Foram, nflo ha duvida ne-
nliuina. Agora por que moio? Isto li"ou inteirameii-
lelivre, nem a le o poda estar marcando. Sea lei
dissesse: Itemettam-se pelo correio. entilo ha-
viaviolacflo dolc, chamando-as o presidente a si;
mas a le nflo declara quem ha de ser o portador.
O presidente tanto esta innocente em lomar a si a
remessa das actas, que elle eslava pira isso autori-
sadoj iv'uin outro artigo da mesma loi dizrso positi-
vamente que os goveruos provinciaes e os comman-
dantes ilas armas prestarilo lodo 0 auxilio para faci-
litar a correspondencia dos collegios com as cmaras
e com o governo. Pois a lei diz que o presidente
preste todo o auxilio, o faz-so-llio um crime dlle
prestar esse auxilio! Porventura obrigOU elle os col-
legios a que Iho entregassem .is acias t \ Jo me cons-
ta; creioque nflo liouvo cosccllo nenhuma.
(//a hu aparte.)
Huito'poderosos motivos deva ter o presidente
tara proceder deste modo, para assegurar a remessa
lis acias a cmara municipal, lluvia ejemplos do
or Talla do'poder, deautoiidade da parte dos que
o fa en Ba eado ne'sle principio, nflo possoconec-
bcr co o o Si. ministro veio desculpar 0 acto ,.ra-
icado pelo presidente de Pernambuco em deso ed-
--.....-*= As ii.struccocs de L'n de
'eitoraes
INTERIC
01
dos!>0.eleitoivs
io do Po-dW, que foram expelMos da
do termo- eleilores estianlu.-
Onobrc
to coll
mitr/ sel'VO-SO ou wvi ii
_ .-,.,. ,..,. i ,.nt :i .i VC-
estranho
PARLAMENTO BI.AS1LEIRO
SE|SAO EM 8 DE JUNHO DE 18i7.
DISCSSAO DO PARECER DA COMMISSAO DE CONS-
TITUI?AO E FODKHB8 SOBRE A ELEICAO DE
DOUS SEVADOBES POR ESTA PROVINCIA.
(COSTISUACAO DO NUMERO ANTECKDEMTE.)
QSr Mello e Natos: Sr. presidente, acabo de
ouviresta proposico :-- O senado mantenlia suas
urcroaativas, mantcnba a regularidade das eleicOes.
-- Posso asseverar ao senado que lie este o principio
aue me dominou na apreciagflo das presentes elei-
cOes no voto que dei sobre ellas ; e he o principio
que me tem guiado semprc que nesta casa se ha tra-
tado desta materia, porque reconheco que da man-
tonca da liberdade as eleiQoes depende a do syste-
ma representativo entso nos, bom como a prospen-
dade o ventura do imperio i.rasilciro. Por isso deso-
jo que ellas se fa?am com a maior regularidade pos-
sivel, e por conscquenciH com ejacta obediencia as
leis que a este respeito vigoram, que sao as inslruc-
ncia a lei 0 instruccOes
Sarco de 1824 mandan, que os collegios cle.toraes
remettam as acias as cmaras mumepaos para a sua
aDuracao; c, mandando-o assim, ja t.nham em v.su
osa usosquosopodiam originar destas re.nessas,
ou elos presidentes, ouporoutras quaesquer auto-
ridades que quizessetn arrogara si a entrega .las ac-
tas lie verdade que asinslruccoes de 4dema.odc
1842 delerminain que
copia aos presidentes, mas ja seiWM parawmj-
he para que, quando liaia duvida, possa ^1
urna copia con. a outra, e ver so confercm ou .cha
'alMasCa.)orvenlura, he este o caso que se den en. Pei-
na buco 'Acaso tinha o presidente o arbitrio de
nedU ordens para cnamar por seus subalternos as
ac" as sua presenca, c de conserva-las en, seu poder
lodo .lempo que Ihe parecen? Nflo halealgBM
aw tal permita ; e nflo a havendo, massim le. que
ordena positivamente a i^messa as cmaras mun.ci
paes, como-poda o presidente viola-la ? N3osoi co-
mo se possa desculpar este acto. .
Se as instruccOes quizessem que o presidente o-
brasse deste modo, cl.amat.do a si as actas para de-
0is subn.elt.Vlas cmara municipal, onUo nflo di-
ru t como dizem : Fazendo prompumente as rc-
essas dos collegios cleitoraes para as cmaras mu-
icii es.--Para facilitar essa remessa, que do ne-
m modo quiz que fsse feita pelas aulor.dades,
o que toa ki ? Mandn que os presidentes o com-
ma
retardamenlo. Aqu vimos, quando se tratou da n-
leicflodoSr. Antonio Ca los, um olcio do presiden-
te, qOe et.tflo era o Sr. Tliomaz Xavier, dizendo quo
una acta tnl.a sido falsificada, o OUlro declarando
que a apuraeflo se retardou omito, a ponto de ser
necessario marear segundo e lorceiro da para apura-
eflo por falta das actas. Pois, vista dostos exemplos.
nflo devia a prudencia administrativa prevenir estas
demorase extravos l'arece-me que o presidente
merece muitos elogios por este relo: Chamoua
si Jis.acLa.s--^-lauenuer.isJudi/.er? Elle t.restou-sc
Ellas vinham remettidas a cmara municipal e ao
aoverno; o presidente nflo fez mais do quo cncami-
nl.a-las tiara essa mesma dircoeflo. I'orlanto, pareco-
me que tica bem desvanecida a nulldade quo so
quer tirar daqui .
Depois da serie de raciocinios que a eommissflo li-
ra desles i.utns, vem a circun.stancia da possilnlida-
e qu havia de falsificaras actas. Mas ellas nao es-
tilo falsificadas.
O Sr. Cameiro Leao: Quemdizque o nflo es-
t'">0 ''
' QSr. Vergueiro (ministro da justica): -- A c-
mara apuradora, que era adversa ao prtisidentc, he
quem diz que receben as acia
Nem era nossivel que o pr
tg- porque como se ha de falsificar urna copia quan-
dooorKin "cano livr? Semprequo houveialar
| c Te actas, fals,lieou-se o livro dellas; mas, so
o nflo ia a nao do presidente, como se pode ar-
aeradas c intactas.
denlo falslicasso as ac-
.. ..cc,0e. ,
una ou outra freguezia.
O Sr Alies tranco (ministro do imperio), I-'.
Ihante ..orne, seas inslruccO s n. o c. .
forniaiscommodo. .
Brmieo (ministro do imperio).
^r^S^-Mascomohadedar-lhes
urna qualificacflo quo a le nflo autori
io ser ni
leiramenle desmiolado para
9WC?2lro too: Essa acta que o Sr. Tho-
matxavier disse que eslava falsificada, nao vml.ala-
Senhores, o que deve regular *%$!& e
constituiQflo e as les; e lo. a vista da co,. tdui? e
das leis que a eommissflo lavrou 0
co
Os argumentos produzidos na sessno pal
Sr. ministro interino do imperio, a que p
pelo
porventura
passada
i
So^STesuls'posc
liur .Sr" g; mas nflo'da ao presidente a faculda-
de oue o do Pernambuco se arrogou.
Nflo se pode dizer absolutamente quo esM presi-
den i que ia falsificar as actas; mas, se da parto do
residente havia recelo que as actas, sendo remet-
ida no mflos parliculares, fossem adulteradas
tambciu o mesmo recelo poda existir no espirito de
Zue, sendo essa remessa feita por intermedio do
presidente; e pode hoje despertar presu.npcoes con-
trai S Exc nionnente visla do todas as irregulari-
dades de que estas eleicOes esto dietas.
0 argumento.que se apresentou sobre a illegali-
dade de certas votaQOes, he contraproducente. Seos
nobres senadores reconhecem,-que houvo votacOes
lle-aes se o mesmo Sr. ministro reeonheceu que a
Sr p rte dos ele.tores do Po-'A ho e do Our.cu-
ry ostavam alTectados desta .llegalidade, como se
o Sr. Vergtuiro ministro da Justica :
sei que foi falsificado o livro.
,.n r.r-im .m netas ..-.....-.
mandadas directameu-
iram contrarios ao
m-
iit
Nflo sei;
Agora quaes foram as actas recebidas Retopreai-
denie, e quaes as que forai
ni
le ? Quasi lodos os collegios que eran, con rar ., ..u
nesidentc, a excepeflo de um, creio eu, ""^
is directamente a cmara municipal; "quenas en
uevinl.ao nome do presidente he que foram en-
^IX: -Tamben, nflo he muito
||c o quo
collegio do
O Sr. Carneiro
C' (Sr. Vergueiro [ministro da justica
dizem: crelo que a excepeflo
s do
Sernhflom. Poique, pois, se, buo ao presidente a
galidado com que se p
sido b'cm patente; ellas nao podem
pelo senado.
Voto pelo parecer da eommissflo.
OSr. Vergueiro (ministro da justi?
votar contra o parecer que -
ser approvadas
n Sr Veraueiro (ministro da justica): -- t-J "
o pro'cedimento **S!*~&
tntcressadosiiaseccus = dosvot0s que os
faiem partir Pf f c e hs quem so en-
dMTorontes *% conieguintc, lo-
carregue deJ^!iJSSSnm a apuraQflo lgale
gO q^H"K de examinar d'ondo
" !,p"rf t, falsircaco portento, he um crime mo-
orovetn. W*gg ^Mat as actas no l.vro
,ciem acontecido; mas as copias, nflo
0 fallaren, exemplo ncnhu.n desses. 1^or
pro>v.....
ramente impossivei.
isso creioque tem acontecido,
!.. n.t* ..i..ir:i|iieute desfeito.
ecer da eommissflo, esta inteirar
o carcter do presidente pcrm.lt.a que m ou-
spc.tardasua parte urna maldadealoUo
mandou frca c dinheiro. Se-
Nem
veste de su
estupid*.
Mas diz-se
nr nartes o por parles que nao aneram u *v~
Sn gerl. Sou por isso4 obrlgado a dizer alguma
i




*



P
'i.
to, o que o presidente mandara urna pessop com es-1 E notc-se que esle lie um dos casos julgados no
so dinliciro pirra o emprogar em arranjos eleitoraes. I senado Quando se nomeou o Sr. Antonio Carlos,
Crcio que fo isto oque um nobre senador repetio I tambem se a presenta ram duas lisias; mas em am-
qui, e que tem sido repetido pelos peridicos. Mas] lias vinha o Sr. Antonio Carlos e o Sr. Thomaz Xa-
jsso he LflO falso, quo nem um vintem o presidente vier; s havia variaeflo no torcoiro : em urna vinha
o Sr. .Antonio Joaquim de Mello, e em outra o Sr.
applicou desla somnte. Isto consta doseu relatorio
edCcertides nulhenticas da contadoria Ossoccor-
ros niio cram noressarios; linham-se exagerado as
nocessidades doseitao; por isso nSo seempregou
um real sequr da quantia consignada j entretanto
o< peridicos di/cm que o presidente applicou esse
tlinheiro nas elcices.
Esse argumento, pois, nflo vale nada. Nos sabe-
mos qunnlo est exaltada a impronsa de Pernambu-
coe do outras partes ; sabemos a mullidflo de impro-
perios que os partidos se laneam mutuamente. He
inclino nflo fazer caso do que se diz tanto de um la-
do como de eutro. Isto Coi cortamente una calum-
nia atroz, injuslificavel, que tem leve pretexto.
Ovsegundo facto allegado pula cominissilo he o de
lereni rntervindona eleicao eleitores illegitimosquo
a perli.irharani. Trata-seaqoi dos cleitoresque, tendo
sido annullados pela cmara dos deputados, foram
depois reslabelecidos pelo sonado, e daquellesque
foram noiiicados depois em virtudu dai|uella annul-
lac.10. A commissflo diz quo a interveneflo destes
perturbou a eleicfln; mas a resposla est uas niesinas
palavras da commissflo,porque, depois de dar a este
ponto odescnvolvimcnto que lhe pareceu convenicu-
lo, concilio ella dizendo : He verdado quo O uies-
ino presidenlo qrdcnou que Inmbem vnlassem os
niesmos cleitores de 1844 approvados pelo sonado,
determinando que se" separassein suas respoctivas
VOtacOes, o queden lugar a quose fizessem duas apu-
rarles diversas, urna dos volos dados pelos eleito-
res de 1844, contra conlcndo a volaeflo doselcito-
ros de 1815.
En concordo com a commissflo cm quo nada valom
os votos dados pelos cleitores de 1813, que foram
oquelles que substituiram os annullados pela cma-
ra dos deputados; mas niio vejo que llalli resulte
perturbaeflo nenhuma para aeleicflo : fui apenas um
acto ocioso. O presidente ontrou em iluvida, so, os-
lando os cleitores que se liaviamannullado reslabe-
lecidos outra vez, o senado quererla uns ou oulros,
odiase: l'or cautela sejam admiltidos a votar
uns c outros. Niio bouve niais nada. Oscilado, I
que he quem devo conhecer disto, rojeite os do 1815 I quasi todas as eleicOes
Ha rilo da Boa-Vista. Mas o sonado entendeu que,
Ioro que tanto cm urna como om outra estava o Sr.
Antonio Carlos comprehondido, nao devia haver du-
vida em approvar a eleiQflo.
Agora estamos no mesmo caso. .
Tem-se divagado muito, tem-so combatido a elei-
cilo por causa de um ou de dous collegios; mas niio
se olha para aquella circunstancia. Nflo se olhe
para oasos particulares que niio affectam a eloieflo
em geral, olhe-se para o todo, olhe-so para o que
fizemos lia dous annos. Approvmos a eleicilo do
Sr. Antonio Carlos com o fundamento de que o son
nome eslava nas duas listas, posto que ellas varias-
sem no terceiro candidato
Agora oque succede? Tirado este collegio, fica
excluido o Sr. Barita da Coa-Vista, mas os dous Ho-
rneados ficam sempre em primeiro lugar. E como
nlo ha de ser assim, se elles teeni a maioria absolu-
ta dos eleitores da provincia? Pois ha ita se rojeitar
nina eleicilo destas que tem inquestionavclmcnte a
maioria absoluta da provincia ? Eu crcio que os elei-
lorcs de Pcrnamhiico amlam por mil ccnlo e tantos.
O Sr. Chichorro tem 781 votos, c o Sr. Ernesto 741 ;
o por eonseqiiencia o numero dos votos,que cada um
dos nomcados obteve, excede a maioria absoluta dos
cleitores da provincia.
Ora, tendo nos procedido do modo por quo proce-
demos a respeito do Sr. Antonio Carlos, porque
niio havemos do seguir agora a mesma marcha i' "Se
esta lista niio he legitima, legitima he a outra. A
cmara municipal por Corea havia de apresentar as
variacoes provenientes dos acontecimentos; maso
goyerno rejeitou essal variacoes, e adoptou esta lis-
ta, l'or isso Coi ella a presentada ao poder modera-
dor. Mas qualquer que fosse a lista que se apresen-
tasse, sempre continha os dous nomoados com a
maioria absoluta dos volos da provincia. E he esta
a eleicilo que se ha do rejeitar ? Se fossein tilo escru-
pulosos para os que estilo na casa, parece-me que
seria diflicil organisar-se o senado, porque' militas
teem sido as irregularidades que teem bavido oin
PERNAMBUCO.
TRIBIWAL DO JURY.
PBIMEIRA SESS.lO EM 3 DE JULHO DE 18*7.
Pritidencia do Sr. Dr. Gervasio Gonralvet da Silva.
Ao meio-dia faz-se a chamada, e verilca-se esta-
individuos, um
eadopteos do 1814; lia nisto alguma perturbaeflo J
Permanece a disposicao do senado que reintegrou
OS cleitores annullados; os votos desles parece-me
que niio se ha de contestar quo sejam valiosos; os
outros inutilisam-se. E de facto, na lista apresenta-
da ao poder moderador eslo contados os votos dos
eleitores de 1844, o no os outros.
O terceiro facto he a inlervenefio de torca o de co-
acQflO por parte da autoridade, ou para impedir os
cleitores legtimos de velaren, ou para nao permit-
tir nina votacSo livre.
Islo refere-sc a dous collegios, o ilo Po-d'Alho e
ido Ouricury. A respeito do do Po-d'Alho, a dizer
u verdade, nao se compreliende honi como as colisas
se passassem ilo modo por que se aprsenla ni. Ilouve
nina coaccoou violencia: 31 tarca ram O!) a sabir do
collegio ;mas estes 99 inudam-se da igreja para una
casa particular, onde ilizem que flzeram una Ici;fio
com luda a publicidade, a portas borlas. Pois ossa
loica que os expellio ila igreja desapparecen, foi pa-
ra outra parte, nflo eslava presente para os expedir
tumliom dessa casa particular i' Se liouve tarca, esse
collegio tai clandestino, nao tai publico; porque, se-
iiflo, a mesma tarca que oslinha expellido do urna
parte, expcllia-os da outra.
o auuulou.
OSr. Fergueiro (ministro da juslica)': Ah quer
annullnr esse collegio! Annule. Qucrannullaros31?
Annulle. Quer, quovallia o collegio dos 99? Vallia.
O resultado he sempre o mesmo. A isto he que a c-
mara nflo atienden, e quer annullar a eloicao geral
quando osla sobejatnente manifestada opiniflo da
provincia, s porque liouve desordem em um colle-
gio! Que culpa teem os eleitores que votaram pacifi-
camente, de que em um ou nutro collegio houvesso
deso ido lis.1 Eu creio que, ainda que la I tem um ou
dous collegios, onde ha a maioria da provincia, a
eloicao estl boa. Em quantas eleices nao lem falta-
do a votaeflo de um ou eutro collegio? Em umitas,
o nem por isso ellas se annullaram. Logo que ap'pa-
rece legahnenle o voto da maioria da provincia osla
IClla a eleicilo.
O que acabo do dizer sobro o collegio do Po-
d.Mlio, digo-o tambem a respeito do de Ouricury,
porque eu crcio que nao mu bao do dizer que por
falta de um collegio so deva annullar urna eloicao
intuir. Entilo j urna grande parte baviamos de sa-
bir daqui.....
O Sr. Fasconcellos : Pode decrea-lo.
O Sr. Vergueiro (ministro da juslica):... porque
raras vezes se fazem as cleiges regularmente om to-
dos os collegios. Eu nflo sii como tai feita a minha :
nosse lempo havia mais alguma regularidade; mas
poda acontecer que faltaste algum collegio.
Uto sai. pois, se houve violencia; se a liouve,
nflo loi tal que tirasse a faculdade de votar O que
liouve sim, tai vozeria c tumulto por causa dos clei-
tores v.ndos de tara quererem formar a mesa, o os
laque lei sitio dizerem quo nflo ; estes nflo recusavam
admitti-los a votar no collegio, mas diziain : A nos
he que compete formara mesa-: e alteraram-sc
quando viram proclamar secretarios e escrutadores
aos de fra sein se contemplar nenlium daquelle
circulo. Esta tai a causa da desordem e tumulto
que houve ; mas violencia, empregodc tarca, crcio
que nflo, porque os 99 foram socegadamente fazer a
elMcflo em urna casa junio da igreja, defronlc do
quarlel da polica. Mas houvesse-a ou nao, nflo tai
mais do que perturbaeflo de um collegio.
Mas argumenta-so contra as tres listas ; diz-se
quo a const.lu.cflo so falla de urna. He verdade que
so falla de urna, oso urna be quo dovo ir, quesHa
legilima. Mas, pergunlaroi eu, como se ha de for-
mar essa lista. Quem tem autoridade do a formar *
beraa cmara apuradora? Ter ella autoridade uara
enlrar na moralidado das elcices ? V'unca se lhe
concedeu senielbanteatlribuicao. A cmara apura-
dora nflo faz mais do que soimnar os votos. E aue
,'f,,i .k fazer' q"and0 se IbeoITcrecem duvidas
S. niflv'i p"reco.que UIM colleio ,,e ovidoiilemen-
ie nuilo! Apura-lo a parte.
tnrqU' '""' (li're,ontes votos, os dos anligos elei-
naoCDodH8lllSre ,845; Pu">-o* parte? porque
nao poda decidir quaes eram os validos; faltaria ao
s-eu dever se so mettesso a juluar disao o,, i
unsvutos eincluindo outros. Fez, exclu""1"
remes listas -
m
res
ft D^&fe' q?,e S d0 colle8io d0 ""-"dlAlbo
PieeJmn un'alusi n,as- tiradosclles >>-
jire iicam na UsU os dous nomcados
pois, trosdifTe-
K2XEH8L* ** e "ao '."cluid"s "''a "la.
Eu creio quo nos nao podemos annullar em massa
eleicOes que eslo validas; o que podemos he an-
nullar as votaces especiaos que cntendermos quo
estilo millas; o mais he um absolutismo, he quero
poique quero. E cabera isto na prudencia, no sen-
so do senado ? Crcio que nao. O que podemos lie
annullar a parte quo realmente o merecer, he fazer
vollar a lista ao governo para apresentar outra no
poder moderador, se esta nflo nos satisfaz. Eu nflo
vejo rasffo para que ella nflo nos satisfaca ; mas,
emflm, o que acabo de apontar he o mais que po-
demos fazer. A raaffo nao consento que so aniiullcm
20 collegios s porcino um tem nullidades. Este
governo he o das niaiorias; em toda a parte a maio-
ria, a grande maioria da provincia volou livrooien-
tc, fez suas eleicOes contarme a lei determina ; n.to
se lhe apona urna nullidadc; logo as elcices sflo
validas. Porque um collegio lie millo, havemos de
annullar todos i1 Aonde vamos parar com scinellian-
te theoria ?
Temos ainda o collegio do Ouricury : vamos ver o
pie lia este collegio.
le necessano saber que o Ouricury he urna fazen-
da do gado que por influencia do dono tai elevada a
oVcmpeieilYe; %:as ha eeY^^
se como (al, taz asna acta, ele. Eis-aquio que he
o celebre collegio do Ouricury ; boje ter algum mo-
rador, porque tai elevado i freguezia ; mas tem -a
importancia que acahei do expr. Surge dalli um
collegio coni 96 eleitores; houm prodigioespanto-
so, semelhanto aquellos prodigios que acbnleceram
no Maranhao Procuram-se as actas da nomnaeflo
dos cleitores, e nflo apparecem. Onze individuos
que se dizem eleitores por esse collegio apresentam-
sc com scus diplomas em alguns collegios : isto
consta mesmo ilo parecer da commissflo ; a presen-
lam-sfi uns na loa-Vista e outros no Ex, que nao
sflo admiltidos pola illgalidade dos diplomas, por-
que npm combinavam uns com os outros, e alguns
nem liiihain assignatura !
Entretanto falla-sc no collegio do Ouricury ; diz-
se que por violencia nao volou Como he que se da
consideradlo a um collegio que nao est croado pe-
la autoridade?.' Mas vonliam mu i lo embora esses
96 votos; assim musmo nao alcancam os dous Ho-
rneados; a differenca be muito grande, como se
podo ver contando-seos votos. Pois urna eleicilo
que a provincia faz com tanto accordo, que, pres-
cindindo-se mesmo desses collegios, lica comtudo
expressa a sua volitado, ha de so annullar!' He a
primeira vez que ouco que se deva annullar o todo
pelo vicio de urna parto, mrmonte quando tem de
repetr-se o (lagello da eloicfio. Nos sabemos mui-
to bem o quo acontece ; as mesmas desordens que
foram praticadas tiestas eleices bao de praticar-so
nas que se seguirom, e talvez maiores.
Nao so diga (pin por ser o presidente interessado
na elcicflo be que nconleceram estas desordens. Eu
sei quo o presidente recusou a principio oapoio*
volos que se lhe oltareceram. Eu nflo sou dos quo
approvam que os presideutea so apresentem como
candidatos; sou intoiramente opposto a isto. Te-
nho declarado mesmo que, na minha opiniflo, todo
aquello presidente quo se aprsenla candidato, nao
sendo pessoa eslabelecida na provincia, ou n3o len-
do feito algum servico extraordinario qUC molivea
sua candidatura, nflo so pode mais conservar na pre-
sidencia, porque dilliciluiento pode continuar a of-
ferecer as mesmas garantas de imparcialidado o
juslica. Mas, censurando cu isto, quando se tratou
desta eleicilo, asseguraram-me pessoas de.facto pro-
prio, que elle na se tiuha a presentado candidato,
que com grande dilliculdado aceitou a ollera que so
lhe fez. Portento, tenho-o em muito boa f por es-
te facto, para poJer-me vir a lembranga, que estas
desordens fossein occasionadas pela sua candidatu-
ra. Nem he necessario que os presidentes sejam
candidatos para haver desordem nas eleices ; a
nossa historia infelizmente esl cheia de factos es-
candalosos a tal respeito. Portanto, parece-moque
tenho desvanecido este argumento.
Qual ser agora o fundamento do parecer que ain-
da fique cm p? Parece-meque nenlium. Exami-
nci, un por um, todos os pontos cm que so estriba
rcm presentes 38Srs. jurados.
Occupam o banco dos reos dous
dos quaes he pardo, eoutro preto.
O Sr. Presidente impc a multa de lO^DOO ris a tres
Srs. juizes do. facto quo nflo comparoceram, nem al-
legaram motivo que legalmenle os iscntasso do com-
parecimento.
Sa.oapregoados pelo porteiro os reos eas.testo-
munhas ; c lindos os preges,
OSr. Presidente declara quo vai proceder aosor-
teio doconcolhoque terqdejulgar o reo Jos Vicen-
te Leito, aecusado do crime de estupro; e em segui-
da n mica para defensor do acensado ao Sr. hachare!
Joaquim Jos da Eonseca.
Antes de proceder-se ao sorteio, pede palavra o
mencionado hachare! para propr urna cxcepQflo,
que cntende dever ser apreciada som intervencSo
dos Srs. juizes de facto, por fundar-so em materia
dedireito.
Concedida a palavra, roquer o Sr. advogado quo
julgue-se a causa perempta, c mande-so passar al-
var de soltura a favor do aecusado; allegando, que
leudo a offendida intentado acQflo contra o mesmo
aecusado, tara lancada por nflo apresentar cm tempo
o libello que ao seu patrono tara remettido com tor-
mo de vista, e ponderando que esse Jancamento
equivala perda do direito quo porventura a ella
assistia, direito que lhe nflo podia ser restituido,
como fra, pelo despacho de interlocularia que pro-
ferir ojuiz dedireito, pois quo nflo deve deltaver
restituicao quando j nao existe posse.
O.SV. Promotor subscreve s allcgages taitas pelo
Sr. advogado ; declara que as proferir no processo,
e observa quo, se ncllc proseguio, tai por t-lo assim
ordenado o Sr. juiz dediroito em o seu respeilaveJ
despacho.
Feitos os autos conclusos,
O Sr. Presidente recebe a excepeflo proposta ; de-
termina que se. passe alvar de soltura a favor do reo,
o condemna a autora ao pagamento das cusas.
Em seguida, procode-se ao sorteio do concellio
que tem dejulgar o reo Andr Avelino, aecusado do
crinio de ferimenlos leves.
Prestado o juramento com as formalidades do cs-
tylo, heo roo interrogado, e confessa ter dado com
urna vara em Francolina de tal, em consequencia do
allercaces que com essa mulhcr tivera, por lhe ha-
ver ella furtado um poneflo.
OSr. Promotor basea a accusaijflo nodepolmento
do duas tcstemunhas do vista.
OSr. Dr. Affonso (advogado do aecusado) dizque
o seu cliente acha-se no caso de sor absolvido ; pois
que praticra em defesa propria o acto por que fra
trazido anle o tribunal.
Prcenchidas as formalidades da lei, reconhece o
canecillo que oreo commettera o crime, mas em
propria defesa.
O Sr. Presidente, contarmaedo-se cem esta deci-
Sflo, absolve o roo ; e sendo mais de 3 horas da tar-
do, levanta a sessflo.
duceflo, como por a da verilicacflo da qualidadn o
quadro que abaixo exaramos demonstra .":"
do que havemos dito.
Caixai.
demonstra a verd.de
farricas.
18451846
18461847
17:665
13:645
4:0-20
COUROS.
73:052
75:014
1:962
Saeeoi.
255:633
*l 1:368
*55;735
VCMMPTtn.
4 699,195
Alvindega.
RENDfME.NTO DO DA 5..........
Descarregam hoje,6.
Brigue -- Putriam mcrcadorias.
Brigue Polydm-a quoijos o garraTcs vasios.
Brigue -- W'slmorland bacalhno.
Brigue (eorge-Uobinsoj idem.
Brigue Oous-lrmdos passas.
Brigue Cesar --mercaduras.
Brigue -- rago idem.
Brigue Phara idem.
A exportarlo dos couros diminuta consideravoi
menle; pois que, tendo chegado no precedente
207:822, ueste nao'mantn a mais de 106:960 h
vendo por consequencia a diminuieflo de tOOSfi
o que attribuimos falta de gado occasionada pe'
seccas, pois quo esle genoro he do qualidade ui
que por mais frtil que seja o anno, nellesenflono
lem recuperaros prejuizos soffridos noque oarnT
ceder.
SOLA E VAQUETA.
Comparando, nesta parte, a exportarlo do anno
pretrito com a do que ora llndou, achmos a favor
leste o augmento de 10:266 melos de sola c vaqueta
porque no referido anno s se exportaram 100:2%
meios. Asscntamos que essa differenca pura mais
nascera dos bices com que nesse anno lutaram
os habitantes do interior para darem sabida s pel-
los da grande poreflo de gado que fnorrera, immc-
dialamcntc depois da mortedclle.
Em resultado, emfm, dessas diversas confronta-
Ces, reconbccCmos queontre toda a exportarlo ve-
rificada no excrcicio de 1845 a 1846 e a rcalisada
em o de 1840 a 18t7 ha contra este a differenca do
104:337,225, como vai vr-so :
Anno de 1845 a 1846 Rs. 7.002:173,076
Anno do 1846 a 1847 6.897:835,851
104:337,425
Esta differenca he filha da baixa dos precos.
nioviiuenlo do Porto.
Navios entrados no dia 5,
Antuerpia ; 42 dias, patache sueco Rapio/, de 142 to-
neladas, capitn I. C. Kraft, equipagem 10, carga
caruflo de pedra e ferragens ; a Puget & C.
Rio-Grande-do-Snl; 49 dias, brigue dinamarquez
Canolve, do 110 toneladas, capitflo F. Frelson, equi-
pagem 9, carga couros salgados e soceos ; a N. |0.
Bieber & Companbia. Vem refazer-se de carviio
do pedra o mantimentos, o segu para Antuerpia.
Susmatra ; 86 dias, galera americana Duxbery, equi-
pagem 15, carga pimenta ;ao cnsul.
Liverpool; 34 dias, barca ingleza Isabella, de 237 to-
neladas, capitflo John Robbs, equipagem 15, carga
lijlos para lastro ; a Johnston Pater& ('..'
11^if^W
IMPUTACAO'.
fos-Hermanos, brigue hespanhol, vindo de Malaga
o Cdiz, cnlrado no corrente mez, consignado a Nas-
cimcnto & Aniorim, manifestou o seguinte :
200 barris vinbo, 20 mcias pipas dito, 237 barris
chumbo du munieflo, 16 fardos malvaisco; aos con-
signatarios.
024 caixas passas, 7 ditas sanguichugas: a Manocl
Ignacio deOliveira.
Consulado.
UE\l>IMENTO DO DIA 5.
Geral........................
Diversas provincias..............
548,736
11,928
560,664
EXPORTACA DA PROVINCIA DE PEBNA.MBUCO NO
ANNO EINANCEIRO DO I.' DE JULHO DE 1846 A 30
DE JUNHO DE 1847
3:235,331 20
Algodflo saccas 19,692, com o peso do 104.293 < 30 %
Caixas 13,645 i
Fechos 1,046/
Barricas 75,014}
Saceos 411,3681
Latas, &c. 95,'
fon ros lSeCC0S 3,336
t0u,0S Salgados 103,624
Ditos miudos
Sola e vaqueta
Publcagao Litteraria.
Memorias histricas da provincia de Pernambuco, com-
postas pelo lente do estado-maior do ejeercito, iotl
fernardo Fernanda Gama.
O 3." o 4." tpmos destas Memorias, cujas estam-
pas jchegaram do Rio-de-Janeiro, hilo de ser im-
preterivelmente distribuidos pelos Srs. assignanls
o mais tardar ule o dia 15de julho do corrente anno.
O 3. tomo conclue a guerra hollandcza.
o .- tuniv "iiiriii a noticia iiiinuciusa dos fac-
los notaveis que tiveram lugar em Pernambuco, de-
pois da expulsflo dos Itallandezes ; bem como guet-
ra e deslruicSo do quilombo dos Palmares, que sus-
tentou por mais de frinta anuos um governo iode-
pendentet rovolucflo, na qual os Pcrnambucanos
prendoram um govcrriadorecapitilo-general, eofl-
zeram embarcar preso para Lisboa; peste denomi-
nada males" ; tiro disparado contra outro gover-
nadorecapitflo-general; fgida desle despota ant-
go; guerra civil, denominada dos Mscales, pela
creaeflo da villa do Recita, em 1710; posses dos go-
vornadores o capilfles generaes com toda a exaclido
nas datas, etc etc., etc.
O 5 tomo sor distribuido alofim do corrente
anno.
Subscreve-se a dous mil ris cada um tomo na pra-
ca da Independencia, livraria numeros6e8. Em ju-
dio fecha-sea subscripeflo, ea obra ser entilo ven-
dida aos que nflo forem assignantes por mais 50 por
cont.
THEATKO PUBLICO.
A grande peca Pedro Cem, que j teve e agora vio
tem, fado porluguez, no reinado do Sr. I). Jos I,
ebegou a esta cidade, e se est apromptando para
beneficio do director com toda apompa e brevida-
de : os pretendentes a camarote, dirijam-se ao mes-
mo Husillo.
Avisos martimos.
total
106,960
l,828
110,556
o trabadlo da Ilustre commissflo, e creio ter de-
monstrado evidentemeotoquo assunta no ar, ou
pelo monosseus pontos de apoio nflo teem firmeza ne-
nhuma. Os nobres nicinbros da commissflo ifflo es-
tranliarflo, pois, que cu voto contra sou parecer, e es-
ALCODAO.
A quantidade desto genero.que se exportou no au-
no que acaba, tarmaior que no anterior 2:316 sac-
cas com 9:809 arrobas e 16 libras; e isto por ter sido
o invern mais benijino, comquanto nflo fosse intei-
raiiionte bom.
ASSUCAR.
Tanibom ueste anno se exportaram mais 96:958
arrobas desto genero do que- no antecedente ; por-
que, noi entretanto que de 1846 a 1847 a exportaeflo
tai de 3.235:331 arrobas, do 1846 a 1846 apenas
montoua3.138:373 Para esto accrcscimo influjo o;
mesmo motivo que acina fica ponderado.
Contina cm deprcciamonto a exportaeflo do as-
sucarem grandes votamos, nflo s pela difliculdade
iiamiaiau, pois, que cu voto contra seu parecer, e es- do transiiorii- ramo niA iiiu>nnnn,r.. ,i. 1. ,' l
pero que o senado me .comp.ul.ara m/te meu'volo. Iun JnK^compenMSlto ll eS. grande ut
Vende-se o brigue braseiro Austral, do loto
de 185 toneladas forrado de cobre, com todos o
aprestos, e promplo a navegar para qualquer porto ;
para examinar, a bordo do mesmo, tandeado no
ancoradouro da descarga da carne secca o para se
ajusfar, na ra da Cadeia ti. 45 com Amorim li-
mitas.
Para o Rio-de-Janciro segu, com toda a brovi-
dade o briguc-escuna Feliz-Fentura, capitflo Joilo
Concalves Leito; recebe urna pequea poreflo de
carga muda passagoros e escravosa frete : quem
quizer embarcar entenda-se com o consignatario,
Manoel Ignacio de Oliveira na rua da Cadeia, n. 40.
Para o Rio-de Janeiro o hiato Nereida, do prl-
meira marcha, segu viagem em breves dias; para
carga e passageiros, trata-se na rua da Cadeia do
Recita, botica n. 61, do Sr. Vicente Jos do Brito.
Segu para o Rio-de-Janeiro com muita bre-
vidadeobrigue-escuna Phara, /ecolie carga o es-
cravosa fretc; lem bons enmmodos para passagoi-
ros: dirijam-se a Joflo Francisco da Cruz, rua da
Cruz, n. 46.
Pretende sabir para o Rio-de-Janciro, impreto-
rivelmento no dia 7 do crrante mez, o patacho na-
cional Nitheroy, por se achar promplo: as ptssoas
que teem de embarcar escravos a frote, bajam de so
entender com G. A. de Barros, na pracinha do Corpo-
Santo, n. 66.
I.cJao
O corretor Oliveira far ieilflo de variado sor-
limento de fazendas por todo o preco visto ler de
liquidar certas cotilas : boje 6 do .corrente ,
l&ZZ^TT^^^^^ \r*> M. ; oseuWriptorio da rua da


.------_
l3ra?r
Avisos diversos
\6 obstante no se ter dignado de responder o
Vilo reverendo padre mestre Fr. JoSo de Santa Isa-
JllPavflo s perguntas, quo, por amor de minha do-
rio c tranquilizado de minha consciencia, a res-
Vit'ii das cousas religiosas Ihe fiz pelo Diario de Per-
mbuco n. 1*2, de 30 de junhofindo; pego a Sua Ro-
narpndissima quetenha paciencia, e por caridade
me tire do estado de escrpulo, e temor em que me
0 respondendo aquellas perguntas e mais s
Sotes: I." Se o religioso podo possuir bons?
o Se he verdade que h urna bulla pontificia, que,
''m pBna de excmmunhSo maior ipio fado incurren-
do ci com prohibicHo de sepultura em igreja ecciesi-
ast'ica. puno o religioso que possue bens ? 3.' Se o ro-
liaios que, no obstante essas censuras o penas,
nossiio bons, ainda que em'nomo do outrem, est
L/arfoexcommungado ? 4." Se estando, como pa-
rece excommungado, hilo est privado de exercer
as IU"Ct;ueB OvCi>~>s-------.-, .--------------.na, -u
mn celebrar nnssa, confessar, e outras semelhantcs,
e mesnio se nfio est inhabilitado para, na sua or-
dem ser eleito para os cargos superiores e mosmo
inferiores, e para os exercer ? 5." Se, reservando a
dita bulla Sua Santidad a absolvicilo dessa excom-
miinhlo, um breve do nuncio pode dispensar todas
cssas irregularidades eos sacrilegios oceorridos, e se
nao so pode dizer ob e subrepticiamente obtido ? 6."
Se um prelado, nestes termos eleito, est cannica-
mente eleito, e pode exorcor asfuncefles cannicas
dcjurisilic?flo?7." Se n'uma talordom, que tem um
tal prelado, ser til regiflo oasociedade entrar
para tomaremos tiovos filhos da mesma ordem to
bous exemplos 1 Pede c roga por caridade a resposta
O devoto.
LOTERA DO THlATRO.
0 escrivilo desta lotera avisa s pessoas emprega-
das nos trabalhos da extraccio da mosma, que se
devem adiar, hoje, as 71/2 horas da manhfa, no con-
itorioda igreja da Conceicfo dos militaros.
Pelo vapor
acaba de chegar um sortimento de bilhetes da 45.'
lotera concedida santa casa da Misericordia do
Ro-dc-Janeiro, cuja extraccfp devia ter lugar em
o da 22a 25 do mez do junho," os quaes se acham a
venda no Jtecfe casado cambio do Veira da Silva.
Na mesma casa se acha patente a lista da 6.*
lotera da Caridade, que ltimamente se ven-
den, enaqual foram vendidos alm de outros pre-
mios os seguntcs: o n. 4,904 quo tireu parle dos
10 contos de ris; o n. 3,111 que tirn parle'dc 1
cont de ais, con. 2,418 que tirou quatroecntos mil
ris. A ellos antes quo chegue o vapor. Advertc-se
que lodosos bilhetesvfio rubricados pelo vendedor.
Aluga-se um mulato para lodo o servico, e um
negro bom cozinhoiro: quem os pretender para co-
zinlia.ou qualqueroutro servco, dirija-se aoAter-
ro-da-l!oa-Vista, n. 37, segundo andar, quo adiar
com quem tratar.
Joa"o Francisco Duarte, feilor e conferente apo-
sentado d'alfandcga desta cidade, lencionando fazer
urna viagem a corle do Rio-de-Janciro, onde preten-
de demorar-so tanto tompo quanto preciso Ihe soja
para tratar de seusdiversos negocios sto,em o vapor
Imperador quo demandar osle porto, procedente
dos do norte, de 20 do corrente julho, qualquer da)
deixa conse'guntcmcnte, durante esta peridica au-
sencia, por seu procurador n totum a seu prezado l-
Iho, o liacharel formado Jofo Francisco Duarte, re-
sidente, em companhia do mesmo annunciante,, ac-
tualmente no bairro da Boa-Vista, ra do Hospicio,
em o sobrado n. 56, depos do estabolocmento da
senhoraviuva Ferreira.
A pessoa, que, ha tempos a esta parte, declaran
por esto Diario, (quando no pelo novo) ter, no bair-
ro o Atcrro-da-lloa-Vista um remedio, ou receila
do antidolo para ataques de iplepcia, ou gota-coral:
outro sim, quem mesmo, para dito effeito possuir,
ou poder com facilidade adquirir urna dentadura de
jacar do papo amarello, slrva-so de annunciar, e
quanto antes por este Diario; alias, dirigir-so ao
mesmo bairro da Boa-Vista, ra do Hospicio, sobra-
do n, 56, ondo deparar com a pessoa que muitq se
interessa por ambos os objectos; fazendo assim,
mo s particular favor esta mesma pessoa, como
un completo serviQO- apoquentada humanidade.
ATTRNCA.'
O abaxo assignado, morador as Cinco-Ponas,
n. 4, nao obstante fazer os seus ajustes a retro fecha-
do com (oda e qualquer pessoa que Ihe empenha ob-
jectos, ou vocalmente ou com papel, comtudo, para
que ninguem possn allegar ignorancia ou innocencia
que destas ha militas; faz publico a todas as pessoas
quetiverem objectosem seu poder,seja qual foro tra-
to o a qualidade do ohjeeto, hajam do os resgatar no
prazo de oito das, contados da data desle; e na falta
o abaxo assignado passa n vendo-Ios para sen paga-
mento, isto inuilo conslrangjdo, purquo s os pode
vonder por menos do seu valor, e sem feitio, pois
mas serveni para seus donus do que para o abaxo
assignado: o quo pelo presente faz publico para a
sua resalva.
Manoel Joaquim Pinto machado (juimares.
O abaxo assignado faz scentc ao respeitavel
publico e as autoridades, que ana mulher Anna The-
rexa de Jess, na note de 2 para 3 do corrente mez,
fura de horas, sanio de sua companhia, deixando o
annunciante dormindo eas portas de detrs abor-
tas, levando ludo o que quiz, do melhor, o junta-
mente tres esclavos, sendo : um preto denomeFi-
lippe, de nacSo ; Marcellina e una cria ; a prela de
nacao Rebollo, nicos eseravos que possuia o casal:
e como esto modo de proceder Iro inleiramente odi-
oso e mesmo criminoso, porque o que o casal tem
be obligado aoque o mesmo casal deve, eso por
meios competentes he que podein ser desligados do
casal ; por.isso faz publico, quo a mesma sua mu-
lher uo pode Jispr dos mesmos eseravos, nem se-
ren acolhidos em parto alguma, por screm usurpa-
I dos desta.forma, e proceder o annunciante como a
le determina. .. .
l.oncalo Francuco Martin*.
Fugio da ra da Aurora,do casa do MaccJ, aquem
pertcnce, um urub re, novo, e que apenas prin-
cipio a alvejaras pennasdas pernas : quem
brir u pegar, levando-o a dita casa, ser g
mente gratificado.
Hoje, 6 do correte, pelas 4 horas da tarde,
aporta do Sr. doutor juiz docvcl da primeira vara,
lem de ser arrematada, por ser a ultima praca, a casa
de sobrado de dous andares o sotfio, na ra da Ca-
deia-Ve.-a, n. 37, penliorada por cxecuQo de D.
Youllet Companhia contra a viuva o herdeiros de
liento Jos. Al ves, escrivilo llego.
Aluga-se urna casa terrea na ra Bella com
duassalas 3 alcovas cozinha fra quintal e car
cimba : a tratar na ra do Cellcgio, n. 15, segundo
andar.
o dsco-
gencrosa
lotera do theatro.
O thesourero desta lotera, tendo do expr ven-
da no da segunda-feira, 12 do corrente mez, os bi-
lhetes da segunda parte da 17." lotera, convida -
quellas pessoas que quizerem o costumam apartar
bilhetes por certa e determinada numeradlo, a apr-
senla rom suas listas at odia sabbado, 10do corren-
te, afin deque possam ser apartados taes bilhetes
antes de serem distribuidos pelas lojas onde leem de
ser vendidos.
-- Partcpa-se a qualquer possoa quo padega a
terrivel .molostia de asthma, vulgarmente denomi-
nada puchado, que ha quem a curo por mais antiga
quo seja:quem estiver nestas circumstancias, dirija -
se ao Mondego a tomar informadles com os Srs. JoSo
Cando o Manoel Poreira de Castro.
Francisco Jos Vanna da Cunha tendo feito
publico no Diario de Pcrnambuco, ns. 134, 135 o 136,
qued'ahiem vanto se assgnaria Francisco Jos V-
anna isto por haver outro do igual nomo, ignoran-
do deparar com outro de mesmo nomo, e vendo um
annuncio no mesmo Diario, n. 146, do Sr. Francisco
Jos Vianna, Braslero, em virtudo do assumpto
tilo justo de seu annuncio sdenlilica ao publico,
que, por este motivo, reforma aquellas seus inmun-
dos dos Diarios mencionados, o que de bojoem
diante se assignar Francisco Jos da Cunha Vianna.
A resposta qne.se deu a pergunla que se fez no
Diario do sabbado 3 do corrente foi satisfactoria,
porque so mandn abrir u porta d'agoa no mesmo
da : mutos parabens aos inlcrcssados a gracas a
quem a mamloii abrir ; e espera-so que contino
aberla para niio haver recelos. Nao so diga do
modo algum, como so disse ha tempos por este Dia-
rio, que a porta d'agoa n3o correspondeu ao lim pa-
ra que foi feta ; pos esta assei'Qfio parece ser para
deprimir a quem mandou fazer ou fez urna obra
tilo til, que poz termo as inmensas despezas que
so faziam pelos cofres pblicos em tapar arrom-
bos desdo a fundacHo da obru do Varadouro nfio
fallando om oulros beneficios.
l'recisa-se de um homem de boa
conduela ,. queentenda de amassar e (or-
near para o mnttu, e de unvcaixeiro ,
quetenha ortica de vende e de fiadora
sua conducta; na ra larga do Itozario ,
n. 5o.
Aluga-se um escravo bom trabalhador do pa-
daria, da qual lom milita pratica: quem o pre-
tender dirja-sea Boa-Vista, ra do Pires, n. 23.
Joaquim F.zequicl Barhoza, estabelecdo na
lifovinca da Pnrahha tem encarregado de lodos
os seus negocios nesta cidade, qur jndiciaos ,
qur oxtrajudiciaos, ao Sr. Joqujm de Albuquer-
quee Mello, que lica autorisado com procurarlo
bastile.
l'recisa-se de urna mullierpara ca-
sa de um homem soltciro que saiba
bem engommar e cozinliar: na ra do
Aragao, sbralo n. 45.
Quem annunciou no Diario do 3 do. corrente ,
3ueror dar 500,000 rs. a premio com boas urinas,
irija-so a ra Nova 5, que ah so dir quem precisa.
~ Prccisa-sc de urna prela ou parda de idade pa-
ra tomar conU do urna monlna, o pa.a andar em
sua companhia : no Atorro-da-Vista, n. 11.
Na ra da Concordia, loja de iniirccnero pre-
csa-sc de um ollicial que trabalhe bem em cadeiras.
Precisa-se de um l'orneiro na ra da Senzalla-
Velha n. 90.
Precisa-se de 3:000,000 de rs. a premio, por
lempo de 3 anuos com hypothcca em urna casa na
ra Imperial: quem quizer dar anuncie.
Manoel Joaquim de Souza Carvalho comprou
um meio bihete da lotera do thealro, de sociodade
com Francisco Lelode Oliveira.
MathildoLuttkens e seus filhos menores, Km-
ma Malhilde o Herrmanii, seguem viagem para a Eu-
ropa.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra do
ueimdo, n. 8 : a tratar na loja do mesmo.
Precisa-se alugaruina escrava para o pequeo
servico interno o externo de nina casa: Ha ra do
dorias n. 16, primero andar.
Offerccc-so un rapaz brasileiro para caixeiro
do ra ou para fra da provincia o qual d fiador
a sua conduela : quem do seu prestmp se quizer
utilisar, dfrija-se i Roa-Vista na ra da S.-Cruz ,
sobrado n. 14.
O abaxo assignado faz corto aos lllms. Srs. of-
ficiaes do corpo de artilharia desta provincia, que
nunca ibes vendeu nada no seu ormazem de tras-
tes, na ra da Cadea de Santo Antonio; mas que,
leudo o abaixo assignado mandado fazer un annun-
cio, por sabor ler o escrever milito mal, pos ape-
nas assigna o seu nonio a respeitu dn Pompeo Ro-
mano de Carvalho, por Ihe ter comprado urna obra
o nfio Ihe ter pago at^o presente, ignorando a sua
morada e estado, sucedeu que a pessoa incumbi-
da de fazer o annuncio excedesso dos limites do seu
pedido, e por ignorancia fosso o inesuiu annuncio
impresso publicado; por so pede o abaixo as-
sguado aos mesmos lllms. Srs. oficiaes, que llio
dcsculpem esta flla,e Ihes declara queesta promplo
a dar toda salfsfaejRo em abono dos lllms. offendi-
dos. Antonio Tcixeira dos Santos.
Aluga-se um pequeo sitio com
bastantes arvoredos, larangeiras, cajoci-
ros coqueiros, inuilo boas jaqueiras ,
boa agoa de beber na travessa do Pom-
bal, esquina do becco que vai para o si-
lio do Sr. coronel Joaquim Bernardo de
l'igueiredo por preco commodo : a tra-
tar com Joaquim Lopes de Almeida, cai-
xeiro do Sr. Joao Mathens.
-- Precisa-se de urna Portugueza quo tonha bas-
tante pratica do dirigir urna casa de portas a dentro:
na ra Nova ,n. 37, scdrquomvprecisa.
O abaixo assignado', na qualidade
de caixada administradlo do casal do Sr.
Joaquim Jos Lourcnco da Costa, con-
vida aos Svs. credores do mesmo casal a
viiemreceber casa do abaixo assigna-
do, a parte que Ibes toca de um dividen-
do feho no primeiro do corrente.
Manoel Antonio de Atvtdo.
LOTERA DO TlllATRO.
O milito pequeo resto de bilhetes, que existe por
conta da sociedade, vendem-se aiuda boje at a hora
cm que tivercomeco o andamento das rodas, nica-
mente na botica do Sr Morda Marques, no pateo da
matriz de Santo-Anlnnin.
FUND CAO
r
D,A xjnoRA.
X I..
propietarios leste
antgo estabelecimento,a visam aos seus freguezes e ao
publico em gnral que elles sippre leem un gran-
de sortimento de moondas do todos os lmannos
fabricadas cm suas ollicinas, tendo, porlanto.a
fortidflo, solidez, boa eonstrurr,fo e melhoramen-
los, quo a pratica do longos anuos tem mostrado
seren necessarios o que as obra de earregaejio
olferccdas aqui com tanto empenho nunca se
ada. Possiiindoosannunoiaiitcs para aperfeicoar
assuas obras os apparelhos mais modernos c com-
pletos quo a scienca vai indroiluzndo, nada dcixam
a desojar; e tendo adquirido com grandes despezas
um crescido o indispensavel numero de ollicaes pe-
ritos as suas prollssoes e oscolhidos de entre os
melhores da Europa achani-so verdadeiraniente
habilitados para ofTerccrcm com perfeita cnnlian
ca aos Snrs. de engcnlio a grande vantagem de po-
derem sem roceio apromptar qualquer obra ci
aquellas brevidade e pontualdado tito indispensa-
veis aos seus importantes nteresses. Ncsta fabrica
tambem fazem-se rodas d'agoa, todas de ferro
moondas,, machinas Je vapor e toda qualidade
de madiinismo por maior ou mais difliel que se-
ja. Advertindo-soquelodasas obras sflo garanti-
das, offerocciido desta maneira a mais ampia se-
granos do sua boa e liel execuco.
-- Didier Colonibicz & ('. mudarain
da ru da
seu
Foram furtados, no dia 26 do junho, por 1 escra-
vo do annunciante, os objectos seguntcs : urna cr-
ranle deouro, um par do brincos de canudo "6 3
annelOes : quem quizer entregar, leudo comprado,
ou sendo depositario dos ditos objectos, di rija-so a
ra da Mangueira n. 12, ou ao paleo da S.-Cruz ,
sobrado por cima doSr. Peretli que ser generosa-
mente recompensado.
nOUEDADE
NIIEO^DMtfA:1
0 primero secretario avisa aos Srs. socios que
boje, pelas 6 horas o meio da larde, ha sessJo da
sociedade.
cscriplono e arniazcm, ua ra
Curi, n if), para a mesma ra, 8.
-- Precisa-so do um feilor que entenda de plan-
lacOes de horta pomar e encherto : no Aterro-da-
Boa-Vista n. 43. ,
Aluga-se urna prela eserava quo saue nem
cozinhar quom a pretender dirija-se a ra da Ma-
dre-de-Deos n. 36, primeiro andar.
1. G. Ferreira & Companhia embarcan! pava
Rio-de-Janeiro o sou escravo Chnstovflo.
O Sr. Kzequiel de Souza Cavalcanti tem una
carta na praca da Independencia livraria ns. t e 8.
Hoje, 6 do correle, as 4 horas da tardo, a
porta do Sr. doutor juiz do civel da primeira vara,
se ha de arrematar a prela Arcangela, a ivquisicao
da viuva e herdeiros do lnado Alexnndrc Manoel da
CircumsizflQ, do Rjo-Grande-do-Norle.
Jos Thcinoteo Poreira Rastos morgado das
Alagoas, fazscienlealodasas pessoas que Ihe. Sflo
forcras, que Jos Francisco Goncalves esla autorisa-
do para recobcros foros que esliverem vencidos.
Precisa-se doaprenuizes: na loja do domador
e fabricante do candieiros de gaz da ra Nova.n. 59
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
Imperial, n 67, com muito bons commodos, pinta-
do do novo: na ra Nova, n. 42, a fallar com Dellino
Goncalves Poreira Lima.
Aeha-se no lugar Cravata para bandas do Ma-
manguape um cabra com ollicio de sapateiro, que
diz chama r-se Pedro Jos, oque he de urna senhora
viuva, moradora para as bandas da ra d'Agoas-Ver-
des, por nonio Sra. I). Mara : quom so julgar com
djroito aodito escravo, appareca no Fm te-do-Mat-
tds prensa de Joaquim Jos Ferreira, quo informara
a respeito.
Desappareceu no dia ullimo do mez prximo
passailo, urna cabra (bicho;, muito grande, prela,
com a barriga pela parle debaixo branca, com pon-
as bstanle grandes, olhos com malhas brancas,
muito prxima a parir, com duas (ilhas ja grandes;
seqdo urna Igual em ludo a ella, e a oulra intoira-
menlepreta; costuma a pastar pelas campias da
ra Augusta c seus arredores : quem a pegar, ou
della (ler noticia, dirija-se a ra da Praia ile S. Rita,
no sobrado n. 43, que ser bem recompensado.
Precisa-se de una ama quo saiba cozinhar o
engommar o fazer o mais servico de una casa de
pouco familia: na Solcdade ra de.Joao-I'ernan-
des-Vieira, n. 42. t
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da tra-
vessa do Queimado, n. 1, propro para eseriptoro,
ou homem solteiro: a tratar na venda junto ao mes-
mo sobrado. ,
O engenheiro Milf.t cnsina na sua casa, ra do
Crespo, n. 14, primeiro andar, as seguntcs amen-
cias:----AMTIISI ETICA, CEOMETnlA, AI.UEBBA, CIIVMICA
C PHTSICA.
A o Sr. doutor Lourenco Bezerra
Carneiro da Cunha roga-seainda de ap-
pareccr na ra Direita, sobrado u. af),
que se Ibedeseja fallar a negocio quelbe
diz respeito.
Francisco Pililo da Costa
Lima, aiaiate, morador na
ra larga do Rozario, n. 40, precisa de officiaes de
seu ollicio e costuieiras: tem para vender pannos
pelos, azues o verdes; bons br'ms, velludo e cha-
inlote; botOes de osso prelo e branco; linha do car*
~0sSrs. Joaquim Francisco de Pau-
la Estoves Clemente e Cbristovo Fereira
Pinto, queiram ir a ra larga do Koza-
rio, n. -x!\.
Precisa-so de um Portuguez idoso que saiba
tratar bem de borla, para um engenho distanw
desta praca 8 legoas : a tratar na ra Direita sobra-
do n. -29.
Compras.
Compram-sc, nfToQt va mente eseravos de am-
bos os sexos do 12 a 2o annos ; sendo de bonitas
figuras pagam-se bem: tambem so compramalguns
ollicaes de sapalciro : na ra da Concordia, pas-
sando i pontozinha a direita segunda casa terrea.
C.ompram-so diarios velhos a 120 rs. a libra :
na rna larga do Rozario ,u. 34, boliquim da Cova-
da-Onci.
Compram-sc 2 eseravos da Costa, mocos, sem
vicios nem achaques; urna prela cuma parda que
seja habilidosa; pagam-se bom: na ra do Agoas-
Verdes, n. 46.
Conipra-se a gconietria de l.acrox : na ra da
Aurora n. 54, segundo andar.
Gouipram-si; sempre todas as qua-
ldades de frascos de vidro vasios, que ser-
viram para Sgoa de Colonia e espiritos de
ebeiro : no Alerro-da-Boa-Vi.sta, fabrica
de licores, n. 17.
Compra-so. ou aluga-se um molequo, que seja.
rcfnrcado o sado embora nao lenha habilidades:
oa roa da Cruz, no Recife 11. 21.
Continua-se a comprar ferro fundido bronzo
o cobre velbo : na ra do Rruin, n. 8.
Compram-sc para lora da provincia esera-
vos de ambos os sexos : na ra Nova, 11 16, so dir
quem compra.
Lftc '* i9mm**^ a
!5!~"~"
Vendas.
^Wiimwi .....1
-so um completo sortimento do fazendas ttnas
......1:1.. 1^. ~-..m nnmn pvonlloill
iaa aa auaituauea, *""' *" *
A 640 3l.,
paros ile pentes de larlaruga do marrafa: na ra lar-
ga do Rozario, 11. 21.
Vondc-se a esciava Monica, crioula, de 2 an-
nos muito robusta sem molestias nem vicios, que
engomlhae cose bem: Mara, de naeflo Rengela,
de 23 annos, boa quitaadelra o. que lava o coznna:
Faustina de3 annos muito liel boa cozmneira,
lava de MblOf varrclla c nflo lom o menor vicio :
Dolflna moleca de 14 annos boa para so educar :
Francisca moleca de 11 anuos de boa ligura Ro-
sa o Bonifaoia proprias para engenho : tuaro,
niolequedo IV anuos de bonita hgura : Joao, An-
ico, de 30 annos: 3 sobrados as pnncipaes nas
do bairro de S.-Antonio : na ra de Agoas-verae ,
n. 46.
Na loja noca de llaymundo Carlos Uile, ruado
Queimado, n. II A,
acha-se
de todas us qi...n
panno de algodao. proprio para saceos e roupu do
eseravos, a 260 rs. a vara, cujas pecas teem 25 varas:
lindos lencos de seda, propriospara meninos, a 720
rs.; linissimos chapeos do Chile chegados ltima-
mente, e novospadrocs de brlns trancados do Iis-
tras: ludo baratissmo.
Kl.IXIR TOMCO
ANTI- FLEUHATICO ,
Pelosenhor doutor Guille, medico da faculdade de Pa-
rs, membro de varias sociedades medicas, assim ni-
cionaes como estrangeiras, cavalheiro da real ordem
da legio de honra, etc.
rDuponl, pharmaceutico, cm Pars, ra Tque-
tonne. 11.14)
O nico deposito verdadeiro "tiesto elixir he esta-
belecdo pero mesmo autor na botica do Sr. Jos da
Rocha Prannos, ra eslroita do Rozario, n. 10, em
l'criiaiiibuco. .
0 elixir anti-flcumalico be cssencialmonle tnico,
reanima o principio vital o d Torca s fibras, desa-
taca os humores viscosos, os precipita om bano, a-
viva o appclilo e rurtilica o estomago._
Pde-seadministrar na mais tenra infancia como
na velbicc; nada lio mais doce que o seu elToito: lun-
tle, dssolve os humores c Ihes d saluda som algu-
na MitaoSo sem suspender as occupaQOes, nem
udar os hbitos: se pode tomar desle officazmento
umncolhcrdemaiiliiia cm jejum, particularmente no
invern o nos tempos hmidos.
Os asmticos, gotosos, hydropicos, aquellos cuja
libra he moli lica ni satlsreitos do sou uso: bem
como os que soflrem denuxSo catarral do pcito, a-
zedumes do estomago, syncopes o palpitacAes do
coraefio. clica, empigeiw, catarro da bexiga. a-
noplexia cerosa, reurtiatsmo, fluxos alvos, doencas
dolelonas senhoras, ndegestao, vermes intestinaes
as crancas.e outras multas cnfcrinidadcs que seria
oiiro enumerar. ...
liste medicamento salutar tem produznoos mais
favoraveis effeitos, nos casos, para assim uizor. des-
esperados. Uesla sorte, desde seis annos foi pres-
crito por todos os mdicos Ilustres, o ossuccessos
,u .lidiarlos que obtem, tanlo em Prmca COBIO nos
p'aizcs estrangeiros, ormam o melhor clog o qun
desto possa fazor-se, ea prova desle be a gra me1 sa-
bida que este, maravill.oso remedio tem |"J P-
vincias do llras.....incipalmcnte na Baha e R.o-
ile-Janeiro, onde ha tantas ilInstracOes medicas..
AVISO ESSENCIAL.
I)evc-se somonte inteira confianca s garrafas que
teem urna marca quo leva a firma do autor seme-
Ihanto aquella quo se ve cm baixo. Emfim, para e-
vitar o nerigo das falsilicaQOes, os accidentes que
nodcrlam acontecer, o arrestar a cc-bica dos fa sa-
nos, o publico he prevenido quo cada garrara deve
scrcompanhada de urna nstrucQio impressa que
indica a maneira do empregar oste medicamento,
compilado pelo Sr. Cuilli, com a sua tirina, e im-
presso em Paris por o Sr. Coetschy; caracteres es-
senciacs para evitar a fraude.
Ver.dem-se 4 litulos de divida da thesourana
eeral ( exercelos lindos ) do cento o tantos mil rs.
cada um ; dao-sc por melado : na ra do Rangel
n.
retel, de beca prela o branca; holiandaap.r. ^l^SgSK,. Beberibe-de-Bai
eai8Teacisab-seSdf:'umfeilorPara um pequeo sitio, das ^as-Noites pos de ananazes ,
_. para um pequeo
que trabalhe, e entenda de horta cjardim : na ra do I se plantar -. a
Amorim,n. 15.
tratar na ra
xo, no sitio
proprios para
ostrciU do Hozarlo,
'II
1 i

l
h. 34.
I MUTILADO


A
Vendom-se chitas imperiracs chcgadas lti-
mamente do Jtio-dc- Janeiro a fazenda a mais mo-
derno daquclla corte : ost;1o-so rctalhando a 320 rs
o covado na nova loja de Francisco Jos Teixeira
asios nos quatro-cantos da ra doQueimado n.
20. nno-se amostras, francamente para os freguezes
melhorconhccerem o bom gosto e boa qualidade.
Vendem-se caixas doclihysson, de 6, 12 o 13
libras cm porcOes, ou a retalho ; caixas de velas
de cspi-rmaccte de 5 e G em libra na ra da Alfan-
dega-Velha.n. 36,emeasade Matheus Austin & C.
Vendem-se escravos baratos na ra das
Larangciras, n. 14, segundo andar: 2
pretos de elegantes figuras, de 20 annos
acostumados a trabalhar de cnxada ; um
dito de lannos eom um pequeo de-
feito; umdito com olTicio de alfaiatc; um pardo
ollicial desapateiro de boa conducta de 22 annos;
um pretodomeia idade, por 280,000 rs ; una mu-
latinhade 16annos, com alguns principios doha-
bilidades ; urna dita do 25 anuos que engomnia ,
cose e cozinha o diario do urna casa ; tres prctas
de nagiio mogas sendo urna de 16 annos, outra de
26 aunse a outra de 9 annos.
Vendem-se 7 escravos, sendo: urna negrinha,
boa costureira de lavarinlo, eque marca; duas di-
tas de 17 a 20 annos, de bonita figura que engom-
mam e cozinham bem; duas ditas, proprias para qui-
tamlciras; un pardo bem mogo, de bonita figura;
iid preto de boa conducta : no pateo da Matriz de
S.-Antonio sobrado n. 4.
Vende-scuma preta cozinbeira do boa con-
ducta o moca ; urna parda costureira engomma-
deira e cozinheira eque be propria para ama de
casa por terexcellenle conducta o ser sadia ; uth
inoleque de 7 annos, milito lindo, proprio para
brincar com meninos: ludo be de pessoa quo se
quer retirar da praga por doentc: na ra larga do
Rozarlo i loja de miudezas, n. 35, se dir quem
vende.
Vendem-se saccas com tartana de mandioca ,
por prego commodo : na ra da Cruz, n. 26.
- Vendem-se acedes ta ex-
tiocla companlna de Pernambuco
e Parahyba : no escrptorio de
Olivera Irmos & C, na ra da
Cruz do Recife, n. 9.
Vendem-se duas casas terreas, com boas com-
modidades quintaos e cacimbas, e lima dellas
com estribara sitas na travessa do Marisco, outr'o-
ra becco do Peixoto ; urna dita por todo o prego ,
sita na ra de Motocolomb nos ACogados esta lie
de taipa e smente tem a frente e retaguarda de
ti jlo ; 2 escravos do servigo de campo ; urna podra
quadrada e polida para se moer tinta : ludo por pre-
go milito commodo: na ra Uireila sobrado u. 29.
Vende-se cha de muito superior qualidade, cm
eaixinhas do 6 libras : em casa de I., G. Ferrolra &
Compauhia.
Vendein-scadmiraveis navalbas de ago da Chi-
na que leem a vanlagein de cortar o cabello sem
otTenga da pelle deixando a cara parecendo estar
na sua brilbaute mocidade.
Este ago vem exclusivamente da Cliina e s nol-
le Irabalbam dous dos mclliorcs c mais aba Usados
cuteleiros da nunca excedida c rica cidade de Pe-
kn capital do imperio chim.
ALTOR SIIAW
N. II. He recommendado o uso dcstas navalbas
maravilhosas por toda as sociedades das sciencias^
medico-cirurgicas, tanto da Europa como da Ame-
rica, Asia o frica n1o s para prevenir as moles-
tias da cutis, mas tambem como um nieio cosm-
tico.
Vendem-se na ra do Crespo loja de Campos &
Vaya.
--Vendc-se um moloque do 16 [annos, ofJlcial de
pedreiro : na rua Nova, n. 14.
A dinlieiro ou a prazo anda so vendem alguns
terrenos, parte alagados, parte beneficiados e parte
aterrados, c j com alicorees para sobrado, na linha
da rua da Concordia junto travessa do finado
Monteiro que sahe na rua do Tergo ; cujos terre-
nos tcem um telheiro do madeira bastante alto
bem como urnas poucas de portadas de pedra da
Ierra ao lado quo tambem se vendem e por pre-
gos tilo com modos, que s quem nlo tiver bom gos-
to eno for apaixonado pela cdificagSo deixar de
aproveitaresta occisao tanto pela bondade de seus
valores, como pela localidade em que estilo os ditos
terrenos: na rua dos Quarteis, boje larga do Roza-
rio ii..18.
SAI. ESTRANGEIRO.
Vende-se urna porcilo do sal estrangeiro a bor-
do do brigue francez Arago, surto nesle porto : a
tratar do ajusto no escriptorio de J. P. Adour & C.
na rua da Cruz n. 21.
-Vendom-se, na rua nireita vendan. 53, de
Antonio Francisco Martins de Miranda, saccas com
fartahada trra muito boa; azeite de carrapato
a 1,200 rs. a caada e todos os gneros pertencen-
(cs a venda, por prego mais barato, que em outra
qualquer parle.
Vendem-se saccas com farinba de barco, pro-
pria para escravos, a 2,500 rs. : na rua Direita n. 9.
nontas, a 240 rs.; mantas de fil de linho a 2,000
rs.; brins trancados de cores e listras a melhor fa-
zonda possivel, a 1,500 rs.; cassB brancas, proprias
para cortinados a 3,200 rs. a pega ; cassa-chitas ,
a 320 rs. o covado ; riscados francezes, padroes mo-
dernos a 200 o 240 rs. o outras minias fazendas
de bom gosto por prego commodo.
v Vendc-se um molerole de bonita figura ;
." de 22 anuos, sem vicios neni achaques bom !
jjO ollicial de pedreiro : na rua das l.arangeiras '
jjj n. 14, segundo andar.
Vendom-se duas casas terreas com
hons commodos, por preco mdico : na
rua Direita, sobrado n. 99.
Vendem-se billiel.es e meics
ditos da loleria do r\ocleJanei-
10, chegados no vapor impera-
"test

>
g
-o
es
dor : na loja
noel Gomes ,
de cambio
na rua da
n
38.
de Ma
Gadeia,
Vende-se um lindo preto sem vicios
nein achaques de 22anuos, com olTi-
cio desapateiro cozinheiro e que he
bom masseiro na rua das Larangciras.
n. 14, segundo andar.
Acabam dechegar, pelo ulti-
mo navio, 3 fortes pianos, de pa-
tente London, todos de Jacaran-
da e feilos com muito bom ges-
to, pelos melbores autores, Co-
lard e Colard; bem como ac
de Milo e eslanbo: na rua do
Vigario, armazem n. 4, de lio-
the & Bedoulac.
Na rua dos Tanoeiros, n. I,
vendem-se 2 escravos, sendo um crioulo pega, de
18 annos o o outro pardo ollicial de pedreiro e de
allaiale.
Vende-sevinagre de superior qualidade, para
conserva a 1,600 rs. a garrafa ; sal de Lisboa lino o
alvo a 1,600 rs. o alqueiro na rua da SenzaHa-Ve-
lha D. 48.
Na loja nova do
Passcio-Publico,
vendem-se cortes de chitas suissas, de cores lixas e
pannos anda/es, a 1,200 ris com 10 covados ;
lengosdecambraia para mao de senhora, a 320
ris; merino preto muito largo c lino a 1,200,
1,600, 3,000 e 3,200 rs.; cortes de caigas da afamada
pelle do diabo a 1,400 rs.; pegas do algodilo tran-
cado a 4,000 rs.
Vende-se urna preta moga de milito boa con-
ducta parida de 3 mezes sem ilho com muito
bom leite, o que sabe cozinhar bem o diario de urna
casa, engominar liso, lavar de sabio e varrella ;
urna dita quesabo coser bem engommar, cozinhar,
efazer renda c lavarinlo : na rua do Vigario II. 24,
se dii quem vende e o motivo por que.
Vendc-se, por precisiio um preto da Costa de
32 annos do qual se afianga a conducta : na rua do
Cotovello n. 23.
Vendem-se ps de tmaras, por prego com-
modo : na rua das flores se dir quem vende.
Na loja do barateiro da rua do Livramento ca-
sa amacolla, n. 10, vcndein-se pegas de madapolfo,
muito finas, a 4,000 e 4,500 rs. e soffcivcis, a 2,600,
2,800 c 3,500 rs.; cortes de cassa-chilas muito as-
seiadOB padroes a 3,400 c 3,800 rs. ; riscados fran-
cezes muito (nos, a 240 o 280 rs.; chitas muito
finas a 200 o 240 es., cores lixas. Ii.io-so as pegas
para amostra, com penhor.
Vende-se um pequeo sitio com mu i tos arvo-
redos novos de varias.qualidades : na Soledado ,
estrada que vai para o Manguinho n. 19: a tratar
no mesmo sitio.
Vende-se sebo derretido a retalho : na rua da
Conceicoo, armazem do Rufino, n. 20.
~ Vende-se superior aletria lano om caixas co-
mo a retalho ; na rua Nova, n. 50.
Vendc-se a casa n. 3, sita na rua do Bom-Su-
cesso, emOlinda com um silio solTrivel, casa re-
edificada de novo existindo dentro dclla varios
maleriaes para acabar algumascoiiSBS que faltam :
na praga da Boa-Vista, botica n. 6.
Vendem-se os milito supe-
riores sapaios de pala, de Nanles;
ditos grossos,taixeados e de 3 so-
las ,- botins ingleses bnrzeguins
ditos : ludo proprio para inver-
n; borzeyuins de Lisboa a
3,600 rs. : na rua da Cadeia-Ve-
llia n. 35, loja do Moreira.
Vende-se superior cera de carnauba, por pre-
go mais barato do que em outra qualquer parte : na
ruado Rangel, o. 50.
Vende-se 1 diccionario Magnum Lexicn por
4,000 is. ; I dito de porluguez para latim, por 8,000
rs. ; um dito de fbulas, por 1,600 rs ; 1 dito frail-
ee/. por &y rs.; una arte de Sevcne, porS/rs" ; Tc-
lemaque ; fbulas de l.afontaino c outros livros,
todos novos: na rua estreita do Rozario, n.43.
Vende-se urna casa terrea na ruado Caldeirci-
ro desta praga com duas salas 3 quartos, cozinha
fura, quintal O cacimba : a tratar com Vicente Fer-
reira Comes na rua do Qucimado sobrado com a
escada para o pateo do Collegio.
Vendem-se saccas de alqueire de muito superior
farinha de San-Malheus: em casa de Manoel Joa-
quim Ramos e Silva, na rua da Cadeia do Recife,
n. 38.
lO 11I! ATO.
Ka nova loja de Francisco Jo-
s Teixeira Bastos, nos qua-
tro-cantos da rua do Quei-
mado, n.iu, (ue faz esquina
para a rua estrella do Boza-
rio, vendem-se
corles de cambraia de lindas cores, muito modernas,
a 3,200 rs.; pegas de, chita escura, do muito bom
panno e cores fixasTi) 5,000 rs. e o covado a 140
rs.; dilas, a 120,160 o 200 rs. o covado ; pegas de
algodflozinho com 17 varas, a 2,000 rs.; dilas de
madapolo largo, a 2,700 rs., e deoutrasqualidades
. pregos; ditas de bretanba, a 2,000 rs.; dita de pu-
ro linho a 320 rs. a vara ; merm preto e fino, a
1,600 rs. o covado ; dito rxo, proprio para vestua-
rio de meninos e vestidos de montara, a 1,280rs.
alpaca muito encorpada a 800 rs.; brim trangad
de puro linho, a 200 rs. o covado; algodSozinho
trangad mesclado a 200 rs. ; dito de listras, escu-
ro e americano a 240 rs.; meias para meninos, a
80 rs. o par; ditas para meninas, a 200 rs.; ditas
pretas, curtas, a 120 rs.; ditas para senhora a 240,
320, 400 e 480 rs. o par; lencos de cambraia de tres I
. a i n? o rr o o o 2a2.g .gp


MJ r. g> N 0 o. ja o.
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o*W o-a||* o c o o; u
'S E o
publico, unto pela seguran;a e bom gosto de subo
conrec9o, como pela boa qualidade da luz, econotni
asselo de seu servido.
Na flieSma lOJa oconumidores,em-
pre acbaro um deposito de GA7j, de cujo se afianca
ijualidade. e cm por^ao bastante para consumo. *
I Vende-se um bonito molecote de 20 annos a,
naglo Angola de boa conducta : na ruaestrei dn
Rozario, n. 31, primeiro andar.
1 ini-sini > panno da linho do
Portea 600 e 800 rs. a
vara: *
as pegas do de 800 rs. siio de 16 varas, e as do do
600 rs. de 25 varas e uina terga: meias de alendan
cru, as mais finas que teem apparecido: um lindo
...ti.. Jn nliil limo' i..< nnl.< __. a '
mais modernas qU(J
Vende-se estopa, propria para saceos : na rua
do Trapiche, ri. 8
Vendem-se quatro mastros de pinito : na rua
do Trapicho n. 8.
Vende-se carne de vacca salgada cm barris:
na rua do Trapiche n. 8.
Cheguemantes que
seacabem as pechinchas, poiso antigo baratei-
ro torra por todo o dinheiro.
O antigo barateiro est torrando por todo o di-
nheiro, na sua nova loja de miudezas da rua do Col-
legio, n. 9, papel almago a 2,600 rs. a resma;
pentes de tartaruga, para marraras, a 960 rs. a pare-
Iha; novo sortimento do agulhas franeczas pelo
antigo prego de280 rs. cada caixinlia quo silo mui-
to linas. Oh que ricos toucadores proprios para se-
nhora ; silo do ultimo gosto e chegados ltimamen-
te. Luvas prctas do seda para senhora curtas e
compridas, com dedos e sem elies ; bengalas de
e mu.i da India a 1,920 rs cada urna ; ricos chicotes
inglezcs, muito bonitos o fortes; riquissimas luvas
de seda, para homcm, brancas e do cores proprias
para bailes; pentes de tartaruga, para prender o
cabello; facas de niarfini para cortar papel; colhe-
res de marfim e osso proprias para rap; meias de
algodilo, brancas, para meninos e meninas; cai-
vetes de cabo do viado, de 1, 2, 3 c 4 folhas ; tesou-
ras muito linas tanto para costura como'para unhas.
A ellas freguezes, antes que se acabem.
S^> EM PRIMEIRA MAO', ^$
vendem-so caixas com velas de cera do Rio-de-Ja-
neiro e de Lisboa : na rua da Scnzalla, armazem
n.110.
Vendc-se ferro da Succia ; folha de Flandres ;
cobre para forro de navio ; dito para caldeireiro em
porcOes grandes e pequeas : na rua de Apollo, ar-
mazem n. 6.
Refrescos. J
Xarope de groselhc fcito do verdadeiro summo,
viudo de Franca a 1000 rs. a garrafa ; dito de flo-
res de larangeira, a 1,000 rs. a garrafa; ditofoitoda
verdadeira resina de angico, que he muito conheci-
do e approvado por as pessoas que padecem do pei-
to, por j ter feilo ptimos beneficios a 1,000 rs. a
garrafa; ditos de maracuja, tamarindos, limfloela-
ranja, a 500 rs. a garrafa : no Aterro-da-Uoa-Vista,
fabrica de licores, u 17.
Atteneio.
s
Na rua do Crespo, loja n. 1,
de Jos Joaquini da Silva
Haya,
vendem-se chapeos de seda para cabegas de senhora,
os mais ricos, c mais modernos que leem vindo a esta
praga; assim como se vendem chapeos de seda e de
palhinha para meninasde dous a 12 annos; toucas pa-
ra criaugas, de muito lindos.gustos. Tinto chegado
de Franca pelo ultimo navio, e por muito commodo
prego.
sortimento de chitas finas, as
ha em curtes de vestidos, a 3,000 rs.:
Qucimado, loja n. fl A, de Raymundo Carlos Lciio
Parecem de seda.
Novo sortimento das chitas pretas assetinadj.
muito bonitos padrOes, a 240 rs. o covado ; meias
finissimas de linho para homcm; mantas de seda
para senhora e meninas, a 3,000 rs. cada urna n
rua do Quoimado n. 11 A, loja de Raymundo Car-
los Leite.
Na loja de fazendas da rua do
Qucimado, n. 46, de Ha-
galhaes & Irmo ,
vendem-sc cortes de chitamuito fina e de riquissimos
padrOes. a 2,500 rs.; riscados francezes, a 220 rs, o
covado; lengosdescda, a 1,760 rs. ; cortes defus-
tOes de cores, aSOOrs.; brim de algodilo, a }ga
rs. ; chapeos do massa, a 1,760 rs.; cortes de finis-
simas cassas, a 3,600 e 4,000 rs. ; brim branco dn
linho, a 1,120 e 1,600 rs. ; curtos de cambraia a
5,000 rs. cambraia lisa,muito fina a700 rs. ava-
ra; dita entre-lina a500rs.; platilha do bretanha
de linho multo fina a 4,000 rs. a pega ; esguiSo
muito fino, a 1,800 rs. a vara ; cassas do corea, dos
melhores goslose padrOesque teem apparecido no
mercado a 560 rs. a vara ; e um variado sortimen-
to de muitas outras fazendas, sem avaria, polo
mais diminuto prego.
Vende-so um'taberna com poucos fundos, o
bastantes commodos, sita na rua das Cinco-Pontas
n. 66.
Em primeiramo,
vende-se urna commoda de oleo um canap do ja-
caranda coeiros do Porto, sortidos em cores ; cai-
xas com pomada cunheles com machados e foucc;
ludo por prego commodo: na rua daMadre-do-Deos,
armazem n. 26.
Vendem-se saccas com boa farinha de mandio-
ca ; 3 escravos proprios para o matto ou engenho;
esleirs do Aracaty ; 600 pares de sapatos ahotina-'
dos, muito boa obra proprios para tropa ; 80 pa-
res de botins: o que ludo se vende por junto: na rua
da Cruz, n. 26.
Vende-se sal: bordo da'sumaca Carila, fon-
deada na volta do Frtc-do-Uallos ou na rua da
Cruz, ti, 26.
Vendc-se cera de carnauba dita da trra, lama-
relia em porgilo ea retalho por prego commodo:
na rua da Cadeia-Velha n. 2, venda do Jos Coo-
galves da Fonte.
Vende-se um prefo de Angola .do30 a 40an-
nos, sadio e sem vicios de boa figura e que he
canoeiro por prego commodo : na rua Nova, n 39, |
segundo andar.
Vende-se um mulatinho de 14 annos, muito |
indo com principios de sapalciro; um dito de ti
annos; um moleque de 12 anuos; urna negrinhado
naglo, de 13 annos ; 4 escravos mogos; 6 cscravasde
16 a 30 minos sendo urna dellas perita engumma-
deira ; duas pardas mogas com bonitas figuras: Di
rua Direita n. 3.
Vende-se urna casa terrea na rua da (iloria d
Boa-Vista n. 90 : a tratar na rua Relia, n. 18.
Vende-se urna cabra.( bicho) com bom leilo,
por prego commodo : na cocheira o pateo da
triz, n. 2.
Vende-se urna mobilia do Jacaranda em boa
uso consistindo em cadeiras mesas, espelhos,
etc.: no pateo de S.-1'cdro esquina que yolta pan
a rua dellortas, loja do marceneiro, se dir quera
vende.
Vende-se urna espada em bom uso pelo bra-
to.prego de 4,000 rs. no Aterro-da-Boa-Vista, lo-
ja n. 1
Vende-sc urna escrava de bonita figura, F
prego commodo : no paleo do Carmo, loja n. 7.
nn'EKiAL
DE IUPE FINO
j?r
NACIONAL
./m.
^fcv
A grande extraegilo que tem tido esto rap, depois
que foi exposto a venda heprova incontostavel do
bomacolhimento quo tem merecido. O nico de-
posito he na rua do Trapiche n. 34 e a retalho
vende-se as lajas dosSrs J. J. de Carvalho Moraes,
A. F. Pinto & Irmilo A. B. Vaz de Carvalho Cu
nha & Amorim l'ontes&Sampaio na rua da Ca-
deia do Recito ; A. I), de Olivera Reg, na rua da
Madrc-de-Deos; Campos & Almeida, na rua do
Queimado; T. A. Fonseca, llmbelino Maximino
de Carvalho, na rua do Cabug ; C. G. Breckenifeld ,
praga da Independencia ; Caelano L. Ferreira Tho-
maz P. M. Estima o Antonio T'creira da Costa
Cama, Aterro-da-oa-Vista.
Gaz.
Loja de Joao Chardon ,
Uerro-da-lioa-Vista, n.5.
Nesta loja acba-ae um rico sortimento de LAMPF.0ES
I' MI A GAZ eom sens competentes vidros, accendedo-
res e alala llores.
Estes Caildieil'OS ao os memores e
mais modernos que e*lstem hoje : rccommendain-sa o
Escravos Fgidos.
Fugio de bordo do patacho Pelicano um cscravo j
de nomo Roque, do San-Thom estatura bu**
rosto redondo esem barba, com feridasnas nernis.
vestido com camisa e caiga azul e brrelo ingltt
Este cscravo pertcnce a Joo Jos Pereira do AzBi
do Rio-de-Janoiro. Quem oapprejiender, queira le-
va-lo rua da Cruz n. 66, rasa de Gaudino Agosw-1
nho de Rarros, por quem ser recompensado.
Fugiram Alexandre, cabra, e Marcellins, prN
ta que perlcncem a Manoel Ignacio de All>uquer-
que Maranhio senhor do engenho novo da Concei-
g4o : j fornm presos ou demorados em lgu.iraS'1
s (Inhaman ; ed'ahi lornaram a fugir. lcde-se I
autoridades policiacs e capitacs de campo a cPl"'l
ra dos mencionados escravos que oslcvcm i rua I
Cadeia-Velha n. segundo andar, onde scrorr-1
compensados c se pagarflo lodas as despezas Hu I
porventura se tenham feito.
Desapparcceu, no dia 30 do passado un prt"|
to de nomo Benedicto, crioulo de estatura baiM
barba serrada cor bstanle preta; representa I
30,annos : quem o pegar leve a seu sonhor, nar
da Cadeia-Velha loja de ferragens n. 56, que se
bom recompensado. I
-- Fugio, no dia 2 do corren te um prclo, denoj
me Anlonro estatura regular; lexpu camisa o c _i
cas de riscado azul do algodnozinho ; consta anu
cortando capim e vir dos Afogados as Cinco-! oni
quemo pegar levp a ruado Hospicio casa de a. i
de l'inho Borges, que ser bem recompensado.
PERK.: NA TYP. DE M. F.
DE FARU. 8*7'l
' /'


Full Text
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