Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08479


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Full Text
Anno
do 184*7.
Sabbado 5
miUlO pulilca-c todos os da, que io
" i inril l>re de 5,r
f*m '" fo'i"q'iiiirtel.P8* di"""*'- Os an-
"l"1" Ia ssninlej 3u inseridos a rasiode
n"nC"lrlin!i. "' e,n ty,,(> din"erenle' e a
Ji",\PM..,.|a meUde. O que no fnrem assig-
'fv'"'J,ro 80 rs. po/linda, e 100 om lypo
$! l>or cada t>ubliea^o.
HiSES DA LA NO MK2 DE Jl.ll.
., a t a B lio I* /">. da manida.
MitU""" 't ,V j 9 horas e 15 min. da manhaa
l.ii.i o0"' j' 4 |0 horas'e 31 min. da majiiia
C***""' J7 ,s 7 horas o 47 miu. da tarde.
PATIDA DOS CORRF.IOS.
(>oianaae Parativba, as segundaseseitasfeiras.
Hio-lirancU-cln.Mort quimas Teiras aomeio-<)ia.
(.'abo, SernhSem, Uio-Formoso, Poito-Calvoc
_ Macelo, no l., a II elt de cada met.
Garaaliuos e Botillo, a 10 e 21.
Boa-V.sta.e Flores, a 13 e J.
Victoria, s quintas reiras.
Ulinda, todos os di.is.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira, s 9 horas l minutos da manhia.
Segunda, s 9 lloras e 2 miuulos da Urde.
de Julho.
Anno XXIV.
N. 1*5.
DAS D4 SEMANA.
38 Segunda, -i. Leo. Aud. da J. dos
uhSos, do 1. do c. da? v. dol. M. da
71 Terca. ** S. Pedio e S. Paulo A
30 Quarta. -s- Mareal. Aud. do i. do civ.
e do J. de paz do I dist. de t.
1 Quinta. S. Theodorico. Aud. do J. de o
e do i. municipal da I. vara.
2 Seita. S. Oll'Oii. And do J- do civ. da
e do J. de paz do I. dist de t.
3 Sabbado. S. Jaoiiitho. Aud. do J d.)
da I. v. e do J de paz do I dist de t-
i Domingo. S. Itabcl rainha de Portugal.
or-
v
[10*-
v. 5
rpfc.
i. v.
civ.
CAMBIOS NO DA 2'DE JUNHO.
Cambio Sabr landres a i >/, d p. IJ rs. a fia d
P.ris 3&S rs. por franco.
.i a Lisboa 105 de pre:nio.
Desc.deletlras de boas lirms de /, I / mez
(Juro Oucas lespmiiolas.... Jijona
,\locd.iidei00velh. alono i
de 8Jl0i> nov IC#0|.0 i
, det'OOO..... 9*000 i
Prata Pat.coes..'....... '*" '
Pesos culu'iiuares... I#0 i
Ditos mexicanos ... ijf'00 I
Miuda............ U'JI"
A croes da comp. do Hcbci iiie de SO J 0001
Ijl0
Ififino
9*100
I9I0
I940
IJ800
11920
)rs.aopar.
DIARIO DE PERN AMBUCO,

EXTERIOR.___
Portugal:
0 ilonlrote, vapor da companhia peninsular e ori-
ental trouxe-nos nolitias at s seguintos datas :--
GibralUr, 6deniao; Cdiz, 7 j Lisboa, 9; Porto,
10'c Vgo,.H.
Era opiniflo corren te no Porto, saluda do paquete
dalli que a.miss&'o do coronel Wilde mo seria bem
surcdida. Aliaixo damqs a carta do nosso corres-
pondente: ,
Lisboa, ffde maio.
Os meus ltimos avisos Jaqui terio claramenlo di-
lucidado as dilliculdades que existiam. a respeito da
MP-riciacSo entre o ministro ingles aqui residente e
a corteou o governo, alim dse por termo .guerra
civil em Portugal. A mudanca tlq ministerio, que
hotive lugar na vespera da sabida do paquete, foi
motivada pela reluctancia da maioria do transado
gabinete em aconselliar rainha I). Maria a aceita-
ciiodas condicOes proposts por lord Palmerston, as
quaes foram redigidns no ituito de salvar a digni-
iladcdcS. M.K., ao passo que transigiam, n'um es-
pirito algum tanto liberal, com os cheles da actual
insurreicao. Depois do vflas tentativas para se obter
urna n.odilicacao das condicOes propostas, concer-
nenti) ao desterro temporario de alguna dos chefes
getembristas, c a alguns pontos de menor monta, c
sendo a resposta daifa por SirCcorge II. Seymoura
laesesforcos, que mo eslava autorisado para alterar
nem urna s palavra, ou para se affastar em sentido
algum das suas interessantes escripias, a rainha, a-
conselhada pelos seus novos ministros, declarou que
arcitavaa media'cao da Criio-llrctanha, o que con-
cordava as propositos conlidas no despacho de
lord Palmerston.
Apenas o enviado hespanhol nesta corte soube do
assentimento da rainha do Portugal proposta do
governo inglcz, pedio a Sir llainillon Scymour asso-
ciar-se s negociaces para a pacificaco do paiz.
Cointudo, o conrmissario, que ltimamente chegra
de Madrid, no acompanhou o coronel Wildo ao lu-
gar ond se achavam as frcas hosts em presenta
. urna da outra. Durante a noite de 30 de abril ouvio-
tdislinctamcnle na capital e a bordo dos navios
deados no Tejo a detonacilo de niuilos tiros de
animara grossa na direceflo de Sanfl'bes; e gran-
de expcctucao se dcspcrlou quanlo aos resultados da
balalha quo evidentemente comegra. No primeiro
de moin, s 3 horas da larde, chegou o lente Bu-
ller, do vapor de guerra Pharnix, a bordo do **-
nia, da scena da acco, com .ollicios do coronel \V il-
de para Sir \V. Parker e para o ministro ingloz. De-
pois soube-se que aranhonada da noite antecedente
fura de alguns morteiros do viscnde de S da Ban-
deira, que cstiveram o lanzar bombas n'um reducto
que liavia sido construido pelo conde de Vinhaes
losteiiorrr.euteao armisticio temporario de 27 de a=
bril, assignado pelo conde de Mello, c contra assuas
cslipulacOcs. Ao romper dodiadeu o viseando or-
ilein s suas tropas para avanQareni so!-re as Torcas
da rainha ; o quo fizeram cm columna cerrada e em
niuilo boa ordem, sendo llanqucadas por duas
pecas dcartilharia. Seguio-sc una aceflo renhida,
na qual a rOrea, que vaneara, leve a peiur parte, ha-
vendo acavallaria commandada pelo coronel Castcl-
ln-llranco manobrado de tal modo que rompen a in-
funtaria insurgente, o coitou-a, tomando as duaspe-
cas. O resultado da accao foi ficar coda uma das par-
tes combatenlcs na inesma posigilo que oceupava
antes do ataque.....Durante o progresso da acclo,
oscreveu o coronel Wilde, que se chava a bordo do
l'olyphemus, urna carta ao viscnde de S da Bandei-
ra, como he Gesuppr, com o lim do evitar desne-
cessana cfltisSo de sangue. Porm como a interfe-
rencia do commissario britannico nesse momento
crtico fra ofterecida d'um modo que me parece cm
na direccSo da negociado; eque n.lo se admita
clausula alguma, que n!to seja restrictamente hon-
rosa : alias, ser muito melhorqucas tropas cstran-
geiras dictem aloi. Nesse caso sejam os eslrangqi-
rs os quo nos governcm.
(Assignado.) S da fandeira.
As condicOcs, a quo re refere a minha ultima, sito
asseguintes:
1.* Retirar Vinhaes as suas guardas para alem da
vista das vedetas de S da Bandoira.
2.* Que nem da parte da rainha, nem da junta do-
via proseguir-se em bateras algumas, ou outras for-
tificacOcs de qualquer especie, durante o armis-
ticio. ,,
3.' Que cada uma das partes bclligerantes prove-
nirla a outra da sua inteneno de ronovar as hostili-
dades com o intervallo de 21 horas; no decurso do
qual seria licito a cada qual reassumir, sem ser mo-
lestada, a posicSo que anteriormente oceupara.
4.' Que qualquer rcforco.uuo fosse em marcha pa-
ra addir-so s frcas de uma ou de oulra parte, lizcs-
se alto immediatamente no lugar ondo lhocliegasse
esto noticia ; oque um tal reforco nilo podesse pro-
seguir a sua marcha senilo 2i horas depois do so ha-
ver recebido a iptimacflo da penovacio das hoslili la-
des, conforme o disposto no artigo 3."
5." Que as frcas navaes de ambas as partes bel i-
gerantesfieaiLam scmclhanlementeobligadas o ads-
trictas ao presente armisticio, e que assim so con-
servariam tambem de parle a parle as suas esta-
cos.
AquiVhegou da Madeira,' a d corr-.-nte, o vapor
liicarka, com a noticia de que a tropa commandada
pelo coronel Gurrea se pronunciara ah pela junta do
Parto, em opposiQHo s autoridades civis. Alina no
agora administrada em nome o sob a autondaiie ua
unta que governa por I). Mana. A fragata.ilutis re-
cobeu ordem do almirante Parker de partir immo-
.. ,, _n-. i........i.Lmu'iwm iTissiS
dialamentc para alli, afim de proteger os interesses
britannicos, se necessario fr. Dcpojs deve ella se-
guir para as ilhasOccidentaes.
Olriguo portuguez '-*> mbein
Angola a Lisboa o rumor de que houvora all W
VOlucflo, pela qual fura o conde de Bomdm instaura-
do coa.governador militar, o Villa Real como go-
vernodor civil da Colonia, sob as ordeiis da junU.
FZ 95 diasque os prisioneiros de .orros-Vediij, a-
hiram do Tejo, e j ha tempo para a }n^'ft*-
ta noticia. Todava, por ora, so a dou como boato,
sem authenticidade.
boa
fo
O marque/, da Hrogcira, governador Civil de Lis
i., demiOio-se ha pucoa -Has; a sua MllOltfo
i ceita/massuspeita-se que sera muito biove-
. ..-... '.,- n Uichk Mascaren has. sen
cxcmplo, assim no seu tom como na sua inopportu- cnici0
nidade, julgo do meu dever olTercccr a carta seguin- lemp0 ,,.
ipta pelo viscnde de S; para esclarccimcnlo
luda do coronel Wylde, abstendo-mc de fa-
nmenlario.algum sobro ella, c di/.endo s-
mente substituido por 1). Marcos lasca, enii, M
irmn. Apromptidao o energa desenvolvidas por
itabos esteS funecionarios, durante o recent arrom-
batnento da prisHo, sHo altamente rccommendavcis,
\;lo tante'o mis'eravel systema ^^W^
licial iiuecllestoom alentado durante a actual puei-
fc"vi Muios dos profugas politices, queoonsc.m-
do Limoeiro, procurara.n proteMflo e
te na discussSo da materia que agora nos oceupa, re-
servando-me para omittir meu voto no um, conser-
vando-ine silencioso. Seja-me desculpado este pro-
ambuloj um pouco sdico, por so ter Ircquentes
vezes repetido no corpo legislativo ; mas quero a-
presentar as rasos do meu procedimonto.
Versando a quesillo actual sobre fados exarauos
as actas dos collegios de Pernambneo.e mais docu-
mentos a elles annoxos que cnmprovam ossns tactos,
ou liz em vilo as possiveis diligencias para 1er tojos
esses papis, porque sempro so me respondeu que
estavam em nios de diversos senadores para o uies-
mo lim que cu pretenda; ainda hoje, antes de prin-
cipiar IseSSBo, tive a inesma resposta, pedindo-os
de novo. Na deficiencia, pois, de dados positivos que
me illustiassem a respeito desta complicada ques-
tilo, nppellei para a diseussilo, esperando que, dos
discursos proferidos pelos nobres senadores que es-
tilo inteirados deste objeclo, eu podcre comer re-
sultados que me hajam do orientar, podendo agora
allirmar a V. KXC., que mo declaro se vota,roi ou R0
pelo parecer Ja nobre cominisso, por me nilo con-
siderar ainda habilitado para me pronunciar deliui-
tivainente; esper pelo progresso da aisoussao.
Como.porem, o nobre relator da eommissao cna-
mou para a discuss.lo um votoem separado, apresen-
tado por mim ao sonado em 1833, anoullando a elei-
rflo a que se procedeu na provincia do Uio-de-Janei-
i'o, em virtudedaqual se liavia passado acalla im-
perial que escolhia o Sr. Diogo Antonio teijo, que
lieos baja, preteudendo que, uma vez approvado pe-
lo senado aquello meu parecer, estabeleria um pre-
cedente que podia servir do guia para a presente ve-
tadlo....
OSr. Carneiro helo : Nilo, senhor.
O St. Saturnino : Nilo sei so o nobre senador se
servio destas mesillas palavras, mas as de que iisou
sem iluvida queriam dizer o inesmo, porque Oisse
que liavia na casa cxcmplo de seanuullarem cieicoe*
lepois de lavrada a arta imperial, e eu collijo, creio
qiie com Justina, que o nobre senador me Ulgaria
culpado de incoherencia se me mo cinglase opi-
nifio queentao linha oiniUido.
O.Sr. l'asconcei/os-. O votoem separado do nolnc
senador naquella oceaslSo tem minha approvac.ilo,, c
muito mo lisongeio de ter eu agora lambem as nie-
'" "o Sr! Saturnino -Aquello negocio foi passado;
"o Sr!Carneiro ledo : Os precedentes n3o per-
clema sua frca porsorem anligos. ,;11Ii11Ii(.
O Sr. Saturnino : S niencioiici a, a.tiguidadc
para pedir satisfaeflo de alguma inofaclidOo que
commetta por me rallar a riMimiiscencia do que le-
ve lugar ha tanto lempo.
U Sr. Carneiro Leo : O parecer do nobre sena-
dor esla escripto. ..
OSr. .Saturnino:- Eu fui hontein ti secreta. iab-
lo no seu registo, quando o nobre senador me cha-
moua terreiro. .
0 Sr. Carneiro Leo : Nilo o chamci a le i el 10.
O Sr. Saturnino : Ao menos Irouxe a exaiin; "
lo o que chamam os tln-ologos dispawdado do mato-
ria, o por conseqiiencia nao me julgo en e intradic-
eOo, so votar contra o parecer da nolwe aclual com-
misso do constituicao; 0 que cu nao digo quo nrfll
ou deixarei de lazar por ora.
Vamos oulra parle do meu vellio voto om se-
parado.
Oseleitores do distrieto .lo Cabo-trio reuiuram-
so no collegio respectivo muilu lempo depois da reu-
nlilo dos mais collegios da provincia, contra a BXr
pressa o muito clara disposicSo da resolueflo.. .. ua
rasolucSo .... v O nobre oradir quer consultar as suas
01 He de"noCta,Cquc a Ga.eta ofiicial do governo nao
(topomenorwdaapaaaoai.mortalina rauM
a desordem de29 do passado; nem se POUMM re
lacao alumnados moi tos c eridos da paite da, Tor-
casda raln"a e-n SanfUbes. O numero indicado na
caita do viscnde de Sa tem toda a probab.l.dadc de
SAenotic0ia recebida pelas ultimas cartas do Porto
he sm mente interessu.le. Parece que a corveta
0to"de-Juiho, que eslava bloqueando aquello porto
ha alguns mezes. fra levada pela sua tr.polacao
para dentro do rio, c entregue a Jimia.
de que cu era autor, quo ou devia defender.
pois.aella. Na eeicflo, o qiw ao procedeu
encher a vaga, que depois preencheu o Sr.
no u
nioli-
obra
Vamos,
para iireencher a vaga, que uouuia n"<"
lliogo Antonio Feij, encontrei eu, como_ meiibm
que entaocra da eommissao do constituicao, nioii-
vos'para divergir de meus collegas, ollereceiido um
parecer em separado para que se procodosse do novo
a outra eloicOo : eis estes motivos.
O collegio do boje cidade de Campos entrn nesia
votaeo, sendo os eleitores que o compunham no-
meados pela respectiva populaflfio para nomearem
leputados e senadores para a provincia do Espirito-
tanta a quo ponencia o distrieto de (.ampos na-
0 Sr. Carneiro l.edo : -- lie '.l de julho de \ftiH.
OSr. Saturnino: Crelq que son, j me talla a
memoria para conservar dalas. Esta infraocao de
urna disposieflo milito clara nao levo m ilivo algum
que a podesse justificar ou ao menos alleiuar, por-
que nenhura embarag > houve para > eleitores se
reunireni no lia m irea lo, nem d parlo 1 ts estacos
que trouxessom euchontps do .ios o'.i outros tropo-
eos, nonCabo-Frioeslava bloqueado por lena ...i
or mar; nao houve foren arm. la ou do amoaqo quo
servisse de ombaraeo, de maueira que so aproaontou
como esponlanoa uma quonra no precoito da mi,
dan lo lugar a bem funda las suspoitas do se quere-
reni illudir os l'und imaulos que o legislador leve pa-
ra i mpr aquello proceito oxprosso.
Julgou, poi<, o aulor do voto eai sepralo de [893,
que tal oloico nilo podia ser valida. .
Da-so identidado, torno ou aporguntar, nasoiei-
cesdePernambuco? Ainda nSo vi, nem apontada
ua discussao, nem no corpo do parecer que agora so
diseute.
Tiro, pojtanto.a mesma ennelusao que acuna tuu,
isto he, quo nem eu nem mesmo o senado pOUOjo-
mar OOmo valioaO para O caso que nos oceupa sua
deliberado anterior. Nao be, Sr. praaidonto, -
primeira vez que no senada son clia.na.lo a DWra pa-
ra responder por minhas votacesporparecerom i -
coherentes, Na sessSo passada ou na ata,lJ"
occasio em que aqui so Iratava da questao .la m ll-
eno das duas enmaras, cu fui rorleinentc argido de
haver votado pela junCCBo requerida pela oulra c-
mara, e depois contra, na questao mais gcral que
se debaten no senado sobre o n.csmo objeclo das
juneces: defendi-me como pude, olivo a foiluna
deouvir muitos apoiados do nobre sonador que i.
agora relator da eommissao de constituicao o do ou-
tras de seu lado.
A,lvirta-se, porm, que..qiiando emprego a palavra
lado, nao quero enlendor como alguem entende um
grupo do membros da casa que tcem as mesmas opi-
niOes, ou, como alguns se explicara, amigos pol-
ticos ; cnlendo por lado 0 lugar que occiipam os no-
nes senadores as eadeiras do flallo, que por costu-
mese teem lomado quasi lixos.
Courluo, Sr. presidente, que ospero o progresso
da discussao para poder volar conscienciosainento o
bem commigo. ., ,
0 Sr Carneiro Uo : -Sr. presidente, como esla
discussao he era eommissao geral, dar, algumas
explicaci.es que me pareeom neeessanas.
e coito nao ponsava quo linha provocado ao no-
bre senador a fallar na materia. K ouvlroaou dis-
curso, dir-se-hia que eu 0 excite., que o chamo a
discussao para reelamar alguma coherencia da sua
"'"'.sr Saturnino :~l"oi a consequoucia que tirei.
OSr Carneiro Uio:-Cr6\o que no ha nada mais
anrcciavel no systema representativo a." menos be
-steoontender da com.yissao. .loquea bberda.ledo
te escri
da conducta
zer commei...
mente quo fica o original em meu poder, c que o
conservaroi como garanta dafidelidade da mmha
Iraduceao :
Sctubal, 3 de tnaio de 1817.
* Acabo de receber a sua do 1. do corrente : nesse
dia iz eu uma sorlida, pina demolir um reducto que
o inimigo construir; o que consegu. O combale
foi muito renhido ; o logo durou 4 horas. 11 vemos
lOOferidos o 50 morios. F. Mousiuho (hlho do vis-
conde Albuqucrquo que foi morto cm Torrcs-Ve-
idras) portou-se muito bem; c est .feriqo. A pena
do inimigo foi mui grande. Os 2commandantes da
brigada, Marcellino e Abreu, assim como Casto lo-
Branco que commandava a cavallana, s.lo morios.
Ilizem eles, que a sua perdn hodo 47 offlciaes e 100
homona fra do combato. Para o lim da aceflo pedi-
me o coronel Wildo, que suspendesse o rogo, d.zei -
do-mo quo a fazer o mosmo pedido a \ nhacs. Con-
sent ; o depois propozelle urna suaponsflode a. mas,
ale ne a junta lo Porlo c o governo de Lisboa crpe-
d se ordens a mim e a Vinhaes. He mistar que.sai-
na, que durante o combate cscreveu-mo o coronel
Wvlue, para me fazer scienle de que, havendo S. M.
F Vceilado a mediado oiTorecida pela Inglaterra, se
eu licasse victorioso, acharia muito provavelmenle
Ssr&nriUnnloas' prompta a ffl.J:
gem do Tejo, e que se eu solTressc a derrota, e lo rc-
commendaria nucas frcas sol. meu caminando o-
sem excluidas da amnista. Ammha rosposla fot, que,
quando tratavo de curnpi ir o meu dever, nao me im-
iorlavacom s conscqucncias. -
a lleessencialquc no Porto haja o maior cuidado
foi entregue por Iraicaodos ofiic.aos; mes as minhas
cartas Particulares de 30 do passado dizeu que 2
delles (todos, menos um, estavam presos na cadcia
da relaco do Porto.
O Casal, com a divito sob seu commando, tinba
atravessado o rio Douro na Itegoa, havendo o general
Povoa* ameacado de ataca-lo. D.z-so que o Salda-
|,a roa chamado a Lisboa, mas que nao obedece a
ordem; talvcz recolando que as suas tropas setn-
tregassem na sua ausencia. Elle anda ficava na me-
ma posicSo de iivoia-de-Azemcis.
A corveta e a nao portuguesa do 74 pocas, queiul-
timament eslavan, bloqueando SanfUbes, tinhain
voltado ao Tejo
Santo, a quo |-.......- _
quelle lempo. Mas, quando se procedeu a nomeaeao
de um senador pelo Bio-de-Janeiro, ja aquello dis-
tricto, isto he, o do Campos, so tinha annexado a
esta provincia como actualmente se acha. I'areceu-
me, pois, quo aquellos eleitores eram mcompet.
te
tes. Ninguem -
gora ninguem duvida, que actos praticados poi nos
//.
INTERIOR.
PARLAMENTO Bf.ASILEiUO
fl**MErT^aVM3a>-
SESSA EM 8 DE JUNHO DE 1847.
BlSCOSSiO DO PABECEft OA COMMISSO DECOWS-
TIXOICjAO E *ODKE8 CODEE A EXJICIAO SX
DOS 8EHADOBU POO ESTA PROVINCIA.
(CONTINUACAtf DO NUMERO IKTECF.uENTE.)
O.Sr. So(rmno: -- Eu nao tencionava tomar par-
V porque excediam o mandato de seos cnnslitu.n-
ss' Ninguem duvidou entao, e mesmo crcio que a-
hora ninguem duvida, que actos praticados por nos-
soa incompetente sao por sua natiire/a millos, isto
nao s cm i'unccesde publica adni.nislracao, como
ainda nrfs actos praticados entre particulares : nin-
euem, por cxcmplo, pdedispr validamonlcdcbons
que pertcncam a outrem sem poderes cspeeiacs do
verdadeiro dono. Mas a questao nflo era all del,an-
da acerca deste principio, qu ninguem negava, nem
irora creio que nega: o debate, que entao leve lugar,
Un o decidir-so se o relo de seren os eleitores Ho-
rneados para votareni nas clocos da provincia dofcs-
pirilo-Santo eram habis para ezeroor seu emprego na
provincia do Hio-de-Janeiro. Ora, como no meu ci-
tadfparccer so mencionava urna outra irregulanda-
de commeltida as mesmas eleiofiesj nao se pode al-
lirmar que o senado reconbeceu aquella irreguiaii-
dade ou a oulra, pois que s so volou pela couclu-
sao do parecer, que era o izer-se ao governo que
mandasse proceder a novas eleices.
Mas ainda que por algum modq so conhecesso quo
o .senado annuia a este meu parecer, podara osle
precedente eha.nar-se agora para ter validado na1 oc-
casif.o presente? Ha no caso que nos oceupa a iden-
tidade quo ho iudispcnsavel para a exacta applica-
' Annoxou-se a provincia de
voto [apoiados
liberdao 1
de certo
que nos queremos para
nao podamos dcixai do
o eloitor, 0 que 'lo certo nao po' ^mEmIo*
Querer igualmento para os Srs. senadores apo.adu,
Xonslgulntemante roconhaco que o nobre sanado
Lein como unalquer oulro, 0 dire.to de emiltir to-
bro csuobjaeto '. opinWo que houver da formar cu.
vista dos documentos, ou effl vista da dlSCUOMO.
rudo o mais que disse o .obre senador oattde
conformidi.de com o que eu pens, i*""
teiesso precedente da casa, a que o nobre w1 udoi
so referi, foi cm resposta ao nobre ministro mU-
"no^do imperio, lenJo elle ditoqaO a m>>*
nnullara a carta imperial: eu Ihcob*irvoi qno. o
:raoann.,llavaacarta.n,pc,.alju^^
chou o da vota-
miasfio, qnerendo examinar como h
recorreu aos precedentes da casa e a<
Cfo havida em consequciicn
lo voto en. separado do
Corma
.-lo Tuduuanto cana uo u./.u. u u"*"~r
v /i,- -rf itamenle com oque eu pondere O
nXrtn'i o es abo.eceu pri'mciro um poni da
o vinha a sor o nao tiaver-sc
cllasannoxos; mas, nem no parecer quo ae discute,
nem pelos discursos que tenbo ouvido com a ma.or\res que mo.
attencao possivel
la. Nesla parle,
quo so chamu -
logia com a questao aclual, antes vejo completainen
.,... ,i-i nleico. o viniaa sor o nao navci-so
S ll. feito .0 mosmo dia; um collegio tinha vo-
ado o n dia diverso. Eu disse, posto querafa estoja
locxpressono parecer, que o collegio de. .o.anna
votou om dia diverso daquellc en. que SO '*-
cao 1.0 resto da provincia; e, dc.luz.ndo-se os votos
deslo collegio c accrosceutando-sc os do outros, lia
urna diucrenca enorme de votos. l)issc,,pois, quo os-
le primeiro ponto se dava nesta elenco.
uando ao segundo, a incompetencia dos cloito-
rvieram na clcicao que o nobre senador
I
I

--
1
*"-



s
senador pelo Rio-do-Janeiro, declara quo me apro-
vcilava nicamente do reconhecimento quo tvera
entilo lugar do que a intervcngflo do clcitorcs incom-
petentes n'uma elcieflo a annullavam.
OSr. Saturnino : -Apoado.
O Sr. Carntiro ledo : NflO approvava a idoia de
que os eleitores de Campos fossem incompetentes
para inlcrvir na elcieflo do Uio-de-Janeiro depoisda
rouniflo desse municipio esta provincia. Ascloi-
goes do eleitores nflo se fazem por provincias, fa-
zem-se por freguezias ; os eleitores s3o eleitores de
freguezias, c votan nos deputados da provincia a
que pertoncom. I'ortanto, se nina freguezia qual-
quor, que pertenceu n una provincia, pnssou-se pa-
ra outra, liavcndo eleigflo nesla provincia, os elei-
tores que silo de una freguezia da provineia teem di-
reito de concorrer a essa eleigflo. Eu, pois, nro
approvoa rasflo dada pelo nebro senador; mas ad-
miti o principio do que eleitores incompetentes in-
tervindo n'uma elcieflo a annullam.
Tamliem moslrei depois, que o governo imperial
reconlieccu islo em outra eleieo leita na provincia
do Itio-de-Janeiro, e que tinham intervindo n'tim
collcgio eleitores que ulo eram dessa legislatura,
mas da legislatura seguinte. Km 1836, linliam sido
Horneados eleitores para fazer a eleigflo de depiila-
dos que tomoram posse em 1838. Depois dessa elei-
gflo, liouvo no Hio-de-Janeiro una eleigflo de sena-
dores, mfl foi antes de 1838, 6 por isso devia a elei-
gflo, na l'rma da lei entilo em vigor, ser feita palos
eleitores da legislatura que corria, quo era a de 18:14
a 183". Mjis, leudo no collegio de Rezendc, crcio
eu, intervindo, nao os eleitores desta legislatura,
e sim os da legislatura seguinte, posto que ellas nflo
nlterassem a lista triplico coma sua iuclusiloou ex>
clusSo, comtudo o governo imperial reconlieccu que
a ntervengflo de eleitores Incompetentes na eleigflo
a linlia anuiillado.
I'ortanto, o nobre senador boin pdia dispensar-
se ile dar umu-resposta. Eu apenas ailoplei os prin-
cipios que estilo escriplos, principios absolutos de
ullidadedc eleigflo, comosejain o de tifio se fazer
a eleigflo no mesmo dia, o o de nella intervirem elei-
tores incompetentes. Admiti o principio, mas re-
inicco (|ue na applicagflo desse principio o nobre
senador pode divergir. Todos nos temos.plena e
inleia liberdade de voto ; eu mesmo posso votar
contra o parecer da commissTo, se a discussilo me
convencer de que elle be infundado.
{Conlinuar-se-ha).
m#$m&''CQ.
Cmara niuncpal do l&ccife.
SEGUNDA SESSO ORDINARIA DE 23 DE JUMIO
DE 1847.
PRBSIDSBCIA DO SR. BEr.O ALBUQUEKQOE.
Presentes os Srs. Carneiro Monteiro, Cintra, Dr.
Nery, Reg Itarros, Egdin Ferrcira, Parata e Caudi-
llo, abrio-.se,a sossflo c foi lida e approvada a acta da
antecedente.
O secretario leu um ollicio do Exm. presidente, em
resposta ao desla cmara de 9 do correte, em que
dizque espedira a necessaria ordem aocommau-
dantc superior da guarda nacional desle municipio,
para nianilar dispensar do servico da mesma aos lis-
caes das l'reguezias da Vanea e San-I.ourenco.
Inteirada, o conimunicou-so aos iscaes a decisflo
supra.
Outro, romcltcndo porcpia os tres'avisos datados
de26 e 27 de abril lindo, o 5 de maio prximo pas-
sado, solvendo duvidas sobre a OXCCncSo da lei regu-
lamentar dascleigdos. Inteirada, nccuso-Sti a re-
cepcSo e Ozeram-seasconvenientos narticipngOos.
Outro do vercador Aquiuo, participando que, por
ser boje dia desessflo oo concelbo gerol dosalubri-
ilade, nflo llie era possivel comparecer sssfio da
cmara Inteirada.
Outro do presidente do concelho de salubridade,
pedindo nina relagflo de lodos os facultativos que
teem os seos diplomas revistados nos livros desta c-
mara, nflm de ser satlsfeta a ordem da presidencia.
Handou-so cumprir.
(litro do procurador, apresentando as folhas da
dspota feita com a abertura de valas para esgoto das
agoas ostngnada no pateo do Carino, e be ni assiin do
desen tupi ment do cano do masmo paleo, e pedindo'
que llie fossem revertidas ditas folhas depois de aver-
badas. Mandou-se averbare reenviar.
Outro do mesmo procurador, informando, confor-
me Ibe foi exigido, sobre a despez leita com o Ulu-
lo do terreno de marinba que foi doado miiniripa-
lidade pelo governo da provincia para logradouro
publico no areal de Fora-de-l'ortas, e. que esta c-
mara ceden para servico do arsenal de marinba.
Que se responda ao i'.siu. presidente da provincia no
sentido da inforniacilo cima.
Outro do fiscal da Boa-Vista, participando que as
multas impostas por infraeeflo de posturas, em o
mez de maio, importaran! em iG9uoo reis. Intei-
rada,
Outro do mesmo fiscal, informando o requer-
ment de Jos da Silva Saraiva que pedia permissSo
para remover o forno de sua paitarla, sito no Monde-
go, para os fu mos da ra do mesmo noiue. Man-
dou-se archivar, c de c.jiilunnidadc com a niesma
informcio foi deferida a potigflo.
Outro do dito lisc.il, informando a pretengflo de
Joflo Albino .da Silva Souza, que pedia licenca. para
edificar um forno decozinliar piio na ra da Tiem-
po. Mandou-se archivar, c foi indefenda a pre-
teiiclo.
Outro, informando o requer ment de Domingos
Jos de Oliveira Soares que pedia iconca para edi-
ficar um gradil de ferro em frente da sua casa,sita no
lugar da Soledade. Mandou-se archivar, e conce-
deu-sea licenca pedida.
Tres oflicios do referido fiscal, sobre dificrentes
datas, pedindo o pagamento daquanlia de 9/3C0 rs.
despendidos com a conduogfloe cnlerranicnlo de tres
corpos encontrados em diversas parles desua fregue-
zia. Mandou-se passar mandado.
Outro do fiscal de San-Jos, apresentando o mappa
lo gadomorto para consumo, cm todo mez de abril
lindo. Mandou-se archivar.
Outro do mesmo fiscal, pedindoque a cmara de
as sus ordena ao procurador para ll.c fornecer os
objeclos necessarios limpeza das ras de sua fre-
guczia, da qual foi encarregado. Olliciou-sc aoJ
procurador para salisfazer, exigindo os ohj'ectos do
sr. vereador GarueiroMonteiro.
Outro, deprecando a precisa ordem liara o paga-
mento de 4#ooo res despendidos com o enterro de
um cadver que fura mandado para a igreia dos Mar-
tirios pelo subdelegado daquella freguezia. Man-
dou-se passar mandado.
Outro do referido fiscal, representando sobre a dif-
fculdade que agora ha no prompto enterramenlo
dos cadveres quesoencontram emdifferentes par-
tes de sua freguezia, por so haverom negado a dar
sepulturas s igrejas qne a isso se prestavam, em ra-
siio da demora do pagamento dessos enterras pela
delonga que as vezos ha do urna sessfo a outra, o fa-
zendo ver o mal que de scmelhaqte demora resulta
ao bem publico; por ultimo pedia que a cmara des-
se as necessarias providoncias para desapparecer se-
melbante mal, parecendo-lhc conveniente que fosse
o procurador autorisado a fazer essas despezas, lo-
go que pelo fiscal Ihe for requisitada a precisa quan-
tia. Que se ofllcie ao procurador para supprir essas
dospezas exigidas pelos liscaes das freguezias, vo-
tando contra os Srs. Cintra e Egidio.
Outro do fiscal do Recifc, participando que fizera
urna corrida do porcos, em 24 de abril ultimo, cujo
rendimenlo liquido foi de 29/460 reis, a qual entre-
gara ao respectivo procurador, assiin como 13/240 rs.
proveniente da apprebensflo de 14 cabras. Intei-
rada.
Outro do fiscal do l'ogoda-l*aneiia, apresentando
os mappas do gadomorto para consumo daquella
freguezia. Mandou-so archivar.
Despacharam-.se as poticoes de Anna Joaquina da
Eucarnagflo, Antonio Joaquim do Magalhilcs, admi-
nistracffodos cstabelecimentos decaridade, Domin-
gos Jos do Oliveira Soares, D. \V. Bailn, Francisco
C.avalcanti de Mello, Francisco Xavier da Eonseca,
Iodo Albino da Silva e Souza, Jos da Silva Saraiva,
Jos Antonio Gongalves de Mello, Joanna Francisca,
Joflo l.ui/ Fcrrcira Ribciro, Joflq. da Silva Maia, Joflo
Antonio Carpinteiro da Silva, Joaquim Manoel Car-
neiro da Cimba, Jeronymo Cazar Marinho Falcflo,
Jos Ignacio Pereira da Rocha, Jos Antonio Pereira
Rodrigues, Manoel Joaquim do llego Barros, Miguel
Archanjo Fernandes Viannn c Manoel Zefcrinrf*d6s
Santos. Eu, JoaO Jos Ferreira de Aguiar, secretario
a subscrevi. Reg A/6ui/'i/,yue,presidente. Car-
neiro Monteiro. Cintra Manoel. Dr. Nery da
Fonsera.A. de llurros.Barros.Tigdio t'erreira.
Barala.
IIAIIO DI >IIS1IMIG0.
IlECirE, 2 DI JtHO E 18*7.
A' mingoa de noticias directas de Portugal, enten-
demos dever dar preferencia sobreoutras corres-
pondencia, que n'outro lugar transcrevemos, deum
jornal inglez, o Daily News, do 15 de maio ultimo,
que acerlou ue nos vir as mflos; visto como essa cor-
respondencia alguma cousa adianta as ultimas noti-
cias que tVCI110S.
Publicado a podida.'
PELA MOttTE
l)o tll>istriNs!a> Sci>hoi*
merico JtrUfU llibeiro.
No silencio da fra sepultura
Jaz um iillni liel e obediente :
Na flor desatinos seus, inda innocente,
Cao por tena, opprcsso de amargura.
Brilbou no mundo chcio decandura,.
Com a paz no corac/iio, puro e comento ;
Viva Io feliz!..... mas de repente
DescarregQU-lhe a fouce a mortc dura.
Gemei, queridos pas, tristes, chorosos,
A voz da natureza consternada
Expimo os sentiinentos fervorosos :
Mas vedo que na corte sublimada
Resplandece entre os aojos magestosos
Do charo lillio a face ubrilhanlada.
Pon um amigo.
Murci; brigue-escna do guerra Fidelidad*,, com-
mandante o primeiro lente Luiz da Cunha Mo-
re ira.
'ara ; patacho hamburguez Chrisline, capito 11. G.
Taggenibrock, carga parle da que trouxe do Ilam-
btirgo.
EDITA!
8.484,828
' -.
..ii. ..
Aliitlegn.
RENDIMENTODO DIA 2...........
Descarregam hnje, 3.
Rrigue Weslmorland bacalbao.
Itriguc Ceorge-ltobisun dem.
Brigue -- Arago mercadorias.
Patacho Johana vinhos. .
Rrigue l'ulriam farinba de trigo e bolacha.
Iliate -- Nereide fumo e charutos.
iMFOitTACAO'.
George-ltobimon, brigue Inglez, vindo do Tcrra-
Nova, entrado lio correle mez, consignado a Me.
Calmont & C, manifeslou o seguinte i
I 2,505 barricas com bacalbao, 20 voltftncs com sa!-
I mon ; aos consignatarios.
(jOosuIkIo.
rendimento do dia 2.
Geral......................... 1:017,934
Diversas provincias............... 6C.460
1:084,394
V'oviittnio lo l'otlo.
Navios entrados no dia 2.
llamburgo ; "2 dias, brigue hamburguez l'olydora,
de 176 toneladas, capitflo E C. Cbrislanson, equi-
pagem 12, carga fazendas ; a N. O. Bicber.
Liverpool; 29 dias, galera ingleza Susord-t'iih, de 345
toneladas, capitflo Richard' Orcen, cquipagem 22,
carga fazendas; a Me. Calmont & Companhia. I'as-
sageiro, John Duntz.
Navios sahidos no mesmo dia.
Angola ; patacho brasileiro Uriio, capitflo Domin-
gos Comes Soares, carga ago'ardenle e assucar.
l'arabiba ; barca inglcza Express, caplflo II. Cubbon,
em lastro.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrate oficial da im-
perial ordem da Rosa, cavalleiro da de Christo, e tns-
pector da alfandega de Pernambuco, por S. M. o
Imperador, que Dos guarde, ele.
Faco saber aos negociantes, c mostres de todas as
ombarcaces, quo o Exm. Sr. presidente desta pro-
vincia, por ollicio de 28 do passado mez, e em vr-
tude do aviso de 4 do mesmo, transmittio-meas Ins-
truecoes para cxecuco do capitulo 10 do regula-
monto das alfandegas, do 22 do junho de 1836, deter-
minando-meao mesmo tempo, que cu Ihe desse a
mi.ior publicidade, e a devida execueflo; cujo teor he
o seguinte:
InstrucrSes para execuciio do capitulo 18 do regulamenlo
das alfandegas de 22 dejunho de 1836.
$ i." As embarcaces, cm regra gcral, so podem
navegar para os lugares que indicam os seus despa-
chos, e quo estilo abertos ao commorcio de importa-
gflo, ou de exportaeflo, ou ao commercio decabota-
gem, quanto as de cabotagom smente: a entrada de
urna embarcaeflo em porto que nflo seja o do scu des-
tino, segundo os seus despachos, he sempre Tcon-
siderada como urna arribada, obrigada por frca
inaior.
<( 2." Toda a embarcaeflo nacional ouestrangeira,
qu,"obrigada do urna fnja inaior, resolve fazer urna
arribada a outro porto diverso daquellc de seu des-
tino, segundo os seus despachos, deve procralo
porto mais perlo para onde Ihe seria livre destinar-se
ou despacbar-so, segundo as les do Brasil; o por
isso, nflo sendo embarcaeflo do cabotagem, devo pro-
curar o porto mais perto om que baja alfandega.
3. Oarligo 299, comtudo, tolera umaarribada
de laesembarcacOes cn'porto que nflo baja alfande-
ga, mas smente em casos extraordinarios do urna
frga maior tal, que a impossbilitc de demandar
0 porto mais perto, em que haja alfandega, para ve-
rificar ncllca sua arribada; por exemplo, so cm vir-
tudedetemporacs so aclia com mastros rendidos,
com agoa abata, que nflo possa esgotar com as
bombas, correntio perigo cm navegar para mais Ion-
ge; ou se em virtude de prolongada viagem seacha
inteiramente exhausta de manlimcnlos, e agoada, a
ponto do sua tripolacflo correr risco de succumfiir a
fome, ou sede. Ncstes casos, cm que os interesses
da humandude exigem a tolerancia de urna arriba-
da cm porto em que nflo ha alfandega, sem que a
embarcaeflo fique subjeita a ser tomada, o citado ar-
tigo 299 do rcgulamento exigotambeni que essa fr-
ga maior, o circumstancias quo fazem tolerar a arri-
bada, sejam inmediatamente justificadas, e prova-
das pcranle n competente autordade do lugar, a
qual deve proferir sen julganiento ou sentenca.
4. A auloridade competente, perante a qual do-
ve ser dada a j'ustificacflo da frga maior, o estado
da embarcagao se refazer dos bjectos indispensaveis para ella, nos
termos do artigo 299, be: cm primeiro lugar o juiz
de direito, oslando presente; em segundo, o juiz
munjcipal do lugar; cm terceiro, o delegado; om
quarto, o.subdelegado; em quinto, o juiz de paz; de-
vendo os subsequentes, na ordem em que vflo nu-
merados, tomar conhecimento da justificagfio, s-
menie na falta ou ausencia dos antecedentes.
5." Logoqucalguma embarcaeflo nacional ou
eslrangcira, obligada pprforcja e fndear em porto onde nflo ha alfandogb, o seu c-
pitflo, dentro de seis horas, deve vir tena {presen-
tar-so i autoridade competente, conforme o ante-
cedente, o requerer, por escripto, a jtisljlicagflo dos
motivos que a obrigarnm a fazer a arribada, o que a
iuipos.sibilitaramde ir arribar a outro porto mais
1 cito onde exista alfandega; ca mcsina ;.i:toridadc,
dentro de 24 horas, devela passar a bordo Bom dous
ou mais peritoaou lestemunbas, o o scu rc>pectivo
escrivfio, para tomara juslificagflo,o proceder a um
auto de venficago e examedas avarias, ou falta ab-
soluta de mantimentos o agoada, vericagflo da
'lorila, o do termo de arribada que o capitflo deve
ter lavrado a bordo, para fazer constar a resolugflo
da mesma arribada: deste termo, e da parte da der-
rota posterior a elle, devci-d o juiz fazer tirar um
traslado, pelo scu cscrivflo, que faca juntar aos autos
i!a justilicagflo, quo devem ficar no cartorio.
a ; 6.* So a auloridade julgarprovada a frga maior
allegada, e os motivos que impossibililavain a cni-
barcagflo de ir verificar sua arribada em outro porto
ais porto onde ha alfandega, assim o'declaraia:
sendo os motivos falta absoluta d'agoa, ou manli-
mcnlos Ibe dar a licenca para us comprare embar-
car, pagando os direilos, a que forem subjoitos, as
i'ollectorias ou mesas de rendas, marcando para isso
o i i,izo mais curto, c que fr absolutamente Indis-
pcnsavel para se proverdos ditos gneros, somonte
quanlos bastem para seguir al o porto Olis perto
em que ha alfandega; e a mesnia autoridade dar as
providencias ao seu alcance para quo de prompto se
verifique o fornecimento, e o br i gara a embarcagflo a
levantaros ferros, 6 largar do lugar, npprebenden
do-a, no caso de reluctancia ou desobediencia.'
< 7.fcSe, porm, a autoridade, pelas provas e exa-
mes a que proceder, rccunhcccr que silo falsos os
motivos nIlutados para a arribada, e que a embar-
"cagflo podialacilmenln, e sem prejuizo, ir verificar
sua arribada no porto mais perlo cm que lia alfande-
ga, assim o julgar, e a obrigar a fazer-se vela
inmediatamente, se esliver completamente cm (as-
tro, sob pena de ser apprehendida; mas, temi i pm-
barcagflo a seu bordo mercadorias esliaiig< itis que
anda nfloleniam pago dircitos do consumo cm al-
guma das alfandegas do imperio, sera apprehendi-
da, c remettida com segurangu ao inspector de nina
das alfandegas designadas no artigo 294, quo ficar
mais prxima, podeudo adila autoridade mudar-lhe
liarte da tripolagflo, ou augmenta-la, ou pr-lhe
guardas a bordo, sua custa, para seguranga da via-
gem ao porto a que fr remettida,
$ 8." Sea embarcagflo, cuja arribada forgada fr
justificada, desembarcar para Ierra mercadorias, du-
rante o lempo desua demora no lugar da arribada,
onde nflo ha alfandega, e tacs mercadorias forem ap-
prehendida, a autoridade, Rfteiulo lavrar pelo seu
cscrivflo o auto de apprebensflo dessas niercadorras,
assignado porduas leslemiinhas ao menos, proce-
der igualmente apprclicnafto da embarcagflo, e'do
toda a sua carga, e far remessa della, conformo o
antecedente. Igualmente procodera apprchensflo
dequalquer embarcagflo csliiiigeira que receber
ja alfandega, tonha op nflo sido justificada a sua ar-
ribada, salvo o caso nico da liconga para manlimen-
tos, concedida nos termos do 0.
9. Se a embarcagflo arribada por frga maior
justificada, ejulgada pela autoridade. achar-se in-
teiramente em estado de nflo poder navogar, ou so
nao poder seguir sua viagem sem descarregar, tod
ou parto de sua carga;a descarga e deposito se far
por ordem da mesado rondas, ha vendo-a no lugar n
nflo havendo, por ordem da autoridade que jubr,-
juslificadaa arribada; o as mercadorias desembar-
cadas, depois de inventariadas, e Conferidas com o
manifest, ou livro da carga, sonto com o seu inven-
tario remettidas, porconta de quem pertencor, ,
inspector de.uma das mesmas seis alfandegas desig-
nadas no artigo 294.
10. O juiz do direito da comarca, e o juiz muni-
cipal do termo, dovem tomar conhocimento da jusi.
ficagfio da arribada forgada, urna vez que'compirc-
gam no lugar antes da retirada da emhaacacflo, e em
qualquor oslado quo so acho o processo da justici-
gflo, podeudo iosse CuoO a 5Ufc0rufiG,que cumegou o
processo, scradmittida como parte, se j tiver reito
a apprdhonsao-
Itio-dc-Janeiro, em 14 deoutubro de I845.~.a-
noel Alves Brinco.
E para que conste o referido; mandei publicar o
prosente pelos peridicos.
Alfandega, 1 .* de julho de 18*7.
Miguel Archanjo Monteiro de Anirade.
Miguel Archanjo, etc.
Fago saber que no dia 7 do corrente se ha do ar-
rematar om hasta publica, porta da mesnia, no
meio-dia, 3 volumes contendo 16 milheiros do cha-
rutos, no valor de 20,000 ris o milhotra, appre-
hen.lidos no Tnar, sem licenga, pelo guarda Manoel
da Fonsoca do Araujo Lima, sentk) a arremalagflo li-
vre de direilos ao arrematante.
Alfandega, 2 do julho de 1847.
Miguel Archanjo Monteiro dt Anirade.
Occlarhcocs.
0arsenal de guerra compra com armas novas,
do adarmo 17 com baionetas : quem dito genero
tiver, mandar sua proposta, em carta fechada, a di-
recloria do mesmo arsenal, at o dia 3 (hpjc) do pr-
ximo futuro mez de julho*.Arsenal de guerra, 30 do
junho de 1847. -- Joo Ricardo da Silva.
O arsenal de guerra compra dozo plles de ca-
bra cruas:qucm ditogenoro tiver mandar sua pro-
posta em carta fechada e a amostra directora do
mesmo arsenal, at o dia 5 do corrente mez.
Arsenal do guerra, 1." de julho de 1847.
Joo Ricardo da Silva.
THFATRoVBLlCO.
Em consequencia de no domingo haver fogo de
vista, Mea para sahbado o seguinte espectculo.
IIOJE, 3 DE JHI.I10
anniversarioda feliz independencia da
AMERICA DO NORTE.
Pr|ncipiar o espectculo por um drama alegrico
entr
INGLATERRA E AMERICA,
canlando-scohyninodaamerica perante o retrato
do Sr. presidente dos Estaxios-L'nidos, primorosa
mente pintado pelo pintor americano residente nes-
la cidade. Seguir-se-ba a muito applaudida o pa-
tritica pega,
A MARA DA EONTE,
ornada de cantigas das cachopas do campo, coros,
dancadnSir'andar en liymno patritico do Minho,
cantado pelo trimpuo alcangado pelas mulhercs |
entre a tropa do regiment n. 8.
Tor'minar o espectculo com jocosa farga,
O APRENDIZ DE LADRO.
O camarote de frente nobre, n, 27, fica disposi-
gflo do Illui. Sr. cnsul da America, decorado como
competente pavilhfo.
Avisos martimos
Vendc-se o brigue brasileiro Austral, dolle
de 185 toneladas forrado de cobro coin todos os
aprestos, e prompto a navegar para qualquor porto:
para examinar, a bordo do mesmo, fundeailu no
ancoradouro da descarga da carne secca o para so
ajustar, na ra da Cadeia n. '.5, coni Amofim lr-
mflos.
0 brigue nacional Despique segu viagem para
Lisboa, em poucos dias : quem no mosmouuizcr if
de passagem para o qne tan hoiiscommodos, tu-
te com Machado & Pinheiro, na ra da Cruz,
n. 23. .
-- Para o Rio-dc-Janciro segu, com toda a brevi-
dade o brigue-escijna telii-Ventura, capillo'O
Guncalves Lei te; recebo urna pequea puiv" "
carga mi uda pssageiros c escravos a fretc 1u.cnl
quizer embarcar cntendn-se com o consgnatr'0<
Man ocl Ignacio de Oliveira na ra da Cadeia, n-
Quem tiverequizer frotar para o Ccara udii
barcaga grande ou um hiato pequeo dirijs-sc
ra larga do'Rozario, n. 27. i
Para o Rio-de Janeiro o hiato Nereida, de pM
meira marcha, segu viagem em breves das: I"
carga e pssageiros, trata-se na i ua da Cadcta |
Recife, botica n. 61, do Sr. Vicente Jos do fimo.
visos diversos
Tendo-se perdido os dous meios billetes J* J
presente lotera do lliealro,, de ns. 220 e 1183, com,
asassignalurasde Alcxandie e Felecidado; pede-se
aoSr. thesoiireiro ta mesma lotera, nocasodcsa-
hirem promiados, de nao os pagar senflo spessoas
que mostraran o justficaiem screm os donos.
Prccisa-scalugar um prelo possa uto para ven-
der fazendas om um laboleiro mesmo na praga,
ainda que nflo seja muito ladino: na ra lmp("
rial, n. 37.
O abaixoassignado previne ao Sr. InesonrciJ"
da lotera do thealro, que ha do correr uo '',:
corrente, que, caso safa premiado o meLo bilnet
da mesma lotera u. 15C1, nflo pague pessoa ai"
guma, visto perlenccr-lhe, e baver-se perdido.
Ueclfe 1. do julho do 1847.
I.ui de Franca Rodrigues Romos.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ru
Imperial, n 67, com muito bous commodos, pi'1.1^
- do de novo: na ra Nova, n. 42, a fallar com
carga, ou gneros do paz, cm porto cm que nflo ha-|Gongalvcs Pereira Lima. >


111
&
KRIA DO THEATRO.
vio se tendo podido roalisar hontem, 2 do corren-
o andamento das rodas desta loteria pelas ra-
s contidas no ollicio abaixo transe;pto sob n. 1,
'''.speolivo thesoareiro, poressasrascs, o por nfo
i r outro casa com os convenientes accommodages
e'Hiranca, .resolveu, com o assentimento do-Sr.
' Si prosidente das loteras, oxpressado no offi-
insobn. 2, espagar o reforido andamento para o
|. c do mesmo corrento mez, no qual osse acto
cuinmecar s oito horas do dia infallivelmente.
OFFICIO N. 1,.
Illm Sr.Respondcndo o olcio deV. S., quo
nMii data me enviou, participando-mo que proten-
lia a/cr correr a loteria do tbeatro publico no con-
inVio da igreja da Conceigflo dos militares, ama-
".l\i dous do correlo pelas 8 lloras do dia, sou a
lizcr-lbo que a mesa regedora tem ordenado reunir-
se np mesmo dia para tratar do objectos do interes-
sadadida Bandada ; a por isso siat 4u nao se
nnssa ceder o mesmo consistorio nesse da, mar-
' m.0 V. S. nm outro na semana seguiute, c me
nimmunicando om lempo para que nilo apparega
falh Dos guardo a V. S. Recife, 1 de jullio do 1847.
Illm Sr. major Antonio da Sjlva Cuanti, thesou-
reiro da loteria do lheatro-/jnaci"o do$ o Campe/-
lo thesourciro da irmandade.
OFFICIO N. a.
de
inTPRA DO' O. rfurUram, na noitede-30 de iunho prximo Ps
J,U i IjM%m.i\ Mjy x i+nix i w\u. sad0) deuma vcnd& ngs cinco_PonUS)Kum roip d
fumo com o peso bruto de 2arrobas e 2.libras, e
suppe-se ler sido furtado por um preto do Sr. Tho-
me, quefugionessames.ra noite. Roga-so a quem
o comprou, ou a quom delle liver noticia, do dirigir-
se a liernardino Luiz Ferreira, com venda na ra do
Motocolomb, povoacao dos Afogados, que grat-
car, o dar o importe por qu.o o livor comprado; o
protesta-se usar do todo o rigor das leis contra quem
o comprou, se nflo mandar entregar.
Teixeira & Andrade, moradores ha ra Nova, n.
25, avisam aos sous freguezes, que receberam agora
"ltimamente de Liverpool,pola barca Seraphina, um
completo sortimento de ferro inglez, que vendem por
prego mais [commodo do qu om outra qualquer
parte.
O engenheiro Mn.i :t ensina na sua casa, ra do
Crespo, n. 14, primeiro andar, as seguales cien-
cias:---AlimiMBTICA, geometra, algebra, ciivmica
e 'HTsn \.
O secretario da irmandade de San Jos d'Ago-
nia, avisa aos rntios da mesma, que domingo, 4 do
correte, haver re un i,lo para mesa geral, afim do
se tratar daeleiciio de 4 definidores, em lugar dos
quo itio accitaram. A rountio ser s oito horas da
maiiha, o a ella devem comparecor os Srs. ir-
ntios.
Brender a Brandis &.C. mu da ram
""'"" seo escriptorio earniazem, da ra da Cruz
Illm. Sr. Attendendo no quo V. S oxpffe env 63 ara a j Trapiche, n. 16.
nfRcio desta data, approvo a Jelibcragao que v u-1
UOl 'J------,.. v.,.i. -Os abaixo assignados, tendo contrahido urna
soeiodade na loja de fazendasda ra do Crespo n.
2,gyrando dcbaixoda firma de Manoel Jos Gon-
galyes Braga & Companbia protendem dissolve-la
inmou de marcar o da 6 do corrento para a extrae-
cao da loteria do tlioalro, deveudo boje mesmo fa-
jeros annuneios necessarios a respeito dosla alie-
ntan para serom logo publicados. Recife. 1 de ju-
liio do 1847.'Um. Sr. major Antonio da Silva Gns-
mo, thesouroiro das loteras do llicalro rcenle
Ferreira Gomti. '
Dflo-se 500,000 rs. a premio do 2 [ior cenlo, com
hypotheca em urna casa nesta praga, ou boas tirinas:
nuom quizer annuncie. 1 .
O juiz da irmandade do Sanlissimo Sacramento
lafroguezia de San-Jos convida aos raos msa-
nos e aos queja serviram em mesa, para se roun-
rom'no dia 4 do corrento, pelas 10 horas da >anhaa.
Participa-so a qualquer possoa quo padega a
lorrivcl molestia de asthma, vulgarmente denomi-
nada puchado, que iufquom a curo por mais antjga
qiiosia:quem estivo-nostas circunstancias, dirija -
soao Mondogo a tomar nformagOes com os Srs. Joao
Cancio o Manoel Peroira do Castro. '
0 escrivtodairmandadodc Nossa Scnhora da
Paz dos Afosados convida pelo presente a todos os
irniosdamcsma irmandade, para que amanjtia, 4
do cprrenle, se achcm, pelas 9 horas da manltia, no
respectivo oonsistorio, onde haver mesa, ahm de
se trataren! negocios a bfcm da irmandado ecumpri-
mento do comprimisso.
No dia 5 do correle, se ha de arrematar pc-
ranto o Sr. doutor juiz dcorpltios e ausentes desta
cidadeumaporcilo de trastos, contendo sofas,/Ban-
cas, cadeiras, commodas, camas e oulros objectos
existentes no armazom que foi do fallecido Antonio
Vieira Coclho, na ra Nova, n. 45; assim comodous
cscravos de nag3o Angola. A arremtagao he no
mesmo aviuazem logo depois quo o dito Sr. juiz aca-
bar da audiencia, que ser ao meio-dia pouco mais
ou menos. He a ultima praga.
Acha-se no lugar Cravata para bandas de Jia-
inanguane m cabra com ollico de sapateiro, que
diz chamar-so Pedro Jos, oque he de urna senhora
viuva, moradora para as'handas da ra d Agoas-Vcr-
dcs, por nome Sra. D. Ufara : quem se julgar com
diroito aodito escravo, apparega no Dorle-do-Mai-
tos prensa de Joaquim Jos Ferreira, que inormara
a respeito. .
Desap|jareccu no dia ultimo do mez prximo
passado,'uma cabra (bicho), muito grande, preta,
coma barriga pela paite debuixo branca, com pon-
tas bstanle grandes, olhos com malhas brancah,
muito prxima a parir, com duas filhas ja grande;
sendo urna igual em tudo a ella, e a outra inteira-
mente pela ; costuma a pastar olas campias na
na Augusta o seus arredores : quem a PcBnr.0U
dell der noticio, dirja-se a ra da Praia de S. una,
no sobrado n. 43, quesera bem recompensado.
-- m rapaznrasileiro, que sabe ler oscrever e
contar, se oiTcrece para cuixeno : quem precisar
deseu presumo annuncie. .
Precisa-so (te urna ama que saiba cozmliar
cngoinmaro fazer ornis servigo do
pouco familia : na Sledade ,
dcs-Vieia, n. 42.
de
por ter boje fndo o seu prazo;e porque urna das con-
digoes sociaos lic'mostrar a dita tirina desonerada de
seu debito passivo por isso os si.cios abaixo asig-
nados, pelo presento avisam a todas as pessoas que
sejulgarom creorasa mesma tirina, hajam de com-
parecer para serem pagas, c isto dentro do prazo
de tres das, lindos os quacs so reputara a mesma
firma desembaragada e quito. Pernambuco, 30 de
junhode 1847. VanoalJos Goncatves Braga. -- An-
tonio Monltin Correia de Oliveira.
Na ra da Estancia ha para alugar 3 moradas
de casas que te cada urna duas salas, 4 quartos ,
cozinha l'ra,quintal murado o cacimba d'agoa do
beber. Na mesma ra ostao as chaves na mlo de Ma-
noel Teixeira Bacelar, para as verem.
~ D. W. Baynon retira-se para os EstaJos-.Uni-
hlos.
Quem tiver para alugar urna escrava que saina
cozinhar e que sirva a urna casa de pequea fami-
lia dirija-se a ra do Vigario, n. 25, primeiro an-
dar.
MEMORIAS HISTRICAS DA PROVINCIA l)M PER-
NAMBUCO.
Tendo sido distribuidos miiilos cxemplares do 1.
tomodestas memorias, sem a respectiva estampa
lythographada, por nao ter esta anda chegado do
Rio-de-Janeiro quando comegou a distribuigao ;
roga-seaos Srs. subscriptores que receberam o dito
1." lomo sem a sua ostampa, que lonliam a bondade
do mando-lo aloja do encadernagao, n. l, da fra-
ga da independencia, afim de nessa loja ser encai-
xada no lugar competente a estampa que Ihe ralla.
Nesta mesma loja cncaderna-m.se as ditM memn-
rias, meia encadernagao, mui segura lombo e
couroc titulo dourado, pelo prego de500rs. cana
volumo, om virtude do um ajuste festo com o au-
tor.
-Urna mulber capaz se ofierecc para coser em
urna casa particular ou mesmo em alguma loja
france.za pois sabe bem cosor vestidos e toda a cos-
tura om perfeigao : quem de seu prest.mo se qui-
zcrutilsar dirja-se defronte da praca da farinha,
"'-Precisa-sede um menino portuguez, de 12a
14 anuos para venda do quo tenha alguma plati-
ca : na run Formosa n. .
Aengo.
Jos Joaquim de Novaes participa ao rcspeitavel
publico, que mudou o seu cstabelecimento de allaia-
tc, da casa dos 4 cantos da ra do Que.mado para
lojan. 30 da mesma ra, ondo se acba prompto a
servir os scus r.eguczcs con. aquella promplidao do
coslume e a todos as pessoss que a sua casa se qui-
r, oo zorem dirigir; assim como vendo pannos, cas.iniiaN
-R-sodinheiro.a premio com penhores : na ra
do riangel 11. II. Na mesma casa precisa-sedo urna
pessoa para vender fa.zcndas.
OsSrs. I.iviode Sou?.a, Bernardno de Sena da
Silva Guinaraes, Jos Leopoldo da Silva e l.uiz Mar-
ques dos Santos queiramdirgir-se- a ruada Cadea
do Recife, n. 21, afim de receberem cartas.
Receliem-se escravos para so venderem sem des-
poza alguma eso offerecem todas as segurangas o
garantas aos mesmos Srs., quo mamlarem vender,
tanto para o mallo como para a cidado c fra da pro-
vincia, por ter o annunciante inultas fregue/.ias : na
ra Nova, n. lo.
D-sc dinheiro a premio sobro penhores de oq-
ro, prataohypolbeca em alguma casa lenca ou
mesmo sobre boas firmas : na ra oslreila do Ro-
zario n. 30, segundo andar, se dir quem d.
OsSrs. Joarjuim Francisco de Pau-
la Estoves Clemente, Agostinho da Sil-
_ 1% i.
vu
to
u. 24.
uunnaracs c
queiram ir a

ra
arga
do
v 1 > l lll
Hozar io
Lima, atraate,
mora na ra do l.ivramento sobrado n. 1
sa de bons ollkiacs de seu ollico.
c preci-
Agcncia de passaportes.
Na ra do Collcgio, n. 10, fe no Aierro-da-Boa-
Vsta, n. 48, continuam-so a lirar passaportcs tan-
to para dentro, como para fra do imperio; assim
como despachan! -so escravos : tudo com brevdado.
JoaoJos de Carvalho Moraes, agente, nesta
praga, do contrato do tabaco do reino do Portugal ,
participa ao respsitavel, publico quo pelo ultimo na-
vio chegado de Lisboa receben ordem daquelle
contrato para de boje em dianto poder vonder a re-
talhoo rap princeza de Lisboa a 3,200 rs. cada
bote, o om caixs a 3,000 rs. a dinhoiro a vista
bem como declara que mo troca rap a pessoa al-
guma por outro motivo que nao soja mofado.
___Os abaixo assignados parlicipam ao
publico, tpic, em consecuencia de se ter
linalisado o lempo por que tinbam feilo
um contrato dissolverain amigavelinen-
le a sociedade que tinbam na caua de cam-
bio da ra da Cadeia do Recife, n 34.a
qual gyrava sob a tirina de Lourenco, Bas-
to & Companbia i e que unnimes se res
ponsabilisam por todas as transaccoes fei-
tas al boje, cm que futuramente se acba
obrigada a ilila firma, ora exlincta: pas-
sando a sua liquidaran a ser fe i ta na mes-
ma casa cima declarada, e a cargo de
Lourenco 6k Oliveira. Recife, 30 de ju-
nbo de i8'|"- Jos Antonio Lourenco,
Jos Antonio Basto, Gregorio Jntunes
de Oi'.'eirrt,
""liao-se 400,000 rs. a premio de dous por cenlo
ao mez, sobre penhores do ouro c piala : quem
ouizer annuncie. .
Precisa-se alugar urna mulber que saiba cozi-
nhar : na ra do Trapiche-Novo, 11 8.
i-Precisa-so do um Portuguez idoso que saina
tratar bom de borla para um engenho distante
desta praga 8 legoas 1 a tralar na ra Direita sobra-
do n. 29. ,
Aluga-se urna boa casa terrea com grande quin-
tal murado na frente boa cacimba d'agoa do beber,
muitosarvoredosdefructo, parreiras o Dguelras .
no principio da estrada dos ARlidos ao pe do Man-
cuiuho: outra dita com sotao corrido minio Ircs-
co no beeco do Serigado desta praga : a tratar na
ra da Cadcia do ltecife n- 25.
__Hosra-sc en<:arecidamente ao ? I
--Compram-se dous couros de onga quesejam
grandes c perfeitos para servirom de tapetes ; pa-
ga m-se bem, agradando : na ra Nova loja do sei-
leiro, n. 28. v
Compra-sc um missal cm bom uso : na ra da
Cruz, n. M.
Compra-so o segundo tomo da Historia Sagra-
da lorRoydumont: quom tiver annuncie.
Cmpram-se, para urna onconimenda escra-
vos da Costa mogos ; pagam-se bem : urna escrava
quo nao soja viciosa moga e quoengouimeo cosa
bem : na rua de Agoas-V'erdes, n. 16.
Compra-so urna duzia de cadeiras de Jacaranda,
em bom uso, e que sejam modernas : na rua Im-
perial 11. C3.
Compram-se escravos do'ambos os sexos para
una ocommenda : na rua do Rozai io vonda da
osquina n. 39.
Compram-se, sempre, todas as qna-
idades de frascos de vidro vasios que
Serviram d'agoa de Colonia e espiritos
de ebeiro: no Aterro -da-Boa- Vista ,
fabrica de licores n. I7.
Compra-so os nono e dcimo lomos do Judou Er-
rante por l'.ugenc Suo segunda edigao improssa
noRio-de-Janeiro noaniio do 1816 na typogra-
phia do Villeneuve : na rua da Caduia de S.-Antonio,
11. 14, primeiro andar.
Compra-sa, ou aluga-sonm moieqae, que seja
reforgado esadio ombora nao tenha habilidades:
na rua da Cruz, no llecife 11. 21.
s-Yicira, n.42. |)oi0es de todas asquaidades, retrozes, linhas,
-Atbga-se0prirm3.ro andar do sobrado^ da ira- ca* 00 oesoo 1 gom de havera
___.1......m.m n l nrnnrio nara cscnptorio, t iiiiiiiisoiuua ukj -i ______ r,lia .
, ..avora sempre obras fetUa c
todas asquaidades, coma moama iferfcicno d s de
morr,ai|o das encommenda. Na mesma casa vende-sc alpaca a 800
i o cova.lo; panno de linbo da Allomanha a 440
, a vara; cortes de cambraia para vestidos, do I10-
tospadrOcs; meias casimiras, as mais ricas que
teemapparecido, para caigas; corles do gorgurao,
os mas modernos que tecm viudo, para colleles.
ft
a
vessadoQueimado, n. 1, proprio para escriptono,
ouTSmenfsolteiro: a tratar na venda junto ao me,- ^V."Sd
mo sobrado.
Jos Thcmoleo Pcreira Baslos, -
Alagas, fazsecntca todas as pessoas que Ihe sao 1
foroii-as, que Jos Francisco Congalvcs esta aulonsa- 1
do para recclier os foros que estiverein vencidos.
~ Precisa-se do aprendizes: na loja de domador
e fabricante de candiciros de gaz da rua Nova,n. 52.
Percunta-se, a quem souber responder, o mo-
tivo por que a porla <"au.oa do Varadouro se iium
conserva aberta durante o invern ; porque os ha-
bitantes de Olimla nao precsalo de lana agoa os
o Recire anda menos o os proprielanos doa aiUo.
a mar-cni do pantano vivem alagados sem poderem
tambem gozar des beneficios que Ihe trouxe a rac-
ima daquella obra.
Para as pessoas que preten-
den! seguir viagein.
Na rua do RangeJ n. 9 continuante a tiiar passa-
portcs para dentro o fra do Imperio, e despachar
se escravos, ludo com mulla brcvidndc, e por prego
commodo ; de que se leem dado exuberantes p.ovas.
Joao Francisco Santos de Siqueira por este pro-
vine ao Sr. Jos PeliX da Camera Pinentcl, quo de-
ve nnindar receber na casa do Sr. ManoelGongalves
da Silva a importancia da letlra da lirma do Sr.
Paulo do Amor.n Salgado, que com osle seu criado
-a leve de negociar, isso no caso qur- .ndaems.
, e, ha ; c no caso conlrorio serv.ra estelara pre-
e.Tra pessoa que a possue-isto em rasao do an-
nm ci que cu live de ver- inserido-no iarxo de
>rambuco,--<> mcsmoSr. Paula do Amorim Salga-
do-- no qul se Torta a salsl'azer o premio-; ao que
cu tive.le responder-pelo mesmo torio-corao ao
nodo ver licar dodilo mcu annuncio-o que cu d.s-
L espeito que se cha inserido na dita folha
-no dia 22 do mesmo corrento mez.
Engcho AHO.J3 dejunho de 1847.
Quem desoja saber de Joaquim de Andrade
Pessoa Pimcntel,procure-o no 1;asse,0-,,,^1,l^;''ll1t;,
- Precisa-se alugar una pela que seja dillg^M*.
para o'servigo de urna casa de pouca familia: quem I
tiver annuncie.
f%**\a t&\a> s\i(9 *'& %l^ !^ .lf^!*^!!"*!*^
"o dOutoVcasanova mdico francez, babi- J0
litado perarito a faculdade de medicina da Ba-
hia e estabelecdo nesta cidado ollercce ao
, publico o seu presumo, podendo ser procu-
to rado a nualquer hora n.a rua Nova n. /, pi
^___:__...inn .lofr-nulc !;i ninlri/
&
1
meiro andar defronte da matriz de S.-An-
tonio. O mesmo traa radicalmente do mo-
lestias venreas, tanto antigs como moder-
nas por meio de um remedio nio mercurial.
Cura tambem radicalmente as dores de den-
les, mesmo estando cariados, em poucos nu-
%mSm a*l* 01* 0ifc 01* ^ a*i*Aflft^I*
A o Sr doutor Lourenco Bezerra
arneiro daCunb^ roga-seainda deap-
parecer na rua Direita, sobrado n. ar>,
que se Ibe deseja tallar a negoc.o que Ihe
liz respeito.
- Francisco Pinto da Costa
Lima, alfa ate, morador na
rua larga do Rozario, n. 40, precisa de ollic.acs de
scuofuco e costureiras: tcm para vender pannos
relos, azues e verdes; bons br.ns, ve ludo o cha-
malol- botOes de osso preto o branco; l.nha do car-
retel, d cahega preta e branca; hollandas para forros
e alirumas obras feitas.
- Precisa-se de um feitor para um pequeo sino,
1 ... t 1.1___i- ..:.....i;, ii' un iln
(\. !!., que costuma dar ECU passeio das
7 as H horas d uoile, com sua maneira
de Irajar encantadora, que lauto tem Ira-
balbado por desacreditar certa casa com
seus encantos, o favor de mudar de sys-
tema; e veja que milito bem pode acon-
tecer (sem ser milagre) virar o fcilico con-
tra o feiticeiro, e ser elle O encantado; e
lembre-se que essa pessoa a quem Smc
solicita desacreditar Ihe n\o be cm nada
inferior : isto Ihe avisa, c pede por vida
de seu pai c alma de sua ayo
O Amigo da paz.
!;s abaixo assignados parlicipam ao
publico, que tcem estabelecido solidaria-
mente urna casa de cambio na rua da C-
ela do Rcife, D 34, sob a firma social
de Loureiieo& Oliveira; e que seacham
promptos para pa'gar c receber, nos dias
dos seus vencimentos, o importe de qual-.
quer lettra das que se acbam cm circu-
lacao com a exlincla firma de Lourenco,
Basto & Companbia; e o mesmo farao
rom aquellas que de boje em diante ne-
gociaremsob a nova firma cima.declara-
da, sendo caixa c cncariegado de dirigir
o estabelecimento o socio Oliveira. Bcci-
fe," r. de jnlho de 1847 -Jos Antonio
, Gregorio Antunes de Oli-
Vendem-se, muito em conta s seguinlos ro-
mances Iraduzidoa do franoax, cuja loitura he
bem atenuante 1 a Noiva do Madrid e Fr. Angelo ,
a 320 rs. cada exemplar ; o Arcypealre, a 400 rs. em
brochura : tambem se vendem formando eolleecan ,
em meia encadernagao, por 1,509 rs. : na praga da
Independencia, loja de encadernagao.
Vende-so umn linda mulaliiiha de 10 annos,
sem vicios nem acliai|ues : na rua do C.ollegio ,
n. 13.
Veudc-se, por prego commodo, 3 legoas de
Ierra da inolboi quo existe para criar gado no lu-
gar denominado lliaiiio-de-Porcos sitio da Pocra,
liacho-do-Pai : na ruada Cruz, 11 28.
Chegueniantes que
se acabemas pechinchas, pois o antigo baratei-
ro torra por lodo o dinheiro.
O antigo liara le."o est torrando por todo o di-
nheiro, na sua nova loja de miude/.as da rua do C.ol-
legio n. 9, papel almaco a 2,600 rs. a resma;
penlcs de tartaruga, para mamilas, a 960 rs. a pare-
Iha; novo sor ti monto do agulhas francezas, pe
antigo prego de 280 rs. cada caixinha que sao mul-
lo linas. Oh que ricos loueadores proprios para se-
nhora ; sao do ultimo gosto e chegados ltimamen-
te. Lavas pretas de seda, para senhora, curtas e
Comprldaa, com dedos e sem elles; bengalas de
caima da India a 1,920 rs cada urna ; ricos chicotes
ingle/es, muito b^nios e fortes; riqusimas luvas
de. seda para hoineiu, brancas o do coros propr.as
para bailes; pentes do tartaruga, para prender o
cabello; lacas de raarflm para corlar papo!; colhc-
resdeniarlinicosso, proprias para rap; me.as de
lgodSo brancas, para meninos e meninas; cai-
vetes de cabo do viado de I, 2, 3 o 4 folhas ; tesou-
ras muito linas, tanto para costura como'para unhas.
A ellas freguezes antes quo se acabem.
-- Ver.dein-se 4 ttulos do divida da thesouraria
geral ( oxercicios lindos | do cont e tantos mil rs.
cada um ; dao-se por metade : na rua do Itangel, n.
45, primeiro andar. v
Vcndem-se em lleberibe-rfG-Haixo j no sitio
das Boaa-Koitea, pea de ananazea, proprioa para
se plantar : a tratar na rua estrella do Rozario ,
n. 34.
Vonde-sc a escrava Joscpha crioula, de 17 au
nos, de bonita ligura.cque he muito habilidosa,
Maria, Itengiiella, ptima quitndola o-que cozi-
nha c lava : Faustina, do 21 annos, muito fiel-
que cozinha muito bem, lio insigne quitandeira,
enSo tem vicios: Dellna, raoleca do 13 anuos,
com bons principios de habilidades: Francisca mo-
ler de II anuos do bonita figura boa para mu-
cama : llosa,crioula, de26 anuos, boa lavadeira .
por 180,000 rs : Bonifacia de 2.". anuos propria
para eugcnlio : Lzaro, molcquo, de 14 anuos : l.uiz,
de 24 anuos bom carreiro: Joao, Costa do 30 an-
uos, ptimo para o'servigo do urna casa : 3 sobra-
dos no bario dcS.-Antonio as prncipaes ras,
por prego commodo o desembargados : na rua do
Agoas-Ve. des, n. 46.
!,iii>oascm das Flores.
Chcgaram estes livrnbostao procurados, e vcn-
dem-se na hvraria da osquina do Collogio : laiiibem
atii so acba o novo drama Podro com, queja tevo
o agora nao tem iinpresso no Rio-de-Janeiro.
Lourenco
veira.
flonipras
Compra-so cstanho velho ou novo, cm grandes
ou em pequonas porgOes : na rua do Quemado, loja
de Antonio da Silva GusmKo.
^m^asa;;jsarp5# 5S8HRte5ft'.>S?
Amo.im, 11.15._______...i-, ^niiiTiinslr.armn esauina
-"l^ec.sa-so de nm bomem para tralar doalgunsjCarmo
cavallos: na rua de S -Amaro n 32. I n. 2.
esquina da. rua do Norias,, lado direilo,
Vende*se, na rua da
Cruz, n. 23, cera em ve-
las, de superior qualitla-
(Jo, fabricadas no Ko-de-
Janeiro, en> caixas pe-
queas, sortimentos ao
|S jrosto do comprador,
e por prego mas barato
do (uc emoulra qualquer
*W parte.
Vende-so fio da India, proprio para coser sac-
eos : na rua do Trapiche, 11. 8.
Vendem-sel9! pegas de cabo de Caire : na rua
do Trapiche, 11 8.
Vcndem-se sacras de alqueire de muito superior
farinha do San-Matlieus. em casa de Manoel Joa-
quim Ramos e Silva, na rua da Cadea do Recire,
n. 38.
ai



I '
A
-Na ruadollangcl, n. 11, anda ha para vender
varias obras do ouro para homem o senhora.
Vendom-sc chitas imperiraes ehegadas lti-
mamente do ln-dc-Janeiro, a fazenda a mais mo-
derno dnquella curte : estilo-so rctalhando a 320 rs.
i! covado na nova luja de Francisco Jos Teixeira
Bastos, nos quatro-cntos da ra doQucimado n.
so. Ro-sc amostras francamente para os freguezes
ii 11 Ihorconhecerem o tiom gosto e boa oualidade.
Vendem-se caixas declia hysson de ti, 18013
libras em porgues ou a rctallio ; caixas de velas
di' ospcrmacetedeSe 6 em libra : na ra da Alfan-
dega-Velha, n. 86, em casa do Matheus Austn mi.
Vcnde-se sal do Assu', milito su-
perior c grado : a bordo, do brigue-es-
mna Henriquela Tundeado no Forte-
do-Maltos, oti na na da Cadeia-Velli,
ii. 17, segundo andar.
Vende-se um casal de escravos de nagio por
prego commodo : na ra da Cruz, n. M.
Vendem-se escravos baratos na ra das
O Larangoiras, n. 14, segundo andar: 2
fxkJ pretos de elegantes figuras, de 20 anuos ,
,j, _*'* acostumados a trabalhar de cnxada ; um
-4arr dito o IGannos eom um pequeo do-
feito; umdito com ollieio do alfaiate; um pardo
oillcial desapateiro de boa conducta de 83 anuos;
11 ni prelodc meia idade por 280,000 rs. ; una inu-
Ialinlia de 1C anuos, com alguns principios de ha-
bilidades; una dita de 85 anuos c|iic engomnia ,
cose e cezinha O diario de una casa ; tres pelas
de nagio mocas, sendo una de 1< anuos, oulra de
26 anuos e a outra de !) anuos.
Vendem-so escravos, sendo: una negrinha,
boa costureira de lavarinto, o que marca; duas di-
las de 17 a -20 anuos, de bonita figura (|lie engom-
mam ccozinham boro: duas ditas, propriaspara qui-
taudeiras; um pardo liem mogo, do bonita figura;
um prcto do boa conducta : no pateo da Matriz de
S -Antonio sobrado n. *.
Venderse urna preta cozinheira, de boa con-
ducta e moga ; nina parda costureira engonitna-
deira e cozinheira, eque he propria para ama de
casa por ter excedente conducta e ser sadia;um
molequo do 7 anuos, muilo lindo, proprlo para
brincar com meninos: tudo fie de pessoa que se
quor retirar da praca por doenle: na ra larga do
Itozario, luja do miudezas, n. 33, se dir quein
vende.
.PECIIINCMA.
C ilocolas brancas do pinlio propriaspara guardar
roupae paraeonduccSo do doces, a 240 c 320 rs.
cada una : no Aterro-.la-ltoa-Vista, loja 11. 48.
Vendem-se saccas com Tarinha de mandioca ,
por prego commodo na ruada Cruz, 11. 20.
Vendem-se acues da ex-
linda compnhia tic Pern imbuco
e Parahvba: no escriptorio de
Olrveira rmos & C, na ra da
Cruz do Hecifo, n. 9.
Vendem-se duas casas terreas, com boas com-
modidadus, quintaos o cacimbas, e una deltas
ruin estribara sitas na travessa do Marisco, oulr'o-
ra becco do Peixoto ; urna dita por todo o prego,
sita na ra de Motocolonib nos Togados esta he
de laipa, o somonte tem a frente e retaguarda de
lijlo; 8 escravos do servico de campo: una podra
quadrda o polida para se moer tinta : ludo por pre-
go muilo commodo: na ra Direila sobrado n. 88.
Na loja nova do Passeio-Puhlico, n. 19, de
Manoel Joaqun) Pascoal llamos vendem-sc pegas
de chiia a 2,000 rs., e o covado a 100 rs. ; ditas do
cliita deassento coberto, a 4,500 rs,, o a 120 rs. c
covado; ditas para cubera a C,000 rs. e o cova-
do a 160 rs.; chitas para vestidos, de lindos pa-
droes a 160, IM, 800,880, 240e 280 rs. ; corles de
chita a 2,400 rs/>pcgas decainliraia branca, a 2,500
rs., 0 a vara a 400 rs. ; cortes de fuslocs pina colle-
les a 1,000 rs. ; ditos de sarja lavrada a 1,000 rs.;
lencos de seda, a 1,440 e 1,000 rs. ; bretanlia de
purolinho,a800e900rs corles do meia casimi-
ra a 3,400e 2,000 rs. ; ditos do castor a 1,000 rs. ;
longos para grvala a 200 c 320 rs. ; madapolfo a
2,400 rs. a pega c a 120 rs. a vara o muilo lino, a
3, 4, 4,80o, 5,200 o 0,000 rs ; primores para vestidos,
a 320 rs. o covado ; cassa lisa muilo lina a 500 rs ;
lcngos de retro/. muilo modernos, a 3,500 rs. ;
bous lirios decores a 1,000 c nutras umitas l'a-
zendas que pelo seu diminuto prego nio desagra-
daran aos scus freguezes.
Vendo-so um preto de 24 anuos, proprio para
todo o servigo; duas negrinhas de 12 a 10 anuos
com algumas habilidades; 3pretasde 24 a 30 ali-
os com nlgumas habilidades : na ra do Collegio,
n. 3, segundo andar, se dir qoem vende.
Vendem-se excedentes couros de onea pinta-
dos, ditos decapociros bezerros, sola; ludo por
prego commodo : na rtia estrena do Itozario n. 30,
segundo andar.
Vendem-se capsulas do gelatina com balsamo
decopaiba simples ; ditas com dito e oleo de ligado
do bacalhao; ditas com dito e oleo do ligado de ar-
r i; ditas com dito c cubebas : na ra da Scnzalla-
Nova, n. 40, primeiro andar-
Vende-secha do muito superior qualidade, em
caixinhas de 6 libras: em casa de L, G. Ferrcira &
Compnhia.
Vendem-se admiraveis navalhasdeago da Chi-
na que teeih a vantagem do cortar o cabello sem
offenga da pello, deixando a cara parecendo estar
na sua brilbante motidade.
Este ago vem cxclusivamenleda China o s nel-
lelrabalhamdousdos melhorcs e mais abalisados
cuteleiros da nunca excedida c rica cldade de Pc-
kim capilal do imperio chim.
AUTOR SIIAW.
N. t. He recommondado o uso destas navalhas
maravilhosas por todas as sociedades das ciencias
mcdico-cirurgicas, tanto da Europa como da Ame-
rica, Asia e frica nao s para provenir as moles-
tias da cutis mas tambem como um meio cosm-
tico.
Vendem-se na ra do Crespo, loja de Campos &
Mava.

P
Vende-se um molecote do bonita figura
de 22 anuos, sem vicios nem achaques, bom
ollicial de pedreiro : na ra das Larangoiras i\ig
n. 14, segundo andar. gjj
mmmmmmmmm mmMM&wmmu
Vende-seurna preta de nagio, do muito bo-
nita figura por prego commodo : na ruadol.ivra-
menlo, n. 20.
Vendem-se 0 moloques de 12 a 15annos ; dous
mulatinhos muito lindos ciiuo sao ptimos para
pagens; 12escravasde10 a 30 annos: na ra Ri-
reila, n 3.
Vendem-se velas lo sebo purificado de mili-
to superior qualidade, em caixas, fabricado no Itio-
Grande-do-Sul; bemeomo absinthe cm 'caixinhas,
do nielhor que lein boje no mercado: na ra da
Cruz n. 38.
Vendem-se por prego commodo, 4 moradas
de casas tres nos A fugados na ruar de Motocoloin-
1)0,118.5,6 0 7, euinaem linda ra do Vara-
iloiiro n. 13 confronte a S.-Sebastin no pateo
de S.-Pedro n. 6, esquina que volta para a ra de
llorlas, segundo andar.
~ Vende-se urna inorada de casa por detrs da ra
Imperial, do lado do mar feita de novo o a mo-
derna com oiloes dobrados 22 palmos de frente ,
9 quartos, duas salas, cozinhii fora quintal com
cacimba de boa agoa a dinheiroou a prazo: na
ra da Concordia, no ultimo armazein de madeiras.
--Vende-so una rica loalha de lavarinto, toda
aborta, eom vara e meia de comprdo, e com um
covado de largura, com seu competente bicode
chave de largura : na ra do l.ivramento n. 1 se-
gundo andar.
Vendem-se duas casas terreas com
lions conunodos, por preco mdico : na
ra Direita, sobrado n. ar).
HEGUEMAS PECHINCIIaS.
novad- Feirao& C,
a loja
na
ra do Colegio
II. D,
vendem-so corles de cassas de bonitos goslos pelo
diminuto prego de 2,000 rs. ; ditos de lindas corts ,
e muilo modernos a 3,200 rs. ; pegas do Chitas es-
curas de cores (isas a 4,230 rs. e a 120 rs. o cova-
do ; ditas, a 5,000 rs. e a 140 rs. o covado ; ditas li-
nas, a 100, 180, 200,220 e 240 rs. o covado; hriui
ile puro linho a 320 rs. a vara ; riscadinhos franco-
zes O modernos a 220 e 240 rs. o covado ; camisas
do meia a 1,000c 1,200 rs. ; briol tingindo casimi-
ra de linho puro a 1,000 rs. a vara; superior pan-
no da Costa trancado, muilo proprio para escra-
valura deengonho, tanto pela sua duraeXo como
pelo seu diminuto prego de 480 rs. o covado o 011-
trs militas fazendas que pido prego agradarlo.
Vendem-so 5 escravas sendo: duas pelas mo-
cas, com habilidades que so dirflo ao comprador;
urna negrinha de nagio Angola, de 15 anuos, que
co/.inhabem elava desabito; urna mulaliiiha de 10
anuos; um preto de nago mogo, proprio do ser-
vigo de campo : na ra dasCiu/.es, n. 22 segundo
andar
Veidcm se billieles e meios
ditos ta lotera do \io-deJanei-
10, cliegados no vapor Impera-
flor : na loja de cambio de Ma-
na ra da Cadeia,
noel Gomes
n. 38.
BU
Vende-se rico fil de linho bordado e
liso o mais fino possivel; casimiras c
meias ditas de ricos padroes ; lengos
de seda de cor, o 1,280 rs.; ditos supe-
riores e de goslos novos; alpaca mili-
to lina ; pannos linos de crese pretos ;
cassas de cores para vestido das mais
modernas que ha presentemente ; niur-
sulinas decores para vestido, de no-
vos padroes ; bramante de puro linho e
muito lino; bemeomo um sorliinento
de lamidas linas e grossas: tudo por
menos prego do que em outra qualquer
parle : na nova loja de Jos Alore ira
Lopes & Compnhia na ra doQuci-
mado casa amarella n. 29.
Vende-se urna parda muito propria para o
campo, ou para casa de familia : a fallar na ra da
Cadeia do Itecife loja de Joilo Jos de Ca vulho Mo-
raes.
Vendem-sc c alugam-sc bichas de tlamburgo ,
ehegadas iiltinmmcntc, po'r prego mais ceinmodo
do que em outra qualquer.parte : na travessa da
ra do Vigario, luja do barbeiro n/1.
Vende-se, por preciso urna cscrava de nago
Angola que cozinha o diario de urna casa cngoin-
malso,ehc muito-fiel : na ruaVelha, sobrado
que faz esquina para o becco do Veras, n. 34.
9&
Vende-se um lindo preto, sem vicios
nem achaques de 22 anuos, com olli-
eio de sapateiro, cozinheira e que he
bom masseiro : na ra das Larangoiras,
undo andar.
de superior qualidada no armazom do Bacelar, na
escadinha da alfandega, ou a fallar com J. B. da Fon-
seca Jnior na ra do Vigario, n. 25, primeiro
andar.
Vende-se muito boa tapioca ou farinha do
Maranhflo, cm pequeos paneiros do urna irduas ar-
robas por prego commodo no armazom do Bra-
guez ,011 a fallar com J. B. da Fonseca Jnior, n~
ra do Vigario; n. 25, primeiro andar.
]\a loja nova do
Passeio-Pubco,
n. 17,
vendem-sc cortes Jo vestidos de cassa, de muito lin-
dos padroes e muito finos.a 'g rs. o corle; chitas em
cortes de 10 covados muito linas, a 2,000 rs. ; ditas
muitofinasclixas.a 5,000 rs. a pega, o a 120 o 140
rs. o covado ; ditas proprias para coborta padroes
e pannos muito bons, 11 5,000 rs. a pega e a 140 rs.
o covado ; casimira preta, azul, e verde-escura da
largura de panno, a 2,200 rs. o covado e outras
militas fazendas, por prego mais commodo do que
em outra qualquer parto.
Vendcm-se superiores chapeos de
castor, pretos ebrancos, por preco
muito harato : na ra do Crespo, loja n
13, de Jos Joaqnim da Silva Maia
Chapeos finos de
massa, franeezes.
Vendcm-se os nlelhores c mais modernos chapos
de massa fraucezes para homem : as lojas da
ra do Crespo 11. 4, ao pedo arco de S. Antonio
e noPasseio-l'ublico, n. 17, por prego mais com-
modo do quecni parle alguma : bom como um rico
sortiment de casimiras franeezas c clsticas de
goslos inteiramente novos, por prego que convida
aos freguezes.
Vendcm-se podras de amolar da nielhor qua-
lidade que teem viudo do rio de S.-Francisco a
retamo e cm porcoes dar-se-ho por prego com-
modo : na ran da Praia, armazn) n. 18.
Vende-so sal de Lisboa fino e alvo a 1,600
rs. o alqueire da medida vclha 0 sendo porgflo so
dar por menos : na ra da l'raia, n. 18, aonde tam-
ben) se vendem pipas com ago'ardenlc.
U) 15 A Si.VI O.
\Ta nova loja de Francisco lo-
s l'cixcira Bastos, nos qna-
Iro cantos da na do Quci-
mado, n.'iO, (nc faz esquina
para a ra estteila do Koza
rio, vendcm-se
cortes de cambraia de lindas cores, muito modernas,
a 3,200 rs. ; pegas do chita escura do muito boin
panno c cores (ixas, a 5,000 rs. e o covado a 140
rs.; ditas, 11 120, 160 c 200 rs. o covado ; pegas do
algodflozinho com 17 varas, a 2,000 rs.; ditas de
madapoliio largo, a 2,700 rs. ,e deoutrasqualidades
e procos; ditas ,de bretanha, a 2,000 rs.; dita de pu-
ro linho a 320 rs. a vara ; merino preto e tino a
1,600 rs. o covado ; dito rxo, proprio para vestua-
rio de nujninos.e vestidos de montara a 1,280 rs.;
alpaca muito encorpada a 800 rs.; brim trancado
de puro linho, a 200 rs. o covado; algodiioziuho
Irangado nicsclado a 200 rs. ; dito de listras, escu-
ro e americano a 240 rs. ; meias para meninos a
80 rs. upar; ditas para meninas, a 200 rs.; ditas
pretas, curtas a 120 rs. ; ditas para senhora a 240,
320, 400 e 480 rs. o par; lencos de cambraia de tres
ponas a 240 rs.; mantas de fil de linho n 2,000
rs.; brins trancados de cores c listras a nielhor fa-
zenda possivol, a 1,500 rs ; cassas brancas, proprias
para cortinados a 3,200 rs a pega; cassa-chitas ,
a 320 rs. o covado ; riscados fraucezes padroes mo-
dernos a 200 c 240 rs. e outras muilas fazendas
de bom gosto por prego commodo.
8* -2
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a
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o
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Tsar
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t
Acabam decliegar, pelo ulti-
mo navio, 3 fortes pianos, de pa-
tele London, todos de i&caran*
d e feitos eom muito bom ^os-
lo, pelos melhores autores, Co
lard e Colard; bem como ayo
de Miio e -estando: na ra d
Vigario, armazein n. 4, de lio-
the & Bedoulac.
Vende-se una preta crioula de 30 annos, que
cozinha, cose e engomma : na ra do l.ivramento,
no segundo andar do sobrado n-1, que faz esquina
para a ra do Itangcl.
Vcnde-se urna cadeirinha de arruar., rica pou-
eo usada poi prego bastante commodo : na ra das
1 nnclieiras n. 46, primeiro andar.
-- Vendem-se cestos com garrafas de azeite doce ,
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tu
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si
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Na ra dos Tanoeiros, n. 1,
vendcm-se 2 escravos, sendo um crioulo pega, de
18 annos c ooutro pardo oflicial do pedreiro ede
alfaiate.
Vende-se vinagre do superior qualidade, para
conserva a 1,600 rs. a garrafa ; sal de Lisboa lino e
alvo a 1,600 rs. o alqueire : na ra da Sonzalla-Ve-
Iba n. 48.
Vcnde-se um moleque do 16 [annos, oflicial do
pedreiro : na ra Nova, n. 14.
A dinheiro ou a prazo ainda se vendem alguns
terrenos parte alagados, parte beneficiados c parte
aterrados, e j com alicorees para sobrado, na linha
da ra da Concordia junto travessa do finado
Monteiro quosahe na ra do Tergo ; cojos terre-
nos team um lelheiro de madeira bastante alto :
bem como urnas poucas de portadas de pedro da
Ierra ao lado que tambem se vendem
lo c n.1o for apaixonado pela edificago deixar i
aproveitaresta occisio tanto pela bondado de valores, como pela localidade em que estilo osdif
terrenos : na ra dos Quarleis, hoje larga do Roz
rio n. 18.
Vendem-se os seguintes livros ; Mara Canella-
um Sonho da vida ; o Archivo -Diestra!; .a Noite dn
castello : tudo ericadernado; Memorias sobre a his-
toria do Franga,(em rancez 4v. | e outros mui
tos livros, novellas e pegas theatraes : taiio por mr.
nos do seu valor: na ra do Rangel, n. 45 Dr"
meiro andar. H
Vende-se um lindo escravo pega de nago \n
gola de 20 annos ptimo para qualquer sorvirn
por ser de boa conducta : na ra sstreita do Roz-
rio n. 31, primeiro andar.
SAL ESTRANGEIRO.
Vende-se urna porgflo de sal estrangeiro, ibot-
do do brigue francez Arago, surto neste porto!
tratar do ajuste 110 cscriptorio de J. P. Adourc c.
na ra da Cruz, n. 21. ''
-Vendcm-se, na ra Direita, vendan. 53, d,
Antonio Francisco Martinsde Miranda, saccascom
farinha da trra, muito boa; azeite 3c camnalo
a 1,200 rs. a caada e todos os gneros pertencen-
tes a venda, por prego mais barato, que em outra
qualquer parte.
Vendem-so saccas com farinha de barco, pro-
pria para escravos, 1 2,500 fs. : na ra Direita n. 9
Escravos Fgidos.
Fugio de bordo do patacho Pelicano um escravo
de nome Roque', do Sao-Thom, estatura uaixa,
rosto redondo c sem barba, com feridas as pernos',
vestido com camisa e caiga azul c barrete inglez!
Este escravo pertcnce a Joilo Jos Pcreira do Azein
do Rio-de-Janeiro. Quem oapprehender, queira lc-
va-lo ra da Cruz n. 66, casa de Gaudino Agosti-
nho de Ranos, por quem ser recompensado.
-- No dia 24 de junho desappareceu dcsta cidado
a escrava Silvana, crioula, com os signaos seguin-
tes : baixa, reforgada do corpo, cara redonda, btiAoi
grossos, cor fula, natural do sertfio de Paja, donde
veio ha 8 para 9 annos, com 18 annos do idade pou-
co mais ou menos; levou vestido de cassa com bicut
de linho, saia de algodiozinho, panno da Costa, i
mais alguma roupa cm trouxa. Descoulia-se que di-
ta cscrava fra scduzida, e quo se achc ncsla cidade,
ou na do Olinda, cm poder do alguem, contra quem
se proceder com o rigor da le, so logo nilo foren-
trege a seu legitimo senhor. Roga-se, pois, as auto.
ridades policiaes c capitilcs decampo quo a apprs.
hendam e fevem-na a ra da Cadeia, loja de fazendas,
n. 51, oude se recompensar.
Fugiram Alexandre cabra, e Marcellina, pre-
ta que pcrlcnccm a Manoel Ignacio do Albuquer-
que Maranhao senhor do engonho novo da Concei-
gilo ; ja foram presos ou demorados em Iguara.
su (Inhaman ) cd'ahi tornaram a fugir. Pede-so ai
autoridades policiaes e capitScs de campo a captu-
ra dos mencionados escravos que os lovom ra di
Cadoia-Velha n. segundo andar, onde seriiore-
compensados e so pagaro todas as despezas nue
porvontura se lenham feito.
Desappareceu, no dia 29 do junho da casa da
Senhora D. Izabcl, urna negrinha crioula, de II an-
nos de nome Maria fula ; levou vestido de chila
azul: quema pegar leve a sua senhora, as Cinco-
Ponas, que ser recompensado.
Desappareceu, no dia 28 do junho, um calio-
clnho quo representa ter lia 121 anuos pouco maii
ou menos; temos signaos seguintes, nicos qm
seriio suflicientes para ser conhecido : duas cicatri-
ces procedidas de f ogo, de um lado 'principian-
do una do hombro polo lado opposlo, buscando 11
p em seguimenlo at o moio do brago oulrtdl
da fonloato fin da orclhn pela parle inferior dol
mesmo lado ; levou cm cdulas 15,000 rs cxrep-l
luando pequeas quantias em cobre quo recebera I
cm diversas cajas. Roga-se, portanto a qualquerl
autoridade, capililo do campo, ou pessoa psrti-f
cular, onde elle apparecer o obsequio de o ap(w-1
hender e levar a Caiiiboa-do-Carmo, n. 24, que *-
r generosa mente recompensado.
ENIGMAS
PSTTORESCOS.
S/
!
A
intf
D E CIF K A C A 0
He arriscado desprezar os grandes.
ierra au lauo, que lamncm se vendem e por pre-1 a.t" f[
gostno commodos, quo s quem nao livor bom gos-lP

Full Text
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