Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08465


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Full Text
jVnno de 1847.
Segn da-feira 17
O JM"'" pul>Jic-se todo os das, que n*o
i ile suarda opreco da asignatura he de
Vlnno II. V> ql,r,el- W.' .li'tnlad^. 0 en
* lio assi;nantes So inseridos rnjo de
"unf" ,r|inli. Hn em lypo diflVrenlc, e as
.'-i p-la melade. Os q "o f rem asvc,-
"P! Dir3 80 P"-''"1"1. <> Ijpo
pBAstS DA LA NO HEZ DE MlO.
MNle. 'i ,os 17 mi*da tarde.
f** a 14, l lloras e 3 rain, da larde.
rZSiW. 4' ,'ort,, S 'nin- d* t"rde-
L,ij cliei". "* !' ho e sl> minu- d tarde.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goiannae Par.l,yl, i, Mcnndei esesta, felras.
K.o-f.rande-dn.^orle quim., feiraj omeio-Hi..
Cano, Seriolwem, Rin-Formosn, Poilo-Calvoe
Mceiri po I .\ a 11 e J i de cada mes.
(aranlmnse Hnuito. a lOeil.
Boa-Vi Victoria, % quintas feisas.
'lumia, todos 01 das. .
PIIF.AMArt DE HOJE.
Primelra, a S lioias a !>4 minuto* da manha
Segunda, 7 boras 18 minutos da tarde.
de Mao.
Anno XXIII.
N. 109.
DAS DA SEMANA.
Secunda. S. Possidoneo. Aud. do J. dos or-
iihos, do J. do c. da ? v. e do J. M. da i v
Terca. Si Venancio. Aud. do J. iloriv. da I
v. e do J. de paz du 3 dist. de t
Quarta. S. I'edro Celestino. Aud. do 1. do
cir.da f. e do J. de paz do Quinla, S. Iternaadino le ^ena. Aud do J;
de orpli., edo J. inunicijial da I vara.
Setla. S Mancos. Aud. do J. tfo civ. da I.
v. e do J. de uat do I. di-I. de i
Sabbado. 3. Hita de Cassia. Aud. do J- do
ct. da I. e do J. de nai do t dist. de t.
Domingo, Psenos do Espirito Santo.
CAMBIOS NO DA 15 DE MA10.
Camino solire landres a 57 Vpor IJ r. a 6* eJ.
* Par. tn rs. por franco*
a a Lisboa 9i de iromio.
Desc. deleltrai de lioas firmas I 7, p.*/s "**
yuroOncslespaiihola....59jSnO a Jf"1"
a Mnedasde Blint) velli. IBiMllO a iSs'SOO
>i deOflila* nov.. iflfOn a I6f300
* de 4 =tii(0..... #000 a (JIPO
fraila Patacoes..'........ jf'Un a #M
Pesos cailuannsres... 2I10 a I Ditos mexicanos.,. i|*8i'0
Miuda............. U9J0 a IjSiO
Acedes da cemp. do lleberibe de bOfOQO rs. ao par.
=3
DIARIO DE PERNAMBUCO
===-----------------------------------r
PARTE OFFICIA
L
.-----------------------------------------5-----------------------
MEMORNDUM
50 s. VISCONDEDB ABRAIUTSAQUR SE REPERB NOTA
D0S1!. BAIIA DE CIYRU' AO MINISTRO ARORNTIDO NRSTA
CIARTE PUBLICADA SO DIARIO DE PERNAMDl'CO DE
7, 8 E 10 DO CORRERTE.
A llanda Oriental, assolada por Artigas, oceupado
mililarmente por tropas portuguezas, ainda em tem-
pod'el-re D. Joio VI, tinio-so ao Orasil no cometo
do reinado do Imperador D. Pedro I, de gloriosa me-
moria.
1 A ncorporac;fio da dita provincia com o nome de
Csplalina no territorio do Imperio oiTeiluou-
gc porconvenc3o celebrada entre o cbildo do Mon-
levido, capital da Banda Oriental, o o general Lecr,
comiiiandante da Brea militar, que aoceupava c de-
fenda das correras de alguns cahecimas, successo-
res de Artigas, como este instrumentos de anarchia
e devastaeflo.
A conslituQo poltica do llnisil, publicada em
182, depois dessa incorporadlo, designo a Cispla-
lina entre ns provincias do Wnperio; e nessa qualda-
de a anliga llanda Oriental tevo presidente e autor-
liles ile iioimNirfio imperial; o seus, habitantes l'o-
ram representados por dous depulailos e utn senador
na assembla ge ral legislativa reunida em 1826 no
Rio-dR-Janeiro.
0 desejo, desde entfo nutrido pelo governo de
Bucnof-Ayres, capital naquella poca das Provincias-
Unidas do Rio-da-Prata, de ggregar a Randa Orien-
tal sini rjnilo; e a esperanza concebida por alguns
cheles oricnlaes de subirem aos inais elevados car-
gos de una repblica, onde a espada decidanlos ne-
gocios polilicos'produziram a rcvolta de Lvalleja;
eos auxilios ostensivamente dados a este clicfo pelo
governo da Un i.lo Argentina atearam a guerra entre
o Imperio e as Provinci||s-Ciiidas, a qual cessou pela
conventilo preliminar de paz de 27 de agosto le 1828,
celebrada debaixoda mediac^o da Grao- Rretanha.
Pelos arls. I." e 2. des.la con ventilo, o governo
imperial ueclarou a ('.platina separada do territo-
rio do Imperio part o flin de constituir-u em estado li-
nee independente de gualquer naqo, debaixoda for-
ma de governo que Iho conViosse; e o governo ar-
gentino concnrdou nessa declaratiio, e rcconbeceu a
independencia ttn novo estado. Pelo art. 4." con-
vieram os dous govenios conlnitunles, o imperial e
o argentino, em ileuSuder a independencia da Cis-
plalina, convenida era estado lvre, pelo lempo e
Sielo modo que ajustado fosse no lialado definitivo
e paz; assim comoobrigaram-se pelo art. 17 a no-
meur, depois das raliliratOes da dita convcnc/Ho, os
plenipotenciarios precisos para a celebratlo do fu-
turo tratado.
Posto que at boje nfo tenha sido feitoeste trata-
do definitivo, por motivos que cmbarataran ora a
un, ora a oulro governo de entrar nessa nrgociaciTo,
todava lie inqucslionavcl que as Mtfpulacfles conli-
dasnos arts. 1.0e2.0da citada convent1odevem per-
manecer ein vigor, e pioduzir todo o seu elTeito;
porquanto a independencia do Uruguay tifio ficou
de sorte alguma subjei|a coiiiIqIo de negociar-so
i'iuelle tratado, ou de accordo sobre o tempo e mo-
do por que as alias partes contratantes defenderan!
;i mesnia independencia.
A condiGiUuca, di'baixo da qiial Imperio con-
cortlou ejnpPPrara Cisplanila (lo seu territorio, foi
a de ronstfluir-se esta provincia em estado livre, que
nunca lizesse parte do outro estado ou nat&o. IC tan-
to*isim, que nio obstante a falta do sobredilo tra-
tado o Uruguay existe ha quasi vinte annos na co-
munbHo das natOes, e (em sido considerado como
estado soberano n!U>s pelo Imperio e Confcdcratflo
Argentina, como por qua,si lo uisos governosda Ku-
ropa, mrmente pelo da Crfio-Bretauha, que foi me-
dianeiro na convent;9aquc o deelarou independente,
e peluda Franta, querormalmenle eslipulou, no art.
4. da convencio de 2'J ile oulubro de 1840 com o go-
verno argenlii>o0ii manutenco da sua indepen-
dencia.
Entretanto, os successosque ha dous anuos a esla
parle lee'm occorrido no Rio-da-Prala, silo de tal na*
tureza, quecnamam a atlent1odo governo de S. M.
I. ao exaine o considratelo das medidas que Ihe con-
voi lomar, para que o Estado Oriental ni\o perca, de
direito ncm mesmo do fado, a sua "independen-
cia.
A nenhum governo em contacto como do general
llosas pode ter escapado o quanto deseja esle chefo
unir, pelo lato de una (MeracBo nominal, debaixo
dojufode Uuenos-Ayies, todas as provincias que
formavam oantigo vice-renado hespanhnl daquelle
nome, inclusive as de Monlevidoe do Paraguay. A
guerra civil entre Rivera o Oribe, a migratlo desle
para Bunios-Ayres, o acolblmento quo recebeu all,
seu subsequente emprego como general de Rosas
contra l.avhllc. emfim. a Invasdo do Uruguay, o 88-
sedio e bloqueio de Montevideo sao lUcKjs cuja subs-
lain ni ini| o la a inanileslagao da(|tielle (tosejo. Ori-
be, tejiente de Rosas, enllocado na presidencia do
l'ruguay, governando od inflar do chefo a queni deve
a sua restauratSo, pode, guardando as apparencias
legaes, subordinar de fuclo aquello estado; ou mes-
mo alterando as suas inslituitOes, aggrega-lo de di-
reito FederatBo Argentina. Quanto ao Paraguay,
durante a vida dd dictador Francia, nflo pode o go-
verno de Buenos-Ayres manifestar claramente as
suas vistas; mas no actual rgimen consular da As
sumpcao Un elle, por alguns (actos que silo notori-
os, revelado o desejo do contar aquello estado entre
as provincias subte que domina.
Se por um lado os referidos successos teem posto a
i a
!
descoberto as vistas do govornador de Buenos-Ay-
res, encarregado das relagoes exteriores da Confede-
ratSo do Prata, por outro lado teem clles sido alta-
mente prejuiliciaes s nat0es neutras, o particular-
mente brasilcira. A guerra devastadora e o blo-
3ueio dos portos do Uruguay tem causado graves
amnos ao commercio estrangeiro naquellas para-
gens; e o Brasil, como vizinlio, v compromettidos,
na prolngatelo du mesma guerra, nfo so* os seus in-
teresses maleriaes, como os moraes; pois que o
exeinplo de tantas sconas do anarchia e barbatidado,
que affligem a humanidade, nflo pode deixar de ser
funesto aos paizes liinitroplies.
Ncslas circumslancas o governo imperial que at
agora lom observado as regras prescriptas pela ncu-
Ir.ilidade, cometa a prever quo a continuaQilo dessa
poltica nflo podo convir aos inleresses do Impe-
rio.
E querendo rogular o seu comportamonto, nflo so
pelos principios da justit, como pelos da benevo-
lencia com que tem tratado soinpre aos governos a-
migns, e, como elle, interessados no commercio ar-
gentino; o governo do S. M. I. julga conveniente
enlender-se antes de ludo com o do S. M. B., com-
municando-lhe cora franqueza o que ponsa cerca
dos aeiuaes negocios do Rio-da-Prala.
Purece ao governo imperial que he do scuadever,
e dever de que nfo podo prescindir, o nianter a inde-
dependencia o inlegridade do Estado Oriental do U-
riiguayj assim como o concorrer para que a Rep-
blica do Paraguay contine a ser livre e indepen-
dente. Igualmente, parece-lho que, sendo a inde-
pendencia destas duas repblicas de inleresse ge-
ral, forcoso he adoptar medidas que tenham por lint
conlero governo de Rtienos-Ayres dentro dos limi-
tes marcados pelo direito das.gentes, e baldar-lhe
qnaesquer vistas ambiciosas. Finalmente parece-lhe,
que a humanidade, cuja causa deve ser pleiteada le-
los governos enristraos, nfio s no velho, mas tam-
bera, no novo mundo, e os inleresses convnerciaes
que llo ligados te achara nos progressos da civilisa-
Cio e ao remanso da paz, exigem imperiosamente
que se pouha um termo guerra encanutada que se
move no territorio e mares do Estado Oriental.
O governo ifnperial nflo tem a menor duvida a res-
peito da acquiescencia do governo brilannico aos
principios e vistas que acaba de commuiucar-llie
com lealdade. Se ao governo do Brasil, adstriclo
observancia dos citados artigos 1." e2.' da conven-
Uruguav, tambera ao da (;,fo-i;re(aiiha, como medi-
anero (aquella convencjo, nao pode ser iiidilTeren-
te a vida ou a morte da mesma independencia, Se o
estado prospero e tranquillo do Paraguay, continu-
ando a ser independente, o a permanecer neutro no
meio das discordias civise inlerminaveis da Confe-
(IcracSo Argentina, promclle vniitugensao commer-
cio do Brasil, tambera as prometi ao da Crilo-llre-
tanha. Scemlim a lenniiatlo de una guerra cala-
mitosa lio favoravel aos inleresses coinincicines c
moraes do imperio, mo o sera menos ao desenvol-
vimenlo do commercio brilannico no Rio-da-Prata.
Desejando, porm, o governo imperial, que esla
acquiescencia Ihoseja conhecida de un raodoniais
explcito e autlieiilico, espera jjuo o governo deS.
M. II. se dignar communicar-lho lanihem o que
pensa sobre a quesillo do Rio da Prala; assim como,
no caso de annuir s vistas e desejos do gabinete im-
perial, que so servir expedir inslructesao seu en-
viado extraordinario, residente no Rio-dc-Janero,
habilitando-o. para cnteiidcr-se all com o governo
imperial, nfio s acerca dos negocios pendentes e
condecidos, como a respeilo de quaesquer futuras
oceurrencias njs rejaublicas de Bucnos-Ayres, do
Uruguay e do Paraguay.
Londres, 4 de noveinbro de 1844.
Governo ta provincia.
EXPEDIENTE DO DA 4 DO CRREME.
Officio Ao Exm. presidente das Alagas, aecu-
sando recebida a guia das pracas do 6" hatalbio do
catadores, quo vieran), por Ierra, de Jacuipo para
esla provincia ; e bem assim acerlidilo de bito do
soldado Amaro Lopes, c a parle de desertio deJoilo
Antonio Lopes. Oflicou-sc a respeitu ao commaia-
dante das armas.
Dito Ao mesmo, transmiltindo, sentenciado pe-
la junta dejustica, o processo do soldado do1.ba-
tallifio de catadores, Flix Antonio de Carvalbo.
Dito Ao Exm. presidente do Cear, ateusando
rcmessa dos precessos das pratas do respectivo ba-
lallulo provisorio, Thom Ferreira Ponles, Pedro
Francisco Bastos, Joilo Jos da Costa, Pedro Jos
Francisco, Estevao Pereira deSanlarem eMarroel da
Rocha, julgados pela junta de juslca na sua ultima
sessflo.
Dito Ao Exm. presidente do Rio-Crande-do-Nor-
le, enviando, julgado pela junta dejustita, o pro-
cesso de Jusliniano Alvcs do Quintal, 2. cadetada
companhia provisoria daquella provincia.
Ditos Ao enmmandante das armas, declarando
que vai transmiltir secretaria de estado dos nego-
cios da guerra os seus seis oflicios do 1 do crren-
le : o.", acerca do nfio comparecimento do u I Teres
Joan Carneiro da Cunha, despachado para a compa-
nhia ixa de cavallaria dcsta provincia; o 2.*, rela-
tivotios tenentcs do 6. hatalbio de catadores Ole-
gario Rodrigues Touriuho e Jofio Gervasio de Souza
Perno ; o 3., a respeilo das pratas do referido ba-
talhfio, contempladas na relaco que a elle veio an-
nexa ; o 4.", coinmunicalivo da partida do alferes do
l. butalhfio, Antonio de Moraes Piraentel, para a
provincia das Alagas, ieunir-se ao respectivo cor-
po ; o 5., solicitante de alguns esclarecimentos so-
bre o capullo Antonio Jos Lins de Oliveira ; o 6.,
finalmente, relativo ao alferes do G.<> batalho, Jofio
ll'ires de Campos.
Dito Ao mesmo, scientficando-o de haver o alfe-
res do 6. hatalhfio do catadores, Joflo Planees Fauns-
tom, obtido passagem para o 1 do fuzileiros.
Dito ao mesmo, recommendando a executilo
do imperial aviso de 14 de abril prximo lindo, que
determina seja mandado rccolherao respectivo cor-
no na provincia do Para, o alferes do 4. bala-
Ihfio de catadores, Joaqoim Nery da Fonseca, que
aqu se acha com excesso de liccnca.
Dito Ao inspector da Ibjtjnurana da la/en la,
significando que I) Francisca-"Luiza da Silvera o Al-
huquerque, cojo requerimento documentado ora Ihe
enva, levo habiltar-sc para poder reccher os sol-
dos que so ficaram a dever ao seu finado marido, Ma-
nuel Cavalcanli do Albuquerque,
Dito Ao mesmo, exigindo informatfloacercado
olllcio, em que o capililo do potto requisita o forte
Quehra-Pratos para serviooda capitana.
Dito Ao douior Manuel Mendos da Cunha Azcve-
do, dcclarando-se sciente de ter S. S. de deixar o
exercico da 2.' vara do crmo dosta cidade, por os-
lar a seguir para a corte alim de ir lomar assento na
cmara UosSenhores deputados.
Dito Ao Rvmo. Francisco Ferreira Rarreto, dan-
do-se por inleirado de haver S. Rvma. reassumido a
directora do lyco.
Dt0._ A |iBcliarcl Jofio Theodoro Cordeiro, Re-
cusando recebidqo olTico em qtieSmc. d parle de
ter tomado posso do cargo de promotor publico dos
termos de 01 indi e Iguarass.
Dito Ao director do arsenal de guerra, ordenan-
do que, de conformidadeeom a informaefio du eom-
niissario-pagador, constanle da copia que Iho re-
mello, compre 800 saccas de farinha para a ilha de
Fernando-de-Noronha, eos mais gneros e medica-
mentos que houverein de ir para csse presidio.
DEM DO DA 5.
OfficioAocommandanlo das armas, scientfican-
do-o ale haver sido Iransnittialo secretaria de es-
tado dos negoc os da guerra o oflicio em quo S. Ese.
dava parte de se ter recolhido ao segundo lialalhfio
alearlilhanaa p o 1." lente Jofio Carlos Villagran
Cabrita.
DitosAo inspector da thesnuraria da fazenda, ao
da alfnndega, ao do arsenal de marnha, ao admi-
nistrador da mesa do consulado e ao chefe de poli-
ca, intelligencianalo-os do ler S. M. o Imperador con-
cedido beneplcito nomeatfio de Angelo Francisco
Carneiro para cnsul interino ale Roma nesta pmvin-
cia.Parliripou-se a Angelo Francisco Carneiro.
DitoAo inspecloi interino do arsenal de mar-
nha, recommendando frele um navio para levar
ilha de Fernando alguraas saccas do farinha e ou-
tros gneros.
Dito -Ao presidente da reanlo c ao inspector da
thesouraria da fazenda, interandO-OS de haver sMo
prorogada al 2 deste raez alicencacom venciracn-
los, de que gozava o desembargado!* da mesnia re-
lac.'io, .Manuel Paranhos da Silva Vcllozo.
EXTERIOR.
EMBAIXADA DO CRAO SULTA AO PAPA PI IX.
Do Mario de Roma do 23 de feverciro exlrahmos
o seguiule:
S. A.l.osullffo Abdul-Mcgit-Kan, pendrado do
jubilo que despertou por toda a parto a nolicia da
cxaHacilodeSuaSanli.lade o Papa Pi IX nosso se-
nhorao throno pontificio, assentou emdaruina pro-
va solemne e distincta, do que tambera elle corre pa-
relluis com o mundo inteiro em Ifio nobles senti-
mentos. Poi tanto mandou a S. E. Chekibe EITendi,
nomcado para seu cmbaixndor junto acorto impe-
rial do Austria, quo fosse etpressamente a Roma,
para em seu nomo e de viva voz se congratular com
0 Sanio Padre, e certifica-lo igualmente da profun-
da vencraefio dd*que S. A. so aditiva possuido para
com um soberano, que no acanhado mbito de pou-
cos mezes soubera grangear a admiratfio e os ap-
plausos de todas as naees cultas.
o Silo estas pouco maisou menos as expressOes em
que seacliam concebidas asearlas oliciaes dirigidas
ao cardeal secretario do estado por S. A. Reschid
Pacha, grito visir imperial, pelas quacs seencarre-
ga para esta grande missfo o novo erabaixador ot-
toiuano.
o Na mantilla do dia 16 do correte foi S. E. entregar
aquellas cartas, para seren levadas ao seu alto desti-
no, pedindo a S. Em.' quo houvesse de consultar o
Santo Padre sobre o da c hora era que sedignava de
o adniittr sua augusta presenta. Tendo Sua San-
tidade destinado para este acto a mandila do dia de
sabbado prximo passado, S.- E. dirgio-se ao palacio
apostlico do Quiriual em grande estado, por entro
grande mullidlo de indgenas e estrangeiros, que se
juntara as ras por onde dova transitar, alim de
admirar tilo extraordinario como grandioso aconte-
c menlo. .
Enlrbu finalmente S. E. no grande paleo do Qui-
riual ; e depois de haver percorrido asespatosas salas
dos aposentos pontificios em que se achava por or-
dom a corte do supremo ierarca, com todo o seu hri-
Ilio o pompa, foi introduzido com todo o seu sequilo
sua sagrada presenta. Estava o SafRo Padre senta-
do no thajno com aquello aspecto gravo e sereno, em
que se veeaa pintadasas preclaras virtudes, com quo
sabo unir admiravelmcnte o espiritual com o tempo-
ral, a igreja e o estado. S. E Chekib EITendi, mostran-
do-se entilo digno da alia coulianca que nelle depo-
sitara o imperador ottomano, satisfez ao grande ob-
jecto da sua missfo, pela maneira o expressOes mais
apropradas aquello acto, recebendo do Santo Padro
as mais abonadas Icmonslratcs de seu agrado. Sg-
nilii'oii S. E. que o sullilo seu augusto amo ouvira
com o maior contentamenlo a feliz exltatelo de'Sa
Santidadc ao llirono pontificio. Conlntiou dzendo,
quo, com quanto niln existissem al agora relatos
particulares entro a Sublime Porta c a Santa S, to-
dava, o seu senlior, nnindo-so i sulisiacao universal
pela exaltadlo do Sua Santidade, o encarregra de
apresentar-lho em seu augusto nomo as suas mais
sinceras felicitatOes : que S. A. I,me.iva mfio desta
oeeasifio com 0 maior empenho, para entrar directa-
mente em relaello com o governo do Sua Santidade,
exprimindo por ultimo a esperanta deque os senli-
menlos de benevolencia do seu augusto amo, para
com lalos os seus subditos do qiialqner classo, a
quem sera distinctfio do cicuta considerava igual-
mente, bem como pai que ama ndistinetamento a lo-
dos os seus lillios, hnviam de ter a preferencia a ou-
Iros quaesquer no animo esclarecido ale Sua Sanlida- .
de, a cuja eslima e preciosa uraizade S. A..aspjrava
altamcnle.
O Santo Padre correspondeu a esta falla-com pa *
lavras corlezes e agradecalas, comnictteiido ao Sr.
emhaixaalor de participar ao imperador ottomano a
gratidfio com quo recebia c corresponda ios senti-
mentos de leal benevolencia qucS. A. Ihe liavia raa-
nifestado por seu inlerincdio, e o prazer com que o
sen corceo (lava largas a esperante lisoogeira de quo
as reciprocas relatOes que S. A. desejava estrellar
com o governo pontificio se tornaran! de grande van-
tagem para os calholicos residentes naquello vasto
iinpeiio; c que quanto mais se Ibes melhorasse a
sua sitatelo religiosa, pela poderosa prolectiio do
Sua Alteza, lano mais apreciada seria a sua amiza-
le, e mais agradavel o Cuello das relutes araigaves
entre os dous governos. O Em. cardeal Mezzofan-
ti (*) achou-so presente a cala audiencia, tendo sillo
para issc lira chamado por Sua Santidade; esorvio
de fiel interprete o padre abbaale I). Arseno Angia-
rakian, preourador-geral dos mongos armenios An-
toniauos. S. E. Cbekib EITendi apresentnu ao Santo
Padre Arit Bey, seu lillio e piiineiro secretario, Aly
EITendi, segundo secretarlo, ooSr. Caspar do Ma-
nass, primeiro interpreto da embaixada, aos quacs
Sua Santidade se dignou de dirigir algumas palavras
de cortezia. OSr. erabaixador demorou-se. depois
um pouco cora Sua Santidade, conversando era par-
ticular, rctirou-so afinal com o coraclo mu pene-
trado do gasalhado cora que fra recebido.
O Sr. erabaixador, leudo sabido da cmara pon-
tificia, dirigio-se aos aposentos do Em. cardeal so-
cietario de oslado, com o qual se entretevo em bre-
ves pralcas, que furain para ambos motivo de reci-
proca satisfazlo.
Esla filustre personagem, acoinpanbada pelo
nohre oavalheiro LuizGrifi, anda sempre visitando
os mais uolaveis iiiunuiiientos anligos o modernos
de que tanto se ufana a nossa Ierra classica, e nisto
moslra tal intelligencia eerudicfio que causa admi-
ratfio.
A historia cortamente registar 1er sido esla a pri-
meira vez quo o Bullfiodecretan umi missfio expres-
s, alim de compriiiicntai'o Siiiiimo Pontfice.
O sullilo Bezujet no anno de 1490 linda mandado
ao Papa Innocenco VIII um emhaixador ; masoliin
especial dai|uella miss&o foi relativo a guarda do Zi-
/.iiii, sen irino, feito prisioneiro pelos cavalhciros de
San-Jofio-de-Jerusalem, oeiiircgiie aoPapa, como
so podo vrein Itoyn. Aun. Ecol. 1400,2.
(Diario do Governo.)
INTERIOR.
1\I-CRANDE-D-N0UTE.
film, e Exm. Sr. Era cumprimento do artigo 21
da le n. 387, de 19 de novembro do 1846, a junta de
qualificacilo dcsta freguezia de Exlrcmpz tem a
honra do lovar presenta de V. Ex., por copia, a acta
de sua formatfio, assim como da lista geral dos vo-
tantes, na conlormidade do artigo 19da dita le. Na
forinacfio da junta, achando-se impoJido o escriviio
de paz, e morando o do subdelegado distante seis le-
goas, o presidente da junta autorisado pelo artigo 30
da mesma lei cbamou a Pedro Jos de Moli, serre-
tario da cmara, o o juramonlou para servir nos tra-
balhos da cleicilo, o qual servio ate o da segrate,
e deelarou que nfio conlii.uava,purque dava par edo
doenle, o no terceiro dia assim o fez, rcmcltendo o
olllcioque junto levamos ao conheciincnto de \. EX.;
e indo um dos membros da junta cdama-lo, o acbou
fra de casa em una casa de farinlia, o responden
que nfio a, c que o poda multar : a y.sla disto o
presidente da junta cbamou a Joaquina Jos de Car-
valbo Pinto, que ojuramcnlou e cenlinuou osgra-
bamos at lindar. A junta pedo a \ L\ a honra de
esclarece-la se dere elle ser multado na confurmtdade da
S 5 do artigo 126 da sobredi la lei, ou n/lb. Tendo dado
narle de doenle Joaqum Joso da Costa, n-.enibro da
junta, na conformidade do artigo 29 foi substituido
por Manoel Iguacio Pereira.
Dos guarde a V. Ex. Consistorio da igreja matriz
de Nnssa-Senhora-dos-Prazeres, 30 de Janeiro de 1847.
Illm. e Exm- Sr. Di*. Casimiro Jos do Moraes Sar-
ment, presidente da provincia. Joaquim Joti l'in-
to. Joo Nipomctno raga. Imz Va;ta da Sil-
va. Manoel Ignacio Ptrtira. .Uunoel Jos de Car-
valho.
5;
(*) Este he o mais famoso polyglola denossos lem-
pos: conhece perfeitamente, e falla mais de qua-
renta lingoas.


-^
tal______----------------r ^^
_ Em soucffo duvidn sobre que me cons>>Ua-
r*m Vm.'no final de seu olHcio de 30do mez pro-
"moo.ssn.lo. lonl.o a sig.iifioar-lhcs. que a,J oualifica.iora tem lircitn, nos termos Ion 3. aonn(oi26 da le rogulamentar dasete.cftes d<
multar os osrrivcs de paz, que, ***'***
para qualquer sorvigoemvirt.ido da citada le, no
comparecer, caso emque MfifO os individuos, que
na falta ou impedimentos dos mesmos esen viles sao
nomeados o juramentados pelo jniz de paz. pelo
principio de que onde ha n mesma rasio ha a mesma
Ilisposiclo ; mas na hvpnthese figurada por ?
pareco-me quo nilo hejusto que a multa seja impos-
ta, porquanto o escrivfo intorino leve motivo .le
molestia para nflo continuar a servir, segundo o ic-
claram Vmin. mes-nos no referido seu olllcio, ao
qual nflo acompanhouo do seeretano da cmara, ue
que fazcm menguo, e que portante nlo posso ava-
lisr
Reos guarde a Vmcs. Palacio dogovcrnodoRio-
Grando-do-Norte, 5 de fevereiro de 1847. benhora
junta de qualificaglo da villa de Estrcmoz.
Ulm.iExm. Sr. Sendo um dos principaes
empenhos do governo o chamar ao gremio da r.;li-
giilo e dasociodado as numerosas hordas de indios
qu vagueam pelos nossos sertoes, procurando o
mesmo governo por este modo, nlo s utilisar a ei-
les proporcionando-lhes o gozo das commoduiados
sociaes. mas tambem ao estado, fazendo assim les-
apparecor as repetidas incurses que ellos praticam
com deslruiclo de vidas e fazendas, e tornando pro-
ductivos os s'ous bracos, de que tanto neceante, as
circumstancias actuaes, a nossa lavoura : hoiivef.
M. o Imperador por bem, para se conseguir o lito in-
dicado. e em observancia do 21 do artigo 2. da ici
de 21 deoutubro do 1813, decretar o regulamento
n.'426. de 24 de julhodo correnteanno, do qual en-
ri a V. Ex. o incluso cxemplar. E como conveniia
dar ao citado regulamento prompta execuglo, para
que.quanto antes, se colham os beneficios queden,
se esperam, manda o mesmo augusto Senhor que
V. Ex. informe com urgencia por esta secretaria ue
estado dos negocios do imperio, sobre o numero,
importancia elocalidade das aldeias de Indios que
porventura existam j cstabelecidas nessa provin-
cia : fbre os lugares em que convenlin eatabelecer
novas: so a sssembla provincial tem consignado
algninnquantia,equal, para ser empreada eui se-
melhantn servico, e no caso negativo, se he prov.i-
vel que ella a consigne, coadjuvando assim o gover-
no geral em tilo importante objecto: propondo V.
Ex. ao mesmo.tempo pessoas que mais aptas Ihe pa-
recam para o cargo de director geral dos Indios nessa
provincia; havendo consideragflo nessa proposla, cio
s as fuuecocs que ta! director tem dcdesempenliar,
como tan.bem grnduacSo, que Ihe confere o arti-
go 11 do regulamento ; e ministrando todas e quaes-
quer nutras informages que possam servir para fa-
cilitar a execuglo do dito regulamento.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do Rio-de-Janeiro,
em 11 de agosto de 1845. Jos Carlot Vertir de
Jlmeida Torre. Sr. presidente da provincia do
Rio-Crandc-do-Norte.
lllm e Exm. Sr. Em cumprimento do aviso
imperial, que cm.lata de 11 de agosto do correnlo
anno me foi enviado pela secretaria de estado dos
negocios do imperio uterinamente a cargo de V.
Ex., acompanhado do exemplar do decreto n.426,
do24dejulhoullme, tenho ahorna deintormara
V. Ex., que, apenas existimlo nesta provincia alguna
lugare*oni a denominacilo de aldeas, os respectivos
Indios se acham-iiiteiranienle dispersos, e mistura-
dos com a massa da populacho da provincia ; e nilo
me parecendo por isso conveniente o cstabeleciiuen-
tode novas aldeas, tambem julgo desnecessara nes-
ta provincia a creacilo de um director peral, lano
n ais <| iiant.i estou convencido c m'o informan! as
cmaras municipaes a que ouvi a este respeito, que
os poucos Indios que aqui exislem quasi quo indeve-
damente lecm esse nome, visto que j nSo conservan!
a pureza da raca originaria.
Dos guarde a V Ex. Palacio do governo do Rio-
Grande-do-Norle. em 29 de dezembro de 1845.
lllm. e Exm. Sr. concelhero Manoel Alves Urauco,
ministro e secretario de estado interino dos nego-
cios do imperio. O presidente, Casimiro Jote de
Moruet Sarment.
lllm. e Exm. Sr. Ficando S. M. o Imperador
inteirado.pela leitura dooliciode V. 1.x., de 24 de
dezembro do anuo passado, das rases por que se
torna desnecessaria nao s a creagflo de novas al-
deas de Indios ncsssa provincia, mas tambem a no-
meaglo de um director geral: assim o commumeo
a V. Ex., para seu conheciment.
Dos guardo a V. Ex. Palacio do Rio-de-Janeiro,
em 21 de jfneiro de 1846. Manoel Alies lranco.
Sr. presidelite da provincia do Rio-Grandc-do
Norte.
lllm. e Exm. Sr. Tendo sido nomeado, por
decreto de 28 de Janeiro lindo,Andr de Albuqucrque
Marannlo Arco-Verde para o lugar de director dos
Indios nessa provincia: assim o coinmunico a V. Ex.,
pare seu coiihecimenlo e expedicao das convenien-
tes ordena, afim de que elle possa desempenhar as
funceoes que Ihe incumbe o respectivo regula-
mento.
Dos guarde aV. Ex. Palacio do Rio-de-Janeiro,
em o I. de fevereiro de 1847. Joaquim Marcellino
de tirito Sr. presidente da proviuciado Rio-Gran-
de-do-Norte.
lllm. e Exm Sr. Ficando scicntc, pelo respei-
tavel oflicio do V. Ex., datado no 1. do corrento mez,
deque por decreto de 28 do Janeiro ultimo fra no-
meado Andr do-Albuquerquo Maranhao Arco-Verde
para o lugar de director dos Indios nesta provincia,
cumpre-me representara V. Ex. que logo depoisdo
haver bailado o regulamento n. 426, de 24 de jullio
de 1845, acerca das misses de calechczc e civilisa-
caodoa Indios, recebi ordem de S. M. o Imperador,
por aviso expedido pela secretaria de eslado caigo
de V. Ex., para propr pessoa que fosse nomeada
para director geral dos Indios tiesta provincia, o que
deixci de fazer pelas rases cuntidas no nteu oflicio
n. 49, de 29 de dezembro de I845,e quo o mesmo au-
gusto Senhor se dignou atlcnder, como me foi par-
ticipado por a viso de 21 de Janeiro de 1846; e porque
inda agora subsista a mais forte rasio que entilo
dei, que he nao haverem Indios nesta provincia, nflo
podendo ser considerados laes (principalmente para
os fina do regulamento) alguna individuos de urna
Tac. hybrida ou mstica, que teem os meamos cos-
tumes, fallam a mesma lingoa, seguem a inesma re-
ligiSo, e silo em ludo e por ludo iguaes, at na cor,
grande parte da povoacilo da provincia, com a qal
se acharo completamente idcnlilicados, rogo a V
Ex. que se dgita de esclarece, -me se, nao obstante
seu oflicio, afim de que o referido Arco-Verde pos
entrar no exercicio das funcefles que aos di recto res
aeraos incumbe oTe vo fazer anles mesmo de me elle apresentar o diplo-
ma imperial da sua nomeaco.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do governo da pro-
vincia do Rio-Craiide-do-Norle, cm 24 de fevereiro
de 1817. lllm. e Exm. Sr. concelhero Joaquim
Marcellino de Brito, ministro e secretario de estado
dos negocios do imperio. O presidente, Casimiro
Josi de Moraes Sarment.
lllm. e Exm. Sr.-Em resposta ao offlcio de V.
Exc, de 24 do moz passado, n. 209, tenho de dccia-
rar-lhequedevo V. Exc. dar inteiro cumprimento
e execuglo as ordena do governo que Ihe foram ex-
pedidas em aviso do Io de fevereiro desto """>
respeito do ser empossado o cidadflo Andre de Ai-
huquerque Maranhfo Arco-Verde, do lugar de direc-
tor geral dos Indios dessa provincia, para que lora
nomoado por decreto de 28de Janeiro ultimo; oque
V Exc. deve-ia Irreito, cabendo-lhe Vilo somente
representar, depoisde cumprido o referido decreto,
mormente quan.lo dessa exccucHo po rcsultava in-
conveniente algum ao servido publico.
Dcos guarde a V. F.xc Palacio do R.o-de-Janeiro,
em 23 de marQO de 1847.--7on?um Marcellino fe Bri-
to. Sr. presidente da provincia do Hio-Grandu-
do-Norte.
ra do Trapiche-Novo, quarta-felra, 19 do correte,
a rcreberuma communlcacSo do seu gvern0',,
Consulado-britannico, aos 15 de malo de .1847.
H. Auqu'lo Conper,
Cnsul.
- O arsenal de guerra compra clneo duzias don-
cellas de louca branca de p de podra: quem dito
genero quizer fornecer, mandara sua pronos em
carta fechada o amostra a directora do mesmo ar-
ate o di 17 (hojo) do crrente mez. Ars.
sena I
nal de guerra
12 de maiode 1847.
JoOo Ricardo da Silva.
CCWMEBCIO.
Alfandega.
RENDIMENTO DOMA 15..........
Descarregamhoje, 17.
Barca Liqeira -- ceblas e passaros.
Brigue Indian mercadorias.
Barca (iolden-Fleete dem.
Barca James-Slwart- bacalho.
Brigue Louise farinba.
Consulado.
RENDIMENTO DO DA 15.
Geral.......................
Provincial...................
5:695,738
913,664
244,613
1:158,277
Assucar
Couros
PRACA DO RECIFE, 15 DE MAIODE 1847,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios.....Continuan a declinar contra o
paiz ; pois, tendo-se sacado no prin-
cipio .la semana a 27 1/2, os ltimos
saques foram efloctuados a 27 d.
por 1,000 rs,
AlgodSo...... Ei.traram 273saccas, e os precos
foram os mesmos da semana ante-
cedente.
..Entraram 241 caixas, eizeram-
se pequeas vendas aos precos ante-
riores, continuando o augmento do
deposito.
. Continunm a ser offerecdos. e
sem compradores.
Bacalho.....Nao houve entrada, e retalhou-se
de 6,000 a 11,800 rs. a barrica.
Carne secca Chegou um carregamenlo, o com
elle o deposito boje he de 30,000 ar-
robas, em consecuencia das vendas
terein sido regulares de 1,600 a 2,400
ris, conforme a qualdaile.
Cerveja...... Vendeu-so de 4,500 a 4,800 rs. a
duza de garrafas.
Farinha de trigo As vendas da semana nlo liveram
Iteracflo nos precos anteriores,
londo chegado um campamento
com 1180 barricas.
... Teem subido em consequencia da
falta de navios, lendo-se carregado
para Liverpool de 4-5-0 a 4-6-0
o assucar eusaccado, do 5-5-0 a
5-10-0 o dit encaixado ; -e para
Trieste a 4-5-0 o assucar ensac-
cadu.
Entraram depuis da nossa ultima revista 6 cm-
liaicaees, e sahnan 7, CXSlill.lo huje 110 porto 36,
sendo : 2 americanas, 1 austraca, 21 brasileiras,
2 dinamarquezas, 6 inglezas, 3 portuguesas e 1
sueca.
- PAGADURA MILITAR. -
D'ordem do Sr. coronel chefo da pagadona mili-
tar so faz public.que, tendo de mandar o mesmo Sr.
fezer o concert do que precisa o paiol da plvora
do forte do Buraco, como Iho ordenou o Exm !*r.
presidente da provincia em oflicio de 12 de desto mez,
sob a direcclo do Sr. segundo lente do imperial
corpo de engenheiros Jos BasileuNeves Conzaga,
se fazem necessaros para o referido concorto os ma-
teriaqs que constam da nota ebarxo escripta que Ihe
foi rcmettida pelo mesmo Sr. segundo lente: em
consequencia o Sr. coronel convida as pessoas que
tverem os referidos materiaes, a que comparecnm
nesta pagadoria.no dia 21 deste mesmo mez.paraUe-
clararem os preco por quo os dlo, eapresontarem a-
mostra da ardosia, afim do mesmo.Sr. segundo l-
ente reconhecer a sua qualidade e preco, para o que
se achara presente; e bem assim convida olhciaes-
de carpina, constantes da mesma nota, e pessoa que
quera, soba directo dita, encarregar-se da rcieriaa
l'gadoria miliUr do Pernambuco, em15demaio
de 1847. .
O oflicial da mesma pagadona,
* Joio Arsenio Barbosa.
III. Sr.-Remello a V. S. a inclusa nota dos ma-
teriaes o operarios, que me parecem necessaros para
o concert do paiol do forte do Buraco, segundo as
ordens que acabo de receber. Dos guarde a V. S.
Quartel do minha residencia, 14demao de 1847.--
lllm. Sr. coronel Jos de Brito Inglez, pagador mi-
litar desta provincia.- ObachnrelJus Dattltu Neves
Gonz-ga, segundo lente do imperial corpo de en-
genheiros.
u Nota dos materiaes para o conce/to do paiol do
forte do Buraco, e dos operarios necessaros: 1566
rectngulos de ardosia, ou loisa, de lOpollegadas
sobre 8Jo largura ; 12 enchamois ou miios travessas
de 25 palmos; 12 llaves de 25 palmos, e 7 sobre 8
pollegadasdeface; urna ter?a de 36 palmos, (Te
8 pollegadasdeface; um freclial de 36 palmos, 7e
e8 pollegadasdo face; qualro a seis alqueires de
cal; cinco mil pregos ripaes do reino; progos para
o madeiamcnlo. Para demolir: dous carpnas e dous
serventes. Para a obra: os mesmos, menos os ser-
ventes nos tres ou qualro primeiros das. Para re-
locar : um pedreiro e um servente.Con(orme.
Joaquim Marinho l'avalcuntide Albuquerqui.
A adininistragilo geral do estabelecimentos de
candado manda fazer publico, qao no da 17 (hoje)
do corronle pelas 4 horas da lardo na sala de suas
sesses, rilo a praga as rendas da casas ns. 1 c 2 da
ruado Cabuga, pelo lempo quo decorrer do pn-
merodo julhu prximo lujluro a 30 de junho de
1850. -Administragflo geral dos cstabelecimeiiaos
decaiidade, lOdemaio de t847. O escriptura-
i io francisco Antonio Cavalcanli Cousseiro.
Avisos manamos.
Frotes
Alovimciilo do Porto.
Navios sabidos no da 15.
Liverpool; galera nglcza Columbut, capitilo Daniel
Creen, carga algodilo e assucar Passageiros, lien
riquo Gilison, E- II. I. Fox, Guilhcrme Grey, Ingle-
zes;B.-l. Didzier, trance/..
Lisboa ; barca portuguesa Nossa-Senbora-da-Boa-Via-
gem, capitao Joflo Jos Rodrigues, carga assucar o
mais gneros. Passageiros, Jos Lopes Ferreira
Ramos, Jaciutho Antonio Alfonso, Antonio da Sil-
va Ferreira Santos, Joaquim Jos da Silva Recadas,
Marcellino Antonio de Moma, Antonio Jos de Mi-
randa, Antonio Ferreira Menes, Francisco Anto-
nio da Silva, Francisco Jos da Silva Cuimaru~es,
Portuguezes ; Jos Alves da Cunta, liras i leu o ; D.
Henriquela, lnglcza. a^
Havre-de-Grace; barca franTcza Zilia, capitao Au-
gusto Hela una y, carga assucar.
A'att'o entrado no dia 16.
Rio-de-Janeiro; 8 das, pilol-ho.it do guerra f'ahi-
que, commandaiile o piloto da armada Caetanu
Luiz Thompson. Passageiros, Bento Manoel Car-
los do Meinionca, D. Joanna Francisca Uzoria. --
Seguo para Maranhuo ou Para, onde vai esta-
cionar.
Navios sabidos no mesmo dia.
New-Bedford; galera americana Cantn, capitao
. George 'labor, carga a mesma que trouxe.
Canal; brigue inglez Jlriliianl, capitao Alexauder
Stewart, carga assucar.
Observaco.
0 passageiro Ignacio Aiilunio Alfonso, que segua
na barca poilugueza Nossa-Senhora-da-lloa-Viugem,
ficou em Ierra. -
Fundeou no Lameirio urna escuna ingleza, que
diztin vir do Bolagouia com guano.
Para Lisboa sabe, ateo fim do presente mez,
portera maior parle da carga prompta, a veleira
barca poilugueza Ligeira forrada o encavilhada de
cobro de que be capitao Antonio Joaquim Rodri-
gues: para o i esto da carga e passageiros, parao
que tem excelloules e asseiados contuioJos, trala-se
com Francisco Sevoriaiino Rabollo & Filbo ou com
o capitilo na praga do Commercio.
Para o Rio-de-Janeiro sahe, hojo, 17 do cor-
rele o biigne nacional J.is.u : quem no mesmo
quizer ir de passagem para o que tem bons com-
modos, ou embarcar osera vos dirija-se ao capi-
tao na praga ou a .Novaos & Companhia, na ra
do Trapiche ti. 34.
Para o Rio-de-Janeiro pretende sabir, no dia 18
do corrente mez de fhaio, o velciro patacho Hsperan-
ca, capitao Joaquim Antonio Gungalves 4oa Santos,
anida podo receber alguns escravos a frele e passagei-
ros: no escriptorio de Mtnoel Juaquim Ramos e Sil-
va, ou a tratar com o niesiito capitao.
No dia 19 do corrente, segu para o Rio-de-
Janeiro o hiato nacional laria-Eirmina, por j ter
seu carregamenlo prompto : quem quizer ir de pas-
sagem, ou embarcar escravos, dirija-so a ra da
Cadeia-Velba, n. 34, prujieiro andaT.
Para o Aracaty.prerende sabir com brevidadeo
hiate Xito-uiinda : quem uelle pretender carregar,
ou ir de .passagem, enlenda-so com o meslro do mes-
mo, Antonio Jos Viaiina, no Trapiche-Novo.
no primeiro andar do sobrado da ra, da Cadoia do
Santo-Antonio, n. 14. ..
_ Deseja-se fallar a Manoel Rodrigues Campello,
oscrivfo do Brej-da4iladrc-de-Deo8, a negocio de
seu interesse no sobrado n. 14: da ra da Cadeia
do Santo-Antn id1, primeiro andar.
Eu abaixo assignado declaro ao Sr. Jos Fernn-.
des Ferreira, a quem entreguci a pAdari da na da
Senzalla-Velha.n 98, da qual sou socio e procura-
dor de Antonio Mafques Silva ato Almelda quo se a-
cha em Portugal, que nlo podera abrir nem usar
do qualquer carta do ordens ou procuragOo para
qualquer negocio, cujas ordens me venham remot-
ti.bis, sem I i cenca dos meus procuradores que silo os
Srs. Manoel da Silva Lopes e Francisco do Prado, que
para isso ficam aulorisa.los, cm quanto eu nlo for
desonerado da dita sociedade por procuragflo do meu
Antonio da sM Ferreira Santos.
Furtou-se, na madrugada do
da 15 do corrente do quintal
da casa do Aterro-dos-Afogados, 1). 7,
um cavillo alaso,
com testa branca, dinas brancas, tres pS calgados,
eque por maior signal tinha o peito todo ferldo:
quem o levar para dita casa ser generosamente re-
compensado.
0 proprietario da casa da*rua do Cotovello, n.
99, quo divido com a casa n. 101, portepcente a ma.
triz de S.-Fr.-Pedro-Goncalvos, avisa mesa rega4
dora,'que baja de mandar assistir demoligodo
oitao da mesma casa, no dia 18 do corrente.
Precisa-se do urna pessoa que esteja habilitada
para tomar conta de urna venda por balango, a quem
sefar hom interesse, sendo pessoa capaz : na ra
de Santa-Hita, n. 85. lfc\
A pessoa que quizer diarnmacnte duas caadas
de leito devacca, liquido, mandando-so levar bem
cedo,' e pelo prego do 1,120 rs. a caada, annun-^vl
ci.
Quem precisar de urna ama forra para todo o son
vigo do urna casa, dirija-se ao becco da Lingoola, n.
8, primeiro andar.
r- Precisa-sPlo um pequeo para oaixeirode ven-
da, com pratica ou som ella: em Fra-de-Port as,
venda n. 92.
LOTERA DO TIIEATRO PUBLICO.
Em consequencia de se.nlo ter completado a ven-
da dos bilheles desta lotera, c existir. alguns a-*
inda em ser, o respectivo Lhesoureirodoixou de fazer
o effectivo o andamento das rodas no dia 12 do cor-
rente, e o transferio para o da 29, no qual espera rea-
lisar infallivelmento o .lito andamento; e pan -
quellas pessoas que lecm mareado e apartado Hie-
les, que os vilo receber at o dia 26.
Dnsapparecen do collcgio Sanlo-Antonio.na no-
te de II para 12 do correte, urna canoa de um s
pao, o bastante comprida, levando 6 baldes clieins
d'agoa:/uppOeTseter sido carregda pela corrente
dasagoasna vosanto da mar. Quem a achar que-
ra levar ao mesmo collcgio que ser recompensado.
Recommenda-sea todos os canoeiros principalmen-
te aos que a conhecem, do?or toda diligencia, pois
|..le succeder quo tenha sdotambem tirada por al-
guem; quo ser bem recompensado aquello que a
Irouxer, ou della de noticia.
No dia 12 do corrente furtaram.no Aterro-da.-
Boa-Vistn, loja de marceneiro, n. 37, um reloglo do
ourode bom tamanho, com os signaos segundes:
no amostrador se acha o nome de seus autores Bru-
gnet & Fila, e as cosas bs lettras iniciaesG.il,
gravadas: quem do dlo relogiosouber, eentregar
na mesma casa, recebera 20,000 rs. de gralifica-
.Cl.iO.
gSo.
-Onbaixo assignado he procurador baslante do
Sr. major Luiz Soarcs Raposo da Camera, e tem po-
deres especiaos para novamenlo arrendar o seu moi*
-ado na ilha de San-Miguel, que deve espirar o ul-
timo arrcndarocplo cm agosto do correnlo anno:
quem, pois, esse negocio pretenda fazer, dirija _sa
ao abaixo assignado, que tambem faz corlo que foi
desonerado de procurador, desde 27 le fc,vereiro do
corrente anno, o ex-procurador o Sr. Jernimo Ca-
bral Raposo da Camera.
Jos Dios da Silva.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Correia Campcllo,
na ra da Cadoia dotiairro de Santo-Antonio, cas
n. 25, para negocio de interesse.
Precisarse de um caixeiro de boa conducta que
cntenda de ferragens, c que seja hbil parao balcao:
quem estiver nestas circumstancias aiwncie(sua
inorada, para ser procurado.
Alu^a se a casa terrea da ra aj^Pflle-Vcina,
n. 94 : a tratar com Domingos SorianUPiongalves
Ferreira na ra do Trapiche armazcm n. 19.
Aluga-se oarmazem do Forte-do-Matlos, n. 14,
com-muitoscommodos para ler preas de algofllto,
ou mesmo para recolhergneros de estiva: a tra-
tar com Manoel Luiz da Veiga todos os das uleis,
no-caes da Alfamlega, armazcm n.5.
~ Precisa-se de 800,000 rs. a premio dando-se
por soguranga urna casa no Jjairro do boa-Vista ,
que rende 10,000 rs. mensac#t noarinazem n. 3, ue-
Oleilo de caf da galera americana Razar,
aun iniciado para odia 15 do crrente, licou trans-
ferido por causada chuva, para boje, 17 do cor-
rente as 10 horas da uianliaa no armazem do Sr.
Vellozo Soares, rua'de Apollo.
------------ ------------
A,visos diversos

Ih'cli'acL's.
deqnse coiv^^'de^rmil-n^-r' U,er 0IpeUi T -con-ul de s- M-* r6a rcu"ifl 'tooS os
dens, como V. Ex. determina no final do suprac.tado| residentes britannicos nesli cidade, no consulado,
O NAZARENO N. 33
est a venda na livraria da praga da Independencia,
ns. 6 o 8. Deixou de sahir sabbado por causa da chu-
va. Procurem logo cmquanlo lio sedo, sono se ar-
repeuderilo do o nilo ter: tal est elle hoje.
---Precisa-se saber quom he o correspondente do
Reverendo Sr. vigario da Taquartinga, a negocio do
mesmo Sr. vigario.
t\s. 160.
Sorvetes todos os dios, as 4 horas da larde, com
muilo assoio e perteofio : na loja do sobrado que foi
da autiga cmara, onde tambem ha minio bom caf
Furlaram da villa do Limoeiro, no dia 25 de Ja-
neiro deste anno, um cayallocastanhoandriiio tiran-
do a preto, sellado, e o mosmo sellador ou espinbago
cumprido; tem estrada haixa; he castrado; tem dous
ferros 13o apagados quo se nilo podo acertar com
sua verdadeira l'nna. Tambem furlaram, no dia 22
de margo deste anno, da villa do Itrejo da Madre-*1e-
Deos, um cobllo alasio com cabello de rozilho, aJ
frente aborta, os dous ps calgados al a curva, curie)
o grosso; fez a segunda muda. Gratifica-sc bem a1
quom os lomar, e os entregar na comarca do llroje-
da*Madre-de-Deos ao tunenle-coroicl Cordeiro, ou
aosjuizes dodireito e municipal; o nesta cidade,
o segundo andar na casa ua ." "
, com muito bons cominodos : a ira-
a o. 42, com Dellino Gonfalves le-
fronle da ordem terceira do S.-Fiancisco.
- Offerece-se para caixeiro ,mmogo de isa
nos, natural da proviuciado CW Q qurl daa-
dor a sua conducta : quem de seu prestimo se qui-
zer ulilisar, dirija-so a ra da Cruz, n. 51.
Aluga-se o segundo andar da casa da
perial, n. 1C7 .
lar na ra Njrya
rcirfl f i mi m
-OarrSIfctantc dasaferigoes deste municipio do
Recie, pela ultima voz, Taz cerlo a quem nleressar,
que o lempo da revista da mesma afeneflo se esid
concluindo e que Ihe nilo he possivel despachar-t
todos guardando-so paraos ltimos das, do que
os previne para que nflo alleguem ignojpcia cm lem-
po algum. .
O arrematante dos dizmos dos cocos desio mu
nicipio >lo Recife faz corlo aquellos pessos que ani-
da nlo pagaram a collecta dos mesmos cocos, u.
junho de 1846 a 1847 que em junho prximo fuiu-
ru faz um auno, por issopretende cobrar juu.
cialmenterpoisque, nlo leudo sido possivel qu
rcrom pajar amigavilmente, n!io obstante a glan-
de condecedencia que tem lido com as mesma, n.
la* resta senlo dar andamento ao quo a le epi~*
aos que negam-se a pagar.
Jacintho boarca de Mcnczes laz c-
ente aos amadores.de bom gusto,'qu M
chegado asna loja de alfaialc da ra No-
va, n. 35, um completo soi tmenlo de
cortes de colleteff bordados ao ulliap gos-
to de'l'aiis, e por preco commodo. A el-
Ies,*nte3quese acabeni!


.$
- dito com camafeo grande; um dedil de onr com as
lettrasM. P. L. M. V. A ; um Minle com mfin/i-
_ nha de ouro, o um diamante pondurado; dons ditos,
e sondo um esmaltado,e outro com urna corrcntezi-
nha segurando ontro pequeo; 'dous botos do ooro
diamante cada um; um dito dito
com um cordilozinho soguran-
_r ......... =,.,.,.,., ..... uilo liso; um retrato encastondo
r"*"iiil I*i" de apparecer na ra da Scnzalla- em ouro, tendo um lago cm cima, com tim diamanto
A .i.r nnmnrimnnto um dos arti- e duas tirinas as costas, M. P. L., M..F. A. Roga-se,
n nnplnntn n nilitlmn n.-iA- n -.nf m fAn aIiapuiiiiIii
c.-sealugar um moleque que-sejadiligen
.. Pi*0!*. psrH servir em urna oasa ingle/a
toosem Ypmle'r dirija-* a Boa-Vista, atrs quem Prt'' sa n0Va que lies dcfroute do colleg.o di
di)S*,e' "O" wniiraiimi iiuiru |
uionin1**- iBjorhcrto Casado Lima annun,ciosua esmaltados, com um d
- i, Se llie fallar a negocio de inleressc. oom umn esmeralda, <
morad par- ^ |Zi,|ro Jos Pereira (que dizem es- do um alflnete; um di
AV,*I,'*\.. .. _:.. .Uannurarpr n nm iU ^omialla- em miro leniln nm hir
tur lio''"I"'"'jr ,|ar cumplimento a um dos arti- onuas urinas mis rusias, ai. r. l. n. r. a. noga-su,
Vato*> n'amento do sitio do Arraial, e caso nilo portanto, a qualquer pcssoa. a quem for nfTorecido
20S iO al L_ J,.,f,.,.,.. Ai'* n nmffinit pirran- nilulnnor .loctaa rthiaMrt.: mi ilijlnc liuur nnMpiu Itu-
. imar-se-ha conformo diz o mesmo arren
apparfC* "*"
jmenlo. aoSp j,)S Fernandos Brasil o oltf
T" ,'%mnarceer em 01 inda, ra do Varadouro,
q"IOd Jos Joaquim Alfonso, a negocio de seu inle-
cas
resso
Altengao.
i cJoirauiii > Novaos "participa ao respeitavel
hrra cine niudou o sen estabelecimento de alfaiatc
? Asidos* cantos da ra do Queimado para a Io-
nio da mesma ra, onde se acha prompto a
* .: .. seus frejjuezescom aquella promptidflodo
,tme e a todas as pessoas que sua casa se qui-
* .lirieir- assim como vendo pannos, casimiras,
""InlOes mja para vestidos, cortes de colletes,
J :Kd..qulid.dc., I?n. de seda o de
,1 botos de todas as qualidades, retrozes, l-
h' emuitos outros objeclos que sempreha de
Sitar venda; assira como haver sempre obras
?.* de ludas as qualidadcs.coin a mesma perfoigAo
jsdeenoommenda. Na mesma casa vende-se al-
oia800rs.ocovado; panno de linlio da Allema-
P,. iiOrs.a vara ; cortes do cambraia para vesti-
il de bonitos padrOos ; moias casimiras, asmis
r ,'s que teem ai-parecido, para caigas ; cortos de
orgurllo, os mais modelos que teem vindo, para
colletes.
A-
^casa de modas iYaiioezas de
X. II Mochan no Aterro-
da-BoaVista, n. -1 ,
receben pelos navios Zilia e Netit-Halhitde, um lin-
do eseolh.mento do chapeos de sonhora de urna das
mais afamadas modistas de Paria{ chapeos de pa-
Iha do lodos asqualidades, lisos.aberlos o bordados;
ditos para meninas e meninos, de frma Joinvillo e
redondos, de palha da Italia ; lindas toucas para se-
nhors: maulase visitas de. bico ; lencos bordados
de cambraia de linho; ditosde linho fino, lisos ; di-
tos do cambraia, de todas as qualidades ; cambraias
finas, lisas e bordadas ; sedas para chapeos ; ores
finas; luvas de mallas a abortas, para sonhora e
meninas* ditas de pellica curtas e compridas ,
para senbora ; gm sitimento de collarinl.os e ca-
misinhas bordadas ; ricas fitas de todas as-larguras;
bicosde linho; ditosde Monde; csparlilbos; filo
de blonde e de linho, da ulma moda ; rendas lisas;
entre-meios bordados; cambraia do linho puro;
baleias para vestidos e espartilhos, c imiilos outros
objectos de moda que se venderflo por prego enm-
niodo. Na mesma casa fazem-se chapeos e vestidos
de senhora, da ultima moda.
-- Permuta-se o lugar de.substiJ.uto da cadeira de
primeiras leitras do collegio dos orphflos em Olin-
da, por arovgflo do S. Exc. oSr. presidenlo por
outra substituigAo de cadeira e ou inda mesmo por
algum luga,rilo'reparticlo pblica; naquclla sub-
stituiclo se oflVrocetn muilas vautagens, que se di
rilo a quem permiHar:*nnunco para ser procurado.
-Aluga-seum sobrado do dous acidares com lo-
jas, na ra estreita do llozario, n. 20; una casa
torrea pequea na Trcmpc, na ra du Sebo n
52 por 8,000 rs. mensacs: a tratar no escriptorio do
F. A. de liveira & Filhos na ra da Aurora, n. 26.
Atrrro-da-Boo-Visla, n. 5.
Poinmaleau, culeiro,
tem a honra de prevenir ao respeitavel publico, que
acaba de receber pela ultima embarcaban viuda de
Franca um rico e completo sorlimfltito de cutileria
fina, a saber : caivetes de mola de urna e mais fo-
Ihas, apparclhndos de prala ; facasogarfos de mesa
e sobre-mesa, e tiincbanles de diversos modelos;
caivetes etesouras para jardineiros; um lindo sor-
limentode lesouras do todos ostamanbos e mode-
los para senhoras; dito de ditas para alfaiates e har-
beiros ; eslojos do duas e sete navalhas (estes mul-
to linos, por so afiangar o qiialidade); a fia dores c
massa r^rMOtmcsmcis; CBnivelesde urna n fulhas,
do aparar fiAs; caixas o eslojos para limpar elirar
denlos; escarifleadores para ventosa ; caixas do ma-
Ibemalicas; chicotes e bengalas'do ultimo goslo ;
bridas de difforentes modelos ; lancetas para sangrar
cavallo; esporas de latfto e de ago, lo differentcs
modelos; firndas de ambos oslados; baleiras; sacatra-
pos; espolclas;ccmineos, etc.,ete.('.oncerta espingar-
das e toda qualidade de forragem tina. Amla sem-
pre as quartas c aabbados; e osSrs. ourivesque
precisarom de folhas de faca c garfos para apparc-
Iharcm de praU, podem-sc dirigir ao mesmo.
Afeney dc|assaporles.
NaTua do Collegio. b. 10, o no Aierr-da-Roa-
Vista loia n. 48, continuam-se a tirar passapories
laiito'para dentro, como.paia forado imperio; assim
como despacham e escravos t tudocom brevidade.
Na ra Nota, n. 35 deseja-sc fallar ao Sr. pa-
dre Antonio Claudino a negocio que Ibe diz res-
ucito. .
Quem liver para alugarum sitio com as com-
modidades precisas para urna familia e que nao
excede de meia legoa desta praga annuncie, ou
diriia-searua Din-ita ,n.29.
-- Roga-sc aos Srs. Francisco Caetano do Souza e
Jacinlho Jos deSouza naluraesda ilba dcS.-Mi-
guel dedirigirem-se a ra largado Rozario, n.
29, afim -de recebeiem urna caria, vinda da mes-
ma ilba tendete a urna heranga. ^
Lima, ailiiate,
na ra larga do Rozario, n 40, "precisa de ofiiciaes
de scu oITlcio e recebe aprendizes para ensinar.
Tamhcm veinte punnos, hons brins trangados,
hatntinrgos riscados, hollandas, madapolflesfcal-
eodflozinbo Irangado Mnhas deludas asqualidddes,
obras foitas, boles de todas as qualidades, panno
azul muito'superior cvclludo.
- -Daeasa do Aterro-da-Boa-
Visla, n. 78, roubaram, nodia
IStnaratS do corrcnle, os seguintes objectos: um
aiclUcouroyombrilba^'o qualro rob.ns; um
annelfodeoJrVcomalirm A 8 B ; um alf.ncte
de unro para seuhora, com flores levantadas; um
Kl |'ui inu t - qualquer destes objectos, ou Melles tiver noticia, ba-
ja de se entender com Manocl Pereira Lamego, na ra
i- do Crespo, n. 2, ou na ra do Queimado, n. 7, que
ser generosamente recompensada.
Avisa-so aos Senhnres habitantes da cidade de
Olinda, quedodia 16 do correte niez em diante ha
a vender, na casa do Sr. I.uiz Gonzaga, na ra de
San-Rento, pilo fresco, de muito boa farinha, ebem
amassailo, as cinco horas o meia da mandila, sendo o
pilo de bom tamanho, feito na padaria de Andr Xa-
vior Vianna, na ra dosGuararapes, n. I. Asscgura-
se.aos freguezes, que serSo bom servidos.
Precisa-so alugar um preto para o sorvigo do
urna padaria, ainda quo nio entenda da mesma : na
ra dosGuararapes, padaria n. 4.
Precisa-se de umn casa do um a dous andaros,
com accommodagOes para numerosissima familia, e
em lugar assaz areljado, cm algum largo, por exom-
plo, e ornis .central possiveldo bairro de Santo-
Antonio : quem a liver para arrendar, dirija-se a li-
vraria do Dr.Coutinho,na esquina do ra do Collegio,
ou annuncie por esta folha.
-Oabaixo assignado Taz saber quoje acha dis-
solvida a sociedade que tiuha na luja Tle fazendns ,
na ra do Collegio, n. 3, .que principiou gyramlo
com a firma de Fcrrio & Pinheiro : por isso declara
o abaixo assignado, que nfln tem gerencia alguma
no activo ou passivo da mesma sociedade ; e para
ijuea todo o tempo o abaixo assignado nilo tenha
r'i'Sponsabilidade fa o present'annuncio. == Ue-
cire, 10 de maio do 1847 Joo Joti Gomti Itnheiro.
Francisco Carneiro oa Silva arrematante do
imposto do ga.lo vaceum de toda a provincia no
trienniofinanceirode18l7al850, no tendo effec-
uado as vendas dos municipios de rara, novamen-
teeonvida a todas as pessoas que quizerem arrema-
tar qualquer dos municipios de fra ebem assim
as fregueziiis deste mqnicipio do UeciTe, a compa-
receromaslO horasxlodia 15 do crranle, muni-
dos do suas competentes garantas em casde seu
socio Anacilo Jos do' alendnos na Boa-V isla ,
casa dos Coclhos, n 2.
-- Perdeu-se, no mezde abril, umacarteira com
varios papis pcrtencenles a Jolo Antonio Soares de
Abrcu i quem a liver adiado eaquizer restilnir ,
entregar ao mesmo Abreu, na ra da Cadea-Vellia,
n. 11 que gratificara.
--A quem pertenec-tima taixa do ierro, que se
acha ao p das escadinhas da alandcga querendo
vende-la dirija-se ao pateo do Curmo n. 17, ou
anuncie.
Compra-so urna escrava mtca queengomnjo
e coziuhe : na ra do Queimado, n. 4.
Venda.
Casa da F
na ra estreita do llozario, n. 6.
Nesle estaheleci ment acham-so venda as boas
cautelas da bem acreJitada lotera do Ihealro publico
dosta cidade, para cujas rodas est annunciado o an-
damento para o dia 29 deste crrente mez ; e por isso
convida a lodos os freguezes amantes deste jogo que
nilo poderem comprar bilhclcs, acomprarem as cau-
telas, afim de que com ollas se habiliiem, e partici-
pen) das sorles desta lotera. Prego das cautela i de-
fimos a 1,000 rs., e vigsimos a 500 rs.
A PARISETVaf?,
HOV* E BMLHkNTE
para piano : vende-se na ra da Ca-
deia, loja n. 31 ; prego 50o rs.
Vende-se urna escrava lo 10 annos de boni-
ta figura : na ra da Roda derradeira venda.
No Alerro-da-Boa-Vista, de-
fronlc da caluliga ,
vende-so urna porglo do sapates brancos e pretos ,
para homem, tanto por junto como a retalbo, c
outros muitos calcados, por prego commodo.
Vende-se um negro, por prego comrnodo, pro-
prio para o campo : na ra da Praia, n. 32.
Vende-se ua casa terrea, com a frente c reta-
guarda detijolo, eo mais de taipa, sita na ra de
Motocolomb, nos Afogados, por 120,000 res : ella
rendo 9,000 rs. por mez, ese da a prazo : trata-so na
ra Direita, n, 29.
Vende-so um braco do balanga grande com con-
chas e pesos ; urna balanga o marco para rap ; 2 Ira-
dos; 2 funis; um pao para pipas; funis de folha,
grandes e pequeos ; um banboirode foTna : ludo
em bom estado e-por pregos baratos : defronteda n-
beira-da Boa-Vista, venda n. 60.
Vendc-sn a Pflgeilhnca Riacho-das-Bestas, sita
na freguezia do Nossa-Senbora-do-O, do Allinho, da
comarca do Bonito, em Panellas-de-Miranda, por
prego commodo, e vende-se a prazo : trala-se na ra
Direita, sobrado n. 39.
Livrosemcnnla. ^
Vendem-so os seguintes livros : um mfssl em
muito bom estado e bem cncadernado, por 10,01)0
rs.; l'bilosopbic do Mromiguicre, por l,M0 rs. ;
Guada-livros moderno, por 10,000 rs ; compendio de
Historia moderna, por i,000 rs ; Colme cbrctienne,
nouvelle, por 1,000 rs.; Pliilosophio de Malina:, poz
1,000 rs.; tratado* do^iperages do banco, por 1,000
rs. ; Visin de D. Rodrigue, por 640 rs. : na ra cs-
Ireila do llozario, loja do encadcrnacAo.
Vende-se nina mesa do Jacaranda com 7 palmos
do comprido o 3 1/2 do largura, forrada de panno por
cima, tendo quatro gavetas na frente, o 3 pelo lado
- Vende-se um piano horizontal. de muito,]
da construcgAo encllenle* vo.es c do muito acrj-
diUdoaator: na ra Ja Alfandegu-Nellia, ir.
casa de Adamson llowie & C.
f LIMA,
mudou-se do sobrado da ra
Nova para a loj d ra do Quei-
mado, n. io, onde contina a
vemier uniformes militares pa-
ra lodas as patentes de estado-
maior .cavallaria e.infanleria
da guarda nacional, gales de
ouroe prata chapeos enverni-
zados para pagens.
__Vcndera-se 10escravos sendo : um lindo mo-
lequede 18 annos ; um escravodo 22 annos, ofllcial
.lo sapateiro i um dito de 26 anuos para lodo o ser-
vigo; urna parda de 26 annos; urna mulalinha de
13 annos clara da cor, com principios do costura ;
urna dita de 11 annos; 4 negrinbis do 12 annos,
proprias para serein educadas ; urna parda do 20 an-
uos, que ongomma cose chflo, cozinha muito
bem c lava de sabi"o : todos osles esoravofjrtfa do
bonitas figurase vondem-sii por prego commodo:
: amadas Cruzes, n. 22, segundo andar.
_Vende-so um mulalinho de 14 annos, muito
lindo; 2 ditos de 20 annos; umescravo de nago ,
mogo; urna mulalinha de II annos .ptima para
mucama; 3 negrinhas do muito bonitas figuras,
que cosem e engommain ; um molcqne de 1.1 annos;
urna parda recolbida, quo cose, engomma o cozinha
bem; Heseravasde nagao du sorvigo de campo :
na ra Direita, n. 3. ...
__Vendein-se dous escravos do semeo do cam-
po muito bons e baratos : na ra Direita sobra-
do n. 29. .
Contina-so a vender calgado da torra, para
homem, mulheres e meninos; sola; cournsomais
alguma cousa, por prego commodo : na ra Nova,
loja, u. 58.
i
Vendem-se tesouras do Lisboa muitoBnas, (J
para costura, a 2,000 rs.-. na ruado l.ivra-
mento, n. 23.
_Vendem-sc 3 escravos, sendo um negro, de 20 ,
annos pnuco maisoii menos, urna mulata de 18 an-
uo oPum mulalinho do 7 para 8 annos, todos do
mu lindas figuras, o da mulata se dir ao comr*a-
dor as habilidades: na ra da Cade.a de Santo-An-
t0,"-'vemle-se urna carteira de urna face so,, um
cima, tendo quatro gavetas na frente, o 3 pelo lado -- '"JEJ qualquer estahelecimento.e urna

i
Pe unta-se ao Sr. Antonio Ferreira Li-
ma se he procurador de seu mano o
Sr Manuel ferreira Lima, nflo obstante
aaeclaragnofeitaperguntanoWiano
n.107 e 108, quo lalvez partisse do
oulrcin. ^

w W91
lurlarnm, de 5 para 6 docorrente,
um veslido de sarja prete, urna manta de
seda com lislras, dous lencos de sedo, sen-
di un por embarrilar, urh pardesapnlos
novos, e o mais com potico u,o : quem
apnreheniler o dito furto, leve praca da
Independencia, n 19, que ser gratifi-
cado. '
-nno-sc 100,000 rs. a premioadousporcento.com
penlio.es de o'uro ou boa firma : na ra .do Rozar.o
^SrSie-S um forneiro: na ra larga do
Rozario rndaria n. 48.
-- Quem annunciou precisar de um rapaz que en-
tenda de ferragens, dirija-se a ruada Florentina,
n. 30.
-- Precisa-se alugar um preto que seja possanie o
fiel para vender pAo com um homem, o depois fa-
zendas em um tabolelro na ra Imperial, n. 37, ou
annuncie.
___Precisa-se de tres ofliciaes de marce-
neiro, eslrangeiros: em cosa de J. Be-
ranger,
.leia do Santo-Antonio, sobrado n. 14, primouo
andar.
-- Vende-se urna casa terrea, sita no arcial das
Cinco-Pontas, com bons comftiodos, e por prego m-
dico : na ra do llortas, sobrado n. 142, segundo
andar.
__ Vendem-se tres vaccas Lpunas com
crias, chegadas pelo ultimo navio de Lis-
boa : na ra de Apollo, n. 8, arniazemde
l'edio Alexandrino Gomes.
S{^ Conlina-se a vender bolachinhaebo- ^|f
2 ,-.,. .i,lt.,ir..rinliaili'.nraruta.ni'0- ..*!*
r, na
ra da Florentina, n. i4-
Compras.
linhosdocesde farinha deararuta.pro-
prios para ch.ou mcsiru? |iara pessoas
que padegam molesliasjasquaes po-
i
91

9
2

* J i que pauegmii niuiu.imm, .!- 1 (:> .,-..
" Jerao usar delles, por iiAoterem com- -!
SS posigOes oliosas. Vende-se lano a re- Z.G
* lalhocomocm latas de 4 libras: no pa-
teo da S.-CrtlZ, 11.6, o no deposito da
ra do Rozarlo, n. 39, onde tambem
;m acharAo hiscoulos e folias doces, com-
* j* postoscom ovos, ludo do bom goslo.
Ven.lom-se superiores cortes de cambraia pin-
tada, de cres lixas com 6 varas c meia, a 2,000 rs.;
ditos do lindiense, a 4,000 rs.; pegas de ganga
azul com 13covados, prop-ia para escravos, a 1,000
rs.: d i tas de 7 ua re da India*, com 4 palmos de lar-
gura e 24 covados cada urna, a 5,500 rs. ; cober-
tores de algodAo americano a 720 rs.; e outras
muilas fazeudas do linho o seda por barato prego :
na ra do Crespo loja n. 10, de Jos Joaquim de
Frailas Cuntanles.
Vendem-se duas cscravas urna pelo baraio
prego do 200,000 rs., e a outra com as prendas se-
guidles : cose engomma cozinha o diario do urna
casa o lava de varrella : na ra do Crespo, loja
n. 10. ,
Vendcm-se 50 ps do coqueiros em bom es-
tado de se plantaren! a 200 rs. cada um ou em
separado conforme, convier ao comprador : na ra
doQueimadu, n. 5f. '
Vende-se um pardo, encllenlo carreiro e oe
boa conduela : na ra da Cruz, n. 3.
- Compram-se, para fra da provincia duas cs-
cravas prclasou pardas que tenham hsbildsdOS,
e nflo excedm de 20 annos; e dous moloques que
sirvam para ofllcio : na ra Nova, loja de rerragens ,
n---6Cora-sqUuCm papado que seja muito bom, JA- SE DA' A 5,000 RS. A ARROBA PARA ACABAR
e paga-so bem : na ra da Cruz do Recito, vend. pu- ^ ffi^ velas para dar en,
"""'"compra-s urna carrog. nova ou cm bom uso, eixos de machinas de vapor e moendas : na ra da
*rf^X^h^&7tt "^Ven^n^O barricas grandes proprias Pa-
|S KS'pSSSr S % Z vende-se ra assucar por prego commodo : na ra da Pra.a ,
Z^AFtttil -- SS i8----09 escravos. muito cm conta, send.
nSffiae'm'lo^esalV. em segnmla mi.0 :
omina, cozinha e rizo arranjo de una casa ; urna
Sa, que cose, engomma e faz o serv.go do una
rasa .1 11 preto perfeilo cozinhe.ra, o quo he
bom criado do urna casa : na ra do Passe.o, loja
"'--Vende-so urna preto de 30 annos, porn350,000
rs.. que faz todo o sorvigo de urna casa, o he qui-
tando, ra : no pateo do Carmo, n. 7, na loja.
Obarateiro da Boa-Vista
t vendendo ina sua loja do Aterro, n. 10, a pri-
me iri" lo da ponte! .fazendas tAo boas o baratas
m causa n admiragAo por sua ptima qualidade o
latos rogos, o mesmo por so nflo acbarem em
m ta na.I- bi acharflo os freguezes amigos do
"mni o I a .0 as seguintes pechinchag : cintas escu-
ras nroDriM Pr vestidos de Irazer por casa, a 120
'S um completo '^^ili'iSSm
..ais linas, de varias crese pa.lres, a 140, 160, 180
Lntnrigodoessmericsnosdo lislras para roups
n 140 s madapoloes linipos sen avar.a, azenrta
> L .1 ioors acaixa; assucar raimado, a
fjfS a a'rraba,'" a iib.a i rs.; m.nlcga ingte-
;a7m..Uoaboa,.720rs. a |IM| cha ffigy
. o ultra, caf do enroco, a 4,000 r. airo,
mira U0'rs\!.dTo.5 carago, a 100 rs. a libra: na
ra Direita, n. 104.
Corrarn, corram depressa, He-
{uezes,
Joaqun. MerikM ^V> o. me.ade de seu
te sort.da do BJChinchM. WcMUt a napolita-
valor.como soja...: o, tos de CSS* c ^ ^ rs
na, com 9 varas, a 2 50. r,.e
istras de seda, para vt 6radcs, a
Swr . ii-\ cores e de quadros, a 320 rs.; ditos in-
^ "ol' a- dita, de seda reta, a1 00C.2,000 e 2, 00
rs coitos de n.e.a casimira franceza, a 2,400 rs,
d tas irlandezas, a 2,600 e 3.000 rs.; ditos de pclto
do diabo.a 1,400 rs.; ditos de toaran caigas, I.dOO
rs- ditos de semprc-dura, a 1,300rs.; madapolAo
muito fino, a 2,000,2,400. 2,800. 3,600, 4,000, 5,000 e
5 200 rs.; cambraias lisas de vara de largura, a pe,
c a 4,500-rs., o a vara a 640 rs; algodao de istra-
a 160, 200, 220 e 240 rs. ; dito mesclado e azulflo, a
220 e 2.40 rs.; e outras muilas fazendas pelo dimi-
nuto prego do quo cm outra qualquer parte.
m


A.

Vf nd-e cal vlrgein em mf iai barricas cargada
Ultimamrnte ; cala vaslaa para aaiucar ; uina porfo
de'pnos de ferro, de dua arrobas ; serras grandes para
serrar madelra ; tu do por preco commodo: na ra da
lloclla, armaiem n. 17.
Veride-.e um forte piano de paten-
te London dos autores de Colard e i'.o-
Jard ; excellente vinho tranco da Ma-
deira engarraf.ido : na ra do Vigario,
armazem n. 4> de Bothe & Bidoulac.
OnOM K BARATO.= 21.000 RS.
Vende-se ful ha de Fia mires da mnis superior
que tem vindo a este mercado, tanto em lustro
como em qualidade, pelo diminuto preco de 21,000
rs. cada caixa o a 100 rs. a retalho : na ra Nova ,
loja de ferragens n. 25 de Teixeira & Andrade.
A' 7$000 rs. cada urna mana.
Naloja de Cuimarfles Serafim & O., confronto ao
arco'deSatitoAntonio,n.5,vcndcm-se mantas de seda
moderna para senhora, pelo barato preco do 7,000
rs. cada urna; riscados francezes finos, padrOes mo-
dernos, a 240 rs. o covado.
3Ya ra do Colle-
gio, n. 17, loja
de motilados.
Este estabelecimento abrio-se, ha poucas dias e
como esteja com um snrtimento de todos os gene-
ros comestivos a seu alcance leva ao conhecimen-
to do publico que seu proprietario est disposto, pa-
ra chamar a attengflo dos freguezes, a vender pelo
maia mdico preco possivel e talvcz sem cxemplo.
Alm disso alianga-sc que neste estabelecimento [ha
o maior asseio delicadeza nos effeitos, para bem
servirseus freguezes : ha bom vinho do Porto, Lis-
boa e da Figueira ; bom presunto para fiambre,
paios lingoicas, nzeilonas, sardinhas, cerveja ,
etc ; ludo novo fresquinho e em conla ; c muito
excedentes queijos londrinos, a 1,760 rs., muito
frescaes.
-- Vendem-sc dous escravos de nagflo bons ca-
noeiros, um por300,000 rs. co oulrodc meia ida-
de, por 150,000 rs.; ou trocam-sc por duas pretas
sem habilidades, c que sirvam para tralialhar no
campo : atrs da matriz de S.-Antonio, n.20,ou
no escriptorio de llernardino Freir do Figueiredo
Abivu e Rastro, na ra da Cadeia do llecifo n. 3.
Na loja nova do Passc.o-Pu-
blico n. 17 ,
vendem-se pecas de cambraia branca lisa, muito ar-
ga e fin., com 8 varase meia, o quo muito bem d
2 vestidos, a 2,560 rs. a peca- A ellas, antes que se
acahem : depoisnflo digam queso fazem aiinuncios
sem lera fazenda. Igualmente ha una riscados de
quadros, do linho puro muito proprios para ja-
queles a 400 rs. o covado.
Vende-se um sellim para montara de senhora,
quasi novo; urna canoa de carreirn, para Spessoas;
urna moler de 11 annos muito linda: na ra da
Cadeia-Velha, n. 27.
Vende-se um escravo do ncelo Congo de bo-
nita figura e que he inlelligcnto : na ra do Quei-
inado, n. 11.
Vende-se um pequeo si-
lio de boas trras com alicer-
ces j promptos e divididos para casa terrea ou
sobrado com a frente murada e cercado dos lados,
com dous [es de coqueiros e varios de larangeiras ,
eoutrasarvores de Iructo na projeclada ra lleal ,
que vai da ra da Soledade para a estrada do Man-
guind, junto ao sitio do Sr.J'anasco : a tratar com
Jos Anacido, na ra eslreita do Rozara, n. 7.
Vende-se a quanlia de 1:000,000 de rs. em moe-
da de 640 rs. em prata : nosta lypographia se dir
quem vende.
Vendem-se, na loja de miudezas da ra do Cres-
po n. 11, oculosde armario do grao a 800, 640 p.
400 rs. cada um ; conhecimenlos a 20 rs., c a 1,000
ao cento; chicotes franceses do ultimo goslo a
800 e 3,000 rs. ; frascos de graxa de lustro a 500
rs. cada um ; a qual tem talo grunde extracgflo.
Loja nova, u. & ,
ao p do arco de
Santo-Antonio, na ra
do Crespo.
Este estabelecimento contina a patentear aos
seus numerosos freguezes as suas pechinchas, o no-
vamente recebeu um sortimento complete?, que esta
patente ao publico por procos os mais commodos
possiveis no mercado, tiotando-secom especialdado
asseguintes fazendas: chales de lfla lindissimos
padroes suissos, para senhora a 2,000 rs. ; lencos
definissima cambraia piulada e recortados, para
nulo de senhora a 4U0 rs. ; alpaca a mais fina e
lustrosa que existe para sobre-casaca a 1,280 rs.;
um completo sortimcnlo de pannos linos, pelo,
azul, verde cor do azetona verde-escuro azul-
escuro de 3,500 at 8,000 rs., do melhor fabrican-
te c mais acreditado tanto em suas cures como no
fabrico ; princeza muito fina a 800 rs o covado ;
inadapolio soffrivel fazenda a 2,720 rs. a pega,
e a 140 rs.a vara ; dito muito fino a 3,500, 3,800,
4,000, 4,500 e 5.000 rs., ca vara a 200, 220, 240 o
260 rs,; brins de lnho de quadriulios para jaque-
tas e caigas muito lindos padiOes a 640 rs. a vara;
ditos blanco e cor de canna do puro linho tran-
cado a 1,000 c a 1,200 rs. a vara ; chitas muito fi-
ns e de cQres fixas a 160,180, 200 e 240 rs. o co-
vado ; lencos de cambraia bordados com iberios ;
sedas para vestidos; cortes de col lele de fusto ran-
eo e de cores; ditos de 13a e seda, a 800 e 1,000 rs.;
cortes d cambraia ; ditos de lfla e do lfla e seda :
chapeos e sol, de seda para senhora de cores,
e com franja ; riscadinhos fraucezei muito lindos
padroes a 240 rs.
,. .-",VeiM,>-se Pedi"s de amolar da melhor qua-
lidade que tcem vn.lo do ro de S.-Francico a
retalho e em porgues dar-se-hfio por prego coiu-
n na ra da Prata, armazem n. 18.
gF Vendem-so 'dous prclos, sendo um delles ofll-
calde carpin ; urna preta cuma parda com urna
cria ilc 8 mezes; urna linda negrinha de 7 annos,
propria para andar em casa com changas : na ra
da Cadeia de S.-Antonio n. 25. ,
A' 2^000 rs. o corle.
Na toja do Cuimarfies Serafim & C, confronte ao
arco do Santo Antonio,n. 5, vendem-so corles de cas-
sa de padres agradaveis e cores fixas, peto diminuto
prego de 2,000 rs. o corte; lengos francezes grandes
e linos fingindo seda, a 480 rs. cada um; lengos de
cambraia com bico, a 640 rs. cada um; ditos de dita
muito finos com renda e bico, a 900 rs. cada um.
Polassa da Bussi,
pelo prego de 180 rs. a libra em barrls pequeos :
na ra da Cruz n. 10 armazem de Kalkmann &
Rosenmund.
. = Vendem-se moendas de ferro para engenhol de s-
sucar, para vapor, agoa c bellas, de diversos tamaitos
por preco commodo ; e igualmente taixas de ferro coado
e batido, de todos os tamanhos: na praca do Corpo-SatK
to, n. 11, em casa de He. Calmont i Companliia, ou na
ra de Apollo, armazem, n. 6.
Gaz.
Loja de .ioo Chardon ,
A terro-da-toa-Vista, n.5.
Nesta loja acba-seum rico sortimento de LAMPliOES
PARA GAZ com seus competentes vidros acceudedo-
res e abafadorea.
Estes candieii'os sio os methore*
mais modernos queexistem hoje : recoiiimendam-se ao
publico, tanto pela seguranca e bom costo de sua boa
conlecco como pela boa qualidade fia luz, cconoml
assclodeseu servico,
J\a inCSma loja os consumidores sem-
preacharao um deposito de GAZ de cujo se afianca a
qualidade, c cm porcao bastante para consumo.
Novos gnmbreoes.
Na loja de Cuimarfies Serafim 4 C, confronte ao
irco de Simio Antonio, n. 5, vendem-se novos gam-
hreocs a 1,400 rs. o corte de Ires covailose mcio; es-
ta fazenda torna-.se rerommrndavel pura a eslngno
presente, por ser fnzeuda rnrnrpatla e escurii; e finge
a casimira franrezn por terpndrfles imitantes ;] chi-
tas a 120 e 140 rs. o covado, ealm lislaum com-
pleto .sortimento de toda a qualidade do fazendas.
A' 800 rs. o corte.
Na laja de Cuimarfies Serafim & C, confronto ao
arco de Santo Antonio, vendem-sc lindos cortes de
fustflo, cores fixas, pelo barato prego de 800 rs. o
Crlp; cassa-cbtascom flores, finase largas, suecas
e inglezns, a 240 rs. ocovedoV
Vende-se um sobrado no pateo do Tergo n
26, em chflos proprios: a tratar no mesmo sobrado.
A' A$SOO o corte.
Na loja de Cuimarfies Serafim & C confronto ao
arco de Santo-Antonio, n. 5, vendem-se ricos cor-
tes do cassa dos padrOes mais modernos que teem
vindo a este mercado, e lindos desenbos pelo bara-
to prego de 4,500 rs. cada corte; chapeos de sol, de
panninho francez a imitagflo de seda, com lindos
cabos, a 3,200 rs. cada um.
N BA DQUKlWADO, N. n,
Vendem-sc lindas mantas dg seda ,
muito finas as mais modernas que ha ,
proprias para srnliora e meninas, a 3,too
rs. ; cttes detassa de cores fixas, ede
lindos padroes, a 4>o 's. ; sarja lit-s-
panliola ; dita franceza ; los pretos ; tu-
Vendc-se urna preta de 13 a. 14 annos do bo-
nita figura : na ra doLivramento n. ti.
PANNOS FRETOS FINOS
novos na lja ; velludo preto; chama-
.ole de seda para colletes e golla ; se-
liin macan ; o verdadeiro brim trancarlo
de listras decores: na ra doQueimado,
loja nova, n. i,de Raymundo Carlos"
Leitc.
Vendem se TELAS de cera d
Rio-de-Janeiro e de Lisboa grande
completo sortimento : na ra da Senial-
la-Velhs armazem n. no, deAlves
Vianna
I Vendem-se superiores chapeos de
Jtvcastor, pretos ebrancos, por proco
muito barato i na ra do Crespo, loja n
i a, de Jos Joaqnim da Silva Maya.
Na ra do Crespo, n. 12, loja de
Jos Joaquim da Silva Maya ,
vendem-so ricos cortes de cambraia para vestidos de
senhora ; ditos de bauzulinas, para vestidos : fazen-
da esta muito propria para a oslagfio de invern, por
sor de cores escuras; umrco sortimento de mantas
de seda e de seda e lila para senhora; manlinhas para
meninas a duas patacas cada urna ; chales de seda
de bonitos gostos e difierentes lmannos; meias de
seda brancas e pretas, para senhora e homem as
mais superiores quo teem vindo a esta praga ; pan-
no fino preto ede cores ; alpaca a 800 rs. o cova-
do, e muito fina a 1,600 rs. ; cambraiaspara cor-
tinados do camas e janellas, assim como franjas pa-
ra os mesmos ; cortes do caigas de casimira france-
za elstica e muito superior, a 5,000 rs. cada corte ;
cortes do colletes de velludo, gorgrfio, setim o de
fustflo por prego muito barato; panno de linho a
400 rs. a vara; cobertores para escravos, oulj-as
militas fazendas que todas so venderfio por pregos
muito baratos.
Vendem-so botins e mcos ditos francezes, a
3,000 rs.; ditos de Lisboa, a 2,000 rs.; horzeguius e
sapa losi americanos de duas pulas, a 2,800 rs.; sa-
patos de cabra; ditos de Uinancd', a 500 rs.; no A-
terro-cla-Uoa-Vista, n. 84.
Veiuic-se nina parda de muito bonita figura,
que cozinha bem o diario tie urna cusa lava
do suhiio e varrefla cose chao o he muito boa pa-
rncasa de familia : na ra do Collegio n. 16, ter-
ceiro andar.
este muito approvado para as pessoas que nadP0
do esta mago frialrfttdo por str muflo ton ion ,,
bom conceilo que tem tido oste chocolate, f;,z
que hoje participo as pessoas^ue anda nfl fi7Prm
uso delle e igualmente aos seus freguezes ,,
teem procurado, e por inconvenientes o nao i
adiado. Os pregos silo sem pre os mesmos a,,e5*n
[canclla e baun'ilha a 400 rs. a libra, o ferrcinr. '
1,000 as. Tambem vende ago'ardente do ren '
Franca, de primeira qualidade; espirito de38Kra 9
semcheiro, em garrafas e em caadas ; geneh*'
em botijas eem caadas; ago'ardente de niz na*
canna; vinagro tinto, ago'ardente em pihs .
graos que quizerem ; licores em garrafas pre<
brancas, com ricas tarjas douradas e bocea pr|P 6
da; essencia do aniz em oncas e garrafas.
Vende-se uma preta de nagSo 'Moca'mbiaiui
anda moga sem vicio algum com uma criado
mezes: na ra deS.-Bom-Jesus-das-Criouls n 7
Vende-se uma escrava do 30 anuos que p
'zinha lava engomma o cose liso ; na ruado fr
po, loja n. 10. res"
do por mrnos'de sen valor, por ter aca-
bado a Quaresma : na loja nova de R*
C. Lcile.
Vendem-se escravos baratos, na ra das
Larangeiras n. 14, segundo andar: um
inolecote*ye elegante figura sem vicios
nem cheques ; com ollicio de sapate-
ro e de pintor; um dito de nagflo com
officio de sapaleiro e ptimo copeiro ; um fnulali-
nho de muito boa conducta, ptimo para um pagm;
dous pretos por 700,000 rs.; urna preta que nfio lio
velha por 350,0u0 rs.; uma dilu de 20 annos, por
470,000 rs. ; umu dita que cozinha e engomma, e que
esta pojada ; o mnis alguns escravos que se nostra-
mo aos compradores.
-- Vende-se um sitio na Passagcm-da-Magdalena,
com casa de sobrado acabada lia pouco lempo e
com bastantes commodos para uma grande familia :
Joflo Ferreira dos Santos dir com quem so deve
traar.
Vendem-sc 4 rologios dous de ouro e dous de
prata por prego muito commodo : na ra direia ,
11.29.
Vende-se uma escrava ja velha pelo barato
prego de 200,000 rs : na ra do Crespo, loja n. 10.
Vende-se um sitio distante dcsla pragu 3 legoas
e meia a qualro com bo$ casa de vivenda, de pe-
dra e cal, com muitc-s commodos, e com capella
para missii casa de fazer fadrna com os compe-
tentes avamenlos boa scnzallajwa pelos estr-
baria e mais 3 casas de taipa, em pequea distan-
cia muitosarvoredosde fructo constando de la-
raiigcjrns, mangueiras, coqueiros, jaqueiias, gran-
de porglodecareseiros, e diversas outras fretas
que o comprador verificara, grande extensao de
terreno de muito boa producgflo eproprio p*a qual-
q uer planlagOo, bom cercado qnasi lodo de eslacas
nativas excellente agoa de beber; o sitio he de pos-
- 'ivreodesembaragado e esla todo demarcado :
Netrta I "ja vendem-se
crlrs de cambraia lisa, a
1,280 rs.; ditas de cores
fixas, a.itOrs.; e dos
mais Gnos c mclhores gos-
tos que teem apparecido
nesta pl*a$n a 4,500 rs.
se
modo
na ra dos Quarleis n. 18, primeiro andar.
A' 12^000 rs.
Na loja n.5,confronte ao arco de Santo Antonio,
vendem-se ricos corles do chaly de liia e seda pa-
drOes modernos, pelo baralo prego de 12,000 rs. ca-
da corte; riscados francwes linos e modernos, a 240
rs. o covado; zuarle azul encorpado, da fabrica por
lugueza. a 200 rs. o covado: esta fazenda lie propria
para escravos. r *
--Vndese, por barato pre-
$0, um 'pequeo sitio de ex-
cellentes trras, com casas de taipa, porm bem
edificadas, contendoduas salas, 4quartos corre-
dor no mcio cozinha e dispensa fra de peilra e
cal, uma grande cacimba e outra menor, ambas
com excellente agoa de beber, varios ps de fruc-
tyras 4 ps de mangueiras, grandes e de muito
boa qualidade varios ps de cajueiros jaqueiras e
larangeiras novas: alm disso, tem excellente bai-
xa para hortaliga e capim; tem muito boa vista pa-
i o campo da Estancia Manguinho e outros luga-
res ; ho muito proprio para morar ou mesmo para
recrcio por ficar peilo desta cidade ; tetn 240 pal-
mos de frente e 300 ditos de fundo pouco mais ou
menos., com bom cercado e portfo situado na i ua
principal da Capunga logo o segundo depois da
ponte, do lado dlreito ; a tratar com Jos Ade-
lo na roa eslreita do llozario, n. 7.
Vendem-se dous bois de carroga muito bons,
grandes e (litios do pasto : no largodo Paraizo, n. 4.
Deposito de vinagre da fabrica
da ra Imperial, n. 7.
na fabrica de licores, doTrederico Chaves, no Ater-
ro-da-ltoa-Visia, n. 17, onde so achara sempre
grande porgfio e por prego commodo.
RAPF/ PRINCESA NOVO LISBOA.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor uma nova re-
messa deste excellente rap, milito fresco e com de-
licioso aroma, e contina a vender-se no deposito da
ra da SenzallarVelha, n. 110, e cm lodos os lugares
do costume, at boje annunciados.
Ka i na da fcenzalla-Nova, n. 3o,
(padaria) vcndem-.se juncos de superior
(jualidade, em porcao e a retall.o, e por
menos do que em outra qualqucF parte.
Escravos Fgidos.
Frederico Cha.cs, fabricante
de licores, cbocolate e es-
pirilos, no Atcrro-da-Boa-
Vista, ii. 17.
tema honra de participar ao respeitavel publico e
com particularidadc aos seus fie-uezes que lem
sefhpro grande sortimento do bem coubecido cfcl
Icolate {desaude, carilla, launilha e fenuginoso
Fugiojnodiagdocorrente^umrau,
lato de nome Estanislao escuro, que re-
presenta tr 35 annos, pouco mais ou me
nos, ollios pequeos, estatura baixa, gros-
so do corpo, cabellos bem pegados ao cas
co, feicSes regulares, pouca barba, pesco-l
90 curto, quebrado ou defeituoso, perna
grossas, ps chatos ; n5o se sabe com qu_
roupa fugio ; tem o vicio de beber, e liel
bem fallante e pachola : roga-se s autoJ
ridade policiaes, campanhas, ou q< "
quer pessoa, o prendam, ou fa^am ^Xt-
der e levar a seu Sr. Francisco Joaquim
da Rocha-Falco, no engenho San-Jos
em a freguezia deSan-Louren9o, ou na
ra das Cruzes, n. 40, a Domingos da
Silva Campos, que ser3o generosamente
recompensados.
Fugio, no dia 8 do corrente.um moleque de no
me Victor, de idaile, pouco mais ou menos, de 18an-
nos, do nagflo Congo, com os signaes seguidles:
tem em cada um 0II10 uma bclida, e por isso v pou-
co; ho bastante bexigoso; levou vesfido uma camisa,
branca caiga de riscado dosmaiado, e um Dnelo de
panno. Kqga-se a todas as autoridades policiaes o a
capitfles decampo que o possam apprehender, Ic-
vem-no a Fra-de-l'ortas, ra do Pilar, n. 145, que
serfio recompensados.
Fugio no dia 14 do corrento um prelo,
nomeFippe, de migflo Angola, de 24 annos, al-
tura regular corpo secco, cor bem preta, olhos
pequeos, nariz grande e chato, bocea tambem
grande, beigos grossos; lem um talhp sobra o
queixo; falla branda, c um pouco alravessada;
levou camisa de chilaazul, caigas dj estopa e
chapeo branco de pello e mui raso ; suppfle-se
sido desencaminhado, por tej; chegado ha um
mez da provincia das Alagoas, e nflo saberas ras da
aqui. Quem o pegar leve a ra de llbrtas, 11. 38,
que ser recompensado generosamente.
Ocsappaieceu, no dia 13 do correnle, da casa
la ra da Florentina n. 11, um preto crioulo de
nome Candido, alto, magro .bem preto da cor;
tem o beico inferior um tanto descahido ; levrju cal-
gas e camisa de riscado escuro chapeo de palhaja
vclho : quem o pegar leve a dita casa, que sera
gratificado.
Fugio, no dia 10 do crrante, um preto, de no-
me Pedro grosso do corpo rosto chupado ; levou
caigas do algodflo Peor de habito dfrado, e cami-
sa de algodlozinho grosso ; julga-se andar pelos m-
cameos dos Rtnedios ou petas canoas, por ser
canoeiro : quem o pegar leve a ra da Praia-dc-S.
Itila n. 25, que ser bem recompensado.
,~ Fugio, embarcada em uma canoa de Blinda
no din 12 do correle, pelas 7 horas da noite, a pra-
ta Tbereza, de nagflo Congo, de 24 annos pouco
mais ou menos nariz chato beigos grossos, ven-
tas largas pescogo curto pcitos cabidos, rhcia do
corpo ; tem em um dos hombros talhos signal de
sua trra bem como a roda do ernifo; tem na
parte interior do p esquerdo um franflfo forman-
do urna covn deutes curtos e limados, falla grossa.
O canoeiro quo a conduzio .eqiiea seduzin para a
fuga he hoje escravo doSnr. Tbora Pereira Lagos,
e cbama-se Mnoel por alcunha forquilha. Seu
senhor, doutor Janscn, protesta usar dos seus direi-
tos contra quem a tiver.
Da casa do abaixo assignado, fugio no dia 8
do correnle o seu escravo I.uiz crioulo, de esta-
tura ordinaria olhos vcrmelbos ps o mitos pe-
queos, beigos grosaos, denles limados, nariz fi-
ado o de cor preta. Perlenceu antes a Manoel An-
tonio Ribeiro, e diz-so casado corn*uma escrava do
nome Mara pertcncente a los Gomes Villar, mo-
rador noMondego. Quem o pegare levar-ao abaixo
assignado sera generosamente recompensado.
Jcronytno Miraniano t'ifueira de Mello.
Na mantilla do dia 3 do correnle, dns 7 para as
8 horas, sendo comluzida para casa do Sr. major
Antonio dd'Silva Cusmflo uma sua escrava preta, do
nome Romana, esla, no Alcrro-da-Boa-Vsta,dexan-
do-sc ficar atrs do portador quo a conduzia, lugio.
A referida preta he do Angola, bem ladina, c repr-
senla ter do idade 30 annos pouco mais ou menos,
estatura ordinaria, corpochcio, pofm magro;lem
o dedo grande do p direito ajeijado, e em ainl's
as pernaa algunuis chagas bstanle grandes, e le-
vou vestido escuro de Cinta com flores brancas e en-
carnadas, c por cima saia preta de lila, c foi einbru-
Ihada em um chale crtr de vinho co* barril branca:
levou njais uma trocha, contendo um lengol de al-
godflo, o outros vestidos e roupas. Quem a desco-
brire pegar leve-a a casa do diloSr. CusrnOo, na ra
1I0 Quciniado, ou na. ra do AragQo, n. 27, que sera
recompensado. t ,
-- Fugio, no dia 14 do correnle, um moleque de
nome Caetano, do nagflo Rebolo, de te a 20 annos;
lem as cannellas das pernas marcas deferidas; le-
vou vestido camisa de algodflo trancado mgJz, eje-
roulas de dito, fabricadti na lerrf : quem o pegar e-
vo-o a ra do Vigario, n. 24, qufscra recompensado.
PEKN
, ; KA TIP. PE M. F.DK FAB1A. 1847'
.
MUTILADO


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