Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08462


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Full Text
Anno
1847.
Satybado'IB
nij/HO puldca-se todoi os dias, que no
He mi>rH" pr*?o < 'natura he de
""n i" q"",lel- WVm "dianlaHn, Os an-
" V i', junantes Si inseridos i ras.io de
1"":",, li,lia. 4 em 'VP difftreole," e as
""'StU*!.. O. que no fn
''<"" fio Mrt. par tiri, e I6U
irem hssg-
60 ein tjpo
CHASES DA LOA NO MEZ DE MAIO.
u .me. 1, *>' r mn" d" Ur *"* a l*. I o* min. <* tarde.
':"' ",,e ai. I bores e S usin. d, urde.
i^'clifi', 59! :' ,,onls 6 mkta- d,arle-
PARTIDA DOS COR REOS.
r.oi.ona i Parabvba, s secundas eantas felra,
U,o-(,rande-dn-\orti quintos Ierras .omeio-d.
*B/ml"'em. Hio-Kormoso, RoUe-C.lvo
Macelo, no l.\ 11 *, d cada miz.
J.arailiunse Bonito, a 10 e SI.
Boa-Vista e Floras, a I J e 18.
Victoria, s quinta] feras.
Oliuda, todos os dias.
PREAMAR PE HOJE.
Primelr, a i lioias 42 minutos da larde.
Segunda, i 4 lloras e 6 minutos dn piaoba.
de Mao
*~
Anno XXIT.
v

N. 100.
* DIAS DA SEMANA.
0 Segunda. S. Anlonino. Aud. do J. dos or-
pliSos, do J. doc. da J v. t do .1. \l. d i ; v
11 Terra. S, AnasUcio. Aud. do J. do civ. da I
t. e do 1. de pai'do 2 rftat. de t. -
12 Cuarta S. ,'oanns Aud. do .'. docir. da
2 t do i, de paz dn 2 dist. dt t.
3 Quinta. >;-;< Ascenco do Scnlior. 8. Pedro
Recalado.
14 Seata. ti. Gil. Aud do.J. doclr. da l.v. e
do J. de pai do l. ili-t. de t.
16 Sabbado. S. tridoro. And do J do civ. da
I. e do J de pas do I dist. de t.
16 Domingo. S. JoSo Nepomuceno.
CAMBIOS NO OA r* DE MAIO.
Camino sobre Londres* 56 d. por I rs. a 6" d .
a '.ni ir>n por franco,
a Lisboa 99de premio.
Uesc. de leltrai de lioas lirin-s I '/ p.'/ ,0 m""
OuroOncsl-espanhoUi....28jSiio a J9*"M.
MoedasdeSf.oovelli, IGfiao a misan
de 6/toe or iCJiOn a itif30>
a de I'OiiO..... iljfiKiO a 9JI00
PraU l'.Lees ......... J'UO a I#40
n Pesos cnluniuaies... IjiUO 1 l"40
Ditos mexicanos ... ifino e if'O
Miuda............ IJ > U0
Acedes da comp. DIARIO DE PEMTAMBUGO.

PA^TEOFFiCIAt.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS.
Lffa?no argentina. Viva a Confederagao Argen-
iiro, -
tina! Rin-de-Janeiro, em 23 de novemhro d
1846. Anno 37 da liberdado, Jl' ta indepen-
dencia el 7 da Confederado Argentina. Ao lllm.
eKam. Sr. barlodo Cayr, do concellta>do S. M.,
ministro c secretario do estado dos negocios ea-
trangeires, etc., etc., etc. f
A nota vernal do Exfti. Sr, bar.lo.de flayr. do
tLconcellio de S. M. ministro e secretario de estado
-* m negocios ostrangoiros, datada de 19 le agosto do
irrcnteanno, relativa misslo do viscrfnde de A-
lirantes, que o abaixo assignatjo, enviudo extraor-
dinario e ministro plenipotenciario da Confederagao
fr Argentina ofevou ao Seu governo, chamou seriamen-
te a suaattencoao examina-la vista do fnemoran-
dum dirigido pelo visconde los gabinetes de Ia-
ris ee Londres, e publicado Jia Europa o na Ame-
rica.
0 governo argentino stnto profundamente ver-se
olirigado, por decoro da sd posicrio c respeito aos
grandes internases que Incestan condados, a renovar
ubservaces sobre um acto da diploiriaci do Brasil,
que.aindaquo inspifttlo fosse. por lamenlavel im-
previsilo, c sein o proposito do Suscitar nina guorra
n.'.ii prtivnrada, trrn ronimoviilo a opinirio 'da Ame-
rica e coinprotnelrido altamente' a eonfianca da Re-
pblica iia.reclidlQ do gabinelo imperial.
Mas poroulra parte, o governo rgetitino er dar
aodcS. M. utna prova dasun. jealdade, d sua be-
nevolencia, reassumiinlo os principies precedenteg
relacionados com o m*m nolaveis para offerecer no ministerio^ occasiilo pro-
picia de revolar a sua verdadeira poltica em um epi-
sodio tio menos transcendente para o Brasil que pa-
ra as repblicas limitrnubos; e o abaixo nsstgnado
reci'lipu ordena positivas para esta iiumifestaQno.
Naorepetira o abaixo assienaiht a recapitularse
quea scu pozar aprcsenlou ao Sr. ministro em sua
citada una verbal de 12 de agosto, das inlYacccs da
nculraliiladc do Brasil e do lugar prominente que
lem m-Has a aiisso do visc.onde do Atirantes junio
das cortes de Inglaterra e Franca; se per mil tira so-
mente referir-se s repeliilas conferencias e reclama-
Cfles da legariTo argentina, desde que houve noticia
das aberturas feitas omr aquclle diplmala ante o go-
verno argentino caffte-as cmaras legislativas, de
que o visconde de branles tivesse promovido jioni
directa ncm indirectamente a inlervenciin anglo-
franceza.
Com olTeito, o mesmo gabinete de 2 de feverciro,
nutor da missllodo*viscondo, e oque Ibe dictou as
ua nslruccocs, fui unnime em repudiar a ideia
de have-lo autorisado a fazer proposicfoalguma no
sentido indicado; e quando urna modificaQlo minis-
torial colloroii em novas milos o dospacho dos negu-
omseslrangeiros do imperio, o ministro, ou por um
clo de solidaiiedaile, segundo o eslylo dos paizes
constitucioiuats, ou poi suas proprias cunviccoes,
sustetitou deciitihlamente a prescindencia do gover-
'o imperial de toda a combinaeilo europea concer-
"ei.tnao ltio-.la-Prta.
" governo iigo/itino, cm.mcio dos numerosos tes-
i''munhos*qn<; manifestam a conducta do enviado
M. I., nfiorenunciouttesperanca de ver dcs-
idos os cargos quo a opiuiAo accumulava sobre
"gallineto do Itrasil; e aguardando que por um sen-
limeiilodejiistiea so apresmria deliberadamente a
i xonerar-se delles, classificou sem reticencia os des-
varios da diplomacia que linba invocado a interven-
clo angly-franceza.
Do accordo com laes precedentes, o Sr. barfip de
Cayr conlii niou em suu referida nota verbal as de-
claracOes dos ministerios anteriores sobre esto mes-
mo assujnptQ, ycprfssando S. Exc. qUo repelle
com indignaQIo totfa a ideia de que o governo do
Brasil solicitasse a tntrewirdo^trinai/a da Giilo-Bre-
tanba e da Franca nos negocios do Rio-da-l'ra-
ta.
rio oriental, foram terminadas pelos tratados de 1717
e 1778 entic Hespanba o Portugal, que confirmaran!
o dominio do Castclla sobre ambas as margena do
ltio-da-i'rata. Pnrtanto, citar a occupacilo militar
ejecutada naquelle reinado, he citar gmente urna
(i|arpa4}flo contrara no direito das gentes c aos pac-
tos celebrados entre as duas coreas.
Km 1812 foram recenhecidos por S. M. Fidclissima
os dircitos perfeitos da Repblica sobre aquello ter-
ritorio, mandando retirar o exercilo que o oceupa-
va ; e a corto do Rio-de-Janeiro, em 23 do julbo de
1818, o reconheceu novamenle como parte integran-
te do das Provincias-Unidas.
A allegada incorporado da Randa Oriental ao ter-
ritorio do Brasil sob a denominaco de Cisplalinn,
n.lo foi outra cousa que urna convenci negociada
sob as baionetas do general Livor, entre o cabildo
de Montevideo e aquello chefe. A nullidade deste ac-
to foi declarada por urna commissilo Horneada pe-
lo mesmo gov'crno de Portugal para decidir o as-
sumpto. >
flissolvidas as cortes daquello reino edeclarailaa
independencia do tfrasil, o Soubor I) Pedro I sus
tentou as suas protem;oes a Cisplatina, ale que a
Coiifoderacilo, que mo podia sanecionar esta inva-
so do novo imperio, entrou em una guerra que
leve em resultado a creaeflo de um novo estado de-
baTlu do nomede Repblica do Uruguay, cuja per-
feila e perpetua independencia foi solemnemente ga-
rantida pelo imperador e pela Repblica Argentina,
om 27 do agosto de 1828.
AConfcderacilosedesprendeu, pois, do ttulos re-
aes, e verdadeiros ao exigir conjunctamentecom o
Itrasil cssa nova nacionalidade, ofontraiiio o com-
promisse de.atacar sompre a obcrania daquelia po-
tencia intermediaria entre as duas nares conliiian-
les, e de defender a sua integridade territorial, sem
que o protectorado ou tutella estrangeira a fa;a no-
minal ou mude a sua constituidlo.
Eaqui he opportunidade de notar que o memorn-
dum lixa como inqueslionavel a obrigaQito perfeita e
commum da Coufederaca'o e do Imperio de defender
a independencia daquello estado, sem sujeic/io al-
guma i condigno dojijusle do tratado dounitivtfde
paz enlre osdous poderos, entretanto, que o gover-
no imperial tem recusado applicar garanta esti-
pulada com aquclle fin na convenci preliminar,
quando a existencia poliliea da Randa Orintale di-
versos pontos do seu territorio estavam submettidos,
como o estilo aiua hoje, as frcasanglo-fiancezas
de marr de Ierra.
Aprosentava-s,enaturalmente para o governo im-
perial urna rjcaiaflo feliz de platicar a doutritia sus-
tentada em seu nome pelo visconde, nem ora de prtjj
.sumir q*be visse tranquillo na Repblica Oriental um
elemento europeo contrario asojjuraiica doseslados
conterrneos.
O memorndum, fixando-se na actual adminislra-
clo presidida pelo Exm. Sr. general D. Joflollanoel
de Rosas, atlribue a este rhofo supremo prelcftcoes
dedisprtr.da sorlo da Banda Oriental, edeaggroga-
la Confederacao, ou por prepolencja ou por al-
lilnca.
Nenhum governo, disse o visconde, que tenha
relaeOcs com b dageneral Rosas, podo certainciito
desconbecer quanta aspirseflo leu esto clieuj do
u submetteraojugo de Ruonos-Ayres, pelos lagos do
urna federadlo nominal, as provincias que fonua-
Alm disso onde est o abuso da prepotencia ou
de direito do governo argentino para coin a Banda
Oriental, que peder invocar o plenipotenciario
brasiloiro.' A guerra, levada aquello ternlorio, que
foi reconhecida legitima pe fbveTno imperial.
pelas mesmas nacOes europeas que col loca ram sen
poder e sua influencia do lado dos nimgos ta Con-
InileraQilo, tambem reconheceram nella o direito
perfeilo de bclligerante.
Ainda ignorara o Sr. visconde do branles, quan-
do redigio o seu memorndum a unito dos dous es-
tados nilepeiidciiies em ambas as uiargens do Prata
para combater urna taccao anti-nacionnl quo entre-
gou ilepoisnseu paiz mered da Inglaterra e da
Franca? Nilo sabfcria o visconde, juo o homom fu-
nesto que devia .consummar a traiclo liana sido
solemnemente declarado por S. M. o Imperador,
incorrpativel coma soguridadeo como repouso do
Imperio ?
Niugunm tem respeitado mais religiosamente do
quo o governo argentino a independencia da Banda
Oriental. Esse estado deixou de pnrlencer para scin-
pre ao Rrasil e a ('. tencia poltica foi sellada sob a fe da convencio de
1828, como base nio do orna independencia ficti-
cia soba tutella da nenhum tercoiro, mas sin) de
urna soberana americana eom todas as suas im-
munidades, gfizos e dircitos tanto polticos como
territoriaes.
Nem caso pensamento quo presidio fundado do
novo oslado, alterara em um pice, porque acorte
do Brasil recusasse cumprir qualqner dai cslipula-
ges da convengao. Sua infracciio por parto do Impe-
rjo proiluzlra novos, ainda que iuappeteciveis, di-
reito para o governo argentino, porcm ca todo o
casodeixaria intactos seus deveres para com a in-
dependencia poliliea da Repblica Oriental. Ella he
urna lei fundamental, cuja sustentado vinoulada a
honra da Repblica Argentina mo he dado ao seu
governo inverter, subordinando a honra nacional as
insanas tentativas de um .engraudecimento indivi-
dual. Tal boa realidaue da situadlo, e por fortuna
silo demasiado debis para desliura-l| us meios de
ilecepgao.
Porm o memoragdum ataca Umhem a posiglo to-
mada pelo guvoruo aiyuuliuo con raJgSo ao Para-
guay, o o abaixo a.ssignado preforo occdpar-se ja
deste periodo a continuar um ingrato pararello en-
tre a elevada poliliea do seu governo o o espirito
daquello document. O destino poltico da provin-
cia do Paraguay tem idoa queslflo essencial dopoi
da morle do dictador Francia.
Emq'uanto a sua independencia absoluta desde que
foi pretendida.*b o rgimen consular, o governo
argentino sustentoii os seus iirimescrplvei.s diiei-
tos, emanados da antiga orgaltisacatJ colonial do vi-
co-reinado de Buenos-Ayres, o sanecionados de-
pois da revoluglo de 1810 por tratados o actos popu-
lares e governaTivos que purpeluam o vinculo poltico
dos membros de una' nagtlo.
Assim mesmo, foi tanta a intd era cito do governo
argentino, quodeclarou que nunca impoiia polas ar-
mas aquello territorio o reconliecimunto da federa-
cao nacional, deixando ao lempo c s negociacoes a
jtiluclto da q os tilo.
Em momentos mais crticos, ainda quando o go-
verno d'Assumpcao pagava o tributo da sua iiu-xpe-
riencias suggestfles egostas dos inmigosda repu-
Porm, emquanto que o governo imperial, soba
fe ue palavras (ifliciaes, se empeuhava cm restabo-
lecer a confijinga, diversas imprensas publicavnm o
memorndum do visconde de Ah antes ; c este docu-
jaento, quenSo tem sido negailo pelo gabinete'do
Imperio, veio dar o fio do urna combinaeilo, que sub-
jeitava a loaldade do Brasil o desinteresse do seu go-
verno ao crisol da duvida e aos azares da opinido. O
al|aixo assignado o aprsenla, por copia, por ordem
I,0 *co goyfno o ao offcrcc-lo ao Sr..ministro,
'll0 he Indispqnsavcl ncler-se cm um lige.exainedo
'l"e mais affocta a honra do seu governo o os interes-
as ua Repblica ; e deplta a necessidade de produ-
r tradicgOos desagradaveis quo pareciam abando-
tad -S eauuciuauc I el" ^i"i,0 c Pcla forca Jo lra"
0 prembulo do memorndum, stippjImitfS na Ici-
'uraquedeirefezoSr LirBpo deAbreu nasessilodo
1 ,r'"'o da cmara dos deptitados do Brasil, esta
tieto hll? ""!Xllc'' L ,._ffl*8 "lu scunissem recordacHo de actos
iit
os limtrplies, (Teixaram* inemoria de#m plano
u<- cngrandeciinent, prosegulto depois pelo gabi-
rm.C| ltlo-au*la*ciro, svjico o territorio que hoje
fn*litue u i jo Uruguay.
cer*S.' ?UP 0,)Jccl lem a iiJicac3o do memorndum
' pelas tropas
ventura de-
cpiepolencia, tme iniciados om outro tempo soba
muenoia da ciio de l'oilugal em'alguna dos cala-
r-las trmetras
-rsoes dos Portuguezes em 179 sobre o territo-
provas luminosas do desprendimento do general Ro-
sas, nem sua poltica americana desenvolvida com
rasgos collossacs contra a aggressilo estrangeira, o
cuidando monos o plenipotenciariobrsleiroda tra-
dicilo e da oxaclidAo, que do cinpenho de formular
suas invectivas contra um governo amigo, n1o quz
ver na guerra actual umajacriticiu sem reserva do go-
verno argentino a independencia da Repblica do
Uruguay. ,
Entretanto o memorndum, desnaturalisando com-
pletamente os fins da conlenda do Rio-da-l'rala, nao
trepida em aggravar ao illatre presittonlo Oribe e
ao povO urugayo, imputando-lhcs servil submissu
ao chcfo da Repblica Argentina.
Nem foi suficiente para retrahirao Sr. viscondo do
sen plano hbstil ao governo iirg9Mino a recordaeflo
da sua constante poltica, toda a voz quejan senti-
menlo bastardo de ambiguo aincagou a inlpenden-
cia dos estados limilropbes. Nao he um mysterio,
nem oSr. visconde ignorava a verdadeira origom da
guerra da Repblica conlra o autor temerario da
Cunfederagflo PeniBolivtana.
S. Exc. no se pode toresquecido deque o gover-
no aceutino no se resolveu a combat-lo, senito
quanio a poltica do pretendido protector transtor-
nou o equilibrio conliineiital a cusa da liberdadede
tluas repblicas; e o plenipotenciario hrasileiro sa-
bia igualmente outros grandes c nolaveis succeasos
queaconfirmavain o rp>eito c as sytnpathias do mes-
mo governo iiistituig.loTirganica dos novos esta-
dos. Que rasflo pode enljiu induzir ao visconde
penaar que cssa propria autoridade fsse 13o estra-
nlia sua faina, que preferisse supplanlar desaccor-
dadas vistas coheronaia dos principios que honra-
vam a sua administragao t
Se o Sr. visconde nOo tivesse apartado a vi4a des-
sa maajcba nunca alterada, do govenlo da Itupubli-
ca se'mais alenlo aosacontecimentos immediatos
recofllara a espontanea associag.1o do gaverno ar-
;enlino causa do thronodo Brasil, porque a re-
lellii interna alluia asa'uas bases, C se alliviava
da'Banda Oriental, o plenipotenciario imperial sa
teria detdoantea inveucivel dilliculdade de obler
da opiniao publica o mesmo aprego para a tlcgao
que para a verdade.
hostiMdados se nilo fosse alaoato.
O memorndum qualilica emseguidj, de urna ma-
neira caustica, a lutiva que para sua propria del'esa
tem sido forgada a Confoderagno. Eez-se enorme
injuria ao seu governo iiupondo-lfie a responsabili-
dado dos desastres da guorf, quando tem elle pro-
curado ardentemente a paz, q fiando o .visconde
que proclama a facilidade de os prevenir, nlo enun-
cia um s etrliitrio puraesso to desfijado lim.
0 abaixo assignado nflo quzera dizer'que o Bra-
sil, menos quenenhuina ilasoutras nagOes neulracs,
contara cem um titulo plajtisivel para manifestar i
inconveniencia do semelliantc situagilo, a julgar-so
pela su propria poliliea a respoilo dos estados li-
mitrophea. Se a guerra s torno ti inevitavel, faz-se
em demasa impertinente o atlribuir ao exercito con-
federado actos que no cotisenla a sua disciplina, c
quequanlo menrft humanos, mais quaifravatn para
as calilas nmadas que*conibalia. l'or fortuna jiiilo
angatiam prosclylos as calumnias dos pretendidos
propugnadores da huinanidade e civillsagilo no Rio-
da-lrata.
O plenipotenciario assegura que em laes circuins-
tancias, ogovei#)do,S. M o Imperador tem guar-
dado a nrralidado, porcm que comeca aprer*.que
a roniinuurdn des*e syslema nlo pode convir s suat vis-
tas. Logo as heatilidadesdeviam substituir esse es-
tado de ueutralidado i' Nunhun* outra consequen-
cia absolutamente se pd tirar das promiasas do vis-
conde. '
Sr. ex-ministro Limpo de Abreu heprovavel quo
assim oenlendesse, o mais quo verosmil que um
senlimentode pundonor Iho impozesse a rosolugao
de encubrir, leudo um resumo diminuto peranteos
representantes do Brasil, a traiiscendeiiciaTIesla do-
ctaragilo de um enviado iajiperial.
O visconde de Abtantos ouscava, pois, allindos na
Kmroia em nomo de seu governo para debellar a
Coufederagao, ao iiissmo lempo vam protestos de benevolencia pelo grJtcrno de S. M
A obvia incoherencia do semelhanle procedimenlo
contra a Repblica Argentina dista demasiado da
dignidade do govcino imperial, para que avqueira
aceitar e defender.
N3o se conlendo ainda o memorndum cm circulo
tilo perigso, traa tic arrancar aacqtiiesccncia das
cortea de Inglaterra e Frang^para umacomhingflo
que tendesso, quando inenos^ para desarmar ao go-
verno argentino, e para arrebatar-lhe as solidas van-
tagens que hava obtidn. _^
O memorndum indica a necessidade par^ aquellas
duas nafOese para o Rrasil, do cooperar, nlvm de que
a chamada Repblica do Paraguay so conservo.como
estado livre e imlopendente. Tal interferencia para
dirimir urna questo interna do soberana nacional
lio um verdadoiro allcntado poltico; e ainda aup-
pemlo, o que ho inexacto, qtiofussem prejutlicadas
as domis migos, porque aquello territorio so man-
tivesse unido liga argentina, os beneficios que
so ppoctirassem com sua segregagio por meio de ar-
bitrios injustos e'violentos, valeriam menos que a
moral e a organisago das nages.
Sorprende certa mente que o diplmala brasiloiro
deprehenda da me liag.lo do gabinete ingloz para a
paz entro o Brasil e a Bepuilica um Ululo suuicien-
le pata lomar tuedidas tacs, o que oulorgue o mes-
mo privilegio ao governo da Franga, descohrindo-o
na convencio do 180.
Quo soidiismas/acs sejam armados pelas nagfics
que tcem interesso om se nfterirem nos destinos da
Repblica do Uruguay, fcil.lio de so explicar; porm
que o gabinete do Brasil, urna das altas partos con-
tratantes da convengilo preliminar, entrelivcssc du-
vida sobro os direitcs da luglalecra c da l-'raoca, ox-
cojeu a prcvis.lo do governo argentino.
Entretanto, o governo de S. M. foi collocado pelo
memorndum cm una falsa pnsigo ante as mesmas
corles, que tlepois inlerveram no Rio-da-Prala o
auto a Confederagiio Argentina. As insirtu-c,oe.s soli-
citadas pelo enviado do Brasil para os daquellas po-
tencias que residiain no Itio-de-Jaueiro mo so do-
ram, e o Imperio (icou fra da coalisSo.
O abaixo assignado so ahslem de deduzir os corol-
larios naturaesdcscinelhanto desfecho, e suspendo
tragar todas as consequebeias a quo abre campo o
acto diplomtico do visconde do branles, ceden-
do sabedoria ilo governo imperial o direito de ava-
lia-los.
Quando s o espirito de resistencia dos ministros
titervoMoios tomrMardado a pacillcag.lo da-Rep-
blica do Uruguay, o quando osdous primeiros gabi-
n.-lgs da Kiiropaleein reconhecido por lim Sos esta-
dos do l'rata dircitos iguaes aos seus, os principios
o as asserges do memorndum do visconde de bran-
les nlo podem mais subsistir sem profunda oHunsa
de una coulra repblica; e o governo imperial, que,
por intermedio do Sr. barilo, avangou una honrosa
declaragno sobre o faci da intervengan, compreben-
dera que, coulrariando-a evidentemente o memorn-
dum do Sr. visconde de branles, o seu devor o inhi-
be de apoia-ln com sua acquiescencia.
Pqrtanto, alim ilo remover leda a duvida que afus-
te a consolidagao dasrelacoes reciprocas dos dous
paizea, o para fixar para o futuro o verdadoiro
espirito da poltica do Imperio, j sobro osdireitos
da Coofederaofio, j a respeito da mesma interven-
gao, o abaixo assignado, em cunipriineuto do ordena
expresis lio seu governo, tem a honra do padir ao
doS. M. o Imperador a decl.iragao categrica do so
approvar ou repellir o memorndum dirigido s cor-
les de Inglaterra o de Kiancju sobre os negocios do
Rio-da-Prata, peloviscondee branles.
A do Brasil nao so negar corlamonlujLuma reso-
Itigilo digna da sua justiga o da sua TdSIdade; eo
abaixo assignado espera sobio tao grave assumpto a
resposta do ministerio par), transniitli-la immodia-
lamentefo superior conlicimonlo do governo ar-
gentino.
Dos guarde a V. Ex. muitos annos.
4
Tiiiima/. Guido.
MINISTERIO DO IMPERIO. .
lllm. e Exm. Sr. Foi presente Sua Magostado
o Imperador o ofiico do V. Excv de 10 do mez pas-
sado, n. 29, com o do juiz de paz mais votado da fro-
guozia da villa do Sa-Josc, em quo aprsenla a se-
guintc duvida :
Se a mesparochial dove apurar os fetos dos sup-
plentos, quando estes naolenham os reqnisitos ne-
cessarios para elcitores.
E o mesmo augusto Senbnr, tertdo ouvido a sec-
c3o do concelho do qstad dos negocios do imperio,
manda declarar a V. Ex., que a mesa parochial (le-
vo apurar os votos^que ccahirem em pessoas inpa-
bes para o.cargo de eleltores, inda que por ellos na
vciiham a sor senao sulenlos. Nao devo obstar a ,
lellra do artigo 5(i da lei regulsmnntar das oletgOes,
quando determina, quo, recabindo a maiona de votos
em um individuo que a mesa julguo nao estar em
circumslaucia de ser elcitor, sejam estos apurados,
e expedido o respectivo diploma, palavras do que pa-
rece concluir o representante, que incumbe as me-
sas paroebiaes fazer a dila apuragao, quando o irfdi- .
viduo entrar no numero dos elcitores, ojiaodossup^
penles. Sem duvida quo a lettra do artigo citado
mo comprehendo seno ao eleilor; mas, allendeiulo-
se a que o sopplcnlc pode servir' no impedimento do
eleilor, compre proceder-se arespeilo daquello da
mesma maiioira, quo a lei marea na efcig5o daslo;
vem a se,i" que sejam apurados os votos quo reunir,
langando-se na acta a declaragao de lodaa as duvidas
que occorrerem sobro a idoneidade do votado, aRm
de que o collegio elilorat decida poroccasiao da ve-
rincagap dos poderes dos eleitores : accreace que,
leudo os supptentes de fazer parto das turmas, de .
que dovem ser escolhidos dous membros <% junta de
qualilicago, e uo conipetiiiilo a esta conbeccr da
legalidade das elciges Sos eleitores, nem dossup-
plentes, uingneai mclhoc que os collegios eleitoraes
podui conhecer de taes quesles, visto que a lei os
MUTILADO
i


.- -a.---
^SZF
I* Ji, *.-!

reronhece apios para julgar, bctn que no terminan-
temente os quo versarem sobre a idoncidadc dos elei-
torrs. .
Oque communico a V. Exc, parascu conhccimcn-
to e governo.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do Rio-de-Janeiro,
cm (5 do abril de 18*7. -Joaquim MarccUino de lin-
io. Sr. presidente da provincia de Santa-Calda-
rina.
Illm tF.xm.Sr. Sendo onvida a seccflo do
concedi de rutado dos negocios do imperio, sobre
assegtiintes diividas, que o vien-presidente da c-
mara municipal da cidade de Sabara, nessa provin-
cia, eni ollicio de 9 ile marco (leste anno, propoz a
V. Ex. acerca da le regulamentar das eleices :
l.^Separn o concelbo municipal lomar conheci-
mentodo,qualquer recurso be ne'cossario requei-
lo, ou protestar por elle perante a junta de qualifi-
caeflo.
2.* Se o concelbo podo fazer alistar cidadflos so-
bre cujas rcclamacoes a junta de qualilicaeflo nfloj
den um despacito decisivo, mas sim Ilusorio, urna
vez que se convence da juslica do recurso.
3." Scaoconhecinieiilodo conceHio se podem le-
var novos documentos que dcstruam duvidas da
junta.
*. Se o conreino pode procurar, qnando julgue
conveniente, as informados deque trata o artigo 31
da lei.
5.* Se entendido, como muito bom enlenderam
as juntas de qualilicaeflo da corte, -que os emprega-
dos pblicos menores de 21 anuos gozam dosdirei-
tos polilicos, e por isso devem votar, podem-so con-
siderar taes o* meirinhos.
6." Se na falta deexactidio nos roes, confessada
pelo vigario, ser suflicientc, para que qualqnerci-
dadflo se considere da freguezia, ser nclla jurado e
guarda nacional.
Ha S. M. o Imperador por bem declarar:
Quantoa 1. duvida. que, nflo podeitdo ter chega-
doaoconbecimenlo desjuntas de qualilicaeflo odc-
creto do18 do citado mez de marco, n. 5II, que mar-
cou a manelra pela qual deviam ser dcllas inlcrpos-
los os recursos, cqmpre aos concelhos municipaes
tomar conhccimentodellM, inda que nflo houvosse
interposieflo, ncm as juntas tivessem driles noticia
alguma; porque por falta de delerniinaco a esto
respeito nflo devem soffrer os cidadflos nocxcrcicio
de seos direitos polticos.
Que a 2.', 3." e 4." duvidas estilo decididas no de-
creto n. 500, e no aviso de 16 de fevereiro do corren-
te anno.
Que a 5. duvida est decidida no aviso de 17 do di-
to mez de margo, que diz que os menores de 23 an-
uos jifio podem volar, a nflo estarem compreliendi-
dos na excepeflo do 1." do ortigo 18, a qual de cer-
to nflo favorece aos meirinhos.
Olanlo a i;.', que be de presumir que sejam da
freguezia os jurados e guardas nacionaea nella qua-
lificados; mas que esta presumpcflo admiti prova
eni contrario, poden.lo dar-se o caso em que se nflo
verilique, como o do aviso de 11 do referido mez de
fevereiro para o presidente da provincia do Rio-de-
Janeiro.
O que ludo communico a V. Exc. para sua intelli-
gencia e governo.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do Rio-de-Janeiro,
em 15 de abril de 1847. Joaquim arctllino de tiri-
to. Sr. presidente da provincia de Minas-Ceraes.
Eoi presento a Sua Magestade 0 Imperador o
oflicio de Vni., de 10 do correle, em que aprsenla a
seguinte duvida :
Se, chumando a lei regulameutar das eleices, no
seu artigo 33, para fazer parle do concellio munici-
pal de recurso, o eleilor mais volado da parochia,
cu! na do municipio, qual be essu pa rocina lias vil-
las e cidades em que ha mais de urna parochia ;
porque uns rntendem que he aquella, cm cujo ds-
triclo se rrune a cmara municipal, e oulros consi-
deran) tal a que dr inaior numero de clcitoies.
Eoniesmo augusto-.Senhor, ouvida a seceflo do
concelbo de estado dos negocios do imperio, manda
declarar a Vm., que, nflo se encontrando na legisla-
Cflo cm vigor delinico dos mencionados termos, he
mais rasoavel considerar como freguezia cabrea do
municipio aquella em cujo disti icio sr reunir aca-
mara municipal. O que communico a Vm. para seu
conheci monto.
Dos guarde a Vm. Paco em 15 de abril de 1847.
Joaquim Maree/lino fMrUo. Sr. juiz municipal da
primeira vara da crteV
gumasreflexoes a respei ta do estado do callabou-
co n. 1.
Dito. A' direceflo da companllia de Beberibc,
ilizendo baja (lo providenciar sobre as piapas aqtia-
ticas que o concelbo grral de sulubrldade aflirma ter
achad no acude do l'rata.
DEM DO DIA 30.
Oflicio. Ao inspector da thesouraria daH rendas
provinciars, ordenando faca entregar n Jos Presby-
Irro da ExprctacTio a quantia de 200/000 ris para
compra de algtins objeclos nccessai ios casa da c-
mara municipal do Cabo em a villa de Nossa-Senho-
ra-do-O'. Parlicipou-so cmara municipal do
Cabo.
Dito. Ao inspector interino do arsenal de man-
tilla, denegando a dispensa do servico da guarda na-
cional, que S. me. solicitou para Joflo da Cruz Lima,
srvenle do pharol da barra. .
Portara. Mandando passartiomeaeflo de admi-
nistrador do consulado provincial ao bacbarel Luiz
Duarte Pereira. Parlicpou-se ao inspector da the-
souraria das rendas provncaes e ao nnmeado.
Dita. Ordenando que a Manoel da Cimba Bastos
se passe palele para o posto do major do *. bala-
Ihflo da guarda nacional d'Agoa-Piela. Commii-
iiicou-se aiicommamlanlc superior interino da guar-
moso, e ao obredito bastos.
Leilao.
-- L Q. Fcrrcira & Companllia farflo lolflo, por in-
tervencfloilncorretor Oliveira, e por conta o risco
de quem pertencer da porcflo.do cafa a variado e
limpo, quanlo baste para coparos e coste i o da gale-
ra Ha*ar, cpililo Simpson arribada a este porto,
na actual viagem que fa/ia do llio-de-Janeiro com
destino a New-York : hoja 15 do correle, as
lOlmrasda mandila imprelerivelmente no arma-
zem do Sr. Jos Vellozo Soarcs.
Avisos diversos
Mesa Geral
NA

ER
Aifandega.
4:161,798
RENDIMF.NTO DO DA 14..........
Descarregamhoje,i5.
Barca portugiieza Ligeira mcrcadorias.
Barca ingleza (iolden-Fleece idem.
Briguo dnamarquez -- louhe farinha de trigo.
Barca ingleza James-Slwarl-- bacalbao.
Consulado.
RENDIMENTO DO DA 14.
(eral..........
Provincial .....'.
Diversas provincias
1:831,199
796,878
35,862
2:663,939
.llnvimcnto do Por lo.
Navio entrado no dia 14.
Paradina %t das, hiato brasileiro Santa-Cri*, de 22
toneladas, rapilflo Antonio Manorl Affoaso, cqui-
pagem 4, carga assucar, couros e mais gneros;a
Joaquim de Oliveira.
Navio tahido no mesmo dia
Parad iba ; dale brasileiro l'ure*a-de-Maria, capitflo
Bernardino Jos llandcira, carga varios gneros.
Declaraces.

DE'
*k.
m\ RITA DE t'ASSIA.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE T)0 DIA 28 DO PASSAD0.
0 arsenal de guerra compra cinco duzias do li-
gcllas de louca liranra de p de pedra : quem dito
genero quizer. fornecrr, mandara sua proimsta em
carta fechada ramostra a directora do mesmnar-
seual al odia 17 do correle mez. Arsenal de
guerra 12 de maio de 1847. Jodo Ricardo da Mlva.
A adinMistracao geral do eslahrlecimenlos de
caridadeinamia fazer publico, quo no dia 17 do
crrente pelas 4 horas da lano, na sala de suas
sessoes, i rilo a prai;a as rendas das rasas ns. 1 c 2 da
ra do Calinga pelo lempo que deconer do pii-
meirodc julho prximo futuro a 30 de jundo de
1850. Adminjslr%cuj| geral dos eawSUecimrntos
de caridade 10de maio de 1847.O escrplura-
rio Francino Antonio Cavafanii Cousseiro.
'l'hcali publico.'. .
Buuficto (le Zibideo Cezar.
Em consrquoncia da muita cliuvaque douve do-
mingo, 9, licou 0 espectculo transferido para domin-
go, 16, impielerivelmente, com a grande pecaFAl-
El.~, ra farcamanof.l mi:ndes--.0 heneliciado espera
que os seus benignos protectores ievem a bem a dita
transferencia que fui em beneficio do respeilavcl pu;
blico.
Avisos maritimRs.
Oflicio. Ao commandanto das armas, recom-
men lando a expedeflo de suas ordena para que o re-
eruta Manoel Francisco da Silva seja apresentado ao
oltlcial asrdeos da presidencia.
Dito* Aoclicfc de polica, devolvendo, para ter
OHieslno conveniente, o recruUi Manoel Francisco
da Rocha.
Dito. Ao administrador docorrcio, instando pe-
la informaeflo queoulr'ora Ibe exigir acerca da pos-
ibilidade de tocarem em Pao-d'Alho, Nazarclh, l.i-
moeiro" e outros lugares os correios que parleni paiu
asdifTerenteivillas.
Di Lo*. A' administraeflo dos estabelecimeiilos
de candado, intirando-a da iomeacflo do padre Al-
bino de Carvalho l.essa para regente do respectivo
grande hospital; eapprovamlo a de Manoel Flofbn-
ciOAIves de Moraes para lliesouieiro das lolerras
concedidas aos mesmos eslabelecimeutos.
%
DEM DO DIA 29.
Oflcio. Ao Exm. presidente do Para, rogando
baja de fazer remelter para esta provincia tima por-
c,flode seme/ites (je caima de Cayanna," para supprir
a falta que della se sent.
Dilo. Ao inspector da thesouraria das rendas
provincias, ordenando que deconformidade com a
disposieflo do artigo 32 da lei provincial n. 192 con-
vpucione cun o proprietari da typographia impar-
cial a impicssflo dos trabalhos de todas as repart-
(oes provncaes no anno fmanceiro
Para o Rutile-Janeiro sal', no dia 17 do cor-
rente, o biigne nacional I.uia: quem no mesmo
quizer ir de passagem para o que lem bous com-
nioilos, ou embarcar esclavos dirja-sr ao capi-
tn na nra^a ou n Novaos & Companllia, na ra
do Traprchf>, n. 34.
Para o Ro-dc-Janeiro pretende sabir, no dia 18
do correte mez de maio, o veTerro pataclio Ftptran-
ca, capitflo Joaquim Antonio Concalves Jo Santos,
anda pode rceber alguns escravos a frete e passagri-
ros; no esciiplorio de Mimoel Joaquim Ramos c Sil-
va, ou a tratar coro o mesmo capilflo.
No dia 19 do correle, segu, para o Uio-de-
Janeiro odale nacional Maria-Firmina, ^por j ter
seu carregamenlo pro mato : qurm quizer ir de pas-
sagem, ou embarcar esclavos, dirija-sc a ra da
Cadeia-Velha, n 34, priuicyo andar.
Para o Ajacaly pretende sabir com brevidadeo
liate Noto-Olinda : quem nelle prelcivder cartegar,
ou r de passagem, enlenda-se com o meslro do mes-
mo, Auttinio Jos Vianna, no Trapiche-Novo.
-- Para o Ro-Cranile-do-Sul e^'oi to-Alegre pro
tende seguir cm poneos dia*, e tilo breve como u
lempo permita o embarque do seu cui regajiiujtth.'o
brige Argot. bem corriiecido pelas suas ^4Tms ;
para os ditos poilo recebeescravos e passageiros,
para o que tcm superiores accomnioda^oes : quem
pretender pode enlender-so com Amorm Irmflos ,
na ra da Cadeia n. 45.
O biiguc portuguez Tarujo-I'riweiro, forrado
marcha, pre-
AmanltSa, iG docorrente, pelas 9 lio-
ras do (lia, haver mesa geral na igreja de
Santa Rila de Cassia, sob a presidencia
do Sr. juiz de capellas. Roga-se a todos
os Senhores que pertencem irmandade
de tao gloriosa Santa, nao deixem de
comparecer a essa mesa, pois que nella
se ha de tratar de objeclos de muito in-
leres>e confraria, e que cuinpre sejam
devidamenle apreciados por erles.
O NAZARENO N. 33
est a venda as 3 doras na livrara da prac da.Inde-
prndencia, ns. 6 e 8 Alm de una carta escripia ao
venrravel Paulo l.uiz Courier, alm de muitosoti-
tosartgos denteresse e da notavel clir'onica, traz
11 m sobre a soltura de um escravo que matou a seu
senhor.
LOTERA do tiieatro publico.
Em consequencia de se nflo ter completado a ven-
da dos bilhcles dcsta lotera, e exslrem algunsa-
inda em ser, o respectivo thesoureirodeixou re fazer
o effectivo o andamento das rodas no da 42 do cor-
rete, e o Iransfero para o da 29, no qual espera rea-
lisar nfallvelmenlc edito andamento; e.pede -
qiicllas pessoas qualccm marcado e apartado blhe-
les, que os vflo receber at o dia 26.
AO PUBLICO. .
0 abaxo assignado, lilho, e nico herdeiro de Jos
Manoel de Vasconcellos e Mello, vendo o annuncio
que 110 Diario A'uro n. 88, deste anno, lizeram publi-
car em ratilicaQOcs de outros qtnj sadiram em diffo-
renles nuincrosdo Diario de Pcrnambuco, em o anno
de 1815, os Sis. Jos de Barros raleflo lo Lcenla
mais derdeiros da finada I). Mara Magdalena de S e
Mello, relativamente ao engcnlio Uhaquinha, sito em
Seriihflem, nos quaes dzeni os mesmos Sis. que
Ibesassisleo dreilo ao dito engenho, em consequen-
cia dte ter jul gado nuil o por tres tenlencas o vinculo
em virtude do qual eslava o pai.do ataixo assignado na
administracilo do engenho, e pntitiam usar de seu direi-
lo para hacer oquejegilimunrnte Ikts ptrlencer, vislo
que ndo lem ttulos o mesmo abaixo assignado; lem a
Tespondcr que ttulos nflo possucm os annurfCiantes,
que autorisem seu aviso, para con fusilo doiiual has
laria que o abaixo assignado exigisse dos mesmos
aununciautes a exbibicfld dessas seuieneas que di-
zetn ier oblido, eque declarassem se essas sonlen-^
cas passaram em julgado, e nflo fura ni reformadas.
Mas o abaixo assignadu que nfloquer deixarem du-
vida o respeilavcl publico, cercado verdadelro se-
nborio desse engolillo, declara, para que tambern o
Sr. Jos, de Barros e mais herdeirode I). Mara Magr
dulcna nflo coiitnuem a denoqiinaV-se senhores da
propriedudc alheia, que foi julgado valido c com to-
do o vigor o vinculo, em virtude do qual eslava o
pai do abaixo assignado na admiiiistraQflo do enge-
nho, por accordam da relaefloda Baha, de 8 de jo-
lino de 1775,.e por accordamj da casa da supplicacflo
ile Lisboa cm dala de 4 de fevereiro de 1777, e que
por l'rca dessas decisdes foi a referida II. Mara Mag-
dalena, por mandado judicial, lirada da posse em
que indebidamente so achava como ludo consta
dos respectivos autos, que estarflo sem duvida no
carlorioda piovcdoria dos'bcns e fazendas dos de-
funtos c ausentes. O pai do abaixo assignado foi o
nico administrador, e por sua morlo passou o mes-
mo abaixo assignado a posAuir o engenho cnmoou-
tro qualqucr t.em, desapparecendo a qualidado de
vinculo, em virtude da rosolucflo de 6 do oulubro de
1835.
Julga o abaxo assignado ter respondido os refe-
ridos annuiicios, cescAiiecido ao respelavel publi-
co aceica do engenho Ciiaquinha.
Iloavenluru de Mello Castella- Bronco.
Manuel Alexandre do Souza scieutifica aos
Sis. Jos de lanos Falcflo de Lcenla c mais herdei-
rosda Imada D. Alaria Magdalena de S o Mello, que
tcm comprado ao Si'. Boavcntura de Medio Caslel lil-
il anca o engenho L'baquinha, sito em Sel nhflcm,
a vista dos ttulos que este aprrsentra, e dos quaes
se evidencia o inconteslavel direito que o mesmo li-
nda i:o rele ido engenho, coiiioiilho e iinico herdei-
ro de Jos Manoel de Vasconcellos. e Mello, por cujo
fallccimenlo desappareceu a qualidado de vinculo
ouro de boro tamanho, com os signaes seguintes:
iioamostradorse aclia o nomo de seus autores Bru-
giiet &Fls, e as cosas as leltrasiniciaeaC.il,
gravadas: quem do dito rologo souber,|e entrea
na meante casa, recebera 20,000 rs. de^gralillci-
efio.
-O abaiso assignado he procurador bstanlo do
Sr. major Lniz Soarcs Raposo da Camera, e lem po-
deres especaes para novamenlo arrendar o seu mor-
gado na ilha de San-Miguel, que deve espirar o ul-
liirto arrendamcnlo em_agosto do correte anno:
quem, pois, esse negocio pretrnda fazer, dirija xe
ao abaixo assignado, que tambern faz corlo que foi
desonerado de procurador, desde 27 de fpvcroirtulo
correnle-anno, o ex-procurador o Sr. Jarewyjno i\\-
bral Raposo da Camera.
Joti Dias da Silva.
L Precisa-se fallar ao Sr. Jos Correia Campello,
na rifada Cadeia dobairro de Santo-Antonio, cat
n. 25, para negocio de interesse.
OTSr. Antonio Percre Cuimarfles, qnando. tiver
occasflo de vir ao liccife.queirn apparecer na laja fe ,
louca, atrs do Corpo-Santo, n.'DS, a negocio;."i
OSr. Francisco Antonio Ponlual querr \diri-
gir-se a loja de louca aljs do Corpo-Santo, n.B8,a.
lirgoCO.
-OSr. Antonio Raymunilo da Silva, morador em
Arcas, dirja-se ao Becife, atrs do Corpo-Santo, n.
68, queso (liodesoja fallar^
Precisare de um caixrro de boa coa/lucta que
entrnda de ferragens, c que seja hbil para o baleflo:
quem estver nestas circumstancias annuncie sua
inorada, pai^ ser procurado.
* Precisa-se (le um feitor quo en ten da de plm-
tacies e podas para um silio perto da pra(a : na ra
da Cadei do Recife, casa n. ft. .
Quem precisar de um rapaz brasileiro de boa
conduela, para caixeio ououtra qualqucr arruma-
eflo, tanm para aqui como paaa fra da cidade, di-
rija-sea loja de miudeza de Joaqtgfm llenrique da-
Silva, no arco de Santo-Antonio.
Aluga-se o sobrado de um andar e otiJo silo
na ra da Pcaia, n.i : a tratar nearmazem por
baxo do mesmo. ^
Quem annnncioii precisar de hu nj^o de. boa
conduela fe que cnlenib^i de cripta e seja activo pa-
necobranijas, sendo quo ainda nflo tonda, dirija-so
ra Imperial, n. 37.
Quem precisar de urna ama com borfl lei t, for-
ra, dirija-so a ra larga do Rozario, Indo para o
quartel, n. 21, seguftdajindr.
Quem quizer dar 800,000 rs. a juros com hypo-
Iheca cm urna casa terrea lvre e desembaracada.an-
nuncic para ser procuiado.
Quem annuncirm,querer comprar o atechis-
modeJoo Baptista Say dirja-se ,a ra larga do
Roz.rio n. 8, primero ailar. Na mesma casa ha
(ima grande poreflo de muito boas obras para se
venderem muto'envconta.
--Aluga-se casa terrea da ra da Ponte-Volda ,
n. 94 : a tratar com Domingos Sorianno Concalves
Ferrora na ruado Trapiclie, armazem n. 19.
Aluga-se aarmazom do Fortp-do-Matlos, n. 14,
com muitoscommodos para ler pronas de algodflo,
ou mesmo para recolder gneros de estiva: a tra-
tar com Manoel Luiz da Veiga todos os dias utes,
no caes da Alfaiidrga armazem n. 5.
~ Prccisa-se d 800,000 rs. a premio daado.se
por seguranca tima casa no bairro do Doe-Vista,
quo rende 10,000 rs, mensars : no armazem n. 3, dc-
fronte da ordem terecira do S.-Francisco.
-- OfTcrece-se para caxeiro um maco de 18an-
nos natural da provincia do Cear o qurld fia-
dor a sua conducta : quem de seu prestimose qui-
zer utlsar, dirija-sea ruada Cruz, n. 51.
-- Raymundo Pinlo deAhKn mudou a sua resi-
dencia para o pateo de Saii-IV.dr*, n. 10.
Da-sednhciro a juros com pondores, o com-
pra-se ouro mesmo em obras quebradas : na ra do
llangel, n.ll.-
- Manoel da Sil%i Santos, ven-
de farii)lia detrSG da.verdadeira
prximo futu-
ro; o recommendando que-submetta o contrato e cn'cavilha'do de cobre, de excllenUf marcha, pr<
approvacOo-da presidencia. tendo sabir para Li.flioa, com a nWt>r brevidade
Dito. ib director do arsenal de guerra, autori-1 possivel^nor ter a maior parle de sua carga engajada:
satido o pagamento de um conhecimeuto passado a quem no mesmo quizer carregar, ou ir de passagem,
Manoel Uuarte Frrflo ; eordenando que (Tora a van-para o que ollcrcce asseiPlos commodos e Iralamen-
. .u* norjrar 8S del2M"' .*"r as rubricas ^os, trate com o consignatario, Firmino J. F. da Roza,
a que pertencercm. -Parlicipou-se ao commissa- r
rio-pagador.
sa
Dito. Ao commandanto geral interino do corpo
de poliaja, exigindo informaeflo a respeito dos n.pi-
cos do relatorio do concelbo geral de salubiidadc,
em que se propOo a transferencia do hospital do mes-
na ra do Trapyh,,n. 44, ou com o-cap tilo, Manoel
de Oliveira FajDCO.
No dia 15 do rorrete pretende seguir para o
Rio-Grande-do-Sal o brigue Independenle : quem
no mesmo quizer carregar carga ou escravos eti-
lenda-se com o capitflo Fructuoso Jos Percir
ino corpo para urna sala ntaia arejada, e faz-se al-^utra, ou cem Manoel AlvesCuerra.
que lluvia no mesmo engenho, em virtude da reso-
fucao de 6 de oulubro de 1835.
Haniiuneio inserlo no Diario n. 107, (lo 14 do
correle, nflo se entemle com o Sr. Jos Joaquim
Fe reir que ha pouco vcio deJserinbfleni, o qu^l foi
caixeiro do Sr. coronel^lenczes ; c sim com Jos
Joaquim Fcireir, morador no Rio-Crande-do-.Norle,
0 qual cousla andar nesta cidade. ^
Desappareceu do cullegioSanlo-Antonio,na noi-
le de II para 12 q|)c0iienle, urna canoa de um SO
pao, e bastadle omprida, levando 6 baldes cheios
il'agoa: sup| ie-se ter sido canegada pida correle
tas agtias na Masante da msr. Quem a adiar quei-
ra levar ao mesmo collegio que sera recompensado.
Rccommeylda-sea lodosos canociros, principalmen-
te aos que a couhecem, do por toda diligencia, pois
1 ilesucccdcr-quo leuha sido lanilieiu lilaila por al-
guem; (|ie ser bem recompensado'aquella que a
Irouxer, ou della de noticia.
fio dia 12 do crlente furtarain no AlerrO-da-
Boa-Vista, loja de marceneiro, n. 37, umrelogio do
marca SSSF, clie.gada ullimamen-
le a es(e mercado.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra Im-
perial n. 167 com muito bons roniriiodos : a tra-
tar na ra Nova n. 42 com Dellilfo Gonclves Pe-
reira Lima. .
Aluga-so a cazinda, n. 103, do Alerro-dos-Alo-
gados : na rus Nova, loja n. 58.
Precisa-se alugar um escravo Ou 'escrava coz-
nbeira : na ra do Alcrro-da-Boa-Visla, n. I, pn-
meiro andar.
Deseja-se fallaran Sr. Joflo Mannho Pacs nr-
relo :e como se ignora a sua morada, faca.o fayor
de declara-la, ou dirigir-se a ra da Cruz do Bcciic,
n 6*.
A prssoa.a qtiem fallar um relogiodeprala, que
se romprou por diminuto preco, dirija-se a na uo
Collegio, n. 6, botica de Cvpi no Luiz da Paz.
O arrematante das afeheneadesto municipio ao
Recife pela ullima ve., faz cerfpa'qirein inlrressar,
qucolempoda reviila da mesma- aferieflo se es
concluindo e que fbe nflo be possivel despachai i
todos/guardando-so para os ltimos das, do ()"<-
os previne para que nflo alleguem ignorancia cm lem-
po alguni.
O arrrmalantr dos dizimos dos cocos (leste mu-
nicipio da nflo pagaram a colleela dos mesmos r0!'; ""
juhhode 1846 a 1847 queemjunho prximo iii-
ro Taz um anno por issoprelende cobrar ji
cialmenle ; pois que, nflo leudo sido possivi
rerrm pagar Rmigavrlnicnte nflo ob*taniei _
de conriecedcncia que tcm lulo com as mesmas,
Ibe resta senflo dar andamento ao quo a le
aos que negam-sc a pegar.
Precisase de Injs offciaes de marre-
de J. Be-
n.
14-
iiciro, eslrangeiros : em casa
ranear, na na da Florentina
(fflr. Jos Joaquim Ferreira queira ir pagar
que (leve airas do Corpo"Sanlo. n. 68.
_Jacinlho Soarcs de Wenezefi faz c-
ente aos amadores de liom gosto^que lie
chegado asna loja de algale da roa ^o
ve, ir. 35, um completo soriimento de
crtesele collelet btdadfts ao nllimo gos-j
lo les, antes qe se ocalicni!
'reniio a dous por cento.com
tirina : na ra" do RozarH
Dflo-sc 100,000 rs
peiihoies d
da Boa-Visla, n
__Prscisa-se de* um
l Rozario padarian. 48.
forneiro : na
ruf.
Isrg

N


1 i lili PMUR
s3B
S^ *
tnlielecimento do sorvetos do primeiro an- I Precisa-se alugar um prcto para o Servido 'lo
.. Ocsui luRoynr0, n. 26, mu.loii-so para a rna |oma pallara, nimia quo nflo eiitenda da mesma : na
dar na.rui\'0 n. 27, primeiro andar, onde contina ra dnsGuararapos, padaria n. 4.
daQ>eim" .,,0 soivctcs de domingo, 16 do corren- llujer15 do corrcnte, dcpois da audiencia do Sr.
ji daros nw^ fr. juiz do c^vcl da segunda vara, na sala da m''sm;i,
seha do arrematar urna porcfio do carne do Cear,
um mnlcmio o inais litemos dedous armazcns, por
cxccucno contra Manuel homingucs Moroira Jnior :
quem pretender apparcca, pois lie o ultimo da da
praca.
Precisa-se de urna casa de um a dous andares,
con> accommodacAcs para nnmerosissima familia, o
em lugar aasaz areijado, em nlgum largo, por exem-
plo, e o mais central possivel do bairro de Santo-
Antonio : quein a tiver para arrendar, dirija-sa 4 li-
vraria do Dr.Coutinho.na esquina do ra do Collegio,
ou annuncie por esta folha.
lCie.nil'*"'unc0U precisar de um rapaz que en-
-J^feragens, dirija-so a ruada Florentina,
" ^pisa-se alugar um prcto que seja possantee
"" rs vender pilo comum homem, o depois fa-
"''rf'asemuinlalioleiro: ua ra Imperial, n. 37, ou
"""uio no dia 13 do corrcnte, as 9 horas c
" unnile, doCI.ora-Men.no, um cavallo ala-
T ^imno con. a fenle abcrla sellado e en-
1 U rni visto no sitio do Sr. Dubourc, aondese
freai">> ""... ___.....i,, ncn<, 'iioit.
- Oompra*-sc diarios velhos, a 3,800 a arroba:
na ra do l.ivraniento, 11. 11.
--Compra-sjima escrava moca, que engomme
ocozinlio: narua do Queimado, n. 4.
Corapra-o papel de diarios.a 3320 rs. a arroba:
na ra Direita, n. 104.
Compram-se desde os primeirns al os ltimos
nmeros dos jomaos /'annima o Krviita Univusnl,
desde sen principio aleo lim de 1816, ou eoHeccea
animaos completas, em hum uso: quein livor an-
nuncie, ou dirija-so a ra da Madrc-de-Deos, n. 14.
Comprum-se, para umaeucomn.enda, esciavos
de ambos os sexos, pelos e pardos, de 10 a 40 an-
uos de idade,e pagam-ae beni, logo que agradeui: na
ra eslreila do Ituzario, primeiro andar, n. 31.
!n .iceiliin, Roaa-se a qualquer pessoa queoti-
>ChTbado "eofvararua da Cadei. do Recife,
ou ni Cruz-de-Almas silio .lo Sr. Angelo
?' rnniro ouc ser generosamente recompensada.
(Tarece-se, para caixeiro de loja, um moco
7ipm lioa conducta o qo<> .he bastante hbil:
q m d seu prestimo se qulzer utilisar, dinja-sc
^^e'ro-da-Uoa^Vista loja [de Manoel Joaquim
Vpi'ianocio de Souza. ...
-*ll"iiie 15 do corroi.te, pela pnmeira vara do
."| L'ha de arrematar na sala das audiencias, as
horas'do costume, um oscravo moco, sOm vicio
nem'achaques-, per.noradoa Anton.o Joaquim da
s.ivadslro poroxecueflode seus credores.
V.'-uaova.Ti. 35, deseja-se fallar ao Sr. pa-
dre Antonio Claudino ', a negocio que Iho diz res-
^-"uem liver para alugar um sitio com as com-
mmlidades precisas pa.ra urna familia, e que nflo
"sceile de meia legoa desta praca atvnuncie, ou
dirija-sen ra l>ireil ,n.39. '
Jos Joaquim Ferreira declara que nada deve ao
Sr..de detrs do Corpo-Santo n. 68.
-Jos Joaquim Ferreira participa ao respeitavel
i Mico que, por appan ceroulro de igualnome, se
assignara, de boje em diunte, por Jos Joaquim Ecr-
reira lleiris.
-- Prer.isa-se alugar una 'escrava para o sorvico
' de casa c ra, eq ue sai ba bem co2nhare engom-
n,ar:nopatcodoParaizo, n. 20.
. Roga-se aos Srs. Francisco Cactano do Souza e
jacinlhoJn.se de Souza, naturios da ilha dcS.-Mi-
Miel dedirigirem-se a ra largado Ro/.ano, n
9 afim de receberem umacarU, viuda da n.es-
ina ilha, tcndeiiic anima hcraiiQa.
' Lima.all'aiate,
na rna larga do Roznrio, n 40, precisa de ofliciacs
desouollicio, e recebe aprendizes para cismar.
Tambem vende pannos, bous brms trancados,
lianiliiirgps riseados, hnllandas, madapoles al-
eniliioziiiho trancado ,.linhas de todas asqualidades,
obras feitas, bolOes de todas as qualulades, panno
azul muito superior e velludo.
- I;casa do Att'iro-da-Boa-
Visla, i 7, roubaram, no dia
12 na ral 3-do corre rite, os seguintes objeclos ; um
anneldeourocombrilhante e qualro rubina; um
aiuieliiodeourocoma lirma A. S II.; um alunle
de .uno para senhora, com llores levantadas; um
dito com camr.feo grande; um dodal de ouro com as
lcttrasM. P. L. ,41. V A ; um alunle com infloz-
nha de ouro, e um lia maule pendurado; dous ditos,
sendo um esmaltado, o outro com urna correiilezi-
nha segurando oulro pequeo; dousbotoesde ouro
csmellados, com um diamante cada um; um dito dito
com'uma esmeralda, cort um cordilnzinlio seguran-
do um alllnele; um filo liso; um retrato encastoa. o
em ouro, lendo um laco em cima, com un diamante
eduas li, mas as costas, M. P. b., M. KA.. Roga-se,
porlanto.aqualquer possoa, a quem Mr oii.ieciuu
qualqucr desloa objeclos, ou delles livor noticia, ba-
ja de se entender cun Manoel Pereii a Larqego, na fu
dor.respo.ii. 3,ou na ra do Qutimado, n. 7, que
sera generosamente recompensada.
--Avisa-so aos Senliores habitantes da culade de
Olinda, que do dia 16 do crranlo mez em dianle ha
avend-r naca do Sr. l.uiz Gonzaga, na ra de
San-liento, pilo fresco, de inuitu boa farinlia, e bem
amassedo as cinco horas c meia da manhna, sendo o
pflo de bom lamaiibo, feilo na padaria do Andre Xa-
vier Vianna, na roa dos Guararapes, n. 4. Asscgura-
se aos freguezes, que sei lo bom servidos.
S ah ca ele q^chiims e fund-
c ferro na ra do
Brnni, no Recife.
Me i:alluni& f.ompanhia, engenheiros machinis-
ta's'4 rundidoi es c ferro, mui respeilosan.cnte an-
mlncian aos Srs. proprietarios de engeiihos fazen-
ileirns, negociantes, r.iliricai.les c ao respeitavel
publico, que 0 seu estabtlecimcnlo de forro, mo-
vido por machina de vapor.se acba em cllecUvo
exorcicio, c completamento montado convappare-
lhos de prinieir qualidade para a-perfeita conree-
cao das naiororpe*8lle niachiiusmo.
Habilitados gfra emprehender quaesqoer obras da
sua arle Me Callum & Cun.panhia desejam m.s
parlicularmenle chamar a altencflo publica pa.a as
seguintes por seren. ellas da maior. cxlracc.io-tiesta
provincia as quacs construidas na sua hl.rica po-
lem competir com as fab. cadas em na.z estrang -
ro, tairto em preco como na qualidade das materias
primas e mfo d'obra, a saber :
Machinas de vapor. .
Moendaa de caimas para engenhos movidas a va-
por, poragoa, ou animaes.
Itodas d'agoac serraras. '
Maiiejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, hronzese cbumaceiras.
CavilhOese parafusos d? lodosos lmannos.
Taixas, crivos c boceas de foinalba.
Moinhos de mandioca movidos a mflo ou por ani-
maos e prensas para a dita.
Fogea c fornos paracozinha.
Canos do ferro, torneirus de ferro o bronze.
Ronibns para cacimbas cdo repuxo.
Guindastes guinchse macacos.
JHashydraiilicascde paiafuso.
rifcgens para navios, carros, obras puoiicas, c^p,
luniuas, varandase grades.
Prensas de copiar cartas c de sellar.
E dSuo'das suas obras, Me f.allum &
Cmpanhia' raniem a mais exacta conform.d.do
com os moldes c desenhos rcnielt.dos pelos Srs que
se dignarem de azer-IJies encommeudas a|.rovei-
?andog occasiflo Para agradecer aos seus beue ole.
amigos e freguezes aJBvIerei.cn; con que leem si
do L elles honrad*. ^ assegurar-' n n?
pMparrio -esforcos nem diligencias para continua-
rcm a mrecer a sua conliana.
Vendas.
Furto.
Furtartm.das 5 para as 7 horasda tardo do dia 10 do
corrcnte, do primeiro andar da casa n. 50 da ra da
Cadeia-Velha.uoi relngio patente inglez.d'ouro, com
vidro, levando urna chave ordinaria presa a urna li-
ta : roga-se a pessoa quem for offerecido, ouque
saiba a inflo em que para, de avisar na casa cima
dita a Cunta & Amoriin, que se gratificar.
PeranteoSr. Dr.juiz do civel da segunda va-
ra, no dia 15 do correnlo, na sal das audien-
cias, depois dcllas, se ha de arrematar urna casa
terrea', sita na estrada nova em trras foreiras, por
execueflo do Manoel de Jess Jordflo Caldeira con-
tra Angela de Jess Soares da Silva : quem a preten-
der compareca.
-- O abaixo assignado faz saber aue so acba dis-
solvida a sociedade que tinha na hija de fazendas ,
na ra do Collegio. n. 3, que principiou gyroiulo
com a firma de Ferrflo & Pinheiro : por isso declara
o abaixo assignado, quo nflo tenv gerencia algiima
no activo ou |>assivo da mesma sociedade ; e para
que a todo o lempo o abaixo assignado nflo tenha
lesnonsahilidde., faz o presento annuncn = Re-
cife, 10de maio de 1847 Joo /o, --A pessoa aucannunciou precisar do 1:400,000
rs: e outra que lambem quer 800,000 rs. dirijam-
soa rna Nova, n. 63. Tambem avisa-se ao Sur.
Paulino Ferreira Nunes, que appareca na mesma
casa afim de resgalar uns penhores, visto nflo ciie-
garem para o pagamento ; do contrario serflo ven-
didos. ... ..i.
Francisco Carnciro oa Silva, arrematanto do
imposto do gado varcuin de toda a provincia no
trienniofinanceirodo1847a1850, nflo tendo efTec-
uado as vendas dos municipios do fora novamen-
lo convida a lodas aspessoas que quizerem arrema-
tar qualqucr dos municipios de fora e bem assim
as freguezias dcsle municipio do Recie a compa-
recercniaslO horas do dia 15 do correnlo, muni-
dos de suas compclentcs garantas, em casa de seu
uco inaclelo Jos do Meudonca, naRoa-Visla,
casa dos Colhos, n. >. .
-- Perdeu-se, no mez de abril. urna carteira com
varios papis pertencentes a Joflo Antonio Soares de
A breu quema liver adiado e a qu.zer reilllulr,
entregara ao mesmo Abreu, na ra daCadea-Nelha,
ii.U. ~Aquempc.t"'''m-"ma taxa de ferro, que se
cha ao p das escadinlms da alfan-lega prendo
vende-la di. ija-seao paleo do (.armo n. 17, ou
annuncie. .
AUengo.
Jos Joaquim de Novaes participa 00 f"**
publico.que mi.dou o seu estahelec.mentodelalftia e
da casa dos 4 cantos da ruado Queimado paraalo-
u ,, Od.mesma ra, onde se cha pmmntoe
iervir OS seus freguezescom aquel la prompldflo o
costume o a lodas as pessoas que a sua casa qui
serem dirigir; assin. como vende pannos, cas.mi as,
madTpo0egs, sarja pan^^aXJ^?S
|u,as ile lodas as qualulades, le.ic. s de. da e de
cassa.boloes de lodas asqualidade,JSSSSt le
h.s e mui.os oulros ofclClo que et^rt de
haveriveuda ; assirn como llavera semprc onras
[eUas de X'as qualid.des.cou. a mesma perfeicao
das deencoiiimnda.
I
l'rocisa-se saber quem he o
procurador Ferreira Lima o qual es-
t em Portugal.
Cusa da F
na ra estrella do Hozario, n. 6.
Nesteeslabclecmentoacham-so venda as boas
cautelas da bem acreditada loteria do tlreatro publico
desta cidade, para cujas rodas est annunciado o an-
damento para o dia 29 desle corrente mez ; o por isso
convida a lodos os freguezes amantes desle jogo que
nflo po.lcreni comprar bilheles, a compraren! ascau-
telas, allm ilc que com ellas se habililef, e partici-
pen! das sorles desta loteria. Pl%co das caulolas: de-
cimos a 1,000 rs., e vigsimos a 500 rs.
A PARISIENSE,
NOVA E BRII.nNTE
para piano: vende-se na ra da Ca~
"<,'"-" deia, loja n. 31 ; preco 50o rs.
Vend-se urna escrava de 10 annos de boni-
ta figura : na ra da Roda derradeira venda.
No Atcrro-da-Boa-Vista, de*
fronte da calinita ,
venderse urna poreflo de sapates brancos e prctos ,
para homem, tanto por junto como a retalho e
oulros muilos calcados, por preco commodo.
Vende-so a casa terrea n. 3, sita na rna do
Rom-Sucesso em Olinda, pora quanlia de 1:200,000
rs.. tendo um sitio solTrivel, c a casa reedificada de
novo, exislindo dentro dola varios materiaes para
aciiharalnumas cousas quo faltam: napragada Roa-
Yisla, botica n. 6.

mm%?&3*'i
lii!
Yendem-se tesouras de Lisboa muito finas, ju
para costura, a 2,000 rs.: na ruado l.ivra- M|
ment, n. 23. jj
. -Vendo-so o engenho denominado I lha, na
guezia de Serinhflein, nioenteo correnlo, mm '.
moedor com aROt, por ser coaeiro, de muita iP'
diircni.;teui bastantes mallas o lodas as qual.dados-o
madeias; dista dopnrtode embarque lego* e.ntia
quem o pretender dirija-se an mM no OiUienhO,
tratar con o proprietario, Joflo Chinaco l'ornanucs
Cavalcanli _-
Vende-se urna prota crioula, de l>nnila iigurn,
de 23 anuos, boa .-naominadeira, malm.idoira.o quo
cozinha o diario de uina casa : na ra Dirorlo, n. 7.
A LOJA J10VA N. 17, DO PASSF.IO PL'BLICQ PA
l'RAIA 1)0 COLI.KCIO.
Estenovo estabelecimonlo, rasando hojo a sua a-
hertura, o estando de anlomflo prov lo o completa-
mente sortido de pechinehas e fazendas inteiramcn-
te novas que morecem particular altencflo aos ama-
dores da economa, edisposlo o palentoa-las^Io
mais mdico preco, compativcl com suas boas com-
pras follas ndinheiro.e sem compet lores no merca-
do, espera que o presento annuncio, soando aos ou-
vidos dos amantes do bom e barato, Taca a devida
impressflo para que com sua enrgica concurrencia
ao estabelecimento possatn devi.lanienle conhecer e
apreciar tiidoquanlo levo dito. Epara que com mais
garanta possam ajuiar e fazer mais acertada conci-
deraeflo abaixo levam os piceos alguinas dessas quo
a memoria Iras colleccflo."Uceas de mapapolflosor-
frivel, a 2,000 rs., e a vara "a 100 rs.; riscados do 4
palmos do largura, fa/enda muilo boa para escra-
vos, a 200 rs o covado; dito muilo propria para ca-
misas, a 140 rs. o covado; chitas, as uiolllores que
ato hnje teem appareci.lo, nor 160 rs. o covado, e a
5,800 rs. a peca; ditas proprias para cohertas, a 4,800
rs. a peca, a 140 rs o covado; .lilas francozas mili-
to largas.a 360 rs. ocovadojertes do chitas do muilo
lindos padrdes, a 2,000 rs ; ditos do cassa, os mais
modernos, a 4,000, 4,500 o 5,000 rs.; cortes do calca,
fa/enda muilo superior o do lindos padroes. a 1,280
e 1,440 rs.:c6rtes de eolletes de uslflo. muito lindos,
:i 800 rs.; ditos de Ifla o seda, a 1,000 rs ; ditos do
"orgiirflo de seda, a 3000 rs.; cassa lisa com urna va-
ra de largura, a 210 rs a vara, e 3,500 rs a poca com
17 varas; lcm;os de seda para meninos, a 500 rs. ca-
da um; ditos proprins para homem, a 1,440 rs ; pan-
nos proprios para mesa, a 1,600 rs.; mantas do Ifla o
seda, milito honilas.a 5,000 rs.; briiisda purolinho,
padroes muito modernos, a 1,000 a vara; dito bran-
co de listras, a 210 rs. o covado; dito trancado urli-
co, a 360 rs a vara; nssinicoino urna poreflo desa-
paes muilo prfprios par a cstacAo prosonte, a
1,440rs. o par.
Vendem-so dous lindos moloques to naco ,
de i:.a 18 anuos; um pardo de 18 anuos oplimo
carreiro, oque lio proprio para pagom; 3 pelos .lo
24 annos, bons para qualqucr servic'), sendo um
delles bom carreiro ; una parda do 24 annos com
habilidades; 6 pretas com algunias habilida.les < o
20 a 30 anuos sendo algumas do nacflo : na na lo
Collegio n. 3, segundo andar, se dir quem vende.
___Vende-se una lileira quasi nova, cubera loa
de sola : na ra do Hospicio, casa n. 50.
#
O procurador de Manoel Ferreira Li-
ma be Antonio Ferreira Lima, mora-
dor na ra Nova, n. 3.
- I iirtarnni, de 5 para G docorrenle
um vestido de sarja preta, urna mana de
seda com listras, dous lencos de sedo, sen-
di um por emlianliar, ni par de sapnlos
novos, e o mais com pouco uso : quem
rehender o dito Tulla* leve praca da
appi
Independencia,
cado.
n ry, que sera
gratii-
Compras.
__Vendcni-se 3 esclavos, sendo um negro, de 20
anuos pouco mais ou menos, uina muala do 18 an-
uos e um mulalinho de 7 para 8 anuos, todos de,
mu lindas figuras, c da mulata se dir ao compra-
dor as habilidades : na ra da Cadea de Santo-An-
tOnio, n. 25. ,
__Vende-se urna carteira do urna face so, um
(ileiro proprio para qualqucr eslahelccimento.e urna
mesa redonda de meio do sala, em segunda mflo :
auem qni/er comprar, annuncio.
_ Veiulcm-se3 pelas, ende as quaes una cn-
ffomma, cozinha e fazo arranjo de una casa; urna
Sarda, que cose, engonimae faz o somco do una
rasa- um pelo perfeilo rozuheiro, e que he
bom criado de urna casa : na ra do l'asseio, loja
"'--VenalMc una preta de 30 annos, por 350,000
rs quefazlodoosorvico do urna casa, cbequi-
tandeira : no pateo do Carino, n. 7, na loja.
__Ventlcm-seQ cscravos, muilo em cunta sendo-
duasmulalinhasdo10al2 anuos ; una dita do 20
anuos, de elegante figura o com habilidades; um
prelo de bonita figura ; 2 negrinhas urna de 13 an-
uos o a mitra de 16 ; 3 prelas para todo o servio
no paleo da Matriz do S.-Antonio, sobrado n. 4.
Vende-so urna sorveteira por preco commo-
do : no pateo do Paraizo n. 20.
__ Vende-se nina propriedade de tor-
ras, denominada Colia, no lugar do ria-
cho Cavatuba, na comarca do Limoeiio
Os prelcndcntes dirijam-se ra do
Ojieiinado, n. 17, primeiro andar.
Vende-se una cama, duas mezinbas, um par
de mangas de vidro o nutro do lantornas, urna mar-
que/.a, e mais oulros objeclos, ludo em bom oslado e
muilo barato na ra Relia, casa da esquina, n. 45.
Vende-se outroca-sepor ca-
sas terreas, ou alum silio perto
da praga, urna casa de sobrado de
dous andares (a excepeo de urna
parle de dous conlos de ris que
perlenee a outra pessoa), cuja ca*
sa he feila de muilo poucos an-
uos, e repartida moderna ; tem
urna excellente vista, bem como
.um bom desembarque para o mar:
quem stq compra ou troca qui-
zer fazer, dirija-se ra do Cres-
po a fallar com Jos Joaquim da
Silva Maya.
Vende-se, na venda do pateo do
Terco, n. 7,ozeite de coco, a 2,7:10, rs. n
canada ; e garrafas e meias a 360 rs.
Vendo-so arroz pilado brinco; dito verme-
Iho; dilo com casca; fcijo mulalinho: tudode mui-
~ Compra-so una carroc* nova ou em bom uso,
quo sirva parajum cavallo ou uinboi, com os seus
arreios: na ra da Cadcia do Recife loja n. 44, do
Joaquim Rihoiro Pontea. Na mesma loja vende-se
urna barcaca em muilo bom uso, que carrega
tscaixasdo assucar, o est prompU a navegar para
qualqucr porto, pelo diminuto proco de 800,000 rs.,a
^-Compram-sepsdolimrroparn cercado: o. es-' to superior qualid^le: venda da ra da P.aia, ...
trada dos Adictos no sitio do fallecido Pernoto, ou 39._ ^^^ ^ ^^ ^ ^ ^ ^^ cQm
"a ComnrT-'se'um iogo de gamo, que estoja om quintal, ou por algum pequeo sitio com arvonos
~ c.om'>r":** ,un^J'*' terleiiccs- na ra da do fructo, perto do Recifo. um sobrado novo lodo
'm!rSlrMrV. n al !'""* Lforrado, com um grande soto, paredes deliradas,
--Con .u-Mn-se ees de larangeiras '.em estado de ; chHos proprios,/qual rende por mez 34,000 rs.: a
seem mudados f/ia ra Nova, n. 42.' I ra eslro.l. do Rozar.o, n. 10, terce.ro andar.
O barateiro da Boa-Vista
esl venilcndo (na sua loja do Aterro, n.10. a pri-
meira indo da ponto) fazendas lito boas o baratas
quecausam admiracHo por sua ptima qualidade o
baratos procos, o mesmo por se no acharcm em
outra parle. Ahi aclia.fo os freguezes amigos do
bom o barato as seguintes pechinehas : chitas escu-
ras, proprias para vestidos do trazer por casa, a 120
rs. o covado; um cmplelo sorlimcnlo de nutras
mais linas, de varias coroso padroes, a 140, 160, 180
e 200 rs.; algodes americanos de lislras para roupa
de escravos, por seren muilo eneorpados o bom te-
culos, a 200 rs. o covado ; gamhreoes para calcas,
fa/enda propria da presento estaco por ser de pa-
drees oscuros imitando a casimira, a 1,000 rs. cada
Corte de tres covados e meio ; cassa lisa com vara do
largura, a 220 rs. a vara; dita de quadros o listras,
a 140rs. j madapoles limpos sem avaria, foseada
solTYivei, a oito patacas e meia a peca;ricos corles do
cassa celeste para vestidos de senhoras.a 3,200 rs.; e
pecas de hretanha do rolo com 10 varas, a 1,440 rs.
#__ Vende se a verdadeira e superior
polassa da l'.ussia, branca,e em barris pe-
queos : na ra da Cadeia do Itecifc, ar-
u.azein n. 11, de Bailar & Oliveira.
-- Vende-so por lodo o preco para liquidar con-
tas o scguinlo : vestidos do cassa, de varios gostos ;
dilosdeseda; ditos desetim; ditos de camhraia ;
dilos de chita ; pecas do dita ; dilasde niadapollo ;
ditas de hamburgo; ditas de algod.Toznho ; chales
do lila eseda ; ditos de seda ; ditos de lila ; mullos
sapalos de lustro; lencos; cassas, para babados. o
minas muilas fazendas de gosto ; o diccionario por-
tuguez o latino; o Indicador do cambio banco o
comme.ci; vanos nmeros do l'anorama de 1843, o
algumas obras de ouro : na ra do Rangel, 11.11.
Corram, corram depressa, fre-
guezes,
ao Passeio-Puhlico, na loja nova n. 19, de Manoel
Joaquim l'ascoal Ramos, que se acba do novamen-
tosortida do pechinehas, ludo por melado do seu
valor.como sejam: cortes de cassas-chitas a napolita-
na, cm 9 varas, a 2,500 rs., cem covados a 200 rs.;
" tea de cl.ilas france/as, a [W^* ^0O..rSJ
chitas linas para cobertas, a 140, 200 e 220 rs.; d.las
finaspara vestidos,:. 110,160,180,200,220,210 e 260^
riscalinhos franec/.es, a 220 o240rs.; primor com
ist as de seda, para'vestidos a 320 rs. o covado;
c, os do camhraia, pintados o muilo "r
400 e 480 rs.; mciosditos para grvala de cambraia,
1 llsira d cores e de quadros a30 is^ ditos ,n-
teiros Para dita, de seda pela, a 1,000, 2,000 o 2,500
' c le meia casimira franceza. a 3,400 rs ;
.nia's irlandezas, a 2,600 o 3,000 rs ; ditos de pello
do dalo, a I o rs.;' ditos de la-para calCas, 1,500
r- lilo d sempre-lura, a 1,300 rj.; madapolao
mu'ilo fino, a 2.000,'2,400. 2 800. 3.600, 4,000, 5,000 o
', aoo rs camhraias lisas de vara de largura, a pe,
ca4 50rs.. cavara a 610 rs; algodilo delistra-
a 160 '200, 220 e 240 rs. ; dito nicsclad e azul lo, a
-joe'i'io rs.; e outias muitas fazendas pelo dimi-
nuto preco do que em outra qualqucr parte.
attencaO AO QUE UE BOM E BARATO.
Vende-so cafe moldo de superior qualidade, do
qualro libras para cima, a 140 e a 160 rs. a libra; dito
decevada em porco de qualro librBS para cima, a
140e a 160 rs. libra; charutosdoregala,osmelhores
quchojoha,al,400rs. acaixa; assucar refinado, a
2,720 rs. a arroba, e a libra a<-90 rs.; manteiga ingle-
za muito boa, a 720 rs. a libra; cha hysson.a 2,320
rs. a libra; caf de caroca, a 4,000 rs. arroba, o a
libra a 140 rs.; cevadacm carcho,a 100 rs. a libra: oa
ra Direita, n. 104.
r
mm


A
= Vend m-e moendas de ferro para engenho de
anear, para vapor, agoa e bostas, de diversos tamanbos >
por preyo coimiiodo ; c igualmente talxai de ferro eoado
e balido, de todos os lmannos : na prafa do Corpo-San>
to, n. 11, ein casa de Me. Calinont & Coinpanhia, ou na
ra de Apollo, arinazein, n. 6.
Gaz.
Loja de Joo Cbardon ,
Uerro-da-Ioa-Visla, H.5.
Neata loja acha-seum rico lortlinento de LAMPEOES
PARA GAZ coiii seus competentes vidros accenddo-
rrs e abafadores.
EstCS CaiulieirOS lo os melhor**, e
mal modernos qheexistem hoje : rrcommendani-sc ao
publico, tanto pela seguranca e bom gosto de suo boa
confecfo como pela boa qualidade da luz, cconoinia e
asseiodeseu servico.
IVa llieSma lOja os consumidores iein-
preacharo uin deposito de CA2., de cujo se attanja n
qualidade, e em porco bastante para consumo.
Novos gambreoes.
Na loj* ile Guimarfles Serafim & C, confronte ao
arco de Sanio Antonio, n. 5, vendem-se novos gam-
breOes a 1,400 rs. o corle de tres covados o meiojfcs-
ta fazenda torna-so rccommendavcl pura n eslagfi
presente, por ser fazenda encorpada e escura; e tinge
a casimira franceza por terpadroes imitantes | chi-
tas a 120 o 140 rs. o covado, ealem disto um com-
pleto sorli ment de toda a qualidade de fazendas.
A' 800 rs. o corte.
Na loja de Guimarfles Serafim & C, confronte ao
arco de Santo Antonio, vendem-se lindos corles de
fustilo, cftres fixas, pelo barato prego de 800 rs. o
corte; cassa-chitus com flores, finase largas, suecas
e ioglezas, a 240 rs. o covado.
NA MJ/Y DO QUEMADO, N. u,
.Vendem-se lindas mantas de soda
muito finas as uinis modernas que ha ,
proprias para srnliora e meninas, a 'i, mu
rs. ; cortes decassa de coren fixas, ede
lindos padrcs, a .'1,000 rs. ; sarja lies-
panliola ; dita franceza ; los prctos ; lu-
do por menos de sen valor, por ter aca-
bado a Quaresma : na loja nova
C. Leite.
Vendc-se o restante da superior
3,200 rs. a sacca : na ra Dircita n. 9.
de 11
frinha, a
A' 12.?000 rs.
Na loja n. 5, confronte ao arco de Santo Antonio,
vendem-se ricos cortes de clialy de 13a c seda, pa-
drees modernos, pelo barato prego de 12,000 rs. ca-
da corto; ris< 11 los franerzes linos e modernos, a 240
rs. o covado; zuarlo azul encornado, da fabrica pnr-
tugueza, a 200 rs. o covado: esla fazenda hepropria
para cscravos.
PAMOSHKETOSFIINOS
*. novos na loja ; velludo-pelo ; chama
loletleseda, para colleles e gollas ; se-
tiin macau ; o verdadeiro hriui trancado
de listras de cores : na ra do (hicimado,
loja nova, n. it, de Kayiimiido Cario
Leite.
Vendem se VELAS de cera do
Bio-de-Janeiio e de Lisboa grande e
completo soriimenlo : na ra da Scnzal-
la-Velha armazcm n. no, de A lves
Vianna
f Vendem-se superiores chapeos de
^iftfc.raslor, preto e hrancos, por preco
muito Intrato : na ra do Crespo, loja 11.
12, de Jos joaquim da Silva Maya.
Na ra do Crespo, n. 12, loja Je
Jos Joaquim da Silva Maya ,
vendem-se ricos coi tes decambraia para vestidos de
senhora ; ditos de bauzulinas, para vestidos : fazen-
da esta muito propria para a estacan de invern, por
ser decores escuras; um rico sortimento de mantas
de seda e de seda e lila para senhora; inanlinhas para
meninas a duas patacas cada urna ; diales de seda
de bonitos gostos e differentes lmannos; mcias de
seda brancas e pretas, para senbora o bomem as
mais superiores que tecm viudo a esla praga; pan-
no lino ireto e de cores ; alpaca a 800 rs. o cova-
do e mullo fina n 1,600 rs. ; cambraias para cor-
tinados de canias e jmilas, assimeomo franjas pa-
ra os meamos ; cortes do calcas ilc casimira france-
za clstica e muito superior a 5,000 ts. cada corte ;
cortes de rolletes de velludo, gorgurao, setim e de
fustflo por preco muito barato; panno de litdio, a
400rs. a vara; cobertores para escravos, c outras
mullas fazendas que todas se vndenlo por picaos
muito baratos.
Vendem-so botins e meios ditos francezes, a
3,000 rs. ; ditos de Lisboa, a 2,000.rs. ; borzeguiis e
spalos americanos de duas palas, a 2,800 rs.; s-
palos de cabra; ditos de tamanco, a 500 rs.; no A-
lerro-da-Boa-Visla, n. 84.
Vende-scuma parda de muito bonita figura,
ue coziidia liem o diario de una casa lava
c sabflo e varrella cose chSo e be muito boa pa-
racas* de familia : na ra do Collcgio, n. 16, ler-
ceiro andar.
Veiulem-se dous prctos, sendo umdelles offi-
cialdc carpina ; urna prela e urna parda com urna
criade amezes; una linda negrinba.de 7 anuos
propria para andar em casa com enancas: na ra
daCadeade 8.-Anlonio u. 25.
A' 20000 rs. o corle. ,
Na loja do Guimarfes Serafim & C, confronte ao
arco de Santo Antonio.n. 5, vendem-se cortes de cas-
sa de padrees agradaveisecresfxas, pelo diminuto
preco de 2,000 rs. 0 corte; lencos francezes grandes
u
c finos flnglndo seda, a 480 rs. eadasjrm; Tongos de
cambraia com bico, a 640 rs. cada um; dilos de dita
muito finos com renda e bico, a 9U0T^ cada um.
Polassa da Russia,
polo prego de 180 rs. a libra, em barrls pequeos:
na ra da Cruz n. 10 armazcm de Kalkmann &
Kosenmund.
Vende-se cal virgem em mcias barricas .chegada
iiltimainejite ; cala* vasias para assucar ; urna por;o
de pesos de ferro, de dual arrobas ; ierras grandes para
serrar madelra ; tudo por preco commodo: na ra da
Moeda, armazn n. 17.
Vende-.^e um fortepiano de paten-
te London dos autores de Colard e Co-
lar ; excellente vinli branco da Na-
den a, engarrafado : na ra do Vigario
armazem n. 4> de Rothe & Bidoulac.
O ROM F. HAHATO.= 21,000 RS.
Vende-so folba de Flandrcs da mais superior
que tem vntlo a este mercado, tanto em lustro
romo em qualidade, pelo diminuto prego de21,000
rs. cada caixa ea 100 rs. a retalho ; na ra Nova ,
loja de ferragens n. 25 de Teixeira & Andrade.
A' 7^000 rs. cada urna manta.
Na loja de Guimarfles Serafim & C, confronto ao
arcodeSariloAnlonio,n.5,vcnili'iii-se mantas de sed*
modernas para senhora, pelo barato prego de 7,000
rs. cada urna; riscados francezes finos, padrocs mu-
demos, a 240 rs. o covado.
i\a ra do Calle-
gio, n. 17, loja
de moldados.
Este estabelecimentoabrio-.se, ha poucas dies,e
corno esleja com um sorlimentodc todos os 'gene-
ros comestivos a scu alcance leva ao conliecinien-
toilo publico que sen proprietario est disposto, pa-
ra chainar a altengfl dos freguezes, a vender pelo
mais mdico prego |ossivcl e tal vez sem cxemplo
Alrn dissn alianga-se que ueste estabeleciniento ,ha
o inaior asseio o delicadeza nos effeitos, para hem
sprvir seus freguezes : ha bom vinho do Torio, Lis-
boa e da Figucira ; bom presunto para fiambre,
patos IIngoigas, azeilonas, sardinhas cerveja
ele. ; tudo novo frrsquinbo e em conla ; c muito
exccllenles queijos loudriuos, a 1,760 rs., muito
frescaes.
Sement dehrtalicc.
llmanos, rabanetcs nabo, chicoria senoulas ,
chicnrnlas sclgas salea, alinee, ceblas broco ,
rcpolho, pimpinela* aipo, espinafre, couve, almei-
rfio ; tudo muito novo e chegado ultimamento de
Lisboa, vende-se na ra da Cruz n. 62.
Vendem-se 8 escravos sendo : 2 c'rioulos de 22
a 26 anuos sendo um delles oflleial de sapaleiro e
o oulro ile lodo o sel vico tanto da plaga como de
cam|io ; 4 negrinhasde lala aunos proprias para
mucamas e para seren educadas; una mulatinha
clarada cor de 13 anuos ptima para ser muca-
ma c ser educada ; una parda de 26 aunos, muito
pnssanlc para o srrvigo de urna casa e mesnio para
o campo : todos estes escravos s3u de bonitas figu-
ras sudios sem vicios nem achaques, c vendem-
sc por prego commodo : na ra das t.'ruzcs n. 22,
segundo andar.
Vende-se cerveja branca e prela, bocea de
prata da muito condecida c acredita marca dia-
mante X* a melhor que vem a este mercado ; assim
como ouiais excellente e delicioso vinho de Bor-
dcaux engarrafado e em caixinhas de duzia ;
cli.'inipanlia lambem le muito boa qualidade : ludo
por prego commodo : na ra da Alfandega-Velha ,
n 42, casado Adamson Ilowie& Coinpanhia.
co o do cores; ditos de 1,1a eseda, a800 1,000 rs.;
corles de cambraia ; ditos deba e de 13a e seda ;
chapeos de sol, de seda para senhora de c.res ,
c com franja ; riscadinhos francezes muito lindos
padroes a 210 rs.
Vendem-se dous escravos de nagflo bons ca-
noeiros, um por 300,000 rs., o o oulro de meia ida-
de, por 150,000 rs.; ou trocam-so por duas pretas
sem habilidades, e quo sirvam para trabalhar no
campo : atrs da matriz de S.-Antonio n. 20, oo
no escriptorio de. Hernardino Freir do Figueiredo
Abreu e Castro na ra da Cadeia do Itecife n. 3.
Vende-se a quantia de 1 OUO.OOO de rs. em moe-
da de 640 rs. em prata : nosta lypographia se dir
quem vende.
--Vendc-se un pequeno si-
lio de boas ten as, com alicer-
ces j promptos e divididos para casa terrea ou
sobrado com a freme minada e cercado dos lados ,
com dous psdecoqueirose varios de larangeiras ,
centras arvores delruclo, na projectada ra Real ,
que vai da ra da Solcdade para a estrada do Mati-
guinho, junto ao sitio do Sr. Panasco : a tratar com
Jos Alndelo, na ruacstreita do Rozario n. 7.
Vendem-se, na^ loja de miudezas da ra do Cres-
po n. 11, oculosdc nrmagaodogro a 800, 640 e
400 rs. cada um ; conhecimenlos a 20 rs., e a 1,000
ao cento; chicles francezes do ultimo gosto a
800 e 3,000 rs. ; frascos de graxa do lustro a 500
rs. cada um ; a qual tem tido grunde extracgflo.
8?,
Chcgaram ltimamente das prtesela Parahi-
ba boas vaccas de leite escolhidas e de bezerros
novos: quem quizer comprar dirija-se ao sitio de
Joao Antonio du Carvalho Siqueira na passagen de
Olinda.
Escravos Fgidos.
Na loja nova
blico
do Passeio-Pu-
n. 17

vendem-se pegas de cambraia branca lisa, muito lar-
ga c fina, com Sjyaras c meia, o quo muito bem d
i vestidos, a 2,560 rs. a pega. A ellas, antes^quese.
acabem : depois ulo digam que se fazem annuncios
sem lera fazenda. Igualmente ha uns riscados de
quadros, de linho puro, muito proprios para ja-
quetas a 400 rs. o covado.
Vende-se um sellim para montarin de senhora,
quasinovo; urna canoa de carreira, para 8 pessoas;
una moler de 11 anuos muito linda: na ruada
Cadeia-Velha, n. 27.
Vende-se um cscravo de nago Congo de bo-
nita figura c que he iutclligenle : na ra do Qaei-
mado, n. 11.
i lia
Loja nova, o. ^N
ao p do arco de
anlo Antonio, na
do Crespo.
Este eslabclecmienlo contina a
seus numerosos freguezes as suas pech'inchas e no-
vaincnte recebcu um sortimento.complelo, que esta
patente ao publico por pregos os mais com modos
possiveis no mercado, nolanuo-secoin especialidade
asseguinles fazendas: chales de 19a lindissimos
padroes suissos., para senhora a 2,000 rs.; lengos
delinissima camnala pintada e recortados, para
tifio de seuliora a 400 rs. ; alpaca a mais fina e
lustrosa que existe para sobre-casaca n 1,280 rs.;
um completo sortimento do pannos linos, pelo,
azul, verde, cor de azeilona verde-escuro azul-
escuro de 3,500 ale 8,000 rs., do melhor fabrican-
te einais acreditado tanto em suas cores como no
fabrico ; priuceza muito lina a 800 rs. o cdvado ;
madapoln, soffrivel fazenda a 9,720 rs. a pega,
ea 140 rs. a vara ; dito muito lino a 3,500, 3,800,
4,000, 4,500 c 5.000 rs., e a vara a 200, 220, 240 e
260 rs, ; lirios de linho do quadrinhos para jaque-
tas o caigas muito lindos padnoes a 640 rs. a vara;
ditos branco e cor de canoa do puro linho tran-
cado n.i,(jO0ea 1,200 rs. a vara ; chitas muito li-
nas e de cores lixas a 160, 480, 200 c 240 rs. o ca-
vado ; lengos de cambraia bordados com aberlos ;
sedas para vestidos; corle* de collcte de lusWo bran-
:mmM
Nesta I ja vendem se
corles decambraia lisa,a
1,280 rs.; ditas de cores
lixas, a.lO rs.; e dos
mais finse melbores gos-
tos que tecm apparecido
nesta praca a 4,500 rs.
Vendc-se urna prela de 13*14 annos de bo-
nita figura : na ra doLivramonto, n. 21.
--Vndese, por barato prc-
cn, um pequeno sillo de ex-
cellenles Ierras, com casas edificadas, coinVcndo duas salas, 4 quarlos corre-
dorno Meto cozinha e disperisa fra de pudra e]
cal, urna grande cacimba e dutra menor, ambas
rom excellente agoa do beber, varios ps de fruc-
leiras 4 pes do mangueiras, grandes 0 de muito
boa qualidade varios ps de cajueiros jaqueiras e
laraugeii as novas : iImi disso, tern excellente bai-
xa para bortaliga e capim ; tem muito boa vista pa-
ra o campo da Estancia Manguinhoe outros lu
res ; he muito proprio para morar ou mesmo para
recreio por (icar perlo dcsta cidade ; tem 240 pal-
mos de frente e 300 ditos de fundo pouco mts ou
menos com bom cercado e portilo situado na ra
principal da Capunga logo o segundo depuls da
ponte do lado dircilo : a tratar Com Jos Anacle-
to na ra cslrcita do Rozario, n. 7.
--Vende-se um molcque de 12 annos; um escra-
vo de meia idade; um pardo de j20 anuos; urna ue-
grinha de nago tic 16 annos; duas ditas de 20 an-
uos que cosen) o eugomtnam liso; 6 ditas de meia
idade; una parda Oe bonita figura, que cose e
engomma : na ra Dirita, n. 3.
Vende-se um sobrado no pateo do Tergo n.
26, em chaos proprios: a tratar no mesmo sobrado.
A' A#oOO o corte.
Na loja de Guimarfics Serafim & C confronte ao
arco de Santo-Antonio, n. 5, vendem-se ricos cor-
les de cassa dos padroes mais modernos que tecm
viudo a este mercado, e lindos desodlos pelo bara-
to prego de 4,500 rs. cada corle; chapeos de sol, de
pauuiuho fraucez a imitadlo de seda, com lindos
cabos, a 3,200 rs. cada um.
Vendem-se escravos baratos, na ra das
Lnrangeiras ir. 14, segundo andar-: um
^"f molecote de elegante ligura sem vicios
7 / nem achaques com ollicio de sapalei-
ro ede pintor; um dito de uagiio com
ollicio de sapaleiro o ptimo copeiro ; uin mulati-
nlio de muito boa conducta, ptimo para um pagein;
i ou s prloa, por 700,000 rs.; urna prela que nilo h t>
velba por 350,000 rs. ; urna dita de 20 anuos, por
470,000 rs. ; urna dila que cozinha e engomma, u que
esla pejada ; o mais alguns escravos quo se moslia-
ro aos compradores.
Vende-se um sitio na Passagum-da-Magdalena,
com casa de sobrado acabada lia pouco lempo, e
patcnlcar aos com bastantes commodos para urna grande familia :
dir con) quem se deve
srrvigo de cani-
jo :1o Ferreira dos Santos
tralai.
Vcndem-se dous cscravos do
po, muito bons e baratos: na ra Uireila, sobra-
do n. 29.
Vendem-se 4 relogios dous de ouro e dous de
prata, por prego muito commodo : na ruadireita,
U.29
Vende-se urna escrava ja velha pelo barato
prego de 200.000 rs : na ra do Crespo, loja n. 10.
Vende-se a muito acreditada bolachinba e bo-
linhos doces de farinha de araruta de superior q ua-
lidade proprios para cha uo so pela liondade da
mesma, como lambem porque servo para docntes ,
por mo muitas com'posigoes; vende-se, tanto* rela-
liio como mesmo em talas de qualro libras: na pada-
riado paleo da S.-Cruz, n. 6, e no deposito da ruu do
Rozario n. 39 ondo lambern ha falias e biscoulos
de todas as qualidades tanto doce como d'u'goa.
Vendem-se dous dos decarroga muil bous,
grandes e filiios do pasto : no largo do Paraizo, u. 4.
Vende-se una escrava de 30 anuos, que co-
zinha laVa engomma c cose liso : na vua do Cres-
po, loja n. 10. '
Fugio, no dia 6 do corrento um preto, de no-
me Pedro de nagflo Rengela alto cheio do cor-
po, heicos grossos; faltam-lhe alguns denles na fren-
to ; levou caigas de llnhagem grossa, camisa de
algodSo, pola parte de detrs azul ; bbbe spffru/el-
mente ; he de stippor que de vez em quando se em-
bebede ; desconia-se que elle a^da pelos arredo-
res desta cidade. Roga-se as autoridades policiaos
o capitaesde campo de o afmrebcnderem e levarem
a ra da que gratificara generosamente.
Fugio, do engenho-Boacica, fregMcziavde Ipn-
juca comarca do Cabo, o pardo Joaquim de 22
annos secco do corpo estatura regular, falla mei
talara, denles limados; he carreira. Quem o tegar
leve ao dito engenho, oO na ru das Cruzes, n.* 3u
que se recompensar.
Fugio, np dia 9 do corrente, nm mu-
lato de nome Estanislao escuro, que re-
presenta ter 85 anuos, pouco mais ou me-
nos, ollios pequeos, estatura Laixa, gros-
so do corpo, cabellos bem pegados ao cas-
co, feicOe regulares, pouca barba, pesco-
co curto, quebrado ou dfeituoso, pernas
grossas, ps dalos ; n3o se sabe com que
roupa fugio ; tem o vicio de beber, e he~i
bem fallante e pacbola : rog-se s auto- *l
ridades policiaes, campanbas, o qual-
quer pessoa, o prendam, on facam pren-
Jer e levar a scu Sr. Francisco Joaq'uim
da Rocha Falcao, no engenho San-Jos,'
em a freguezia de San -Lourenco, ou na
na das Cruzes, n. 40, a Domingos da
Silva Campos, que serSo generosamente
recompensados.
Fugio, no dia 8 do corrente.um moleque de no-
me Victor, de idade, pouco mnisou menos, d*18an-
nos, de nagflo Congo, com os signaes segmntes :
tem em cada umolho nina belida, e por aso v pou-
co; he bastante bexigoso; levou vestido urna camisa
branca caiga de riscado desmaiado, e um honele do
panno. Roga-sea todas as autoridades policiaes ea
capitflesdecampo que o possam apprehender, le-
vem-no a I ora-de-l'ortas, ra du Pilar, n. 1*3, que
serflo recompensados.
Fugio no dia 14 do corrente um prcto de
nomeFilippe, de nacflo Angola, de 24 annos, al-
tura regular corpo secco, cor bem prela, nlhos
pequeos, nariz grande e chalo, bocea la m bem
grande, heicos grossos; tem um taino "sobre o
queixo; falla branda, o um pouco alravessada
levou camisa de chiinazul, .caigas de estopa e
chapeo branco de pello e mu r*so; suppOe-se
sitio desenraminhado, por ter chegado ha um
inez da provincia das Alagoas, o nfln saber as ras da
aqui. Quem o pegar leve a ruadeHortas, n. 38,
que ser recompensado generosamente.
M Dcsappareceu, no dia 13 do corrente, da casa
da ruada Florentina n. 11, um preln crioulo de
nomo Candido, alto, magro, bem pelo da cor;
tem o heico inferior um tanto descahido ; levou cai-
gas e camisa de riscado escuro chapeo de palhaj
velho : quemo pegar levo a dita casa,'que ser
gratificado. "
ENIGMAS
PITTORES{$S.
PKIlN.
NA TYP. D'K M. F.DE FAB1A.1* 1^47 '
MFLHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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