Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08458


This item is only available as the following downloads:


Full Text
An^o
de 1847.
Segnnda-fera 10
rl tfllO public-se todos j dia, (j,:r alo
O ?"" fl|, o prer.o da signatura lie de
rcm ll{ R ,.,riel, p "l,?'''(, issi-mnlel t3 inseridos i rulo de
nuncios "'|ia ^o r,. em lxi>o diflerentc," c n
t'1 '*1'.")" |j metade. Os que OSo f rem asfg.
"l,e,' .ido 0 por''nh. liem ljpo
r,,a.V^t">blie'^B-
PUASES DA LOA NO MEZ, DE MAIO.
i. a T o *7 min- d* '""do.
Mineo"! k ,lor11 e 3 min. rf, lar,|e_
';"* ""e tC' 11 boros e SU min. da Urde.
GrcM'1 ,. Ri ., |lora] e ji minu. da tarde.
I na filela. 1
PARTIDA-DOS CORREIOS.
GoUnna e Paralivba, s seqiindas eittlat ftirts
Rio-Urande-dn-Norte quinta feiraj aomeio-dia.
Cali, ScriidiHcm, Uki-rVmosn, Poilo-Calvo e
hlaceiri. no I .*, a 11 e J t de cada mei.
Oarantiunse Bonito., a 10 e 21.
Boa-Vista e Flores, alie tS.
Victoria, < quintal le i as. ^
Ulinda, lodos o dias.
PREAMA DE HOJEi "
Primelra, 0 doras i 30 minutos da tarde.
Segunda, i 0 lioms e 64 minutos da mauliin.
de Mao
Ann XXIIT.

das d.\ semana.
10 Segunda. S. Antooiiro. Aud HoJ. dos or-
ulim. doJ.dde da J v. e do I. M. da : r.
11 Terra. S. Auastscio. Aud. do .1. do cv. da I
. a do I. de pal do dial, de I.
12 Iguaria. S, .loauna. Aud do '. do civ. da
J t e do .'. ilo pal do J i-'isl de t.
13 Oulnla. %% Asccnco do Sculior. S. Pedro
Refalado.
M Sesla. S.r.il. Aud do J. t!ociv. da I. v. e
do J. de pal do t. di>t. det
16 Sablndo. S Induro. Aud. do J. do civ. d.
I. V. e do J de paz do I dist. de t.
16 Uomingo. S. Joiio ISepomuceno.
CAMUIOSNODIA DE MAIO.
Camb|| jolire Londres a .' d. por i) r.
a > I', ris 311 rs por franco.
a Lisboa 96 de premio.
Drsc. deleltr.n de boas lirin-s I Vi p.'/a
OuroOnrs I -rapndolas.... J840 a
* WndasdcB'.OOvelb. 1C100 a
ti dcSJloe BOV.. iGllOO a
de l n 'i'.....
Prala Pataces.........i
u Pesos ciiluinnares..,
)i Ditos mexicanos ..<
a" Miuda ............
Aeros da comp.do llcberibe de SOJ000 ra
i6*d.
ao me*.
JUjni'O
Iti.e.'.on
icjrsno
Ojito
#"<
l7TO
l840
, o par.
DIARIO
PAnTE CFF.CIAL.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS.
J.'SECCa. 7. BIO-nE-JAVEIRO. M|v ISTKHIO DOS
EflOCIOS ESTnANCBIROS, 12 OB ADBIL DE 1847.
(Continuando do numero antecedente.)
OSr. ministro argentino abalanca-so a alllrmar
Kque ogoverno imperial ia buscar alliados lia Europa
I\ira (lehellar a Confedeiagflo, ao mosmu lempo que
llie rennvava protestos de benevolencia^ conti adic-
co inrompativel com a dignidade imperlj part que
a aceite cdcfentla ;-e que (lest'aile trnijavu mran-
ear a acquicscencia das cortos de Inglaterra e Fran-
ca a tima combjnagfli) que. pula menos, tendin a dea-
armar ogoverno argentino, e ftrrebalarem-se-fhei
assolidas vantagens queliavia obti.do. Este empe-
nho do govornoImperial dedu* o Sr..Guido das pa-
lavrasdomemorom/i/Hi, rjuej *.em taes circumstan-
cias, o Brasil letn uiardudo nentialidade; porm
que principia a prever que a qonUnuacOo Jesse
systi:ma tifio pode convir as suas vistas.
Fora para desejar que o Sr. Guido, quando, em no*
medoseu goveriio. intenta contra o imporiul urna
accusa;iloirMi grave eoiup a do aleivosa.'iodu/.isse
prnvas qiiea siisle.,l;)Ksem. Sm duvi la que lite lie
impos!rti(,dtij*M4/af rfue, Qrroi*,um'larluii gover
noimperil pioinoviia. ioslllila<|es' tionreoci'.H.ri i,
pelo outfpJhe^rotesloVa setilinieijtosdo benevoldn.r
da cami7jid&.
Para sepapentuor a i'ncu 11WI111 ji*n ri a tiestas illaciles,
hasta conlcri-las com- as pi ijnici.is. he principiar a
prever tjue a continuaco d.i neutr'aliOade au pode
convir as vistas do governo imperial, tiingucni con-
cluir que este va i proceder a bostilidades, e que
manda solicitar para estefim a allian*ii losgabine-
tcs a quemas referidas palavras cram dirigidas.
Ogoverno imperial est convencido tlu que lefit^
ninis essenciaes interesses exigem queche nfio coa-
tinue nessa neutralidude inactiva, que o torna ero
espectador da guerra do Prata ; que I lie ciitnprr, sefli
recorrer a hostilidades, porfiar na paciliraeo do
Piala, empregando os ineios que a lei das naces e a
sua praticaolerccem com tanta vanlagcm dos povos
I cultos."
Se, porcxcmplo, combinadas as tres naeoes-'ofj'erc-
Icessem as rcparacOcs ao bclligeiantc, a quein fna-
I sem devidas, esc esto ns recusasse peieniptoriamen-
le, sem produzir rasfj^s atlendivcis para .continuar
a guerra, nao podei-o qucixar-so tle que so iracava
scu desannamenlo, deque se tinha em mira roubar-
llic as solidas vantagens qu liavia obtido. As armas,
aintla as niais justas, se lornam injustas quando sao
rejeiladas por meios conciliatorios as cabidas indem-
|sacos.
N3o procetlem, pois, contra o governo imperial os
| argiiiroos da legacilo argentina, nein ello pode ad-
nullir as explicaees t|iie o Sr. Guido procurou dar
oinissiio da leitura pelo Sr. Liinpo du Abre na cmara dos Sis. deputa-
dos. Este ex-ministro conlentoti-se de lr a COllolu-
sao do memorndum, porque olla s con tinha o pen-
sa in en lo imperial sobro a pacilicagilo do Itio-da-
1 Prala, o nao porque julgasse decorosa sua occul-
lacflo.
NSnxr b nbaixo assi^nndo que o Sr. minislro da
Confcderacao Argentina se rego/ijasse pelo partido,
que tomaran) os dous gabinetes europeos, de inter-
virem no lllo-tla-Prala com exelusao do Brasil, por-
que este acto lie mas urna das prnvas de que tifio cu-
li,na iro pensameiUo (lo gabinete imperial a inlar-
Vcnro aiinada, ou ao menos principiar por ella a
paciicacfio. Sabe o Sr. Guido, que o governo impe-
rial, niUitas ve/es ii)olado a acceder a iiiior\c|ic."in,
[sempre se nogou a ettae convite, porqno estava\per-
[suadido de nloser clin oprimeiro meio queconvi-
Inha ecunipria cmpregar, pesia succintaxpaieSu
Ise.evidencia que o governo imperial nflo fez a mais
lleve injuria aq argentino manifestando aosgabine-
lles de Inglaterra p da tranca seu interesso na paci-
licacao do Itio-da-1'rala, anda quando o documento
lile que se lala, em vez do memorndum, Tosse de na-
ltiireza tal que podesse compromoft-lo. O que se
pode deprclieiiddr da missfio Alnanli's beque o go-
Iverno imperial pri..(. u avacillarcm sua conQanea
Inoargentino, eoaV.aixo assignado espera quooSr.
Cuido aprecie como sulliciente para esl suspeita a
lsimples ejiumeracao quu |>ussa a fazerde alguns dos
puilosaggravos irrogados ao Brasil pelo governo
argentino.
Os subditos brasilciros so subjeilos ao servico
Imililar do excrcito e inarinha na Itepublica Argenli-
Ina, e reclamando-so iscneOes deste servico, como ,,,ni,,
jgozam Inglezes, Norte-Americanos e Erancezcs, 0,1- ,,,, ini.i.lo ; f>
Jpdc-se-llie a existenciifile tratados que allanen
Re beneficio aquellos eslriingeiros, c em baldo soliCr-
Ita o governo imperial um conreini) para e.>lipular a
(tlila isenco. Esta proposln ha dOMiltemda sem cm-
IbargQ do'que no territoiia to Brasil os Argenli-
liios leem sempre desfrucladu tudas as vantagens
Ifranqucadus aos subditos das uacOes mais favore-
Icidas.
llomonsdocr, a quem a conslituisao do imperto
[reconlieco como subditos brasilciros, s;1o na Repu-
llilica Argentina privados da prolecco do governo
limpcrial, sem mais rosOo que o simples fado da cor,
|c assirn convirfo governo deBtienos-Ayros.
Appropriando-seo governo da Gonfoderagao do ber-
[ganlini brosileiro Elosa c scu carregamento, no foi
latlendida a reclamaeao fundada em manifesta justi-
|c,o; efalleccndo ao governo argentino argumentos
J...Ia cohonestar esle scu aclo, pz termo adiscus-
1 sao declarando que o dono, a par sua larga residencia
no paiz, com bens de rai* nelle, ep$la qualidadt do -
'< tahelerimentq que possue, era um vtfdad'im '( do, e por coitguinte subdjlo .!'o ijmernn argentino,
ooA a unibu prolecco>das lei'i > i repblica. <> Singu-
lar abeja-a.1u dft dircito commum, lano mais ofen-
siva qahio a st^a applcac,"> so lem sido feita a
subditos do ISrn^ji, liavemlo lautos do nutras na(0es
cm idnticas eiicumsU'nbis.
A convenci preliminar da KM daj'ia'serseguida
immediatamente dotratadq^effliitifo de paz; ea
h'gaQio argentina tifio pode itfiorar asieileradas re-
clamac,des dogovetit rfiperial parapronelior sin.
obrigaciio, bem cfrfi-q:n- seus esfiircot mo le :r
tido resultado atg.-.j. O govornlj da I. niredoi.ic d
urnas vezes allega a* muis occupac;0es do seu c, -.
fe, suas molestias, anecessi-lada de so uiteirar dis
negocios; oulras como que eslranha la83 repetir
ces por indicarem no governo imperial descoma n-
(;a8 do argentino, contra as quaos dopOa a diulurna
paz de que gnzain os dous oslados, desdo a meneio-
nada convncelo. i
K finalmente, declaroii o gnvenifargentino nflo
ser esta a occasiilo preprfa para tilo il'licad.i iiego-
ciacilo; havendo lustos" quoixumes do governo ar-
gentino contra o iinper,ial1nugmeiiUud esle, em vez
de diminuir,, os a;;ravOS'que lee ni levantado una
harreira invencivel ao ajuste de um tratado quesup-
pOc paz, Iranqtiillitlade e at amigaveis relacos.
Que prejuizos gravissiinos dostn reluctancia ao4cum-
pnmonlo douin dover leem resultado ao governo
imperial, nflo lia ah quem o conteste : scu cominer-
ci' he incessanlemente prejudicauo pelas commo-
ci s intestinas do Uruguay, acompanhadas sempre
ti il -i-iieo da tranquillidade dos oslados vizinlios ;
e os Brasiloirurfjinrmontodas fronteiras, vQo-M ha-,
bituaudo anscostimcs inhumanos da guerra civil.
Seo tralado i'oliifitivo do paz nfio prevenisso todos
esjes-anales, bo do aguardar que muito os redtizissc,
e que coiiseqijentcmciile luerasse o bem estar ea
mbralidade publica.
A navegacflp dos coiifluenlcs do Prala be afianradn
ao Brasil |vrticnnvuj|Cflo na forma quo seajustassa
no tralado definitivo do paz.
Esta navegue,;") de.ve produzir muilas vantagens ao
coininocio ith Brasil o contribuir para a prosperida-
de itealgumifs Sfe Stios provincias interiores; ea re-
cusa ile concluir esle tralado priva ao imperio do go-
zo dps'.e.s beneficios. Tentn debaldo o govorno im-
perial oblet ao iironosdo argentino a communicac/Io
da provincia doMatlo-Grosso pelo Paran; fumloii
esle .na negativa em que lal co'ncessfo era ohjeeto
iiinlo definitivo d" paz, a cuja colobraQflo nao
se fc|i qSierido |u oslar 1
Afciivenefio preliminar de 1828 cstipulou plena
lbei*Jailii para os prisioneiros feitos na guerra QU6
ella lrminava, c esta clausula, alias ordinaria em
lodos os tratados de paz, nflo letn sido oxoeulad.i
anexar das reclamaces do governo imperial. Com
cubilo,ainda liazem na remota frolttoira dos In-
dios bravos, conlinados al boje, individuos poilon-
cenlea s equipagens das embarcacoes de guerra que
naufragaran! em l'alagonia, que para all foiam con-
duzidos da maneira n mais atroz, leudo sido em vilo
solicitada a sua lihcrdado oin diversas pocas pelo
consulado o pela legaejio imperial cm Buoiios-Ayrcs,
at declarando-se o nomo de cada umdolles. Ogo-
verno argentino urnas vezes liega o fado, outras de-
clara qaves.-M'S prisioneiros quizeram lomar o servi-
co da repblica, e reeeberam Ierras para culi iva-las,
tornando-se dessa lrtna subditos argentinos. Estos
infelizesvivoin ausentes do son paiz natal, abando-
nados em inhspito deserto, c quic receiosos de lo-
rem niesmo lim que seus Otilios companheiros, is-
lo he, seren fusilados por tilo frivolos pretextos,
como o de nflo podorem com longas jornadas a que
os obngavam, ou por lentarem vir capital buscar a
prqleccflo dosagentosdo Brasil. Ossoffiimeulosdes-
ses desgracados Loom chegado ao conhociinoiilo do
governo |||nperial por tlin ou nutro queiemeonso-
MUH|n iivaJir-* e que vcui ccrlilicar ao govcruoque
al>tBlos la conlinuan a ser victimas do alrozes
lalos, enr voz do estarem voluntariamente culli-
vandolorrlB, c com familia' e.-.|aiitrtecidos, como tcm
respondida o governo da Coiilcdcracflo as reclama-
dlos do imperial.
O Sr. Guido sabe, por ser uui dos negociadores do
(Talado de in'>:, Muo ogoverno imperial o cstipulou
em |j ileila ti iimonia com as instancias que tantas
ve/- s repeli om nomo do son governo, e entretanto
",o ralilicou de.pois de celebrado. O ohjeeto (les-
te halado ora a pacificado, .do Estado Oriental, c
com Ha a das fronteiras do imperio; epara rebucar
a vordadeira causa de tilo inesperada recusa, que era
a cessaco dos recejos da intei-vciicfln europea, ca
pcistia- lo de que era nfallivel e prxima a entrada
,lo seu ,\cieilona praca do Montovideo, prometleu
aoSr. Guido alim de celebrar o
i ; ft taes inslriiecoes anda ate boje nao
Shegarnm. A nao ser a op|iosn;."o do governo argen-
loiio a lilo anhidado convenio, ludo nuluza crcr quo
antes da actual inlervoncflo anglo-franceza teriam
as duas nacoes. iue crea rain o Estado Oriental, ros-
labcleciiki nelle a paz som nonliiini perigo de sua in-
dependencia, pu'S nflo o polia baver pelas clausulas
no mesino consagradas.
Posteriormente a legacilo brasilcira om MonleVtdoo
nao reconheceu obloquoio declarado pelo governo
deBuenos-Avresao portodaqueila capital. Ogover-
no imperial se apressa em reprovar esle acto de seu
ministro, nflo por entender que o desconhecimento
do lal bloqueio conveucionado com os agenles da
Franca p Inglaterra atacava o direilo perftito da Gon-
rederago Argentina, mas pdf contrariar a poltica
adoptada pelo gabinete iuuierial; o mandou pxpros-
sanient um vapora Bucnos-Ayres com as mais cir-
cumstanciadas explica^Oes daquelle scu systema po-
nando suas intenc.Oes 'o- instando por satisfacOcs,
romo setivesso porque ped-las. Por essa occasiilo
dirige o governo argentino urna nota legagflo bra-
iloiraom uenos-Ayrcs, qual tinha commiinica-
do antes o novo bloqueio : a nota cobria do doostos
.o ministro braiileiro om Hontovdo, cousando-q
do tor obrado por instruc<5es do governo imperial,
em virtudo do trillados secretos que cercoavaui o ter-
ritorio da llepublca Oriental do Uruguay, c conclua
ameacando o Brasil com hostilidades, cuja aceito so
dependa deapprovacflo da sala dos representantes
U provincia de Bunuos-Ayres. E poslo quo o minis-
lro brasileiro nflo sejulgassecompetente para oo-
nhocerdos icios do seu collnga, cntondeu que, a par
da defesa do governo imperial,' llio euiqpria vindcal-
os arlos ollieiaes de um empregado brasileiro. Ogo-
vemoargentino rritou-so com as sensatas conside-
rares quo llic foram foitas, c doclarou rolas todas
as relacos diplomticas com o chele da logacjo ;
ou, om oulros termos, domitlo o ministro brasileiro
ros! dente junto Gonfoderacffo. Deste acto irregu-
lar nenhttma satisi'icflo, nom ao monos explicacoes,
don ao govorno imperial, e nem tomannuido i en-
iroga-lo ao esquecimeulo, dando-so por uo exis-
tentes sa notas que tiesta occasiilo passaram a lega-
cao imperial e o governo argentino.
A lingoagom da correspondencia diplomtica do
governo argonlino com o imperial lio mais propria
'o um superior a seus subordinados, do quo de na-
gflos lvres, independentes e soberanas no gozo do In-
das as mmunidados direilos lerrtoriaos o polti-
cos. Os fados que as luis das naces ndo coiilom-
nam, ou derivados de dreitos perfeitos, sao erigidos
emeriines, o passam loso ao catalogo das oloiisas
rcitas[ao enverno argentino polo imperial, quando
dalles pode resultar algum damno directo ou mdi-
edo, mediato ou inmediato, Confederacfla do
llio-da-l'ri.ta. Em COnflrmsoflO dosU verdade basta-
r citar a exorbitante pretenc/u) do quo o governo
imperial conservaste presos no imperio aos generaos
Rivera o Paz, eoncorrendo a respetta deale nao ser
ao menos refugiado poltico. Quando o governo im-
perial qtier assegurar a sous subditos na Itepublica
Argentina os dreitos do quo all gozaui Ingle./.es,
Eraucezes e Norte-Aincricanos, oppe-so-lho alalia
de tratados quo o liajaiii consagrado; eso igual ei-
cepcfio o|Tereee ogoverno imperial lis reclamaces
extraordinarias que o argentino faz, como as das
prises de Rivera o Paz, exprobra-se-lho esle proce-
dimento como allonlado contra a loi commum. Pa-
rece que o governo da Gonfoderacflo uno v doveros
para com o imperial senfo os quo foroin clara e ter-
iiiitiantonreiito definidos cm COnvencOS, mas repula
ao govorno imperial na obrigaijao de prestar-lhe
quanlos aclos elle julgar convenienles, anda de
pura benevolencia, embora nculium del les esteja
estipulado; hastain as legras geracs de Incito
das gentes definidas o applicadas segundo a berilio-
notifica o a poltica doKOverno argentino, lodosos
rbnecionarjos do Brasil que nSoobram no sentido
dessa poltica edesejos, sflo tachados de ignorantes
o insousalos.
Emquauto que os comniandantcs das fdreas navaos
do imperio no llo-da-l'rala cingeui sua conducta
s regias geraes do dircito commum, exige o gover-
no argentino que faijam o niesmo que os de oulras
naces, embora esles sejam guiadus por convenios
ostra n los a o Brasil; e quando aquelles chefes impo-
naos ac.impauham os dessas mesinas naces na ob-
servancia dos precelos da loi commum internacio-
nal, ess'e procodimeirlo be qualilicado do otTensivo
Conredercflo, o exige o govorno argonlino o casligo
desses cholos.
E o quo nflo pod dexardo produzir assombro lio
quo tente a legagao argentina quo o governo impe-
rial aconipanho ao da Gonfoderacflo as minlancas
ou altonic.es do sua poltica, ao niesmo lempo quo
o acensa de incoherente e contradiclorio. Ogoverno
argentino em algumas pocas e occasioes tein pre-
conisado o direilo da inlervoncflo nas lulas intesti-
nas das outras naCOOfj c anda em a nota, que ora
respondo o ahaixo assignado, so desvanece de ler
felo guerra ao general Sania Cruz, logo quo este
translornoii o equilibrio continental, dividindo eiti
duas a repblica do Per, o estahelccondo a Gqnfedo-
ragflo Per-Boliviana. Em excrciciodosle direilo toiii
ello prestado valiosos auxilios ao general Oribe des-
de 1836; agora, porm, em nota de 18 do outubro til-
limo eslranha que o governo imperial considere le-
gitima a intervoncfio anglo-franccza no Rio-da-1'ru-
ta, sem tor sido precedida do tratado quo a consa-
grasse. A poltica da neutralidude do governo impe-
rial na presento luta leve o assenso o foi qualilicada
de circuuispecta pelo governo argentino, cm solem-
brodolSl; hoje he essa mesma poltica da neutra-
lidado aecusaila do contraria i conveneflo do 18-28, e
eoiiforo direilos novas bem que inappekciveis Confe-
derarlo Argentina.
Em notas de 27 de setembro c 29 do novembro de
1838, o do 22 do outubro e 12 do de/ombio do 1839,
negou o governo argentino ao imperial direilo do
intervir nos negocios internos do Uruguay; pordo-
corridos cinco minos depois de jurada a sua consli-
tucflo. era aquello estado livre o indcpendoiile, o
poda dspr do seus deslinos como Ibe aprouvesso;
boje o mesmo governo argonlino reconlieco esto di-
reilo no governo imperial, o al repula crimo nflo
exerc-lu !!
Se por imaginarias incoherencias o governo ar-
gonlino hcsilii cm confiar no imperial; so actos que
aquello reputa de tamcnlavel imprevisdo, e que nflo
podom produzir a guerra no scu concoito, leem com-
movido a Repblica Argentina e inspirado rccciu no
Brasil, o Sr. Guido ha do convir quo o procedimcn-
to do seu governo para com o Brasil nflo tcm ttulos
Utico Eenl'rctanto o governo argentino contina a a urna plena confian?a; o que pelos repetidos aclos
suspeitar do governo imperial por csso aclo envene-1 praticadosem prejuizo deste, oque indicaui urna
poltica real differento da ostensiva sobre o Uruguay,
com rasflodevam principiar a lorn-lo stispeito, ao
governo imperial; e quo nflo era, pois, do reparar
que este, em defesa do sous direilos, bem como de
sua dignidade, procurasse entender-so com as duas
potencias que mais inclinadas dovlam serna man-
tenga da nacionalidad!' oriental, afim do poder deli-
berar com o acorto o circtimspecco. quo se desvela
guardar em lodos os seus aclos.
OSr. ministro da ConfederacSo Argentina con-
venror-se-ha por esla curta narrativa, que nenliuin
plano de eiigrandecimento cusa de oulros estados
leve cm mira o governo imperial rom a missflo do
Sr. viscondo de branles. O Brasil comprebendo
um vaa(o territorio com quem a nalureza nao foi
escassa;-o sua posieao geogrophiea, a salubridadedo
seu clima, a excedencia do sous portas, o muilas ou-
lras circumslancias lile asseguran um lugar dislile-
lo na categora das nacoes, sem que. para o conse-
guir julgue conveniente augmentar o seu territorio
a custa jos estados vizinhos.
Toda a ambiguo do govorno imperial, pois, que a
tomo deve ler, he una ambiguo digna do Brasil o
do sen augusto chelo, islo he. a ambiguo dp promo-
ver o bem-ivstar o prosperidade da patria sol o sol
vivificador da paz oda industria, o nfio polo fragor
das armas, quo sua legitimidade o adhesflo do seus
Subditos faz dosiiecessarui, fi que sous verdadeiros
interesses,-bem como os da huiiianidade o da cvili-
sac.io, coudeninam o proscrevem.
Porsuade-so o abaxo assignado ler respondido
por esta maneira nota do Sr. Cuido, a quem re-
lera as presados da sua perfeita estima o dislincla
consideiagao. Ba pa Cavuu'. _________^^
niAKiu n piBimccfl.
.__ '
n-SOIFE, 9 DE MAIO DS 187.
Pela barca I.igeiru, sabida de Lisboa nO da 13 do
abril, o entrada lionlerii, recebemos Diarios do Go-
verno quo alcanciiin a l, dos quucs extractamos o
sejtuinle: .,. ,
SS. MM. e AA. coiilhiuavam a residir no pago das
Nocossidades, o nflo haviam solTrdo altcragflo cm
sua impoitante saiido.
A soleinnsagflo do annivcrsario natalicio do S M.
a raiiha foi transferida para o da 5, cm consequen-
cia ilo baver coincidido a *S feslividade da Pascoa.
O Diario do 5 aiiniincia quo a Boira eslava com-,
pela ment dcsaMi-otilada das hordas que a infosta-
vam, c o governo du rainha reslabclecdo csponla-
neamente em todos os povos dos districtos da Guar-
da e Caslello-Branco; do quo recebora o governo
purtici pagos. _
As noticias do uOrto do reino, continua elle, silo
ntoramoiilc satisfactorias. Aquellas provincias go-
zam do inaor socego, excepto alguns pon los da
provincia do.Minlio, occupados pelos mguelslas do
Pollo.
a O celebro padre Casimiro baleu os mguelslas
moslicOS do Braga junto a Xeroz, o diz, segundo d'al-
li se refere, que ou Miguel absoluto, ou rainha,
porque nflo entoiidodo Miguel ropublicansado, nom
junta do Porto-
kO famoso lenlo amnisliado do Evoramonte, Vil-
las-Boas, cuja guerrilla! dobandra ao sabir de Van-
nao valeule conde do Casal, coininuiiga dos sent-
metitos do padre Casimiro., cm quanlo arejeitara
liga com a junta do Porto. Radias so baleu a sua
guerrilba uns-cuin os oulros, porque om alguns ap-
laroceram symptoiiiiis do contagio mesligo.
Do Diario do 6 : O governo recebou participa-
gesdas autoridades de Castello-llranco, confirman-
do as noticias quo demos na folha de hoje, sobre a
evacuaeSo das duas Boiras pelos gucrnlheiros mi-
gucliflas.
Naquella cidade achava-se aquella data urna
forgad.i400 infantes e lOOcavallos de primeira li-
nlia, sem mencionarmos naconaes.
Osguorrilheiros do cx-coode do Mello sahiram
de Portalegre para Avis e outras povoagos ; em vir-
tudo do que as irgas leaes operaram os movimenlos
convenientes.
llodo esperar que dentro cm pouco lempo a pro-
vincia do Alomlejo esleja, como as Boiras, libertada
dos vndalos que por toda a parto "vilo ja encontran-
do resistencia, como na Govilbfl.
. a As noticias do resto do reino sflo gtialmento sa-
tisfactorias. Os povos conlinuan manifestando amor
pelo socego desojo pola ordotn e gosto pela o-
bedencia.
Una brlhanto dvsflo de 1,200 liomens, com-
mandada por um dos nossos valenlcs generaos, sa-
bio boje (5) do nosso rio por urna hora da tarde.
Por decreto do 0 foi prorogada por mais um mez
a SUSpenSflo das garantas o ila improiisa.
Por outro da mesma data foram admilliuos a con-
sumo pola barra de Lisboa, al 30 do junho, quacs-
quei-Loncrosceroaes deproduegao cstrangoiia, em
grflo ou farinha, pagndoos mesiiios direilos esta-
beleci.los para os de producgflo nacional.
Do Diario do 7 : Guiiliuuam os rebeldes do
Porlo cm seu syslema de latrocinio eexpoliagao. Em
menos do um mez deram lim das mil pipas do vinho
quo tiraram companha da agrictillura das vinhas
do Alto-Douro : o agora consta que Ihoextorquram
mais mil pipas de vinho, e duzcnlasd-ago'ardcule.
Fizeram mas; suspeudoram o subsidio que a
mesma companliia recobia pela olfandega do Porto
de 150 contos ; assim como suspeudoram associa-
gflo commcrcial a quotisagflo cobrada na mesma
alfandega, e que era destinada para as obras da pra-
ga do commercio. Bem entendido, que nem por is-
so dcixa de se fazer a cobranga: em vez de outras ap-
plicagOes dflo-lho a mais sagrada, a do alimentara
I rcbelliflo.
[MUTILADO

I


^^"
p_
Conlinuam entrando na capital os briosos Algar-
vios, que verin procurar os seus patricios, c alistar-
so rom piles as bnndeiras da loaldadc.
As forras do rx-rondc de Mello continan) a ser
observadas convenientemente pela tropa fiel Os nio-
vimenlos que acabam de fazer os pucrriliieiros con-
fiamos que Ibe genio fatacs. llflo de pesar-lhc, pos-
to que alpum expediente bnviam de tomar.
Ja (inliam sido mandailos para o campo pela jun-
ta de Kvora c os do l'ortalegro lamben) os nio
qneriam.
|)o Diario i\e.H : As noticias dos districtos lo
reino ein que est rstaheleeida a antoriilade legiti-
ma conlinuam a ser satisfactorias. Km lodos reina
o mnior soreg, e alm delle, a maior disposigflo nos
povos para so prnmptilicarcm a coadjuvar o governo
no einpenlio nobre em que est de SHlvar a causa na-
cional, que melhora de dia para dia.
As Torgas Icacs do sul orcupam as posigfles con-
venienles ; e temos a certeza de. que as guerrilhas do
Alemtejo hilo de pagar caro qualquer tentativa te-
meraria a quo se arrojen).
As forras navaes do bloqueio do Porto estilo
Tundeadas em frente da barra, na distancia de me-
nos de duas millias. Cortamente que nunca tan-
to como agora ser incommoda a sua presenta aos
rebeldes miguelislas daquclla cidade.
Do Diario de 9: Sabemos que ei.tro o ministe-
rio do reino e a cmara municipal do Lisboa esl ac-
cordado, e vai por-se em execugilo, o plano do fazer
vender pormenor prego vinle mil arralis de pao
por semana.
Confiamos em quo por pouco tempo ser neces-
saria esta providencia ; mas temos igualmente para
nos, qucaellasso limitar o governo, se o mal con-
tinuar contra o quo be natural; visto quo sabemos,
quo de momento para momento estilo entrando co-
reaos pela barra de Lisboa.
Repelimos o que jhontem d asemos o que nun-
ca ser ile mais repetir; porque sempre ser lido
com satisfaefio. Todas as noticias que chegam ao go-
verno ropelem a seguranza de quo os povos se con -
servan) tranquillos o pacficos, suspirando pftrque
de urna vez soja esmagada a liydra da rebellino; para
que sombra das instituigOes liberaes da caria cons-
titucional, c sob o maternal governo da excelsa (i-
llia do immortal duque de Braganga, possam gozar
o que Ihes roubou o phrenesi e vertigem dos dema-
gogos.
Osroubos feitos na Flr-da-Rosa c Covilbff, tilo
recentcmento praticados, sobre os mu toa que em
diversos pontos do reino teem feito os miguelislas,
produziram por loda a parte osefleitos mais favora-
veis causa nacional. Mas lodos lemem e Iremem
pelo que teem, na considerado do vandalismo dos
patrilas miguelistas.
Crcsceem nos a confianga de que os movimen-
tos doex-conde de Mello foram os percursores da
completa e prxima pacificarlo do Alemtejo el-
garve, pola aniqulago dos bandos que atrozmen-
te as teem assolado.
Do Diario de 10 : A Iranquillidade de que go-
za a capital, devida lealdade e firmeza da genera-
lidadedos seus habitantes, ctormenta os inimigos
da ordem, os selemhro-miguclistas, que no seu des-
esperado furor emprgam todos os meios, anda os
mais absurdos o immoraes, para scduzircir. os in-
cautos e arrasla-los aocrimo
A ordem do dia nos tenebrosos clubs da rebel-
lilo selembro-miguelista, foi quarta-feira a noile
(71 es'palhar-se no dia seguinte o boato, de que o
banco quebrara, que se fechara, e que se entregara
junta do commercio! K com effeito esta noticia da-
da nos quatro ngulos de Lisboa correu e cspalhou-
se rpidamente por toda a cidade; tal era a esperan-
ce quo os agitadores tinham em que urna lal etilo
absurda novidade os salvasse do apuro em que se a-
cha a m causa em que estilo empenhados, econlra
a qual os povos ja desengaados se pronuncian) pro-
gressivamente, descarregando golpes terriveis na-
quclles que at agora os teem Iludido, assolado e
roubado.
O banco nem se entregou nem se entrega jun-
ta que j nflo existe, ha muilo, nem aalgumoutro
tribunal; porque faz rcgularmentar os pagamentos
queheobrigado pela lei o polos contratos; coa
seus fundos rao boje tilo solidos, quenada se podo
recelar de que possa fallara qualquer dassuasobri-
gaces.
Oanniversarlo de S. M. a rainha foi festejado
cm Coimbra com o maior enthusiasmo.
Consta e lmos no lloletim Caista de Coimbra,
referindo-se a noticias verdicas ulleriormeutc rece-
bolas do Porto, que os bravos defensores do caslcllo
de Vianna do Minho fizeram urna surtida, cujo resul-
tado foi tomaren) aos miguelislas a arlilliaria grossa,
demolindo-lhes os reductos que tinham levantado,
alm (o grande destroco que fizeram nos cruzados
republico-miguelinos.
Segundo diz a Estrella do Norte o celebro padre
Casimiro adherio ao convite que Ihc dirigi a junta
soberana.
As condeces deslc tratado dcallianga, honrosa
para os liberaes, silo em tudo dignas das altas parles
contraanles : e-las :
1." Lberdade para acciamar I). Miguel logo que
elle apparega, c no entretanto faculdade para a sua
gente cantar o re chegou.
2.' Oitenta ris diarios a cada um dos seus solda-
dos, e fornecimento de l'ardamcnlo e munigOus.
n 3' Pifio poder ser obrigado pela junta a sahirdos
seus cantora!
ii Deixou, portanto, o padre defensor das cinco cha-
gas do ser instrumento do governo da rainha, como
Ihe rhamavam os miguelislas do Porlo; (!) passou a
fiel alliado da junta.
ii OMarcellinoainda contina a hostilisaros repu-
blico-miguelislas; tnas he de esperar que em pouco
srjam toaos um. Kdeveser assim porquo todos que-
rem l). Miguel, estes desde o principio, e aquellos s
noimda lula.
O valente major Margal bateu e derrotou a guer-
rilha de Fozcoa, malaifuo-lhc o cliefe, e maisouze
dos seus companheiros.
No dia 21 do passado (mareo-) leve a prmeira
reuniilo o batalhflo nacional de seguranca publica de
gueda, mandado crear pelo nclito marechal, lu-
gar-tenenle de S. M. J ento aprsenlo 200 pragus
fardadas e quasi completamente armadas.
Urna guerrilha miguelista, que se acliava na
Pesqueira foi batida pelo rmo do major Margal no
dia 27 ullimo. Ficarm morios 4, e feridos grave-
mente 3, podendo escapar-se o famigerado Guedes
co Hespanhol.
Consla que no Porto cresce a desintelligencia
e a desconfianca. O commandanleda guarda muni-
cipal, Montenegro, parece que foi mandado para o
quartclcomlicenca. I)iz-se mais quo algum dos cor-
pos do Porto tocou o hymno da rainha, ou quiz que
setocasse. Os miguelistas de rae, dalli, diaeftl ja,
que he inister com.ec.ar a dar em uns eoutrosdos
liberaes; porque taes sSo uns como sSooutros.
O governo recebeu pelo correio as mais satisfac-
torias noticias do reino. Por toda a parle ha so-
cego
Alm de rento e tantos recrutaa, quo entraram l-
timamente do districto de Avcro no deposito de Co-
imbra, o do avultado numero delles, quo, segundo o
Diario do Gorerno, haviam chegadn, do districto do
Sanlarm a Lisboa, desombarraram a 8 no caes dos
Vapores mais cento e tantos de l.eiria.
Para facilitar a cxecugflo lio decreto de 10 do mar-
co qnti den diversas providencias tendentes a tornar
ellctiva una avultada imorlisacfo de notas do ban-
co de Lisboa, e a destruir o seu excessivo agio e
progrpssiva depreciaglo, creou o governo por decre-
to de 9 de abril urna grande lotera nacional, para a
venda de parte das inscripgfles e apolices da divida
fundada, em quo tcm de oporar-se a decretada amor-
lisagfo, sendo o son capital de 2.400:000/do ris,
divididos m 125,000 burletes, de 19/200 cada um,
cojos premios seriam pagos em inscripcOes vencen-
do o juro annual de 5 por cento.
Tinha chegado a Lisboa o brigue brasileiro Viria-
tn, procedento (leste porto, com 74 dias de vagem ;
e eslava annunciada a barca Tejo a sabir para aqu
al o dia 15 do abril.
' As noticias de Madrid, ltimamente recebidas em
Lisboa, chegavam a 27 de marco. He-.li mesma data
erem os jomaos inglezes mais recentes all recebi-
dos, os quacs conlinham noticias de Franga al 24,
sendo, porm, os ltimos jornaes francezesde 19.
As noticias, quo ficam transcriptas dos Diarios do
Governo temos de acrescentar as soguintcs que, na
falta da nossa correspondencia, colbemos de cartas
Pili (ciliares das mais recentes datas, com que nos
mimoscou um obsequioso amigo, assim como de
um impresso avulsoque tcm por titulo Uoletim
Carlista, com data de 8 do abril.
Nesle l-se o seguinte :
Espera-so boje nesta capital o general conde de
Vinhaes que vai tomar o commando dasforgas do
Sul. Diz-sc que o coronel Lucotte est nomeado
chefe do estado-maior do conde do Vinhaes ; outros
dizem que vai tomar o commando de urna columna
de operagOes no sul debaixo das ordens do Vinhaes.
Qualquer destas nomeages he applaudida, porque
o coronel Lucotte he valenlc c inlelligeutc.
A guerrilha do miguelista Cachapuz foi com-
pletamente batida perto da Louzil, e morto o Ca-
chapuz, e muitos dos seus camaradas.
A KUamicOo do caalellode Vianna fez urna sor-
lda sobre os sitiadores, dcstruio a halara das Ursu-
linas, tomou a arlilliaria, malou muilo patulea, pro-
ven-sede vveres, e rocolheu-se ao caslcllo. Os f-
gidos de Vianna s pararam no Porto !
i Os setomburros do districto da Guarda, venda-
se acossadoa pela columna do tenente-coronel Cas-
tcllo-Branco, retira ram-se sobre o Alemtejo.
O marechal Saldunha dispunha-sc a fazer um
movimenlo, cujo fin ainda se gnorava.
(i Do Alemtejo nilo consta boje cousa digna de
mencionar-se. ,
O mesmo impresso contm urna denuncia formal
ao paiz c rainha contra o ministerio, c nomeada-
mentocontra o ministro vsconde dg Oliveira, fa-
zendo-lhe graves imputagOes, como a de so haver fe-
lo emulo do conde de Tliomar, de ter acarretado os
apuros linanceiros e o descrdito das notas do ban-
co, a lome e a miseria publica, o de ter culrctido
rclagOes secretas e suspeitas com os revoltosos do
Porlo; e conclue reclamando a desttuigfo do minis-
terio, excepgo do ministro da fazenda o conde do
Toja I.
De urna carta do 12 consta que o ministerio po-
dra a sua demissno no dia 9, a qual lora aceita de
manbfia e i lardo negada; sobre o que eslava o par-
tido callista dividido. So Porlo tinha, nao obstante
o bloqueio, entrado no dia 2 urna escuna inglesa com
armas e munigoes de guerra; c na noile de 6 sahra
para o Algarvc um cahique com mil armamentos.
Apezar do bloqueio, quo cnto eslava em Vigo, sa-
bio do Porto no dia 29 de margo urna expediento de
1,200 homenscommandados pelo visconde de S da
Uandeira, a bordo dos vapores Mindello, Portis Ve-
sucio Estes vapores esliveram a 30 defronte de Lis-
boa, foram para o sul, sondara ni desembarques, o
mar nao eslava bom, foram desembarcar em Faro c
Lagos, sem seren interrumpidos em sua marcha.
Para alm de Tejo marcharan) logo de Lisboa as
tropas que se poderam Franjar, pela maior parte
municipaes. O cx-conde de Mello, que eslava em l'or-
talegro, poz-seem marcha, eja seuchava em Selubal
o Palmella. Nilo sc-sabia por onde andavam o Bor-
nardo de S, nem o barflo da Foz com as tropas da
rainha. Aliada cstava fortificada; cria-so ser all
que so esperava o inimigo, e que se lia varia a guerra
defi ontc do Lisboa do lado opposlo do rio.
No dia II desconfiou a polica que houvesso molim
naquella capital. Chamou-se a municipal da outra
parte do Tejo. Estiveram em armas os balalliOCs vo-
luntarios dia o noile. Nao sendo isto bastante, re-
eorreu-se aos Inglczcs que prestaram o soccerro nc-
cessario para manter a Iranquillidade da capital e li-
vrar a familia real de algum insulto. As naos ingle-'
zas rslivciaiu em linha, o urna defroute do largo
do Pago, com as lauchas arlilhadas c gente prompla
para desembarcar. O dia e a noile passaram tran-
quillamcnte.
Desla al I ilude ingleza lia va i|uem inl'erissi' nina
intervengao; mas parece que a hav-la seria conci-
liadora^
llavia milita miseria. A cmara municipal do Lis-
boa ja eslava fazendo aos pobres distribuigilo de pilo
que eslava a 60 risem metal; o as notas a 2,400 de
descont.
Por outra carta de 13 consta, que no mesmo dia,
de manha, desembarcara alguma frga inglesa cm
Lisboa, donde pareca certa a nlervengilo directa
estrangeira. Tambem se dizia que os llespanhes
i a m entrar em Portugal para o lira rom do arcordo
com as frgas do duque de Saldanha, que anda se a-
chava em Oliveira-de-Azemeis; e queja se tinha fei-
lo aos sublevados do Porto urna iiiiiinae.'io ueste sen-
tido.
O conde de Vinhaes tinha com elTeito chegado a
Lisboa para lomar o commando das Digas em opera-
gOes ao sul do Tejo, leudo sido recebido com gran-
de enthusiasmo.
qualquer que elle seja, que so lombrou do fazer-cor
ror semelhante invento.
E nilo he s esta, Srs. Redactores, a dcclaraglo quo
devoao publico sensato, cujo juizo muilo aprecio:
oulra ha, nilo menos preciosa para mim, e he a de
nilo dcvci um real sequera pessoa alguma, e de so
acharen), livres o desembaragados todos os bens que
possuo ; dos quaes fazem parUialguns escravos.
Para que alguem nosuppBnha que sfio fallas de
fundamento estas minhas asseveragOes, rogo encare-
cidamente aquem qurque so julguc meu credor,
digne-so de publicaro titulo da divida em qualquer
los peridicos desla capital; certo de que pela pr-
senle me obrigo a pagar as despezas da publicagilo.
Ao finalisar, Srs. Reductores, cumpre-me manifes-
tar aos meus gratuitos inimigos que desprezarei as
suas invectivas, o que nilo.me ocenparei de respon-
der a nehlium dessesannuncios improvisados, com
que os intrigantes soem procurar denegrir a reputa-
eaodaquellesque', por um procedimenlo diametral-
mente opposlo ao delles, sefazom credores do seu
odio.
Pela publicagilo destas linhas muito grato sera aos
Srs. Redactores,
Antonio Francisco Xavier.
COWfdEHCIO.
Alf.indeffa..
RENDIMENTO DODL\>...........
Cqpsul^do.
.-." hl
RENDIMEMO 1)0 DIA 8.
Geral.......................
Provincial................i/...
Diversas provincias..............
5:972,014
1:497,986
1:042,233
33,808
PRAGA.-DO Itl-CrTT, 8DEMAI0 Dli 184
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambio,.....Sem transaeges.
Algodao.....Entraram 410 saces, e foi mais
procurado, tendo-so vendido de ris
5,600 a 5,800 a arroba do de primei-
ra sorte, e de 5,100 a 5,300 a de se-
gunda.
Assucar.....Chegaram 318 caixas, o por falla
de navios nilo teem havido vendas,
existind m sor cerca de 550 mil
arrobas, tanto do lira neo como do
mascavado, sendo inetade cncai-
xado.
Couros......Offerecidos.
Cacalho.....Chegou um carregamento deTer-
ra-Nova com 2650 baYricas, que iio
foi vendido.
Carne secca O deposito he de 32,000 arrobas,
tendo-se- feitu vendas avultadas d
1,600 a 3,200 rs. a arroba.
CarvSo depedra-Vcndeu-sea 11,000 rs a tonelada.
Farinba de trigoHouvcram vendas avultadas, de
21,500 a 23,000 rs. a barrica da ame-
ricana, o do 24,000 a 25,000 rs. a de
Trieste; cxislindo boje em prmei-
ra s nios 4,000 barricas, e leudo se-
guido para as provincias dp.sul um
carrega mnlo.chegado de llaTlimore.
Entraram depois da .nossa lltima revista "^om-
barcagOes, esahiram8, cxslindo boje no prjj 37,
sondo :2 americanas, 1 austraca, 2ft,braf leiras,
I dnamarqueza, 1 franceza, 1 hespanhatt"'* ingle-
zas, porluguozaso 1 sueca.
Cambios em i.isboa,
Effecluado.
Ilamburgo 3 m. d. 49 } .
ii-. i 30 d. v. 55 i .
Londres.. J 9d.(1. 53.
Dito a notas 90 d. d. 35 i .
Pars 100 d. d......
EM 31 DE MARgO.
Dinheiro.
. 50
. 55 i
... 55* ..
. 35*
. 505
META ES E
Melats.
Pegas de 8,000......
Ongas hespaiihlas ....
Soberanos........
Ouro ccrceado.....
Dito o ni barra ......
Patacas hespanhlas .
Ditas brasileiras.....
hilas mexicanas.....
I'ral a em barra.....
Descont do notas do 4,800
PAPIS.
Compra.
. 7,920
. 14,500
. 4,460
. 1,800
. 25
. 915
915
915

Le.
508
\
1,80
(Diario do
Venda.
7,960
14,560
4,480
1,900
26
920
920
920
1,700
averno.

!Iovitij(ii(o do Io
k
Correspondencia.
Srs. Hedaclores. Constando-mo que o Sr. Fran-
cisco Borges Mendos ha assoalhado por esta cidade,
queeu tenbo hypothecado ao Sr. .Manuel Romo de
Carvalho a parle de urna casa de que sou consenhor;
e bem assim que adirma ter sido inlerado dessa oc-
curreiicia pelo mesmo Sr. Carvalho : declaro que he
lalsissimo tal boalo, e que de nenhum oulro epithe-
to que iiOo o de calumuiador he digno o individuo,
Navios eyilrados no dia 8.
Illia da Madeira ; 21 das, escuna portugueza Tarujo
& Filhos, de 132 toneladas, capitio Francisco An-
tonio de Almeida, equipagem II, carga lastro; a
Oliveira Irmilos.
Terra-Nova ; 32 dias, barca ingleza James-Stteit, de
114 toneladas, capito Daniel Me. Farland, ouuipa-
gem 14, carga 2,650 barricas de bacallio ; acames
Crahtre c Comp)inliia.
Lisboa ;2I dias, barra portugueza Ligeira, de 210 to-
neladas, camino Antonio Joaqiiiin Itodt-igdM, c-
quipagem 18, carga vn\if% azeile-doeo,^ceblas e
mais gneros ; a (tabello Filhos. Passageiros, E.
R. Rabello, Angelo Cesar de Abreu, Alexandro Jo,
s Gomes, Ernesto Augusto Cordeiro.
Navio nthido no mesmo dia
Cear;brigue-escuna brasileiro ffrwiM<#,captTo Jo-
s Joaqun) Alves da Silva, carga varios gneros. Pas-
sagero.s, Carlos Antoirio do Araujo, padro Fran-
cisco de Paula Menezes, Luiz Fernandos de Albu-
querque Lins, Ernesto Jos Cavalcante, Joaquim
Francisco de Brlo, Francisco lidelis Barroso, Jo-
s Libralo Barroso; Jondim Jos Uarbuza Jnior,
padre Antonio Claudinfi Pessoa, Vicente Ferrcira
dos Santos, Manuel Querosina, Manuel l'aes Pinto
de Vasconcellos, Hiasiluiros.
Parahiba; hiate brasileiro Espadarte, capililo Nteo-
lad Francisco da Coala, carga varios gener Navio tahido no dia 9. '
hio-Crande-do-Sul ; briguu brasileiro D.-Pedro-ll,
capiao Manuel Jos Vianna, carga assucar, sal e
mais gneros, o aeicravos a entregar.
Declamcoes.
a,
CONSULADO DE PORTUGAL EM PEIlNAMBCCO.
Joaquim faptitta Moreira, commendador da ordem d, I
Chisto e cnsul de Portugal nesta provincia, por <
10. F., a Senhora D. Mario 11, que Deot guarde. '
Fago saber ao corpo do commercio desla prac,
ea quemmais possa nleressar, quo por ordem si,!
perior nilo se legalsarilo d'ora cm danto por este
consulado mais despachos-de embarcagOes naciomics
e estrangeiras desla para a cidade do Porto,cm-
quanto a mesma cidade estver bloqueadrpclag fr.
gas ae mar de S. M. F. a rainha ou cniquanln
o governo da mesma "augusta Senhora nilo mandar o
contraro. '
E para quechegue noticia de todos, flz publicar
o presente nos jomaos dosta cidade.
Consulado de Portugal em Pernambuco, aos 5 do
maiode 1847.
Joaquim Baptitta. Moreira
Cnsul.
VICE-CONSULADO PONTIFICIO EM PERNAMBUCO.
O vice-corfsul interino participa a todos os subdi-
tos de Sua Santidade o papa, que, tondo de reinel-
ter para o consulado goral na cOrto deste imperio
urna relaglo circumstanciada dos quo resdromnes-
la cidade e provincia Ihes roga quoiram compa-
recer ueste vice-consulado ra do Hospicio, n. i
para o fim indicado o para tambem ah se mairi-'
cularem. Pernambuco,, 8 do mao de 1847.-.i,.
gelo FancistQ Carneiro.
O arscnsal de marinha precisa comprarvina- >
gre bom t do Lisboa : quem pretender vende-loho
convidado pelo lllm. Sr. inspector a apresentara
sua prosposta rm carta fechada, no dia u do .
corrente mez at a 11 horas da mandila. Secre (I
laria da inspeceo do arsenal de marinha de Per- 1
nambuco 8 de maio de 1847. O secretario, Alt-
xandrt Itodrigues dos Anjot.
PulilicAgao Littcraria.
Memorial histricas dn provincia de Pernambuco, com-
postas pelo lenle dn estado-maior do exercito, Jai
' Herniado Fernandas Gama.
O 3. o 4." tomos destas Memorias, cujas eslam-
pas j chegaram do Ilo-de-Janeiro, hilo de serim-
pretervelmente distribuidos pelos Srs. assignanlc;
o mais tardarato da 15de jnlho do corrente auno.
O 3," tomo conclue a guerra hollanileza.
O 4." tomo contera a noticia minuciosa dos fac-1
tos notaveis que tveram lugar em Pernambuco, de-
pois da expulsilo dos llollandezes ; bem como : guer-1
ra e destruigo do quilombo dos Palmares, que sus-
tentn por mais de trinta anuos um governo inde-
pendente ; revolugio, na qual os Pernambucanns'
prenderam um governadoro capitilo-gcneral, c o fi-
zeram embarcar preso para Lisboa ; peste denomi-
nada--ma/e.<~; tiro disparado contra outrogovcr-l
nadore capitfo-gencral; fgida deste despota tmi-
go; guerra civil, denominada dos Mascates, pela j
crcagfioda villa do Recife, em 1710; posses doago-
vernadores e capitfics-gencraes com toda a exaclid'io
nas datas, etc., etc., etc.
O 5." lomo ser distribuido at o fim do corren-1
le auno.
Subscreve-se n dous mil ris cada um lomo nal
praga da Independencia, livraria na. 6e8. Em julhol
l'ccha-se a subscripgilo, ca obra aera entilo vendida I
aos que nilo forcm assignantes por maisc/ncocnla|
por cento.
I'ublica$3o (ramalica.
Na livraria de Cardo Ayres, acha-se a venda umi|
collccgao de quatro dramas do Sr. Mendos Leal :
A Pobre das Ruinas.
Madre-Silva.
D. Mara de Alemcastro.
O Pagom do Aljubarrota.
Prego 8,000 rs.
Avisos martimos.
Para o Rio-Grande-do-Sul e Porto-Alegro pre-
tende seguir, em poneos dias o tilo breve coma o I
lempo permilta o embarque do son carrogamcnlo, o
brigue Argot, bem conhecdo pelas sUas viagen>;
para os ditos portos recobc escravos e passageiros,
para o quetem superiores accommodagOes: quem I
pretender i'ileenlondr-so com Amorim Iranios,
na ra (la Cadcia n. 45. I
Vende-sea Iiarcaga denominada S.-Josi-Mi-l
gente, de loto de 16 caixas, bem construida, c prom;>-|
ta a navegar : quem a pretender pode exainini-UJ
junto ao trapiche do algodoe tratar na ra do \\
gario n. 5.
O biiguc porliiguez Tarujo-t'ri.meiro, rorroi
e encavilhado de cobre, de excellcnte inuiclia, jirf-l
leude sabir para Lisboa, com a maior IneviiM'l
possivcl, portera maior parte'de sua carga engijaJ,:|
quem no mesmo quizer carwgar, ou ir de.passagem,!
para o que offcrcco ssseiados cmmodose iralanicn-l
tps, Irate com o'consignatario, FirminW J- F. da liil
"na ra do Trapiche, n. 44, ou com o capito, Manoei|
de Oliveira Faucco.
-Os Snrs. carregadores da Jjarca Boa-Vmi*i
queiram entregar oscC-nheeimeutos para seren as-|
si g n ai Ins.
No dia 15 do correiile pretende seguir V""
Rio-Grande-do-Sul o brigue Independenle 1aml
no mesmo quizer carrrgar carga ou escravos, ''"J
tenda-sc com o capito Fructuoso Jos VcW \
Dutra, ou eam Manoel Alves Guerra.
I.cila.
L. G. Ferrcira & C. farflo Jcihto, por intervene
do corretor Oliveira, e por cotila o risco de qu" j
perfencer, do por<;fo de caf avariado e lun|i
iiuanto baslu para reparos c costeio da galera ncana Bazar, capililoSiir.pson, arribada aestepo"
na*actual viagem nue razia do Rio-de-Jannro cu
destino a New-York: lerga-feira, 11 do corroiite, I
10 horas da manhHa, to armazem do Sr. Joilo '<:' |
zo Soarcs, ru de Apollo.
iJP-
Avisos diversos.
O NAZARENO N. 30*
esl a venda ao mcio-dia, o traz artigo* do inlert i
na livfariu da praga da Independencia, ns. b
Rccoinmenda-se a chronica contempornea,
e um
communicadoa respeito da poltica portuguei:- -
Pernambuco. j<.ndel
Precisa-se alugar um moleque paira o servic"
urna casa : no Aterro-da-Boa-Viata., n. 65.

MUTILADO L


WiW
_. [jpsoja-so urna pessoa deprobidado quequcira
entrar com um cont de ris pnra un negocio rom
outra que entrar* con igual quanija; ou um legista
fl,ic ,iucira rcceber um cont do ris em dinhcirn, c
idiantar oulroem azendas, pnra reecber pagamon-
(os scmanacj: quom qualqucr destes negocios q'uh
zor fazer, nnnuncie para ser procurado.
... Na manhfla do domingo, 9, furtaram.na rua da
Cadcia-Volha, da casa n. 32, primiroandar, ump-
daco da brim trancado hranco, com 13 varas por
mo rogarse a qualquer pcssoa que llia fdr oRerecidu
dito hrim, de o nflo comprar; e quem souber aonde
elle existe, dar parle na dita casa, quesera recom-
pensado. .
__ precisa-se alugar um escravo bom cozmheiro :
nesta typographia se dir quem precia*,
Quem annunciou, pelo Mario de 8 do correte,
precisar do um caixeiro para escripia e cobrancas,
dirija-se a rua do Quciinado loja n. 11.
Quem annunciou precisar de um caixeiro de
escripia, dirija-so a rua da Florentina, n. 3.
I'recisa-se de urna ama de leite forra ou cap-
tiva : na rua Direita*, n. 112.
--Urna pcssoa que tem conhecimentos precisos,
se offerece para fazer qualquer escripluracBo com-
mcrcial com perfeiclo e presteza : quem de seu
preslimosequizerulilisar, dirija-so a rua Direita
n, 20, segundo andar.
Precisa-so alugar urna cscrava, que sirva, nflo
6 para fazer o servico lo casa como para vender
na rua; pagam-se 10,000 rs. mensaes: na rua da Flo-
rentina, n. 38.
Urna mulher de bcnscoslumes se cncarrega-.da
criaeflo de menino de peito, impedidos e desimpe-
idos; lambenr recebe meninos para desmamar, no
que prometa esmernr-se : quem de seu prestimo
sequizer utilisar dirija-so a rua Augusta as lo-
jas do sobrado novo [que tem n frente cor de chum-
bo. Na mesma casa vende-se um berco ainda em
bom uso.
Aluga-se o segundo andar da casa da rua Im-
perial n. 1G7 com muiln bons commodos : a tra-
tar na rua .Nova n. 42, com Dellino Concalves Pe-
re ira I.ima.
--Quom annunciou querer comprar urna espada
emmeiouso, dirija-se a rua do Quciinado luja
ila esquina do hceco da Congrega^flo, n. 4I|, que se
dir quem a tem.
I'recisa-se do urna prcla captiva quo lenha bas-
tante leite para criar um menino: na rua da Auro-
ra n. 43
Antonio Augusto Das da Silva retira-se para
lora da provincia.
--Quem annunciou precisar de 1:400,000 rs., com
liyiiolbeca om predios a cscolher nesta [iraca, an-
iiiiiit-i* sun morada.
Prceisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de diminuta familia, e que saiba cozinhar o or-
dinario : na rua do S.-Rila, n. 91.
.) Sr. que annunciou precisar do um rapaz para
caixeiro do escripia o cobrancas querendo um que
tem nratica c da fiadora sua conducta dirija-se a
inadeS.-Rita n. 91.
-- A pessoa que annunciou, no Mario n. 103, pre-
cisar de um caixeiro para escripia e activo |iaia co-
brancas dirija-sea rua eslreita do Itozario n. II.
Offerece-se um llrasileiro adoplivo com pra-
tica de cobrar o com garanta de sua.conducta
para caixeiro de algum eslabelecimento,, ou ar-
iiiazem cobrancas nesta cidade etc. ; igualmen-
te um moco brasileiro activo o pratico em escrip-
turaeflo e quo d (ador a sua conducta. Na rua da
I'/aia n 31 adianie da riheira.
Quem annunciou querer comprar urna escrava
de bonita figura, que cozinbe o diario de urna casa,
lave le ni dcsabfio, e sejaro uito fiel esadia,dirija-so
a rua do Sebo, n. 11.
Desapparecen, da casa n 14 da rua do Hospicio,
um rarneiio nioclio de cor preta com a lila um
tanto crescida : quem o pegar leve ao lugar indi-
cado,que ser recompensado generosamente.
Antcro Jacqucs da Silva retira-so para fra da
provincia.
Precisa-so de urna ama de leite: na rua das
Flores n. 11.
I'recisa-se de 2 ofllciaes de marcenciro : na rua
da Cadeia de S.-Antonio n 18.
Aluga-se o sobrado de um andar no pateo de
N -S.-do-Terco, n. 26 : a tratar na rua das Trin-
clieiras sobrado n. 43.
-- Manoel Jos de Aguiar participa ao publico que
deixou de ser caixeiro doSr. JoBo 1 "te de Azevedo,
desde 30 do abril prximo passado.
B. Didier retira-se para a F.uropa.
F. II. Ctitlkens mudouoscu csc[itorlo ear-
mazcni para a rua da Cruz, n. 40.
Na rua do Sebo, n. 3, empresta-se dinbeiroa
juros com penhores do todas as qualidades, em pe-
queas porces.
Manoel fia Silva Sanios, ven-
de farfolla (le trigo da verdadefta
ma/ca SSSF, chegada ullimamen-
le a esle mercado.
Precisa-se do urna mulher honesli que te
queira subjeitar so servico de urna rasa de pouca
familia : na roa de S.-Rita, n.85.
Aluga-se urna preta que saiba cozinhar ecoDj-
prar ; adveite-scque he para casado |>ouru lami-
lia :na ruadeS-Rita n.85.
Jos Valcnlim da Silva ( bem conhecido boje cni
dia, porensinarha 11 anuos, e seus alumnos sa-
hirem sempro npprovados plenamente ) avisa a qum
convier, que a sua aula de latini acha-se aberta na
rua da Alegra n. 40 e recebo alumnos.
l'rcciaa-so de odiciacs de atraate : na rua da Ca-
deia-Velha n.4l. Namesmaioja so lo mam a pren-
d zea para se ensinar o mesmo oflicio.
luga-so o terceiro andar c soliio do sobrado
da rua da Cadeia do Santo-Antonio, n. 16: a tratar
na mesma rua, sobrado n. 14, no primeiro andar.
Precisa-so de um homem para feitor do enge-
nho na freguezia do S.-l.ourenco-da-Matta prefe-
iinilo-^AtyUCZ : na rua do Vigario, armazn,
M tM JpOlli, estando'a rclirar-se por algum
lempn^i ^^Kda.praca, para tratar da sua saiide,
deixa aSpregiulo dos negocios da sua casa, de
boje Ardante,'*lile a sua ausencia, o Sr. F.
II. Lutlkcns, no quat passou dita procurado bastan-
te a essf. rc-speito.
O abaixo assignado, capitulo da galera/io:ar,
prcscntcnientc fazendo reparos ueste porto, precisa
tomar tres mil pesos risco, alim de poder seguir
para Ncw-Yoi k. As proposlas a tal respeto podem ser
dirigidas ao abaixo assignado, e entreguos no con-
sulado do Estados-Unidos.
T. C. Simpson.
i*
m
LOTERA D0 TIIEATRO PUBLICO.
Conlinuah a estar venda os hilhetes desta lote-
ra cujasrodas teem andamento no da 12 do cr-
reme; o pela concurrencia que lem bavidona com-
pra .los meamos hilhetes o respectivo thesoureirn
nutro_esperancas de que o dia marcado nilo ser
irnisslcriwo. Quanto maisrpida for a venda, com-
pleta dos hilhetes, mais rpida ser a extraccilo da
lotera. Y
Francisco Camoiro da Silva arrematante do
imposto do gado varum de toda a provincia no trie-
nio linanceiro do 1847 a 1850 nao lendo elTecliiado
as vendas dos municipios de fra, novamente con-
vida a todas as pessoas quo qizerem arrematar
qualquer dos municipios de fra, e bem assim as
rreguezias deste municipio do Recfe, a compare-
eoicm as 10 horas do dia 15 do correte, munidos
do suas competentes garantas, em casa de seu so-
cio Anacleto Jos de Mendonca, '.na Dos-Vista, casa
dos Coelhos.n. a.
-Deseja.se fallar ao Sr. Jeronymo Cabral Rapozo
da Cmara para o que se Ibo rogado annunciar,
por esta folha, a sua morada.
Prccisa-se de um caixeiro que seja hbil e cn-
tenda de ferrageqa : quem estiver nestas circums-
lancias annuncie
Panorama.
Na rua do Queimado loja n. 11, conlinunm-sc a
rcceber assiguaturas para o lanorumo, a 3,000 rs.
por anno em 52 nmeros.
-- OSf. Sebastilojosede Rarros Brrelo dirija-
so a praca da Independencia n. 37 que se Uto d*
seja fallar a negocio de seu interesse.
ff^p" S. S. Davenporl, administrador liquidante
da casa de negocio de llclladew& Cardner, na cida-
de da Rabia vende os gneros existentes no arma-,}
zemdc fornecimenlos para navios, situado no lu-
nar de Corpo-Santo, assim como os utensilios e
bemfeiloras dodiloarmazcm : a tratar com o mes-
mo liquidante na dita cidade.
Ridguay Jamisson & Compaubia mudaram "o
seuescriptorio c armazom de fazendas, dara da
Cruz para a rua do Trapiche-Novo, n. 12,
A conimissflo administrativa marcotro dia II do
corri'nlo mez, pelas 6 horas da tarde, pira reecber
as propostas do convidados que dovoiflo leriugrcs-
so na partida do dia 22 do correte ; e adveate que
lepos do dia marcado nilo admitlii proposta ai-
guma.
S. H. T
om conformida-
avisa aos Srs.
odia 12 do
dar receber
desdo as
esmo thcatro,
co respectivo
ara isso, bem
lidades, o o
vendo. Igual-
mesmo dia 12, ao
A dii eccSo do thcatro do Apollo
de com o 18 do art. 38doscst*
socios, que se acha marcada a rj
correte, c que, portento, qu
os hilhetes nos dias 9, 10 o 1.1
4 horas as 6 da tardo, no sal
onde nicamente serflo distri
thesoureiro, queseacha
comopaiaTwceler nesse acto
que i mesmo .Sis. mais estiven
menle quatvein mandar, al ti
meio-dia, suas proposlas para convidados em carta
fechada, incluindo os bilhetes, ao Sr. director, na
rua do Apollo, afim de que, cm lempo competente,
sejam legalisados, livre de atropellos Tambem a
meSma direcefio, cm consequencia do 9 do referido
art. 38, faz constar aos mencionados Srs. socios a
determinaeflo dos dousarts. 14 o '15, abaixo trans-
criptos, de regulamenlo geral que provisoriamente
se achanie'melTeclivdadc, desde a ultima recita inclu-
sive, e isto para queem lempo algum se cbamem
ignorancia, sobre tal dispoaicfio.
Art. 14. Em quanlo nao fr precnchido o n. dos
socios que os estatutosdeterminam, s por duasve-
zes o convidado poder participar dos dve lmenlos
da socedade.
Art 15. So exceptuados das disposiccs do art.
antecedente o disposto no art. 9; os paisdos socios
e ilbos destcs, nflo emancipados; os seus hospedes
que nflo tivercm domicilio no municipio; oscslran-
geirosquavisitarom o paiz; e os iiilercssados com
os socios accionistas na sua parte, declarando estes
o nonie daquelles.
JofloJos do Carvalho Moraes, agenlc, nesta
praca, do contrato do tabaco do reino de Portugal
participa ao rcspeilavel, publico que pelo ultimo na-
vio'ebegado de Lisboa iccebeu ordem daquelle
contrato para de hoje. cm diante poder vender a re-
talbo o ra|i princeza de Lisboa a 3,200 rs. cada
bote o cm caixts a 3,000 rs a dinheiro a vista ;
bem como declara que nflo troca rap a pessoa al-
guma por outio motivo que nflo seja mofado.
Precisa-se de 1:400,000 rs. a premio dando-se
em hypotheca urna propriedadea cscolher nesta ci-
dade : quem quizer dar annuncie.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia quo entenda de cozinhar e engommar, e
que tambem faca o servico interno : na Soledade ,
ua de Joflo-Fcrnandes-Vieira n. 42.
Arrendam-se barreiras para tirar barro para toda
a qualidade ile obra queso fabrica em olarias; tam-
bem so vende por canoas, e igualmente ha barro
excellcnlc para se trabalbar em obras ; assim como
na mesma barrena ha barro proprio para aoespa-
Iha'rein terrenos cnlulbadosdearea, destinados pa-
ra plantacgs, por fazer produzr toda a qualidade
de lavoura, bavendo vanlagem as ditas barreiras
do seren niuito mais perto do que as do Monteiro e
Com a maior commodidado possivcl, de a canoa en-
coslar junto ao barro c poder na mesma niar que
sahirilqfjlecfe, lomar a voltar, c livre das inter-
rupcOeS dascheas do Capibarlbe: a tratar no so-
brado que tem olaria, atrs dos Remedios.
-__ l'recisa-sc de um 111090 de boa con-
duela que entenda de escripia e seja
activo para cobran?!!: quem pretender
annuncie para ser procurado.
Precisa-se de um caixeiro para padaria.quo tc-
n1ia alguma pratca de negocio: na rua Direita ,
11. 82.
OSr.... que no dia6do correntc foi ao estado-
maior do corpo de pocia, o levou um guarda-sol do
seda preta novo, deixando em seu lugar um de pan-
no velboe quebrado, baja d'o ir entregar no mesmo
cslado-maior, do contrario publicar-se-ba a pessoa
que fez somelhaute graca, pois nflo se ignora quem
he,
Precisa-so do urna ama paracozinha.epoqueno
servido interno c externo da casa n .16 da rua de Mor-
as, primeiro andar.
Rernardin Frciro dcFiguelredo Abreu e Cas-
tro mudou 0 sen escrinlorio para a na da Cadeia
do Recife, n. 3, primeiro andart
Dlo-se 500,000 rs. a juros com penhores de ou
|,ro, prjita ou hypotheca em alguma casa desembara-
cada : DO Forle-do-Maltos, rua do Codorniz, venda
n. I, se dir quem da.
Y Quem annunciou, pelo Diario de 8 do correnle,
precisar de um caixeiro para cobranzas, quo entenda
de alguma escripluracflo, dando fiador sua con-
duela, procure na rua do Collegio, loja da casa n. 16.
Quem annunciou precisar de um moco que en-
tenda do escripia o seja activo para cobrancas. di-
rija-se i ruado Queimado. loja de miudezas, n 11,
das 8 horas cm diante,quo l achara um,que,alm de
lor as qualidades exigidas, afiancasua conducta.
/lerro-da-BoaVista, n. 5.
? Pommateati, culileiro,
tem a honra de prevenir ao respeitayel publico, quo
acaba de receber pela ultima ombarcaeflo viuda de
Franca um rico e completo sorlimento de cutileria
fina, a sa.ber : caivetes de mola de urna e mais fo-
Ibas, apparclhados de prala ; facas e garfos de mesa
e sobr-mesa, o trinchantes do diversos modelos :
canivoleBo tesouras para jardineiros ; um lindo sor-
limontode tesouras do todos os lmannos e mode-
os para senhoras; dito de ditas para alfaiates c bar-
beiros ; eslojosdo duas e sete navalhas (estes mui-
to finos, por so afiancar a qualidade); aliadoros e
nnissa para os mesmos; caivetes de urna o 4 folhas.
Je aparar penas; caixas o eslojos para limpar o tirar
lenles; escarificadores para ventosa ; caixas do ma-
temticas; chicotes o bengalas dg ultimo gosto ;
iridasdediffrentes modelos; lancetas para sangrar
cavallo ; esporas do lalflo e de ac, de difTercntcs
modelos; fundas de ambos os lados; bnleiras; sacatra-
pos; espoletas;cemincos,etc.,ctc.Concert espingar-
das etoda qualidade do ferragem lina. Amla sem-
pre as quarls e sabbados; e osSrs. ourives que
precisarem do folhas de faca e garfos para appare-
Iharem de prata, podem-so dirigir ao mesmo.
Agencia dopassaporles.
Na rua do Collegio, n. 10 o no Aierro-da-Boa-
Vista, loja n. 48, conlinuam-so a tirajrpassaportes
tanto para dentro, como para fra do imperio; assim.
Como despacha m se escravos tudo com brevidade.
Manoel Ignacio da Silva Teixeira, fcom padaria
na pra?a de Sanla-Cruz, junto ao ahrado da esquina
da Rua-Velha, n. 106. contina a fabricar excellenle
pflo o muito boa bolacha do diversos lamanhosat
20 em libras, muito propria para casas particulares
e para o inalto.por ser Turada o massica, som risco de
se juobrar, ainda sendo conduzida em saceos: o pro-
co bo rasoavel, segundo o estado do mercado, e sem-
pre so esforca por servir bem'a seus freguezes; as-
sim como roga a seus freguezes do pflo,que o descul-
pem de nflo seren servidos as horas que desejam,quc
apozar do ler dado as providencias para isso, quem
o vai entregar, n uilas vezes as nflo observa ; po-
rflm, sendo queiram maada-lo buscar padaiia, as
6 horas da manbfla o acharflo promplo.
__Fuilaram no da 5 para 6, urna manta do seda,
um par de sapatoaodogs lencos de seda ; tudo no-
vo, sendo um Janeo ainda.por emhninhar: a quem
for ouerecido este roubo faca o favor de apprehen-
de-Io o lavar a praca da Independencia n. 19 que
so gratificar.
A nogocio de particular interesse do Sr. Ignacio
Laiola dos Santos Pulquerio, natural da cidado de
Cuaritinguet, da provincia de S.-Paul prccisa-se
saberse elle existe nesta provincia; o roga-re a qual-
3uer pessoa qlio do mcsnio Laiola possa informar,
e se dirigir a Fra-de-l'ortas rua do Pilar, n. 145 ,
a fallar com Jos Concalves Bellrflo.
Compras.
- Compram-se cdulas de
2*0^000 rs, de cor encarna
da, cpm potico descont : na
esquina do Lhramenlo, loja
de 6 portas.
Comprtm-sc ps de larangeiras, cm estado de
serem mudados: na rua Nova n. 42.
Comprou-so por ordem do Sur. Joaquim Avcl-
lino Tavares residente na cidade do Lisboa o bi-
llielen. 29 da primeira parte da 17.' lotera a favor
das obras do tlieatro publico da cidade do Recife.
Compra-so um alambique de cobro para des-
tinar ago'ardenle que j lenha servido mas que
csteja em bom estado : na rua Augusta, n. 48.
-- Cotnpra-se urna Biblia portugueza usada : na
rua do Crespo loja de miudezas n. 11.
Compram-se escravos do ambos os sexos: na
rua Nova, loja do ferragens, n. f6, se dir quem
compra.
Compram-se effectivamente escravos de ambos
os sexos, de 12 a 20 anuos, sendo alguns ofllciaes
de sapateiro ;,sendo de bonitas figuras, pagain-si
bem : na rua da Concordia passaudo a ponLcziiiha,
a direila segunda casa terrea.
Vendas.
('asa da F
na rua eslreila do Rozarlo, n. C.
Neste eslabelecimento acham-se venda as cau-
telas da bem acreditada lotera do llieatro publico
desta cidado, para cujas rodas est annuuciado o an-
damento para o dia 12 do maio prximo futuro.
Neste eslabelecimento tambem se acham venda tres
trancellnsdeourodo lei sem feitio: a elles quesflo
de multo bom gnslo.
Vende-se ou iroca-se por urna casa terrea com
quintal, ou por algum pequeo silio com arvores
de fructo, perto do Retiro, um sobrado novo todo
forrado, com um grande sotilo, paredes dobradas,
chflos proprios, o qual rende por mez 34,000 rs.: na
rua eslreila do Rozario, n. 10, lerceiro andar.
Vende-se una negrinha de 12 a 14 anuos que
fz lavarinto solrivelnienle: na rua eslreila do Ro-
zario n. 11, segundo andar.
Vende-se urna espada um lalim e 1 banda de
borlas de ouro; ludo com muito pouco uso no
Aterro-da-Boa-Vtsta, n. 84.
_ ___g
Contina-so a vender chocolate novo, por pre-
co cnm modo; caf moi'do a 180 rs. ; dito em grito,
a 110 rs. ; cil bysson a 2,000 2,240 o 2,560 r. ;
velas de carnauba de 6, 7 9 em libra a 320 rs. ;
sperniaeeie, de ( em libra a 800 rs ; bolacltiohn
t&lcza, i o rs. ; phssas a 210 rs.; toncinho do
Lisboa a 840rs. ; manleiga ingleza a 400, 500 o
720 rs. ; queijos novos, 1,400 rs. ; urna poreflo de
arroz, de casca bom, pela medida velha porpreco
en nmoito : no paleo do Carino esquina da rua le
lorias, ladodircilo, n. 9.
A' pOO o corte.
Na loja de Cuimarfles Serafim & C confronte "O
arco de Santo-Antonio, n. 5, vendem-se ricos cor-
te* do cass dos padrftes mais modernos quo teem
vindoa esle mercado, c lindos desenbos pelo bara-
to prc<;o de *,500 rs. cada corte; chapeos do sol, de
pauiiuiii, francez a imitaeflo de seda, com lindos
cabos, a 3,200 rs. cada um.
Vende-seo eugenho denominado Tlba, na fre-
guezia deScrinhflom, moento o correnlo, muibom
moodor com agoa, por ser copeiro, de muila pro-
ducc{k>;tem bastantes mallas c lodas as qualidades, da
madeiras; dista do porto de embarque legoa e meia :
quem o pretender dirija-se an mesmo engonho, a
tratar com o proprietario, Joflo Chinaco Fernandos
CavaleniHi.
Vende-se cera chegada ullimamente do Rio-de-
Janciro, em caixas sortijas, de libra at meia quar-
ta : na rua da Cruz, casa n. 66.
O barateiro da Boa-Vista
esl vendendo na sua loja do Aterro, n.10, a pri-
meira indo da ponto) fazendas tito boas o baratas
que causan) admiraeflo. por sua ptima qualidaMc o
baratos rceos, o mesmo por so nflp acharem em
oulra parle. Ah acharflo os freguezea amigos do
homo barato as seguintespeiliiiH-tias : chitas escu-
ras, proprias para vestidos de trazer por casa, a 120
rs. o eovado; um completo sorlimento de outras
mais finas, de varias cores o parirocs, a 140, 160, 180
e 200 rs.; algodes americanos do lislras para roupa
de escravos, por serem muito cncorpados o bem te-
cidos, a 200 rs. o eovado ; gambrecs para calcas,
fazendn propria da presente estatu por ser de pa-
drees oscuros imitando casimira, n 1,000 rs. cada
corto do tres covados o meio ; cassa lisa com vara do
largura, a 20 rs. a vara; dita de quadros e lislras,
a 310 rs. -r madapolAcs I i nipos sem avaria, fazenda
soffi ivel, a oilo patacas e meia a peca;ricos cortes do
cassa celeste para vestidos de senboras.n 3,200 rs. o
pecas de hrctanha de rolo com 10 varas, a 1,440 rs.
A LOJA NOVA N. 17, 00 PASSKIO PUBLICO DA
MAJADOCOLLEGIO.
Fs.tcnovo eslabelecimento, fazendo bojo a sua a-
herlura, o estando do anlemflo prvido o completa-
mente sortido de pechinchas e fazendas inteiramen-
to novas quo nicrccom particular atteneflo aos ama-
dores da economa, e disposto a patcntea-las pelo
mais mdico preco, compativcl com suas boas com-
pras fetas a dinheiro.o som compet lores no merca-
do, espera que o presento annuncio, soandoans ou-
vidos los amantes do bom c barato, faca a devida
impressflo [inra que com sua enrgica concurrencia
ao eslabelecimento possam devidamenlo conhecer o
apreciar ludo quanlo levo dito. K para quo com mais
garanta possam ajuizar c fazer mais acertada conci-
deraeflo abaixo levam os procos algumas dessas quo
a memoria traz acolleccflo.--Pec.asdo mapapolac-sof-
frive), a 2,000 rs., o a vara a 100 rs.; rscados de 4
palmos do largura, azenda muito boa para escfa-
vos, a 200 rs o eovado; dito muito proprio para ca-
misas, a 140 rs. o eovado; chitas, as melhoros quo
at boje tcom apparecido, Dor 160 rs. o eovado, e a
5,800 rs. a peca; ditas proprias para coberlas, a 4,800
rs. a peca, ea 140 rs o eovado; ditas franeczas mui-
to largas.a 360rs. ocovadojertes do chitas do muito
lindos padrOes, a 2,000 rs.; ditos de cassa, os mais
modernos, a 4,000, 4,500 e 5,000 rs,.; cortos do caiga,
fazenda muito superior o de lindos padrOes, a 1,280
e 1,440 rs.corles de collcles" de fustflo, muito lindos,
a 800 rs.; ditos do Ifla o seda, a 1,000 rs ; ditos do
gorgurflo de seda, a 3000 rs.; cassa lisa com urna va-
ra de largura, a 240rs a vara, o 3,500 rs a poca com
17 varas; lencos de seda para meninos, a 500 rs. ca-
da um; ditos proprios para homem, a 1,440 rs ; pan-
nos proprios para mesa, a 1,600 rs.; mantas de La o
seda, muito honilas.a 5,000 rs.; brins do puro linho,
padrOes muilo modernos, a 1,000 a vara; dito bran-
co do lislras, a 240 rs. o eovado; dito trancado bran-
co, a 360 rs a vara; assim como urna poreflo desa-
pales muito proprios para a estaco presento, a
1,440 rs. o par.
Vende-se um sitio distante da praca 3 quar-
tos dodegna, com casa de podra e cal,. com commo-
dos para grande familia, terreno proprio, com fruc-
teiras, esudlcicncia para plantar-so o ter 12 vaccas
de leite, todo cercado com cerca nativa e vallo, um
viveiro cavado fallando-lhe sement por a porta
d'agoa. rom una vertente d'agoa correnle lodo an-
no, onde, se faz haulrbjro pelo verflo; tem urna ola-
ria bem afrcBuezada uelo bom barro que lem para
toda a qualidade de ulna e com vanlagem do poder
vender bario para unirs otarias que o nflo tem o
para obras, rom om porto de embarque : a tralar
i," sobrado que tem Olaria airas dos Remedios.
Calcado.
Vendem-se botins e horzeguins inglezes; sapatos
e meios bolins, ditos; sapatos de urna o duas palas do
Nanles; ditos de costura; ditos do tres solas, todos
proprios para o invern, e ebegados polos ltimos
navios: na ruada Cadeia do Recife, n. 35, loja do
Morcira. .
Vende-se ou troca-se por ca-,
sas terreas, ou algum sifio perto
da praga, urna casa de sobrado de
dous andares (a excepgfto de urna
parte de dous conlos de ris que
perlence a oulra pessoa), cuja ca-
sa lie fejla de muito poucos an
nos, e repartida moderna; tem
urna excellente vista, bem como
um bom desembarque para o mar:
quem esta compra ou troca qui-
zer fazer, dirija-se rua do Cres-
po a fallar com Jos Joaquim da
Silva Maya.
hnJTlUAD0


***r

Novos gnmbreoes.
Na loja do Cuimares Seraflm & C, confronte ao
arco de Sanio Antonio, n. 5, vendcm-sc novos gam-
brces a 1,400 rs. o corto d..- tres covadosc meiu; es-
ta fazenda lorna-sa rccommendavcl pura a cslago
presento, por ser fazenda cncorpada c escura; e finge
a casimira franceza por lerpadres imitantes;) cin-
tas a 120 c 140 rs. o covado, c alcm disto um conl-
pIetosorti:nento de toda a quaiidade de fazendas.
Vendem-sc por preco commodo,
ditas canoas de conduzir agoa ; e una
dita ineia aberta : na ra de Apollo,
a fallar com Jo3o Esteves da Silva.
A' 800 rs. o corle.
Na loja de Cu i m.nles Serafn) & C, confronte ao
arco de Santo Antonio, vendem-sc lindos cortes de
fustflo, cores lisas, pelo barato prego de 800 rs. o
corlo; cassa-chitas com flores, linas o largas, suecas
e inglezas, a 240 rs. o covado!
NA RA DO QUEIMADO, N. n,
Yendein-se lindas mantas de seda ,
pinito finas a niais modernas que ha,
proprias para senhora e meninas, a 3,t.oo
rs. ; cortes decassa decres fisos, ede
lindos padrdes, a 4>- A- 5 sarja bes-
panhola ; dita franceza j los p re tos ; tu-
A
do por menos de seu valor, por ter aca-
bado a Quaresma : na loja nova de I-
C. Le te.
~ Vendc-se o restante da superior familia, a
3,300 rs.a sacco : na ra DireiU n. 9.
A' 12^000 rs.
Na loja n. 5, confronte ao-arco de Sanio Antonio,
vendem-se ricos cortes de cha]y de lita e seda, pa-
dros modernos, polo barato preco de 12,000 rs. ca-
da corle; use a ilos francezes finos "o modernos, a 240
rs. o covado; zuarte azul encorpado, da fabrica por-
tugueza, a 200 rs. o covado: esta fazenda hepropria
para escravos.
Vende-se um tronco em bom es-
tado : na ra da Senzalk-Nova n. 7.
Polassa da Russia,
polo prego de 180 rs. a libra em barra pequeos :
na ra da Cruz n. 10 armazcm de Kalkmann &
Rosenmund.
-- Vcnde-se cal virgein em meias barricas clirgada
ltimamente ; caijas vasi.is para asiucar ; uina porjao
de pesos de ferro, de duas arrobas ; ierras grandes para
serrar madeira ; ludo por preco coinmodo: na ra da
Moeda, armazem n. l7.
Baratciro da loja nova.
O novo barateiroRicardo, da loja nova n. 4ao
p do arce_ de S.-Antonio, est vendendo pegas de
chitas limito finas, cores muito lisas c novos pa-
drOes a 5,800 ris.e o covado a 160 ris ; casimiras de
algodo, padres inteiramente modernos, o corlea
1,600 ris; lencos de soda muilo modernos para ho-
mem, a 1,440 res ; ditos de eambraia muito fina, u
400 ris; cortes de chaly muilo moderno, a- 5,000
ris; mantas de seda, padres chinezes, no ,mais
moderno gosto, a 10e 12 mil ris; algodo azul e
riscado para escravos.de 4 palmos de largura, muito
encorpado, a 200 ris o covado. Tem um lind/) sor-
l imcnio de sedas modernas no gosto chinez, rece-
bidas e desembarcadas hontem, da ultima moda de
Pars, para vestulode bailes, &c, e que vende niuio
barato, assim como lodas as fazendas de luso,
asseiado goslo, notando-se uns longos com franja
para senhora, da meHiorseda degros de Naplcs, pa-
c rOcs nunca nesta praga vislos.a 6,000 ris.
Gaz.
I.oja de Joo Cliardon ,
Atcrro-da-ISoa-Vsla, n. 5.
Nesla leja acha-se um rico aortiinenco de LAMl'EOES
PARA CAZ com teus competentes vidroi, accendedo-
ics e abafadores.
lStCS Caildieil'OS os melhores e
inais modernos queciistein boje : rrcowuiendam-se ao
publico, unto pela segursufa e bou gasto de sua boa
confeceo como pela boa quaiidade C. luz, economa e
asseio de seu servico.
Xa 111 eSfila loja os consumidores sem-
pre a cha rao um deposito de GAZ,, de cujo se alianca a
quaiidade, e em porcao bastante para consumo.
PANNOS FRETOS Eli\OS
e novos na loja ; velludo preto ; chama-
lote de seda, para rlleles e gollaS ; se-
titn macan ; o verdadeiro brim trancado
de listras de cores .* na ra doQueimado,
loja nova, n. u, de Hay mundo Carlos
Leite.
Vendem se "VELAS de cera do
Rio-de-Janeiro e de Lisboa grande e
completo sortimento : na ra da Scnzal-
la-Yelba armazcm n. no, de Alves
Vianna
= Veudem-se nioen Jas de ferro para engenhos de as-
sucar, para vapor, agoa e beatas, de diversos tainanhos
porprejo commodo; e igualmente taixarde ferro coado
e baUdo, de todos os tamaitos: na praca.do Corpo-Saik
to, n. 11, em casa de ale. Calmont & Cowpanhla, ou na
ra de Apollo, armazem, n. 6.
Vcndcm-se escravos de ambos os sexos do 10
a 30 annos, com habilidades o sem ellas, e de bo-
nitas figuras : na ra Nova n. 40.
DEPRESSA. DEPRESSA, FREGUE7.ES,
ao Passcio-Publico, na loja nova etc fazendas ,'n. 19,
de Manoel Joaquim Pascoal Ramos, aonde se acha
um completo sortimento de fazendas finas e ordina-
rias com aejam : ricas chitas para vestidos de se-
nhora a 240e 280 rs.; ditas a 140,160,180, 800 ,
220e240.rs. ; ditas para cobertas a 140, 160, 200,
220o 240 rs. ; brelanha de puro linho a 600rs.;
dita de Franca a 800 rs.; tengos de seda do muito
boa qualidado a 1,440 e 1,60*0 rs. ; primores para
vestidos do senhora ', de muilo bom goslo a 320 rs.
o covado ; cortes docilitas finascmn 14 covados, a
2,400 rs. ; dilos de eambraia a 4,200 o 4,500 rs. ;
rispados francezes, tanto para jaquetas como para
vestidos, a 180, 200, 220, 240 e 260 rs. ; picotes de
duas larguras muito fortes para roupa de escravos ,
a.220 e 240 rs. o covado ; algndilo de listras a 160,
220o 240 rs. ; dilo azul a 200 c 240 rs.; dito mos-
clado a 220 c 240 rs. ; madapolilo muito fino, a
2,400, 3,600 4,000, 4,500, 5,000 0 5,200 r.; cam-
braias lisas finas do vara de largura, pegas com 8
varase mcia a 4,600 c 5,000 rs. j.bonsbrins bran-
cos para caigas, a800 e 1,120 rs.; dito pardo francez,
a 800 e 1,200 rs ; dilo de listras o de quadrds a
1,000 e 1,120 rs.; corles de mcia casimira, a^2j400
rs., e em covado a 640 rs. ; e oulras muitas Ipzeu-
das por muilo diminuto prego que muito agrada-
r8o aos seus freguezes.
A' 7^000 rs cada urna manta.
Na loja de Cuimares Seraflm & C, confronte ao
arco deSanlo Antonio, n.5,vcndcm-se mantas de seda
modernas para senhora, pelo barato prego de 7,000
rs. cada urna; riscados francezes finos, padres mo-
dcrnos,-a 240 rs. o covado.
Vendem-se 2 molcaucs pegas de 18 a 20 an-
nos, bons para olrabalhodo campo c da praga ; 1
dilo bomcozinheiro; 4cscravas mogas sendouma
dolas boa costureira e engommadeira ; urna mula-
linlia de 16 unios boa para ser educada: na ra
do Passeio loja nova n..lfl.
Na loja de Francisco Jos Perei-
ra Braga ,
na ra do Crespo n. 3, ao p do arco de S.-Anto-
nio vende-so panno fino azul proprio para far-
das a 4,000 rs. o covado; pegas de cassa de listras,
a 2,600 rs.; ditas de eambraia lisa a 3,500 rs.; cor-
les de raigas dobrim branco de linho, do mais su-
perior que tem apparecido a 3,600 rs. o corle.
Vendem-sc ptimas crvilhas e chitaros lle-
gados prximamente no brigue OUveira, proprios
para semear, por seren muito novas; podras de
moinho de moer milito : na ra larga do Ilozario ,
n. 29.
Bfl Vendem-se superiores cbapos de
.3^,castor, pretos e blancos, por pceo
milito barato : na ra do Crespo, loja n.
12, de Jos" Joarjuim da Silva Maya.
Na ra do Crespo, o. 12, loja de
Jos Joaquim da Silva Maya ,
vendem-se ricos cortes de eambraia para vestidos de
senhora; ditos de bauzlinas, para vestidos : fazen-
da esta muilo propria para a cslago de invern, por
ser de cores escuras; um rico sorlimento de manas
desda ede seda e Ifia para senhora;mantinhas para
meninas u duas patacas cada urna ; chales de seda
de bonitos gustos e difTcrenles lamanhos ; meias de
seda brancas e prelas, para senhora o homem as
mais superiores que leem vindo a esla praga ; pan-
ano lino preto e de cores ; alpaca a 800 rs. o cova-
do e muilo fina a 1,600 rs. ; cambraias para cor-
tinados de camas cjaucllas assim como franjas pa-
ra os mesmos ; cortes do caigas de casimira france-
za clstica e muito superior, a 5,000 rs. cada corte ;
cortes de rlleles de velludo, gorgurSo, selim c de
fuslo por prego muilo barato; panno de linho a
400 rs. a vara; cobertores para escravos, coutros
muitas fazendas que todas se vendero por pregos
muito baratos.
Vende-se ou arrenda-se o engenho Mogamhi-
que, sito na freguezia de S.-Lourcngo-da-Matta ,
(lisiante dcsta praga 3 legas : na ra do Vigario ,
n. 22, armazem de Jos Xavier, dono do mesmo
engenho.
Tende-se para fra da provincia ou para en-
genho um escravo de nago Congo de 28 annos
pouco mais ou menos que cozinha o diario de urna
casa e relina assucar : em (Huida ,- ladeira do Vara-
douro', relinacSo de assucar.
-- Vendem-se dous escravos, sendo unT-pardo de
bonita figura e um preto do servigo de campo; um
optimo|:nolequcdc 12 annos ; urna negrinha de na-
ga o de 16 annos ; duas ditas de 20 annos pojadas,
que cosem e engomman ; 4 ditas de bonitas figu-
ras, ptimas para o servigo do campo; 3 dilas de
meia idade : lodos por prego commodo ; na ra Di-
rcita, n. 3.
Vendcm-se8 tomos das obras do grande juris-
consulto portuguez, Manoel Alves Pegas ; que tra-
lam de varias materias do foro judicial, por prego
commodo ,e em muito bom uso; una geometra
de Cuclillos ; urna collego do carapuceiro, comple-
ta ; urna dita do Popular ; urna dita do (inania Na-
cional ; Cohsiderages sobro a legislagflo civil e
criminal: na praga da Independencia, loja deen-
cadernago n.12. '
Vendem-sc dusprctos ptimos para o tra-
balho de campo; urna prela ; urna parda com al-
gumas habilidades : na ra da Cruz, no Recite n.
28, segundo andar.
Yendc-sc urna venda com poucos fundos sita
na ra do Vigario : a tratar na ra da Cruz n. 28,
com Lima Jnior & Companhia.
Vcndem-so varios trastes a saber: cadeiras ,
canap marqueza mesas, mangas do vidro e
oulros objectos
go commodo :
do n 46.
Vende-se urna prela bem vistosa cozinhci-
ra lavadeira c que he muito boa engommadeira,
sem vicios nem achaques : na ra da Cadeia do Ite-
cife, a fallar com Jos Comes Leal.
Vidros de espelho -
de diversos tamaitos, vendein-se'por preco muito com-
modo : na ra da Crui u. 10 armazn de Kalkmann
& Vjoseninuiid.
'RAPE' PRINCESA NOVO LISBOA.
Acaba do chegar pelo ultimo vapor urna nova re-
messa deste excelfentd rap, muito fresco e com de-
licioso aroma, e coftlintM a rnder-se no deposito da
ra da Senzaila-I elha, n. lio, e etn todos os lugares
do costume, al lioje annuiiciados.
O NOY- BAIUTLIRO l)\ ROA NOVA.
Tinoco o: Rcha va miera por proco muito com-
modo, chlese inanias do sada ; luvas; meias ; sar-
jas e seiim- de t>idas as qualidades ; riscadinhos
francezes de I mos padres a 220 rs o covado ;
chitas finas que nfto largain a cor a 180 rs. o co-
vado; brelanha ruto fina,, a 700 rs.a vaja ; lui-
zinha de listrasj 200 rs< o corado; balzorinuio
lila de I i q diasimos -osts e muito propria para ves-
tidos de suhora na ; -osente esfagno, a 280 rs. o co-
vado ; ricas lilas do m tjin.lavrado ; lindissimas cas-
sa s para rostidos o wuirilP fazendas de goslo qu os
annuncisntes vondeui ir.iTs'haraio que m outra
qualquer parle, na sua Puja dwui Xttva n. 36
Vende-se, por 4,00 rs ,a BxpusicJro da don-
trina christan que coulom a historia da rol
desde o principio do mundo a explicagao d
mximas dogmas e mystcroa, a das suas fe
dades eceremonias e emfim njfcin rinr'lh'na 'Ir
todos os domingos do anuo, e dfsrarsos sobro cada
umd'elles, dado a luz pe luspo D. Thomaz de No-
ronha do concalhodes. \l. Imperador e director
da academia de Oliuda : la praga da Independen-
cia liviana kl. 6 6 8 ; nq paleo do Collegio, loja do
livros, ii 2,eda esquin la da Cadeia do
JBRecife loja doSnr. Cardozu ftyi
Vende-se um pela moca que
cose e engullidla : ta na do Cabog ,
loja de miiidezan, tt. i 1
Vendem-se dados l.inftb de mar-
fnn como Je osso : na ra do (labug,
loia de mindcz>>. n. i ).
es-

Alcm de ouIrak muitas
fazendas,existe anda um
resto daspeehinchas dos
cortes ile cassa ele i^uO
ris.
J patos de cabra; ditos de tamanco, a 500 rs.; no A-
torro-da-Boa-Vista, n. .8*.
Na ra da Cruz, n. 26, vendom-se dous bons
cravos, proprios para todo o servigo.
Vendcin-so8 escravos, sondo: 2 pretos mo-
gos, de bonitas figuras; una prela de IB annos; urna
cabra com urna filha de 10 annos ; 2 pelas do ser-
vigo de-casa c que silo boas cozinheiras; 2ditas
sem habilidades : no pateo da Matriz dcS.-Antonio
sobrado n 4.
Vendem-se"? escravos sendo um sapalciro
de 19 anuos ; unrditode nagilo Angola, de 20 annos'
que cozinha o diario de urna casa um dito crioulo|
(le 25 annos proprio para o servigo de campo ;
lindasnegrinhas ce 12a 16annos, com principios
de habilidades, o que sao proprias para mucamas-
urna mulalinha de 10 annos propria para mucama
de qualquer menina : todos de bonitas figuras, e sem
vicios nem achaques : na ra das Cruzes, n. 22, se
gundo andar.
' fe0('em's0 ^ous ,relosJ sor"l um dellcs of|-
eial(e^arftrna ; urna prcta e urna parda com urna
Bwa.jJi) 8mezes; urna linda ne|Hnha de 7 annos,
ITopriapara andar em casa com enancas: na ra
da Cadeia de S.-Antonio II. 25. -
Vendem-se dous sitios um delles denominado
Bomg na estrada do mesmo nome, pouco adian-
to dos Remedios, com casa'do vi venda terreno
bstanlo extenso tanto para plantagOes como para
pastagem de 10a 12 vaccas de leite, do invernne
verilo para o que offereco muitas proporgOes;e o
oulro.no Lea, lugar dos TorrOos, com as mes-
mascommodiclu/U's que o primeiro ; ambos se ven-
dem por prega cnfriodo, e tambem se trocam por
escravos, ou casas nesta praga : na ra do Vigario,
armazem do assucar n 22.
Veiidein.-se baszinhoscobertosde tartaruga,
de differentestamanhos, proprios para as scnlioras
gu a id a re. m sua costura pelo mdico prego de 2,500
rs. cada um : na ra da Cadeia do Recife i,. 19.
Vende-se una clima de cadeiras de Jacaranda,
o um canap ; ludo novo com pouco uso e a gosio
moderno: na traressa do Lobato, u. 2, se dir quem
vende.
Vende-se urna arroba de oleo d.e cupahiba a
560 rs. a libra com mais de um auno lirado : lias
Cinco-I'ontas, n. 70.
Vende-se muito bom azcit6 de coco, muito cla-
ro a 400 rs. a garrafa : na travessa da! ra das Cru-
zes, n. 4.
Vendc-sc Repertorio Jas; ordenagflcs; Digesto
portuguez ; Lotizo, segundas iilins; Cardozo, codi-
go'eivil; l.ifiliasorplianaWgias: Maiioal do tabellifio;
(ion ti .na dasacces; Sjnopsc chronologiea, por
Jusc Auastaeio; Uoroes Carnciro Kconoiiiia pohti-
ca ; uita syullologia; Benthiim, penase recompen-
sas, era porlugtiez ; na [ifaga da Independencia,
vraria, ns. 6 e 8.
Vendc-se urna armagio c halcfio que foram de
venda un temo de medidas de pao ; ludo novo e
por baralo pralR. defronle da ribeira da Boa-Visla ,
venda n. 60. v
~Yrnd!eam forte^ilano (f^iaten-
1 London ,' dos autores de Colrd e Co-
lard ; excclletjte vitibo brrfhcjr da Ma-
deia, engarrafado"'-: na ra do Vigario,
armazem n. 45 de Bolbe 6c Bidoulac.
OROM K IIAI!ATO.= 21,000 RS.
Vende-so folha de Flandres da mais superior
que tem v mo a este mercado, tanto em lustro
como em "quaiidade, pelo diminuto prego de 21,000
rs. cada caixa., ea 100 rs. a retulho : na ra Nova ,
loja de fer ragons, n. 25 de Teixeira & Andrade.
. Ao superfino.
Na loja de chapeos da ra do Queimado n. 38,
vendem-se os mais modernos e superiores chapeos
francezes queexislcm no mercado, iguaes aos que
vilo para corte do Rio-de- Janeiro, chegados ultima-
mente de Franga na barca Zilia ; assim como cha-
peos finos-de castor,lirancos e pretos, da ultima mo-
da e por prego commodo ; ditos de castor sem pel-
lo, c de todas as mais qualidades, at o diminuto
prego de 2,500 rs.
Vcnde-se una prela da Cosa, quo ganha 400
rs. pordia : no paleo do Tergo, n. 1, segundo an-
dar.
' Ven !e-se una porcao de I ages de
pedm, proprias para ldrilbo de auna-
/( m jpu ealcada ; e doas poitadas de pe-
dia nuilaliulia, da trra na ra da Sen-
zalla-i\ova,,4i. 7.
Na loja de Jos W-anoel Monte-
ro Braga, ta ra do Crespo, n.
16, cstj'tiina que vira para ra
(jlas Cruzes, vcnde-se
nova {zonda inliliilnda--ilonzelas para vestidos
de scnlioras,de muilo ricilJT gustos e padres os mais
moderaos qu leem apprddo; vendo-so tanto a co-
vadecomoa vara-p mais eommodrdade dos com-
tudo cm bom esfado e por prc-' pr;nlon assim niiiilas fazendas-de muitas
na ra das Trinchciras sobra- qualidades,tanto fiuis como grassas.
Vemie-siMiiiia^nrda de muito bonila,Jlgura ,
r/inlia I ern o diario de tima MS.i", 1%i
do sal."io e Vwella cose chito e lio niuilft, boa pV
racas de fawiili: na ra do Coflfgio y n 6, ter-
Vidros para vidracas
em caiias.de.cein pi!s cbicos, veiidmu-sc por preco
commodo : na ra da Cruz n. 10, ai iiia/.cm de Kal-
kmann Si Itojciiinund.
Deposito de vinagre da fabrica
da ra Imperial, n. 7.
na fabrica do licores, do Frederico Chaves, o Atcr-
ro-da-Boa-Visia, n. 17, onde se achara sempre
grande porgBo e por preejo commodo.
ceiro andar.
A' 2#000 rs. o cre.
Na loja d Guiroaries Seraflm & C, confronte ao
arco de Santo Antonio, 11. 5, vcndem-so corles de cas-
sa* de padres agradaveise coresfixas, pelo diminuto
prego de 2,000 rs. o corte ; lengos francezes grandes
o finos Tingindo seda, a 480 rs. cada um; lengos de
eambraia com bicp.ff640rs. cada um; dilos de dita
muilo linos com rertda e bico, a 900 i, cada um..
Yende~seuma prcta, propfia para
o servico dexampo, por muito barato pre-
co : na 111a do Crespo, loja n.j|io, de Jg-
s Joaquim de Freitas Cuimaiaes.
__Vendem-se botins e meios ditos francezes, a
3,000 rs. ; ditos de Lisboa, a 2,000 rs. ; borzeguins e
sapatos americanos de du'a* palas, a 2,800 rs.; sa-
Escravos Fgidos.
Na mantilla do dia 3 do corrente, das 7 para as
8 horas, sendo conduzida para casa do Sr. major
Antonio da Silva Cusmilo urna sua escraya prela, de
nomcTtomana, esla, no Alerro-da-Boa-Visla.deixan-
do-se ficar atrs do portador que a couduzia, lugiu.
A referida preta he do Angola, bem ladina, e repre-
senta ter do idade 30 annos pouco mais ou menos.
estatura ordinaria, corpo cheio, porem magro; ten
o dedo grande do p direito aleijado, e em aulbs:
as tiernas algumas chagas bastante grandes, c le-
vbu vestido escuro de chita com flores brancas e en-
carnadas, e por cima saia preta de lila, c foi emlini-
Ihada em um chale cor de vinlio com barra branca,
levou mais urna (rocha, conlcndo um lengoloeal-
godflo, o oulros vestidos c roupas. Quem adeseo-
Brir e pegar leve-a a casa do dito Sr. Cusmilo, na ra
do Queimado, ou na ra do AragSo, n. 27, quesera
recompensado.
Dcsappareceu, no primeiro de abril, a prela Jo-
sepha de 18 a 20 annos baixa grossa ; tenl um
signal no beigo superior e outro no inferior, sendo
este muilo apagado de 'urna dentada de cachorro,
falla que parece crtoula ,' por ter viudo pequea
quemapegnr leve ao largo o Livramento, paua
ria n. 32, que ser recompensado.
Fugio, no dia 5 do correnle, urna prelada Cas
la, de nome Dativa, alia, mcio corpo, coin um dede
de urna das nios cortado, e nina orelha cncolluda.
que representa nielado 1 quem a pegar" traga acsla
lypographia, que ser recompensado.
Fugio 110 dia 28 de abril prximo passado ,
Srcta Thcrcza, que reprsenla ler 23 a 30 anuos
calta, reforgada, bom parecida'; levou saia de
chita vermelha e panno.da Costa ;'lem algumas ci-
ratrizescm um dos biagos. Rsla escrava eslava nes-
ta praga apenas ha 12 das,, tendo sido renictlidaiie
Nacei pclos.,Srs. Luiz AnUmio Alves Monlciro S
Companhia, para, por sua conta, ser vendida nw
pelos annuicianlcs, A. D. dos Sanios & f.ompnli"i
moradores na ra do Crespo, n. 11. Itecommeiia"-
se a sua apprehensilo a todas as autoridades pe""
ciae3 c quem a pegrsela recompensado.
Flela, na noitc do 7 para 8 do correnle do so
lirado do abaixo assignado sito na ra da Concoi
dia ilosoendo or urna corda da janclla do sotiio,a
preta Nan isa de Angola, de 18annos esttura re-
gular corpo grosso, ollios bastante pequeos ver-
ipoliiis, nariz muilo chato; levou vestido (le cin-
ta de raniagens pelas e sujo, rabeeflo de algoJao
trangado; dve ter os mlos feridas da corda. t>ta
cscrav.i ca pcrlcnccnlo ao fallecido Jos da Silvaj
Botelho de quem o abaixo assignado he tstame"
teiro. Os apprehcnsores podein leva-l'a ao diti
sobrado ou a travessa do Queimado, n. 3, quase
rflo gcncrosamcnle recompensados.
Manoel Firmino Ferreira.
-- Fugio no dia 7 do correnle pelas 7 horas di
noite, da casa do abaixo assignado, un piolo crna-
lo de nome Jos; representa ler mais dc84aniiw.
altura regular, bstanle reforgado bem parecido,
cara redonda, denles bem alvos, ps pequeos; le-
vou camisa do algodo de listras com assento escu-
ro o caigas da mesma fazenda com listras "us'ai-
gas o o assent'o claro, chapeo de palha, tendo leva-
do mais outra camisa de algodo de listras e outw
caigas de brim pardo trangado urna coberta ct
panno da Cosa nova, e urna loalha de mesa, "
algodo amerisano com a marca L. 0. L. fcsw
cravo vejo, ha pouco mais de um niez, deilaceio na
ser vendido, leudo-o comprado o mesmo abuixo"
signado ; porem nao ha desconlianga 11611 huma qu
para l vollc. TQuem o pegar levo 1 ra da Cadeia u
llccife, n. 55 quesera recompensado.
/.mi"; de OUveira Lima.
PER!'. : ^A TVPt DE U. F.DK TARIA.
- i847

MUTILADO


nno. jdfi 1847
Sfegiiuda feira 1* de Maio.
N. 19
ME
PERNAMBUCO.
(SOB OS AUSPICIOS DA SOCIEDADE COMMEICIaL.)
Subcreve-e na Praca da Independencia, loja de lirros n. 6 e 8, por ufooo ris por anno, pagos adiantado.
PRESOS CORRENTES DA PRA^A (Corregido Sabbado as 3 horas da (arde.)
I


i i
5 i

MI CJ iSjufi)..;,j 3 .,2 -
E U < < r. Sao^Ii. f n rS fe. ,-.
J3
.3

jjir.
ooo e e
eco *-*#-
c*o O t* <0
2
"*3"|W
o 3 a ~
> sl.si c-
M
I
3 O O O
5t
45*
3 j; u-3
e
_=
sx:

0>ooc' o
~-5S00Sr*T *
> .4 e o o m
o r
_2 ~ n m o-a SoS
g3>g2.
oca 00
^ #* "
oeooo
+ r*
o r -
!S
QOQQoeroo o
O*"* -r O
Sffl'r
eco o o a o 00
* ct ? caos o o
gS Si
i
oovoooroo o c o o
iUiuii! U!i
1
o o
O o. c
Jiis i i a
{BIJ .2 1 II
a
1 '5 ,
889
i.iii
ULsi
>


(')
-s
EXPORTADO.
Agonrdente Casaca -
AlgoJo I sorle -
, I. -----
Alluar brinco en ciim -
- masoevado -
in barrica* ou aac-
co3, brauco
-m maacavado -
' Couro seccoi salgado* -
Meios do sola -
Cbiu-e. da trra -
do llio Grande
EXPORTS.
m
PRB(0 *)A MU?
Rum -------
Colln I. emalilv -
> J. a -
Silgara cases while -
a brown -
a lor barris or llags.
hite 5
a broivn -
Dry salted hidei -
Tanne bidei -
Ox-horn* -
41J000 #000
6160 a#800
5| 100
90O
U'VOO-
lj00
I 600
107 '/.
3/lllOfl
ljl006
PO
Pipa.
Arroba.
a|100
5 I OH
IJUO
4*500j
s.fcrro
Libra.
Ilnnv.
Ceulo
CAMBIOS.
,.....
Londres. ....*.
Lisboa >.*
Franca...........
IYio de Janeiro.............
PK AT A miuda..................
> Pai.ces Brazileiro.....
> I'esos Columnarioa........
Ditos Mexicanos..........
URO. Moetlas de 6*100 velh.s..
Dita* ditas nova*..
DilasdetJOOO...........
a Onca* liespanhola... .....
* Dita* Patritica*.........
Letra*.........................
a 1 d pnrlf r*. a 60 dial. Nominal.
98 por cento premio, por acial cectuauo
Hi a StO ri* por franco,
ao par
14910 l/0.
IsOlO a 24040.
2#020 a I|00.
I#700 a 14770.
ic/too ifl0
I0I20C a IKjlOO.
|000 a 9JII00.
284500 a 59O00.
57JS00 a llfOOO.
1 por IU0 ao me
FRfiTES.
ASSTJCAR.
-Liverp'Ol.... Saceos
Canal,orto Inejezes......Caixas
Dito, dhoenlroHainb.e Havre. Dito
Genova................Saceos
Hamburgo caita...
Bltico.................~""
Triete ...'..............Saceos
~Eitado*-iiidoi.................
Portugal....................
franca...*# -
a .7 saceos Com
Com 10
400
t &00 4100
tito
{400
fino
{400 Can 4
Jium peto e JO centos por sueco.
100 200
fr. 0 e 10 "/' primtgem
ALGODIO.
Portugal...
Franca....
Inglaterra..
Barcelona..
,. 00 por 4> *em primagem nominal
. 400 por @"e 10 p,/* aocamb.de I
. 718 p il.ip.'/i deprimajea,
0 p-ir notaba!.
p
ICUrii
COUROS.
Inglaterra
H ranea...
Eilado. II
Seceos f
nido* ...
tino
sr tonelada & por cento,
0 liaucos por tonelada*, com 10 p. cd!o.
W5 '" __________________.
a- -.
D. ata II de Novemhro de IH.1 > JlaaM pagaTi 0 p. c. o rap ou tabaco
da ,,./, o* charolo ou cigarros, o fumo eto rolo ou em lollia.
vele.
re qtialquer naci, que .obrecarreg.r o. genero. bra.ilei.o* de maior dlmlo, que
iguaes de outra naci.
Paaara&O p. c.osacco decanh.ru.iuro. gros*aria ou gimes da India. ocam-
tcaem forma e punbal, as almofadas ...r.carruage.. a, pedra lavrada. para l-
gdo, a* pe.lR.1 decanten, para ,K>rtoes, portas ej.iiHU, pedra. I.vr.da. par.
encanamenlo. cepas, conhae* e com)... o ajsuc.r rehilado, cryatalisado ou de qual-
quer maueira coofeiado, o cha. a agoardeole a cervej. a cidra, a ge.ieura, o mar-
rasquino, ououlroslicore, o o* voho de qualquer qnalidade e precedencia
Pagano 40 p. e. a* alcMifa* ou tapete, o caohamacu ordinario ou grossaria, al
"Minea* de qualquer qualidade, e roupa feila, nSo eipecilicada na tarifa, a*cartas pa-
ra ioiar, a. e.covas de cabo de marlim, o fogo da China em carta, ou qualquer ou-
roloo de artilicio. o papal pinudo. pr.te.do. ou dourado, sendo de q"l> linas o papal pintado para forrar tala* em collecede ou paizagens, o papel de Hol-
anda imperial ou oulro nao ejpecllicado na tarifa a plvora, o* .abneles, o sal..o,
o sebo em velas, as velas de Slearina u composico, as amenas, ou outra* I rucia*
em frasco* ou Utas, escs, em calda, ou tm espirito, o cborolale de cacao ordinario,
o vinagre, o carrinho*. carru.geu* ou caita* jogo*, roda* arreto* para urna e ou-
t silioes, os areieiro* e linteiroi da paredaa, e qualquer obiecto de louca nao com-
preben.lido na Urifa ; os lustres os clice para licor ou vinlio de vidro liso ordina-
rio o de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado e lavrado ordinario da Alle-
mi'nha emelliante* o* de vidro li*o moldado ou lavrado, ile fundo cortado ou li*o.
com molde ou la*or ordinario j ostNlices para Cliampanhe ou cervrja a canecas,
copos direitos de 10 a I em quartilho. a* garrafa* de yidrn ale I quarlillic ou mais,
sendo todos esta* objectos de n* I el as garrafa de vidro pretaa ou escuras da
mcsina capaeidade, comprehendid. a< que sci vem p.ra lieore ou I<-Hoy os copo
pira tabernas at uina caada, o* frascos de vidro ordinario com rolli.s do mesitio
l-3 lilras ou mai* j ou sem ralba al 7 libra* ou mni, os de Imci larya cm roldas
do memo, ^l 4 libras ou mais, ou na roiba para opodeldoc os vidros para a-
lampadas ou caudeiros, a* taboa* ou l'olba* de mogno ou outra madeirn fina, e tras
le* de qualquer inadeira.
_ ---------_.i._ r------------i-------- verguinha, chapa o
I i o em
i ou sal-
pellicas
pintadas, cordovoei ou corles ae neterro para caicaao, nezerros e couros
enverniudas, couro le poico ou boi, salgados ou seceos i tola clara para aapateiro
u ct>rreeiro, cobre e caparrosa.
Pagarad 0 p. c. o trigo em gr.o, barrilha, canolilho espigiiilha, (dras, fio,
iranias, lanlijoulas, palhela, pa*sainane, sendo de nurooii prata entrefina, ordina-
ria ou faa i gales da mesma nalureza, ou tecldos com reiroz, litiho. atgodo <>u
leda, renda ou enlremeios de algodo nao liordado ; rendas de lild, a* de algodo,
retro* ou trocal lenco de cassthraia de linho ou algodo, e banda* de reto de
anana.
Paitara* 10 p c. o* livrus, mappa* e sj'obo geographicos, iiisiriimenlos matlie-
ntatico, de pbysica ou cliimica, coi tes de vestido de velludos ou damascos, borda-
dos de prau ououro lino ; retro* ou trocal, e cabello par cabelleireiro.
Pagari 6 p c. oeanuiilbo, cordo de fio espiguilha,
Ko de lio ou palbeta, lanlijoulas, palhela. renda*, cadarc
o* desta nalureUi sendo de ouro c prata fina.
Pag.'ao S p. c. carro de pedra, Oiiro para dourar, ou quaesquer obras e
uleiuis de prata,
Pacarid 4 p. e. as jola* de ouro ou prata, ou quaesquer obra* de'ouro.
Pagarad 7 p. e o* diamante* a outra* pedras preciosas sola* semenle*,rplan-
ge race* nova* de animaes uleis.
P.ra rao JO p. c. todos o* mai* objectos.
Os ceuero* reexportados ou baldeados pago 1 p. c. de direitos alen da armaie-
=;;:m; e o despachante presta Banca at a approvaco desla medida pela Aitent-
bia" GcroU
Concedem-*e livres de armazenagens, por 15 das, as mercadorias de Estiva, e
dous meses as outra* e Godo* ettes puazo*, pagari//, p. c. ao mesdorespec]
ve valor.
O rdireitos das faaendas, que pago por vara, deve entenderle vara qliadrada.
Os Tj'.reilo* nao podem ser augmentado* dentro do anuo financeiro ; m.ioGo-
Temo poder mandar pagar em moeda de ouro ou prata urna vigsima parte da* que
forem maiores de c menores de 60 p. c. dos precot da* mercadorias, ou mu
^imiuuil-o*, segando IKe parecer.
O Uoveroo l autoii*do a estabelecer um direilo differeflcial (breos geneor
arbiliaineiilo para designar a qu.lid.d e valor da paula, que Ibe compele.
Sao menta* de diieitos as machina, anda nao usadas no lugar, emqueforn
importada*.
EXPORTACA O* direito* pago-se sobre a vl.co de urna pauta sema-
nal na raso MguTnte : Aunear 10 p e. Algodo caf, e rumoi II p c.. Ajtaar.
dente, couro*. e lodo, o* mai. genero. T p. c. Alem de.te* direito. p.go se.,
t*a* de 160 rs em cada caia, de 40 i, em cada fecho, de 10 r. eu. cada barrica,
ou itzcot de assucar, e de 40 r* em cada acca dealgodao.
Couro* e todo. o. mal* genero. >o livre. de direito. para o* porto do Imperie, *
excepeo do algodo, a.jucar. ca, e ton-O, que pago Sp.c.e a* Usa* por vol.imr
O.meue* precioso, em barra pago de direilo, 1 y c .obre o valor do -.r-
cado, e a prala e o ouro amoedado nacional ou eslrauyeiro paga utueameiile /, p. *.
Os escravos exportados pago 4|000 por cada um.
DH'SPE'A* DO PORTO A. embrcace* ncionae, ou e.trangdrai, que
naveg p.ra for. do Imperio, pago 00 rs de ancor.gem por lonetad. u
naeionae, que navego enlr. o. drtmi porlos do BrM.1 9C ri. ^J'*"
em lauro s.hirem con, carga vic-versa. pagari mei.de do impMMi.up eum
tercoasqueenirai-em, e.ahirem em lastro; e mesmo alrque nlrarea.P"^?
oue,c.l.M quer enirem em la.lro, quer com carga Dela '-"P"'!?"" P- "-
i.l .* que im,M)rl.remm.U de .00 Culooo*brafceo., e a* queenlrarem po. .mUd.
forrada. com tanto que cala* nao eerreguem. ou deic.rreguein meute o. genero*
necssaro* para pagamento do* reparoi, que fizerem.
VEIVDlSDE NAVIOSA embircaeoe* eilrangeirai, que pai.arem a ser
naeionae*. pago l& p. e e as nacion.es, mudando de proprletano, ou de Wwir
pago 6 p, c. solu-e o valor da venda.
fieira, fio*, franja*, ga
reo* e todo* o mai* objec-
??o**
REVISTA SEMANAL.
CAMBIO Stm tran*ac;e*.
ALGODAtf Mai piccurado. ... .
ASsUCAlt Em couequend da Taita de navio* o depo*ilo len crttada,
h.vendo em er cerca de a&v.ooo arroba, de ambo. M qoalidades ; sendo metao.
encanado O mercado esui ciijoado.
COOROS Offereeido. ,.tk-i...
B4CAI.HAO Chegoulium carregameolo de Terra-Nov com Ii650 tumej,
o qual ainda nao eMi vendido.
CHARQUI
de JlrOOO arroba.. Bastantes venda, aos quoUee*.
Resumo das Embanac&es existentes neste forlo no dial U Maio i l.
Americanas......
Austraca
Ura.ileir.*
Dinamarqueza
ranceza
...

. ......
*> *
.0.'*
a 4oooo*a. ....#
......*
Hespaabola............................'...........ry..........'
Inglesa*..............................................
Porlugueza*.
Sueca ......
A Provincia r"-
*
. a a **
o

1
I
n
i
i
4
4
I
Total


LISTA das Embarcares existentes neste porto at o da 8 de Maio de de 1847.
iNTRADAf
,847 Abril
DODt TE*.
19 Boston.
27 Rio de Janeiro
IS4T Abril M
SetemUro
847 Marco
at-
as


181) Maio
5
4
34
37
I
3


10
II
J



28

39

1117 Abril
1817 Abiil 24
1847 Abril 34
1847 Abril <>>
* 2
f>
1847 Maio 8
15.47 Marco
1847 Abril
1847 Maio
>
1847 Maio
Trieste
Babia
RioGiandedoS.
Rio Grande do 9.
Rinde Janeiro
llama
A carac
Rio Grande do S.
Cmara gibe
Porto-Calvo
Rio Grande do S
R io (1 raode do S
Rio de Janeiro
Rio de Janeiio.
A.-
Babia
Rio-Grande do S.
Ba.M,
Arrriba''a
Rio de Jane ro
,tlar-elo(.'eai
'.io de Janeiro,
Ac rae ii.
New Porl
Havre de (.race
Maegap.C. eT
libas Faulkland.
Liverpool.
New Gstte
Terra Nova.
Rabia
Lia boa
liba 'la Madeira
Usboa.
R. Grande do S.
CASCO NACA0.
patacho Amer.
galera.
brigoe Auslr.
sumaca Brasil.
biigoc. barca. _^
brigue.
escuna. m*
hiate
brigue.
a
a
brigue
patacho
a
paUclio.
*
hi.ie
brigue
ROMES.
sumaca.
patacho
br.-esc
brigue
brigue
hule
brigue
barca.
patacho Hesp.
Diaam
Franc.
haica.
gara
bri.ue
barca
Ingl.
balea. Port.
brigue
escuna.
barca.
brigue.
Sueco.
Tarnochantrie.
Razar
Ruano Amicilia
Santa Anna
D. Pedio II.
Generla.
Argos
S-Ouz.
Aguia Urktikira
Jpiter
S J S. Antonio flor do Rrcifr
Independente
Oiiio.
Amaionas,
Saudade
Esperance.
Itoa-Viagem
Victoria
Tentador
Trrj sicliore
Pelicano
Laura
Lizia
Maria Firf&ina.
Anna Cicilia
7.ilia.
Adriano.
Thnthisla
Coliunhus
Bullan!
James Stwart. *2
N. S. da Boa Viagem .
Tarujo
Tarujo A Filhos.
Ijgeira.
George.
TOM8.
136
45?
224
92
317
398
187
74
ti
347
10
31
193
104
182
III
108
31
18!
198
84
112
ll
IDO
131
318
331
94
387
1|9
204
2)4
Sofi
311
132
290
BISTRE.
I8<
1. R. Franks.
Tbomas G. Simpaon
A. M. Bivilaqua
Joo de Deoe Pe reir
M J. Monteiro Vianna.
Jos de Uliveira Silva.
Jos da Costa Pimenta.
Jos Joaqulm Alves.
Mancel Jo dos Sanios
Antonio Jos dos Reis
Manoel Fernandes de Soutt
Thoiaai Gomes d'Almeid;
?ruciuozo J. Pereira Outra
Joaqnim Jorge Goncalves
Manoel Maicianno Ferreira
Rento Jas Govim.
loaquim A. G dos S.
Manoel Francisco dos Reis
Jos Monteiro
Antonio Pessoa
Ba thaiar Jos dos Reis
Antonio da Cimba Pereira
Ant Ferreira da Silva Saot
loaquim Francisco dos Sant
Joo Bernardo Roza.
W. Waller
Deloaoay.
Francisco Olivar.
F. lenle.
Daniel Green.
A. Stwart
David Me. Farland.
Joo Jos Rodrigues.
Manoel d'Oliveira Fancco
Francisco A. d'Almeid.
A. Joaquim Rodrigues.
COrTSIGIUTAllOf.
cr.Ktmpke.
Henrj Forsterlt C.
L G. Feneira A C
fl. O. Bieber k C.
Novaes & C.
Joo Franc co da Cruz.
Amorim Irmos.
Amorim Irmos.
C S. C Moieira.
Manoel (oocalves da Silva
Antonio Goocanves Ferreira
Jos Silvestre' de Menatoora
O Mestre
Manoel Alves Guerra
('.inclino Agostiubo de II.
Atnoriai Irmos.
Guadino Agostinhode B.
Manoel Joaquim Ramos e S.
Jos da Silva Mrndonca Yianna
Amorim Irmos
a
Machado A Pinheiro
Guadiuo Agoalinho de Barros
Novaes A C.

Jos Antonio Hastos.
Lcnoir Pugest k C.
Didier A Colombier.
Joo Pinto de LemosA Filbo.
Cnsul Jugltz.
Me Calmont A C.
Me Calmont A C.
James Criblree A C.
Francisco Alves da Cunda.
Firmino Jos Feliz da Roza
Oliveira Irmos je C. ,
F. SeverUuo R. A Filbo.
N.O. Bieber & G.
HUTINO.
Boston.
Arribada.
Trcale.
Rio Grande do S.
Porto Alegre.
Acarac pelo Ccara.
Rio Grande do Sul.
Arribada Rio de I.
Rio de Janeiro.
Havre.
Barcelona.
Airil Liverpool
Clvdc.
Porto
Lisboa.
Pernambuco na Typofrapkia de M. F. de Feria.II4T,
s
.J


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQ9KJG8QG_CC5IQ6 INGEST_TIME 2013-04-26T22:20:42Z PACKAGE AA00011611_08458
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES