Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08446


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Full Text
m
' Anqfl le J847.;
O DIARIO publica-se todo* os dim, que n5o
roem.de guarda i o preco da asignatura ha de
ijOOO rs.porfluartel, pago* adianlados. Os an-
nuncio, dos assignantes sao inseridos raso de
jors.pOrlinlia, 40 r. em typo differentc, as
tt-peli-aw pl metade. Os que n jo forem assig-
'Dn*s pagaro 80 rs. porlinha, e I em typo
'dillerentt, porcada publicacSo.
PHASES DA LA NO.MEZ DE JUNHO.
MiuioaDlt, a C, a 1 hora e 46 ma. da manilla,
i na nova, ". "s i0 DOrM e l ra'D- d* tarde,
brscente, a 16, a5 horas e 10 san, da tarde.
I na cheia a 18, as 1) horas e I mi. dauania.
Segunda-feira 21
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goiann* e Parabyba, as iegiuidaa eiexta feirss.
Rio-Grande-dn-Norte quintas feiras aomcio-dia.
Cabo, SerinbSem, fUo-Formoso, Porto-Calvo e
Macer, no l., a 11 c 21 de Cada mcz.
Garanhuns a Bonito, a 10 e 11.
Boa-Vista e Flores, a lie 8. '
Victoria, s quintas feiras.
Ulinda, todos os dias. i
PREMIAR DE HOJE.
Primeira, s 11 horas 42 minutos da tnaoha.
Segunda, 12 horas a 6 minutos da tarda.
DIARIO
de fmillo.
Ann XXI1T.
N. 156.
DAS DA SEMANA.
21 Segunda. 3. Alhano. Aud. do J. do* or-
phos, do J. doc. da 2 v. e do J.M. da t v.
22 Tero*. S. Paulino. Aud. do J. do eiv. da I.
v. e do J. de pas do2 dist. de t.
23 Quirta. S. Agripina. Aud, do K dd civ.
r, ledo J. de paz do 2 dist. de t.
24 Quinta, iff^f Naicimenlo de S. Jo8o Bap-
tista.
2.', Seila. S. Guilherme. And do do civ. da
I. v.eilo J. de pax do I. dist. de t.
26 Sabbado. S. Virgilio. Aud. do J. do civ.
da I. v. e do J di; pal do I dist. de t.
22 Domingo. A Puretade Nossa Seuhora.
CAMBIOS NO DA J9 DE JDNHO.
Cambio sobre Landres a 22 d. por l| r*. a fl d.
a it Paria 34& rs. por franco.
Lisboa 105 de premio.
Desc. de leltras de boas firmas de */ Ve ,0 m"
(JuroOncas lespanbola.....28JS00 a 2|0(W.
Modas de lioo velb. efooo io.ioo
de 61400 nov.. ICOOO a IflfOi
de 4|000..... 9|000 a 8I00
Prad Patacoe.......... I930 a l#40
Pesos colurnnares... ff2 a >#oo
Ditos mexicanos.... #T60 a IJHS
a -Niuda............. IjKMO a 1*910
Acedes da comp.do Beberibede 50JO0Q is.ao par.
INTERIOR.
PARLAMENTO BUASILEIRO.
CMARA DOS SENHORES DEPUTADOS.
aZSSAO BE SO BE MAIO DE 1847.
,/JilSCL'SSO SOBRE A MODFIC4CO B RgOBuANlSAgXo DO
MINISTERIO DB 2 DE MAIO.
{Concluan.
OSr. irad*ru: Sr. presidente, eunio sei se de.ve-
rla tomar mai parte na presente discussao : depols de
n etla-percorrldo J tres dias, e prendido por todo este
totopo a attene dat casa., he cotn effelto dtfflcultoso,
se nao impoasivel, dizer alguma consa que possa de no-
vo traietjlie luz, ou nao repetir aquillo que j se acha
tamhjm dito pelos honrados membros que me tem pre-
cedido ; comtdo, como a questao ha alguma cousa sa-
hido ou iuteiraiiienic sabido da marcha ordinaria, e co-
mo se leein passado em resenta, nao so alguns actos ini-
uisteriaes, como niesino"o aspecto que aprsenla hoje o
parlament, dlrei algumas palavras para explicar a mi-
rilla posicao, e, acxeinplo do honrado membro deputa-
-t do por Minas-Geraes e ex-niinistro dos negocios eitran-
v geiros, fazer algumas observares sobre o comporta-
ment actual da cmara dos Srs. deputados. Neste pon-
to nao deacerei por certo s personalidades do honrado
deputado porGoyaz (apoiadot), uo larri com que a dis-
cussao venha tao abaixo do ponto em que se deve con-
servar (apoiadot), porque ella nao vena sobre o com-
portainenlo de algum ou alguna deputados, versa obre
a inodificacSo do gabinete : esta foi a origen, da dis-
cussao, e a este ponto a qner chamar (apoiadot).
Sr. presidente, deu-se uiu facto que he sempre im-
portante nos governos constitucionaes, isto be^a modl-
licaco ministerial: pedio-se cxplicacScs dete facto ;
e corno os alustres ministros a derain ? O Sr. mirfstro
da guerra, tomando a palavra, disse que a causa*da mo-
dlcacao ministerial havia sido a escolha de senadores ;
que o ministro que e havia retirado tinha contratado
um empenho com sua consciencia (apoiado e ruada);
notai bem, que tinha contrahido o empenho com a sua
consciencia de retirar-se apenas essa escolha fosse feita
do. modo por que realisou-e ; mas niip quiz tomar o
ti abalho de explicar quaes as causas que formaram e
moveram a consciencia desse ministro, se o ministerio
consideran o facto como um facto poltico, le os mi-
nistros diVerglram ou nao do scu collega Entende aca-
so nobre ministro da guerra que a escolba de senadp-
re he un facto despido de toda e qualquer importan-
cia poltica, que nao possa dividir o ministerio em duas
opoles (apoiadot), sobretudo eiu um paiz em que s
ministerios nao podem augmentar o numero de senado-
re* para obter assim matarla, como acontece nos pai-
2es onde a cora os escolhe livreniente (apoiadot)? Como,
pois, uo reputar este facto um facto poltico de gran-
de importancia (apoiadot) ? Como, pois, nao dizer-nos
se s honrados ministros tomaran) parte nclle, apolan-
do seu collega ou dlverglndo delle ?
Alaunt Smhoret : Apoado ; muitobem.
Or. Wanderley : Dizer-se, portanto, que o ex-mr-
nstr da fazenda rclirou-se do ministerio porque qui
he desconhecer de todo a marcha do nosso sysleina
(apoiadot), be suppr que um ministro tem vonladcs de
crianca, he suppdr que o interesse publico esta subjei-
to a caprichos. Digam-mc, poi, os honrados ministros:
Qual a, sua posio nesta questfio ? Porque nao apoia-
am o honrado ex-ininislro da fazenda ? Deixaram que
as tonsas corressem como corren) em nossa trra ; col-
locaram-se na POS9S0 excellente cada um dos minis-
tros que brigue entre si. K isto o que prova ? Que, se
existeni ministro*, certamcnle nao existe ministerio
OSr. franca Ltile e oulroi Sennorn : Muto bem
apoado. .
O Sr. IVandertey: Senbpres, se a reinada de um mi-
nistro foi causada pela escolha de doo* senadores, nao
. lraveriaquempudessediirque a cada dos ministros
leve por causa a futura escolba de outros senadores
(apoiw t ritadat ) ? Eu nito digo n.ue assim seja (rr-
mdat). Mas nao dais llcenca, poderla exclamar o no-
bre deputado pelo Plauhy, que os ministro* se pro-
ponlraih por candidatos s senatorias ? Oh quem po-
de negar urna llcenca deslas aos nobres mnifstios, se
eliMteemcerumente na manga (rilada), seellesnao
esperan qpe o pov d essa lcenca, pdrque se jutgain
herderos natos de todo os senadores que Tullece!! A
constiluicao do imperio quiz por certo que o poto ti-
vesse urna interferencia multo lvre na eleicfio de sena-
dores, e que a atli ibuicao que o poder morador tem na
ecolha fosse d.1 alguma forma neUtralisar este tanto ou
quanto de democrtico queba.no modo adoptado pela
constiluicao 1 entretanto o qqrfjjFeuio* he que os minis-
tros desnaluram o principio da constiluicao, que de lac-
lo quereab que a rleicao seja feita spelo poder, que o
povo no tenba interferencia, porque-tanto vale esta
i.nposltao Toreada que se faz a consciencia dos eleito-
res (apoiadoi). Ei.ibora fosse esta ou nao a causa la 11-
cada dos honrados ministros, JUcrn elles que secom-
pletaram, srguindo a mesma polilica. Com etlcito, por
inai* que eu tenba revolvido a miqk.memoria para sa-
ber qual he a marcha poltica quefKfcemosaeguir, nao
posso com ella atinar. Vejo que, apenas #* foriiiouo
uiqlaterio de 5 de malo, o seu principal programma foi
.1 conaitiacao, foi que se esperasse pelos/actos, que nao
era solidario com nenhuma adiniulstracao passada; 11
hoje que se modifica.o ininialerio, o nobre ininistro da
guerra di* que he continuador da poltica do de 2 de ie-
vereiro Com elleito, tal continuacao, ou he em pala-
vra, ou teve urna nlerrupcao muit longa. O nobre
nr*lr nao vio nue, a julgar-se continuador de urna
nplitica que foi toda especial e de occasrao, e que se
fotu buscar pontos de concto cout o ministerio de 2
de fevereiro, talvez uo acliasse mailos era sua adminls-
traeSo. Portanto nao podem satisfazer a cmara as ex.
pllaceW* que deu o nobre, nliiislro, salvo se quer que
esperemos por novos factus: enuio esprenlos, como te-
molherado ; mas logo que querernos discutir esses
facto, Ia09a-se um virsobre MW,,COW temor de que
o governo v caliir em outra n^L^^^ ,
O Sr. Junqueira : Sao facto* cnsnuimados (ruaiiaj,'.
O Sr. WamrVriey : Kmbora o nodw possa cahlr nes-
ta* oaaquellas inaos, governe quem, segundo o sjs-
tenia-rcpieenlaUvo, deyc governar (poiado); cada um
tenba responsabilidNe da anas proprias opinioes
(npoia{M). Os Srs. das deputaedes de S.-Paulo e Minas
tciu principios, trwutnai o ^averno, toinem a direc
cao dos negocios, mas nao dfiem um apolo dubio (apoi-
aot), nao protejama^.. governo porque nada ha de
peior do que um goverou>tegidu (apoiados).
USr. Ftrrat: Por companio.
O Sr. Miniltro, da fatenia : Por cutupaixao nao o a-
ccito.
O Sr. IKaiiaVrify : Nao digo por conipalxao. Mas di-
zcui alguns nobres deputados: Por que raso se ha de o
governo retirar, se nao tem havido na casa uina inani-
festaeo clara, decidida, que demonstre a falta de apoio
da cmara? De certo nSo tem havido urna volaco que
indique a falta de confianga no ministerio; mas, se no*
regularinos pela pliyionomia da casa (apoiadot!, pela
discussao queteni havido, devemos concluir que !a
urna grande forte opposicao contra o ministerio (mti-
co* apoiadot), e que elle mo tem una maloria decidida e
dedicada que o apoie (mmCo apoiatfo). Portanto elle se-
r obligado a marchar no decurso de toda a sessao sem
principios fixos (apoiarfoj), sem poder contar com o a-
poio de nenhum dos lados, porque daquellc (aponiaiuo
paro o lado rgusl>Ca-M o 6>. D. Janoe/) Ihe he dado....
com medo do futuro, e dcste. outro (Doilando- para ola-
do da deputaeo de afina), porque nao pode dcixar, ha-
vendo 110 ministerio urna pessoa sabida do seu scio, que
compartilha os mesnios principios, de nao fazer-llie op-
posiciio. Mas o ministerio coiuprehendera que elle nao
poder de modo algum sahir das difficuldades com que
luamos, c fazer bem ao paiz com esta iucerleza de opi-
iiiao,e*u incerteza de apoio na cantara.
O Sr. Franca LeU):--O que importa isto ?...
O Sr. Wanitrlty :Nem os nobre* ministros tecra ao
menos pedido a palavra para repellir multas aecusaces
que lhe# tcein sido feita, nem para demonstrar que a
suaposicao he talqucom vaniagem publica poden) con-
tinuar ua administrucao dos negocios, salvo s este si-
lencio provui da couviccao lutiina de deverern dissolver
a cmara dos deputados ; enio comprehendobem, ou o
wu despreso pela discussao, "ou o seu desanimo, fcsta-
rao, porui. elle na posicftj de arroitar com as conse-
quenciasdeuinadlssoluciio? O honrado membro por S.-
Paulo que me precedeu, com a cloquencia de que he
dotado, j fez ptimamente,comprehender que o mi-
nisterio nao podia de manelra alguma arrestar com as
consequenclas de uina disoluco. Nao trarei os princi-
pios geraes que o nobre deputado desenvolveu ; mas
examinare!, pelo conhecimento que temo* das diversas
fracedes que compoein esta cmara, qual o principio em
que o ministerio se haviadeapoiar.se acaso dlssolvesse
a cmara dos deputados.
O Sr. franca Leile :Ale l...
OSr. WandtrUy -.Fallo neste pouto.porque suppon 10
que o nobre deputado por Min*4ierae nao teve em vio-
la aterrorisar-1101 quando apresentou sua observafe ;
ese teve isto ein vista, o queduvido...
O Sr. Limpo faz slgnal negativo.
O Sr. Aune Machado:Enganou-se.
do).
OSr. Junqueira :--Quanto a miin, tainbcm.
Muitot Senhoret Quanto a todos (apoiados).
O Sr. Wantrlty Mas vejamos, pelo conheciincnto
que nos temo da poltica do nosso paiz, e das diversas
opinioes que sao representadas nesta cmara," em que
principio se havia de apoiar o ministerio para arrestar
com s consequencias de urna dissoluco. Na provincia
de Minas, por exeniplo, cm que lado se poderla\ elle
apofar ? Sem duvda no lado que Ihe d o seu voto. Na
provincia de S.-Paulo cm que lado se havia de apoiar?
Naquelle que Ihe faz opposico ? Nao: neste ponto, 011
o ministerio deixava de ser continuador do ministerio
de 2 de fevereiro, e trahiria seus principios confessado,
ou o ministerio commettia uui erro indo apoiar aquel-
les que Ihe negarain *eu voto na camaia. Na provincia
de Pernambuco em quem se apoiaria ? Naquelle que
acabaste de guerrear ?...F. assim potdianle.
O Sr. Junqueira V. na Baha ?
OSr. Wanderler .O honrado membro sabe que p go-
verno at hoje uo tem podido influir as eleices da
Babia. Isto que eu digo a respeilo de urna provincia
pde-se dizer a respeilo daoulras, de modo que o go-
verno se veria obligado a dissolver a cmara por nao ter
o scu apoio, para reproduzir com a mesma lace os gru-
pos que aqu existein, ou serla obrigado a renegar to-
do os seus principios e entregar o poder na mao dos
seus adversarios, o que (rafia a ideia de falta da mais
pequea dose de convlcces...
O Sr. Nuntt Machado:Multo bem.
O Sr. Wanderley:Consequcntementc o principio ge-
ral de que o governo nao deve abandonar o posto sem
esgolar todos os recursos do systcma repretcntativo tem
suas cxcepccs, ou, por outra, tm um termo ; sendo
verdadeiro o principio, a applicacao que padece mul-
tas difficuldades, e se o nobre. deputado pela provincia
de Minas o quzer applicar actualidade, vera que o
governo nao pode apresentar populacao una ideia po-
ltica pela qual elle pugne, com a qual se aprsente pe-
ante a nacao e faca guerra quelles que se Ihe oppocm.
Nem, genitores, todas as queitde* que e ventilam en-
tre o governo e a cmara devem sempre acabar pela solucao : eu etou persuadido deque, e o nobre depu-
tado por Minas etivee testa do governo, preferira
antes a sua retirada a envolver o paiz em urna lula elei-
toral, a qual traz consequencias tao lerriveis, como
nobre deputado nao ignora.
O Sr. Alencar :-Apoiado : tem multo patriotismo pa-
ra0S4>. Wanderley -Portanto, ou pelo lado do temor,
ou pelo lado do. principios e consequencias de nossa
forma de governo, nao podemos de modo algum recitar
,0 posto que a havemos tomado. Pela iiilaha parte dc-
laro. muilo solemnemente que nao B* coinpromisso
com nlnguei.....
O Sr rerraoaiApoado : isso digo eu.
0 Sr. Wandtley --...para me oppr o governo ; nw. alarde d ^^Vm gwnde'irlWpho ; eu as-
de-n.e dentro d'nlma ver o modo porque sao dirigidos pulados tinha f""*u pru|encia peda que depois
o negocios do meu paiz(apoiado). Agora sobretudo he l... o lenh0|** e ^c^,,, ,eFprocurasseu. es-
preciso governo que seja un. home.n, e qu. o,1..,,.,. delle (per '^ V ^ ^^ q,
tro. nao.dlgam para desculpar-se _va a outra reparl- ftMder.,M n de w ( a uelna9iada nsteltuc,
cao, que euno respondo por,so_m ^ '' "VerV ndo-me Ja expressao dos ...arumo. en
tem provocado a cmara a uina votacao igniDcativa f
Porque tanto se tem demorado a apresenUcao do voto
de gracas ? Sua votacao lermiuara talvez a oscillacao
cm que tecm estado os negocios publico. Parece que os
nobres deputados nao estao certos de sua ostentada
ni iini 1! ....
O Sr. Nuntt Machado: tsta nas mao* de algueni
que apoia o niiuisterio. ...
O Sr. Uoncalvet Martins: Se esta nas mao de al-
guem que apoia o ministerio, entilo cuidai de outra cou-
sa, porque nao obtereis a maiora (rinda).
O Sr. JVunet Machado: O voto de guacas.
O Sr. (ionealvct Marlinr. Qmm ter.i o engaado'.
Quem tem renunciado teu* principio ? Sao perguntas que
tenho ouvido repetidas, 11a hypothcse do nosso apoio ao
governo. e foi este o motivo principal que me fez tomar
parte nesta discussao.
Sr. presidente, os iiieus amigos polticos uao se tecm
proposlo a theorisar smente, e nem se teem constituido
meros cscriptores de phantasiadas theorias; homens pra^
ticos, viiam ao bem do pal*.
O Sr D. Uanoel: Apaiado.
O Sr Gon-aleei Mirlim: Ello sabem distngulr-o
maiore menor mal; co ihcceui o menor e maior Bou).
Um pirtdo que nos combaten, e que oluculinenle c
declarou victorioso, se fracciona ueste momento; ejtlgeui
uns que continu a poltica reactora c; de exterminio
com que nos hostilisaram; epara sua garanta apontam
como ministro os instrumentos daqnella primeira rc-
aecn; outros mais moderados, e inelhor avisados, 4 tes-
ta dos quaes figura estar o acluil ministerio, julgim ser
passada a poca das violencia, c se moderam. Aquclle
gritainpelaresurrcicSogenuina das ideia violenta; o
estes, pelo orgao doSr. ministro da guerra, Ihcs respon-
dem: Nao he possivel continuar a ter a nacao dividid
cm dous partidas; pira um nao deve continuar a repro-
vacao e o exterminio; o inferno de Dante nao deve ser
sua nica partilha. Neslascirciimstauoias, scnborc, o
que cumpria que luessemos ? Ajudar-vos a derribar a
nioderacao proclamada, e a fuer resurgir os nosso
matares adversarios ? Tcndej tupposto meus amigo ce-
gos, mas nao Ibes tiris toda intelligencia .
O Sr, D. Manoel: Apoiado.
O Sr Goncalvct Martint: Que duvda, pois, poderla
haver sobre a nossa conducta? Acaso se esperava que
vos coadiiivassemos ?
O Sr. D. Manoel: Apoiado; isto lie que he pensar
ou pui'vi'iiiura roriiius pui omiwf r---------- -- .
jeitados, continuaremos a nos resignar. 0'fl""V,l,"ff,*V floiftato* Marlirr: Pretextou-se aqu a oc-
re.no he a violencia e a injustca, coima estas alUmeu-l ^**f! .TaoMlro para jastificar as projec-
te protestamos ; contra a poltica do exterminio no. cm"" seusS "a pl.antlsiada; c ainda'por
acharis anda vivos echelo._do1brca ^aqu. e po.toda.a ^"^^fflM^ude .y^eza de raciocinio Para nos
habilitarmos a tratar com vaniagem com o estrangeiro,
i. conveniente he que cstejamos fortes em nossa casa; e a
poltica que tender a dividir a najao cm dous partidos,
como disse u Sr. ministro da guerra, sera a maispropria
para nos fortificar? relo que o ministerio, que menos
exclusivista se mostrar, sera o que maior somma de apoio
obter do paiz. Eu digo do paiz; poi que nSo basta,
para nos tornarmo fortes, que se obtenha ne||a caa
una maiora passagcra; cumprc que a secundo o apoio
"Teste respeilo me dirigir! anda deputayao de Per-
nambuco, e Ihe perguntarel: Esta hoje Pernambuco
no estado de prestar uniao, cm caso 4e ncccssldade, os
auxilios que em diversas circuinstanelas tem prestado
dcbaixo de outras ad.nnistracoes proviuciac ?
O Sr. Nunet Machado: Ha de presta-Ios. -
O Sr. Uoncalvet Martint: Perntilli que duvide da
exactdao desta propoalcBo. Hoje rec amis Rrea para
sustentar all a ordem publica; elevis a fica policial
ao espantoso numero de 8U0 ira{as I! Oque indica um
tal estado de cousas ?
O Sr. Nunet Machado: Nos o explicaremos.
O Sr. I). Manoel: ^ledo.
0 Sr. Goncalvct Martint: Eu nao dlrei medo, c sim
cautelas de capito prudente; porcm cm todo o caso
indica isto 11111 estado violento, c pouco proprlo para
coadluvarc fortificar a uniao aos Olbos do estrangeiro.
Por estelado, pois, aindajulgo imprudentes as exigencias
da nova opposicao, que quer enfranquecer a nacao di-
vdndo-a e fazendo reapparecer a discordia cm toda sua
Sr. presidente, torno a repetir, para que sejacompre-
hendido, nada temos tratado com o ministerio; nada
exigi de us, nada lhc pronictlmos; temos, portanto.
desembarcado o nosso voto, ou para o darmos aos no-
bles praieiros, quando comnosco combatercm a re-
forma. Uidiciarias, como succedeu o anuo passado ou
para o darmos ao ministerio, quando, como ja teinsuc-
edido na passada sessao, fr elle P"c,M.Para.ob#,l"l*!
meios de governo, e mesirlo defender-se das exageradas
pretences dos seus amigos alliados.
Tcnho dito o preciso para justificar nossa posicao, ces-
sarei, portanto, de oceupar a casa.
Julgado o lequcrimento discutido, he approvaao.
forma que o nobre deputado da Parahyba, isto he, co-
mo corpo franco (apoiadot), e saiba o paiz, que ojninls-
terio que substituir a ele ter talvez, porui nao pude
contar so por essa causa com meu voto, porque, repito,
nao tenno compromisso com nenhuiu dos Srs. deputa-
dos (apoiadot). Voto em favor do requerimento.
OSr. Goncaloet Martint:Sr. presidente, nao era de
minha iutencao toinar parle nesta discussao ; porm,
depois de algumas proposites que ouvi, entendo que
alguma cousa se deve dizer que explique a posicao mi-
nha eilo meus amigos nesta casa. Ins'.nuacSes pouco
ogradaveis se teem feito ao lado a que pertenco, e elle
certamente as nao merece. Deu-se como verificado um
asainento entre ns e o ministerio ; c cntao um sephor
deputado chamava o calamento do rato com o gato, sendo
fts o ralo, que eriamos infallivclincnte tragados pelos
ministro figurando de gato! Outro orador ligurou-nos
miseros cceos guiados por Sataua/. at s bordas do pre-
cipicio, (indi- seriamos [in'i'i[iil idus !
Sr. presidente, nao quero nem desejo que meu lado
tenhaa reputaco de graude finura ; porm a demasia-
da simplcdade, que se nos quer attribuir, nao honra
igualmente um partido poltico. Priucipiarei, portanto,
por negar o facto que se julga verificado, c quenos faz
o objeclo de tao dsagradaveis InsinuacSes ; nao Cerno
contrahido calamento algum com o mintilcrio ; nenhum con-
trato nos liga, nenhum compromio exiC.
Eu creio poder fallar assim cm nonie de meus ami-
gos ; porm declaro que a tanto nao estou expressamen-
tc autorisado-, sou um simple, mas fiel soldado desta
diminuta fraccao da cmara ; a meus amigos fica o duei-
to salvo de ratificar ou rejeitar iniulias proposicSes,
O .Sr. II. Manoel:Apoiamos.
O Sr. Goncalve lUarlim : Ns nao nos reunimos; te-
mos mesino perdido os hbitos de m*lua intelligencia e
de reciproca troca de pensaiiientos. Cada un de nos
falla por sua couta; porm, como falla segundo suas
coiiviccoes, siiecede quasi sempre dar-sc harmona de
pensamenlo, poique a ha nos principios. Meus amigos
a ninguem e a nenhum partido pretenden! engaar,
nem se deixarao conduilr ao precipicio, nem a oiiirem
arrastarao para elle. Estamos resignados, reconhece-
inos que pertencemos a um partido offlcialmente venci-
do : nao aspiramos ao poder, governein embora as rucias
dominantes. Brevemente a nacao sera chamada a pro-
nunciar sua vontade : ella dir quem tem sua conhanca.
Se porventura formos por ella legal e regularmente rc-
i.ii-i.. ^__.i_.____..__- rtD .Hirit.ir 11 diie nao mie-
ilUIdllM lllUd YIVU3 t tM> ". -^ T- fc .
parte iiosvcrel na estacada para repellir a reproduccao
da atrocidades que temo snpportado.
Sr. presidente, eu nao acompanho alguns nobre de
pulados quando acham nova e estranha a conducta ua
nobre deputacao praieira, oppondo se a um governo
je uun ura auaitiiiata.i.
Os deputados pernambucanos, por diversas veics o
anuo passado, deram a perceber sua ma vontade a ad-
ministracao, c multo particularmente ao nobre minis-
tro da fazenda nesse tempo c do imperio.^ hu iiiesino
live occasiiio de procurar sua reconciliacao, pediiio-
Ihes que se explicassem. parase entrnderem; lolera-
vain, segundo a expressao de um de seus membros, e
n3o apoavam a adminlstracao. Este desgosto. nao sei
incsuio se esta tolerancia, pareceu-mcenxergarcm par-
le da deputacao de S.-Paulo ; e um dos seus mais salien-
te membros nao duvidou medir-se com algum dos mi-
nistros, e a cmara presenciou que entre elles nao lel-
nava a inelhor Intelligencia. ,is
Este armo ha mais alguma lianqueza, ou a opposicao
de o.-Paulo se tem desmascarado um pouco mais; os
senli.ncntos comtudo io o mesnios. >,';0",nQ"' f-
aoslos pareca que tombem exist.am era alguns patt-
Sosdo Cear; e a cmara se recordara anda de urna
explosa-o havida da parte de um dos seus mal F""
ciados membros -contra algum ministro, lie lexoe .e-
melhantes poderla apre.er.lar acerca de depuudc.de
Sergpe e de outra. provincias. Cre.o, pois, que posso a,-
evrLr que a opposicao que apparece nSo he teda na
Sr. presidente, seja-inc, porm, permittidodiier a no
bre deputacao de Pernambuco, que ten. tomado a, dial -
leira na presente guerra, que cca*iao uno c,a a ...ais
apropriada. Cons.rtam os nobres rteputadon. que bes
diga Trncamete o meu modo de pensar, e compiehcn-
da.n minha boa vontade de Ihes ser til.
A deputacao de Pernambuco cont... c... wieijto-
mens inlelliecntes, vigoroso, dotados de talento c
KSo. lie vida poden, clles ser muitout. ""'J
do, ou iucoinmodar em extremo ^advrsanos po-
rm forcoso he que Ihe, diga que Ihes falia a'* algu-
ma cousa para obtere.n os grandes resultado a que se
rao-era Falta-lhe 1.1.1 nonie a sua testa ; ten. nfccssi-
dide de um prestigio, sem o qual dlHcilmente e pode
watoa ura ..miana de polilica tao completa como
desejam. ..
0 nobre deputedo nao sao rcsponsaveis por esta fal-
ta isto nao quer diserque clles nao possuan. ho.ne.s
de'., ais...erto do que teem muitosdos nossos ho.nens
de e?adoT mas en.fi., emquanto nao .. poden Ok
trar para eren, devdan.ente avallados, oqu*^s te...
lue-ar quando collocado em pos.coc elevadas c d lh-
cef. ?evem procurar o amparo (fe um noine. Se o
nobres de. tados tecm este nonie, se teem con. elle In-
teligencia exijam que se aprsente; talvez, tendo isto
up. a victoria seja logo a consequencia, e nos d .-
Sinos e .. aioresdiscussocs. Se, porm, e.lnc-sos
rouVo'es a coragem, ma nao a prudencia, e agouro
Eu disse0que a occa.iao do rompi.nen.o nao foi a mais
Tnrpon.icar.a Pedente, e p.incipa.mente ..este
p z ^o. convra apurar multo as cousas, e n.eno, fazer
alarde de frca. de influencia c de1 poder. C* nobre. de

. Oh --._- nMsgnl
DIARIO DB PEUXAMdDCO.
nxcirE, 20 de jdnho de im,
Hontem, pouco depois das nove horas da npile, o
caixeirodo urna taberna da ra da Praia-do-.aldei-
reiro deu una estocada em certo sujeito que asson-
lra de csbofetca-lo, por nao. poder, ou nflo querer
ello reduzir moeda de cobre urna ou mais notas
do pequeo valor. _.
0 oll'cnsor pode escapar-se ; mas a polica conse-
cuio prender o dono da taberna, e recolheu-o a ca-
dcia. O ferido est em perigo c vida.
Correspoutiencia.
iiuv-m>5- 1---------
m. nue eu nao respondo por taso
Sr. presidente, eu creio ter dito quanto julgava sufli-
ciente...
0 Sr. Ferrax:Muilo bem.
OSr IKondM-lc ..para esclarecer a minha posicao
..esta casa. Nao continuare!, posto que alguma coua
lis podesse dizer...
O Sf. Franca Leile --Temos campo vate.
Sr ttanderley :...na diversa questes que aqur se
lee... agitado, porque tambeljfprctcndo tocar em certo*
nonio, na .esposta falla do throno ; por uso aqu. I.co,
aeclando anda urna ve, que nao tenho compromisso
com pesoa uenhuina, e que fajo opposicao da inesma
S.ar.o.'yntre nT-TroduV a-demasiada ostentco
defmc": aervindo-me Ja expressao do. martimo, cm
MHostaes prudente be alliviar o lenie, di.nondo-o para
mHouou r'o embate das ondas. Oque, porm, se te.
observado? O trlumpho obtido creou nova e minedla-
us exigencia.: faz-.e alarde de frfa; na.ee dalu a des-
cVnfianc". o clame apparece, e o. nobre deputados nao
conuaiiya, v, v ., ipin-se nucido la-
Sr. Redactor. Nao ha duvlda que Pernambuco de
hoic nao he o mcs.no do seculo XVI. e se fura possivel
annarecer entre na uin Pernambucauodessc secuto.elle
e cncheria de inveja de nao ter nacido comnosco,
vista do estado de grandeza e civiSacao a que temo
chegado. Naquelle idade, Pernambuco nao tra 'ais do
nue lie boje una de nossas villas opulenta, e a sua po-
* ...f_ ...___... Bi.r.ln ua rnnarinarle: entilo 0 Do-
s denutados nao que 11c noje una uc ,><> .... -,....--_--, -rr-
epodemsustenur. 'iJrT-piekidente. IZCerido f. l^^Z^^l^^r?X^
zer passar como verificado, que a onpos.c. o d,. .. .^c. |' ^ "^."0"MUa 20 ou o contos de res, como ri-
deptados est en maloria \3^'^"Z\n^r hoje Pernambuco e ufana do seu progres-


H
tas r grandes rapacidad; mas aind asilm elle se acha
rauito longo do oslado decivilisaeo de umn nacao cul-
to, < ge porvrtilura se ha sabido curar de algumas m-
selas que receben de seus maiores, te ni sido dormente
a respeilo droiitns que porsua natureza lhes sao mul-
tissimo preju lii iais, e se acham em <>ppi>sii.ao como
en estado de npeTcicoaincnto uas sciencias e nos eos-
turnea.
No numero deltas ultimas merece um lugar bem dis-
tinelo o inspido hriuqnedo do = bujcap=. Esse brin-
quedo, que s tendea fazeriiial, baveiuo-lo infelizmente
conservado, ajinar de algumas leis, e posturas munici-
paes. que o prnliibem ; por isso que ellas, por um des-
leiso Inconct 1 i\ ( I, teeiii sempre deixado de ter execu-
jao. Um siin numero de desgracas justifleam cssas leis,
e piovain seui rplica i|iiauto he brbaro e prejudicial
um tal usu.
(Juantas senhoras teem soit'rido os ineommodos de um
parto forjado, sendo as venes victimas del le ? Que de fa-
milias nao teem lirado entregues a desolaco e orphan-
dade por causa de um buscap ? Que sem numero de
pessoas,tendo nascido perfeitase bellas,boje existem c-
gas, coin os rostos chelos de cicatrizes, tornando-se as-
sim hediondas, em consequencia do maldito buscap?!
E nem e nos diga que quem tiver inedo nao v ra,
queassimselivrar de seus ftarores, que nos lhes res-
ponderemos : emprimelro lugar, que queremos ter a
liberdade de sabir todas as veics que nos aprouver,
nao sermos ofl'endidos urna vez que respeitemos as leis
eos nossos semelhantes: em segundo lugar, que nao
tein sido gmente na ra que infrlWmenlc temos pre-
senciado os funestos resultados do buscap; elle se ele-
va, c temos visto os seus estragos nos recintos das fami-
lias at mesino em segundos andares : c em terceiro lu-
gar finalmente,que, se os amadores de semelhante brin-
quedo nao se importan! de ser victima-;, e se exarce-
bam quando sao impedidos delle, briiiquein-o sim, mas
em lugares proprios e que forriu pela polica designa-
dos; que nos e todos aquellos que o detestam fugire-
mosde l ir, e livrar-nos-hemos assim de receber contra
nossa vontade os impertinentes e perigosos cuinpriuien-
tos do buscap.
Um facto beiu recente mostra a verdade do que (lave-
mos dito, e as funestas consequencias de semelhante
brinquedo.
Viuhain do Caxang, no dia I. do corrente noite,
n'um carro, os Srs. Dr. Ignacio Nery da Fouseca c Jos
daFonseca e Silva, e parte da familia dcste ultimo se-
nhor, comporta de uina irmaa, uina cunhado, una me-
nina, um menino e mu moleque ; ao chegarem ao pateo
da Santa-Cruz um desalmado, a quem a polica deve
cortamente urna boa licao, largou um buscap sobre os
cav.llns que puxavam o carro, c estes, espantados, o le-
varan ae rojo a embarrar n'outro que poralii vinba, e
la/.endo o em pedacos sacudiramcom as passagniros por
torra, resultando de semelhante Jsastre partir a cabeja
o Sr. Dr. Nery, machucar-sc o Sr. Silva, sofl'rcr um gran-
de golpe n rosto una das senhoras, a menina quebrar
um hi.ico c trilhar una das nios, e o moleque partir
uina peni a, accrescendo mais perder oSr. Dr. Nery una
cartoira coin 53/000 ris, o Sr. Silva um trancelim de ou-
ro que trazia sua menina sobre o pesenfo, e o dono do
carro o valor delle. las porque reclamamos em noine
da liuinanidado, quo a polica tome as medidas que es-
tao ao sru alcauce para a punic.ao de scclcrados que s-
mente para satisfazerem o seu brutal goslo sao causa-
dores de tantas dcsgrar.as. K esperamos que a justica os
far sentir u'uma prisa o saogue que tiierem correr
coin o seu detestavel brinquedo.
O Sapucaia.
Publica ao a pedido.
Diz Francisco da Costa Ai ruda c Mello, solicitador da
faieinla provincial, que, competindo-lhe, nao s um por
cento da quantia arrecadada, como os emolumentos de
pro c precalsos, que devem-lhe ser contados as execu-
(des, nao tem o supplcante rocebido al o presente
porcentagein c emolumentos por isso requer a V S. se
sirva mandar que o cscrivo Cardozo mi passe guia al-
guma sem que sejam as cxccuces contadas pelo conta-
dor do i o i' pai a deduzir a porcentagein o emolumentos
3ue an supplicante competirem.recebendo osupplioaute
as propras partes antes de seren as guias por V. S. ru-
bricadas, visto que as cusas que competen! a fazenda
devem ser logo especificadas na niesma guia, dexuudo
de ser o dito escrivo contador, como lein sido de qua-
si todas as exccuces.e de receber, como tem recebido, a
porceiitagoiii e omoluuientos que coinpotem ao sup-
plicanle, dos quaes at o presente se acha o supplicante
un desembolso, sendo o defei iinento de V S. intimado
ao referido cscrivo eao contador, que devero declarar
ao pdesla de ticaram entendidos. = Pede aV. S., Illiu.
Sr. Dr. j o ir. da segunda vara do cirel, se sirva de mandar
na forma requeiida. = E R. M. = Francisco da Coila Ai-
ruda e Mello.
Diga o diiuliir procurador-fiscal. = Recifedoz de maio
de mil oilocentos e quarenla e setc. = Sabuco de Araujo
Jnior
Parrce-me que o solicitador tem drcito a um por cen-
to, quando huuver ritaefles e penhora, pois que assim o
determina o alvard de vintc de marco deuiilsetecentos
e (incenla e seis, e titulo terceiro da le de vinte dona
le de/omino de milsotecentos c sessenta cum ; c que
esta conformidade deve de ser deferido. = Rccife, onze
de maio de mil oitoceulos c quarenta c sete. = O procu-
rador-fiscal, Alcanforado.
Fique o escrivo naintclligenciadcquc para deduccao
da porcentagen>os autos serao previamente contados pelo
contador ; que o contador he o competo ule para a conta
da portentagem ao incsino passo que fuer a dos autos;
que deixe de receber a porcentagem do supplicante,
que ser por elle uiesino recebida das parles. = Recifc,
onze de malo de mil oilocentos e quarenta e sete.= A'a-
Imco de Araujo Jnior.
Coi tilico que intiniei a peticaio supra ao contador do
julio, do que licou entendido.=Recife, onze de maio de
mil oilocentos e quarenta c sete. = Oofficial de justica,
Antonio Hurges da Silva.
Certifico que intimei a petico ao escrivao Pedro Jos
Cardozo, o qual disse que nada linha que responder. =
Retire,onze de maio de mi loitoccntos c quarenta e setc.
--O ollicial de Justina, Antonio torga da Silva.
commekcio.
Alfandega.
RENDIMENTO DO DIA 19........... 5:332,576
Dticarregam Ao/e, 21.
Galera Seraphina carvSo.
Patacho Christim mercadorias.
IMPllTAGAO'.
Seraphina, galera ingleza, vlnda de Liverpool, entrada
no corrente inez, consignada a Johaston Paleo & Coni-
pauha, mauifestou o seguiule:
7 caixas fazenda de linho, 12 ditas dita de algodao, 26
lardos dita dito, 1 caixa bandejas de forro c papel, i di-
ta rom obras de prata, casquinha c folba de I -'landres,
1 dita tapete, 2 ditas qucnquilliarias, 1 dita couros, 1
barrica e 1 caixa ferragens, 20 caixas linha de algodao ;
a G. Kenvfbrlhy & Companbia.
40 ggos, 61 ineios ditos e 2 barricas louca, 65 fardos
fazenda de algodao, 6 cdixas e I fardo lencos de dito,
58 caixas fazenda de dito, 34 barricas ferragem, 50 ditas
enxadas, 300 fognreiros e l barrica com grades para os
meamos, 2 barricas e i caixa obras de vidro, 100 barrls
, 2 caixas lencos de cassa, 1 dita cortes de ves-
12 saceos farelo, 2 caixas cha, i ditas di o-
6 barricas tintas, 4 ditas drogas, 5 caixas'ditas, 1 gigo
garrafas de vidro; a V. Bravo & Companhia.
7 caixas fazenda de algodao, 3 ditas dita, de linho ; a
Me. Calinon t Si Companhia.
7 caixasTazenda de linho, 17 ditas dita de algodao, 72
duxias c 2 lencos de dito com franja de lita, 1 caixa fa-
zenda de lea, 7 fardiiihos dita de dita; a Russell Mellors
U Companhia.
2 caixas fazenda de algodao, 1 dita lencoi de dito,
5 fardos fazenda de dito, 3 caixas dita de laa; a J.
Stewart.
4 ditas fazenda de algodao; a Ridguav.
5 fardos dita de laa; a J. Crabtrce It Companhia.
14 caixas de machinisino e pojas solas, 1 barril agoar-
dente de Franja, i barrica louja, 2 caixas cha ; a S. P.
-lolilistn S lannpaiiliia.
8 caixas fazenda de linho, 1 dita lencos de algodao,
1 fardo fazenda de linho, 10 ditos dita de algodao, 15
caixas dita de dito; a AdamsouHowie.
7 fardos fazenda de algodao, 1 cmbrulho com 2 livros ;
a Lathain & Hibbert.
11 fardos fazenda de algodao, 1 caixa quenquilherias ;
a Fox Ilrotbers.
5 caixas fazenda de algodao ; a Deane Youle & Com-
panhia.
14 ditas lindas de dito; a Cockshotl oV Companhia.
6 leu ais vi nli ; aJ. Tayrr.
2 caixas lindas de algodao ; a II. Gibbson.
2 ditas fazenda de algodao ; a Jones Patn.
8 gigos e 2 barricas louca, 11 barricas ferragens, 2 cai-
xas amostras, 3 ditas ferragens, 11 embrulhos de ac, 34
ditos de ps ; a F. Robilliard.
81 toneladas de carvao; a J. B. Moreira.
1 barrica ferragens; a Brendcr a Brandis.
'6 caixas conservas, 2 ditas moslarda, 2 ditas blscouto,
3 barricas bulhes de sal, 4 bu I lios passas,5 barricas quei-
jus e laias, 70presuntos, 1 embrulho com toucinlio,
I caixa pos d Curry, 1 barrica com latas de carne em
conserva, 1 embrulho roupa fcita, 1 caixa utensilio do-
mestico, 1 banheiro, 8 saceos farelos de trigo, I caixa
ignora-se o contedo, i dita doce; ao capitao.
ITTtpri'j de que precisar em os mesmos estabeleci mri-
tos ?o semestre de jolho a dezembro do corrente ah-
i' ,a Mber: farinha de mandioca; manteiga fran-
'owia,ch hysson, assucar refinado edecaroijo, tou-
flfnhc do Santos, vinagre de Lisboa, vinho branco,
!rlria, maearrao, talharim, arroz Rilado branco, le-
nhn de mangue d'achas regulares, azeito doce e de
enrrapato, sabao preto, p3o e bolacha, sendo o pao
de quatro on?as cada um. Os pretendentes compa-
racam no lugar e hora aprazada, munidos de suas
propostas.
Administraclo geral dos estabelecimentos de can-
dado, 14 de junho de 18*7. Oescriplurario,
Francisco Antonio Cavalcanti Couiseiro.
Consulado.
RENDIMENTO DO DIA 19.
Coral....
Provincial
287,311
95,714
383,025
PIUCA DO RECIPE, 19 DE JUNHO DE 18*7,
AS 3 HORAS l)A TARDE.
Revista semanal.
Cambios.....=As transaeces da semana foram of-
fectnadas a27d. p. mil ris sobre In-
glaterra, e a .148 rs. sobre Franja.
Assucar...... Iaitiaram 372 vaixas, e vendeu-se a
900 rs. por arroba sobre o ferro do
masca vad encaixado ; de 1#000 rs.'por
dita sobre dito do branco dito ; de 2^000
a 2#300 rs. a dita do branco ensaccado
eembarricado, v de 1,'OU a 1/600 rs. a
dita do mascavado dito dito.
Algodao...... l-.iitcu-.mi .'i.'it saceos, e foi menos pro-
curado, tendo-se vendido de 6jl00 a
6#200 rs. a arroba do;de primeira sorle,
e de 5J600 a 5^700 rs. a dita do de se-
guuda.
Couros......^Contina a abundancia, e sao pouco
procurados ao prejo de 110 rs. a libra.
Haca I ha.....=0 deposito he de 1,700 barricas, c as
vendas a retalho de llj.'iiio a 11J800 rs.
a barrica.
Caf........=Vcndeu-se de 3/300 a 3#400 rs. a ar-
roba.
Carne secca =Exlstem no mercado apenas 17,000
arrobas, e as vendas foram regulares de
2J400 a 2*880 rs. a arroba.
Chumbo......=Hq falta do em barra.
Knxadas.....-Venderam-se de 560 a 640 rs. cada
una.
Farinha de trigo=Eistem cerca de 1,700 barricas as
naos dns especuladores, nao havendu
da americana ; e as vendas da de Tries-
te regularan! de 220000 a 23/000 rs. a
barrica da marca SSSF, e a 21 000 rs.
a da marca SSF.
Vinagre......=Vendeu-se de 50/ a 56/000 rs. a pipa
do de Portugal.
Viudos.......=Ideui de 116/ a 122*000 rs. a pipa do
de Lisboa da iharca PHR.
Apenas entraran! dopos da nossa ultima revista 4 eiu-
barcajdes, tendo saludo 12, e existiudn hoje no porto 20,
sendo : 15 hrasileiras, 1 bauburgueza e 4 ingleas.
lloviii.i.itlu (lo Porto.
Navio* sahidos no dia 19.
Rio-dc-Janeiro ; escuna brasileira Gafanlo-faria, capi-
tao Jos Manoel de Souza, carga assucar e sola.
Parad iba ; hiate brasiloiro Etpadarlf, capitn Nicolao
Francisco da Costa, carga varios gneros. Passagoi-
ros, O.onjalves Rcrnardiiio, Manoel Marques Cama-
eh, Jos Jacintho dos Reis.
Navios entrados no dia 20.
I'altimore ; 42das, escuna americana i.-E.-Rdgu>ay, de
131 toneladas, capilo George H. Spaulding, equipa-
geni 7, carga farinha c alcatrao ; a II. Foster & Com-
panhia. Traz a scuhora do capitao e dour fllhos mo-
llares.
Rio-de-Janeiro ; 19 das, escuna brasileira Boa-F, de
116 toneladas, capitao Manoel Joaquin dos Res, equi-
pagein 9, carga varios gneros"*; a Nascmento Amo-
rim. .
EDITA L.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade oficial da im-
perial ordem da Rosa, cavalleiro da de ('.arista, e ins-
pector da alfandega de l'ernambuco, porS. M. f.
o Senhor D. Pedro II, que Dos guarde, etc.
Faco saber quo no dia 21 (hoje) do corrente ao
meio-dia, em hasta publica, ena porta da alfandega,
so hfo de arrematar oito caixas com 21 pedras de
marmore no valor de 300,000 rs., impugnadas pelo
guarda Antonio Francisco Dias, no despacho por
factura de N. O. Bieberflt Companhia, sem numero:
sondo a arrematarlo subjeita asdireitos.
Alfandega, 19 dejunlio de 18*7.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
Deca ratjocs.
_l -quinlses _.
de dito en lencol; a TfUelra t Andrada
AVISO AOS SNRS. DESPACHANTES DA ALFANDEGA.
O administrador da mesa da recebedoria de ren-
das geraes internas avisa, pela ultima vez aos des-
pachantes da alfandega, para que no prefixo' prazo
do oito (lias, da data desle, venham pagar o que de-
vem pena de se proceder a execnlivo ; porque, nSo
l un finio continuar no seu exercicio sem que
se mostrem quite por esta repattic.no, alguna Srs.
despachantes estilo a dover os 2.', 3..e 4." quartes :
e para que chegue a noticia a todos, fiz o presente
annuncio. Recebedoria, 19 de junho de 1847.
Fratuieo Xavier Cavalcanti de Albuquerque.
A administrado geral dos estabelecimentos de
ue,
na
| sala das suas sess0es,se contratara o fornecimen todos
Avisos maritimos
Para o Rio-de-Janeiro pretende sal ir, empou-
cos dias, o patacho brasileira Nicterohy, que tem a
maior parte do seu carregamento* prompta : para al-
guma carga, passageiros eescravos afrete, enten-
dam-se com Gaudino Agostinho de Barros, na praci-
tiha do Corpo-Sanlo, n. 66.
A bem conhecida o veleira barca Firmeta sane
no dia 21 do corrente ;. o que so annuncia aos Srs.
passageiros, e para licarem os escravos a bordo na
vespera.
r 0 patacho UniSo sane, no dia 21 do corrente
inez, paraos portos de Angola : quem quizer ir de
passagem, para oquetembons commodos, cnten-
da-se com Gaudino Agostinho de Barros, na praci-
nha do Corpo-Sanlo, n. 66.
Para a Rahia 'segu, em poucos dias, a sumaca
Santo-Antonio-dt-Padua, pregada e forrada de cobre:
quem pretender carregar ou ir de passagem, dirja-
se a ra do Vigario, n. 5.
Para o Rio-Grande-do-Sul pretenda seguir, em
poucos dias, o brigue Victoria, por ter o seu car-
regamento prmpta; pode receber alguns passa-
geiros e escravos: para estes podem entender-se com
Atnorim limaos, ruada Cadeia, n. 45.
Avisos diversos*
O grande atraso de pagamento da parte
de alguns senhores assignantes tiesto Dia-
rio lie sobretnaneira estranhavcl, e obriga
o proprietario delle a advertir-Ibes que a
empreza de um jornal nao he lata para
accuimilar capitaes na^maos dosr&pec-
tivos subscriptores; a alg^ins dos quaes
parece que nao be nada conservarem em
si o valor de dous., tres e mais quarteis^
nao se lembrandoque1)utros fazem o mes-
mo, e que assim existe a receber um ca-
pital avallado. Nao he to excessiva a
subscripcao de urna gazeta, que se a nao
possa pagar.com promptido ; e quem o
nao quer fazer mebor he que deixe de ser
subscriptor.
Precisa-se do um caixeiro portuguez que te-
nha su luciente pratica de venda, e que d fiador a sua
conducta: nfio se repara dar um ordenado vantajoso :
quem estiver nestas circo instancias, dirija-so a ra
Direila, n. 16.
-- No dia 25 do corrento, pelas horas da tarde ,
vai ser arrematada por venda, em hasta publica a
casa terrea n. 19 da ra dos Pescadores, grande, no-
va e de muilos commodos, por um cotilo do ris : os
pretendentes, vendo-a comparecam porta do Sr.
doutor juiz do civel da primeira vara no mesmo dia
e lloras, que ho,o proprio da execuc3o pela qual se
vai arrematar.
Os credores de Jo3o Manoel Franco queiram
vir recebor o quo Ihestocouem rateio, na ra do
Cabtig n. 3, no dia 21 do corrente asH horas da
manhu.
~ Quem anaunciou ter urna olaria com oito es-
cravos canoas e mais pertences, para arrendar, ou
vender, dirija-se a ra da Gloria, sobrado n. 89.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 34 da
ra do Trapiche, com varanda de ferro na fenlo, e
com a entrada pela ra do Torres: a tratar no ar-
mazcm do mesmo sobrado.
Desappareceu sabbado, pela manhSa da casa
de George Kenworthy & Companhia, na ra da
Cruz, n. 2, urna cachorrinha branca de rara ingleza;
lem rabo comprido, oreihas agudas sobraticelhas
pardas com os peitos alguma cousa grandes em
rasao de estar criando : quemdclla der noticia di-
rija-sea dita casa, que receber 10,000 rs. de grati-
licacSo.
BOLOS PARA O DIA DE S. JOAO".
Fazem-se bolos para o diado S..Joo,com ricas
capcllas, ou ramos de alGnim, segundo o gosto dos
compradores,, por prego commodo,- devendo ser
cncommendados antes do dia de S. Joo, na es-
3uina da ra das Cruzes defronte da praca da In-
ependencia primeira andar.
OSr. Jos Joaquim Leite Bastos procure urna
carta, vi nda do engenho Mundo-Novo, na ra do
Crespo, lojan. 4.
Aluga-se urna escrava : quem a tiver dirija-se a
ra da Conceic3o n. 46.
D-se dinheiro a premio com penhres, mes-
mo em pequeas quantias : naruadoRangel, n.lt.
LOTEK1A DO TIIEATRO PUBLJCO.
A sociedade que tomn sua conta o res-
to dos bilhetes desta lotera, declara; que
os tem exppsto venda, a cinco mil riss
meios bilhetes, e a nove os inteiros, un
camente na botica do Sr. Moreira Mar-
ques, na casa de cambio do Sr. Manoel
Gomes, e na Boa-Vista na loja de Jos
Ignacio do Monte ; cuja vend se far se-
ment at o dia i. de junho prximo fu-
turo.
A pesaos, a quem tiver desapparecido um cao
que nSo parece ser de raga deste paiz queira an-
nunciar sua morada, com os signaos do mesmo
cSo : eistoquantoantes, polsquemo tem rtfopo-
de responsabilisar-se pela fuga do animal.
Precisa-se de dous apredizes de charuteiro .fo
de um moleque para o servico de urna casa : om E-
ra-de-Portas, n. 8*. #
Oabaixo assignado, tendo bolado um annun-
cio no Diario de 18 do corrente fazendo ver ao pu-
blico que a firma de Almeida & Mondes soachu-
va dissovda e nada devia, previne que o ahaixo as-
signado alli mencionado he Franoisco Marques da
Silva MendeS e nao Manoel Fcrreira dos Santos.
Francisco Marques da Silva Menilei.
No dia 18 do corrente pelas ditas horas ta tar-
de, na ponle da Boa-Vista dosembestou, da mno
de um moleque um cavallo alazSo magro, com
alguns rasgOes na anca, eduas sobre-cannas em uina^
m8o; tomn o caminho do Mondego. Roga-se a
qualquer pessoaque o pegou ou tiver noticia aon-
ilo elle se acha de participar na ra.larga do Roy-
rio n. 18, que se gratificar com generosidade.
Quem annunciou querer entregar urna carta a
D. Anna Joaquina Coelho dirija-fe ra da Matriz
da Boa-Vista, n. 6.
Lava-se e nngomma-se roupa a 100 rs., e con-
zinha-se para lora com perfeicSo : na transa da
Bomba, n. 3. %
Quem perdeu um livro intitulado--Epitome
Serfico, ou.regra dos irmSos da ordem terceira de
S. Francisco junto com uns oclus e algumas ora-
cttes, dirija-se a ra da Praia, armazem n. 18, que,
dando os signaes cortos o pagando as despezas des-
te annuncio, llie ser entregue.
Offerece-se para fra desta praca um rapaz bra-
sileira, branco, casado, com pouoa familia, para en-
sinar primeiras lettras, grammatica efrancez, por ter
j dado os seus alumnos promptos aonde o dito foi
chamado paraensnar, e costuma aensmar como
melhor zelo possivel, e a sua senhora tambemensina
meninas: a pessoa que quizer utilisar-se do seu pres-
umo, dirija-se a ra da Praia, n. 35, a tratar com o
mesmo, o qual dar conhecimento de sua conducta e
attestadqs dos pas dn seus alumnos.
w
$
i
#1
Na ra do Vigario, n. 24, se dir quem
vende urna bonita escrava, moca, de
mu i lo boa condula, sem vicio com mul-
to liom e abundante leite, sem fllho o
parida de dous mezes e dias ; he limi-
to carinhosa para meninos e humilde.
Na mesma casa cima compra-se um
moleque ou negro, sendo moco; do ma-
nliia at as 9 horas, o de tarde de \
as 4.
I
Lima, alfaiate,
c preci-
obras para crintorto; a Johnston Tale. ~ A aam.nisiraeno geral dos esiaDclccimenlt c
""" Icandade manda #azer publico a quem convier, qu
n de ferro embarra e embrulho, 13 ditos I no dia 21 (hoje)do conente.pelas 4 horas da tarde,r
mora na ra do Livramenlo, sobrado n. 1,
sa do bons offlciaes de seu ollicio.
Alugam-se, por preco commodo, as lojas de um
sobradinho na ra da Praia, com commodos para pe-
quena familia, e para negocio : na livraria da praca
da Independencia, ns. 6 o 8.
Na ra Nova n7, primeira andar, trata-se ra-
dicalmente das molestias venreas, nlo antigs
como modornas, por meio de um remedio nflo mor-
curial.
OengenheiroMilettem abertona sua casa, na
ra do Crespo n. 14, um curso completo theqri-
co e pratico de arithmetica e geometra e pretende
abrir outro de algebra.
Aluga-se a casa terrea da esquina da ra do
Nogueira, com oitao para a de San-Jos, com duas
camannhas, duas salas, cozinba fra, quintal, ca-
cimba e porto; um slito com duas caniarinhas, sa-
la e pequea cozinha; de sorle que podem morar
dous moradores independen tes, ou com cnmmuniea-
cau Na praca da Independencia, livraria ns. G e 8.
Curam-seradicalmuleas dores de denles, mes-
rao estando cariados, m cinco minutos : na ra
Nova n. 7, prunoiro andar.
O Sr. que por engao leveu, no dia 19 do cor-
rente, da sociedade Philo-Terpsichore, urna bengala
nova de baleia com casillo de madreperola dourado,
e deixou outra om lugar da mesma, lenha a bondade
de a mandar entregar e receber a outra, na ra da
Cruz, n. 43; pois nao se ignora quem fez a troca.
S. II. X.
A direcc.uo do theatro de Apollo, em conformida-
de como 18doart. 38 do estatutos, avisa aos Srs.
socios, que os bilhetes para a recita de seu aniversa-
rio, em 23 do corrente, se entregado desde o dia
20 at 22 do mesmo, das 4 as 6 horas da tarde, no
saino do mesmo theatro, onde nicamente serio dis-
tribuidos pelo respectivo thesoureiro, que se acha
autorisado para isso; bem como para receber nesse
acto as mensa!tdades, eo que os mesmos Srs. mais
estiverem devendo. -Igualmentequeiram mandar
at o mesmo dia 23, ao meio-dia. suas propostas pa-
ra convidados om carta fechada (porque d'oulra fr-
nia se n3o rece be mj incluindoosbirhetes ao Sr. di-
rector, na ra do Apollo, n. 2, afirn de quo em
lempo competente sejam approvados os mesaos
convidados, pela referida d i recebo.
Tambcm a mesma direc^So, om consequencia do
9 do referido art. 38, faz nova mente constar aos
mesmos Srs. socios a determinadlo dosarts. 14 e 15,
abaixo transcriptos, d regulamenlo geral, que se
acham em effectividade desde as duas ultimas reci-
tas inclusive, o isto para que em tompo algum se nao
chamem ignorancia sobre tal disposiefio.
Art. 1*. Emquanto nBo frpreenchido'on. dos
socios que os estatutos determinan*!, s por duas ve-
zes o convidado poder participar dos divertimentos
da sociedade.
Art. 15. Sao exceptuados das disposicOes do ar-
tigo antecedente, p disposto no art. 9; os pas dos
socios, o filnos Sestea, nfio emancipados; os seus
hospedes que nSo liverom domicilio no municipio;
os cstrangeiros que visitarem o paiz, e os-iniees-
sados com os socios accionistas na sua parte, do-
clarando estos o nome daquelles.
- O Sr. I. X. da M. a vista do que tem obrado,
n.To se queixo quando se izer patente a forma com
3uo receben, para despachos, 14,840 rs., sem ter-or-
em para receber tal quantia : c nilo se admitiera
muitos dias de demora
Os Srs. Antonio Pereira Guimaraes o Joflo Frtn-
iscos Antonio Pontual dirijam-se atrs do Corpo-
Sanlo, n 68, para receberem uro saldo dr can-
tas.
Quem quizer empleilar um aterro em que pede
trabalhar com todas as mares, sendo 180 palmos
quadrados, e urna pquena camboa para alerraren-
lio tle dous al tres mezes ou se possivel for antes,
dirija-se a ra WoUegio, loja n. 9, qu se dir
quem precisa.
Antonia Seralina de Jess parteira appfovada,
mudo sua residencia da ra de Hortas para a ra
de Apollo, n. 21 no Red fe.


^""

-V
'
O NAZARENO N.* 47,
.tas. venda na livraria da pra$a da Independencia as 2
.oras da tarde em ponto. Est mullo recommendavel e
luelhor que todos os nmeros passados : corram logo os
(resuenes a elle emquaoto se nao acaba.
_ OSr. Jos Lopes GiiimarSes tonha a bondade de
vislBf-se com Jos Duarte das Neves at 22 do cor-
'rcnle.
Ha presentemente nos acougues
de Joao Dubois carne de carneiro muito
gorda e em conta ; assim como cama de
boi da mais anperior que apparece.
A senhora D. Anna Joaquina Coelho queira an-
nncisr sua morada para se lhe entregar urna
-- A firma que gyrava de Almeida & Mendes se a-
cha dissolvida, e sendo baja algum senhor credor
por indemnisar-se em debito da mencionada rma,
naja de apresentar-se no prazo de tros dias, e na fal-
ta nenhuma responsabilidade ter oabaixo assigna-
do para o futuro, visto omesmo ter ja pago todas
as dividas qu a casa, onde havra dita sociedade, ti-
nha : na ilssoluc3o da mesma sociedade entram
pftlo Jos de Almeida & Francisco Marques da Su-
ya Mendes.
Franciico Marquti da Silva Mtndei.
Quem precisar de urna ama com bom leite, sera
cria, parida ha 20 dias : dirija-se a ra das Cruzes,
ii. 18-
Ajuga-se um oscravo para todo o servico, e quo
tambora ho serrado/ : na ra Direita, n. 2, segundo
indar.
Precisa-sa de 60,000 rs., dando-se urna casa
me rendo 5,500rs. mensaes pranos alugueis se
mscontar o principal e juros : a quem convier an-
O Dr. Jos Bento da Cunha c Figuereldo, tendo de
ir fcJUo-de-Janero, avisa que o Sr. Dr. padre Melra
fica encarregado do seu escriptorio, e de proseguir as
causas dos seus constituintes, os fiases todava podero,
segundo as suas syTnpathias, dirlglr-se a respeilo del-
l aos Srs. Drs. Bandeira de Mello, Paiva, Alcanforado e
Ibiapina, que tambeiu ficam fazendo as suas vezes, du-
rante a sua ausencia.
Ma fba Velha, n. 94, precisa-so de dous ou-
ciaede cliutero, que facam de 300 charutos para
cima. _
-- Precisa-se de um fetor : no Atorro-da-Boa-
Vista n. 37, terceiro andar,
Offerece-se um boticario, com carta legalisada,
para administrar qualquer botica cujo dono nuo
tenha carta : os pretendentes procurom na ra es-
treita do Rozario, botica de Jo3o Pereira da Silvei-
ra que se dir quem he.
G. Patn e sua senhora retiram-so para fora do
Imperio,
Agencia de passaportes.
Na ruado Collegio, n. 10, o no Aierro-da-Boa-
Vista, n. 48, continuam-so a tirar passaportes tan-
to para, dentro, como parafra do imperio: 'ssim
como despacham-se escravos : tudo comievidade.
Quem annunciou ha 2 ou 3 mezes, prir esl fo-
lhr, querer comprar um tanque que levase 450 a
500 cargas do mel, sendo que queira ainda ha um
que leva a mesma quantidade feito de taboas le
amarello escolhido, que he vinhatico, gateado e
com travesses, tudo de sicupira escoltrida, feito de
manira tal,que n5o precisa de calafeto algum,e que
pode levar qualquer liquido quo seja sem vasar: ad-
verte-se mais quo o vendedor obriga-se a man-
da-Io levantar em qualquer engenho que o comprar
pelo mesmocarpina que o fez, o vender por pre-
co commodo e com algum prazo. Sequizer, dirja-
se a ra do Collegio n. 9.
c- Arivenda-se urna fazenda, com urna legoa qua-
drada de exlcnsao, distante desta praca 27 legoas,
sita na comarca do Liniociro, perto do cralo do
Bom-Jardim, com urna grando safra no campo, tan-
to de algodflo como de milho, feij3o erogas: a tra-
tar no escriptorio de F. A. de Oliveira, na ra da Au-
rora, n. 26. ... ..
Precisa-se de urna ama com bastante leite :
ra larga do Rozario n. 35 segundo andar.
= Antonio Henrique de Oliveira retira-se para
fra da provincia. i #
- Precisa-se de um caixei
ro no botiquim ao p do theatro c que este d co
nhecimento de sua conducta. No mesmo botiquim
vende-se urna preta de 20 annos de bonita figura ,
sem vicios nem achaques c quo he muito boa para
criar por ter bastante leite e muito novo.
-- luga-seo primeiro andar da casa n. 11 da ra
da Cadeia proprio para escriptorio ou pouca fa-
milia, com sala adianto e atrs, com suas alcovas:
a tratar na mesma casal
Aluga-se o. segundo andar da casa da ra da
Moeda.b. 9, com muitos commdos, com vista
parab mar, e que acha-se novamente pintado: quem
o pretender annuncie. __
OsSis Jos Antonio dos Santos Coelho, irn-
cisco Joaquim Gaspar Jnior c Vicento Nunes da
Serraquciram procurar cartas, na ra do Queima-
d'-n'Francisco Jos Vianna da Cunha Portuguez ,
faz publico a quem convier que do hoje em vante se
assignar Francisco Jos Vianna ; isto, por haver
outro de igual nome.
So houver algum homcm anci3o e mesmo ca-
gado que saiba tratar de parreiras o de meloeiros,
e aueira cncarregar-so de tratar destes objectos em
um muito pequeo sitio dirija-se a casa grande do
sitio do Sr. Gabriel Antonio, no Gordeiro, pera se
CILrAluga-so> por 8,000 rS. mensaes, urna boa casa
nuo temduas salas, seis quartos, cozmha e copiar,
no Aterro-dos-Afogados, n. 187 : trata-se na ra Di-
reita, n. 82, primeiro andar.
Aluga-so um sitio bastante grande, com boa
easa, e^ima dita mais pequea, com males arvore-
dosmuitas frutas de varias qualidades, boa agoa
para beber, boas baixas para capim, trras para
plantar vntade, sito no Maogti.nho, estrada dos
Aflictos: trata-so na ra da Praia, n. 46.
Ainda esUlo para se alugar, por preco muito
commodo, as casas do ns. 27, 29 e 31, sitas na ra
Real, prxima ao Manguind, as quaes teem bastan-
. tes e bonscommodos, com quintal, cacimba, porlflo
uVra os fundos e porto de embarque i a tratar com
Manoel Pereira Toixeira, morador prximo aquelle
J?"Antonio Ignacio do Reg Medeiros embarca
para o Rio-de-Janeiro o seu esclavo Manoel, cabra,
na barca Frme*a. ___.,,
No dia 23 do corrente, se ha de arrem
Um mocobrasileiro, do 18 annos se propOo a
ser caixeiro de loja do fazendas, ferragens escrip-
torio, armazem de assucar, ou de cobra nca de ra:
quem do seu prestimo su quizer utilisar dirija-so ao
pateo de S.-Pedro, n. 7.
ODr. Casanova, medico francez, morador na
ra Nova, n. 7, primeiro andar, offerece sen presti-
mo aos habitantes desta cidade e provincia, e de-
clara que sempre oacharam prompto a receitar, o
fazor todas as opcraeOes de cirurgia.
Compras.
Compra-se, om segunda m8o um par de ata-
cas de ouro, de chapa um alflnete de senhora um
trancelim de meia grossura, tudo de ouro de le ;
urna commoda em bom uso : na na da Cadeia do
Recife, esquina do Becco-Largo, primoiro andar.
Compram-se 3 ou 4 carrinhos de inflo, de con-
duzirmateriaes, ainda n3o sendo novos; estando,
porm.em bom estado : quem ti ver annuncie.
Compra-so um carro americano de 4 rodas ,
elegante o em bom uso e que possa ser armado]a
um cavallo: na ra Direita, n. 82, segundo andar.
Compra-se um cachorro, para guardar um si-
tio : na Camboa-do-Carmo, n..46.
Compra-so urna balanca grande, mas nao mui-
to, que tenha 3 pesos de duas arrobas cada um; urna
dita para balcio de venda, com os pesos de urna ar-
roba at meia u,uarta; e tres temos de medidas do
folha: quem livere quizer vender annuncie, ou di-
rija-se a ra da Cruz do Recife, n. 46.
Compra-so urna negra que saiba bem vender
na ra: quem ti'ver annuncie para ser procura-
do.
Vendas.
Vendem-se os muito su-
periores queijos lundriaos. o presuntos inglezes;
conservas, e sal refinado, chegados ltimamente de
Liverpool na galera Seraphina; biscouto fino cm
latas grandes e peqoenas, o outros muitos objeclos
por precos commodos: na ruada Cruz do Recife-,'n.
66, venda de Miguel Joaquim datlosta & C.
Vendem^se ealugam-se bi-
chas hamhurguezas, chegadas
no ultimo navio ; na ra da
Crut do Rectfe, n. 45, loja de
Joaquim Antonio Carino &
Companhia. .
traca da Independencia, lo-
ja 11. 5.
Hechegado de prximo a este estabolecimento un
completo sortimento de cordas e bordes, para vio-
Lo rabeca e rabecio, papel paulado para msica de
todas as qualidades, tudo de muito superior-quali-
dade pelo que se tornam recommendaveis, e ven-
dem-se por preco commodo, Unto aretalho, como
Vendem-se caixas de cha hysson, do 6, 12el3
libras em porcOes, ou a retallio ; caixa de velas
deespermacetede5e6emlibra: na ra da Alfan-
dega-Velha n. 36, em casa de Matheus Austin & O.
Vende-se cera de carnauba, em porc^o e a re-
talho; latas com biscoutinho inglez; ditas com mar-
melada ; condecas com peras ; queijos de prato ,
muito frescaes; frascos com conservas de Lisboa e
inglezas : chocolate de Lisboa, de canella, muito
superior: ludo por preco commodo : na ra da Cruz,
no Recife, n.46. ... '
Vende-se urna bonita nogrinha, de idadede 13 a
14 annos, recolhida, e com boa conducta, com prin-
cipio de costura e engommado, propna para mu-
camba; urna boa oscrava que engomma muito solfri-
velmento, cozmha, e he boa vendedeira de ra, e que
he muito fiel ede boa conducta; urna dita de meia
idade, acostumadaatrabalhar do enxada,d-so muito
em conta: na ra do Vigario, n. 24, se dir quem
vendo o o motivo.
__Vende-se urna casa feita a moderna; com duas
salas, dous quartos, cozinha fra ecacimba, a dinhei-
ro, oua prazo: no principio do Aterro-dos-Afoga-
~ Vendem-se meiosbilhetes da loteria do Thea-
tro, que corre a 2 d julho infallivelmente; na ra
Direita, n. 12.
__Vende-se cobre a quatro por cento: na padaria
da roa larga do Rozario, n. 48.
W LIVROS BARATOS.
"" Na praca da Independencia, loja de cncadernasSo
n 12, acham-se venda os soguintes livros: His^
toria da revolucno de 1817; a Noite do Castello; D
Branca; Mou vizinho Raymundo, 4 volumes; Jornal
de Comedias, 5 voluntes; Noites Clementinas; oRo-
manceiro portuguez; Rimas de Bocage, 2 volumes;
Madama de avezan; a Rainha Margot, 3 volumes;
a Eslrangeira, 2 volumes; Affonso c Idalina, 2 volu-
mes; Cartas d'F.cho a Narcizo; Manual de chunica
divertida; Poesas de Barros; Macarronea portugue-
za; Historias de meninos para quem nSohe crianza;
I yra oxotica; Oblacflo ao Christianismo; Nova Cas-
tro; Manual dos jogos da sociedade; Heloiza e Aboi-
lard; Dialogo dos morios; a Victima da nquisigao
de Sevilhas Noite de invern; Viola do Lereno;
Guarda-livros moderno, 3 volumes; Tratado de opc-
racOes do banco; o Judeu Errante, 10 volumes; um
missal cm bom uso; Laromiguire, philosophia;
Malhix, manual de philosophia; Tema dos livros;
U nouvolle Heloisc, por J. J. Rousseau, 7 volumes;
Traite elmentaire de matire medcale e urna por-
cao de novellas, em folhetos, por preco commodo.
Vende-so, a dinheiro, ou a prazo com boas
firmas, e tambem se troc por casas nesta praca o
por escravos, um sitio no Caldeireiro, com urna
boa casa de sobrado com 6 janellas de Trente, por-
tlo de ferro e todo murado :a tratar qualquor des-
tes negocios com Manoel Cavalcanti de Albuquerque
Mello ou annuncie. ,
IVendo-se a dinheiro, ou a prazo com boas ur-
inas um chao na ra da Praia, com alicoree feito
e caos na mar, cujo terreno tem 63 palmos de fren-
te e fica junto ao Sr. Cardeal, na esquina do becco
auo vai da riboira para a mar : a tratar com o co-
ronel Manoel Cavalcanti de Albuquerque Mello.
- Vendem-se quartinhas: na primeiracasa, pas-
7hZ sando o Hospicio. Na mesma casa precisado de pre-
uma eaaana Estrada-Nova, peranle o Sr.doutorNaj yenderem quartinhas, pagando-so venda-
-'-----no Aterro-da-Boa-vistar ""'*'
Calcado.
A loja do Arantes, na praca da Independencia ,
recebeu pelo navio Armorigue um completo sor-
timento de raleado francez de todas as qualidades,
comosejam : os bem conhecidos sapat0eso*borze-
guins deNantes ; sapatoso sapatOes de lustro, de
urna e duas palas; ditos de bezerro; borzeguins pa-
ra senhora; sapatos de lustro, duraque, setim e
marroquim, para senhora; ditos de lustro e marro-
quim, para meninas ; chiquitos de lustro e marro-
quim; sapatinhosdebrim,para meninos; ditos de
bezerro e outras muitas qualidades de calcado,
que serBo vendidos por commodo preco.
Vende-se urna mulatjnade 15 annos prenda-
da ,semvjciosnem achaques: as Cinco-Pontas ,
n. 71.
V Vendem-s,e sapatOes de lustro para homem ,
a 4,000 rs.; borzeguins gaspeados a 3,000 rs ; sa-
patos de marroquim para senhora a 1,000 rs.; sa-
patos de bezerro, a 3,000 rs.: na pra?a da Indepen-
dencia ns. 13 o 15, loja do Arantes.
-Vendo-seum preto bom cozinheiro : a vista do
comprador se dir a ras3o por que se vendo : na
praca da independencia, livraria ns. 6 o 8.
= Vende-so urna linda parda do agradavel pre-
senca sabondocozinhar, lavar o coser; vende-so
por n3o ser precisa a possoa quo a possue: no Ater-
ro-da-Boa-Vista, n. 58.
- Vende-se urna preta cozinlieira, engomma-
deira c que cose ch3o e lava : na ra do Hospicio ,
casa terrea que tem sot3o, defronte do lampeSo.
Vendom-so os segrales escravos : tros pardas,
sendo duas muito boas costuaeiras e engommadei-
ras, e a outra com urna cria de 8 para 9 roezos ; um
lindo molequo de 14 annos pouco mais ou menos;
um preto, proprio para todo o servico; um par-
dinho de 7 a 8 annos : todos do boas figuras : na ra
da Cadeia de S.-Antonio n 25,
Vende-so um escravo de boa figura muito for-
coso acostumadoao trabalho de engenho e he
bomcarreiro; um dito proprio para o sorvico da
praca; duas escravas ; duas molecas, propnas pa-
ra rodo o servico, n3os3o viciosas; duas oscravas ,
proprias para o servico de campo de 25 a 26 annos,
por450,000rs. ambas; urna parda boa costuroira ,
ongommadeira, e he recolhida: vendom-sc por seu
dono ter grando procis3o : na ra do Agoas-Verdes,
n. 46.
Deposilo de vinagre da fabrica
da ra Imperial, n. 7.
na fabrica de licores, de Frederico Chaves, no Ater-
ro-da-Boa-Vista, n. 17, onde se achara sempre
grando porqao e por preco commodo.
Vende-se sal de Lisboa fino e alvo, a l,60e
rs. o alqueire da medida velha e sendo porc3o s-
dar por menos : na ra da Praia. n. 18, aonde tam
bem se vendem pipas com ago'ardente.
A 2,500 RS.
Vendem-se pecas do madapol3o limpascom 20 va-
ras, a 2,500 rs., e a retalho, a sete vintens, proprio pa-
ra camisas de meninos, por ser encorpatlo; pc?as de
chitas limpas, bons pannos, do cores fixas, a 5,00 rs ,
c a retalho, a sete vintens; algodSozinlio largo e en-
corpado, muito tapado, com pequeo toque de atarla,
a sete vintens a jarda; saija preta lnnpae superior, a
1,280 rs. o covado: na ra estreita do Rozario, n. lo,
terceiro andar. .
Vende-se urna escrava de 18 annos : na ra da
Cadeia da Recite esquinado Becco-Largo, pnmei-
ro andar.
LOTERA do rio-de^
JANEIRO.
Vcndenv&e billietes e meios
ditos chegados pelo ultimo va-
por: na i na da Cadeia, loja de
cambio de Manoel Gomes.
- Vende-se arroz branco, a 10,000 rs. o 'W^
re e a arroba a 1,600 rs.; dito a 6,500 rs. o alquei
re, e arroba a 1,000.s.: q"em quizer annuncie.
Vendem-se 7 escravos, sendo : 4 prelas mocas,
de bonitas figuras, com habilidades; urna n^rmn*
de 14 a 15 annos que oozinha bem e lava de saMo,
urna mulatinha do 10 annos; um escravo de.om
figura, denacao Angola, ptimo para o sorv co io
campo : na ra das Cruzes, n. 22 segundo anda.
Calcado.
- Vendem-se os muito superio-
res sapatos de iNantes, de palla; di-
tos de tres solas tachiados; borze-
guins para homens, de 3f^ooo a
7^ooo rs- ditos para senhora ; sa-
patos de duraque, marroquim, e
lustro para dita ; ditos de marro-
quim, duraque e lustro para meni-
nos; sapatinhos de lustro e marro,
quim, de colxetes, para meninos e
meninas ;e um completo sorti-
mento de calcado inglez para ho-
mem, e d'outras muita qualidades
por preco muito c immodo : na
ra da Cadeia-Velha do Recife,
n. 35, loja do Morena.
Vende-so sement de coontro de locoira a
200 rs. 1 garrafa ; rozarios braneo finos, com cru-
zes da mesma conta ; aramia : na ra da Cadeia ,
n. 11.
- Contina-sea vender boa manleiga para bolos,
a 320,400, 500,600, 800 e 1,000 rs.; chocolate novo,
a 280 rs. ; caf moido a 100 rs. ; dito em grao, a
140 rs.; velas de carnauba de 6 7 o 9 em Irara a
320 rs.; espermaecte, do 6 em libra, a 800 rs.; ena,
hvsson bom a 2,000 o 2,500 rs. ; banha de porco,
a 360 rs.a libra; lingoic,asdo Porlo a400rs. ; do-
ucliinha ingleza, a 220 rs.; toucinho de Santos, su-
perior, a 210 rs. ; partas do traques fortes. 'i
rs.; milbo-alpista a 640 rs. a cuia da medida e-
Iha; arroz do csea a 3,200 rs. o alqueire da ilu-
dida velha ; queijos novos a 1,600 rs. ; o tambem
urna marqueza nova, por proco commodo : no pa-
teo do Carmo .esquinada ra de Hurlas uo lauo
direito, n 2.
Vende-se um piano forte de nova
invencao, por preco commodo: na ra do
Vigario, n. a3, casa l\ussell Mellors&C
LIVROS DE SURTES, I
PARA
t
Vende-se urna parda de 25 airaos ,
sem vicios nem achaques, do muito
boa conducta ,' que engomma, cose ,
e cozinha o diario de urna casa, mul-
to bem ; vende-s muito em conta : na
ra das Larangciras, n. 14 segundo
andar.
j
n
8
n
buco; cuja praca ter lugar...
anorta do mesmo juiz, pelas 4 horas da tarde, por
execucjlo de Manofl de JordBo Caldeira contra An-
gelo Soares da Silva, escriv3o bouza : quem a pre-
tender compareca, que he a ltima praca- .
gein.
1
_ Vende-se urna negrraha de 12 a 14 annos, bo-
nita figura, com principios de coatura : na ra (la
Cadeia do Recite loja n. 55.
Vende-se um sobrado no largo do Terco, em
chaos proprios n. 26 : a tratar no mesmo sobrado.
Vende-se um motbodo de piano de Veguerie
om bom uso e por pceo commodo : na praga da
Independencia loja de miudezas n. 4.
-Vendo-seum pardo de 20 a 30 annos, do boa
figura excellentecarreiro : amada Cruz n. 3.
B__vendem-se 3 escravos muito robustos. pro-
nrios para o matto ou para qualquer servico; sac-
cas com familia de mandioca por preco commodo:
a ruada Cruz, no Recite, n. 26.
Vendem-se na livraria da ra do Crespo, n. 11,
cartas para inlerho e conhecimentos.
Vendem-se duas pretas mocas o proprias para
todo o servico de urna casa : na ra da Cadeia-Ve-
_'Vendem-se 100 meios desoa : no Aterro-da-
'L-0 Vende-se urna pretacrioula.de bonita fugura,
de 2 anuos, sabe cngommareesaboar, cozinha o
diario de urna casa e he muito dijigenle para o ser-
vico do urna familia, tanto para ra como para casa :
na ra Direita, n. 117, primeiro andar.
Vonde-se urna negrota de 17 annos, do linda
figura, cora alguraas habilidades: na ra da Madrc-
de-Dcos, n. 36, primeiro andar, das 6 as 9 horas da
manhSa, e das 4 as 6 da tarde.
Vendem-se escravos baratos, na ra das
Larangciras n. 14 .. segundo andar: 4
molecotes do elegantes figuras; um dito
de 23 annos.com officio do alfaite, o qual
vende-so para fra da provincia ou
nara algum engenho bastante longe desta pra?a :
um pardo com oflicio do sapateiro, sem vicios do
boa conducta, o que est acoslumado a ser te.tor ;
um preto de 40 annos, que sabe muito rabalhar em
sitio por 300,000 rs ; urna nogrinha de 16 annos ,
de ncao.qu* cose e engomma soffrivel; urna pre-
ta muit forte e sadia por 330,000 rs.; c mais al-
Biins escravos que encommendarem.
Vende-se o jogo dos dotes, ou livros de sortcs
para as noites do S. Jlo e S. Eedro, 1 volume de
308 paginas a 2,000 rs.: na ruFda Cadeia-Velha,
livraria n. 31, de JoSo Cardozo Ayre.
~
Vendem-se na praca da Indepen- j
ciencia, livraria ns. 6 c 8, a64ors. B
KjgassaB&BBeBBeaKfiSBeaw
Marmclada,
siinerior cm qualidade e por preco commodo, em la-
tas grandes e pequeas: no armazem do Braguez, ao
pe do arco da Conceicao.
Lotera do Itio-de-Janeiro.
Aos 20:000^000 de rs.
Na loja de cambio do Sr. Vieira, na ra da Cadeia do
Recite vendem-se bilhetes e meios ditos da lotera
da casa de candada do Rio-de-Janeuo-, que dovera
ser extrabidaem 15 do corrente. A ellos antes que
se acaben e chegue o vapor com a lista.
=Vcndem-so 6 escravos, sendo: um molequo
de nacilo bom cozinheiro; urna parda do 18 annos,
de bonita figura; urna preta do 13 airaos, que faz
avarinto, marca o coso bem ; duas pretas de ele-
gantes figuras, para o servico de campo ; una dita
m," cozinha e engomma : no pateo da malnz de S.-
Aiitonio sobrado 11. 4.
Vendem-se chitas imperiracs chegadas lti-
mamente do Rio-de-Janeiro a fazenda a, mais mo-
derno daquella corle : estao-se retalhando a 320 rs.
o covado na nova loja de Francisco Jora Teixeira
Bastos nos quatro-cantos da ra doQueimado n.
20 Dao-sc amostras francamento para os freguezes
melhorconhccerem o bom gasto o boa qualidade.
Witch Bravo & C. acabam de receber directa-
mente de Pars urna porc3o de frascos da temosa a-
goa hemosttica do llrouhicri, do cujas virtudes o
Jornal do fommercio do Rio ja tem tratado em dif-
ferentcs artigos mui circuinstanciadamenle. Este
singular medicamento he verdadeiramente especi-
fico c intellivcl no curativo de todas as fendas, se-
iam ellas pelo instrumento cortante, sejam por ar-
mas de fogo, ou provenientes de queimaduras.
Ouaesquer que sejam os accidentes que as com-
nliuucm, lodos cllcs dosapparecem com summa fa-
cilidade, sarandoa ferida dentro de poucos das sem
suporaco sem inflamadlo e sem dor. Anda quo
haja porda de substancia e frimentos das mais con-
sideraveis arterias, como a cartida ou outra, nao so
a perda de substancia so recopera, nus a hemorrha-
gia arterial est curada dentro de ;k .40 minutos,
regenerando-se as tnicas da arteria offendida, por
meio do um trabalho orgnico particular. NSo he
menor a elucacia do mesmo medicamento as he-
morrhagias internas como sangue pela bocea, ou
Joveniente da bexiga, e sobretudo as hemorrna-
as do ulero, que fazem a desespraco dos mdi-
cos o o tormento dosdoentes. as nstmcQes pra-
ticas, quo se vendem como remedio, se vera com a
extensao necessaria a maneira do applipn-ioe 0/
casos em queconvm. o preco de cada frlsco ne o.
2,000 rs., edas instruccOes 2,000 rs.-Os pretenden-
ts dirijam-se ra da Madre-de-Deos, botica, n. 1.


Vendem-se superiores chapeos de
.^kkcastor, pretos e brancos, por preco
muito barato : na ra do Crespo, loja n
i a, de Jos Joaquim da Silva Maya
A 160 rs.
bonetes de palha elstica e pala de lustro : ven-
dem-se na ra larga do Rozario n. 2*.
Vende-se a engenhoca Riacho-das-Bestas, sita
Ha freguezia de Nossa-Senhora-do-, doAltinho, da
comarca do Bonito, em Panellas-de-Miranda, por
prego commodo, e vende-se a prazo : trata-se na ra
Direita, sobrado n. 29.
3* EM PRIMEIRA MACV, ^
vendem-se caixas com velas.de cera do Rio-de-Ja-
neiro e de Lisboa : na rua.d Senzalla, armazcm
= Veudem-se mocadas de ferro para eogenhos de as-
fcar, para vapor, agoa e bestaa, de diversos tamanho>>
por preco coinmodo; e igualmente taixas de ferro coado
e batido, de todo oj taannos: na praca do Corpo-San.
to, n. 11, em casa de Me. Calmont & Coinpanhia, ou na
ra de Apollo, armazem, n. 6.
VENDEM-SE, A 400 RS. 0 PAR,
mewsde algorfio, brancas c linas, de malha
clstica delimita duracilo pela sua consis-
tencia e que servem para todas as pernas. linas ou
grossas, pela sua elasticidado para lionicm e se-
nnora : na praga da Independencia loja n. 39.
Vende-se uina escrava ctioula de
a4 annos quecozinha o diario de urna
casa, lava de sabao e varrella e n3o le ni
vicios nem achaques, por preco barato:
na rua do Crespo n. ia, a allar com
Jos Joaquim da Silva Maya.
Vendem-se tres bataneas decimaes,
proprias para pesar saceos e barricas de
assucar, chegadas prximamente : na
ra da Cruz, armazem n. 48.
Vende-se fio da India, proprio para coser sac-
eos : na ra do Trapiche, n. 8.
Vende-se urna preta de meia idade, de nagSo,
boa quitandeira : ao comprador se dir o motivo da
venda : na ra do Rozario da Boa-Vista, n. 2.
Alinelo.
Na ra do Crespo, loja n. \%
de Jos Joaquim da Silva
Maya,
vondem-se chapeos de seda para caberas de senliora,
os mais ricos, o mais modernos que teem vindo a esta
praga; assim como se veem chapeos de seda e de
palhiuha para meninasde dousa 12annos; Coucas pa-
ra enancas, de milito lindos gostos. Tudo chegado
le franca pelo ultimo navio, e por muito commodo
preco.
Vende-se cha preto muito superior, em caixas
de 16 libras proprio para familia : na ra do Tra
piche, n. 8.
.*
;Rua doQueimado, u. 10,{
nova loja desirgueiro.
Lima

vende uniformes militares, para to-
das as patentes de legislo, cavallaria c
infamara da guarda nacional; gales
de ouro e prata ; chapeos inverniza-'
dos para pagens.
Vcndc-se urna linda preta de ncelo, de 24 an-
uos que engommae cozinha bem nlo tcm detri-
to algum ; vende-se por necessidade : na ra eslrei
todo Rozario, n. 31, primeiroandar.
reiro sem vicios nem molestias: na ra da Cai'eia-
Velha, d. 61.
Vende-se urna morada de casa terrea no bairro
da Boa-Vi3ta : a tratar no Aterro-da-Boa-Visla ,
n. 58.
Vende-se um lindo molequede" annos; urna
parda engommadoira costuroira c que faz todo
o mais servido de urna casa : na ra larga do Roza-
rio, n. 46, primeiro andar, onde saliera o compra-
dor que ossa venda he filha da necessidade.
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Gaz.
Casa da Fe
na ra eslreifa do RozarioJ n. C.
Nesteestabelecimentoacham-sea venda as cau-
telas da nem acreditada lotera do theatro publico
desla cidade, cujas rodas andarSo infallivelmcnle no
da 2 de julho, liquem ou nito bilhetes. Na mesma
casa vendem-se meios bilhetes com ganho.
- Na ra da Senzalla-Nova, n. 42,
contina ahaver um completo sortimenlo
de taixas de ferro, batido e coado; mo-
endas, e machinismo de vapor para en-
genho.
_-- Vende-se cal virgem em meias barricas chegada
ltimamente ; caixas vasias para assucar ; urna porfo
de pesos de ferro, de duas arrobas ; ierras grandes para
errar madeira; tudo por preco commodo : na ra da
Horda, armazem n. 1?.
Vende-se ferro da Suecia ; fo/ha de Flandres ;
cobre para forro de navio ; dito para caldeireiro em
porcOes grandes e pequeas : na ra de Apollo ar-
mazem n. 6. '
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sibuibI* BDunu onb sbuij senq^
'SJ #% b ead B
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-oa o aq anb uioijio
-- Vende-se, por preco muito commo-
do, por seu dono querer largar, urna canoa
grande de conducir agoa, e com pouco uso;
urna dita mais pequea, usada ; urna dita
grande, aberta, propria pora aterios, on
para o trafico de otarias, por ca regar um
milhciro de alvenaria de eada vez ; os pie-
tendentes nao deixarao de fazer negocio
vista dos objetos cima de clarados : na
ra de Sanzalla-lNova, venda de Jos Ve-
reir se dirquem vende.
.n^Jenie.l?"S^2roZauiosJ(le ouro-' 10 annelOes;
annew; botfles do punho; ditos de abertura ; rose-
tas-; alflnetes de peito; um relogio do prata dou-
rada ; umacaixa dita dita eoutros muitos obiec-
toa de ouro; apparelhos para cha, a 3,200 rs. gar-
rafas bordadas a 480rs ; ditas pequeas, a 240 rs
copos ; clices para champanha ; pratos; bules';
tigellos; cha uchim, a 1,000 rs. a libra ; toucinho !
a 120 rs., c outros muitos objectos, por commodo
proco : na ra do Rangei, n. 11.
Vndem-se 100 barricas vaaias que foram de
farph Ven*B-e um relogio, saboncte, comcaiioldar
de owq, muito m conta ; na ra Bella n. 40. J
Loja de Joo Chardon ,
Uerro-da-Iloa-Visla, 11.5.
Nesta loja aclia-seum rico sortimenlo de LAMPE0ES
PARA GAZ com seus competentes vidros accendedo-
i'i's e abafadoies.
EsteS ('I lidieJ'OS o os melhores e
mais modernos queexistein boje : recommendam-se ao
publico, tanto pela segurauca e bom gosto de sua boa
confec(o como pela boa qualidade da luz, economa e
asseiodescu servico.
JVa IlH'SlUa loja os consumidores sein-
pre acharao um deposito dcGAZ de cujo se aflama a
qualidade, e em por(o bastante para consumo.
AOBAItxlTO.
Ra nova loja de Francisco Jo-
s Tcixcira Bastos, nos qua-
tro cantos da ra do Quei-
inado, n.iO, que faz esquina
para a ra estteila do Roza-
rio, vendem-se
corles de cambraia de lindas cores, muito modernas,
a 3,200 rs.; pecas de chita escura, de muito bon
panno e cores fixas a 5,000 rs. e o covado a 140
rs. ; ditas, a 120,160 c 200 rs. o covado ; pecas de
algodfloznlio com 17 varas, a 2,000 rs.; ditas de
madapolio largo, a 2,700 rs., e de outrasqualidades
e precos; ditas do bretanha, a 2,000 rs.; dita de pu-
ro linho a 320 rs. a vara ; merino pretb e lino a
1,600 rs. o covado ; dilo rxo, proprio para vestua-
rio de meninos e vestidos de montara, a 1,280 rs
alpaca muilo encorpada a 8U0 rs.; brim trancado
depurolmho, a 200 rs. o covado; algodflozinho
trancado mesclado a 200 rs. ; dito de listras, escu-
ro e americano a 240 rs. ; mcias para meninos a
Vende-se estopa, propria para saceos : na ra
do Trapiche, n. 8.
Vendem-se qualro mastros de pinho : na ra
uo Trapicho, n. 8.
Vende-so carne de vacca salgada, em barr:
na ra do Trapiche n.8.
-- Vendcm-se 191 pec,as de cabo de Cairo: na ra
do Trapiche, n.8.
Vende-se cera em velas ; sarca-parrilha por
prego muito commodo para fechar contas : na ra
daMoeda, n. 11.
No Aterro-da-Boa-Vista,ii. M
vendem-se borzeguins, a 2,800 rs.; snalos ingle-
zes e americanos a 2,500 rs.; botins e meios ditos
francezes, a 2,800 rs., e do Lisboa a 1,280 rs.; sa-
patos de marroquim e tapete para homem, a 800
!L; dll0,s..de relo, a800rs.; ditos de cabra, a
400 rs.; ditos de setim, a 800j-s. : tesouras %e cos-
turas a 220 rs.; ditas par bVbeiros, a 300 rs.;
chapeos francezes, de pello curto, a 3,200 rs. ; lu-
vas de pellica, a 1,200 rs ; bicos de todas as largu-
ras eoutras muitas miudezas baratas; sapatos de
,f borzeguins de marro?
de N. S. da Penlia accrescentado com o regulamen-
lo da vida para cadaesUdo, e outros muitos can-
tigosespintuaes; tudoimpresso a cusa de um de-
voto ao qual nicamente os reverendos padres
Gapuchinhos cederam a propriedade.para^qtftosven-*
dosse ao publico por um prego que chegasse as cjas-
ses as mais pobres o que elle satisfaz, venfion-V--
do por moia pataca um livnnho que vale, pelo me-
nos, um sello.
Frcderico Chaves, fabricante
de licores, chocolate e es-
piritos, no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 17,
tema honra de participar ao respetare! p*fclto e
com particularidado aos seus freguezes quefem
sempre grande sortimento do bem conhecido cho-
colale de saude canella baunilha e ferruginoso
este milito approvado para as pessoas que padecen!
doestamagoefrialdade por ser mqfto tnico. O
bom conecito que lem lido este chocolate, faz com
que hoje participo as pessoas que anda nSo flzeram
uso delle, c igualmente aos seus freguezes, que o
teem procurado, e por inconvenientes o nilo teem
achado. Os precos s3osempre os meamos, sade
canella e baunilha a 400 rs. a libra, e ferruginoso'
a 1,000 rs. Tambem vendo ago"atdentc do reino
Franca.de primeira qualidade; espirito de 36 graos
sem cheiro, em garrafas e em caadas ; gfenebr
em botijas o em caadas; ago'ardento de aniz e do
canna; vinagro tinto, ago'ardente em pipas, os
graos que quizercm; licores om garrafas pretas e
brancas, com ricas tarjas douradas e bocea pratoa
da; essencia de aniz em ongas e garrafas.
AOS 6:ooofooo DE RS. ."
Na piaca dalmlependencia^ loan. 5,
vendem-se meios bilbetes'da lotera do
Ibeatro, a 4s'5oo rs que corre impre-
terivelmente no dia annuncifido. k l|es,
antes que se acabem.
Escravos Fgidos.
meninos, a 100 el60 rs.
quim, a 400 rs.
l\a loja nova do Pas-
seio-Pablico9n.l7f
vende-se alpaca muilo fina, edrde caf, a 800 rs. o
covado; merm preto muito lino de duas largu-
ras, a 1,200 rs. o covado; cortes de cambraia lisa
branca, muito lina, a 2,000 rs. o corte; chales de
lil tranco, com barra azul, muito grande a 500
ra.cada uin; bem como urna porgilo de chitas mui-
lo linas, e de cores fixas, a 100,120 e 140 rs. o co-
vado.
80 rs. o par; ditas para meninas, a 200 rs.: ditas
pretas, curtas a 120 rs. ; ditas para senhora a 240,
320, 400 c 480 rs. o par; lencos de Cambraia do tres
ponas a 240 rs.; mantas de lil de linho a 2,000
rs.; bnns trancados de cores e listras a melhor fa-
zenda possivel, a 1,500 rs ; cassas brancas, proprias
para cortinados a 3,200 rs. a pega ; cassa-chitas ,
a 320 rs. o covado; riscados francezes, padrCes mo-
dernos a 200 e240 rs. e outras muitas fazendas
de bom gosto, por prego commodo.
o baeItbiro
DA
BOA-VISTA
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Oh freguezes, no pateo do
Terco, venda n. 7,
vondem-se carUs de traques a 180 rs.; mantoiga.
a 400, 560 e 640 rs. a libra; azeile de coco a 320 rs
a garrafa; banhade porco a 360 rs. a libra ; tou-
eiiilio, a 200 rs. ; lingoicas., a 380 rs.; bolacha
grande ingleza, Ona, a 200 rs.; dita pequea, a 200
rs.; cha perola, em caixinhas de 2 libras, a 2,240
rs. o libra ; dito hysson, a 2,000, 2,400 o 2,560 rs.:
araruta a 200 rs. ; tapioca, a 80 rs.; cvada, a 100
JhJ, ei" gril0' a uo rs- dil T-oido, a 160 rs.;
Uiocolato.a 280 rs.; espennacele, de6em libra a
rs.; velas de carnauba a 200, 280 o 320 rs.
Fugio, desla praga em 30 de abril do oorren-
leanno, oescravo Ha noel, de naglo Cabinda es-
tatura regular, cheio do corpo, pernas grossas,
falla bem explicada que parece de crioulo, cor preta;
linha vindo do sul, da freguezia de Serinhaem le-
vando carga para o I'o-do-AJho, para onde a de
muda com seu senhor; na segunda viagem desappa-
receu dos Quatro-Canlos.e por Isso he crivcl que an-
de poamii, por ser a primeira vez que veio a esla
praga. R^ja-se as autoridades policiaes o pessoas
part^puliireSquo delle ti verem noticias, de o levaren
a sua sewhora na ra da Gloria, n. 89 ou no en-
gonho Aurora em l'o-do-Alho, que so recompen-
sar generosamente.
Fugio de bordo do patacho Pelicano um scraro
de nome Hoque, do San-Thom estatura baixa,
rosto redondo c sem barba, com frulas as pernas,
vestido com camisa e caiga azul e barrete inglez.
Este escravo pertence a Joo Jos Pereira deAzeira,
do Rio-de-Janciro. Quem oapprehender, qucira'le-
va-lo rua da Cruz n. 66, casa de Gaudino Agosti-
nho de llanos, por quem ser recompensado.
Fugiram, Alcxandre,cabra, eMarcellina, pre-
ta que pertencem a Manoel Ignacio de AJbuquer-
que Haranhio senhor do engenho novo da Concei-
gSo : j foram presos ou demorados em Iguaraj-
su (Inhaman ) od'ahi tornaram a fugir. Pede-se as
autoridades policiaes ecapitiTes de campa a captu-
ra dos mencionados escravos que oslcvem rua da
Cadeia-Velha n. segundo andar, onde serSo re-
compensados o se pagar.lo todas as despzas que
porventura se lenham Teilo.
TF..M BOA GRATIFICAO'
quem pegar o molcque Jos, crioulo de 18 a 20 an-
nos, corpo regular, bem parecido, cor um pouco
fula pescogo alto, falla branda eliumilde ; tcm um
dente dos da fenle do lado superior partido ao meio,
que a primeira vista pareco que Iho falta um dente;
levou caigas de casimira a/.ul de quadros, camisa de
madapolio fino Dcsappareceu da casa do seu se-
nhor sem motivo algum e por isso julga-se ter sido
desencaminliado como ha poucos diasa conteceu
com una escrava que o annuncianto receben de Ma-
ceio, a qual l'oi furtada e conducida para o llio-For-
moso. Itoga-se as autoridades policiaes, que dei-
tem as suas vistas sobre esta cfila de ladros, fla-
gelloda humanidade.
Fugio. do engenho Gongagary freguezia de
Iguarassu, o moleque Zacaras, de 14 annos, fi-
gura ordinaria; tem um talho ao correr da canella,
Icita ha pouco : quem o pegar levo ao dito ongonho,
ou na rua Imperial, n. 39.
!
esta vend9ndo na sua loja do Alerro-da-Boa-Vista,
n. 10, primeira, indo da ponto fazendas que cau-
samadmiraglo, por seu baratissimo prego o qual-,.,
chlArhif"Ch"ir!, S ffe6UeZef "fl SCgUnles "*]" de'carnaua, ^ 160 .'mesmo en, norS pe
chas: chitas de pannos muito nos, a 120, 140 e quena- iii.piins n 4on Tan Porg-io pe-
160 rs.; gambreoe para caigas, do padroefque pa-, o 'Sas ,'a 320 !S c rveja d, onds^em
reccm casimiras, a 640 rs. o corte de tres covado* e meias garrafas a 240 rs vellos aliZ^ nai'nrn
pegas do madapolSo que tem quasi 4 palmos de
argura a 2,400 rs ; cortes de cambraia lisa para
vestido de senliora a 2,240 rs.; pegas de bretanha
de rolo, com 10 varas, a 1,440 rs.; riquissimos cor-
les de primor, fazenda sem igual, para vestidos de
senhora, a 5,000 rs. o muito fortes algodOes ame-
ricanos azucs a 200 rs. o covado.
-Vendem-se bahuszinhos cobertos de tartaruga,
de differenles tamaitos, proprios para senhoras
guardaren) sua costura obras de ouro, etc. por
prego commodo : na rua da Gadeia do Itecife loja
n. 19. "
Vende-se urna mesa de Jacaranda, com 7 pal-
mos do comprimento e 3 e meio de largura, forrada
de panno por cima, com 4 gavetas na frente e tres
pelo lado opposta, oque serve para escriptorio :
na rua da Cadcia de S.-Antonlo, n. 14, primeiro an-
Vende-se um escravo, perfeito canoeiro e car-
ioquoemoulraqualqJer~parlc7e se responSabi-
>a pela qualidade aos compradoros.
Vendem-sejnieios bilhetes da lotera do Ihea-
'o a 4,500 rs. : na rua da Gabug, loja junto a bo-
Na rua da Senzalla-Nova, n. 3o,
(padaria) vendem-se juncos de superior
qualidade, em porcSo e a re talho, e por
menos do que em outra qnalqucr parte
Vendem-se podras de amolar, da melhor qua-
lidade que teem vindo do rio do S.-Francisco a
retamo o em porgOes dar-se-lilo por prego com-
modo : na ron da P'rja, armazem n. 18.
Compendio Doloroso.
Vendo-se na praga da Independencia, livraria ns-
ees, pelo prego de meia pataea o Compen c/io Do-
loroso de N. S. das Dores, conforme o uso da igreja
Fugio, do peder doabai-
xo assignado, um escra-
vo, de nome Domingos, Je 20a 22 an-
nos eflr parda, baixo, musculoso,
barbado o de sussas fechadas, cabel-
los pequeos, nariz grosso c um pouco
chato denles alvos, com uina cica-
triz semicircular no anli-hrago dirci-
to, de una canivetada que levou ; he
muito esperto e loquaz, trabalha de
dilferenles ollieios e le alguma cousa.
Como cstivesse noltio, Babia e Ala-
gas dondo he natural, conta historias
destes lugares; e sendo possivel que
tetina sahido da cidade podo Iludir a
qualquer do que he forro. Desappa-
receu na noiledo dia iodo correnle ;
levou camisa do chita aal, caicas de
brim pardo trangado, chapeo de pel-
lo velho e sapatos, pois anda calgado,
alm de una trouxa com roupa. Quem
o pegar leve a rua larga do Rozario, n.
30, segundo andar, que ser bem re-
compensado.-Dr.IU. A. da Silva Ponte:
pekN. : HA TVP.IDEM. r. DEJARA
?
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