Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08445


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Full Text
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"

h

55=

Anno de 1847.
Sabbado 19
O flARlO pulilica-ie todos os das, que nao
roeiQ.de guarda i o preco da asignatura he de
nncios dos Sssignantes sao inseridos i rns.'o de
!P ri. porlinlia, 40 rs. emrpo difireme, e as
wAiP"'?06* P'a me**de- Os que nfio forem assig-
'oante pagar BO rs. por liiihn, e 160 ein lypo
diflerente, porcad* publicaco.
FIJASES DA LA NO MEZ DE JTJNHO.
Minsoante, a 0, a I hora e 46 min. da inanha.
I u nova, a 1i, as lo horas e 3 min. da Urde.
Crescente. a 6, 5 horas e 10 min. da tarde.
Lua cheia a?8,as I horas e I *!.. dauaiihSa
PARTIDA DOS CORREIS.
GoiannaeParahyb, s segundas esextas feiras.
Rio-G-rande-dn-Norte quintas feiras aomeio-dia.
Calm, SerinhSem, Rio-Formoso, Porto-Calvo e
Macelo, no I.", a 11 e z t de cada mez.
Garantios e Bonito, a l o c 21.
Boa-Viste e Flores, a 11 e 58.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira, s 10 horas 6 minutos da tnanha.
Segunda, s 10 llorase 10 minutos da Urde.
de .Timbo.
Anno IXXIII.
&. I5.
-*
DAS DA SEMANA.
M Segunda. 8. Bazileo. Aud. do J. dos or-
hos, do J. do c. da ? v. e do J. M. da I v.
ere.. S. 'Vito. Aud. do J. do civ. da I. v.
e do J. de pax do 2 dist. de t,
6 Quarta. S, .Aureliano. Aud. do.', do civ.
V. e do J. de paz do 2 dist. de t.
17 Quinta. S. Harnero. Aud. do J. deorph.
e do J. municipal da I. vara.
18 Seila. S. Leoncio. And do do civ. da 1.
v.e do J. de pax do I. dist. de t.
9 Sabbado. S. Ursicino. Aud. do J. do civ.
da I. v; e do J. de pax do 1 dist. de t.
20 Domingo. S. Silverio.
CAMBIOS NO DA 18 DE JNHO.
Cambio sobre Londres a 2T d. por If ri. a 60 d .
u Pars 84a rs. por franco.
Lisboa 105 de premio.
Desc. de leltras de boas firmas de */ Va mtz
(JuroOunas hapanliolas.... 28JOOO a ZBfSnft
Modas de 6/100 velli 1.6(1000 a I6JI00
* de6|400oOT.. 161(100 a 161050
d de 4/000..... OfOOO a 9*100
Prala Patacdes.......... IM40 a ll*-
Pesos columnares... IJ926 a lfS4o
Ditos mexicanos.... ifToO
Miuda............. 1*920 a 1|980
A croes da comp. do Beberibe de SOf 000 rs. ao par.
DIARIO DE PEMfAMBUCO
INTERIOR.
*
PARLAMENTO IUSILEIRO.
CMARA DOS SENHORES DEPUTADOS.
SESao DI 90 DZ MAIO DE 1847.
'llSCUSSAO SOBBE a modificaco B rorganisa(;ao do
MINISTERIO DE 2 DB MAIO.
(Continuacao do n. anteceden.)
O Sr. D. Manoel ^ Senhores, concordo, coin alguns
Ilustres deputados que me precedern!, cinquea malc-
riar do requerlinento em discussao nao devla dar oeca-
sifio ao debate que a casa lein presenciado: temos a con-
solaceo de nao o liavermos provocado, mas he do nosso
dever iirqSerioso aceitarlo no campo em que se no-lo of-
ferec9u eu f)roinctti casa explicar enm loda a fran-
queza as causas da desabrida opposicao coni que nena
casa foi recebldo o ministerio renrganisado ; vou, por-
tanto, satlsfazer.ao nieii compromlsso, e depols respon-
der! ao ultimo discurso que a cmara acaba de ouvir ;
mas para isto permita esta augusta cmara, que eu me
reporte sessao do anuo passado.
Oque se observan, senhores, desde melado da sessao
do anno passado ? Ura desejo rdeme de dous grupos da
casa de fazerem opposlcao, se nao a todo, ao menos a
urna parte do ministerio. A incerteza sobre a escolha dos
cidadaos que formaraui a lista sxtupla de senadores por
Pernambuco___ avacillacao acerca do cidadao que seria
nnmeado para substituir o Se. Chichorro da Cama, caso
fosse escolhldo senador e tlvesse de deixar a presiden-
cia daquella provincia ; a certexa. depois, que o gover-
no tinha deliberado que este cidadao fosse demittido ;
taes jo no meu conceito, alm de outras, as causas que
dirigiam um dos grupos da casa, representado "pela de-
putaco da ineatna provincia ; e a est grupo', senhores,
se uni a inaior parte da deputacao da provinci$pdeT>au-
l'anlo/'Mas, pergunto eu, estes dous grupos reunidos
trabalhavam smente debaixo da direccao dos que se
Intitulan! eus chefes? Nao, senhores, nao, senhores: ter-
ccras pessoas, que nao tinham a corageni talvez de a-
presentaiem-se em parlamento, nimavain estes gru-
pos, procuravain dirgi-los, esforcando-se por conven-
ce-las de que a luta poda trazer a queda do ministerio,
ou ao menos a demissa de alguns meinbros del le. A
cmara foi teitemunha dos fados que se-passaram nesta
casa aw fin da sessao do anno passado : rproporefio que
os recelos iam crescendo, medida que esses directo-
res, que nao tinham a coragem de apresentar-se na tri-
buna, iam convencendo'a esses grupos de que a guerra
ao ministerio devia ser nao repentina, mas lenta, por-
que assiin exiglam as circumstancias; esses grupos prin-
cipatela a apparecer no parlamento, nao fazendo a
guerra, mas apenas alguns tiroteios : vio-$c como a de-
puiacao de Pernambuco, recelando, poique he caracte-
rstico delta o recelo e o inedo.... k
Alguns SrttDeputados por Pernambuco (com frca):
Est engaado!
O Sr. D. Manoel: Meus senhores, cu hoje pe90-thcs
uin s favor, s pey por hoje....
O Sr. Jw Pedro : Nao insulte!.. .
U Sr. D. Manoel: Nao insulto ; digo verdades, e hei
de dizer verdades mals duras.
O Sr. Jos Pedro : j- Diga o que quizer, que ha de teta
resposta.
O Sr. Presidente : Attencao!
O Sr. Nunes Machado (entrando o tomando assento)
Ku quera estar fura para nao dar meus apartes; mas
hei de da-los, pois que a queslao est se convertendo em
nina questo pessoal.
O'S, Pnsidenle: Eu reclamo a attencao dos Srs. de-
putados.
O Sr. Nunes Machado : Esta casaca he iiiinha so. -
O Sr. Presidente : A ttencao !
(XSr. p. Manoel: Dliia eu, que o grupo de Pernam-
buco nao se atreva a apparecer na tribuna fazendo op-
poslcao, nao dlrei a todo o ministerio, mas a dous Miem-
bros do ministerio, que esta deDurticao julgava que Ihe
eram pouco affeicoados. Vio a cmara, que as medidas
mals importantes nfio teriam passado, se este grupo a
que tenho a honra de pertenec-, guiado so por princi-
pios governamentaes (apoiado), s por principios go-
vernameutaes, noo tivesse viudo em auxilio do minis-
terio dando-lbe franco c dcsintcressndo apoio ( apoi-
ailos).
O Sr Lopes Netto : Apoiado.
t/Sr. D. Manoel: Declaro cmara e ao paix, que nao
devo nm s favor ao actual ministerio apoindp) ; per-
mitu-se rais que diga que, tendo pedido urna licenca
para ficar na corte, de proposito, para nao receber uler-
ee do ministerio, dectarci no ineu requerimiento, que
nao quera ordenado : appcllo para o nobre ministro da
fazenda.
Demos por terminada a sessao do anuo possado ; en-
tao j comecava.a guerra de emboscada, o tirotcio con-
tra o ministerio ; o ministerio teve necessldade, como
disse multas vezes, da apoio dcste grupo para passarem
medidas da mais alta importancia, apoio que Ihe foi
negado por esses mcsinosquc se dizam scus maioresaj
mlgos, e al um seo delegado. Mas concillamos a big
ra da sessan do annd passado. Reliraram-se os Sig
potados o ministerio, que j tinha resolvido a d
sao do nresldente dc^ernambuco, dirlgc-se a ui
respeltaveis cidadfios do paiz, convidando-o a ton
presidencia daquella provincia. Esta noticia, senhores/
ehega o Pernambuco, e entao de tal maneira exasperou
o animo do grupd pernambucano que ellcs gnta-
ram : traicao nao he mais a guerra so con-
tra os dous membros do gabinete-, contra o ex-mi-
nistro da faienda e contra o ministro do imperio ;
mas be contra o ministerio puerro porque suppoi
que o ministerio, tendo a con Banca da coi-oa, tinha pro-
posto a dcmisso la. presidente d Pernambuco Esta
denssose nao verifica (nao entro nas causqs porque
nao se vrlflcou, uein isto entra no mes proposito) ; re-
nnem-e as cmaras mas o grupo espera pela cscolba
dos Mus senadores, n5o ousa aiti rsentar-sc n
campo contra o ministerio, apcM bein convi-
dado c at dirigido, porque nao % ^presentar-
se n tribuna. Este grupo, seuhores, nao se atrevendo
a apresentar-se em guerra aberta ao governo, priucipia
com os tiroteios ; os tiroteios sao requernnenios que.a,-
qui se discutirn!, qnc deinonslravain bem a volitado
que havla de romper coin o niinlstrio. Decorre a>essao,
apparece a publicajao da cscolba dos senadores pela
provincia de Pernambuco ; o grupo pernambucano
reunindo-se ao grupo de San-Paulo com algumas ex-
eepeoes, tendo obtidu alguns aggregados, suppoe-se tao
forte, suppe ter oblido um triuuipho tao extraordina-
rio, que teve a louca presutnpcao de acreditar que elles
por si sus eram capases de dirigir a corda na escolha de
seus ministros, protegidos por Individuos que scostu-
main trabalhar occultamcntc c atrds dos reposteros.
O Sr. Santos e Almeida : Quem he ?
O Sr. D. Manoel -. Elles, senhores, apresentam-se,
como a cmara observnu, fazendo a mais crua guerra a
toda o ministerio ; recebein tres ministros nas ponas
das lanjas da opposicao ; dizem-lhes em face : Sahi do
poder, porque sois indignos delle. Qual a causa de tan-
to arrojo ? A bondade do ministerio para coin elle*. De-
pols de Ihes terem felto as malores concesses com ex-
cepcao de urna ou outra, depois de Ihes terem dado pro-
vas da malor amizade, como mesmo confessou casa o
nobre ministro da guerra respondendo a um Sr. depu-
tado de Pernambuco, e como tambein reconheceu o no-
bre ministro da fatenda, que foi dajustica ; elles nao
se contenan! s coin as multas gracas j obtidas ; cogj-
tam, esperam, acreditan!, convencem-se de que estao
em circumstancias de arrancarein as pastas do ministe-
rio e de impdr cora um ministerio sen, fazem listas
nos seus clubs.... retirare! a palavra, direi em suas re-
unioes, esuppem que almdaquelles iniuistros de que
I ii ere i n compor o ministerio njio ha salva9ao para o paiz.
Mas mal sabiain elles, e nisto provain multo pouco co-
nhecimento da maioria da cmara dos deputados, mal,
sabiain elles, que as suas cogitaces seram vas, que as
suas esperancas seriain frustradas, que suas crencas nao
sehaviaj de rcalisar, que as suas convlccoes seram in-
telramente destruidas. /"^)resenta-e urna opposlcaoi na
casa, nao espera a occasino opportuna da resposta a fal-
la do throno ; he tal a sede do mando, he tal o desejo
de arrancaras pastas quelles que as oceupam, que nao
querein perder um s ensejo,*qualquer requeriuiento
ifue se aprsente, para entrar em. couibate.
O nobre deputado pela Parahiba fez um simples re-
querimento, em que nao ha nada de extraordinario, que
estara em circunstancia de merecer a approvacuo ou a
rejeicao'da casa sem discussao.
J tinha comecado a aggresso por um requerimento
yerbal, felto pelo nobre deputado por Scrgipe; mas a
discussao levou tal marcha, que foi necessario acaba-la;
elles quercm que os ministros resignem as pastas,- mas
que resigneiu as pastas nas mos daquelles que elles
teein designado em suas reunioes (ruada). Senhores,
quem nao vio a maneira coin que na stljsao de sabbado
entrnram nesta casa os Intitulados novo* ministros (r*-
das)f Eu cstlve neste lugar em observrtela com os i"<"s
nobres collegas; ns divisavainos no semblante dcllcs
a realisacao de scus votos mals caros (risadas), a sotlsra-
cao dos seus desejos mais asdentes; me pareca que el-
les j eram procurados, que recebism felicitacet, e nao
sci mesmo se algum requerimento.. (rala*). Mas, gra-
cas ao Todo-Poderoso, que nao tem cessado de proteger
este imperio, de esclarecer a rasao daquelle que oceu-
pa nelle o priuieiro lugar,, tudo Istoacabou em um mo-
mento. Os ministros hcam com as suas pastas, com as
pequeas alteraccs que sabemos, e a cora chaina mn
cidadao conhecidonopaiz, membro da cmara vitalicia,
para oceupar a pasta dajustica. Com que physionomia
nao enlraram os pretendidos ministros nesta casa no da
immediato ao emque appareccua noticia da reorgani-
saito do actual mluisterlo Eu nao goslo de usar de pa-
lavras estrangeiras, mas permitta-me o nobre deputado
por Pernambuco, qne empregue a palavra daponlamn-
to; que desapuntaincnto!
O Sr. Lopes Gama: He portuguesa.
O Sr. D. Manoel: Est naturalisada.' {Misadas.
O Sr. Lopes Gama: Siin.ienhor.
O Sr. D. Manoel: -- Knto bem. Estao Horneados os
novos ministros; o grupo a que cu tenho a honra de
pertencer observava tudo isto silenciosamente; dinamos
ns em particular: Havemos de concorrer como nosso
contingente paraque subam ao poder os individuos a-
pontados por urna folha desta corte ? A resposta de meus
collegas foi unisona: Nfio, nao O que nos cum-
prefazer? -Conservara bella poicfio que vemos o
anno passado, posieo sempic excellente, mas entendi-
da cm sentido dulciente do que a enteude algucni: con-
servar os principios governamentaes.
O Sr. Souta Ramos e outros Senhores: Apoiado.
O Sr. D. Manoel: Continuara dar o apoio que de-
mos o anno passado ao ministerio, sem a menor altcra-
eao dos principise doutrinas que sustentamos
Poi tanto, j a cmara vi quaej foram as causas que
inoveram a opposisfio desabrida que se aprsenla, oc-
nhores, concesses tinhain sido feitas, nao todas as que
seexigiram: o presidente de Periiambuco eslava no-
meado senador; he piovavel que depois de receber a
carta imperial venha tomar asSCnto no senado; mas o
governo ter de nbmear-lhe um successor; eis novos
sustos que succederam logo ao trlumphO que dueni ter
oblido. Naol.ouve triiimpho. porque nao houvc comba-
te; cm Pernambuco vos poderels ter triumplio, ttaten-
lo-vos com o lado adverso, e vencendo-o; mas na esco-
lha dos senadores, nao, porque a cora nao segu par-
tidos, nao drtcea esta arena {muitos apoiado*).
O Sr. A'anfs Machado : Quem disse o contrariodis-
V D. Manoit: Vm ministerio moderado, un
^kio cuja poltica nfio he nein nunca foi a de 2 de
^^L.naopdcdaruin oulro amigo tao devotado
liares: mas o ministerio das reunioes, esse aun
completo successor do Sr. Chichorro; e
e no tal ministerio devia ter parte um Sr.
ella provincia. J ate foram as ordens
arnambuco quem ha de substituir o pre-
ihefe de polica, senhores, a quem se or-
Pernambuco, para l receber a car-
i). Que desvios de urna rasao em
eia-se, portan lo, que o governo, re-
j;nielindiosa da provincia de Per-
'm Jiomciii que nao se ligue com par-
conl'essar me o Ul partido da
m o apoio do governo.
&,; Uiga-ooSr. ministro do int-
Estis inuito Irritado contra o Sr.
Ht pelas reprehensocs que deu ulti-
mos slfe-ssa ijAlehei.ses foram justas. Ora, estes re-
celos, que se davirt acerca de Pernambuco, dao-se tam-
be,,, aesper* da rupo de San-Paulo, do grupo de San-
Paulo unido umjSTul-dos do Rio-de jlaneiro, com p-
guns outros^Hc cT|es andaram convidando para fazer
"UnAV' ViWa Tavares: -EnlSo'j appareceram mais?
J O Sr. D: moel: Houve sim, ha alguns aggrega-
Vlllll IIU uirctyil*. A pusi^.ltl UCIICS llt 9t:ill,l: vvnvM
te: se cahir o ministerio actual, contam elles fazer parte
do novo; c se se conservar, seris vs os compronietti-
dos: elles guardarao a sua posicao sempre exccllentc.
E se asslm nao he, porque nao se aprcsenlain elles na
tribuna ?
O Sr. Souxa e (X'ivelra : Nao entro em discussao na
tribuna com um calumniador.
Muitos Senhores : Ordein, ordeni !
( Crusam-se apartes; reina grande agitacao na sala.)
O Sr. Presidente com fiirca: Alternan ordein I
O Sr. >. Manoel: Nao seja inslenle, Sr. deputa-
do (apoiado*).
O Sr. Presidente: Ordein! ordein'
O Sr. D. Manoel: Eu cstou explicando coin fran-
queza as causas da opposicao ao actual ministerio.
Combtala com franqueza, edeixem as Uitrigas e a guei
ra de emboscada.
cortina, estou acostumado a combater.
O Sr. D. Manoel: Senhores, vista da opposicao
desabrida com que foram recebdos os nobres ministros
nesta casa, avista das perguntas, dos ataques os mais
fortes que fizerain ao ministerio, perguntando-se at ao
nobre ministro da fazenda se tinha capacidade para di-
rigir a pasta que ora oceupa, vista dos ataques dirigi-
dos no dia antecedente ao seu collega o Sr. ministro da
guerra, a cmara se achava na inaior efl'crvescencia; os
homens moderados da cmara viam a sem-rasao coin
que os outr'ora chamados amigos do minis|erio o hos-
tillsavam sem fados novos; entao os homens modera-
dos, que rece;,van, a marcha reaccionaria do ministerio
de 2 de fevcreitiQ, entendern, que lhs convlnha por
tropecos subida desses individuos determinados nas
listas das rcundes, Respeltaveis inembros da casa, enm
Sue contava a opposico, deram-llies o mais decidido
esengano; hontem, depois do'brilhante discurso pro-
ferido pelo nobre deputado pela provincia de Minas-Ge-
raes, a serenidadaj uccedeu na casa; como que nas phy-
sionomas se piutava ama trauquilldade, um repouso
nao /llho da conviccao,.mas todo resultado de justos re-
eeio i> t-ntn i-n5n F.nin os seiihurcs da oiinosicao se
dos', e alguns pelo Rlo-de-Janelro sao porventnVa os
vossos directores: elles nao se atrevem a apresentar-*e
na tribuna, porque Ihes falta a precisa coragem; mas
chamain-vos por detrs dos reposteros, e ahi dao a Cfl n-
venlente direccao. A posiefio delles lie sempre excclleh-
m* .!, ..*,.,,- .. ...I .... I.,iiiv ulnil .M.i.t mi Pllfffl l'ui'l'tllllC
O Sr. Lopes Xetto: Os documentos teem-se pabll
cado.
uu.
O Sr. D. Manoel: O Sr. deputado nfio v que nuuca
o gabinete da Franca ou da Inglaterra entra na discus-
sao de urna questao pendente? Quando est rinda, o mi-
nisterio na inla s cmaras os documentos para se apre-
ciar a maneira por que se houvc. Ns sabemos qne estas
questes s ilnni s vezes do campo onde devem conser-
var-se, c assini podan coinpronietter inuito gravemente
o paiz.
O Sr. Nunes Machado: O governo representativo he
governo de publicdade.
O Sr. D. Manoel: lie urna verdade: mas a public-
dade he depois que a questao est terminada ; porexeni-
plo, quando he que o governo francez apresentou s c-
maras os documentos relativos a os casamcutos hespa-
nhes? Nao foi depois de terminado o negocio? Hoje
todo o mundo sabe a maneira por que Mr. Ouizot, lord
Aberdccn c lord Palmerston se houverain; e tratramos
interesses do seu paiz relativamente aquella importante
negociacao diplomtica,
i de emboscada Kmquanto ao que se disse na sessao passada sobre as
O Sr. Nunes Machado: Nfio guerreio por detrs da provincias, eu como nao tenho conhcclmento dellas,
,r.i. ..., ...himiiin a Fniiihtur. o ministerio responder.
O Sr. Villela lavares: Desta maneira respoade-se
bem a tudo.
O Sr. D. Manoel: Pois eu he que hei de tomar a Ini-
ciativa na ilel'es.i do ministerio, quando he aecusadode.
actos de que eu nfio tenho o menor conheclmeoto? A
ii 11 ii Ii t missao nao he defender o ministerio, he u entrar
as causas daopposicfio que se Ihe faz-
Vamos ao discurso de hoje. Eu nao deveria relponder
ao discurso de boje, porque certaincnte o far o nobre
deputado pela provincia de Minas, a quem se referi o
Sr. deputado por San-Paulo; mas, como he negocio de
requerimento, e como o nobre deputado nfio pude res-
ponder, ealm disto he doutrina geral, eu uinbem vou
di/.eralguiu.i cousa acerca damesma doutrina.
Senhores, a connituico, quando deu ao poder mode-
rador o dlreito de dssolver a cmara, cstabeleceu una
regra milito genrica:quando assiin o exigir a salvacfa
do estado f mas o Juixo deste estado de cousas nao per-
tence seno ao poder moderador.
OSr. Rodrigues dos Sontos: Apoiado.
nao/llho da conviccao, roas todo resultado Ue justos re- uSr. D. Manoel: He elle quem exclusivamente po-
ceos, e com rasao. Entao os senhores da opposicao se de Cooheccr se chegou este caso de exercer urna das at-
desenganaram de quea maioria da cata cstava disposta trlbnices que Ihe outorga a le fundamental do estado ;
nao s a apoiar o ministerio como a facilitar-lhc os
nermitlem uuc nnyivM" "*- --" -i--------_
Sna* qnaes as que aventou o Sr. deputado por Pernani-
.."".t.PssSndehoutcm: he necessario mais comcdi-
buco na sessao de hontem:
meOSr. "unes Machado: Est com medo ?
Or D. Manoel. Se quUerem tratar destaques-
" \ <.........man il.-ve ser enl SCSSHO Sr-
CSla
OSr. D. Manoel: liedle quem exclusivamente pr>
n n....l......... o .Intil anta nian Hp FTAri'i'i' llln.1 (1.1 fft
para isto ouve seus ministros, seus concelhei ros de es-
meios governativo necessarios para dirigir o paiz nas tado, e entao eui sua alta sabedoria delibera o qe mais
circumstaucias melindrosas cm que nos adiamos. Hoje convm ao paiz. A constitulcao nlsto foi inulto sabia :
j apparece um discurso com outra direccao; hoje j qulz dar uina amplitude linmensa ao poder modera
nao sao as provocaedes direcUsao governo, nao; lie.imi vf......."|rijir|t)7Ml>HJ, ^.'TfMfpi*T".fI'^^1r?^*T
discurso eiii regra, loica ne conressa-io, einuora aigu- dTreueTIma ss'B HcTWaiacmara uo aeputauos, e
mas allusoes eu encontr nelle que ofrende* este grupo que Ihe expe as circu,,,wanc.as m'W*?S"l"
i miren nrrtenco acha o paiz. ?uppoubamos que aaoveruo diz. i reciso
OSr ruleta Tvare- A pintura do painel foi ter- de tantos mil homens, d< iam crdito de tantos mil con-
rlvcl "" '
O Sr. D. Manoel: J nao se ouvem as vozes des-
compassadas e descomedidas que atroaram a casa na
sessao de hontem e de ante-honlem; o que prova isto
he que esta opposicao nfio he lilha de conviccoes, mas
sim de intcresseaanesqulnhos, de interesses individua-
es (naoapoiado e apoiado*).
O Sr. Presidente: O nobre deputado nao pode assiin
drigir-se a scus collegas ; cu reclamo toda a urbanida-
dc na discussao (apoiado*).
O Sr. A'une Machado: Cada um da o que tem, Sr.
'"l 'srL>. Manoel: Eu eslava respondendo a una pro-
posicao.....
O Sr. Presidente: Eu nao obsto a que responda ; mas
desejo que nfio se dirija tfio..... \
O Sr. Horros Pimentel: Deve rcspcitar as mtcnces
3 O ir.' D. Manoel: Eu disse que havia de mostrar as
causas da opposicao; e estando convencido de que esta
opposicao nao he de principios, mas urna opposicao lilha
d interesses particulares, eu o devia mostrar a cmara.
Com cflto, ns estamos cm um anno.....
OSr. Brros Pimentel: Climatrico.
O Sr. D. Manoel: -.....de cleices; um ministerio re-
actor como o de2 de fevereiro, he evidente que chama-
rla para esta casa s os scus amigos ; por islc. 1ic neces-
sario que vfio para o poder os homens l* '8'r
a poltica de 2 de fevereiro, poltica que elles h.io de se-
guir, porque hontem ainda Ihe teceram os MtaMtl-
|ios (apoiado*). Cdmo o ministerio actual nao esta dispos-
to a seguir esta marcha.....
O Sr. Nunes Machado: Elle que responda.
O Sr. O. Manoel:-.....de que ja tem dado' projai,, e
sobretudo na modera;3o com que se tem havldo BU4M.
ede, porque cativo na corte e euv. a maneira poique
istosefez; como o ministerio nao esta disposlo a ser
reaccionario, hadedclxar as eleifpea fazer-se co, a
malor liberdade, c at i tem censurado a alguns en pe-
gados da provincia do Ro-de-Janc.ro. que parece q, c-
lam repetir as .cenas de que esla provincia fo. llieairo
mu, i ^ ..... ,,..,, .Miiniii ido lieln enle
*.<- lamu, ni., ni'iv.i.| f -- -------------------------- -
tos; e supponhamos que aioachaya maioria, masque
o governo est convencido" de que sem estes recilrsos o
paiz nao pude stistciiur a sua.dlgnidade, a sua honra.:
neste caso o ministerio nfio estaaa e,m srudlrelto acoji-
sclliaudo a cora que dlssolva a canara,< O Srf depu ta-
do que tem tanto eonhecimento d6 que sepassa, na
Franca c na Inglaterra, como nao se lefnbrou queliao
sfio estas as causas tnicas que oonstifuem a salvaSijpu-
blica? Como nao se lembrou que em Franfa ha poneos
anuos houve una dissolucfio creio que pelo simple 'acto
de ter o governo apresentado una proposta pedindo
una dotavo para'oduque de Ncnlour, ter acamara
recusado ? Porque foi buscar o exeinplo da pobre Pe-
nnsula, que na verdade s pude servir para excitar
compaixao? Como nao se lembra que na Inglaterra a
dissoluces quai que se chamain um acto ordinario.
Porque citou as palavras de Sir RobertPeel, que nao
teein para o caso appllcacao sulncicntc ?IIe verdade que
Peci foi recebido com o malor applauso cm toda a In-
glaterra depois de ter feito grandes sacrificios, depols de
ter mudado suas convieces, depois de ter feito passar o
bil dos cercaes? O Sr. deputado devia estar lembrado
que o 6 dos ccreaes nao eslava nas circumstancias do
bil coercitivo da Irlanda: aquclle obteve a approvacao
da grande maioria da nacao inglcza, e este acbou aa
opinioes muito desencontradas. tnlao Sir Kobert reei,
esladista consummado, nao qui/. expr-se a perder, dis-
solvcudo a cmara, o que havia ganhado fazendo passar
o bil dos ccreaes, c por isso resignou o poder (apoia-
do*) J v o Sr. deputado, que o exeinplo nao be Deiu
trazido para o caso de que se trata.
(Jual foi a doutrina do nobre deputado por Minas-
Geraes? Um ministerio ser fraco, ser cobarde, se pelo
simples fado de nao ter maioria resignar o poder, na-
da he mais justo : ao ministerio compete ver se as dou-
trinas sfio as do paiz real; no caso de c 'f'^'i0
se convenca de que as doutrinas do paiz offlcial nao sao
as do paiz real, entao o ministerio diz a cora: iare-
cc-nie que se aprsenla o caso para a dissolucao. A co-
ra decide cm sua sabedoria se couveni deinitur o mi-
nisterio ou dssolver a cmara. A doutrina do nobre de-
m're^e''irVs'sTenaVdTqtie esla provincia foi ihealro p'^do po" Minas corrohora-se at con, oexen^ique
u^ello^^
o^sicfio.ede.laresu.taoenca^^
Mas senhores, eu ouvl na sessao passada explicar as f ; llmense criminoso e insmcdiatasMesite nao
causas da"eparaco dos grupos que bostilsam o,. ilnis- sc dirigissc cor6a c Ihe nao dissesse : ^dimos os
Urio direi con. franqueza que nao he por nao ser af o- meios nccessavos; a cmara em sua maioria negou-
raoccasiSopropria,que nao quero tratai desta questao; pedimos a dissolucaodella.
mas he- porSeP..o.. circumstancias melindro... nao ^ E assim obteem-.c tropas Ja
neriiiittcni que nesta casa sc trate de questoesitao ar-
..., lutado por Pernam- J*- ,/a)1M; 0 governo dissolve a cmara; en-
treUnJevanta as iropal e quando o novo *%*
se rene, vem expr o seu procediinento, e entao cae
oTrrTan'oe7:'"-Se quizeren, tr.ur destaques- c.dc se o governo leve^^^^"eiSrdtnt
ta^odenfflz-lo; .na, ..li. deve ser em sessao se- para leva*' W^P ^.m\r.ate Jjto
CTs, Lope, Netto: Ue preciso que o paiz saiba como Xt,^W.lrtffS^
tascousasvao. ...____ft af, ; ri,* npeessariosdo artigo coostitucional. .._..
OSDJUanoel: Isto heirn, favor que pee., i. ros ^cemr'osdo artigo *^?^iorel]
pra mi..., mas para o paiz ; sejaino^circums^peclos, si- d^S.r;deputado,e dep^ ^ ^^ &
SU 'o eaeEpEdo"^ no voto de g racas A.U ha, de am.z^c ^"^-^^^ .eprar-
rio as seguutes pergnntas: -
.'
) Sr. Num
) Sr. D. I
publicic
se tralou de taes questes....
Nunes Machado : J esta com medo ?
Manoel: Eu desejo que ella por ora nao te-
ddade; he urna questao pendente ein que nos
.ios haver com toda a mudureza, com toda a cir-
Secio, comtodaagravldade. para ns obter.no.
i^X,no esclarecido como he o dos E.tados-Uni-
do. aqulUo que justamente reclamamos. Eu nao di- ^^^Trtrj&e^tW"*" ^~~
BO mais n.d; nfio quero ...elter-me ^J5S^|2^?2ffi-W guerreis o ministerio que
fe quizerem discussao, seja ao menos em sessao ,e-1 ^J^X taut0 d^cndestesr-Ma. nao me conten-
creU.....
O Sr. deputado, depois ue i.c. u. r, ---.
le amizade aos ...e.ubros d. iiiini.tcrio, d poi. "^J
Ichorar pelo esUdo de coaccao em que sc ye de separar
do mh.iste.io e fazc.-lhe oppos cuo d.r.geao m.ni.te
p da cafa"""! ^"rrVT. anno passado?^..e.te.
a esse grapS concesses, abdicaste, o. prl' "*
ao gruo pergunta: Vos que guerreaste, o minuderU
o anno^ssadV vs que estis em comp teto de sharmo-
niadevUtas e principios com elle, como he que voa
transformis en. minl.tcriaca, como tasgge to !-.


docomisso; voucxplicar-me. No anno panado demos
ax> ministerio nao su a lei de 6r a de mar e (erra, a lei
do orenmento, crditos, sean tambera medida que o
ministerio considerava da maor confianea, e como tal
se declarou, por exemplo, a resolufao apretentada pelo
cobre deputado pela Baha, fazndo extensiva a lei do
oreamento vigente de 47 a 48.
Esta resolucao sem o apoto franco e leal deste grupo
teria cabido, porque os. adversarios do nobre ex-mlnis-
tro da fazenda se uniram a outros para negar ao gover-
no urna prova de conanca. Quando cu digo minis-
tro da fazenda nao quero separar o nobre ministro da
fazenda de seus collegas em objecto de confianza, lint re-
tamo um sen delegado ncgou-lhe o voto de confianea, e
mis todos votamos pela medida, e votamos por causa
dos nossos principios governativos, porque assim temos
sempre votado, porque ainda estamos uo proposito de
nao negar ao governo aquellas medidas que sao essen-
cialmente governativas.
O Barros Pimmttl: Nao combateu a reforma judi-
ciaria?
OSr. 1). Manat: -_ Isto nao me escapa. Aqu est a
primeirarespnsta, que n* nSo guerreamos o ministerio
o anuo passado: cin urna proposta importante he ver-
dade qne nos separrnosle com rasao, porque os nossos
principios estavam diamctralmrnteoppostos ; proposta.
Nos tlnhamos sustentado na casa a lei de 3 de dezembro
de 1841. nos a tinhamos defendido quando ella foi jul-
gada m, e nos, portanto, sem faier o sacrificio de nos-
sas ron viernes, nao podamos apoiar una proposta intei-
ramente contraria aos nossos principios. Mas o que ha
aqui de notavel?
Vamos segunda pergunta feita ao ministerio: Fizes-
tes coocessoes ao grupo a que en pertenco, sacrificastes
os vossos principios para tero apoio dpsle grupo? Neg
redondamente: o ministerio nao nos fez, nos nao que-
remos conccsseies,
O Sr. Sonsa Humos e nutro* tenhoret: Apoiado.
O Sr. V. Manoel- O ministerio est em seus princi-
pios, e nos estamos em os nossos ; nos nao pedimos e
nao impozemos condices; nao queremos concessoes,
cu o digo em meu nome e no de meus amigos, que as-
sim me autorisam para fallar.
Senhorcs, porrino seren satisfeitas tudas as exigencias,
Jic que vos queriets ainda arraucar o poder das mos
do ministerio ; mas nos nao, uem no anno passado qui-
zemos arrancar o poder das mos do ministerio, e mea*
ino pa discusso da proposta nos tivemos muitos inein-
bros da maioria que se uniram a nos, e tanto que se vio
qual foi a volacao. Nem hoje queremos contribuir pa-
ra a queda do ministerio e para a resurreicao do 2 de
fevereiro. Tenbo respondido s duas perguntas feitas
aoi nobres ministros ; elles esto em seus lugares, to-
nuro a palavra, e veremos se contirmarao tudo o que
eu acabo .le dizer.
Vamos tercena pergunta. Esta pergunta nao espe-
rava eu que o nobre deputado zesse a liomens que
nesta casa constantemente tcem advogodo e defendido
os seus principios, a hoincns que desde que sao seus
collegas nesta casa nunca se desviaran! da linda de con-
ducta que seguiram. l'ara que esta allianca com os mi-
nistros a quem conibatestes o anno passado ? Eu pode-
rla responder : Para que esta opposio ao ministerio
que vos no auno passado apoiastes ? Mas cu nao me li-
mito a esta resposta, vou dar una resposta mais satis-
factoria. Nos declaramos alto c bom som : Nao abdi-
camos nossos principios, c conservamo-nos no mesmo
posto de honra em que temos estado; mas nos daremos
ao governo o que lhe demos no auno passado, os mcios
necessarios para bem administrar o paiz, sobretudo,
diga-se de urna ve, tis nao queremos concorrer com
contingente para que suba ao poder um ministerio de
faeco, um ministerio que considero o mais prejudicial
ao paiz, que naoofl'crece garanta alguma, que dividira
o paiz em campos inimigos, em fllhos de benco c re-
probos.
J, portanto, v o Sr. deputado, que oseu rasgo de poe-
sa nao velo a proposito; e eu espero que o nobre de-
putado pelo Rio-Grande, que est na casa, e que he e-
niiucnle tiesta materia, ola de chamar a bolos por ter
M'*M* l-t..tlifl..,(.i).w, 3i.ui II si.., Ja ,.....
lia. J se v que a estacao foi mu muito mal trazida ;
que se quiz mostrar espirito nao o conseguio, como
aconteceu a um Sr. deputado por Pernambuco, que te-
ve a ousadia de comparar este grupo da casa patulea
de Portugal, com o que provou que nao tem espirito,
ciuborapessua algum talento.
O Sr. nunes Machado (dirigiodo-se So Sr. D. Manoel):
Ah est um homem de talento!
O Sr. t. Manoel:*- Nao me troco com o senlior.
O Sr. \unit Machado : Se eu fosse como u senlior....
O Sr. Prndente: A Henean!
OSr. Moura Alagalhss: Isto nao he discusso.
O Sr. .Yunc Machada: Quem excita ?
OSr. 0. Manat: Eu digo que os liomens de espiri-
to sao em pequeo numero; ha homens doutos sem es-
pirito, entendido no sentido vulgar.
Parece-nip que tenho cumplido a mi tilia promessa
isto he, enumerado as causas, que, no meu entender,
produziram oppocicao forte e desabrida ao ministerio ac-
tual; em segundo lugar, justificado nao o nobre depu-
tado de Minas, porque elle nao precisa de miiiha justi-
ficacao, mas a doutiiua constitucional por elle susten-
tada hontem na.discusso ; em tercero lugar, tenho
respondido s perguntas feitas ao ministerio; e etn
quarto lugar, tenho mostrado como se deve entender o
nosso procedimento a respeito da actual admiuistracao,
e assim a casa e o paiz ajuizaro entre nos e os nossos
adversarios.
Voto contra o requeriincnlo.
(Continuar-se-ha)
Correspondencia.
Sn. Redactores.-----Tcndo-mea relacito destacidade,
por accordam'de hontem, feito a justica de reformara
sentenca de pronuncia que contra inim proferto o Sr.
Antonio Jos Alves rerreira, Juiz municipal da comarca
do Rio-Fonnoso, apezar das indubitaveis provas-que
apresentei de minba innocencia, apresso-me em pedir
Vincs. o assignalado favor de publicaren! no scu jor-
aal o mesmo accordam, com que a mu digna e incor-
ruptivel relacSo dcsta cidade, a quem voto todo o meu
agradecimento, me fez a justica que sempre espere!
O publico desta provincia, de quem sempre esprelo
bom conceito, ter no accordam citado mais um funda-
mento em que basea-lo.
Sou, Srs Redactores, seu constante Icilor e assignaute,
, Fernando ffonso de Mello.
Recife, 16 de junho de 1847.
Accordam em retacan osjuitis torteados abaixo atsignadit,
depais de competentemente relatadas os presentes autos, que re-
forman! a sentenca recorrida pela qual foi pronunciado o re-
crreme a /trmenlo como i'nruro nos artigas eenlo e vinlt e
note, paragraphot primtiro, lereeiro, quarto, stimo e oiiavo;
c cinto e trinta e Iret, e ctnlo e trinta e noce do cdigo crimi-
nal, porquanlo o reeorrente em suat respailas as foi has trin-
ta t tret verso, t folhas tinto t trinta t trtt veno, e rases de
recurso apresentadas pirante este superior tribunal, e docu-
mento a ellt juntos, dtttruio os arligos dt denuncia a folhas, e
wipirou que nao commtttira os crimes de pretaricaco, su-
borno e excesso de autoridad!, pelot quaes /ora denunciado.
Vespronunciando, pois, o recrreme mandan que te lhe di
baixa na culpa, e condemnam ao denunciante recorrido nat
cutios, ttteife 15 de junho di 1847. Ramos, presidente
tntermo. Siqueira. Peixoto
do Sr. desembargador Bistos.
Descarregam hoje, 19.
Galera Seraphina mercadorias. :
Barca Mary-Qu*en-of-Scoti ferro e machinismo.
Patacho Chriitinu mercadorias.
Consulado.
RENDIMENTO DO-DIA 16.
Ceral....................
Provincial..................
Diversas provincias. ..
........
467,936
282,480
127,198
877,604
mBsm
ovimento do Porto.
Navio entrado no dia 17.
Nova-Hollanda ; 89 dias, barca ingleza ArcMllet, de 388
toneladas, capitao George Burnell, equipagem 21 ; a
Me. Calmont A Colhpanhla. Vem refrescar ; segu
para Londres, e trax a seu bordo 27 passageiros.
Navios sahidosno mesmo dia.
Trieste ; brigue austraco Mir, capitao Francisco War-
gleen, carga assucar.
Portos do sul ; vapor brasileiro Paraenii, commandante
o capitao de fragata Manoel Francisco da Costa Perel-
ra. Alm dos passageiros que trouxe at este por-
to e leva a seu bordo : para o Mace, D. Candida
Augusta do llego Barros, D. lanza Sllveria da Costa
Pimcntel com um filho, Joao de Souza Gulmaraes : pa-
ra a Babia, Thomaz B. Gosling, Diogo Hogg com sua
senlioia, levando em sua companhia sua cunhada, 1
lilho menor e urna criada preta forra; A. Shaflieitlin,
John Wilson Croker Pennel : para "o Rio-dc-Janelro,
segundo cadete Antonio Dionisio de Sonto Gondim,
desertor Alexandre Aives de Ollveira, Joo Jos Pe-
ii ira Raposo.
DeciaracaO.
A adminislraco gcral dosestabelecimentosde
cariUadc manda fazer publico a quem convier, que,
no dia 21 do corrente, pelas 4 horas da tarde, na sa-
la das suassessOes.se contratar o forneciment dos
vveres de que precisarem os mesmos estabelccimen-
tos no semestre de julho a dezembro do oorrente an-
no, a saber: farinha de mandioca, manteiga fran-
ccza,ch hysson, assucar refinado e de caroco, tou-
cinUo do Simios, vinagre de Lisboa, vinho branno,
aletiia, macanao, talharim, ar/oz pilado branco, le-
nha de mangue d'achas regulares, azeite doce e de
carra pato, sablo preto, po o bolacha, sendo o pilo
de quatroongas cada um. Os prctendentes conipa-
rogam no lugar e hora aprazada, munidos de suas
propostas.
AdministrnQfo geral dos estabelecimentos decari-
dade, 14 de junho de 1847. O escripturario,
Francisco Antonio Catalcanli Cousseiro.
THE.4TRO PUBLICO.
BENEFICIO DE UtyA JOVEN
Domingo, 20 do correute, se representars gran-
de peca
JOAIN'NA DE FLANDRES,
e a graciosa farga
A MESTRA ABELIIA.
Puhlica^o I.ittcrari.i.
Aos pais de familia, martimos, fasendeiro.i e a todos os
interessados na sade propria e alheia.
Organon de Hahnemann, ou cxposigilo das doutri-
nas homcepathicas e notas ao mesmo, 2 folhetos;
noticias elementares da homcepa thia, ou manual do
fazendeiro, do capitflo de navio e do pai do familias,
1 folheto: vende-se na ra da Cruz, casa n. 7, segun-
do andar.
avisos martimos
Para o Rio-do-Janeiro pretendo sahir, em pou-
cos dias, o patacho brasileiro Nicterohy, que tem a
maior parte do seu carreganicnto prompta : para al-
guma carga, passageiros cesclavos afrete, entcn-
dam-se com Gaudino Agostinho de Barros, na praci-
nha do Corpo-Sanlo, n. 66.
-- A bem conhecida c veleira barca Firmeza sahe
no dia 21 do corrente ; o que se annuncia oos Srs.
passageiros, e para ficarcm os escravos a bordo na
vspero.
O patacho Unio sahe, no dia 21 do corrento
tnez, paraos portos de Angola : quem quizer ir de
passagem, para oque tem bons commodos, enten-
da-se com Gaudino Agostinho de Barros, na praci-
nha do Corpo-Santo, n. 66.
avisos diversos
O Dr. Jos Beato da-Cunha e Fgueredo, nao ten"
do tido lempo dedespedir-se pessoalmente de todas as
pessoas de sua amlzade, e de outras que lhe merecem es-
la attencao, o faz por mel deste, pedlndo-lhes desculpa,
e oflrrcecndo-lhes o seu diminuto prestimo na capital
do imperio.
-- A firma-quegyravadeAlmeida Mondessea-
cha dissolvida, o sendo haja algum senhor credor
porindemnisar-se em debito da mencionada fifma,
haja de apresentar-se no prazo de tres dias, e na fal-
ta nenhuma responsabilidade ter o abaixo assigna-
do para ofuturo,t visto o mesmo ter ja pago todas
astlividas que a casa, onde havia dita sooiedade, ti-
iifia : na dissolucati da mesma sociedade entram
Paulo Jos ae'Almeida & Francisco Marques da Sil-
va Mendes.
Manoel Ferreira dos Santos.
~ Quem precisar de urna ama com bom leite, sem
cria, parida ha 20 dias : dirija-so a ra das Cruzos,
n. 18.
Aluga-sc um cscravo para todo o servico, c que
tambemho serrador: na ra Direita, n. 2, segundo
andar.
Precisa-so de 60,000 rs., dando-se urna casa
3ue rende 5,500 rs. mensaes para nos ajugueis se
iscontar o principal e juros : a quem convier an-
nuncie. _____
S. EL X.
A direccio do theatro de Apollo, om conformitla-
decomo! ISdoart. 38 do estatutos, avisa aos Srs.
socios, que os bilhetespara a recita de seu aniversa-
rio, em 23 do corrente, so entr'egar3o desde o dia
20 at 22 do mesmo, das 4 as 6 horas da tarde; no
salilo do mesmo theatro, onde nicamenteserflo dis-
tribuidos pelo respectivo thosoureiro, que se acha
autorisado para isso; bem como para receber nosse
acto as mensalidades, co que os mesmos Sis. mais
estiverem devendo. Igualmente queiram mandar
at o mesmo dia 23, ao meio-dia, suas propostas pa-
ra convidados em carta fechada (porque d'oulra for-
ma se n o rece be m) incluindoosbilhctes ao Sr. di-
rector, na ra do Apollo, n. 2 afim de quo em
lempo competente sejam approvados os mesmos
convidados, pela referida direcQSo.
Tambcm a mesma direccio, em consequencia do
9 do referido art. 38, faz novamente constar aos
mesmos Srs. socios a determinaco dos arts. 14 e 15,
abaixo transcriptos, do regulamento geral, que se
achamem elTectividade desdo as duas ultimas reci-
tas inclusivo, e isto para que em tmpo algum se nfu
chamem ignorancia sobre tal disposico.
Art. 14. Emquanto nSorfr nreenchidoxi n. dos
socios que os estatutos determirram, s por duas vo-
zes o convidado poder participar dos diverlimentos
da sociedade.
a Art. 15. S3o exceptuados das disposiefiesdo ai
tigo antecedente, odispostp no art. 9; os pais dos
socios, c fllhos destes, nfio emancipados; os seus
hospedes que nSo liverem domicilio no municipio;
os estrangeiros quo visitronlo paiz, e os interes-
sados com os socios accionistas na sua parte, de-
clarando estoso nome daquelles.
OSr. I. X. daM. avistado que tem obrado,
nfo se queixe quando so fizer patento a forma com
quo recebeu, para despachos, 14,840 rs.; sem ter or-
den! para receber tal quanlia : e nlo se admiltem
muitos dias de demora
Os Srs. Antonio Pereira Guimanes e Jo3o Fran-
eiscos Antonio Ponlual dirijam-se atrs do Corpo-
Santo, n. 68, para receberem um saldo de con-
tas.
~ O Dr. Jos liento da Cunta e Fgueredo, tendo de
ir ao I!io-di--Janeiro, avisa que o .Sr. Dr. padre Mera
tica encarregado do seu ese ripio rio, e de proseguir as
causas dos seus constituintes, os quaes todavia poderao,
segundo as suas syinpatbias, dirigir-se a respeito del-
tas aos Srs. Drs. Bandera de Mello, Pai va, Alcanforado e
1 loa pina, que tainlioin licam fazendo as suas vezes, du-
rante a sua ausencia.
- Na ra Direita sobrado de um andar ao p de
2 de varandasdouradas, p, 33, fazem-so bolos cha-
mados de S.-JoSo; ditos francezes e de outras qua-
lidades fcitos por um modelo perfeitissimo, onfei -
lados com canchas c flores de aifinim e de confeitos;
^reparam-so bandejas de bolinhos, com grande de-
icadeza. Na mesma casa vendem-se doces seceos
e de calda, o se'hz ttydo quanlo he de sobre-mesa.
Na ra Velha, n."4>4, precisa-so de dousoli-
riaes de charuleiro que facam de 300 charutos para
cima.
Precisa-se de um feitor: no Atorro-da-Boa-
Vista, n. 37, lereeiro andar.

Alfandega.
RENDIMENTO DO DIA 18..,......... 14:142,540
LOTEKIA DO THEATRO PUBLICO.
A"sociedade que tpmou sua eonta o res-
to dos Lillietc* desta loteria, declara que
os tem exposto venda, a cinco mil ris os
meios liilhcies, e a nove os inteiros, ni-
camente nai,botica do Sr. Moreira Mar-
ques, na casa de cambio do Sr. Manoel
Gomes, e na Boa-Vista, na loja de Jos
Ignacio do Monte ; cuja venda se far s-
mente at o dia i. de junho prximo fu-
turo.
-- Aluga-se urna escrava : quem a tiverdirija-sea
ra da Conceicio n.46.
--O Sr. Paulino Cocino Babia tem urna carta, viu-
da da Babia em Olinda subindo o Vamdouro no
terceiro sobrado.
D-se dinheiro a premio com penhores, mes-
mo em pequeas quantias: na ra do Itangel, B. II.
~ JosdoFrcilas Ribeiro Portugus rctira-se
desta provincia para oitio-Grandc-do-Sul.
O Sr. Jos Lopes Guimartes tenha a
bondade de
siqceu";. ~9z:l:o~: o w5"Vd2i*vstar-so com Jos Duarle das Nevos >al 22 do cor-
fmbaroralor M.htoc TOnte.
Ha presentemente nos acoiigu.es
de Joao Dubois carne de carnciro muito
torda e em conta ; assim como carne-de
oi da mais superior que apparec.
A senhora D. Anua Joaquina Coclho queira an-
nuncisr sua morada para se i he entregar urna
carta.
Hoje, 19 do corrente, lora lugar a partida do cor-
rente moz o que so annuncia aos Srs. socios, partj
que nao haja csquecimenlo, e comparecam ; bem
como aos^w. candidatos convidados a tomarem a-^
senlo do socio, para que nlo faltem,|como so espera.
Oterece-se um boticario, co::i carta legalisada,
para administrar qualqucr botioa cujo dono nSo
tenha carta : os pretendentes procurom n& ra es-
trella do llozario botica de Joao Pereira da Silvei-
ra que se dir quem he.
--Jo3o Pereira Monteiro, tendo-se retirado para o
Rio-de-Janeiro, e deixando de cumprimeotar o des-
pedir-sede algumas pessoas, quo milito o honra-
ra m com as suas visitas o faz por este modo, ro-
gando-lhes que o desculprn por esta falta iuvohu
ria esoccasionada pela pressa de sua i "
all ofTeroce-lhes o scu pequeo prestimo.
jnta-
i esoccasionada pela pressa do sua sabida; e
reliram-sc para fora do
G. Patn e sua senhora
Imperio
J- B. da Fonseca Jnior comprou.porordem dos,
Srs Jos Ferreira da Silva & Irmao paraoSr. Antonio
Gomes Pereira do Uaranho o hillicte n. 108 da
primeira parte da 17.' loteria do theatro. que fici
em scu poder.
utiemauRimtioii ha 2 ou 3 mozos, pof sta'-'
I hr, querer comprar ti ni tanqu% que levarie 450 a
500 cargas do mcl, sendo que queirtiatndn ha um
que leva a mesma quantidade foi
amarello escolhdo,jue he vinha
ludo de sicupira ctf^^|B^^^H
tnaneira tal,que nao precisa de caeto Igur^^H
pode levar qualqur liquido que eja $ttn\ vasar : ad-
vertc-so mais quo o vendedor pbrign-so a nian-
da-lo leyantar em qualquer engeuho.que o comprar
pelo mesmo carpina que o fez, 0 Tender por pro-
co commodoe com algum prazo^Se quizer, dirja-
se a ra do CoHegio n. 9.
Quem annuncion querer er^enbsjf ou vendor
um moleque dirija- a casa das aferflGes, na ra
das Larangeiras.
-- Quem quizer empleitar um aterro em que podo
trabalharcom todas as mares, sendo 180 palmos
quadrados, e urna pequea camboa para aterrar den-
tro de dous at tres mezes ou se possivet for antes, *
dirija-se aruadCollegio, loja n. 9, quo se dir
quem precisa. y..
Omeiobilhete n. 23S4 da primeira parte da
17. loteria a favor das obras do theatro publico per-
tence ao Sr. Joaquim Francisco da Cruz do Lisboa',
por ordem do Sr. JoBo Antonio de Moraes Mosquita ,
do Para.
OSr. J. C. It. da Cmara queira annunciar" sua
morada para se lhe entregar urna carta do Rio-Gran-
dc-do-Norto.
Pclojuizo da sogturar vara do civel, eserivSo
Santos, se hao do arrematar, em praca publica, uns
Objectos tle ouro penhoradosa Francisco Jos.de
Mello, por execaoRo quo lhe move Antonio da Silva
Reg.
Antonia Serafina de Jess parteira approvada,
mudou sua residencia da rua de llortas para a ra
de Apollo n. 21 no Recife.
Precisa-se de urna ama com bastante leite : na
rua larga do Rozarlo n. 35 segundo andar. a
= Antonio llenrique de Olivcira retira-se para
frada provincia.
- Prccisa-se de um caixei-
ro no botiquim ao p do thealro $ quo este d co-
nhecimenlode sua conducta. No mesmo botiquim
vende-se urna preta de 20 annos de bonita figura ,
sem vicios nem achaques e quo he muito boa para
criar, por ter bastante leite e muito novo.
lo-je, 19de junho, se arrematar, por ser a
ultima praca perante o Sr. doutor juiz do eivel da-
segunda vara,na sala das audiencias,uma casa terrea
sita no Aterro-dos-Afogados, n. 104,por execucSo de
Bento Jos da Silva MagalhScs contra Jos dos San-
tos Falco e sua mulher.
Aluga-se o prlmeiro andar da casa n. 11 da rua
da Cadeia proprio para escriptofio ou pouca fa-
milia, com sala adiantee atrs, com suas alcovas :
a tratar na mesma casa.
Aluga-se urna grande casa, junto a ponte da
Magdalena com bom banho no fundo da cala, com
2 salas 8 quartos, o sotlo com vista pira o rIb : a
tratar na rua Direita n. 3.
Aluga-se o segundo andar da casa da rua da
Moeda.n. com muitos commdos, com vista
para o mar, e que acha-se novamente pintado: quem
o pretender annuncie.
. Os Srs. Jos Antonio dos. Santos Cqelho, Fran- > "'
cisco Joaquim Gaspar Jnior c Vicente Nunes da'
Serra queiram procurar cartas na rua do Queima-
do, n. 11.
-- Francisco Jos Vianna da Cunta, Portuguez ,
faz publico a quem convior que de hoje em vante se
assignr Francisco' Jos Vianna ; isto, por haver
oulro de igual nome.
So houver algum homem aneifo e mesmo ca-
sado que saiba tratar de parreiras c de meloeiros,
e queira oncarregar-se de tratar destes objectos em
unif-iuitt) pequeo sitio dirija-se a casa grande do
sitio d^Sr. Gabriel Antonio, no Cordeiro, para so
contratar.
Prcisa-se de um homem para feitor do um pe-
queo sitio perto da praca e quo enteuda de todas
as plantas : no Corpo-Santo loja n. 17.
Um moco brasileiro, de 18 annos se propo a
ser caixeiro do loja de fazendas, ferragens escrip-
torio, armazem de assucar, ou do cobra nca do rua:
quem do seu prestimo su quizer utilisar dirija-se ao
pateo de S.-Pedro, n. 7.
Quem tiver um methodo de viol3o do autor
Carulli e da sexta ediefo, annuncie.
Aluga-sc, por 8,000 rs. mensaes, urna boa casa
que tem duas salas, seis quartos, cozinha e copiar,
no Aterro-dos-Afogados, n. 187 : trata-se na roa Di-
mita, n. 82, primeiro andar.
Aluga-se um sitio bastante grande, com boa
casa, e urna dita mais pequea, com muitos arvore-
dose muitas frutas de varias qualidades, boa agba
para beber, boas baixas para capim, trras para
plantar vontade, sito noManguinho, estrada dos
Afilelos: trata-se na rua da Iraia, n. 46.
OfTerece-se urna mulher para ama de urna casa
do familia, que cose e corla todas as costuras perten-
centesa senhora, e tamben) cose costuras para ho-
mem e corta algumas cousas : quem de seu-presti-
mo se quizer utilisar dirija-se a rua do Rangel, ven-
da n. 4.
Aluga-se a casa n. 42 da rua du Alegra com
commodos bastantes, e preco co ni modo: na rua
da Aurora n. 44.
D-se, para morar do graca, casa a alguma mu-
lher capa?, quo seja s-, para fazer companhia a
urna senhora: na rua das Larangeiras, n. 14, pri-
meiro andar.
. Quem annunciou querrer arrendar um sitio pa-
ra tiriia familia estrangeira dirija-se ao Aterro-da-
, primeiro andar da casa onde mora 0-Sur.
ico ; cujo sitio he na estrada do Mango i -
Diuilo mais commodos do que os quo
so exigein.
i anniiDriou querer hypothecar, ou ven-
jm moleque dirija-se a rua do Rangel, n. 36,
primeiro ai
Ningueni m faca negocio com An-
tonio Frari ^^B dc um" catra'a 'I'"'
ellecomprou porque se aoha embar-
gada polo jui, da primeira vara: e osle an-
nuncio servir de cautela a quem nlo quizer ser
prejudicado.
DENTISTA.
Rua da Cruz, n. 7, primeiro andar.
D. W. Baynon, cirurgiSo dentista dos Estados-Uni-
dos da America do Norte,tendo-se resolvido ficar mais
algum lempo na cidado do Pernambuco, pelo pre-
sente participa a'of seus amigos e ao publico em ge-
ral, que elle sompM se achara prompto a qualquer
hora para fazer qualquer operario que seja sobre os
Vites, como seja chumbar limpar, e extrajor;
femformar denles sobre pifio o sobre chapa da me-
Ihor tnaneira e com a maior porfeigfo, conforme s
ultimas descobertas tanto na America como na Eu-
bpa.
JoaoJos dq Garvalho Moraes, agente, nesta
praca, do contrat do tabaco do reino de Portugal,
participa ao respeitatLnublico quo pelo ultimo na-
vio chegado de Ufl i recebeu ordem daquelle
ontrato para d em dianle'foder vender a re-
Bino o rap pi a Lisboa a 3,200 rs. cada
bote o cm caL IwMrs., a dinheiro a vista ;
bem coojftj nfio troca rap a pcaaoa al-
guma Dofl '" lie nwseja mofado.
AindH r se alugar, por preco muito
commodo, a b ns. 27, 29 e 31, sjtas na rua
Real, proxit^^^H^^ftnho, as quaes leeni bastan-
tos e bons commodos, com quintal, cacimba, pnrtflo"
pata os fundos 9BHBB0 embarque : a tratar com
Manoel Pereira morador prximo quelle
lugar.


- -
===

O LIDADOR N. 187,
ha-se WBd& n0 tugar do costume.
NAZARENO N. 46,
. .,i enda na praca da Independencia, Uvrarla ns. 6
8 Recomendase a leitura deste numero, dlgnt. de ser
,e'dado.' rmK m THa|TaO PUBLICO.
O thesoureiro dcsta loteriJT firme ua sustentacao de
pus anteriores aununcios, declara que as rodas da mes-
andam, sem a menor falencla. no da 2 de julho pro-
limo futuro, e que desde o da 18 do correte entregou
"ocledade, que organisou, o resto do bilhetes que ex-
istiam'al esse da.
O Frango Armado.
Na noite de 15 do correte, fias 8 horas, indo certo
rana* em urna caa da ra da Cadeia-Vclha, na occa-
liL em aue dsela inulto descansado, he quando de re-
neote te langa sobre elle hum grande Franjo Armado
on um ptimo bico, e de crista em p, (lalve persuadi-
do aue era alguma gallinha que estava pela escada) po-
rcino Mpasque linlia no boleo mettld* urna pedra,
sunDond que era um pedaco de qucUo. lauca mao dcl-
i c lh'a vi chegando crista, que Ih'a abaUou i inme-
diatamente ; o pobre Vonjo Armado, qw se vio perdido
na batalha, deu s pernas, que so paron naeapoelra:
rota-se, pois, ao dono de tal Frango, que o nUo dcixe
ais sahlr da dita capoelra, para que nao torne a Incom-
inodar a vlnhanca. .
'" O amigo do ordm.
Antonio Ignacio So Rogo Medeiros embarca
pira o Ri-dc-Janeiro o scu escravo Manoel, cabra,
na barca firmeta. .
'Nos das 19 e 23 do corrente, se ha de arrematar
urna casa na Estrada-Nova, perante o Sr. doutorNa-
buco; cuja praca ter lugar no Aterro-da-Roa-Visla,
aporta do mesmo juiz, pelas 4 horas da tarde, por
jolecucilo de Manool de Jordio Caldeira contra An-
elo Soares da Silva, escrivao Souza : quem a pre-
tender compareca, que he a ultima praca.
-O abaixo assignado faz publico.que em junho de>
anno prximo passado se evadiram de seu enge-
nho os escravos Pedro Angico Bernardo, Cathari-
na e Maria, dos (andido Carneiro da Cunha ; e segundo as intorma-
ces das pessoas, que os segeiram soube quefo-
ram paria casa do D. Joaquina Mana Pessoa de
Mella, sogra do dito Luiz Gandido, em cuja casa
entao este se achva; e que em 29 do mez passado
evadio-sc tambem o escravo Alexandro, que tam-
bem foi para casa do dito Luiz Candido, pois que ,
alm de outras informacOes, o escravo Pascoal ,
que tambem evadio-see foi pegado prximo a casa
do referido Luiz Candido declarou que rugir por
insinuacefcdo dito Luiz Candido, que o mandara re-
duzr para mesmo e todos os outros que tinham
sido tirados de seu poder pela justiea. E como a
polica de Goianna n3o offereca actualmente a me-
nor garanta para que sojam os ditos escravos tira-
dos de onde se acham o entregues ao sou seohor, e
o mesmo Luiz Candido seja actualmente coronel de
lesiito, e delegado, e assim nada se possaconse-
guiroiitraelle; o abaixo assignado desde ja pro-
testa haveros seus escravos, e usar dos meios que
as leis facultam esperando smente que ju.st.ca
em Goianna possa ser administrada lafyarc.aljnen-
lo. e,aue a polica se preste execuc.o daf leis e
nao a proteger aos que a infrngem e procuram reter
oque nao he seu. Esto ser diariamente publ cadoem
o Diario, emquanto.mo n3o forem restituidos, quer
amjgavc, qur judicialmente, os escravos ass.m
exTraviads e seduzidos. Recle, 2 de ,unho de
1847. Joo Vitira da Cunha.
- ODr. Casanova, medico francez, morador na
ra Nova, n. 7, primeiro andar, oflerece seu presu-
mo aos habitantes dosta cidado e provmc.a e^de-
clara que sempre o acharam prompto a recetar, c
fazor todas as operarnos de cirurgia. __
"curam-se radicalmente as dores de entes, mes-
mo estando cariados, em cinco minutos : na ra
Nava n. 7, primeiro andar.
Alug-se a casa terrea da esquina da ra do
Nogueira, com oitao para a de San-Jose, com duas
camarinhas,duus salas, cozinha fora, quinal, ca-
cimba e portOo: um sotao com duas camar.nlias, sa-
repoqenaCozinha; de sorte que poden, morar
dous moradores independentes, on com coramun ca-
cao Na praca da Independencia, livrana ns. 6 o 8.
-NaruadaS.-Cruz, venda n. 3, prec.sa-se de
um caixeiro. Na.mesma, vendase dir quem da di-
nheiro a iuros com penhores do ouro.
-Toga-seaoSr. Antonio Januar.o de Ca valho
queira anunciar a sua morada ou "? rA;
?ora n. 54, segundo andar, ahm do se tratai ue
"TSiVSro acQes da compardiiade^Bebe-
ribe, pela entrada de 80 por ceno quere^ este
negocio convier, pode d.ngir-se a ra da Cade.a
Velha, n. 17, segundo andar.
Alugam-se, por preco commodo, as lojas de um
sobradjnho naruadaPraia, com commodos para pe-
Suena familia, e para negocio : nalivraria da praca
a Independencia, ns. 6 o 8.
Na tarde doia.do corrente, furtaram ao abai-
xo assignado urna porquinha maco, rouito gorda,
eom osps, m5os, barriga, pescocoea frente da ca-
beca brancas; e a poucos dias antes, um carneiro
grande, mocho, capado, com o pescoco yormellio:
quom destes animaes der noticia, recebora 10,000 rs.
Joao da Cunha Iteis.
Fabrica de machinas e fundi-
cao de ferro na ra do
Itrum, no Recife.
McCallum&Companhia, engenheiros macbmis-
tase fundidores de ferro, mui respeitosamente an-
nunciam aos Srs. proprietarios de engonhos fazen-
deiros,- negociantes, fabricantes e ao respeitavel
publico, que o seo estabelecimento de ferroi, mo-
vido por machina de vapor, se acha em effectivo
oxercicio, e completamente montado com appare-
Ihos de primeira qualdade para a perfeita confec-
co das maiores pe^asde machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer obras da
sualarte Me CallOm & Companhia desejam niais
particularmente chamar a attenc3o publica para as
seguintes porserem ellas da maior extracQHo nesta
provincia as quaes construidas na sua fabrica po-
dem'competircom as fabricadas em paiz estrangei-
ro, tanto em proco como na qualidade das materias
primas e m3o d'obra, a saber:.
Machinas de vapor.
Maendas de cannas para engenhos movidas a va-
por- por agoa", ou animaos.-
Rodas d'agoa e serraras.
Manejos independentes para cavallos.
Bodas dentadas.
AguilhOes, bronzese chumaceiras.
Cavilhoes e parafusos ds todos os lmannos.
Taixas, crivos e boceas de fornalha.
Moinhos de mandioca .movidos m.1o ou por ani-
maos e prensas para a dita.
FogOes e fomos para cozinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro o bronze.
Bombas para cacimbas e de repuxo.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Kcrragens para navios, carros, obras publicas, ole.
Columnas, varandase grades.
Prensas de copiar cartas ede sellar.
Camas do ferio, etc.-
Alnrda perfeicao d,as suas obras, Me Callum &
Companhia garantan a mais exacta conformidad
com os moldes e desenhos remettidos polos Srs. que
se dignaren de fazer-lhes encommends; aprovei-
landoaoccasiao para agradecer aos seus benovolos
amigos e freguezes a preferencia com que teom si-
do por elles honrados, e assegurar-lhes que nao
pouparflo esforcos nem diligencias para continua-
ren! a merecer a sua conflanca.
Calcado.
-. Vendem-se os tnuitosuperio-
res sapatos de Nantes, de palla; di-
tos de tres solas tachiados; borze
guiris para homens, de 3^6oo a
7#ooo rs- ditos parasenliora ; sa-
patos de duraque, marroquim, e
lustro para dita ; ditos de marro-
quim.dnraque e lustro para meni-
nos; sapatinhos de lustro e marro*
quim, de cohetes, para meninos e
meninas ;e um completo sorti-
ment de calcado inglez para ho-
mem, ed'outras muita qualidades
por prego muito commodo : na
ra da Gadeia-Velha do Recife,
n. 35, loja do Moreira.
-- Vende-se urna negrota de 17 annos,
__ r
- Vende-se urna venda na ra da Concordia ,n.
26, com poucos fundos : a tratar na mesma yenjna.
Witch Rravo&C. acabam de receber directa
mente de Paris urna porcSo do frascos da famosa aj
goa hemosttica de lirouhien, de cujas virtudes o-
Jornal do Commercio do Ro j tem jalado emdit-
ferentes artgos mui circumstanciadamonte. fcste
singular medicamento hoverdadeiramente especi-
fico o infallivcl no curativo de todas as fendas, s
jam ellas j)elo instiumonto cortante, sejam por ar-
mas de fogo, ou provenientes de queimaduras.
Quaesquer iiue sojam os accidentes quo as com-
pliquem, lodos ellos dosapparecem com summa ia-
cilidade, sarando a ferida dentro do poucos das sem
suporaco sem inflamac3o e som dor. Anda que
haja porda de substancia e ferimentos das mais con-
sideraveis arterias, como a cartida ou outra, nao so
a perda de substancia so copera, mas a, hemorrna-'
ca arterial esta curada dentro do 30 a 40 minutos,
rogenerando-se as tnicas da arteria oRendida, por
meio de um trabalho orgnico particular. Nao ho
menoraelicacia do mesmo medicamento as ne-
morrhagas intoruas, como sangue pola bocea, ou
proveniente da bexiga, o sohretudo as heirtorrlia-
gias do ulero, que fazcm a dosesporasao dos mdi-
cos e o tormento dos docntes. as mslruccoes pra-
ticas, que so vendem como remedio, so vera com a
extens.lo necessaria a mancira do applich-lo o o
casos em que convm. O preco do cada frasco he de
2,000 rs., e das nstruccoes 2,000 rs.-Os pretenden-
res dirijam-so ruada Madre-de-Deos, botioa, n. I.
Compras.
I.Oj.i \

Compra-sc um escravo de boa conducta que
seja sapateiro : na ra da Cruz n. 10, ou na ra da
c'onipra-se o tercoiro tomo dos Lanceada Aven-
tura : na ra da Prala, n.24. Na mesma casa ha to-
do anno superior marmelada para vender, a melhor
que tem apparecido em qualidade, tanto branca
como encarnada. ..,.
Compra-s- urna cadeira da Baha, nova, ou
com pouco oso: na ra do Crespo, n. 11.
Compram-so para fra da provincia, 2 escra-
vasquetenham boas figuras e com algumas ha-
bilidades : na ra Nova loja de ferragons n 16.
Compra-so, em segunda m3o um par de ata-
cas do ouro, de chapa um alnete do senhora um
trancelim de meia grossura, tudodeouro de le ;
urna commoda cm bom uso : na ra da C.-dcia do
Recife esquina do Becco-Largo, primeiro andar.
Compram-se 3 ou 4 carrinhos de milo de con-
duziimateriaes, anda nao sendo novos; estando,
porm.em bom estado : quem tiver annuncie.
^ Compra-so um carro mencano de 4 rodas ,
elegante o em bom uso ffque possa ser armado a
um cavallo: na ra Direita, n. 82, segundo andar.
--Coropra-sc um cachorro, para guardar um si-
tio : na Camboa-do-Carmo, n. 46.
Compra-so urna balanca grande, mas nao mul-
lo aue tenha 3 pesos de duas arrobas cada um; urna
dita para ballo de venda, com os pesos de urna ar-
roba at meia quarta; e tres ternosde medidas de
folha: quem tiver e quizer vondrannunco, 0U di-
rja-sea ruada Cruz do Recife, n. 4
Vendas.
de linda
figura, com aTgunias habilidades : na ra da Madre-
de-Deos, n. 36, primeiro andar, das 6 as 9 horas da
manhaa, e das 4 as 6 da tarde.
, Vende-se um piano forte de nova
invencao, por preco commodo: na na do
Vigaro, n. a3, casa Russcll Mellors&C
- Na padaria de urna s porta, junto ao sobrado
da esquina da ra Velha na praca da S.-Cruz, e no
deposito da travessada Madre-de-Deos, n. 13, ha con-
tinuadamente a vena, alm de cxcellente pao,
bolacha dequatroom libra al 20 e mais, de muito
hoa farnha e torrada propra para cafe e clia por
ser feita todos os dase com esmero ; bom como ca-
fo moido o melhor possvol, e ordinario para quem
quizor o barato. .
Vende-se o jogo dos dotes, ou hvros de sortcs
para as noiles de S. JoSo e S. Pedro 1 volume do
308 pagmas a 2,000 rs.: na ra da Cadea-veiha ,
livraria n. 31, do Joao Cardozo Ayres.
Vendem-se escravos baratos, na ra das
Larangoras, n. U, segundo andar: 4
molecotcs do elegantes figuras ; um dito
de 23 annos.com olUcio do altarte, o qual
vende-so para fra da provincia ou
oaraalKumengenho bastante longo desta prar-a:
um panlo com offlcio de sapateiro som vicos de
ho conducta, e que est acostumado a sor fetor ,
X? preto de 40 aSnos, q, sabe muito tr.ball.ar om
sitio, por 300,000 rs ; urna nognnha de t"'>no.
de najo que coso eengomma soTnvol; urna pre-
ta muito forte osada por 330,000 rs.; o man, al-
truns escravos que oncommendarem. ,-,,
_ Vende-se sement de coentro de toceira a
200 rs. a garrafa ; rozarlos brancos finos, com cru-
zas da mesma conta; aranaa : na ra da Cade.a,
"'"contina-se a vender boa manteiga para bolos
a 390,400, 500, 600, 800 e 1,000 rs.; chocolate novo,
a o8o rs. caf moido a 160 rs. ; dito omplo, a
140 rs. velas -lo carnauba de 6 7 o 9 om libra, a
320 rs.; espermaceti), do 6 em libra, a 800 rs.,, cna
hvsson, bom a 2,000 o 2,560 rs; banhadopoico,
a360rs.alibra;lingoQasdoPorto, a*00r. do-
lachinha ingleza, a 220 rs.; touc.nho de Santos, su
perior,a240 rs. ; cartas de traques orte M
rs mlho-alpista a 640 rs. a cuia da medida c
ha Soz desasea', a 3,200 rs o alquo.re a o
did velha ; quejos novos a 1,600^ ; o
una marquen nova. por proco commodo .00 pa
teodoCarmo, esquina da ra de HorUs do lado
direito, r 2.
IMPERIAL
F.\BHM'\
DE RAPE FINO '
A grande extraccSo que tem tido esto rap, depois
que foi exposto a venda he prova nconlestatel do
bom acolhimento que tem. morecido. O un ico. ue-
posito ho na ra do Trapiche n. 3* a reUlho
vendo-senas lojas dos Srs J. J. de Corvara tone,
A. F. Pinto & IrmSo A. B. Vaz do Carvalho Cu-
nha & \morim Pontes& Sampa.o rna ra da w
deia do Recito ; A. D. deOl.veira Rogo na ua aa
Madre-de-Deos; Campos & Ameida, na rodo
Quemado; T. A. Fonseca ,, Dmbel.no toHn
de Carvalho. na ra do Cabuga ; C C- BrMtomWd,
praca da Independencia ; Caetano L. orroira Tno
maz P. M. Estima e Antonio Pereira da Costa e
Gama Aterro-da-Boa-V.sla. niip 1er
-, Vcndem-se novas cartas para aprender a Ier,
as quaes se mostra que nao he preciso J J_
syllabas soladas dos nomos, composu i pelo profes
sor publico S. H. de Albuquerque : na loja da esqu
ua defronto do i.uegio prego 80 rs.
Vende-se urna parda de 25 annos ,
sem vicios nem achaques, de muito
boa conducta que engomma, cose ,
eco7nlia o diario de urna casa, mui-
to bem : vende-s muito em conta : na
ra das Larangeiras, n. 14 segundo
andar.
513
i
i
i
I
I
I
I
n
01
iniOS DE SORTES,
PAR\
}
58
1
i
Trancelins de qualquer modelo, onijeis, flores,
fitas>lerecos pulceras, brincos ce. ludo o
mais bom fcito possvol, por preco mdico.
- Na ra Nova n. 7, primeiro andar "l""?
di cal mente das molestia* venreas, tanto a ntias
como modernas, por meio dflgm remedio nSo mor-
CU-r8 engenheiro Milet temKto na sua Cflsn a
m do l'resuo n. 14, um eurso eomplelo tneori
c^e praco de m-ithmelica e geomelrla e pretende
abrir oulro de algebra.
Unia.alfaiate,
mora na ra do Livrarnento, sobrado n. 1, o proci-
83 d ^r^t!anodd Wotorrcnte, do lugar do
MoMoro! um cavallo Knbo rozilho. andador de
__ Furtaram, no di^docoiTcne uoiugaroo -j-^^ 100 ioi desol
'Sff^^^l^^ norenlina, n. 16,
^ranlasoeKe-
lioas carnes o .m poves eno : roga-sc em ge
ral a quem do mesn, K? Q'"*J JJ"
hender, participando, o i*P ao as_
rir^rasisl ras
pois que, ha um anuo, que o annunciante tem sonri
do coco furtos com esto, sem pode, remediar seme-
Ihante mal. Joao da Cunha Kets.
A 2,500 RS.
Vendem-se pecas de madapoiao limpascom 20 va-
ras, a 2,500 rs., e a retalho, a sete vintens, propno pa-
ra'camisas de meninos, por ser encorpado; pecas de
chitas.limpas, bons pannos, do cores ixas, a 5,00 rs.,
c a retalho, a sete vintens; algodaozmho largo e en-
corpado, muito tapado,compequeiiotoquedeavana,
a sete vintens a jarda; saija preta limpa e superior, a
i,280 rs. o covado: na ra estrella do Rozario, n. 10,
C1e Vende-se'urna escrava de 18 annos: na ruada
Cadeia da Recife esquina do Beeeo-Largo, pnmei-
^--"vende-sc um pardo de 20a 30annos. de boa
figura excellente carreiro : na roa da Cruz, n. 3.
-- Vcndcm-se 3 escravos multo robustos pro-
pros para o mallo ou para qualquer serv.co j Me-
cas com farinha de mandioca por preco commodo:
na ruada Cruz, no Recife, n. 26. -
- Vcndem-se. na livraria da ra do Crespo, n. u,
cartas pora interno o conheoinjentos.
- Vendem-se duas^retas mocas e proprias para
todo oservictfdeumacasa : na ra da Cadcia-Ve-
Vcifclem-sa'lOO meios desoa : no Aterro-da-
vemdem-se mui
pora preservar as
Rmn gasvpcquenos vasos proprios para vender flo-
res-pane Idea e jarros para doc*: ludo muito bem
K Snenos do que noa armazens do louca
de!i'vedndde-seuma preta clioula,de bonita fugura,
de 22 annos, Mbo engommareensaboar, cozinha o
da. io de liraa casa c he muito diligente para o ser-
ijo de urna familia, tanto para ra como para casa :
na ra Wreita, n. 117, primeiro andar.
Vendem-se na praca da Indepen-
dencia, livraria ns. 6c 8, a G4<> rs. ffl
Marmelada,
i.nerior em qualidade e por preco commodo, em la-
USPInndemeqpequens: no armazcm do Braguez, ao
p do arco da Conceisao
Lotera do Kio-de Janeiro.
Aos 20:000^000 de rs.
Na loiade cambio do Sr. Vieira.na ra da Cadeia do
isa lojaat *>"" .,,..,es e me os ditos da lotera
T, "de cSde io&e-Mnro. qu. d.r
stc"n.K Aiitn:"ed:,,u.'' ^K-T-.-?ss s
r e a arroba o 1,600 rs.; dito a 6,500 rs. o alqoei-
t' arroba a 1,000rs.: quem quizer annunc.e.
r6l- Vendem-se 7 escravos sendo : 4 prelas^mocas,
deTooitos figuras, com habilidades; urna negrufl.a
,\t 14 a 15 annos, que cozinha bem e lava de aaMo,
nmamulatinhade 10 annoi : um escravo de boa
figura, denacaoAngol .
| campo : na.rua das Cruzes
OS: Ulll rau.i -- ._.--- ij r
ptimo para o sorv.coue superior. tuuo p
i ,n.22 segundo andar.'no Recife, n. 46.
_ Vendem-se ca.xas de el.toto0". *"61i-"e?
libras om porcOes, ou a rotalno ; ca.xas de velas
de esnrmacete de 5 e o em libra : na ra da Alfanr
dega-Velha,... 36, emcasa.de Matheus Ausl.n & C.
ELIXIR TNICO
ANTI-FLEUMiTICO ,
PtoioeAordoulor Guilli, ^f'f^^'f.,^'
W, membro de varias sociedades medicas, asinn -
[l'nZcomoeslrangeiras, cavalheiro da real ord*m
da leaio de honra, etc. *._*
fnupont, pharmaceutico, om Rar.s, ra T.que-
tonne. n. 14) i
O nico deposito verdadeiro deste.o''' hJ f;
helecido pelo mesmo autor na botica do Sr. iosft la
Rocha Paranhos, ra eslreta do Rozar.o, n. 10, cm
,,eoneT"xirUant-ncumatico hocssencalmente tnico,
reanima o principio vital o d frqa as fibras dcs-
taci os humores viscosos, osprec.p.ta.em ba.xo, a-
viva oappetito e fortifica o estomago.
Pde-so administrar na mais tenra infanei.como
navelhicc; nada he mais doce que o seuletTeito: fun-
d d ssolve os humores e Ihes da sah.da sem algu-
ra.Kc8o,sem suspender as oceupaees, nem
muda, os |,al itos: so podo tomar dcsto eflicazmento
urna comer demanhfla cm joium, particularmente no
invern e nos tcnipos hmidos,
'o' asmticos, golosos, hydropicos, aquellos cuja
fibra he mollc Ocam satisfe.tos do seu uso; be.n
como os que soiTrcn. dclluxao catarral do poilo, a-
zedumes do estomago, syncopes e palpiUCpea do
fwac-o clica, empigens, caUrro da bexiga, a-
nnnlexia cerosa.'reumatismo, fluxos alvos doencas
ceitenas senhoras, indegestao, vermes nteaUDaes
nos criancas,e nutras muitas enfer.n.dades que seria
,0gu medimino salutar tom produzidoos mais
favoravds effeitos, nos cosos, para ass.m diter.des-
tneridoa lesU sortc. desde seis annos foi pren-
oto por todos os mdicos Ilustres, e os successos
I.i i.n,w mi obtem, tanto em Franca como nos
oac estran'goiros forman, o melhor elogio que
ff nnss. fo'cr-s, e a prova deste he a grande sa-
hffiaKuVmarav Ihoso remedio tom tido naspro-
viSia* do.Brasil, principalmente na Babia e Rio-
de-jneirC, onde'ha tantas illnstraqOes med.cas.
AVISO ESSENC1AL.
Devc-sesmentointeira confianqa as garrafas que
lee n urna marca quo tova a Arma do autor, seme-
hinto uuella que se v em baixo. Emfim, para e-
v tar o JeMgo das falsilicacOes, os accidento..que.
""i-^sris s.'" "A...,.Co..-
i.llii,- Utas com bistiilinho inglez; dius com m.r-
rglezasfclmclate d Lisboa, de canella, mu.to
i
i
ludo por preso commodo: na ra da Cruz,


f ?edem-ie moen Jas de ferro para engenhoi de *-
>Cr, para vapor, agua c bestas, de diversos taannos.
por pre9o commodo e ignalmente taixas de ferro coado
batido, de todos os tamanhos: na praja do Corpo-Sanv
to, n. II, em casa de Me. Calmont i Companhia, ou na
ra de-Apollo, arinazem, n. 6.
Na ra do Crespo, n. 12, loja de
Jos Jonquim da Silva Maya ,
vendem-so ricos cortes de cambraia para vestidos do
senhora; ditos de bauzulinas, para vestidos : fazen-
da esta muito propria para a estacSo de invern, por
ser de cores oscuras; um rico sortimento de mantas
de seda e de seda e lita para senhora; mantinhas para
meninas a duas patacas cada urna; chales de seda
de bonitos gostose difieren tes tamanhos: meiasde
seda brancas e pretas, para senhora e homem as
mais superiores que tecm vindo a esta praca : pan-
no fino preto e de cores ; alpaca a 800 rs. o cova-
do ,e muito fina a 1,600 rs. ; cambraias para cor-
tinados de camas e jancllas, assim como franjas pa-
ra os mesmos ; cortes de calcas do casimira france-
sa elstica o muito superior, a 5,000 rs. cada corte ;
cortes de colletes de velludo, gorgurSo, setim e d
fustto por prero muito barato; panno de linho a
400 rs. a vara; cobertores para escravos e outras
muitas razendas que todas se venderflo por precos
muito baratos. v *
Vendem-se superiores chapeos de
^lliVcastor, pretosebrancos, por preco
muito barato : na ra do Crespo, loja n.
la, de Jos Joaqun da Silva Maya
A 160 rs.
bonetes de palha elstica e pala de lustro- ven-
dem-se na ra larga do Rozano n. 24
- Vende-se acngenhoca Riacho-das-Bestas, sita
na freguez.a de Nossa-Senhora-do-O, doAltinho, da
comarca do Bonito, em l'anellas-de-Miranda, por
preco commodo, e vende-se a prazo : trata-se na ra
Direita, obrado n. 29.
*3* EM PWMEIRA MAO', ^
vendem-se caixas com velas de cera do Rio-de-Ja-
"!i?0 6 8 : "a rUa da 8enzalla> armazem
--Vende-se um piano forte, de muito boas vo-
zes na ra da Cadeia loja de chapeos n. 36.
JLauspcrenne do Itozario.
Vende-se na praca da Independencia livraria ns
6e8, por mil rs., um livrinho contendo o novo
Mez de Mana, novena da Conceic3o,e o Lauspere-
nne do Rozano do N. Senhora. P
A' yft^SOO o corte.
milheiro de alvenaria de cadajez ; os pre-
tendentes nffo deixarao de fazer negocio,
vista dos objetos cima de clarados : na
ra de Sanzaa-Nova, venda de Jos Pe-
reira se dir quem vende.
2)13 3&&a(3i
as mais superiores que he possivel,tanto paralhomera
como pora senhora muito novas ; bem como de se-
da, de todas as qualidades : na ra larga do Rozario.
n. 2*
j "_y?"c,e-8e h preto muito superior, em caixas
de 16 libras proprio para familia : na ra do Tra-
piche, n. 8.
Vcnde-se o Recreio, jornal das familias obra
multo intercssante e instructiva em 5 volumes ,
ornado do numerosas estampas : na ra do Quoima-
do, botica n. 15.
Vende-so urna preta de meiaidade, do nacSo,
boa qnitandoira : aocomprador se dir o motivo da
venda : na ra do Hozario da Boa-Vista, n, 2. '
Attencao.
IVa ra do Crespo, loja n. 12,
de Jos .loa q ti i m da Silva
Maya,
vendem-se chapeos de seda para caberas de senhora,
os mais ricos.'c mais modernos quoteem vindo a esta
praca; assim como se vendem chapeos de seda e de
palhinha para meninasde dousa 12annos; toucas pa-
ra enancas, de muito lindos goslos. Tudo chegado
de Franca pelo ultimo navio, e por muito commodo
preco.
160 rs.; gambrees para calcas, de padres que pa-
recom casimiras, a 6*0 rs. o corte de tres covados e
meio; ditos mais finos, a 1,000 rs.; cortes de casi-
miras de 13a, com 3 covados e meio f a 1,000 .rs. ;
pecas de madapolSo que tem quasi 4 palmos de
largura a 2,400 rs.; cortes de cambraia lisa, para
vestido de senhora, a 2,240 rs.; pecas da bretanha
Tde rolo, com 10 varas, a 1,440 rs.; riquissimos,cor-
tes de primor fszenda sem igual, para vestidos de
senhora, a 5,000 rs. e muito fortes algodfies ame-
ricanos azues a 200 fs. o covado.
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* ijfiili-
Vende-se um escravo, perfeitocanoeiro e car
o sem vicios nem molestias: na ra da Cadela-
uma morada de casa terrea no fcalrro"
a tratar
no Atorro-da-Boa-Vista
olequede7 annos; urna
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jRa do Queimado, 11. iOw
nova loja desirguero.
Lima
vende uniformes militares, para to-
das as patentes de legiilo, cavallaria e
infamara da guarda nacional; galOes
de ouro e prata; chapeos inverniza-!
dos para pagens.
J5,1 J cde,<,u'n",ra?s Serafim & C, confronte ao
arco de Santo-Antonio, n. 5, vendem-se ricos cor-
tes do cassa dos padroes mais modernos que tecm
vindo a este mercado, c lindos descnlios pelo bara-
to preco de 4,500 rs. cada corte; chapos de sol, de
pannmbo francez a imitado de seda, com lindos
cabos, a 3,200 rs. cada um. "
iT n8lfiT da.,Mlia PrPri para coser sac-
eos na ra do Trapiche, n. 8.
Casa da F
na ra estreila do Rozario, n. C.
cau-
Nesteeslabelecimentoacham-sea v
dS.^iH1 aredilada lotera do thcatro publico
af Qri- Ts rodas a,,daril0 nfallivelmente no
olcs sff qU6m U "3o bi,heles- A ellas' 1ue
~ Na ra da Senzalla-Nova, n. 4a,
contina ahaver um completo sortimento
de taixas de ferro, batido e coado; mo-
endas, e machinismo de vapor para en-
genho.
~~ vende-se cal virgem em nielas barricas chegada
uiumamente ; caixas yasias para assucar ; urna porfao
,,eso* "^ ferr<>. de duas arrobas sei ras grandes para
errar madera; tudo por preco commodo: na ra da
Moeda, armazein n. t7.
Vcnde-se ferro da Suecia ; folha de Flandres
cobre para forro de navio; dito para caldcireiro em
mase" ^7 pequenas : Ba rua de Apollo, ar-
'seouBjj
objos sejjsouiB sy -j ubaoii
ufo| 'ooiiqnj.opsscj oua'^u
4ods9J3 op boj u y j r op
-aeaiy ap jb| bu : ouisam uiISsb
'opoj BJBd anSaija oBuanb'jas
apod oB5jod Bfasanb spuie stod
^oiaqBoe as anb sajuB'aiBjj'oouo^
r9J OOO^S e5ad B9 opBAODO SJ
OH e eazaonBjj soojpod osbx
*y oiimu sojoo souij oimiu sou
Ud SB1S9 SBpBqBDB 'BJ9A d$
sibhjbI' BDiinu anb sbuij sbhijq
JSJ^BBatB
Vende-se urna linda preta de naoffo, de 24 an-
nos que engomma e cozinha bem, nfio tem defei-
to algum; vende-se por necessidade : na rua estrel-
lo do-Rozano, n. 31, primeiro andar.
Gaz.
Loja de Joao Chardou ,
Vterro-da-Boa-Vista, u.5.
- Vendem-so as Mil c urna noites, em 8 volumes,
em muito bom estado, por preco commodo : na rua
das Cruzes, n. 40.
- Vende-se estopa, propria para saceos : na rua
do Trapiche, n. 8.
-- Vendem-se quatro mastros de pinho : na rua
do Trapiche, n. 8.
- Vende-se carne de vacca salgada em barris :
na rua do Trapiche n. 8.
~ Vendem -se 191 pecas de cabo de Cairo: na rua
do Trapiche, n. 8.
- Vondo-se urna cabra ( bicho) que d muito, leito
que a vista do comprador se tirar : as Cinco-Pon-
tas, n. 16.
- Vende-se um moleque de 17 annos, offlcial de
pedreiro : na rua Nova, loja n. 14.
- Vendem-se 50 acQOes da companhia de Bebe-
nbe: no pateo da Matriz de S.-Antonio, n4, se-
gundo andar. f
- Vende-se um moleque de boa figura de 20 an-
nos ; douspretos, proprios para qualquer servico,
de 24 annos; urna parda de 22 annos, com habi-
lidades; 3pretoscom algumas habilidades, de 2*1
a 30 anuos : na rua do Colirio, n. 3, segundo an-
dar, se dir quem vende.
-Vende-se cera em velas ; sarca-parrilha por
preco muito commodo para fechar contas : na rua
da Moeda, n. 11.
No Aterro-da-Boa-Vista.n. 84
llliwlmn m Ii,li..(.w... .. ^___-
Velha, n. 61.
* Vende-se
da Bo-Vista
n. 58.
--Vende-so um lindo #o.^
parda engommadeira costureira e que Taz todo
p mais servico de urna casa : na rua larga do Roza-
rio, o. 46, primeiro andar, ondefsaberS o coranra
dor que casa venda he f I lia da necessidade.'
Oh freguezes, no paleo do
Terco, venda n. 7,
vendem-se cartas de traques, a 180 rs.; manteii
a 400, 560 e 640 rs. a libra; azeite de coco, "ffirV
a garrafa; banhade porco, a 360 rs. a libra ton'
cinho, a 200 rs.; lingoics^ a 380 rs.j 'bilachi
grando.ngleza, fina, a 200 rs.; dita pequea, a20o
rs.; cha parola, em caixinhas de 2 Hbras, 2 24o
re. a libra ; dito hysson, a 2,000, 2,400 o 2,56o'rs
araruta a200rs.; tapioca, a 80rs.; cevada/alOO
rs.; caf em gro, a 140 rs.; dito moldo, a 160 r?
chocolate, a 280 rs.; espermacete, de 6 em libra "a
720 rs.; velas de carnauba a 200, 281) o 320 rs
cera de carnauba, a 160 rs.,mesmo era porcSo DeI
280 rs. amoixas, a 320 rs.; corvja de Londres, em
meias garrafas a 240 rs.; vinhos ; alpisU ; pinw
eoutrosgneros, todos por preco mais commodo
tS em V.la^ualquer Parte' e se -esponsabi-
lisa pela qualidade aos compradores.
Vende-se, na rua da
Cruz, n. 23, cera# em ve-
las, de superior qualida-
de, fabricadas no Rio-de-
Janeiro, ero caixas pe-
queas, sorlimentos ao
gosto do comprador,
e por preco mas barato
do que emoulra qualquer
parte.
ji
Ncsta loja aclia-seum rico soiliinenlo "Be
PARA GAZ com seus competentes vidros
res c abafadore.
LAMPEOF.S
accendedo-
Estes candiciros ao
S
melliores e
mais modernos queexistem hoje : rccoiniiicndam-se ao
publico, tanto pela seguranSa e bom gosto de sua boa
confecfao como pela boa qualidade da Iu, ecoaoroia e
asseiodeseu servljo.
Na mesilla loja os consumidores aem-
pre acharao um deposito de GAZ de cujo se afianca a
qualidade, e em porcao bastante para consumo.
AO BARATO.
I\Ta nova loja de Francisco Jo-
s Tcixeira Baslos, nos qua-
tro cantos da rua do Quei-
mado, n.iO, que faz esquina
para a rua estrella do Roza-
rio, vendem-se
FSnftTSS d.e lin,d,8s crcs' muit0 modernas,
a 3,200 rs ; pecas de chita escura, de muito bom
panno c cores Hxas, a 5,000 rs. e o covado a w
vendem-se borzegu.ns, a 2,800 rs.; sapatos ingle-
uLHT"CaanoL' a 2'500 ,s- i botmserados dTtos
francezes, a 2,800 rs. e de Lisboa a 1,280 rs.; sa-
L 0Sad.LrTroqU.,m e taPete Para homem, 800
15 ? V'?' a80(,rs-; ditos de cabra, a
ul iAde se,,.m' a 800 rs- i tesouras de cos-
turas, a 220 rs.; ditas para barbeiros.a 300rs.;
chapeos francezes, de pollo curto, a 3,200 rs.; lu-
vas do pellica, a 1,200 rs ; bicos de todas as largu-
ras ,eoutras muitas miudez'as baratas; sapatos de
meninos a 100 e 160 rs., e borzeguins de marro-
quim, a400rs.
Vendem-se meios bilhetes da lotera do thea-
a 4,500 rs. : na rua da Cabug, loja junto a bo-
* Escravos Fgidos.
S
0>
S
w
C5
rs.
ditas, a 120,160 c 200 rs. o covado
Vende-se, piw preco muito contmo-
do, por seu dono querer largar, urna canoa
granded* conducir agoa, e com pouco uso;"
tima dita mais pequea, usada; urna dita'
grande, aberta, propria pai-a aterros, on
para o trafica de ofarias. por carrear swn,
algdilozihocomlT^rLTa^^s '' S&" H
e"nd(.arlnn,ar810',a 2'7? rS- 'e ^outrsqualidades
e precos; ditas do bretanha, a 2,000 rs.; dita de u-
Ofinn^'na320r,S-aXara;Ame,in Pret e fino^,
1,600 rs. o covado ; dito rxo, proprio para vestua-
rio de meninos e vestidos de montea a 1 mo rs
alpaca muito encorpada a 800 rs.; brim trancado
depurol.nho a 200 rs. o covado; algodBozffi
trancado mesclado a 200 rs. ; dito de listras, escu-
ro e,a menea no a 240 rs. ; meias para meninos, a
80 rs. o par; ditas para meninas, a 200 rs dita
cretas, curtas, a 120 rs. ; ditas para senhora ''a M0
320 400 e 480 rs. o par ; lencos de cambraia de tres
pontas a 240 rs.; mantas de fil de linho a 2,000
rs.; bnns trancados de cores e listras a mellior fa-
zcmla possivel, a 1,500 rs ; cassas brancas, proprias
V2nrMd0V a3'200/sa Pa? cassa-chtas,
a 20 rs. o covado ; meados francezes, padrOes mo-
dernos 8 200 e 240 rs. o outras muitas fazendas
de bom gostoj, por preco commodo.
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O B^ETBIRO
IVa loja nova do Pas-
seio-Publico,n.l7f
Ca'l VCnV'di crtes de cambraia lisa
"ranea, muito fina, a 2,000 rs. o corte; chales de
I 0.^^'^""'' ,nuit0 grande> "S
o'fnt a. ,T Cnrtl um.a porao3cch*" mu-
vado a 100,120 e 140 rs. o co-
de~ilS^m*Se.bahut7nh0s coberls ue tartaruga,
cLrfCS lamanhos'.PrPriosPara senhora.
guardarem sua costura obras de ouro, etc or
preco commodo na rua da Cadeia do Recife,' loa
- Fugio.no da 25 do passado de Tiriry trras
de Algodoaes, um pardo, de nomo Faustino de 30
annos pouco maisou menos secco, estatura regu-
lar rosto comprdo, cabellos encarapinhados, pou-
ca barba; desconia-seterido para Pajah-de-Flo-
res, donde veio para aqu ser vendido: quem o pe-
gar leve a seu senhor, Gaspar da Silva Fres, na rua
Bella, n. 40, que receber alvicaras.
Fugio de bordo do patacho Pelicano um escravo
de nome Roque, do Sao-Thom estatura baixa
rosto redondo e sem barba.com feridas as pernas,
vestido com camisa e dalca azul e barrete ingez
Este escravo pertence a JoSo Jos Pereira do Azeira!
do Rio-d-Janeiro. Quem oapprehender, queira le-
va-loa rua da Cruz n. 66, casa do Gaudmo Agosti-
nlio de Barros, por quem ser recompensado.
-Fugiram Alexandre, cabra, e Marcellina, pre-
ta que pertencem a Manoel Ignacio de Albuqer-
que Maranhao senhor do engenho novo da Coicei-
cto : ja foram presos ou demorados em Iguaras-
su(Inhaman ) cd'ahi tornaram a fugir. Pede-se as
autoridades policiaca e capitSes de campo a captu-
ra dos mencionados escravos que os levem rua da
Cadcia-Velha n. segundo andar, onde scrSo're-
",*"s2-2'o2, compensadose se pagarflo todas as despezas que
porventura se tenham feito.
TF.M BOA CRATIFICAO' -
quem pegar o moleque Jos, crioulo de 18 a 20 an-
nos, corpo regular, bem parecido cor um pouco.
fula pescoco.alto, falla branda ehumilde ; tein um
dent dos da frente do lado superior partidoao meio.
quo a primeira vista pareco que Iho Taita um dente
levou cale- de oasimiraaul de quadros, camlM d
madapoino uno Dosappareceu da casa de seiTje-
nhor sem motivo algum o por isso julga-se ter gjdo
desencaminhado eomo de Macei, que fol fWKdo
e c.onduzi.0 para o Rio-Eormoso. Rogfl-so as auto-
ridades policiaes, que deitem assuas vistas sobiTo
(a cafHa de ladroes flagelloda humanidado.
HIIIIM.,,.,,
= O S r 3
OtJTJ^E., -
o; o n i o _
2 r- Jr
3.I -I SJ

S"re2S ^cB^
3 a i-
.2 g = S.2 o m
s-ss -gssas sz
108-
mimm
DA
mnrtnnde"se.uma.m,!sa deJacaranda, com 7 pal-
mos de comprlmentoe 3 e meio do largura forrada
Selo'llK Pr,r Cl?' Cm gaVeUS na frolto e tr
pelo lado oppostOi e que serve para csrntorn
rua da Cadeia de S.-Ltonio, n"l4, primR nl
lann^i^S^6.2 roza.ros*,de ouro; lannelOes;
tas "f i?,l6eide pun,, ditos d0 bertora ; rosa,
rada'- nm!?-de!toJ,.uin rel0iode prat dou-
?!ii xa dlta dila e outros muitos objec-
rUL tJ?ULy aPParclos Para ha, a 3,200 rs.; gar-
coS. o v S a mts. ditas P^uenas, a 240 rs.:
ligellVs-cha uSch.Pmraa i^T^k^1^'' b,Ulcs '
aiors Pm>,rT'm .' S-' a. ,bra; 'ouclnho,
ENIGMAS
PITT0RESC0S.
E
00
BOA-VISTA
DECimiMD
Do nada somos maii-irancos que de conselhos.

PEBN. J NA TVP, ftE. P. DE 1MHU.1


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