Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08414


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Full Text
\nno de 1847.
Terca-feira 9
DIARIO puWlewe todos os dias, que io
IC guarda' : o preco da signatura he He
""" por quarlel, fagOS ndlonUdot. Os an-
' jo! ignn** s> inseridos resiio de
'" oor linlii 0 is. em tyi'0 diliereulc, e as
'""i'-ucj pelamettde. Os quano fn
'*' pegarn SO por liulia, c 100
Sicote, por cad.|MiWit.
fircm as'g-
cm lypo
lASE DA tUA NO MEZ. DE FEVERF.IRO
oaiite, a 8, i 11 horas e 10 rain, da man..
h I i), S 9 horas c 3 mili, da mmiha.
12, I ln)ra e'0 inin. da uiauhSa.
Pl
)]:;
I.ll.l 110'
Ciescente
PARTIDA DUS CORREIOS.
Ooiannae Paralivb, as segundas csextas feiras.
Illu-Oraude-dn. glorie quintas fe:ias aomeio-dia.
(abo, Seriulicin, Itio-Foimoso, Poito-Calvo c
_ Mnecio. ii(il.",iil c?Klc cada ir.ei.
Garanliuns e Bonito, a 10 e 31.
Boa-Vista e Floras, n 13 c 28.
Victoria, s quintas feiras.
Oliuda, todos os dias.
PREAMArt DE HOJE.
Primelra, s 11 horas e 12 minutos da manlia.
Segunda, t 12 horas e 0 minutos da tarde.
Fcvercro.
Ann XXII.
N.5I
DIAS D\ SEMANA.
8 Segunda. S Coiinthia. Aud. dJ dos-r-
i.hSol, doJ.doc dv.ed.. .1 M. ta ir
B 'Ierra. S. Antbertl Aud. do J. dodv.da I
v. ello J- de pal do 2 ilisl. de t
in Quera. S Guill.ciuic Au.l do J. do or.
da 2 v. e do J. de pa/. do 2 dist de I
i Quii. S. Ilativo Aud do J. de orphos,
do J. municipal da I var*.
12 Seile. fc. Modesto. Aud. do J. docif. da I.
v e do J. 3 Saubailo. S. benigno. Aud do J. do civ. da
I. v. c do J de pac do I dist. de I.
H Domingo. B Valeiitim.
CAMBIOS NO da df. FEVEREIRQ.
GBbio sobre T.nr.drisi.V''Vj 3o d p. tf r*.
ii Part 3)30 rs. por tranco,
n i) Lisboa 'J.'i de premio.
ll.se. de lellras de boas lirm.s I '/i l>/o
Ouro(lucas bspaubolus.... 2uuu a
i) nJoedasdeOflOOvelh. l(n00 a
, a de O 100 nuv.. ICfOOO
, > dala PalacOes......... 10000 a
u Pesos conminares... ijs
Ditos ineiioanos ... l|U'i a
Ntida............. U"0 a
Acres da coinp. .lo llebcribe de 40/000 rs.
o ni ei.
liorna
11; J n,n
9 JIM
JOOO
jutio
i|0^o
I #700
.ao par.
DIARIO DE PEEMAMBUCO
PASTE OFFICIAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
f. Illm. p Exm. Sr. ~ Eo presente n S. M. o Impera-
dor o olllcio de do crtenle, em que S. Exc sub-
iiu'llc dccisio do governo imperial a solucflo que
llera as duas duvidas encontradas pelo juiz de paz da
eguezia do S.-.Miguel dcCotigibc na execucao da
I,i rcgulamentar das cleiQfles, e consulta sobre urna
terecira que a V. Exc. se offerece, reduzindo-se todas
ellas sseguintes:
t.' Se, sendo aquolle juiz do pazeleitor, dover ser
contado como tal entre os tnembros da junta de qua-
lilieaciio, nao obstante dever ser o presidente da mes-
ma junta.
2.a Como seexecutar na indicada parochia o pre-
'cito do artigo 4." da lei que manda convocar para a
dita junta un numero de supplentes igual a dos clei-
tores, se, dando a mesma parochia cinco eleitores,
nao ha mais que tres supplentes, porstorem nclla
sido votados oito individuos.
3." Finalmente, que providencia se dever adop-
tar para a formaQfio da mesma junta, na hypothese
de ler a parochia um nico supplente,- e ser maior o
numero dos eleitores.
E inteirado o mesmo augusto senhor do todo o
ponderado, houvc por bem declarar:
1." Que bem resolvida foi porV. Exc. a primeira
duvidadizendo que sobre ella se tinha j decidido,
por aviso desta secretaria de estado de 5 de dezem-
bro ltimo, no qual se declara que o juiz de paz pre-
sidente da junta de qualificac.no nio deve ser enume-
rado entre os eleitores, pof nto poder o mesmo in-
dividuo excrcer simultneamente funcefles que a lei
quiz que fossem comtnettidas a diversas pessoas.
2. Que igualmente bem resolvida foi por V. Exc. a
segunda duvida, ordenando que o juiz de paz convo-
rasse lodosos eleitores,e smente os tres supplen-
tes que tem a parochia, e que com clles procedesse
formac.lo da junta, devendo esta regular-so. pelo que
dispOeo artigo 11 da lei, com referencia ao artigo 9o,
o qual, supposlo n3o prevenisse a hypothese de ter
alguma parochia menor numero de supplentes qie
de eleitores, prevenio cotntudo a de s comparece-
retn tres, dous, ou ainda um nico supplente.
3.* Que, como tica dito, est providenciado no ri-
lado artigo 11, com referencia ao artigo 9.*da lei, o
modo por quetlevc de proceder-se no caso de com-
parecer um nico supplente, e que a mesma provi-
dencia dover adoptar-se no caso de ter a parochia
um s supplente, devendo s esse ser convocado; e
quando noiii esse comprela, observar-se-ha o dis-
posto no artigo 12. O que ludo conimunico a V. Exc.
para a sua inlclligcncia e governo.
lieos guarde a V. Exc. Palacio do Rio-de-Janeiro,
em 18 de Janeiro de 1847. Joaqum Marcelino de
rito. Sr presidente da provincia da Bahia.
Bl SPA DO DE PER AMBCO.
Domi Joo da Purificado Marques l'erdigo, conego n-
granle de Santo Agostinho, pela graea de Dos e da
Sania S Apostlica, hispo de Pernambuco, do conce-
Mo de S. M. I. e C, ele.
Aos reverendos parochos e clero, e a todos os
nossos diocesanos sade e paz em Jestis-Cbristo.
Ilaveudo c Santissimo Padre Gregorio XVI, de sau-
dosa recordarlo, approvado, pelas suas lellras apos-
tolicasdo 1.* de marco do anno passado, a associa-
cflodV fcatholica no imperio do Brasil, dignando-
sq de lite conceder todas as indulgencias outotcadas
pela S Apostlica assoeiagilo da propaga^ilo da f,
insliluida em Franca ; he danosso dever dirii>inno-
nosaos fiis comnicttidos nossa pastoral vigilancia,
patentefltulo-lhes o prazer em que o nosso coraefio
superabunda, vendo felizmente coradas, assim pe-
la confirmac.no pontificia como pela unccBo impe-
rial, as diligencias dos instituidores de tilo piedosa
associaijiio, na capital desta provincia.
Ozelo que os animou he sem duvida credor de
sinceros encomios, c tiinguctn podet disputar-lhcs
a gloria delerem sidoosprimcirosqucconcorrcram tudooquolhc restavapara scu sustento. (Marc. C.
19 V. 41, etc.)
Passando agora a dirigir-nos em particular ao nos-
so reverendo clero, nos os exhortamos com espe-
cialitlade, alim de que com os seus discursos e com
o sen cxemplo concorram para o augmento da reli-
giosa associaQilo, da qual seilevem esperar copiosos
Eructos de bencfiD. I.ciam oexcellenlo opsculo que
trata do eslabeleciment e progresso da associaQilo
da propagaQfioda f.fundadfl em LiBo de FrattQa;con-
sullam os aunaos da mesma associaQfio, e meditanto
altPtilamcntc DOS incalculaveis bem queem todas as
partes do inundo conheeido leent produ/.ido os apos-
tlicos Irabalbos dos dignos ministros do Evangclho
que niiodtividamde subjeitar-se a lodos os incom-
modos, o de all'rontar lodos osperlgOS pela Balvacdo
das almas,deixem-se possuir de urna santa emulacSo,
e pe.lindo ao Pai dasluzes, donde provem todo o dom
ptimo e toda a dadiva perfeita, quo Ibes inspire o
santo desojo do imitar aquellos apostlicos varos,
comecem por se empenhar com todas as fdreas no
progresso da associaQfio que entre nos pode produ-
zir os mesmos inapreciaveis bens.
Dirigindo-nos, por ultimo esobretudo, aos ama-
dos cooperadores do nosso ministerio sagrado, nos
os exhortamos mui especialmente a mo perderem
qualqucr opportunidado que so Ibes oflereQa de
instruirem os seus parochianos acerca da utilidade
desta associaQo. Nenhuma occasiilo, porm, he mais
oportuna do que aquella em que os reverendos pa-
rochos devem cumplir o sacratsimo dever de dis-
tribuirem aos seus freguezes o alimento espiritual
da palavra divina. Verdade he, com viva inagoa o
dizemos, que a infracQilo deste dever, apezar das
nossas repetidas admoestaQoes, lamenlavelmenle se
tem tornado tilo geral, que bem se pode dizer com o
propheta : Os pequeninos pedir ni pao, n.'ioliavia
quem Ih'o partase. (Thrcn. C. 4: V. 1. Mas nom
por isso deixaremns de repetir c de intimroste in-
dispeusavel dever,arguindo, rogando e admocstandq
com loda a paciencia o persoveranca. Atlendam.pois,
os reverendos parochos exhortacSo que inslante-
meuli! Ibes dirigimos em nomo de Jesus-C.brislo; cvt-
lem a tremenda reepootililidedade era que incorre-
rilo infringindo o restricto dever que contiaiiiam ;
aniiunciem aos seus freguezes a palavra divina, e
entilo especialmente os persuadam a alistar-se tiesta
rccominendavclassociaQao, ponderando-Ibes as f.;rali-
des vantagons que devem resultar de tuna ii
rw>
MEMORIAS DE UM MEDICO. (*)
pon aicyanore jumis.
PRIMEIRA PARTE.
f dfl 33iS&333o
CAPITULO XLH.
O OXMIO DO BXM.
Balem porta, disse madama Dubarry. Chon
oorrcu janella.
I.mcaixilol gritou ella.
Cmcaixno repeli a condes. Entra para ca?
-Entra- ao; m; enl.egam-no ao guarda-
l'Orto. ^
Corra, JoHo corra pelo amor de Dos.
Joo precipitou-se pela cscada aba.xo, passou adi-
anto de todos os lacaios, c arrancou o ca.xao das
milos do porteiro.
(*) Vide Diario n.* 27.
para urna instituiQilo, de quo devem resultar os mais
preciosos fructos ao vastissimo imperio da Santa-
Cruz. Mas, para que se consigam os litis da associa-
Qfio, he de absoluta necessidade que ella cont um
numero de associadps, cujo subsidios Ihe subminis-
tren os meios quo devo empregar para a consoctiQflo
desses fins. A pregacfto do evangclho, a catecheac
dos ludios, a fundaQo do um seminario especial-
mente consagrado a instruceflo d'aquelles que se
Dizerm dedicar aoexercicio das missOes, taessilo
em summa os fins da associaQilo. Equem podera des-
conhecerquanto elles-silo importantes, quanto s3o
dignos de que nelles so empenhem lodos os esfotQos
da piedade cht istila ? A prcgacSo do evangelho, co-
niecaila desdo os apostlos, e continuada por urna
succosso nunca inlerrmpida, sempre til, sempre
necossaria, bem sepdecomtudo alTirmarquc muito
convem que solicitamente se promova nestoa tem-
eos de indifTercnQa e de universal corrupcuo, em
que se pretende escurecer o mal quo se pratica, dan-
do-se ao vicio a cor da virtude, o em que por isso o
Senhorest dizendo a cada um dos ministros da pala-
vra divina, como outr'ora disse ao propheta: Clama,
nuocesses, levanta como trombeta a tua voz, e a;;-
nuncia ao meu povo as suas maldades. .Isai. C 58.a
V. 1.*)
Acatecheso dos ludios he omeio do levar a boa
nova (lasalvaQo ao centro dossas gentilidades que
infelizmente anda jazem as trevas e asombra da
morte, esperando pela benfica luz do evangelho pa-
ra poderem dirigir os seus passos velo caminhodapaz.
Um seminario particularmente destinado instruc-
(So dos que aspiram a exercer o ministerio das mis-
sOes, he una nstituicflo tanto para desejar entre
nos, quanto lio scnsivcl a falta de ministros que
possam dedicar-so a um tilo proveiloso exercicio.
Mas nflo he necessario que nos demoremos cm de-
monstrar a utilidade dos fins desta rocommendavcl
associacio ; para que isto se reoonOQQa nao he pre-
ciso mais do que exp-los simplesniento. O nosso
intento porlanlo nSo lio otttro scno exbortarmos
os nossos amados fillios em Jesus-Christo a concor-
rerem quanto estiver ao seu alcance para o progres-
so de urna tilo louvavel etnpreza Na verdade que o-
bra mais meritoria e mais agradavel aos oltios de
Dos, (loque concorrer para que o seu santonome
seja glorificado, assim pela penitencia d'aquelles
que o haviam deshonrado, transgrdanlo a lei, co-
mo pela conversfio d'aquelles que nunca o linban
conheeido? Deque louvor se conslituotii, pois, dig-
nos os ministros do evangelho que, animados doar-
dcntezelodasalvaQaodas almas, generosamente se
dedicam a esta gloriosa empreza? Quo magnifico
premio Ibes esl reservado nos ceos I Ah Se vos
bem o ponderardes, sem duvida vos inflammareis no
mais vivo desejo de participardes dessa inopreciavel
recompensa. Poiseu vos allirmo que a ella tetis
direito, una vez que cornos vossossoccoi ros coo-
peris para o xito de una tilo santa .empreza. O
supremo Rcmunerador, que retribue a cada um se-
gundo as auasobras, nao deixa iienhiima obra boa
sem recompensa. Contribu, pois, lilhos dileclissi-
inos, contribu quanto estiver em vos f ara o cngraii-
decimento dessa ullilissinia associaQfio, da qual de-
vem provir os maiores bens, assim a religiflo como
ao estado; bens que a ninguem devem ser indill'e-
rentes, porquo a todos interessam, qualquer quo seja
a relacao em que esses bens se consideren).
Os qu n3o poderem ser associados adieos, pode-
rflo ser contribuintes, como os denominan) os estatu-
tos da associacao, e alm de gozarem de todas as
graQa* que a Santa S concede a todos os associados,
bem poder ser que o diminuto donativo dos segun-
dos tenbadianto de Dos maior mrito do quo o dos
primeiros. As duas pequeas moedas quo a pobre
viuva, de que fulla o Evangelho, laitQOU no gazofyla-
cio, foram eslimadas por Jesus-Cbnsto em mais do
que os largos donativos que os ricos all lanQavam;
porque estes, como disse o Salvador; deram do que
tinham na sua abundancia ; porm a pobre viuva
deuda sua mesma indigencia ludo oquottnba, e
cHo, cujo lni be a gloria de Dos, o o augmento da
religiao. I'ondereni tainbcm os reverendos paro-
chos o abundante soccotrro quo no exercicio do seu
laborioso ministerio devem esperar desta associa-
eilo. Rellictam em un atleiitaiueiile em lodoso bens
quedella podem resultar, ereconhecendo quanto
Slla be digna do seu zelo 0 da sua piedade, necessa-
namente se einpenbarao em a propagarcom a maior
solicitude. Assim o esperamos de VOS, nossos ama-
dos cooperadores, para que cos ros faca dtgnos da sua
vocuedo, e cumpra loda o contelho de bomlade e a 0*n
de f pelo seu poder; afim de que o nome de Nom Senhor
Jesus-Crislo seja glorificado em ros, e vos nellejiela gn-
ca de Dos e do mesmo Senhor Jesut-Chrislo. (Ep. S.
aoslbess. Cap. I-V.11 el.) .
Esta sera lida pelos reverendos parochos a MlacflO
da missa parochial em tres das festivos, e registrada
no I i vro competente.
Palacio da Soledade, 6 de feverciro de 1847.
Jodo, hispo diocesano.
_____________aB^aaaaaaaaaaWBaaaal 'aiin m irwnarar
EXTERIOR.
Chon olhava atravs das vidraQas, emquanto o vis-
conde abria a caixa, ondo melteu a m3o toda, daudo
um urro de alegra. ..
Ahi vinha um adtuiravel Testido desetim da tuina,
com flores recortadas, e urna guarni do rendas,
e.raLnm0veslul um vestido! gritouChonbatendo
* r,Qucm le entregou isto, casmurro? perguntou
JoSo ao porteiro.
Fot urna mulher, senhor.
Mas que mulher?
Maoaconheco,
Z Sen,t?,dlap?oz este caixao na porta, edisse-
"...Xn^ a seniora condessa o tornou a entrar
"ocarrinho que a bavia trazido, e parti com toda
atr^a'.?eos,Vat".oS un, vestido, he o que im-
P^a'joao, suba! gritou Cboa; a mana morre de im-
Va-a veja, admire, disse Jo3o, eisoquooco
nOS-C0Vraa'mo me ha de servir, c como me serviria,
se^o0oi'feitoprami.n? MouDoos! hepena! por-
aue emfim he inuilo bonito.
4 Chon tomou-lhe rpidamente a medida.
tem o comprmento e a cintura tal qual, ai
se ella.
NOTICIAS DO RIO DA l'RAl'A.
Montevideo, 9 do dezembro.
Tivemos hontem novase importantes noticias de
Buenos-Ayrcs. A seguinlo carta, que nos ro commii-
nicada por pessoa do todo o respeito, o que he rati-
ficada por varias outras, resumo as principara
Buenos-Ayres, 26 de dezembro. O secretario
das relaQocs exteriores do presidente legal D. Argen-
Que admiravel fazenda! disse Dubarry.
Isto pareco urna fbula disse Chon.
Faz medo disse a condessa.
Pelo contrario, disse Joao, prova isto, que, se
a mano tem grandes inimigos, tem igualmente ami-
gos muito develados.
N8o pode ser amigo, disse.Chon-, porque nm-
guenvsabia do que se tramara contra nos.' lie ii
tin Hurriaga o o coronel D. Plabo Alegre, cliegaiam
hontem do Buceo. Estamanhaa fallou-se nislo aber-
tamente, dizendo-se que a sua viuda tem relactlo
com osproceditnenlos del'rquiza ; o qual, segundo
so tem dito gcralmento lia dias, leve commutiicaQes
com o governo de Montevideo ccomOribo sobre o
assumpto de ptlr termo u guerra. Este governo re-
cebeu tambem oflicios derqoiza, sobro cujo con-
tedo ha divergencia de dizeres qualquer, porm,
que elle seja, o que nao admilte duvida he que esto
governo est altanienle exasperado contra Irqui/.a.
Dir.cm alguns que Oribe, arliando-seem m posujSo,
por causa da que oceupa Rivera, e da neutra I tdade do
l'rquiza, podo estar mais disposto a submetter-se a
eondlcOes de paz ; o que Iturriaga veio com otim de
fazer comprehender a este governo a necessidade do
fazer alguma cousa neste sonlido. Recoio muito quo
este modo de ver as cousas seja demasiadamente fa-
voravel.
Pareco certo que Rosas devolveu ao governador
Drquiza o tratado de Alcaraz, em termos mui corte-
zas, porm rejeitando-o totalmente, c exgndo a ce-
leliiYn'Jo deoutroque contenba sseguintes condi-
QoOS:
1.' ReincorporaQo de Corrientes ao que Rosas
chama ConlederacSo, nos mesmos termos que o de
todas as provincias quo Ihe obedecen).
>.' DelcgaQto a llosas da faculdade de dirigir as
rclaQes exteriores.
8.' RestituicSoaos emigrados correnllnos dos bens
quejexistam dos quo Ibes Imam einbargados.e indem-
nisaQo pelos que teem sido alienados ou quo por
qualquer motivo n!Io existam.
4 InilemnisaQao por todos os ell'eilos c proprie-
dades capturadas nocomboi que suba ao Paraguay.
As noticias recebidas hontem do interior do paiz
SSo satisfactorias. Uma carta de las Vacas, com data
de 3 do crtente, diz que nesta dala se havia recebi-
doumproprio do Sallo, annunciaudo uma opora-
Qfio, cujo resultado bavia sido tomar no inimigo mil
cavallos em excellenle estado.
I. Servando (otiicz havia evacuado Paisand, se-
gundo annunciam pessoas chegadas oaquellas para-
gens. Ignorava-so o poni a quo se diriga; mas sup-
poe-seque ptocurava ineorporar-so com D. Ignacio
Oribe.
Por va do Buenos-A) res ha noticias do Chile at
10de novombro. Commiinica-ae-nos que a amiga o
debatida questao do coniniercio transandino foi re-
solvida pelo governo chileno, permitlindo esse com-
tnercio pela cordilheira, mediante um direito do
transito de 10 por cenlo.
Esta simples infoi niaQao que nos temos he confir-
mada por varias cartas commercus. F.ni conscqtien-
cia destos arranjos, l'ez-se entre osgovernos de Bue-
nos-Ayres e do Chile un ajuste sobre correios, se-
Kundooqual deve sabir nina mala cada quinte dias
de rada tuna das duas capitaes.
(Commercio.)
(Jornal do Commercio.)
rntsumosmusa
u u^ IS# fcj** a^ #aai ** ** av*' *-* ^- -* --------^^ .
P"-"m vestido! repeli madama Dubarry, pres- Flmenlo alguma fada, ou genio, algn, du-
lesasuccumbr alegra, como quas-succumbira
ende.
__Soja o diabo! atalhou a condessa, pouco me
importa, com tanto quo me ajude a combater os
Crammonts; nunca ha de elle ser tilo diabo como es-
sa gente __ .
E agora, disse Jo8o, que me lembro de uma
cousa I
Deque he que selembra?
Que pode aflbutamonte entregar a cabeija aqu
ao senhor mestre. .
Quom Ihe d essa segu ranea ? ...
Klle nao podia deixar de ser prevenido pelo
mesmo amigo que nos rmetteu o vestido.
__ EUi disse Leonardo com ingenua sorproza.
__Ora, vamos la disse Joilo, essa historia de ga-
zeta he uma farsa, nflo he assim, meu charo senhor
mestre? ,
He a pura verdade, senhor vtscondo.
Ande l, confesse, disse a condessa.
Aquiteiihoarolha naalgibeira, minba senho-
ra;guardei-a para papelotes.
O rapaz tirou com cflcilo da algiheira do jale-
co uma gazcla, na qual se annunciava a apresen-
Uio.
Correspondencia,
Srs. Redactores. -- Em o Nazareno n. 2, de 29 de Ja-
neiro ultimo, se a|>reseiitou um rahiscador que asi
mesmo se apellida o Inimigo da Impostura, mas que
devendo desempenhar o pomposo titulo, a todos se
deu a conlieccr pelo maior dos impostores. En devia
leixar ladrar esse quom qur que he, firmo em que,
quem responde ao estulto, se faz a elle semelban-
te~ ; mas ja que calu na primeira asneira de o lr,
va a segunda de dar-me a responder-lhe. He certo
que os principies tiros do tal rabiscador foram dis-
parados contra o Sr. Miguel Archanjo Moutcirode An-
drade, inspector da allandega, e que se nao fra de
eterna JustiQa nao se doverem deixar passar impunes
as falsidades c calumnias, ou me nao animara a
mostrar a que poni chega a ousadia hoje em Per-
nambuco, que ha rabiscador que so atreve a fallar
contra um empregado, cuja honradez he hoje pro-
Vamos, maos obra, acudi Chon. Ahi d3o oi-
to horas.
Oh! temos lempo, disse o cabellerero; basta
uma para a senhora condessa ir.
Sim, so livertnosumacarruagera, dissearon-
dessa.
Comosdiabos! he verdade! disseJo3o; eesse
picaro de Franciau que nao chega.
Nos fomos traludos, disse a condessa : nem ca-
bellereiro, nem vestido, nem cocho!
Oh! disso Chon assustada, lallar-nos-hia ello
tambem a palavra?
NflO, bradou Joao, nao, que ahi est elle!
Eo coche? o coclie? gritou a condessa.
Havia do (car porta. O guarda-portflo va i
abri-la, disse Joao. Mas que lem o segeiro?
Com efTeito, quasi no mesmo instante entrava na
sala todo aterrado mestre Franciau.
Ah senhor viscondo! exclamou elle, o coche
da senhora condessa vnha para aqu, quando, ao
voltar da ra Travcrsirc, foi o meu conlrameslre,
quo oconduzia, atacado por qualro hoincus aue o
deitaram por tetra, c pondo os cavallos a galope,
desappareceram pela ra Saint-Nicaise.
Nao Ihe dizta eu, exclamou Dubarry jubiloso
sem levantar-so da cadena, onde so sentara ao ver
entrar o segeiro, nao lh'o dizia eu ?
,Isto he um attentado! bradou Chon. Evosse
nSo semove, mano?
Mover-me, cu: e para que?
Para nosarranjar urna carruagem, que as quo
temos aqu cstao todas sujas, e os cavallos estafados.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


jm
W
verbial em todo o Brasil, e mesmo fra dclle : c/i
temo ofTender a modestia do Sr. inspector, e por is-
so mui rpidamente direi algumas palavras para que
so conheca a sem-rasao e impostura do que se alcu-
, nha dclla inimigo. Diz a correspondencia que o Sr
Domingos, capataz da alfandega, tem atao rnente
cumprtdo exactamente os seu$ deveres, e que o Sr. ins-
pector npezardisso tem sido para com elle rispido,
pouco pohdo e mesmo poueo honesto. Quem conhece
o Sr. inspector, e sabe quanto Ihe propria a modera-
cao e civilidade bem v que tal procedimento he
absolutamente impossvel j he verdade que quem
quer que fabricou a tal correspondencia, e cujo fim
ro, como hesalente, canonisar quasi aoSr. capa-
taz, naofoi lmuito feliz noseu plano, porque dei-
xou antever que o son elogiado snmpre tem mereci-
do e ouvido algumas advertencias e correcedes da
parte do Sr. inspector : e se as tem ouvido he porque
nao tem cumprtdo os stus dtvere; pois he bem noto-
rio que o Sr. inspector quer ordem. regularidade, c
1ue toJos cumpram com as suas obrigacOes, e nlo
pode por aua honra c carador condescender com
exigencias descuidos e desleixos que prejudiquem o
commercio c por conseguinte a fazenda. Se o Sr. ca-
pataz nilo contava com isto, enganou-se nos seus
clculos: nao so Iluda, e julga que por ser capa-
taz da airandeg tudo se curvar aoseu ligeiro man-
do : os lempos de boje nlo silo os de outras pocas.
SeoSr. capataz tino quur ser advertido pelo honesto
inspector cuide de cumprir os seus deveres, pois,
quandoassim o nlo fizer, cont decerto com a ad-
nioestacno do Sr. Miguel Archanjo, quo sabe bem
cumprir suas obrigacOes, e que na execueo dellas
nao tem (gracas a Dos que na poca he isto raro!)
conlemplaeOes com pessoa alguma.
O Sr. que se intitula Inimigo da impostura bem sa-
l.e. ou (levesaber, que o Sr. capataz nao deve ter in-
dolencia da sua parle, que deve empregar Torcas suf-
Jicienles c aptas no expediente; que deve ter os vo-
luntes era ordom dentro dos armazens da alfandega,
que deve tersempre no servico os bracos queso com-
prometteu no contrato, nao nominaes, mas reaes,
para que nfloaconteca sorem chamados do fra aim
de ajudarcm o expediente a custa dos particulares :
que deve trazera despacho os volumes com pronta
iido, sem seleccOes esem novas retribuicOes ; que
ueve em lm ser exacto no cumplimento de seus de-
veres, porque cntao nem ser advertido pelo probo c
recto inspector, nem ser, a titulo do elogio, des-
comnosto indirectamente pelo rabiscadorda corres-
pondencia citada.
Sou, Srs. Redactores, umseu leitor,
JofloAnastacioDias.
Antonio Monteiro Malvinas.
Dallhazar de Miranda Santiago.
Nunosda Fonceca Calvilo.
Justino Marlyr Corroa do Mello.
Joaquim Correia de Araujo.
lu/ Bras Bezerra Campcllo.
Ladislao Jos Ferr ira.
Lourcnco Jos das Neves.
Luiz Antonio Vieira.
Patricio Jos de Soasa.
Coronel Trajano Cezar Borlamaque.
Deca raides.
x.
COMMERCIO.
Alfandega.
RENDIMENTO DO DA 8. .
5:956,713
DESCARItECAH HOJE 9.
BrigueCaro/e-bacalho.
Patacho Kente mercadorias.
Bngue-oniV/e-idem.
Calera--5eropAna~idem.
IMPORTACAO'.
nhdSf! ; bri*uel,esl)a"1,ol.*vindodeTorre-Velha,
en ti ado no corrente mez, consignado a Lenoir Pu-
gei & (.., manifcstou o seguinte:
80 medidas de sal; ao mesmo consignatario.
Consulado.
REIVDIMF.NTO DO DA 8.
Ceral........
Provincial. .... i
Diversas provincias .'.'.',,
CMARA MUNICIPAL.
No da 10 do corrente, serSo pos tos em praca a
uem mais der os objectos pertencentes compauhia
e ribeh nhos, taes como carrosas, cavados, etc.
Os licitamos ilevero comparecer na casa das es-
sOes da cmara municipal, s 12 horas do indicado
da.
I'iccife, 6 do fevereiro do 1847.
i Jodo Josi l'erreira de Aguiar,
nfci >.; Secretario.
O lllm- Sr. inspector interino do arsenal de ma-
rinha manda fazerpublco, que (ica espacado ateo
dia 18 do correte mez o prazo anniinciado para o
contrato da madeira de amarello para a factura da
nova barca de escavano : devendo os prclendentes
apresentar at esse dia, as 11 horas da mantilla,
as suas propostas, por ser o em quo pretende-se
realisar o referido contrato.
Secrelara da inspecco do arsenal de mrinlia de
Pernambuco, 5 de fevereiro de 18*7.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjoe.
- Existe no correio geral urna carta para segurar
para a Babia a entregara Antonio de Oliveira Dar-
ros, cujo seguro nlo se realisou por a parte nao ter
salisfeilo a importancia do mesmo seguro.
O CARNAVAL.
A par de seu senhor sentado o servo
Igualdade exprimi dos tempos de ouro;
a Poltica firmando at nos gostos
Sagrou-lhe sobre o mar Venoza um templo :
Dos tribunaess venerandas portas
Sorrindo-se apparecc a liberdade,
E rigor, sujeicao llalli removo;
O instante que seus jogos annuncia.
Da cidade atinada o sizo varre ; *
Entao lei respeitavcl er Veneza
a Vestir-se o rosto de emprestada face ;
a Ella ao mysterio d seguro asylo,
L'm mortal mascarado he quasi um nume.
Mr. Dorcet.
I'
pelo padre mestre Miguel doSacramcnto Lopes Ca-
ma vai ser adoptada como compendio de rhetrica
no collegio das artes do curso jurdico deOtinda, e
bem assm no lyco, ondo o mesmo padre mestre
est encarregado de reger interinamente a dita ca-
deira durante o impedimento do seu proprietario.
Alm da loja do Recife e da botica do Sr. Bartholo-
meo vende-se na loja de livros do pateo do Colle-
gio n. 2, a 5,000 rs. cada exemplar de dous volunte
encadernados.
HISTORIA DE PORTUGAL
poa
Alexanit Berculano.
Ossenhores assgnantesdesta obra pndem mandar
buscar o primeiro volunte casa n. 7 da ra da
Cruz (2. andar); servinde-se enviar 3,000 rs.,custo e
despezas al aqu do dito livro.
Como fnalisassemos a primeiraserie da nossa re-
vista, o Prucbksso, a pretendamos dar a segunda so-
bre novas bases, fazemos o presente para que os Srs.
subscriptores fiquem inteirados das condicOes da
respectiva assignatura.
O PftocRESso sahir d'ora em* van te urna vez por
mez, n'um folheto de 48 paginas em 8. grande; a
ultima parte da revista ser consagrada publica-
rlo de romances dos mais celebres escriptores mo-
dernos; copreco da assignatura ser 2,000 rs. por
trimestre, pagos adiantados.
Subscreve-se na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, no Aterro-da-Boa-Vista loja do Sr.
E. Chardon, e no Recife, loja do Sr. Cardozo Ayrcs.
Acha-so no prelo o 1. numero da 2.' serie.
A. P.de Figueiredo.
outras fazendas a variadas, por cunta e risco de quem
pertencer, e de lindo sortimenlo de outras limpas o
proprias do mercado : quarta-feira, 10 do correnle
as 10 horas da manlia, no seu armazem, ra d'AI-
fandega-Velha.
Avisos diverso.'
Avisos martimos.
LOTERA
DA MATRIZ
HA CIDADE DA VICTORIA.
Acha-se novamenlc designado o dia 26 do corren-
te mez para tercm andamento as rodas desta lotera
enno obstante a difliculdade na venda do restodos
respectivos bilhetes, causada pela falla de notas de
pequeos valores que facilitem os trocos, todava
espera o thesoureiro que ser efTcctuada referida
venda, e que o dia mancado nlo ser espacado. o
restante dos bilhetes acha-so venda nos legare,
jannunciados.
Tlieatro publico.
O CARNAVAL DE VENEZA
Para Lisboa salte, com a possivel brevidade, o
brigue portuguez S.-Domingos, por ter a maior parte
da carga prompta: quem no mesmo quizer carregar
ou ir de passagem, para o que oflerece bons commo-
dos, diija-se aos consignatarios, Mendos & Tarrozo,
ra da Cruz, n. 54, ou aatcapitflo, Manoel Goncalves
Vianna, na praca do Commercio.
Para a Baha salte, no dia 15 do andante mez, a
sumaca Santa-Cruz, por ter a maior parte da carga
prompta : quem na mesma quizer carregar ou ir de
passagem dirija-se ao lado do Corpo-Santo, n. 25.
Para a Baha segu em poucos das, por ter parte
de seu garregamento prompta. a sumaca Santo-Anlo-
nxo-de-l'tidua, forrada e encavilhada do cobre: para
carga e passageros dirijam-sc a ra do Vigario, n. 5.
Para a IhadeS.-Miguel partir, al o fim do
corrente mez, o brigue brasileiro Espirito-Santo, de
muito boa marcha e bons commodos para passage-
ros: para carga e passageros trata-so com Jos de
Medeiros Tavares, na esquina do becco do Rozario,
n. II.
Para o Porto sahir com brevidade a barca Bel- ,
la-Pernambucana, por ter parto da carga prompta; ?",%intheresse, d quem nella quizer carregar ou ir de passagem, para'|Nossa-Senhora-do-Tcrco.
oouetemexcellentps cnmmmina .lirii!..!. Aiuga-se urna esc
3:111,875
1:166,422
122,948
4:401,245
JUoviiuenlo do Porto.
... ^'avio entrado no dia 8.
&i inT0'" 20dias' brisue '"! Mente, de
284 toneladas, capitOo Andrew Kerr, cquipagem
12 ; cm lastro ; a Me. Calmont & Companliia
, Navio sahido no mesmo dia.
Jarahiba; hiate brasileiro Pureza-de-Maria. caD-
taoBcrnard.no Jos Bandeira, carga varios ge-
lclial."
RECTIFICACAO DA LISTA DOS JURADOS, ULTIMA-
MENTE PUBLICADA.
Antonio Rento Froes.
Francisco Lucio de Castro
Jos Umbolino de Miranda.
Gomes LeSo.
Ignacio do Monte.
Pereira Dutra.
Ferraz Da Uro.
Joanna nao pode ir a Vcrsalhes em semelhantes car-
Essa he boa! dsse Dubarry, aquello oue nfle
freioao furor das ondas, que da comer os^r
mer2U ".m-^ "m cabel,erci'. ~mo osenhr
mestre, o um vestido como este, nao nos deixai
em me o decaminho por falta de urna erruage"
Oh! i.aoouve? atalhou Chon,ahi rola ma
E que ate para, replicou Dubarry.
Mas nao cnlra, disse a condessa.
N3o entra, he isso, respondeu Jo3o.
E saltando janella, que abri;
.^.0r?co.^am, 81-itouellc, corram, se nao che-
Sos"ot8tsoDbePm7e3uao!rde,,re8a' ^^ >
mC.r!d0' lacaios> bolieiros, tudo se precioitou
SVfi0eral,empo- Um che forrada de stm
S.vaa peoPrtUa"d Pr dou-berbos cavallos S$Z
gurava os cavallos pelas redeas. encontra(o se-
Lsse moco havia recebido seis libras da
S"' M"' e-ev.dr.brpae8|odar^
KEB? raosC.a?s8.rmmar rpd PnCel "a-
duSu^alto.1^ Cm desfaMr *o hA.
vl!2S'3%ra par" I*' f-"ou a
Falto o que, aabio para o gabinete de vestir, onde
ou
FOLI1A REAL.
SABBADO, 13 DO CORRENTE, DOMINGO, 14.TER-
CA-FEIRA, 16
em qu linda o carnaval.
Nestastres noitesse representaro os mais jocosos
dramas, ornados de cantonas e dances de mascaras
Ha alguns annos era costume em Portugal mandar
vir da Italia um hbil machinista para por em scena
as grandes pecas mgicas, bem como-o Annel de
Gges-.Ubynnto de Crea-, Mgico de Salernc-,ctc
lloje, porem, estilo em voga os dramas jocosos, ter-
minandocom os bailes de mascaras, a que sSo admit-
tidas as pessoas de ambos os sexos, que nestas tres
noites se querem desenfadar dos trabalhos quot-
dianos, precedendo cartio do director, para serem
admittidas as dancas de mascarados; fornecendo-
Ihes a casa mascaras o vestuarios.
1 drama jocosoo Engao Nocturno.
2.' a --o Calotismo.
3. o Poeta das Asturias.
DANCAS.
0 quinteto-chinez, a polka, mashurka, escocez,
montenello gavota, lundum Figurado, caxuxa e
outras dancas dos mascarados; cavatinas e duelos
jocosos, e tonadilhas. Oque tudo ser executado
pela brilnanto compauhia das pastoras.
assionaturas. .
Platea, pelas tres noites....... ooo
Camarotes de lado, por tres noites, 1." ordem 6*000
Ditos da ordem nobre, de lado..... 8 ooo
Ditos da 3." ordem, de lado .....' s'ooo
Frentes da 1." ordem, por tres noites '. '. '. 9'ooo,
Ditas da ordem nobre, por tres noites is'ooo
Ditas da 3." ordom, por tres noites s'ooo
Pagos adiantados no tlieatro. '
Publicares litterarias.
A obra olementar-LicOeade Eloquenca Nacional-
o que tem excellentes commodos,
tilo na pra^a, ou ao consignatario
de Moraes, na ra da Cadeia do Kcunc, u. ai.
-- Para o Rio-de-Janeiro seguir breve o veleiro'
brigue nacional talla; o qual anda recebe alguma
0 n. 154 sabe hoje a tardo; traz um artigo sobre a cul-
tura da canna no Maranhao, transcripto da Revista
no qual o seu redactor aecusa os negociantes dosla
pra?a de terem um plano concertado, para que a-
quella cultura nao progrida all; em rosposta, po-
rm, a esta aecusacio appareeem algumas rellexOes
quo bem mostram a injustica do redactor da Revista
Negocios eleitoracs deGoianna. Decisoos sobre
eleices. -- AcontinuaQIo da lista dosdemittidos e
reformados.- Um communicado sobre a administra-
cao do Exm. Sr. Antonio de Azevedo, etc. Yende-sc
na praca da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
ATTENCAO!
Os ltimos diverlimontos de Santo-Amaro eS.
Concalo finalisam hoje, 9 do corrente mez, como
entreteniment dos fandangos, que, por terem tido
immensos applausos em Jaboatao, foram chama-
dos para entreler o respetavel publico era Santo-A-
maro.
Precisa-se de urna preta captiva para o servico
de urna casa de pouca familia: a fallar no Aterro-da-
Boa-Vista, n. 3, primeiro andar.
~Aluga-se unta casa terrea na ra do Mondego,
defronte do becco das Barreiras, por muito comino-
do preco : a fallar na ra do Livramento, sobrado,
n. 8, ou na ra das Flores, n. 11.
Precisa-sc fallar com o correspondente ou pes-
soa que tenha relaclo com o Sr. Luiz Francisco de
S, morador na provincia de Alagoas, a negocio de
grande interesse do mesmo Sr. S: na casa n. 16, em
""reo.
escrava que saiba cozinhar o
n uv iiMssMKcni, paral ,__-------*
os, dirija-seaocani-l "" AluKa-se "ma escrava que saiba cozinhar o
io, Antonio Franciscol!ngmm!r,etambera u.m m?!e.(Jue ou mulatlnho,
) Recife, n. 51. Ido 10 a 14 annos : quem tiver dinja-se a casan. 16,
guir breve o veleroJem Nossa-Scnhora-do-Terco
Drgue nacional Malla; o qual anda recebe alguma! recisa-se de urna ama de leite; na casa n. 16,
carga, escravos e passageros, para o quo tem excel-|no p?, do Terco-
lentes commodos: dirijam-se ao consignatario Joflol ~A,u.8a-80 ou compra-seum escravo queentenda
Francisco da Cruz, ra da Cruz, n. 46. Ido servico depadaria: na ra Diroita, padaria n.
Francisco da Cruz, ra da Cruz, n. 46.
- Espcra-.se do Ito-dc-Jaiieiro, at o dia 16 do cor-
rente mez, o muito veleiro o superior brigue por-
tuguez Sublime capitlo Joo Francisco de Amor;
pretende sahir com toda a brevidade pura Lisboa :
quem no mesmo quizer carregar ou r de passagem
para o que tem os mais asseiados commodos, enten-
da-se com os consignatarios, Oliveira IrmSos&C. ,
na ra da Cruz, n. 9.
--Para o Aracaty o hiate Nereide sogue viagem
no da 11 do corrento, com a carga que ti ver a bor-
do: para passageros, trala-se na ra do Vigario,
Para o Ro-Crande-do-Sul sahe o veleiro bri-
gue brasileiro Umbelina; recebe carga c escravos a
frete, e passageros,para oque tem excellentes com-
modos: dirijam-se a Joilo Francisco da Cruz, ruada
Cruz, n. 46.
m
Leiloes.
o cabellerejro sedispunha a dar condessa asinri
metras provas do seu saber.
Senhor mestre 1 disse elle travando do braco de
Leonardo, se Vm. nos nlo disser quem he o nosso
genio prolector, se o n.lo indicar ao nosso reconhe-
i'impiito, juro/...... o-
Tome cuidado, swihor visconde, atalhou Reu-
mtico o mancebo, V. excellencia faz-me a honra de
apertar-me.com tanta frca o braco, quetere amlo
dormente guando Tor pentear a senftora condessa
ora, nos temos pressa, j l vito otu horas e meia. '
7~ e,Xue' o! ,ar8ue! gritou'a condessa.
Joao cahio de novo na poltrona.
c7nhilafre! rs,se Chon mi,a8>-e-' O vestido he
justinho da medida........ urna pollegada de mais
adiaitte, mais nada I mas este deleito ser corrigdo
em dez nnnutoa. 8
E o coche, que tal he?....... sera capaz deapre-
aentarrsc1 perguntou a condessa.
Do melhox gosto........ eu entrei dentro, res-
pondeu Joao: be guarnecido de setim bronco, per-
fumado de esseiicm de rosos.
h.T.t uJUo' l,ud(M'abem ritou madama Dubarry,
v aS I* maS das,suas lelicadas mfloszinhu
foS feUa Le0n"*d; M M S8hir befn-lcm a 8"a
Schafheiflin & Tob'ler fa
ro leilo, por intervengo do
correlor Oliveira, de grande sor-
timento de fazenda, as mais pro-
prias do mercado, hoje (9 do cor-
renle), terca-feira, s 10 horas da
manha em ponto, no seu arma-
zem, ra da Cruz.
R'Ch'irdRoyle Tara leilSo, por intervenclo do
corretor Oliveira, de grande quantidade de chitas e
funcT"111 no desempenho dessa importante
r,Ah^r,*v(!tdelr<;squart(?sd,h?ra h'o-Ihe madama
Dubarry das mflos mais seductora doqueadeosa
Aphrodita, porque eslava menos nua, enilo era me-
nos Dciifl. _
Logo que elle deu a ultima demSo a esse esplendi-
do edificio, eoxperimenlou-lhe a solidez, logo oue
pedio agoa para as mflos, o humildemente agradeccu
a Chon, que em aeu jubilo o servia como aum mo-
narcha, quiz retirar-se.
Ah! senhor r
[89.
= i'recisa-se de um caixeiro que tenha pratica do
venda : na ra estreita do Rozario, venda, n. 38.
Francisco Pinto da Costa Lima ,
mestre alfaiate, avisa ao publico e a todos os seus
freguezes, que contina com o estabelecimento do
seu ollicio, na ra larga do Rozario, n. 40, primeiro
andar, e que est prompto a fazer qualquer obra,
tanto do homem comodesenhora, com a perfecflo
possivel. O mesmo precisa de alguns olTicacs de o-
brasmiudas.etem bons brinsde linho para vender,
hollandas pretasa 2,500 is. a poca, linha de carretel
branca, aduzia ea retalho, linha de cabeca bran-
ca o encarnada, botOes de ac, marcas de cobrir,
botOes de duraque, meias ourtas de linho, e algu-
mas obras fetas: tudo muito barato.
TA|uga-se o andar terreo ou loja do sobrado n.
12 da ra da Aurora, com ptimos e muito asseiados
commodos para moradia de homem solteiroou de
pouca familia: quem o quizer alugar dirija-so ao
mesmo sobrado a qualquer hora.
Severino Jos de Carvalho cidado brasileiro .
retira-se para Lisboa, a tratar de sua Raudo.
Precisa-se alugar urna preta captiva que saiba
engoramar bem cozinhar, comprar na ra, &c. :
na ra Nova n. 7, segundo andar, defronto do o-
tao da matriz.
As pessoas que teem penhores de ouro em po-
der de Manoel Joaquim da Silva Figueiredo, queiram
ir tira-Ios no prazo de oito das; do contrario ,.serflo
vendidos para pagamento do principal e juros. Esto
annuncio so se entende com os Srs., de cujos penho-
res ja se acham lindos os prazos.
Offerecc-se urna criada porlugueza, de probida-
de, que cozinha bem, engomma com primor e des-
empenha toda a costHra : quem de seu' prestimo se
quizer utilisar annuncie.
nhor Dos! ondo vamos nos parar? Pois bem! meu
charo senhor Leonardo, nilo quero brigarcom Vm.,
tome os seus cem luizes, e guarde o seu segredo, e a
sua liberdade. Vamos, condessa.
Estas palavras se dirigam a madama do Barn,
que entrava tesa e enlejiada, como urna imagem em
seunixo, equeacabavam delirar do'gabinete ao
ponto justo de seservrom dell*.
Vamos, disse Joao para os criados, quatrode
tases peguem na senhora condessa e descara com
mestre, disse Dubarry, saber f ?,'*, ,",,M,3L5?^,enhor* *"* **&*%*> *"
dade de dizer-ntequm he. ,era a bl|-jtf manobra, croque Chon osoccorria comoajudan-
- V. excellencia j o sabe, sou um rapaz que co-lna'r5OCUri*" "" Dubarry Com *Mi0S Leo"
rV&Z^JlSSlV I"'eonardo havia desapparecdo.
- "----------------------~J VMU.II v-nii, i.wilOI UU.
vado QOecon,ea! He boa! Vm- "e mostr appro-
,\,Z>e!i0JlA!0'uT'lo Vm" s^aomeucabeilereiro,
disse a condessa mirando-se enUBmespelho de mfio!
gar-lhc-hei eincoenta luizes porcada ponteado*
W ceremonia. Chon, (J cem luizes ao senhor mes-
re por este primeiro; eincoenta sflo da arras.
Bem lhe dlzia en, minha-senhora que V. excel-
lencia rana a minha reputacuo.
Ss Vm' "P6 na & pentear Imim.
EnUo quem guardar os seus cem luizes, Ex
conla da cabeca d7o7des;redrpHZiravT ccnTnf'- 1u^artar a cem luizea, Ex-
rae leu o pente no caballo, reveku $,wJfir Qif \Ju c?tlM,Ba ^nlioia, quero a minha liberdade, a
lento. U reverou superior ta-Jelladr r, de havc-la penteado boje A lber
Rapidez, gosto. Drefi3n miriwiL ...'dadeii m do homem.
Mas por onde passou elle? murmnrou mada-
ma Dubarry, anda mal lomada a si do todos os es-
pantos porque havia passado.
Por onde passou? disse Joao, pelo assoalhoou
pelo rorro, que ho por onde passant os genios. Ago-
ra, condessa, tomo bem sentido que o seu ponteado
nao se desfoga n'um pastel, que o seu vestido se nfio
mudeem lea d'aranha, e que nflo cheguemos aVcr-
salncs em urna abobara puchada por dous ratos.
Ao annunciar este ultimo receo, metteu-se o vis-
conde tambara na ca.ruagem, onde ja haviam toma-
do lugar a condessa de Barn e sua bemaventurada
aftlhada.
{Continuar-si-hn.) A m '



JSr
-ltoga-se aqualqucr pessoa a quem forem olereci-
ja para empenhar, ou comprar as pe<;as de roupa se-
uuinlcs, deprondercm oportador e participarem, no
secundo andar do sobrado n. 43, na ra estreita do
nozario, defronte da reflnacfb de assucar, ou se por
ventura dous negros ganhadores que, domingo, 7 do
rorrente, das 9 horas da noite em diante, no porto
,\,s canoas da ra Nova, conduzindo un pequeo ba-
lado couro umarel? usado,.c unja caixa de madei-
ra pintada de verde, errando a casa para ondode-
viam levar, tenham guardado, ou scu senhores, ou
nessoas em cujo poder esteja, de participarem, ou
enlrcgarem em a dita casa, que se gratillcar bem:
urna casaca de panno prclo ainda nova, urna calca de
dito dita, ura collete de seiim adamascado de gola de
r.'buco preto, urna catea de brim entrancado branco,
nuatro carnizas de rfiadnpolfo, tudo de homcm; urna
calca de brim oiitrancado, de menino, duas sobreca-
zacas pretas, novas, do princeza milito lina, de me-
ninos, una jaqueta de menino feita a polka, guarne-
cida de tranca prcla; quatr vestidos de cambraia de
senhora, una manta de seda listrada de roxo clare-
sen! barra, quatro lencos do seda, inclusive um de
selim de tres ponUs, um de garca; c outras pecas
miudas, como duas jaquetaa novas de riscado fran-
cez, etc.: e a caixa continha roupa de mulher: s se
quer receber isto e nada mais
__Antonio Palheiros Brrelo Accioli, abaixo as-
slgnado, londo ro Diario n. 29, de 6 do corrente, um
annuncio seni assignatura, em que se offerece de ar-
remlamento urna casa sila nos Apipucos, comprada
inflo se declara por quem ) a sua mulher 1). Anna
Joaquina do Reg Barros, previne aorespeitavel pu-
blico que o dito annuncio lie urna impostura que o
abaixo assignado formalmente repelle, pois que a re-
ferida casa portence aoseu casal, o nem sua mulher
a podia vender. So, pois, existe semelliante venda he
milla, clandestina e absurda pois que o abaixo as-
signado para ella nSo concorreu, e antes est e con-
tinuar a estar na posse da sobredita casa ; e desde
i declara que a nflo entregar a pessoa alguma, e
- que se oppor efTeclivamente a todo o aluamcnto,
que qualquer que hflo or elle fizer protestando,
como protesta, contra essa velhacana, que empre-
juzo d seu direito se quer fazer. Antonio I'ahei-
rosllarrtto Accio. ......
No dia 10 do corrente. na sala das audiencias da
segunda vara do civel, findaella, so ha de arrema tai-
de renda annual urna casa terrea, na ra de S.-Jos,
n 30, avaliadaem 60,000 rs.;ontra dita no lugar da
Cabanga, n. 5, avahada em 30,000 rs.; outra dita na
ra da Gloria, n 81,avaliada em 48,000 rs., o outra
dita na ra Bella, n. 7, avaliada em 96,000 rs po
execuefio da fazenda provincial para pagamento de
-- A mesa regedora da irmandade de N. S. do Ro-
zarlo dos pretos do bairro de S.-Antonio, em respos-
ta ao annuncio de Crispim Marques Nogueira, pu-
blicado no Diario de non tem (26), declara quo ne-
nhuma calumnia Ihe irrogou, chamando-o roubador
das joias, ouro e prata da mesma Senhora, porquan-
lo outro epitheto nSo merece um thesoureiro que,
servindoesse lugar por mais dedousannos, nunca
deu contas, extraviando do cofre todos osobjectos
de valor; n3o sendo para admirar que por esse fac-
i fdsse despronunciado: entretanto a mesma ir-
mandade recorreu daquolla decisflo para ojuizodo
crimeda segunda vara : quanto as lamurias conti-
das na segunda parto do referido annuncio, n3o me-
recem resposta, porque infelizmente o seu autor he
bem conhecido nestacidade, assim como ninguem
ignora as suas proezas.
Veriato de Carvalho Tavares retira-se para Eu-
ropa, a tratar de sua sade.
.-- Jos Gabriel deMoraes Mayer embarca para o
Jlro-de-Janeiro o seu escravo, de nonie Benedicto.
Traspassam-so as chaves do armazem de carne
secca, da ra da l'raia, n. 54: quem o pretender, di-
rjanse n ra Direita, sobrado n. 29.
Francisco Antonio Borges previne ao publico,
3ue Antonio Fernandes nada tem no sitio em l'o/it-
T'chda, junto ao sitio do fallecido Jos Hamos de
Oliveira, que toda a transarlo que se Hzer he nulla.
Offerece-se um rapaz brasileo, de 16 a 18an-
nos de idado, para eaixeiro de qualqucr arrumaco
tanto nesta praca, como para o matto : quem o pre-
tender annuncio para ser procurado.
A pessoa que por engao levou da
barraca do Sr. Jo3o Hilario de Barros,
em S. Amaro, na noite da festa de S
Concalo, una manta de seda parda, com
flores bramas, baja de o mandar entregar
a seu dono, na ra de Penha, n. a5, pri-
meiro andar, que se Ihe ficar inuito
obrigado.
Fuilaram, na noile do din 6 para 7
do corrente, da obra de Jos Goncalves
Ferreira e Silva, atraz dos Martirios, qua-
trotaboas de amarello, decostadinbo, com
a palmos equetjo de largura, sendo 3 de
meia a urna costaneira : quem soubera-
ondeexislem, ou quem "as tirou, dando
parle ao dono, lera aofooo rs. de gratifi-
ca cao.
__Quem por engao tirou urna caria do
correio, vindada Babia, pelo vapor Pa-
raeuse, para Jacintbo Soares de Menezes,
baja deannunciar asna morada,ou diri-
gir-sc ra Nova, loja de alaiate, n. 35.
- A pessoa que annuncou querer comprar cou-
ros mludos para forro, bezerros e meios de sola, di-
rija-sc a ra dos Tanoeiros n. 1.
Oflereco-sc urna ama parda para urna casa de
hornero solleiro, que faz todos oe arranjos de una
casa, e subjeita-se ao ser-vico de portas as dentro i
na ra das Cruzes, 11. 12.
I.OTKRIA I* HIO-DE-JANEIRO.
AOS 20:000,000 DE RES.
Pcrmuta-se um dos melhores sitios
des tacidade, por um engenho moen-
leo orrente, que sejii inteiramente
bom d'agoa o prodcelo, cercado, etc- para o la-
JodoSul, alea distancia daqul 10 legoas o de
maissefor perto do porto de embarque; o sitioque
se d em troca do engenho lio milito bom com ricas
obras de pedra e cal, nasquaes se gastaram 50 conloa
dercis, situado no Arraial, junto a Casa-Forte:
quomquizer fazer este negocio, voltando-se o que
for justo dirija-se a ra Direita n. 29.
Quem sejulgar credorde Arantes* Braga apre^
sent suas contas, no prazo de 5 dias.
Veiidem*sc cadeiras de
pin.o, a polka para asscnlo
de portas de tojas ; um novo
sedimento do laboas de pinho, de costado e eosia-
dinho assoalho c forro para casas e tambem para
fundos de barricas ; taimas americanas de todos o
comprimentos, a at de :t palmos de largura: ntrasdo
Iheatro, armazem de Jnaquim I opes de Almeida ,
eaixeiro doSr. Joflo Matheus.
Vende-se, por procisao, urna preta crioula,
NOVA AULA DE l." LETTRAS.
O abaixo assignado, tendo aberto emsua casa na
roa d Aragflo n. 27 urna aula, onde, alein do cnsino
correcto de primeiras lettras, se dflo ligoes degram-
maticadaslingoas nacional, latina e franceza, con-
tina na mesma aula a receber alumnos externos,
pensionistas, o meios-pensionistas, emprcgando un
nsino, como no tratamento, desvelado zelo,
Faustino Ramos.
irmutado com
ra o seu ai lio
clleTwl^^hei^ o vapor com a lisia. SosRemedio^'c'om ca'sa^effc'.os W^MMe
sendo o niesnio sito, por um terreno sitio na ra impuiai
OITerece-se, para eaixeiro de cobranzas de qual-
3uer negociante nesta praca ou fra della por ter'
isto alguma pralica um rapaz de muito boa con-
ducta: quemdeseu nresmosc quizer utilisar, di-
rija-se ao padro Bacalho ou annuncie.
Cratifica-se a quem der noticias, ou levar a An-
tonio Annes Jacome Pires urna canoa de carreira,
meia nberta rom os signaes seguintes: corrente
de ferro panneiro da proa com assenlos dos lados c
grade para por os ps, pintada por dentro de verdo,
o por fra tem urna cinta encarnada e o resto da ca-
noa preto e j nSo he muito nova.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 14,
sito na ra do Amrim : a tratar na ra da S.-Cruz,
na Boa-Vista, n. 80.
Domingos Rodrigues de Andrade embarca pa-
ra o Rio-de-Janciro os seus escravos Matheus, de
Angola, e Filippe, crioulo.
Perdcram-so duas apolicesdo thesouro publi-
co nacional, do ns. 20 e 21, da quantia doS400,000 rs.
cada urna emittidas e dadas em pagamento pela
thesouraria da fazenda desta provincia a Jos An-
tonio de Oliveira, em 1845, as quaes vencem cada
urna 20/ rs. de juros annuahnente: quem as.achou,
querendorestituir ao seu dono, Jos Antonio do.
Oliveira, ser recompensado.
A commissflo administrativa convida aos Srs. so-
cios para se reunirem boje, 9 do corrento pelas 5
horas da tarde, em assemhla geral, afim de se pro-
ceder eleiclo da nova direceflo que tem de regera
mesma sociedado no prximo futuro anuo: c nessa
occasiflo receber as propostas para convidados a par-
tida da abertura em 4 de margo, anniversario de sua
installacao. Advertindo que desta vez nilo annuira
aos pedidos de convites que se lizercm depois do da
marcado para esseflm.
O doutor P. J. Benit, Francez, retira-se para a
Europa. < *
Na ruado Queimado, n. i5, pnmei-
ro andar, ensina-se meninas a ler, escre-
ver e contar, e grammatica portugueza ;
assim como a fazer lavarinlo, bordar, mar-
car, e cozer chao.
~ Aluga-sc una boa casa terrea, com 4 quartos,
2 salas, quarto separado para pretos o casa para ba-
ndo, grande quintal com parreiras c (igueiras, ro-
manzeirase muitas mais arvoros de fructo; com ca-
cimba d'agoa de beber, a mclhor que se tem visto;
no principio da'estrada dos Afilelos, pegado ao sitio
quo foi da Sr. D. I.aurianna; outra casa terrea com
sotSo corrido muito arejado, no beceo do Scrigado :
trata-se na ra da Cadcia do Recife, n. 25.
Agencia de passaporlcs.
Na ra do Collcgio, n. 10, e no Alerro-da-Boa-
Vista loja n. 48, continuam-so a tirar passaporles
tanto para dentro, como para fra do imperio; assim
como despacham-so escravos : tudo com brevidado
Companhia geral
da agricultura dasviuliasdo
Allo-Douro.
O abaixo assignado, agente desta com-
panliia nesta praca de l'ernambuco, acaba
de receber pela barca Bella-Femambuca
na una rcinessa de vinlios daquella com-
panbia depois que ella foi rehabilitada
pela legislatura de Portugal, e dotada com
fundos pblicos pela le de ai de abril de
1843, para levar a todos os mercados os
padroes e bausas do vinbo^enuino c pu-
ro do Alto-Douro, geralmente conhecido
pelo nome do yinho do Porto, afim de
servirem de guia ao commercio. Esta
remessa, toda de vinlios da mais escolbi-
da qualidade, deve offerecer aos Srs. con-
sumidores, nSo s a certeza da sua pu-
reza, mas tambem o typo verdadeiro do.
cxcellenles vinbos do Porto. Espera,
pois, o abaixo assignado que os Srs. con-
sumidores se dirigirao ra da Moeda, ar-
mazem n 7, para tratarem do ajuste de
qualquer porteo que dfsejarem.
Antonio francisco de Morad.
Grande baile de mascaras, nos
saldes do theatrode Apollo,
nos das de Carnaval.
Sendo uso em as grandes cidados civilisadas os
bailes mascarados durante o Carnaval, c" tendo j
conrecado em o nossopaiz estos divertimentos, nflo
pode o annuncianto deste divertimento dcixar do ac-
ceder aos pedidos de muilas pessoas, para que elle
se encarregue da direceflo deste paasa-tempo. O an-
nunciante roga aos Srs. que quizerem tomar par-
te neste divortimento, bajam do so dirigir ao thea- sem vicios nem achaques, e que serve bem a un 1
tro de Apollo, das 7 da manhfla as 4 t da tardo at casa de todo o necessario ; cozinha o diario de urna
sexta-feira, 12 do corrento. As assignaturassflo a rs. casa e lava desalio o vanclla : na ra do Hospicio,
10,000 pagos vista. (casa terrea, n. 17.
Ayj50 Ycnde-sech hysson .cmcaixas grandes epe-
Os encarregados da festividado do Glorioso S. Pan-
talelo, da capella do Monteiro, fazem sciento quo
domingo/21 do corrente mea,.he a, fosta do mesmo
Glorioso Santo: sendo o levntamento da bandeira
na madrugada desse mesmo dia, ttnavendo a tarde
cavalhadas, o a noite fogo artificial, machinas, &c.
Aluga-se o terceiro aiular.40 sobrado da esqui-
na da ra do Rozara, den uto da igreja : a tratar
na ra das Cruzes, nlfc / '
Fabrica de chapeos
de sol na ra do Pas
seio-Puhlico, 11. S.
T Joflo Loubct adverte aos scusjrcguczcs que
queiram desenganar-so por urna voz sobro os
objectosabaixo declarados, tanto cm preco
como cm qualidade: tem nesta occasiflo um rico
sortimento de chapeos de sol furta-cres c pretos
com barra lavrada os mais modernos que teem
apparecido neste mercado, de igual sorlimenlo ; o
tambem chapeos do sol, de panninho de todas as
coros o ultimo gosto da rainha da Escocia; o para
senhoras 11111 completo sortimento dos mesmos de
todas as cures, pois scus gostos sflo da ultima mo-
da de Pars. Mo mesmo estabelecimento se acha um
completo sortimento de sedas o panninbos de todas
as cores, proprios para toda e qualquer obra que so
quizer fazer pois que sflo proprios para esse fin.
Tambem se concertam chapos de sol, tanto de ho-
mcm como de senhora, com toda a pcrfeicflo, por
preco commodo, e com a inaior brevidade possivol.
Na mesma fabrica tambem se vendem baleias para
espartilhose vestidos.
Compras.
Comprnm-se obras da trra, sendo bem feitas,
sapatOes, sapalos para homem, senhora, meninas e
meninos, sendo de couro, marroquim, de lustro o
de panno ; alguns couros do cabra para forro; ma-
dapolflo em peca ou a rctalho; sola intera ou parti-
da; fio; ccrol; seda para sapateiro ; marroquim in-
teiroou partido, ou couro de lustro: na ra Nova
loja 11. 58.
Ainda se contina a comprar cobras de viado
vivas para remedio : na praqa da Bou-Vista, n. 32
segundo andar.
- Compra-seummolequedel6 a 18 annos, d
bonita figura : quem liver annuncie.
Compra-scum sellim inglez em bom estado
na ra Augusta sobrado cinzento.
= Compra se um molcquc de 11 a 18 annos, de
boa figura, e que cozinle alguma cousa : n
Madre-de-Dcos n. 9.
Compram-se escravos de ambos os sexos, com
prondas e olicios, do 12 a 20 anuos, de bonitas ligu-
rasj; pagam-sebem: na pracinha do Corpo-Santo,
n. 66.
Compram-so dousgallos-do-campina, que sejam
cantadores : quem liver annuncie. _
Compram-se duasgallinhasou nangas ampia-
das c que sejam pelas no todo : no paleo do Tor-
co, 11.1, segundo andar. ....
- Compram-so duas escravas de meia daue :
na ra da Florentina, 11. 7. '
Compra-se una prcla moca, de boa figura ,_c
que soja muito boa engommadeira e costurcira; nao
se ollia a prego : na ra de llortas, n. 70.
Compram-se peonas de ema : na ra do Ran-
ga I n. 43.
Compra-se urna figura do gossoquesirva para
jardim ou chafariz, e que tenha 3 palmos ou mais de
alto : quem liver annuncie.
quenas delS libras ; velas de espermacete do 4, 5
e 6 em libra : na ra da Allandega-Velha n. 36, es-
criptorio de Matheus Aiisiin & Companbia.
ACOA DOJAPAO.
He chogada urna grande porcffo desla lao aprecia-
da como til agoa a qual per si se tem feito conde-
cida, pois, tendo ella em si o insigne remedio de lim-
par a eabeca, amaciar o cabello, e clarear o rosto,
amaciar a pelle,evitaras[cspinlm.s carnaes.cmpigens,
pannos esardas, nflo pode dcixar do continuar com
estima e aceilac,flo. Vcnde-se nicamente na pra-
ta da Independencia us. 13 o 15 a 1000 rs. ; assim
como nutras muitas perfumaras e calcados.
Vende-se urna cadcia de arruar, muito rica ,
torrada de damasco, pintada o dourada ; urna prc-
la excellente cozinheira de forno e fogflo quecn-
gom ma c faz renda e*he ainda moca, por precw
commodo por pertenec' a urna senhora quo se re-
tira do paiz : na ra da Senzalla-Vollia n. 110, pri-
mcro andar.
Vende-se a venda da ra de Agoas-Verdes, 11.
15, com poucos fundos, ou s a armadlo, cujo
aluguel lio muito barato, por sor 3500 rs. mensaes ,
por isso he propria para principiante : a tratar na
Camboa-do-Carmo n. 3.
= VeiKlem-sc barricas c nielas (lilas 00111 fai inlia gal-
Irga muito xiprrlor; barricas o nirl.is (lilas com cal
virgem de Lisboa ; barricas com polassa branca c prcla;
fecbaduras para porla de aruiaicui ; penetras de rame;
rodas de orcos para barricas; biebas de tlamburgo ;
ludo por prejo commodo : na ra do Vigario arina-
tem 11. 9.
As cautelas da lotera da cldadc da Victoria achain-
sc de hoje em diante postas venda no Aterro-da-
Hoa-Vista, nal lojas dos Srs. Cadmio Luiz Ferreira,
n. 1C; Thoinaz Perelra de Mallos Kslima, n. 51; I.eal
tt IrmSo, n. 58, e Antonio Ayres de Castro, n. 72 ,
assim como na travesa do Veras, n. 13, onde os fre-
guezes adiaran sempre um variado sortimento de bou
nmeros. O pagamento das que aliiram premiadas
na pasaada lotera do I.ivramcnto contina a MC relio
como d'anles a toda c qualquer hora do dia, em cx-
cepcao de domingos e das santos.
*$ttWc4fe %%%&
Vendas.
__ V endem-sc dous novos e excellentes
pianos fortes, por preco commodo, no
ra da Cndeia do Recife, n. 3<), primeiro
andar: adverte-se que um he onzontal, e
de boas vozes ; o outro, alm de ser de
nova invcncSo, lie de gabinete, muito pro-
prio para se levar para o mato, e tem urna
macbina para transferir 8)6 vozes ate mais
oito e meia oitavas.
Vendem-se occolos de .alcance, por
preco commodo ; na ra de Cadera do llc-
cife, n. 3g. '4 .m
Vende-se cera para.limas de cliciio
de cores, a i,oaO rs- a ^ra "'un ,na ^
^.^dcadoi. lo Recife, n. 41, precisa-sel ^
liciaes de altaiate de obra miuda. pessoa que se julgar com
OSr Francisco Honorato da Rocha, offlcialde ao sitio, para que, no prtf
1ttb.,omei.,de^S^qo^^
.nueiraannundar sua morada,' ou
seu
e a pra? da Independencia, livrari, nf. 6 e 8.
direito.
Rangel n. 5a.
Vende-se vinho PKK, de superior
qualidade, em barris de quinto, ao prc^o
de 28sooo rs., no armazem de Femando
Jos Braguez, ra da Cadcia.
Vende-se um gallo-de-campiaa, ptimo can-
tador : atrs da Matriz da Boa-Vista n 21
AUeueilo!
20:000,000 de iris.
Acaban) de chegar pelo vapor Paraense, entrado no
dia 5 do corrente, os muito acreditados quartos, oi-
tavos e vigsimos da lotera das salinas de Cabo-
Fro, sendo estas cautelas da casa mais acreditada
que ha no Rio-de-Janeiro; as squae se achama venda
na loja do Sr. Thomaz do AqutnoFonseca, na ra do
Cabug. Adverto-e que os pramios serflo pagos na
Sesma loja.
Vendem-se duas escravat, urna de naci quo
be boa qutandeira e a outra mohrilnha do 19 an
nos, de boa figura : no palco do Carino, n. 7.
O barateiro da esquina do Livramonto par- Jj
' tcipa aos scus freguezes das boas peehin- S
**: chas, que elle lem um novo e rompido sor- "!r
& lmenlo de fazendas que, a visja da boaqua- Jg
$1 lidade 1: precos commodos, mcieconi o tilu- Qr>
fio de boas pechincbas, das quacs se mencio- M
namalgumas,como: cortes de velludo dos
mus modernos, a 5000 rs.; ditos de sctim J"
>9g do corea, com lislras a 2500 e 3000 rs.; se- *g
S (la de cores para vestidos de senhora a 1000 t$
** rs. o covdo ; luvas du pellica para homem, ,*>
Je, a 1000 rs. ; ditas para senhora, a 640 rs. ; di- Ju
H tas de seda, a 320 rs.; meias pintadas imi-
^> lando seda, muilo proprias para as senhoras ^
fi andaroni por casa a 3S0 rs.; lcn?os ada- j
jl mascados muito finse proprios para senho- ^
3* ra, a 640 rs ; um grande sortimento do ma- fa
> dapoloes, de 2000 at 6000 rs. tirando-so
t entre ellos algum que imiU panniplio s 3j com a dilTcrenca da qualidade ; um com- C
i pleto sortimento de chitas, de 140,160 e 180 -.
Wt rs. c entre ellas apparoeem algumas qup 3g
ti urna norcAo de litas prclas de retroz a 640 M
% rs a "peca de 20 varas; um resto do roupa foi- %
**J ta para escravos, que he urna pechincha, "j
j por ser cada urna pe?a do obra a 500 rs. ; Jfc
*& ra os mesmos a 40 rs. ; e outras muitas fa- jQ
ife fazendas por barato pre?o, c recebem-so ce- *
2 dulas encarnadas de 20,000 i. o brancas.de J
2000 rs.
Na ra do Crespo loja n. 8 ,
'de Campos & Maya,
vendem-se lindos corles de cassa-cln'ta, de muito
modernos gostos a 3500 rs.; ditos do cambraia de
iistras de cores de agradavois padroes, a 4500 rs. ;
superior sarja preta larga c hespanhola, a 2400 e 2800
rs o covado; riscados franeczes muito modernos.imi-
tandocassa a 260 rs. o covado : chitas escuras rran-
cezas c largas, *240 rs. o covado; finissima alpaca
preta; merino preto do superior qualidade; casimi-
ra preta elstica ; e outras muitas fazendas por ba-
rato preco.
Vcnde-se um relogio inglez antigo com cai-
xa de prata : na pra^a da Independencia,
- loja n. 3.
Ainda est para se vender o sobrado de dous
andares, na travessa da Madrc-da-Dcos, n. 7 ; offe-
rece-se toda a commoddado ao comprador, e ate se
tomam lettras em pagamento: a tratar na ra da
Cruz, n. 50.
Vende-se uma-mea commoda de amarello,
quasi nova, por proco barato na ra do Rangel,
n. 45, primeiro andar.
Vorrdc-se umaviadinha muito linda e mansa :
na ra do Rozario da Boa-Vista, n. 48.
Vende-se urna negrnha de 10 a 12 annos h-
bil para todo o servido : na ra da C.adeia a fallar
com Jos Comes Leal.
Vendo-se um moloque de 16 annos, que cozinha
e engomma :lna ra do Crespo, n. 10, primeiro an-
dar.
Vende-se urna preta do 30 annos, por 380,000
rs., de mulo boa figura que cozinha, lavan vendo
na ra: no pateo do Carmo, loja do sobrado n. 7.
Vende-so um escravo robusto, do.servido da
\,
campo : na ra Dircila, sobrado n. 29.


-4
Vende-se a armagfio, pertonces e os psucos g-
neros que etistem na venda da ru da Cadeia n. 1 :
a tralar com Jos fioncalves Torres, ou com Miguel
Joaquim da cosa, na ra da Senzalla-Nova, n. ?.
JS** Vondom-so Iros cava los do scrtSo : cm
-BhliJHoiinda, ruadoAmparo, n. 61.
-- Vendem-se it varas de bico de diflerentes lar-
guras, a saber : fi varas do palmo de largo ; 3 ditas
maisestreito; 5 varase meia dito ; 6 e moia ditas
pouco maisestreito; 6 varas dito; 3 ditas dito ; 2 e
mi'i.-i dito ; S ditas maisestreito : 4 ditas de* dedos
de largo j urna toalha de lavarinto, toda de bretanha
de Franca, com vara e meia de comprimento e 3
palmos e meto de largura, fra o bico que tem urna
chave de largo : na pracinha do Livramento prin-
cipio da ra do Queimado, n, 52, segundo andar,
casa de Jos Ramos da CenceigSo.
Na ra das Larangoiras, n. 14, segun-
do andar, vende-so urna prela de na-
offo Baca, de bonita figura de 20 an-
nos, que lio boa quitandeira e lavadoi-
ra ; urna dita de 25 annos, quo en-
gomma, cose cozinhae faz doces, de
muito boa conducta; urna dita de 36
annos, que lava do sabo e varrella',
por 300,000 rs.; um relo bom canoeiro por 380
rs. ; um dito tambem canoeiro por 280,000 rs.
um dito para o trabalho do campo por 250,000 rs.,
um molccote do elegante figura de muito boa con-
ducta por preco commodo; urna parda de 18 an-
nos de bonita figura, sem vicio nem achaques, por
preco commodo.
Vendem-se varios escravos de ambos os sexos,
de 8 a 24 annos, tendo entre el I es alguns com habi-
lidades, como sejam: cozinheiras, costureiras e
engommadeiras: na ra da Cruz, n. 51.
Pannos pretos linos
e novos na loja; setim maco sem mistura ; cha-
peos de sol, com hastes de ac; chales e mantas de
sedaedelSa eseda; casimira preta elstica ; cha-
peos finos francezes ; tudo por menos de seu valor :
na ra do Queimado, n. 11, loja nova de Raymundo
Carlos Leite.
Vende-se, na ra do Crespo, livraria,
n. ll os Amores de Cames, encader-
nados 2 v., 3000 re.; Historia dos cri-
mes do governo inglez, 1 v., 1000 rs.; o Federalis-
ta 3 v., 2000 rs.; Primeiros elementos praticos do
foro civil, 1 v., 2400 rs.; Tratado sobro as leis re-
lativas aos navios mercantes e marinheiros, 1 v.,
2000 rs. ; Compendio de geographia universal, por
llazilio Quaresma TorreSo 2000 rs. ; dito do geo-
graphia histrica antiga e moderna 1 v., 300O rs. ;
o Robisson de 12 annos, 2 v. 1000 rs. ; as scien-
cias das sombras do desenho, 1 v. 2000 rs.; Arithme-
tica, por Lacroix ,H v., 3000 rs.; Telemaco, 1280
rs.; F.lemcntos de Algebra, por Lacroix, 1 v., 2000
rs.; Instituiges oratorias de Quintlianno, 2 v.,
3000 rs.
H:es::e9::es::8: :ea::i9::sa;eaa
1 lima, Ss
ra Nova, n. 2, pmeiro andar, 1
9 vende dragonas, bandas e fiadores, \
} para oficiaes superiores e subalter- i|
gg nos da guarda nacional ; pastas, 32
^ das mais modernas ; espadas pratea- m
5g das, com copos dourados ; e ou- QJ
M trosmaisoujsctosdeseus uniformes. j
a::es::es"ea:ea^:.'eB::@g::esa
f^ Vende-se, no patoo do Terco venda n. 7
tinta de escrever ingleza, em garrafas, a 400 rs.;
meias ditas, a 240 rs. e frasquinhos, a 80 rs.; oleo
de linhaca a 260 rs. a libra e em botijas e g. a
1800 rs. ; manteiga a 560 e 640 rs.; banha de por-
co a280c320rs.;queijos,al600e 1680rs.; bo-
lachinha ingleza a 200 rs. a libra ; passas ,' a 160 e
200 rs. a libra ; figos a 80 e 100 rs.; amendoas a
320 rs. a libra; cha hysson, a 2000, 2400 e 2560 rs. a
libra; aletria e talharim, a 200 rs a libra; cevada
a 80 e 100 rs.; tapioca do MaranhSo, a 60 rs. a libra ;
arroz, a 1500rs.a arroba e a 50 rs. a libra; ba-
calho, a 2560rs. a arroba; ancoretas de azcilo-
nas a 1920 rs.; toucinhode Lisboa, a 200 rs. a li-
bra ; e mais gneros dos quaes se afianca a boa qua-
lidado.
cujas qualidades se afiancam sob palavra de honra ;
c em fim lio propria para cnsinar a cortar o coser em
urna casa do familia : na pracinha do Livramento,
loja de fazendas n. ,45.
Vende-se umpretode 25 annos, do bonita fi-
gura, muito possante sem vicios nem achaques
na ra da Penha, venda por baixo do sobrado do co-
ronel Joaquim Iternardo.
-- Vondc-so urna preta do gento de Angola bem
ladina,de25annos,com urna cria de dous annos,
que sabe bem engommar, ensaboar, cozinhar e to-
do o mais servigo do urna casa : na ra larga do o-
zario, n. 48, primeiro andar.
Vendem-so3 lindos moleques de 14 a 16 an-
nos; um dito do 7 annos; um pardo de 18 annos,
ptimo para pagem eque he bastante hbil para
outro aualqueraevigo; um dito de 10 annos; urna
preta de idadjjror 200,000 rs.: na ra do Collegio,
n. 3, segundo andar.
charutos da ra larga do Roza-
rutosde S.-Fclix regala de
nos do la llavana) ditos do
{no e por preco que ha de
rs. at 4000 rs. o
>;150o
No deposil
rio, ha superioi;,
todas as qualda
la Fama; tudo
agradar ao comj
cento.
-- Vendem-se
grande e bonito
sa que volta para o l'oi
Vende-sechumbodomnnic3o, sortido: na ra
da Cadeia armazem de James Ryder & Compa-
nhia, n. 48.
Vende-se, por prego commodo, urna rica ca-
xa de msica, que toca quatro pegas raui bonitas :
na ra do Queimado, n. 3
ffc um ganco branco,
ci, na ultima ca-
5000 rs. cada
publico.
um, a dinheiro a vista : no theatro
Ra do Queimado, n. 11.
Na loja nova de Raymundo Garlos Lei-
te acha-se um completo sortimento de
fazendas finas, por menos de seu valor ;
brim trancado de linho, com listras, para
calcas ; cbapos de sol de seda ; platilba
de linho j bretanha de dito ; e tambem
o algodSo dobrado, proprio para saceos
ou roupa de escravos.
Vende-se um macaco grande, proprio para vi-
rar barcacas, canoas ou outras quaesquer embarca-
efles em muito bom estado, por prego commodo;
um par de rodas novas, boas para carroca de en-
gonho: no fim do Becco-Largo, no Recife, tanque
d'agoa.
Vendem-se 8 duetos para flauta, dos mais acre-
di lados autores, o chegados prximamente pelo ul-
timo navio de Lisboa; urna flauta de bano de 4
chaves; um methodo; urna fechadura grande de
segredo, muito propria para qualquer porta ; tudo
se vende por preco commodo : na ra Nova, n. 35.
Vende-se um ptimo escravo de 22 annos,
proprio para armazem de assucar ou outro qualquer
servico, por ser forte e sadio; um molcque croulo,
ilc 8annos: umliteira com com seus pertences; 2
se 11 ins usados : na ra dos Tanoeiros, n. 1.
Vendem-se 3 escravas, sendo urna dellas criou-
la,_de 26 annos, perita lavadeira; urna parda de 23
annos; urna cabra do 25 annos, propria para todo o
servico por ser forte osada muito principalmen-
te para engenho : no largo do Forte-do-Mattos, n. 6.
Vende-se urna escrava moca quo cozinha, faz"
renda, e he muito boa mucama sem vicios nem
achaques; am escravo bom para o servigo de cam-
po : na la do Livramento n. 26, das 6 as 8 hora
da manhSa, e de urna aa 5 da tarde.
- Vende-se, para fra da provincia urna bonita
parda de 24 annos, sem achaques, muito fiel, o
que he capaz de reger urna casa ; he nicstra costu-
reira de cortar e dar prompta urna camisa de pregas,
corta e d prompto com toda a perfeicSo a moda um
vestido de senhora he meatra eneommadeira com
toda alelcadeza, faz doces de diflerentes qualida-
des e em todo o seu servigo be muito asseiada,
Vcnde-sf? um pequeo sitio na
ra principal da Capunga,
adianle da ponte o segundo sitio do lado direilo ,
em chaos proprios, com 120 palmos de frente e 300
ditos de fundo pouco maisou menos com boa casa
de vi ven Ja nova e mu bem construida, com dnas
salas, 4 quartos, corredor pelo meio, cozinha e dis-
pensa fra de pedra e cal, urna grande cacimba
com excellente agoa do beber, diversas arvores
de fructo, com grandes vistas para Estancia, Man-
guinho e outros diversos lugares.
Vendem-se mais dous terrenos pertencentes ao
mesmositio, um com 120 palmos de frente, com
uma pequea cacimba de excellente agoa de beber,
arvoredos de fructo, eo outro com 100 palmos de
frente e cento e tantos de fundo pouco mais ou me-
nos que tudo se vende por precisfio : a tratar na
ruaestreita do Rozaro, junto a igreja casa terrea
n. 7, de Jos Anacleto da Silva.
Vende-se um sobrado de um andar e so-
tilo sito na ra da Aurora, n. 34: a tra-
tar na mesma ra na primeira casa ter-
rea, n. 50.
--Vende-so chpreto, o melhorque ha, em cai-
xinhas de 16 libras, proprias para familia: na ra
do Trapiche, n. 8, casa de Henry Forsler & Compa-
nhia,
Vcndom-se varios escravos mogos, do bonitas
figurase com habilidades esem ellas na ra No-
va n. 40.
Joaquim da Silva Lopes,
no seu armazem n. 20, defronte da porta da alfande-
ga vende papel de machina azul e branco de pri-
meira, segunda o terceira sorte, primeira qualida-
de que vem a esto mercado.
VELAS DE CERA DO RIO-DE-JANEIRO.
Vende-se completo sortimento de uma a 16 e Lo-
gias de l, 5 c 6 : no armazem de Alves Vianna, na
ra daSenzalla-Velha, n. lio.
Vende-se, ou permuta-se por um sitio perto da
praga uma excellente casa terrea com bastantes
commodos para uma grande familia, sita nesla pra-
ga : na ra Imperial, n. 9.
'' E^^32g53fg|Ey?^Jcya=EEyQgfl^
I
41
ID Vende-se na ra da Cruz, n. a3,
iJTl cera cm velas, de uma das nielho-
ftji res fabricas do Rio-de-Janeiro ,
[3 sortimento vonlade do compra-
fP dor, em caixas pequeas, e por
\ preco mais barato do que em ou-
!y tra qualquer paite.
Vende-se um carimbo novo para um caval-
lo, com assento para duas ou quatro pes-
soas : quero o pretender achara o dito car-
rinho na cocheira do Sr. Miguel, no Ater-
ro-da-Boa-Vista, e pde-se entender com Henrv Fors-
ter & C. na ra do Trapiche, n. 8.
Restam a vender 2 duzias de cadeiras pelo di-
minuto prego de 4,500 cada uma, a quem comprar
todas; e uma commoda por 35,000 rs. : tudo de an-
gico e novo: na ra Imperial, n. 145.
Vendem-se quatro mastros de pinho em bruto,
recentemente chegados dos Estados-Unidos : os pre-
tendentea podemexamina-los no Forte-do-Mattos,
estaleiro do Sr. Jaxintho, eentender-se com Henry
Forster t C.
Vende-se um preto, por 300,000 rs., de 40 an-
nos muilo bom para trabalhar o botar sentido a
um sitio ; umaweta por 320,000 rs., de 35 annos,
que f07** ''upa e vende na ra: na ra do
Cre. .iro andar.
> .chas grandes, e tambem se alu-
gam,j e cojfamodo : no Aterro-da-Boa-Vista,
na pru, o^ytynda ao p da ponte, n. 9.
Attencao! ]
Crftha & Atnorim teem para vender potassa russian-
n'a nova.de superior qualidade, que vendem por ba-
rato prego, para fechar contas;. cal virgem de Lis-
boa em ancoras e barriquinhas : na ra da Cadeia-
Velha, n. 50.
! Vendem-se chapeos de palha; lencos de se-
II da preta da India; tabaco para mascar,
^^ea* americano; um ehronometro : em casa de
L. G Ferreira& C.
Vendem-se9 escravos, sendo 3 pretas mocas,
com habilidades; uma negrinha de 9 annos, que
faz renda; 2 pardas de 14 a 20 annos, uma dellas
engomma bem e faz lavarinto ; 2 pretos bem robus-
tos sendo um delles bom caiadore piutor : no pa-
teo da Matriz, n. 4, segundo andar.
FiCC ROES MASCARA DOS.
Vendem-se vestidos completos com cabelleiras a*
mascaras finas para brinquedoa de entrudo, de 3 a
NO ATERRO-DA- BOA-VISTA, 84
vendem-se sapatos inglezes e america-
nos, para homem a 3200 rs., de cou-
ro de wi
ditos de
1200 rs.; ditos de cabra-, a 560 rs.; borzeguins, a
3000 rs.; botins de Lisboa a 21)00 rs.; moios ditos,
a 1600 rs.; sapatos de setim para senhora, a 1000 e
1600 rs.; ditos para meninas a 1000 rs. o par.
Vende-se uma boa casa terrea, com um peque-
nositio, sita no Mondego : na ra do Pires, n. 19.
/rfngfc. Vendem-se dous cevados criados a milho e
.fl.ftti farinha, cm um sitio muito perto desta pra-
ga equese suppOe deitar cada um seis arrobas:
na ra da Cadeia do Recife, n. 25, se dir quero os
tem.
Novo panno efe linho, a 600
rs.a vara.
As pegas silo de 15 varas e he melhor que o pri-
meiro; alpaca fina preta, a 800 rs. o covado; los
pretos muito baratos : chitas em cortes ; riseados
francezes; sarja hespan hola superior; e grande sor-
timento de fazendas de todas as qualidades e bara-
tissiraas: na ruado Queimado, n. 11, loja nova de
Raymundo Carlos Leite.
Na loja de Guimares Se-
raim & Compart)ia, confronte
ao arco de S.-Antonio, n, 5, ven-
dem-se cassas finas, largas e fran-
cezas, pelo barato preco de 480
rs. a vara; chitas francezas, lar-
cas a 280 rs. o covado.
lYa ra do Crespo,
loja n.19, de Jos Joaquim
da Silva Maya,
vende-se alpaca preta a 800 rs o covado; dita muito
fina, preta o de cores por barato prego ; merino
preto muito superior; panno fino preto e de co-
res; casimiras elsticas, de duas larguras, para
caigas, a 6000 rs. o corte; velludo; gorgurSo de se-
da ; setim para collete; tudo por prego commodo ;
fustes para colletes; e outras muitas fazendas,
tanto para caigas como para vestidos de senhora ;
tudo pelo barato.
Vende-so azeite fino de gerselim, para comer e
para luz : no deposito de azeite de carrapato, na ra
da Senzalla-Velha, n. 110.
= Vende-se potassa branca de superior qualidade,
em barris pequeos ; em casa de Matlicus Auitin &
Corapanhia, na ra da Alfandega-Vclha, n. 36.
= Vendem-se moenilis de ferro para rngenlios de ai-
mcar, para vapor, agoa c bes las, de diversos tamanhos,
por prejo commodo ; c igualmente taixas de ferro coado
e batido, de todos os tamanhos : na praja do Corpo-San-
to, n. 11, em casa de Me. Calinont S Conipanbia, ou na
ra de Apollo, armazem. n. 6.
CARNAUBA.
No armazem de farinha do caes do Collegio, con-
tinua-sea vender cera de carnauba, por prego com-
modo tanto em porcOes como a retalho o he che-
gada agora uma porgilo da melhor qualidade que tem
apparecido.
co de 480 rs. cada um ; lencos
francezes de cores finas e fixas ,
fingindo seda a 480 rs. cada unv
^ i*\iaf pata iiuiitviii a ozvu rs. uc cuu- O **>
iizou,a2ooors.,ededus8soias,ai6oprs.;. brim escuro rancez trancado,de
: carnelra, a 900 rs.; ditos do orello, a .... __ v ^*c
purolinno, a72Urs. a vara.
i^g&
Vende-so a verdadeira sarja de soda
hespanhola, a mais superior que tem
apparecido; chamalotede seda para col-
lote ; sedas pretas lisas e lavradas ; se-
tim preto de Maco; superior lo de li-
nho preto; panno preto muito fino ; e
outras muitas fazendas proprias para
a quaresma por prego mais em conta
do que em outra qualquer parle : na ra
do Queimado, nos quatro-cantos, casa
amarella. n. 29.
-- Na loja de Guimares, Se-
rafn. & G. vendem-se pannos
finos, de cores, pelo barato pre-
co de 2^400 rs. o covado; e de
outras muitas qualidades, de va-
rios precos.
Gaz.
Loja de JoSo Chardon ,
\ tcrro-da-Boa-Vista, n. 5.
Ncstaloja acha-so um rico sortimento de LAM-
PEOS PARA CAZ com seus competentes vidros, ac-
cendedores e abafadores.
Estes candieirossAo os meHoks e
mais modernos que existem hojo: recommendam-so
ao publico tanto pela seguranga e bom gosto de
sua boa coufecgilo, come pela boa qualidade da luz,
economa e asseio de seu seivigo.
fta Iliesma lOJa os consumidores sem-
preachariio um deposito de CAZ, do cujo se afian-
ce a qualidade, e um porgilo bastante para o con-
sumo
Vende-se o gaza 520 rs.a
garrafa.
Na loja de Jos Manoei Mon-
teiro Braga, na ra do Cres-
po, n. 16, esquina que vi-
ra para a ra das Cruzes,
Ya ra do Crespo,
loja n. I % de Jos Joaquim
da Silva SU aya,
vende-se superior sarja preta hespanhola ; nobreza
rOxa, muito superior e muito propria para capas
doSr. dos l'assose outras irmandades; ricos cortes
de seda para vestido de senhora; mciasdeseda pre-
tas e brancas, asmis superiores que teem appare-
cido tanto para homem como para senhora; luvas
de seda; chales de seda, muito modernos o de lin-
dos costos; cambraia de linho, muito fina; lengosde
cambraia de linho bordados, para senhora, dos mais
finos que ha por muito barato prego; esguifio de
puro linho emuito fino; platilha de linho ; o outras
muitas fazendas que sero patentes aos comprado-
res e por barato prego.
A 2^500 rs. o covado!
Na loja de Guimares Serafim
& Companhia confronte ao ar-
co de S.Antonio, n. 5, vendem-
se casimiras francezas, sem pe
lo, finas de lindos padroes, i
pretas, pelo barato prego de 2500
rs. o covado ; ricos corles de cha-
l de la e seda, com barra, a doze
mil rs. o corte.
AVISO
aos 8rs.de engenho
Na ra do Crespo, loja n. 12,
de Jos Joaquim da Silva
Haya, vendem-se
cobertores de algodSo, muito encorpados, proprios
para escravos; bem como uma fazenda de linho
imitagao de estopa, forte e propria para roupa de
escravos e saceos para assucar tudo por prego mui-
to barato.
Na loja de Guimares Se
rafim & Companhia, confronte
ao arco de S -Antonio, n. 5, ven-
dem-se lencos de vapor, de pa
drO'es modernos, pelo barato pre-
vende-se atoalhado de linho, muito superior e do
bom gosto com 8 palmos de largura para toalhas;
guardanapos de linho adamascado, muitosuperiores;
toalhas da mesma fazenda cora seus competentes
guardanapos; tudo chegado prximamente; sarja
preta larga ; chamalote de muito bonitos padres ;
pannos pretose de cores ;e outras muitas fazendas.
Escravo Fgido
*
Fugio, no da 18 do passado, uma negrinha,
de nome Marcianna, de 12 a 1* annos, com
una q ou i madura na face esquerda, uma empi-
gemnadircita e uma outra queimadura na perna
direita ; levou vestidorxo e panno da Costa; tem
cabello cortado: quem anegarjeve ao Passeio-Pu-
blico, fabrica de chapeos do sol, que ser genero-
samente recompensado.
Em a noile de 6 para 7 do corrente, desappa-
J^ receu do lugar das Candcias, da casa de Jofio
B. Sergio Cczarde Andrade, uma parda, de nome
Rosa, levando em seu poder um Dlho de nome Fran-
cisco com os signaes seguintes: a parda he clara,
baiza. cheiado corpo, nadegas bastante grandes,
feia decara.ps apalhetados, cabellos bstanlo
torcidos e cortados e mais altos dos lados do quo
atrs ; representa ter 30 e tantos annos; sabe coser,
fazer renda e o mais servigo de uma casa, o he Bas-
tante robusta. 0 lilho tem lOpara 11 annos, espi-
gado do corpo, nio feio e mais triguero do que a
mSi, rosto comp ido cabellos carapinhados ; tem
marca de uma fstula que costuma arrcbentar-lhe
entro as pernas junto ao ans; ignora-so os trajes
com que foram vestidos, por terem fgido de noi-
te; suppe-se terem ido a companhia de algum
homem a titulo do forros. As pessoas que delles
souberem os poderpapprehender e leva-Ios ao di-
to lugar, a casa do'annunciantc, ou no engenho
Massauass da freguezia da Escada, em casa do ma-
jor Candido Jos Lopes de Miranda e na falta nesla
praga, em casa do administrador da mesa do consu-
lado o Sr. Jofio Xavier Carneiro da CunliH, no largo
da Boa-Vista,ou no Manguinho, em casa do padre
mestro Lopes Gama, queserfio recompensadas.
Fugio, no dia 3 do corrente, um eacravo
croulo odicial de pedrero, alto ps
grandes e um delles grosso, com um sig-
nal na orelba, procedido de um lobinho :
quem o pegar leve na ra da Praia de
S.-Rita, n- 15, serrara do Cardial.
Fugiram, do engenho Aripib, no dia 3 dede-
zembrode!l8*6 o pardo Ignacio e sua mulberDel-
finai, preta quem os pegar leve ao dito engenho,
na freguezia da Escada ou a loja do Manoei Luiz
Gongalves que se recompensar.
Fugio, no dia7 do corrento, um escra-
vo, de nome Manoei, de nagSo Mogam-
bique, de 20 annos, altura o srossura
regulares, triste de semblante; levou
caigas de algodSo, abertas no cs atrs,
camisa de algodSo, de manga toma
andar semprecom a camisa abotua
osso preto, chapeo de palhinha de tranga cstreta.
Pede-se as autoridades policiaeseeapitiles de cam-
po que o prndame levem a Fra-dc-l'orus, n. 145,
que serlo recompensados.
PERN.
NA
TTP. DI K. f. PE FARU. 1847

M
ILEGIVEL


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