Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08413


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Full Text
Antio.de 1847.
Segunda-feira 8
ore"
O DIARIO pul'lica-e todos o dia, que nio
em le guarda i o prero da asignatura be de
iMllK" rs. I'O" quartel, pagiw adianados. Os an-
pciot dos assiRoantes jjo inserido i raso de
.'u.poilinlia, 40rs. em lypo dill'errnle, as
r,.pelireJ psIsmieUdo. O que nio f rem ass;g-
oinle"p,8*rio *9 ri Porli"1"'i elflm Ijpo
dillcreiiW, porcada publicarlo.
pHASES DA LOA NO MEZ DE FEVEAE1RO
Mi'iR01"1'' '**" l'ors e rnin. do inanli.
I u, dOT, < 16,s 9 horas e 3 min. da mmlia.
(jiescer.te, a 22, 4 I hora e 26 miii. da roauhn.
PARTIDA DOS CRREIOS.
(.-(.rande-dn. Norte mantas feiras oomcio-li.
(ano, beunliucm, Rio-f-onnoso, Poito-Calvoe
Macelo, no .i.', a 11 e 2i de cada mei.
Uaraiiliuns e Bonito, a 10 e 21.
Boa-Vista e Flores, o 13 e 28.
Victoria, as quintas feira.
liuda, todos os dias.
PREAMAH DE HOJE.
Primeira, 4a 10 lio.aie Si minuto, da manliSa.
segunda, as II llorase 18 minutos da larde.
de Feverero.
Anno XXIIT.
N.50.
DAS DA SEMANA.
8 Secunda. S Corinthia. Aud. doJ. duaor-
phos, doJ. doc da ? v. e do J. M. da 2 v
9 l'erca. S. nsberlu Aud. do J. dociv. da i
r. e do J. df paz do 2 iliil. ile t.
10 Oanla. 8 Guillierme. Aud. ilo l. dociv.
d 2 v%c ilo J. de pal do 2 dist. det,
11 Quinta. ,s. Dativo Aud do J. de orpliiios,
do J. municipal du I vara.
2 Seita. fr. Modesto. Aud.do J. dociv. da l
T o ilii J. do paz do I. disl. de t.
13 Sabbado. S. Heniguo. Aud do J. dociv. da
I. v. e do J de paz do I dist. de t.
II Domingo. S. Yalculim.
CAMBIOS NO DA C DE FEVERERO.
Cambio solira Londres20, 29'/je SOd
o u Pnris MO is. por tunco,
u i Lisboa O de premio.
Dcic. dr leltraJ de lioas liiniiS I ", p.ty,
Ourticas lespanbolas.... 3soii0 a
>i .Mocitas dc OjlOO vclli. IC^OOO a
de OflOO iiov.. icifoao a
desJfiOO..... OOO *
l'i ella I'..tacoea.......... ibeo a
Pesos colunmares... I/SCO a
u Ditos nidicauos ... ifttoo a
Miuda............. IJ720
Accoes da comp.do HcbcribedeiOfouo rs.
p.lfrs;
ao mez.
ISf.SOO
tefioo
lOflOO
2|000
y/ooo
i/cn
l|70
o par.
DIARIO DE PERIUAMBUCO
EXTERIOR.
Pelo briguc de guerra ingle/ liacer recebemos
liontom (19 de Janeiro) folnas de Montevideo at 7 do
correrte.
As (oreas sob o immediato commando do general
Rivera atacaran) e tomaran) l'aysand no dia 26 de
dezembro. A resistencia foi tenaz e a peni a grande.
Aprovcitando a ausencia dp goneral Rivera, mar-
cliou Ignacio Oribe sobre os dieres rivorislas Flores
e Medina, que com 400 llomens oceupavam as Podras
d'Kspnosa. Kstos dous chefes foratn sorprendidos em
dclalhe, o rccolheiwm-ae em completa debandada
. 90 porto das Vaccas. No da 5 do corrente ficava Ig-
1 naci Oribe em frente das Vaccas com 500 homons,
ea guarnieflo, augmentada com as tripolacocs de
muitos barcos de cabotagem, preparava-se para urna
defensa vigorosa.
O general Rivera, deixando urna guarnico de 400
liomens em l'aysand, sabio com a infanlaria.por
iii.ir |iara Suriano, destacando ao coronel Baez por
Ierra para Mercedes com toda a cavallaria. Oizia-se
cm Montevideo que vinha atacar Ignacio Oribe.
Corra por certo que o general riverista Illanco, sa-
hindo do Sallo, derrotar, prximo a Hervidero, a
guarda avanzada de Servando Gomes, commandada
por Lamas c composta do 300 liomens.
De Buenos-Ayrcs alcancam as noticias a 2 do cor-
rente. Oque lia do mais importante he a mensagem
do general Rosas sala de representantes. NA o rece-
bemos csso documento, quooccupa 46 paginas em
qtiarto, e portanto s podemos transcrever os extrac-
tos que encontramos as folnas de Montevideo, sen-
tindosobremoneira nio nos serpossivel publicar ho-
jc o que diz a respeito do Brasil.
Eis o que Icraos no Comercio del Piala de 7 do'cor-
rente:
Duas tercas partes da mensagem siio consagra-
das s relaces exteriores: siio recrjminacoes e quei-,
xas contra todo o mundo. Fallando da missio Ilood,
dizque Rosas, ao comrbunirar aos governos de In-
glaterra e Franca o mo xito daquella misso, Ihes
deelarou que, se novos successos occorridos ulteri-
ormente tornassem necessario adoptar alguma ou-
tra proposiQo, poderia ser ella objecto de nova dis-
cussOo entre os plenipotenciarios negociadores.
O louco projecto do -general Flores na Europa
oceupa um lugar preeminente na mensagem. A par-
te relativa ao Irtil he mu vilenla ; a que se refere a
Bolivia talvez mais.
Venicm seguida a parte mais importante de to-
do este documento para os povos do Rio-da-Prata, a
parte relativa s provincias de Corrientes e ntre-
nos e repblica do Paraguay. Alii est oflicalmen-
to confirmado o quo varias vezes dissemos, isto he,
que Rosas linlia desapprovado o tratado de Alcaraz;
ahi se revela umfacto de alta importancia, isto he
3ue existe urna negocacflo pacifica entre o governo
esta repblica e O governador da provincia de n-
trenos ; ahi anparecc cm evidencia o honroso carc-
ter que esse chele adoplou e a insensata e provoca-
dora indignado do ambicioso dictador, que estudou
o modo por que maior numero de vezes havia de re-
petir a expressfo c a ideia de que d ordens ao go-
vernador l,'rquiza, c de que este nem ao menos com-
prchende o que fez. Ahi se ve finalmente, descobcr-
la pelo pretiri Rosas, sua tenaz insistenciaaym man-
tel-, a respeito do Paraguay* urna poltica hostil e de-
sastrosa. Eis-aqui o seu texto :
O governador de Corrientes manifestou dispn-
sicOcs para entrar em ajustes pacficos a D. Justo Jcs
do l'rquiza, general em chefe do exercito de opera-
cOes contra ossolvagens unitarios. O governo den
oppoi tunamente ao general Urqtiiza as ordens con-
venientes em resposta s manifestar;Ocs que Ihc
transmittio. Posteriormente den conta o general l.'r-
quiza dos tratados que celebrara em Udeagosto. O
governo teve motivos, poderosos para os nflo appro-
var. Dirigi novas ordens ao general em chefe com a
conveniente explcatelo e instrueQoes para prose-
guir a negociacSo pacifica Com Corrientes sobre ba-
ses justase honrosas.
u O mesmo general cm chefe communicou ao go-
verno ein 3 do corrente os votos que o intitulado go-
verno de Montevideo Ihe transnnttira cm 18deno-
vembro, afim de que conlribuisse para por termo
guerra por sua mediac,iio sobre bases propostas por
aquelle governo intruso de Montevideo. O general
em chefe julgou erradamente que era franca o Icol
tilo insidiosa tentativa dos selvagcns unitarios em
MQBBvido, solire exigencias inconciliaveis com a
guiram, lem guardado o governo constante mode- produziram a guerra o do seu progresso desde que
rac3o. -
Os inslitos termos com que o governo da pro-
vincia do Paraguay disseque aceitara a mcdiac.ilo
do dos Estados-Unidos, exigindo como base previa e
indispensavel a concessiio e rcconliecimento pleno
de todas as suas exorbitantes e injustas pretengflcs,
equivalom a urna repulsa perotnptoria.
O governo da Confederac^o nio abandona a be-
nvola e pacifica dstiosc^lo -quo semnro o animou
para com aquella provincia. Salvo os direitos sobe-
ranos c integridado da Confoderaciio, consagra-lhe,
como seinpro, sinceros sentmentos do amizado fra-
ternal.
A campanha do general L'rquiza em Corrientes
oceupa muitos paragrapltos do narraco e de enco-
mios na primeira retlacco da mensagem ; porm,
depos de recebidus as communicaces daquellc so-
bre o projecto de paz, Rosas reduzio a menguo dssa
campanha a quatro liuhas smente, quando eslen-
de-seduas vezes maissobreuma excursilo do Pache-
co contra os Indios. Turro o que diz a mensagem so-
bre aquella campanha limita-so ao seguinte :
O Ilustrado govornador do ntrenos, general
D. Justo Jos de Urquza, alcancou com inclyto de-
nudo urna nova victoria memoravel. A testa do he-
roico exercito a seu mando, tem-so coberto de
gloria.
A administradlo de fazonda aprsenla, como de
costume, o quauro do um espantoso dficit no anno
passadoe no qne principia. Odestc anno esta calcu-
lado em 43,225,104 pesos; o do anterior apparece
toscamente disforzado por um ardil que descortina-
remos quando dennos essa parte da mensagem.
He esta una das vezes cm que Rosas tem feilo mais
uso de effeitos cmicos e do apparato thealral. O to-
do da funcc.no linalisa com o conhecido c diverli-
dissimo ntreme/, intitulado a Renuncia ; mas este
anno foi corrgido e augmentado pelo autor. Rosas
via que todos zombavam dessa Tarca; que todos Ihe
prognosticavam a sua repelicflo e Ihe lembravatn as
dos anuos anteriores ; pois bem : fez o que qualqucr
saltibanco cosluma fazeremsctnelhantecaso : antes
que outros se riam, comeca elle a rir-se do todos, de
seus representantes e de si mesmo : para sso reca-
pitulou urna por urna as se/e renuncias que j linha
fcitoem outras tantas mensagens desde 1839, cfaz
nesta a oiiava. A d Hertica est em que os saitiui-
baneos fazcm o seu oflicio sem prctencoes a ser oti-
tracousa, cosaltimbanco de Palermo tem prelen-
ces a ser chefe de um governo serio.
-- Por carta particular de Montevideo sabemos quo
no dia 6 do corrente (Janeiro) houve um pequeo in-
cendio a bordo da corveta IJous-de-Jul/io. ludo o fiel
do commissario buscar ago'ardcnte ao respectivo
paiol, aconteceu incendiar-se una pipa. Nos prioioi-
ros momentos reinou alguma confusilo na marinlia-
gom ; mas o exemplo dos clicfcs e dos oHiciaes, que
deram provasdo maior sangtio-frio, rcstabclcceu lo-
go a ordem, o dentro de unta hora conseguin-sc apa-
gar o logo sem auxilio das estacos estrangeiras, que
alias fra oflerecido mui promptamenlc.
Consta-nos que os estragos do incendio sSo do pe-
quea importancia.
principiou. Tqrna-se istp mais necessario em conse-
quoncia dasopiiOcscrroneas que leetn corrido quan-
to sua origein e verdadeiro carcter. Dlsae-se que
a guerra era injusta e desuecessaria, e de aggrossOd
da nossa parte contra um inimigo fraco o maltrata*
ilo, Essas opinies errneas, anda que emltidas
por poucos, teem circulado extensamente nao s no
nosso tiaiz, sen;"io tainbem no Mxico o etn todo
o mundo. Nio era possvel descobrir melos mais
elllcazes para acororeur o Jolniigo o delongar a
guerra.
lio, porm, motivo de nobrcorgullio nacona
de OXaltagSo o fado de nao ter a grande inassa do
nosso povo opposto setnelhaiites obstculos ao go-
verno na prosccucilo desta guerra, moslrando-se an-
tes eminentemente patritica e prompta a vindicar
a honra o os interesses do seu paiz a cusa de quoflS-
quer saorificios.
O presidente expo entito os motivos de qucixa
auc os Estados-luidos tinham contra o Mxico antes
a incorporacHo do Texas a liiiao-Anierlcaiia, o ac-
cresecntando que essa incorporago tifio dra ao M-
xico una justa causa do offensas, passa a narrar os
factos ligados revoluQilo que tornou Texas inde-
pendente do Mxico, e conclucquc, vista dellcs,
absurdo fra que o Mxico allegasse como pretexto
para comegar as hostilidades contra os Estados-Uni-
dos o fado de formar o Texas parto do seu terri-
torio.
Ha, porein, algumas pessoas, diz o presidente,
que, reconhecendo a verdado (lestes factos, susten-
tan) que o verdadoiro limite do Texas lie o rio Nue-
ces o l)8o o Rio-Grande, e que portanto, marchando
o nosso exercito para a margem oriental do Mu-Gran-
de, invadimos o territorio de Mxico. A simples ex-
posigo dos factos dcstroe completamente essa argu-
tnentacfio. O estado do Texas, como foi cedido aos
Estados-Unidos pela Franca cm1803, estcnila-scalc
oRio-Crande, como provaratn os nossos inais emi-
nentes liomens de estado em poca cm que a quesillo
se entenda tilo bem ou nielhor do que lioje.
O mesmo Mxico nunca prctextou que efimcQra
as hostilidades por isso que o nosso exercito oceu-
pava o territorio entre o rio Nueces e o Rio-Grande
do-o com o nosso bloqueio para evitar avollado
Santa Anua. Pelo contrario, cria-se que asdivisoes
internas que produziram o regresso de Santa Alina,
casua contenda com Paredes conti-iliuiriam forte-
mente para dispr ambos os partidos a icstabeleccr
a paz com os Estados-Unidos.
* Em principios de agosto prximo passado houve
urna revoluc.no no Mxico quo dorribou Paredos do
poder c o obrigou a desterrar-se. Pouco depois re-
gressou Santa Auna. Resta ver-so se a sua vnlta n9o
sera anda favoravel ao ajusto pacifico das ilifTeren-
cas existentes, por ser manifestamentc do seu into-
resse nflo perseverar em urna guorra conienida por
Paredes para um fiin Uo absurdo como he a recon-
quista do Toxas, Se paredes eslivesse nopodt>r, lio
moralmento certo que uenlium ajusto pacifico so
coDseguiria.
Felirito-vos pelos triumphos dasnossas frcas
na vaos e terrestres. Em menos de seto mozes depois
quo o Mxico principiou as hostilidades, apoder-
nio-nos de muitos dos seus piincipaes portos, ropel-
limos o perseguimos o sen exercito invasor, toma-
mos posse militar das piovimlias mexicanas do \o-
va-l.ejo, Novo-Mexico, Coaliuila, Tamanlpas o Cali-
fornia, territorio maior doque aquello quecompu-
nliaos (rezo estados primitivos da l'tiao, habitado
por uma populacho grande, o boa parto dello a mais
de mil milhas distanto dos pontos onde linhamos do
reunir nossas fin cas e comedor as operados.
A guerra continuar com vigor, por ser csso o
melhor meio do assegtirar a paz. He de esperar quo
da decisdo do congresao mexicano, a quom foi sub-
mettida a ultima proposiclo que lizcmos cm 27 de
jtilho prximo passado, resultara urna paz prompU
e honrosa. Coip a experiencia que temos, por'm, do
dcsarrasoado procediniento das autoridades mexi-
canas, he misler n,1o alfrouxar nossas opcrac,ocs mi-
litares at se saber o resultado.
Pascando a tratar das (inanctis do paiz, diz o pre-
sidente que a receila geral no anno fiscal termina-
do em :io de junho de 1846 foi de 29:499.2i7 pesos,
dos iiuacs 26:719,667 pesos provenientes dos direitos
de importacllo, montando a despeza no mesmo pe-
riodo a 28:031,114 pesos, e sendo o saldo nos cofres
dothosouro no dia 1." de julho prximo passado
no dia 1
O Mxico contina a sustentar V>f*l*.< ^A d'Sda^fu'biipa no l.'dcdezembro, incluindoos
un citado indopendcnte, es.m uma pioyimia ic- hj||lct(;. (Io'lllC:jnuI.0 ni0IlUvfl a 24:256,494 pesos,
K'llada, cconfessa que na guerra com os hsUdos- dos,luncs ,7:7W 799 |IM0S80 jevaraem4do marco
Unidosso t.nhaem v.sta a reconquista do Texas, u.io dc |8,: vi|1(|o assm' monta|. fl (|vi(||l C0Illra|li^a
ate o no Nueces, mas sin ale o no Sabino. .. *degde esg0 p0M a 9.mm pesos
Aceresccnta o presidente que, vista das amcacas I para proseguir a guerra com energa, diz o presi-
do Mxico, julgra do seu dever, como medida de dente que se carecer de um novo empreslimo pura
IqjfaviL..
Muncin,independencia e honra das duas repuhli-
caaTHa^rata. Erradamente tamben) Hieden respos-
ta, sem attender s ordens anteriores do governo en-
earregadp dasrelar;0es exteriores, a respeito do outro
convite dos mesmos sclvagens' unitarios de que li-
nha dado eonta. Rcspondcu o general em chefe ao
intruso governo de Montevideo aceitando a media-
Cao. Pedio ao presidente do Estado-Orienta I D. Ma-
. noel Oribe quosedignasseadmittir a sua iriodiacao,
c simultneamente communicou a esto governo os
passos que havia dado, crtSndo que tal assumpto nio
aHeclusse, como tilo altamente aflecta, os interesses,
a honra e a independencia das duas repblicas, eas
oltribuices dos seus governos legaes. Ogoveniooc-
cupa-se com este assumpto. Manifestar ao general
em chefe do exercito deoperace9 o grava erro em
que est, c Ihe mandara as ordens correspondentes.
Persiste o governo da proviuda do Paraguay cm
seudesaccordado designio de 9epara-la da Confede-
raefio. A sua inaudita declaraco de guerra contra
esta he uma prova da funesta influencia que neila
exorcem os selvagens unitarios o das malvolas ma-
chinacoes estrangeiras. Ante aquella inopinada de-
clarado e injustilicaveis hostilidades qne se Ihe se-
Rccebcmos hontem (21 de Janeiro) folhasde Balti-
more ate 8 do mez passado.
O congresso federal rcunio-so no dia 7, o no dia 8
aprescnlou o presidente da l'nifio a sua mensagem
animal.
Sobre as relacrs exteriores dos Eslados-Unidos
diz o Sr. Polk o seguinte:
lio motivo de grande satisfazlo saber quo as re-
laces dps Estados-Unidos com todas as outras na-
c/ies, exceptuando uma so, silo do carcter mais am:
precau^So o de defensa, ordenar que o exercito to-
masse posiefies sobre o Rio-Grande como ponto mi-
litar donde melhor poda repollir qualqucr ansSo
mexicana; que o exercito ocetipra uma posi(io em
Corpiis-Cluisti, ao oeste do rio Nueces, cm agosto
de 1N45, sem i|ito ninguem scqueixasse, e que por-
tanto so o rio .Nueces fosse o verdadeiro limite do
Texas, tinlia sido passado esse limite muitos niezes
antes ilo exercito vanear sobre o Rio-Grande.
Recapitula o presidente os baldados eforcos que
fez para entabolar negociages pacificas com o.Mxi-
co, usameacas do partido do general Paredes duran-
te a presidencia de llerrera.o mo reconlicciniento do
ministro que os Estados-Unidos enviaran) ao Mxico
e os preparativos que se faziam para a conquista do
Texas, c diz que foi nessas circunstancias que man-
dn marchar o exercito para o Rio-Grande, na firme
resoluciiojporcm, do nilo poupar esforco algum para
"stabclcccr srclaces a miga veis ntreos dous pai-
s: quo apenas o general Paredes suliira ao poder
por meio de uma revolugo militar, dra ordem do
fazer face s despezas do actual c do prximo anuo
fiscal. Se a guerra continuar at 30 dc junho de 1848,
colcula-so quo ser preciso um empreslimo de 23
milhocs de pesos, por se entender que he necessario
lersempre no Ihesotiro a quanlia de 4 mi Hies para
casos urgentes. Se o congresso, porm, aceresccnta
mensagem, lanear direitos de importaran nos
principaes ortigos comprehendidos na lisia livre,
calcula-se quo at junho de 1848 pdenlo render es-
ses direitos 4 millies de pesos, e (fue se poder re-
duzir o empreslimo a 1 millies. Melado desle em-
preslimo ser necessario |inra fazer face s despezas
2o actual anuo fiscal e a maior parte do resto para
9 do primeiro semestre do anno fiscal de 1817-1848.
Paliando da tarifa, diz o presidente que, nao leudo
sido posta cm cxecugfio i le que reduzio os dlroi-
tos do importaco senfio no I." do dezembro p. p.,
nilosepodiam coiihccor anda os seus cITeitos prati-
cos sobre a renda c sobre o commercio do paiz; mas
que nao se duvidava que a saa poltica que se adop-
tara augmentara grandemente o#commercio exter-
gavl. Sincerameiilc dedicado ao sysletna de paz que
desdo o seu principio adoptou e firmemente seguio ao mundo civilisado extraordinario espectculo
este governo, lenhoardeiitemenle desojado cultivarloeum governo que repello por duas vezes un m-
as reTaces de amizade e de commercio com todas asl"'stro dc paz, munido de plenos poderes para ajustar
potencias estraneeiras. O espirito o os hbitos do|o*diirercncas existentes entre os dous paizes por
^V. ....... ............ .V-...^..v. .......-., --------------- -" -----------..,..... VW-------Q.....V...^
ministro americano paraapresentarsuascredcnciais.jno da Uinao e promovera a prospendado geral.
ao novo
repe
rovo governo, mas que o ministro fra outra vezjcomquanto uno fosse possvel prever a receita quo
dlido elivcra de retirar-sc, dando assim o Mexi- produziria, contava-se que fosse superior receita
ovo americano sao Javoraves manutenerlo dessa
iarmonia internacional. Adhcriiido a esta sabia po-
ltica, o nosso primeiro o mais importante dever Jie
o de proteger os nossos interesses commerciaes e a
nossa honra nacional, que lem de ser sustentados a
todo o custo. Nio admittem transaccio ou negligen-
cia, e escrupulosa e constantemente devem ser guar-
dados. Em sua vigilante defensa, a collisao c o con-
flicto com potencias estrangeiras poden) ser algumas
vezes inevitaveis. Tem sido tal a nosso escrupulosa
adherencia aos dictames da justica, em todas as
nossas relaces exteriores, que, comquanto lenha-
mos crescido rpidamente cm prospendade e poder,
nenhuma causa de justa qucixa temos dado a nenhu-
mti nacao, c gozamos dos beneficios da paz ha mala
de 30 anuos. He uma poltica tilo sagrada huinani-
dado e tio salutar em seus effeitos ao nosso systema
poltico, nunca voluntariamente nos devemos des-
viar. ,
A guerra actual com o Mcxico nem ora desejada
nem foi provocada pelos Eslados-Unidos; antes lan-
cmos mfio de todos os meios honrosos para oviU-la.
Depois de por muitos annos soffrermos injuslicas e
oflensas aggravadas que nunca forara reparadas, o
Mxico, violando estipulaQos de tratados solemnes
o todos os principios de justica rcconhecidos pe as
naces civilisadas, deu principio as hostilidades
obiigando-nos assim por um acto seu a urna guerra.
Muito antes do avancar o nosso exercito para a mar-
gem esquerda do Rio-Grande, linhamos nos ampios
motivos de guerra contra o Mxico; e se os EsUos-
L'nidos liressem recorrido a esse extremo, podamos
ter appellado para o inundo civilisado quauto a jus-
lica da nossa causa.
Julgo'do meu dever aprescnlar-vos hoje uma re-
senta das offensas que recebemos, das causas quo
mancira justa e honrosa a ambos. Que nenhuma es-
pera tica poda haver de chegar a um acotnmodanien-
locom o Mxico eniquanlo Paredes eslivesse na pre-
sidencia, porquanto Paredes subir ao poder com-
promotlcndo-sesolcmnemenlca fazer a guerra aos
Estados-Unidos, a conquistar o Texas; hayendo,
alcm disso, boas rasos para erer quo tcncionava
converlcr o Mxico em urna monarchia.
Nestaseirciimstancias, accrcsconta o presidente,
entendou-so que qualqucr revoluclo no Mxico,
fundada na opposicao aos ambiciosos projectos de
Paredes, touderia a promover a causa da paz o a evi-
tar qualqucr interveneflo europea nos negocios do
continente norte-americano, intervenclto a quo se
teran opposto os Estados-Unidos.
No Mxico havia symptomas do revoluclo favo-
recida pelo partido liberal, c especialmente por
aquellos que so oppunham a intcrvenc&ocstrangciru
o a forma do gverno monarcliico. Santa Atina es-
lava desterrado na Havana: mas sabiu-sc que tinha
uo Mxico un partido forte, esabia-se tambem que
a nossa esquadra nflo poderia evitar quodesembar-
casse em algum ponto da extensa costa do Mxico,
sesentassovoltaraoseu paiz. Tinha declarado abor-
ta menle que senta ter derribado a consltuieflo fede-
ral do 1824, quo era opposto ao estabelecimento do
uma monarchia o interveneflo cstrangeira, cera
rasoavcl suppr que, nflo podendo doxar do reco-
nhecer as ruinosas consequencias para o Mxico de
urna guena com os Estados-l tiids, fosso favoravel
causa da paz.
a Foi em tlencflo a estas circunstancias que se
julgou conveniente nflo impedir o seu regresso ao
Mxico. O objecto que linhamos cm vista era o res-
tabejecimento da paz, e portanto n8o havia motivo
para que tomasseinos o partido de Paredes auxlian-
que dava a tarifa anterior.
[Do J._ do Commercio).
PERNAMBUCO.
TRIBUNAL DA RF.LACAO.
JUI.GiMKMO UO DI 7 DE FEVEEIRO DB 1847.
(Desembargador de semana oSr. Villares.)
Mandaran) dar vista asparles as appellaces em
que como tacs figuran) Jos Cordeiro de Carvalho
l.ete, Manocl Filippc da Fonscca Candi, Jos dos
Santos .Nevos, Izabel-Goncalvcs, Francisco Antonio
Fernandos, Jos Antonio Magalhfles Bastos, Joa-
quini da Silva l'ercira e o padre Pedro Cavalcanti do
Alhuqucrquc Lilis.
Nao tomaran) eonheoimento doaggravona causa
em qu litigan Floruda do Caslrp Lima, Jos Ra-
mos de Oliveira Maia, o terceiro embargante Fran-
cisco de Paula Lopes Reis.
Reformaran! asenlenca na appcllacIocvel entro
partes, Henrquc Borges e Ignacio Jos de Mello.
Negaramprovimenlo ao aggruvo, o confirmaran
a seulenca uppellada na causa em quo siio partes o
padre Matheus l'crnundes de Souza Leo o Antonio
Jos Percha Capaila.
Mandaran) reduzir a tormo a desistencia na appel-
lacjSo entro partes, Joflo Jos do Reg o Francisco
Joao do Pilar.
Mandaram averbar o imposto de dous por cento,
c dar vista ao curador geral na appcllac&o emque
liiigam Joan da Cruz Cavalcanti, c Mendos Rbeiro.
Julgavam provados os ortigos de habilitacilo na
causa entre partos, o juizo e Antonio Jos .Nunes Gui-
marflos.
Mandaram descer ao juiz a gu, para ser avaliado
e averbado o imposto, as causas em que sao parte
James Crabrelt & C, Lenoir Puget & C, e Antonio
Uias Souto.
I
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
TT


Mandaram tomar por tormo a confiss&o c seguir os
termos na causa em quo s5o partes Bernardo Anto-
nio do Miranda e sua mulher, o Manuel Concalves
Servina.
B!
Correspondencia.
Srt.Redactores. --Tondo-me anal vindo asmaos
as certides dos documentos, com que havia instrui-
do as respostas quo acerca da malvola denuncia,
contra mim intentada pelo Portuguez Jos .uiz da
SHva Guimaraes, dei perante p Exm. presidente da
provincia e'o juizo do direito criminal dosta co-
marca, aprcsso-mc em faze-los publicar pelo seu jor-
nal, como havia promettldona minlia curta cxposi-
cSo, inserta no scu Diario de 27 de outubro ultimo,
sobo numero240;e avista dos mesmos documen-
tos o das respostas quo acompanharam a menciona-
da exposicfio, espero que o publico imparcial me Ta-
ri a devida justica, j que pelos tribunaes me tem
sido ella denegada, visto que smcnte agora fui quo
oSr. Dr. Ayrescom a moluria que todos llie conlie-
cem, sedignou do dar-se dosuspcto nesta causa,
sem o menor motivo, e isto depois de haver decorri-
do o espado do mais de nove mezes! E mo sei, Se-
nhores Rodadores, quando terei de yr este negocio
decidido porque emfim o respectivo cscrv3o, quo
he Tiburcio, assentou de fazer tambem demora-lo
quanto podesse, pois que, sendo o despacho da sus-
pendo do Dr. A) res, datado de 29 do novembro ulti-
mo, anda no da 9 de ilezembro corrente onze das
depois) jaziam os papis na ponirn docartorio desse
cscrivTo, donde somonte subiram para a conclusilo
doSr. Dr. juiz municipal Antonio Jos Alves Ferrei-
ra, por frga do despacho dcste, datado do mesmo
rlia9dodezumbro, oxarado em urna minha peticilo.
Vestas circumstancias, pois, s me resta invocar o
juizo imparcial do respeitavel publico, a quem rogo
que, leudo atlcntamenteos meusditos documontos,
o principalmente os de nmeros 2,3, 5, 7,10, 11,12,
13,14,18,20,21 e22, ecombinando-os com as m-
n has citadas respostas, me laca a Justina quo at ago-
ra me tem sido injusta e caprichosamente denegada
polo ditoSr. Dr. Ayres, a quem alias desejo que
nunca se veja collocado em minhas circumstancias.
Com a publicado da presente e dos citados docu-
mentos multo obrigarao, Senhores Redactores, ao
scu constante leitor e assignante
Fernando Affonso de Mello.
Rio-Formoso, 12 de dezembro do 1846.
da.-Sr. juiz municipal o deorphflos do termo do
Rio-Formoso. --Est esnforme. Oescrivflo, Pinhei-
ro da Palma. >
Documento sob o n. 4.
Dos officios do participado que existem em meu
poder, s consta que o supplicante seguio para re-
sidir no termo de Sernhaem no da 18 de abril do
corrente anno, e que, tendo rogressado, cntrou no
exorcicio do seu emprego nesta villa, do Rio-Formo-
so no da 25 dejunho do mesmo anno. He quanto
posso attestar.
Rio-Formoso, 5 Eslava reconhecido pelo tahcllflo Noronha.
Documento sob on. 5.
Hlm. Sr.Dr. Fernando Affonso de Mello. Reclfe,
15 do outubro do 1844 -Muito hei le estimar que
esta ova achar, etc......Aqui esteve hontem nesta
sua casa Albino Jos Ferreira da Cunta, eaabendo
quo cui tinha portador boje para esse lugar, inslou
commigo para quo cu llic oscrevesae, pedndo-lhe
mandado de levantamento, em cujo obLeve o despa-
cho do teor seguinte.- --- A' vista da resposta do Dr.
Curador Coral, o escrivo passe mandado de levanta-
mento do sequestro, citando o suplicante para om
termo brevovir prestar contas neste juizo. Rio-For-
moso, 3 de dezembro de 1842. Mello. Estava
sobseripta e assignada pelo escrivo Joaquim Ignacio
dos Santos.
Documento sob o n. 10.
O Dr. Christovilo Xavier Lopes, juiz de orphSos
suptente desta comarca do Rio-Formoso, &c. Mando
gado vaceum seguintes: 3 novilhas e urna vacca sol-
teira,avaliadas tudas em 85,000ris,arrematadas por
96,000 ris por Joaquim Ignacio dos Santos, cuja
quantia foi entregue aocollector do municipio do
Rio-Formoso Jos Luiz da Silva Guimaraes, sendo
juiz destas arrematages o doutor Fernando Affonso
de Mello, bem como do preditoescravo Manoel An-
gola. Em f de verdade.O escrivo Manoel Antonio
Cotlhu de Oliveira Jnior.
Documento sob on. 16.
m. Sr. Dr. Fernando Affonso do Mello. Aqui
ao depositario Jos Soares Lerocha, entregue a D.Joa- mesmo respondo. Sendo eu A. do processo do fina-
quina Freir de Mendonca Le3o, por seu bastante I do Antonio Jos da Rocha, e nao tendo procurador
DOCUMENTOS A QUE SE REFERE A RESPOSTA DADA TERANTE
O EXM. PRESIDENTE DA PROVINCIA.
Documento sob o numero 1.
Em cumprimento portara supra, certifico que,
revendo os autos de execucAo nella mencionados,
delles consta a fl. 108 v. o despacho do loor seguin-
te : Contina a minha suspeicOo as causas contra
o casal do finado Jos Thomaz da Silva, e juro anda,
se preciso for. Rio-Formoso, 19 desetemhro de 1812.
Affonso Ferreira. Sendo o mesmo juiz, a quem
l'orain conclusos os autos a primeara vez para n jul-
gamenlo do libello, e consta mais que oram os
mesmos autos segunda vez conclusos ao Dr. Feman-
do Affonso de Mello que os julgou, e foi dita senten-
ca appellada, mas nflo pelos reos, e sim por oulros
credores; e consta mais dos sobreditos autos o des-
pacho de suspeigHo do juiz que julgou a primeira
vez, cujo despacho he do teor seguinte : -- Temi-
me averbado de suspeito em todas as causas tenden-
tes aocngenhoMscate, nao me compete deferir a
pretengilo do supplicante. Rio-Formoso, 31 de Janei-
ro de 1843. Mello.-- E consta mais dos mesmos au-
tos, que correu a revelia, desde o julgamento da ex-
cepco com que se oppozeram os reos na inesma
causa ; constando mais seren os advogados por par-
te do autor Joaquim Pereira de Mendonca, primera-
mente o Dr. Jeronymo Villela de Castro lavares, e
segundo Jos Luiz da Silva Guniarles.--Estava subs-
cripto eassignado por o escrivilo Jo3o Pinheiro da
Palma.
Documento sob o n. 2.
Certifico, em virtude da portara retro, que, re-
vende os autos do libello civel de I). Maria do Espi-
rito-Santo Campello e mais lierdoiros do finado Joa-
quim Thcodoro de Barros contra Manoel do Albu-
querque Barros e oulros, delles consta ser o teor do
despacho exarado na primeira petizo da dita autora
da lumia o maneira seguinte : I). P. oM. e C. I>.
requeridas. Rio-Formoso, 17 dejunho do 1844. -H
Mello.-- Consta igualmente da cortidfio do ollicial
tor sido o reo Manuel de Albuqucrque Barros citado
para a acg3o aos 13 de julho do dito anuo. Consta
mais, que em audiencia de 16 do referido mez fura
offerecido o libello por parte dos autores, e quo nes-
.sa mesma audiencia o reo dito Barros pedio vista
por seu advogado Jos Luiz da Silva Guimaraes, da
dita accilo; e mais consta, quo n'audiencia de 23 do
referido mez e anno, por parto do dito reo pelo ines-
iiio seu dilo advogado Guimaraes, foi olfcrecida urna
excepto dilatoria, seguindo-se urna informagao do
escrivilo do teor seguinte : Hlm. Sr. -r Duvido dar
andamento aos presentes autos, por nao estar sella-
da a eonciliacao de fl. 6 a fl 15, e os documentos de
fl. 43 a fl. 44 nao terem pago o sello proporcional, se-
gundo a lei ha pouco publicada. Rio-Formoso, 23 de
julho de 1844. O escrivo, Jos Gomes Coimbra
Consta mais ser o teor da sentenca proferida em di-
tos auto da forma o maneira seguinlo : -- Nflo rece-
bo, e nem deliro o libello fl. 41, porque, fundando-se
elle nos documentos fl. 6 a 11 15, fl. 43 e'fl. 44, nao
podem ser admiltidos em juizo sem o pagamento
dos sellos proporcional e fino, na conformidade do
d aposto no regutamento de 26 de abril do corrente
nnno, n. 355, a menos que se nao revalidem, nos ter-
mos prescriptos no artigo14 1. da lei de 21 do ou-
tubro de 1843, a quo se refere o predito reguiamento.
Pelo que, julgando, como julgo, os autores sem ar-
illo contra o reo, alientas asfaltas cima referidas,
absolvo o mesmo reo da presente instancia, o aos au-
tores condemno as custis do processo Rio-Formo-
so, 14 de selombro de 1844.- Fernando Affonso de
Mello. Consta mais nao terem os tutores appella-
do desta sentenca, assim como que ditos autos s
por urna vez subiram a conclusa do mesmo juiz, o
que leve lugar aos 23 do mez de julho, onde estive-
ramatl7do selembro do referido anno do 1844.
Em f de verdade e concertada. Jos Tiburcio Vale-
riano de Noronha. >
Documento sob o n. 3.
Constando eslelgoverno, que Vmc., desde que
cntrou em exerciciodejuiz municipal desso termo;
nSo tem cumplido com o disposto no artigo 4. do
decreto de 24 de margo de 1843, pois que anda nao
fdra residir no,termo reunido deSorinliom, quea-
lias se cha as circumstancias do artigo 2.* do men-
cionado decreto, cumpre que Vm. informe qual o
motivo que o tem determinado asemelhantc omis-
s3o. Dos guarde a Vm. Palacio di Pernambuco, 30
outubro de 1844. Thomat Xavier Garda dt Almei-
3uc houvesse do mandar-me dizerscem seus autos
e suacxecugilo contra um sujeito, creo quo de
nomo Joaquim Corroa do Araujo, ou Luz do Arau-
jo, se acha unido um requermento em que pedir
penhora e busca na casa do dito Correia, em conso-
quencia do llie haver informado aqui que o dito re-
quermento n3o existia nos ditos autos pelo deleixo
do escrivo do processo, do que nao mandava tirar
ellecertidio, em ras3ode quo os autos nesta data
hflo de existir om poder de V. S., e nao Ihc ser ne-
cessario, senlo urna certeza da existencia do dito
papel; o que llie rogo baja dcassm o fazer, man-
dando-me, a ser possivel, um extracto do dito reque-
r mont, visto que sso n3o pode compromettor a
sua justica; o que oslara longe de o pretender........
De V. S. amigo atiento, venerador e criado Jodo
Manoei Rodrigue' Valenca.
Estava reconhecida pelo labelliaoGuilherme Pa-
tricio Bezerra Cavalcanti.
Documento sob o n. 6.
n lllm. Sr tcnente-coronel Jos Antonio Lopes. --
Rogo-lhe queira declarar-me ao p desta, com a ver-
dade que costuma, se em fins do anno prximo pas-
sado so achava V. S. em minha casa, quando, ao rece-
ber urna carta do Rccfc, llie declarci quo tinha ella
por fina pedir-mc a certdao ou declaradlo de existir,
ou nao nos aulos do Albino Jos Ferreira da Cunha
conlra o casal do finado Luz Jos de Araujo, que en-
tilo se achavam em minha conclusilo, urna replica
tendente a urna penhora quo se fez nos bensdo
mesmo casal, por se dizor na dita carta, que o escri-
vo Coi'lho nao a tinha juntado aos ditos autos; o se
est lemhrado de se achar nessa occasiao tambem
em minha casa Joao Antonio Costa c Silva a quem
ped que houvesse de tirar-me um extracto dessa
dila replica para ser enviado a pessoa que m'o pedio,
em consequencia do ter verificado-nos mencionados
autos, em sua prosenga, que olla all existia. Sou
com estima, etc.Seu amigo e obrgado criado.Fer-
nando Affonso de Mello. Rio-Formoso, 18 do no-
vembro de 1845. Resposta. lllm. Sr.Dr. Fernan-
do Affonso do Mello. Respomlendo sua carta,
cumpre-me dizer-lhe que ho verdade ludo quanto
na mesma refere, pois quo tenho disso mui viva lem-
branga; o que estou prompto jurar, sendo necessa-
rio Sua casa, 19 do novembro de 1845. Josi Anto-
nio Lopes.
Estava reconhecida pelo tabelliao interino No-
ronha.
Documento sob on 7.
He urna carta no mesmo sentido, dirigida a Joao
Antonio Costa e Silva quedeu a seguinte resposta.
lllm. Sr. Dr. Fernando Affonso de Mello. Em res-
posta ao quo V.S. de mim exige, tenho a dizcr-lho
que lie verdade o que se refere na sua carta, assim
como estou lembrado do me ter pedido V. S. que
Ihotirasse urna nota dessa replica, ou requer ment
de quo falla, o quo tendo-lho eu prometlido tirar-
Ih'a, assim nflo aconteeeu, porque, apparecendo eu
algunsdias depois a casa de V.S. para-o dito fin, V.
S. medeclarou quo, visto cu nao ter apparecido, a
havia j tirado de sua propria leltra, e enviado para
o Recita, afim de aproveitar um portador: o o que
cima dito Tica, estou prompto a jurar, so assim for
necessario. Sou com toda estima, etc.Do V. S. mui-
to sou atlencioso eobrigado criadoJodo Antonio
Costa e Silva. Em 19 de novembro do 1845.
Estava reconhecida pelo tabelliao Noronha.
Documento sob o n. 8.
Certifico que, revendo o processo crime intentado
a ex-offtcio contra Joaquim Correira de Araujo, nelle
a fl. 6. v. e fl. 7. existe um auto de resistencia la-
viado pelo escrivilo Joaquim Ignacio dos Santos,
do mesmo processo consta 1er sido preso em virtude
do dito auto de resistencia o referido Joaquim Cor-
roa de Araujo, o qual foi pelo Dr. Fernando Affonso
de Mello, juiz municipal desta comarca processado,
proferindo a pronuncia do teor seguinte : Julgo
procedente este summario contra Antonio Dias da
Silva...... Quanto ao outro reo preso Joaquim
Correia de Araujo, tillo he possivel, depois do exame
deste mesmo processo a fl., conclur-su que houvosse
a resistencia mencionada as partes ofliciaes a II.,
pois que comquanlo as testemunhas deelarem ser
verdadeiro o laclo dse acharem alguns individuos
na casa do reo executado, na occasiao em que se ia
proceder penhora contra elle ordenada por este
juizo, mo afllrmam todava que ellos conjuntamen-
te com o reo se oppozessem com torga, ou fizessem
qualquer ameaga capaz do impedir a referida penho-
ra ; circumstancias estas que seriam necessarias
para constituir o dilo reo ncurso no crime de resis-
tencia previsto pelos artigos 1t6 e 177 do cod. crim.
Pelo que, julgando improcedente este summario con-
tra o referido reo Joaquim Correia de Araujo, passe
o escrivo mandado de soltura acerca deste, para que
seja i inmediatamente relaxado da pristi em que so
acha, pagas pela municipaldade as cusas, em que a
condemno em proporgno. Rio-Formoso, 13 do julho
de 1844. Fernando Affonso de Mello, E finalmente
do mesmo processo a 11. 8. v. e fl. 9. consta que o
referido Araujo foi preso aos 9 das do mez de julho
de 1844, o a fl. 22 se v a intimagao da nao-pronun-
cia feita ao commandante do destacamento, o alferos
Manoel Antonio Martina Pereira, como dotentor que
enUlo era dos presos desta comarca, decorrendo as-
sim da priao a nao-pronuncia e intimagilo ao dito
eommandaute o decurso de 4 dias, por ludo tor lu-
gar nodia 13 do mesmo mez do julho de 1844. Em
f da verdade o escrivo, Antonio Josi l'imentel.
Documento sob o n. 9.
a Cortiflco que, revendo os autos de inventario
mencionados na portara supra, delles a fl. 48. cons-
ta a pelig3o por onde o autor exequenle Albino Jos
Ferreira da Cunha requereu mandado de sequestro,
eo despacho proferido he do loor seguinte: Oes-
crivo passe mandado de sequestro para o que so re-
quor. Itio-Formoso, 26 do novembro de 1842. -
Mello. e o dito sequestro se eflectuou, como consta
dos autos a fl. 72. e fl. 75. v., bem cmodos mes-
mos autos consta a replica 3o reo, em qut pedia
procurador o advogado Jos Luz da Silva Guimaraes,
os bens embargados a saber: urna negrinha deno-
me Antonia, e um par de malas velhas, que teve lu-
gar este proced ment nodia 3 do corrente, deixan-
do a embargante Maria Rita de prova.-ditq ombargo
no triduo da loi, e se haver dito depositario por de-
soncrade para com este juizo : assim o cumpram sob
as penas da loi. Este se passou em virtude do meu
despacho proferido na petigSo da embargada, que
flca com mais oulros papis em poder e cartorio do
escrivo que este oscreveu. Rio-Formoso, 20 de se-
lembro de 1813. E eu, Joaquim Ignacio dos Santos,
escrivilo o escrevi. Xavier Lopes. Seguia-se o
termo de levantamento datado de 22 do mesmo
moz.
Documento sob on. 11.
Certifico que, revendo os autos de inventario
do casal de Manoel Jos de Castro Araujo, originado
pelo fallecimento do D. Maria Francisca de Castro
Araujo, que veram aprsente correig3o.de que faz
mencao a nctigUo retro, delles consta a fl. 95, que as
partilhasdodito inventario foram feitasno dia 17 do
mez de margo de 1843, perante 'o juiz municipal sup-
plenteoDr. Christovao Xavier Lopes, e a fl. 156 v.
consta que no dia 20 do mesmo mez foi a partilha jul-
5ida por sentenga pelo juiz municipal supplente
to Xavier Lopes. Em f de verdade. 0 escrivilo,
Antonio Josi I'imentel.
Documento sobn. 12.
Certifico om virtudo do despacho retro que, re-
vendo o inventario e partilhas a que se proceaeu pelo
fallecimento de Joaquim do Souza Santos, delles
consta achar-sedeclarada a orphaa Izabel, deidadede
11 annos, lillia da finada I). 'Maria Claudina da Nati-
vidade, fallecida, casada que foi com Antonio Jos
I'imentel, da qual orphaa he tutor dito seu pai; sen-
do as duas ultimas tildas da inventarianto maiores de
21 annos. Certifico igualmente, que coube a cada um
dos herdeiros a quantia do 307,288 rs. Em f de ver-
dade Jos Tiburcio Palerianno dt Noronha.
Documento sob on. 13.
Certifico em virtude da portara retro, que, re-
vendo os autos do sequestro dos bens do finado pa-
dre Antonio Alves da Silva Freir, de que trata a
mesma portara, delles consta que aos 13 de julho
de 1844 foram feitos com vista ao collector deste mu-
nicipio Jos Luz da Silva Guimanles, e este oppoze-
ra as duas rases, as quaes no segundo artigo re-
3uereu que se fizessem os autos com vista ao curs-
or geraj dos orphSos para arrecadagflo da quantia
de 972,962 ris, que foram dadas no cartorio aos 26
do dito mez e anno; consta mais que, sendo os mes-
mos autos conclusos no da 5 de agosto seguinte,
foram pubb ados no da immediato com o despacho
do teor seguinte. Vista ao curador geral dos or-
philos. Rio-Formoso, 6 de agosto de 1844. Mello.
fa cojos autos nao consta termo algum de vista ao
curador geral dos orphSos; e he o teor do auto de
arremataco doescravo Marcelino, e o requerimento
da arrematante D. Francisca Antonia Lins da forma
e maneira seguinte. Segue-so o a uto de arremata-
cao nodia 18 (lejulho de 1844, assignado pelo juiz,
escrivilo, porteiro e arrematante, cujo requerimento
he do teor seguinte : Diz D. Francisca Antonia
i.ins, que, tendo arrematado em praea publica por
este juizo o escravo Marcelino.pertencente ao tinado
reverendo Anin o Alves da Silva Freir, por a quan-
tia de 301,000 res, chega noticia da supplicante,
3ue V. S. mandara depositar em poder do collector,
esto municipio, Jos Luiz da Silva Guimar9es,o pro-
ducto da arrematagilo do referido escravo,o qual, es-
tando gravemente enfermo, e imminente risco do
vida proveniente de molestias adquiridas em tempo
anterior esta arremalagao, sejulga a supplicante
com direito do a fazer annular, e entretanto que se
nao real isa esta sua pretengao, o nesta villa nilo naja
depositario constituido, e supplicante n3o conve-
nid depositar essa quantia cm poder do dito collec-
tor, que n3o offerece a monor garanta por ser ho-
mem caviloso, fabricador de firmas falsas, e capaz de
falsificar quaesquer actos judicies, comoj o tem
feito, o he publico o notorio nesta comarca, re-
3uer por isso a V. S. que em altcngilo ao exfjcndi-
o, haja de mandar depositar o producto dessa arre-
malagao em poder de pessoa mais idnea, offerecen-
do para fiador de quem qur que eja o depositario,
a pessoa de seu filho Jos Luiz de Caldas Lins, pro-
prietaro abastado, e residente neste termo. Portan-
to pede ao Sr. juiz de orptulos e municipal desta co-
marca assim Ihe delira. E R. M. Francisca An-
tonia Lint, hs l.niz de Caldas Lins. Despacho.
Fca a supplicante autorisada como depositara do
producto da arremalagao de que se trata, emquanto
se n3o decide da validade, ou nulldade da mesma
arrematagilo, assignando, como fiador, a pessoa que
olTerece. Rio-Formoso, 20 de agosto de 1844.JfeMo.
Em f oe verdade c concertada Josi Tiburcio Pa-
lerianno de Noronha.
Documento sob on. 14.
a Certifico que, revendo os autos de execuco de
sentenca do Joaquim Jos Cavalcanti contra os her-
deiros do finado Manoel do Nascimento da Silva, a
que se refere aportara retro, nelles a f. 53 se veo
auto de arremalagao, e deste consta que foi arrema-
tado em basta publica por D. Francisca Antonia Lins
o escravo Manoel Angola, avallado por 350,000 ris,
e arrematado por 376,000 ris, cuja quantia contou
a arrematante em moeda corrente no acto da arre-
malagao, e foi logo recebda pelo procurador do
exequenle o advogado Guimanles. Certifico mais
3uo dos mesmos autos consta o requerimento a f. 55
o teor seguinte: -- Diz Joaquim Jos Cavalcanti,
que, tendo recebido o producto do esrravo Manoel
Angola, arrematado aos herdeiros do finado Manoel
do Nascimento da Silva para seu pagamento......&c.
Certifico mais que a Ultra e assiguatura do dito re-
querimento he a propria do advogado Jos Luiz da
Silva Guimaraes. Certifico outro sim, que, revendo
os autos de execugo do reverendo Mathias Jos da
Silva nelles a f. 58 e f.59,consta terem sido arremata-
das em hasta publica, aos 20 de julho de 1844, as ca-
begas de gado seguintes:2 vaccascom cras,2 sollei-
ras cbois, ludo avaliado por 166,000 ris e arre-
matado por 171,000 ris por D. Francisca Antonia
'em tal quesillo, andava cu mosmo com o dilo pro-
cesso tratando do meu direito, acontece-me ser pe-
dido pelo respectivo escrivo para o recolher ao car-
torio, e como eu me achasse incoramodado, o msn-
dei por um preto mea escravo de quem^confiava em
meus mandados, e desta vez evadio-se, e assim deu
im aodito processo, ou por Ihe haverem furtado, ou
porseduego, ccomo ao mesmo tempo nditopro-
cessado evadio-se, e logo a poneos lempos falleceo,
nao tratei do nada mais contra elle cm virtude do
dito fallecimento. Isto he. o quo tenho a responder
a V. S. tal respeto. Dos guarde por muitos annos,
como Ihe deseja quem hel>e V. S. atiento venerador
e muito obrigado e criado.' Antonio Evaristo da
Rocha. Eslava reconhecida pelo tabelliao interino
Noronha.
Dtcumenlo sob o n. 17.
Hlm. Sr. Dr. Fernando Affonso de Mello -- F.m
cumprimento ao quanto V. S. exige m sua carta
cima, respondo que vi o escrivilo Cocino dizor a V.
S. que passava a certdao de que V. S. trata, is'.o na
casada cmara no dia 7 do corrente pelas 10 horas
da manhila do dito dia, sem que parauso fosse
por V. S forgado, e ao depois me constou ter-se o
mesmo escrivilo ausentado desla villa, cujo motivo
ignoro. He o quanto tenho adizera V.S. debaixn de
palavra de honra, ejurarei em juizo, se necessario
for. Sernhaem, 19 de novembro de 1845. Sou com
respeto, &c. ~ ./lo Damaceno Barros. Rellro-me
resposta supra. Raimundo Guedes Cavalcanie.
Estavam reconhecidas pelo tabelliao interino No-
ronha.
Docimn/o sob n. 18.
Hlm. Sr. Jo3o Manoel de Barros Wanderley.
Tenho estado bastante vexado, como V. S. j ha de
ter tido noticia, o como V. S. tambem he meu juiz,
recorro sua protecgflo pora com e Sr. Dr. Fernan-
do, a pois o que fiz contra este Senhor foi por conse-
Ihos de outrem, e n3o pensar bem no que fazia. Es-
pero portento que V. S. seja por mim, altendendo
minha numerosa familia, pedindo ao mesmo Sr. Dr.
que me nao bote a perder, edeixar-me tranquillo no
seio dola. Sou com toda estima &c. Uvnoel Anto-
nio Coelho de Oliveira iunior. Sua casa, 21 de no-
vombrode 1845.Estava reconhecida pelota bel I i 3o
Guilherme Patricio Bizerra Cavalcanti.
Documento sob o n. 19.
He urna carta do Sr. Jo3o Manoel- de Barros
VVanorley da mesma data, remettendo ao denun-
ciado a doescrivfio Coelho Jnior supra-mencio-
nada.
Documento sob o n. 20.
Auto de exame. Anno do nascimento de Nosso
Senhor Jesiis-Cluislo de 1845, aos 14 de novembro
nesta villa.... em casa da residencia do juiz de direi-
to do crime o doutor Joaquim Ayres de Almeda Frei-
tas... e sendo ahi, vieram e estavam presentes o sup-
plicante, o doutor Fernando Affonso do Mello, os
peritos, os advogados Francisco de Paula Souza Pin-
to e Francisco da Silva Leitilo, o escrivilo JoSo Pi-
nheiro da Palma, o contador c distribuidor do juizo
Hilario Francisco do Sales, o escrivo do jury Anto-
nio Jos I'imentel, c o cscrvSo do termo da villa de
Sernhaem Manoel Antonio Coelho de Oliveira J-
nior, e por o dito juiz de direito foi encarregado aos
peritos, que debaixo do juramento de seus officios
cxamlnassem um dos dous livros de rol de culpados
que Ihcs foi apresentado neste acto, e que servio
nos annos que decorreram de 1816 1833, verse
nelles falta va alguma folha ou folhas, e quaes cram...
o passando a examinar o mencionado livro de rol de
culpados, e sua numeragilo acharam faltasra folha
que deviaconter o numero 71 e 78, as quaes todas
comprehendem a leltra J. E sendo mais apon-
tado que examnassem se no dito livro na leltraJ
encontravam o nome de Jos Luiz da Silva Guima-
nles, declararan) que nao. Elogo pelo supplicante
dito doutor Fernando foi requerido ao doutor juiz de
direito, que houvesse de inquirir ao escrivo do jury
PimentelJacerca do que soubesse relativamente
falta do nome de Jos Luft da Silva Guimaraes, que
constaya ter sido sublrnhidocom as folhas, cuja falta
se havia reconhecido; e sendo-lhe encarregado sob a
f de seu ofHcio, que declarasso ... declarou que es-
tando elle de correig3o cinSorinhBem, esto corrente
anno, o cscrvAo M. A. C. de Oliveira Jnior, e seu es-
crevente Apollinaro, Ihe mostrara no rol de culpados
queservio noanno de 1828,uma verba quecontinha o
none de Jos Luiz da Silva GuimarBes, branco, sol-
tero, morador no Rio-Formoso, por crime de tiro
fra'de horas, pronunciado pelo juiz ordinario no
anno de 1828. Cuja verba estava circulada com ris-
co de tinta, > mai gemela folha se achavam as pala-
vras despronunciado pela correigSo escripias pela
propria lettra do advogado Jos Luiz da Silva Guima-
nles ; e declararan! mais os peritos que degdeo 1 .u
provimento datado de 4 de margo de 1818 at 20 de
maio de 1833, exarados no mesmo livro de rol de cul-
pados, nao consta que em nenlium desses provimen-
tos se tratasse na falta das folhas referidas Foi mais
requerido que fsse interrogado o escrivo Pinheiro
para declarar o que soubesse acerca da perda de um
processo feito contra um escravo do Jos Joaquim do
Miranda pela morto feita no escravo'de Antonia a
Silva Montciro....esatisfazendo, declaroul4flP-
no de 1836, depois da publicagiloda lei de UflRl,
Ihe foi ordenado pelo juiz de direito que entilo era
o doutor Manoel Teixeira Peixoto. que rsse receber
do escrivo de paz, Hilario Francisco de Sales, lodos
os processos crimes feitos pelos juizes de pazdoadif-
ferentes districtos, separando e guardando em seu
cartorio os que fossem relativos este termo, e en-
tregando os de Sernhaem ao respectivo escrivo .
Coelho Jnior, o que elle escrivo ora deponente as-
sim cumprio, entregando ao escrivSo Coelho ntreos
demais processos o de que se trata, que recebra do
referido escrivo de paz Hilario, segundo a viva Icm-
branga quo disso tem. Tempo depois se convocou o
jury desta comarca, no qual, tendo elle deponente
principiado a trabalbar por dous ou tres dias, cahi-
ra doente e se retirou para sua casa com licenga do
juiz ; eis senilo quando appareceu em sua casa o re-
ferido escrivilo de paz Hilario, dizendo que Ihecons-
tava haver desapparecido o processo de que se trata
Lins, cuja quantia foi recebida pelo procurador do !e quo muito senta mo ter naquella occasiao com
exequciile.o advogado Jos Luiz da Silva Guimaraes. quem prvasso hav-lo entregado ello deponente,
E consta mais a f. 59 dos mesmos autos, que nodia ao que llio respondeu este, que se nSo agoniasse,
supra-declarado foram arrematadas as cabocas doJP<>'s quejeom elle mesmo deponente havia de pro-
Mi


*3
var a sua vordado, o pasando a calgar-se, dingio-se
mmcdiatamonte com o referido escrivflo de paz ao,
iriliunal do jury para o fim de justificar a esto es-
crivflo, e chegando alli, sendo avistado pelo dito
uiic d direito presidente do jury, lhe inquiri qual
o motivo da sua ajiparigflo naqueilo lugar,, visto es-
nr com parte dodoente, ao qqelhe rcspondeu elle
(iepononte, que era para o fim de declarar que a
ncrda do processo de que so tratava, nflo era devida
ao escrivflo do pa* que o acompanbava, nflo obstan-
te nflo Iheterpassado recibo, asseverando c invocan-
Jo por testemunha a todos os juizes de tacto prsen-
les que ello havia roccbido do dito escrivflo de paz o
i cferi do processo, e o havia entregado ao dito escri-
viio Coelho; e que se elle tinha, ou n3p a este entre-
gado, o lempo mostrara, ao que respondeu o referido
uiz presidente dojury.doutor Peixoto, dizendo que
nao precisava elle deponente incommodar-se para
mostrar a sua honra, que a considerava estabelecida,
nois quo estava corto que o dito procosso fra extra-
viado pelo referidoescrivo Coelho, e tanto assim que
havia arrancado urna folha do rol de culpados.... ac-
crescentando mais que lhe constava, quo o processo
tinlia sido vendido por o dito escrivflo Coelho por 20#
rs. K estando presente o dito escrivflo de pazllijario,
(leclarou serverdade tudoquantoacabavadodizero
escrivflo Pinlioiro na parto relativa sua defesa, e
iiue quanto ao mais nflo sabe, por so haver logo re-
tirado do tribunal do jury. Foi mais apontado aos
peritos, quo houve'sem do examiuaro outro livro do
rol deculpados que actualmente serve, e doclarassem
se fl lv. existia algum vicio, ou emenda, ecom
quo lettra seachava ella oscripta, o aatsfazondo a-
eliou o advogado Leitflo no dito lugar, na verba era
que seachava. lancado o nome de Antonio Jos da
lloclla, por crime de furto, aonde indica do que pro-
cede o furto, ter um grande borrflo; porm perce-
be-se ser de escravo, a pezar do-esc se adiar com
o dito borrflo, e emendado por lettra mais grossa
(i-v-qucdclle lizeram um I na ultima avilaba,
ile maneira quo se percebe cavallo, e que a lettra da
verba lie a propria do escrivflo Coelho. E pelo outro
perito Jos Antonio Costa e Silva, no impedimento
do perito Francisco de Paula Souza l'into,foi declara-
do existir no fin da segunda linha dessa verba um
borrflo naprimeira syllaba de um nome, que acaba
por --vallo--, o que a lettra --1 da ultima syllaba
dessa mesma palavra se achava emendada, e que a
svlaba -va- nflo tem vicio, e parece ser do proprio
escrivflo. Foi mais interrogado o oscrivflo l'inheiro
para quo houvesse de declarar o que sfrtibcsse acer-
ca do processo e soltura do reo Antonio Jos da
Rocha, e satisfazendo, deelarou ojje, na vespera da
soltura do referido reo fra sua casa o escrivflo
Coelho comum requerimento o* inflo, no qual se pe-
dia a soltura do dito reo, por se allegar sor o seu cri-
me de furto de cavallo, cjo requerimento tinha por
despacho, que informasse o escrivflo, pedindo o mes-
1110 escrivflo Coelho ellQ deponente, que houvesse
de aconselha-lo naquelle negocio, visto que se lhe
pedia que elle escrivflo informasse ser o crime de
furto de cavallo para se emendar o rol de culpados,
ao quo ncgando-swelle oscrivflo, ora deponente, va-
lcu-so o escrivflo Coelho desuamulher, a quem pe-
dir para que houvesse de fazer com que elle depo-
nente, naqualidade de seu collega, e mais experiente,
houvessodo guia-lo respeilo, cuja instancia de-
elarou elle deponente, que fizesse ello escrivflo Coe-
lho o que quizesse, mas que nflo riscasse, ou borras-
se o rol disipados, que odepois nflosoube mais
o que sjj*8sou..... E por nada mais ter que serexa-
minilPB mandou lavrar o presente auto, em que
c orrrrVjiz todos assignaram. E eslava subscripto e
assignado pelo escrivflo Jos Tiburcio Valeriano de
Noronha.
Documento tob o n. 21.
Atiesto que sempre reconbeci ao supplicante (o
Silva Guimarfles,por ter usado.em urna das rasoesdos
autos de Manookemetrio Callado contra Alexan-
dre Manoel da Paxflo, de palavras que anieacavam
resistencia execueflo da sentcnca do juizo do civel
da comarca, como consta do documento a (1. 6,' e na
resposta o denunciado repeli as mesmas palavras,
e nada allegou que o podesse defender de somelhan-
te crime, o por isso est incurso no artigo 119 do
cdigo criminal, o obrigado prisflo e livramento,
o pague o mesmo as cusas.Fica de nenhum vigor
a suspeicio posta pelo mesmo, por ser contraria ao
artigo 66 do cdigo do processo criminal. 6 escri-
vflo lance o nomo do denunciado no rol dos culpa-
dos, e do. nota ao prefeito da comarca para a captu-
ragflo do reo.
Ilio-Formoso, 22 de setembro de 1836.Manoel
Teixeira Peixoto.*
Estava subscripto o assignado pelo escrivflo do ju-
ry Antonio Jos Pimental.
D0CUMEM0S A QOESE REFER! A RESfOSTA DI>A PFRAKT
011, JU1Z BE DIIEITO DO CRIME DA COMARCA.
Documento sub oh. i.
He o mesmo quo so acha sob o n. 14 da resposta
dada porante o Exm. presidente da provincia.
Documento tob o n. 2.
Certifico que a representadlo do que faz men-
efloo supplicante no requorimonto suppra, he do
loor seguinte :-- Illm. elxm. Sr.Manoel Antonio
Coelho de liveira Jnior, tabelliflo vitalicio do pu-
blico judicial, e escrivflo do crime e civel do termo
da villa deSerinhflem, vem representar V. Exc a
violencia que acaba de soffrcnlo Sr. Dr. juiz muni-
cipal da comarca Fernando Alfonso de Mello pelos
dous motivos soguintos: Primeiro, porque, tendo-
Ihe o mosmo Sr. iir. pedido em confianca os autos de
llbello de Joflo Lopos dos Santos contra Francisco
liarrciros Kangel e os de execueflo de Albino Jos
Ferrcira da Cunha contra o menor herdeiro do fina-
do Luiz Jos de Araujo; mandou delles por portara
extrahir duas cerlides, etc.....que at mandou bus-
caro meu rol de culpados, fez-me por nelle urna de-
claragflo que me nflo lembra agora, e me entregou
emendado com um borrflo de escravo para cavallo
para a soltura do reo, etc. etc.
Eslava exlrahda pelo odicial-maior interino da
secretaria, Francisco Xavier a Silva, o he firmada es-
ta representaeflo com a data de 9 de novembro de
1845.
Documento tob o n. 3.
Certifico que em quanto ao primeiro quesilo,
hoverdadeque no dia 14 de novembro, fui villa do
ftio-Formoso, levando uns autos civeis em que he
autor Joflo Lopes dos Santos e reo Francisco liarrci-
ros Rangel, como os dous res de culpados para o
examc a que se refere a peticao retro requer men-
t do supplicante; mas que tanto os autos como
os roes de culpados foram sem vicio algum, borra-
do u entrelinha, nem tflo pouco com folhas ar-
rancadas, e constava de suas numeraedes. Certifico
mais, quanto ao segundo qucsito.que no dito dia 14,
me hospedo! em casa do advogado Jos Luiz da Silva
lluimai fies com os ditos autos c res de culpados da
mosma manorque os lovei de meu cartono ; mas
que tendo de sabir ra como o fiz, o depois que
voltei para a casa do dito advogado, achei estos ditos
autos borrados, e um dos roes do culpados com duas
folhas arrancadas, e isto mesmo soube pelo dito ad-
vogado me mostrar. O referido he verdade acerca
do quo se pede por certidflo aos 13 dias do niezdo
dezembro de 1845, escrevi e assignei.Em o.de
\\\deManoel Antonio de Oliveira Jnior.
.s documentos de na. 4 a 7 sflo 4 carias escripias
denunciante ao escrivflo Coelho, sua mulher
U pa, as quaes deixam de ser agora novamente
transcriptas, por joterera aido no Diario de Per-
nambueo n. 202, do 12 de setembro ultimo, em cujas
.028 barricas hacalho ; ao mesmo consignala-
ro.
Kente; pataeb.0 americano, viudo de Ballimoro,
ontrado no corrento meu, consignado a Henry Fois-
ter i C, manifestou o seguinte :
927 barricas farinha de trigo, 100 caixas velas de
espermaecte, 20 barricas bolacha, 37 barriquinhas
bolachinha, 53 saceos pmenta, 200 barra manteiga
de porco, 11 fardos panno dealgodflo, 20 barris car-
ne de vacca, 20 ditos agoa-raz j ao mesmo consigna-
tario.
Consulado.
REND1MENT0 DO DIA 6.
Ceral............. 2:298,562
Provincial........... 870,743
Diversas provincias........ 129,075
1:898,980
PIUCA DO RECIFE, 6 DE FEVEREIRO DE 1847, AS
TRES HORAS DA TARDE.
REVISTA SEMANAL.
Cambios Nflo consta 9 fizesse transacgflo alguma
durante a semana.
Assucar Entraram 480 caixas e abundancia de sac-
eos: ha falla de compradores, e as vendas
fcitas regularam de 900 a 950 rs. por arro-
ba sobrio favo do encaixado; de 1,700
a -2,1 OOfr. arrolla do branco onsaccado
e embarricado, e a 1,350 rs. a dita do mas-
cavado olio.
Algodflo Contina a vender-se do 6,500 a 6,600 rs.
a arroba, tendo entrado 535 saceos.
Ago'ardente Vendeu-so a 40,000 rs. a pipa.
Couros Pouco procurados, tendo havdo vendas de
110 a 115 rs. a libra.
Hacalho Chegaram na semana 3007 barricas, e o
deposito he de 10,000 quintaos, lendo-sc
vendido a retalho de 10,000 a 12,500 rs.
a barrica.
Carne-sccea O deposito he de 25,000 arrobas, in-
clusive um carregamento ontrado osla se-
mana; e nflo leve alteracflo de prego.
Chumbo-Veiuleu-se de 18,000 a 19,000 rs. o quin-
tal do de munigflo.
Farinha de trigo Odeposito be de 4000 barricas,
inclusivo um carregamento de 927 bar-
ricas entradas nesta semana; e vendeu-
se do 17,000 a 20,000 rs. a barrica.
Manleiga Vendeu-se de 500 a 560 rs a libra da In-
gleza, o de 440 a 450 rs. a da franceza.
Entraram depois da ultima revista 12 embarca-
gtes, csahiram 14, exstindo hoje no porto 54: sen-
do 2 americanas, 25 brasileirns, 1 hespanhola, 19
inglezas, 5porluguezas, 2 sardas, 5 suecas e 2 fran-
eczas.
uezem
pe I
HStU I
l>ac*.iarel Fernando Aflonso de Mello) por einpregad c.lrt!fs como terflo visto os leitores, pedia o denun-
da regulnr^conducta, tanto mil como moral, pois* ciallte uina e n,utas vezesaodito esarivflo que se
que te o presente nunca cncontre nos processos que
meteemsido aprosentados em correcgflo faltas al-
gumas, ou irregularidades de que devesse formar
processo, c nunca me apresentaram queixas, de-
nuncia ou reprcsenlagflo alguma em seu desabono,
aexcepgflodaqueixaque ora exisle em meu poder,
dirigida pelo advogado Guimarfles ao Exm. presi-
dente da proviucia contra o supplicante.
Rio-Formoso, 3 de novembro de 1845.Ayret.
Estava reconhecido pelo tabelliflo intorino Noro-
nha.
Documento sob o n. 22.
Attestamosque osupDlicante (bacharel Fernan-
do Alfonso de Mello} he de urna excellcnle conducta,
civil, morlo religiosa, o quo noexcrcicio dosseus
cargos tem grangeado a geral estima e symnathia
dos habitante desla comarca, pela sua inteireza,
rectdflo o probidade, sendo que por ssosotem tor-
nado merecedor do publico conceito e dos lugares
que tflo dignamentooecupa. .
Paco da cmara municipal da villa doRio-or-
moso, 14 de novembro de 1845.-Wanderku, presi-
dente Santot.Iafe -Xavier Upu.Dms.
Estavam reconhecidas pelo tabelliflo Noronha.
Documento tob o n. 23.
Atiesto que no dia 3 do correte, vespera da a-
berluradojury, fui n casa do Dr. juiz municipal, o
nfloesquecesse.de sustentar sempre que o processo
do Rocha (que elles ambos extravaram entregou
ao denunciado,que elle foi quem borrou o rol de cul-
pados, e outras banalidades scmelhantes que se po-
dero ver as referidas cartas.)
Documento sob on. 8,
Certifico quo.revondo ol vio de rol de culpados,
delles consta ser o loor do lermo pedido por certi-
dflo da maneira seguinte : Termo de correicflo --
Aos 7 dias do mez do outubro de 1844, nesla villa de
Scriiihflem.nas casas da cmara municipal e da apo-
sentadoria do Dr. Joaquim Ayres do Almeida Freitas,
o... achou o mesmo ministro mais no mesmo livro o
lancamento do feo Antonio Jos da Rocha a fl. 1 ver-
so, borrado o nome da qualidade do crime, parecen-
do emendado, pelo quo adverta *o dito esT.vnn
Coelho, que tivesse todo cuidado no langamonto dos
nomesdosros no rol dos culpados, e quando por
algum acaso errasse algum nomo resalvasse a mar-
gem esse erro, e achou finalmente a (1. 2, quo lan-
camento do nome do reo Francisco Xavier Lopes J-
nior so achava riscado ou tragado; pelo que adverta
ao mesmo escrivflo que nflo riscasse os lancamenlos
.... etc., o para constar, mandou lavrar o presente
termo, em que assignou. E cu, Antonio Jos l'imen-
tel, escrivflo na correic?3o o escrevi. Joaquim Ay-
ret de Almeida Freitas.
Estava subscripto o assignado pelo escrivflo Joa-
quim Ignacio dos Santos.
__O Illm. Sr. inspector interino do arsenal de ma-
rmita manda fazer publico, quo fica espadado ateo
dia 18 do corrento mez o prazo annunciado para o
contrato da madeira de amarello para a factura da
nova barca do escavano : devendo os prelendcntcs
apresontar at osse dia as 11 horas da manfiAn,
as suas propostas, |or sor o em quo pretemie-so
realisar o referido contrato.
Secretaria da nspeceflo do arsenal da mrinlia ue
Pernambueo. 5 de feveroiro de 1817.
O secretario,
PuMicAcao iitteraria.
HISTORIA DE PORTICAI
ao*
AlexonJre Hcrculano.
Ossenhoros assignantesdesta obra podem mandar
buscar o primeiro voftime casa n. 7 da ra ua
Cruz (2. andar); servindo-se enviar 3,000 rs.,cuslo o
despezasataqui do dito livro.
Avisos martimos.
- Espora-se do Ro-de-Janero, at o dia 16 do cor-
renlcmcy, o milito veleiro o superior brigue por-
ti!guczSw6/im, en pi tflo Joflo Francisco de Amor ;
pretende sabir com toda a brevidade para Lisboa :
quem no mosmo quizercarregarou ir de passage^n
para o que tem os mais asseiados commodos, enlen-
da-se com os consignatarios, Oliveira Irmflos&C. ,
na ra da Cruz, 11. 9.
. Para o Aracatv o hiato Nereide segu viagom
no dia 11 do corrento, com a carga que tiver a bor-
do: para passageros, trata-sa ua ra do Vigano,
n. 5.
Para o Rio-tii ande-do-S.11I sabe o veleiro bn-
KUO bnrsileiro Umbelma; recebo carga o oscravos ,1
felo, e passageros, para oque tem cxcollentcs com-
modos: dirijam-se a Joflo Francisco da Cruz, ruada
Cruz, n. 16.
Para Lisboa com escala por (.ibrallar pretende
sabir com brevidade o brigue brasileiro Flor-do-Nor-
te, capitflo Antonio Monleiro do Almeida quem
nellcquizercarregar, 011 ir de passagem, dirija-sea
ra da Cruz, n. 45, casa de Nasomcnlo & Amona.
Alovioicnt do Porto.
supplicante, e nessa occasiflo, queixando-sedo advo-
Hado Cuimarfles, abri uns utos, e leu em mmha
prosonca parte de urnas resOes, em que o dito advo-
gado se qucixava do juiz nflo ter feito urna vistona,
tendo marcado o dia para ella se proseder por tres
oumaisvezes, o que na ultima so retirou para o
Ro-Formoso sem fazer a vistona, tachando o juiz ae
--parcial-cora as palavras de que faz meneflo a peti-
eflo, depois da qual leitura o supplicante abri o
ditos autos em varias folhas, o combinando, d.sse
queojuiz-erao Dr. Alfonso Ferrcira, e oadyogado
o Cuimarfles, declarando que se havia de servir des-
te racto para provarque o advogado Guimaraesera
de um genio mordaz. Atiesto mais que nessa occa-
siflo nflo vi borradura alguma as folhas que O sup-
plicante abri em minha presenga, cora quanto nad;
tivesse eu lido. He o quanto posso attestar.
< Rio-Formoso, 16 do novembro de 1845.--.iyrw.
Estava reconhecido pelo tabelliflo interino Noro-
Documento tob o n. 24. ^'j OO^bacricasbacalho. 73 caixas ago, 10 balas
do referido alfa'zeiria fbahs perfumaras, 10 fardos aineqdoas,
" 100 caixas muscatel, 30 ditas cnxorre, lOsaccas p-
menta, 2 caixas sodas, 3 ditas meias, luvas, etc., 80
balas papel do embrulho, 12 ditas panel do peso, 1
el ePssonciade alfazema, 1 cofre de ferro 1 c.,x.
bauleras, 1 cartflo com amostras de meias de se-
da, 5 500 patacOes hespanhes, 200 oncas do ouro, 1
embrulho com amostras ; a L. Pages.
9 caixa sedas ; a L. Bruguire.
50 caixas azeite-doce; a Arria! 'r^s.
Carolina ; briguo inglez, ^n0"^!,6:^;,^;
entrado no corrente mez, consignado aM.M.atnront
& C., manifestou o seguinte :
COMMEftCIO.
Alandega.
REND1MENTO DO DIA 6.......9:833,860
DESCARREGAM BOJ 8.
Brigueionirfebacalhao.
Patacho Kentefarinha.
Brigue Coron-bacalhio.
Brigue -Cetarmercadorias.
GaleraSro/iAinaidom.
1MFKTGAO'.
Leonidt; polca franceza, vinda de Marselha, en-
Itrada no corrente mez, consignada a Luiz Brugui-
para uro va
Heumajusliicacflo quep,
r,o documento supra-inJ.caJo e das a "egacOe a
'cspeto, seproduzionoju.zo municipal supplente-
do termo do Serinliflom.
Documento tob o n. 25.
Certifico que, revendo o archivo ^"I^aI
toroachei um processo crime intentado ix-officw da
juslca contra o advogado Jos I.u.z d Sil, .u.n.a
rflos por crime de ameagas com resistencia a execueflo
desenlenca do juizo do civel desla comarca, e cujo
processo lhe resultou a pronuncia do leorfegu.nle.
Julgo procedente a dem.nc.a dada pelo. ftr. prorno
tordesta comarca coptra o advogado Jo^e Luu da
Faviot entrados no dia 6.
Havro-dc-Crace ; 40 dias, brigue francez Cesar, de
152 toneladas, capitflo Dromonx, equipagemio,
carga fazemlas ; a Avrial. Passagciro, Doscnolos,
Francez.
Baha; 5 dias, escuna brasileira Adelaide, capitflo
Joaquim Marques da Silva, equipagciu 10, carga
tabaco e couros; a Nascimento & Amorim.Vem a-
cabar de cariegar eseguo pan Cbrallar.
Naviot sabidos no mesmo dia.
Para ; briguo hainburguez Courad, capitflo J. 11.
Horras, carga parte da quo trouxe.
Baha; date brasileiro toa-fiagem, capitflo Manoel
Francisco dos Reis, carga varios gneros.
Portos do Norte; vapor brasileiro l'araense, commaii-
dahte o capilflo-tenente Ignacio Eugenio Tavares.
Alcni dos passageros que Irouxcdos portos do Sul
para os do Norte, leva a seu bordo : para OPart,
o teiiente-coronel Luiz Antonio Favilla, com sua
senhora c tres escravos : para o Cear, D. Theioza
Izabel de Lima Rangel, com t menor.
Parahiba ; hialc brasileiro Espadarle, capitflo Nico-
lao Francisco da Costa, carga varios gneros. Pas-
sagciro, Manoel Marques Caniaclio.
Naviot enlradvt no dia 7.
Rio-Crondc-do-Sul; 39 das, patacho brasileiro Feliz-
Vnido, de 146 toneladas, capitflo Manoel Concalves
Araujo, equipageml2, carga carne; a Amorim Ir-
mflos.
Terraveijo e Carlhagena ; 50 dias, c do ultimo 41,
brigue hespanhol Carlota, de 109 toneladas, capi-
tflo RomfloAIves Vijande, cquipagem 9, carga sal;
a Puget & C
Obser vacilo.
O cnsul francez, que, no numero antecedente, por
engao, se deu como viudo para esta provincia, ia
para a do Para, e he o Sr. Eveillard que se dsse
para alli devia seguir. __________________
Leoes.
Me. Calmont & C. farflo leilfio, por inlervcn-
gflo do corretor Oliveira, de um esplendido sortimen-
todefazendas inglezas, inclusive muitas averiadas,
por emita e risco de quem pertencer: boje, 8 do cor-
rente mez, s 10 horas da manhfla era ponto, no
sou armazem, largo do Corpo-Santo.
Richard Royle faia leilflo, por inlervengflo do
corretor Oliveira, de grande qiianlidadcde chitase
outras duendas avariadas, porconln e risco de quem
pertencer, e do lindo sortimento do outras limpas o
proprias do mercado : quarla-feira, 10 do corrente,
as 10 horas da manhfla, no seu armazem, ra d'AI-
fandcga-Velha.
Avisos diversos.
ldial.
O Dr. Antonio I homat de luna Freir, cavalleiro rl
ordem de Chriilo,jui: do civel e txtcucbet desla cida-
de da Parahiba do Norte, por S. M. I. o Senhor Don
Pedro I, que Dos guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital vircm que
da sua data a vinte dias tes se ha de arrematar em
praca publica, o quem mais der, urna parte do cn-
genlio Souza, sito no municipio da villa da Alhandra
dcste termo, avaliada em 2:400,000 rs., cuja parte
do engenho foi penhorada a Francisco Cavalcanli do
Albuquerque, em vrtude do execaeflo qu por este
juizo contra elle movo Manoel Figueira de Faria.da
praca de Pernambueo.
Qialquer pessoa que em dita parte do engenho
quizor lanca dever comparecer em praca publica,
(indos os referidos vinte das.
E para quechegue noticia de todos mandei pas-
sar o presento que ser publicado e aflxado no lugar
do coslume.
Dado e passado sob meu signa! o sello deste meu
juizo, que ante mim servo; valha sem sello ex-causa,
nesta cidade da Parahiba, aos 26 de Janeiro de 1847,
Felinto Leoncio Vctor Pereira, escrivflo de execu-
efles, o escrevi..
Antonio Thomas dcLuna Freir.
O NAZARENO N. 5,
est a venda na livraria da praqa da Independencia,
ns. 6 o 8; na ra Nova, loja do Sr. Quaresmn, e na
tvpographia, ra dcS.-Amaro, a urna horada tardo
Esta no caso de ser procurado, porque traz algumas
colisas importantes.
Aluga-se o andar terreo ou loja do sobrado n.
12 da ra da Aurora, com ptimose muiloasseiados
commodos para moradia de homem solteiro ou do
pouca familia: quem o quizer alugar dirija-se ao
mesmo sobrado qualquer hora.
Arrenda-Se um engenho quo fique ao su! da
provincia c teulia boas trras o commodos : quera II-
verannuncic
Scverno Jos de Carvalho culadflo brasileiro ,
retira-se para Lisboa, a tratar de sua saude.
Precisa-se alugar urna prcta captiva que saiba
engommar bem cozinhar, comprar na ra &c. :
na ra Nova n. 7, segundo andar, defronto do oi-
tflo da matriz.
As pessoas que teem penhores de ouro era po-
der de Manoel Joaquim da Silva Figuercdo, queiram
ir tira-Ios no prazo de oito dias ; do contrario, serflo
vendidos para pagamento do principal e juros. Esto
annuncio s so entende com os Srs., de cujos penho-
res ja so achara lindos os prazos.
Precisa-so do um caixoiro.de 12a16annos,
que fonha pratica de venda, para lomarconta de urna
por balanco : no Aterro-da-Boa-Vsta, priraeira ven-
da ao peda ponte, n. 2.
Offerecc-se urna criada portugueza, de probida-
de que cozinha bem, engomma com primor e des-
empenha toda a costura : quem de sen prestimo se
quizer utlisar annuncie.
Perderam-so duas apolicesdo thesouro publi-
co nacional, do ns. 20 e 21, da quantia dc}400,000 rs.
cada urna, emittidas e dadas om pagamento pela
thesouraria da fazenda dosta provincia a Jos An-
tonio de Oliveira, em 1845, as quaes vencem cada
urna 20/ rs. de juros annualraento: quem as achou,
querendo restituir ao seu dono, Jos Antonio de
Oliveira, ser recompensado.
Declaraces.
CMARA MUNICIPAL.
No dia 10 do corrente, serflo posto* om praga a
3ucm mais der os objectos pertencentes k compauhia
o ribeirinhos, taes como carrosas, cavados, etc.
Os licitantes deverflo comparecer na casa das ses-
sOosa cmara municipal, as 12 horas do indicado
dia.
Rccife, 8 de fevereiro de 1847.
Joo Jota Ftrreira de Aguiar,
Secretario.
Alexandrc Rodrigan iot Anjot
A commissflo administrativa convida aos Srs. so-
cios para so reunirem no dia 9 do corrento, pelas 5
horas ila tarde, em assembla goral, afim do so pro-
ceder elcigflo da nova direcgflo que tem de regera
mesma sociedado no prximo futuro anno: e nessa
occasiflo receber as propostas para convidados a par-
ida da abertura em 4 de margo, annivcrsario de sua
nstallacSo. Advertndo que desU vez nao annuira
aos pedidos de convites que so lizerem depois do da
marcado para esse fim.
O doutor V. i. Benit, Iranccz retira-se para a
Europa. ,
Na ra do Qucimado, n. i5, primei-
ro andar, ensina-se meninas a ler, escre-
ver e contar, e crammatica portugueza j
aasim como a fazA- lavarinto, bordar, mar-
car, e cozer clio.
Aluga-se o tereciro andar do sobrado da esqui-
tna da ra do Rozario, defronte da igreja : a tratar
na ruadasCruzes, n. lf.
Aluga-se um sobradinho de um andar, corm
muitos commodos para grande familia quintal
cacimba sito ua ra Augusta, do lado da sombra ;
a.tratar na ra do Crespo, loja n. t5. _


CRANDE BAILE MASCARADO NO THEATRO DE APOL-
LO NO DOMINGO E TEBQA-FE1RA DO CARNAVAL.
O director doste di vert raen (o convida aosSrs que
quizerem tomar urna assignatura, hajam dedirigir-
se ao mcsmo theatro d'ApoHo, das 7lioras da manhila
as 4 e meia da tarde, durante esta semana. Preco
da assignatura 10,000 rs.
Na ruada Cadeia do Recife, n. 41, prerisa-se
de olliciaes de alfaiate de obra miuda.
Qeem se julgar credor de Arantes A Braga apr-
sente suas con tas, na preto de dias.
OSr francisco Honorato da Bocha oflicial de
Unooiro, queiraannunciarsua morada, ou diriia-
c a jirafa da Independencia, livraria, ns. 6 c 8.
Leonor Carolina Catanho do Vasconcellos, pro-
lessora publica de primeiras lettras da frcguezia de
8S. Sacramento do bairre da Boa-Vista, participa
aos &rs. pas|defamilia quejase acha no oxercicio
do seu magisterio, no primciro andar do sobrado
dcfronte na matriz, n. 96.
Olferece-se, para caixeiro de cobrancas de qual-
quer negociante nesta praca ou tora della por ter
disto algumapralica-, um rapaz de muito hna con-
ducta: quera de seu prestimose quiaor utilisar, di-
nja-se ao padre Bacalho ou annuncie.
-r Cratifica-se a quem der noticias, ou levar a An-
tonio Anncs Jacome Pires unja canoa de carreira .
meia aberta com os signaes seguintos : corren ti'
de ierro panneiro da proa com assentos dos lados e
grade para por os ps pintada por dentro de verde
e por Tora tem urna cinta encarnada e o resto da ca-
noa prcto e j nao be muito nova.
.,~_AluBa-se o segundo andar do sobrado n.
&
14
sito na ra do Amorta : atratara ruV'daY-CruVI2000 rs-
na Boa-Vista, n. 80. Ven
lidades, como sejam: cozinheiras, costureiras e
engommadeiras: na ra da Cruz, n. 5!.
Pannos pretos finos
e novos na loja; setim maceo, sem mistura : cha-
peos de sol, com hastes de ac; chales o mantas de
sedacdo 1.1a eseda; casimira preta elstica ; cha-
peos linos francozes; tudo por menos de seu valor
na ruadoQueimado, n. 11,loja nova de Raymundo
Carlos Leite. J
- Vende-se um pardo de 18 annos, ptimo pa-
ra pagem e que he perfeito cozinheiro, som vicios
ncm achaques : ao comprador se dir o motivo
que su vende: na esquina do Rozado, n. 39.
Vende-se um esplendido candieiro de roeio de
sala, anda novo por preco commode : na ra es-
trella do Rozario, loja de relojoeiro, n. 14.
Vende-se, na ra do Crespo, Jivraria ,
n. 11, os Amores de Camoes, encader-
nados, 2 v., 3000 rs.; Historia dos cri-
mes do governo ingloz, 1 v., looo rs. ; oFodoralis-
ta 3 v., 2000 rs.; Primeiros elementos praticos do
raro civil, lv., 2400 rs.; Tratado sobro as leis re-
lativas aos navios mercantes e marinheiros 1 v. ,
2000 rs. ; Compendio de geographia universal, por
Bazilio Quaresma Trralo 2000 rs.; dito do geo-
graphia histrica antiga c moderna I v., 3000 rs. ;
o Robisson de 12 annos, 2 v. 1000 rs. ; as scien-
cias das sombras do desenlio, 1 v. 2000 rs.; Arilhme-
tica,porLacroix,|l v., 3000 rs.; Telemaco, 1280
rs.; Elementos de Algebra, por Lacrois, 1 v. 2000
rs.; InstituicCes oratorias de Quintilianno,
nos; um dito de 7 annos; um pardo de 18 annos,
ptimo para pagem eque he bastante hbil para
outro qualquer servico; um dito tu 10 annos; urna
preta de idade, por 200,000 rs.: na ra do Collegio,
n. 3, segundo andar.
No deposito de charutos da ra larga do Roza-
rio, ha superiores charutos de S.-Felix rogalia do
todas as qualidades ; -cigarros do la Havana ; ditos de
la Fama; ludo de bom Tumo e por preco que ha de
agradar ao comprador, de 150o (rs. at 4000 rs. o
cento.
Vondem-se duas gancas e um ganco branco,
grande e bonito : na ra do Hospicio, na ultima ca-
sa quo volta para o Pombal.
Vende-se chumbo do munico, sortido: na ra
da Cadeia armazem de Jamos Ryder & Compa-
nhia, n. 48.
Vende-se, por preco com modo, urna rica ca-
xa de msica, que toca quatro pecas mui bonitas
na ruado Queimado n. 3
Vende-se um sobrado de um andar e so-
tSo sito na ra da Aurora, n. 34 : a 1ra-
r.7i,"mi",g0s ?odri8:aes de Andrade embarca pa-
Annnl; p'nri"5"'" ? seus oscravos Angola, e Folix, crioulo.
~^rrCnd!i"Selm,CMa letaipa, sita no Apipu-
co, comprada a D. Auna Joaquina do Reg Barros
casada com Antonio P. Brrelo Accioli, mi, qual tem
pasudo a testa a viuva da Manoel Flix Les de
duS ,TST lem deV,rar no dia 7 d corrente,
duas ditas na Passagem-a-Magdalcna, junto a pon-
te grande : a tratar na ra Velha, sobrado n 18
Lisboa U,m ,M d Queiroz e Sil t'-se para
_ Precisa-se alugar urna ama, escrava ou livre .
para o servico interno do urna casa de pequea fa-
milia : na ra da Aurora n. 44
Jos Goncalves da Silva, Brasileiro, alumno
de- JaneU""0 relira-se Para a cr0 d '-
i r" PUrm Pr.ecjsar dc um ama de leite, dirija-se
i na da Conceic3o da Boa-Vista, n. 8.
endem-se as obras completas deJ. J. Bousseau,
em 25 voltiraes ; Anuaes maconicos ; tudo cm fran-
cez por menos de seu valor; na ruadoBangel
n. 45, primeiro andar.
tar na mesma ra na primira casa tor-
rea, n. 50-
Vende-se um terreno com a frente para duas
casas cm respaldo, e com alicorees dentro, e om res-
paldo no fundo para as ditas, na ra do Bom-Suces-
so omJOlma, defronto dos quarteis: na Lingoota,
venda n. 8, ou na cidade de 01 inda, na ra do Am-
paro, derronte da igreja venda da Jos Concalves
Parara.
Vende-se um pequeo sitio na
na principal da Captinga,
Compras.
~- Comprnm-se obras da trra, sendo bem feitas
sapatoes, sapatos para hornera, senhora meninas e
meninas, sendo de couro, marroquim, de lustro e
de panno ; algunscouros de cabra para forro; ma-
dapolao em peca ou a retalho; sola inteira ou parti-
dai; fio; cero-I; seda para sapateiro ; marroquim in-
te.roou partido, ou couro de lustro: na ra Nova
Joja n. 58. '
A"".ompram"se 0SC|,avos de ambos os sexos de
10a 30 annos : na ra Direita, n. 3. '
Compram-sc, para urna encommenda, escravos
de ambos sexos, at 40 annos, e de qualquer cor
na ra estre.ta do Hozarlo, n. 31, primciro andar '
Anda se contina a comprar cobras do viado
vivas para remedio : na praca da Boa-Vista, n 3>
segundo andar. '
. ~ CormPra-scummoIequcdel6 a 18 annos, do
bonita figura : quem tiverannuncie.
Compra-seumseliiminglez em bom estado-
na ra Augusta, sobrado cinzento.
Compra seum moleque de 14 a 18 annos, de
boa figura, e que cozinhe alguma cousa : na ru da
Madre-de-Ocos, n. 9
Z iS?mpn,m"se e.scravos ""e ambos os sexos, com
prendas e odios, de 12 a 20, annosde bonitas ligu-
rasf; pagam-sc bem: na pracinha do Corpo-Santo
n. no. '
O.7." <0nipran,"se dousgallos-de-capina, quo-geiam
cantadores: quera tiver annuncie. J
Compram-so duas gallinhasou frangas ampia-
das e que sejam prelas no todo : no pateo do Ter-
co, n. 1, segundo andar.
H.^s::eei::ea-:@^.t@9j;g9;:eja;5eQ:
LIMA,
ra Nova, n. 2, primeiro andar,
vende dragonas, ban fas e fiadores,
para ofilciaes superiores e subalter- |S
nos da guarda nacional 5 pastas, {$
das mais modernas ; espadas pratea> '
das, com copos dourados ; e ou- IflS
Irosmais objectosdeseus uniformes.
^ Vende-se, no pateo do Tergo venda n. 7
Unlade escrever inglcza, em garrafas, a 400 rs
mojas ditas, a 240 rs. e frasquinhos a 80 rs.; oleo
delinliaca a260rs.a libra o em botijas e g. a
1800 rs.; manleiga, a 560e 640 rs.; baiha de pr-
co a280e320rs.;qiieijos,al600e 1680 rs.; bo-
lachinha mgleza a 200 rs. a libra; passas ,' a 160 e
200 rs. a ibra ; figos a 80 e 100 rs.; amondoas ,
J20 rs. a libra ; cija hysson, a 2000, 2400 e 2560 rs.
Vendas.
as a 1920 rs. ; loucinhodeLisboa a2O0rs. a li-
bra 50 mais gneros dos quaes so alianza a boa qua-
Itua do Queimado, n. ti.
Na loja nova de Raymundo Carlos Lei-
te acba-se um completo sortimento de
fazendas finas, por menos de seu valor
brim trancado de linho, com listras, para'
calcas ; cbapos de sol de seda ; platilba
de linbo ; bretanha de dito ; e tambem
o nlgodSo dobrado, proprio para saceos
ou roupa de escravos.
Vende-se um macaco grande, proprio para vi-
rar Darcacas, canoas ou outras quaesquer embarca-
cocs em muito bom estado, por preco commodo ;
ara par de rodas novas, boas para carroca de en-
no limdoBecco-Largo, noRecife, tanque
Vende-se um bom carro de duas rodas
em muito bom uso, com cavallo; un
moleque que; trata do carro e cavallo-
na ra do Collegio n. 15, segundo andar. Na mes-
ma casa aluga-se urna casa terrea na ra Bella
com duas salas, 3quartos, cozinha fra, quintal
cacimba. ^
Vende-se a armacSo, perlcnces o os peucos g-
neros que existem na venda da ra da Cadeia n 1 -
a tratar com Jos Goncalves Torres, ou com Micuei
Joaquim da Costa, na ra da Senzalla-Nova, n. 4
Whti Vf.nd"n-so tres mallos do scrtSo:
gifcilHlolinda, ra do Amparo, n. 61
-- Ve"dem-se41 varas de bicode diiferentes lar-
guras a saber : 6 varasile palmo de largo ; 3 ditas
ma.seS,re,to; 5 varase meia dito ; 6 e me'ia dUaf
Pn^HVa,gcesir.C,t0;?varas uto; 3 ditas dito; 2 e
me a dito; 5 ditas mais estrello: 4 ditas de 4 dedos
de largo ; urna toalha de lavarinto, toda de bretanha
de Franca com vara e meia de comprimento e 3
palmse meio de largura, fra o bico que tem urna
em
chave de largo : na pracinha do Livramento prin-
V^A^"aA Que',mad0. ". 52, segundo andar,
casa de Jos Ramos da ConceicSo.
Sk
-- Vende-se urna preta de boa figura, de 24 an-
da n ?r pre? commodo : "o pateo do Terco, ven-
onceiQSo.
Vende-se um relogio inglaz antigo com cai-
"aP3 "" Pn
da n. 7.
Red
escos.
10, por ja ler reito bons beneficios, a looo rs a ear-
dicor^.^0 Ateda-o.-Vial.Jfc'ffi
de8a 84 annos, tendo entre ellos alguns com habi-
gcnbo:
d'agoa.
Vendem-se 8 duelos para flauta, dos mais acre-
ditados autores, cchegadosprximamente pelo ul-
timo navio do Lisboa; urna flauta de bano de 4
chaves; un methodo; urna fechadura grande de
segreilo, muito propna para qualquer porta ; tudo
se vende por preco commodo : na ra Nova, n. 35.
Vende-se um ptimo escravo do 22 annos,
proprio para armazem de assucar ou outro qualquer
servico, por ser forte o sadio; um moleque crioulo,
de8annos; umliteira com com seuspertences; 2
sellins usados : na ra dos Tanoeiros, n. 1.
Vendem-se 3 escravas, sendo urna dolas criou-
la, de 2fi a unos, perita lavadeira; urna parda do 23
annos ; urna cabra do 35 annos, propria para todo o
servico por ser forte e sadia muito principalmen-
te para engenho : no largo do Forte-do-Mattos, n. 3.
Vende-seuma escrava moca quo cozinha, faz
renda, e he muito boa mucama, sem vicios nem
achaques; um escravo bom para o servico de cam-
po ; na ra do Livramento, n. 2G, das 6 as 8 horas
da manbaa, e de urna as 5 da tarde.
Vonde-se, para fra da provincia, urna bonita
parda, de 24 annos, sera achaques, muito fiel c
que he capaz de reger urna casa ; ho raestra costu-
reira de cortar e dar prompta urna camisa de pregas,
corta ..d prompto rom |oda a perfeicHo a moda um
vestido de senhora bo mestra engommadeira com
toda a delicadeza, faz doces de dilferentes qualida-
des, eem lodoo seu servico lie muilo asseida
cujas qualidades se afianzara sob iialavia de honra
eem
urna
loja
TVe"dr,Tse uma m"cama recomida deMannO
(16 F
opl
400
350.
200,
adiantc da ponte o segundo sitio do lado direito ,
em ch.los proprios, com 120 palmos de frente e 300
ditos de fundo pouco maisou menos, com boa casa
de vivenda nova e mui bem construida, com dnas
salas, 4 quatos, corredor pelo meio, cozinha e dis-
pensa fra de pedra e cal, uma grande cacimba
com excedente agoa de beber, diversas arvores
de fructo, com grandes vistas para Estancia Man-
guind e outros diversos lugares.
Vendem-se mais dous terrenos pertencentes ao
mesniositio, um com 120 palmos do fronte, com
uma pequea cacimba do excedente agoa de beber,
arvorodosde fructo, eo outro com 100 palmos de
frente e cento otantes de fundo pouco maisou me-;
nos, quo tudo se vende por precisiio : a tratar na
ruaestreita do Rozario, junto a igreja, casa terrea
n. 7, de Jos Anacido da Silva.
Vendcm-so oculos azues de4vidros, de pa-
tente, vindos ha pouco de Inglaterra, por serem
encommendados, fcitos pelo melhor autor que all
existe, e que servem para encobrir qualquer defei-
to nos olhos pordoenQas, para viagens, ler de nou-
te, estudar, etc., porque osseusvidros servom pa-
ra todas as vistas, e teem a propriedade de nfio can-
sarem : na ra larga do Rozario loja de miudezas,
do Lody, n. 35.
--Vende-so cha preto, o melhor que ha, em cai-
xinhas de 16 libras, proprias para familia: na ra
do Trapiche n. 8, casa de Henry Forster & Compe-
ndia,
-- Vendom-se varios escravos mocos, de bonitas
figurase com (labilidades esera ellas: na ra No-
va n. 40.
foaquim da Silva Lopes,
-Vende-se o T.Livio traduzido ao pdalettr,
na taja do encadernacuo da praca da ndVpcndenciV
Vende-se, na ra das Laraneoinu
14, segundo andar, um preto Lnn;
canoe.ro, de nacOo, de 36 annos, Zf
to forte e sadio, por 380,000 rs '
dito tambera canoeiro, sem vicios 2
achaques.de 40 annoa, muUofort?
por 280,000 rs.; um dito que serve a'
ratrabalharem sitio, por isoooor
umdito, muito robusto, bom para o traba)hn i'
campo, por 250,000 rs.; uma preta de 36 ann,
que lava de sabSo e va riel la cozinha o diario i'
uma casa, por 290,000 rs. ; uma preta de n^,u
Baca, dc 50 annos, de bonita figura boa quitan
deira, e que lava, engommao cozinda o diario ,i
uma casa ; uma dita perfeita cozinheira, de 3s
nos, muito fiel, eque nao tem vicios, por 35nnnn
ris. |UW
Vendem-so borzeguins gaspeados frn
.cezes, para homcm ; ditos para sJuliara"
'sapatos de lustro e marroquim para w'
nhora; ditos de tapete e duraque niri
dita ; ditos do lustro para meninas; um comi'iein
sortimento de sapatinhos com clcheles, do lustro
e marroquim, para meninose meninas; sapates m'
ra hornera a 3000, 3200 e 3600 rs. ; botins do |V
boa, para homcm ; sapatos de cordovito para seiim"
ra, a640rs.; muito superiores moias de soda pre
ta de peso, para senhora ; ligas de seda para ditas
agulheiros e dedaes dc marfim; as bem contip'
cidas tesouras de costura o unhas, tinas; meias d
seda preta de peso, para padre ; barretes siifelos
e dobrados para dito;'eolheresde marfim para ti
rarrap; ditas para tirar mostarda; ditas de bu-
eno para dito; dados de marfim; pentes de alisar
ditos do tirar piolos ; agulhas em carteiras: nru
da Cadeia do Recife, n. 35, loja do Moreira
Vende-so a verdadeira sarja de soda
Irespanhola, a mais superior que tem
apparecido; chamalote de seda para col-
lete ; sedas protas lisas e lavradas; se-
tim preto de Maceo; superior lo de li-
nho preto; panno preto muito fino; e
outras muitas fazendas proprias para
a quaresma por preco mais em conta
do q ud em outra qualquer parte ; na ra
do Queimado, nos quatro-cantos, casa
amarella. n. 29.
no seu armazem n. 20, defronte da porta da alfande-
ga vende panel de machina azul e branco de pri-
mira, segunda o terceira sorto, primira quali"
de que vom a este mercado.
Vendem-se
iluta-
f
redos do Maianbio, de muito boa qualidade : na ra
da Cadeia-Velha n. 30.'
Vendem-se 4 escravos, bons para o trabalho
decampo entre ellos um he bom carreiro ; um
ireto de 40 annos, muito forte e bom para traba-
har e botar sentido a um sitio; um pardo de 20 an-
nos, muito lindo pagem ; dous moleques um de
10 annos, e o outro de 15; 4 escravas mocas que
servem bem a uma casa e vendem na ra; uma dita
3ue engomma coseecozinha; duas pardas, sen-
o uma dellns boa para ama de casa: na ra do Cres-
po, n. 10, primeiro andar.
VELAS DE CERA DO RIO-DE-JANEIRO.
Vende-so completo sortimento de uma a 16 o bo-
giasde4,5e6: no armazem de Alves Vianna na
ra da Senzalla-Velha, n. lio.
Vende-se, ou permuta-se por um sitio perto da
praca, uma excedente casa terrea com bastantes
oommodos para uma grande familia, sita nesta pra-
ca : na ra Imperial, n. 9.
:ui5<]iiaiiua.iessc ahancam sob palavra de honra-
em fin be propna pa a disipar a cortar o coser em
una casa do lanulia: na pracinha do Livramento.
uja de fazendas n.-45.
Vende-se na ra da Cruz, n. 23,
cera em velas, de uma das melho-
res fabricas do Rio-de-Janeiro ,
sortimento vontade do compra-
dor, em caixas pequeas, e por
pre?o mais baralo do q'ue em ou-
tra qualquer paite.
Vende-se um crrinho novo para um caval-
lo, com assenlo para duas ou quatro pes-
soas : quemo pretender adiar o dito car-
rinhonarurlH-ira doSr. Miguel, .10 Ater-
ro-da-Boa-Vista, e pde-aa entender com llenrv Fors-
ter & C. na ra do Trapiche, n. 8. '
licitara a vender 2 duzias de cadeiras pelo di-
nmtJto preco de 4,500 cada uma, a quem comprar
dita boa engommadeira ; um moleque do 12
aem vicios; um prdo bom cozinheiro; rna preta
quitando, per 180,000rs. : na ruadeAgoas-Vet
dos n. 46.
Vent!c-se um preto da 25 annos, de bonita fi
gura, muitopossante, sem vicios nem achaques
,na roa daPenha venda por baixo do sobrado do co-
Toncl Joaquinj Bernardo.
-- Vende-se uma preta do genlio de Aqgtjla bem
H'"a,(lo5aimos,co.n uma cria de dous nos
que sabebearngommar,ensaboai
do o mais servi?,. de uma casa < na ra larga I TsiT'
zar.o, n. 48, primeiro andar. "** i^'Ji'0:'
- Vendem-so 3 lindoms oleques de 14 a 16 $,,1
ialdp,eentender-so com Henry-
Vende-se, ou aluga-se a padaria da. Corrcdor-1
ispo, n.8 prerapta a trabal!. i tratar na
ie va. da Soledadc para o Mmquinho,
- c7a Vcn,lom-se pcntoslle tartatuga para marrafa ,
*' superior tinta de escrever; cartas de
jogar, rrancezas o pdrlijguezas, as melhores que ha
no 1 ra larga do Rozario, n. 34.
c um preto por 300,000 rs., de 40 an-
bom para trabalhar o botar sentido a
..-320000rs ,de 35 annos,
J
Vendem-se bichos grandes e tambem so alu-
gam.por prego commodo : no Atcrro-da-Boa-Visla
na primira venda ao p da ponte, n. 2. '
Attencao!
Cunha& Ainorim teem para vender potassa russian-
na nova.de superior qualidade, que vendem por ba-
rato prefo, para fechar contas; cal virgen de Lis-
boa em ancoras e barriquinhas : na ra da Cadeia-
Velha n. 50.
n Vendem-se chapeos dc palha; lencos de sc-
da preta da India; tabaco pafa mascar,
-* ^americano; um chronometro : em-casade
L. G Ferreira & C.
t- Vendem-se 9 escravos, sendo 3 prelas mocas,
com habilidades; uma negrinha de 9 annos, que
faz renda; 2 pardas de 14 a- 20 annos, uma deltas
engomma bem e fat lavarinto ; 2 pretos bem robus-
tos sendo um dedos bom caiadore pintor : no pa-
teo da Matriz, n. 4, segundo andar.
KIGURES MASCARADOS. '
Vendem-se vestidos completos com cabelleiras e
mascaras finas para brinquedos de enlrudo de 3 a
5000 rs. cada um, a dinbeiro a vista : no theatro
publico.
NOATERRO-DA-BOA-VISTA, 84 ,
Svendem-sc sapatos inglczes e america-
w^s. nos, para hornera a 3200 rs. da cou-
ro de wilzou, a 2000 rs., e de duas solas, a 1600 rs.;
ditos de carneira, a 900 rs'.; ditos do orello. a
1200 rs. ditos de cabra a 560 rs.;. bonzeguins, a
3000 rs.; botins dc Lisboa a 2000 rs.; mcios ditos,
a 1600 rs.; sapatos de setim para senhora, a 1000 e
1600 rs. ditos para meninas, a 1000 rs. o .par.
-- Vende-se um relogio de ouro, patento, por pre-
co commodo : na ra do Queimado, loja o. 6.
RAPE' PRINCESA NOVO LISBOA.
Acaba do chegar pelo ultimo vapor uma nova re-
messa deste excedente rap, muito fresco e com de-
licioso aroma, e contina a vender-se no deposito da
ra da Senzalla-Velha, n. 110, e em todos os lugares
do costume, at boje annunciados.
Vende-se uma boa casa terrea, com um peque-
no sitio, sita 110 Mondego : na ra do Pires* n. 19.
Vende-se um escravo de 25 annos muito bom
para o servico de campo: na ra do Livramento,
venda n. 30.
Vendem-se dous cevados criados a milho o
farinha, om um sitio muito perto desta pra-
ca equesesuppOe deitar cada um seis arrobas:
lia ra da Cadeia do Recife, n. 25, se dir quera os
lera- ^
xovo panno dc linho, a 600
rs. avara.
[ As pecas so de 15 varase he melhor que o pri-
leiro; alpaca fina preta, a 800 rs. o covado; los
Jilo baratos : editas em cortes ; riscados
sor-
ba ra-
fiaymundo Carlos LefteV.....
VI.W9.IIUHU unraias: cimas em cortes; risc
ancezes; sarja liespandola superior: e crande
lmenlo de fazendas de todas as qualidades e b
fv'?";, "rV.;iid..S.uemad0 i. nov
Escravo Fgido
nos
Fugio, no da 18 do passado, uma negrinha,
de nomo Maicianna, de 12 a 14 annos, com
urna queiraadura na faco esquerda, umaempi-
gemnailircila eunia outra quimadura na'perna
i?'it levou vestido r0xo o Panno da Costa ; tem
cabello cortado : quem a pegar leve ao Passeio-Pu-
blico, fabrica de chapeos de sol, que ser genero-
samente recompensado.
PBllN. 1 NA TtP. DK M. r. DE TA1UA.- ifl^
MMM


'
Anno de 1847.
*'>'>*
Segunda feira 8 de Feverciro.
N 6-
DE
PERNIBCO.
(SOB OS AUSPICIOS DA. SOCIEDADE COMMERCIaL.)
Subscreve-ae na Praya da Independencia, loja de livros n. 6 e 8, por 133000 res por anno. pagos adiantados^
-i-S-
PHE9OS CORRENTES DA PRAA (Corregido Sabbado as 3 horas da tarde.)
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E.YPORTAC.lO.
Agoardenle Casaca -
Algodo I. torle- -
Assucar brauco em caitas -
malcarado _
em barricas ou sac-
eos, branco -
mitcavado -
Coiiroi seceos salgados. -
Meioi do sola -
ChUraa da trra -
do llio Grande -
EXPORTS.
Ruin ------
Colln I. qualily -
S. a -
Sugar in cases while -
brown -
> lor Barris or Bag
wliile -
i brown .
Dry salted hidrs -
Tanne bids -
Ot-horns -
PREgo Da PRA(
40#ooo 6*500 0*00 800 ojioo OflOO 960 aoo Pipa. Arroba. a |i.Ierro
l|700 110 2/100 !*J60 115 Libra.
1*350 tfOtl ^ Vjjfooo 4*sii0 llura. Cerno
POR
CAMBIOS.
Londres......................... JO, IB '/3 eBO d. por l| rs. Odias
Lisboa.......................... 9a por cenlo premio, por nelal ellecluado
Franca................,........330 res por trauco.
llio de Janeiro............*. ao par
PHATAmiuda................... 17*20 i iflOO.
Palace Brazileiros........ 1900 a 21000.
Pesos Columnarios......... 10960 a 2*000.
> Ditos Mezicanos........... I00 a 1J650.
ODRO. Moedas de 6S400 velbas... isfooo l6#IO0.
Ditas ditas novas... I6J006 a lOJIOu.
Dilas d 4#000............ OfOOO a 9,1100.
> (Juras hespauholas........ 28*000 a 28600.
> Ditas Patriticas.......... 57j8O0 a 38*000.
Letras.......................... 1 '/, por 100 ao uiex
FUETES.
ASSDCAR.
i Lirerptol....."....;.... Saccos\ f 2 12 0 saceos I /./
Canal, portos Ingleses.......Dito\ f 2 16 WW o /.
I Dito, dltoeutrellamb.ellNvre. D.tol ti 70 |
Genova..................Uilof i 2 l& >) Com 10 "/,
lllamhurgo caias...........}
l bltico........................
(Trieste.................Siccosl illOlil 3-2-0- Com 6 %
i Eslados-Uiiidos.................]'
'Portugal.......................I \ IGO a 200
i Franca........................ fu 74 e 10 % de primagem
LACODAO.
Portugal................... 000 por lii em primagemnominal
Franca... ................ 36n |,or (Te lOp.,,/ aocainh. de 160 plr nominal.
Inglaterra.................. /g|i -oe'p. "/o^e primagem,
ll.irctloiia.................. 4C lii
cotno.s.
Inglaterra Seceos 1 10 0 ... por tonelada c 6 por ernto, nominal.
I'r.inr....................... .. 70 liaucoi por luneludas, coiiilOp centn.
I'slailns Unidos............... ,. ... Nf.o lia.
:biiv.
'-C
Os dia II de Novembro de 1814 ;n dinnte pagar fio p. c. o rap ou tabaco
de p, os cbarulos ou cigarros, o fumo em rolo ou em lolha.
Pagar60 p. c. os saceos de canhainauo. grossaria ou gimes da India, os cai-
vetes em liirma ile puulial, asalmofadas paracarruagens, as pedras lavrada para la-
gdo, as pedras de c minia para portei, portas a j.uicll.is, as pedias lavradas para
encanamentos. cepas, ciinbaes c cornijas, o assucar retinado, crytalisado ou de qual-
quer inaueira coid'eitado, o cli, agoardenle, a cervej.i a cidra, a goaabra, o mar-
rasquino, ou outros licores, e os viiihos de qualquer qualidade e precedencia
Pagar 40 p. c. as alcatifas ou tapetes, o canlmnarn ordinario ou groisi lia. as
balaucas de qualquer qualidade, c roupa feita, nao especificada na tarifa, ni cu tas pa-
ra ogar, as tscovas de cal de marliui, o logo da China em cartas, ou qualquer nu-
tro logo de artilicio, o papel pintado, pratcado, ou doiirado, sendo de qualiilades
linas, o papel pintado para forrar salas cin collccres ou paizagens, o papel de Hol-
anda, imperial, ou outro nao esprcilii-ado na tarifa' a plvora, os sahoucles, o salao,
o sebo em velas, as velas de Stearina ou composico, as amaizas, ou mitras finetas
em frascos ou latas, suecas, em calda, ou tul espirito, o chocolate de cacao ordinario,
o vinagre, os cari julios, carruagens ou caias joijos, rodas, arreios para uina e ou-
''* co"5a '"' Pra forrar casas, os carpos" para conduzir gente, os sociaveis,
silhoes, os areieiroi e linteiroj de porcelana, e qualquer objeclo de lonja nao com-
prebendido na tarifa < os lustres, os clices para licor ou vinbo de vidro"liso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado e larrado ordinario da Alle-
iii -nlia c samelbautcs os de vidro liso moldado ou lavrado, de fundo cortado ou liso,
com molde ou lavor ordinario ; os clices para Cbampanbe ou ccrvrja, as canecas,
e copos (ilcitos de Id a l em quarlilbo, as garrafas de vidrn at I quartilbo ou mais,
sendo todos estes objectos de ns. I e! as garrafas'de vidro pretal ou escuras da
Mama capacidade, comprcbeiididas as que sei vein para licores ou T-e-Roy ; os copos
pira tabernas at urna canada, os frascos de vidro ordinario con rolhas do mismo
at 3 libras ou mais ; ou sem rolba at 2 libras ou mais, os de lioca lar^a com rolbas
do ruesino, al 4 libras ou mais, ou sem rolba para opodrldoc os vidras para a-
lampadas ou caudeiros, ai taboas ou folhas de moguoou oulra madeii.i lina,e tras-
tes de qualquer madeira,
l'agi'Sii 25 p. c. o ac, alcatro, lineo em barra ou em folba, cbuniboem barra
ou lencol, estanto em barra ou em verguiuba, ferro em baila verguinba, cbapa o
linguados para iundicSo, folba de Flandrcs, galba de Alepo, lata em follias, laloem
cbapa, mal-lim, salitre, vime, bacalbo, pene pao, e qualquer oulro, secco ou s.,1-
!ado ; bolacha, carne secca ou de talmoura, berva-doce, farinlia de trigo, pellicas
ranea ou pintadas, cordoves ou cortes de bezerro para calcado, hezerroi e couros
enveriiizados, couros de porco ou boi, salgados ou seceos ; sola clara para sapateiro
on correeiro, cobre c caparrosa.
Pagarn 20 p. c. o trigo em grao, barrillia, canolilhn espiguilha, fieiras, fioi,
Iraujas, lautijoulai, pallietas, passamanes, sendo de ourooii piala eulrclina, ordina-
ria ou lals.i : gales da mesma nalureza, ou tecidos com relrox, linlio. algodo ou
seda, rendas ou eiilremeios de algodo uSo bordados j temas de lil, as de algodo,
retroz ou trocal ; ICU90S de cambraia de linbo ou algodo, e bandas de relrox de
nialhn.
Pagaran 10 p c. os livros, mappas e globos geograpbicos, instrumentos matlie-
malii'os, de pbysica ou chimica, edites de vestidos de velludos 011 damascos, borda-
dos de praU ououro lino ; retroz ou tracal, e cabello para cabelleireiro.
Paga rio 0 p c. o canutilbo, cordo de lio espiguilba, ficira, fioi, franjas, ga-
lio de fio ou palheu, lauijoulas, palhela. rendas, cadarcos e lodoso mais objec-
tos desta nalureza, sendo de ouro e prata fina,
Paga' 5 p, c. o carvo de pedra, ouro para dourar, 011 quarsquerobras e
utensis de prata,
Pagar 4 f. c: as jolas de ouro ou prata, ou quaeiquer obras de ouro.
Pagar 2 p. c. os diamantes e outras pedras preciosas solas semenles,rplan-
as e raras novas de auimaes uleii.
Paearu 30 p, c. lodos os mais objcclos.
Os gneros rcezporUdos ou baldeados pago I p. c. de direilos alm da arma7e-
gjni; e o despachante presta banca at 1 approvaco desta medida pela Assein-
bla Geral.', '
Conccdein-sc livre de armazenagens, por lidias, as mercadorias de Estiva, e
dous mezes as outras j e ndos estes prazos, pagar /, p. c. ao mez do respec-
Oi rdireiloi dai fazeudas, que pago por vara, deve entenderse vara quadrada.
Os d.reitos nao podem ser augmentados dentro do anno financeiro ; masoGo-
verno poden mandar pagar em moeda de ouro ou prata urna vigsima parte dai que
iorem maiore de 6 e menares de 60 p. c. dos precos das mercadorias, ou inclino
dim inuil-os, segundo Ibe parecer.
O_overno est autoriadoa eilabelecer um direito diOerencial tobrcoi genero]
de qitalqm>r naro, que sobrecarregar 01 geurrol brasileos de maior dircilo, qne
iguac de oulra iisro.
Os artigos nao especilicadot na pauta pago o dircilo ad valnrem sobre a factura
apresenlaila pelo despachante i podeudo poilll ser impugnados poi qualqm r oflicial
da AUandega, que en ll caso paga o impone da factura ou valor, e os direito.
IVo caso de diivda sobre a cbtssiSaaeao da mercadoi a, pric a parle requerat
arbitramento para designar a qualidadc e valor da pauta, que :lie compete.
"'" isenlas de dheitoi as macbinas aiuda nao usadas 110 lugar, em que forcea
aportada!,
EXPORTAtJAO Os direilos pago-se sobre a avaliaco de lima pauta sema-
nal na razo scgiiintc : Assucar l'l p c. Algodo, caf, e fumo 12 p c. Agoar-
drnle, courot, e todos os mais gneros 7 p. c. Alcm desles direilos pago-se ai
laaas de 160 rs em cada caiva, de 40 is. em cada lecho, de 20 rs. c,.i cada barrica,
ou sa;coi de assucar, e de 40 rs em cada sacca de algodo.
Couros e todos os mais gneros sao livre de direilos par 01 porlos do Imperio, a
excepeo do algodo, assucar. caf, e fui'o, que pago 3 p c. e as tazas por voliiine-
Os metaes preciosos em barra pago de direilos 2 p c. sobre o valor do roer-
do.ea prata e o ouro ainoedado nacional ou eslraiigeno paga nicamente '/i p. c.
Ol escravos exportados pago 6|0H0 por cada um
DF.SPE&A DO PORTO As emba cardes nacionaes, 011 eilrangeiras, que
navegao para fora do Imperio, pago 00 n de ancoragem |K>r tonelada : e as
nacionaes, que navego entre 01 diversos porlos do Brasil 90 n. As que entraren
em lastro e sahirem com carga e vice-vena, pagar mt.ade do imposto supn e um
terco al que entrarein, eiabirem em lastro; e iiiesmo as que entramo por franqua,
ou escala, quer enlrem em lastro, quer com caiga Desta impotlcSo pomierSo
isenlas ai que importarem mais de 100 Colonos hrancoi, e as queenlorein poi arribada
forrada, com lano que estas nao carreguem, ou descarreguein s mente 01 gneros
neccssaiios para pagamento dos reparos, que fueiem.
VENDAS DE NAVIOSAi embarcarei eilrangeirai que passarem a ser
nacionaes, pago 16 p. c e as uacionaes, mudando de pioprielano, ou de baudeira
pago 5 p, c. sobre o valor da venda.
REVISTA SEMANAL.
CAMBIONao ronsla que tenia bavido Iransacro alguma durante a
AbaUCAR As entradas teem sido consideraveis, eos precos teem
1I0, em conicqueucia de nao ter bavido compradores.
ALGODO Pequeas enlrada e vendas aos precos quoladoi.
COUROS Penco procurados e vcudrs durante a semana a 110 e
por blira.
FARINUA DE TRIGO Chegaro 927 barrieal de Ballemore, com
o deposito he de 4.000 barricas.
. BICALHAO = Chegaro no decurso da Semana 3,007 barricas ; o
boje he de Ooiil a 10,000, e le eit relalhando aoi precos mencionidoi
CARM-, DE CHARQUE Entrou um carregaineulo com o qual o
be de 26,000 @, que le est vendendo aos precos quotados.
Resumo das Embarcacbei existentes neste porto no dia 8 de Fuere ir o i 1847.
semina,
dtclina-
116 ris
ai quaei
deposito
deposito
Antcricinal......
Braiileirai.......
Despalmla ..
Francezas.......
Iiiglezat..........
Porluguezai......
Sardas ..........
Suecas..........
A Provincia goza Iranquillidade.
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LISTA das Embarcaces existentes nesle porto al o (lia 6 de Fevereiro de 184?.
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Terra-Nova.
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Lisboa
Porto
Lisboa
Lisboa.
Oen.p.Gibraltar
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Rio de Janeiro.
Babia.
Havre de Grace
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cisco
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patacho
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sumaca.
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sumaca,
sumaca
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Amer.
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Port.
Sarda
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Eagle.
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Santa Arma
S. Joo
Despique
AUla
Animo Grande
HordoSul
Mor do Norte
Flor do Becile
Carlota.
Nereida
lien ri a, iieta,
Piatinim.
S Antnnio de l'adua.
S. Beurdicto.
Fiel
lloa-Viagem
Feliz Vinjante.
Espadarte
Mara Firmlna
Filis
Laurentina
Conccico flor das virtud
Pureza de Mara
Sania Cruz
Adelaida
Leonda
Cesar
Felippe
Hi-Packelt
Isa baila
Tyrer
Sultana.
4mi Johnson.
Herold.
Chole.
Serafioa.
Me/rppa.
Caiell
Crgent.
Caroline
Tejo
S Domingos.
Relia Peruambuncana.
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Conceico de Mara*
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MESTitB.
B. R.Peabody.
Jones AUyn-
Joo da Dos Pereira
Urbano los dos Santos
Vicente Jacome
Joaqiiim Cardoso
Jos Ignacio Cimenta
Aut Monteiro de Almeida
Manoel Pinto Bahia.
Jos Goncaltes Simas.
M. F da Silta Araujo.
Jos Joaqun, A Ivs.
J. Martins da Silva Vianna
Manoel Jos Ribeiro.
Joaquim Jos Silveira.
Jtxuioo Jos de Souza.
Manoel Ignacio da Cunta
B. A Alies Bacelar.
Nicolao Francisco da Costa
.'os Remani Roza
AiesandreJos Alves
Joo Martins dos Santos C.
Klias do Rosario
B. i Pereira
Jos Joaquim Alves
Joaquim Martins.da Silva
Caff
Dromoiid
Joo Gilpe
John llarrv
J. J Loulstey
L. Ellis
John Dison
J. Me. Neill.
Win. Turubeeld.
R. Hobertson.
John Taylor.
James Ros ion.
A. Pe.iot.
David Hepburn.
Win. Naut
Sl'rerio Manoel dos Reis
Mauoel Rodrigues Vian.ia,
Manoel Francisco Nogueira.
Joo da Costa Neres.
A. P. Borges Jnior.
J. Cbiappe
S. Cbeli
E. Wafidrr.
J H. KnolL
llollmanii.
A. Patersoil.
George Gobbertson.
L. G. Ferreira z C.
Henry Forsler & C.
Novaes c C.
Jos Mara Barbosa
J. A. de Magalbes Bastos
Joo Francisco da Cruz
A mol im limaos
Nascimento A Amorin
Jbs M.ria Barbosa.
Luiz Jos de S Araujo.
Carlos Augusto de Moraes.
Franc. Joeq. Pedro da Costa
Arnorim Irmns.
Luis llorges de Siqueira.
O Mestre.
F J Feli da Rosi.
O Mestre.
Jos Antonio Bastos
Firmno Jos Flix da Rosa
Loureuro Jos das Merca
O mestre
C G. da Cosa Moreira
Nascimento c Ainorim
I-uiz Brnguiere
Avrial & limaos
Nascimento 8c Arnorim
DKSTIHO.
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Rio Grande do Sul
Rio de Jatielio.
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Baha.
Rio Grande do Sul.
Babia at 1 de Fe v.
Deane Youle c C.
M. O. BiebercC.
Deane Youle 8c C.
Fiederich Robiliard.
James Oal.tree c C.
Fiederich Robiliard
Deane Youle c C.
Joknston Paler c C.
Latham c Hibbert.
Le Brelon Schramm c C.
Deane Youle c C.
Me. Calment cC.
Olveira Irmaos c C.
Mendes c Tarroso.
Antonio Francisco de Moraes,
Nascimento c Arnorim.
Tilomas d'A quino Fonceca
Joo Pinto de Lerros c Filho
ti* Bretn Schramm c C.
Polhe c Bidoulac.
N. O. Bieber c C.
a
Le Brelon Schramm C C.
James Crabice cC.
Barcelona
Canal.
Trieste.
fA fretar
Londres.
Clyde.

Trieste.
Liverpool por Parab.
Liverpool.
A I retar.
Lisboa at 14 de F,
Lisboa.
Porto.
Genova
Stockliolm.


Pertunbuco n Typojraphia de M. F. de Faria.18*7.


Full Text
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