Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08406


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Full Text
I Atino de 1846.
I O DIARIO puhlic-se lodos os (lias qw *
I A desuarda: o P ;" ,e
de 50 res por _l.nl... .<> ri "JJP ,- fo.
. e.s npet.ro P^'^ por oh., 166
rem ssin..ntes p.fp.0 80 res por
em lypo difireme.
PHASES DA LA NO HEZ OE SETEMBRO.
i chei* a S a. 10 hor i6 ?"? d" """
l,ucnei |Q d, man.

Tenga feira 29
PARTIDA DOS CORRF.IOS.
Goinnna t Parnl.vi. Secundas e Sextas l*irs
Rio. Grande .lo Norte, cl.ega nsi Quartas feiru
no meio di parte as mesinas Loras as
Quintas feiras.
Cabo, Serinhaom, Rio Kormoso, Porto Calvo e
Macey no I.*, 11 e ? I He c.da mez .
Garanhuns e Knnito a 10 e 24.
Ro-Vista < Flores a II e 2K.
Victoria as Quintas Cairas .
Olinda todos os dias.
PREAMaR DE H'JJB.
Prmeira as II h e 42 minutosda manha.
Secunda as 12 h. e 6 minutos, da tarde.
de Setembro.
Anno XXII N. 216
DAS DA SEMANA.
28 Secunda S. Wenceslao. u I. H*. J. ros orf.
PTI e do J. cj C. d. 2. v., do I M d* 2 V.
29 Tere S. Miguel Arelimijo; s. rratero n.
in. s. Uiideluj.
30 Quart S :erony.no, aud. do J. do civ.
da 2. v e do J. de par do 2 dist. de t
1 Quinta S Vi.iisimo, aud do J.de orplios, e
(lo I municipal di. I. vara.
2 Sexta S Generino, aud. do i. do civ. da
I. v. edo i. de paz do I. dist. dr t.
3 Sabbado S Candido. ud. do J do civ. da
l. v., e do J de pal do I. dist. do >. He t.
4 Domingo O SS. .(otario de Nos Senbor.
CAMBIOS NO DA 28 OE SETEMBRO.
Camino sobre Londres 2 7i P '# 0 d-
Paiisl&S ris por franco.
I.i,ho I07d* premio
Desc. He letras de boas firmas I '/ P
Ouro-t-OncS liespan'.olas 0J000
> Moedasd 0JIO0 vel. IJ">0
.a me
8I200
llrWI
ItflM
9 20n
j/t&o
ifono
iflMO
1J800
Accetda CompT do Reberibe de"SO000 ao per.
He 8j40" nov.
. de 4000...
Prattt Pataces.......
Pesos columnares
t Ditos Mejicanos.
Miuda.....
itjlono
yono
U99P
I #991.
11920
DIARIO DE PERKfAMBUCO

PARTE 0FFIC1AL.
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DO DA 17 DO CORRENTE.
Diluios Ao eommandante das armas e ao commis-
sirio pagador, inleirando-es de haver S. M. o Impera-
dor licenciado, por seis inczes, coni dlrelto aos suidos,
aos cadetes do I." batalho de rocadores, Heni-iqne Ti-
berio Lobo apistrano, Jos Joaqun. Capistrano e Vic-
toriano Odiaga Petra ; e prorogado. tamben, por seis
metes, a liceiica, en. cujo guio se acbava o alferes do re-
ferido batalho, Joo Baplista da Fonseca.
Dito Ao inspector da tbesouraria das rendas prov.n-
ciaes. exigindo ...na tabella descriptiva de todas as ver-
ba, das despejas, que por conta dos cofres da mesina
tbesouraria curren., e outra declarativa das quaniias,
que a elles sao e devem ser recolhidns. Tambero se
etigiro das cmaras iminicipaes tabellas explicativas da
receita c despeza respectivas.
Diloj Ao presideute do concrlhn geral de salubrida-
de, as cmaras n.unlcipaes, aosjuizes dedireito e ao
chefe de polica, acensando remessa de copia do impe-
rial aviso, que declara nao pertencer aos certificados 4
curso particular de medicina ho.nreopathiea, que so
al.rin na curte, o carcter, a que se refere o arl. 14 da
lei de 3 de outubro e 1832.
Dito Ao juizde dlrelto Antonio Aflbnso Kerrelra.de-
rl n nidii-sr aciratt Ue ter elle reassumido o cargo de
chefe de polica desta provincia.
Dito Ao eijcarregado da agencia das barcas de va-
por, determinando, que em a prmeira barca, que para
a cArtepartir, faca para alii transportar Victoriano Odia-
ga Petra, cadete do 1.' batalho de caradores de prmei-
ra liulia.
DEM DO DA 18.
Oflirio Ao inspector da tbesouraria da fazenda, au-
tor isa ndo-o a acceitar as I.'liras, que, na importancia de
dez cotilos de rMs, ubre ella sacn a do Cear.
Hito Au doutor Manuel Mendes da Cunba Azevedo,
dando-se por inteirado de haver S. Me. reassuinido o
ejercicio da segunda vara do criine desta comarca.
Dito Ao director do arsenal de guerra, recommen-
dan.lo a execucao da orden. Imperial, rjue manda dar
baixa, em a respectiva coinpanhia de artfice*, ao furriel
Mauoel Raptista da Silva, ao cabo graduado Malaquias
Jos" da Rocha, e aos soldados, Antonio de llarros Barbo-
ta, Jos de Souza Teixeira, Jos Antonio Camello, Jos
Gregorio, Philippe da Bosa Lima, Domingos Goncalves
DiaseTbomaz Jos da Silva.
Dito Ao chefe de polica, scientificando-o de ter
mandado pagar os 58/440 rs., que, no mez de agosto ul-
timo, gasiro-se con. os presos pobres da comarca do
l.iinoeiro.
EXTERIOR
REPBLICA ARGENTINA.
BUENOS-AYRES. 10 DE AGOSTO DE 1846
ue nrcessarlo precaver leal e francamente, tanto aos
gabinetes europeos romo aos americanos, sobre o ne-
l.li.un valor das deelaracors ostensivamente pacificas e
aniigavris, que parten, on parti do gabinete do Rio-de-
Janrlro, euiquanto ellas nao frein acimipanl.adas de ac-
tos \ de interesse since.o pela conservacao de relaccs de aini-
zade.
A todos pretende engaar o gabinete do Rio-de-Janei-
ro : acorte de Londres, simulando mu., neulralidade,
3li est mili distante de guardar nos negocios do Rio-
a-Prata; aos Kstados-Unidos, convidando-os a lomar
rom o I rasil o protectorado da provincia argentina do
Paraguay.es repblicas do Prata, protestando-Ibes auii-
zadee neulralidade, quando nao crssa de dirigir-lhes os
n.ais dolorosos ataques: he esta a poltica do governo do
l'rasil, ein antagonismo con. a opiuiao do scu niesuui
paiz.
( hamainns a attencao da Europa e da America sobre
esta poltica dolosa e conduiei.te a produzir complica-
(es en. prejuizo de lodus os interesses irgiti.nos e pa-
cficos.
He urna nova prova concludente da indigna falsidade
do memorndum do visconde de brante, a declaracSu
que em contrario fez o ministro de S. M. I. na corle de
Londres; mas a poltica dogabiuete Imperial nao miidou
o seu carcter hostil aos direitus, e opposto paz das re-
pblicas do Prata. E por outra parte, nao sao frivolas
neui secundarias as discusses pendentes entre os go-
verno* argentino e brasil, iro, seno graves eessenciaes,
poii]uanto todas ellas vers.iu sobre os dlrelto* de sobera-
na e independencia da Confederaco, manlidos, como
he justo enecessario, pelo governo argentino, e nao res-
peitados pelo governo imperial, que obstinadamente
ten. negado at agora toda a satisfaco c explicajo de-
vlda, justa e amigav.l.
Euiquanto o ministro brasileiro em Londres se oceu-
pava em apresentar a lord Aberdeen protestacOe* incon-
clliaveiseom a realidade dos fados, que onobre conde
ode. apreciar hojeetn toda a sua tendencia einexacti-
5o, o governo imperial cu.ilinuava a faltar, coin escn-
dalo inaudito.e con. imprcavel auimosidade, ao dever de
neutral, de americano e de bom vlzinho, que pretende
ter cumpridn.
Kiucjuai.to pendlio asquestdes, que o gabinete do hra-
sil orcaslonou co.n suas graves e continuada* violaefle
de neulralidade na guerra, coin suas prrtenfdet injus-
tas sobre a provincia do Paraguay, a qual precipilou na
lula por meio de denles ,. imeressados conselhos, coin
seus pretextos ignobeis em relacao aos limites ':om o Es-
tado Oriental, euiquanto pendiao essas questoes, dize-
nius nos. enviava abertamente Rivera, para renovar os
latrocinios e rxeursors sobre as costas orieutaes, puco
ante dachegada de sirHood ao Rio-da-Prala, cun inis-
so especial de S. M. Britam.ica. Pela mesu.a forma an-
ti-neutral e contraria a todo o dirritu e senlin.ento de
humanidad!', roinnietieo e palrocinou o gabinete do Rio-
di'-Janeiro diversos assaltos ao territorio do Estado Ori-
ental, pelos rebeldes selvagens unitarios emigrados no
Rio-Grande, brigido Silvrira e outros arabo de ser der-
rotados e perseguidos, pelas Torcas s ordens do presi-
dente Oribe. Nestas iucursdes os rebeldes, sabidos do
Brasil com a proteceo nianifesta das autoridades brasi-
leiras. coinmettero roubos e assassinatos sobre pessoas e
propiedades de estrangeiros, e dos inesn.us Brasileiros
residente no Estado Oriental. Contra Rivera existeni
fustas reclamacoes de subdito* de S. M. B. e de Sardo*,
a queni o protegido do governo imperial roubou os bens,
ou destruio as propriedades.
Estes tactos sao simultneos aos fiticios protesto e se-
guranzas, apresrntados a lord Aberdeen pelo ministro
brasileiro na corle de Ixxidres, sobre o simulado inte-
resse do governo do Brasil en. favor dos interesse pac-
ficos, lia aluda outro incidente coetneo, do mais grave
e odioso carcter, que vein cogular a dupllcidade, e re-
velar aiuda mais n inquieto espirito de ambi(ao, que des-
\. i a ao governo imperial. He ..un entrevista do gene-
ral brasileiro Ment Goncalves da Silva coin S. M. o Im-
perador do-Krasil, ealgumas persouagens da sin corle,
3liando S. M. ha pouco viajou na provincia do Rio-Gran-
e. O general liento Goncalves fui chamado pelo Sr. mi-
nistro Almeida Torre a urna conferencia, a que devia
estar presente S *l, o Imperador, o minisiro Almeida
Torre e o conde deCaxias. A entrevista leve lugar de
noite. Ao chegar Rento Goiifalve, adiantou-se o Impera-
dor alguns pasaos para receb-lo. O assiimpto, de que e
t... ion, e sobre o qual j o conde de Caxias ti n lia eu.itti-
do a sua opiuiao, era aquestao do Rio-da-Prati, e exi-
gencia do governo de S. M. Britanuica ao governo do
Brasil, para que toinasse parte em seu favor ueste nego-
cio. O ministro Almeida Torres disse .. liento Guncalves,
que S. M. desejava ouvlr a sua opiuiao sobre lio grave
assiimpto. O general liento Goncalves respon(leo, que s por S. M. o exigir, he que se resolvera a dar a sua hu-
milde opiuiao em assun.pto de tanta gravidade, careceu-
dn ao inesnio tempo de dados, para formar uin Julzo ex-
acto, e que oSr. conde de Caxias se achava mais habili-
tado para dar un. parecer mais conTorme con. as con-
veniencias uu interesses da coro*. O ministro Almeida
Torres respondeo-lhc, que, nao obstante isso.S. M. dese-
java ouvi-lo. Poisque S. M. me Taz essa honra, disse
liento Gonalves, Tallarei coin a Tranqueza e lealdadc de
un. soldado ; e passou a expr, que considerava um erro
o ter solicitado o gabinete do Brasil a inlervenciio da In-
glaterra na questao doRio-da-Prata, despojando-se as-
siu. de un. papel importante nessaqueslau; que era ou-
tro erro o ter-se negado a intervir de combinacao com
a Inglaterra e Franca, depois de ter solicitado e oblido
essa intervenco, e outro erro finalmente o de ter com-
proi.ietiidoporsiiggesti.es ao Paraguay en. una guerra
contra o general Rosas, para abandona-lo nalucta. Que
poda muito bein acontecer, que Rosas transigase com
as potencias interventoras, econvertesse suas armas con-
tra o imperio, para o que era necessario estar prevenido,
tendo uii.rxercito de vinte e cinco mil homens de tropa
de linha sobre a Tronleira, ao qual se reunirlao dez mil
guardas nacionaes, quando as circunstancias o exigis-
se.n, ...as que nada disto via.
O conde de (axias o interrompeo, dizendo-lhe, que,
prevend-sc este caso, se tinha compro.nettidoao Para-
guay na guerra, poder colossal em comparacao ao da
Conl'ederacao Argentina.
Benlo Goncalves observou-lhe, que conhecia muito
mal os dous paites, se essa era a sua opiuiao. Que ..estas
regies nao havia uin poder mais Torte, que o que a-
prrsrntava hoje aConTedcracao Argentina, tanto pela
boinogeneidade da opiuiao, como pela habilidade c ir-
resistivel vontade do hoiuein, que a governa. Que conta
com um exereito numeroso, disciplinado, aguerrido,
chelo de enthusiasino e orgulhu, que d o ti iunipho,
i'iiiiiiiiainlailii por chefe habis, entre osquaes e seus
soldadoexiste niuliia confianca. Que a este poder oppu-
nhao Paraguay una inassa numerosa, mas informe, se ni
olliciaes, sen. chefe e com um general como Paz, a
nurin conhecia muito, c conceda mili pouca enpacida-
de: elemento inteiramente heterogneo para elles, e se
era a isto, que o Sr. conde classificava de poder colossal ?
Que ctimpria, alen, disto, laberuma verdade dolurosa.
e era, que, se os excrcilos de llosas chegassein a invadir
a provincia do Rio-Grande, serbio precedidos por una
forte vanguarda, couiposta de lodo o partido republica-
no, e de outro partido coinposto de l.omeus.que j lucio
legalizas, pelos quaes tinha sido convidado para una
revolueo.
Aqui Toi novainente interrompido Bento Goncalves
com vivacidad.' pelo conde de Caxias, dizendo-lhe, que
declarasse quem ero esses individuos.
O general Benlo Goncalves rcspondeo-lhe. que nao ti-
nha ido chamado para denunciar a ninguem, que nao
havia forca, que o obrigasse a dar senielhante passo.
Que ao revelar a S. M. o verdadeiro espirito da provincia,
ru.npria con. oque tinha prometliilo, e corresponda
hunii, que S. M. Ihe fazia ; adverlindo, que, se assuas
opiniVs nao ero do agrado do Sr. conde nem por isso
mndaria, econllnuou : Que, se o general Bosas proinel-
tesse aos republicanos do Rio-Grande estabelecer a re-
publica, conlasse co.n elles, que talvez fosse elle o ni-
co, que n3o estivesse de accordo con. o generalBosas,
chegaHo o caso, e que em atlenfo ao exposto, nao con-
ceba coMo o governo do i rasil observava una eslriel.t
neiitraliilade. Que se considerava incapaz de dar cunse-
Ihos en. materia de tu imniensa trniiseedenea, mas que
julgava, na pnsi^.o emque se collocra o governo do
Brasil, que Ihe era luipossivel deixar de tomar parte na
lucia contra Rosas.
Assiiii eoncluio a conferencia nessa nuite: mas houvr
011 tras sobre o mesino assumpto em casa do ministro, as
Sur assistio o Imperador, para evitar a prrsrnca do con-
e. Nestas e propoz con. instancia ao general Bruto
Goncalves, que fosse servir no Paraguay con. lodos os
nlVu'iai's republicanos, que o quizessrm seguir, para o
que se Ihe iiiinislrario todos os recurso preciso. Res-
pondeo, que s Irla, se Ihe dsseu. o cominando ein chefe
das forfas paraguayas. Como se insistase em todas as
conferencias na ii.esma proposta, coniprehenileo liento
Goncalves, que o objei to era afasta-lo do Rio-Grande, e
manifeslou-o, accrescenlando, que ira servir no Para-
guay, mas nao como (inicial brasileiro, que Ihe dsseiu a
sua baixa e ento ra ofl'erecer seus servlcos ao governo
do Paraguay. O minisiro rrspondeo-lhe, queseengana-
va, que o governo eslava mu ionge de d.-siu.i.la. urlle,
que a prova a tinha elle no seu procedlu.cnio actual.
A varios outros oIRciaes republicanosse fez a inesuia
proposta, e lodos respondrao, que iri.io, mas nao como
ofliciaes brasileiros. A rasao he por quererr.n fazer va-
ler no Paraguay os poslos, que linhao no Rio-Grande.
O ministro disse aogeneral Lento G01.5a.ves, que o go-
verno brasileiro tomara parte na lucu contra o general
Rosas.
Depois de consummados todos estes Tactos, que mos-
troo aduplicidade e desleaes designios do governo im-
perial, leve lugar um ..ovi.neato de tropas para aecu-
n.ular forcas 110 Rio-Grande. Niuguem aincafa ao go-
verno do brasil, e elle prepara-se para fomentar a Guer-
ra injusta, declarada pelo governo da provincia do Para-
guay, para sustentar o desinembramento das nacionali-
Idaues americanas, instituidas pelo direito publico e con-
veniencia geral, e para renovar sua* antigs prctenedes
territoriaes, sobre una provincia argentina esobre o es-
tado independente do Uruguay.
Os governos da Europa e da America devem compre-
hender esta poltica do governo imperial, e reprova-la
como tendente, em meio de protestos fallazes de ueutra-
lid.de de paz. a accender, sen. pretexto nem interesse
algum. una contenda inju.tissi.na por sin parte, preju-
dicial aos interesses cominerciaes e pidios, e profun-
damente damnosa para o ines.no imperio do Rras.l.
O governo argentino ten. mu jnslos motivos de recla-
.nar e ile protestar contra essas aggressdes insidiosas e
iiijiistitlcaveis. Disposto, como seinprc tein eslado. a
acreditar no governo imperial a mais sincera amuaile,
tein direito de esperar e de exigir, que guarde neutral.-
ladee volte aos principios dejustica e de paz, deque
tanto se tem separado ese desvia.
0 governo de S. M. Britanuica, a cujo ministro de ne-
oeios estrangeiros fez o ministro brasileiro em Lon-
res dcclaraces e protestos to desconformes coin os
actos do governo imperial, poderco.nprova-los com os
fulos, que referimos e ileduzir as consequenoas. -h o
governo dos Estados-rnidus e os das mais repblicas
americanas polero decidir com (lulos seguros sobre o
valor, que devao dar s .mis solemnes segil raucas do go-
verno d S. M. O Imperador dn Brasil, cspecialinente o
governo dos Eslados-Unidos, junio do qual legn o gabi-
nete brasileiro unndobree insidiosa Intriga, asslin res-
peitO a provincia argentina du Paraguay como no nego-
cio da intervenco europea nos ass.nnptos americanos.
He claro, que a poltica demonstrada al aqu pelo go-
verno do Brasil tenile, por meio de provoeares injustas
e indecorosas, nao s a suscitar lima guerra prejudicial
a todos os interesses ainericanus e europeos, senao 11111-
brm a procurar, por meio de tao enorme escndalo, do-
minar sobre os destinos lia provincia do Paraguay, es-
teuder-se sobre o territorio do estado indepei.dei.te_ do
Paraguay, e iulliiir sobre a provincia argentina de Cor-
rientes, onde j arrojou armado ao selvagem unitario
Paz, que Toi expellido pelo srntlinento patritico c hon-
roso do en ve mo c provincia de Corrientes.
{Gaceta Mercantil).
RIO-DA-l'RATA.
KOSAS I O 11 K > ; I 1.
Montevideo, 13 de agosto de I84.
Que Rosas nao pode viver em paz ; que necessita, pe-
las condicoes esseneiaes do seu aystema, ter preparada
una guerra antes de sabir de outra, he proposico, que
nn poilem dcixai de admiltir os que saben, a historia de
sua dictadura, os que conhecein o seu systema, suas ne-
cessidades e seus ineios. Rosas Tara ludo, menos levar
para Buenos-Avres o exereito, que emprega, ha oito an-
uos, ein canipaiihas distantes, promettendo-lhc srinpre
repouso e premios, annunciando-lhe todos os dias o ter-
mo de suas Tadigas, e allastando-o cada dia n.aise mais.
Esse exercilo, cm Buenos-Ayres e se.11 oceupaco activa,
serla para Roas mal ten.Wel do que os seus peiores
niinigos. Como poderla Rosas satisfazer suas exigen-
cias, cumplir as promessas, que Ihe ten. feito ? Todos os
bi'i.s, que roboit quelles, a quem chaina Hilar.**, nao
ehegario para satisfazer os sidos, que deve ao exerei-
to e os premios tantas vezes decretados e promeilidos.
Manter em guarnicao tainanha forca seria sunimamente
arriscado, e al iinpossivel : licencia-la sem cumplir
previamente o promettido seria provocar a insurreicfio.
He necessario, ii.Hispensavel, conserva-lo sen.pre dis-
tante e en. frente do iuimigo.
Al. desse motivo, outros mais poderosos tem Rosas
para viver sen.pre en. guerra. Os seus poderes extraor-
dinarios esse poder monstruoso, sen. o qual .leclarou
solemnemente, que nao podia governar- tein por ni-
co pretexto a necessi.lade de defender o paiz de eoinmo-
Cfies internase de ataques exteriores. A'indecorosa far-
sa de renunciar o governo em todas as suas inensageni
,11.....as, r. s|.....dem sen.pre esses representantes, dead-
miravel e edificante docilidade, que nao he possvel se-
|i,n ar do governo ao dictador, porquanto ainda duro os
perigO* da patria, perigos, de que s Rosas pode salva-
la. Isso se repele lodos os annos, e he necessario, que
esse pretexto dure sen.pre, euiquanto Rosas durar: he
Decenario, que baja sempre un.a guerra, que justifique
0 arbitrario sii.horio de vidas e fa/endas ; que posta al-
legar-se como motivo para nao entrar no rgimen legal,
para nao cumplir as promessas, que Rosas tantas vezes
ten. frito aos povot, de una .oiisliluico. A paz liarla a
neeessidade da ordem legal, que protege os direito de
todos os cidados ; situaco, q je Rusas tornou absoluta-
mente iuipossivel, dividin.lo a sociedade, deslocando to-
dos os interesses legtimos e nalurars, para subslitiii-los
por outros violentos e illegitimos.
Nao ha meio lermo ; 0.1 llosas n!o ha de governar, ou
ha de governar sempre em guerra.
Kisa situaco evidente, que elle procuro.! crear, he o
que explica o empenbo, con. que ten. suscitado e conti-
nua a suscitar causas de desavenca e de ronipimenlo.
Recorra-se historia da sua dictadura. Desde que su-
bi ao poder em 1828, nao ten. havido m 10 dia sem
guerra civil as provincias argentinas, c ainda dura cm
orrientes. Buenos-Ayres leve una guerra exterior com
1 olivia, iln.isi 01 n a Franca, una con. a Inglaterra e ou-
tra com o Estadu Oriental, que dura ha oito annos. Sen-
mu homein, que reBicla, pode admiltir, que seja isso
un. accidente, ou que Rosas lenba tido sempre rasao
contra tantos. Forca he, que esse estado de cousas te-
lilla .....a causa grave e permanente : ea opusa he a que
aponamos a nature/a e as ueeessidades do systema
dictatorial, que domina em l.ienos-AyreSj,
Isso explica lambn a posico, que Rotas, antes de
concluir guerra, em que boje se acha, principia a to-
mar a respeito do Brasil. Muilas publicaedes suas tonos
reproduzidn na nossa folha, que revehio claramente, que
Rosa se est preparando para fazer guerra ao imperio,
lukjo quesr achc algn, tanto deseilibaraendo de oulra
diiliculdades. Mas o artigo da san Gac4kt que hoje pu-
blicamos (*) lira todas as duvidas. J nao he una pro-
pheria aventurada ; he um faci evidente, que o //rasil
lera uina guerra com Rosas. Ha nette artigo algunn
cousa mais, que as expresses oli'ensivas Violenta do
odio ; ha mu grande furMo de seriedade, ha recrimina-
cOesde nadir, a tal, que importan a declararn explci-
ta de que Rosas est resolvido a obter do Brasil as satis-
facer*, que chama devida 1 juilai, sobre ponnw granel 1
eneii.es, ou a procura-las co.n as arma na mo. Se es-
se artigo da Gacela de Rusa paisar tao desapercebldo,
como tem passado todos o* seu* faci* e escriplos ante-
riores, nao he verdade, que baja frente dos negocios
do imperio homens serios, ou que mereci o nome de
estadistas. A nica rasao, que elles poderlao dar para
(*) He o que a ete precede.
npnarralar. que no Tazn caso desse escripto, he que o
que diz a Gacela nao he necessarlainente o que di* ou o
que pensa Rosas. Mas Isso TOra menliretn a si mesmos ;
Techar os olhos voluntariamente com recelo de ver a
realidade. .
Multas sao as cirenmstancias, que tornao notavel esse
artigo da Gacela, son nos deinorai mos nos descomedi-
dos doeslos. que prodigilisa ao imperio. Por hoje so-
inente mencionaremos algumas. Nao quer Rosas, que o
itrasil mantenhaa esperauc de que as questoes penden-
tes entre ambos os palies sao secundarlas e tacis ae
ajnstar : nao ; elle declara, que sao gran*, eisenciaee, e
que a seu respeito nao se pode trausigir, sem que o Bra-
sil d plenas HalisTar;es.
Entre estas questoes figura a do Paraguay : Rosas ac-
eusa o Brasil de hav-lo precipitado a guerra coin conse-
Ihos desleaes e interessados ; e de querer excrcer o eu
protectorado sobre una provincia argentina. O dictador
estaheleee 011 seguida a desjunctlva: ou o "rasil re-
nuncia a considerar o Paraguay como estado indepen-
dente, 011 a sna insistencia sera uina hostilidade, Ulna
causa de guerra, _
Mas oque ha de mais notavel nesse artigo da baceta
he a level.icaodacnnTereiicia, que. segundo aflinna Ro-
sas, leve lugar no Rio-Grande, quando alli este o Impe-
rador. \ niinuclosidade.coin que elle descreve essa con-
ferencia, a hora, os movimentos do imperador, ao entrar
o general Bento Goncalves, as palavras de cada persona-
geni, Indo, finalmente, quanln alli occorreo, mostra o
fin. evidente de fazer crcr, que elle tein esples at ao
proprin lado da pcsot> imperial. Nos nos absterc.no de
dizer, que seja falta esta conferencia : as ratoes e os ar-
gumentos, que a tiareto poe na bocea do general Bento
Goncalves sao demasiadamente exactos e concludente
parainns parecoren. invenco de Rosa. Entreunto, pu-
blicando essa conferencia, o dictador quer dar a confie-
ro-ao Brasil, qursorprendeo o poisainento intimo do
governo imperial, r que est preparado para anticipara
execucao do seu : quer mostrar Ihe, que o general Bento
Goncalves descobrio o flanco dbil do imperio ; que Ro-
sas j o notou.e que saber aprovellar-se delle ; quer,
por fim, deixar eslabelecWa una causa orHcial e grave
para motivar os seus ataques contra um governo que
elle acousa j em altas vozes de faltar a neulralidade c
. a seus deveres, com escndalo Inaudito ecoin impla-
.. eavel aniuiosidade. .ai,
Essa nrrtu de Rosas foi hontem para o Rio-de-Janei-
ro Co.n que olhos ser vista por aquelie gabinete t ro-
d ser, que se apparente nao ter reparado nrlla ; e que
continu como at aqui. naquella corte, rrpetindo pro-
testos de amizade e de benevolencia, necessaria c evi-
dentemente falsos, um ministro do inesnio governante,
que tem a respeito do imperio os sentimentos eas inten-
ees, que temos visto.
Entretanto, ahi tonos urna nova guerra para estas
desventuradnsregir.es, guerra, que eremos Inevitavel,
producto da louca ambicio e do egosmo pestoal do ho-
mcm.que nos conservar em guerra perpetua, euiquan-
to a justica dos homens. 0.1 a de Dos, nao o precipita-
ron do posto, que deshonra.
r (Comercio del Plata.)
REPUGLICA ORIERTAL DO URUGUAV
DOCUUENTOS OKFICHES.
Montevideo, 1.' de agoito de 1846.
O ahaixo assignado, minitlro plenipotenciario deS. M.
B., ton a honra de informar ao Sr. Magarino, ministro
dos negocios estrangeiros, que oSr Hood, ex-cousul ge-
ral nesta capital, e portador de ofilcios para o governo
de Buenos-Ayres, dtela communicar co.n bandeira de
parlamentario com o general Oribe, provavelmente pela
novoacao do Bureo. __ ^
O ministro e o almirante de Franca nenhuma objec-
co la/ein l este pedido, e por isso o nbaixo assignado se
dirige .10 Sr. Magarinos, para obter o consenlunento do
governo oriental para este passo, eevilar assun qualquer
desiiitelligeneia.
O abaixo assignado pede a S. Ex., que acceite, &e.
VV. G. Ouulby.
MINISrilllO JkD NHGOC10S ESTR!IOIROS.
flfonleeideo, I." de agosto de 1846.
O abaixo assignado. ministre des negocios1 etlrangel-
ros, lev.... ao conhecimento do governo da Repblica a
nota do Sr. Gore Ouselrv. ministro plenipotenciario de
S M a rainha da Grio-Breluuha, pedindo, que o Sr.
lond. ex-eonttl neste paiz, possa communicar debano
de bandeira de pai-lamentario con o general Oribe, pro-
v.minente pela povoacodo Buceo.
O governo da Repblica, que sempre esteve disposto
a colber todo o passo. que condiga coin os sentimentos.
de que se acha possuido, nao pode por obstculo ao con-
sentimo.to, qu solicita do Sr Ouseley. delde que, res-
peitando o direito nacional, WabmMt,^c(0^en
os representante* da Franca as h" do territorio da
RTeUnnoCaJl9lra de assi.n o manifestar ao Sr. plenipo-
tenciario de-S. M. B. edesauda-loaomesmo tempoS.c.
Fbhcisco Miciiimis.
MINI9TEII0 DI GVEttA E MiRINHA.
AfonfeprfV.. 18 de agoilo de 1846.
O governo acaba de receber as propusices offlcial-
mente dirigidas pelos Sr. plenipotenoanos de Franca
"Inglaterra, que fo.o aceita pelo governador de Bue-
osvret e pelo general Oribe; e /.-.de este momento
sti disposto a lancar .uao. por sua parte, de lodosos
SKos ne el* eonciliareis, par.fa.er ce.,.r o. elra-
Jos da guerra: Conseguinlemente urdena-.nr. que pre-
WnaaoSr. general en, chefe, que lmn.ediatau.ente faca
publicar na o, don do dia. que as tropas cncarrrgadas da
defensa da praca, velando sempre na conerva9ao de
,eus posto. tran*P"nhSo por forma nenhuma, nem
Ue.1e1.hu1n nrclexto, a ultima linha de defensa que
extern nos cos de s'ervico na dita linha, ou Tora della,
toda c qualquer hostilidade, por pequea que eja. a
menos que. como ja por outras veaet te ordenou, Tos-
Sem provocada por demonstrare, qaepo3o ameacar
a scg.iranca da pra9a, das Tortificajoe ou de teut de-
Tensores.
Ao communicar esta ordem do governo tenho tambent
a incumbencia de dizer ao Sr. general em chefe, que
deve procurar regressar ao exereito com a maior brevi-
dade possvel, para esperar os resultados, cumpriodo as
disposices adoptadas para manter e assegurar em tein-
po a posico tranquilla, que deVa oceupar na cainpanha.
Tenho honra, etc. Joi A. Coila.
AoSr. general emcbcTe do exereito, etc., ete.
I MUTILADO


^2,
PRUSSU.
TltlBl'NM DI IIONm. Dt.l.U.O ADTOnlSMlO.
Mi tister- I.' de jnilio de 1846.
Anio-hmitcui fuos losleiuiinh.is di" mu suecesso
afllicllro, successn, que at corto pomo dos transportara
i Id ule media Fallamos di-i.....ludio aiilorisido pola
ni.[m i. Eis-aqui os por.....norcs dcste singular acouie-
ciini'iilo :
Dous ioreui nfliciacs, o bario de Donkh.ms, len-
te flo II" de liii-isari-s, po^r de l'oilnhart, tonente do
13 do iufiniaria, Pitando i j.igar 0 bilh ir P.......i C*tt
de Munsler, liveiau lima violenta alten ii-.in, na qual o
Darlo di' Dcnkhaus prolii o ahlUUiai patarras ollriisivas
para10 sen adversario.
TpiiiIu sido proferidos ratas patarras -ni un logar
publico, mi presenta de umita genio, vio-so obrlgado
o Sr. dp itouuiiai i i exigir urna astltr.icao publica, epara
esse pflpto intenlll nina arrio contra bar;io peanle
o (ribunal de honra de Munsler. Todos sahcui, c|ui<
estes tribuuaes, finan iii-limiilos, ha niais de dous anuos,
t'in todas as rtivInOPI do rxercilo pi nssi.mo.
Kste tribunal li' todo os tajureos para induzlr o
aggressor o rptractai as pil mas oflensivas, que pronun-
cian, e uto o tpndo conseguido, lavrou a seutent i sm
guinlo : \|| iiil.ndo a tJUP as pilavras eui quostao fe-
reni i honra do Sr, de Bnimtiarl a ponto de nao poder
continuara sin n- mi PXPrcilO, seui leroblido Ulna s.ms-
la, io publica, e atteiideudoa que o lia rao de Dcnkhaus
ii' usa obstinadamente dar-lhe esa sa-faco, o tribu-
nal aulorisi un diiello cutre as duas partos, segundo as
umas militares.
Rite lucilo teve lugar Kgundffrlra i% 3 horas da
tarde, na planicie litu id i ao norte desta cid ule.
\d meto do planicie lev.iniou-sc moa tribuna para
o tribunal, jui/. do combitp.
Km frente des.,1 tribuna havia un espen batante*
inente grande, rodeado decordas, reservado piraos
comh.itcHtcs. Eiu roda d i trihiln i e delta aren i posta -
rao-se destacamento] de caratl irla e de Infamarla.
ii Desde madrug ida estara esta vasta planicie aplnba-
dadepovo, que quarU ver o singular combate, que la
trav.ir se.
\s 3 horas pin ponto tomrao assentn na tribuna os
juiej militares em grande uniforme. Os combateutes
chegrio logo depols, tambem fardado*. O tribunal
procuren novamente concilla-lo- c como essa tentativa
nao ijresse resultado, autorisou o combate.
(i Coin acorri do tribunal ennvierio os dous adver-
sarios, que se baterlio coin tabres de oaratlsrla, de cabe
ca drsroberta e rin mangas de camisa, eque o combate
durarla, ate que iiuidosdoiis fosse posto lora de combate,
Trouxerao-Ihet certa numero de espadas, todas se-
mentantes os tlous adversarios rcudrao os olhos, c
cada un tomn a su ao acaso.
Depols riesvendrao-sp, tirarlo as barretinas, detpi-
rao as fardase po-erao-se em guarda, e a uin sigual
dad i pelo presidente do tribunal cotuecou o combate.
Os dous adversarios balcriu-so com o uiaior oncar-
nicaiuento, o Sr. de I) iiinli irt receben successirainen-
le duas f.-i idas leves no bravo ; mas logo depoil deo
111111 entilada na cuxa do barao de Doiik.ui*, que o lancou
por trra, p o iuipottlbilltou de continuar a lucta.
0 Depnis que os ciruigtos cu rara o os dous feriri is,
convi.toti-osii presidente do tribunal a Urna reconcilia-
lo, a que iininediatamente ;......lirio, ope lando a mao
e abracando se. Os espectadores, que tiulllo u Hilado
o maior sUenclo durante o combate, acolhero a conciliacao coin estrepitosos c prolongados applausos.
Duas cariuagons couduzirno duuaofficiaes para
sin- catas o ir. d.j liouuhartajudou o bario entrar
na sna.
1 O tribunal relirou-sc, e a mullidlo dispersou-se
traiiqiiiliamcutc.
a Ful esta a primeira ve/., que un tribunal de honra
naPrussia autorisou nmduelio. Todas as queslOes de
qu- at agora loiuro eouliecimeuto eases tribunaes,
tiuh.io terminado fcliziuciitc por una recoocilinco.
(lio Joarnul del Debat.)
(piando estabrlcce fictos, como pujados na provincia
do nio Grande-do-Sul, cinquanto all esteTc S. M. o Im-
perador
Dlt o gatetelro, que na provincia do Rio-Grande
honre nuu entrevista do coronel liento Connives da
Silva eom S M. o Imperador, e algunias pprsonagpns;
que o coronel llanto Concalves fura chamado pelo r,
ministro Aducida Torres a urna conferencia, a que dc-
via estar pies-ule S. M. o Imperador, o ministro c cu ;
spiis e i pitaes, p a quebra da casa de DiogoBurn, que,en-
lajada rom a do embargado, trouneradhe iguaes emba-
nco (como ordinarios), niio sendo bastantes para qup
tlresse lugar a decretacao da concordata folhas, por spr
esta un ficto do anno dp 1837, e a concordata de 1843,
e aquella mal comprphpnder-se entre as causas impre-
vistas e extraordinarias.
K porque, dPVPndo a nipsma concordata limitar-se a
oonepssao do tPinpo lixado pela ordenacao, livroquarlo,
|Ue a entrevista fora de nolte, p qup, ao chpgar o coro- titulo 74, paragrapho qnarto, ein que o embargado de-
in I i enin Gnncalve*. adiauton-se S M. alguus passos pa-1 verla fa/.er os pagamPiitos, tPnlia passado inulto ali'm,
i.i ii'cebe-io; que o assumpto, deqtip sp tratava, e sobre outhorgando-lhp, nao s a faruldade de livrpinpntp ad-
o qnal j. i ii havia einittido iiiiuhi opimao, rra a questao ministrar os bens de sen casal, romo a de os alienar to-
do llio-da-Prata p a exigencia do goveruo de S. M. hfi- dos nu em parte como convenlpntP achassp. Eemcon-
(annica ao gorernn do Brasil, para que toniasse parte em clusao, rontendo a concordata, foihas, a clausula da ces-
scu favor ueste npgocio, pct., ptc.: c por ahi vai o rpdac- tastlo dos juros desde a sna concessao, importa esta
i torargenliiio fizendo fallar como uiPlhor e conveniente decisn da maiorin um verdadeiro rebatp de divida, con-
IIip pareceo; ora ao Sr. ministro Almeida Torres, ora
ao coronel, ora a inim; p dppois dp um dialogo, todo de
su.i iinagiii.ico, seiu o menor fundamento de rerdade,
termina esta tnpposta colernieia, dlzeodo: Airi* can-
etuin a eimfrrenein neitn nnite. mal hnuve nutran labre o mei-
mn aiium/ilo em rnn rfo minittrn, a que ailiilto u Impcrailur,
pura evitar a preienr" lo rumie '.
A nica resposla. que dou a tudo isto lie, que ludo
Iip ficto, tudo : que nunca honre tal conferencia, sendo
iiipsuio ridicula e irrisoria a iiivpncao da ida de S. Al, o
Imperador .i casa do ministro, fosse porque fosse, dimi-
to inals pido motivo allegado.
S. M. o Imperador despachara s cnni o seu ministro
em pilado, e o sen ministro s o deixava para ir repou-
sir de noite nessa casa, em que inoran mu Innlo ineu,
o vpador .los loiquiui de l.inia. He preciso, que o rc-
dalor da taeita da Repblica Argentina ignore comple-
tamente OSCOStumes da corte imperial, para ler animo
de rcorrer ao iniserarel expediente de f.ier sabir o Im-
perador de noite do sen palacio, para ir ler tuna confe-
iiu la coin um ministro seu, coin quem cstava todo o
dia ni malt completa Independencia.
ti 0 coronel liento Guucalves da Silva, temi sitio ani-
nlltiado, inaiiifestou-iuc em uiiiilia casa, em l'orlo-Ale-
gre, o deseju de beijar a mao deS. III. o Imperador, pin
sign.il de ar.it do e resprito ; louvei-lhe o intento, ea-
prisentei-o ao moiaicha, como li a oulros dos seus sub-
ditos, que estarlo u ts circiiuislancias do coronel. S. M
o Imperador, que eolio te adiara rodeado das pessoas
da corte, que o ncouipanbrub iquella provincia, rece-
lieo-n coin aquella boiid.ide, que o caractcrisa.p dirigio-
llie duas Ol tres pilavras graciosas, como a todos f.wia.
Nessa uiesina occatllo pd le 0 coronel beijar a mfio de S.
\I. a linper.iti i/, c relirou-sc logo. Kis tildo oqucliou-
ve, e nunca n, lis teve o coronel liento Guucalves occa
silo de nuvlr urna so patarra deS M. o Imperador, co-
mo o pod..... ccrtilicar o Exm. Sr. Almeida Torrea, e o
proprio Coronel, l.i se ve, pois, que sin in.itlmisdveis e
falsa* as propositos, que ni pliaut.istica conferencia me
sao iiit iiiiii.l i. pela Caceta argentln l.t
fonje di Caxiai.
tra a dispos^So do al vara de 14 de marco de 1780,
e assentn de 15 de ievereiro de 1701, porque tao exlgj-
velheesta como aquellos quando convenoionados, uo
destrulndo a rsla asserc/io o alvar de 17 de malo de
1757, que conte'm lim favor restricto aos que etirerem
tob as condifos, que o inosuio exige, e subordinado a
pratica das rpgras rstaheleridas no outro de 13 de no-
vembro de 1756, que nao frao observadas no caso oc-
ciirrentP.
Por todo o pxposto, pois, e mais amphinente dpdurl-
do om os autos, recobendo os embargos folhas, osjul-
t: i i prnv adu,. p ir a o lint de declarar a concordata, fo-
Ihaj, ini'Uie w. para coin os embargantes que nao teein
prestado a mesma seu consentlmento, c condemnao as
cusas o embargado. Roclfe, 19 de sptPinbrn de 1846
Rumui. presidente interino. Cerqueira. Ponce, ven-
cido. Villarei. Baitoi. -- Siqucira.
COMMERCIO.
casa da ra Imperial, e de duas carrocas para bois, jra
novamente pin prafa os mostiios ohjectos, em odiajQ
do presente mei ; e beni assim, ser tainbem posto em
praca. nesto inesino dia. o contrato da aferirao dp prS01
o medidas (leste municipio, pela qunntia de 11:701/000
rs.: os licitantes dever comparecer, devidamente ha-
bilitados.
Recife, 26 de setpinbro de 1846. --Manat Jonquim do
Reg Albuquerqae, presidente. JoioJoi Ferreira iU A-
qninr secretario.
Miguel Archanja Monleira de Andradi, o/Krinl dn imperial
nrdem da Una, cavnlleiro da de Chriilo, e impector da (.
fandtga di Pernamburn, par S. M. I.
Faz saber, que, no dia 2!l(hoje)do crreme, se nao de
arrematar em praca publica, a porta da mesma. annl(.0
dia, 600 massas para chapeo, no valor de 60O00 rs.
impugnadas pelo guarda I.uli Boiprra Monteiro Pudilha'
no despacho por factura de Mauvernay, sob n. 10lo',
sondo dita arrematacao subjrita ao pagamento de direi-
tos.
All'andoga, 28 de sptombro de 1846.
Miguel Arehanja MoMrlro de Andrade,
l)e< lanc es.
= O arsenal de guerra compra aieite de carrapalo p
de ccn, fio de algodao e parios: quem taes gneros qui.
zer forneeer, mandar sua proposta, em carta fechada,
a directoi i.i do uicsiiio arsenal, at o dia 30 do corren-
te ni ex.
Arsenal de guerra, 25 de setembro de 1846. Joo Ai-
cardo da Silva.
= O paquete inglez Seaqull fecha a mala para Fal-
inouth, hoje, 29 do corrrnte. pelas 6 horas da urde,
no consulado britannico, ra da Cruz.
Aliindega.
Hl MHMENTO DO DIA 28.......6:854/249
lir-r wtlil i. mi HOIE 29.
Brigne Louiimercadorias.
PatachoMaria-Zoaquina-- viudos.
NOTICIAS Si IKMIHCAS.
DESCOBB1ME.1TC ASTBO.NUMIl (1.
Nao ha cousa. que mais atiesto a inineiisiilade da
creacao do que o espectculo da abobada celestial :ooiu
rawo tinba dito o ptaliiiitta, n'um xtasi de adiulraclo,
que 01 ecos i -rao os historiadores da gloria do Totlo-
Prderoso. Aeredltou-se longo lempo, que na planetas
ci.ni so si te: lorao-sedesioliiiiiilosuiccssivaueiite Urano
o llerschi I c lint i e Vesta c Pallas eOret, p ludo indi-
ca, que anda niio est concluido o catalogo dos habi-
tantes celestes do nosso sysleiua planetario. Pelo me-
nos llcncke, astrnomo Ue Drirsseo em Allemanha, a-
ciba de tornar, si nao iiiteirainonte indubitavel, ao
menos summmente proravcl, a existencia de mu pla-
neta at agora deseonhei id.i. Em lude ontuliio du ni-
o, que acabuu,deseobrio elle n'um ponto do ceo, collo-
cado entre Vesta e Juno, oque rntao Un-pan eco urna
estrella de oovagrandeza, que u;o estiva Indicada lias
cartas celestes por^m, rxamluaodo eom mais attenclu
o novo astro, ennremico-se de que llulia moviiueiito
proprio, e que por consequencla, em lugar de ser es-
trella, nao poda mi ipnno cometa ou planeta, liser-
I ulteriores Ihe inostirao, que o astro equivoco
ntio (iuiia nebulosid de nein cauda, oque a sua distan-
cia piriheiia era enorme : deltas considrracescdoou-
tratretuitou a oplnilo de que se tratava de un novo
planeta, e tal Be o senilmente dos dilkVrt-niea astrouo^
nos, aqucni a noticia do descobrimeiilo tem sido loin-
niuiiirada.
A lituacao do novo planeta he, sogiiiidc'noinia disse-
inos, entre Vesta eJiiio. circuinslan ia; que rom eiu-
baracar os astrnomos terrivelnienlo. ,-'0s qiialio plane-
tas VetU, Juno, Pallase Crre-. j.i crupa\ ao reunidos O
^Mpaco, quej^teguM^i V G ilclo das rbitas planeta, ias,
s devia~ser oceupado por oto nico planeta; cis-aqui
agora um quinto astro, que veto tornar a (liHieuldado
mais insolnvi I. A aniinalia j era tao extraordinaria
antes do descobrinieiito de llcncke, que um aslrouo-l
Rasan de sobra ti vemos nos, qmudo, ao iioticiarmos
a prislo de alguns dos nretos schlsmiticos, que, Iludi-
dos por vgosiiniio.los Ferreira,acreditarlo ua viuda de
mu niessias, inanifostinoi os nossos recelos acerca do
airo, a aue cates mlteravels poderllo ser conducidos
P loperigoso chofe, que os guia, cacuja voz, quaes
oulros tantos .iiitntn itos, ollos.se nioveiu, seiu rcllexio-
ii iriin. seni nieditarein, sem conslderarein.
A mlsslo desses Ignorantes ntio se limita a zombareiu
da rellgUo dn* nossos paiti que, blatpinnos, o fascina-
dos peas promrssis enganodoraa do seu mettre, como
Ihe ellos cliimao, impuilenteuieiilc insulto e atado
lian Hca en......noapretareui as Imagent representativas
de.lesus-i ht istoc dos seus stutos,que, tupios c coin fu-
ror satnico, detpedaclo, o, assim fracturadas, atiri ao
mar c occiillao lias maltas, cuino o prova > as que, COII1
urna rede de pescar, a polica fez tirar do viveiro du Mu-
lls, ein o a. trro-dos-Afogidos, e asquea mesma po-
lica teeni sido apresen! ul is por dlveri is pessoas mora-
doras as circ.....cizlnhancaa detta cidade. Em ma de-
mencia, ellos vti.i adianto, planejo una iii.iiirreictio.
O luto de se haver encontrado, no b.iirrn da lioa-
Vi-ti. em a lis-i (le mu d is inaiuraes da astociaclocrea-
da por Agoslinlio, entro oulros papcis, alguns, que Ira-
nio do II iity; a cirriinisi mi ia de, nessa mesma casa,
sor adiada um Biblia, cujas pattagent marcadas erao
su.....oteas ciiiquc te tratara da abllelo da reenvi-
dan; a Inforniacno, que se nos rommunlcou, de que esse
Agostinho, que alHruilo ser desertor do exercito, es-
tivora na linliin em naiinode 18-14, tomara activa parte
as sernas lucliios.is, que cutio all liveriio lugar, o,
Andas ellas, para aqu rscapra-se, na Intenco, sem
diivida, de propagar entre nos as idelaj, que la n.io po-
derlorlgorar ; tudo Isto nos tras a convlccao de iiue
esse plano existo, o seria roalisado, se tao a tenipo se
nao desse na loca desse tigre de nova especio (o Agosti-
nho). e nao fosse elle posto nacadela.
^pulida, qtial todas estas cousas j niio sao occill-
tas, c que pelo numero dos Mfoefadst, que se acliao
presos, boje levado a 17 tem ratoet para crcr, que
mu dos priim tros capturados nao minti, quando dls-
se, que os seus Iratloi iiioutavna mais de tresentot,
nev prosegsnr em tuas averiguaedet, e procurar cor
tu pela, vai/ o mal, que nos aincaca, c que he incoii-
testayrlinentc horrivil.
Iul)le 0 julgamentn, que prnferlo a relaclo do districto so-
5r* '.'.....piomisso obtido por Nono Mara dp Soixas, he
da manir Importancia, nlo s pida causa om si, c.....o
pela garanta, que veio dar ao coiumercio. realmente
esmorecido pela frciiueneia e escndalo, coin que se
tei ni f.presentado diversos deredorcs coin coiiipromis-
sos, que, illudiudo as Iris, prejudicariu considerarel-
mente a conlianca, que dere reinar entre os negocian-
tes, e abalarlo as fortunas particulares: e por isso me
gencia ettndou e desenvolveo a quettlo.
Eis u .o ,-od.mi.
?
lie lilil.t e.Msiiuo aiiicrioriucnte, r q
te etinigalhaoo por tlgunit catattronhe desconhecida,
produiira os quatro astros e, para dizer a verdadr,al-
guns doi ditos astrofsao tao pequeos, que Vesta, por
exemplo, ser do laiiiaiiliu de l'ot tugal, se tamo fr : a-
gora, coma accessao do planeta de Henike ser noces- Arcord.o em relaclo, etc. : que rerebem ejulgao pro-
sino Mippr, que o numero do fragmentos, ein que se vados os embargos folhas, para reformara sentenca, e
esmigalhouo planeta primitivo, foi polo menos de ein- accordtio embargauo, que aconfirinou.
co ; eaproporco que a astronoma fr fa/emlo nnvos j Por(|iniito nao tem precedido a conces-ao da concor-
liiogressos, bem podo ser (|iie om lugar de cinco iraK- data folhas. a leuiiio dos credores, para que, obsorvan-
ineiiiosapparofo seV ou sote, o sabe Oeos so aluda do-se as disposifdes do alvar do 13 de novembro de
"iais- 11756, 14. ooutros, que applicavois fossoin, se disculisso
P. S.Dspois de escripto esto artigo, fe; Arogo ac- a regularidad!' do batanen, folhas 8, qnanto aos valores
drinia das sciriii as de Pars una cnuiiiiiiiiie.il>, de ipio dados s diversas proprlrdados do embargado, e exac-
ii sulla, que o astro descoborto por <'iickc he sem du- lidio dos crditos laucados a cada um dos credores o
yidaalguma um planeta. Removidas, pin lauto, todas m outro tim, se roiilircesse do estado da casa pelo exame
iucorlr/as, que havia alai respailo, nada mais reslava dos respectivos livros, que cumpla, fossem aprescuta-
dos iiaquelle acto.
Oainobservaocia destas condir.des, exigidas pela boa
f, retulla o desaccordo, que se notara enU'e o haver dp
I). Thereu, lan9ado no balauro folhas, pin 11:913/290
rs. e sua declararlo feita pin acto de ultima volitado,
como de folhas 237 nao deixandn de dar incremento a
este facto (atCui dos documentos folhas 196, o 238) as de-
claracdrs foi tas por Jote' Francisco Pereira da Silva, e
Joaqiiim da Silva Oaslro, constantes de fulhas 152 e 234,
as quaes ftzein crer a exi-ieojcra do qualijuer avenea
entre osset credores, que tormavo a maioria, e o em-
bargado.
K destas circiiinstaiicias comparadas he deduzido o
_ juiro: Que a concrdala, folhas, nao precederlo os ac-
ronol Bento Gonsalves; entendemos dever trauscrcvrrJ tos nocossarios para a sua regularidade, equcines-
laubeiu o solemne desmentido, que a este facto d olma ntio presidir inteira boa fe*.
Sr. conde de < axlas, em a tefUnle tleclaracao: i Por outro lado, ntio sendo satisfactoria a justificacao
JuIko do ineu rigoroso dever mostrar a rerdade dos dos casos foi tuitos o supervenientes, que levarlo o ent-
rados, deque ful testemnnha, e por cons solemne desmentido ao ailiBo da Gnerlo seus credores, reclamar a presente concordata; e as
IMPURTACUO'.
NEME-MATHII.DE, brigue francez, rindo do Havre-
de-Gr.ica, entrado no rorrete mez, consignado a .1. P.
\>l mi .v i iiniip itilii i. ni inif.'sioii o sogiiinto :
110 barris o 20 lucios ditos ininteiga, 4 caixas conser-
vas ; a N. O. Hieber 6i '.'onipaiihia.
I firdo fizpndis de algodao, I caixa porcellana, 4ditas
l i/endas de algodao, I dita rondas de algodo, I dita
cordas para instrumentos, 1 dita couros, 1 embrulho
amostras ; a .. Kolli.
I cala papelebrelas, I dita flores artificiaos, 3 ditas
i niinis i' pellos de porco, 2 ditas sellins, 2 ditas papel, 24
quartolas vinho, 2 ditas ago'ardente, 1 caixa oleados, I
(lili alfinotes, I dita ncciilos o obrlas, I dita perfumara,
I dita couro de lustro, I dita livros em brauco, I dita rol-
chotos, I dita niKSsas para chapos, I dita bengalas, fus-
Iflete chinellas, I dita imudezas o bnnetos, I dita hien-
das do algodio, 2 ditas portences para sellciros, 6 ditas
papel de Imprimir, 2 barris tintas para typograpliia, 1
caixa carios, I dita calcado. I ciubrulho" amostras ; a
Avrial Fieros.
I caixa cobre ; a Caloiont.
50 gigos rh iiii|i i ol i ; a Me. I .i I moni & C.
60 caixas qin i ios ; a B. Lasserre S C.
I caixa dtogas ; a.l. .-oun.
12 caixas la/.codas de algodao, 1 dita fitas de seda, sus-
prnsarios e ciuteiros do algodao e seda a S. Tobler.
70 barris o 20 moios ditos inantoiga ; a J. J. Monteiro.
80 barris e 40 moios ditos dita ; a o dem.
1 barril conservas ; a Milet.
7 caiastN o 2 fardos fazpndas de algodao ; a Kalkmann
& KospHinund.
5 caixas e 3 lardos fazondas de algodio ; a J. Keller &
Compaiiliia.
330barrite 140 meios ditos manteiga, 5 caixas obras
dp fcllia, 2 ditas chapeos, 2 (lilas tecidos para ditos, 7 di-
las fazondas de algodao, 20 ditas chumbo ein chapa, 2
barris rame de cobre, I caixa allinetes, I dita ferragem,
1 dita acido sulphurico, 1 dita chapos deso, I dita sel-
lins, I dita panol, I dita vidros, 2 ditas cartes, I dita fa-
zenda de lia, 2 ditas calcado, I dita perfumada, 12 gi-
gos i Ii 11111 iiilii ; a J. P. \ iloiir St V,.
I caixa titas de algodio, I dita lencos dito, 1 dita um
buhar, I dita chapeo!, I dita candiciros, I dita couro, 2
ditas calcado, I dita lzendas de lia, 3 ditas louca. I dita
pellucia de algodao. 1 dita chapos desold algodio, 1
dita fa/.eoilas de liulio o algodio, I dita bonetes para me-
ninos, 2 ditas iguora-.se, I dita fazondas de algodao, 1
dita agot da Colonia, 3 ditas pe fumaria, caixas para ra-
p, filtros o chicotes, 1 dita vidros, I dita merino, 1 di-
ta l.i/eudas do liniio, I barrica allinetes, I caixa fatendas
de seda, I dita bejuteria ; a Didier Colombio! & C.
4 caixas perfumarla, 44 ditasinludrsas, 2 malas dita,
2 cestos algodao em rama, 10 gigos cbaiopanlia, 2 caixas
absinthe, 2 barricas conservas, II caixas auieixas, 56 cai-
xas queijus, | dita conservas, 2 barris \ nho, I dito ioa-
ardeuio, 13 ditos tinta om p, 6 potes conservas, 5 caixas
sauguesugas ; a Lotellior.
1 caixa roupa, cliicotes, bengalas, livros e calcado ; a
H. St. Martin.
2 caixas iniudeza ; a St Martin.
1 caixa papel ; a I-enoir Pugeloi: fi.
1 caixa instrumentos de Clrurgia I
Silva.
2 caixas alfinetes ; aF II. Luttkons.
I caixa modas; a G. .1. do llego
5 caixas cachimbos, 2 barris conservas; a V. Svime.
1 embrulho livros ; a Vaulhier.
2 caixas ridros, I dita fazondas do algodao, I dita sel-
lins. I dita agoa da Colonia, I dita calcado, I dita papel
pintado, I dita perfumarla, 1 dita faseuda de seda : a
Uidier r.olien & c.
MARA JOAQUINA, patacho portuguez, viudo da Fi-
gueira, entrado no coi-rente mei, consignado a Fu mino
Joe Flix da llosa S Irniio, niinifcstou oseguiule :
134 pipas, 17 lucias ditas e 28 barris vinho, 12 ui'lbei-
ros sal: a Firiiiiuo Jos Flix da Rosa St Iriuo.
NOVAS PUBLICACOES LITTERA-
RIAS KM FAUIS.
Na litro ra da ra ta Cruz do
Recife, n. 56.
Harmonas da creacao ou considerarles sobre as ma-
t.i vil has da nuu i e/ti. especialmente sobre oinstinclo dos
animaos, contemplado como provas evidentes edemons-
tr.uivas da existencia, da sabodmia, da bondade e da
ouinipiiteiieia dn Creador. Pelo doulor i aciano Lopes de
Mulita, natural da Baha. Com estampas.
I.icos de geographis, polo abitado Gaultier, tradu-
zidas em porluguoz por una sociodade de littoratos por-
tuguezes. Nova cdic.io, inteiramente refundida e con-
slderavelmente augmentada, feita sobre a ultima de Pa-
rs de 1845, contendo agora, pola vez piimera, mui n-
toross.inies e numerosas addifes, c mudancas liulis-
pensarcis sobre as novas divisos dos oslados da Euro-
pa, e importantissiinos desenvolviiuentos sobre a gro-
raphia. topographia e rslalistica do imperio do Hrasil,
o reino de Portugal e das repblicas americanas. Por J.
I. Roquete. Acompaiihadas de una estampa geomtrica
e cosinographica. I volume ein 12, ene. Pars 1846.
Atlas goographico, para servir de cxplic.icao as refe-
ridas Ufos de gongraphia de Gaultier, coniposto de 14
niappas. 1 v om 4. mximo.
Cdigo do liiini toui, ou regras de civlidade e de bem
viver no XIX.0 seculo. Por J. I. Roquete, professor de
lllteratura nortugueza no colleglo Stanisldo. 1 vol. ein
12. Pars 1845.
Cdigo epistolar, ou regras e advertencias para esere-
ver coin elegancia toda a sorte de cartas, acompanhadas
dp modelos kobre torios osassiimptos extrahidos dos ine-
Ihorrs escrlptorrs amigos e modernos, nacionars e es-
trangeiros ; oQ'erecido mocidade porlugueza c brasi-
leira, por J. I. Roquoio, professor de litteralura portu-
guesa no collegio Stanislo. 1 r. em 12. Pars 1846.
O cdigo epistolar e o do bom lom sao inseparaveis :
um sem o outro he obra incompleta.
Avisos mariliniS.
i uiga c livros ; a J. F. da
= Para o Cear e Maranh.o salr, at. o dia 8 de ou-
tubro, o elegante e receiu-onnstruido brigue-escuna Jo-
tephina, capilo Jos Manuel Itarbosa, recouhecidamen-
te do primeira classe e marcha ; tem ricos cummodos
para psssageiros, a quem se dar o molhor tratamen-
to : para estes, ou carga, r para ambos os portos, trata-
se com o capilao, ou eom Mauoel Uuartc Rodrigues, na
ra do Trapiche, n. 26
0 patacho nacional Savo-Saraiva, forrado e encavi-
Ihado de cobre, e de primeira marcha, segu para a Ba-
bia em poucos dias : para carga e passagoiros, trata-se
com Machado Pinheiro, na ra da Cruz, n. 60, ou
com o capitn Joaquin Bernardo; de Souza.
= O hiato Tentador seguir impreterivelmente para o
Ararat} uestes dous dias ; anda pode receber algiima
carga: a tratar com Silva & Grillo, na ra da Moeda ,
n. 9.
= O brigue nacional H.-Manael-Aagwto. que deve
chegar por toda osla semina, viudo do Maralo e As-
so, pretende seguir, um dia dopois da sua chegada, pira
o Rio-do-Janeiro: c por isso avisa-so, para quem quizpr
ir de passagem ou mandar alguui excravo. diri(ir-se a
praca do Corpo-Sauto, casa de Luis Antonio de Brilo,
ou a Manuel Simos na iiiesuia pra(a, o qual segu de
capitn no uiesino brigue.
= O patacho portuguez M'aria-Joaquina partir para
Lisboa at 20 o.o prximo mei de oulubro, portera
maior parte de seu carregaiuonto eingajado: para car-
ga e tambein passagoiros, oll'erece excrlloulos coinmo-
dos : os preiendeiiics dirijo-sc a F. J. F. da Roza i
IrinaVi.
___________g"^
son.io baplisar o novo habitante celestial, c beo que com
licito acaba de ter lugar em Allemanha, poudo-se-
Ihe o nonie de Ailrta.
(Jtrnal do Cummtrcio.)
_iiii_m i iii mi iiiiaiai iimiiMMMtjtjaai
diario ik'vmkjmn.
Transcrovendo do Jornal da Ctmmtrcio o artigo da da-
zeta Mercantil, que ein outra patio torio lirio os nossos
subscriptores, e rin que se traa de una entrevista, que
acerca dos negocios do /lio ia-fruta, diz a mesma (Jareta,
tivorao S. M. o Imperador, o diversas pessoas comoco-
Goral. .
Provincial.
Cnsul tio.
RENDIMENTO DO DIA 28

808^090
408/407
1:216/497
m ,, ---- ------ ----- ~*B ** "'*iis*o *> 'HUUir',
.Urrcantil de buenos-Ayrcs, de 10 de agosto do torrente i causas allegadas, a baixa allribulda aos predios urba-
aaao, ugo todo compotto de falsidades e iuuuus,lB0veiuue o euxbftrgaate havia einpregado parte, dot
Aluviiueiilo do lorlo.
.Vario enlradoi no dia 28.
Barcelona por Malaga 4l dias, e do ultimo porto 36 ,
brigue hespauhol Luia, de 183 toneladas, capilao Izi
dio Maristany, equipagein 12, carga viuho e mais g-
neros do paiz ; a Mauoel Joaquin Hamos e Silva.
Raltiinore ; 46 dias, barca americana R.ll.-Uonglau.de
261 toneladas, capilao W. Norville, equipagein 12 ,
carga farlnha e mais gneros ; a L. G. Ferreira tt C
Naviot tahidoi no mamo dia
Angola ; brigue brasileiro Caiualidade capilao Manoel
Ignacio Correia, carga ago'ardente, assucar e mais g-
neros do paiz. Passagoiros, Jos Pinheiro', e Jacome
Antonio de Norouh.i Bravo, Portugueses.
Rio-do-Janeiro; brigue hespauhol Luia, capilao Izldro
Maristany, carga a mesma, que trouxe.
Mvi i pool ; barca iugleza Roiendalt capilao Edward
Golding, carga a mesma, que trouxe de Macelo.
-------iiasi........ ..... 8BBgBBBjae
l.filot'.
Johnston Pater& Coiupanhia conlintiari, por in-
terrencao do corretor Oliveira, o spu IpIISo dp fazpndas
inglesas bem sortidas, e proprias do morcado : quinta-
felra, I. de oulubro prximo futuro, as 10 horas da uia-
nh.ia em ponto, no seu armaiem, ua ra da Madre-
de-Deos.
O corretor Oliveira far leilao de completa e excel-
lente mnbilla de unta casa, ronsistindo em um palan-
qun!, coiiiiuodas. mesas de jantar, ditas de jngo, de
nielo de sala, redondas eoutras pequeas, sopbas, ca-
naps, cadenas de balanco. ditas para sala, lavatorios,
guarda-roupa, leito grande com encherges, rrlogio de
mesa, quadros, porta-licor, compoteiras, copos, lanter-
nas, mangas de vidro. npparelho para cha e niesn, va-
sos para sitio, e, alui de apparelhos para cb, colheres
e faqueiros de prata, etc., e oulros muitns artgos iniu-
dos de grande utlidade ; assim como de um carro de
quatro rodas, em milito bom estado, com todos os soul
nocossarios arrojas : hoje 20 rio crtenle as 10 ho-
ras da mauba, ua ruado Cabug, n. 16.
* visos diversos.
1^(1 til es.
A cmara municipal drsta cidado faz sabor, que, em
consequencla de nao se ler aluda eflccluado a arrema-
tado da ribeira do mercado deste bairi o, e do da Boa-
Vina, de alguus tainos do acougue da Ciuco-Poutan, da
Quem precisar de uin rapaz Portuguez, de 18 annos,
para ralxeiro dequalqurr ocupar.ii>, e queda fiadora
sua conduela, annuncie por esta folha.
= Hoje, nesta praca, dosappareceo um cavado casta-
nho escuro, levando uin bah, dentro do qual havia
urna*carta e oulros arranjos, que o pobre matulo leva-
va: roga-se as autoridades pollciaes, e pessoas, que o a-
(-harem, de traierrui a noticia esta mesma lypographia,
que se dir qupin perlence.
=Vioii a S Lobo embarcan para o Rio-de-Janeiro um
escravo de nome Amaro, nacao Costa.
Or. Jos Gregorio Paz Brrelo queira vir pagar,
na ra da Cruz, n. 51, a quantia de 85>680 rs., de carne,
que coniproii a Manoel Frauciscu da Silva Carri[o, no
annos de 1844 e 1845.
= Aluga-se una pequea casa terrea na Ponte-Velha
da boa-Vista, pelo diminuto preco de 5/rs.: na ra lar-
ga do Roxaiio, venda n. 33.
r-^


a
- Apesto., a nuem faU.ru-co^^esed^^ue
fo tomada a um escravo, por sedesco
dirijan a ra;*g*P,"UM, viuva de Manoel
- Joanni Mara *" "W, j... novo non credo es
lina Lh* __,.._ e.n; chiiI.-k nn
Francisco LiiiiriHia Lm*. Ur sua5 C(ln,aSi no
doinesint.i finad ,' J^uCa.Irlad.i RsH>. Lija ... 5.".,
5Tu, de OliVe^a U.na, oU no cngenho Sousa, onde he
,U'7rrVnda-*eumdl> na estrada do Monteiro, com
boTewade vivenda ebons arvoredos : trata-sc na ra
larca do Rosarla, n. 3J, segundo andar, por cima da
botica do Sr. Birtholomeo.
No da I.'de outubro futuro, a porta do r. doutor
, "de orohaos, a hora do costu.ne, se ha de arrematar,
n0l. s*r a ultima praca, una casa com sitio, no lugar de
heni-FIca, pendolada a viuva e herdeiros de Joaquim
Leocadio de OliveiraGuimaraes, por execucao da viuva
de iirnto los Ales.
_ Joo Pinto lleges de sonsa laz sctcntc a quem con-
virr n.ie vendeo unta das snas vendas, que tinhi, sita
nJ r,nli Pei.ln, n. 3l, por lite ser pedid, a casa pelo
eu propietario, pira continuar no inesu.o negocio
Francisco Jos da Silva Maia.
ijugi-se o segunda andar e sotiio do sobrado n.
3j di rui do Rmgel, por coinniodo preco; a chive a-
ch'i se prime.ro andar do mcsmo : trata-se ua ra
Velh.1, n. 55.
Achen-se na ruaduas cartas fechadas, urna para a
Srnhora D. Alejandrina Carolina de Vasconcellns Cha-
yes, assistente na ra do Hospicio na casa do Sr Rlbeiro;
oi.l'ra pira o Sr Antonio Cocido de Mello : seus donos
poili'.n procura-las na ra da Senzalla-Nova n. 42, se-
gundo andar, lempre as 3 horas da tarde.
Pede-seao lllm. Sr jui'. da irnin. Lule doSintlssi-
ino Sicra.nenio de S.-Jos do Recife, quena quanlo an-
tes convocar mesa geral, alia, de proceder-se nova
elelcao di mesa regedtira, para o nnno futuro, por ser
milla a que se procedeo em 14 dejunho prximo passa-
do, visto ter sido felta sem o numero de irmaos exigi-
dos no capitulo 9." do coinnromissti.ena) se terem eleito
os iiuirdoiuos, que manda o capitulo 10, e milito princi-
i Mnente pornaolere.n os inn.o* ahi reunidos assignado,
V o presente, acta alguma, daqu.il conste tal elelcao.
-- Ni ra do V.gano, ... 5, ha dous bons escravos
( larinheiros, parase alugareui.
/ Giuddio Agustinho de Barros declara aos seus de-
/rdnres e a quem maisconvier, que o nico caixeiro Je
* cobranca (le su. cas i he o Sr. Viriato Garvalho Tava-
, res; que outro ipjalquer de aeus caixeiros, para poder
reerber, he preciso, que se mostr para isso autorUado
pur escripto.
Fica de hoje em diante dissolvida a casa, que gyra-
va debaixo da linm d Ricardo Roylc iC. ; e a liquida-
cao dcsuis Irtinicco'5 a cargo do socio Ricardo lloyle;
0 qii il contina no u.esino gyro debaixo de sua Urina
lmente.
m Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra No-
va ... 5, defronte do oiio da matriz : a tratar na laja
do nies.no sobrado.
Aluga-se uoi preto que aaiba trabalhar no cam-
po equeseja canociro ; paga-se nieusalmcnte, e, se
agradar, comprar-se-ha.
Precisa-sc alugar un. preto, quesaiba enzinhar e
l'aieros mais arranjos de unta casa, na travessa do
Qucimado venda n. 3.
Ni ra do Vigario n. 19, deseja-se fallar aos Srs.
Joan Esprante Joai|uim de Andrade Pessoa Pimentel ,
A. u. de Faria, Jos Alves Barbosa, e Torres 4 Castro ,
a negocio de seus interesses,
Avisa-se aos Srs. assignantes do
correio particular, entre esta ciarle e a
da lJai..lnl),i ora existente em casa de
James Crabtree & (Jompanliia que da-
qui em diante se fechar a mala as 5
hora da tarde, as quailas-feiras, e
nao as 6 horas, com al agora.
O Sr. 31. cuixeiro do Sur. G. ,
, queira ir pagaros 10,000 rs. restante
la obrigacao que S. 31c. bemsahe, e
que, lia mais de um auno tem cansado
poi (adores: se nao, ter de ver sen nome
por extenso, com mais algomas part
1 ni .i iilinles O morador da raa do
Cubugd.
Casas para alugar.
Aluga-se o terceiro andar esoto da casa da rua es-
trella do Rozarlo, n. 30, com Unas salas, gabinete,
qo..tro i|ii ii tos, nina dispensa, cozinha fra, e o sotuo
con. agoas fui tadas, coutendo urna sala, cinco quartos,
e coimha, pertenceudo-lhe taiubeui quintal c cacimba:
todo pintado, calado e multo (resto : uma casa terrea
na rua dos Pescadores, n. 8, com duas portas e uma
janella para a frente, com duas salas, qualro quartos
urna dispensa, cuiinha fra, quintal murado com por-
tao e cacimba ; coutendo um tolao com sala, janella pa-
ra o oiio c dous quai ios, muito fresca, e toda, ha pou-
co, concertada: uma dita nos Togados, largo de N. S da
Paz, com duas salas, qu Uro quartos, una dispensa, co-
zinha fra quintal iiiurado com por Lio para o sitio,
njo val at a n.ar, contendo bastantes ps de larau-
geiras, coqueiros e outros arvoredos de fructo : ludo se
.litiga por precos com.nodos. A tratar con. Antonio Jos
Kdiguesde Suu;a, na rua do Queimado, loja deferra-
gens, n. 13.
= Aluga-se uma casa terrea na rua Bella, com duas
salas, tres quartos, cozinha fra, quintal e cacimba: a
tratar na rua do Collegio, n. 15. segundo andar.
Aluga-se a casa terrea, ... 118 da rua de Ilortas. pro-
pria para familia : a tratar na rua do Vigario, n. 5, se-
gundo andar.
Joo da Silva Loureiro embarca para o Rlo-de-Ja-
neiro, nu Rio-Graude-do-Sul, a sua cscrava parda, Sc-
vetianna.
(Jasa (la F ,
na rua esdeita do Kozrio, n. 6.
O prnprictarn desta casa convida os eus freguezes
a compraren! as cautelas, que fez para ni bilhrtesda lo-
tera de N. S. do Livramenio, cujas rodas correm iufal-
li\ .luiente no dia 30 deste mes.
I'ermitte-sea qualquer pessoa a faculdade de tirar
inadeirase ferragrns dos restas da galera Nota-A*tara,
cncalbada na cora dos Passarinhos. Ksia autosaro he
dada pelos (adores do arrcu.alaule Firiniuo Jos Flix da
Roza.
Manoel Jos,'- Uarbcza Braga vendeo a venda, que
possuia na rua d'Agoai-Verdrs, n. 15, ao Sr. Francis-
co Prrelra da Silva ; e declara, que o niesmo Sr. fica
se.n rrspousabllidade alguma ao debito coutrabldo pelo
inesmo.
Quem precisar de urna mulher de idade para ama
de casa: dirija-se a rua de S.-Jos, n. 25.
Frecsa-se de urna mulher, para servir a urna fa-
milia : ua rua de Apollo, n,22, segundo andar.
Precisa-se de um caixeiro pequeo, para venda,
que- teuha alguma pratica : na rua da Senzalla-Mova,
n 4, a tratar na rua da Senzalla-Velha, n. 50.
Aliigno-sc duas moradas de casas terreas, no lugar
denominado Santa-Auna, pegadas a unja engenhoca ve-
'ha, para o passadin da i'esta, com sumeieutes commo-
\ dos: quem as pretender, dirija-se a botica de Joo Mo-
\ 'eir Marques.
Uma pessoa hbil se ofl'erece para cobrar dividas
nesta praca^ com a porcentagem, que se convencionar,
garautiudo a cobrauca ; quem quizer, auuuucie sua
morada.
Precisa-se de uma, ama de leite, de cor escura,
parida de pouco lempo, e sem cria : na rua das Crusc'i
n. 34.
Precisa-se de urna ama de lelte, que o tenha bom e
com abundancia : no sobrado ao lado da Cadeia. n 21
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 18, atrs
da matriz da Boa-Vista, com commo.los para grande fa-
milia, e preco em conla: na mesma rua, n. 22,
Na rua do Vigario casa, n. 5, ha dois bons negros
canoeiros parase alugare. a quem driles precisar.
Aluga-se a prensa do Companhla, sita no largo d'As-
semlil.i, ii 7, a ira lie na rua do Vinario, n. 5.
O abaixo assignado, estabelecido con. arniazem
de carne do Cear, ni rua da Praia, n. 37, continua a
assignar-se como sempre; visto que os annuucios in-
seridos no Diavio ns, 210, c 2ll nao se entendem
com enlomo Jote Ptrtiradc Lago.
Arrenda-se um sitio grande oo.n duas casas de pe-
dra e cal. para urna grande familia, com cinco viveiros
de pelx, pasto animal para nlto ou dei vaccas, boa agoa
de beber, inultos ps de fructelras de varias qualidades,
boa baixa pira inrldes e melancias, c candil: quemo
pretender, dirija-se ao meemo itio en. Santo-Amaro,
logo no principio da estrada, quevai para llelm, a fal-
lar com seu proprietario. .1 B. C. Tirase.
= Ollerece-se urna senhora pira ama de casa; sabe
engommar c coziuhar : quem desta senhora precisar
dirija-se ao becco do Azcitc-de-Pcixe, casa, n. 14.
AO BOM TOM PXRISIENSE.
KUA NOVA.N 7.
TEMPBTTB M-FAHTR,
tem a honra de participar aos seus fregueses que
dissolveo, desden dia 15 de setembro corrate, a so-
ciedade que tinha com os Srs. l.'olombiez & C. : as
pessoa*. que o quizerem favorecer com a sua freguezia.
o acharad na sua loja, rua Nova, n. 7. Tem pimos pa-
ra calcas, colletes e casacas, de todas as qualidades, os
mais novos chegidos agora do Paris, c a collecco dos
mais recentes figurinos.
Previne-se ao publico, que a venda n. 20, sita na
Soledade. voltandopara Belm, e a casa terrea n. 51, da
rua ua Gloria, pertencente a Jos Machado Soares, se
ach.io especialmente hypothccadas a Francisco Simdes
da Silva; e por isso previne ao inesmo publico, para que
uingiiem faca, com o dilo Soares, negocio alguin sobre
os bens cima mencionados.
A'rua Nova, loja de Hypolito Saint Martin S1'.,
he chegadn um completo sortimento de faiendas fran-
ceias. sendo chapeos de seda para senhora, muito ricos;
ditos de p ill.iulia, lisos c bordados; manteletes para sc-
nhoras, muito ricas; luvas de pellica cor de palha.com-
pridas e curtas, c de todas as cores; ditas compridas
com enfeites; ditas de seda curtas e compradas, as mais
ricas, que teem apparecido; ditas de pellica para homcn,
surtidas de todas as cores e juntamente pretal muito
superiores; sapatns de couro de lustro para senhora,
muito ricos; ditos de setiin; ditos de duraque preto,
lie nu o e de cores; borzegnlns para senhora; sapalos de
lustro para meninas; ditos de lustro parsi home.n; ditos
de la para meninos; ditos de hezerro para homem;
saceos de laa para roupa; sapatos de lapi-te e de narro-
quim para homens e senhoras; chapeos de palhiul.a a-
bertos, parameninose meninas;estojos de costuras para
senhoras, grandes e pequeos; sapatlnhos de clchete
e botins de franjas para menino, chapeos de sol para ho-
mens e senhoras, muito superiores; litas de seda, lavra-
das e com franja; cachos de llores com peiiuas e ditos
sem pennas, muito ricos; sedas para chapeos, sortidas ;
ditas brancas muito ricas para vestidos; crep dito; sus-
pensorios de seda para meninos; ditos para homens ;
ligas para senhoras; lenpos de seda com franja para se-
nhoras; chlese ..antas para ditas ; lencos de gravita
para homem, pretos e de cores, muito superiores; loiims
para chapeos; bonetes para meninos, muito lindos; chi-
cotes de baleia de todas as qualidades, para senhoras; di-
tos para carro; veos para montaa, muito ricos? de
blonde, de seda branca e preta, e de linho; frocos muito
lindos, decores; castlfaes de casquinha; caudieiros de
latao; sellinsinglezes; ditos fraucezes ; si I lides para se-
nhoras; jogos re xadrez, damas, domin e vispora; es-
estojo* n.alhemalicos multo superiores; tilos de seda,
branco e preto ; iinrroqnins; um completo torilmente
de perfumara de Piver; espingardas francesas; chum-
beiras de molas de um e dous canos bordados; polvari-
nhos de caca ; mantas estampidas, umita ricas, para
cavallos; encordoaces para violan e rabeco, completas;
e outras umitas fiuendas muito superiores, e todis por
mais barato preco, do que em outra qualquer parte.
A viuva testa me lite ira <
mais herdeiros do tinado Anto-
nio da Silva faaein publico ,
(ue a liquidacao da extincia
tirina eommerrial de Antonio
di Silva i;V Com pan Illa ser
feita sol) a ras&o da nova ir-
Viuva d'Antonio da
MrU Joaquina do Reg teve dadiva de uma escrava de
nome Felicidade, pois era o que Ihe havia tocar em dito
inventario; e nao fez inventario, porque todos reeelie-
rao amigavelmente oque harta, beiu como, algiim ou-
ro que tii.ha, dividio-se entre todos ; se preciso Hir,
prov.i com lestemunhas, que nose acha em estado de
demencia, supposlo que csteja cega; porm nesta data
autorisa e d todos os seus poderes a sua tilha D. Maa
Ag-oa de Ja pito.
Ksta esta agoa mu acreditada e.n Pernambuco pa-
ra Impedir a caspa, limpar a cabeca e amaciar o ca-
be||n..i*sim como para limpar isespinliasecmplnges, ate
que lique o roslo alvo e 11 cabeca peifeitamente lulipa:
esta agoa, que se uao tem podido deseobriroutra Igual,
e*l approvada e ten. merecido toda a eslinia, tanto no
Joaquina do ego, para por ella assigoar todos os seus I Japn Ki-opa, como no BrasII: rende-ae no Beelfe,
pap'isaseu rogo. A rogo de ininha ...ai, Maa da Cruz rua da Cadeia,O. .t, na Boa-*''";1" ,*Cr^ a'rl'
Fe. reir Auria Joa,,uim o Rtgo. e en. S. Amonto, rua do Liv tanii uto, loja u U.
__ Venile-se ,,, preto de oacan, nom
cozinheiro, tanto de forno. como de fogao :
a lallar com o caixeiro da livrariada praca
di Intlepen.iencia ns. 6 e 8,que dir quem
Compras.
Compro-sc ellectivamente para fra da provin-
cia escravos de ambos os sexos de bonitas figuras :
na rua larga do Rozarlo n. 44, primeiro andar.
= Gunpro-se duas escravassadias, sendo urna boa
eorinheira e a outra perfidia engoinniadeira ; pagao-sc
bem : na rua do Crespo, n. II.
= Compia-se um ou dou* moleques oIRciars de sapa-
teiro ; sendo de bonitas figuras, pagao-se bem :' na rua
da Concordia, passaudo a pouleziuha, a direita, segunda
casa terrea.
= Cumpro-se escravos. de ambos o sexos : na rua da
Concordia, a direita. a segunda casa terrea.
I omprao-se elleclivaiuente, para finada provincia,
escravos de ambos os sexos, de 12 a 20 anuos; sendo
de bonitas figuras, con. habilidades ou sen. ellas, pa-
gao-se bem : na rua das ruzes, n. 22, segundo andar.
=<:oinprao-se quatro varas e me ia, ou qualro varase
uma quarla de bico largo fino c de ramagem : ua rua
de lionas, n. 112.
Compra-se um bote, estando em bom estado ; na
rua do Trapiche n. 44, primeiro andar.
Compra-sc o qni.ilo tomo de Lobo notas ao li-
vro terceiro de Mello Freir ; quem tiver, annuncie
vende.
Ve/ide-se um escravo
ma de
>lva & Pililo.
O abaixo assignado
Srs. que rece bem o novo
vai abrir em o primeiro
do coi rente uno, a sua casa
na rua do llo.spocio n. i.
declara
imposto,
nos
qiit
de outubro
de negocio,
outr'ora do
D.Anna Joaquina di Paz mesmoaviso
Taz aos Srs., que receben) o consumo ti
agoas ardentenlea. Severino .-laio-
nio Ribeiro Victima.
-*J He chegado loja de Jos
Luiz fereira na rua Nova, n.
16, um novo sortimento de pa-
nellas, cbaleras, cagarolas e fie-
gideiras de ferro sob porcellana.
Este novo trem de cozinba tor-
na-serecommendavel, pelo asseio
e durago, que offerece ; tor-
nando-se mais til a saude, por
ser livre de ferruem e estanto.
Os Srs. que da outra vez nao
foro servidos queiro appare
cer com tempo.
ATTENyO!
Em resposta ao annunco do dia 24 do crreme, I).
Mara da Cru> Ferreira faz selente ao publico, que pode
vender, faier doaco, forrar efazer transacro, como Ihe
convier, de suas escravas, Mana e Antonia; quanto a
mais bens de casal nao existein, pois sua filha; D. Felicia-
na Dalia do Reg, quando casou, recebeo fluas escravas,
seu filho Jos Comes do Reg recebeo o valor de um
escravo em morrla correte; sua filha L). rsula Maa
do Mego recebeo uma escrava; sua filhaD. Joaquina do
Reg CavalcAiiu recebeo unta erar i e sua liiha D.
Vendas.
Vende-se uma negra, com uma cria de l inezes, ou
sem ella, cuja escrava sabe lavar, eugomniar, cozer,
faz r renda, e colindar o diario de uma casa; quem
pretender, dirija-se ao paleo do Ter?o, n. 27, segundo
andar.
Chitas finas, a 120 rs. o
covado.
Na primeira loja de fazendas do Atcrro-da-Hoa-Vista,
ii. 10, vendem-sc editas linas, de bonitos padres, a 120
rs. ; cortes de cassa, a 200 ) rs. e outros muito supe-
riores, para vestidos de baile, a 3000 c 30:l rs. ; risca-
dos tecldoi, dos mais delicados gostos, a 220, 240 c 280
rs. o covatlo ; t3f uiurculiiias de cores.de lin-llssimos
padroes, a 20 rs. o covado ; merino, a 100, 3000 e 4000
rs. dos mais superiores, que existein no mercado;
superfinos brins de lindo de quadros e listras, a 1000
rs. a vara; riscados escocezes, a 220 rs. o covado, fa-
zenda, que nao desbota; lencos de cassa de bonitos
gustos, para grvala, a 200 rs. ; bonitos lencos demar-
ca pequea proprloi para menino.,a I40e80rs. ; lin-
dezi de ricos padroes para vestidos, a 220 rs. c outras
militas faiendas, por preyo mais barato, que em outra
qualquer pule.
-= Vendein-se oculos de armaciio para todas as idade
e lamben, un. negra de n.icao, coiu habilidades, tudos
em cunta: na rua larga do Rozarlo n. 35.
Veudem-Sf pce.as de oleado, chegado recenteme.ite,
por preco coiumodo, sendo a sua qualidadc ainelhor
poislvel; na pra{.a da Independencia, loja de Joaquim
de Olive!ra Mala, ns. 24 e 28.
- Vende-se urna loja de miudezas, na praciuha do
I.ivri.nenio, com poneos fundos : a tratar na rua do Ca-
bug, loja de miude/.as, u. 1 <:.
= Vende-se un. molque de ii.ic.3o bom ofRcial de
pedrelro; dous ditos de 20 a 28 anuos carreiros ; 2
ditos, do tarrico de campo : urna iniilalinha de 14 a (8
anuos muito linda ptima para lodo o servico : na
ua Direita, n. 3.
= Vende-se um braco de batanea grande rom con-
chas de amarello ; e pesos de 6 arrobas, com muito
pouco uso ; na rua larga do Rozarlo u 29.
= Vende-se uma uiulalinli i de 17 a 18 anuos di
bonita figura cose chao engonuna sullriveliiiente ,
cozinha o diario ile nina casa, e he propria para mu-
cama ; na rua do I.ivra.neiito, n. 28.
Vende-se urna preta de bonita figura de 20 an-
uos com unta cria de pouco mais de um tnez ; lani-
beni se troca por outra, que uiio tenha cria e que lave
e co/inhe o diario de tima casa ; lias Ciuco-Poulas pa-
daria u. 154
Medicina Universal.
Plalas vegelaea de Jamea Morison
A medicina vegetal universal he o resultado de 20 an-
nos de Invrttigacdei do celebre James Morison. Por
u.eiodeslas pilulas ennseguio o seu autor iiinuinera-
veis e admirareis curas, desde ai attecedea, que ataefio
a erianca de pallo, at as molestias chronicas do an-
ciao.
A Europa saudou este remedio como remedio univer-
sal pira lodas as doenjas, cat hoje anda nao fui des-
mentido tal titulo.
F.sta medicino ven. acompanhada de uma receila, que
ensina e facilita a sua applicacan Consiste em tres
preparacoes, a saber: duas qualidades de pilulas dia-
lindas por nmeros, e um pj cada qual goa de mo-
dos de acedes diversas.
As pilulas n. I sao as perilivas; purgao sen. abalo os
humores biliosos e viscosos, c cxpulso-os com ellica-
cia.
As de n. 2 expulsao com csses humores, igualmente
com grande forya, os humores serosos, acres e ptri-
dos, de que o saiigue se acha amiudo infectado ; per-
correin ludas as partes do enrpo, e s cessao de obrar,
quando teem expulsado todas as impurezas.
A terceira prepara9io consiste em urna limonada ve-
getal sedativa ; he aperitiva, temperante e adocante ;
lorna-see.....oiiimum com as pilulas c facilila-lhes os
lucidores ell'eilns.
A posicao social do Sr. Morison, a sua fortuna inde-
pendente repellen, toda a dla de charlatanismo; e
as adiniraveis curas, operadas com o seu systema no
Collegio de rarie de Londres, sao mais que garantes da
efncai-ia do seu remedio.
; Recommenda-se esta medicina, que nao pede nein
resguardo de tempo, iiem de posieo da parte do doeu-
te, a todos os que, atacados de molestias julgadas incu-
ravels, se quizerem desengaar da sua vil lude.
xal, que a huinanidade feche os ouvidos aos inte-
ressados em desacreditar estes remedios to simples,
tao comuiodos e tao verdadeiros!
Vende-se na rua da Cadeia,... 46.
Attencao pechincha !
Nodenosllodebichas.de Joaquim Antonio Carneiro'
na rua aa Cruz do Recife, u. 43, vendem-se as meldores
bichas hamburguezas, por menos 10/rs. do que e.n ou-
tra qualquer parte, em cada cento ; a rrlalho ede alu-
gucl dar-se-ha cada urna por menos 80 rs. ; taiubrra se
as v.io applicar, a qualquer hora, que e precise, de dia
ou de oite. O annuuciante prestar-se-ha igualmente,
qualquer dora do da, ou da nnile, a qualquer chamado
para jangar, ou exercer qualquer funeco de sua arte.
Veudo, fregueses, ao bou. e barato : primeiro aqu do
que em outra parte.
= Vendem-se terrenos, as ras Augusta, Alecrim e
Imperial, tendo alguus j alicerces, com 30 palmos de
largura, por prejo con.modo : na rua da Cadeia de S.-
Antonio, n. 14, primeiro andar.
Vendem-se meios bildctrsda lotera do Livramen
to a 4/500 rs. : na rua Direita n. 12.
Veude-se uma preta, sem vicios nein aedaques,
boa cozinheira, e sabe bem lavar tanto de varrella, co* qualqu
mo de sabau; no iajgo da ribeira de S.-Josc, venda, a. 5. actejo.
mov.
vrjaae-se i i escravo, iiiu^, de boa lgula, ._
forcadn, de todo o servio e proprio para o de campo ,
I moleques, de naro, de 12 a 14 annos, propr.os para
2 inoleilli,
oflieio ou pagens ; 3 pretas. mocas, de mil.to boas figu-
ras, de todo o servico ; sendo urna por .totl* rs., e outra
por 250/ rs. : na rua larga do Rozarlo, n, 24, primeiro
andar.
Vende-se um carro novo de quatro rodas ; um es-
peldo de Jacaranda para vestir senhoras ; duas bancas
redondas de nielo de sala ; doze cadeiras de angico ;
urna maiqiieza dilo ; un. jogode bancas dito ; dous es-
pelhos pequeos ; una coinmoda de Jacaranda ; auas
camas pequenas de anuirn ; um candieiro deinachi-
uismo ; um ocio de ver ao longe ; um hlito de i.hr.s-
to, pequeo ; nina rica bandeja de casquinha prateada ;
dezo.tu casaes de chicaras e pires, con. seispratos, tudo
de porcellana ; um inulatiiiho de SI annos ; um .elogio
de ouro sabouete ; urna negra de naco, que lava, en-
g-ouiuia e cozinha; um mualo de niela idade : na rua
da Cadeia de S.-Antonio, n 19.
Vende-se urna escrava de i.acao, de 30 annos, boa
figura; engoinma, coseedao, couhac 1 iva ; urna dita
de 16 annos, principiada em todas as habilidades ; um
escravo de 25 anuos, trabaldadoi de servico de campo :
na rua das i.ruzes, n. 22, segundo andar.
~ Vende-se um iiioleque, de 10 annos; sola; couros
iniudos ; bezerro; sebo; calza, de tartaruga ; um oculo
deverao longe; esleirs fritas no Aracaty : na rua da
Cruz, venda n. 28, de I.uu Jos de S Araujo.
O corretor Oliveira lem para vender cobre em to-
lda e prego* de dilo para forros de navio : os pretn-
deme* dirijao-se ao mcsmo, ou aos Scnhores Mesqu.ta
Si Dutra. '*
Chapeos da testa.
Vi loja n. 3 da rua do Crespo, ao p da esquina, con-
fronte ao arco de S.-Antonio, do bem condecido bara-
teiro, recebeo-se um sortimento de cl.apos do '.hile, os
mais superiores existentes no mercado ; pelo que, e por
estarmos prximos a quadra da festa, em que elles se
tornSo mais procurados, por seren uteis _e proprios da
estac.io. para os amadores, por isso se torniio reco.ij.uen-
d.iveis, principalmente pelos mdicos precos de 3,0000,
7/000 e 8i00 rs.
s N. 40, rua do Trapiche, um chronometro para na-
vio, de Londres, pe l'eito, e mu bem regulado ; rclogios
de ouro. patente inglez, muito bons e baratos ; corren-
tiuhas de ouro, padroes -Principe Alberto=.
=r= Vendem-se moendasde ten o para engenl.os de as-
sucar, para vapor, agoa e beatas, de diversos tamaitos,
por preco comtnodo e Igualmente taixas de ferro coado
e balido, de lodos os tamaitos: na praca do Corpo-San-
to, n. II, em casa de Ue. Cal.nont & Companhia, ou na
rua de Apollo, armazein. n. 6.
t= Vendem-se diversos papis de msica para primei-
ra c segunda llanta, por preco commodo : na rua da
Praia, armaiem, n. 5.
Vende-se una parda moca, sadia, sem vicios e ro-
busta, que sabe engommar, colindar e coser ; na rua da
Aurora, a fallar com o coronel Joaquim Jos Luiz de
.Souza.
Loueainba, a 280 rs. o covado.
Na loja n. 3, do barateiro da rua do Crespo, ao p do
arco de Santo-Antonio, vende-se loucainha, a quatorze
vintens o covado. O proprietario desta loja, leudo a sa-
tisi'icao de anonadar aos seus attenciosos fregueses es-
ta mili bella e multo nova tazenda, propria para vesti-
dos, toma a liberdade de observar, principalmente as se-
nhoras em geral, que,pela boa manufactura, ricos e bri-
Ihautes desenhos em listras de seda em quadros de va-
rias cores, e campos, ora claros, ora mais ou menos es-
curo*, e finalmente pela seguranca e realce dessas co-
res, ella aprsenla, as vezes urna bella c sublime vista,
Otilias severidade e graca, e outras um avelludado, que
a faz tomar por seda; e que por Isso se torna mili re-
co.....lendavel e digna de grande concurrencia; Unto
mais a un Ufo moderadn preco.de cerlo inferior suas
qualidadea. Na mesma loja vendem-se lindlssimos len-
cos de fiuisima cambraia, de bellas cereduras, e ou-
tros sem ellas, com una especie de abertura arrendada,
inaloreatinhoi do que os ltimamente annunciados ,
proprio* para oamavel sexo, c cilio diminuto preco he
de um cruzado: assim como pechinas de Onlsslma cam-
braia, com 8 varase niela, prnpas para vestidos dese-
nlila, pelo minio inoilii npr.vo de doze patacas cada
urna. De todas estas faiendas, ou de quaesqurr outras,
que nesta casa existao, dar-s-do amostras a quem por
ellas deixar penhor.
Vende-se azeite-doce para luz. inrlhor e mais ba-
rato do que o de coco ; e azeite-doce lino en. garra-
liics de 25 garrafas : no deposito de azeite de carrapato,
na ruada Seuzalla-Velha, n. 110.
Visillo de Tenerife, em barris, de excellentc qua-
lidadc ; cerveja branca e preta, a inelhor que ha llar-
clay & Companhia, em potcao, ou a retalho ; c fio de
sapateiro, por preco commodo: veude-se na rua do Tra-
piche, n. 40.
Aos freguezes.
= Na venda do largo do Terco n. 7, continua-se a ven-
der oleo de linl.aca e carnauba as libras e arrobas, e
lamben, troca-se por velas ; maca, rao ; talliariui; bola-
cl.inda ingleza; pimenta do reino, a200 rs.; araruta, a
240 rs.; pacas, a 160 e 240 rs.; tapioca, a 120 rs ; sevada,
a 100 rs.; Ilnguicas, a 320 c 380 rs. ; rspermacete, a 800
rs.: manteiga, aSOOrs.; e u.eio barril, aGOrs.; cha
hysson, a 2/400 rs. sequiui, a 1/600 rs.; toucinho de San-
tos, a 240 rs ; caf em grao, a 160 rs.; banha de porco,
a 320 rs. a libra; pote de grasa ingleza n. 97, a 160 rs.;
quartiuhas da Hahia, a 100 rs.; copos para agoa, a 120 rs.;
queijos, a 1/1)00e a 1/500 rs. sabao.a 120 rs ede niela,
arroba para cima, a 1W rs. a libra; papel de todas as
qualidades; alpista, a 280 rs.; feijo mulatlnho e preto,
a 200 r. o quartcir.iri; vinho doF.streito, Lisboa, ligue.-
ra e do Porto : e outros mais gneros por preco mais n
conla, q.iocni outra qualquer parte.
-^Vende-se, por precisan, u.n mulequesem vicio, iieitt
achaques, com idade de 24 anuos, padeiro e fornelro pe-
rito, cozinlieirO, canoeiro carreiro c para todo o servico
decampo, se (r precito, por nao ter sido criado com,
mimo; quem o pretender, annuncie por esta folha, ou
dirija-se a rua larga do Rozario n. 48.
.Ya amiga e bem acreditada loja deselleiro, sita na
rua Nova n. 28, defronte da igreja da Conceicao dos
militares, ouli'ora pertencente a Antonio Ferreira da
Costa Braga, e hsje a raga Silva di C. se acha un
nuvo soritiiienio de sellitis ingiezes elsticos e fiaos,
de todas as i|ualidades; cabecadas inglezas e francesas
de diversos feilios ; ricos loros e silbas de patente in-
glesa, da mais superior qualldade, que tein vindo a
este mercado; e em geral todos os mais objecios cou-
cernentes a taes estabeleciinrntos: assim como achao-se
habilitados para concertar e fabricar todas as obras
pertencentes a sellen o, colchoeiro, e uniformes militares
ooin presteza, perfeico, e precos commodos. Os annun-
cianlcsaproveiaoa occatiao, para fazerein ver a seus fre-
guezes, que da mesma forma se achilo sortidas as suas
ojas sitas na mesma rua n. 5, di-fronte do clSo da
Matriz, e na da Cadeia do Recife, n. 49, podeudo- em
qualquer das ditas lujas ser servidos, a medida do seu
MUTILADO
?
P"


V
A.
Potassa branca,
da mais superior qualidade eni
barricas pequeas, e desembarea-
cla no di 30 de agosto prxi-
mo passado, vende-se por pre-
co commodo : emcasa de L. G.
Ferreira & C.
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O,. lO^?^,. ^J; ^JJ; T*,,
o o o o o
Ol
Jt
Potassa.
Venderse potassa americana ,
milito nova por ser prxima
mente clieg.'idn, e cuja qualidade
lie a melho r,que lem viudo, por
prego commodo : na ra da Ja
deia do llcce, armazem n. 12 ,
de Bailar & Oliveira.
Veriile-se, na ra da Cruz, n. 6o,
erra eni velas, dfi superiorqualidaJe, sor-
tiiDentu io go.sto do comprador, e por
preeo mais rommodo do que em outra
qiialquer parle
Veude-se o muito superior rap Ja
fabrica de Joao 'aulo Cordeiio, do l\io-
de-Janeiro : na roa da Cruz, n Go.
C\RNAUR\,
VPndr-so nnarinaipin de farhih.i, do caos do Collrgio ,
do superior qualidade eiu pur^o e a rctalho por ba-
reto pre^o.
= Vrnde-se peise secco milito barato ; no armazem
do Barrlar dclrontr da escadiuha.
Ycnclr-st- rolla da Habla, inuio superior; no ar-
mazem de Alves \ launa, na ra de Beiiij'la-Velha ,
ii. 110.
= Vende-se urna linda canoa de carreira nova e
multo liiin construida de amarello; urna porvo de pa-
Ihade coiiueiro : na ra da Sinzalla-Vclha n. 110.
Vende-ie nina parda milita clara que cuse cn-
goinma cvtinha e lava ; uin molcque de Angola de
ls .iiimis : na ra da Cruz n. 51.
Casimiras elsticas, a 9200 rs.
Vendem-se superiores casimiras elsticas a 1/200 rs.
o covado ; superiores brins trancados de puro linho ,
brancos mullo tinos a 1/400 c 1/OO rs. a vara ; dito
trancado pardo multo encorpado de linho a tilo
r. a vara ; dito amarello muito lino e de puro linho
a 900 rs. ; cortes de casimiras de liia com 3 covadus
un ni a 1/400 rs. o corle; cotes de linho, blenda
excellente para trafico por ser igual ao brim Je linho,
a 1/700 rs. o corte com I covados r meio ; cortes de lus-
tes de cores para collrte a40 rs. ; e outras limitas
faiendas : na ra do Collegio luja n 1.
= Vende-sc urna venda ua ra Imperial : a tratar
na iiiesiua ra n. Il5.
Cortes de pelfe dodiabo, a
1500 res.
Vendem os verdadeiros corte de pelle do diabo com
3covados e inrio a 1/300 m. ; ditos de panno-couio ,
com 3 covados e meio a 1/600 rs o corte. Ksla fazeu-
d.-i he de miiila dura e de padres cscuros. Ka ra do
Collegio lojan. 1.
Cortes de brim de linho a
i 00 rs. o corle.
Vendem-se superiores cortes de brim de linho tran-
cado de listras e quadros de core escuras e claras ,
com duas varas e uuia quarta pelo barato prec.o de
1/800 rs. Esta Taienda torna-se applicavel para caifas .
jaquetas e sobre-casacas, ou rodaques, por sei de limi-
ta dura e de excedentes padres. a ra do Collegio ,
n. 1.
Vendem-se charutos regala, muito bous a 2/,
2/500 e 3/MO0rs. a caisa ; fumo em folha, de priiueira e
segunda sorte muito boni, e por preco comiundo : na
ra larga do Roaario fabricado charuto n 32.
Veudrin-se 4 pretas com habilidades urna delhu
engoiiiina, cose e Cozlnha muito beni ; un pardo, de
18 anuos ; un preto, debouita ligura, que entende bem
do servico de campo por prejo coiniuodo : no pateo
da Matrii, n. i.
Vende-se a venda nova da traveata do Carioca: a
tratar na menuia venda das duas horas da tarde em
dianle todos osdias.
Vendem-se telhas de vidro de muito boa qua-
>
lidade por preco commodo ; na ra Nova fabrica d
caldeirciro, n. 27.
Fariiiha SS>F,
ila muito acreditada fabrica de Molino Strazig sendo a
ultima chegada a este increado em pequeas e gran-
des purcOcs : a tratar com J. J. Tasso Jnior.
Farelo novo,
em saccas gr Mides veqde-sc no armazem do Bacelar ,
confronte a escadiuha da alfandega e ein casa de J.
,1. Tasso Junior na ra do Auiorini.
Vendem-se escravos de ambos os sexos ; na ra da
Cruz n. 51.
Vende-se cobre em folha de 18 ,
2o, aa e 24 oncas para forrode navios;
presos de cobre : em casa de Bussell
Ylellors 6k Comp iiiliia, na ra da C'adeia
do Kecife, n. 3q.
Vendem-se, por preco commodo ,
saccas grandes com superior milito; no
primeiro armazem do caes da Alfan-
dega.
Na ra do Crespo oja nova
n. 1*2, deJosc Joaquimda
Silva Haya ,
vende-se un rico sortimento de castieaes de finissima
easquinha, com suas competentes Linternas de gus-
tos os mais modernos que leem appareeido pelo di-
minuto prceo de 8/, 10/ e 12/rs. cada par.
Vende-se urna parda de nuiilo
bonita figura de 17 annos com um
filho pardiobo de auno e meio, a qual
engomma mui bem cozinbi, cose e en-
tend de lavariuto na ra do Crespo ,
n. ia, a fallar com Jos Joaqun) da Sil-
va Maya.
Pelle do diabo erlrap, a 1200
rs. o corle.
Vendem-se cortes da bem conhecida fazenda pelle do
diabo, com tres covados o corle ; ededrap, com duas
varase urna quarta pelo b.iratissimo pre"co de qualro
patacas. Rsta laseada he de puro linho, padres escu-
ro de quadros e ptima para calca pela sua con-
sistencia e por rncolnir o sujo.
>a roa do Crespo, loja nova
n 12, de Jos Joaqum
da Silva Maya,
vendem-se bonitos e delicados cortes de cambraia, com
listras de seda, ao mdico preco de 7/ rs casimira
] Francesaelsticas a6/rs. cada corte ; cortes da iiiui-
| lo acreditada Indlanna a 3(HK) rs. ditos da victoria ,
fasendaImitando seda, a 4^000 rs. chales de la i -ar-
rendados, de cores multo iniuioaaa, a 2/400,2*800 a
3/000 rs. ; romriras de i i I de linho enfeiadas com bi-
so, proprias para senhora e meninas, a 1/000 e 1^(500
rs..; veos de dito para chapeos os quaes umitas pes-
soas leem comprado para cainislnhai de crlanca ._a
1/280 rs. ; chales de l.ia e seda, muito delicados em la-
vrores p de assenlo escuro fazenda inteirameiite no-
va os quaes rivallsao com os de seda, a 7/0U0 rs.; pan-
no lino azul e pelo a 2/500 rs. o eovado ; um rico sor-
timento de cambala para vestidos a 31500 4/000 e 5/
rs., o mais commodo posslvel; calcionas de niela pa-
ra menino a 040 rs. ; manta de seda cscoceza a 0/
ra.; ditas mais ricas a 10/rs. ; alpaca preta a 800 el
1/600 rs. o corado dita de cores, a 2^000 rs. ; merino,
muito fino, tollo de Lia a 4/000 e 4/500 rs. o eovado.
Independentedeslas faiendas, ha nesta loja um com-
pleto sortimento de outra militas fazenda que se
vendem mais em ennta do que ciu outra qualqucr par-
te livres de serem engaados.
Rap-Principe.
Acaba de ebegar do l\io-de-Janeiro
esle excedente rap, o melbor e mais
pioprio para consumo deste paiz pelo
liom aroma, exquisito p.dadar e ftcilida-
de ta destilarlo : esta pitada be digna de
ser apreciada pelos amadores to bom ra
p, BC8 quaes se convida a experimenta
rem, Vemle-se no deposito, na ra do
Trapiche n. 34; no bairro do Berife,
Hoiirgard, Antonio Francisco de .>loraes,
Jos Cailos Terreira Soares Junior, Pon-
tes & Mello, CucJesck Mello, Augusto
Ferreira Hinto&C, .ioaoda (junha Ma-
galbaes ; ra do Ctespo Henrique &
C. ; roa to Qoeiroado, Campos & Al-
meida, Corlrra & Gtiimaracs ; ra doy
Quarleis, Victmino de Castro Motira
ra do Livramento, Francisco Cavalcan-
zes, a 160rs.o eovado; no Ater-
roda-Boa Vista loj n. 14.
Na ra da Praia, armazem n. 66 ,
vendem-se lingoasseccas do Rio-Grande,
*s melhores qnem teem vindo a este
mercado, por lerem sido curadas ao
fumo.
= Vende-se cera em velas do Rio-de-Janeiro, sorti-
mento completo, de 1 a 16em libra, em caixas e as li-
bras, a vontade do comprador : na ra da Senzalla-Ve
Iha, n. 110, armazem de Aires Vianna.
Chales de la e seda, padres
de Roberto dodiabo, a
1^000 rs.
Na loja n. 3, do barateiro da ra do Crespo, ao p do
arco deS.-Antonio, receberao-se novanieiite e vendem-
se chale de laa e seda, a dez tusles. Estes chales, sen-
do malores do que os otaros, que por esta folha se an-
nnneirao, teem de mais a mais a particularidade de
nao s nao excederem no preco como at serem melho-
res em qualidade ; alin de que, mais recoinmendaveis
se tornao, por tereni padres mais escuro e modernos ;
motivos estes, que levrfio o annunciante a faze-los co-
nhecidos dos seus fieguezes, principalmente das senho-
ras em geral, e por serem appllcaveis, principalmente
as meninas. D.io-se amostra sob o competente penhor.
Vendem-se tambem, por novainente se haverrm recebi-
do, chales brancos de cambraia, ricamente bordado,
com brilhintes lavrore, com variacArs na core do la-
vrados ; he fazenda nova, r eu tamanho, nao sendo de-
mashdamentP grande nein pequeo, os torna reconi-
mcudaveis pelo diminuto pre90 de 1/440 rs.
Chlesele garga e seda d napo-
litana, a 4 000 rs.
Na loja do tom, n. 3 da ra do Crespo, aop do arco
de S.-Antonio, vendein-se riquissimos chales de garca e
seda, a quatro mil rs. O proprietario deste eslabeleci-
ment he demasiadamente incansavel em o sortir com
fazendas, que, sendo proprias e applicaveis ao paiz, ao
mesiiio lempo rivalisem com o uiai modernos gostus
das priiicipaes capitae europeas. Observa-e na "alen-
da, que ora se annuneia, ser nao s uovissima no paiz,
como al, ao primeiro relance de vista, parecer com
qu.ilqurr fazenda da melbor seda e mais ricos padres,
aopassoque seu brilhante desenlio eslo apar das
modas, que, segundo os ligurino ltimamente recebi-
dos, esto iiiti'ociu/idos na Franca, Inglaterra e aple.
Tambem se rerebeo nnvaiueiile um rico sortimento de
chitas tinas, legurissiuia em sua tintas, maravilhosa-
menle estampadas no gnsto ehinez.com o mais brilhan-
te realce de tintas, e que vendem-se a 240 rs. o eovado.
Assim como tambem igualmente se recebeo mais um
novo .sortimento da ja conhecida fazenda loucainlia, sem
haver altcracan no prceo ; pelo qiie,reconiinenda-e a
algiimas pessoa, que j nao aeharo dos padres, que
pretendan, se dirijo novamente a esta loja, que acha-
r os padres, que, por se terem acabado, deixrao de
comprar. Dn-se amostra sob o competente penhor.
Vende-se potassa branca de superior qualidade,
rm barril pequeos; ein casa de Matheus Austin i
Companhia, na roa da Alfandega-Velha, n. 36.
= Vendem-se para mais de 200 barricas vasia, todas
minio novas e liuipas, quasi todas americanas na pra-
9.1 da S.-Cru/, padariade urna s porta. .Vi inesuia pa-
llara, e na travessa da Madre de-Deo, n. 13, compra-
se papel para euibrulho (diarios) a 100 r. a libra, ou a
320 rs. a arroba.
"* Cassa-chitas, a 520 rs. o
eova fo.
Na loja n. 3. do barateiro da ra do Crespo, ao p do
arco de S.- Antonio, vciideiu-secassa-ciiilas de quadros,
com urna vara de largura, a 320 rs. o eovado. Esta fa-
zenda se ti i-01111111 inla as senhora em geral, tanto pela
sua seguranc.i como pelo seu agradareis p mimosos de-
senlio ; sendo un mais claro e outros mal* ou menos
escuro*, entre o quaes ha tambem algumas rouxinha,
para as quaes alguiis senhora teem inciinaco. llao-.se
amostras sob o competente penhor.
= Vende-se um preto erioulo, de vinte annos, muito
lindo pagem, e bom ollicial de alfaite ; 3 escravos, bous
para o trabalho de campo ; 1 dilo, de 35 anuos, por 300/
rs. ; duas pardas recolhidas, que cosem, engoiiiinao e
t-niinhao ; 4 escravas com boas habilidades : na ruado
Crespo, n. 10, primeiro andar.
llamos, que s possuia entao no mesmo engenho
.1-wtfra rs dosuuaes tocarao ao dito Joao u:,lh...'
6:l33333 rs. dos quaes tn
CulbertJ

ti de Alboquerqtie; roa do Cabug, Jos
Joaqum da Costa, Francisco Joaquim
Duarte, Tbomaz de Aqtiino Fonseca; pra-
ca da Independencia Cbristovao (ui-
lliti me Ui' -ki iiili:'!il,l'in 'tnnaiti Fercira da
Fonseca Bastos; Aterro-da-Boa-Vista,
Caetano Luis Ferreira. Estima, Leal &
lrino, Antonio A y re de Castro & ('.;
praca da Boa- Vista Manuel Francisco
Boiliigues, e Alcxamlrc Jos Lopes, ra
do hozario da Boa-Vista,
Bichas >andes de Hamhurgo.
Vendp se a retalho urna partida dcstas verdadeiras
saiiguesugas, chegadas ltimamente, rm porces de 100
para cima, porprc-fo commodo. Na ra do Aiuoriiu, u
.15, primeiro andar, ou*no ariiiazrin de Bacelar, no caes
da alfandega.
= Vendem-se muito superiores chapeos de pal ha da
tanto par. Iiomens como para meninos ; ditos de
castor branca ; ditos de massa fina, polka e de outra
umitas qualidades, de bonitas formas e bom gosto ; taiii
bem se recebe qualqucr encoinmenda pertencentc a
cbapeleiro: tudo por piejos commodo : na ra do
Queimado, n. 22.
Vendem-se riscados france-
i-\fjni rs e a sua irinaa U. Joanna Mara tlopr,
zres 5:000/000 r. ; mis. como nao ha renda convenci!
nada, declara que s arrendara embista publica.
Manoei Zefirino dos Santo vende, ou troc niela
1-eoade trra que possue na margem esquerda do rio
de Una, fi eguezia de Agoa-Preta e que prineipi, ar.
fronte da ha ra do riacho Tronibeta.c segu pp|a inrgew
do rio acim tendo-o por testada e com os fundo, pa.
rao Norte at completar urna legoa ou encontrar,
testada da ierra que fol concedida por sesinaria a *_
I mo Casado Urna no rio Preto em que hoje exUtem
os engenhos Grarat eFormiguclro.
Gambreoes a 1440 rs. o
corte.
Na loja n. 3, do barateiro da na do Crespo ao pd
esquina do arco de S.-Antonio, vcndein-te grin,.
biees para caifas, a quatro pataca e mela o corte
Esta fazenaa recebida, novamente, he fabricada de|Ja e
algod.io ; porin tem um encordoado e tecldodt ta|
maneira, que, junto aos seus moderno e ricos m,m.
pado no ultimo gosto, a faz mui faciliuenlej tomar por
qualqucr casimira franceza.
Vende-se una pequea porcaof cerca de 100 1-
qncirp; de salde Lisboa a bordo do patacho portu-
gus Maria tt Joaquina : a tratar com t'irmino lote F-
lix da Rosa & Irmfio.
Vendem-se dous conclues, muito bons canudore;
um encllente bicudo ; mu corij de Goianna ; om
bigode : na ra Florentina n. 16.
Vendem-se nielas de seda, para meninas e meni-
nos; linas para homem, de seda de exquisita core;
caixa de tartaruga, a 2/500 rs. ; bntes brancos para
pagem os mrlhores que teem appareeido tanto em
gnsto como na qualidade ; bonetes para menino pen-
te de mariini para alisar ; franja branca e de cor: na
ra do Cabug, loja de Francisco Joaquim Duarte.
O barateiro.
Na ruadaCadeia loja n, 5o confrorjl
tea rna da Madre-de-Dens,
vendem-se cortes de rassa e cambraia de cores di
difireme* gostos a 2/240 e 4/000 rs. o corte ; leUCQL
dp cambraia e cassa, de diversa qualidades pira uio:
chales de lanzinha, escocezes e de la escura que fln-
gem seda ; lenfos de seda e de cambraia de core para
pescoco ; suspensorios de seda ; superiores brim de li-
nho, de cores e brancos para calcas ; cortes de casi-
miras, ptimas para caifas a 3/500 rs. o corte de 3 co-
vados e meio ; las e cotin de cores para calcas; cor-
tes de cohetes de velludo de cores ; bicos de todas as lar-
guras ; damasco de la de cores ; boa chitas ; inada-
poles ; algodeszinhos, muito ein coma para negocio ;
e outras multas fazenda, por preco inulto commodo.
Vendcm-se 12 escravos de ambos os sexus, bem
ninfos, de bonitas figuras, e com algumas habilidades;
no pateo do Collegio n. 37, terceiro andar
Vendem-se, no aruiazem n. 10 do porto das ca-
noas na ra Nova as madeiras seguiutes : caibros ,
naos travessas e enchamels; todas de boa qualidade.
= Vendem-se casaca de poinbos bons batedores, e
de excedente rafa, por prefo coinmsslo ; na ra da
Florentina n. 16.
= Vende-se superior vinho de Bordeaux ein quar-
tolas ; assim como ago'ardcnte de Franf.i ( cognac ],
em Larris; na ra da Cruz, a. 20, casa de Arrial li-
aos.
Altenco!
Vendem-se superiores torneiras de metal fino bran-
ca com tai racha. Estas torneiras lorno-se muito re-
rominendaveis para o vinho licor ago'ardenie eou-
tras hebillas por seren isentas azinhavre, que tan-
to olleiide a saudc : na ra do Queimado loja de fer-
ragens, n. 37 A. Na meama toja vendem-se cartas fran-
cezas, muito finas.
Vendem-se bichas de superior qtislidade chega-
das prximamente de liamburgo ; na piafa da Boa-Vis-
ta venda n. 8.
- Vende-se um bom cavado de carro, por preco com-
modo ; no Aterru-da-Boa-Vista n. 36.
Vendem se dousnioleqties de 12 a 13 annos ; um
mulatinho de 10 anuos ; um cabra, de 20 e tantos
annos : ua rua do Cabug n. 16.
Vende-se um relnglo de pri ta bom regulador ,
Inglez, pelo diminuto preco de 10/000 rs.: a tratar nes-
ta tvpographia.
Vende-se estopa e saceos de di-
ta feitos, de cupetior qualidade; na rua
da Cruz. n. 10-
Vende-se cobre para for-
ro de navios : no armazem de A.
V. da Silva Barroca, na rna da
Madre-de-Deos,defronledaoreja
*3
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o 2 3.. S a.o --iinS.s
I^i!s-iiilff!||!
llipI"lfrflliF5
= ?-;sS .-o E-a sg?
C.S MU
Para passar a (osla.
Na loja n. 3. da rua do Crespo ao p da esquina do
arco de S.-Antonio vende-se urna excedente e vasta re-
de de panno de linho o mais excedente posslvel, nova
e sem defeitoalgum.
Vende-se nina toalha de bretanha de Franca com
duas varas e nina lerfa de comprimento p meia varae
quatro dedos de largura, c bico de mais de palmo,
tuda de lavarinto aberlo sem panno ; na rua do I.i-
vranieulo, n. 17.
Manuel /.elirino dos Santos vende ou troca as par-
tes que possue no engenho Souza da frpguezia de
Agoa-Preta que ao as seguintes : a que nertenceo a
Gabriel dos Santos Lins, no inventario c partithas feitas
por inorte de sen pal I.uiz da Silva .-autos ; a que per-
tenepo a viuva de Manoei Joaquim neto do dito Luiz
da Silva ; e a que nertenceo a Joao Gualberto Rodrigues
Ramos, por fallecimcnto de seu pal, Antonio Rodrigues
Escravos Fgidos.
Continuo a estar fgidos desde 21 de abril pr-
ximo passado de bordo do brigue Mentor os escravos
inariiiheiros sendo : um de nome Jos de nafo Ga-
bn ; representa 30anuo, pouco mais ou menos; es-
tatura liaixa barbado; fui escravo da casa do coronel
liento Jos da Costa : ooutro, de nome Manoei de na-
fo Congo; representa 20 e tantos annos baixo sein
barba; tem as orcinas muito pequeas : o primeiro fui
seductor deste por saber de todos os lugarrs ds pro-
vincia. Os nbaixo assignados otlrreeem e obrigo-se a
faier efieetiva a gratlficafo de 150/rs. ou at de mal
alguma cousa aquem os capturar qur nesta oV'
em nutra provincia. Pede-se igualmente a todas a u-
torid.ides polieiaes toda a cautela em qualqucr escra-
vo capturado pols que nada he mais fcil, do que
trocarcm os nomos : perlencendo os annunciados ao Sr
Jos Maria de S negociante do Rio-de-Janeiro.
vimoiim Irmaoi.
iooooo rs. de gralificato ,
que offerece a viuva de Antonio d* C'a-
nha Soares (iuitmraes moradora na rua
de S -Francisco Jesta cidade, a q.em le
apprehender o seo escravo de nacSo
Benguela, de nome Antonio, com officio
de pedreiro : fugio nodia 34 do corren-
te com os signaes seguintes : muito
ladino; representa ter 3o annos de ida-
de estatura baixa m agro, n5o mudo
barbado cara comprida m uito pica-
Jo das liexigas olhos pequeo s ; quasi
nunca falla sem frangir a testa. F*'le
igualmente a tutlas as autoriJades poli'
ciaes a precisa cautela para que elle
nao consi ga evadir-se, mudando o nome,
ou negando a sua condico. /
HKliS.; M TTP. DE M. F DE FARIA
tfq

^mmmm


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