Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08405


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Full Text
Auno de 1846.
Secunda feira 20
O DIARIO puMio-se torios oj dias que no
fon-m de guarda: o pre?o da assiijnatur lie de
lflOO rs. por quartel, pagos adinnladnt. Os
innuncins do assignantes s3o inserido a ratSo
de JO ris por linha, <0 ris en tvp difieren-
le e repetire pe melade. O que uno lo-
rem ssunantes p.go 80 rn por liaba, e 160
eni lypo diferente.________
PHASES DALA NO MEZ DE SETEMBRO.
lata cheia a 6 as 10 hora e & minutos da mm,
Mineoantca 12 ai 8 horas 11 min. da man.
La nova a 2 a i horas e IJ min. da larde.
Crescenie a 28 as i hora* a 8 minutos da man.
PARTIDA DOS COBRFIOS.
Goianna e Parnliyl.a Segundas e Sextas reiras-
Rio Grande do Norte, chega as Guaras feiras
ao meto dia e parte as mesrnas horas as
Quintas feiras.
Calm Serinhaoin, Rio Formoso, Porlo Cairo e
M i.'i'v no l., II e 21 de oda mez.
Garanhuns e Hoiiito a 10 e24.
Boa-Vista e Flores alie 28.
Victoria as Quintas Feiras .
Oliuda todos os das.
PREAHaR DE HiJJS.
Prmeira u 10 li e S minutos da manha.
Secunda as II h. e 18 minutos da tarde.
de Setembro.
Anno XXII N. 21S.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda S. Wenceslio, au-t. d" J. dos orT.
e do J. do C. da 2. v., do J. M da 2 t.
20 Tere >(< S. Aliguel Archanjo; s. Kratero ti.
tn.; f. Giidclia.
30 Quarta S Jeronymo, aud. do J. do civ.
da 2. v e do J.. Je par do 2 dist. de t
1 Quinla S .\ iiiasi'mo, aud do J.de orplios, e
do I municipul da I. vara.
2 Sexta S Generioo, aud. do J. do civ. da
I. r. edo .1. de pat do t. dist. de t.
3 Sabbado S Candido, aud. do J. do civ. da
l. y.. e do J de pas do I. dist. e do J. de t.
4. Domingo O SS. rlozario de Ncssa Senhora.
CAMBIOS NO DIA 2T DF. SETEMBRO.
Gamillo sohreLondres 27 '/j >. P 'f *
Paiia 355 ris por franco.
Lisboa iflO /, de premio
Hese, de lelras de boas firmas I '/, p. '/o
OuroOncas hespanholas 30000 a
Moedasde GJM0 el. Ij700 a
a de o ton nos- itlfono a
de 4000... t/fOOO a
PrataPataces........ O990 a
a Pesos columnares IfOSO a
Ditos Mexicanos. fOlO a
Miuda.......... IJ780 a
Accesda Conip. do Beberibe de SOJO0O
80 d.
ao mei.
SlflOO
ir.fsoo
iGfzlXl
9'20n
2/ilO
5|000
1*940
11800
io par.
DIARIO DE PERIVAMBUCO
PA
FFICIAL.
Governo da Provincia.
EXPEDIErsTS DO DA 16 DO CORRERTE.
OfflcioAo F.xin. presidente da provincia dr- S.-Panlo,
censando rrcebida a guia do segundo sargento partcu-
la r, Josi1 i csar SnmpaTo de Millo. Traninillio-se esta
guia ao coinniandanic das urinas.
Dito Ao Exin. brigadelro commandante dos armas,
extgindo seu parecer a respe I to de um requerimento, rm
que D. Mara Rita de Quelror Umbuzero supplica, que
ao seu marido, o clrurgiao-mr de prmeira linha, Jos
Fernandes Umbuzeiru, se deem seis mezes de licenca
para Ir a corte do imperio
i Ditos aas Ao niesino, recoimnendando a expeucao das
linperiaes ordena, que mando dar baixa do servicn a 64
pracas de prmeira linha, aus corpos desta guarnlcoo
periencentes, e cujos nomes io declarados lias relaces,
de quelhe aecusava remessa.
Ditos Ao iiiesiiin e ao commissario-pagador, intei-
rando-os da imperial determinacao, pela qual fui man-
dado servir no batalho provisorio do Cear o tenente
da eoinpanhia de cas allana desta provincia, Antonio Jo-
s Lln9 de Oliveira.
Ditos Aos niesinos, scicnlficando-os da passagem,
que, do A." batalho de artilhana a p para ol."dcfu-
zileiros, foi concedida ao primeiro cadete, Pedio de Al-
cantara Souia.
Dito Ao deseinbargador Joaquim Teixelra Peixoto
de Abreu e Lima, dando-se por inteirado de haver S. Me.
deixado o caigo de chefe de polica, que interinamente
se achava oceupando ; e louvando-lhe a inaneira, por
que se houve no exerccio desse cargo.
Dito Ao inspector da thesouraria da fazenda, re-
metiendo, para ser cuniprido, o decreto imperial, que
niiii.rM arqueador da mesa do consulado desta provincia
a Joaquim Ignacio de Barros Lima.
Ditos Ao mesmo, ao inspector interino do arsenal
de uiarinlia, e ao respectivo contador, intclligenciando-
os de haver sido prologada por seis inezes a licenca, que
do governo imperial obtivera o inspector do mesmo ar-
senal, Manorl de Siqueira Campello.
Dito Aocapilao do porto, declarando, que, assig-
nado pelos dimos das maderas, apprehendidas as bar-
cacas viudas de Macelo, uterino devanea, deque em
outra occasio a presidencia tratara, devem as mesmas
barcacasser consideradas como desembaracadas.
Dito Ao encarregado da agencia das barcas de va-
por, ordenando, que, em cuniprimento do imperial avi-
so de3l de agosto ultimo, Cara transportar para a corte,
em a piimeia barca, que para all seguir, Autonino Jo-
s de Miranda Falco.
FXTERI0R.
NOTICIAS SCIENTIFICAS.
ANTIGO CLIMA DAS GALIAS.
A obra de M. Dnreau de la Mallp he urna refutacao da
do Sr. Dr Fuster sobre o clima das Calas em diversas
pocas histricas : a questu hemuito interessaute, para
que a nao demos quasl em sua integra.
Na primeira parte, pela qual vemo-nos nbrigados a
passar rpidamente, por falta de espaco, musir M. Un -
reau de la Malie, que os textos, que se letn recorrido,
nao provao, que o clima das Gallas, na poca da conquis-
ta romana, ollrecesse condiedrs dBerentes das em que
hoje us achamos. Cesar c Deodoro o declarro mu ri-
Soroso, e, coiii efi'eito, ilevia elle parecer tal aus sentidos
e iini Italiano, ou de um Grego. De mais, Deodoio nao
tiiiha visto a Galia, e sabe-se quanlo era inclinado exa-
geracao.
Seo Rhodano gelara a ponto de, por cima delle, po-
dereui correr carruagens, se os ventos criio lao vulentus
c iinpcluusos, que i le-v.ivo pedras da grnssura de um
ovo, estes fa- tos, anda rucsino, que se os supponha per-
fritamente autheuticoa, i \. o particulares e raros, colhi-
dos por causa da sua p; singularidad!', vagos e tal
vez niui exagera
Alm de que, r ." inda gela duas ou tres vezes
porseculo; e Dodoro nao dliae, que ludusosrios das
Ualiasgelasse.il. m- siiu, que quas lodos.
Erao entio as i ln nr : continuas e fortes, do que
actualmente? Nada ha, que o prove. No se pode tomar
por um faetn grral, i pela leinperatura anima, alguns
diasde ctrova, I IIC, por duas ou tres vezes, falla Ce-
sar. F.ls, alui disto, nina passagem mu signiliealiva
a este respeito: a O Sena, diz Juliano, raras vetes cresce
e derrrsee, do invern ao esto; o volunte desuasagoas
poueo vara. Esta passagem prova, que, ao menos, na
baca do Sena, au li iviu essas chuvas violentas, que,
em quatru ou cinco dias, fizessem crescer cinco ou seis
metros as agoas drst.- rio. Ora, Juliano passou sele an
nos as alias, c isla nliservacao, tiu fcil de fazer, me-
recf inleira conflanca. Mesmo agora, he no clima pro-
ven9al (sueste da Franca), que he maor a quantidade de
chuva.pois que, segundo U. (.arlos Martlns, em duzen-
tose setenta e tres anuos, o termo medio he seiscentus e
otenia e um millimetros. Esta quantidade, no valle do
Sena, he muito menor anda.
Antes da conquista de Cesar, nSo secultvava as Ca-
las, neiu a videira nem a oliveira. Mas, ao que sedeve
attrlbuir Uto, an clima, ou, coni muito mais rasao, ao
estado quasi selvagein das Galias antes da conquista?
O autor da memoria suppde, que ao segundo, allegan-
do, que, como refereStrabon, no tempo de Theriu ha-
vian estas duas culturas no Delphinado. E misino nessa
poca a Galia septentrional cullivava a videira.
Depois de assim haver demonstrado a fraqueza dos
principaes argumentos, em que se estribou o autor da
memoria,que combate, perguutaM. Dnreau de la Malle,
onde poder-se-Mao adiar alguns elementos relativos a
essas questes de tasto interesse. D'ora ciu diante va-
mos deixa-lo fallar:
A Franca, diz elle, estava coberta de bosques..........
u Ora, onde os Tactos falho, cumpre, creio eu, recor-
rer s analogas. Os estados da Nova-Yorka ePensvIva-
nia, em 1736, devino tei uin clima, e urna disn iiiuie.-iu
de terrenos, mis e cobertos, muito semelhantes s da
Galla Nesse seculo, o thermometro c o barmetro ero
condecidos, c podio-se formar taboas meteorolgicas.
ar urna comparacao, pois, entre a media temperatura
uua do paiz americano, quando, ha cem annus, sea-
chava coberto de bosques, e a do mesmo paiz roteado,
' Como est hoje, poder-se-hia conheccr, se esses grandes
' Cactos da roteacao e da cultura produxiras alguiua dific
renca no clima, e fuerao elevar ou abaixar a meda tem-
peratura annua, ou smente alterruo o numero dos das
de cliuva, e adistrlbuico do calur em as dillerenies'es-
laees.
u Quanto a mim, incno-me a pensar, que a Cala,
antes da conquista romana, mais coberta de manas,
mais hmida, mais paludosa d'i que a Franca aelual.de-
via ter una temperatura mais uniforme, invenios frios,
puriu mais longos, mais dias de clin va, um calor esti-
val menos forte, que o da Franca actual. Creio, que a
circiimslancia de um paiz estar, oudeiaar de estar co-
berto de maltas teiu menos influencia sobre a sua tem-
peratura media, do que sobre a dstribuicao do calur ou
do fri em as dill'erentes estaces.
M inh.i opiniao, este respeito, lunda-se, sobre tudo,
na comparacao, que eu proprlo flz entre a pennsula do
Cotentn, desde Carrnlan l cusa, que fica em frente
de Jersey, c o departamento de lle-et-Vilaine, ou mesmo
a baca lie Hennes A pennsula allemaa he quasl nua e
desprovida de bosques, c de grandes arvores, no eutie-
tantoque a porcao da i'.ret.mh.i, que acabo de indicar, en-
eerra grandes maltas, e as mesmas las-miras, pela nuil
liplicidade de recintos cobertos de grandes arvnres, pa-
n cen quasi um bosque continuo. Ora, na pennsula de
Cutentiu, uo se pode conservar em trra plena e sein
abrigo, nem a magnolia grandiflora, nem o aurtiro (lourei-
ro de Portugal), nem a acantha, nem a raneara, nemas
murtas e os loureirus, que, hacincocnla anuos,allronto
us invenios da Brelanha.
A Galia amiga devia estar para a Franca actual na
mesma propr(ao, que a Bretauha de Uenues est hoje
para oContenlin.
Segundo M. Carlos Martins, em alguns annos, os ex-
tremos da temperatura em Pars flucluao entre 23
e X 34 centgrados. Na Bretanha nunca se dao esses
desvos, e entretanto as medias temperaturas a muas de
Bennes e Pars eslo quas a confundir-se, sendo a pr-
meira de 18 8, e asegunda de 10"9,segundo okalendario
do gabinete das longitudes. Demas, as medianas annuaes
pouco ilillereni ninas das mi) i a-.; a uieili.in.i mais eleva-
da, que desde 18(16 seobservou ero Pars, apenas em
1." 32 excedeo a mediana geral. O clima da Galia, ao
noric de Loire, devia assemelbar-se ao da Bretanha ac-
tual. Se Cesar tvesse tido um thermometro, e nos hou-
vesse transmitido a temperatura meda dos dez anuos,
por que residi na Galia, achar-se-lia lalvex um grao de
dMfrreoca entre a mediana de 60 a 50 annos antes da era
vulgar, e a de 1846 a 1856.
M. Fuster suppc, que houve urna mudanc.a no cli-
ma das Galias desde Vespasiano at Juliano, e que o re-
sultado dessa iuudanc.a fo a modificacfio do rigor das
estardes; mas esta opiniao carece de demonstracao. No
tempo de Juliano j as flgueiras tinhao chegado a Pars,
nella vegetaviio em trra plena, mas, pelo invern, era
necessario empalha-las. Tudo, pois, se passou como no
decinio-uono seculo ; e neste faci eumpre, que se veja
urna prova, mili curiosa na verdade, nao da mudauca,
mas da eslabilidade dos climas. A passagem da caria de
Juliano ao senado e ao povo de Alhenas, em que se tra-
ta da maduraco dos trigos, tein sido mal interpretada.
Nao era no solsticio doestio, que os trigos amadiin ciau
as Galias, mas no meado de agosto, romo agora.
Desde o anno de 587 at o de 120(1, a cultura da vi-
deira avancou para o norte da Franca, e estendi o-se
mesmo at aliu de Abbeville. Mas os lacios, que a esle
respeito se teem citado, anda quando eslisessem lodos
averiguados, nao provarao a niodilicac da temperatu-
ra. Cumplira aitrbui-los antes Influencia doehrlstla-
iiisinii. que linha necessidade de mi pequea quantida-
de de vinhu para a eelebraco dos ollicius divinos, e i
falta de facis eseguidas communicacocs entre o norte
e o meiu-dia da Franca. He este o parecer de M.JuSSii u,
que, em um notavel artigo, que, sobre a geograpbia bo-
tnica, nao ha muitu, publicuu, nega-se aenxergar no
facto, de que se trata, una prova de mudanca de
clima
- Agora, segundo M. Ad. de Jussieu, a linha, emqilfl
pia.i cultura em grande escala, a cultura fructuosa il.i
videira, comer na costa occidental da Franca, em Nan-
ita l47de lat. N.), e seguindo nina linha undulusa do
Oeste ao Este, passa para Pars (lf), sobe anda um pun-
co mais em Champagne, e eleva-se sobre o Itlienn, ale
o 51 grao. Pssa, quas no mesmo grao, em Silesia, de-
pois torna a descer para o Meio-dia. em Hungra, e val
desapparecer ao norle do mar Caspio, por 48a 4'J de la-
titude. A sua lalitnde meridional est nasLanarias, em
270481. Reapparece em um pequeo pomo do Kgyplo.
r niustra-se iiuiiiu mais na l'ersia, em 20", e luesiuo a
2T". Quanlo as montaiihas da Europa, ella se eleva a nias
de 300 metros na Hungra, eaSSo em o norte da Suissa.
Nio excede a 650 metros uavolta meridional dos Peri-
neos, e pode approximar-sc de 960 metros em Sicilia,
se bem que, em Tenerife, nao v alin de 800.
De todos estes factos, couclue M. Ad. Jussieu, que a
videira querum clima temperado, mas regula-se menos
pela temperatura media, du que pela do eslo, que deve
ter forca bastante para amadurecer os Inicios, e tanta
durarao, quanlo a que se faz uecessara, para que a ma-
iiii.-u-aii. que deve acabar no outono, anda nelle ache
urna temperatura assaz elevada. Pde-se afirmar, alm
disto, que a videira teme, mais que tudo, o clima h-
mido ; pois que agora fa/-se bom vinlio na rusia oeste
da America meridional, ao 18" 14, cat ao6."grao de
latitude, e na costa norte, euiTumana, diz M. Alex. de
Humboldt, ao 10'ljde latitude N., e27l7 de media tem-
peratura annua.
Cumpre, smente, que o clima seja extremamente
secco; alias, a humidade, sopor si, tiestas lalidutes, tor-
na impossivel a cultura dos vnhus.
a Quanto a cultura do vinhu em Inglaterra, mas em
alguns pontos priviligiados, em que a dispnsico das col-
imas ou dos i-oclieilus forma urna especie de iatada na-
tural, lie ella a'.testada pelo cadastro do declino-segundo
seculo. Tndem refere, qiieeni Rayleigh, no condado de
Essex, lia seis geiras de videiras, que, quando o anno he
bom, d*ao vnte nielas pipas de vlnho. Mas, accrescenta
0 autor inglez, asimples iiulieayau de alguns pequeos
vinhedos espalhados aqu e all exclue a Idcia de urna
cultura extensa, como a que tein lugar cin os paizes re-
almente favoraveis videira.
Anda ha algumas autoridades, que provao a exis-
tencia dos vinhedos as localidades particulares da In-
glaterra. Estaslocalidadeseslav.no, em geral. uas proxi-
midades das cathedraes e niosteiros, e pde-sc ajuizar
da qualidadedo vinho, queproduzio, pela passagem se-
guinte, em que Mller d conla do vubedo d'Ely : No
(leriiiin-segundo anno de Eduardo II, o vinho do vnhe-
do d'Ely foi vendido por 1 12 xelns, e o agraco por
1 7 xellna. No nono anno de Eduardo IV, nao se Tez
vinho, mas smente agraco. E emlim accrescenta o
sabio inglez, se a cultura da videira em as localidades
particulares Iprova alguma colisa, he a constancia do
clima da Inglaterra, desde o seculo, em que Bdc es-
creveo, at o anno de 1685. "
M. Dureau de la Malle faz depois observar tudo
quanto ha de incerteza no trstemiinho de certos auto-
res, e de conlestavel no de ouiros. Ollvler de Serres,
fallando da canoa de assuear, diz, que esta planta, trazi-
da do F.gjpto e da Sicilia para Provcnca, ah se domeili-
euii por n/giinaanno'.
Mas Ollvler mi disse em que consiste essa domestici-
dade ; se acanna de assuear d desabrigada e ni trra
plena. De mais, nao bastaran poneos annos para esta-
belecer a pnssibilidade da cultura da canna em trra
plena em os arrrdores de Marselha, porquanlo as tiran-
geiras gelo, sempre que, no invern, o theruinnietro
descebaixode7 5 centgrados; oque, pouco mais ou
inenoa, succede urna vez em cada oilo ou dez anuos
n Militas vezes tambem, grases erros teem provnolo
de nina errnea inlcrprctacodc textos dilllcies. He es-
la a rasan, porque se altribue a Gregorio de lours o ha-
ver dito, que, em sen tempo, as lainoras nao vegeta-
viio nos arredores de Ncea. O texto, pelo contrario, diz,
que as de que se nutria o cenobita Hospitio Ihe erao
trazidas por mrreadores egypclos.
O autor da memoria lermna assim : --
Del alguma extenso esta refutacao, porque esta
queslo da constancia ou mudanca dos climas desde os
lempas amigos he muito importante, c parece-me digna
de iinvauenle chamar a attenco, c os esforfos combi-
nados dos sabios e eruditos. Em una outra obra, que
lai.i a segunda parte desta, e que ter por titulo : C'li
matologia da Inlia amiga e moderna, espero obler resul-
tados muito mais precisos. Porquanlo, a respeito da
anligiiidade, eacena desle paiz, sao inultos os textos e
as datas em um perodo de 1,500 annos, e creio, que,
reunindo as pocas d'apnarlelo e das diversas pilases do
desenvolviiueiito das folhas e das llores, asdamatura-
cao dos Inicios, e da cada das folhas para una trintena
de especies de arvorrs eoimiiuns, de cereaes e de plan-
tas usuaes, pde-se chegar a lins assaz precisos, a um
grande numero de observarles, enilini desde o anno
232 antes de Jess-1 hrisio at o de 1200 da era vulgar,
e inteiranieiite comparaves com as que os sabios mo-
dernos teem frito. A queslo da mudanca ou da constan-
cia do clima da Italia ser, pois, seno resolrida mathe-
ticaniente, o que, na verdade se nao pude pretender, ao
menos trazda limites assaz restringidos.
L. Doyere.
U'rnie.)
INTERIOR.
Ro-de-JuiK iro.
Por decreto de 2 do corrente fui nomeado o bacharrl
Antonio Ladislao de Figueiredo Rucha para o lugar de
juiz de dirrilu da comarca le Paslos-lluns, da provin-
cia do Maranlin ; e o bacharel Francisco de Souza R-
beiro reeouduzido no lugar de juiz uiunicpal e de or-
phaoi dus termos reunidos de S.-Jotf>, Uuianuiuha e
Flr, da provincia do RIo-Grande-do-Sorte.
Anida nao esfriio as cinzas do infeliz Jos da Silva
Mallos, e j temus de lamentar lindo crime anda mais
(terroroso em si us resultados, sendo as victimas una jo-
ven senhora e una Innocente 11 anca de doui anuos.
Jos Juaquini Moreira Pacheco, Portuguez, de 40 a 45
anuos de dade, morador na ra nova de S. liento n. 34,
inatou sua mullid-!). Roza dos Prazeies Pacheco, i rasi-
leira, de 21 annus de idaile, e sua Innocente lillunlia.
A Ma. I). Rosa fui estrangulada: em seu peacoeo ap-
parreem algumas ferdas, que se suppe terem Sido fel-
11- eoio Instrumento rumlmdo e nao curiante. Sua inno-
cente lillia morreo tambem estrangulada, e em sen |i,s-
coco flearSo marcadas as unhas do matador. Eetteera
sen pai .
Jos Joaquim Moreira Pacheco, tinha. ha lempos, una
fabrica de velas. Mal siieeedido em seus negocios, que-
lirnu ; depois do que, fieoii triste e inisantllropo, dando
por ve/es OlgUnS signaes de alieiiaran mental, a pomo
de ser levado ..... una occasio pelo proprio Inspector
doquai [eiiio para o hospital de S. Francisco, onde es-
leve (res dias. De enlo para c pareca estar em seu
perfeilo jnizo.
Na casa do Sr. Pacheco niorava sua sogra com nina fi-
Iha, as qnaes diirniio na sala da frente com dous til los'
do mesmo Pacheco. Maltratada, ha alguiii tempo, por
sen genio, andava a sogra desconfiada de que esle a que-
ra malar, e por isso cuidadosa fechava tudas as portas
antes de se deilar. Anle-liontein (4 de setembro), estan-
do algumas visitas em casa, recolheo-se Pacheco, appa-
renteuienle de mu humor, A sogra vio, que trazia no
bolso um prego de seis polegadas decompriineiito, e, re-
cejando, que a quizesse matar naquella imite, foi com
sua filha e seus dous lelos dormir em casa de nina p-
renla ou cuuuuadre, que mora na vizinhanca. Hontem (5
do corrente) de madrugada, recolheo-se casa do seu
genro; e, ao entrar no quarlo de sua filha, nao achou se-
no dous cadveres! Foi logo dar parle ao inspector do
qii.n teiao, que ofliciou ao sub-delegado, oqualnune-
diatamente se trauspoi tou ao lugar do crime, onde a-
cIuhi os dous cadveres atravessados na cama Dando
una minuciosa busca, nao achnu arma iienhunia, com
3ue podesse ser perpetrado o crime, a nao ser um prego
e cerca de seis pollegadas de comprimento, curvado
na extremidade, o qual nao linha vestigio algum de
sangue.
He provavel. que o crime fosse cominettido, logo de-
pois de se retiraren! as pesadas, que anle-hontem (4 do
corrente i fui ao visitar a infeliz D Roza, porque, quan-
do hoiilem de iiiauha entrro as autoridades em casa,
achro-a vestida Pessoas, que aale-hunteni estiveru
com o assassino al s nove meia horas da noitc, as-
segurao, que eslava em seu perfeilo juiro.
Pacheco, que estava despachado pela polica para o
Ro Grande, tiuhadcsanparecidoi porm j se acha pre-
so. Procurou buje 6 do corrente) de manha o Si. cn-
sul geral de Portugal, ira su* chcara da ra do Cllete,
e pedio-Ihe os papis necessarios para sabir barra fura.
O cnsul espoiideu-llie, que se dirgisse ao consulado.
Pacheco annuio com grande repugnancia, e quando,
passado pouco tempo, comparecen no consulado, o Sr.
cnsul geral, a quem o procedimento de Pacheco sus-
citara drsconliauc.-is, mandou-o prender e conduzr a
piesem a do Sr. desemb.irg.idiir chefe de polica para
averiguaeoes.
Levado ao lugar do crime, e confronta do com as suas
duas victimas, deo o nome trocado, e a todas as pergun-
tas, que lhe fui So feltas respondeo: n&o iff diier. (lode
durmi est noitc.' Dorm fura de casa Mas onde
dormio? Nao sel dizer. Esta senhora he sua mu-
ll e i-' Nao sel dlzer. Esta crianca he sua filha ?
Nao sel dzer. rol o Sr. quem matou esta senhora e
esta crianca ? Nao sel dlzer. Onde est sua mulher f
Nao sei dizer. E sempre a mesma resposta a todas as
pe guillas. Assrgiirio-uos, que pareca gozar de todas
as suas (acuidades iutellectuaes.
Nao se sabe a que causa se deva altribuir este crime
horroroso. A Sra l>. Roza era de comportamento ir-
reprehensivel, e gozava da estima de toda a vizlnhanea.
Nao se piide.portanto, altribuir o crime a cumes da par-
te do marido. O espirito liorrorisado incliua-se a crer,
que he um acto de loucura. Esperamos, que as activas
indagacors da polica levantar o veo, que anda en-
cobre esle sanguinolento drama.
Reeebemos houtem (5 de setembro), finalmente, noti-
cias doRin-da-Prata. As folhas de l'uenos-Ayres chegac
at 10 e as de Montevideo at 12 do mrz passado.
O Sr. Hood chegou de Kuenos-Ayrcs a Montevideo na
manha do da 1., e no dia 2, a una hora da larde, de-
pois de ohldo o eooseiitimento do governo de Monte-
video, seguio para o /(uceo no vapor Ucrattalwn. s, m ter
desembarcado na capital.
At o dia 12 nada se sabia de positivo em Montevideo a
respeito do resultado da misso Hood. Corra, porm,
de (llano, que o general Rosas linha acceitado as propos-
tas das potencias intei ventoras; que essas proposlas leut
por bases n'nr oua nun a retirada das tropas argentinas do
Kstado-Orrnlal e a livre eleicao de presidente ; e que o
Sr. Hood se esforeava por convencer ao general Oribe,
que devia acceita-las.
L'macaita escripia no dia 12por pessna, que se acha
enllocada em posico de saber oque se passa, diz oie-
guinte :
O veo, que cobria a misso do Sr. Hood principia
por Rm a levantar-te, Este Sr. annuncia, que depois de
amanha estar aqu de volta do linceo para conferen-
ciar com osSrs. Ousrley e Deftudis e apresentar-lhes as
iiisiiiicccs, que Ibes trouxe dos seus governos. Sei, que
Oribe ja annuio a dar de man preleuciio de ser consi-
derado presidente legal da repblica ; mas quanto ou-
tra eomliean i'nei/im mm da retirada dona fidt de todas as
Ibrfas argentinas, nada sei. No entretanto assegura-se,
que tudo est afranjado. Veremos quiudo chegar o Sr.
Hood : e como o vapor Oevaitalion, que val para a costa
d'Afrca, s.ihii,i, logo que terminem os airanjos, e tocar
no Rio-de-Janeiro,por elle lhe aunuuciarri o resultado
liual, sendo al provavel, que ah (llegueantes desta. O
vapor G'orgmi tambem partir para Inglaterra com a no-
ticia, e tanibeni tocar nn Ro. a
Outra carta escripia a II, por differente pessoa, igual-
meiiie iiem Informada, diz o srguinte :
ii Nio obstante o silencio dette diplmala tuigentrU(A
quem o Sr. Ouseley chaina ollicialmeme no dia Io do
corrente portador icnffciotj, parece certo, que asuacum-
iiiiss.io leni por bases a retirada das for(as argentinas e
a lisie ,-h-n ,io popular de presidente desta repblica,
mas que a coinlnnacao concertada com os agentes de
Rol is }\\ Europa, na tupposicJo de que Oribe, sendo se-
uhor dos alto departamentos da cainpanha, influira pa-
ra dominar a clcico, ao mesmo tempo que os da prafa
su conlavo com ella, encoutra graves difltculdades, que
resultao da inudauca de clrcumstanclas porque, do-
minaudo agora o governo de Montevideo a capital eos
departamentos de Maldonado, Paisaudu, Soria no c Co-
lonia, teem a malorla, '-'onsegulntemeute nao parece
muito provavel, que se realise a composico, que trouxe
oSr. Hood. Be esta a minha opiniao mas devo accres-
crutar, que nao he a opiniao geral.
Eis tuilou que temos podido saber da misso do Sr.
Hood. Dina das cartas, que publicamos e outras que vi-
mos allirmo, que este cavalheiro devia regressar de
Bucee no da 14, e que, nn caso de terem sido acceitas as
proposlcoes,deqne foi portador, devino largar para aqui
iiniiiediatamente os vapores Uevailalion, em viagcni pa-
ca (.frica, e u Uorgon em \ iagrm para Diglalerra. No en-
tretanto, estamos a 6 de setembro, e nao chega neiihum
ilesses vapores, que seguramente iiotraiin mais de 8
dias de s iagein ; donde parece dever conclitir-sc, que,
pelo menos at o dia 27 do passado, nada se linha ulti-
mado.
O general Rivera chegou das Vaccas a Montevideo no
dia 10 : di/.ia-se, que linha ido capital combinar com o
governo asoperaces, a que dse dar principio no de-
curso desle mez. Segando paiiicipares olficiaes do go-
verno de Montevideo, tein o general Rivera 1,800 ho-
ineni ein estado de operar. No departamento de Maldo-
nado conla o governo 800 hoinrns, incluindo 200 infan-
tes e um parque de arlilharia mandadus da capital para
defenderein a cidade, e no Sallo 300 homens de cas alla-
na e 150 infantes cuinmandados porGarbaldi, ah ni de
una forca dr 200 homens sobre o ro Dayinan, e de al-
gumas partidas soltas.
De Eutrr-Rios e de Corrientes nada ha de importante.
Esta Ultima provincia conlinaa estar separada da con-
fderaco,
Recebemos bontem(6 de setembro) folhas e cartas de
Montevideo, at 24 do passado
No da 14 regressou do Ruceo o Sr. Hood, e no dia 15
desembarcoii em Montevideo. As propusieses dos go-
vernus de Franca de Inglaterra, de que foi portador o
Sr. Hood, furao aceitas com pequeas modilicacdes,
pelo goveru.ido rile Uuenos-Ayrcs e pelo general Oribe.
No dia 16 foro essas proposces apresentadas pelos mi-
nistros interventores ao governo oriental. Aqui as trans-
crevemos.
paoposicES.
1.* Ogeneral Rosas se unir e cooperar com as duaa
potencias para obter urna inmediata suspenso de hos-
tilidades entre as forjas oricnues, que se acbo na ci-
dade de Montevideo, e as que aecupao a campauha
2.' Estabelecido o armisticio, os plenipotenciarios
de Inglaterra e Franca reclaiuar do governo de Mon-
tevideo u inmediato desaruiamento da legiao estrau-
geir.i, e de todos osoutros estrangrlros, que estejao em
armas, e forineiu a guaruico da provincia de Montevi-
deo, ou que posso estar armados cu qualquer outra
parte da Repblica Oriental.
ii 3." O general Rosas, simultneamente com a execu-
co da precedente condic.o far retirar de todos oa
pontos do territorio oriental a totalidade das tropas ar-
gentinas, omeiaes e soldados.
c 4.' Iuiiiieili.it.menle depois que a legiao e ai de-
mas Torcas rstraugeiras tiverem sido desarmadas era
Montevideo, e se tiverem retirado as tropas argenti-
nas do territorio da Repblica Oriental, se levantar a
bloqueio de uonos-Ayrrs; se evacuar a Iba de Mar-
liin-Garcia; se devolvrrao os navios de guerra argenti-
nos, tanto quanto seja possivel, no mesmo estado, em
que se achavo quando furao tomados; se salvara 4 ban-
dea a da repblica com 21 tiros; e por ambas as partea
^V


T
ES;
srrauentregues aos sens respectivos propietarios todos
os navios mercantes coin srus carregamrntns.
5.* RpconhPcP-c, qup a naveg-ican do i o Paran he
urna navegacio Interior da CoafederacSo Argentina ,
subjeita nicamente s suas leis r regulamrntos, ew-
qnnnio a repblica continuar a occupar ambas as mar-
gen do rlno rio.
" (i" Pica livrrrnrnte recnnhecido eadmlltido, que a
Rrpiiblira Argentina rata no gozo a exrreiolo Indispu-
tadns de todo* ca dlreitoi, tanto de paz como de guerra,
que pertencem a quslquer narrio iiidrpcndrnte ; < se o
uno dos acontrcimentoi na Repblica Oriental po as
duai potencias alliada na nrcesldde de Interromper
temporariamente o nereida dos dlreltos belllgernn
te da Repblica Argentina, fica plenamente admittido,
que os principios, etn qiip p batearlo para aaalin obrar,
trriSo aldoapplicavris em iguaea olrcuinttandas a Kran-
a on a Inglaterra.
7.' Depois que sp tiver ehVrtnado o desarmatnento
das tropa* eatrangelra nMontevideo, c dppois que os
Argentinos tlvereni evacuado o territorio Oriental, pro-
cener-se-hs a nina nova rlelcRo para a previdencia do
estado oriental, tegnndo as formal presrrlptas pela
cnnstituicno Bata elelcSo ae fura livreinente e aeui coar-
cao de nenliiioia das partea, O general Oribr declara-
r prpviainpiitp, que se subjpitar e accritarO Iaul-
lado.
8.' Ser declarada una amnista gem e completa,
com plena segn ranea para as vidas e proprird ules, e
csipieciinciilo do passado. Os ilircitns dos estran|riros
serio rcapeltadoi, c admitalas as suas Ipgltimas recla-
tnaedee de qualquer natureta. Porm esta amnista
nao impedir, qup aqnelles dos Pmlgradol argentinos,
cuja rcaidenciaem Montevideopossa dar justos motivos
de quenas an gnvrn.o de/fncnos-Ayres, e compromet-
iera boa intelllgcncia entre as duas repblicas, spjao
ii.....vidos, segundoeacolherrm, para o porto estran-
grfro mala prozimr, oucnndmidos.debalxp de boa es-
colta, dos lugares situados sobre as costas,ou na la pro-
ximldade, para qualquer OUtro lugar no interior, que ri-
les elejo.
9. Se, ilepois que o general Rosas p o general Orl-
l>c tiverem eoneonlado nos precedentes artigosi ogo-
verno de Montevideo recusar licenciar as tropas cstran-
geiras, ppiii particular desarmar aquellas, que fortuna
parte daguarnlcfto de Montevideo! mi demorar deine-
cessariamrnte a rxecucoo desta medida, oa. pen i poten-
ciarlos decarar.qiic rerebrn ordena para cessar toda
a ulterior intcrvrnco, e conseguloteinente se retlraro,
no.ciso de Hcarem seiii rffeltoas suai recouneiidncAes e
reprcsciitacoes. Porcia, inesniu nessecaso, drvcrO, an-
lesde rrtlrar-se,obter do general Oribe a ironieaaa of-
lici.il de urna amnislia plena e cnmplela, como li. a dito,
sssiin como garantas para seguranca dos ialrangrlroi
quehabitein tamo na cidade como na campanha, em
qualquer contingencia futura,que poaaa occorrer.
Urna carta, que vimos, escripia por pessoa fidedigna,
assegura, que o governo oriental acceitaria1 no da a ou
36, provavelment lambein com pequea modiiiea-
edes, as proposicoea, que Ihe forfio apresintadas. TI-
nha-se porcertorm Montevideo, que nao haverladuli-
cuidade ein combinar asparles Interessadas, por isso
auras modlficacoes propostas deum e outro lado erao
le pequea Importancia, llmitando-se poca do le-
vantameuto do bloqueio de Rnenus-Avres, a algnmai
estipulacnea sobre a navegaefio do rio Uruguaj e
tr.insposicSo de um dnsartlgosj mas a caria, a que nos
referimos antev grandes ililliculdades na execuco de
alguna dos artigoi das propnaicAes,
O vapor Onvulalfon, que devla sal ir para o Rio no
dia 29 oti -1(1 no pastado, trar-nos-ba provavelment a
concliisan desta quesillo,
Pela liana americana Eunnmu recebemos liontein
(7 de setembro) notli las de Montevideo at 28 de agos-
to, Vio esta va anda nada decidido. Una carta par-
ticular do da 2H trai o irguinte :
" Pono temos a aceres, cutir s ultimas noticias, que
Ihe demos sobre negocios polticos. O resultado das
ni goi nenes he anda incerto: e como nao hala espe-
rauca do levantomento linmediata do bloqueio de Bue-
nos-Ayrrs, a inaior parte dos navios, que aqu se achffn
desoecupados, proco rao fi. le. ou preparoo-se para pe-
quea! vlagens, aflm de estarem de rolla dentro eui
dnils ou tres n.ezps.
hegou o Oriol"* de New-Yogk com 1,280 barricas de
fannha......tros gneros, \ t.deo-se a farinha a 8 1/4 a
bordo o que d liquido 10 Cambio sobre Lon
ares 44 1/2.
(7. do Commcrcio.)
2-
DespachrSo-se as ppticors de Antonio Carlos Perplra
de Hurgos, Anua .lo iquina do Sacramento, Antonio Jos
Vleira da Cunta. Francisco de Frritas Gamboa, Franeii-
eo Jos Teixeiri llaslos. Fernando Francisco Tucher,
Francisco Alfonso hotrlho, Joaquim Teizeira Peixnto,
loaquini '-"arlos Vital, Joo da Silva Mala, D. Mara Elena
Pessos de Mello. Madnel Jos Correa, Manoel Pinto dos
Santos, Manoel Jos d'Azrvedo Santos, Mara There/a
Zurrik, e Manuel Joaquim Ramos e Silva.
Dada a hora, levautou-se a sesso. Ku Joao Joi Ferrei-
ei f \quiar, secretarlo a SllbSCrevi. -- llego Albuquerque,
presidente. Carnriro Monteiro Cintra Manoel. llar-
ro. Alves Ferrcira Mello Cavalcanli. Egidio Fer-
rrirn.
lUlilO DE PERVIBCO.
Consulado.
RENDIMENTO DO DIA 26.
Geral..............
Provincial. ..........
Diversas provincias.........
Com 15 dias dp viagrm. chegou hontein do Rio-de-Ja-
upiro o paquete Inglez Stn-tmlt; c trouxenos jornacs
d'abi.cnja ultima data he de II do corrente.
Oanuiversarlo da independencia havia sido festpjado
na corle com as demonstracocs de jubilo, que, DCSSC dia,
cosluino dar todos os llrasileiros.
Os arligos, qupem lugar competcntp dpixamos trans-
criptos, coiilpiu o qup de mais notavel havia alli ocror-
rido at' essa data, c o que de inais moderno e interps-
tante se sabia acerca do Rio-da-Prata, tanto noqupdi
rpsppilo aos negocios polticos, como no que se refere
aos coinincrciaes.
Ciii d'esses artigos relata um acto de barbaridade de
um l'oi tugue/., que, em um acepsso de loucura ou dp
malvadesa, assassinoii a uiulbcr c a filhinha.
Parece, que a rara humana se vai por toda a parte de-
generando. Os Tactos horrorosos se siiccedeui com es-
pantosa rapidez. No Ccar, mu lioinem furioso e des-
aliado mata spu irinao, p a tira coin o cadver d'esle ao-
ps do decrepito pal, cuja preaenoa, se o monstro o
nao li'n i, seria por si s Suficiente para desarmar-Ule o
braco fratricida! Aqni, mu outro anda no verdor dos
anuos, piiriu de coracao niio mrnos rispido que o d'a
piel le. me o IctO, Pili i|Ue qilasi agnllis III te leiltaillPIl-
te respirava o autor de seusdias, sem trenipr-llie a mo,
mi Ihe eambalearein as prrnas, e com a presenca
d'espirito s propria do mais mis.mu salteador, dcs-
carrrga urna plsllla sobre o que se gerra as en-
tranbas da mesma, que a pIIp (lera a luz, c arranca-
nte a vida No Rio o esposo d a unirte esposa,
por todos apuntada como prototypo da honra, p, anda
au s.ilisfeito com pssp attenlailo, ainda nao contente
coin rase delicio, rominette mitro maior, estrangula
filhinha, em CUJO peito virginal nao podio ter entra-
do seno os mais puros p innocentes sentiniciitos!
lieos ilc misericordia, compadecci-vos de mis! regp-
nerai vossas creaturas.' fa/.ei, que o criuic dcsappareca
da face da trra!
A Baha, em eujo porto o paquete tocn, mandoli-
nos gazetas at-21 ueste inez, as quacs nada do extra-
ordinario vimos.
17~M4
98J5BI
3/939
379/964
PRACA DO RF.CIF726 DE SF.TF.MBRO DE 1846,
[AS TRES HORAS DA TARDE.
REVISTA SEMNaL.
Cambios Ha saccadores a 27 '/a d P- Vw-
Assucar Entradas mili diminutas ; e algmnas carpas
do novo tppm chegado, as quaes veuderno-
sp de 2/720 a 2/800 rs a arroba do branco,
e de t/j/GOO a 1/640 rs. do masca vado.
Algodio PeqiiPiias entradas, e vendas a 5/300 rs. a
arroba de priineira sorte, e a 4/800 rs. de
segunda.
Couros Abundancia; e as ultimas vendas forao de lio
a 117 '/j's. a libra.
Arroz Vendeo-sc a 8/400 rs. o quintal do pilado a
vapor. ,
Bacalho Existein niui poucas barricas, e estas de raa
qualidade.
Carne secca Odeposito he de 48,000 arrobas, nao ten-
do bavido entradas, c sendo a existente, em
geral de im qualidade.
Caf Vendeo-se de 3/800 a 4/ rs. a arroba.
Farnha de trigo As vendas forao diminutas, nao ten-
do havdo entradas
Tabaco maependlm Vendeo-se de 3/500 a 8/000 rs. a
arroba.
F.ntrou depois da ultima revista 1 einbarcacao, c sa-
hirao 7, existindo boje no porto 36 : sendo 26 brasilei-
rat, I belga, I din.iin.'iique/.i, I franceza, 3 inglezas, 1
portuguesa c 3 sardas.
RIO-DE-JsNEIRO.
i Millo- NO l> 10 UE Sil I MIRO.
Pretal da ultima hora da praca.
Cambios sobre Londres....... 27 '/a
Pars........ 340 a 342
ii llamburgo...... 635
Mrlaes. Oncas hrspaiiholas..... 30/000
da patria...... 30/000
u Pesos bcspauliocs...... 1^950
.i da patria....... 1/850a 1/900
ii Pecas de 6/400, velhas. 16/000a 16*300
Prata.......... 95 a 100
grro da Paz, Joao Francisco Regis Quntella J-
Freltas Barboza, Joao Rlieiro de Vasconcellni b de
Dr. Jos Bernardes Galvao Alcanforado; tenil '
limitados na quantia de 60<000 rs. cada um dos i '"lo
de facto : Jos Ignacio da Costa onteiro e Antonl i rs
do Amaral, que. tendo sido notificado, nao comn '
rao nein mandro excusa legtima. Prec.
E, para que cbegiie noticia de todos, a rmcm ^
vicr, niandei passaro presente, que vai por iiii.,, ,,
nado, e que ser publicado pela imprensa. &"
Dado e passado nesta cidade do Rpcfp, S0D 0 n
nal e sello, ou sem elle valba er-taua, aos 24 dp ,S'E"
bro de 1846. Ku, Joi A/Tonio (uedet jUtantaraio ,."?"
o escrevi. Dr. Manoel Mewki ,la Cnha Aletea
larag.io.
loe
uhlicaco'S a podido.
Cnmara Municipal do Hecife.
SESSAO EXTRAORI VARIA HE 16 DE 8ETEMBR0
DE 186.
PRESIDENCIA lin sil. RICO ALBUQEIIQIE.
Presentes os SrS. Mi lio Cavali anli, Carnriro Monleiro,
' iolr.i, i ario-. Uves li rreir.i, p Egidio Ferrcira, I ilt. in-
do coin ni ni cansa ns Sis. Dr Ncr\, cOliveira. abrio-se
.i se-.io e tul lid i e approvada a acia da antecedente.
O sien iiiiii leo ti m ollieio do fiscal do Recite partici-
pando, que havia entrado no rxercicio de sen Plliprego,
visto ter cesnado o sen Impedimento. Inteirada.
Outro do fiscal de S -los, apicscniaudo o inappa do
gado moi to para cousumo, a do que uiorrra do mal de
tingiii. luti iiada.
Oulio do fiscal dos Afogados, fazendo igual partioipa-
ao. Inteirada
Pol poal i em praca a arreniataco dos difterentes ob-
ectosannunciadospara boje, e sendo o malur lance, que
appareceo pelo contrato da aferiefio de bataneas, pesos
e medidas dMte municipio,de ll:70i/000rs., nfferecido
pelo cid.id.io Antonio (iun(alves de Uoracs, o Sr. verea-
dor Cintra fez oseguinte rcquerimeiilo, que foi reiei-
tado. J
a Requeiro, que se adip a arreniatacao das afericps
de peuS c iludidas, es, u>ando-se a ollera drll:70l/rs
POI upp la mili lesiva aos iiueresscs da inunicip.ilidade!
a vista do leiidimento, que arrecadou no priineiro nnno
de administraeo: que se publique por novos editacs,
convidando aos concurrentes apresrntarem suas pro-
postas em cartas fechadas, lo.n.inilo-sc por base o rendi-
niento de treta contOS de ri is. SessSo de 16 de seicinliro
de 1846. O vereador, Cintra Manoel. ,.
Em seguida o Sr. vereador Mello Cavalcanli apresen-
tou tamben, o rcqucriiiiciito.que se segu', oqual, spndo
approvado, apetar de volarem contra us Sis. veri-adores,
Presidente, 8 Cintra, mandn a cmara, que nesse senti-
do se offlciasse ao Emii. presidente da provincia.
' Requeiro, que se participe ao presiibiitP da provin-
cia o maior lance ofl'erecldo pelo imposto dasafeiices,
poudprando-sp, qup o mesinoimposto pude reniler mais,
conforme as inrormaadea colindas pela cmara, e que
.i vista disso S. Ex. rrsolva, se leve prevalecer a arreinu-
tacfio, ou se deve mandar arrreadar pnr adininisiiaen.
Paco da cmara municipal, em sesso de 16 de sclcmbro
de 1846 -^ O vereador, Mello Cavalcanli,
Forao arrematados os tainos do acouguc dafregueiia
da lio.i-\ isla; c nao apparecendo lancadores aos talhos
do afoigue desta frecueiia, nbeira dos mercados de
Santo-Antonio r Hoa-Vista, s casinlias da ra Imperial,
cascarronas, maiidou-sp aniiuuciar dp novo a aneina-
taao destes objectos, para o dia 26 do corrrnte.
O Sr. vereador Egidio Ferrcira fez o requprimento se-
guinlp, que, entrando em discussao, licou adiado para
a spssao vindoura, visto que a cmara enlpndpo devrr
priiiirirainenir consultar ao Sr. vprpador Oliveira, sobrp
o objrcto do dito requerinienio. e he saber, se o scu im-
peilinieiiiocoiitiiiiia, ou sepride comparecer s sessdes.
Achando-sp doentc.ha mear,,,, Sr. vereador Francisco
Antonio d Olivrira.sem qup baja esperancas de que pos-
saco.npa.pcer lao cedo, por iiifurniacri'medicas, e de-
Xa aero de remocao de tutella, intentada pelo Dr. cu-
rador geral contri los (ionralvcs de Miranda, entao tu-
tor da menor Candida, lilha do fallecido Antonio Ra-
in Un da Silva Pereira. foi proferida a seguinte sentenfa:
ii Os embargos de follias 20, oppostos pela curadora
publica sen tenca de fblhas 18 e recebidos folhas 21,
depois de bein examinados, c com elles as provas dadas
de fnllias a folhas. jnlgo alinal provados, para o cllcito
de reformar a SPntenca embargada ; pnrquanto, dos au-
tos se i.lustra, que, sendo u euibargado mu ido sobre os
primeiros embargos fnih.is, mi o ful a curadora pu-
blica ; e que. depois, fnio os inesnios embargos des-
pie/ idos i'ii liminr. tillando, pnr lerciii arligos de fado,
ilovin ser adn.indos i prova, sendo por tal modo pre-
til id.is as formulas do procrssa em dirrlto estabelecldas,
c por conseguate atropellado o julgamenlo a fulha
)mostra-se mais, pelo eontexto dos depolmcntoa de fo-
lhas at folhas, que o embargado nao Icin a precisa ca-
pacid ule e os nrcessarios requisitos para beni adminis-
trara fa/.enda alhcia e bein assini ciinfr da ediicacao de
lima orpha ; innstra-se, fi.ialiiienle, que be inhbil pa-
ra a tutella em questo pelo sen olli'recimento, constan-
te de fnibas (Pereira de t arvalbo. Parte 2.', 129, not.
253 das linh. nrpb. )
Portanto, pnr todas estas consideracps, p pelo mais,
que dos autos Consta e foi alle^adu pela .curadora pu-
blica a folhas e folhas, reformando a sentAica embarga-
da, remoro o embargado da tutella da menor 1 andida :
mando, que se notifique para mais se Dio ingerir na ad-
iiiii.istrar.fm de scus liciis, e para, en. 24 horas, vir dar
comas, con. pena de se Ihe tomaran rcvcla ; c pague
as cusas, em que o condemno.
o Rccife, 20dejuoho de 1846.
ii l.uiz Duartt Pereira. *
Praneiieo Ftrreira harrelo, tavalleiro dnt ordem impcial
i/n Cruzeiro e Chri'tn, jireqnilor da taytlta imperial, exa-
inuiulur lunniliil ,lo liispntlo dr l'rrnnmbuto, e inrarho da
Igrrja matriz de S. Fre Pedro (imfalou, elt., ele.
I'ertlflco, que os proclamas, que se mencionao no r -
querlllIPntO retro, sao do teor seguinte ;
Coin o favor de Dos, quer casar Jos Ilaptista da
Fonseca Jnior, niiikil da paEOUEZla ni: N. S. i Victo-
mi, na cidade de S -J.uiz do Marimiao, lllio lcpiti.no dp
,liisi; Baplista da Fonseca e de sua uiiilhcr Anua Oerlrti-
des da Fonseca, j fallecidos, ualiiraes do reino de Por-
tugal, com Mara Izabrl da Fonseca, natural da fregue-
lia de S. Fr. Pedro Goncalves desta cidade do Rccife de
Pcrnaniliiieo, lilha legitima de Juan Narcizo Fonseca c de
sua nii.llier. j fallpcida, Eugenia Mara do Rozario;
ambos os niilientrs moradores na freguezia de S. Fr. Pe-
dro Goncalves. .
I mais se nao coulinlia nos mencionados proclamas,
aos quaes me reporto.
Parochia de S. Fr. Pedro Goncalves do Rccife, 26 de
srtPinbro dp 1846. Franeiieu terrtira Harrelo, vigaro
dp S. Fr. Pedro (ioncalves.
Miquel Jote Alvn, cavalleiro da ordem de Chritla, e rhantel-
ler enearreqado do romulndo de Porluqal em l'ernambuco,
por S M. F., a Sra. D. Maria II, que Deot guarde.
Certifico, que do livro dos aprpsentados, n. 2, a folhas
10, consta o spguintp :
1844. Janeiro 15. Jos Baptista da F'onseca J-
nior, filho de Jos Baptista da F'iit.seca e de Auna Ger-
ti udps da Fonseca, natural de I.essa-da-Palmiiia, o qual
veio ao Brasil em mimbro de 1824, no navio 6'rati'diio,
id ule 22 anuos, solteiro, estatua rpgular, cabellos cas-
tanhos, olbos pardos, testa, nariz, bucea e qiieixn regu-
lares, barba serrada c cor natural. Signa! particular
nina cicitt 7. na testa. Aprelrntiiii habililaco 11. 707 ao
Consulado de Portugal no Maranho, assign.nl.1 pelo cn-
sul Joaquim Jos da Cosa Portugal, em 20 de dcicmbro
de 1841, c veio d'alli no brigui'-rsciina Laura, entrado
em marco de 1842. Coiiiinerciante. 11
lie o que consta do dito livro, a que em tudo me re-
porto.
Dado sob o sello do consulado de Portugal nn Ppr-
nambuco, aos 26 de srtembro de 1846. Migue! Jtii Al-
tes, chauceller eucarregado do consulado.
Apolicrs de 6 por ceuto.
11 provinciacs. .
79
78
Va a 79'/,
(Jornal do Commereio.)
BAHA.
cambios do di 20 do corrente.
Londres........... 26 V. e 27
Paris....... ... 350 o franco
Han.burgo.......... 670 o marco
Lisboa........... I10all5p. c.depr.
Onvas lipspanholas. ..... 32/000 a 32/500
mexicanas........ 31/500 a 32O00
Pecas de 6f400.......... 16/500 a 17/000
Uodas de 4/000........ 9/200 a 9/400
Prata. ........ 105 a 108
Apolices do seguro Lealdadc. 20 p. c. de premio
11 do goveiuo. ... 55 p. c. de descon.
Acces do banco....... 35p. c.depr. 111. p
______________________ ________ ( Mrrranlil.)
= O arsenal de guerra compra aieite de carraos!
de coco, fio de algodao e pavios: quem taes genpro, '
zpr fornreer, mandar sua proposta, em raru fechad"
a directora do inesnio arsenal, al u dia 30 do corre-
te mes. ""
Arsenal dp guerra, 25 de setembro de 1846. -Joao II
cardo da Silva.
PUBLICAgE- LIT TER ARIA.
a Liviana k
ADMINISTRATIVO MERCANTIL E INDUSTRIAL
SO RIO DE JANEIRO
PARA 0 ANNO DE 1847
Ornado rom um primoroso rptrato de S. M. o Impera
dor, e contando, allU do knlendario e otaras niatrrisi
apropriadas. todas as repariicdps publicas, conipaahias
sociedades, etc.: urna lista dos principaes advogaoos'
mdicos, negociantes de todas as rlasses e deouilaa-
cops, artistas fabricantes e oBicaes de lodos osgpneros'
com as suas respectivas moradas na corte, hpiiicoino'
As autoridades principaes, rslabelpciinpntos dp ia_
voura, fabricas, negociantes, etc., da provincia do Rio-
de-Janeiro.
O pr'9o da assignatura he de 2/000 rs. Dppois de pu-
blicado custar 3/000 rs. Saldr a lu pin lina de dcem.
bro prximo fu turo. Subscreve-ie ua praca da Indepen-
dencia linaria ns. 6e8.
Esl no prelo e vai sahir em breves
dios a sexta eriico da mui condecida e
vulijari.satla frraminalica potlugueza do
nrofessor Salvador llcnriques de Albu-
querque; corrigidu, e t:on.sitleraveltnrnle
augmentada : estar venda na livraria
do editor esquina
gio.
da ra do Oolle-r
AvisS m.n lililes.
Alo turnio do l'oi lo.
Navio lahido no din 26.
Paralaba ; liiatc dp guerra brasileo Catador, comman-
d.inte o 1." lenle lleriiicucgildo Antonio narbosa de
Al..trida.
.Vai ios entradot no dia 27.
Macei ; 2 dias, barra ingleza llviiendule, de 297 tonela-
das, capitn Kdward Couldiug. eqtiipage.n 17, carga
assucar, algodao e ouros ; a James Crabtrce & Com-
pa libia.
Rio-de-Janeiro 16 dias, brigue brasileiro Veloz, de 169
toneladas, eapilo Jos Mara da Conceico, equipa-
geni 10, carga carne ; a Au.oriiu limaos.
Rio-de-Jaueiro ebaha; I5dias, paquete inglez Sea-ull,
coiumaiidaiite o tencnle Dickens.
Naviot lahidut no meimo dia
Rio-de-Janeiro; patacho brasileiro .Iiii:uh capitn
Manoel Marciano Ferrcira, carga sal c mais gneros.
Passageiros: Joaquim Jos de Sousa Sorano, Jos Nar-
cizo, llrasileiros ; Carlos Iluten ., Allemo com sua
familia ; Jos Tasara, Aiidrc Tasara, Genovezes, e 34
esclavos a entregar.
Assu .brigue brasileiro AVro, capito Joaquim Pedro
de S e Paria, em lastro. Passageiro brasileiro, Narcizo
Jos Tcixeira, coin 1 criado.
New-York ; galera americana /lome capito S. R. Cu-
rwen, carga a mesma, que Irouse.
Salem; brigue americano Lueilla. capito John Marsboll,
cargaaiues.ua, que trouxr.
Jh.dititcs.
A cmara municipal desta cidade faz saber, que, em
consequencia de nffo se ter ainda ellcctuado aarrema-
taco da ribeira do mercado deste bairro, e do da Boa-
Visia, de alguns talhos do acougue das i iiico-l'outas, da
casa da ra Imperial, e de duas crnicas para bos, rd
no\ament em prarai os iiiesmus objectos, em o dia 30
do prsenle mes ; e bein assiin, sera lamben posto em
praca, ueste inesiuo dia, o contrata da aferico dp pesos
medidas deste municipio, pela quantia de 11:701/000
rs. : os licitantes devern comparecer, devdamente ha-
bilitados.
Rccife, 26 de setembro de 1846. Manoel Joaquim do
neg Albuquerqae, presidente. Joao Jote Ferreira de A-
guiar secretario.
A cmara municipa I da cidade de Olinda e leu firmo em
virlude da lei, etc.
Faz saber, quc.no dia 28(hoje)do corrpnte, serao arre-
matados, por quem mais der, os contratos seguintcs. dos
mscales e boecteiras, ascasinl.as da ribeira, o repeso
dos acune, ucs, o subsidio dos poicos, a aferico dos pesos
e medidas, armazem grande no Varadouro, dito peque-
no no inesmo lugar; drvendo ospretendeiites compare-
cer habilitados e munidos dos conipeteuies fiadores.
E, para que anegue a noticia todos, iiiaudamos fa-
zer o presente, que ser publicado nos lugares do cost-
me e pela iuiprrnsa Cidade de tiln,la, 17 de setembro
de 1846. Jote Joaguim de Jtmeida utdei, presidente. ~
Joao Paulo Ferreira, secretario.
O Dr. Manoel Mendei da Cunha Azevedo, juiz de direilo da
icgunda vara do crime da comarca do Itecife, por S. M. 1.
eC, que ticot guarde.
Fajo sabir, que na quarta sesso ordinaria deste ter-
mo, convocada para o dia 18 do corrente mez, forao sor-
= Para oCeare Maranho salar, at o dia sde on-
tubro, o elegante e rrcpiii-cnnstruido brigur-escmia Ju-
tephina, capito Jos M unid Barbosa, rreiuitipcid.iuirii-
te de priineira classc e marcha ; tem ricos coimuodos
para psssagei ros, a quem sedar o iiielbor tratainni-
to : para estes, ou carga, e para ambos os porlos, trata-
se com o capitn, ou com Manuel Duarle Rodrigues, na
ra do Trapiche, n. 26
- O patacho nacional Aoru-.S'nrn.rii, forrado e encavi-
lliadu de cobre, e de priineira marcha, segu para a Ba-
bia em poucos dias : para carga e passageiros, trala-se
com Machado S Pinlieiro, na ra da Cruz, n. 60, ou
com o Capito, Joaquim Bernarde; de Souza.
I.cilao.
O corrrtor Oliveira far leilao de completa encl-
lente i.mbilia de unta casa, rousstindo em uuipalan-
qiiim, coinmodas, mesas de jamar, ditas dr jogo, de
iitcio de sala, redondas e nutras pequeas, suplas, ca-
naps, cadeiras de balanco, ditas para sala, lavatorios,
giiarda-roupa. leito grande com eneberges, rrlogio de
mesa, quadros, porta-licor, compoteiras, copos, lantrr-
nas, mangas de vidro, apparcllin para cha e mesa, va-
sos para sitio, e, alm de apparelhns para cha, colhrrrs
p faquriros de prata, Pie, e outros muitos arligos 11 lu-
cios de grande utilidad.' ; assiin cuino de um carro de
qtiatro rodas, em milito bom estado, rom todos os s.ui
nrcessarios arrelos: trrca-felra, 29 do corrente, as 10 ho-
ras da n.aiiba, na ruado Cabug, n. 16.
Avisos diversos.
leados e chamados para scrvireiu na dita sesso, com-
parecern e serviro os seguiutes juizes de facto : An-
selmo Jos Pinto de Souza, Joao Jos de .Muraos, Dr. Joa-
quim Jos da Fonseca, Bai llioloineu Francisco de Souza,
Jos Lourrnco Bastos. Jos dos Santos Neves, Luis de
Franca c Mello, Miguel Francisco de Souza Reg, Joa-
quim Jos Alves, Dr. Antonio Joaquim de Moraes Silva,
Antonio Marlins Ribeirn, Antonio Aunes Jacome Pires,
Joaquim Ignacio de Barros Lima, Prxedes da Fouseca
Coi i i n bu, Dr. Jos Eustaquio Gomes, liento Jos da Cos-
a, Caudillo I Ihii.ii/. Pereira Duna, Jos Guedes Salguei-
--Or. Jos Gregorio Paz Barreto queira vir pagar,
na ra da < ruz, n. 51, a quantia dr 85/680 rs., Ip carne,
qup con.pro.i a Manoel Francisco da Silva Carrifo, nos
anuos de 1844 e 1845.
=Manoel Joaquim Goncalves e Silva, na ra da Cruz,
n. 43, faz setenta a seus fregueze, que, no ultimo va-
por, Ihe chcgoii urna porco d'aquelles superiores cha-
rutos, S.-FpIz, os nielliiues que sr fabrico na Babia :
u nn sino tem para vend i luna ei u' pendente, propria
para cavalleiro do habito de Clirisio.
= Antonio Jos Pereira do Lago faz scienlc ao rrspei-
tavel publico, que, por liaver nesla cidade outro do ines-
mo minie, de boje em diante se assignar Antonio Pe-
reira do Lago Giiimares.
= Dao-se de 50u7rs. at pequeas quautias a juros,
sobre penhores dp ouro e praia. r tanibrin desconlao-se
Icltras de boas firmas : no Alerro-da-Boa-Visla n.J
= Jos Manoel de Souza, Portugus, retira-se para o
Itio-Grandr-do Sul.
= Precsa-se de um amassador, que entends bein de
mas,as, o deseiupei.he lii-ni as suas obiigaees : na pi '-
(a da S.-Cruz, padaria de urna s porta se dir quem
precisa.
= Trapassa-se a chave da loja da ra do Queiiiisoo,
n. 46, a quem coni|irar a ariuaco da mesma luja: a ira-
lar na sobrrdita ra, loja n. 8.
= Aluga-se unta escrava, para oceupar-se no serviV0
intrrno e eMerno de un i casa, e vender na na veio""
ras, ou oulra qualquer cousa : na ra da praia do Cal-
dereiro, n 5.
= Aluga-se urna pequea casa terrea na Ponte-V'""
da Hoa-Vista, pido dimiiiulo prreo de 5/rs.: na ra la1"
gadoRorario, venda n. 33.
= Aluga-se urna casa terrea na ra Bella, com i"
salas, tres qiiartns, cozinha fura, quintal e cacimba '
tratar na ra do Collegin, n. 15. segundo andar.
Aluga-se a casa Irrrea, U. 118da rila de Hortai, pe0-
pria para familia : a tratar na ra do Vigario, n. 5, se-
gundo andar.
Joo da Silva Loureiro embarra para o Rio-de-J*
ueiro, ou Ro-Graudc-do-Sul, a sua escrava parda, Sc-
verianna.
Casa da F
na ra estrella do
n. 6.
ro, Joao Francisco bastos, Miguel Fclicio da Silva, liento
A I f'HKlptri 'os,: Fernandes barros, Francisco Crrillo Leal, Joao Lei-
iii.iuili,j{d. le Pilla Ortigueira, Joao F. mandes da Cruz, Jos Joa-
RENDIMENTO DO DIA 26 9180*3481 descasregao HoiE 28 j Joseda Silva, Dr. Ignacio Nery da Fonseca, Dr. Joao Ca-
Pafirhn-A'mtn oraziii-fiiiiiu Jpistrano Bandeira de Mello, Dr. Pedro Aulran da Matta
ataclmoco Aarnua-linio. I Albiiqucrqnc, Dr. Pedro Dorn. lias Pessoa, Dr Viccnle
Brigue-ioau-mercadorias. Ijeron'jmo'w.nderley, Dr. Antonio da AaaPSio C.1
bi al, Domiogos Affonso ^cry Ferreira, Francisco Lud-
Kizario,
O propriptario dpsta casa convida os spiis fregur"'
a compraren! as cautelas, que fez para os bilhetesda la-
tera dr N. S. do Livramrnio, cujas rodas correin IbW"
livelmenle no dia 30 deste mes.
Perinllle-se a qualquer pessoa a faculdade de tir'r
madriras e ferragens dos restos da galera Kova-Auior&,
encalhada na corda dos Passarinbos. Ksia autorisacao ne
dada pelos iiadores do arrematante Firmiiio Jos Flix <1
Roza.
Pprgunta-sp aoSr. A. C. L., se sempre pagou um ,
conla de trrs mil ris, ou se a sua negativa leve alguin
elleito; assiin como, se j entregou a scu douo uuia ca-
misa, que, ha 4 mezes, pedio emprestada.

>


O LID ADOR.
n. 131 acha-se a venda, na piafa da Independencia,
liviana ns. 6 e 8. ..
Pre,,s,-se de 2:000/rs. a premio, com hypotheca
em un silio livrc e desoinbaayado : quem quizer dar,
.llll.lllli ir.
Manocl Jos larbr/.a Braga vendeo a venda, que
possuia na ra d^Agoas-Verdes, n. 15, ao Sr. Francis-
co Percha da Silva ; e declara, que o mcsmo Sr. fiea
sem rrspousabilidadc alguma ao debito contrahido pelo
inesinu. ,. ....
Quem precisar de uina mulher a? idade, para ama
de casa : dirija-se a rua de S.-Jos\ n. 25.
__ Hrecisa-se de tima mulher, para servir a unta fa-
milia : na rua de Apollo, n. 22, segundo andar.
__ A nia preta, crioula, que se oli'erece no Umno de
sexta-foira, 25 do crrenle, querendn ir para Oliuda, di-
rija-se a ruado Hoin-Kini. a fallar com o Sr. I>raz, dis-
tribuidor desie Diario, que llie dir quema pretende.
Precisa-se de um caixeiro pequeno, para venda,
que tenha alguina pratica : na rua da Senzalia-Nova,
li. 4, a tratar ua rua da Sensalla-Velha, n. 50.
Alugio-sc iluas morad is de casas terreas, no lugar
denomiii ido Santa-Auna, pegadas a una engenhoca ve-
llia. para o passadin da festa, com suflicieiites comino-
dii-: quem ai pretender, dirija-se a botica de Joan Mo-
reira Marques.
Una pMM hbil se otTereee para cobrar dividas
nesta praca, com a porcenlagein, que se conveccionar,
g.iraiilndu a cohranya: quem quicr, aniiuncie sua
inorada.
Precisa-se de urna ana de leite, de cor escura,
parida de pouco teuipo, e sem cria : na rua das Cruzcs,
ii. 34.
Precisa-se de urna ama de leite, que o tenha bom e
com abundancia : no sobrado ao lado da Cidria, n 23.
Aluga-se un sobrado, que faz esquina com a igre-
ja da lioa-Hora em Olinda, com milito bous commodos
para familia, c propria tambem para passar-se a festa :
quera o pretender, dirija-se a rua Nova da mesilla cida-
de, a fallar como padre Joaquim d'Assuinpyfio.
riuga-se o silio junto a groja de S.-Jose-do-Vlan-
giiiulio. com diversos arvoredos de l'ruelo, cacimba de
agoa de beber, boa casa de vivenda. reedificada de novo
e pintada com gosto, contendo tres salas, cinco quar-
tos, un gabinete, copiar, cozinha fra, estribara para
dous cavallos, e mal um excellente sotao, com urna
sala e dousquartos : a tratar na na Velha, n. 55.
Aforao-se, e tambem se vendein, por presos rasos-
veis, terrenos de 200 a mais de 300 palmos de fundo, a
inaior parle com arvoredos de fruclo, e todos vantajosos
para se edificar, por nao precisarem de aterro, as ras
novaiin'ute aberlas, nos lugares de S.-Jos-do-Mangui-
nlin e Cipunga : a tratar na rua Velha, n. 55
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 26, atrs
da matriz da Boa-Vista, com co.....lados para grande fa-
milia, e preco em conla: na niesnia ran. 22,
Na rua do Vigario casa, n. 5, ha dois bons negros
canoeiros para se aliigareiu a quem driles precisar.
Aluga-se a prensa do Coinpanhia, sita no largo d'As-
sembla, n. 7, a tratar na rua do Vigario. n. 5.
Previne-se ao publico, que a venda n. 20 sita na
Soled ule, volando para Belni, e a casa terrea n. 51 da
rua ua Gloria, pertenceule a Jos Machado Soares, se
aeli.io especialmente hypothccadas a Francisco Siiucs
da Silva; e porisso previne ao niesmo publico, para que
iiingiteiu laca, com o dito Soares, negocio algum sobre
os bens cima mencionados.
= Precisa-se de una pessoa, que entenda de faier
velas de carnauba, no largo do Terco n. 7. Na niesin i,
compra-se um braco e concha de batanea grande, ainda
que seja velha.
O abaixo assignado, estabelecido com armazem
de carne do Cear, na rua da Praia, n. 37, continua a
assignar-se romo sempre; visto que os aniiuiicios In-
serido! no Diario ns. 210, e 211 nao se enlendein
com Antonio Joi l'ereira do Lago.
Arrenda-se un sitio grande com duas casas de pe-
dra eral, para una grande familia, com cinco vvenos
de pcixo, pasto animal para oitu ou dez vaccas, boa agoa
de beber, imiitos pos de fruncirs de varias qualidades,
boa baixa para unios e inelancias, ecapim: quemo
pretender, dirija-se ao mrsino 'itio em Santo-Amaro,
loga no principio da estrada, qtievai para Helin, a fal-
lar com seu proprietaiio, J B. C. Trrssr.
== F.u abaixo assignado layo sciente aos nieus devedo-
res, que llartholomeo lavares de Olivrira, deixou de ser
cobrador de niiuhas dividas, desde o dia 21 do cr-
reme, e por isso nao tcm mais ingerencia na cobranca
das mesillas Antonio Ferreirada Coila .'raga.
= Pede-se aos Srs. 7>i=assueareros da rua de Ap-
pollo, cujos nomos sao assaz condecidos aquantos trah-
c3n cun este genero, que, por sua honra e a beni dos
mais collegas, hajao de, na prxima safra, ser mais
firmes e circumspeetos as suas vendas e compras de as-
sucar, deixamio-sc dessas falsas theorias, em amontua-
rcm milharcs de arrobas, para depuis, no fin da safra,
Bpreifotarem alguns lucros de cifras ; leinhrando-se, de
que, cora seniolh.iiilo modo de vida, milito nial fazein ao
coiuinercin, porque vai era ludo nial servido, e aos seus
conipanhriros, que antes preferrm ensaccar carne e fa-
/.er confeitus, do que (aliar multo o sera provoilo.
= I-ava-so cora promptido e perfoiyao, tanto de var-
rella cuino de sabao, e se alianya exacta entrega das pe-
as : na rua Dlrcita, sobrado n. 29, se dii quera disso
se enearrrga.
= Aluga-se urna casa ninbiliada, no lugar do Caxan-
g, do lado do rio e da sombra, com duas salas, cinco
(|un tus, cozinha tora, lugar para estribarla : os preten-
demos dirijo-se a praca da Boa-Visla, botica n. ti, ou a
esta ivpographia, que se dir quem luga
Aluga-se una elegante casa com trapeira, no lugar
deS.-Anna-de-Oliveira. com quatrn grandes salas, sote
quarlos. cozinha fra, estribara, coebeira, com um jar-
diiu ao lado, alguns arvoredos de fruclo, terreno e ca-
pin plantado para mu ravallo, tendo a vanlagem de h-
car perto da estrada e do rio ; os prelendrntes dirijao-se
a praya da l'oa-Visla, botica n. 6, ou a esta lypographia,
que se dir quem aluga
=Aluga-sc por preco cominodo, para passara lesta ou
oranno, ou tanibem se vende, mu pequeno sitio no
ugar da antiga matriz da Vanea, prrio da poyoacao e
do rio Capibaribe, rom militas arvores fructferas, e
rasa de vvmdacoin rommodos siimcentes para gran-
de familia, e estribara para dous ravallos : na rua lar-
ga do Rotario, n.30, primeiro andar, se dir quera Taz
qualquer desles negocios
Acnicia de passaportes.
Na rua do Collegio, n. 10, e no Aterro-da-Roa-Vista.
loja, n. 48, trao-se passaporles, tanto para dentro co-
mo para fra do imperio; assini como despacho-sc es-
clavos: tudu com brevidade.
= Ollerece-sc nina srnhora para ama de casa; sabe
engoininare cozinhar: quera drsla senhora precisar,
diiija-sc ao becco do Azeite-dc-Peixe, casa, n. 14.
comenfeites; ditas de seda curtas e comprdas, asmis de bonitas figuras, coinhabilidades ou sem ellas, pa-
ricas.que teein apparerido; ditas de pellica para honicni, gao-se bera : Da rua das ti u/es, n. 22, segundo andar.
sortidas de todas as cores c juntamente pelas milito ........... __. -, ----- ---------- -^^i^^
superiores; sapatos de couro de lustro para senhora,
multo ricos; ditos de sctiin; ditos de duraque preto,
branco c de cores; borzeguins para senhora; sapatos de
lustro para meninas; ditos de lustro para hoineiu; ditos
Vendas.
;
;
AO BOM TOM PARISIENSI-.
hUA LNOVA.N 7.
TEMPKTIE, ALFAIATK,
tem a honra de participar aos seus freguetes que
dissolveo, desde n dia 15 de letrinbro corrente, a so-
ciciedade, que un lia cora os Srs. t olombiez S C: as
pessoas, que quizrreni favorecer com a sua freguezia,
o acharad na sua loja, ruajiova, n. 7. Tem pannos pa-
ra calcas, colines e casacas, de todas as qualidades, os
mais novos chrgados agora de Paris, ea collccco dos
mais recentes hgurinos. .
Na rua Nova, loja de Hypolito Saint Martin & .,
he chegado um completo sorliniento de faiendas fran-
ceias. sendo chapeos de seda para senhora, inulto ricos;
ditos de palhinlia, lisos c bordados; manteletes para se-
nhoras, rauito ricas; luvas de pellica cor de palba, coui-
"^ridas e curtas, e Ua>tudas as cores, ditas comprdas
\ vmva
mais herdeirosdo finado Aufo-
nioda Silva faaem publico .
(iut3 a liquid.ico da extincta
arma eoiumeroial de Antonit-
da Silva $ Coiupaubia s'i
Peita soh a r;sao da nova ar-
ma de Viuva d'Antonio da
Silva & Fhos.
Us Tres assucareiros da rus de Apol-
lo gratos ao autor dos annuncios iuser-
los lio Diarios de i5 .1 iH do enrente ,
pelo seu sabio e prudente conselho oTV
rececem-llie desde ja em tlevida relri-
buicao o resultado quolidiano de suas
digesles, com qnejnlgao satisfazer gran-
tlemente tao feliz leinbranca ea tet ti
lidade ta sua hydropica imtiinacu.
l)eclara-se por este annuncio, que
o nielo, que fez o roubo da rua do Li-
vramento n. 3 l'urtou mais, alui dos
objeclos annuneiatlos 110 n. 111, um 1 [tor-
ran de dinbeiro em cdulas e alnum co-
bre ; ussim como um embrulbo com alto
peiiboj;eSj conlenJo: brincos, aderecos ,
anne' Ls e outros objeclos, tndo de miro,
qte, cfttn o antecedente e dinbeiro,exco-
de a Soo'ouo rs. e. como na occa.sia.
nao se dsse por falla deludo islo,de no-
va mente se declara olierecendo-.se a
gralilicacao de ioosooo rs. a quem des-
cobnr dito roubo ou denunciar o autor
delle.
O abaixo assignatlo declara
Srs. que recebem o novo imposto,
vai abrir em o primeiro de oulubro
do coi rente anno, a sua casa de negocio,
na rua do Hospocio n. 1, outr'ora do
Sr. JosMaiia Sciiefller rnesmo aviso
z aos Srs., que recebem o consumo dan
a vio Hibeiro Vatina.
-- He chegado loja de Jos
Luiz l'ereira na rua Nova, n.
16, um novo sorlitnenlo de
nellas, elialeiras, cacarolas e
gideiras de ierro sob porcellana.
Este novo Irem de cozinh 1 lor-
na-serecommendavel, pelo asseio
duraco que offei ece ; tor-
nan(Jo-se mais til a saude, por
ser livre de ferrugem e eslanuo.
Os Srs que da oulra vez nao
foro servidos queiro appare-
cer com lempo.
faz r renda, cozinhar o diario de nina casa; quem a
pretender, dirija-se ao pateo do Tei-90, n. 27, segundo
andar.
(hitas finas, a 120 rs. o
covado.
Napriinrira loja de fazendas do Aterro-da-Boa-VIsta,
n. 10, rendem-se chitas linas, de bonitos padres, a 120
rs. ; cortes de cassa, a 200'l rs. e mitro* muito supe-
riores, para vestidos de baile, a 3000 c 330 > rs. ; risca-
Vende-se uina negra, com una cria de l(i metes, ou
de laa para meninos; ditos de bezerro para liom.....; |SCln eMa cl|a esclava sabe lavar, engoininar, cozer,
saceos de laa para roupa; sa patos de tapete e de marro- i
luim para homeiis e senhoras; chapeos de palhiulia a-
bertosjpara meninos e meninas;estojos de costuras para
senhoras, grandes e pequeos; sapalinhos de clcheles
e botins de franjas para menino, chapeos de sol para ho-
inens e senhoras, inulto superiores; fitas de seda, layra-
das e cura franja; caixos de llores com pennas c ditos
sera pennas, milito ricos; sedas para chapeos, sortidas ;
ditas brancas multo ricas para vesiidos; crep dilo: sus-
pensorios de seda para meninos; ditos para hoincns ;
ligas para senhoras; lencos de seda cora franja parase-
uhoras; chales e mantas para ditas ; lencos de gravata
para homem.pretos e de core:', muito superiores; formas
parachapros; bonetes para meninos, muito lindos; chi-
cotes de baleia detodis as qualidades,para senhoras; di-
tis para carro; veos para montara, muito ricos de
blonde, de seda branca e preta, e de linho; frocos muito
indos, decores; casticaes de casqiiiuha; caudieros de
laiaojsellinsinglezes; ditos fraucezes ; silhcs para se-
nhoras; jogosde xadrez, damas, domin e vispora; es-
estojos malheraatcos inulto superiores; lilsdeseda,
branco e preta ; nnrroquius; mu completo surlimeiito
de perfumara de Pivar; espingardas francesa*; chum-
heiras de molas de um e dous canos bordados; polvari-
nhosdecaca; mantas esuinpidus, rauito ricas, para
cavallos; encorduacoes para violan e rabecao, compleus;
e outras limitas fazendas muito superiores, e todts por
mais barato preco, do que era oulrsi qualquer parte.
testa me ate ira e
= OcorrctorOlivelra tem para vender cobre em fo-
lha e pregos de dito para forros de navios : o preten-
dentes dirijao-se ao niesmo, ou aos Senhores Hesquita
t Uulra.
Chapeos da festa.
\,i lojan. 3 da rua do Crespo, ao \i da esquina, con-
fronte ao arco de S.-Antonio, do bem conhecido bara-
teiro, recebeo-se tira sortimenlo de chapeos do Chile, os
mais superiores existentes no mercado ; pelo que, e por
estantos prximos a quadra da festa, em que elles se
tornan mais procurados, por serrn utels t propriosda
eslava", para os amadores, por isso se lornao recoinmen-
daveis, principalmente pelos mdicos precot de 3/000,
7flm e wm rs.
= Venilrin-scsellins ingleies, tanto de montana de
hoineui como de senhora ; cabreadas rolcas, de couro
de iustro, preto e branco; barrelluai COU1 appareltios
ricos, tanto de ofticiaes como de soldados de cavallana e
ores, para vestaos ae aue, a ouuu c oju rs. ; nca^re.t.ri. hiii....iiim rti ennra de lustro, branco
dos tecidos, dos mais delicados gostos, a 220, 240 e 28 *, pr,.lo cm ,i,. lustro de superior qualidade ; tudo
aos
que
pa-
rre
Compras.
Coinpr5o-sc efl'ectvaiuente para fra da provin-
cia, escravos de arabos os sexos de bonitas hguras :
na rua larga do Rozario, n. 24, primeiro andar.
a Cninprfio-se duas escravas sadias, sendo una boa
coriohrira e a oulra perfeila engoiuniadeira ; pago-se
bem : na rua do Crespo, n. II.
= Coutpra-sr un escravo, preto, mo(0, bom prdrei-
ro ; ti ni dito, que tenha principios de manijo ; um dito,
raneo e sadin ; 4 ditos, rao(os e sadios, proprios para ina-
rujus : na rua da Cruz, n. 45, era casa de Naicimento S
Amoriiu. i
Compra-se um ou dous moleqnes oficiaes de sapa-
telro ; sendo de bonitas figuras, pago-sr bem : na rua
da Concordia, passaudo apoiilcziuha, a direita, segunda
casa terrea.
= Compro-se escravos de arabos o sexo : na rua da
Concordia, a direita, a segunda casa terrea.
= Compro-sc 3escravos, bons, de bonitas figuras, e
tem achaques uina escrava, tambera boa ; todos para o
urvico de campo : no principio da rua Imperial, n.47
Comprao-se ellectivaiueute, para fra da provincia,
escravo de ambos o sexos, de 12 a 20 anuos; sendo 4, de Tiloma* Fereia de Mallos tsiiuia.
rs. o cavado ; %Zf imirculiias de cores, de lin lissimos
padres, a 2B0rs. o covado ; merino, a 1001, 3000 e 400J
rs. dos mais superiores, que existeui no mercado;
superfinos briol de linho de qiiadros e lislras, a 10U0
rs. a vara; rscados escocezes, a 220 rs. o covado, fa-
lcada, que nao desbota ; ICU90S de cassa de bonitos
gustos, para grvala, a 200 rs. ; bonitos lentos de mar-
ca pequea proprios para menino-, a I40e80rs. ; lin-
dezi de ricos padres para vestidos, a 220 rs. e outras
umitas (airadas, por preco mais burato, que em oulra
qualquer parla.
Na amiga e bem acreditada loja deselleiro, sita na
ral -Nova n. 28, defronte da igreja da Conceicao dos
militares, outr'ora pertencente a Antonio Ferreira da
Costa Draga, e hoie a "raga Silva A C. se aeha un
novo sortimento de sellius nglezes elsticos e linos,
de todas as qmlidadcs; cabecadas inglesase francesas
de diversos feitios ; ricos lomos e silbas de patente in-
glesa, da mais superior qualidade, que tem viudo a
este mercada; e era geral todos os mais objeclos COn-
cernentes a taes estabeleciuieuios assim como ach.io-se
habilitados para concertar e fabricar todas as obras
perteiiceiitesa selleiro, colchoeiro, e uniformes inililaivs
com presteza, pe feico, e prer.os coiniuudos. t)s amiuii-
cautesaprovetaoa occasiao, para fazerem ver a seusfre-
guezes. que da niesnia forma se acbao sortidas as suas
lujas silas na niesnia rua 11. defronte do oil.io da
Matriz, e na da Cadeia do Hecife, 11. 49, podendo em
qualquer das ditas lujas ser servidos, a medida do seu
uesejo.
a Veiidein-se nculos de armacao para todas as idade
etambera urna negra deuacno, com habilidades, tudus
em conla: na rua larga do Rozarlo n. 35.
Lrros nab do% de novo, e
venda na livrarin da esquan
do Collegio, a 2,000 cada
exemplnr.
As morheres celebres d.i revoluc'io
Franceta, ou o tfiiadro enrgico tlis almas
sensiveis, i voi. ; scen:ts ta vula c.mli'in-
(lor.nea. i vol. ; memorias -ii' Hara C;i-
pella, por ella escripia, 2 vol; esta obra, que faz gran-
des srasaeao em Pranca, e acaba de ser vertida em por-
liigue/. pelos traductores lisbonenses do Jadeo Errante,
contenas materias seguales: mu dabrete, recorda-
ffles da infancia, HU doudo, o collegio de S Dilliz, ami-
go da iiif.inei.i, Testa da Ais lea, enredos matiiiiioniaes,
as niiulias tei,delicias, os vizinhos, distraces, entrada
no inundo, Pars, outra irmaa, golpe sobre golpe, eiu-
fiui, a casa alheia, os segredos, rniaa lerceira, um casa-
mento ua familia, um COracSo de inullier, niorle e vida,
as cartas, principio de un romance da vida real, a mi-
aba sombra, mu desencanto, o raen amigo e amiga ve-
lha, declaracAo, os passefoi a eavallo < a roda a desan-
dar, recoiuliacao, Uina fr.u|in'a, um lobis-hoine, pri-
ineros traeos d'obra grande, a nossa loja de ourives,
vida de folgancas, ineu marido, preparativos, a sorna de
Orleaus, Olaudiei, visita s forjas, novas provocacrs,
rrle na aldeia, reformas, os diamantes, nina Iliterata,
experiencias, hospedes, projectoi, ineu relalo, viral
siuines, o rozalgar, siispeitas, calumnia, a juslifa, priso.
Ventlc-se un juelo tfe naran, Dooi
cozinheiro, tanlo de Ionio, como de fogao :
a fallar com o caixeiro da livraria da praca
da Independencia ns. 6 e 8,que dir quem
vende.
~ Vendcni-se meios bilhetes da lotera do Livramrn
to a 4/500 rs. : na rua Direita n. 12.
Vende-se urna preta, sera vicios nem achaques,
boa COZlnheira, e sabe bem lavar tanto de varrella, co-
mo de sabao: no laigo da ribeira de S.-Josi;, venda, n. J.
Vende-se un escravo, moco, de boa figura, re-
forcado, de todo o sarrico e pi oprio para o de campo ;
2 moleqnes, de naCAO, de 12 a 14 anuos, proprios para
oflicio ou pageus ; ,'lprelas, mocas, de muito boas figu-
ras, de lodo o servico ; sendo nina por 350/ rs,, e oulra
por 250/ rs. i na rua larga do Rozarlo, II, 24, primeiro
andar.
Vende-se uina machina de vapor ; urna dita para
fazer lijlos ; lima senaria vertical ; un manejo : a vis-
la do comprador far-se-ha todo o negocio : uo Alerro-
da-lloa-Visla, n. 5.
__ Vende-se um carro novo de quatro rodas ; um es-
pelho de Jacaranda para vestir senhoras ; duas bancas
redondas de nielo de sala ; doze cadeiras de angico ;
una inarqueza dilo ; un jugo de bancas dito ; dous es-
pelhns pequeos ; una coimiioda de Jacaranda ; duas
camas pequeas deainiacao; mu caudieirn de machl-
iisino ; un oculo de ver ao louge ; um hal.ilo de i.hiis-
to, pequeo; una rica bandeja de casquinha pratrada ;
deioitu casaes de chicaras e pires, com seispralos, ludo
de porcellana; un imilatinho de 9 anuos mu relogio
de ouro sabouete ; una negra de ncara, que lava, en-
gouinia e cozinha ; tira mulato de ineia idade : na rua
da Cadeia de S.-Antonio, n 19.
Vendein se, no deposito de familia de mandioca,
da rua da Cadeia de S.-Antonio, n. 19, saceas com boa
farinhade Mag, a 5/ rs.; ditas de S.-Matheos, a4/rs.;
ditas de arroz de casca, a 4/rs. ; ditas de inilho, a 4/rs.;
e una porcao de saceos vastos de estoupa.
Vende-se uina escrava de nacao, de 30 anuos, boa
figura; engomma, coseehao, cozinha e lava ; uina dita
de 16 anuos, principiada em todas as habilidades ; um
escravo de 25 anuos, trabalhador de servijo de campo :
na rua das ruxes, n. 22, segundo andar.
Vende-se um oilaule, alguns livros, sapatos de ius-
tro, marroquim, e de couro, para senhora, sapatos e sa-
pales para hoiueiii, hullas, niiudezas, prlles de cabra,
sola, chita branca de cor fixa e lina, a 240 rs., dila ail
mais ordinaria, a 160 rs., um ou dous b ilees para loja,
Ulna cama de condur para casal, alguns ferros para ca-
vallos de carraca, algumas mus travessas, caibros, va-
ras, ripas, ate. : na rua Nova, n. 58.
Vende-se um inoleque, de lOannos; sola; couros
nimios; bezerro; sebo; caixai de tartaruga ; um oculo
de vi r a" louge; esleirs le las no Aracaty : na rua da
Cruz, venda ti. 26, de Luiz Jas de S Araujo.
Vende-se um escravo de nafo Berguela, de boni-
ta figura, sem vicios, moco, bom trabalhador de qual-
quer servico de campo; vende-se por una precisa*,
que se diia ao comprador : na rua da Guia, u. 42, pri-
ineiie andar.
= Vende-se uina casa terrea, sita no bairro da Boa-
Vista, cora 5 quarlos, sala forrada e independente, quin-
tal, cacimba, toda calada e pintada de novo: a tratar na
rua da S.-Crus, n. 38.
Vende-se urna venda, junto a ponte de S.-Amaro,
com poucos fundos; fai-se lodo o negocio a vista da
niesnia: no Alerro-da-Boa-Vista, bija de luiudczas, n.
por preco mais tomniodo do que em outra qualquer par-
te : na rua Nova, ns. 5 e 28. e na rua da Cadeia, n. *J, lo-
j is de Itriga Silva k (.'ouipanhia.
=> N. 40, rua do Trapiche, um chronometro para na-
vio, de Londres, perfeito, e mu bem regulado ; relogios
de ouro, patente inglez, rauito bons e baratos ; corren-
linhas de ouro, padres-l'riuc|>e Alberlo=.
Vendera-se inoendasde ferro para engenhos de as-
sucar, para vapor, agoa e bestas, de diversos tainanhos,
por preyo cominodo e igualmente taxas de ferro coado
e balido, de todos os tamaitos: na maca do Corpo-San-
to, n. II, em casa de Me. i.alnioul \ Compaiihia, ou na
rua de Apollo, ariiia/.em. n. 6.
= Vende-se um inoleque, de 15 .unios, de bonita fi-
gura, sem vi.:ios nem achaques, por preco comuiodo :
no caes do Collegio, aruia/.eui de farinha.
Vendein-se quatro escravas moyas, de bonitas fi-
guras, sendo duas pardas, e duas crioulas : na rua No-
va, sobrado n. 2, onde lein loja o sr. Julio Colombiez &
Coinpanhia.
\'euilem-se diversos|iapesde msica para priinei-
ra e segunda llanta, por preco couiniodo : na rua da
Praia, armasriu, n. 5.
Vende-se tima parda moca.sadia, sera vicios e ro-
busta, que sabe engommar, cozinhar e coser ; na rua da
Aurora, a fallar cora o coronel Joaquim Jos Luiz de
Souza.
Loucainfla, a *HQ rs. o covado.
Na loja n. 3, do barateiro da rua do Crespo, ao p do
arco de SatttO-Anlonln, vende-se loucaiuha, a nuatorzc
viiiiens o cavado, t) proprielario desta loja, leudo a sa-
slacao de a.....melar aos seus attenclOSOS fregueses es-
ta mili bella r rauito nova tazenda, propria para vesti-
dos, toma aliberdade de observar,principalmente as se-
nhoras em geral, que,pela boa manufactura, ricos c bri-
Ihantes desenhos em listras de seda em quadros de va-
rias cores, i- campos, ora claros, ora mais ou menos es-
euros, e Analmente pela teguranca e realsc dessas ca-
ri-. rila aprsenla, aa VMM una bella c sublime vista,
outras sevrridade graca, e outras um avelludado, que
a faz tomar por seda; e que por isso se torna mui re-
coiiun ndavel e digna de grande concurrencia ;_ tanto
mais a um Uto moderado preco. de cerlo inferior as suas
ipialiilades. Na mesina loja vendeui-sc lindissiinos len-
yos de liiiisiina cambraia, de bellas cercaduras, e ou-
liais sem ellas, cora una especie de abertura arrendada,
inaio'esiinlms do que os tiltiniainente annunciados ,
proprios para o aiuavel sexo, e culo diminuto preyo he
de mu cruzado: assm como pechinas de liuissinia cam-
braia, com 6 varas e niela, proprias para vestidos de se-
nhora, pelo muito mdico preyo de doze patacas cada
uina. De todas estas faseudaa, ou de qnaesquer outras,
que nesta casa existi, darsu-hiio amostras a quem por
ellas dei\ai peuhor.
Vende-se a/eile-doce para luz raelhor e mais ba-
rato do que o de coco ; e azeile-doee lino em garra-
mes ile 25gnalas : no deposito de azeite de carrapato,
na ruada Scuzalla-Vciha, n. 110.
Viiho de Tenerife, era barrs, de excellente qua-
lldade; cerveja branca e preta, a raelhor que ha Bar-
clay Se Coinpanhia, cniporyao, ou a retalho ; e fio de
sanateiro, por preyo coimnodu: vende-se na rua do Tra-
piche, n. 40.
Vendein-se tres escravos, sendo dous raolequei, um
de naci e oulro crioulo; mu negro de 20 a 22 annos ; tres
negras, sendo uina dcllas boa coiinheirae as outras boas
para o servico de campo e da praya; e nina intilaliuha de
linda figura, cote bem chao, de 16 a 18 annos; na tra-
vessa da matriz de Santo-Antonio, confronte as catacum-
bas, casa terrea n. 18.
O barateiro da rua do Crespo,
loja ii. 3, chites a 140 rs. o
covado.
Na loja n. 3, do barateiro da rua do Crespo, ao p do
arco de S.-Antonio, vendeni-se chitas baratas de bonitos
e novos desenhos, a 140rs. o covado; ditas de rxcellen-
les ilesenhos, a 160 rs. o covado ; ditas tambera de pa-
dres ricamente estampados em bons pannos, a 180 rs.'
seguras de tintas: algoilao/inbo, a 160 rs. a vara, boa fa-
2,11(11, e boa largura; inadapolao, a 1(30. 180 e200rs.,
de soll'rvel qualidade. e largo; dilo a 240, 270c 280 rs.
a vara, o mais lino e largo possivel; chitas finas, rom de-
senhos os mais modernos, e estampadas as raelhores
fabricas da industriosa Manchester, a 240 rs. o covado.
Ha tambem um bello e rico soi lmenlo de todas as fazen-
das finas, como srjao : briui trancado branco, francs,
de pino linho, o inelhor, que ha na mercado a 1/600 rs.
a vara ; cortes de cambraia lindamente estampada, com,
II corados, pelo diminuto preyo de sete patacas cada
mu; lindeza para vestidos, que Imita, pelos seu bri-
Ihaiies desenhos, a qualquer laniinha ou seda, a240 rs.
o covado ; cortes de. tartalaua, a 3/000 rs.; gravatas de
asseada cassa estampada, a 400 rs.; melas gravatas, a
200 rs.; leuyos de cambraia com cercadura, a 320 rs.
cada n ii ; liudissimas maulas escocezas e de setim, para
senhora, das mais modernas, que presentemente exis-
lein ; pannos tinos; cambraia lisa muito fina. Recoin-
mcuda-sr aos respeitaveis concurrentes, que se dirijo a
este estabelecimeiito, que era nada desmentir este li-
mitado annuncio: equerendo mandar buscar as amos-
tras, se Ibes dard sob o competente penhor, su se man*
dar as suas casas, acnmpanhadas de um caixeiro.
= Vende-se, por precisao, um inoleque sera vicio, nem.
achaques, com idade de 24 anuos, padeiro e forneiro pe-
rito, cozinheiro, canoriro, carreiro epara todo o servlyo
de campo, se fr preciso, por nao ter sido criado com
minio; quera o pretender, annuncie por esta lola, ou
dirija-se a rua larga do Rozario n. 48.
Aos reyue/es.
= Na venda do largo do Teryo n. 7, contlnua-se a ven-
der oleo de linhaya e carnauba as libras e arrobas, e
tambera troca-se por velas ; macarrao ; talharlin ; bola-
chiiilia inglesa; pitarais do reino, a200 rs. ; aramia, a
240 rs. ; payas, a 160 e 240 rs.; tapioca, a 120 rs ; sevada.
a 100 rs linguiyas, a 320 e 360 rs.; espermacete, a 800
rs maiteiga. a600rs.; e mel barril, a 560 rs.; cha
h'vsson a 2/400 rs.; sequin, a 1/600 rs.; loucinho de San-
tos a 240 rs ; caf em grao, a 160 rs.; banha de porco.
a 320 rs. a libra ; pote de graxa ingleza n. 97, a 160 rs.;
,,,, ,,,,,,ii a da nahia. a 100 rs.; copos para agoa, a 120 rs.;
oueijos, a I/W0 e a 1/500 rs.; sabao, a 120 rs e de ineia
arroba paradina, a 100 rs. a libra; papel de todas aa
qualidades; alpista, a 280 rs.; feijo mulalinho e preto,
a 200 rs. o quartrinio; viuho do Estreito, Lisboa. Figuei-
ra e do Porto: e outros mais gneros por preco mais em,
conla, que era outra qualquer parte.
Aos Srs. proprit latios de
< IIL'CllllOS.
Vendem-se taixas de ferro coado e moendas de canna
para agoa, ou animaes ; rudas dentadas; crivos; boceas
de forualha ; e mais objrctns necessarlos para engenho.
por preyo comrnodo: na fundiyao do ferro deH.'CaU
lutii d* C. Bit tu do iltuui, uo l'eie.
MUTILADO


/
Potassa branca,
da rnais superior qualidade em
barricas pequeas, e desembarca-
da no dia 30 de agosto prxi-
mo passado, venderse por pre-
go commodo : emcasa de L. G.
Feri eir & C.
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2/500 c 3/OOr.s. a caixa ; fumo em folha, do pi imeira r
segunda sorte milito bnm, e por preco commodo : na
nial,nga do Rozarlo, fabrica de charutos n. 32.
Vendem-se4 pretal eom habilidades urna de I las
cn^niuuia, rose 6 cu/.iuha milito bem ; um pardo de
1K anuos ; mu preto, debouila lisura, que cntende bem
do trrico de campo por preco commodo : no pateo
di Mairis, u. 4.
-- Velude-ae a venda nova da travessa do Carioca: a
tratar na nu'sma venda das duas lloras da larde em
diante i todos os dias.
Vendeui-se telhas de vidro de muito boa qua-
lidade por preco commodo ; na ra Kova fabrica de
ildeiiciro, n. 27.
Potassa.
Vende-se potassa americana ,
muito nova por ser prxima-
mente chepuda, e cuja qualidade
he a mcilio r,que tem viudo, por
prego commodo : na ra da 'Ja-
deia do llccile, armazem n. 12 ,
de Bailar & Olivcira.
Vende-se, na ra da Cruz, n. 6o,
cera em velos, de superior qualidade sor-
titnenlo ao gosto do comprador, e por
preco mais commodo do <|ue em oulra
c[ual<|iier parle.
Vende-se o muito superior rap da
fabrica de Joao 1'anlo Cordeiro, do Hio-
de-Janeiro : na ra da Cruz, n Go.
CARNAUBA. ,
vende-se no armazem de farinha, do caes do Collrgio,
de luperior qualidade em porcao ea rctalho por ba-
rdo preco.
= Vende-se mn prrto de Angola, muito robusto, e
boin para todo o srrvico : a tratar com Joao Jos de
Carvalho Moraei, no Reolfe.
= Vendein-sc saccas com farinha, a 2/800 rs. ; na na
do Crespo, n. 15.
Vende-se um violan com muito pouco uso com
leu mi'tliodo por Carulli ; na ra da Cadeia-\clha lu-
ja n. 33.
Vende-se peixe secco, muito barato ; no armazem
do Bacelar defronte da escadlnba.
Vende-se colla da Habla muito superior; nnar-
iiiazem de Alvo \iauna, na ra de Senialla-Velha
n. 110.
= Vende-se urna linda canoa de cancha, nova e
muito L ni construida de amarello; una poriao de pa-
llia de coqiieiro : na na da Senzalla-Velha u. 110.
Veiidcin-se escravos de ambos os sexos ; na ruada
Cruz n. 51.
Vende-se una parda muita clara que cose en-
omina cotlr/ha e lava ; um moleque de Angola, de
S anuos : na fu da Crut n. 51.
Vende-te um preto mojo proprlo para todo o
servico ; na ra do Queimado loja n. 6,
Cahimirasclasticas, a 1200 rs.
Vendem-se superiores casimirsi elsticas, a 1/200 rs.
o covado ; superiores brins trancados de puro liuho ,
brancos muito linos, a l/40Ue l/600rs. a vara; dito
trancado pardo limito encorpado de linho a W0
rs. a vara ; dito amarello muito lino e de pino liuho '"j"0 '"'0 ,
a900rs. ; cortes de casimiras di' laa como covados e ; '"dependen
mel i a l iuiis. o corle; cotdes de linho, fazruda
cxceilenle para trafico por ser igual ao brim Je linho,
a 1/700 rs. o corte com 3 covados e mrio ; cortes de l'us-
tdes de cores para rollete aliillis. ; e outras nautas
fazendas : na ra do Collrgio loja n 1.
= Vtude-se Mina venda na ra Imperial: a tratar
na iiiesina ra n. 145.
Cortes de pele dodiabo, a
1500 iris.
Vendem os verdadeisos cortes de pelle do diabo, com
3covados e nielo a 1/300 rs. ; ditos de panno-couro ,
com 3 covados c meio a I/B00 rs o corte. Esta fazen-
da he de muito dura, c de padres cscuros. Xs ra do
Collegio, lojan. 1.
Corles de brim de linbo a
1800 rs. o corle.
Vendem-se superiores cortes de brim de linho tran-
cado de llstras e quadros de cores escuras e claras ,
com duas varas e urna quarta pelo barato prec.o de
1/800 rs. Esta fairnda torna-se applicavrl para calcas .
jaquetas e sobre-casacas, ou rodaqurs, por ser de mui-
U dura c de excellentes padres. Na ra do Collrgio,
Vendem-se charutos regalia muito bous, a 2/,
Farinha SSSF,
da multo acreditada fabrica de Molino Strazig sendo a
ultima chegada a este mercado em pequeas e gran-
des porces : a tratar com J. J. Tasso Jnior.
Fa rolo novo,
em saccas grandes vende-se no armazem do Bacelar ,
confronte a cscadinha da alfandega c em casa de J.
.1. Tasso Jnior na ra do Ainorim.
Laas a !!,?!40 rs. o corte.
Na loja n. 50, do boni barateiro da ra da Cadeia ,
defronte da ra da Madre-de-Ueos vendem-se cortes
de superior la para calcas, sete patacas o corte de
tres covados c meio.
Barege dcalgodo a 2#o60
rs. o corle.
Na ra da Cadeia loja n. 50 do bom barateiro, ven-
dem-se corles eom M covados de harege, com llstras de
cores pelo diminuto preen de olio patacas o corte. Es-
la laceada he ptima para vestidos e mosqueteiros, pela
sua Iranspareneia r lindos gostos.
Vende-sc cobre em follia de 18 ,
2o, 71 e 24 ticas para forro de navios;
lirrrros de cobre : em casa de Bussel
Mellors ^ Companhia, na rua da Cadeia
do Ker'le n. 3o.
Vendem se, por preco commodo ,
sacras grandes com superior millio; no
primeiro armazem do caes da Alfan-
dega.
Na rua do Crespo, loja nova
n. 12, de Jos Joaqun) da
Silva Haya ,
vende-se um rice sortimento de easlicaes de finissima
casquinha, eom suas competentes lanternas de gos-
tos os mal* moderno! queteeui apparecldo pelo di-
niiniito preco de8/, JO/ c 12/ rs eada par.
Vende-se urna parda de muito
.lonila figura de 17 annos com um
lho pardnho de auno e meio, a qna'
engomma mui bem cozinha, cose e en-
leude de lavarinto : na rua to C
xn, a fallar com Jos Joa
M aya
crespo ,
quim drf Sil-
eovados e
patacas.
Attencao!
Na rua da Cadeia, loja n. M, de Cunha & Aorim,
cniitmua-se a vender o lonnidavel rap,. Paulo Cordeiro
do Rio-de-Janeiro, em botes e as ollavas. Tambem
anula resta para vender una pequea porcao de ancoras
com cal rlrgein de Lisboa.
11 cas casimiras, a5200 reis
o corte.
Na rua da Cadeia loja n. 50 de Cunha &t Amorin
vendem-se cortes de lucias Casimiras com 3
meio eada um pelo baratsimo pirco de dei
Pelle do diabo e drap,
rs. o corte.
Vendem-se cortes da bem conheeida fazenda pelle do
diabo, com tres covados o corte e de drap. com duas
varase una quarta pelo baratissimo preco de quatro
patacas. Esta lateada he de puro liuho padres escu-
ro. de quadros e ptima para calcas pela sua con-
sistencia e por rncobrir o sujo.
Na rua do Crespo, loja nova
n 12, de Jos Joaqum
da Silva .Haya,
vendem-se bonitos e delicados cortes de cambraia, com
listras de seda ao mdico preco de 7/ rs. ; casimiras
francesas elsticas, a 6/rs. cada corte i cortes da mui-
to acreditada Indianna a 3/imo rs. ditos da victoria ,
rasenda imitando seda, a tyooo rs. ; chales de laa ar-
rendados, de cores multo mimosas, a 2/400, 2/800 a
.1/000 rs. ; roineiras de fil de linho enfeitadas cum bi-
co, proprlas para senhora e meninas, a 1/000 c l/(i00
rs. ; veos de dito para chapeos os quaes umitas pes-
;'?'|,|'l comprado para caiulslohas de crloncas a
1/280 rs. ; chales de lia e seda, muito delicados em la-
viores, e deisento escuro, lazenda inteiramente no-
va os quaes rivalisao com os de sida, a 7^000 rs.; pan-
no lino azul e preto a 2/500 rs. ocovado ; um rico sor-
timento de cambraia para vestidos, a 3/500. 4/000 e 5/
rs. o mallo......iodo possivel; calcinitas de lucia pa-
ra menlnqs a (>40 rs. ; mantas de seda escocesa a 6^
J ''"'as mala ricas a 10/rs. alpaca preta a 800 e
l/b00 rs. o covado ; dita de cines, a 21000 rs. ; merino,
muito fino todo de laa a 4/nOO r 4/500 i, o covado.
Independente deltas fazendas, ha nesta loja um com-
pleto sortimento de outras umitas fazendas que se
vendem mais em conta do que em outra qualquer par-
livres de seren engaados.
C. ; rua do Qtieimado, Campos & Al-
meida, Ccdcra & Gnitnaraes ; ruado.*
Quarteis, Victorino de Castro Moura ;
rua do Liviarnento, Francisco Cavalcan-
ti de Albuquerque; rua do Cabug, Jos
Joaquim da Costa, Francisco Joaqun)
uarte, Tliomaz de Aquino Fonseca; pra-
ca da Independencia Cbristovao Gui-
lhermeBrekemfield,Furtunalo Pereira da
Fonseca Bastos ; terro-da-BoB-Vista,
Caetano L.uiz Ferreira, Estima, Leal &
Irmo, Antonio Ayres de Castro & C.i
praca da Boa-Vista, Manoel Francisco
Rodrigues, e Alexindrc Jos Lopes, rua
do lozario da Boa-Vista.
Biehas grandes de Hambiirg-o.
Vende se a retalho uina partida dcstas verdadelras
sanguesugas, chegadas ltimamente, em porcries de 100
para cima, porprefo commodo. Na rua do Amorim, n.
36, primalro andar, ou no armazem de Bacelar, no caes
da alfandega.
= Vendem-se muito superiores chapitas de palha da
Italia, tanta para homens como para meninos ; ditos de
caitorbranco ditos de niassa fina, polka e de outras
militas qualidades, de bonitas formas e bom gosto : tam-
lieni se recebe qualquer encommenda pertencente a
chapeleiro : tudo por prejos commodos : na rua do
Oueimado, n. 22.
Vendem-se riscados france-
zes, a 160 rs. o covado; no Ater-
ro-da-Boa Vista loja n. 14.
* Vendem-se lencos de cam-
braia de linbo, muito fina, bor-
dados, para mo de senboras a
8$ rs. cada um: na rua do Cabu-
g loja de Pereira & Guedes.
-- Vende-se fardo de arroz,
o mais proprio para sustento
de cavallos; no armazem do
Braguez, por preco bastante
commodo.
Na roa da Fraia, armazem n. 66 ,:
vendem-se lingoasseccas do Ilio-Grande,
as inelhores quem teem vindo a este
mercado, por tercm sido curadas ao
fumo.
- Vende-se millio bom, cm
sa ceas grandes, por preco com-
modo ; no armazem do Bra-
ment he demasiadamente incansarel em o sor
fa/.cndas, que, sendo proprias eapplicaveia ao n>.Coni
mesmo tempo rivalisem com os mais modernos '"
das principars capilaes europeas, observa-je na r"s
da, que ora se annuncia, ser nao s oovisslina no f"
10 ate, ao priineiro relance de vista, parecer ''
lquer fa/.enda d i mellior seda c mais ricos na,*'u
como
qua
.,....,.,,., ,,.,-,,,,,,,,',, ,,:U cnims |lcus > -
aopassoque scus brilhanles desenbos estao anar!'
modas, que, segundo os figurinos ltimamente reer-'
dos, estao introduzidos na Franca. Inglaterra e Nanni
Tambem se recebeo novamente um rico sortimento s
chitas finas, segurissimas em suas tintas, inaravilhn
mente estampadas no gosto rhinez, com o mais hriih"1"
te realce de tintas, c que vendem-se a 240 rs. ocov rt
Assim como tambem igualmente se recebeo mslt
novo sortimento da j conheeida faienda loucainha
haver alterado no prec.o ; pelo que.recommendal.;
algumas pessoas, que ja niio acharao dos padrdet
pretendiao, se dlrijao novamente a esta loja, que L?
rao os padrdes. que, por se terem acabado, deUro i
comprar. Dao-se amostras sob o competente penhor
LOJA
DE6PORTASNcSi
Chegou um novo sortimento de fazendas nos-
> ta loja consistindo em madapoldes hp % A
varas a peca, a 2/240. 2/800. 3/, 3/200, 35n7 V
4/000,4/200, 4/500, 4/800,5/000, 5/500 e fiZ' &
' rs. ; chius a 140, 160. 180, 200. 220 e 240 rs^ M
\ dita muito fina, a 280 rs e francesa, dos hmU 9
ricos desenlise tintas (xas, a320rs. casinii- ***
ras de lindos padres e de pura laa ; chale de i
seda; ditos escoceses de laa e sedo fazenda ^
para habito de terceiro ; luvas de seda para se- **
nimia a 320 rs. ; e outras militas fazendas A
as. bem como : pannos linos e ordiairios or '*
commodo prefo; sarja hespanhola, a2/24lirs
dita para forro de obras a 720 rs. ; gauga. boa i
para escravos a 100 rs. ; brim trancado, dV al- lu
godo a 200 rs. o covado ; e outras umitas ue- j!
chinchas por baratissimo preco. C
= Vende-se potassa branca de superior qualidade,
em barris pequeos ; em casa de Mallieus Austia <
Compauhia, na rua da Alfandega-Velha, n. 36.
= Vendem-se para mais de 200 barricas vasias, todas
muito novas e limpas, quasi todas americanas ; napra-
ca da S.-Cru/, padaria de una s porta. Isa inetiua na-
dara, e na travessa da Madre-de-Oeos, n. 13, coiunra-
I se |>apel para embrulha (diarios) a 100 rs. a libra, ou t
320 rs. a arroba.
Cassa-chitas, a 520 rs. o
eovarlo.
Suez.
-Vende-se cera em velas do Rio-de-Jane% sorti-
mento completo, de I a 16 em libra, em caitare as" li-
bras, a voutade do comprador ; na rua da Scuzalla-Vc-
Iha, n. 110, armazem de Alaes \ launa.
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SS S-P =
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Kap-Principe.
Acalia de cliegar do Hio-ile-Janeiro
esle excellente r.iji, o mellior e mais
proprio para consumo desle paiz pelo
bom aroma, exquisito paladar e f,icilida-
de da destilacao : esla pitada lie digna de
mi .i|mciada pelos amadores do bom ra
p, aos quaes se convida a experimenta
rem. Vende-se no deposito, na rua do
Trapiche n. 34; no bairro do Kerife,
Bourgard, Antonio Francisco le Moraes.
Jos Cailos Kerreira Soares Jnnior l*on
es &c Mello, Guedes k Mello, Augusto
Ferreira Pinto &C, Joao da Cunha Ma-
galhes j rua do Crespo Henrique &
Chales de lai e seda, padres
de Robero dodiabo, a
I #000 rs.
Na loja n. 3, do barateiro da rua do Crespo, ao p do
arco de S.-Aiitonio, receberao-se novamente e vendem-
se chales de laa c seda, a dez tustes. Estes chales, sen-
do maiores do que osoutros, que por esta folha se an-
nunciarao, teem de mais a mais a particularidade de
nao s nao excederem no preco como at seren melho-
res em qualidade ; alm de que, mais recominendaveis
se tornan, por terem padres mais cscuros e modernos ;
motivos estes, que levro o annunciante a faze-los co-
ntiecidos dos seus fieguezes, principalmente das senho-
ras em geral, e por serein applicareis, principalmente
us nieninas. U.io-se amostras sob o competente penher.
vendem-se tambem, por novamente se haverem recebi-
do, chales brancos de cambraia, ricamente bordados,
com brilhanles lavrores, com variares as cores dos la-
vrados ; he fazenda nova, e seu tauanho, nao sendo de-
ni:i-.lilamente grande nein pequeo, os torna recoin-
mendaveis pelo diminuto prejo de 1/440 rs.
Chales de garca e seda a napo-
litana, a t 000 rs.
Na loja do tom, n. 3 da rua do Crespo, ao p do arco
de S.-Aotonio, vendem-se riqusimos chales de carca e
eda, quatro mil|rs. O proprieUrio deste estabeleci-
Na lojan. 3,do barateiro da rua do Crespo, ao pedo
arco de S.-Antonio, vendem-se cassa-chitas de quadros,
com una vara de largura, a 320 rs. o covado. Ksta fa-
zenda se recoinmenda as senhoras em geral, tanto pila
sua srguranca como pelos seus agradaveis e mimosos Je.
senhns ; sendo uns mais claros e oulros mais ou menos
eseuros, entre os quaes ha tambem algumas rouxinliai,
para as quaes alguus senhoras teem inclinaco. Do-se
amostras sob o competente penhor.
= Vendem-se, no arinazrui de Fernando de Luces,
na rua do Trapiche, os gneros seguintes, prximamen-
te chrgadns c despachados : .um xas ; passas iniudas;
cerejas ; ervilhas verdesamarellas e pretas ; feijao bran-
co ; lentilba ; tudo secco ; grande sortimento de confel-
turas doces e rm vinagre ; repolho conservado em bar-
ris pequeos ; ovas de peixc, em barris de duas libras :
cognac; ram de Jamaica; viubos e licores; e outros
ni u i tus gneros, que se vendem por precos commodos.
= Vende-se um preto criouli,, de viute anuos, muito
lindo pagem, e bom oHiei.il de alfaite ; 3 escravos, bous
para o trabalh de campo ; 1 dito, de 35 anuos, por 300/
rs. ; duas pardas recomidas, que coseni, ciigoimnfio e
eoiinhao ; 4 escravas eom boas habilidades : na ruado
Crespo, n. 10, primeiro andar.
Vendem-se as nu morias
do Dr. A n tomaren i, ou os lti-
mos momentos de Ifapolefto, 2
vol.in 8., eneadernados: na 1-
vraria da rna do Collegio.
Na loja n. 50 do bom
barateiro, da rua da Cadeia ,
vndese um novo sor limen lo
de cambra as com lislras de
cores, e de lindos pos tos, pelo
diminuto prego de 5i500 a j}
rs. o corte.
Escravos Fgidos.
Continan a estar fgidos desde 21 de abril pr-
ximo passado de bordo do brlgue Menlvr os escravos
mai inlieiros sendo: um de noiiie los de nacao Ga-
bo ; representa 30anuos pouco mais ou menos; es-
tatura han, barbado ; fui escravo da casa do corou'l
Bento Jos da Costa : ooutro.de noiue Manoel, de na-
co Congo ; representa 20 e tantos annos baixo, sein
barba ; tem as orelhas muito pequeas : o priineiro fo
seductor deste por saber de todos os lugares da pro-
vincia. Os abaixo assignados ollrecem e obrigao-se
faier elfectlva a graticaco de 150/rs. ou al de mais
alguma cousa a quem os capturar qur insta qur
em nutra provincia. Pede-se Igualmente a todas as au-
toridades policiaes toda a cautela em qualquer escra-
vo capturado pols que nada he mais fcil do ]>''"
trocaron os nnmes : perlencendo os annunciados aoSr.
Jos Mara de S negociante do Rie-de-Janeiro.
Atnorim Irmoi.
Fugio no dia 17 do corrente una escrava ''''
nome Bernarda crloula de 20 annos, baixa seecs,
cor fula falla gaga denles limados, muito ladina:
quem a pegar, leve a rua do Livrameulo n. 8, que se-
r generosamente recompensado por Mancl Gomes
Viegas
Da fazenda do Feijao. termo da villa Heal, de S.-
Joao, da provincia da Parahiba do Norte fugio no dia
9de malo do corrente anno um escravo, de nome
Joao, crioulo, de Idade de 24 anuos, pouco mais ou
menos estatura baixa com marcas de bexigas pelo
rosto, falta de denles na frente, pernas um tanto ar-
queadas ; tem calor de ligado as nios e ps : quem o
pegar, leve a seusenhor, Jos Marta da Silva Vianna ,
morador no dito lugar ou nesta praca, a Jos Joaquim
da Costa na pracinha do Livraiuento que sera gene-
rosamente recompensado.
PKRN.J >A TVP. DE M. FS DB PARIA 1^4^
mutilado!


Auno de 1846.
Segunda feira 28 de Selcmbro.
N 59.
DE
PERNAMBCO.
(SOB 08 AUSPICIOS DA SOCIEDADE COMMERClAl.)
&&)
Subscreve-se na Praca da Independencia, loja de livros n. 6 e 8, por laooo ris por anno. pagos adiantados.
,___| .......* III II 1 Hllllll IIIIM!
PBEfOS CORRENTES DA PRAA (Corregido Sabbado as 8 horas da tarde.)
2
a s'S &. ^i .|p4*|* = | i-sl 'II i = fi J f I o-f .ae 2. ........ ||
J*" .3 ais ________ xJ^jJ a Jjjaxj_______| ^l *_____________ II kla" 8, -4- R* 8-58. S* 5 8 j*8 8f
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EXPORTACAO.
Agurdente Caraca -
AIko.Uo I orle- -
I. ----
! tasucar iirmico em caitas -
mascavado
cm barrieaf ou e-
co*, hramM -
mascavado .
Couroa seceos salgados -
aleos do sola -
' "
Clnti-s da'lerra -
do Ido (iraude -
EXPORTS.
PRKfO DA PRA9
lluin -
Colln I. qualily -
J.
Sugaria cuas white
* brown
lor Barris or Hag:
white
a broma -
Dry salud hidrs
Tanne bid -----
injooo ssfooo Pipa.
hfMO Arroba.
4*800 l|300
l*40n 1 s. ferro
l|0(ID 1*100
2#o0 ljf600 i/100
111 /, US Libra.
l^illO 1*610 Huid.
3*il0O ifooo I Genio
4*ili0
POR
CAMBIOS.
Londres.........................21 '/, e por If rs. a 60 das
Lisboa......................... 108 por cerno premio,por metal efectuados
Franca......................... S60 ris por franco.
Rio de Janeiro....................ao par
PR ATA iniuda................... 1*760 a if mi
Palaces Brazikeiros........ 1*890 a 000.
Pesos Columnarios......... I#90 a 2*000.
Dilos Meiicanos........... 1**10 a 1*910.
ORO. Moedas de 6*400 relha... 16*100 a ISjOOO.
Ditas ditas oras... 1 afolo a 16*200.
a Ditas de 4*000............ ofooo a 9f2o-
a (Juras bespanbolas........ 3l*0(>n. a 31*500
a Ditas Patriticas.......... 3(>j600 a 3i*00fl
I l.rira......................... 1 por cenlo ao mea.
F RE T K S.
aisvcAR.
iLieern ol.....................\. t
i Caualeiilre A inhumo e Havre .. i
incluindo pm tos Ing
eiiora em saceos ..
hlamburgo caitas........r.
\RalCu .................
I rre*le p ira caitas..............\
Ji-alados-Unidos.................][
(Portugal......................./ l
irniifi. ................ .... fr. aO
nominal]
r l(. >/ ile primagem
ALGODAU.
Portara!.........v... ... '00 por (S> em primare! nominal
r'r.nra.................. 360 por (ge 10 p J an caroli. de 160 p (r noniia)
tWlatena................ /,p e5 p. */o ('e pinnagei.
Iiaracloua., ........*......
COUROS.
Inglaterra Seceos f
branca..........
t 2 10 0 ... por tonelada e 5 porernta.
........... 10 i'neo |*i toneladas, comli> >*>.
Estado Unido.................. Ro ba r
1
Kil
.TCSP
D* rtia II He Norembre de 164* > liante pagar 60^ p. ce rapou tabaco
ale po, os charutos 011 cigarros, o fumo to rolo ou em follia.
PagaroM p. c os saceos de canhauuitso grosiaria 011 gimes da In.lia. os cant-
eles em Irtruia de puubal, as almofadas paracarrutgens. as pedras tarradas para la-
gilo, as pedras decntala pira portees, portas e jaurlbis, as pedias larrad>s para
rnrananienloi, cepas, cunbaes e cornijas, o assucar refinado, crvslalisado ou de qual-
quer maueira coid'rilado, 11 cb, a agoardente, a cerveja a cidra, a geneora, o mar-
rasquino, ou nulrns licores, e os vinhos de qualquer qualidade e precedencia
Pagar 40 p e as alcatifa* oh tapetes, o canhamaro ordinario ou grossrria, as
balances de qualquer qualidade, e rnupa feita, nao especilicada na tarifa, as crtas pa-
ra ngar, as escoras de cabo de marfim, o fogo da China em cartas, 011 quaiqier 011-
trn logo de aitilicio, o papel pintado, prateadn mi domado, sendo de nialnl ..li-s
liDas, o papel pintado para loriar salas ein collccres ou paizagens, o papel de Hol-
anda, imperial 011 oulro nao especllirado na tarifa a plvora, os saboueles, o sabio,
o sebo efti acias, as velas da Stear.na ou composlcio, as ameixas, 011 onlras frucla*
em frascos OO la tas. se-xas. eiu calda, 011 ein etpirito, o chocolate de cacao ordinario,
o vinagre, os carrnlios, carruageiis ou caitas jo^os, rodas, arreios para urna e ou-
ta couaa as esleirs para foirar casas, os cairos para couduzir gente, os sociaveis,
as silbes, es areieiros e lintriros de |>orcelaua, e qaalquer ohjecto dclonca nao enm-
prehendido na tarifa os lustres os clices para licor ou viuho de vidro liso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado e lavradn ordinario da Alie-
nunha e seinclliantcs ol de vidro liso moldado ou lavrado, de fundo corlado ou liso,
com molde ou lavor ordinario ; os clices para Chninpaulie ou cervrja, a* canecas,
e coitos direilos de 111 a 'I em quartilho. a* garrafas de vidro al I qnarlilhc 011 mais,
sendo todos estes olijeclos de ns I e 2 as girrafas de vidro prelaa ou escuras da
mesina capacidade, comprebeudidas as que seivem para licores 011 Leltoy ; os copos
para tabernas al una caada, os frascos de vidro ordinario com rolhas do niesmo
t 3 libras ou mais ; ou sem rolha at libras ou mais, os de boca larga Ooaa rolhas
do un sino, at 4 bhras 011 mais, ou sein rollia para opndrldoc os nHros para a-
lampadas ou candeiros, as lalioas ou folhas de inogno ou oulra madeira lina, e lias-
les de qualquer madeira.
Pagar 25 p. c. o ac, alcalro, tinco em barra ou em folha chumbo ein barra
011 lencol, eslanho em Iwrra ou ein vei'guinba, ferro em liana veigiiinha, chapa o
hurlarlos para fundico. folha de Flandres, gallia de Alepo, lata ein folhas, lati em
chapa, inarhni, saluie. vime, bacalho, pene pao, e qualquei oulro, seccu ou sal-
fado ; bolacha, carne secca ou de salmnura, herva-doce. farfulla de trigo, pellicas
ranea ou piuladas, cordovoe* ou coi les de liezerro para calcado, liezerros'e couros
envernizados, cnuros de poico ou boi, salgados ou seceos sola clara fiara sapateiro
ou correeiro, come e caparrosa.
Pagaran 20 peo trigo em grao, barrilhe, canolilho Mpigullba, fieiras, (ios,
franjas, lanlijoulas, palhetas, passainanes, sendo de ouroou prata entrefina, ordina-
ria ou falla : galuet da nuini natureza, ou tecidos com retro/, ludio, al'-odao ou
*eda, rendas ou entreluci* de algodo nao bordados leudas de filo, as oe^lgodo,
relroi ou Irocal lencos de cambraia de linho ou algodio, e Imudas de retro de
malha.
Pagar 10 p c os liyros, mappas e glol>os geographicos, instrumentos matbe-
maticos, de physica ou cbimica, coi tes de vestidos de velludos ou damascos borda-
dos de prata ououro fino ; retroz ou tracal, t cabello para cabelleneiro.
Pag.iijofip c. o ciinuiillio. cordo de fio espiguilha, fieira, IIos, Iranias ga-
lio de hoou palheu lantijoula*. pall.ela, rendas, cadareos e lodoso mais obiec-
tos dcsla naturexa, sendo de ouro e prata fina,
Paga o 5 p. c o carvo de pedra, ouro para dourar, ou quaesquer obras e
ulensis de prata,
Pagart 4 a. c. a* jolas deouro ou prata, ou quaesquer obras de ouro.
Pagar 2 p. c o* diamantes e outra* pedras preciosas solas sementes,"plan-
as e racas nova* de animaos uteis.
Pagar 10 p. o. tedas os mais objectoi.
Os gneros reexportados 011 baldeados pago I p. c. de dlrelto* alean da arma;e-
eapm; e o despachanU presU llanca al a approvacio desU medid* pela Assem-
blea OeraL '
Concedein-e livre* de armaienageas, por 14 das, as mercadoria* de Estira r
dou* rneie* a* oulras e (indos estes plato*, pagar//, p. c. ao me> do respee-
*e valor. .* e
Ch rdireitos da* fazenda*, quepago por rara, dere entender** rara quadrada.
Odir*ito* nao poden *er augmentado, dentro do anno financeirn ; masoGo.
remo poden mandar pagar em moeda de ouro ou prata urna vigsima parte da* que
lorein ma.ores de 6 e ineuare de 50 p. c. do* preces dal mercadoria,, ou metano
dnui'iuil-os, segundo Ihe parecer
O Corerno sis autoiado a eiubelecer um direilo dTerencial aobrcot genero*
de qualquer naro, que *olrecariegar o* genero* braiileiios de maior direilo nn.
iguaes de oulra naci. 1"*
Os artigo* nao especificados na paula pago o direilo ad valnrem (obre facture
apreientada pelo despchame: podendo poiin ser impugnados por qualnuir oici.l
da Alfaudega, que ein lal caso paga o impone da factura ou ralor, e o* dirtiioi
."No raso de duvida subre a elassificaco da mercadoria, pode a parle requer,,
arbitramento para designar a qualidad, e valor da pauta, que Ihe compete.
Sao isentat de diieito* as machinas anda nao usadas no lugar, em que Inr
importada*. ^ "
EXPORTACAO (>i direltos pago-se sobre a avaliaco He urna paula sema-
nal na razao seguinte 1 Assuc-r II) p c. Algodio, caf, e fumo 11 p c. Atoar-
denle couros, e lodos os mais generas 7 p. c. Alem destes direilos pagio se as
lata* de 100 r* em cada caita, de 40 is, em cada fecho, de 20 r* e. cada barrica
ou sa:co de assucar, e de 4o rs em cada sacca de algodio.
Couros e todos os mais gneros siolivres He direilos para os porto* do Imperio, 1
excepcao do algodao, assucar. caf, e fumo que pago 3 p cea* laxas por volume
sobre o valor do mer-
Os melaes preciosos em barra pago de direilos 2 p c. *oL _
ido ea prala e o miro smoedado nacional ou ejlrangeio paga uuicaineule V, p. o,
Os escravos exportados pago afOUO por cada um
DKSPEZA DO PORTO As embarcaces nacionses, ou eslrangeires, que
naregao para fora do Imperio, pagio 00 rs de ancoragein por tonelada: eas
uacionaes, que navegan entre os diverso* portos do Brasil 9C n As que entraren)
em lastro e salurein com carga e vice rer*a, pagar miiade do imposto sonra c um
terco as que emrartm, esahimn em lastro; e mesmo a* que enlrarem por franquis,
ou escala quer enlrem em lastro, quer com caiga Desta impo*icio pn m serio
isenlas as que inipoitareiuinais de 100 Colonos hranco*, e as queenlrarem poi anillada
lorcada, com lanto que eslas 11S0 carreguem, 011 deseaneguein s menle os genero*
uecessanos para pagamento dos reparos, que fizerem.
VRIND.VSDE NAVIOS-As emb.rcace* e.trangeiras que passarem a ser
uacionars pagao 15 p. e e as nacionaes, mudando de pioprletano, ou de baudeir*
pagao 5 p, c. sobre o ralor da renda.
REVISTA SEMANAL.
CAMBIO Ha aradores a 2T '/, d. por 1*000.
AS-UCAH Kntradas mui diminutas, do novo lem ebegado afgumas careis
que se vendeu por 2*720 e 2*800 o brancoe 1*600 e 1*640o mase.vado.
A'-,'<,'1AO Pouca ipiantidade enirou, vendas conforme quotaco.
COUROS Abundancia |>oi falta de compradores.
l'AlilMIA DE TRHO Nao bouverio entrada*: o deposito pouco dimi-
nuio pelas vendas serem mui limitadas.
BaCA MI AO Ha I urna pequea quantidade de roa qualidade.
CAHftE DE CHARQUE Nao enliou carga alguma, pouca* vendas, o deposito
he de 48:000 arroba* e em geral de m qualidade.
Resumo das EmbarcacSes existentes nestt porto no da 26 de Settmbro Brasileiraa ,............... a
r. 1 f "'-..... .....,...,., ZO
n-......................................................... I
Dinainarqueza................ ,
,Zea.''..........................................................
K* ;............................................................
rT"a...........................................................
Sarda
A Provincia gola Iranquillidade.
Total
1


mm
LISTA tas Embarcayes existentes nesle porto at o da 26 de Setembro de 1846.
BNTIUDAf.
1840 Alnil
Jiiiili
Julho
a
Agoslo
'rtenihro
DONDE VE*.
Junl-.o I"
irle ml.ro II
II
Setembro

Setembro 20
Maio i
Agosto 31
Setembro 4
S. Matheus
Itio Grande do S
Rio (rancie do 8.
tata
Rio Grande do S
R. Grande do Sul
Rio de Janeiro
R. Grande do S.

Am
A recaly
Rio Grande do S.
Parahiba
baha
Babia
Maianho
Ass

Vtaranhao
Rio Grande do Sul

Porto Aleare
R. G doS. e R. J
Rio de Janeiro
R G doSnl
Am
C.alo
Londres
Herr deGrace
Rabia
Liverpool
Figueira
Montevideo
New -Orleans
G.M eGil.raltar
CaKO.
sumaca
brigue
bricue
sumaca
b'igue
brigue
bricue

a
brigue
(talacho
I ligue
b -ec
Hiate
sumaca
b -ec
sumaca
brigue
Catacho
rigue
l)arca
biigue
a
patacho
[ligue
brigue
barca
brigue
biigue
brigue
barca
galera
bri-csc.
Ligue
talacho
rigue
KACAfl.
llraiil.
delga.
Din
Franc.
Ingl.
Porl.
Sarda
MOMU.
Santa Mara Boa Sorte
Deos-te- iuarde
Felii Destino
Helicidi.de
Independen te
Santa Mara Boa-aorta)
Casualidad
Echo
ero
Feliz
Flor da Verdad*
(astro I.
Henriqueta
S. Antonio FiordoRiet
Santa Auna
Josephina
S. Joo
Desengao
tupe ranea
Tigre
Generosa
Argos
Oous limaos
Novo Saraiva
Paqu.le de PaMtabuCO
Coinjtetidor
Amelia
Louise
iNelie Mathild
Countess Durhatn
Elisa Johnston
Col um bus
Josephina
Pylades Si Ore
Providencia
Daro
TONS.
II
III
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1*1
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III
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14
17
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I
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II
1
108
141
81
17
MMTM.
Manoel Joaqu'm Nunes
Mauoel Jas de iterado S
Manoel Pereira da Si
Jos de Freilat
P. J Pereira Dutra
J. I, Dits dos Praxer**
Manoel Ignacio Correia
Manoel Luix dos Sanloa
Joaquim Pedre ata S Faria
Alesm.dre Jos Alvo*
Luis Gostcalves Victoria
Jos Marta R ibas
Jos Joaqun .Ivas da Silva
T. Goncalvea d'Almeida
Joo de Deoe Pereira
Jos Mar Itarhota
Urbano bas dos Sanloa
Jlo Antonio da Silva
1. a. Goneeives dos Santos
Daaningos remira
Joa i!a (Jlivcira Soasa
los da Costa Pimtnta
Jos Antonio Mara
Joaquin Bernardo de Souaa
Joio Coasalvrs Reis
Ignacio Maique* da Fonseca
E. Nodson
L. Elberg
Giilbert
Tyler
Wra. Dooaldson
Daniel Creen
Manoel daCosua Silva
Antonio Girandelo
M Ivolich
Domingos Buuano
Jos Velloso Soaret
Baltar Oliveira
Pedrt) Lias ates Santos
A. Joaquina de Souxa Ribeiro
Manoel A Wat Guerra
Aaaorlm Iranios
(', uadino Agoatinho de Barros
Jos Pereira da Cuaba
Leo pobl Jos da Costa A raujo
P. I. Flix da Rana fe Irmio
Larvalbo Gomes
Ainorim Irmios
F Jnaquim Pedro da Costa
Jos de Oliveira Campos
Novaes fe C
Manoel Duarte Rodrigo*
Jos Mara Barbota
Jos Antonio Baatoj
M Joaqun Ramo* e Silva
Nassimcnto fe Amona
A mor I m I restos

Joo Francisco da Crea
Machado fe Piahetro
Lerpoldo Jet Feliciano Jos Gome*
A Orden
A ordem
Adour fe C.
Latham fe Hihbert
Johnston Feter fe C.
Me. Calmont fe C.
F. Jote Flix Rota fe Irme
M. Joequitr Ramos e Silva
Le Bretn Schramm fe C.
Oliveira Irmios fe C.
MtSTutO
Aracaty
Arecaty
Angola
Maotyd
Cear a Mar.dl.to
arribado
Liverpool t Par.*.
Liveipooi
Pernambuco na Typographia de M. r. de Paria,lili.
saMaaaaaHaMaaaai
BaTaTmTTaTaTMMMsMBTM


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