Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08403


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Full Text
Aimo de 1846.
Sexta feira 25
O DIARIO public-se todos o dias que nao
forem de guarda: o preco da easjtflatur lie de
4OO'i rs. por quartel, pg<" adiantadns. U>
annuncios do asignantes So inserido!i _ro
de 21 rei! por linna, 40 ri! e n tvp.. difieren-
tt, e .. repetice pe e*h. O que nao fo-
rero asonante* P.rSo 80 1*1 por linea, e 180
em ijpo difieren te.
PHASES DA LA NO HEZ DE SETSMBRO.
lji chela iStlIO hore 40 minutos da m.n.
Miueo.nle. 12 as 9 hor.se 11 m.n. di man.
la nova 20 a i horas e l min. da larde.
Crescente a 28 as > horas e mioutos da man.
PARTIDA DOS CORRF.IOS.
Goianna e Parahvia Secundas e Stttas feiras,
Rio Grande do Norte, cliega na! Quartas feiras
no meio di e parte nas mesinas Iioras as
Quinta! Tetras.
Calm, sterinhacm, Rio I'ormoso, Porto Cairoe
Mcevr>. no l., II e '.'i de cada raes.
Garanluins e tionito a 10 e24.
Boa-Vista e Flores a II e 28.
Victoria na! Quinta! feiras .
Olinda todos os dias.
PREAM\R DE H')JS.
Primeira as R b e JO minutos da manha.
Secunda as 8 h. e a minutos da Urde.
Setembro.
Anno XXII N. 15.
das pa semana.
21 Reanuda S. Mathcus p. e Evangelista; s.
Eflaeni*. '
22 Tere S. Mauricio, aud. do 3. do civ. da
,, e J de pe* do 2. dist. do t.
19/*/ 1 V., C UV |,- *"- -......---------
yy 23 Quarta S Poliicna, auH. do J do civ. da
2. v e do J. de p.> do 2 ilist. re t.
24 Quiuia S . aud .lo J.fie orphos, e
I I municipal da I. vara.
U Sesta S Pacifico, aud. do J. do civ. da I.
v e do J. de |>i do I. dist. de t.
20 Saldado S Cipriano aud. do J- do civ. da
I. v., e do J ile paido I. dist. e do J. de t.
22 Domingo S. Aderilo.
CAMWOS NO DA 24 DE SETEMBRO.
Cambio sohre Londres 27 d. p I 60 d.
Piia3S5 ris por franco.
.. Lisboa I0G/Ude premio.
Desc. de letra* de boas fumas I '/, |>. /,0tnet.
OuroO ,ct hct|.aiil,olaS JO.'OOO a Jl|2oO
ftl ilasdv Oitnn vel. IOjTOO a lM(W
.le 61400 nov. I6000 a 160100
. de 4000... 9#(100 a 9 2(ln
prata Pataces....... 14990 a 2/H0
Peso columnares l|990 a 2|000
. Ditoi Mexicano!. if00 a l|9J0
Miuda.......... I|" '800
A croes da Comp. do Belieriue de iOOOO ao per.
DIARIO DE PERMAMBUCO
INTERIOR.
S E R M A 0
pregado ao catholicoe alleme dt Petropolts, nodia
di S. Vedro. 29 dt junko de 18i, por Mr. Bedx-
ni, internuncio apostlico no Rio-de-Janeiro.
Pe segunda *ei, meui amados irniBos em Jetut-
Chritto, recebo a f>rnde consolarlo de me r et.'re
vi : tratemos, pois, de (irar partido desl* circumsian-
ci, para maiur proveito de instas almai e gloria de nos
ia tanta regiao. A solemne festiiidade. que boje ce-
lebra a reja universal, me olTerece proprio e opporlu -
no entejo para corroborar a vo*ta fe, e rerommendir-
vot a maior conilanci* nella. Quando Jess Chritlo
edificou a sua igreja, deo-lhe na peno* do principe dos
apolllos o mait solido fundamento declarando o po-
dra angular diquelle immorlal edificio, incumbindo-
Ibe particularmente a direccao e pasture i do myslieo
rebino", e promellendo-lhe estar com elle al i con
summaeo dos terulos. Fundadlo admiravel, encargo
sublime, prometa a maii consoladora .' Se, pnrrn, o
Divino Mettre e Redemplor no so ja tinha recommen-
dsdo e incumbido a todos os su* discpulos a preicsc!
do Rvangelbn por todo o mundo e a tolas as crealurai,
como eicollie depon uin no ilVritre elles para base da
la 'greja, e Ibe communica o poder supremo, poder
lio estenio, to sublime, que chega a poni de (echar o
abrir o meimo reino dos coi ? Como be, que i a el-
le ordena e confia o altisiimo encargo depaiceroleu
rebanho, iilo he, de inilruir n leu puvo na verdadeira
f ? Em nenhuma eircumstancia procede a tabeduria
dilina ao acato, e muilo menos le contradiz em suai
obrai, sendo, como beem ludo, sempre (ecunda em
Uteis eiublimei inilruccoi'i. He, portsnto, necesiirio
considerar com devota lubminio esle acto solemne, pe-
lo qusl o meimo Jeius-Christo constituid au apstol..
S.Pedro chelee principe de todoi os oulroi, e pedra
fundamenlal de um edificio, que, eiposlo ao impeto de
mil adversidades, tem de permanece! inconcusso al a
consunimacilo dos erulos. A unidade, asanlidade ea
verdad da sua igreja, quero diierd* tua l, da la
dnulrina e do eiercicio do seu cullo, aiiim o eiigiio,
e be por isio, que s por devota tubjeicio a Pedio, e
por elle a seus succeisores naiua cadeira immortal, le
comera uuia, se aperfoicoK sania, e se reconbece ler-
dadeira ella igreja, obra no humana, mas totalmente
divina ; lilho nao d'i'speculaio ou de mundano inte -
resse, mal sim da sahedoiia eterna ; espoia de Jesui-
Cbristo, que nasceo corno pobre, viveo peneguido, e
morreo crucificado, deiando-noi o triplicado Iheiou
ro da iui doutrina, do seu eiemplo e dos seui milsKrri.
e reigalando-nos a cusa de seu divino sangue da eicra-
v idiii du peccado.
Ora, bem sabeii, que a igreja quer diier ocieda
de doi fiis, e a rasao de scrordo com a ctperif nria vos
ten j convencido de que nenhuma sociedade pode
subsistir sern uniformidadu de principios, de tenden-
cias e de arelo, carecendo de um centro, a que se pona
recorrer, e do qual se possa partir para constantemente
conseriar se esta eiiencialissima uniformidade nomo
limentu successiinde ioiln o corpo anociado, isto he,
uniformidade na applicacao dos principios, na eiecu -
ca.i dos actos, e na cnnsecurSo dos fina.
Todo o reino dividido entre si sera desolado, disse
Jeius-Uhnsto ao Fariseos ; e desde a mais populosa
naci al a familia rnaia resumida ; desde o ii.au es
tenso imperio al a menor corporacSo, so verifica esl.<
desolarn, logo que o santo e lalular piiocipio da uni-
dade naufraga nas syrtes da dinslo. Logo, Jess
Cbristo, idbedoria eterna, nso podia deiiar de impri-
mir na sua igreja este carcter eisencial e sublime, nem
por consequencia pria-la d'um centro principal, nico
MEMORIAS DE UM MEDICO. (*)
por allanare jumis.
PRIMEIRA PARTE.
CAPITULO V11L
fMlt.
Desta ,p*> bario, oo porque a cunta Ibe perecease
excetiiva fanfarrunada, ou porque a au ouvivse, ou
porque einfirn, lendu-a muido, nio deaeilimasse vflr
a casa vre du extravagante hospede, teg.no c.m ua
olhusa Andrs*, al que desappareoeo, e, logo que o
aiim do crevo Ibe provun, que ella esteva uecupada na
aaln viiinha. offerecen-ie a Balsamo para o condusir
a prxima aldeia.
Teulio mu oarallo, dilae elle, que talles arreben-
le, mas que einfini ha de chegar, e ao menos V. seohu-
4 () Vido Dietrie) a.' 212.
conservador e msntenedor daquelle carcter : por isto,
depois de bsve-la fundado com sua divina e celeste mis
tilo, depois de t la enriquecido com sua doutrina. e
com a sua graca na fonle perenne dellast, que Ihe dei
ou nos Santos Sacramentos, depois de a ter sellado
rom o sea precilo sangue, santificado com os seus pro
digioi, sublimado com a entinarlo da la gloria, da
qual quit dar aos apostlos urna amostra oo acto da sua
tramfiguracSo, por cumulo de benrficio, para garanta
de estabilidad, e signal ronilante. e visiiel d'unidide
inilelerliiel, eilabeleceo em Pedro, quando prximo
.le.x ir o mundo com sua lanlisiirna bumanidade, o
centro da umdade. que tanto havia recommrndado, e a
base do myslieo edificio, chamamlo-lhe por essa rasao
pedra, contra a qual jamis poderia prevalecer todo o
humano esorco, lodo o oriiulho terreno, e sle as niei-
mas portal do inferno. Santa deve ser, poit, a igreja de
Jpsui-Cbnsto lana por leu dmno lundador, que he o
sanio doi tantos ; sania pela tua doutrina, que, romo
derlarou o Redemplur do mundo, lie a de leu eleino
pai ; sania pela grc* doi Suciamenlns, que santificio
a alma ; sania pelofim, que nc aguarda, que he a li-
sio beatifica ile Deot no reino dot cot; santa finalmen-
te pelo que difiere de infinitas aisuciacOes humanas, qut
bem longe eslao de ler ron,o a nona igreja, verda-
deira esposa de Jesus-Christo, lodos os caracteres de
tantidade, que venho de notar-tos. Como, porm, po
der*5 os homens distingui-la dessas associacSe*. como
poderemos nos conseriar lio preciosa sinlidade, sern
um centro d'autoridade, de vigilancia, de doutrina e
de muslo ? centro d'autoridade, que communiqu un
poder legitimo, e que dislnbua um legitimo exercikio
de sanio ministerio, autoridsde, que, almdisso. seja
idnea para corrigii o erro, para castigar a pertinacia
nelle, e para extirpar qualquer licio opposlo I sanlida-
de : centro de vigilancia, para nio deixar brotar a zia-
nta no campo mysii.ro, pira arranca-la com prudente
esmero, quando nnscida, e para impedir, que o espiri-
to das Irevas, inimigo jurado do homem deji/i ay pri-
meira doNeiit duparaizo, nio seduza. ijio ij^erla,
nio corrompa cnracOes tsniilicados pela gravWedesli
nados i consecuio d'uma tanlidade perleila e consum-
mada : centro de doutrina, para que permaneca sem-
pre a mesma, santa, pura e divina, que foi ensillad por
Jesus-Christo, para que teja ella a norma de nossasac
(det, o fundamento da nossa f, a lu do nosio e>pirilo.
a consolarlo doi nossos enracdei, o ooiso lerdsdeiro
guia, emfim, nos caminhos da perleicio e da santidad ;
cenlro de missio, finalmente, para que rom certe/a co
nbecamoi, que se nos falla em nome de Jesu-Chrislo,
e que em lirlude desse nome sacro-santo somos liberta
dos dos laoos do percedo, e restituidos agrada rel"
legilima adininiilracao dos Sanios Sacramenio*. Todos
estes elementos, neceisanos a ssntidade d tua igreja,
r. uni Cbristo. Senhnr nosio, no principe dos apost-
lo!, e o rontolidou naquella pedra, que escolheo pare
elicerce da mesma igreja, e quo herom rasio compara-
da oo eicolho. conlra o qual ni quebrarse a furia das
man tormentosas ondas, lem quo jamis conia mov
lo ou desloca-lo E na lerdsde, enm que impelo le nio
teem arremesudo contra ella as perseguieesdo inimi-
gos. as heresias dot propnoi lilbos, as verligens das
paix6esbumanis ? Masesla pedr myitenoia, tempre
firme e inabalav.l. embolando todas ai armat, que ron-
Ira ella se teem l.r-ndid ,,n iilimi. triumpbanle e trun
quilla a ser o sustentculo da igre|a, a maravi!ba dos
teculos, e a d. senperacao dot que ousio combale-la.
Tudo itlo. porm. era necessanu para indubitavel re
conhecin.enlo da verdadeira igreja, isto he, daquella
que be realmente filha Ja eterna tabedoriii, e nao obra
da intelligencia humana. E rom elleilo, oque llavera
sobre a Ierra, de que os homens nio tenbo abus.nl.. .'
As paixdes sempre Alerta tudo invadem, e com seu im-
ri* lera certei de dormir rommodanienle ; nio por-
que falle um quarlo eunia rama em Tavcrney, mal por-
que eu ruinlo a buspilalidade a meu modo. Tudo ou
nada, he a tumlia divisa.
Entio, V. senhuria detprde-me, diste Baltamo,
orrultaitdo tob um liirriio a repugnancia, que tenlia.
He tralnr-me ooinu um inipurluno.
A f quena"! antes he irat-lo como amigo, meu
charo ho.pede. Al"ja-lo aqu, be que lora quercr-lhe
nal. He cmn grande petar meo e por deaencargo de
uMcienoia, que Ihe digo isto, porque na verdade mui-
lo simpalhitu ooru o senhor.
Se tiinpathisa cominigo, para que me ubriga a le-
vanlar-nie, quando me mol,, fatigado, a correr a caval-
l.i, quando podra eslender o* brac. edesentorpecer
aa pernea em um leito. No exagere a sua mediorrula-
de, ertru, ae nio quer, que Ihe altribua ni vonlade,
que me seria pessual.
Oh! leaiiimhe, dille o bario, dormir no cas-
lello : depois, procurando La One.....u < olhos, e *vit-
lando-o a um canto, grilou-lhe : Andad, velho mal-
vado,
L* Brie deo lioiido algn* patio*.
Enlo,*nda, diabo! Diie-me ci, aehat, que a c-
mara verinrlha e*lar no cato de te dormir nella?
__ Poroert que tiro, senhor, responden o velhu
criado, poit que he a do Sr. Filippe, quando Tem a Ta-
verneT.
Pode ser inulto boa par* uro pobre diabo de te-
nonto, que veta paitar tres mese* ero cata de um pai ar-
ruinado, e muilo tua para um rico fidalgu, que viaja
pela potta a qoalro cavalloi,
puro contado nada Jeiiio na sua virginal purexa e in-
tegridade. Or, sendo a igre|*, como he, romposla de
homens, devia necessariamenle experimentar esta fu-
nesta verdade ; e por isto. sinda oo berco, he dilace-
rada por furiosas ,ii..'nenes, desfigurada pelos aophit-
mat dos sabios, atacada por lodos os lados pelo delirio
de paixOis diversas, inculcada finalmente aos incautos
debaixo de dilerenles cararterei. Anda tiiiio ot pos
lose ja a heiesia se empenliaia em manchar a purera
da f. e desde aquella poca at hoje esta desgracada
filha do orgulho humano, deluno de mil formas o de
mil iniii.es diflerenles, que fielmente acaraclensio,por
que o erro varis ao infinito, e s a verdade he snmpre
urna e a mesma ; esla filha do humano orgulho, digo,
le agita para perlurbar e aflligir a verdadeira igreja,
sua singular inimiga, mas ludo itto por permissii di-
vina, poii que a mesrna verdade eterna declarou, que a
berrn era necessaria para subjeitar os fiis a proias te-
guraa. e para arrrescenlar Ihes o mrito da sua f. Em
lio dilcil econlii.ua luc* quem podera, porm, soc-
corrfi los. dirigi-loi e confirma-loi no eaminho seguro
e direito ? Com que signal se ipretentiraa para serem
reconhecido ? A que etlar.darle deverad reunir se pa-
ra combaler e lriuni|.har ? Ah ludo esla symbolisado
naquella mystica pedra, em que se bas o espiritual
edificio, que.fundado urna vez por Chritlo, Senhor nos-
s>. ba de iofallivelrnenle ittin ir ao seu grandioso des
lino.
He, por consequencia, Pedto, que. por meio de seus
venerandos successores. vlie, ha mBls de desoll secu-
l.is, e que, por Igual e nio Inlerromplda successo, vivi-
r nelles, al aquelle da, em que a Igreja cantar na ce-
leste Jerusulem o hwi.no do Inumpho, a melle, que in-
dica e manlem verdadeira a igreja de Jesus-Christo ;
aquelle. que, em desempenho de lio sanio encarno, se-
para o trigo da ziania ; aquelle. que fornece ao mysli-
c. rebanho um pasto verdadeiro e salutar; aquelle, que,
urna vei convertido, confirma a seus irmios na veida-Sei-
ra f : aquelle, que, com as mysllcas tbaves. dadas, nao
por qualquer potencia da Ierra, nem pelos sabios ou
grandes do seculo, mas pelo proprio Jesus-l'.hnslo, orl-
gern e principal mrito da nossa elerna salvacio, abre.nftn
os Ihesouros do mundo, mas sim o reino dos cos. He
Pedro, n'uma palavra. quem ludo liga e desliga sobre a
Ierra, e lanibem he s por relo delle, que ludo se ala e
desala no co. O que acabo de dizer-vus, meus irmios,
nao f palavras nem lovencoes dos homens, o proprio
Jess Chrislo o deixou consignado no precioso deposito
das sagradas escripturas, e o santo Evangelho, que, an-
da ha pouen, vos II, vo-l annunciou, estando j fulmina-
da a sentenca conlra aquellrs, que, ou o nao acredho,
ou Ihe torcem o sentido, o qual di* : Qui non estmecum
conlra me el; qui non colligit mecum dispergcl. Qu> m
nao he por mim, he conlra nnm ; quern nao colhe corn-
migo. drspeidica. Da i, portento, muitas grecas, meus
irmfins, i Providencia divina, por vos ler admillido ao
selecto numero daquelles, que milili debaixo das bao-
deiras do principe do* apostlos, uniro conductor legi-
timo e eterno da igreja de Jeus-Chiisto. Dai-lhe infini-
tos louvores, por perlencerdes, na qualidade de calho-
licos, a ela igreja, que he tima, santa e verdadeira, da
qual a mystica pedra he, nio s a base, mas tambero a
prova, 0 aislinclivo, a forja, e, emfim, o seu rali bello
e u.ai* sublime ornamento. Dai-lhe gratas, porque, li-
gados iquelle centro, ni m sois disuadidos, como dit S.
Paulo, por todo o vento de Uoutnna nem lio uouco an-
gustiados pelas inauielatdes da duvida, ou mortificados
pelo fermento de falsas opinides. Este centro est em
Itoaia, onde Pedro cumprio seu glorioso martyrio, e na-
quella cidade eterna mura de assento seu legitimo suc-
crssor ; e de la parlem e se dillund. m por todo o uni-
verso as verdadeiras doutrinas, os verdadeiros pastores,
a legitima distribuicio dos espirituaes poderes ; be,
prtenlo, urna gloria para vos, assim como um direito,
o titulo, que tendea, de calholicos romanos, por eslar-
des seguros, que daquelle cenlro e daquella pedra lun-
damental recebe vida e apoio, norma e seguranca, a vos-
saf.
__ Aisegnro-lhe, lenlo.r bario, diste Bjlaaiuu, que
ha de er eicellenle.
O bario fi-x una narantonha, que queria discr: vtii
bem, aei o que he.
Depoi* em vos alta :
__ Da, poi, a cmara vermelhn ao senhnr bario, con-
linooii elle, j que S. senlo.ria quer por forja ior cura-
do do desej de tollar a Tnverney. Curo que eolio, o
tenhor iuniite orn dormir aqu ?
Sim, senhor,
Entretanto, eapere, haver um roeio.
Par* que ?
Para que V. icnhoria nio faca o eaminho ci-
vllo.
Que eaminho ?
Que val dnqui a Bar-lo-dnc.
B.'ltaiuo enperuu o detenvulvimento da propnaicio.
O* cavalloa, que Ihe troucerao aqui a carruajero,
tio da poala ?
Seui dovida ; a nio seren deSalanai.
Ja .....Im.brei, que aitim pudia er, porque pen-
toaque V. louhuria nio est muilo mal com elle.
V. senhuria me fax muito maior honra do que en
nereco.
Poia bem e c*v*lloa, que Ihe iroucero a oar-
ruagem, podem torna-la levar.
Nio, porque do* qoalro re*llo doul. A orru-
gem he petada, e ot -avallo* de posta devem dormir.
Mas urna ratu. Coro effeilo V. senhuria est firme
ero dormir aqu.
Eiloii rirme hoje, para o lomar a ver amanilla.
Quero le.leniunhar-lhe o meu agradecraento.
Ose ubux tem um sacio uuio tiiuplct para Uto.
N8o vos deiiels llludir, neos irmlo!, por quem o
contrario vot annoncia. qur leja com lingoagern fran-
ca, qur com palavras de seduccio. Sel, que mullos dos
que nos rodelio, mas que na proflulo da fe nos oio
pertencem, persuadidos no intimo de tua* conscleoclat,
que nos nio ettamot em erro, e agitado! pelo temor de
viverem nelle, procurio persuadlr-vos, que a rellgifio
ralholica he a mesma. queseguem os protestante!, que
pouca ou nenhuma diflerenca existe entre a vossa e sua
crenca religiosa.
Atlendei bem, meus amado! irmios, que esta lingoa-
gern he engaosa, e ni falta de insidio, para apartar-
vos daquella pedra. em que se basa a nossa f, ou pi-
ra despenhar vos no abytmo da mais homicida IndirTe-
renca. A verdade he timai. nio pode encontrar-seen-
tre elementos discorde. Se algum de vos disser ama-
nilla, que eu prguel hoje, e outro asseverar o contra-
rio, he impossiiel, que amboi dlgio a verdade, um
delles ftllari necessarlamente verdade, e o outro a
confirmara ; se um disser que tralei da f. e que vos
animei a conflrmar-vo! nella, e o outro lllrmar, que
fallei das cousai do mundo, e que fot eslimule a viver
cada um tegundo o seu gosto, aquelle lera verdico, este
engaador ; um de certo procura Inslrulr-vot, outro
perverler-vos ; um avitar-vos, outro leduzir-vos ; um
seguramente vos ama, nutro vol atraica. U meimo
acontece nas materias religiosas, ou sio falsas ou ver-
dadeiras : onde houier uniformidade de principio!,
unldade de acrii, Idenlldade de flns. ahi est a verda-
de ; onde, porm, se nolar dilTerenca. variedade, con-
tradirein, nio he possivrl. que a verdade deixe de estar
ahi desfigurada ou almenada. Seria demasiado longo
enumerar-vos os puntos, em quedifferem da lgre|a ca-
Iholica ot membros dat diiersa crencas protettanlel.
Nio devo nem pretendo chama-los agora a urna disputa
qualquer: longe de mim a intenciu de perturbar-lhes
o somno. Sci, p.im, que me he licito e.amina-Ios e
,' i; Ir,ma los i oio vosco, e. caiiiullado o dever da mlnha
consriencia. dlsposto a cumprir, ainda a ousla do meu
sangue as obrigacoes, que o meu sagrado ministerio me
irnpe, nao posso deixar de adiertir-vos, meu* irmios,
que he grandisslma. immensa, incnociliavel, a dille-
renca, que, em pontos de religido exitte entre v e el-
les ; dilTerenca, que summamente cumpromette, nio s
o socego de vossas consriencias ueste mundo, mal ainda
a vossa mesrna salvacio eterna no outro. No dogma, na
disciplina o no cito sio manifetlat eata* difieren cas.
Nio poderei diier-vos precisamente o que elles creem t)
professio, porque suas crencas nio apresentio urna ex-
prrsslo concorde e unnime, visto que be livre a qual-
quer delles formular a sua propria l, interpretar as sa-
gradas escripturas, e por Isso verdaderamente se pode
diier, que sao lanas as rellgides, quanlas as communi-
dades, as familias, e al os individuos de urna mesma
lamilla: posto, porcm. diier-vos o que elles ou nio
i ri'em ou nao possuem, como he notorio e manifest.
Ilirei-o o mais brevemente possivel. Para nos,'a f
nio nos salva desacotoprlibada das obras, e se est.ts ve
nao r, i.l .uno com ella : nos reconhecemos em Jess
Chrllto lerdadeira divindade e verdadeira humanidade,
urna, que (orneceoo preco. out'a, que tubmioistrou ma-
teria i reden.pelo; poli qu como homein morreo, como
Dos nos rtulo : para nos, a traca divina opera sern
ol) usa do humano arbitrio, deixado livre o ilomem,
para ler o inerilo das suas acedes, mas livre tambem a
divindade de influir nelle, como crealura sua. com um
poder niioi/ e infallivel. Nos veneramos em Mara Sao-
tissima urna malernidade divina e urna purea virginal;
cullo, que nos abre os coraedes s mais doces esperan-
cas, is consolatdrs mais suaves, porque a arredilamos
poderossima lolercessora das gratas celestes : col in-
vocamos o palio, mu dos Santos, e por isso recorremoi
com proporcionado cullo i sua Intercesiio no ceo, on-
de, bemavenlurados, reinio corn Jess Cbristo. Nos te-
mos Sacramento de expiaco, para os peccadore, a no
tribunal da penitencia se nos olTerece, em nome de Deol,
a saotidade dos conscihos, a ducura das comolacdes e t
graca do perdi. Temos Sacramento Eucbaristico para
os justos, qu he o real e verdadeiro corpo de Jesui-
Cbrilto, nio em tymbolo, ou figura, ou Imagem ou pre-
senta espiritual, mas sim o proprio salvador do mundo,
Qual?
Poia que eit lio bnu com o diabo, peca-lbe, qua
mo faca aehar a pedra pliilotophal.
Senhor harn, ae V. triihoria tem grande detejo.....
Da pedra philotoplial! etaa lie boa uratelenho!
Ser eolio precito, que *e dirija outra potaua
que o.... he o di l.o.
Quem lie etta peato* ?
I'.ii, cun. date Crueille, j me nio lembra em
que comedia, que elle me rectala, atienda que ba jun-
tamente .em aiinoa, ao paitar pela Ponte-Nova em
Pan..
La Brie, velhaco bradou o bario, que oumeoava
a aehar a onnveraatio prrigma a laea drahurai, a cora
eiiielliaule liuiuviu, v urna vala, para alloiaiar a
eiihor.
Ueu-te L* Brie presta oto obedecer, e, eroqoanto fa-
:ia peaq.iua, qnati tao duviduta uumo a da pedra pin
1 .auplial, ehamou Nioolina, para que fotie ella priiooi-
ro abrir n quarlo o nreja-lo,
IK'ixou Niculina Andrea i, ou aniel ettimou raui-
l. Andrea aullar eala onoatii'i de de|tedir a criada ;
porque liaba necettidade de finar a s* Com o teu pea-
aiiM-ntu,
0 bailo deo a* boat noitet a Balsamo e foi deittr-*.
Puxuu Balsamo o rologio, pnis ae lembra* da pro-
me**a, que Hiera a Althula*. Havia jidmi hora* e meta,
em ves de du**. quo o aabio dorma. Erio trint luiuu-
toi perdtdot. PorguHtou elle, poit, a La Brie, te a oar-
ruagem etlav* no motino lugar,
L* Brie ie*p,.udeu, que, ae ella nio tivutie andada
por ti meiiua, la dovia tur.
MUTILALX)


realmente presente ; pois que a rus santissima hi.-i-.i n
dis-e, e nuda pode nppflr-se a que a sua omnipnlencia
fibra lo grande e to ennstante prodigio. Temo Santa
Unre>o, para os moribundos ; teams preces. sacrilicios
e eip*rSa para ni difuntos. T-mossanli.lado >le mi-
rjiterio notacerdocio, qualifiraln. autorundo csanc-
lifirado nela sagrada anecio Temos o compendio d-
toda a nossa regiliin no incruento sacrificio do aliar,
que he renovad i ,|0 ,|,,,. f0\ ,,|J" r.-1.) i no Golgolha por
CbfitlU, Senhor nono, clima iscerJolo ao mesmi
lempo, sacrifii io, que he de eipiacio, e de propiria-
eo, e que ren le ao Creador o mis poro, sinlo e
solemne arto d adoradlo e de cullo, que a creatura
p le ofTereeer-lhe.
Temos Ihe-ouro" de indulgencias para diminuir a
pena da culpa ; temos rf'acii na cnmmuniJade das
orar'S, por n ser de mutuo auxilio, de reciproca
vant'gem; temoi unilormidado dedoutrina; tomos che
le visivel, que he vigari.) do Jesus-Christo na trra,
suecettor legitimo d > principe dos apostlos, que, ym-
bolisado na pdra milagrosa, he centro de unida le, de-
positino, defensor, guarda e interprete da l calb ili-
ca. Tudo isto nu nao conbeie, ou ni i se admilte,
ou se desfigura entre os filh as da fatal reforma ; e po-
der inda direrse, que entre nos e elles no lia diffe-
renca elguma i1 llavera teun'ridade. que o assevere, ou
Inucura, que o arredile ? Todos desojamos o inesmo
lim, dlzem elles, e assim ser; mas o que he crrto he,
que ti"ni toilos adoptamos os mosmos mrius, e que,
quando seteguem caininhos oppn que todos igualmente o consigo Todos, repelem el-
lis, doramos ao inesmo Jess Chrislo, e nos chama-
mos christins, he verdade; pnrAm, no aeguin lo todos
a meima doutrina nio podaremos participar lodos
contusamente das mismas gracas, da mesma sJvac.io,
da mesma gloria Roconhecri, pois, meus irmlos. como
e quanto difloris, na vossa f, daquellcs.que no leem a
mesrna in-dra por liase e por distimtivo, como V"B ten-
des, como na presente solemmdaile o recordis e re-
conheeeit. Lemhrai-voa, que lin^oagem ditlerenle des-
ta vos engaa, e vos alraicua, e que al, por dever de
< nirirnriH, nem vos he permittido oun-la. Em ludo
qwinlo [r eonremeilt no eommercm di vidt. sli pi-
ra rom 01 diiiidrnle>,nmigos, concorde$.unammts, pa
ci'Ktii eraruatiroi; iioiin, nos arlo de relinii >, con-
servai-*Of MMi'|iie liem distantes. V(jo fnj lis >onr
dad dillti, i prtslai-lhes lodo o auxilio t furor, mus
nio |.n;a s o i u lo commum, nao ronlundai* as ormoes,
e, oque mais impoita, nio misturis a instruccao e
educaran de vossos fihus.
li vos coniuro em iioiiu' da religiio, e at no da-
quellasinooc ntes creaturat, para que nao os mandis i
escola protestante, se vos importa ronserva-los na vossa
le, e firardei vos socgados e consolados em rostas cons-
ciencias. his-aqui, unus irmios, o que o meu sagrado
ministerio me nln iga a dizcr-vos, eis o que o meu cora-
rlo com as mais vivos insttneias vos recommends Con-
serva, pois, Me tbesouro, o nico,' que comtosco tiou-
lestes da vnssa chara patria Con energa, ion.l nc ia e amor igual as dos charos iridios,
que l deliasles, que nio cessio do ter dentro do curu-
ca o e da lamhranca os vossos destinos. Conaervai-n sobre
tudo pela purria dos coslumes, e pela pralica constante
das virtudes chri>lias. Ah, iiieus irmios, nio tenbo pa
lanas,que haatem, para recommendar-vosuma vida san-
ia, em ludoconforme eos piinripios da vossa reo .ifm. e
o meu coraran geni cantarla mente, quando sabe, quesos,
ou com delirios, nu com desorden*, a manchis. Ilivera
lagrimas suflicienles pata deplorar o homicidio, que en-
tre >s se commetteo, e que pela primeira vez espar-
gin solne esla teira o sangue de um de vossiu irmios ?
I.'"e humilhacio para n< todos, que infamia, que es
cndalo K que direi da deienfreoda liccnca, rom que
alguns do s que a mo de eos vos fere com desventuras, u iserias
8 pnvaide- as ma iriiiios, vos degrada e vos atrui^oa; e na verdad, romo
puliereis mantrr-sos na simplicidade e na innocencia dos
rostumes, que he o mrito principal da vossa laboriosa
conilicio? Cono induzreisos uniros a t rr, que u vosso
cslido he pobre e falto de iinnsol. ,6 -> ;' Acontece etsc-
[neile eoiiiii s. n o na fruida do monte Sinai. Emquanlo o seu conductor
fti>yss tratava com Dos ro rme do mesmo monte a
causa daquelle povo, e recebia o precioso IDMOUTO da
lei divina, tinha aquella gente amotinada frito um do-
lo de ouro, |iii n que se despojaran as nmlheres dos
seus enleiles, a fin de conliibuireui pura a (orineci do
bezerro adorado, e, dancando nticamente i roda delle,
consummaiio desse mooo o maior peccado e idolotria
Qual nio foi a colera de Moyss apena6 voltou da
divina communicacioT Sorprendido da mais junta ira,
atirou i cabreas da multtdio as divinas taboas, le
em pedamos o idoio inlaine. e, reduziodo-o a p, olui
gou aquelle ingiato e ignorante povo a engoli-lo. E
los, emquanto os vossos guias Iratio da vossa torte
Iiiforniou-Se depuia fialsamo do que era feilo de Gil-
berto.
La firic assrgurnu-lhe, que Gilberto era um pregui-
cuan, que devia eslar deitadu a maia de uma hura pelo
menos.
Balsamo aahio para ir acordar Allhotaa, depoii de
('Indar a tnpngraplna do caminlio da cmara veruiclha.
No Imviii ii bario mentido acerca da mediurridade
de,,i- quarlu ; a nmbilia corresponda a daa oulrai pecat
do ra lei io.
Um leilu de carvalho, cuja cubera era de velho d-
ih.ii-i o verde amarellndo, ciiuo a lapeCaria de fevldei ,
uiba mesa da iiicaina madrira, de pe retorcido* uum
glande rlianiiiie de pedra, que il.ilas.i do lempo de
Luis XIII, e i qual o fog, no invern, pojia dar cena
aiiii'pluiividade, niaa que a auvencia do ;o, no vera
dava liein (rale aspelo, balda dua ulenailioa rea|>ecil-
voi, balda de le una, maa em ronipemacAo provnl.-i de
gazelaa vi-lima i Uea crio aa alfaias, de que Italaamo ia
por una imite aoliar-*e o felis pruprielarin^ e a quae
ajunlarcnioa duaa cadeiraa euiu armario de pioln pill-
udo.
Emquanlo La Brie tratava de dar alguma ordem a
eaae quarlo, arejado pur Nicolina, que ae relirira ao
seu depuiadease aervico, Bal.,uno, leudo despertado A-
illimas, rcriilhia-ie para caaa.
Ao paiiar pela purla da tala, parou para escolar Au-
drua. Quando cala ae levantara da rueaa, observara,
que escapav* a ora mvateriosa influencia, que si via-
jante riercia .obre ella. E. para coiuLater ate o pensa-
liieiiin, havia-se pntto au rriv.
O* auna ciiigavau a Balsamo atrases da porta fe-
chada.
com as autoridades competentos, ao passo qun eu me
canco.para ,r vos nio faltem o* soceorros tamnoraen *
espirituoes, tul abandonis intemneranca do tliver-
iimento e s sedurr5*s do vicio. Ah qnal no deve
er a colera daquelle S'nhor, que ludo v. do qual a-
nicimeole depende toda a vnssa feliridade. e que de
tim momento para o ou'ro pode -rir- vos com leus jos-
tos castigos! Eslou afUclo. eu o repito, no fundo di
alms e vos peco e conjuro a viver modesta, resignada
o virtuosamente, a evitar, que as fadigas, a que por vos
me entrego, nio percio o seu mrito, retrihuindn-m'al
com uma vida conforme aos meus conselhos e incinui-
c6es Seitambem, que exlsle entre vos outro motivo
de esrandalo, e de pungento afTIircio para o meu ro-
racio. Algunsdos catholicos se leem unido em matri-
monio pelo ministerio do pastor protestante, isto nio
obstante a minha expressi prohihicin, nio obstante a
ntillidadn do Sacramento, a que se eipue. nio obstante
o peccado gravo, quoeim lal acto commeltem. Re-
pelirei mais claramente ainda, que devis abster-vos
lo tses casamentes, que nio podis esperar, quesos
catholiros possa r verdad'ira e eflcaz bancio qoem
nio sej padre calholicn. e quem nio tenha em si a
anUdade e a legitimidadn Jo ministi-ri i sacerdotal.
Urna tal ben;3o nada vale para um catholico, t-> 1 u-
niio be milis, sacrilego (al arto, nem se lisongeie nin-
guom de qini a verdadeira esanrtificante graca do Sa-
cramento desea e prospere o seu de-tino no acto o mais
solemne e o mais importante da sua tila. Qualquer
dos catholico!, qtiequi'er cassr-se. ou espere, que eu
venhi aqui, como tencin > fazer de vei em quando, e
u mesmo o alienen ire em nomo do Senhor, ou.se uma
legitima necessidade tornar urgente o negocio me
prorure na cflrle, aprotente-me os papis em regra das
'importunas permissas. e na minha mesma capella enn-
'egnri a calholica e legitima bencio, correndo por
minha conla toda despeza da viagm. e a indemnisacin
oela interrupcio do Irahalho afim de que nada se op-
ponha i pa; das conscicncias, seguranca da f e sal-
vacio das almas.
So me rasta agora rogar o Dador de todos os bens,
que os ronceda a primeira de lodas as gracas, que he a
persaieranc as boas obras, a constancia na verdadeira
f. A soleiiini'letiedesiedia vos manifest o fundamento,
vos recommenda a importancia, e tos assegnra o pre
mi dola. Dar-me-hei por feliz, se com minhas pala-
vras ronsi;o dar-vos ums ronsolacio, prestar-vos um
lujilio, para que nao vaciileis na f de Pedro, na reli-
giio, se cntende, calholica, apostlica romana. To-
dos o ngulos da Ierra resoio com seu nome. qur
onde florece em iar, qur onde entre as perseguices
se purifica qur nnde triumpha dos tormeulos do
marlyrio. Vitendo n'um paz catholico, ao abrigo de
leis e da autoridade de um sobetano catholico, be do
vosso dever fa/.er, pela pralica de todas as virtudes de
urna vida pacilica e tranquilli, com que floreca a reli-
giio santa, que prolessais. Pela minha parle, nio del
zarei de pedir por viis. meus amados irmios, no sne-
lo sacrificio do altar. Dos sabe quanto sois charos ao
meucoracio quio amanenle tos amo em Jesus-
Chrilto, eacredilai, que o m- Ihotel momentos da mi-
nha vida sio aquellei, em que meacho rodeado da vos-
sa ami/ado, conlumlido nos eiercicios de vossa devo-
cio. e seguro da vossa f. Comvosco desejo partici-
par das alegras e das tristezas, j que nio tendea ou-
iro padre, que vos talle da vossa religiio, na vossa
lingoa natural, e de todo o meu coracio, por lr-TOl
em lio rstranba Ierra, desvalidos e orpbios, como li-
bos vos accedo, vos abraco e vos abenco.
~" mi 11 n i iiiimr-i ni i i un m n iiiibiiiiih
''"le. que a recitou, tem, de mais a mais, o mrito de
ir por os nossos subscriptores a par dos negocios dessa
colonia, que tio vital difcussdet produzirio na cmara
los Srs. doputados em a sessio deste anuo, e que ainda
ficirio para ser decididos na seguinte.
Ante-hontem na l de O'inda, e honlem em a ma-
triz do bairro de Santo-Antonio, IwerSo-ie eiequiai
pelo finado papa Gregorio XVI.
eoMiVaOCio.
Alfandega.
itKNiusiRNTo do du 24................6:895*768
feiearrtgaO hojt 25.
BrigueAoizican is de ferro e chumbo.
PatachoWaria-Joaquinaiin\\oi e peixe.
Uriguo!Veie-Mathilde mercadoriai.
Patac oNovo-Saraivalumo.
tamento : para estes ou carga, e para ambas as con,,
'rala-se com o capitio ou com Manool Duarte Radr.'
Siles, rna do Tranii-he. n. Suri, ^,
liCoes.
Consulado.
Rendimiento do da 21.
'ieral........
Provincial......
3v9j766
138*220
487i9S6
James Crabiree & C. (ario leilio, por interven
cSo do enrrelor Oliveira, de um completo inrtim9n(0
de farenda ing'ezas, prnpriai do mercado : hoja, g
do crranle, :'t 10 horas da tumba em ponto, no sen
armarem, ra da Cruz.
O eorretor Oliveira fara leilio de completa
excedente mohilia de uma casi enmatindo em um
palanqun) eommodaa, mesas de jantar, ditas de jn.
go de meio desala redondas a outrai paquean
snphs, canaps, cadeiras de lialanco, ditai pranla'
lavatorios, guarda roupa leito grande com eneber'
gons relogio de mesa quadros porta-licor com.
poteirai, copos lanternai, mangas de vidro apna.
relbo para cha e mesa vasos para litio e, alm da
apparelhos para ch.i cnlhere e faqueiroi de prt,
dte. e outros muit-s argos mudna de grande utili.'
dade : terca-feira, 29 do torrente, ai 10 horas di
manhia na ra do Cahug. n. 16.
Avisos diversos.
illoviiuenlo do INu lo.
A'aeo s Aldo ao di a 24.
Par; escuna hamburgueza Chmtine, capillo Tag-
geiihrnc, carga fazendas.
Ueclaragao,
DliBIfl DE PEIIVUIIIUCO.
Ao lermos o sermio, que na colonia de Petropolis
le INIonsenhor Bidmi aos ratholicos allemies, em dita
colonia residentes ; so conleinpl.irmus essa peca orato-
na, em que o mu digno internuncio de S. Santidad
na corle do Kiu-de- Janeiro lio alio revela os pos ien
limenloi, que poltllao em seu cortean puramente chris
tio, e que nella se diflunde nos nuil santos e bellos
cnnaelboi ; ao abriimos aquella das suas paginas, em
que \ Kie., como veidadeiro ministro da religiio de
Jess CbrillO, i|ue bu a da paz e allianca, ao mesmo
lempo que leiominenda aos que titero a dita de ou-
t lo, separein-ie, as praticas religiosas, dos seus r-
miusdissideiiUs. inqde Ibes a obngacio de coadjuva-
losem toilos os seus lisbalhos, e mesmo ama-Ios; ao
aprecirmela genero>idade, rom qoe elle compromet-
le-se a inoenimsar das daspetll da viagein, e da perda
dos das do servico Squclles desses colonos, que, dee
josoa dse unircm em matrimonio, o vierem procurar
na coi te para sellar-Ibes os votos, eos nio lorem depo-
ailarem iiiiios de ministros de uma religiio, que nao a
sua ; ao termos tanlHS piotas de um lio pronunciado
zelo apostlico, resolvemos a Iranscripcio dessa oracio.
que, alean tie lio boa idea dar do mu dislinclo sacer-
H.I-,uno, ooiiio iln-en..... parara ante esa* purla,
llalli a [muco fez ello alguna gesiut rredondadua,
que ae pndiio tomar pur Ooitsuroa, e que o eran sem du-
tida, paia que, abalada por nnva aenaaelu, emelliante
6 que ja bavia 'tprrimcntiidu, Andrria cestn punco
e punco de locar, deixuu calor aa mam iininiiveia aoa
lados, c Velln-se para aporta, rom niuviiueotu sraga*
ruso e inleiricxlo, como quem o urden,- a nm.i illUnen-
ma ealruuh.1, e ciecuta Cuutaa, que I lie au >o orde-
nada- pelu ten livre arbitrio.
Balaamn surrso-M na uliaruridade, como se pudra
rneloi o.. airases da p ri.i f.'cliada.
Era aem iluti./a o que elledeaejuva, eadivinhava, que
ii seo desejo era .ntisfeilo ; purquu, esteudeiido a hiu
caquerda, e tocando cun ella nu ourrimio, tubiu a ea-
cadu ingreiiio e aulidn, que cuuduzia cmara ver-
lliellia.
A prupnrrin que se ello dcaviava, vuluta-ae Andresa
oum o nicaiuo niuviiiieulu, da purla para u cravo. Au
attingir ulltatu degrio, varia B-Uaiuu aspiiiueiraa
nulas da n jn nco da aria interrumpida.
Balsamo eiilruu para o quarlo vermelho e deapediu
La Bna.
La Brie era incote.Uvelmente uro bmu tervidur,
arnaiuiiiado ubudt'Cer a uro aigual. Todava, depuia
de dar alguna pasma para aaliir, paruu.
Eolio? pergunlou Balsamo.
La Brie inelteo a m.i na algibeira da vealia, e comu
iue apalpuu alguma cuuia no fundu dcasa muda algibei-
-a, ni''* nao rerpulldvO.
*- Tciu alguma cuusa a me dizer, nseu eamarada?
pergublou Baliaiiio, chegaudo-ae para elie.
O arsenal de marmita precisa comprar laceante,
cbiimho em Inncol, cobre em lolha, proprio pira forro
de cuidare .r6s, pregos de cobre, papel de machina,
e arroz pilado, cuja quanlilade de cada um dos refe-
rido! objectoi ser a que se convencionar na occasiio
do contrato.
Aa pessms, que se propozerem vendo-Ios, lio con-
vidadas pelo I'lin. Sr. inspector i comparecerem nesta
secretaria, no dis 26 do andante mes, pelas 10 horas
da manhia, com as suas propostas em carias fechadas,
acompanhada dai competentes amostras.
Secretaria da nspercio do arsenal de marinba de
Pernambuco, 24 de selembro de 1846.
O secretario,
j4ltxandrt Hodiiguit doi Anjoi.
Theatro publico.
BENEFICIO DA PRIMEIRA DAMA
JOANNJ MAMA DB FHBITAS (,.l M IID.J.
NO DU 27 DO COBRBNTE ,
sfi representa a grande peca nova
' \ BHANCA E FAT.IERO
00
OCONCELIIO DOSDFZ.
Acto 1.' O Ir'umpho. Faliero entra em Veneza
em um carro (riumpbal no meio das uccUinaees do
povo, banda de munca mililar, e toda a nobrera, que
ovai receber a cavado : un (Arpo de lanceiroi a ca
tallo precede seu carro : oulio crpo de catallaria li-
geira fecha o prestito ; manobrando o ciquadrao tis-
U dos espectadores.
Acto 2.a A fuga. Branca, enamorada de Faliero,
he sorprendida por seu pai no seu palacio : Faliero,
para nio compromrtter o crdito de sua amante, foge
por uma janella, que d para o palacio do embaiador
de Hespanba, ruja communicacio be piobibida com
pena de muri pelas leis da repblica, por estarem ent
guerra as dual naeei.
Acto 3 O apparelho da morte. Faliero (irado
do esreere, he coodu'idu i sala fnebre, onde, reuni-
do o conceibo dos dez, be sentenciado a morte, entre-
gue ios algozes, e salvo por sua am nte.
Apparecerad tres vistas noval. A casa dus tro-
libros. A praca de S -VI arcos. sala do con-
celho.
Principisri as horas do cnstume.
Aviso nianlinio.
Para oCeara e Maranbio sabir,al odia 8 de ou-
tubro. o elegante e recein construido bugue-escuna
Jos'pkina, capitio Jos Manoel Barbosa, reconbeci-
damenle de primeira ciaste e marcha; tem ricos com-
inodoi para paisageiros a quem le dar o melhor tre-
Deo La Bro ino-trj di qumn fatia um grande esfor-
z e liroii a mao dn olgibeira.
Quero ducr, meu aenhur, que V. senboria sem
dutida aeeuganoii esta m.ite, ro Eu I dia>e Balsamo ; eem que eolio, raeu canta-
rada ?
Em me dar uma raoeda de euro, pensando lalve
dar-me una de prala.
E abri a mi, que deixoii ver um luis uuto e bri-
llo, ule.
B.ili-amn nlliou para o velho criado com um senti-
nientu de admiraeau, que parela indicar, que nio ooa-
luiiiava ter peina, hoincna uma grande cun.idciaeo a
repello de probidade,
And htnnnl! dase elle comu Hamlet.
E, ineltcndo laiiibein a Uiin na algtbeira, lirn oiitru
luiz, que pos ao ladu du primeiro.
Nao ae pode f.uer ideia da alegra de La Brie villa
deaaa esplendida gener.nidade. Havia vinle annos pelo
ineiioa, que elle nio va ouro.
Para que se elle julgaaie u venturoso poisuidor de lal
tbesouro, fui preoiso, que O inesiiiu Balsamo Ib'o mel-
leaae na algibeira.
Curtuu-ie ale o ehlo, e se retirava recuaudu, qaandu
Balaamo > tez parar de novo.
Qual he oooiluuie du cattellu pela manhia ? per-
untuii elle.
Mr. de Taverney fioa al muito tarde na cama,
uieu aenhur pwriu madcojinaclla Andrezi ergue-se
uiutiii cedo.
A quo duras ?
Pelaa ans.
Qaeni derme por cima doste quarto ?
Manoel Joaquim Goncalves e Silva,na ra da Cruz
n. 45, faz seienle a seus fregueses, que, no ultimo'
vapor, Ibe chegou urna porcio d'aqoellei luperiorai
charutoi, S.-Feliz, o melbnre que te fahrielo na
Baha : o mesmo tem para vender orna cruz pendente
propria para eavalleiro do habito dn Carillo,
Antonio Joi Pereiri do Lago faz triante ao
reipeitavel publico, que, por hiver neiU eidade on'ro
lo mesmo nome, dehrjeem diau'.e se anignirk Aa-
tonio Pereira do Lago (iuimariei.
Dlo-ie de BOO 000 n. al pequeas qusnliis a ju-
ros, sobre prnhnn de ouro e prat, e lamhem rles'on-
tio-ae Icttias de boai firmas : no Aterro-da-Boi-Viita.
o. 58.
Eu ahaiio asiignadn faco icienla ana meus dete-
dore, que Ka ritilo meo Tarares de Oliveira dritnu da
ser seu cobrador de minhas dividas, desde odia 21 do
corrente,e por Uto nio tem mais ingerencia na cobranc
du mesmai.
Anto nio Ftruira da Costa Braga,
Manoel Jos dos Sanios morador no lilio deno-
minadodn Doo'nrna eitrada novado Po di-Alho,
participa ao publico, que, ba poueo lempo (em em sua
companhia um pardlnbo eicurn, de nome Ignacio, que
representa ter [1 anuos de idade; o qual diz Ser fiho
de Joaquim de lal, e Ignacia de tal. ji fallecidos, mo-
radores que foro no terlio de Serid, na fateada S.-
Pedro, da qual era propriela'io Manoel Teiieira. O
annuncianl", querendo arredar de si qualquer impel-
a e respomabilidade te portenlura o dito pardo
for escrato, ou tenba fgido da caa paterna liso
presente aviso, afim de que a pessoa, que a elle litar
direito, j como senhor, ji como prente, baja de com-
parecer no ulio cima indicado, para delle tomar
conta, depois de dir ai proras preciis.
arrematante dai rends provrnciaes do munici-
pio de Serinhiem previne aos moradores e leobores
doiengmboi Atalaia. Sihii-da-Serra, Uniio, Dia-
mante, Fernanda, Gaipi, Queluz, S. Joio, Sebi-
n'i da-Sanla-Cruz Jusurinho. Sebii do-Catalcanti,
Genipapo S.-Pedro, S.-Paulo, Todoi-oi-Santoi ,
Caehorire, Caite, Agna-fiado-Chagas, Pindobinha,
Iha-Nota, Aralangi, Camella, e a propriedade Ser-
rado, que a elle arrematante perlencem lodos os impoi-
toi aeargo das rollectoriaa provinciies at o ultimo de
selembro de 1848, avista do contrato celebrado entre
elle arrematante e a respectm tbesouraria, em 12 da
selembro de 1845.
A'upaQ-se ii leguintei casas : um sobrado de
um andar rom snlio todo pintado de novo na ra
do Sol o. 23 : o tereeiro andar do sobrado a
os primeiro e terceirn andares dos sobrados ni. 4 e 6,
do Aterro da-Boa-Vista por 300,000 re. innuaei ;
1 sobrado de um andar com lotio, lujase grande quin-
tal. todo caiado e pintado de novo na ra do Sebo,
n. 50, por 300.000 .a. annuaes : don casas ierren
grandes com quintal cacimba e maii commorto
para grande familia, na ra Formse n. 5, e Uniio,
n. 3. : uma dita pequea na ra da Uniio n 1 A,
por 11,000 ri. uiensacs ; duas ditas pequeas, na rui
do Sebo ni. 52 e r>4 por 8000 n. n-rnsiei; urna
meia-agoa na Soledad n. 37 por 6000 n men-
aei : quem ai pretender dirija se ao eicriptoiio de
F. A. de Oliveiri & Filbo na rna da Aurora n. 26.
= Alusio-se o segundo andar e solio do sobrado n.
38 da ra do Ranael; a chave arba-io no I.* andar
do mesmo : e duaicam Ierren, urna na ra da Glo-
ria n. 4, e oulra na ra Velha : ludo porcommodo
preco : a tritar na ra Velha, n. 55.
Eu, aenhor.
E pur Imito p
Ningiiem. Aqni por baito fina o vealibulu.
Beai! dbrigado, meu cantarada ; agora pode re-
lirar-ae.
Boa noite, meu aenhor.
Boa aoile. A propesito, veja qne a minha earrul-
geiu etleja ren segranos.
Oh hipo aenlior, pode estar aoeegado.
Se onvir nella alguma bulla,au Ihe vir luz, nio aa
aaauale. Ella lie oroupada por um velho criado decre-
pito, que trago eominigo, a que est no fundo da car-
ruageni. Reoummende a Mr. Gilberto, que o niu per-
turbe; pcco-lhe, quo I lie diga lambi-iu, que amanille
niu aaii sem fallar oonamigu. Leinbrar-se-ha vosso da
ludo ato, aieu eamarada ?
Oh! poreerlo, siro, senhor. Mas deiiar-nni-bia
V. aenhnria tko depreaaa ?
Conformo, diaae B.ilsamo enm um sorrisn. En,re"
tanto, rumio me convem eatar amanilla 4 nuile eiu Bar-
le-I)ur.
La Brie iiillna um suspiro de resignacin, langno onia
derradeira vala d'olhos i cania, e elirgnu a tela a fo-
gio, para dar algum calor eaae grande quarlo liuaitdo,
lueiHiandu ni papis na falla de lenba.
Balaaniu, purm, O detete.
Nio, diste elle, deixe enei jnrnaea velhol onde
eiiln ; se eu nio tiver suibiiu, diverlir-me-hei em
l-lot.
La Brie innlinoa-se o aahio.
Bal,mu clirguu pona, ouvio u tropel dua panol do
velho criado na cacada, depuia no andar de cinta, aigual
da qne La Brie eslava no aeu quarto.
\


Pode-se aoi Sr. =e Tret = tisuetreiros dt ra
I de Appoll, cujos nomes sao asssi conhecido a quan-
I lo lrafii-5 com eile genero que, por sua honra e
I bem dos mais eollegat bajo de na prxima aira
serem mais firmes e circunspecto* nal sua temas e
compras da aisucar. debitando te dessss lalta theoriai,
em afiunluarem milharet de arrobas para depoi, no
fin da s.fra apreientarem alguna lucros de cifra*;
lembranilo-se, de que, rom eemeltianle modo de ida ,
muilo mal fasem ao commerrio porque ai em (udo
mal servido eaosseut empanb>iro* que aniel pre-
fcrem emaccar carne e (azer confeitos, do que fallar
muilo e *en> proveilo.
= Os Sn. sisueereiros, que precisaren) de dar lac-
eo* a laier d hir para o largo do Corpo Santo por cima do arme-
zem de Iraate* de Jos Carlos, inhrado de um andar,
que ah acharad" com quern tratar: coiem-ie 01 meamos
laceo*, a 1600 r* oc- nlo. Sendo precito se dar fiador,
ar Quem annuncinu querer comprar urna parda .
de 10 annos que (ailia coiinbir lavar e ar e que
seja casad i queira dirigir-ie ao mejor Mayer no
Corredor-do-Riapo, que tem ama com toda* eita*
qualiJade* ; ma* t com differenct que o marido
fugio.
Pergunta-seao fiscal do bairro da
Boa-Vista, se a casa que se est edifi-
cando no Aterro-da-Boa-Vsta, vai con-
forme as posturas.
O Suado.
Jos Manoel de Sooza Portugun retira-te
para o Rio-Grande-do Sul.
--- He chegado loja de Jos
Luiz Pereira na ra Nova, n.
16, urn novo sorlimenlo de pa-
nellas, clialeiras, cayarolas e fie-
pideiras de ferro sob porcellana.
Este novo Irem de cozinh i tor-
na-s recommendavel, peioasseio
e duraco, que oFerece ; tor-
nando-se mais til a saude, por
ser livre de ferru^em e eslanho.
Os Srs. que da outra vez nao
foro servidos queiro appare-
cer com tempo.
= Precita-ie de um amaiiador que enlenda bem
de maltas e detempenhe bem ai luat obrigacdel na
praca da S.-Cruz, padaria de urna so porta te dir
quem precisa.
= Joio da Silva Loureiro embtrea para o Rio-de-
Jsneiro ou Rio-Grande-do Sul lu eicrava ptrda ,
Sevenanna. _
Aula de oavegacao.
Agoitinbo Femandet Catanbode Vatconcelloi con-
tina a entinar navegarn pratica e theorica na rut
Imperial o. 39.
aa Alugt-te orna cata mobiliada no lunar do
('nanga do lado do rio e da sombra com dual ta-
la*, cinco quartoi, cozinha fra lugar para estriba-
ria ; os pretenden!?* dir jio se a preca da Boa-Vista,
botica o. 6, ou a etla lypograpbia que te dir quem
luga.
a Lucio Ignacio de lbaiii.le retira-ie com tua
familia,delta provincia para a do Maranbio.
Precita-tede um leitor para o engenho Cam-
pello na fregueiia da Encada ; a fallar na ra Nova,
o. 44.
Paga te tendagem de docet a pretal capaiet d
tenderen) obrigando-se teui tenbore : na ra No-
ta n. 62, primeiro andar.
= Joio liioadbent, tubdito inglez da cata doi
Srt. Ricardo Royle & Companbia retira-se para a
Europa e pede as peitoat que tenbao contal com
elle, vrnhlo ou mandem ajusta-las antrs do dia 50
do currente mez;do cuntrario,nio le respuntabilita oais
por ella*.
=- Jos Anionio Rodrigue! embarca para o Rio-
Grande-do-Sul e poito* intermedio* o (eu moleque
cnoulo de oome Andr.
I.tva-se com promplidio e perfeicio tanto de
varrella como de labio e te afiance naca entrega das
peas: na ra Diieila tobradon. 29, te dir quem
diiloteencarrega.
= Cyprianno Luir da P*t embarca para fra da
provincia o seu esclavo Maro llino crioulo.
F.nto fui jmiella.
Em freme ilrtia, nu nutro pavilbio, liavia ama Ira-
pe ira i un roriinaa mal cerrada., que liiilia lu. Era o
qmirlo do Legay, que e derpia vagaro.a, e abril de ve
rin qnaiidn a janella e olh.va para > paleo,
B'lmoc*aniiiiou-a rom uina etlenciw, que nio qui-
ten aem dunda cmiccdcr-lbe na ...osito da eeia.
__ Extraordinaria aa-ruellinnca I murmiiruii elle.
Nrt.e inometilu a| egmi-ae lili da trapeira, com-
quaui,, L Il-I.aino contera uii-e encostado parede.
O rratu eoiiliiiiiavn h ouvir-ae.
Bal.am.. .anu.o, ao aoanm do inatrumentu ae nio
una i.mra bulla....... E, quaiido ao certificu, que ao
a li.irini.liia veleta nu meio do silencio eral, abri a
porta, que La Une fri-liara, deareo tibial aeacada,
t'ii.purrou briiidaiueuie a purladaaala, que ae abriu
aem bull.
Andrea nada vio,
p, rcrria ella ua bella* e alvaa mo* aobre o terlad..
de ninrfini aniarellado do inatrumentu ; em frente d. lia
et*a um erpelliu, que tivera em uuuu tempu noua or-
nat.a douradua.
Oqueaduiitella tocata era melanclico; erl ante
harm.iuiaa, do que urna peca. Ii| ri.ti.ata em di-
vida, e recordar, nu rato aa lembrancae do aeu pen.e-
mcnlo, ,.u u* aunlioa da ana iinaginacao. Tal.e o aeu
espirito, lau contristado pela reaidenria de Taverney
den.va pur momentua u caalrll.., para ir perder-.e imm
iniiiitiiaoaeaonibriu jardn da Annunciada de Nancy
lio povoiido. do alegre, ednc.iidaa. Cumu quer que
fuete, HM occe.io o ulliar vago, e meiu enmelo da
= Arrenda-. pedra e cal, para urna grande familia, com 5 viteirot de
peiie. pulo annual para 8 a 10 vaccat boa agua de
beber, muilntptde fructeirai de varia* qualidadet,
boa baixa para malSe e melancias. e capim : quem n
pretender, dirija-te ao meamo litio em Santo-Amaro,
logo no principio da estrada, que vai par. Beln), a
fallar com *eu proprietario, J. B. C. Traite.
= Aluga-se um preto para todo o servlco, e, *e lor
bom tamliem te compra ; ni praca da Independen-
cia, loja n. 3, e dir quem precita.
= Qualquer ama de leite, que te queira encerr-
garda criecio de um menino, aoouncie tua morad.,
para ter procurada.
= D. Feliciana Variado Reg e ot filhnt do falle-
cido Jos Gomes d.. Reg. D. Ursola Maria do Reto
e D Joaquina do Reg Ctvalcanti, faiem cenle o
publico, que a Sra. D. Maria da Cruz Ferreira nio
pode dispor das etcravate mait ben*,pertencente*ao ca-
sal de teu finado marido; nio s porque at o prsenle
n*o fes inventario, como porque a tua avancada idade
a tem posto em estado de demencia, e atcega: e por
iato proleitio os herdeiros contra qualquer venda,doa-
cio, alforria ou tranacc,io, que ella hsja de fazer.
-Quem precisar de um rapaz portuguet.de idade de
20 a 22 annot, para caiteiro de loja de faieodat, do que
tem bastante pratica, ou para nutra qualquer arruma-
do, o qual d fiador a sua conducta, dinja-se a ru
da Madre-de Dos loja de fatendat do Sr. Boa-
V.ila.
es 0 Sr. Jos Norberto Cando Lima quein anoun
ciar tui monda que te Ibe precita fallar.
Casa da F,
na ra estreita do Hozarlo, n. t.
0 proprietario desta caa convida ni ieut freguezet a
comprarem as cautelas, que lez pata os tullirle* da lo-
tera de N. S. do Livramento, cu|at rodas correin iobI-
ivelmente a 30 deste mei.
= Em vistt do tnnuncio no Diario n. 211, de 23 do
correnie. em que te diz ter-se capturado um pardo, de
nome Joaquim, que tinba mudado o nome para Pedro,
que quem fr seu dono se dirija a Iguarass, ao ca
pilio-mr de campo de Tabatinga; leinbra-te a> dilo
Sr., para averiguar, que bem pude ter o mesmo Bene-
iiicto, o qual se aeh fgido desde 13 do correte, de
bordo do brigue ('uii'o /., como dosanuuncios feilos
nesle Diario; o que par. seaveriguar,que'endo, manda-
lo-ba seguro, ra da Cadeia, n. 43, em casa de Amo-
nm Irmos. Estes nio s se obngo por todas as despe-
zaa, como, sendo o proprifl, pagarlo a captura rom toda
a generotidade, al ni de Ibe fictrem agradecidos.
Agencia de pasaportes.
Na ra do Collegio numero 10, e no Aterro-da-
Roa-Viita loja n. 48, tirio-se paisaportes para dentro e
forado imperio,attiin comodespacho-see*cravos:ludo
com brevidade.
= Precisa-ie de um caixeiio, que tenha pratica de
venda, e tambera de escripia: em Fre-de-Portas,
n. 135. a
Um preto moco, vestido de calcas
de brim e camisa de chila eque se in-
culcava por caiador furto, no dia ai
Fernandes Ignacio da Silveira retirt-se pira S.-Ct-
Ibarint, com seu eterato de nomo Antonio.
Tras|i8Mi-se um armazen-, de carne com bota
freguezlaa ni ra da Praia, o. 31 ou na ra No-
ta n. 65v
= Aluga-se urna casa terrea na ra do Nogoein,
com 3 quaitos cozinbi lora e grande quintal mu-
rado com cacimba : a tratar na ra das Tnnobeiras ,
o. 19.
m Quem precisar da um destilador de ago'ardente.
e que etl acostumado a trabalbar segundo o syile-
ma moderno aonuncie.
= Prerisa-se de um leitor para tratar de um quin-
til ; nt Trempe voltandn pira a Sol Ude, o. 70.
= Prerisa-e de 2:000 rs. a premio, com bypo-
theci em um sitio litre e desembarazado: quem qui-
tar dar, aonuncie.
Preciss se de 400,000 rs. a premio, sob garan-
ta de hna firmas; quem quizar dar. annuncie.
Ensinio-se meninas com toda perfeicio, a taber:
primeirts ledras, grammatica porluguera, arithmetici,
doutrina christia coser, marcar, fater lavarinto ; ai-
aim como tambem entino-se meninni tanlo em par-
ticular como em anas casis por ter-se disto bstanle
pratica : quem se quirer udlisar dirijs-se a ra Ve-
Ihada Boa-Vista, n. 119.
Ollerece-se urna ama preta moca, muilo fele
lelosa para cozinhar comprar, ensalmar e engun
mar ; na ra larga do Roiario loja n 30.
i Vende-se orna preta, de 15 annot. que eoz'Dba
o diario de urna casa e coe alguma couta ; U*a dita ,
d 12 a 13 annot ; urna dita de 2. annot; um et-
brinh, de 8 annot, de bonita figura ; urna parda ,
de 30 annot que cozinha, coae cbio e lava de labio
e varrella ; lodoi de bonitas figuras sem vicios ero
.chaqus: na ra da Concordia a direita, a segun-
da casa terrea.
Attencao pe-
chincha !
Compras.
- Compra-te um tefe em bom esttdo : ot ra o-
ti, n. 33.
aax Comprio-se duas escrsvis salas sendo urna
boa cozinheira e a outra perfeita engommadeira ; pa-
gio-se bem : na ra do Crespo, n. II.
= Compra-se um escravo preto, triodo bom pe-
dreiro; um dilo. que t.nh< principios de marujo; um
ilil. moco e sali; 4 dilos, rnoc s o sadios, proprios pa-
ro marujos: na ra da Cruz, o. 45, em casa de Nasci-
'iienlo & Amoriin.
tai Coni|ira-s um ou dous n oleques ofTlciaes de sa-
paleiro ; sendo de bonitas figuras pagio-se bem : na
rus da Concordia pa**audo a ponterlnba a direita,
segunda ca*a terrea.
= Compiio-se escratotde smbos os setos ; na ra
da Concordia direita a segunda casa lene*.
Compran se, para fra da provincia, escravoa de
ambos os setos de 12 a20annos; sendo d bonit--s
figuras psgaa-so bem : na ra dat Cruzei n. 22,
iigun.lo andar.
bs Compra-se um deposito, que seja de folba, pira
nzeite de carrapato : na ru* Bella, n. 20.
en Compiio-se 3 eteravo* bons, de bonitas figu-
ra, e sem achaques ; uuia escrava, tambem boi; to-
dos para osrtico de campo : no principio da ra Im-
perial n. 47.
ata Compra-te um etpelbo grande ainda em bom
uso por preco commodo ; na ra larga do Roiario,
n. 27.
do crtente da casa n. 3, na
ra
do
Livramento, urna caixinha de relogio de
algibeira com um trancelim de orno e
passadt r, diiTetente na cor ; um alline-
lede peito, tambem de otiro polido ; um
annelo de ouro lavrado, com diamante,
lloga-se aos Srs. ourives ou a qualquer
outra pessoa, a quem seja oflerecido este
ilbo ou parte delle o apprebendao,
ou deein noticia delle na mesma cusa, que
generosamente se recompensar e, sen
do preciso, se guardar segredo.
- Aluga-te urna elegante cata com trapeira oo
lugar de S.-Anna-de-Oliteira com 4 grandes salas ,
7 quaitos counba lora estribara < o. Inora com
urn jardim ao lado alguna arvoredos de fruclo ter-
reno e capim plantado para um cavallo lendo a vm
lagem de fic.r perlo da estrada e do lio ; us preten-
deres dirijo-sea praca da Boa-Vista, botica n. 6, ou
a esta lypograpbia, que se dir quem aluga.
= Domingos RodriguHS de AnJrade embarca para
o Rio-Grande-do-Sul e portos intermedios a sua es-
crata crioula, de nome Mana.
Traapatsi-ie a cbtte da loja da ra do Queimado.
n. 46. t quem comprar a armacio da tneima loja : a
tratar na lobredila ra, loja, o. 8.
Vendas.
aaa.ua
nica
e que refleclia a. lera., que a nica lu, que, poda
ubre o cravo, allumiava a muaira, nio pudia ir cuniba-
ter naeitrcaiid.de do glande quarto.
Algiiiuas tea p.rata ella de improviso. He que aula..
se reeurdava da ealraiiba viaao dea.a imite, e das iueog-
nitaa impreaaSe, quo d.bi Ibe liaviao reiullado. Ora,
ante, que u peiiaanieiilo llie deteriuinaiae i.lgiiiua idein
a e.te re.peito, j Ibe liavia balido o coraciu, e o eatre-
ineeinieiiio Ibe nidia pcreorrido os nienibro* Sobre-
allava-sc, como ae 1 lie robara. ap*t).f de solitaria cuino
eslava, o contacto de un ente auuuadu, e cuino te, a..
roca-la, a prriuibra.
De re|iente, quao.lo procura va dcalindar eaaat ex-
travagante. unprr.6 -a, aa eolio ella de nuvu. Toda a
-ua pea.oa eatreiiie.-eo, como sacudida por cuininocto
elctrica. T.irnou-ae-lbo a vala clara, e o penaniiiento
.c llie solidificou por asaiu. diter, e ella perotbeo uin
lll.ivinienlu no capel h.
Era a porta da aula, que se abra aem e.trepilo.
Por ira* deaaa purla apparecen una ..nnbra.
Andreta gituu-se, u. dedo, v.gueirau-llie pelo te-
clado.
Comludo nadt era niaia natural du que casa appa-
rici.
Eaaa mmbra, que nio era ainda puaaitel reeunhecer,
par causa da Irevaa, em que n ai bata, nao seria a do
bario de Tateruey, ou a de Nicoliua ? La Une, ante, de
drtlnr-ae, nao tena de rlainiuar us quarto, ou de en-
trar na sala para faier alguma couaa P lato Ibe aconteca
milita, vesea, e ueaaa. tulla, u bel e di.crelo servidor
nunca faia bulla.
Ma* a dumella va rom na olboa da alma, que nio era
dumella te perda no cacuro epelbo eollooado ante el-1 neubuna deaaa* trea peuois.
bbj Vendem-ie 4 eteravat mor;is, de bonitas figurii,
aendo duas pirdas e duas cr nulas : na ra Nova so-
brado n 2 onde tem luja o Sr. Julio Colombiez &
Companbia,
Vendem-te 5 negrinhti, de 15 a 18 tnnni, mui-
lo lindas com vanas habilidades ; 4 ditas de 22 a
25 annos; 2 escravos bom carreiros; 3 ditos do ser-
vido de campo ; 4 pardas com tarias habilidades: na
ra Direita, n. 3
= Vende se um escrato da nacao Benguelt, de bo-
nita figura tem vicios moc bom traDalhador de
qunlquer servido de campo ; tende se per urna pre-
cisio que e dir no comprador: na ra da Guia,
n. 42, primeiro andar.
= Vendem-se lijlos de Ispamento o mait heni
fabricados, que agora apparrcem a preco de 7000
ri. ; junto a ponte dos Remedios olaria do Costa
Can.pello.
Vendem-se 3 escratos sendo; doos moleques.
um de na. ,ni e o outro crioulo ; um preto de 20 a
22 annos; 3 prelas de navio sendo urna dells*
boa c zmiieira, e as oulras boas para o artico de cam-
po e da praca ; una mulalinlia de linda figura, que
cose bem chao de 16 a 18 annos: na Iravessa da
Main de S. -Antonio confronteas catacumbas, ca-
sa terrea n. 18.
Vendo se um preto de Angola muilo robusto e
bom para lodo o servido : a tratar com Joio Jos de
Cirvalbo Moraes. no Becile.
Na ra do Cretpo, o. 15, vendem-se saccas com
fincha a 2.800 re.
Approximn-*e tunibra o..m aublil paaao, fasendo-
ae rada tu mal. diilincla no iiiein d... Irevaa, e qoaiido
clirgou ao alcance da lu, ronl.e.< Aiulr.la n rilr.ni-
geir.i, lio aaautadur coio o leu ruilo pullido e giban
de velludo preto.
Por algum niyaterioao mutito, bata elle sem duvida
deludo o teilnlo de leda, que Irajava *;
Quii ella voltar-ae, gritar.
Ma. Ualsaiuu ealendeo oa braco para diante, o ella se
nlo nioveo.
tui fin fet nm clono.
Senliiir, dase ella, aenhor!......... pelo amor de
Uc*. que quer V. senhuri. '
Bdaamo aorrio-.e, u e.pelb.i repelio-lhe eaaa riprei-
iu da pbyaioiioiiiia, e Andreta obairtou-a atidailieiilc.
Maa elle uiu reapuiideu.
Proeuruu de novo Andreta erguer-ie, ma nao pode
Cdiiaegui-lu, uiua furct iiiveneivel, um entorpeoi.iieulu,
que alia* imita aeu curanto, como que aplegarn na
cadena, emquantu o ulliar ae lile cravava un eipelhu
mgico.
Esta nova aen.ac.iu a aterrou, porque tia-ie inleira-
iiienlu i diacncau driae liuiuein, e ene liomein era um
deicunbecidu.
Fes .111 inaudito eforco par* chamar quera a .ocoor-
rc**e; ubno-.e-lho a bocea; roa Balaaiuo ealendeo a>
mana aobre a cabrea da dumella, e neni um aoiu Ih.
aahiu da bocea,
(*) S.lie-se que seda be mi conductora, e repelle a elactri-
cid.de. He quaai tmpoasivel uagaclisar urna pessoa, que trai
sed sobre ti.
Nodeposilo de bichea de Joaquim Antonio Carnei-
ro. ni mi di Coi do R.cil-, n. 43. "dem-w at ote-
Ihoret bichai himburguezti. por meooi 10.000 n. do
iue em outrt qualquer ptrle. em cada ceoto ; 'eU_
ho e de iluRuel dir-se-ba cada urna por menos 80 rt.;
tmbem se as vio applicar a qualquer boia que te
precise, de dia ou de noite. O annunciaote prettar-ee-
ha igualmente, qualquer hora do dia, ou da noite
iiualquer chamado para sangrar, ou eiereer qualquer
functio de sua arle. Venhio, tregeles, ao boro e ba-
rato : primeiro aqu do que em outra parte.
= Vende-se um etcellente carro de 4 rodu, em
muito bom estado, com teui eompelentea irreoi : oo
Alerro-di Boa -Viste, coieia do Miguel.
= Ni rui Nova n. 8, tendem-ie dout oortet de
vellidos de lelim brinco, bordados de prata proprioe
para repreienlacdes dethratro.
Vende-ae um pardo, de bonita figura, de 20 an-
nos bom bolieiro oflicial de oonieiro e npiteiro ;
ni rut do Vigirio n. 14.
Vende te um preto crioulo de 20 tnnns, tnui-
lo lindo ptgem e bomofficial de alliite ; 3 eteratot,
bons para o lrablho de campo ; 1 dito de 3B annos,
por 300 rs, ; duat pardas recolhidtt, que eoeem ,
engommio e coiinhio; 4 escratn com bou btbilida-
,iri ; na ra do Cretpo n. 10, primeiro eodtr.
= Na rut Nota, loja n. 8, defroole da Cemboa-
lo-Carmo teodem-aesapatol de luitro para tenbora,
a 190 N. o par ; sapatot de marroquim e cordotlo ,
a 1) ra.; tapatoi de pnno. a 880 rs.; rieos corles de
camhraia de eflrea ; lin.'os chales de seda ; ricos cor-
tes de seda branca e de cores; bicot de blondo ; borte-
guins para tenbora a 3810 fe. o par ; tapitoide lut-
Iro para liomein ; eoutrat muitat fszeodit de golto ,
por prego mait comwodo do que em outra qualquer
parte.
Chapeos da festa.
Na loja n. 3 da ra do Cretpo, to pe da esqun ,
confenle ao arco de S. -Antonio do bem conbectdo
baraleiro, receb. o-se um sorlimenlo de cbipeo do
Chile, os mais superios eiistentes oo mercado; pe-
lo que e por estarmos prximos a quadrt da fettt en
que elles se turnio mais proeurtdol, por terem Uteil
e propriot da estacio pira Ol tmadorea por ilio se
lornao recornmend.veis prineipslmeole pelol mdi-
cos piceos de 3000, 7000 e 8000 rs
asta Vendem-te oculos de aro azul para todat ai
idadei rece!, teniente (llegados e em COOta ; oa rut
largt do Roztno, lojt de imudeiis, n. 35.
Fareionovo,
em saccas gnndes vende se no irmiiem do Bacelar,
confronte a escadinba da alfandega e em cata de J,
J. T.iso Jnior, na ra do Amorim, o, 35.
= A bordo do brigue /'agete de-Pernambuco ,
fundeado defmnte do trapiche do algndio tendein te
saccat com a mait superior colla, feita no Rio Gran-
de-do Sul assim como sebo em rama em qualquer
prelo.
\ en le-sr umt tend junto a ponte de S.-Ama-
ro c o. poucos fundos ; fat-se todo o negocio a villa
di mesn.s : no Ab rr.. da-Boi- \ uta lojt de nnu-
dezas, o. 54, de Thomit l'eiein de Mallo! Kstimi.
=Vendem se terreno!, nal rutt Augutlt, Alecrim
e Imperial tendo alguns j alicerces com 30 pal-
moa de largura por preco commodo : ni rut di Ct-
deit de S.-Antonio n. 14, primeiro tndtr.
Vendein-ie, no armaiem de Fernando de Lucci,
na ma do Tiapirbe ot generot teguinle proti-
mamenle ebegadot e despachidot: amesat; paitat
o.ni.las ; cenjaa, ervilbat verdes tmirellaie pretal ;
fejio brinco ; lentill a; ludo secco; grande sorlimen-
lo decooleilurss don se em vinagre ; rep Ibo coa-
servado em bairis pequeos ; otas de peixe, em har-
ria de duas libras ; cognac ; ram de Jamaica ; tinbit
e licores ; e outr s muitot generot, que te veodem
por precot com modos.
= Vendem-te e tambem te aluglo boat luchas de
llamhurgo ; na Inja de baibeiro da ra do Boiario da
Boa-Viilt, n. 60.
Andreta firou muda ; eucheu-ae-lhe o peito de urna
aorle de calor eatupefactivo, que pouno e poano Ibe
subi ao cerebro, deaenvulvciidu- *e oomo uui vapor de
uva.orea Inrbilbei.
A dontella, que nao aenlia maia ferca neru tontade,
deitou rali ir a eabeca aobre u hombro.
Neaae inuiaento pareneo a Balsama oevir ama ligeira
bulla do lado da jauella ; tulloii-ae de proiaplu, e aup-
|iot ver deasiar-.ees.len.if mente da vidrar;a o rusto de
um b'.uiem.
Fraotio u subr'olho ; e, oouaa admiratel, a tneima
etprea.o ae iiiainfealoii no ro.to da doiurlla.
Kutau tolloo-ae par o lado de Andreta, akaitma.
mam, que liavia coii.taiiteuieiita cmer vado levantada!
acuna da eab'-ca, letantou-a. de novo com detulu gee-
to, tornuu aabaita-la, e, peraeverando, iluraiilealgunt
rgunilna, em auiontoar aubro a dumella eauag.dora.
e.oliiuina. de electricidade, diaacahoal :
Dormei
Depuia, coma ao ella ainda debateaae aob a faaoi-
nacu:
Dornie! repeli elle, ca acoeolo aabjugador.
Donne He iHnha vnnlade.
Deade eutlu ludo codeo a eaae poderoao arbitrio. An-
dreta enoualou o coloTello no cravo, pus a eabeca eubte
a uno, e adormecen.
Dep.iit do que, lUaamo sabio recuaodo, leohou a
porta, e rrtirou-ae para u .eu quarto.
Aaaim pie elle fecbuu a purla da aala, a figura, que
Ihe parecen, ter viato, tornuu a ipparecer na titira?..
Era adeUilberlo.
MUTILADO


' "
A;
Vende-ie azeite doce para lu onelbor e mi
barato, do que o dn coco ; e azeito doce fino em gar-
rafSeido 25 uarrafas: no deposito de ai ile de carrt-
pato na ra da Senzilla-Velha n. 110.
Vende-se cera em velas do Rio de-Janeiro lor-
ti monto completo de 1 a 10 em libre em caixes e
aa libras a vontade do comprador: na ra da Senzal-
la-Velha, n. 110. armarem d Aire Vianna.
N. 40. ra do Trapiche uoi chroiioaielro para
D*io de Londres perfeilo e mui bem regulado ;
relngioa de ouro patente ioglez muito bons e bara-
to ; correntmhas de ouro padrio ss Principe Al-
berto.
- Vinho de Tenerife em barris de eicellente
qualidade ; eerveja branca e preta a melhor que ha
^Barclay & Companbia em porcSo, ou a retalbo ; e
fio desapaleiro por prego commodo: vende-se na
ra do Trapiche n. 40.
=*gf s-S fia ||f s s u
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S-ili'&l
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Na na do Crespo loja nova
n. 112, de Jos Joaqun.) da
Silva .Haya ,
vende-te um rico aortimento de castigaos de finissima
easquinha com as sua* complenles linternas, de
gostos os niais lindos que teem apparecid> pilo di-
minuto prego de N> 10.. a 1 ::li(l(l rs. cada par.
Vendem-se tiscados france-
zes, a IGOrs.o covado; 510 Ater-
ro-da-Boa Vista loj n. 14.
Na ruada Concordia, n. 25,no armaiem de capim,
vamdem-se limbem madeias, enehameii de 20, 'l'
25 palmos, mos travessas de 25 a 1)0 ditos, caibros de
25 a 30 dilot : ludo por preco rommodo.
ts Vonde-se polassa branca de superior qualidade ,
a barril peqoenoa ; em casa de M.iiheus Austio &
Companbia na ra da Allan'leua-Velha, n. 36.
= Vende-se uns linda canna de caner nova ,
mui bem construida, de amarello ; urna poig&o le pa
Ibas de coqueiro : na ra da Senralla Vlba n, 110 .
Vende-ee colla da Babia, muilo superior; di
ra da Senialla-Velha n. 110, armaiem de AI ves
VianBa.
= Vendem-se 3 lindos moloques de 13 a 16 an-
uos ; 3 | aritos de 16 a 20 anuos ptimos parB pi-
gent ; 3 pretoi um dos quaes he esnoeiro de 30 an-
uos e outro carreiro ; um dito da Costo de bonita fi-
gura pioprio para todo o servico ; urna catira, de 25
innot que roiinha, engomma liso cotecbao u lava:
na ra do Collegio n. 3. segundo andar.
Vendem-se duas pretas, de 16 a 20 aniins, e urna
mulata da meama idade,counbeirase lavadoras; co/em
sofliiveln ente e engommao e to de muito boas figu-
ras; quatro moleques.de 12 a 14 annos,o 3 pelos, pro-
prios de lodo o servico de campo: n ra da Cadeia de
S.-Antonio, n. 25.
* Vendem-se lencos de cam-
braia de linlio, muito fina, bor-
dados, para mo de xenhoras a
8$ rs. cada um: na ra do Cabu
g loja de Pereira & Guedes.
= Vende-se urna parda, muilo clara que cose ,
engomma co/mba e lva ; om moleque, de An-
gola de 18 aunos : na ra da Crur, o. 61.
Aos Srs. proprieta-
rios de engenhos.
Vendem-se taixas de ferro coado e moeodss de can-
oa para agoa ou animaes; rodal dentadas ; crivoi ;
boceas de lornalha ; e maii objeclns necesarios para
engeobo por preco commodo : na undigo de ferro
de M Callum & Lompinbia na ra do Brum no
Recite.
Vendem se iellioi ingleses linio de montara
de homem romo de leobora ; cabegadas rolicas de
. eouro le lustro, preto e branco ; barretina! com appa
re bos ricoi, tanto de officiaes como de soldados de ca-
vallaria e inanlaria ; lallins e cananai de eouro dt
lustro branco e preto ; eouro de lustro de superior
qualidade; ludo por prego oais con modo do que em
outn qualquer parte : na ra Nova na. 5 e 28 e na
ra da Cadeia n. 49, Injai de Braga Silva 4 Com-
panbia.
=Vendem-ieescrivoideacnboi o sexoi ; na ra
di Cruz. n. 51.
- Vende-se um sobradinho na rui do Padre-
Fiorianno novo, em chaos proprins, com solio e hom
iiuintal n. 60 pegado ao sobrado do fallecido frei
Caetano ; na ra Nova n. 52, primeiro andar.
- Vende-se u posse e dominio de um terreno.com 300
palmos de trente para a estrada nova, que vai para
Olmda, lendo no fundo um grande viveiro coni peiie
| criado. Esta venda >e faz para liquidar ilgumil con-
tal e por isso se far negocio pnr preco muito barato.
\ tratar com Manoel Luiz da Veiga. no Recite, ou eni
Santo-Amaro, com Joio Antonio da Veiga.
AGOA DO JA PAO.
Ksts agoa, lio arredilada ero Pernambuco,serve para
impedir a caspa limuar a cabera e amassiar o cabel-
lo, assim romo lin-par as espinhas e empingeo at
que fique o rosto alvo e a cabega peifeitamente lim-
pa. Nio se tem podido descobrir nutra ifual- Esta agoa
esta approvada e tem mer no Japin e Europa como no Brasil. Vende-se na
ra da Cadeia do llecile n. 55 ; Alerro-da-Boi-Vii-
ta n. 22; em S. -Antonio ra do Livraineoto, bo-
tica n. 21.
Lilas, a S^oftOrs.
o corte.
Na loja n. 50. do bom barsti iru da ra da Cadeia,
ileronte .la ra da Madre-de-l)eos vendem-se cor-
tes de superior la paia caigas a 7 pticas o corle de
tres covados e meio.
-= Vendem-se.no Alerro-da-Boa-Visti n. 1 ,
primeiro andar ricos chapeos de senbora de teda,
T 11'. Ib i de arroz pelha bordada ornados com
bicos, II ir, ou plumas; chapeos de palha para senho-
ra e ni fi n .s ; lindas cambraias hranras, bordadas e
de phantesia ; taratana branca e de cores ; fib'is
bordado* e lisos ; collaruibiis e camisinhas borda
das ; vestidos de lrlalana bordados ; bicos largos pan
i-abego ; ditos de blonda largos u eslreiloi ; ditos de
linho ; ditos de retroz preto; 16 de linho e de seda ;
Iuvhs de pellica ; ditas de seda ; ditas de retro/ lilas
e buriladas ; um bonito sortiminto de plumas e flore ;
capellasp eaisos para armar chapeos e vestidos ; grava-
i,i- de garga de eda para senhora e meninas ; lencos
de seda ; lencus de cainbraia bordada para mao ; di-
tos de cambraia de puro linho bordados e liioi ; di-
tos de brclanha ; lentos de cambraia fina de cOres fi-
las para grvalas de homem ; toucas para senhora
e meninas fitas largas e eslreitas de todn ai cores ;
v Iludo de seda, preto; dito de algodao ; dito rosa.
M.*" Millochau tai sempre vestidos decasomento e cha-
peos de senhora dogostoo rosis ultimo por preco
commodo.
Ba rege de algodao,
a 2f>60rs.ocorte.
Na ra da Cadeia loja n. 50 do bom barateiro ,
vendem-ie corle corn li covudoi do barece cooi lis-
tras de cores pelo diminuto prego d oito patacas o
corle. Esta faienda he ptima pura vest os e mosque-
teros pela sua transparencia e lindos gustos.
JNa loja n. 50 do bom
barateiro, da ra da Cadeia ,
vndese um novo sorlimenlo
de cambraias com listras de
cor- s, e de lindos gastos, pelo
diminuto prceo de 5500 a
rs. o corte.
Bap-Princpe.
H
Attencao !
Na ra da Cadeia, loja n. 50 de Cunha & Amo
rim coiilinua-se a vi-nder o tormidavel rap Pealo
Cordeiro do Kio-de Janeiro em bolee e ai oitavas.
Iamhem anda resta para vender una pequea por-
gao de ancoras com cal virgeni de Lisboa.
Meias casimiras, a
3JOO rs. o corte.
Na ra da Cadeia, loja n. 60, de Cunba & Amorim,
vendem se torle de meias casimiras com 3 covados
e :i eiecaila um, pelo baratissioio precode del patacas.
Pelle do diabo e
drap a 12ttO rs. o corte
Vendem-se corle da bem conbecida (azenda pelle
do diabo, com trii covados o corte; e de drap.com
don varase urna quarla pelo baralissimo preco de
quatro patacas. Esla la/enda be de puro linho pa-
drei esculos, de quadros, e ptima para Cllcas, poli
sua consistencia e por eocobrir o sujo.
Cassa~chitas,
a 320 rs. o covado.
Na loja o. 3, Jo barateiro da ra do Crespo ao p
do arco de S.-Antonio vendem-se cma-cbtil de
quadros com urna vara de largura a 320 rs o cova-
do. Esla faxenda le reeommenda ai unborai em ge-
ral tanto pela sua leguranga como pelos seus agrada-
reis e mimosos desenboi ; sendo un maisclaros e ou-
trus maii ou menos escuroi entre o quaes ba tam-
ben) algumai rouiinbn para ai quaei algumai te-
nhoras teem inclmeca. Dio-ie amostras iob o com-
petente penhor.
Acaba de chegar do Rio-de-Janeiro
este excellente rap, o melhor e mais
pronrio para consumo desle paiz pelo
liom aroma, esquesito paladar e facilida-
de da destiladlo : esta pitada lie digna de
ser apreciada pelos amadores do bom ra-
p, aos quaes se convida a experimenta-
ren!. Vende-se no deposito, na ra do
Trapiche n. 34; no bairro do Kecife,
Bourgard, Antonio Francisco de Moraes,
Jos Garlos Ferreira Soares Jnior, Pon-
tes & Mello, Guedes & Mello, Augusto
Ferreira Finio & C., Joo da Gunha Ma-
galhes ; ra do Crespo, Henrique Ce-
sar ; ra do Queimado, Campos & Al-
meida, Corlearas &Guimarae9; ruado?
Quarteis, Victorino de Castro Moura ;
ra do Livramento, Francisco Gavalcan-
t de Albtiquerque; ra doCabug, Jos
.loBi|iim da Casta, Francisco Joaquim
Uiidrte, Tbotnazde Aqutno Fonseca; pra-
ca da Independencia Christov3o Gui-
llierme Brekfield, Furtunalo Pereira da
Fonseca Bastos ; Alerro-da-Boa-Vistn,
Caetano L.uii Ferreira Estima, Leal &
liman, Antonio Alves de Castro & ('.;
praca da Boa-Vista Manoel Francisco
Kodrigues, e Alexandrc Jos Lopes.
Vende-se o muito superior rap da
fabrica de Joo Faulo Cordeiro, do Hio-
de-Janciro : na ra da Cruz, n. 6o.
Fariuha SS*F,
da muito acreditada fabrica de Molino Slratig len-
do a ellima ebegada a este mercado em pequenai e
grindes poredes : a tratar com J. J. Tasto Jnior.
Vende-se, na ra da Cruz, n. 6o,
cera em velas, de superior qualidade, sor-
timento ao gosto do comprador, e por
preco mais commodo do que em outra
qualquer parte.
=Vande-se urna pistola com 8 canoi, obra muilo
em feila ; na ra da Crui. n. 7.
= \ end-'-se urna negrinha de nielo, de 16 an-
uo, com principios de todas as bsbilididei ; um es-
cravo de bonita figura pira o tervico de campo ;
urna cscrava de naci Angola,comtodsi ai habilidades:
ns ra dai Guies o. 2, segundo sn lar.
(7= Vendem-ie moenda de ferro pira engenbm de
ssear, para vapor agoa e bestas de diversos tama-
nhos por preco commodo ; e igualmente taitas de
ferro cnado e batido de todos os tamanhos : .ia pra-
ga do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Cal moni &
Companbia ou na ra de Apollo srmazem, n. 6.
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. Cy u-O. co .t: u p
= Vende-ie louga vidrada como sejlo : panellai
di Babia grandes; papeiros ; alguidares; cigarolai;
Imoes para oanleiga ou doce ; jirroi para llores;
dous arroi da Babia muito ricoi ; potes grio-
dei pira igoa : servidores de lodos o tamanhos,
muito fortes: na ra da Madre de-Den o. 9 ou
na ra do Encantenenlo arma;em io p di rteime.
= Vendem-ie4 pretal com habilidades, urna das
quaei engomma cose e ro/inhi muilo bem ; umi
pirda de 18 annoi ; um preto de bonita figura ,
que enlende bem do servigo de campo, por prego com-
modo : no piteo da Matrii, o. 4.
Vende se um violo com muilo pouco uso e o
eu methodo por Cirulli; na rna da Cadeia-Velba loja
n. 33.
= O correlor Oliveira tem para vender cobre em
lolba e i regos de dito pira forroi de navios; o preton
denles dinjao-ie io mesoio ou ios Sn. Mesquili &\
(tetan
= Vendem-se para mais de 200 barricas visiis ,
todn muilo nvale limpn, quasi todas americanas ;
oa prega da S.-Cruz padiria de urna i porta. Na
mesma padaria e na travesa da Madre-de-Deoi ,
n. 13, compra-s papel para embrulbo diario! a
100 n. a libra, oa a 3200 n. a arroba.
ss Vendem-ie duas pretil mocn de 20 snn
de muito boas ligorai propriai para todo o *"''
e mesmo para mucamas ; doui molequei, de 12,^.'
annoi proprios pan officio, ou pagens ; uma pj
de 20 annoi com prendas, que se fargover ao co''
prador: na 'ua larga do Rozario n. 2* prim,*"
andar.
carnauba,
vende-se no armaiem de (arinha dociei do Colla;
le superior qualidade em porgdei e a relalbo '
barato prego, ^"
Veode-ie uma pirda moga ladia sem .icM
robusta, que libe engommar, cotinbir e coser-
ra da Aurora a faltar com o coronel Joaquim J0|!
Lnit de Sooza.
= Vendem-ie, por prego bastante commodo, don
tercas parles de ama can lili ni estrada do centro g0
lugar do Birro distante meia legoa desl.i cidida ;
quaes couherSo i u-ra herdeiri de Jlo Jos de ir-
valho ; fiz pirtedi rneimi propriedade ama eica|ls0.
te casa de rancho boas plantti de capim ; iud0 (g|
terrenos alorados: a tratar ni ra da Penba n. 23
2 o andar queahi leinforaiira de outrai eircumilin!
cas relativas ao negocio propoito.
Fazenda da moda.
Vendem-ie na rui Nov, o. 12, riqoiuimoi eor-
tes de baiege la/enda de seda di ultima moda
pira vellido de senhora.
-- Vende-se milho bom, era
saccasgrandes, por precocom-
modo ; no armaiem do Bra-
guez.
- %rende-se farelo de arroz,
o mais proprio para sustento
de eavaIIos ; no armazem do
Braguez, por prego bastante
rom modo.
= Vndese ums em terral, lili do bairro da Roi-
Viila com 5 quartos sala (orradi e independen^,
quintal e cicimln toda caiida e pintada de noto : i
tratar na ra da S.-Crur, n. 38.
=Vende-se um moleque de 15 annoi, de boniti
lisura em vicioi nem achaques por prego cota-
modo ; no ces do Collegio armazem de liriohi.
_______________i'-'ILO
Escravos Fgidos.
= Fugio oo da 9 de maio do corrate enno, di fi-
zendi do FeijAo, termo di Villa-Real da S.-Joio, di
provincia da Parabyba do Norte, um escravo de. nome
Jao, crioulo, de idade de 24 annos, pouco msiinu
menos, de estatura baia, com marcas de beiigai pilo
rosto, tem falla de denles na frente, pernal um tanto
arqueadas, e calor de ligado as maus e ps: quem 11
pprehender, leve a caa de seu senbor, Jos Mara di |
Silva Vjaona, morador naquella villa, ou nesta prac i
Jos Joiquim da Costa, que mora ni priciobi do Li-
vramento, que lera genenerosimeole recompensado.
= Continulo a estar fgidos, desde 21 de abril
prximo panado de bordo do brigue Mtutor oiei |
cravos marinheiroi lendo : um de nonio Jos, de ni-
elo Gibio ; representa 30 annoi pouco mais oa mc-l
noi estatura baila, barbado ; loieicrivodi caa dol
coronel Bento Jos da Costa : o oulro de nome Mi-|
noel de nigo Congo ; representa 20 e lanloi annoi,
baiio, tem barba ; tem ai orelbil muilo pequeas: ol
primeiro foi o seductor desle por lber de todos o I
lugares di provincia. Ol ataiio asiignadoi oflerecea
e obrigio ie a fuer eflecliva a gratilicagio de lfiO* n<
ou al mais alguina couia. a quem os capturar, qu-i
oeila qur em outra provincia. Pede se igualmenli I
a todas ai autoridades policiiei toda a cautela em quiH-
quer escravos capturados poii que nada he mais fitil,
do que Irocirem o nomei : pertencendo o annua-
ciidoi ao Sr. Jos Mara de Sa negociante do Rio-1
d" Janeiro. = amorim Irmdoi.
b Fugio, no dia 2 do corrente, ama preta, den-
me llosa, do gento de Angoli alta, aerea do corpo,
ps apslhetadoi e com racbadurai de cravos seccoii I
tem um lobinho em um brego urna pinba de cabrll'
brincos ni frente di cabeca e por luda ella cabellen I
brancoi; representa ler AO annoi de idade ; be ful'! I
levoo vellido de riicado a velbo um ilia de chita azul
com flore amarellas. Quema pegar, leve a ra do
Rsngel n 31, que ier genermamente reconipn-
sido. Proteita-ie proceder com todo o rigor da l
contra quem a tiver oceulta poii j te labe, que diu
eicnva eit icoilada neita praca.
= Fugio no da 14 do corrente pelas 8 honi i
manhaa um mulatinbo de nome Cornelio de I- |
a Marinos, bom fallante ; levou camisa de binn e cal- i
gil de algodao sem cbipeo ; consta ler ido par o ea- |
genho Tapirema pelo o mesmo ler mii em o ditoea-
genbo eier escravo lo Sr. Manoel Cavalcauli de Al-
buquerque Lacerda, ter.hor da engenbo de Csnosi
mano do senbor do engenbo Tapirema. Bogi-sai1**
des il autoridades e propietarios, por onde o dito""
cravo pasur, de o apprebenderem e remelle-lo i ""
da Cideia, loja de calgado, de Jos Fernindei B""
loi que gratificar.
mm Denppareceo, oo dia 20 do corrente om p'e'
lo, de nome Antonio, de naci Angola; represen
ler 30 e tantos annos estatura regular, ebeo do cor-
po pouca barba com marca de bezigH I00' '
pouco, leve ; levou camisa e ceroulude ilgodaonnho
trincado novo: quem o pegar, leve ro da Auro-
ra o 30, que ser gratificado.
t= Fugio, no dia 17 do correte ansa eierive, d
nomo Bernarda, crioula de 26 annoi, hii, ***"'
cor fula falla gaga denles lunados muito lidie' '
quem a pegar, leve a ra do Livrameoto n. 8 4"
era generosamente recompensado por Manoel Gome
Viegn.
PF.BK.
NI ITP; DE M. F. DE PARIA l84)


Full Text
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