Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08393


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Full Text
Auno de 1846.
Segunda feira 14
O DIARIO publica-se todo* os dial que nao
forrin de guarda: o preco-daasignatura lie de
4*000 rs. por quartel, pafflt aaiantados. Os
anuncios dos assi'eoanles so inseridos n raio
de 10 ris por nana, 40 ris e>n typo difieren -
l, a as rtpctices pela metade. Os que nao Co-
ren! asignantes pK"0 80 leu por linda, e 160
un typo difireme.
PHASES DA LOA NO MEZ. DE SETEMBRO.
I,u chela i 5 as 10 hora 40 minutos da man.
Mingoantea I Jai 9 llorase II min. da man.
La nova a JO a i horas II mi. da Urde.
Crocante a II as 6 horas a 8 minutos da man.
PARTID* DOS CORRF.IOS.
Goianna e Pariilirha Segundas e Sevtas Ceiras
Rio Grande do Norte, chega nai Quartas feiras
no meio dia e. parte-nas mesmai horas as
Quintas feiras.
Cali, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cairo a
Maceyd, no l., II c ? I ilc cadj mes.
Garanhuns a Houito a 10 a 24.
Boa-Vista a Flores a 13 e 28.
Victoria as Quintas feiras .
Olindj todos os das.
PftKAMAft DE HUJE.
Primeira as 11 horas e 42 minutos da maohe.
Segunda as 12 horas e 8 minutos da Urde.
de Setembro.
Anno XXII
N. 05.
DAS DA SEMANA.
14 Secunda S. Materno, au I. di J. dos orf. e
do J. do C. da 2, v., do i M da 2 v.
15 TerjaS. Duiningos, aud do J do civ. da
I ., e J de pas do i. dist. de t.
10 Quarta S Ccrnelio, aud. do-J. do cir. da
2. v o do .1. de par do 2 dist. de t.
i7 Quinta S Macrino, aud. do J.de orplios, e
do I municipal da I. rara.
18 Seita S 'I liornas, aud, do J. do civ. da I.
r. edo J. de pat do I. dist. de t.
19 Sabbado S Januario, aud. do J. do cir. da
I. v., e do J de paz do I. dist. e do J. de t.
20 Domingo S. Eustaquio.
CAMl'lOS NO DIA 12 DE SETEMBRO.
Cambio sohre Londres 26 d. p I Ja 0 d.
Paiis 355 ris por fi-inco.
Lisboa 100 /o de premio.
Desc. de lelmi de boas fuios I '/, p. / O mei.
OuroOncus litS|,an!iolas IIJI000 3l,*.rf"0
a Moeilas de CSIOO vel. Ij70(> a 18*800
ii a > ile aOOO... 9/000 a 9t|Hn
Prala Patacoes....... li>980 a IfMU
a Pesos coliiinnarcs l|990 a fOOO
Ditos Meticauos. 11900 a ifllM
Miada.......... i STiii .i ijtoo
Accoesda Comp. do lleheribe de 50|000 ao par.
DIARIO DE PERNAMBUCO
PARTE OFFICIAL.
Goverhu da Provnola.
BXPIDIBKTB DO DIA 5 DO CORRETt.
Oflloiut. Ao presidente da relajan, consulland'i-Ci
sobre n aindti proceder a reapeilo da appreheafIn das
barraca, llom- Jewus-ioi-Nav*gante$ a Frnuklinn I, a
cuj". burdos fnrlo achadaa madeiras da con.lruncln.
Dito, A inspector da theaourariii da fairnda, or-
denando, faca abrir asienlainento de praca ao corneto
Florencio de Araujo Rocha, que fora engajado para o
!.< balaltitu da guarda nacional do Recife. Participuu-
se an respetivo comru.indanle superior.
DilO*. Aa inapcelor da thesoursria das rendas pro-
vinciaes, determinando, que, para pagamento do que no
me. ultimo se despendo com o. presos pobre, de j.i.li- "eMnd t"io Ib'iJo <> procono de inquiri, nio hs
ta recluios oadeia de.la cidade e A furlale.a dn Bru
ande por a diipo.irjSo do olirfe de polica interino a
quantia" de 490.530 rs. Ordciiuu-se ao amninieario
pagador, que, para iudrniiii.ac.ao do de.peudido com u.
.rnlenciadns d'oulra. provincial, em a me.ina cadeia
exilenles, vnlregasic. ao raspeolivo carcereiro a qoanlia
de 14,260 rs.; o parlicipou-.o a* chafo de pulicia in*
lerino.
Com mando das Armas.
EXPEDIENTE DO DIA 3 DO CORRENTE.
OfficioAo presidente da provincia, propondo, p.ra
seren rscusis do lervico, ai priesa dos corpos de lioba
delta guarnido, elaiio mencionadas,que forlo inspec-
cioosdispels junta de isde, em senio de 29 do mei
proiimo paitado, e comidero In ocspaiei dn mesmo
lernco, .juntando a relscio de ditsi pracas o pirece-
rei dejante, e et aottt de teui asienlsrrientos.
Sigundo balalhdo di ariilharia p.
Segundo urgentoEduardo Daniel da Silva I.oureiro.
SoldadoGorgonio Placido Curiino.
Quarlo batalko de a-ti I hara.
Segundo sargentoAntonio Jos' da Silva.
Soldado Gusrdisoo Papa Harlyr.
Eliesrio deSouza.
Primtiro batalko di catador et
Segundo sargentoAntonio Carlos do Cirmo.
FurrielJoao Nepomuceno Torres.
Cabo Andr Lopes de Castro.
Soldado BentoJoi de Mours.
Miguel Vieira dos Ssntoi.
Aleandre Aoaoleto.
DitoAo rnesu o, enviando a relami nominal dos
individuos, que, no mez proiimo pasudo, asuntarlo
praca, aeodo un recrutado, e tret voluntarios.
DitoAo coronel commsndeote do segundo batalhio
daaitilbtria i p, couimunicando, que o Eim. Sr. pre-
sidente ds provincia, por despacho de bontem (2) da-
lado, cooeedeo dispensa de todo o servigo sos cadetes
Francisco Jos, J. io Jos e Jos Francisco de Mene/es
Amorim, que estudio preparatorios no lyco detta ci-
dade.
DitoAo coronel eommandante superior da guarda
nacional deste municipio, enviando a orden do da n.
122, para que tivesie sciencia das dispoucCei nella con-
tidas, sobre a grande parada do dia 7. No metmo sen -
lido se olficiou ao tenente-coronel eommandante do
primeiro batalbio de Olioda, ao coronel Jireclur do ar-
enal de guerra, ao lente coronel e commindtnte ge
rsldocorpo de polica.
dem do da 4.
OfficioAo presidente da provincia, rogando a ei-
pedicio de suas ordens, para que Tost transportado i
corle, na cuneta D.-Januario, o desertor do quarlo
batalbio de (utileiros, toldado Joaqun) Jos A Ivs.
DitoAo metmo, envisndo, para ler deferido como
julgaueconveniente', orequerimentodo primeiro cde-
le do quarlo batalbio de artilbara i p, Joio de Barros
Brrelo, que pede lcenca pars ir a provincia da Para
biba do Norte, ondetem familia
Dito Ao general commsndsnle dn armtt da corle,
communicando, que na crvela D.-Januaria teguia,
er-lhe apreienlado, o desertor do es tinelo balslbio 12
de etcadores, Joaquim Jos Al ve, que (Ors spprehen-
dido pela polica do termo do Pio-d'Albo, delta pro-
vincia.
Dito Ao comnundanle da crvela D.'Januaria,
Biaodabdo apreientar o desertor Joaquim Jos Alies,
que devia ser entregue no quarlel-general da corte.
Illm. Sr Da min ha informacio, que por copia
aqui aiunto, eodereesda presidencia drsts provincia,
em 24 de msreo ultimo, e i roduiids tobre a opiniio de
V. a., acercados venrimentoi, que competir devrio ao
capellio Fr. Manoel dos Santos Sepulcbro, se eviden-
cia baver V. S., D. qualid.de de ebefe da psi.doris
Bilitar, entendido, que siiim ette, como o padre ca-
pellio Bernardo Lucio dos Guimaries Peiioto, tiobio
direito ao toldo inherente eos de cspelliet dot corpot
doeiercilo (30*000 ra. manan) : Uve eolio de levir
o conheeimento de i. Ese, es pondreles all traca-
dat, aa qu.es neita quesliosSo eipreisat em mea juno,
eoeedeei ideia de deliberarlo precisamente do go-
"fno imperial.
A drelaracio cootida no aviso da reparlicio da guer-
' de 29 de julho ultimo, dictada em conlormidade da
si de 2C de setembro de 1840, est ato hsraiOBs a lu-
raeit.de minha informacio. Preteindindo deste caso,
Wp e acba definitivamente resollido, importa demons-
trar o direito, que anille ao tobredto capellio Santos
Sepulcbro, de pe'caber o respectivo sold por inteiro.
Somonte em vi r lude do al vara de 23 de abril de 1790,
se suspende a metade do toldo da patente am officiaei,
respondendo em conceibo de guerrs, e semelbalilemen-
te quelles, que, legando a dontnna do capitulo 5.',
arligos 150 a 174 do cdigo do processo, iocorrem em
crimes de respontabiidade. E porque nio esteja e
capellio pronunciado, e menot lenba respondido em
eoocelbo de guerra, e apenas, em virtude da autorita-
rio conferida ao governo pela lei novittima do 1." de
deiembrode 1841 no 3 *, artigo 2.', eongregoa este
commando o conceibo de inquirirlo especialuado na
nesms lei, emeiecucio a ordem expedida em aviio de
12 de Janeiro ultimo pelo governo imperial, a cuja
al o presente resollido a reipeito : nio pono confor-
madme com o procedimeiitn, que V. S. teve, de sus-
pender o pigamanlo do sold deste capellio, e reclamo,
qoe V. S o efTectue, em villa do recibo, por mim au-
Ihootieado. He qoaolo se me oflerere diier iV.S om
reipotta ao oflicio, que lobre ette objecto me dirigi a
2 do corrente. Dos guarde a V. S. Qusrtel-genersl no
Recife, 4 de setembro de 1840.Antonio Coma Sii
ra. Illm. Sr. Jos de Brito logle, coronel couimisia-
rio- pagador.
Illm. i Exm.Sr.Eua cumprimento do detpacho,
por V. Eic. eiarado, na data de 20 do corrente, no of-
ficio, que a V. Eic. endere^ou o coronel commiiia-
rio-psgador na de 18 do mesmo mei ceres dos ven
rimentot dos cspelliet fre Manoel do Santo Sepul-
cro, e Bernardo Lucio Peiioto, este do extinctu hospi-
tal militar, e aquello da fortaleza do lirum, que por a-
viio da reparlicio da guerra, de 12 de Janeiro desle au-
no, forio mandados considerir cspelliet do excrcito ,
informo a V. Exc., que a legisl.cio vigente me nio of-
ferece iep,uroi dadoi, ptra, de urna man ira positiva, de-
clarar a V. Exc., quaes teji ot venc/uenloi, que i es-
le dout capelliet (icio com patn Jo; porquanto, o con-
siderando eu, como quer o commitsario-ptgador, cs-
pelliet de corpot, ou doexercilo propriameole ditoi,
o vencimentoi, i ettet marcados pela tabella annext a
ledo 1." dedetembro de 1841, Ibes nio podem caber,
embora o aviso ot denomine ca elllet do exerrito. Km
apoiodeminba opiniio, eu let.lio o artigo 14 da le
doorremerjto n. 164, de 26 de tetembro de 1840, que
mtndou dar aot cspelliet de forltleas o toldo da 22
rt., que constantemente te pagou ao da fortslea de
Itsmaraca, atea poca de teu f.llecimeolo. Se ba eita
diipoiicio legislativa, corroborada anda pels decisio
do governo imperisl em aviso de i8 de outubro de
184S, relativamente este moimo capellio, enlendo,
que se obrar em regra, abooaodo te ao capellio Saoto
Sepulcro deide j, dt data do avito, o toldo de 22s
rt., a o de Gi rt., que percebia, do dia, em que loi sut-
penso do emprego, al o l.de julbo de 1841, e dest.
data al o do aviso o de 2j rt., quando para este pa-
gamento se lenba detigoado qusnta ; importando to-
dava, qoe o governo imperial resolva definitivamente
sobreesset vencimentoi. Tambern me afeslo da opi-
niio do eommissario-pigador acerca do copellio Peiio-
to, que, pertencenJo a uto hospital, cujos empregsdos
ero civil, com grsJuicSet militaret, percebiio orde-
nados e niotoldot; mas. como a reparlicio eia mili-
tar, pola su. eilioc<,io,ueera6nogotodeiei liooora-
rioi, e o eapellio em queallo, continuando a exercer ai
funeces de seu miniltario ni fortaleza do Buraco, no
hotpittl regimenlsl. etc.. parece, que nio deve ficir de
peor eondicio que ot eapelllet de orlaletas, e por
itto me pronuncio pelo abono de 22 rt. deide a datu
do avilo, guardando-lea reipeito dot vencimentoi an-
(eriore o metmo que dito fica pira os do eapellio San-
io Sepulcro: nio devendo, neita occasiio, omttir, que
ns tabella nominal, que lem servido de baie a lei do or
cemento, vem elle considerado com o sold de 22j rt.
Propoe ocommisssrio-pagador.que lejs diipeniado
o pedio de eontrsto Amaro Jos de Csrvslho. por nio
terem oeeetiarios ot teo servicos, agora, que lio atl-
mittidoi eitet dout cspelliet, e a iilo reipondo, quo
nio ao eommimrio-pegador, mis ao goierno ds pro-
vincia compele coobecer da oeeesitdade de teui servi-
cos. e nem lio poueo ingerir-te no deislhe doi cspel-
liet, designando-lbetot lugaret. aondedavem funcc.o-
nar: porque ella incumbencia etl pela le. conferida a
autoridade mill.r. O capellio S.nto Sepulcro lem de
entrar em prosfato, de eonformidade com o disposlo no
tj 3 do aitigo 2.da referida lei do 1 de deiembro,
nio em conceibo de guerra, como pondera conse
quentt) o pagador; e por itto nenhum descont deve
toflrer no leu toldo.
Deotgusrde a V. Lie. Quirlel general na cidade
do Becife. 24 de marco de 1846. Illm. a Exm. Sr
Antonio Pinto Cbicborro da Cama, presidente da pro-
vbcs. inlom'o Carrai'a Sira.*
Ofleo Ao coronel eommandanle do primeiro ba-
talbio de recadores. pira qoe Da manbla do da 7
mandnse apreient r ao tenente-coronel ecommandin-
le eral do corpo de polica o capillo Joi Munit Ta-
lares oue devia servir de mijor ds terceira brigada,
que, segundo a ordem do dia o. 122, devia ter com-
mandada pelo referido tenente-coronel.
DitoAo ebefe de polica, acensando a recepelo do
seu officio da 31 do mei proiimo paitado, que aconv
panhou o desertor Joiquim Joi Alm, appreheDdido
no termo do Po-d'Alho.
PortaraNomeando o eoncelho de direcoio, que,
na frms do alvar.i de 16 de marco de 1757, lem de co-
nhecerds ju.tificaeio de nobrea dos toldados volunta-
rios Manoel de Paria Lemos e Frsnciseo da Fsria Le-
ntos, do sogundo bstslhio de artilbara a p.
mr.M do nu 5.
Oflicio An presdante do provincia, rogando a ei-
podiclo de tuii ordem pagadoria-militar, para que o
lente do 8. batalbio do fuiileiros, Jos Cyriaco Per
reir fue pago ilot leus loldoi emquanln neita pro-
vincia *e contervava doenle, villa da guia, que o i-
aoompanbou do Rio-Grande -do-Sal.
IDF.U do da 9.
Oflicio Ao gHneral eommandante dat armas da
corte, enviand i a guia do soldado desertor to 4 bala
Ibio de fuzileirot, Manoel Josa do Sant'Anoa e Olivei-
ra, que teguio na cuneta D.-Januaria. ier-lhea-
I reieotido.
Dito -- Ao coronel eommandante do 2 batalhio d
ariilharia a p, prrvenin lo, que pelo alfere Quintilla
no llenrique da Silva Primavera, qu> regressa a illa
d'Agoa-Preta, aiim de continuar all os leut lervicoi no
destacamento, devia enviar ao capilo eommandante do
meinio ot vencimentoi de prel e etapa dn pracat do leu
batalhio, dettaesdat naquella villa, perlencentet ao cor-
rele mei. No mesmoientido le olilciou ao tenente-
coronel eommandante do 4. batalhio da metma arma.
DEM DO DI* 10.
Officio .- Ao presidente da provincia, remetiendo,
para terem a direccio do coitume, tu mappai de n. la
5. da (rca dol corpot de lioha existentes tiesta guarni-
do, perlencentet ao mez de agosto ultimo, indo com o
den.'3, o ds officialidade dis 4 clssses doexercilo, a
respectiva rolado nominal.
DitoAo mesmo, lubmeltendo ao leu doferimeato
o requerimenlo do toldado voluntaiio do 2.* batalbio
de artilbara a p, Franciiro Bo'gei Leal, que pede
perminio para continuar o teul esludoi preparato-
rios.
DitoAo mesmo informando o requorimento do
eapilao do 6. batalbio de cacsdorri, Seliailiio Anto-
nio do Reg Burros, que, schando-ie imponibilitado
dn continuar no lervico rcvo, em coniet|uencia de
molestias, que se aggravrio, e lornario ebronicas no
ser vico dai campsnba de l'unelias Par, e Bio-
(jrande-do Sol, lupplica a S. M. I. a gra(i de o con-
ide.'ir na 3." clssie do eiercite, por estar compreiieo-
dido noartigo2., 2.', da lei n. 266, dol.'dede-
/embro de 1841.
Dito Ao coronel commiicario-psgador, commu-
nicando, para sua indiligencia egoverno, que uisndou
addir ao i.? halalhiq de ariilharia a p o alferea da 3 '
classe Quiniili.no llenrique da Silva Primaiera, que
regretia o villa d'Agoa-Preta, sfim de continuar all o
seus servicos no destacamento
i:a*u.iiasxassaBBBBaBBaasaBSBBaiSBB
INTERIOR.
PARA'.
CotnriHUHCAA DO DI.CURSH SECITaDO PfcLO evm. an. DB.
JOA MAHIA HE MOBAES, VICB PBE.IDENTK DA RHOVm-
CIA, lA ABERTURA nA PRIMEIRA IRMAfl DA QUINTA LE-
GISLATURA DA AS-EMDLA PROVINCIAL, No DIA lo DE
AGOSTO DO CORRENTE ANNO.
( Vem do n. 200.)
Cathechtu e civilisaedo doi Indioi.
J em outra occasiio vos informe! do numero de mis-
iSes, que por le se achavio estabelecldat, e em que lu-
garet, no interior da provincia, dn quo eitavao ou nao
provida de minionariol, edo que labia o pensava a-
cerca dellat. Hojo poueo maii tenho que acen irenlar
ao que enlio dille, e he o leguinle. O niiitionarro de
Tahalinga, fre Marlinbo de S.nlt Roa de Lima, reti-
rou-se para a Europa com licenca do governo, a tratar
de sus nule ; a io existem por comeuuinte tre mis.o,
prvidas de miliiooarios, queiio a do Rio Xing a
de S.-Joaquim do Ro-Branco e a do Rio Juruly. 0
governo imperial altendendoa que, por falla do crdito
em algumas dai leii do orcamento provincial, esta veo os
minionariol privados de tuai congruat, ou gratifica
cSes, lli'si mandou pigar pelo cofre geral. Em dia. do
mei de junho apparecrio neita cidade, e aprsenla
rio-ie ao governo tret Indios, que diiilu ter piincipaei
da naci Maus, acompaobados de varios outros indi-
viduos da iiie-ma naci, residentes na povoacio do An-
piri no Rio-Preto, queixsndo-se de violencias, que
soflrio ellese oneus, da parle de um inspector inte-
rino^ de oome Manoel Jos Placido, que all se acbava:
o governo os acolbeo com loda a benevolencia e stton-
cOea, piuvideneiou, de accordo com o director geral,
que ellel nio foisem jmail perseguido!, nem violenta-
dos ; e o brindou com um Tardamente completo e ip-
propriado pars cada um, e varias miudezai entro elles
muil apreciadas, aloi de porco do instrumentos fa-
bril e de agricultura, que Ihei oflereceo para dittribui-
rem pela tut gente.
Por decreto imperial do 24 de ulbo do anno pana-
do te mandou eitabolecer em todas ai provincin do im-
perio urna directora geral de Indioi, com altribuicoV
propriata fier melborar e progredir o trrico daea-
Iheeh'eie e civilmclo dellei; e j te acba nomeado part
ella provincia, por tm outro decreto lambem imperiaj.
o director geral, que be o coronel Jlo llenriquet de
Mallos, eu|Ol ronhecimentol praticoi do pair, repre-
tedttcio e mrito tio de vos bem conbecdot. E-te em-
nenho etolicitude, que mostra o governo imperial, em
fazer prosperar o terviro da oatbecbeie e civiliacio dot
lifdiot seguramente nui afisned um melhor porvir a
respeiti desto importante objeeto, Sirva-vot, poil, uto,
Senhore, de estimulo, animacio e confianca para con-
correrdei pira o meimo fin, de melhor grado, com ot
auxilios e coadjuvAcio, que eitiverem ao vosio alcance,
na cerlea de que nio ter perdido para vos e para a
provincia ludo qu mo flzerdes em beneficio do melho-
rtmento de nonoi Iodios, e de tus moralidade e civili-
iscSo.
I' itatiitiea i divi'So da provincia.
Na falla de urna eitalislic* da provincia, trabalho,
que s pJe ter levado a effeito por homeni profinio-
naes, e depoif de vencidas grandes difliculdadei, te lem
dado comeco.nt lecretaria do governo, organitsclo de
um mappa, que demonstre qusl a divitlo civil o judi-
ciaria da provincia por enmarca., municipios, termoi a
dislrictoi; o qual a nrclesitstica por igaranal gerael,
fregueziasecuratoi ; e aguarda-se o remitido das or-
deut expedida ao ebefp de pnlicia. p.ra que exija dat
autoridadei policiaet dosdiflerenlet di.trelos da pro-
vincia o rento da populado dos metmog districloa, aliin
de le poder concluir ette trobalbo com maisalgum me-
recimento, e meimo para lalitfaier ordem do gover-
no imperial a lemelliantn reipeito.
A cmara municipal de M.us pede, que le marquem
defenilivamenle o limites do eu termo com os da Bar-
ra dn Rio-Negro ; pois quo ni.i eltindo documento
algum, por ondese prove quaei ellei teji, d itto lu-
gar a que as autoridades poliriaes de Serpa e de Silvet,
termo da Rarra, pretendi comprohender na -ua juria-
dicio tlguns disti irlos do termo de Maus, nio obstan-
te constar pelo testemunho de algumas peiion antigs,
que essa demarcaron tivera lugar, e parta da Sorra-
Parentins para cuna, comprehendendo loda a msrgem
direila do Amazonai, At a f/. do Rio-Madeir*. pela
qual lubindo finslissva na carhooira Santo-Antonio; nio
olTere erido dunda a dita demarracao p"le parle,que le-
para o mesmo termo do do Sinlarem, por sereui bom
diilinrtos ot riot Memut e Ttp.joz, que os dividem
naturalmente.
A cmara municipal de Ega, informando ao governo,
lobrc a necenidade, que lia, de te reunir, quanlo io
civel, a fregueiia de Nogueira de Alvaram, por pou-
eo poioads, eipecialmente de homens, que lirvio para
os cargoi publico!, e por ter ajenas distinto urna da
onlra dua. horai de viagem, representa igualmente a
ronveniencia de te anneiarein, quinto ao eccleiisslco,
ambas ai dilat fregueziai a da villa de Ega, pela pro-
>imidado, em que eslo delta, mingoa deieui babitan-
toi, o porque de ficto o eslo, ba mait do vinle annot.
Eslaie outrm representaedet de igual naturea, que
ii cmaras e as autoridades loraes continuamente estio
s dirigir ao governo, e me.mo a e.ta assembla, indi-
cio, que poueo ou nada ha feito lobre ot limites divi-
sorios dn comarcal, (ermoi, dlttrictoi o fregueziat di
provincia, o ao metmo lempo deinon.trlo a necenida-
de. que ha, de te proceder a fiafio delles, afim dele
evilarcm as duvilss o quesloes, que ordinariamente te
suicitao por cauto dessa inceitea entro ai rnesmai au-
toridades, e que dio causa ai animosidades do urnas, a
o detleiio ou indiiioiene i de outisi. He, porrn, este
um Irahalho, que demanda lempo, pericia, butea a
eimiK de documento!, conheeimento pralico dat loca-
lidades, despean, ele. e que nio ba talve esperance
do lio c lo o conseguirmos. Enlietanto, he precito ta-
tiifarcr do algumi maneira eiiat e uutrn reclaniar;3ei
parci.ies, omquanlo se nio emprebende e leva a effeito
aqtieile trabalho, e vos o podis fater, ou por propria
deliberado, ou autornando provisoriamente ao gover-
no, (inr i que ni altendi, conforme as conveniencias o
oiigirem, ouvido o ordiosrio, quanlo as diviidei eccle-
siatticai.
A lei o.' 117, de 11 de setembro de 1844, que mao-
dou fixar a linha divisoria erftre ot municipios de Chi-
ve! e da Cachneira, anda nin pode ser eieeut.de pela
demora dat inforuiacOet, que se eligirlo das respecti
vt.i ranura! ; mu s-lo ba, immediatameole que ellas
cheguem, e que o goveroo le julgue habilitado para o
faier.
Imlrucco publica.
Entre o encargos da lociedade o de promover a
derramar a instrunio por toda aiclmei he sen da-
vida um dol mais uleis e importantes, pelas vantageni,
que produt, quando bem preeoebido, na moralidade do
povo, na civiliado, e meimo no augmento da riquea.
Nal lociedade- bem constituida! prorura-ie dar a ins-
iruccio, accommodando-a o rnaii possivel ii capacidade,
inclinacio, icio e eondicio de quem a recebe, estabe-
leeendo io pars rile fim vehculos proprios, desde o en-
sillo primario al it scicncias aiaiorei.e a imprema. En-
tre nos a*inda nio be isto ponivel, e na infancia, atrazo
e pobreza, em que nos sobamos, muito te faz em forue-
cer indislincla e eicassamenle ao poso meios de le ins-
truir n.s primeirss e segunjai leltrn. Desle me ios do
initiucdd lomos, poil, em toda a provincia 40 esculn
de ensino. primario, um lyco na cidade, o seminario
episcopal, a escols dos educandos artistas, a o recolhi-
snento dai meninas orphiai e de-avaliJai, luitentado lu-
do eipeosat do cofre provincial.
Tratando do citado e necenidadei maii urgentes dal-
les eitabelecimeatoi, dire, quinto as escolas do entino
primirio, que, comquanlo ellas anda nio preenebio
cabalmente aa dispoiicei e 6nt di lei provincial n.*97
TT



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de 3 de ulhn de 18H pelas ra5es, que em igual occa-
S'io vos eiput no anno pretrito. torfnTa prosperio no
ensmo das ma'erij mi communs. com da loitura,
cripta econtabidide. pretic, e sio frequenladas io
todo por cerca de mil alumnos de um e outro seso, no
O^mprehendidos oi di< escolas particulares, que mon
lio a 600 : estilo prvidas de prolessores vitalicio 15,
de interinos 17, e vagar,7, comotudo melhor veris do
relslorioemappa a elle annexo dodirertor da instruc
gio publica, que os sera presente: iu" necciiidades
inin urgent's sio proc-lai de casas, de bon compen-
dios, trasladle outroa mist-re indiipensaveis para as
aulas, lerem pagos ens profeasorea do que io lhesdee,
ha mere e annos, doi leus ordenados, cicrem ellas vi-
sitadas e inspeccinalas urna vei por outn pelo meimo
director, cu por quem aun e/es faca.
O lyceo paiaense, no qual se eniino os cursos de
huoianiludese de rommercio, ainda nio eit comple-
tamente montado, por nSo tercm bavido pesso&s habili-
tadas, que se propnnhio a reger a aula de escripturacio
mercantil e de rontabilidade, que esta vaga, e a exer-
cer dnus dos lugares ile substitutos, que nunca forSo
prvidos ; todava as outras cadeiras esto precnrhida,
o (eus professores entinan regularmente as matoriis,
que sio de sua competencia. Pelo mesmo relalorio an-
tes indicado, vereiso numero de aluuinoi, que Irequer-
tio as aulas ileite cstabolecirriento, o a asiiduidade el-
prnveitamento, que teem t do ; e hem assim o estado
das qualro aulas de latim cstabelecidas no interior da
provincia.
O seminario episcopal, posto que bem dirigido, e em
estado progressivo. quanlo ao ensino de algumai das
materias propriai de sua instituicio, todava, elm de
ler vagas ou ainda nio estalielecidas as cadeiras de dog-
ma, historia sagrada, direito ecclesiastico e cannico e
msica, o edificio, em que est assentado, acha-ie, por
antiqusimo, milito estragado, e necesitado de reparo,
como ji em outra ocrasiSo vo ponderei : suai rendas
mnnlin a quiintia de sais contot de ris ; provm el
ls di preslacJo de Ire contos de ros, que receba do
tbesou'0 provincial para sustenti-cln de der aclitos da
calhedralerte 12 meninos pobres, de7llfl70 rs.de
a'ugueis e'uros de leus pequeos predios e chaos, e da
penflo dos porcionistes, a raso de lOjOOO rs. annuaei
cada um :easua despeja subi no anuo proiimamen-
le lindo a 6:Sl4#36rj rs. Daqui veris, que.se ainda,tern
eilarem prvida* todas a suos cadeiras, nao iguala sua
recita a despera, que fat, que seria se o eslivessem ?
Cnnvm. pois, que lancis vistas benficas e de prolec
(o sobre este interessante estabelecimento, donde ni
mente podemos esperar proviso de ministros do santua-
rio instruidos e hem lormados pnra o servico de nonas
paroebiase missSe ; equando maii nio seja possivel,
justo he, que Ihe concedis o mesmo (avnr, que ora
Iruem as outras casas de educieio, de ser preferido no
pagamento de suas prestacei, e ilgumi quota para o
reparo do seu edificio.
A escola dos educandos artistas contiaa a prosperar,
eja comeca a producir as vanlagens, que se espera-
vio de sua insliluico: acbSo-se completamente promp
los e em i tlado de sshirem do estnbelecimenlo sete e-
ducandos por terem acabado o seu lempo, e estarem
peritos nos flicins, que aprendiio, e sao os s> guin
es:Io> Domingues da Silva, Januario Francisco,
Manoel Silvestre, e Msvmundo Anlonio. no ofTicio de
carpina; Manuel Anlonio Dillon, no de marcenen! ;
JolO llenriques, no de funileiro; e Miguel Ignacio, no
dealfaiale; e todos com muilo boas nulas de conduela.
Pelo mappa e coates avejentadas pelo respectivo di-
rector, e que aqu os deiso, veris o numero de edu
candi.s, de que se coinpoe a esinla, o lempo, em que
mirarlo para ella, as art.-s e olTicini, a que leapplj-
cio, e a conducta e aproveitamento, que leem (ido ; e
hem assim a receila total a despeas do estahelecimento.
sobre ns quaes chamo lod.i a ossa alinelo. Interior.
o director, queaeasa, cm que babiilo os educandos,
.precisa de grande eoneertu em ilgumas paredes, que
amearln ruina, por estarem cerceados osesteios, que
as sustentlo : pretendo mandw-las eiaminar por pe-
rilo, e fazeroorcamento da despera neceiSBria para o
seu reparo 1 lempo, que vos possa ser appresenlado,
afici: de que decretis os fundos precisos para mi o-
hra, quejulgo de necessidade, nio s para seguranca
do predio, como para evitar depois maiores despe-
is.
O rccolbimenlo das educandos orphins e desvalidas
tambam vai em proxresso ; consta actualmente de oi
tenia o oilo meninas, -quaisGOsao mantillas pelo
mire provincial, 12 pelo municiral. 6 pela casa, e 10
sao porcionitlas : sua receila o despea mensal consta
dohalanctle, que voi aprsenlo, juntamente com a in-
formarlo relatoria do estado e necesidades do eital.e-
lecimento, prrslada pelo respectivo administrador, que
anda lie o muilo reverendo padie Salvador Rodrigues
do Couto, um do seus meis benficos prolc< lores.
Km consequencia de ler este administrador pedido su .i
demieilo, allegando a impossibilidade, em quo se a-
chava, pilas molestias e incoinmodos, quo supporlava,
de tratar pt'ssoalmenle du recehiuiento ecobranga da*
prestarles e dividas da casa, e da compra dos gneros
e outros objectornecessarios ao estahelvcimenlo.ogover
no, indeferindo i sua pelicio, aulorisnu-o a empregar
nesies mis teres e na escripturacio dos negocios, da ca-
sa a Jos Ferreira Helio, por elle indicado, com a grnli-
firacio de 300j0f)0 rs. : licando esta deliberadlo
dependente da vossa approvatlo, a que ora sul>-
ii Un. O meirno administrador represento quo
viilo achar-se boje a casa desembarazada de ilivid, s e
melbora la em sua receila,pela annuidade da quanlia de
dnus conlos de res, que Ihe preita a thi-sourai ia gcral,
em compinsaclo da parte, que Ihe caba n s bens dos
(tinelos mercenarios, que cilio incoiporados sos da
naci, Ibe pareca conveniente e dnsumma equida-
de : t., que se augmentasse de mais 10 o numero dai
pensionistas do the-ouro provincial, afim de se poder
rccolber 1 caa mais algumas de tintas meninas po-
bres e desamparadas, que diariamente batem porla
do recolhimento, o,pedem asylo : 2.', quo se elevasse
ii600|000rs. o ordenado da regenra do estabi'leci
ment, igualando-a assim a profeisora de primeiras le-
ttrai deita capital, em raslo dos encargos e reiponss-
bilidades, que sobra ella pesio, e da mineira satisfac-
toria, com rjoe ot tem desempenliado : 3.', finalmerile.
que o aulorisasseis a pagar, da sobredita annuidade, o
300i000 rs. da gratificacio marcada pelo gnverno pa-
ra o agenta das cobranca compra de Reneroa; 300'j
rs. de iluguel de urna non easa, que totnou de arren-
damento pire melbor iccommodacSo das eduoaodas, e
igual quantia para medico e botica da casa Vos daris
cm duvida a todas estas indicngdes de neeesiidedei do
estahelecimento a alinelo o considoracio, que vos pa-
reeerem de juitici, e que o merecem.
0 juit de orpfifiosda vila de Macapi represenlou ip
gnverno, em julko passado,quo. eiiitindonella um con-
ideravol numero de individuos menores de um o outro
seto, que, por haverem perdido seus p'il, victimas da
poste, quedevaslou aquello municipio, ou poretlre-
ma pobrera delle, viviio ao abandono, sem educacio,
nem trato algum, Ihe pareca de hununidade e de con
veniencia publica, que fossem el le recolhidos As casas
de educacio, estabelecidas pata eite lim na capital : o
governo, comquanto deiejasi annuir esta proposta,
e ilar asylo as ditas casis a esse inlelires, todava, li-
gado pelasteis, que as regem, e que nio pirmillem
augmentar o seu numero, alias sempre excedido por
oi'cnrrenri.is semelh mtes, i espondeo, que solicitara de
tos um augmento rasoavel no numero dos educandos
artistas, e das educandas orphiai, para poder recol er
e amparar as sobredilas casas MIM desvalidos, e jun-
tamente a consignarn dos fundos precisos para sua
lustenticio ; o que ora l.n; >, e cont, que merecer
vossa alinelo.
(Continuar-te-ha.)
(JoiTt's|)<>n Srs. Redactores. A correspondencia do Sr. Jos
Feij de Mello contra inm, publicada no Diario de
Pernamhm-o n. 167, impo-me o dever de defender
minha honra ultrajada.
I'ti uo responderei aos seus dicterios e insullos,
porque estes SO merecem o meu desprezo e de todos
os hornera hem educados, sensatos e honrados. Ou-
tro he o meu ohjeclo c o meu empenho.
Km pi'ineiro lugar, nio lie mentira formal (co-
mo diz o Sr. Jos Feij do Mello) haver o lllm.Sr.
msjorJos Gabriel de Moraes Mayer salisfeto a exi-
gencia doSr. subdelegado do primeio districto, ex-
nibindo, no da 9 de julho prximo jiassado, nesla
casa de minha residencia, a este Scuhor a carta pre-
catoria, que aulorisra a penhora nos i7 escravos,
que conduzilo para o Recite; porque os documenlos
ns. 1, 9 e 8, quejUDto aesla, provaoo contrario.
Nfio he, consequentemente, verdade, que, nodia
10, os Srs. subdelegados dos |iiiinero esegundo dis-
trictos intimassera novameole, ueste meu engenho,
ao lllm. Sr. major Mayer, que exhihissea ordem, pe-
la qual se havia l'eiio aquella diligencia com for?a
armada, em seu districto. e sem particpalo pre-
via como diz. o Sr. J. V. de Mello;; porque, mo s
aquello Senhor a tiiiha prestado na vespera ao Sr.
subdelegado do priineiro districto, mas tambem in-
terrogado na sua presenea o sargento commanilantcdo
deslacainento, sobre que ordem havia recebido para
auxiliar aquella penhora, como provilo aquelles mea-
mos documentos.
He conseguitUemente falso o que diz. o Sr. Jos
Feij de Mello : l'oi smente depois de pago, que
aquelle major reformado apresentnu ao subdelegado
Feij urna precaloiia, expedida pelo juizo dos or-
phiios desta cidade, para se me fazer penhora, por
unas reposigoes, etc. ; porque os sobreditos docu-
mentos provio, que elle falla verdade.
Km segundo lugar, he falsissimo o seguinte : Po-
reiii Manuel Thoui de Jess encariegou-se do man-
dar b Santo-Antfi por outro cumprase pelo juiz dos
orphlos supplenle, Zacaras Rodrigues duSouza;
poique o documenlo n. prova, que isto he urna ca-
lumnia.
A'vista do expendido, he minha humilde opinifio,
que, leudo o Sr. subdelegado do primeiro districto
visto, nodia9, noile, a caita precatoris, em conse-
auencia da qual lora lita a penhora nos 47 escravos
do Sr. Jos Feij do Mello, leudo ouvido o sargento
commaudanie da forga armada, que auxiliara esla
oxecuco, declarar, com que ordem o lizera : tudo
qllanto aquelle Senhor e seu collega do segundo dis-
tricto lizenlo, no din 10, l'oi um ataque ao poder ju-
dicial, uturpacQo das Bas attribuices, foi um vei-
dadeiro atlentado; porque, mesmo quando tivesse
bavido alguma illekalidade naquella penhora, era a
este poder, que o Sr. Jos Feijo de Mello deveria re|
correr, e nao as autoridades policiaes. Tanto assim,
que nodia 11, segundo me consta, estesSenhores re-
cebrlo oflicios do Sr. delegado supplente da cidade
da Victoria, em que Ibes ordenava de processarem
qualquerpessoa, qu lentasse frustrar a referida exe-
cucao. Parece-me, porlanto, que a minha proposi-
to ornis inaudito atlentado nao fra justa-
mente classi Meada de extravagancia pelo Sr.
Jos Forj de Mello, c que a sua irreflexo neste pon-
to be menos desculpavel do que aquella, que mui
fcil be haver na BpplicacSo de um termo inexacta-
mente proprio para exprimir um pensamento, mr-
monle quando se esereve no estado de paix.lo. Toda-
va, confessando a minha proverbial ignorancia-,
como diz o Sr. Jos Feij de Mello, submetto estas
luscas rellexes a magistral censura da vasta capa-
cidade intcllectual deslc Senhor, de quem a profun-
da crudiccf.u he tilo proverbial como a minha igno-
rancia.
Agora ver o respeilavcl publico se
como diz o Sr. Jos Feij de Mello
autoridade da provincia,
evidentemente falsas, se este era digno de algu-
ma eonsideacTo; e no documento n. 5, escripto do
propno punho do Sr. subdelegado do segundo dis-
tricto ( posterior c recenlemenle elevado da gra-
duacilo de major a de coronel de legiilo ;, achara urna
tdea, anula que impcrfeita, da anaichia, que reina-
va na forca armada, que elle e o seu collega caui-
laneavSo, '
rodas de
igno-
i asseverei
primeira
no meu ollicio, cousas
Kmquanto as minhas arbitrariedades
pao, que eu mandava dar, nos desgranados, queero
condemnados no triliiinal de Noruega, ataques con-
tra os meusvizinhos, desmantelamento de engenho
com Torca armada (e nao sei que mais crimes), que
o Sr. Jos Feijo de Mello diz, eu perpetrara em outro
: que por um feliz acaso nao perdi), no acto, em que,
com urna faca, contra mim attentava (por eu o re-
prehender de estar pescando em certo lugar do meu
acalde, contra a minha expressa prohibico), por pes-
soas, que perto de mim cstavfo, e que o teri.lo ma-
tado, se a isto eu mo tivesse obstado ; e que, apezar
de ser meu assassino, eu, compadecido, o mandei
conduzir para minha casa, e curar, soccorrondo en-
tretanto a sua familia, quenenhuma culpa tivera da
sua malvadeza. Em segundo lugar, que be falso ter
havido a despronuncia de que falla o Sr. Jos Feij
de Mello; e, nSo podendo admittir a ideia, de que
este Senhor (apezar do seu engenho sublime) possa
comprehender a desprononcia de um reo, sem este
ter sido pronunciado concluo, que teve a este res-
peito tilo oxactas informaces, como aquellas, em
virtude das quaes assevera outros factos.
Srs. Redactores, julgando superfluo provar outras
falsidades, que conlm aquella correspondencia, es-
t satisfeito o meu proposito, que consiste nica-
mente em fazor conhecer ao publico, nto digo as
mentiras e calumnias do Sr. Jos Feij de Mello (a-
pezar de ter ouvido dizer, de longo lempo, a muitas
pessoas, que elle he um grande e impudente menti-
roso, e que este vicio est nelle tio arraigado, queja
nflo he possivel corrigir-se; o que cu certamente
nflo creio ); mas sim a falsidade das informaces,
que lhederto, ea malevolencia, precipitaeflo e inso-
lencia, com quedellas se servir o escrevera a sua
correspondencia ; e longe < de me guardar (como
elle) para tornar a fallar nesla quesillo em tompo
mais opportuno, declaro muito explcitamente,
que nunca mais o farei.
llogo-lhes, Srs. Redactores, se sirvilo de mandar
publicar no seu Diario esta caria e documentos, que
a acompanho : favor deque Ibes ficar muito agra-
decido o de Vira, muito atiento venerador
Mnnoel Thom de Jess.
Engenho Noruega, 31 de agosto de 18*6.
DOCUMENTOS.
N. 1.
lllm. Sr. lente coronel Manoel Goncalves Pereira
Lima.Motivo de honra me obriga a pedir a V. S.
o favor de responder, ao p desta, asseguintes per-
guntas :
Se he verdade, quo no dia 10 do p p. mez os Srs.
subdelegados dos 1. e 2- districtos desta freguezia,
com forga armada, prctendriio apoderar-sc neste
engenho de 47 escravos, que o lllm. Sr. major Jos
Gabriel de Moraes Mayer havia penhorado ao Sr.
Jos Feij de Mello ; pretextando, para este atlenta-
do urna illegalidadc, quo oSr. subdelegado do 1.
districlo e seus amigos allcgavilo ter visto na caria
precaloria, que, no dia 9 imite, nesta sua casa, o
mesmo lllm. Sr. major a presen tara a este Sr. subde-
legado, para provar o direito, com que conduzia os
ditos escravos para o Recife.
Se o Sr. subdelegado do 2. districto, Antonio Fei-
j de Mello, achando-se no mesmo dia to nesta sua
casa, como representante d'aquclla forca, reclaman-
do a entrega dos ditos escravos, e outras pessoas do
seu bando, que na mesma occasiilo vier&o, ignora-
vjii, que, na noule do dia antecedente, o lllm. Sr.
major Mayer havia aqui satisfeilo exigencia do seu
eotlcga, nao s apresentando-lhe a carta precaloria,
que autorisaraa penhora, mas tambem interrogan-
do, na sua presenta, o sargento commaudanie do des-
tacamento de permanentes, sobre que ordem rec-
bela e de quem; para a auxiliar.
Se, tendoo Sr. subdelegado Foij dito, que havia
ja expedido um portador a cidade da Victoria, afim
de saber, se a carta precaloria estava legal, acceit-
ra, ou nao, a proposicao, que eu Ihe lu, de accordo
com o lllm. Sr. major Mayer, deste aqui se demorar
com os escravos at a rhegadada resposta, para, no
raso desta ser dcsfavoravcl ao mesmo lllm. Sr. ma-
jor, se entregarem estesa seu senhor.
Se, uo obstante esta convencao, tendo voltado o
ditoSr. subdelegado para o meio da sua forcea e dos
seus amigos, me participara por escripto, que estes
lio approvavao aquella conveiiQilo, renovando a sua
exigencia, e ameacas de atacar a casa da minha resi-
dencia ; o que n3o tivera lugar, por, no entretanto,
o Sr. Jos Pereira de Araujo se haver responsabiusa-
do ao lllm. Sr. major Jilayer pela divida, que motivara
a execueflo, traspassando este aquelle o seu direito,
no proprio mandado de penhora.
Se, emfim, V. s. consta, que o Sr. subdelegado do
2. districto dissera, que acompanhraaoSr. subde-
legado do 1 neste atlentado. por este Ibe ter pedi-
do, que o lizesse.
Espero da honra de V. S., que me n.lo recusar este
favor; e, desejandoa V. S. lodas as venturas, pres-
me de ser De V. S. amigo c seu muito affectuoso e
criado. -- Manoel Thom de Jess.
Noruega, 14 de agosto de 1846.
lllm. Sr. commandante superior Manoel Thom de
Jess. Emquanto a primeira pergunta, respondo
nue no menciono dia 10 do p. p. mez, as oita horas
da maiihia, cheguei a casa de V. S., que vinha do Re-
etfe, e presencici ser verdado tudo quanto na sua me
expic.
Emquanto a segunda pergunta, sube com toda
certeza, que, na noute do dia 9 do p. p. mez, o major
Jos Gabriel de Moraes Mayer, chegando a sua casa,
asoito horas da noute, aonde se achava o subdele-
gado do 1. districto, Manoel Antonio Dias, quetinha
viudo esperar o dito major Mayer, para Ihe apresen-
tar o mandado, por onde tinha apprehendido 47 es-
cravos de Jos Feij de Mello, e que o dito major, na
presenea de todas as pessoas, que acompanhavao ao
dito subdelegado, apresentou o dito major a preca-
loria e mais documentos, que trazia.
Emquanto a terceira pergunta, presenciei, que,
vindo o subdelegado do 2. districto, Antonio Feijo de
Mello, fallar a V. S, e perguntando-lhe V. S. qual
a o motivo de um semelhante atlentado e urna for-
aJ resistencia a lei e as autoridades constituidas.
era
m
lempo, naqualidadede autoridade, respondo nica-
mente com os documentos ns. 6,7,8, 9,10,11, ie
13, os quaes miligao a minha profunda magoa de nflo
ler ilesempenhado os meus llevares nos diversos car-
gos, que me forflo confiados, fe satisfac/io deste Sr.
-Pelo que respeita ao seguinte Nflo ha mullos
mezes, que S. S mandou espancar brbaramente a
um pobre individuo, morador no engenho Arariba,
por pescar em um acude, j aborto e despescado, do
engenho Noruega, seguindo-se d^ahi um processo,
em que forflo S. S. e os seus escravos dospronuncia-
dos, etc. ; cumpre-me dizer, em primeiro lugar
que o Sr. Jos Feijo de Mello se esqueceo de relerii
circumstancias notorias, pequeas na verdade
mas que todava aclarflo muito o caso ; e sao qu
as pancadas, qu aquelle malvado levou, forflo'dadas
mui espontneamente em defensa da miaba vida
_ constituidas,
respondeo o dito, porque Ihe dizia o subdelegado do
1. districto, que a diligencia era Ilegal, e que elle
dilo subdelegado tinha j mandado tfm portador
para a cidade da Victoria saber, se era legal ou Ile-
gal a dita diligencia; ao que respondeoV. S., que
muito se conformava e o major Maver em esperar
pela dicisflo do juiz, porque, no caso deste mandar
dizer, que era illegal, promptamente o major Maver
entregava os escravos; e depois de ter tratado isto
com V S., retirou-se, ed'ahi a poucos minutos man-
dou-lhe urna embalsada, que osseus companheiros
nflo querifio annuir e nem esperarpelo trato, que aca-
bava de fazer com V. S.; e que portento, ou por bem
ou por mal, vinbflo lomar os escravos. Um tal alten-
lado deo motivo a V. S. espontneamente mandar-
me dizer, que viessem, que ficava a sua espera, que
os escravos nflo se entragavflo; eistoobrigou a V. S.
a tomar todas as prc.auces necessarias em defesa
da sua pessoa e da sua propriedade invadida, man-
dando reunir toda a sua fabrica e todos osseus mo-
radores e pessoas da sua vizinhanca. que todos acudi-
rflo em sua defosa, e com o mesmo major Mayer e o
destacamento dispozerflo-se a hateros tees facciosos,
no caso de tentativa; ao que, neste cmenos, appar.
eeo Jos Pereira de Araujo, c pagou a divida, een"
tflo entregou-se-lhe os escravos.
Kmquanto a quarta pergunta, consta-me, nUOn
dito subdelegado do 2. districto supplente, Antn!
Feij de Mello, dissera a varias pessoas, quefoi coad
ju var ao dito subdelegado Dias no seu atlentado n-T
este o mandar chamar por um seu fllho. Parec-m.
ter cumprido tudo quanto V. S. na sua me pede Dft!
ter sido testemunha ocular de todos estes acontec
montos. Dos guarde a V. S. por muitos annos
sou-DV.-S. amigo obngado e criado. Uanu
Gonraives Pereira Lima.
Siia casa no engenho Vicente-Campello, ja a
agosto do 1846.
N. 2.
lllm. Sr. capitflo Manoel Rodrigues da'Silva tama.
ra. -- Motivo de honra me obriga a pedir a V. S. o JT
vor de responder ao p desta ao seguinte :
Se, na noute do dia 9 do p. p. mez, tendo V. s. vin.
do a esta sua casa com o Sr. subdelegado do t.o L
tricto dest freguezia, e outras pessoas, queoacom
panhavto, V. S.fresencioa haver o lllm. Sr. .mai
Jos Gabriel de Moraes Mayer (que logo aps etiej
chegra) satisfeito a exigencia do dito Sr. subdelega-
do, nflo s apresentando-lhe, na presenea de todas js
pessoas, que aqui seachavSo, a carta precatoria, que
autorisaraa penhora, que vinha de fazer executrem
47 escravos. do Sr. Jos Feij de Mello, mas tambem
interrogando o sargento commandante do destaca-
mento de 29 homens, sobre a ordem, que havia rece"
bido (e de quem) para auxiliar aquella execu?flo.
Espero da honra de V. S., me attender benigna-
mente -- De V. S. compadre e amigo afTectuoso,-,|f4.
noel Thom de Jess.
Noruega, 14 de agosto de 1846.
lllm. Sr. commandante superior Manoel Thom de
Jess. Emquanto a resposta, queV. S. demiinexi.
je, tenho a dizer o seguinte : em primeiro lugar, que
tendo eu ido a casa de V. S. no dia cima menciona*
do, por me ter chamado o Sr. subdelegado do i.
districto desta freguezia, para observar, como teste-
munha, o facto, de que ia tomar conhecimento, \
queoSr. majorJosGabriel de Moraes Mayer apre-
sentou uns papis, que dizia ser a carta precaloria
pela qual tinha feito a apprehensflo dos 47 escravos
do Sr. major Jos Feij de Mello; e, tendo o procura-
dor do dito Sr. major Feij visto os tees papis, e no
adiando nelles o cumpra-se da autoridade competen-
te, nflo os considerou como legaes. Em segundo lu-
gar, que, sendo interrogado o sargento commandan-
te da torga pelo Sr. major Mayer, na presenea dos
circunstantes, parece-me, que elle responder, que
o tinha acompanhado por ordem do juiz municipal
supplente, Zacaras Rodrigues de Souza. He o quan-
to sei dizer a tal respeito. Sou De V. S. compadre
e muilo obrigado servo. -- Manoel Rodrigues da Sikt
Camera.
Dous-Bracos-de-Cima, 14 de agosto do 1846.
N. 3.
lllm. Sr. Joo Paes Rarreto de Lacerda. Motivo
de honra me obriga a pedir a V. S. o favor de decla-
rar ao p deste o seguinte :
Se he verdade. que, achando-se V.S. nesle sua casa,
nodia 10 do p. p. mez, naoccasiflo, em que aqui se
achava o Sr. Antonio Feij de Mello, subdelegado do
2. districto desta freguezia, um dos commandantes
da torga armada, que ueste engenho esteva, e pre-
tenda invadir a casada minha residencia, pan se
apoderar dos 47 escravos, queoSr. majorJos Ga-
briel de Moraes Mayer havia penhorado ao Sr. Jos
Feij de Mello, V. S. presenciou, que este mesmo Sr.
subdelegado confessara, que, na imite antecedente
do dia 9, o Sr. major havia apresentado aoseu colle-
ga, o Sr. subdelegado do 1. districto, neste mesma
sua casa, a carta precatoria do juizo dos orphflosda
cidade do Recife para o juiz municipal da cidade di
Victoria, que aulorisra a penhora feita n'aquelles
escravos, e se o mesmo Sr. subdelegado Feij sibil,
que o sargento commandante da torga armada, que
auxiliara este execugflo, declarara (a pedido doSr.
major), peranle o seu collega, a ordem, com que o
lizera.
Se o ditoSr. subdelegado do 2. districto concor-
dara com o Sr. major e commigo de se esperara
resposta d cidade da Victoria, sobre a Iegalidadc da
sobredita penhora, e, no caso de esta ser contraria ao
mesmo Sr. major, este entregar-lheos escravos.
Se, tendo o dito Sr. subdelegado voltado para aquel-
la torca armada, me participara por escripto, que a
dita conveneflo nflo fra approvada pelos seus com-
panheiros, e quo por isso insista na entrega dos es-
cravos.
Se V. S. ouvio dizer ao Sr. subdelegado Feij, que
o Sr. Jos Feij de Mello, Ihe requerra, para vir im-
pedir a marcha dos escravos para o Recife, ou o fize-
ra ao seu collega do 1. districto, ao qual aquelle Sr.
subdelegado vinha coadjuvando neste empenho.
Espero merecer-lho este obsequio, em testemu-
nho da verdade; e sou com amizadeegratidSoDe
V. S amigo e seu muito affectuoso e obrigado."
noel Thom de Jess.
Engenho Noruega, 17 de agosto de 1846.
lllm. Sr. Manoel Thom de Jess. -- Km resposli a
sua prezada carta, sou a dizer V. S., que presenciei
tudoO que V. S. diz na primeira, segunda e terceira
pergunta, que faz; emquanto a quarta, ouvi dizer,
que o Sr. subdelegado do 2 districto viera por cha-
mado do seu collega do 1. districto. Sempre me
achara prompto para mostrar que sou De V.
amigo certo e obrigado. Jo&o Paes Brrelo de la-
ce r da.
Mupan, 17 de agosto de 1846.
N. 4.
lllm. Sr. capitflo Zacaras Rodrigues de Souza.--
Motivo de honra me obriga a pedir a V. S. o paiti-
se na occastao,
cular favor de declarar ao p desta, ~
em que neste sua casa se achava o meu amigo, ium.
Sr. major Jos Gabriel de Moraes Mayer, p. p. mez) com os escravos, que penhorra ao r- ><>
Feij de Mello, eu pedi a V. S., directa ou '"dl-*"
mente, cousa alguma relativa carta Precal" *
que o dito lllm. Sr. major apresentra a V. > P*
poder realisar a penhora, que fez; on qualquer ouu
cousa, a respeito desta execueflo. .
Espero da honra de V. 8, que me nflo negara eiw
favor, que receberei com sentimentos de gratm; .
De V. S. attento venerador e criado. Manoel iw
de Jess,
Noruega, 13 de agosto de 1846.
lllm. Sr. commendante superior Manoel Tn0!"un)a
Jess.-Tenho a responder-lhe, que cousa aig
me pedio V. S., no sentido, em que falla; porq" .
o major Mayer foi quem me devolveo a prec>
dizendo-me, que havia opposicflo na execugao. v ^
dzerem, que devia haver outro cumpra-se, w^
nflo duvidei po-lo ; nflo porque assim devia ser,
para unicamentc"bvitar actos dp maior "nPr".ores,
que podessem acontecer, da parte dos oppc' a0S.
urna vez que j a precatoria tinha sido cxliij 11
mesmos oppositorcs, pois que persuadido esi


V
5
anda eslou, de que nfo ora preciso novo cumpra-se.
Sou--De V. S. atiento venerador ecriado. Zara-
ras Rodrigues de Souza.
. N. 5.
Illm. Sr. comniandante superior Manocl Thomde
Jess. Combinando com os meus amigos ealliados,
nada querem concordar, por j se ter usado dos meios
conciliatorios, pois cu milito desejava ver todo na boa
harmona : V. S. nilo ignora estes casos quanto se rus-
ta a conter; e, se Mr mistcr, l llieirei eapor como me
vejo, e muito principalmente j echando em um es-
tado como lhe expuz; pois a lei jest muito in-
fringida. Soucomamizade De V S. amigo atien-
to e criado. Antoniobeij de Mello.
lOdejulbode 1846.
N. B. V. S. perdoo o estado, em que vai escripto,
pois o lugar assim o requer.
N. 6.
Illm. e Exm. Sr. Os moradores da freguezia" da
Escada, receiosos do risco eminente, que estilo ex-
postas as suas vidas e fazendas, passto a por na res-
peitavel presenta de V. Exc, que o desamparo e
in disciplina, com que se lem governado o districto,
at ondose eslendia a jurisdiccilo do cap tilo Flix
Jos Pimentel, tem feto chegar a impavidez ao
maior poni de grandeza, de sorte que os delinquen-
tes, malfuitores, IadrOes, desertores, assassinos,
que, acossados das justicas, escaplo della e dos com-
mandantes dos Jistrictos circumvizinhos, nilo con-
tentes com achar nesta freguezia um asylo seguro
para a sua conservagilo, e um arrimo forte s suas
maldades, passfloao mais escandaloso e irreligioso
roccdimento, qual o de entrarem, aos domingos e
ias de resta publica, e desmascaradamenle, pela ma-
triz, armados de toda a casta de armas offensivas,
onde encontrflo a seu salvo aquelles, contra quem
com mais facilidade perpelrflo os mais pblicos e
atrozesassassinios i resultando d'aqui o desassocego
vivo dos povos, queprocurfio viverem paz. V. Exc.
sabe, que a vida dos bous e a conservacilo dos scus
bens consiste na boa ordem, regencia e temor dos
que governflo : pelo contorno de.- ta freguezia, nilo
lia urna pessoa, que mais zelosa se mostr no servi-
," de Sua Magostado, que mais interesse, e vigilante
seja na conservado placida de seus habitantes, e
que mais temida se faca dos malvolos inquietado-
resdella, que o alferea Manoel Thomde Jess, cu-
jos requesitos silo os mais proprios para constituir
um hbil commandante Os supplicanles, Exm. S.,
sabem, que, pelasjustasdetorminacesde V. Exc, so
devem commandar os capitiles dos districtos, mas se
lemhrilo, que a necessidade, nascida da falta de gen-
te, faz supprir tilo justa deliberadlo, altendendo ao
risco das vidas dos supplicanles, que cstSo depen-
dentes de t8o malvolos acolhidos: uestes termos, re-
corren os supplicantes a V. Exc, seja servido unir a
commandancia da freguezia da Escada, pela nova
divisSo, doalferesManoel Thom de Jess, que be
o nico capaz de desterrar s com o seu governo
lo dissoluta gente. Pedem aV. Exc, seja servido de-
ferir aos supplicantes, como teem requerido. E rece-
berilo merc -Luiz FranciscoGavalcantede Albuquer-
qua, rendeiro do engenho Aripib. Jos Fernandcs
Jnrge, rendeiro do engenho Limoeiro. Manoel Ga-
valcante de Albuqucrquc Mello, rendeiro do enge-
nho Dous-Bragos.Domingos Gomes dos Santos,
senhor e proprietario do engenho Massauass.
Francisco Rodrigues l.indoso, proprietario do enge-
nho Santa-Cruz da Cachoeira-Tapada.--O padre Ma-
noel Gomes Ribeiro, capellilo do engenho Arando.
Jos Rodrigues de Sena, proprielario do engenho
Krecheiras. Concalo Martins de Sena, Ja vi ador do
engenho Frecbeiras. Luiz Jos de Araujo, senhor
do engenho Taquara. --Alvaro Itarbalho Uchoa Ca-
valcante, rendeiro do engenho Cabeca-de-Negro.--
Manael Jeronymo Azevedo, administrador do enge-
nho l'araizo. Estevao Ferreira da Costa, rendeiro
do engenho Arand, e Matupiruma. Jos Mara
Pinlo. Manoel Soares de Oliveira. Manoel Ferrei-
ra llaracho. Francisco Antonio de S.
Despacho. Informe o capitao-mr das ordenan-
casda villa do Cabo. Hccife, 30de Janeiro de 1817.
--Eslava a rubrica do Exm. governador, Caetano
Pinto de Miranda Monte-Negro.
N. 7.
Luiz do Reg Brrelo, do concclho de Sua Mages
tade, fidalgo da casa real, commendador as ordens
de Christo e Torre e Espada, condecorado com a cruz
grande das Sete Batalhas por Sua Magestade Britan-
nica, marcehal decampo dos reaes exercitos, com-
mandante em chefe da divisilo dos voluntarios leaes
de el-rei, governador e capitic-general desta capita-
na de Pernambuco &c. Atiesto, que Manoel Thom
de Jess, leudo provado por documentos o zelo, com
que se distingui no tempo da infeliz rcvolucilo des-
ta capitana, animando os povos das freguzas da
Escada e Ipojuca para sesubtrahiicm a obediencia do
intruso governo dos rebeldes, e consegundo or-
ganisar desles povos um corpo, que eommandou na
accilo dada contra as tropas revolucionaras junio
ao engenho da tilinga, em que, consta, so portou com
<> mais decedido valor, foi promovido pelo chefe
da esquadra, Rodrigo Jos Ferreira Lobo, na quali-
dade de governador interino desta capitana, do pos-
to de atieres de ordenanzas do dislriclo da villa do
Cabo de Santo-Agostinho ao de sargento-mr do mes-
nio districto, por carta patente do mesmo, com data
de 28 dejunhode 1817; em cujo exercicio tem, des-
de essa poca at ao presente, dado o mais exacto
cumplimento aos seus deveres, moslrando-se sempre
muito zeloso pelo bem do real servido, aclivo na
satsfacilo de ludo aquillo, de que por muilas vezes
o tenho encarregado, intelligente nos objectps do
mesmo servico, que, em razao de seu posto, lhe com-
petem ; preslando-se a ludo de muilo boa vontade,
e dando inconteslaveis provasdo amor e obediencia,
que presta ao nosso augusto soberano, e do arden-
te desejo. com que promove o bom dos povos, cujo
commando tem a seu cargo : qualidades, que, jun-
tas a urna excellenle conducta civil, que tem tido
invariavelmenle em todo este tempo,o constituem
um cidadlo benemrito e honrado ; lho grangeilo
a estimac.ao publica, e dos seus superiores, eo ha-
hilitao, e fazem digno de qualquer graca, om que
Sua Magestade baja por bem de premiar o seu rnereci-
menlo. f porque o referido passa na verdade, c es-
ta me foi pedida, a mandei passar, e vai por mim as-
signada, e sellada com o sinete do meu uso. Pala-
cio do governo de pernambuco, 25 de feveriro de
1819. Ltilz do Reg Barreto
N. 8.
lllms. e Exms Srs. Diz Manoel Thom de Je-
ss, sargento-mr das ordenanzas da villa do Cab,.,
cammandante das mesmas ordenanzas da fregueziij
de Nossa Senhoi a da Escada, c director dos Indios
la dita freguezia, que o seu reconhecdo zelo do
bem publico nacional, em manterem pazo porn dr.
mesmo lugar, j de anuos costumado com as dispo-
sicoes do supplicante, c at por na dita freguezia
niio haver um ofTieial de patente da sua oorpo-
sacJio, em cuja pessoa podesse descansar de tao pe-
rado onus, o tem feito sofl'rer, com notavel incom-
modo e prejuizoda sua saude.ha um anno, com pou-
ca dilTerenca, chronicase moraos molestias, na es-
peranza de melhoramento, por moiode cura palliali-
tiva, cuja verdade do costume do supplicanba so
prova com a ultima informaQo o rosposta do medi-
co de sua assistoncia, o Dr. Jos Joaquini do Carya-
llio, que junto otTerece; mas, como longe dolas di-
minujrem, antes so activao a eminente perigo da
sua vida, que por isso lhe he ordenado, em dosen-
gano, pelo dito professora soffrer um railical e com-
pleto curativo, se ve o mesmo supplicante na extre-
ma necessidade de requerer e implorar a Vs. Excs.,
o havercm por bem do lhe conceder licenza por al-
guna mezes, ou at que haja do reivindicar a sua
saude, na certeza de que, rm instante que se julgar
com sufflcientes forzas para cumprir com os deve-
res dos ditos seus onus, ser prompto em o parti-
cipar a Vs. Excs., para Ih'os mandarem restituir, afim
de continuar na pacifica e concordo regencia do
dito povo, ao qual, com ternura e pureza da sua
alma, summumentoama; por isso mesmo que lhe tem
custado immenso suor e fadigas, para os reduzir e
conservar na tranquilla e florecente paz, que no pre-
sente tempo, na dita freguezia, mais que em oulra
alguma desta provincia, se tem observado : deter-
minando Vs. Excs. a quem dove o supplicante, no en-
tanto, fazer entrega dos ditos cargos. Portanto, pede
a Vs. Excs., sejno servidos de lhe deferir como re-
quer, noquefanloa justicia do costume E recebe-
r merctV
Despacito Atientas as circunstancias, quede pre-
sente exigcm o servizo nacional e imperial, nao tem
lugar por ora a pretenzao do supplicante ; requei-
ra em lempo competente, que sera deferido. Palacio
da junta do governo de Pernambuco, 26 do Marzo
de 1823 Presidente, Marankao. Hrrelo. IHara-
nhao. l'adilha.
Illm. Sr. Dr. Jos Joaquim de Carvalho. Muito meu
presadissimoSr., a quem muito estimo. Fazem boje
dez das, que llz urna jornada para a villa do Cabo,
sahindo do casa com um grande rigor de chuva ;
molbei-me e cnxugei a roupa no corpo, econservei-me
calzado at as nove horasda imito, estando com as bo-
tas nos pea moldadas; e logo nooutrodia, regressando
para minha casa, sent mis grandes ardores na via das
urinas, e, custando-me a orinar, logo no tercoiro dia
amanheci todo tomado de dores por todo corpo, 6
principalmente no quadril esquerdo, c urna dor por
dentro do ossoda coxa da parte esquerda, em furnia
3uc, para andar, he preciso ser encostado em um hor-
3o :suppuz, que teria sido islo da chuva,que apanhei,
e que logo melhorasse, tanto dos ardores das urinas,
como das dores, e principalmente da dor do quar-
to; e porque at o presente nao tenho melhora al-
guma, porque o ardor das urinas vai em augmento,
e eu nunca mais liquei de todo bom, desde o prime!-
ro ataque, que tive na escandecencia das urinas, o
muito principalmente, quando monto a cavado, por-
que, pela fesla, fazendo urna jornada io Engenho-Vc-
Iho do Cabo, quando rheguei em casa, senti a mes-
ma escandecencia, porm nao com tanto excesso co-
mo agora, por as jornadas de cavados esquentarem-me
muito a bexigadas urinas, e supponho, quedahi he,
que procede esta escandecencia. He preciso ad-
vertir a V. S., que, desde que passei onze mezes com
a grande sarnagem, me tive co ataque das urinas,
nunca mais tive saude como d'antes, c conservo no
ouvido direito urna zuada continuadamente; e de
noite pouco durmo, e o somno he muilo iucerlo. Das
sarnas, grazas a Dos, liquei bom; porem, linda mes-
mo antes deste ataque, presentemente haviao ocoa-
casiOes, que me nao poda levantar da cama, todo
tomado de dores por todo corro. Nesles termos, re-
corro a V. S., para que baja de me appliear os re-
medios, que vir serflo utes e necessaros para o me-
lhoramento da minha saude, visto o estado, em que
meacho. O mais he desejar-lhe ludo quanto he bom
no tempo e no eterno, para gostos de quem preza
ser De V. S. o mais atiento venerador eobrigadissi-
moManoel Thom de Jess. Engenho novo da Norue-
ga, 11 de marco de 1823.
Illm. Sr. Meu prezadissimo Sr. Muito sinto os
ncommodos da saude do V. S., c para contribuir,
quanto em mim he, no melhoramento della, remello
a V. S doze embrulhos, cada um dos quaes V. S.
far fervor cada dia em dous cocos d'agoa at (car
em coco e meio, pouco mais ou menos; entao coara
o cozimento, e o repartir em tres porces, urna
das quaes V. S. tomar em jejum, oulra as dez
ou onze horas do dia, e oulra a tarde, adozando,
se lhe parecer, cada porcSo com um pouco de as-
sucar fino. Sobre a dor do quadril, e em alguma
nutra parte, que V. S. a lenba, far una friccao
de manhaa, e outra a noilc, com o espirito, que
tambem vai receitado, nilo se entornando o espi-
rito ao fogo, mas smenle a miio, que lizer a es-
fregacao. Do effeito destes remedios V. S. informara,
Desejo-lhe eluvios e felicidades, eme prezo de ser-
De V. S. amigo e fiel venerador e criado.Jos Joa-
guim de Cunulho. Recife, 15 de marzo de 1823
N. 9.
Nos abeixo assignados attestamos, que Manoel
Thom de Jess, sargento-mr das ordenanzas, ca-
pilao-mr interino d'esla villa do Cabo, c director
dos Indios de Nossa-Scnhore-da-Escada, na adminis-
trazao da sua Justina em todos os declarados postos,
Su exerce, desde o seu principio at o presente, ain-
a nao deo um s passo, que merecesse ser nota-
do e estranhado, sim s digno de louvor c applau-
so, pelo seu notorio zelo em servizo de Dos, e bem
con,mu doproximo,como religiosoobservante e fiel
executor das leis, sem distinezao do rico ou do po-
bre, do poderoso ou do indigente ; e isto ludo, sem
obstar soberba, nem vaidade ; antes se patentes hu-
mano, caritativo e publico defensor da honra, da
virtude edo direito da propriedade de todos os ci-
dad3os da sua competencia ; e, por tao boas quali-
dades, se tem constituido merecedor do geral amor,
com que lhe tributamos sinceros e effectivos desejos
da sua conservazao. He porisso mesmo, que he calum-
niado e odiado dos homens mos, que pretendem
ver sem religiao, nem lei, sacrificando a honra, a
fldelidade, a fazenda alheia, e todo o bem, direito e
Justina do mesmo prximo aos seus caprichos e in-
teresses particulares. E, como por elle a presente nos
foi requerida, Ih'a mandamos passar, e assignamos
com summa complacencia do nosso espirito em sa-
tisfazlo da Juatica, que lhe he devida pare firmeza
da qual, a juramos ao Santos Evangelbos. Villa do
Cabo, 30 de abril de 182* Dom Menocl Xavier Bo-
telho, coronel de India do estedo meior do Brasil
0 padre Manoel Flix Coelho, capellfio do engenho
Meranbao, freguezia de Ipojuca.-- Domingos de Souza
l.ofm, proprietario do engenho Maranbao. Manoel
le Souza Leo, capitSo e commandante da segunda
bimpanhia de cavallaria da quinta meia-briga-
d\ T julgo feliz o termo do Cebo com a conser-
vado do ectual chefe das ordenanzas. O vigario
int\io da Escade, Manoel Antonio do Espirito Santo.
O Pwlre Jos Joaquim de Santa Anna, capellao do
ora torio do engenho Dous-Brazos. NSo s me con-
formo cono que,diz a atistalo supra, porm sou
capaz de afflrmar, que no lugar o termo nao co-
nhccoohtro, que tenlia ejercitado os ditos parcos
com mais honra c utilidadc dos povos, que Ib
sao Subieitos. Qiiartcl do engenho Arand 2 de mam
de 182t.---Manoel do Carino Canna-dWssiicar, capitijo
da primeira companhia da quinta meia-brigada di
cavallaria -- Estovfio Rodrigues Duro. O padre M a-
noel GomesRIbflirOjCapelIIHfdo engenhoArand6./o-
sflaphel da Silva Po-Brasil, rendair do engenho
Atando, Nlo s me conformo com o podido pa-
ra altestannos, assim comoassevero, que nao conhe-
qo, as tres freguezias do seu eommaiido, um, que
seja mais exacto para governo dos povos e scogo
publico, como temos experimentado at o pre-
ente. Quarleldo engenho S.rMatheUS, 9 de maio de
1824..-Oproprietario do mesnio.NiinoCamello Caval-
cante Pessoa, capitao de milicias da segunda com-
panhia da nono batalhao. Estevao Ferreira da Cos-
ta, senhor do engenho Pirauira. Filippo Paes Bar-
reto, senhor de engenho !>ous-Brazos.--Domingos Go-
mes dos Santos, proprietario do engenho Massauass.
0 padre Francisco de Paula Carneiro LeSo, rendeiro
do engenho Campestre. O padre Antonio Jos da
Silva. Jos Rodrigues do Sena, proprietario do en-
genho Frerheiras Cypriano Jos d Abren, admi-
nistrador do engenho Cabeza-de-Ncgro. Joiio Mar-
ques Correa da rosta, proprietario do engenho Dia-
mante.Manoel de Araujo Azevedo c Albuquerque,
capitao exmelo das milicias do Cabo. Proprietario
do engonbo Taquara, Luiz Jos de Araujo. Antonio
de Paula Souza Lefio, rendeiro do engenho Malta.
Manoel Nello Carneiro LeSo, proprietario do enge-
nho do Monte. Manoel Carneiro l.oao, proprieta-
rio do engenho S.-Braz. Jos Mondes da Silva Per-
nambuco, lente da primeira companhia da quin-
ta meia-brigada do cavallaria, e rendeiro do en-
genho S. Braz. Malinas Mendes da Silva, capito
e commandante da guerrilha, rendeiro do engenho
Secupema. Antonio de Souza Baudeira, rendeiro do
engeho Po-Santo. Se preciso fr, aitestarei com
lacios, que he o melhor executor de ordens, que co-
nhezo, e homem em ludo teniente as autoridades
Manoel Cavalcantede Albuquerque, tonente-coronel
commandante do nono baUlhO. Pedro do Albu-
querque l.ins e Mello, proprielario do engenho Bom-
Jesus. JoSo Valenlim Villela, rendeiro da enge-
nho da liba. O padre Antonio Podro de Souza, ca-
pelln do engenho S. Estevao. Filippe Rodri-
gues Campello, lente quarlel-meslre da quinta
meia-brigada de cavallaria. Conforino-mc ao que
diz o tenente-eoronol Manoel Cavalcanti de Albu-
querque.Joaquim Manoel Carneiro da Cimba, pro-
prietario do engenho S -Joflo. Jos da Silva Cui-
iiiares, capitao de cavallaria, c proprietario do en-
genho riinga-do-Cima. Luiz lOM l.ins Caldas, juiz
de orphfioada villa do Cabo. Antonio Jos de Bar-
ros, capitao de ordenanzas. Antonio de Souza Bar-
rozo, lenonte-coroiiel de milicias, e senhor do en-
genho Buranhem. Sebastian Antonio do Reg Bar-
ros, capitao de ordenanzas, o rendeiro do enge-
nho Mulinote. Pedro Velho Brrelo, fidalgo caval-
leiro, e juiz ordinario da villa do Cabo, residente
em Ierras do engenlio.Pirapama.Tildo be verdade.
0 padre Jos Joaquim de Santa Amia, pro-parocho da
freguezia do Cabo. Sendo necessario, aitestarei,
que he o melhor executor do ordens, que conbeco.
O padre liento Pe tira do l.ago e Sa.-Jeronymo Igna-
cio Leopoldo de Albuquerque Maranbao, rendeiro
do engenho Pirapama. ~ Joo do llego Barros, nior-
gado de Maciape, Pinto, Agoa-fria. Francisco Paes
Barreto, primeiro lente o eommandanto de ai ti-
ldara miliciana da villa (lo Cabo. loso Alvos de
Castro, proprielario do engenho l'tinguinba, de Ipo-
juca. Sebaalifio dos Oculoa Arco-Verde Pernambu-
co. tenenlo coronel commandante da quinta meia-
brigada. Atiesto, que o sargento-more commaiidaii-
te das ordenanzas da villa do Cabo, Manoei Thom
de Jess, be exacto na execuzao das ordens supe-
riores, e em seus termos niantem a tranquillidadc
do termo, he pacifico, e vive com honra, e he amigo
do sNslema constitucional. E, por me ser esta pe-
dida, a li/ de minha leltra e signal Passarinlio, 31
de maio do 1821. Sebastiao dos Oculos Arco-Ver-
de Pernambuco~Bernardo Pereira Simos, capitao
de ordenanzas, e proprietario do engolillo Tabatin-
ga. Paulo Josc Ferreira Simos, alferes da pri-
meira companhia de ordenanzas de Ipojuca. -- Fran-
cisco Manoel dos Santos, capitao de milicias, e ren-
deiro de Algodoaes. Joaquim Pedro Barreto do Re-
g, fidalgo cavalleiroda casa real, proprietario dos
engenbos Conceicjlo e Novo. Antonio Jos Perei-
ra de lrito, senhor em parte do engenho Serrado.
Antonio Jos Piros, sargento-mr das ordenanzas
da praca reformado, e proprlotario do engenho Guer-
ra, de Ipojuca. Jos Flix da Rocha l'alcao, ren-
deiro do engenho Maaaangana, c juiz ordinario da
villa do Cabo, e capitao de cavallaria confirmado.~
(i Padre Joaquim Coelho da Silva Cabral, pro-parocho
da freguezia de Ipojuca. O pade Antonio Dias de Ma-
cado, profossor. Joaquim Candido Gomes, proprie-
tario do engenho Mercs Isidro Francisco de Pau-
la Nesquita, alferes confirmado de cavallaria. Joa-
quim Aurelio Pereira de Carvalho, major reforma-
do. Marros Bizerra Campello, alferes commandan-
te interino dos tres districlos de Ipojuca. Jos
Bizerra de Abrou, sargento-mr reformado, proprie-
lario do engenho Tapera. -- Jo3o Carlos tizona Ca-
valrante, capitao e commandante da tercena com-
panhia do nono batalhao. Francisco de Souza Dias,
capitao das ordenanzas, commandante das mesmas
com patente confirmada, senhor c proprietario do
engenho Cachoeira.da freguezia de Ipojuca, o deou-
Iro denominado Genipapo, na Ireguezia de.Serinba-
em. ~ Flix Jos da Camera, capitao e commandan-
te das ordenanzas da villa do Cabo por patente
confirmada, e proprietario do engenho Genipapo,
freguezia de Ipojuca. Joflo Alfonso Ferreira, ca-
pitao, c proprielario do ongenho Sobir-da-Serra.
O padre Antonio Joaquim de Figueiredo Saraiva,
capellao do engenho Noruega.
N. 10.
Illms. Srs. do nobre senado. Diz o capitio-mr
Manoel Thom de Jess, que lhe faz a bem do seu di-
reito, que Vossas Sen dorias lhe allestem.se em todos
os cargos, que tem oceupado ueste termo, e muito
principalmente de^capito-mr encarregado da poli-
ca do mesmo, crfi ludo tem rumprido com osen
dever, nflo s em cumprir as ordens de Sua Mages-
tade Imperial, como igualmente todas asmis, que
conenrrem para o bem e socego dos habitantes des-
te termo, fazendo manter a boa ordem em todas as
repartizOes de seu cargo,eexecutandoe fazcudoexe-
cutaras ordens dos Excedentsimos governos, pres-
tando os auxilios, que lhe sao pedidos pela justiza,
e fazendo respeilar as leis : por lano Pede a Vos-
sas Senhorias, lhe defini na forma, que requer E
rereber merc.
Despacho. Attestamos, que o supplicante em lu-
do tem cumprido com as obrigaces do seu cargo,
maniendo a boa ordem, observando riscaas ordens
de Sua Magestade Imperial e de todas as autoridades
constituidas, vivendo honradamente, e sendo ejem-
plar, como verdadeiro chefe de familia, e por todas
estas rasos se faz digno de qualquer emprego, sen-
do muito til a sua conservazao par., o socego dos
bous e perseguizes dos mos.
Villa do Cabo, em vereazflo de 28 .le setembro de
1825. llarrelo Vil lela Moura llizerra.
N. 11.
Antero Jos Ferreira de Brilo, guarda-roupa hono-
rario de Sua Magestade o Imperador, ollicial da or-
dem do Cruzeiro, o commendador de Aviz, condeco-
rado com as medallias das campaniles do Sul, com as
da Babia e Pernambuco, e com a de distinreflocon-
cedida aos do exercito cooperador da boa ordem, co-
ronel do estado maior, o governador das armas des-
!- provincia. Atiesto, que Manoel Thome de Je-
ss, cepitao-mor do termo da villa do Cabo, lendo
all servido, lia longo tempo, mereceo sempre muitas
oonsiderazes dos capitaes-generaes desta provin-
eie, leudo continuado no exacto desempendo de
quanto Ido tem sido encarregado : e como comman-
dante da polica daqnellc mesmo dislriclo tem mito
servidos, e conservado squelles povos na meldor
harmona e socego, e mostrndose sempre isento do
qusntes commozoes teem llovido, o entes petcntean-
00 a mais decisiva adhesSo causa da boe ordem;
he bem estebelecido, e chefe de huma numerosa fa-
milia; pelo que tudn, e por sua intereza e cerecter
seguro, se tem constituido digno de atlenrilo, e mere-
cedor de estime.
Recife, 8 de marzo de 1827. Antero Josc Ferreira
de llrito.
N. 12
Tliomaz Xavier Garcia de Almeida, dignitaro da
ordem imperial do Cruzeiro, commendador da de
Christo, desembargado!- da relazflo da Babia, por
Sua Magestade o Imperador, que Dos guarde, &c.
Atiesto, quooSr Manoel Thom de Jess, capitilo-
mor das ordenanzas da villa do Cabo, havendo pa-
tonleadocm todas as convulses civis desta provin-
cia a mais decidida e invariavel conducta a prol da
boa ordem, e a mais constante e religiosa adhesitn .
sagrada pessoa de Sua Magostado o Imperador, tem
ao mesmo temno desempendado dignamente e com
exactidffo, desnteroau e acert, os empregos, que
OCCUpa, tanto de capitao-mr das ordenanzas do Ca-
bo, como de director dos indios da Escada; dando
fiel cumplimento as ordens superiores c as diligen-
ciaa do servizo, de que jora encarregado : oque por
ser verdade o eu o saber de ciencia certa, em razao
de o ter observado em o tempo, que serv de juiz de
fra e ouvidor do Recife c ltimamente de presi-
dente da provincia ; passei o presente, por mim fei-
to eassignado.
Recife II de abril de 1830. TkmaM Xitvitr Gar~
cia de Almeida,
N. 13.
Josc Carlos Marink da Silva Ferrilo, senador do
imperio, do concedi de Sua Magestade o Imperador,
commendador da ordem de Christo. Atiesto, quo
de mu tos annos tenho conhecmento do Sr. Manoel
Thom de Jess, capitao-mr das ordenanzas da villa
do Cabo, e sempre tenho nelle observado a mais re-
gular conduela, qurcomo particular c honrado pai
de familias, qur como servidor do estado ; e por fe-
to, durante o tempo, em que fui presidente desta pro-
vincia, o tive em muila considerac^Io, encarregan-
do-ode importantescommiasoea de servizo nacional
<-, imperial, as quaes satisrozsempie.com a prompti-
dflo, dignidade e boma, que o caracterisao. Passo
o referido na verdade ; em f do que, llie mandei pas-
sar esla, que vai por mim assignada.
Recife de Pernambueo, 26 de dezembro de 1828. -
Jti.H- Carlos Marin da Silva Ftrrho.
Todos estes documentos eslavao reconhecidos.
Sr$, Rcdactorei. Tend lid", cin o penuliimo nu-
iiiit.i ilii Carranca, nin artigo, rm >\e f.>ro l>.iric.iilii
ai. lien enifo, Sr. nnijor J>se Foij de Mellu. epilhe.
In* punen li>(niRririi c iomirreeiJoe, elni d'niu ner-
rz*.., iiitiililiiii.111111, d necarriMK.ia, <|iie lom lugar cn-
lr n miniH. iiicu iiiuru c Jo> Gsbriil ilu Morne, a rcl-
in'iii. iI'iiui Meruelo) por il.f.Trmi< '|iielle periu-
lno, elijan iili'i.i. plililiflai ebrSfW o defunilu, Iracri el-
iiiun lilil-, rnlifli nilo iiIjiiii erm a, ule Bgurt, e*-
priri, (pie finariii Mus publicada! om u ildu pi'huilicii,
liurqiie i r.i jnMu, i|oe a nurra^lu opporecruB pela mat-
en Inipren, que Iratie pubbeadu o aezeciioaoi o
'iiiiiii -lu lian pudrHS ler lugar pur nmiivns, qun uto
|.i..ii, nc ni iliv......iiilriuunr, riiRii-lliua O Mfur ili: lliau-
i ir iiii i ii iuloirimaiilojiirii.il a i:iirrca|iunilonoia, ijiiu
II liavia folio, a (pial poderl aiml.i aervir du rcapualn ;i
>flll in-. |.uicoi' filian, quo, alo pruauulu. ealfln em
eajmala, ubiequiu eatc, cun quo iuuilu obrigiri
ni i-i n-i.mi i lcitiir
O Jiitit.
V
u Sr. Rnhcloi da Carranca. Lendu u >ru ullimu
iiuiiiiTii de 4 .I" coi reme, uVuerei, ea> u niiigu du fun-
iln, eiiin n narrara.i d'nm helo iirreiliilu na frcguciia
la Eacaila, liiu iiiliillrrailu I lio invirljilu, que, |>nr ainuf
de mi.i proprie folln edterd*de, nin i|uerudeiiat paa>
ir arin al|jiinina brevea nkieSfeQ#Mi Vejii, i|uo Vm. ,
creado lu leeido de ixrnlire, ipie e llie referi, dnea-
liiu ubreinniii'ii.i u Sr. lunjur Jui k'cij de Mello : duu-
lli" ileaoiilpi, |.ii i|ini fui iniluliilii erru, ulnt pur al-
gui in, iini' i'iieiiniii' euiiieuieueiii em auttnear a verdade;
|i. rom t:i nhii, que eiuitar ilrlin iili'iui'iilo d'aquulla
Sr. l"Re que H'j.x mi llmr iuf'iriii.'id.i.
A futrir du engriiUBaoikulrelfoi, lim, arrnn-
Cidn du |n der du Sr. Fi ij de .Mellu, maa nu |.cnliura-
dj, roiiin llie idlirin.ira.i, i> iirin o pudn er em virluda
d'um dc|iree*do, e reapeilo u ipud liatilu preterido
aa f. rnnla aRail eaneneiuen, prem-ii|.lH pela l.|;i.laclu.
Aeerverando-llm en, i|ne areea du Sr. Fej foi vareja-
da ii nuile, o que na aeua e.eravua llie furau aprelirnUi-
dlil ai ni iiiaiidadii (l'.iuliiridade judicial elguiua, parece-
ine ler ililu quanlu lie batanlo par ci.rngir a inetacia
iiifurinacaii, que Illa derla, de haver aidu inierrurapiu
a acci da juilf pelos emigoe de ditii Sr. Fej. Tam-
bem falluii I lerdadu <> aoii iiifuriiiaiilo, quando dilir,
que o Mejor Mnyir nu ftre |iegul u reoibo d'oaae ma-
jor, (que i in lempo |.|<. riunu era publirede) protesta
coi Ira oaiinai.cuiai.Ai, e ru ealuu habililado para nfflr-
al-llie, que, em diaa prutinO peaaeds julllo, u Sr.
I-i ijo uegoil a., tea gentil CnUleiMtW. Denanilu, filial
Brille, de n llniuiiiir aubre enlraa uiuilaa propuaicea,
i|in er eiiouiilliono arlign, n que me retro, abe-iuo di-
ler-llir, nne u icu ii.fni'ii.aiiic aiuda ar faaluu de ver-
dni'e, quuiidu llir fit aupl'oT uSr Fiijo de Mellu in-
titulo liipothelico tuu-fructuario do engriihu liain-
l.iii i .-I puiquuiiiii uau-fi in luai iu, aiiuploanieulu, au he
elle; pina que, aem dueid, u dirrilu de prnpriededo
eueeria mala regala, ilu que u ailiiplea ovu-frurlo, 01
ei plu, pureili.ae u.eu inturmanle culi mo, que nina aen-
lenca dada pul juii uuiiipeieiiie epnlaada einjulgadu nao
lema folie de cmilerir u direilu de propriedade al-
gucui, e oiucute ii iiiii-frueto
Aaaim como Viu., Sr. Redaolur, muito dneju, qee o
publico uuiilii(e ledei a prcpolciicia, que por veulura


ppnreclo mil. misoravcl adminitrncin, quo opprioic
infama n nosia prnvirtr-ia; porls), nS (|iirrond nliar |mr imlrii trilito, que o da \ enlodo, pur mor del-
ta, resolvi-me a tricar cala linlia, cuja iinerga Ihe
roga
0 Justo.
COMMERMO.
Alfaudega.
BBNMIIKNTO D9DU 12................5:536*111
DescarregaO hoje 14.
BrigueEeaujeumercBdorias.
Brigue-eicunaJostphtnavinhos.
Iingue ardo Pumomercaduras.
Batea ingleaElua-Johniondem.
Galera ingiera Cvlumbuiidem.
Consulado.
Rknuimknto uo da 12.
eral............................ 212*995
Provincial.......................... 29*556
272*551
PRACA DORF.CIFE. I2DESETEMRRO E 18i6,
AS TRES HORAS DA TARDE.
RF.VISTV SEMANSL.
Cambios OITeir Algodio A entradas da semana lorio de 368 sac-
eos; n aa ven I s rrgulirio de 5*500 a
>j7( (I r<. do de prirneira a arroba, o de
64 a >"u_'()0 n. a do de segunda.
Auucar Foi procurado, e aa entrad! forio peque-
a; lemlu se vendido 8 1 f 300 rs. obre o
ferro do brinco encanado ; a 1*150 ri. o
" i.-.. 1,v J. dito; de 2*200 a 2*700 n. a
arroba do branco ensaccedo e embarrica-
do a 1*600 r. a dila do mascado dito.
Couri Etio mais froutos.
Agoa re Vendeo-ie a 560 rs. a libra.
AI [i i-tn dem de 13* o Hj'n. a barrica.
rame de litio dem de 610 a 800 rs. a libra.
Arroz Uein de 9* a 10* rs. o quintal do pilado a
vapor
Aieile de peiie Nao ba.
Bacalhuo O deposito nio otro le de 200 barricas; e
as vendas a relalliu regulirio de 11 j a 15
rs. a barrica.
Baciasde lalio Vrnderio-so a 700 rs. a libra.
Batatas dem a 1* n. a arroba.
Brin dem de 14* a 15*400 rs. a pega do da imi-
tieio ila Russia.
Carne secca Kxistem no mercado 45,000 arro-
bas, inclusive tres carregamentos entrados
na semana linda : as vendas da semana
nao kullifi u alternrio; ni se tendo aler-
to preco aos carreKamentos ebegados.
Eoiadts Vendflro-SH a 750 rs.
Ilersa doce dem a (i*400 rs. a arroba.
Estando dem a 600 r. a libra.
Farinba de trigo No entrou carregamento algum
na semana.
Folha de Qandres Vcndeo-se de 21* a 22*000 rs. a
caita.
Fio 1 uiieie dem a II* rs. a arroba.
Ferio ingle* dem a 8* rf o quintal.
Carrerees dem a 820 rs.
Manleiga dem de 600 a 000 rs. a libra da inglea,
e de r'O a 450 XI. lia frunce/8.
Massas dem a 4*500 rs. a arroba.
1'arni.faibas dem a 080 rs cada una.
Pastal dem a 3*500 rs a caita.
rmenla da India dem a 150 rs. a libra.
Toucinho dem a 7j rs. a arrolia do de Lisboa.
Vinagre dem de t>8s000 a 70*000 rs. a pipa do de
Lisboa.
Entririo depois da ultima revista 11 embarcarles,
e -lu no 6. esutindo no porto 42 : sendo I americana,
29 biasiloirai 1 belga. 1 dinamarqueza 2 Trnce-
las. 4 ingleius o 4 sarda.
no IraAoo Hosrina navogavri denla oidade, nio pnderifl.
b pona de muli 1. (indo o prnto de 8 diaa, oontados da
data deste, continuar nesse aervicu, sera torern licenen
para iaso da capitana, o aerem Relia arroladas, para oujo
fin lio preriao, que oa prnprieliri.il nprnaenlern iloon-
incnto legal, relnlivo as riimemoe, que lirereni na bon-
ro, puntal, quilha-limpa, e oomprimento de roda a ro-
da asaim com.i, qu desde jn eati prohibido, aob* pana
do inulta, podcreni taes oiubarcacdea llrarareia, para
aterrea, laatro doa nnvioa, 011 para qualquer outro inis-
Itcr, i nan aer 110 lugar Cora-dos-Possarinboa ,
[cmqininto a capitana nio deaignar outro qualquer.
Capitana do porto do Periiamboe.o, 9 lo eetembro
de 1846. Rodrigo Theodoro de Freilae, capitn do
porlo.
Rodrigo Theodoro de Friiiai, tic.
i constaraos carpinteros de machado calafates de
diversas classes, residentes ncsla cidade, que os ba con-
siderado comprebendidot no numero dos que lio pre-
cisos para os trabalhos, que occorrerem nesle porto, doi
navios da marinha de guerra ou mercante, o que, etn
cnnsequeDcia, devorad apresentar-so na rapitania, do
dia 13 do correte, polas 7 li ras di rnanbia, e nos
dous domingos ou dias santos, quo seguir, a raci-
ma hors. para serem nella matriculadas, na frma de-
terminada no artigo 65 do regulamento das capitan-
as; sob pens, no caso de desobediencia, de ser-Ibes
imposta a multa atitorisada pelo mesmo regulamento.
Fa; constar,em addilamento ao edilal publicado rom
lata de 9 do crrente mei, que as embarcaras mia-
das, nolln reforidas, que devem ter licenca da capita-
na, para poderem continuar no lervico, em que te .1-
i-liao, e serem nnlla a'mladas, sin tambem aquellas,
que eiclusivamento se e nprogao no trafico do porto
barras denla cidade.
Capitana do porlo de Peroambuco, II desetenobro
de 1846. Rodrigo Tkeoioro di Freilas, capillo do
porto.
= O lllm. Sr. inspector da thesouraria de fazenda
desta provincia, em cumplimento das ordens do tribu-
nal do thesouro publico nacional, manda tai.tr publico,
que no ultimo de novembro do correle anno linda, pa
111. smn thesouraria, a substituirlo das notat da segun-
da estampa de cem mil ris, papel verde, e de vinle mil
ris, papel encarnado, eque ilessa poca em dianlo a
serio trocadas no Rio-de-Janeiro, na caita da einorli-
sacio.
Secretaria da thesouraria de faienda d Pernambu-
co, II de agosto de 1S4G. O oflicial-maior, Ignacio
do .V.inos da Fomeca.
'ondas, proprias da esta ci e do merosdo : quarta-
N'ira. 16 do corrente, a 10 horas da manhia, no seu
aimazem, ra da Cruz.
- Le Brolon Schramm & C itrio leilio, porinter-
vencio do correlor Oliveira, de boa porclo de farinb
de Irigo averiada, vinda protimamente de New Or-
leans, pelo patacho sardo Providemiia, capillo Mar
coa Ivolich : boje 14 do correle t 10 hora da
nianbaa no armaiem da Sra. Viuva Guinuric por
detrs do tbeatro velbo
- Jlo Keller & C. fario leilio, por intervengo do
corretor Oliveira, d grande variedade de a/endas, in-
clusive muitas recenlemente despachadas, e todas pro-
prias do mercado : terija leira. 15 do corrente, is 10
imras da manha. no seu armaiem, ra da Gru.
Avisos diversos.
= Detappareceo, no dia 11 parala, uro preto de
nagio Cnico, de nomeJoaquim.alto.clieio do corpo.cr
preta, olboa grandes e deitadot para frs. rom um pe-
llico da orelba esquerda tirado; eosturna andar com um
panno tapando a dita orelba; levou vellido caiga de
anga asul, camisa de riscado, ji velha; tem nal duas
pomas, do |oelho para baito, marcas de feridas, o com
urna feridioha pequea aberta no lornoielo esquerdo;
representa ter 25 a 30 anuos; he podreiro; na figura
una falla, parece crioulo; andava vondendo loufa vi-
drada. e tambem levou o taboleiroe a loufa : roga-ie
a qualquer prssnd, que o upanliar, leve-O a ra da
Senzalla-Velba, n. fl4 que se pagar o seu traba-
Iho.
PECHINCHA.
Adveile-se aoi compradoras de larinha de trigo, que
nio caiio no laco de compraren) dilo genero corto I
Aluga-ieum sobrado com bastantes comm0|
sito na ra do Apollo, n. 32: tratar com Candil'
Lobo em o seu armazn).
Preeisa-se de um peqaeno pan a padaria da
larga do Rotario n. 48. r>"
= Aluga-se, vende-se, ou troca-se por outra
bairroilo5.-Anlnnio ouRecife, urna casi nov. ""
Maoguinbo com 3 fanellai na frente doui Q0I..nj
foitos a moderna, com duas salas, 4 quartos ti
envidracad rotinha lora quarlo para pr(t0,
tribaiia para doui cavalloi, cacimba com boa "'
bomba tanque para bihbo um quadro de 50 D'|C
mol airas, lodo ladrilhado com asiento pin ,
creio urna cocheira principiada com todo m,*
nal, com arvoredoi de Iruclo de varias quilidad '
lerronno de todos o dous ladoi da caa para '!'
lica travejada para solio, com escadaa moderna fl'
rada toda munda, chioi lorairoi : tratar no >''
mo litio. ''
O LIVRO DE TODOS
ou
MANUAL DA 8AUDE ,
Cnntsndo
lodos o eiclarecimentoi theorieos e praticoi necei.
rioi para poder preparar o empicgar ir ni o toetorii
do professor o remedios e te preservar e curir
promptainenle com pouco diipendo da mor i-aria
da moleitiai curaveis e eameguir um allivio qusii
equivalente laude, as molestia ineuraveis,
Seguido
de om tralamento eipciGco contra a coqueluche ,ds
regras hjgienicas para prtveoir as molestias
pelo doutor G. da Ploeiquellec,
Preco 4000 n. em broehun.
contrabandista, alto, pernilongo, comeara de lari-l O iuppli oiei.lo, indispensavel a quem lema obra
Mm un cuto do l'oi to.
iVnrii i tnlradoi no da 12.
Rio-Grande-do-Sul; 26 das, barra braiileira dinero -
la, de 298 lonelada capilio Jos de Souia Olivei-
ra equipagem 20 carga carne ; a Amoriin Ir-
mi m.
Sidm v ; 99 dias, galera ingina /VietjiraMM, de 238
toneladas, capillo II. P, Cnrkhill, rquipagem 13,
carga lia e aceita de peixe ; ao capillo. Traz 8 pas
ugeiroi, e legue pira Londres com o meimos.
Porto-Alegre; 18 diaa, l.ri.ue bratileiro ,4raoa, do 187
toneladas, capilio Jote da Costa P i.rnta, equipa-
gem 14, carga carne ; a An.orim Irmio.
.Vi/iioi lahidoi no memo dia.
Londreij galera ingleza General-Uewett, cipilojobn
llarl, carga meima,que troute.
Babia e Rio de Janeiro; paquete iuglez Sun/, com-
niand-nto o lente Donglai.Condus os momios
pamgeiroi que Irouie.
Acacio entrado no dia 13.
Londres; 49 das, brigue dinamarqus Louie. de 209
tonelada, capitn L Elberg, equipagem 9, carga
canoi de ferro e forragens ; a ordem.
.Vario tciAido no meimo da.
Londres; galera ingle/a l'er-etera'ice, capilio Richard
Corkhill, carga a meima, que troute.
New-Bedlord; galera americana (Jmega, capilio II.
D. Gardiner, carga a mcsma,quo troute.
Ass; patacho branleiro Diligente, capilio Luii Go-
mes Figueiredo, em lastro.
dem; brigue Deifique, capilio Jos Juiquim Din,
em lastro.
O doutor Joi Hay mundo da Costo Meneiei, juii
privativo dot Africana inlrodundoi no Hraiil ,
neWa comarca do liccife de Pernambuco por S.
M. I. ((/',, que Ihot guarde, tic,
Vai sal er, quo, no prno de 8 dial, a contar di pu
blica(eo do presento edilal, se hio dearrematar ol ler-
vifosde Ire Africanos livres o ladinos, a saber: Joa-
qun., com idade de 2o annos. maii ou menos, coti-
nbeim. cojos serviros se baviao arrematado om 1832,
por Jos Antonio de Barroe, hoje tallecido; Joio, com
idade de 26 armos, pouco mais ou menos, sem nllicio,
ecujo servico havia arrematado, no meimo anno, J.io
Jo^ Ferreira de Freitas; Antonio, com idade do 26
annoa, n.aisou menos, cujos servicos liavia arremata-
do, no mesmo anno. Joao liaptiita de Oliveira Guim
riel. Os protendentes apresenletn om juizo seu re
querimenlus com as ueclaracoes doseus nonios, isla.I
rrrupacio, lie.:ue;ia. em que morio, ra e numero da
casa, o fim, para que ilestinio os Adricanoi.quanlo ol-
ferecem annualmonte por seus servicos, e o nome .lo
seu fiador, quo deu-r ser chao e abonsdo, e morador
nisla cidade.
E, para que cheguo i noticia d'aquelles.a quem con-
vier, o ai.dei passar o prsenlo, quo ser publicado pe-
la iinprensa.
Reeife, 12 do selembro de 1810. Eu, Jote A fon-
vo duedei Alcanforado, escrivio o escrevi.
Jos Uuymundo da Coila Meneiei.
D
eclara^ao.
Editaes.
Rodrigo Theodoro liento d'/ivi*, condecorada oom a medalha da reitau-
nacio-
de ma-
r
A cmara municipal desta
ridado faz sesso etlraordiuaria no da 16 do crran-
le, o nesse dia lera lugar a arrematacAo doi objectoi
annunciados no Diario de 12 do prsenle. pert"ncen-
los ao seu patrimonio; por isso quo nio so pude eltoc-
tuar dita urreiiuUfio no relerido da 12
PUUL1CAQ.A L1TTERARIA
(A SAHIR A 15 DO CORRENTE.)
('onsiiJeiaces do duque de Broglte, acer-
ca do dircilo de punir e da pena de
inoite em particular : versao porlu-
gneza.
Contina a subicripcio pira esli obra, quejenn-
ta creicido numero do issigniotei, i risio de 2*000
rs., na livraria do doutor Coutmbo, na esquinado
Collegio. l''echr-se-ba a aisignatura no fim do cor-
rente, e desde entao por-se-ha venda na weitni li-
vraria, a 3*000 n. caja etomplar de 160 paginas de
boa impressio, om bom papel.
O n. 128acha-se a venda, na praja di Independen-
cia, livraria ns. 6 o 8.
Avisos nalimos.
rafo da Bakia, eapildo de fragata d armada
nal e imperial, ivipeclor interino do artenal _.
rinWeafa prarinesa. nella eapildo do porto, pu
o. M. o Imperador, que Deo guarde, etc.
Fai con,lar, para coiiliccitncnlo do quem perlcntcr
<|ue luda. .. canga, c outra erobaroace., eiupregadai
Para o Babia sai u patacho Bom-Consetho, ateo
da 20 do corn nte iinpreterivelmonli', pur estar qussi
carregado; linda recebe alguma caiga a froto, a fal-
lar com Novaes & C. ra do Trapiche, n. 54
I'ara o llio-do-Janeiro, por esle dial, o patacho
Ama zonal, forrado o encanillado do cobro, anda re-
cebe alguma carga miuda, escravoi o pusageiroi; pira
o que lem eicollonlet coiiimodos : o preteiideolei di-
rijio-searua do Vigano, n. S, ou ao capilio Ma-
nuel Marciaoo Ferroira.
=Para a Baha seguir com brevidade o hiato 7im-
tador, forradoe pregido de cobre, de superior marche:
quem no mesmo quizer carregar ou ir de patiigeui,
trate com Silva di Grillo, na ra da Moda, n 9
laClOl'S.
perto do Santiaiimo-Corpo, pegado i cauda do vigario;
p.ns esle maraii lem o costume de visar a larinba da
melhor qualidade, e encher as barricas com a ordina-
ria, vemlendo pelo preco da boa ; e lembra-se a poli-
ca, queira tomar cuidado com este traficante, beta co-
nhecido por introductor de pesos duros falsificados aa
Iberia.
O Logrado,
=3 Fai-tu ver ao respeilavel publico, que Miguel
Gon;alvei Rodriguei Frang vendeo melado de urna
casa terrea, lita na ra do Rangel, n. 53, a Joaquim
dos Reii Gomes.com a condicio, ni escriplura, de mo-
rar elle vendedor, gratuitamente, no interior da dita
casa, durante a vida do dito comprador; cuja escrip-
lura se ach no esrlono do tabolliio Bezerra: e, para
quo se nio chamem a ignorancia.e por iiso possio com-
prar, ou fsior qualquer outra transaccio de negocio
com a mencionada casa lai-se o presente anouncio,
para seguranca, etc.
I'er.lense un conhecirnento ou recibo de paga-
menlo de decimas, com um outro papel: o condec
ment ou recibo, na mor parte impresso, esti assigna
.toporo Sr. Bernardioo Pereira de Brito, lmente
com a rubricaBrito : pede lo quem o tiver acba-
do de o Ivvir ra da Peoha, caa de dous andare,
n. 17.
=(uem precisar de um homem, ollicial de tanoeiro,
ou mesmo para engeoho, para levantar pipas ou barri-
ca, do quo tem bastante pratica, procure na ra da
Cadeia do Recifo, armaiem, n. 8 Na m ama casa a-
. una se ofierece um liouiem padeiro e orneiro, que so
deseja arrumar na dita oceupario, por ter dissu inuita
platica.
-OSr.Joio Jos da Cunha Lage tem urna carta na
ra Direita, n. I 19, defr.nto da botica do Sr. Peiie;
quoira mandar por ella, ou annuociar a casa de tua re-
sidencia, para Ibe s- r eutregue.
=() ebaito assignado fa publico, que Jos Manoel
Monleiro Braga nio be man seu caiteiro, deiJe o dia
12 do setembro correte.
Joei Joaquim da Silva Mata.
Oflerece-ie, para ama de leite, urna parda, parida
de poucus dias, e sem filbo : na ra da Cacimba, ca-
sa do fallecido Caelano da Silva A'evedo,
Aluga-so urna crioula. para ser ama de loile :
quem della precisar, procure na ra da Cadeia-Velbi,
n. 17, 2 andar.
= Jo* l'inbeiro Jacoine rclira-ie para lora do im-
perio
= A pessoa, que precisar de urna ama de leite, di-
rija-sea ra da Roda, n. 29.
= Detappareceo no dia 12 Hs corrente, um pirdi-
nlio forro, do nome Joaquim Rodrigue! do Naicimen-
lo, deidadede 16 auuos, com principio do odelo de
carpina, corn os sigues sigu nica : sesgo doi ollio-,
quandu anda mete oijoelhos para dentro libe lr e
escrever; levou ralca brancas, jaqueta de quadros ve-
lha, chapeo de palhinha virado : quem delle noticia ti-
ver, queira dirigir-te a ra Nova, venda, n. 65, que
lera recompensado.
O abano assignado, lendo no Diario de Pernam-
kuco, n. 202 um aviso, om que vai a praca por ven-
da e por etecucio de George Kanworlh Sl Compa-
obia, a cuta da ra do Amonio n 33, Fai acieole,
que o aluguel doi doui andares e lotio da intima ca-'
ii estl pago li o da 12 de abril de 1847: e para
livrar le de polmicas e nio so chimirem a ignorancia
(sz a presente declaracio, pas conhecirnento de quem
a pretender. enlomo Jos Franciico Veiga.
= Alugao se 3 eternos para servico ; quem os pro -
lc::Jo;, dirija-so ra Diicita sobrado o. 29.
= Alugao-se 2 casas terreas com bons con,modos ,
na travesa do Marisco (becco do Ponolo) ns. 19 ej
38 : a Halar na ra Direita, sobrado n. 29.
= Quem precisar de urna inulhrr para ama de urna
casa de homem solleiro que sabe b-m engonimar e
cozinbar de toda a qualidade dirija so o becco do
Burgos o. 29, junto a padaria.
= Jos Soare Piolo Correia inudou-ie, das eaias
ns. i2 e 44 pira a casa n 2 do mesmo lugar di So-
ledad*
= Sabbado, 19 do corrente pelat 4 horas da tir-
illento Irai ai tres dilerenle rcceitil pan i tompoii-
fliu da agoa sedativa este precioso remedio, quo
tamanba reputario ji tem gaobo e que deva tisiir
om todn as casas para remediar promplaioenle ioi icci-
denles e ineommodoi repenlinm,
Veade-ie oa praca da Independencia livraria
o. 6e8.
LIVRARIA l)V ESQUINA
DO COLLi GIO.
PURI.1GAG\0 COMWEKC1AL.
(a SUtlR EM SETEMBRO.)
Novo tratado de anthmelica commercial. ou desen-
volvirnento simplificado de todas ai rograi de arilhmeli-
ca. relativa! ao eommeicio acompanhada de um
grande numero de ejemplos e eiorcicios, otquaetfa-
cililio o methodo de resolver qualquer calculo, que
lenha re ci com o trafico mercantil, por Paulo Pa-
reslr. lio da Cmara. Um volume em 8.grande, de
perlode 300 paginaa, etcellenle papel e iinpressio.
Subscree-se por 3,000 rs. na livraria cima.
PBLICACA iukdica.

(a SAHIR EM OUTUBIIO.)
0 medico e o cirurgiio da Rom : novo tratado com-
pleta de medicina e cirurgii domestica, adaptado I in-
lelligencia de todas ai cl-sses do povo, por L. F. Il.-n-
ean, doutor em medicina pela real univeraidsde di Ju-
rim, cirurgiio-mr honorario da armada farda, etc.
ele. Doui voluntes, acompanbadoi de 64 nlin>pii: o
l.contcm una introJuccio preliminar, relativa i me-
dicina pratica, e a historia geral e parcial dai lebrel,
bemorrbigiit, inflaramecei, molestias cutneas, edil
deinais nlermidades propriamenle medical, com II
nocOei indiipemaveii sobre a prenhez, o parto, o re
cemnascido, e ai amai de leite.
No 2 volume, dividido em qualro partei, trata-te
das molestias d'olboi, da syphilis, da pequea ciiur-
ga, e do formulario o vocil.ulario.
Subscreve-te por 7,000 n. biocbado, e 9,000'.,
encadernado, na mesma livraria, onde te ach uun
deicripcio da obra em ponto inaiur
= O guardiao actual do convento de S.-Anlonio
delta cidade faz publico que em seu convenio lem el-
le rolii;iosos promplos a qualquer hora do dia ou di
noite por mais invernosa quo ella soja para ouvi-
rorii do confissao e prestaren) o consoladores soccor-
rosda religiio aos moribundos, em qualquer doi bur-
ros desta cidado. As pessuas, qu se quiierem aproiei-
lar deste voluntario ol. reclnenlo dinjao-te ao dilo
convenio, que serio proinplameiile suviJa, sem dil-
linccao de qualidade a condicao de pessoa.
e= Faiem-io quaesquer cortinado, qur de cma,
qur de jnellas,qur para decoraroesde baile ourocieda-
de; fazem-ie quaesquer turaron de cadenas, de tulas,
colioei elaiticos, em fim ludo quanlo lor con-
cernenle (aperara ; e tambem ie vai |r lpc-
let e'eileirai em qualquer lugar que teja; ludo coa
por reicio e a prrcoi rasoaveis; na travesa da Concordia,
1 .'i, detrs da torre do Carmo.
= Scbilbeillio & Tubler continuarlo, pur interven-
fio do corrotor Oliveira, o seu leilio da ptimas (a- | qu
de, a porta do Sr. doutor juii do civel da segunda
vara, a requerimenlo dos credores do fallido Serafina
Joaquim Vinhas do Mronval, te ha de arrematar um
escravo cotinheiro mojo e sem.icios.
= Na ra dos Pitea o. 10, faiom-se ricoi qi-
dro de cabello.
Aluga-se ai otad o da urna caa a peuea cpn :
pretender, dtrija-ie Iravena dn Cruie ,o. 4.
Tnicelim de qualquer u.mielo anneis, llores,
tas iderecos pulceiras brincos &c. ; ludo oan
betr frito pomvel por preco mdico.
Alug io o litio junto a igreja de S.-Jos-u"-
Wanguinlio com diversos inorados de Iruilo '
cimb do agoa de beber, boa casa de viveoda rredili-
cada de novo o pintada com gusto conlendo 3 ia|M
cinco quartos um gabinete copiar, cozmba fot .
eitriuaria para dous cavatina e mai um rtrellenle o-
lio com urna na e dous quartos: a tratar na ra Ve-
Iba, o. 55.


&
Agencia de passa portes.
Na roa do Collegio numero 10, e no Aterro da-
I na-V isla luja n. 48, tiro-sc passa porles par* dentro e
f.>ra do imperio,asaim comodespacbo-seescravos: ludo
com lirenidade.
=* Aluga-so urna cata terrea, na ra Bella eom
duaa talaa 3alcoat, comba fi a .quintal e cacim-
ba ; a tratar na roa do Collegio, n. I ."i, teguodo
a odar.
ss Alugate um litio que teoha boa caa de to-
brado e que ti ja bum plantado enm boa baia para
capim para rnoradia annual de urna familia inglen ,
Precisa-ie alugir ana eacriva. para o srico de
urna cata de pouca familia, que aaiba comprar, coii-
nbar e entaboar.daodo-ce-lheo auttentn, e lOjrs men-
taes : na Soledade, indo pela Trompe, lado rsquerdo,
caa, n 42, junto dai do Sr. Herculano.
= A luga-te uma cata terrea, na esquina da ruado
Nogueira muilo propria para venda por ser de ea
quina, e lor um grande solio para morada, quinUl.
cacimba e portao : a tratar na praca da Independen-
cia linaria, ni. 6 e 8.
= Jtningos Joa Marquet, lolicitador de pri-
meira eiegunda iottancia, e tamliem do loro eccleiias-
tico, mudou tua reiidencia para a ra do Collegio n.
dando te preferencia aquello que or eiluado d.ideo "" U,UUU '" "" P a oo uo.ieg.o n.
Manguind at Ponte-de-TJcbfla ou meamo na P.8- P"" -"". Ai petioat, qu> o quizerem pro-
'Rem-d.-Magd.len. : a tratar no e.criplorio de ; ".O comparecer de mauhi. at a, 9 bo-
jlfnston Patera, Comparria DI ru. da Madre-de- r" ,de,,rde'1"2"4-
Casa da F,
l)eol.
llermann Mehrtena est morando agora na
ruada Semalla-Velba perede-meia da cata do Sr.
I.aiterre, n. 140 primeiro andar.
Os abaito attignadoi, tendo detapptreeido -desia
cidide o Italianiio do naci. Jos Luii de Gardet, ofli-
cial deourivet e abridor, tendo levado varias obrat de
ouro de divenat peitoat, tendo tambem devedor a
outroa, de que nao deo contal de nada, bavendo toda
a carleta de te ter potto em fuga, por eatar fechada a
iua loja e a casa, onde morara a familia, pedem at au-
toridadei polieiaei toda vimlancie, a lint de ter elle
capturado Joto Pereira Lagot.Carlut Hardy.
saAluga-ie, para o aervico interno de qualquer cata
delamilia. una eacrava boa coiinheira, oque tambem
engomma liao: a tratar com Manoel Luiz da Veiga, na
ra da Madre-de Deot. n. 36.'
= Na ra do Padre-Florianno exilie um nevo esla-
Mecimento de tiotureiro, que te acba prompto a des-
empenbar cooi tod o atioio quaeiquer obras, tanto
tie teda como de lia, por mdico preco ; afuncando
fitiifner bem a hu freguezes.
=Arrenda-ie, por fetta ou por anno, o litio doiCoe-
Ihoi, que foi de Antonio Coelbo da Silva: quem o pre-
tender, dirija-te ao sobrado da pruga da Doa-Vilta,
n. 6.
- Carioa Detnn, tubdito allemio embarca para o
Rio-de-Janeiro com toda iua familia.
= Precisa-sede u.n homem (ilbo dai Ilhai, para
feilor de um engenho, distante desla cidade 20 legoaa :
i ressoa, a quem eite arranjo convier, pode dirigir-ie
o becco daa Barreirai na Boa-Vala.casa de Jos Anlo
oio Alvet da Silva, a tratar do apiste.
= Precita-te de um feilor para um engenbo dii-
lanle deata prasja 10 legoaa, que seja homem foite e
icliro acoilumadu a andar ao tol e a chuva ; quem
| estiver nestai circumilanciaa diriji-ie ao escriplorio
deCaetano Pereira Gonyalves da Cunha na ra da
Cruz n. 43.
= Da-te um cont de rit a juros, com hypotbeca
em alguma propriedade livre e desembarazada neila ci-
I dide : na ra Direita, n. 56, primeiro andar.
= Domingos Jos Francisco Maia (i iciente, que,
de boje em diante, te asiignara por Domingos de Castro
I Maia.
= Quem ti ver alguma enanca, para critr deleite
I com todo mimo e amor: dirija-te a traveii da Vira-
Icio, o. 10.
= 0 Sr., que prceiiava arrendar a caa da ra Ve-
llhl, n. 28, depoildo da 7 docorrenle, se ainda pre-
(cisar, pode procurar a cbavet da mesma.
- J. It I''rainks retira-ae para fura do imperio,
Aluga-ie a loja do sobrado do Aterro-Ja-Doa-
|Viila, n. 21 : a tratar por cima di meama loja.
= l'ica sem efleito a procuraco bastante, que pas-
jifi a meucunbado, Joio Frederico de Abreu Reg ,
[com dala de primeiro de agoalo de 1838; e por ilto
qualquer procedimeiitojudicial, ou contrato particu-
lar, que, em virtude da dita procurarn ie fapa em
| n.eu noaii ser nulo e de nenhum euVitn ; por iiso
I que nesle data tenha conferido novoi poden-i r outrot
lirocuradi re : e para que te nao allegue ignorancia,
Taco o presente = Her fe, 10 de leleinbro de t846.
/Igottinho Ftrnandu Catanho de Vaiconcilloi.
Jos de Oliveira Mailint retra-ie para Mengua-
pe levando em tua companbia um eteravo de no-
nie Luurenco,
- Aluga te, por menos do que te tem alugado ,
| uma casa terrea na ra do Mundego delronte do
becco dai liarjeiras : a tratar atias do Ibalro vclbo ,
[ n. 20, tegundo andar.
Aluga-ie. por anno, ou por (ella um litio a
margem do Capibaribe, com muilo boa caa, coebeira,
estribara e encllenle IibjiI o no lugar da Capuoga:
( a tmlar na ra do IWngcl n, 59, primeiro andar.
= Joanna Francisca de Mcnezci viuva de Jos
Antonio Caroeiro, participa a lodat ai petioat, que leem
penhoret em sua mi desde o anno de 1842 aleo
[presente, bajad deot ir tirar no praio de 15 dias ou
ligaros juiot, que tratarlo ; do contrario os vende-
la para leu pagamento e publicar os seus nomet por
'liento ni'sla folba, valo ignorar anas residencial.
Odulas brancas de
JsOOOis
Na esquina do Livramenlo loja de 6 portal re-
I cebem-ie eedulat branca de 2000 n. sem descon
I lo a troco de atendai.
= Na ra do Oueimado n. 8. cose-se. engomma-
I >e e lava-aecom asteio e promptidio por preco com-
I modo.
O abaito attigoado roga aot eredoret da senhora
do engenbo Rio-Fbrmoio, que tenbio a bondade de,
munidos deseo ttulos e contal', dirigir-ie a tua ce-
aa, no pateo de N. S. do Terco, o. 9, detde boje aloj
dia 17 do torrente, das 6 at 10 borat da maohia e de 1
al ai 4 da tarde, a ti tu de ae tratar doi seua pegamen-
loa, pon que para isso se acba pela mesma lenbora au-
toritario. Omeimo abaito essignado ainda so pode in-
cumbir de algumat quettei ecobraocat judiciaet na
quilla comarca, e por uto de novo te offerece aos que
de ieu prettimo te quizerem aproveitar.
J.owenco sivtHino di Albuqutrque Mello.
Ainda eslo para alagar art de nmeros 27,
*''* 31, sites na ra Real, proiima ao Maoguiobo,
com bona commodoa, quintal murad, carimba, e por-
to de embarque : a tratar com o teu proprietario, Ma-
dy Pareira Teiieira, turbador prolimo aquella logar.
na ra estreita do Rozario, n. 6.
Nio tendo possivcl ao tbe ureiro da lotera de N. S.
do Livramenlo concluir o andamento dai rodas no dia
marcado pela pouca eurnecao que houve, na venda
do reato do bilbetes transfiri o andamento dai ro-
das para o (lia 14 do crrente mea infallivelmenle : e
por esta causa, o cautelista da casa cima dividi mail
cautela! para as vender ant teus fiegueiet, que ai nlo
comprarlo e entre estaa achio-so eteelleolei nme-
ros que de certo nio deia duvida en. ser premia-
dos. A ellai, que tio poucai.
Na ra do Rangel, aobrado n. 9, trio-ie pas-
sapoitei, para dentro e fra do imperio, despachio-
se eicravos e correm-ie folhas ludo por preco com-
in nlo e com muita brevidado.
= Alugio-ie no litio do Cajueiro, quatru caaai para
se paisar a lala, ou por anoo com muito bont cora-
modos, e um banheirn para banboi; um litio com
bom sobrado na l'assagem-da-Magdalena, perto do
rio; e dnut tilioi no Afogadoi; ludo por preQoi com-
modos: quem o pretender dirija-se ao meimo titio do
Cajueiro, a tratar com Francisco Kibeiro de Brito.
= Alugio-te dual casas na ra da liveira para
se passar o verio ou por todo o anno, contendo 4
quartos cozinha fra estribara, quintal murado,
meo de boa agoa banbo perto e una dell.is com
um grande folio, tendo uma tala e doui quartos. Alu-
ga-se lambern um sitio delronte dai ditas casal com
casa para graode familia etlribaria boa agoa de be-
ber ; baia rara capim, banbo, arvoredot de Iruclo ,
entre os at quaet urna eicellenle mangueira. Arren-
da-te ou afoia-te um litio na estrada de Join-do-
Barrot com varm arvoret de fruclo lodo cercado
delimio, te nlo-112 palmoa de Trente e 700 ditoi de
lundo trra muilo boa para qualquer planlacio : A
tratar na ra da Cruz n. S.
Compras.
= Compra-se um aellim ingle novo ou com pou-
co uto para montara de aenhora : quem livor, an-
nuncie por etta folba.
= Compad-se duat pretil, tendo uma de meia
idade que atiba vender na ra e a outra que sai-
ba comprar cornbar, entotumare lavar: defronte
da igreja da Soledade casa terrea, n. 2.
= Compra-so um sellun ingle em meio uso ; na
ra estrella do Horario n. 50, segundo andar.
=Comprio-se Ire (landres com ai competentes me-
didas, para venderazeitede carrapalo: na ra das Cru-
lei, n. 36, 1." andar.
Comprase, tem feitio umi tisoura de etpevi-
lar velas, cora bandeja, ludo de prala: na ra do Quei*
mido, n. 30.
Compra-so uma mobilia de Jacaranda, rom pou-
co uso ; na esquina do Livramento, loja de 6 portas,
se dir quem compra.
Vendas.
Vendem-te queijot freicaei ; grata ingloza n.
97 ; chocolate de Lisboa ; vinbo do Porto, engarra-
fado ; vinho brinco e tinto de Lisboa; asiucar reuni-
do de todas ai qualidades; fsrinha do trigo; velas de
etpermacele ; charutos da liahia ; caf muido ; fiii-
nba do Maranbio ; banha de porco muito alva ; se-
bo de llollanda ; manteiga ; cha ; ludo muito bom ,
e em conta : na rna de Horlai venda n, 52 na es
quina, que tolla pera a ra de S.-Therera.
= Na pallara da ra larga do Rozario, vende- le
riicellenle bitcouto, biscoutinbo doce eagoado, e falias;
ludo feito com muito boa farinha.
=Vende-te cal virgem em oneiai barrica!, ebegada
proiimamente, por preco commodo na ruadaMo-
da, armaiem, n. 15.
= \ endi'in-se queijot londrinoi; presunto! para
fiambre; contervas inglezas ; ditas de fruas, para
podios; ditas franceni, de tardinbas; talrnio em
latas ; latas com biscouto fino inglez ; mostarda in-
13 e francea ; licorn finos, de differentei quali-
dadet ; vinhol di Porto. Madeira, Clierry Moscatel,
Setubal Bucellas Oval Carcavellos branco c linio,
Lavradio Colana Malvasa Madeira tinto ; agur-
dente de Franca ; tag; araruta muilo nova ; cera de
carnauba em | onio e a relalho ; ludo de superior
qutlidade e por preco commodo : na ruada Cadoia-
Velha n. 2.
Na ni de Rsngs!, n. 11 nd: bs psra ven-
der mullas obras de ouro dai jri annunciada ; uma fa-
ca apparelbada de prata ; um par de eiporat ; 2 cai-
na para rap.
= Vendem-se 6 pretal mecas com babilidadei,
uma das quaet engomma cozinha e cose com perfei-
rjlo o outra cose e laz renda ; 3 pretoa um dos
quaes he de meia idade por preco commodo : no pa-
teo da malrit tobrado n. 4.
\endc-te uma eacrava moca qoecoiinba, lava
e engomma : na ruadaCudeia do Recife n. 69, te-
gundo indar.
Vendem-se na venda da tamarineira ao p di
Crur-de-Altnas 12 casaeade pomhot batedorei.
Vendem-ie Loneguint, pelo barato preco de
3500 ri o par; tpalos de cordoviode Lisboa a 800
rs. o par; eum tortimeoto de calcados inglezet : ni
rui da Cadeia do llecile n. 35. _
= Vende te m ontorio e um violao por preco
cotninodo; na ra Nova n. 66
Venue-se orna grande morada do cita sita no
Monteirn da parte do rio ; tambem te aluga : na
ra Direita pedera, n. 69.
.Medicino Universal.
Punas vegelaes de James Morison.
A medecina vegetal univenal be o resultado de 20
annos de inveitigacSet do celebre Jr.mei Morison. Por
nieio deslas pilulaa conseguio o seu tulir nnumera-
veite admiraveia curta, desde as afleccOat, que alacio
a crianca do peilo, al as molestia! chronica do an-
ciio.
A Europa saudou este remedio como remedio uni-
versal para todas ai doencM, e at hoje ainda nio lol
desmentido til titulo.
Fita medicina vem acompanhada d'uma receta qu
entina e facilita a tua applicacio. Comiste em tret
preoaracOea, a saber : duas qualidades de pilulaa dis-
(iactti por numerot, e um p ; cada quol gota de mo-
dot de arcdei diversas.
At pilulaa n. 1 sSo apetitivas; purga a lem abalo
o humorct biliosos o viscosos, e cxpulsao-os com ef-
ficaeja.
As do n. 2 eipulsio com esses humores, igualmente
com grande forca, os humoret icroroi, tciei e ptri-
do!, de que o sangue ao aclis amiudo infectado; per-
correm loda asparles docorpo, e s cessiio de obrar,
quandoteem eipuUado toda at impurezts.
A lerceira preparacio consiste em uma limonada
vegetal aedaliv.; be aperitiva, temperante a adocanlo;
torna-se em commum com ai piluias e facilita-Ibet os
melhores edeitos.
A policio social ilo Sr. Morison, a sua fortuna in-
dependente, repeliera toda a ideia de charlatanismo; e
as admiraveis cura, operadas com o seu sysleinano
Collegio deiad dt Londiti, sio mais que garantes
daelTicacia do seu remedio.
Recommenda-se esta medicina, que nio pode nem
resguardo de lempo, nem de policio da parte do do-
enle, a Indos s que, atacados de molestias julgades
muraseis, se quizerem desengaar da la virtude.
Oala, que a humanidade fecho os ouvidos aoi in-
leressados em desacreditar est> s remedios lio simples,
lio com modos o lo verdadeiros.
Vende-se na ra da Cadeia, n. 40.
= Carlos Monleiro Teiieira vende a sua venda, si-
la na rus da S.-Crur, n. 3, com os fundos a vnntade
do comprador, ou so a armario ; trala-se na mesma
venda.
=.\'ende-ie muilo bom vinho do Porlo engarra-
fado ha mais de -i anuos a 560 n. a garrafa, dito
mais novo a 480 rs. ; dito de feitoria a 800 rs. ;
dito da Madeira a 610 rs ; muito bom cha hyssnn ,
a 2500 rs. ; dito, a 2240 rs. ; presuntos a 480 r. a
libra ; chouric s a 320 e 400 rs. a libra ; mantei-
ga ingleza a 800 rs. ; dita franceza a 610 rs. ;
espermacele a 720 e 800 is.; louiinho de Lisboa a
280 rs. ; mararlAo e uleliia, a 280 rs ; bolarhinlia
ingina muilo nova a 280 rs. ; tapioca, a 100 u. ;
tal em grao a 160 e 180 n. ; o tod sos maii g-
neros de venda : no Alerro-da-Hoa-N isla venda da
esquina delronte da matrit, n. 88.
=; Vende-so cora a permu'a de uma cata terrea e
tmente a vista o pagamento de uma bypolheca com
a espera do restanlc ou tbinbem se arrenda uma ex-
tensa propnedade com duas casas terreas para a ra
da I It.n Mu..i ns. 1 ti o 18 contendo grande quintal, I
com arroredoi du"fruclo oj limas | arreirai moteareis,
sapolit, romeiras, e lirneiras., una grande olaria so-
bro arcadas e terreno para se edificar 3 predios de 30
palmoa para a nova run do Sol : oa pietciidentes
poilem ir ver que acharad quanlo so i limita na rus
da Florentina n. 16.
= Vende-se por preco muilo commodo uma
olaria de pedra e cal com man do 200 polmoi de
lundo, e 00 de largura mu bem ci nslruida com
porto de embarque, o com um sitio, no lugar do
Monleiro a margem do Capibaribe acbando-ie o
silio muilo bem plantado com ditersas fructai, lanto do
paiz como de lora, com boa baita para capim; ot pie-
tendentes dirijio-se *o mesmo lugar do Monleiro.
a fallar com o seu proprietario Jote Camello do lle-
go Barros ou nesla praca na ra estreita do lio li-
rio n. 31, terreiro 8ndar.
asa Vende-se um annelio, um alfinele, uma crui ,
um fronlim ; todas islas obras sio i'e bom goslo e
cora riquissiuos brilbanlet ; um alfinele um annel.
com ilia o a lites e de bom goslo ; um correntio de
uro de le : na ra estreita do fcoztrio n. 50, se-
gundo andar.
tss Vendem-se 110 meiot de lolt ; 3l bezerros ;
87 en| lam- ; urna sede com verandas, muilo bonitas :
na rus estreita do Roiarin, n. 30, tegundo andar.
= Vendem- te 2 boldei de brilhantcs um com 7 ,
o oulro solitario ; uma caita de prata domada pa-
ra rap ; ludo por preco commodo : no etes do Col-
legio fabrica de chapeos de sol n 5.
[>'a ra do Crespo, loja nova
n. 12, de lose Joaqun)
da Silva Maya,
vende-se um ricosorlimento de rorletde vestidos para
senhora do uma lazenda qua6 toda de teda de gos
lo chiner, eos mait lindos, que leem apparecido, e que
por isso se tornad reconunendaveis nio tpara as sen hora-
do bom lora como para aquellas que usio de eco-
noma por ser o diminuto preco de cada corle do (i.)
it. Na iiessi. loja se tendera outrai muilas larendas
de goslo, por barato preco.
Vendem-te 12 escravos tendo : 2 pretil de
18 a 20 annoi; 2 pardtt, de meia idade ; 5 molequet.
de 12 a 14 anm t ; 3 prelos, de 20 a 30 annos ; todos
de muito boai figures tem vicio nem acbaquel e
propriot do sernco de casa e campo : na rus da Cadeia
de S. Antonio n. 25.
=Vendem-te ternot de livroi em brinco propriui
pira qualquer can de commercio ; um cbiooometio ,
dot nielliorii autores de Londres perfeito e mu i bem
regulado ; fardos com fio de tapateiro: na ra da Cru>,
escriplorio de Ridguay Jttneiton & Companhia, o. 13.
Vendem-se 4 lindoi molequet, de 16 a 20 sa-
nas, sendo um dellei official de pedreiro ; 2 pardos,
de 18 annoi, ptimos para pagent sendo um dellea
qutsi branco, de 11 annoi ; um preto, de 30 mnot,
bom etnoeiro ; uma parda, de 25 annot, etvmha, la-
va engomma liao cote cbio : na ra do Collegio
n. 3, segundo andar.
i" Vende-te uma canoa quecarrega 1000 tijoloi,
por proco muito commodo ; tambem le troc por li-
jlos : na ra da Cruz n. 62.
Vende-se superior cera de
carnauba, em porco e a retallio ;
latas com biseoutinlio fino, ehe-
gaclas ltimamente de Inglaterra;
caixinhas com aletria lina com 4
libras cada uma ; tudo por pre-
co commodo : na ra da Cruz ,
no Kecife, n. 4G.
As bellas Pcrnambucanas.
A' loja de Antonio Luiz dos Sanios & Companhia,
na ra do Crespo n. 11, acaba de ebegar um grande
e lindo tortimenlo de cainbraias para vestidos, intitu-
ladas ata bellat pernamtiiicinai = at melhores e mait
modernai, que leem vindo a esta praca ; as quaea
torni i-se rerommendaveis nio si'i salo teu subidos
vtriado goslo como pela lindeza fiidade das tintat.
Na mesma loja vendem-se ricot corle de seda pro-
priot para noivas, urjas hespanholas setins impe-
rtes, mantas, chales e outros muitos objectos recem-
chegados.
(ts* O modernismo..*
Vendem-te novte ricot cortet de veitidot, com o
bem apropriado nomo do =r lavra-de-ouro =, tendo
lindos e variados padres como sejao de liitrai ,
luadros florel &c. ; dit s de parisienses com bel-
los e differentei gostot : lanto esles como aquellea sio
mim smente lavrados de seda : cambraia jacunetes ;
ditts cravinas; e outrat umitas diversidades de castti:
na ioja de Antonio Luiz dos Santos Se Companhia na
ra do Crespo, n. 11.
= C.hegou. ha poucos diaa umt porcao do bem
acreditado rap princeza Novo-Lisboa : e porque ta-
bio ainda mais superior duque o antecedente, por
isso avisa-sn aos freguezes, que se acha a tenda no Re-
cife :ra da Cadeia, as lujas dos Sr. V at Se orgei,
Cunha & Amorim Moraea, Jos Carlos Ferreirt Soa-
res Jnior e Joio da Cunha Magalhies: ra do Cres-
po Antonio Domingos Fermn : ra dot t^aarteit ,
Vi.-iui um .i C.ijimniiii' e Vm t nnn de Castro Mou-
ro : Aterro-da-Boa \ isla Ihomaz Pereira de Mal-
los F.slima.
Chitas-cassas
a 11240 rs.
Na luja n. 5, da esquina da ra do Collegio, ale Gui-
maries Serafini & Companhia vende>i>-se cliitai-cat-
|a| em c< res de vellido, com 7 varal cada um ; e en
Ir elles ha liiinbem cambihias pelo diminuto prego
de sele patacas. Igualmente se vendem pannos finos o
entre-linos de eflres azues, verde-escuro ,- e pelo ,
a 2100 rs. covado.
Vi ra Vi.a, n, 8, loja do Amaral,conlinuio-se a
vender tpalos francezes de marroquim e cordnvio pa-
ra senbora, at.OUOrs o par; ilitoi de panno para di-
tas a 880 n : advnrlc-se, que osles tapaloa lio muilo
notos e chegados pelo ultimo navio: cortea de canal de
muilos gotlos o padroes modernos; riscadoa franreies,
de lindos padies e commnilot precoi ; ricot chalet de
seda; corles de seda bu nra pera teilidnl de noivadoi;
lio ai- de seda e de blonde; e outrns mullas fatenda de
bom goslo, e por menos preco, que em > otra qualquer
parte.'
Vcndom-so dous escritos, lendo uma preta boa
roiiiilieita vendedt ira e ptima lavadeira e um
l ii i.i de -i i ni;.i de ampo por l.'iOj rs. : na ra Di-
reita, toldado n. 29.
= Vende se uma tenda na ra lio S.-Francisco ,
n. 68 : a ti.it r na mesma venda.
Vende-K umricoespelhopariveitirienbora.de
I iror.:n la ; urna orut pendente ornada de diamantea,
obra mu rica ; um habito de Chnslo pequeo, e da
gii. I goslo ; uma na bandeja de casquinha pratetda ,
rom 18 casaes de i bicaras e pires, com pratos tu-
do de poicellaiia fina a deurada ; un relogio de ouro ,
abnete j uma comiiioda de jacar.indi ; uma dita do
Pollo ; duas bancas de meio de sal. dito ; 12 radei-
ras ; uma marqueta ; um oso de bancas ; ludo de an-
gico ; 2 espelbos pequeos; duas camas de armatio :
na iub dn Cadeia de S. Antonio n. 19.
Vende-se potessa da Russia ltimamente che-
g da ; vinbo de l'orde.-.u em caitas; lagetde Triei-
le muito hoal para ralcada ; tudo por pceo corn-
il.odo : na ra da Cruz, n 5.
Vende le colleccio da legislado portugueza ,
pelo disemlmrgador Delgido em rica encadernacio ;
uma dila brochada ; suppleiiientnt atditat dot annoa
de 1750 a 1762 lano encadernadoi como em bro-
rhura ; Manual de apiellacei. e tratado de tetla-
menlos por Gouveia Pinto ; igeslo portugus por
Correa Tilles em A v,; Grammatica francote por
Conslencio ; diccionario porttil da lingoa portugue-
ib |or Fonseca : na praca da Independencia livraiia,
nsa 6 e 8
Vende-se um bello terreno de esquina no qual
se podem edificar dous bons'preuios, ficando ainda quin-
tal soflrivel para cada um dellea no btirro da Boa-
Visla com frenle para a ra do Seve ou Uniio a.
lundos para a ra do Hospicio, com 40 palmos de fren-
te e 320 de fundo lodo aterrado, com alicercei de
rodi sendo do lado da frente ja prompto com alicer-
re de 100 palmos de fundo e loda a frente para tu-
llir pande; tem um (Mi meieiro e tambera uma
grande cacimba ; off' rece grande vantagem a quem
qoeira edificar por ficsr na portao desembarque doa
nalerii.es : arereirendo que o local be o mail lindo
potsivel: na ra da Cadeia do Rccile luja de miu-
detat, n. 51.
Vendem-te 3 molequet, de 12 a 15 annot mui-
lo lindoi ptimos para pegens ; doui mulatir.boi.de
I .'< 1 i annot ; 6 scravns do servicn de campo ; i ne-
grmhas mocas, muito lindas que cotem e engom-
inlo ; 5 escravas mocil, que cozinblo e lavio duaa
pardit, de 30 annot; dout eteravot de bonitas figu-
ras caneiioi: oa iui Direita, o. 3.
I
i MUTILADO


6
Vende-te azoile doce para lu, melhor e mai
barato do que o do coco ; eazeiledoco no om gir-
rifes do 25 garrafa : no deposito (Je aimle de caira-
pulo na ra da Senzalla-Velha n. 110.
Vende-so cera om velos do Itio-do-Janeiro or-
timonto completo ai libra, a lontado do comprador : na ra da Sental-
la-Velba, n. ^110, armazem do Alve Vianna.
POTASSA.
Vende-sc superior potassa da Hussia ,
em harria pequeos ; cal virgern de Lis-
boa, da tnais nova, que lia no mercado ,
por preco milito commodo ; tamhem se
vende um resto de potassa da safra pas-
sada muilo barato : na ra do Trapi-
che armazem n. 17.
N. 40, ra do Trapiche um cbronomelro para
navio de Londres perfeito e mu bem regulado;
relogios de ouro patente ioglez muito bons e bara-
tos ; correntinhas de ouro pudri = Principe Al-
berto.
=- Vinho de Tenerife, em barris de ezcelleote
quahdide ; eerveja branca e preta a melhor que ha
sse Barclay & Companhia em poni, ou a retalho ; e
fio de apateiro por prego commodo: vende-se na
ra do Trapiche n. 4.
Farinha SSSF,
da melhor qualidade, c a ulti-
ma chegada a este mercado,
veude-se em porcoes grandes
ou pequcuas: a tratar com
Ve Cnlmoiit & Companhia ,
ou com tf. J. Tasso Jnior.
= Vendem-se iin.endas de ferro para engenhos de
nsucar, para vapor agoa o bestas de diversos taina-
nbos por preco commodo; e igualmente taitas de
ierro eoedo e batido de todos os lmannos : .ia pra-
C do Corpo Santo, n. 11, em casa de Me. Calmool&
l.ompanliia ou na la de Apollo armazem, n. 6.
--Vendem-se tahoas de pi-
ilbi, a 40 rs. o pe e receben-
do-se em pagamento cdulas
brancas de 2000 rs.; atrs do
theatro.
= Vende-se potassa branca de superior qualidade ,
m barris pequeos ; om casa de Malbeus Auslin &
Companhia oa ra da Allandega-Velha, n. 36.
= Vendem-se os segantes escavos ebegados do
Aracaly : sendo -2 mulatinhos de 6 annos; 1 mole-
lequo de 7 annos; 1 ir.ulalioha de 10 annos com
principio de costura ; 1 negrinba, de7 annos ; 1 par-
da, muilo clara que cose e engomma ; 4 pretas de
16 a 20 annos, com habilidades; 2 moloques de 11
annos ; 7 pntose pardos de 20 u 25 annos com
habilidades, ou sem ellas
na ra da Cruz n. 61.
fazenda mu bol. Alm delta], ba un sortimento de
fazendas finas. Ni ra do Queimado, nos qualro-can-
los, vindo do Rozario primeira toja da esquina.
IVovapelIedodiabo,
al#440re.
Na loja da esquina da ra do Collegio de Guiis-
raes SrafimA Companbia vendem-se cortes de cal-
ca eom 3 corados o meio de pello do diabo por
quatro pataca e meia cada um. Comquanlo julgue-se
desnecessario mencionar as boas e excellentes quali-
dade5! deta fazenda ,porque a primeira porfi que
della se vendeo nesta casa e, ha tempo foi annun-
ciada neste Diario,tssiz as demonstrou, assevera-ie to-
davia aos compradores que a porfo que agora
recebeo-se, ezcede em bondade a primeira, tem riscos
modernos, cores escuras, consistencia e grossura
de lona ; e finge bem as modernas casimiras francezas.
Dar-se-bSoos corles a amostra a queraos pretender,uma
vez que deize o competente penhor.
ContinuJo se a ender lindezas escuras pro-
prias para vestidos de senhora a 280 n. ; riscados
escuro francotes a 200 rs. o covado ; ditos largos ,
a melhor lazenda possivtl a 280 rs. ; brins de cures,
padrdes modernos, de puro linho, pira calcas a 1000
rs. a vara ; corles decambraia branca de lislras de co-
res para vestidos faienda moderna a 3000 rs. ;
ditas matizadas de cor a 4000 rs.; ssrja hespanhola,
a melhor possivel a 2000 rs o covado. De (odas estas
fazendas se dao amostras fraoca para o comprado-
res conhecerem a sua boa qualidade. Alen, de.tas ha
um completo lortimento de fazenda final por com-
modo prcio. Na ra do Queimado vindo da ruado
Crespo primeira loja de 3 portas, n. I.
Potassa branca,
da mais superior qualidade em
barricas pequeas, e desembarca-
da no dia 30 de agosto prxi-
mo passado, venderse por pre-
co commodo : emeasa de L. G.
Ferrara & C.
lodos por preco comoiodo :
Rap-Gassc.
O encirregado da agencia do Rap-Gasse neita pro-
vincia tem a honra de participar aos seus freguezes ,
que se acba a venda no deposito da ra da Cruz no
Recife n. 08 uns das melbores (ornadas que aqui
teem vindo do Rio-de-Janeiro, do muilo apreciado ra-
pe groa o o meio-gnsso, fabricado com as melbores
qualidade de fumo da Virginia cujo aroma rivalisa
ao mai superior rap princesa de Lisboa.
Potassa.
Vende-se potassa americana,
muito nova, por ser prxima-
mente chegada, e cuja qualidade
he a melhor, que tem vindo, por
prego commodo : na ra da Ja
deiado Hecite, armazem n. 12 ,
de Baltar & Oliveira.
Saracas de cores
fixas a 160rs. o corado.
Na loja da esquina da ra do Collegio de Guima-
res SeraGm & Companhia vendem-se urnas chitas
nova com asientos escuros de auflrivel panno e co-
res (isas a meia pataca o covado. Ksta especie de
chita-sartal be di nieimi qualidade daquella, a que,
na Kuropa preferem para seu vestuario as cria-
das de servir e as mullieres de mediocre lortuoa :
como a economa nao su no preco da fazenda como
na duracao d'ella he quem determina essa preferen-
cia deve o.i. i ma ci comprada pelas mucamas e
por aquellas das habitantes d'esta eidade, que, suppoi-
to nlo sejo abastadas, tenbio todava ao asseio o amor,
de que em geral lio dotadas. Dio se amostras a quem
is pretender. N-sta mesma loja contmua-se a ven-
der, a 800 rs. a vara, o eieelleote brim francei cor
de palha e pardo-escuro em cuja manufactura s se
empregou o mais puro e duravel linho; e bem assim,
100 rs., lencos da gravitas, de cambraia muilo (i
no; lencinbos de cambraia brancos com cerradura
aberta ; ditos pintados de recorte ; e oulros com
barras da cores ; todos de cures filas e proprios para
senhora, e dosquaei dar-e-bio amostras, uma vez
|oe dcixem penboresos que esquiterem levar.
Vendem-se riscados escuros, franceses a 200
rs. o covado ; ditos lavrados chamsdos lindel ; ditos
largo tambem escuros, a melbor faienda que tem
vindo a este mercado ; un e oulros a 280 n. o cova
do. Dio-so amostra fraocis ao compradores, por ser
Agoa para o cabello ; tem o prestimo de fazer.crescer o ca-
bello e impedir a caspa fortifica os cabellos e os con
serva: tambem serve pera evitar as espinbas do rosto.
Ksla agoa he bem conhecida oa Kuropa e Rio-
de-Janeiro, aomletem merecido toda approvacSo, pe-
les seus efeilos Vende-se nicamente, na ra da Ce-
dria do Hecifo loja de fazendas n. 55.
O baratetro da ra
do Crespo, loja n. 5, chi-
tas a 140 rs. o covado.
Na loja n. 3, do baraleiro da ra do Crespo ao p
doarrodeS.-Antonio vendem-te cbitas baratas de
b. nitos o novos desenhos a 140 rs. o covado; ditas
sem defeilo algum tambem de padrees novo e de
eicellentes desenhos a 160 rs. o covado; ditas, lam
bem de padroes ricamente tstampados em bons pannos,
180 rs. seguras de tintas; algodiotinho. a 160 rs. a
vara, boa fazenda e boa largura ; madapolio a 160 ,
180 e 200 n. de sollrivel qualidade, e largo; dito,
a 240. 260 e 280 rs. a vara o mais fino e largo pos-
sivel ; chitas linas com desenhos os mais modernos ,
e estampadas as melbores labrieai da industriosa
IManchester, a 240 rs. o covado. Ha tambem um bel-
lo e rico sortimento de (odas as fizendas finas como
sejao: brim trancado branco, francei de puro li-
nho o melhor, que ba no mercado a 1600 rs. a va-
ra ; corlede cambraia lindamente estampada com
II covado, pelo diminuto preco do seto patucas cada
um ; lindera para vestidos que imita, pelos seus bri-
Ihantes desenhos, a qualquer laminba ou sed a 240
ra. o covado; corto de larlalana a 3000 rs. ; grava-
tas deasseinda cessi estampada, a400 is.; meias grava-
tas, a,200 rs. ; lencos de cambraia com cercadura ,
a 320 rs. cada um ; lindissimas manas escocesas e de
setim para senhora des mais modernas, que pre-
sentemente eiislem; pannos finos; cambraia lisa mui-
to fina. Recommenda-se aos respeitaveis concurrientes,
que se dirijioa este estabefecimento que em nada
desmentir este limiado annuncio : e querendo man-
dar buscar as amostra se Ihes dars sob o
tenle penhor, ou se mandaroo as sua
pandado de um caixeiro.
= Vendem-se varios eicravo sendo : um mole-
quo peca, de 7 annos coiinbeiro de forno, musa e
fogo e que lie ptimo pagem ; 1 dito, de 20 ono,
de bonita figura 2 prelos, de 25 anno proprioi pa-
ra campo ; 3 negrinba de 12 a 14 annos com ha-
bilidade e de lindas figuras ; 3 prelas para o servi-
qo de campo ; 1 dita, que cozmha engomma cose ,
faz doces e bolinbos ; 1 parda para fra da provin-
cia, ouengenho.com todas as habilidades: na ra
Nova, n. 21. segundo andar.
=- Vende-so uma linda eaooa de carrnira, nova,
mui bem construida, de amaiello ; uma poi(io de pa-
lha de coqueiro : na ra da Sentalfa- Volha o, 110.
Vende-e colla da Babia muito auperior ; o
ra da Seoialla-Velha n. 110, armazem de Alvos
Vianaa,
ro corle segurar a prompta conlinuacio da concur-
rencia a compra do outro. Dio-se a amoilra tob pe-
nhor.
No Atcrro-da-Boa-Visla ,
loja n. 14 ,
veodem-se pinos pretoi de cor fiza a 4# e 5 rs. o
covido ; merino a 1100 e 4600 r. o covtdo ; ris-
cados (rancozei, de cores fiza a 220, 210e 280 rs.;
luitOe muito superiores em qualidade e gosto a 640
rs. ; e outras fazenda para cblletes, de bo goito a
800 e 1800 rs. ; murfulina do cores, padres muito
Imnitot pelo baratiasimo preco de 280 rs. o covado ;
cassas pintada* a 2000 e 3500 n. o corte ; lencos de
cambraia para senbor eom nomes a 440 r?. ;
chales de lia muito grande c 2600 e 3000 n.; bi-
cos inglese, largo, a 120 r. vara o outras fa-
zendas por muilo barato preco.
Loucainha,
a 28O rs. o covado.
Na loja n. i, do baraleiro da ra do Crespo ao p
do arco de V -Antonio, vende-se loucainha, a quatorze
vintens o covado. O propietario d'esta loja tendo a
satisfacio de annunciar aos teus atlenciosos freguezes
esla mui bella e muito nova faienda propria para
vestidos, toma a liberdade de observar, principalmente
asseoboras em geral que, pela boa manufactura, ri-
cos e brilbant>s desenhos em lislras d.i seda em qua-
dros de varias cores e campos, ora claros ora mais
ou menos escuros, e finalmente pela teguranca e roal-
sed'esias ciei ella aprsenla as vezes uma bella e
sublime vista outras seriedide e grac e outra um
avelludado que a faz tomar por teda ; e que por
uso e torna mui recommeiidawr e digna de grande
concurrencia ; lano mai a um lio moderado preco ,
de cerlo inferior a sua boa qualidade. Na uremia
loja vendem-se lindsimos lencos de finisiima cam-
braia de bella cercadura e outro sem ellas, com
urna especie de abeitura arrendada maiorrsiiobos do
que os ltimamente anounciados proprios para o
amavel seto e cujo diminuto prego he de um cruzado;
assim como pecinba* de linissimas cambraia,com 6 Vi-
ras e meia, propria para vestido de senhora pelo
muito mdico prego de doze pataca cada um. De to-
das estas lazenda n de quaesquer outra que neita
casa existi, dar-se-bio amostras a quem por ellas dei-
zar peobor.
Veode-ie, a retalho, ou em firdos, oplioio f
roo o melhor do mercado prximamente oh** ?'
da llihia ; oa ra da Prai, n. 31. ili"
\a na de Apollo
n. 28,
vende-se, por preco rtioavei. um grande armii.n
de eiquina no lugar a cima declarado com excill
le proporcSe para se levantar um elegante predio*'
em bom local, proprio de vantagem para qualqUf,''
tebelecimento por ler desembarque no fundo par
mar : a trstar no meimo lugir eom -
eu propriet*,
n tu venda ni rus di
Um
rio ou com Jote Pereira
Senialla-Nou, n. 7.
Na padaria da Soledade, |o. 14-, vendem-ie
traites, por prego commodo.
CHITAS FINAS a 120 BS. O COVADO
Na primeira loja de fazenda do Alerro-de-Bot-Vi,
ti, n. 10, veodem-te chita fina, de bonilot padrn
120 r. ; cortes de oaua a 2000 r., e outro mu
to tuperiore pin vwtidot de baile a 3000 e 35Qn
n.; riscados lecidos dos mais delicados goslos, a z
240 e 280 rs. o covado ; (C^* murfulioss de -;ori d
lindisiimos padrdes a 260 rs. o covado ; merino'
1000, 3000 e 4000 r., do mai auperiore, w
existem no mercado; superfinos brios de linho d.'nu,.
dros e lislras a 1000 r. vara ; riscados escoezes
a 220 r. o eovtdo lazenda, que nio desbota ; |SqC01
de cus de bonitos goslos para gtavata i 200 n.
e outras muitas lazeodat, por preco mais barato, qui
em outra qualquer parte.
compe-
nsa, acom-
$ a ra do Crespo loja nova
n. I 'i, de Jos Joaqun, da
Silva Maya ,
vende-se um rico sortimento de casticaes de finissima
easquinha com aa tuas coropolentet linternas, de
gostos o mai lindos que teem appsrecido pelo di-
minuto preco de 8,s 10 j e I2r000 r. cada par.
= Vende-se uma eicrava crioula de liannoi, com
principios de cottura ; em Fra-de-Portat, rui do
Pilar, n 6.
Vendem-se riscados france-
zes, a 160rs.o covado; no Ater-
roda-Boa Vista loj n. 14.
Vende-se mel, muito superior, em
barris ; na ra Direita, n. q.
= Vende-te uma eterav de naci Angola, de 20
annos de bonita figura engommadeira, cote chio,
coiinba bjm o diario de uma casa ; uma dita de naci,
de 30 annos, que engomma, cote chio, cofioba e
lava; umadita.de 20 aunot, de naci Beo.uella,
que coiinba, e lava ; uma dita, de 16 innot de na-
ci com priocipiot de habilidades ; um pardinho, de
16 annos de bonita figura, com principioi de offi-
cio desapateiro e que he proprio para pagem: na
ra das C'uzet, n. 22, segundo andar.
= Vendm-se laranjas da China e da Ierra ; no
litio grande envidrando na estrada do Monteiro
do dia 15 do correle em dianle.
r4^%3a$#*sbjf
Eita loja continua ler aetnpre om completo sorii-
meoto de obras feitas de toda a qualidade de ma-
no merino, alpaca ; c dleles de teda ; setim, e jol-
gorio ; calcas de casimiras panno e brim : almdii-
to ha. para vender a retalho, casimira elsticas e lint,
a 2000 n. o covado; panno fino de toda* qualidailes,'
merino muito superior ; corte de eollete de velludo
lavrado a 3000 n, eada eorte ; alpaca; brins finos,
de linho branco e de Ultra ; chapeo de caitor bran-
co muito luporiorese di ultima moda; lencos pin
grvalas, deiedi eent ; e outra muitis faiendisdi
bom goslo.
= Vende-te um vend muito em conti, oa
os genero que agradaren! ao comprador oes Cinco-
Pona n. 91 : a tratar no primeiro indar por cima
da meima venda. ,
- Vndete uma aimacio de loja de miudeiii,
di-te muito em cont nal Cinco-Poeta n. 108 :i
tratar na ra Nova caa de marceneiro o. SI.
= Vende-te superior potatia da Hussia, cbegsdi
de Hamburgo ; fraiqueirai com geoebra ; eerveja e-
garralada em barricas de 4 duiis ; vinho da Madei-
la em quarlols de 3 e 4 em pipa ; Champagne dt
uperior qualidade : na roa do Vigario armizem a,
4 de Rotbe te Bidoulic.
Vende- te a venda tita no paleo de S.-Pedro o.
6, com commodoi pira ter familia por ler um rin-
de solio a dioheiro ou a prazo com boa firmas: i
tratar oa Cinco-Pontaa (obrado n. 27.
Vende-te um bom ovillo carregador e esquipi-
dor; vende le por teu dono retirar se : no Alerro-di-
Boa-Villa n. 6, primeiro andar.
= Vendem-se no deposito de farinba de nundio-
ca na ra da Cadeia de S Antonio, n. 19,- tiren rom
boa firinba da Muribeca a 64' rs. ; dita de S.-Mi-
Ibeui, a 4i r ; dita com airoz de catea a 4* u.;
e uma porcio de saceos de eitopa vinos.
Escravos Fgidos.
Cotins de linho, a
I & 40 rs. o corte.
Ni loja n 3, do baraleiro da ra do Creipo ao p
do arco de S. -Antonio vendem-se corlea de cotins de
linho puro a quitro patacii e meia o corta. Esta fi-
zenda be de (al maoeiri fabricada de linho sem mis-
tura, que lo pode, em admisslo da mris pequea con-
trariedado, aseverar e (anear sos amantes dat latea-
da durativa e econmicas, que a prora do ptimei-
He cliegado nesta loja, das boa pecbincba, 2
I um novo e completo sortimento de fazendas ,
i como sejo: cutis muilo fins, edepadrdei ot
| mis engrcdol ; riscidos escoce/es, de cores
! bonita efiat; chalet de seda, muilo superio-
res ; ditos de lia e seda de ezquititot e mo-
dernos gottot ; riicadinhos muito largot, de
lislras e qusdrot miudioho muito proprio
para camisas, por seren de cores Giss, e imi-
tando linho ; e outra muitas lazenda finas ,
como aejio : casimiras modernas de muilo
bom rosIo e de lia pura ; cortes de eollete.
superiores; e juntamente um reslinho dat pe-
cliincbn do tempo do rei velbo.Recebem-ie em
pagamento as cdulas branca de 2000rs., tem
descont.
= Vende-se urna porcio de estacas de qualidade ,
propria para aterro, com 25 palmo de comprimento;
na rus di Florentina o. 16.
- Fugio no dia 10 do correle, um pralo, dt
nome Luiz oflicial de sapiteiro eitalura ordinaria,
magro, com uma marca amarella no rodo do lams-
nho de uma pelan muito rhetorico calcado ; levou
aqueta de riscado encarnado, e calcas escuras, da
riicado azul ; loi esenvo de Juliao Porlelli e de u"
viuva todo moradore no largo do Livramenlo e bo-
je pertence a SeLastiio Jos de Oliveira Mendet: que
o pegar, leve a ruado Baogel o. 64, que ser '**
compensado.
= Fugio, ha dous metes um preto da Costa !
nome Ignacio altura regalar naris meio chito, reo-
dido di verilba ; tem um boraquinhot pe cara qi
le (uppde ser beziga e de poucis fallas quem e pe-
gar, leve rui Nova ,. n. 32, que aer gratificado.
Do engenbo Cucabu, da comarc do llio-For-
moso fugirlo nodia 8 do correte, doo prelot,
um de nome Benedicto crioulo de 25 annos, pune"
maiiou menos altura regular cheio do corpo bem
feilo, eom barba falls mansas ; levou cami" ca"
roulai de Igodio calcas brancas e baeta enearnid
nova : ooutro.de nome Vjclorianno, de nCo C-
moda de 25 a 50 anno da meima illun bi"
ebeio do corpo pernas grosia
grsnda
com
barba poucat filias e muito branda; levou e'"1" *
= Vende-se una boa carteira, com bons irranjos ""ou'w d algodio e mail ume camisa e eelc,D,,n,'
para uma pestoa escrever ; uma marqueta de aogico ; e ,e, encaroida. Rogi-se a loda uto"'
2 bou cauca de panno preto ; uma lobre-canc* d d,1,M e proprieUrio por ondeo ditos ecao P1"*
panno de cor ; ludo fino e novo ; > se vendom por nio jrem de o pprehender o reinelte-ios, com tod*"
ervirem ao dono que he pesio limpa e ssdia 8 ou lursnc* i 0 dito angeobo que se gratificar "
9 barril com mel na ra da Crus, venda n 4G, |Pgara toda as despezai.
- Vende-te um sobradiobo na ra do Padre-( ____^
Fiorianno novo, em chlos proprios, eom tolio a bom! '" sss^^gg^^g"
quintil n. 69 pegado io lobrado do fallecido freil
CmUbo-, Birui Nora, n.52, primeiro .ndar. IErn. ; Ni typ; de af. K. DE FAR1AMf
-


Auno de 1846.
Segunda feira 14 de Setembro.
N 57.
S4&
DE
PERNMBCO.
(SOB OS AUSPICIOS DA SOCIEDADE COMMERClAL.)
Subscreve-se na Praca da Independencia, loja de Hvros n. 6 e 8, por ia^ooo ris por anno, pagos adiantados.
PRESOS CORRENTES DA PRAA (Corregido Sabbado as 3 horas da tarde.)
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EXPORTADO.
Agoardeote Caxaca -
Algodio I. orte- -
* a -
! Auucar brinco un raizas -
a mascavado -
a in barricas ou lac-
eo, branca -
mascavado -
Con ros seceos salgados. -
Meios do sola -
Uiifrts da'terra -
lo Rio Grande -
EXPORTS.
PREgo DA PRA?
Ruro -------
Colln I. qualily -
. J. a -
Silgar in caaes wbile -
> broWD -
a lor Barris or llags
white -
lirown. -
Drj talud hides -
Taime bids -
Qx-horns -
50*000
5/500
bjgrnoo
/too
1JI50
JfoO
1(1600
120
1*500
3fu00
2*000
64*000
6j7<>0
5*200
2*700
i.omnial]
/
POR
Pipa.
Arroba.
I s ferro
1J600
4*5(i0
Libra.
llum.
Geulo.
CAMBIOS.
Londres.........................2 '/je por If rs. a 0 dias.
Lisboa.......................... 106 por ceiilo premio,por acial etTectuadot
Franca......................... '50 ris por franco.
Rio de Janeiro................ ao par
I'll ATA iniuda...................
a Pataces Brazileiros........
* Pesos Columoarios.........
Ditos Mexicanos...........
OURO. Moedas de 8*400 velhas...
Ditas dius noval...
Ditas de 4J000............
a Oncas hespanholas........
a Ditas Patrio ticas..........
Letras.......................... Vs Por cenlo ao mea.
1*780 a 1*800
1*980 a 1*990.
1*680 a 2*000.
1*900 a 1*910.
16*700 a 10*800.
10*060 a 16*600.
9*000 a 9*600-
II 000. a 3IJ500
30JbOO a 30*800
FRETES.
ASSUCA"..
, Lverpol.....................*
! Caualeolre Amhiirne Havre .. .. J
l a ucluindo porlos Ingleses ...i
(Genova era saceos.........f
Hlamhurgn calas...............}
(Bltico... ....................
Trcala paracaixas............. 11
oslados-Unidos.................j|
Portugal......................./ t
Franca........................ f % de pruna^m
Portugal...........
Franca...........
Inglaterra..........
It.ircclona..........
ALGUDAO.
600 por () sem piimagcm nominal
BOpor (ge I0p/aocainb. de 160 p Ir nominal
VsP "" ei P" '/" ^e Pr'ma(",ni-
500 p. @ e 10 p /o caiiib. 800 o'pes p. Ir
COUROS.
Inglaterra Seceos f
I' mica ..........
r.staios Unidos ..
(110 0
por tonelada e 5 porcento.
70 bancos por toneladas, comlOp cenlo
Nio lia.
'ost "m/
Ds dia II de Novembro de I84 Ii liante pagaro 60]p. c.orapot tabaco
de p, os charutos ou cigarros, o tumo tic rjlo ou ein lolba.
PagaratO p. c. os saceos dcanhan.-so grossaria ou gimes da In.lia. os cai-
vetes em Mrma de punhal, as almolarias otra carruagans, as pe.lras lavradal para la-
godo, as pedras decantaba pra porloes, portas c jamlU, as pedias lavrad.s para
eocaiiamentos, cepas, cunhaes e cornijas, o assucar retinado, crrltallsadii ou de qual-
quer maueira confeitado, > cha. a agoardcnle, a cerveja a cidra, a nene.ira, o mar-
lasipiiuo, ou ouirns licores, e os viudos de qualquer qualidade e | recedencia
Pagaran 40 p. c. asalc.tifas on tapetes, o canhamaro ordinario ou grosssria, as
palancas de qnaiquer qualidade, e roupa taita, nao especihcada na taria, as cartas pa-
ra jogar, as tscvas de Cabo de marliin, o fo,0 ta China em cartas, ou qualq .er ou-
tro logo de artificio, o papel pintado, prateado ou du'irado, sendo de qualidades
linas, o papel pintado para loriar salas em collecces uu paiiagens, o papel de Hol-
anda, imperial, ou outro uo especificado na larda a plvora, os sbemeles, o sabio,
o sebo em velas, as velas de Steerina ou composco, as ameixas, ou oiilras ("rucias
em frascos ou latas, seocas, ein calda, ou em espirito, o clio.ol.ite de cacao ordinario,
o vinagre, os ramudos, carruagdis ou caigas jo>,os, rodas, arreios para urna e ou-
l-a cousa as esleirs para forrar casas, os carros para couduzir gente, os sociaveis,
as sildes, os areieiros e tinten os de porcelana, e qnaiquer ohjecto de louca nao com-
prehendido na tarifa; os lustres, os clices para licor ou vinlio de vidro liso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado, e lavrado ordinario da Alle-
mirma e semelbanles os de vidio liso moldado ou lavrado, de fundo cortado ou liso.
coin molde ou lavor ordinario ; os callees para Cbainpanbc ou cervrja, as canecas,
e copos direilos de 10 a I em quartillio, as garrafas de vidro al I quarlillic ou mais,
sendo todos estes objeclos de ns. I e I as garrafas de vidro pretas ou escuras da
mesina capacidade, coinprebendidas as que servem para licores ou Le-Roy ; os copos
para tabernas at urna caada, os frascos de vidro nrdiuario com roldas do niesmo
al 3 ddr.is ou mais ; ou sem rolda al 2 libras ou innis, os de lioca lar^a com roldas
do un sino, at 4 libras ou mais, ou sem rolda para opndrHnc os vidros para a-
lampadas ou candeiros, as laboas ou toldas de inoguo ou oulra nudeira lina, e (ras-
tes de qualquer madeira.
Pagaro 25 p. c. O ec"o, alc.itro, lineo em barra on m folln, chumbo em barra
ou lencol, estanto em barra ou ein verguiuh, ferro em bana verguinba, chapa o
bftguados para fundicio, folba de Flandres. galda do Alcpn, lata em folbas, lalaoein
chapa, raarhm, salitre, vinie, bacallio. pcixepo, e qualquer oulro, secco ou sal-
fado ; bolacha, carne secca ou de sabnoura, herva-doce. lanuda de trigo, pellicas
rauca ou pintadas, cordovcs ou corles de liezcrro para calcado, bezerros e couros
eovernizados, cauros de poico ou boi, salgados ou seceos sola clara para sapaieuo
ou correeiro, cobre e caparrosa.
Pagaro 20 p. c. o trigo em grao, harriiha, canolilhn espi;;oilda, fieiras, los,
franjas, lanlijoulas, pamelas, passainanes, sendo '1c ouro ou prala entrefna, ordina-
ria ou, falsa: gales da mesiiia nalureza, ou tecidos com relroz, linbo, a^odo ou
seda, rendas ou enlreineios de algodo nao bordados ; leudas de lil, as de algodio,
retros ou lroc.il ; lencos de camhraia de linbo ou algodo, e bandas de retrot de
malha,
Pagara 10 p c os livrus, mappas e globos geograpliicos, instrumentos inallie-
niaiicos, de pdjrsica ou edimica, coi tes de vestidos de velludos ou damascos, borda.
dos de prala ou ouro lino ; relroz ou Irocal, e cabello para cabelleireiro.
fagar 6 p c. o canutilho, cordo de fio espiguilha, lieira, fios, franjas, ga
lio de fio ou paldela lautijoulas, pall.ela, rendas, cadarcos e lodoso mais objec-
los desta nalureza, sendo de ouro e prala lina.
Paga-ao 5 p. c. o carvo de pedia, ouro para domar, ou quaesquerobras e
utensis de prala,
Pagaro 4 f. c. as jolas de ouro ou prala, ou quaesquer obras de ouro.
Pagaro 2 p. c. os diamantes e outras pedras preciosas solas sement!, plan-
as[eracas novas de animaes uleis.
Pagaro 30 p. c. todos os mais objeclos.
Os generas reexportados ou baldeados pago I p. c. de direilos alcm da armaie-
E:;sm e o despachante presta banca at a approvaco desta medida pela Assem-
bla GeraU
Conceilein-se livres de armasenagens, por'ldias, as mercadorias de Estiva, e
dous mezes as outras ; e fiados estes praios, pagara '/, p. c. ao mes do respec-
vo I valor.
Os rdireitos das fasendas, que pago,por vara, deve entender-se vara quadrada.
Os direilos nao podem ser augmentados dentro do anno financeiro t mas o Go.
verno poder mandar pagar em moeda de ouro ou prala urna vigsima parte das que
lorem maiores de 6 e menores de 50 p. c. dos precos das mercadorias, ou niesmo
diminuil-os, segundo Ihe parecer,
O Governo eila automadoa eitabelecer um dlrcito dllereucial sbreos gneros

de qualquer naco, que fobrecarregar os geurros brasileos de maior direilo,
iguacs do oulra naci.
que
Os artigos nio especificados na pauta pago o direilo ad valnmn sobre i ietura
aprrsrutada pelo despachante : podeudo potin ser impugnados por qualqurr offtciil
da Alfandega, que ein tal caso paga o importe da factura ou valor, eos direilos.
A o caso de duvida sobre a classificaro da mercadura, pode a parte requerer
arbitramento para designar a qualidadi1 e valor da paula, que loe compete.
Sao isentas de diieitos as machinas anda nao usadas no lugar, em que foreai
impoitadas.
EXPORTACAO Os direitos pagio-se sobre a avaliaco de urna pauta sema-
nal na razio seguinte : Assucarltip c. Algodo, caf, e fumo II p c.. Agoar-
drnle, couros, e lodos os mais gneros 7 pe. Alem desles direilos pago-se as
tasas de 160 rs. em cada caia, de 40 is, em cada fecho, de 20 rs. cu cada barrica,
ou sjeos de assucar, e de 40 rs em cada sacca de algodo.
Couros e todos os mais gneros sao livres de direilos para os portos do Imperio, a
excepeo do algodo, assucar. caf, e fumo, que pagio 3 p. c. e as taxas por volunte
Os metaes preciosos em barra pago de direitos 2 p c. sobre o valor do mer-
cado, e a prala e o ouro amoedado nacional ou eslrangeiro paga nicamente '/a p. c.
Os escravos exportados pagio 5/000 por cada um.
DKSPEZA DO PORTO As embsrcaces nacionaes, ou eslrangeiras, que
navegio para fora do Imperio, pago 00 rs de ancoragem por tonelada: cas
nacionaes, que navego entre os diversos portos do Brasil 9C rs. As que entraren
em lastro e sahirein com carga e vice-versa, pagara me'iade do Imposto supra e um
trro as que entraren), e sabirem em lastro; e mesmo as que entrarem por franqua,
ou escala, quer entrem em lastro, quer com carga. Desta imposico porm serio
isenlas as que importaren! mais de 100 Colonos braacos, e asqueenlradrem por arribada
Coreada, com tanto que estas nao carreguem, ou descarreguem s mente os gneros
uecessarios para pagameuto dos reparos, que fizerein.
VENDAS DE NAVIOSAs embircaces eslrangeiras. que passarem a ser
nacionaes. pago 15 p. e e as-oacionaes, mudando de proprietano, ou de bandera
pago 5 p, c, sobre o valor da venda.
REVISTA SEMANAL.
CAMBIO Leltras ofierecidas a 26'/,.
ALGODO As entradas da semana orco a 168 saccas, e vendas sco-
taces.
ASSUCAR Deminu'.as entradas, sendo mais procurado
CODROS Estiomais frouios.
FARIMIIA DE TRIGO Nio entreu carregamento algum, durante a se-
mana.
BACALHAO O deposito est muito redusido, e nao excede de 200 barricas.
(.AUNE DE CHARQUE Entrarao tres carregamento, elevando o deposito
a 45,000 arrobas, nio se tendo anda dado piiucipio a veuda dos noves entrados, sen-
do as vendas regulares as cotaces.
Resumo das Embarcacbtt existentes neslr porto no dia 12 d Stlembro de \U>
Americana........................................................... '
Brasileiras........................................................... J
Itelga. .... ............,..........., .................*
Dinainaiqucza......................................................... I
Francesas.......................................................... '
Iuglezas.............................................................. *
Sardas..............................................................
41
Total
A Provincia gota Iranquillidadc.


(5)
LISTA das Embarcaces existentes neste porto at o da 12 de Setembro de 1846.
MtTIUDAS.
I8t0 Agesto I
lili Abril
Maio
Junho

Jultio

Agu 10
SeteinbrJ
Juiho
fcteiubro
*
I
I
12
21

2b
2
15
10
a

4
12
11
18
i)
18
21
28
28
2
I

7
9
II
II
10
DONDE VE*.
Junlio 30
Agosto 2 i
Seteiulno 6
Sumatra
S. Malheus
II io de Janeiro
(tostn
no G rende doS.
nio Graude do S.
Au
lo
Rio Grande do 8
R Grande do Sul
Hio de Janeiro
K. Grande do S.
M
Aracaly
Asi
Kiacaty
(lio Grande do S.
i Mal eus
Ass
Aracaly
l\,rahiba
balita
Baha
Maianho
Ass

VlaranhSo
Hio Grande do Sul

Porto Aleare
CISCO
Maio I
Juliio
Agosto Si
Setembro 4
Gal*
I Iba de Fernando
Havre de G race
Havre de C race
Bal,a
Liverpool
tiduoy-
Monlevidco
Genova
New-Orleana
G. M eGibralUr
galera
sumaca
Ealacho
rigue
brigue
kncM
brigue
sumaca
b igue
beigee
brikiie

brgue
lliale
brigue
patacho
1 i igue
sumaca
patacho
ljate
b*-esc.
Hiate
sumaca
b.-e&c
sumaca
brigue
patucho
brigue
baica
brigue
be rea
brigue
I ii igue
brigue
brigue
barca
galera
al------
NACAO.
Ameri
Brasil.
N0ME9.
bi-joe
brigue
tiatacbo
irigue
Belga
Din.
Pn
Iogl
Rome
Santa Hara Boa Soria
Oiiveira
Despique
Deos-te- juarde
Flix Destino
S. Manoel Augusta
Kelicidade
Independente
Santa Mara Boa-sorle
t.'asualidade
Echo
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Espadaite
Kex
Flor da Verdad*
Castro I.
Iloiario de Mara
Amazona
Mara Firmina
Henriqueta
S. Antonio Fiordo Rio
Sania Anna
Josephma
S. Joo
Desengao
Esperanza
Tigre
Generosa
Argos
Amelia
Fortu
Sarda
Cesar
Beaujeu
Countess Durham
Elisa Johnston
Columhus
Frrinrsiaaii ------
Pylades & Orales
Ligure
Providencia
Daro
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341
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182
163
188
207
238
70
193
227
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260
197
77
87
89
191
78
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122
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27
92
174
41
313
122
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379
254
152
33
251
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148
198
91
179
M1STRE.
J. K. CurW
Manoel Joaquim Nunca
Jos Dial Corma da Silva
Jos Joaquim Duarte
MauoelJns de AreiedoS
Manoel Pcreira ds S
Manoel Simes
Jos de Krctas
F. J Pereira Dulra
J. I, Das dos Praterfs
Manoel Ignacio Corris
Manoel l.uii dos Sanios
Joaquim Pedro de S Fai ia
Joaqun) Jos dos Saulos
\les*i:dre Jos Alves
Luis Goncalves Victoria
Jos Mara [tibes
Joaqun) Jos Ferreira
Manoel Marcianno Ferreira
Joo Bernardo da Roas
Jos loaquim Alves da Silva
T. Goncalves d'AlmeiJa
Joo de Dos Pereira
Jos Mara Barbosa
urbano los dos Sanios
Joio Antonio da Silva
J. a. Goncalves dos Santos
Domingos Ferreira
Jos .le Oiiveira Souza
Jus da Costa Pnnula
CONSIGNATARIOS.
E. Nodsou
II. Rothe
Dionauv
Bediicaid
E Co)deu
Win. Dnnaldson
Daniel Green
fc. ti. fcill lilil.
Antonio Girandelo
Joo Baptista Cicaly
H. Ivolich
Domimgos Buzzano
L. G. Ferreira Si C.
Joa Velloso Soares
Joo Vas de Oiiveira
Machado & Pioheiro
Bailar St Oiiveira
Pedro Lias dos Santos
Bernardo Antonio de Miranda
A. Joaquim de Souia Ribeiro
Manoel, A Ivs Guerra
Amorim Irmos
Cuadino Agostinho de Barros
Jos Pereira da Cunha
Leopoldo Jos da Costa Araujo
Joao Piulo de Lemos Jnior
F. J. Flix da Hoza S Irmo
Carvalho Gomes.
Amorim Irmos
Manoel Jos "erraira
O Meslre
Josa Antonio Pastos
F. Joaquim Pedro da Costa
Jos de Oiiveira Campos
Novaes St C
Manoel Duarte Rodrigues
Jos Mara Barbota
Jos Antonio Bastos
M Joaquim Ramos e Silva
^assimenlo & Amorim
Amorim Irmos
A Ordem
Rothe k Bi loulac
Avrial Freres
B. Sasserre Se C.
La t ha ni Si Hihbert
Johnston Pater Si C.
Me. Calmont It C.
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M. Joaqun- Ramos e Silva
Frederick Robiliard
Le Bretn Schramm Si C.
Oiiveira Irmos Si C.
MSTINO.
Antuerpia e Canal
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Aracaty
Rio de Janeiro
Arica ty
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Maceyd
Rio de Janeiro
Cotinguiba
Havre al dia i7doc.
Londres
Genova
Pemarabuco na Typographia de M. F. de Firia.1848.


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