Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08388


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Full Text
Auno de 1846.
Segunda feira
I O DIARIO publici-se todos os dias que n3o
Iforem de guarda: o preco da assignatura he de
lioon rs. por quartel, pagoi adiantados. Os
l.jrauncios dos assigoantea .So inseridos a raxno
|3c 20 res por linha, 40 ris em typo difleren-
K,, repelire pela melade. Os que ...o fo-
Irem assignantes pago 80 ris por Uoua, e 160
lein typo therente.
IpHASES Di LA NO HEZ DE SETEMBRO.
II u cheia a & as 10 hora e 40 minutos da man.
iMingoanlea 12 as 9 horase 1I aa*. da man.
La nova .Mal horas e 1S mo. da Urde.
ICrescentt a 28 as b horas e fl minutos da rain.
PARTIDA DOS CORRF.IOS.
Goinnna e Parnhvha Segundas e Sextas feiras
Rio Grande do Norte, chega as Quartas feiras
no meio dia, e parte uas mesmas horas uas
Quintas feiras.
Cali, Serinhacm, Rio Kormoso, Porto Calvo e
Macevd, no l., 11 e 21 de cada raez.
Garanhuns e Honito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as Quintas feiras .
Olinda todos os dias.
PRF.\M\R DE HOJS.
Primeira as 6 horas e 6 minutos da maoha.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tarde.
de Setembro.
Anno .XXII
N. 198.
DIAS DA SEMANA.
7 Segunda S. Pamphilo. Annivcmrio da In-
dependencia do Brasil.
8 Terca fR >Jf Nntividade de Noisa Senliora,
S Ccrhraiano
0 Quarta S Sergio, aud. do J. do civ. da
2. v r ilo J. de pal do 2 dist. de t.
10 Quinta S. [Nicolao aud. do J.de orphios, e
do I. municipal da I. vara.
11 Sexta S Jcintho, aud. do J. do civ. da I.
v. edo J. de paz do I. dist. de t.
12 Sabbado S. Juveneio, aud. do J. do civ. da
I. v., e do J de paz do I. dist. e do i. de t.
13 Domingo S. Filidpe,
CAMKIOSNO DIA 4 DE SETEMBRO.
Camino sobre Londres 26 d. p. l o d.
PaiieJSS ris por franco.
Lisboa 100 % de premio.
Desc. de letras de boas firmas I '/ P %" m"
Oum()nraslies|i:inliolas.. SlfOOO a 310400
. MoedasdeOjtOO vel. I6J700 a ISfOO
a deflitOOiiov. 16#000 a I02OO
. Prata Pataces....... U980 a 2*000
Pesos columuares I980 a 2|000
Ditos Mexicanos. lf*0 a 1*900
Miuda.......... l'OO a IJ780
Accoes da Comp. do Bebcribe de 40J000 ao par.
DIARIO DE PEFJSTAMBUCO
833 3 83U3233&v-
K deo elle teitemunho i
padavra de Sea*.
Apociltpse.
A esta mesma hora, ha hoje 24 annos, estava-se
completando as margens do Ypiranga um desses
memoraveis acontecimentos, que na historia das na-
cOes costum3o dar um grande brado. O Brasil, que
havia completado a sua laboriosa e rude infancia
sob o aceno inintolligente da avara metropole; que
se sentia atormentado pelos continuos desassocegos
da puberdade e pelo tilo natural desejo de fazer va-
ler os seus foros, acabava de alear o primeiro grito
de independencia pela bocea de um principe philo-
sopho e generoso.
Este grito de gloria reboou elctrico desde as mar-
gens do Prata at s do Amazonas ; e das dilatadas
praias do ocano Atlntico la foi despertar os echos,
navia tanto adormecidos,dascordilheiras dos Andes.
A este grito de vida, estremece a vasta e radiosa
trra de Santa-Cruz ; o dominio portuguez desappa-
rece do solo; os soldados da metropole dispersilo-
se; e a Europa, attenta o admirada, bate as mSos
espontneamente do outro lado dos mares.
Em verdade, um acontecimento semelhantc devia
completar-se, cedo ou tarde; porque ha na historia
certos factos, que urna implacavel fatalidade gover-
ii.i : os lacos, que unom as colonias s mctropoles,
costumo durar smente o tempo necessario, para
que o estado social dos paizes subjeitos a um tal re-
gimen tenha adquirido certo grao de concentrado,
de individualidade e de poder; e quanto mais es-
treitos sflo esses lacos, o apertados por mSos inha-
beis, mais depressa ellcs se desatao e se quebrao;
porm quilo sanguinolentas ecrueis nao sao s vezes
essas pelejas, que um povo offerece, para ter o direi-
to de viver da existencia, quo lhe convm '.
E nos tivemos a felicidade de ter nossa frente, em
t3o perigoso momento, um principe decidido e de
mu elevada alma, que, comprehendendo a marcha
do seu seculo e os votos ardentes do paiz, que lhe ha-
via confiado os seus destinos, soube tomar a direccilo
desse grande movimento; e sem faltar aos deveres
de filho, atreveo-se a consummar a tarefa gloriosa,
mas penivel, iniciativa poupou-nos luctas terriveis, que de outro
modo teriao sido inevitaveis; e mal que algum san-
gue corresse, nao ter a historia ao menos que en-
vergonhar-se, quando escrever nos fastos do tardo
porvir esta pagina brilhante dos nossos annaes.
Assim, no presente anniversario memora vel, no
meio dos mil pensamentos e mil recordacOes, que
nos assaltao, vem sempre pousar-se ante nos a itna-
gem desse principe magnnimo, que d'ahi a pouco,
puro de toda a mancha, mas farto de variados des-
gostos, com o coraco entregue s apprehenses de
pai e aos deveres de cidadao, l desee desse throno
MEMORIAS DE UM MEDICO. (*)
por aiejcanDre puma*.
PRIMEIRA PARTE.
INTRODUCCAO.
IV.
COKCtSiO.
m. ,..,;. o
l- IHomtxtada :.--fc:H.-.
de faser ds Franja
a pintora, com que ultimaran* o capitulo antecedente,
aoudio o ehefe, que e*tava dreita du proiidente, e,
a oujoaooenlo de lleinao monta iiliea, fcil era recunhe-
cer por Suiuo, e di**e :
Perdoai, vcncrebilitiirao mostr; a vo**a intelli-
gencia tem por orto calculado tudo.
Tudo, retpundeo laoonco o grande Cophta.
Ha da o venerabiliaaioiu medro de*oulpar-ma de
lhe fallar a**iio, porquo nu oirao das noaaae inoiitanba,
no fundo de noeeoe valles, i margen dos noeeoa lag-oe,
eilaino* aoiiitumadoi a fallar to livremenle, como eo-
pra o vento, e murmurio ai egoae; todava, repito,
oreio, que a ucoaaiao he inoppurlune; porque ah *e pre-
para um grande aounteoiiucnto, au qual dever a Fran-
ca a aua regeneracao. Eu nieimo, quo tenho de iellar-
voi, venerabiliiiimo gro-mettre, vi uina filha de Mara
Thereu dirigir-se em grande pompa para a Franca, a fin
de unir o migue de dtasete Ceiarea cora o do eucoee-
ur de tesienla e um rea eui iiuvo ao regosijavu ce-
r
() Vid Diari n.# 197.
brilhante, que suas nulos haviao erguido, e deixa es-
se mesmo imperio, que tao contente fundara, para
ir conquistar novos tropheos cm outro hemispherio,
onde, ha muito tempo, elle dorme o somno do se-
pulchro!
E he morto I). Pedro morto como os hroes do-
sejo morrer; sepultado em seus recentes trium-
phos.... Mas nos!
nos, para quem elle abri
urna nova era, que temos nos feito dessa indepen-
dencia, proclamada pela sua bocea ? Que uso have-
mos feito dessa lihcrdade, que nos elle conquistou,
e desses direitos, de que nos elle deomeiosdo go-
zar? Oh! asemelhantes questOes perturba-se e en-
tristece-se o espirito do pensador, e a voz como que
hesita em responder. Longe de nos o pronunciar
ueste dia, sagrado para todos os Brasileiros, uina
palavra s, que possa accender coleras apagadas ou
reanimar odios j extinctos I Nao. As nossas pala-
vras sao graves e serenas, como o sentiment pro-
fundo, que as inspira; mas he por isso mesmo que
temos o direito do as exprimir como a onda do peu-
samento as traz aos labios.
Filhos da liberdade, que nos somos, teremos nos
sido sempre dignos della ? Teremos sem pro encon-
trado em nossos peitos esse amor profundo, e stiscep-
tivel de grandes sacrificios, que ella sabe inspirar
aos filhos a quem ama ? No correr de M annos, e pas-
sados os primeiros momentos dessa turbulenta efer-
vescencia, que sempre segu os grandes acontecimen-
tos sociaes, teremos nos seriamente pensado nos tlif-
ficeis deveres, que impOe urna gloriosa origem I1 EDO
vez deempregarmos todos osesforcospara ornar de
flores e de fructos o solo da patria, nao o teremos nos
antes muitas vezes devastado com nossas maos impru-
dentes ? Nos, que somos o povo, ter-nos-hemos sem-
pre conservado tranquillos e serios, como convm a
urna nacHo, que proza a sua dignidade de livre? Tere-
mos estado sempre promptos a revindicar os nossos
direitos, eadefende-los com constancia e denodo, ou
nao nos teremos nos antes deixado ir militas vezes
atrs de charlataes loquazes, que nos offusc3o os olhos
com ridiculos ouropeis, e nos atntalo os ouvidos
com alguma promessa mentirosa ? E vos, homens de
estado, que viestes nesta era moderna tomar o lu-
gar daquelles, que o velho Homero chamava pasto-
res dos povos que tendes vos feito em favor deste
rebanho, que devieis guiar? Respondei com a inSo
na consciencia, como o farieis em presenca do Juiz
Soberano Tendes vos sempre sentido no coracao
um amor ardente e desinteressado pelo povo; ou
nao se rao antes vaidades de brilhantes tiltilos, que
vos terflo sempre obumbrado? Nao tendes vos tanto
tempo combatido por formulas vaas, e feito es-
trondar a tribuna com palavras occas; e n3o ser j
tempo de vos oceupardes com cousas serias e reacs ?
Tereis j reflecttdo em que este povo, que trabalha e
soffre ; este povo, que rega com o suor do seu rosto
o campo, que cultiva, tem direito de ser feliz, e de
exigir, nao s que vos tetabais desejos de preparar
esta felicidade, mas que saibais osmeiosde a reali-
sar ; porque, se os ignoris, deveis confessar a vossa
impotencia, ceder o lugar a outros ?
E vos, joven Monarcha, elevado por nos e para
nos; vos, que deveis amar-nos mais que ninguem,
porque a nossa prosperidade e grandeza sao indis-
pensaveis vossa felicidade c gloria; vos, filho que-
rido do fundador deste vasto imperio, vede, que nao
s3o mentirosos louvoresou horrenagens sedicas, que
em Ufo glorioso dia vamos depr aos pea do throno.
Os reis j nao sAo mais esses dolos carregados de
ornatos, quo o Oriente adora va estupido os progres-
sos da rastlo inudrifo o ponto de vista dos homens;
e os reis deste seculo teem imperiosos deveres a cum-
prir: devem ser poderosos e fortes, senao quizerem
licar esmagados sob o molesto peso da coroa; devem
ser grandes, porque cada dia o povo engradeco : as
formas, que rcguKIo as modernas constituices dos
povos, n3o Ibes bao deixado em verdade una larga
parte de direccHo na obra ila felicidade publica, mas
reservr8o-lhes em cambio o direito supremo de es-
colher aquelles, que teem expressa misstfo de nessa
obra trabalhar. Ora, quando vos tiverdes que fazer
semelhantc cscolha, Senhor, olhai, que os homens
mais proprios para soffrer os incommodos de tao ar-
dua tarefa nao sao esses cortezaos astutos, lisongci-
ros immundos de todos os poderes, quemis baixo
inclinAo a fronte ante o throno de Vossa Magcstade,
e procurSo infiltrar em seu coracao o veneno subtil
do louvor. Nao: mo sflo homenssemelhantes, que
a Vossa Magcstade convm na presente poca; oque
lhe convm sao homens de coracao recto e forte, que
lhe fallen) com franqueza, que mantenhao n'alma
um amor mui vivo pelo povo, quesintAo um profun-
do desejo de ordem, que revelen) mui nobres e gene-
rosas aspiracOes, oque conipreliemlfio, cniJim, em
seu animo, que he s trazendo "> Miz oponien-
te, que sepodcmcolher verdadeiro. fctos da en-
cllente arvore da liberdade, quo o Ilustre pai de
Vossa Magestade plantara, e cujas raizes vivaces e
robustas rifo penetrando todo o seio da joven Ame-
rica, e a cobrir toda um dia com sua benfica
sombra.
PARTE OFFICE
jmente, nonio faiem empre, quando *e lhe* afrouxii
ou e Ibe* doma o jugo. Repito, porlanto, em meu no-
mo, o no de meo* irniJo, julgo a occaaiao inoppor-
tnna.
Todos *e voltario ohoios derecolhimcnto para aquel-
lo, que affrontiva lio tranquillo e afiuuto ao menino
tcnip ii de*agrado do grSo-iuetre.
Falla, irroSo, di**e o grande Cuphta, em moa-
Irar-ae abalado, leu parecer icr *eguido, N* oulroa eleiloa de Dos, a ninguem repellimoa, e
nao aerificaran* o nlereaae de todoa ao nono amor
P'Prio' c
O depulado daSniaa proaeguio no meio de profundo
ilencin.
Peloameaa estudo*, tenho conseguido, venerabi-
liaaimo griu-meatre, ennvencer-mo do nina vertlado;
e ho : que a pbyiinnomia do* howen* revela acmprt-
ao* ulhoa, que nella sabem lr, oa aeua vicio* e virtu-
des. O humera conipe o a*pecto, eren* o olhar, moa-
tra o aorriau noa labio* todo* e**ea moviinenlo* mua-
culirea eatio comprehondidoa na rbita doa *eu* pode-
rea ; naa o typo principal do *eu carcter fica em rele-
vo l""!y'l e irrefragavel teatemunbo do que *u patn
no coracao. O tigre, por exemplu, que tambem tem en-
canladurea aorriaoa e r.a rinhoim olhare, lie reconheci
do tigre pela ana lala baila, facea aalieutea, occiput
enorme, bocea raagada. O rau, pelo conlrariu, franio
a tetta, niodra o* dente*, fea o papel de raivoio ma*
pelo* olho* meigu* o tinceroi, pela face inielligento, e
proceder obiequiuio, *elho conbece o carcter ervical
e aa inclinec6ea de amigo. Deoa eaoreveo naa face* de
oada crealura o nomo e a qual idade della. Ora, eu li na
fronte da domella, que deve reinar em Franca, o orgu-
Ihu, a eoragein o a caridade lio terna daa virgen* da Al-
lemanlia ; li no roatu do mancebo, que tem de *er eu
oipoio, o aereno aangue-frio, a mauauetude ebriataa e o
eipirito minucioso do obaervador. E como ha de um
povo, o parlioularuieute e*e povo francs, que nlo teiu
memoria para o mal, ejaraai* etquece o beai, poii quo
Cario* Maguo, Sao Lu e Henrique IV aerviro deaal-
va-guarda a vintu re* indignos e oruei* como ha de
um povo, que capera empre, e nao deietpera nunca,
deixar de amar urna rainlia joven, bella e boa, uui re
brando, elemento e bom administrador, depoia da era
de deaistrea e delapidacoe* de Luit XV, depoia da* tuai
Governt) da Provincia.
I l i iji I n ri: DO DI* Vi DO rASSADO.
OITIci) Ao presidente do rlio-Grande-do-Norte,
loslando [>elu expudicio de suas ordens, para quo a the-
souraria desta provincia teja por a daquea indeniDiaa-
ila da importancia da farinhs, que para all ao coinprou
a Jos Antonio de MagalhSes Basto.
DitoAo|commandanledii arma, prrvenindo-o de
ter do fa;er chegar ao conbecimento do ministro da
ucrra as suas refleiOea sobre as bailas do segundo lr-
denlo Flix Pereira Jnior, o toldado Simplicio da Sil-
va Barboza.
[),toa' Fernando Belonot, declarndole iciente
de baer lido coofirmada a sua nomeecio para cnsul
publicas orgias, depuis do reinado dn Pompadour c
Dubarry ? Nao ha doa Franca alienmiar prncipes, que
cro o modelo daa virludei, que eilci, e quo terflo em
doto a pai da Europa? Eis quo vai atruvear a frnntci-
ra a futura delfina, Marin-Auloiiiettei l aediipooem
Vertailles o altar e leito iiu|n:inl; osera ete o momen-
to de eomecar pela Franca o para ella a vossa obra de
reforma? Perdoai-me, nimia vu-lo-rogo, mas eu devia,
venerabilsimo lenhor, diier n qno pensava nu fundo
d'alma, o u que creio de ininba obrigacSo ubmetler
votia infallivel sabedoria.
A' e*ta* palavraa, o que acabava de fallar, e que o
deiconliecido detignra pelo nomo de prophela de Zu-
ricb, inclinou-ae, agradecendo o murmurio lioiigeiro
deapprovacio unnime, eesperou a respeSU) do grande
Coplita.
au a esperoii por muito lempo, porque este replicn
asiira iinniudiatnmcnlo :
So ledea naa physionomias, illuatrissimo irm.io,
eu loio no futuru. Maria-Anloinelte be orgulhosa; hn
do obliuar-e na lucia e perecer pelo, nussos ataque,
O delfim Luit Augusto be bom e clemente, hn de eufra-
queccr na contenda e morrer como a muliier, o com a
mulher i coro a ditJereuCn que cada um dellea morre-
r pela virtude ou defeilo contrario. Neate momento
elle se estimau ; nSo Ibes daremos lempo de amar-so,
e teatro do um auno se deipreiarao. Demais, para que
consultar, irruios, de que lado vera a lu, quando easa
l do, como os pastores, por ea estrella, que uiiuuiicin
segunda regeneracao ? Araanliaa nietto inflo* a obra, e
peco-vm Tinto anuo* para com o votao concurso com-
pleta-la ; vinto annos bastars, se, fortes e unido, mar-
vbarmos ao mesmo alvo.
Vinte annos 1 murmuraran, alguna phantasmaa,
he muito lempo!
O grande Cophta voltou-se para estes impacientes:
Sun, em duvida, diste elle, he muito lempo para
quem presume, que se mata uiu principe, como ae mata
um humero, com o puuhal de Jaoquea Clemente, uu oom
o caivete de D'aiuiens. Insensato!..... o punhal mata
o Uomtru, ho verdodo; maa, qual o eco regenerador, de-
cepa um ramo, para faser que bruleni uuUu dci do
irunoo, eem vet do cadver real sepultado uo tmulo,
uscita um Luis XIII, tyranno etiopido; uto LuiXlV,
da Prusiia nesta eidade. Officiou-ie 6 reipeto ao ins-
pector da tliesouraria da (atenda, aod'alfandif([\.*. o in-
terino do arsenal do mariohi, ao admintitrador da me-
sa do comulado e ao chele de polica interino.
DitoAo inspector da thesourari das rendas pro-
vint'ues inteiranilo-o de lar indelerido o requerimen-
lo, que fez Antonio Franciico Cordeiro de Carvalho, a
reipeitn da arri-matscflo do imposto do gado de conm-
ino nos municipios do Rrcjoe Cimbres.
Dito\n eninmandante superior da guarda nacional
do municipio do llectli', seientificando-o da approvacio
de urna pioioita para ofTiciaca do respectivo quarto bs-
lalliao.
DitoAo instructor gersl da guarda nacional do Re-
cite, determinando, ordene ao instructor do respectivo
oitavo hatallii), que v instiui-lo nos dias designados ;
e rccomtnendo, nao s a esto como a todos os ou-
tros, que su apresenlcm aos cheles da guarda nacio-
nal, a que pertenrerem oscorpos, do cujs instruceflo
estiverem incumbid s.Parlicipou-se ao comtnandan-
te superior da i>uardn uacional do Itecife.
PortariaNomeando aJoaquim L"5o Machado Dias
subdelegado do dstricto do Correte, termo de Gsra-
nhuns. Forio demetlidos os supplentei Jo Bieirno
subdeleundo, JoSo Forrcira de Mello, Agoitinho Jo
de Siqueira e Jnio Ignacio de Mello : nornero se pa-
ra ditos lugares do supplentes: etn piimeiro lutr,
Jou Jos da Silva; em segundo, Tbeolonio da Silva
Cruje liveira ; etn terceiro, Jos Prxedes de Veras;
em quarto, Joan 1. .tironeo ile Mello ; em quinto. An-
tonio Barboia Braga ; o em sexln, Migual Quirino dos
Snntos : e participou-ie ao chefo do polica interino.
DitaNomeando Antonio Luitodel'ioho para subs-
tituir Juliao Jorge (oncalves no lugar de amanuenieda
secretaria da presidencia Participou-se ao inspector
da tbesouraria das rendas provinciaes.
DEM DO DIA 31.
Oflkio Ao presidente interino da relelo, etigindo
seu parecer aura..do contedo em um requelimonto da
Jos Norberto Casado tim*. ^--------
DitoAo inspector da thesoura*if_iVrinnda, decla-
rando, que do tribunal Jo tbesouro beque dero solici-
tar providencias tohre o espacamento do prato marcado
para o troco das cdulas de 2000 n.
DitoAo commandante interino da lacio natal do
centro, ordenando, faca por om liberdade. por padecer
de epilepsia, o rccrula Alaooel Francisco Pesioa.
Ditos Ao meimo, recomniendando t expedico de
suai ordens, para que lejo postos a dispoiicao do com-
mandante das armas cinco deteriores, que trouxe da
coito o brigue Caliope ; e para a meitna corte condu-
tidos na fragata D.-Januarta ot loldadoi reformados,
Francisco Jos Alvesdos Santos e Jos Alve de Moran.
-Ordenou se ao coiiiuiissario-pagador, que pasiane
guia esle toldados ; e parlicipou-ie to commandante
das armas.
Dito Ao presidento da cmara municipal do Boni-
to, approvando a proposla de Jos de Mello Guedes Al-
canforado para, na cadeira de primeirai lettras do Alte
nho, lulntituir o prolessor Francisco Joaquim do Bar-
ros Correia.I'arttcipou-se ao director do lyco, eao
inspectur da tbesouraria das rendas provinciaei.
iB^afiMsatiaaaaBansseaaxXB>a)st^
dotpota allado; um Luit XV, dolo borrifado do lagri-
mas o snnguo doa eus adoradores, como estas mons-
truosa divindade, quo vi na India oemagarcra oom mo-
ntono sorrisu as mulhere* o menino, quo lhe* laiic.iu
grimddaa eobe roda dos carros. Ab! vos aohaie, que
he muito violo anuos pora apagar o nomo do ro, no ou-
rajo do trinla milliOee de homone, que, anda ha puu-
oo, offerooiflo a Deoe a vida de eeua Albo* para conser-
var n do reiiinho Luil XV. Ah! v* euppondei, que he
tarefa de pouca monta turnar odioaas n Franca eieae flo-
re* de lv, que, radiante* cumo a* cttrellae do coo,
agradaveia como os perfumo* da flor, que ella* reoor-
dio, teem levado, duronte mil anno*, a lu, .a carida-
de, a victoria aludo* na ngulo* do mundo! Toiilai,
pul, moni irmaos, lentai-n ve : nlu voe darei vinte
annus, darvo*-hu um uoulu I
V rifis c*palhado, tremuloe, ignoradoe nnt dos
outros; eu u ei lodoe o* vo**o nome* ; cu avalio
votio* valore dividido*, p*radelle* faser um todo; eu
s son a eedeia, que voe lige era um grande laco frater-
nal. Poiebem! eu vo-lo digo, pbilosophus, eaonomis-
las, idelogos, quero, que em vinto auno., eeees prin-
cipio, que armarais era voi baixa no centro de vos-
sas familias ; quo escreveis com inquieoe ulliu* eom-
bra do vosea* lorres quo contiai* un* ao* outroa, oom o
punhal na mao, para oum o punhal ferirdee o traidor
ou imprudente, que repetir as vo**a palavraa maia alto
do quo v. a. profer; quero, que e.SO. pnncipioa
o* proclameil alto e bom sess naa ruae, oe imprmale pu-
blicara-ule, oeferjaiedorrinar por tuda a Europa, por
eraiariue peoifioot, uu ne puula dna baiunetaa de qut-
iihento. mil eoldadoe, que se levantars para aorabale-
leui pelo liberdade, com e*o principio* oecripto* nos
ealandarte* ; quero erafiu, quo v*, que tremen au no-
me da lorre do Londree, ve ao doa callaboucoe da n-
qui.ijao, eu au dee*a Baatilhs, que vouaffronlar, que-
ru, que po**amue rir decuuipeUao, caloanda aoe pee aa
ruiuas deeeae medonhae priaoee, eobre aa quaei daaerau
voeae mulhereee filhue. Ora, tudo ieto ee nlu pode fa-
ter enflo depoia da morto, nao do monarcha, ma* da
monarchia, depoi do deapreio do* puderee religioaoe,
depuie do eequeciraenlo cmplelo do luda a iuferiorida-
deauoial, depuie da uiliuc^o emfia! daa oaetaa arieto-
crattcae, e da divitio doa bena t'eudaee. Eu pego tinte
anuoe para deatruir um mundo velho, e reoouelruir um
\ MUTILADO


ft
)
2
&=
DitoAo bacbarel Francisco Rodrigue, Sette, de-
clarando se acienle do terem acabado oaquatro anoos,
por que devia durar o sou cxercicio no cargo de juii
municipal da primeira vara do Recile.
DiloAo commandante superior interino da guarda
nacional de Olinda e Iguala...';, ordenando, d as pre-
cisa providencias, par que, no dia G de lelembro (cor-
rele) aprestotem-se a > commandante daa armas, pa-
ra coadjuvarem a guarda nacional do Recife na uarni-
cio da praca, quarenta guardas e os competeotes offi-
ciaes do segundo batalhlo da primeira das legies sob
eu interino commando superior.
DitoAo commandante superior interino da guar-
da nacional de (ioiaoni, determinando, faca passar pa-
ra o respecliro esguadrlo de cavallaria o guarda da ter-
ceira cumpanbia do primeiro batalhio, Jos Joaquim
Ribeiro.
tem de so construir lili, nio deicobre, vista da in-l PRACA DO RECIFE, ti DE SETEMBRO DE 1846,
*

PEANAMBUCQ,
-toK3 M,i' "cipal do Recife.
i. wSt^AO OHDINARIA EM 3 DE SETEMBRO
" V DE 18*6.
RSIDENCIA 1)0 SU. iEGO ALUOQDCttQCF..
Presentes os Srs. Carneiro Monteiro, Dr. Nery, Bar-
ros e Alves Ferreira, faltando con tausa os mais Se-
obores, abrio-se a sessao, e fui lida e approvada a acta
da antecedente.
O secretario leo um officio do Sr. vereador Mello Ca-
Talcanti, em que partlcipava nao poder comparecer
sessao, por tncommodado. Inteirada.
nutro do Bscal da Boa-Vista, representando cootra o
mi estado da estrada do Manguinbo; e sobre o que
pedirao-se providencias ao Exm. presidente da provin-
cia, enviando-se o oITlcio do dito (Iscal.
Forio lidos e approvados quatro pareceres da com-
missio de edifcacio, sobre dilTereotes pretendentes de
terrenos de marinha.
r tu seguida, o secretario mencionou urna participa-
ran, feita cmara por Januario Alexandrino da Silva
tabello Caneca, de haverestabelecido urna typographia
e urna litographia na casa de sua residencia, na ra do
Livnmenta n. as, e que estSo em eierclcio. Inteira-
da, e mandou-se lavrar o competente termo.
UespachrSo-se as peticdes de Jos da Rocha Para-
nhos, Anastacio Xavier de Couvo e Antonio Reis de Al-
buquerque, e levantou-se a sessio.
K eu, Luiz de transa e Mello Jnior, secretaiio Inte-
rino, a escrevl. Hego Albuquerque, presidente.
Cimeiro Monteiro. Jarros. Alves Ferreira.
Nery da Fonseca.
fARECEBES, A QUE SE nEFERE A ACTA SPBA
a A commissio de edifieac.io, examinando a peticSo
de Joiefa Rufina de Souxa Rangel eseui documentos,
dirigida a 9. Exc. o presidente da provincia, informada
ja por esta cmara, e remedida outra vez a mesma pura
o n eso ii fin, na qual pede por aforamento os terrenos
de mariaba, que existem nos lundos dassuas casas, n-
meros 27, 29, 31, 33 e 35, sitas na ra da Matriida
Boa-Vista, entcnde, que, vista da inlormacSo do en-
genboiro em cbele das obras publicas, em que lar ver a
necessidadedo se modificar a planta da colado ue>.llTai-
te, nao pode a cmara saberj_j)4-tfra, se haver al-
gTn"T melbantes terrenos, como ja informou da primei-
ra voz; pois que pode acontecer, que, nao sendo el-
los agora de nenhuina serventa para a rnunicipalidade,
depois da niodilica(o se faci precisos: e, assim, nio
se conformando com os pareceres dos inspectores da
thesouraria e do arsenal de marinha, be a commissio do
parecer, que, devolvendo-se ao Exto. presidente da pro-
vincia a pelicao, se Ibe informe,que, por 15o valiosas
rasdes, he do interesse desta rnunicipalidade, que, um
quanto nao so fuer na planta a necessaria modifcagao,
nio se alorem estes terrenos. Sala dassessdes da cma-
ra municipal, 31 de agosto de 1846 Alves Ferrei-
ra.Barroi. i)
A commissio de edifcacio, tomando na devida
considerarlo o offjcio do ungenheiro em chufe das o
bras publicas S. Kxc, o presidente da provincia, e
remettido esta cmara para nlormsr, Do qual par-
ticipa, que atrs da casa de Jos Francisco da Silva,
sita na ra da Cadcia de Santo-Antonio, lex-se una
edifcacio, que Ibe parece corintia, sendo este terre-
no destinado, pela plsnta, para a ra do caes, que
novo, vlnte annus, uto he, Tinte segundoa da cternida-
de, e va diieis, que ho milito !
Longo murmurio de udunracio o aiaenlimento auc-
cedeo oo discurso do carrancudo prophela i era evi-
dente, que li.it ia acareado todas aa synipathtaa desies
mysleriuaoa mandatarios do pensamento europeo
grande Cophta gosou por um instante do aeu trium-
phn; e, i|uandn utentio completo, prosegaio
Agora, eia irmioa, agora, que me un fien, ago-
ra, que vnti atacar o leie no aeu antro, eexpr vida
|u lo liberdade do mundo, que fareia va pelo limo re-
soltado da causa, que dedicomoa a nona vida, fortu-
na e liberdade i que fareis vos, diiei ? l-.is-aqui o que en
*inha perguntar-vos.
.Silencio, que de profundo pareca horrivcl, succedeo
estos palavroa ; na aumbria tola 0 su viio plianlaamai
iminoveis, abaortoa uu auatero pensamento, que detia
abalar a vlnte llironos.
(Ja aria therca dcsapegrlo-ac dua grupos, e voltario,
rirpoia de alguna iiiinuti a de deliberaban, para o chefe
supremo.
Em primeiro lugar folln o preaidente.
Eu, diae ello, repreaeuto aSuecin. Km nomc del-
la, uffereco para derribar o Ihrono de Vosa os menores,
que oievautirao, e niaia cen mil eacudea de piola.
O grande Cupbla lirou urna i-arloira da algibeira, e es
creveo o nfftret imenlo, que ae llio acabava do faior.
Fallou pur aua vea o que catava csquctda do preai-
dent
Eu, disaeelle, enviado dua Circules irlandesca r
escoceses, nada potso prometter em nomo do Inglater-
ra, que ser srmpro ardeiile em combater-noa maa,em
lime da pobre Irlanda, o da desgranada Escocia, offerc
cu una contribiiicio do tres mil hotuena, e de (rea mil
coraa por anuo.
O chefe aupremo escroveo este offerecimento apar
do precdeme.
E va? diase ello ao teroeiro chefe.
Eu, reapondeo este, cujo vigor e rudo aotividade
se revclaviii aub ainuommoda tnica do iniciado; eu
represento a America, oudo cada pudra, cadaarvore, oa-
formar;io do engenheiro da cmara, a menor infrac-
cao da planta na obra de que se trata ; porquaoto
nao setomou o mais pequeo espado alero d'aquclleja
oceupado, e nem se preju licou a ra projectada: por
tanto be a commissio do parecer, que se devolva ao
Exm. presidente da provincia oofficio do engenheiro
ero chefe, informando-se neste sentido e remetindo-
se a infiirmegiodo engenheiro da cmara, depois de
upprimida a ultima parte desta, em que se attribue i
inimizade a presente representadlo. Sala dassessSesda
cmara municipal, 2 de setembro de 1846___Alvos
Ferreira.Barros.
A commissio de edifcacio, tendo examinado as
peticSes de Jlo Pinto de Lemos e Jlo Mauricio de
Barros Wanderley a S. Exc. o presidente da pro
vtncia e remedidas i ests cmara para informar,
nas^ quaes pedem jwjforargsnfo-fj| tae/aons 0> mj-
Trios lundos de suas casas sitas oo A-
terro-da-Boa-Vista acha, que em nada pude pre-
judicsr i esta rnunicipalidade a concessio dos refe-
ridos terrenos aos supplicantes ; pois que delles nio
precisa a ornara, e, segundo as informarles do inspec-
tor gcral das obras publicas e do engenheiro em cbofe
daa mesmas, nio estio reservadas, na planta, para ser-
venta publica e sim para edificacSes particulares : por-
tento,be a commissio de parecer, que se devolvi ao
Exm. presidente da provincia as peticSes supra, e se Ibe
informe,que, vista do exposto,nada tem a oppflr i pre-
tem.'ao dos supplicantes. Sala das sessoesda cmara mu-
nioipal, 1 de setembro de 1846, Alves Ferreira.
arros.
A commissio de edifcacio, examinando a peticSo
de Jos Higino de Miranda, e igualmente as informa-
rOes dirigidas a S. Exc, o presidente da provineia, e
remedidas a esta cmara para informar, na qual pede
por aloramento o terreno Je marinba, que fica no
fundo da sua casa sita na ra da Ribeira nio acha o
menor incoveniente em se conceder ao supplicanle o
referido terreno, urna ves que ni) be necessario i es-
ta rnunicipalidade para serventa publica, e, segun-
do informa o engenheiro em chefe das obras publicas,
esta, na planta, destinado para edificad-oes particulares!
portanto, he a commissio de parecer, que se devolva
ao Exm. presidente da provinca a peticio, informan-
do-se-lhe, que nada tem a oppor pretenclo do sup-
plicanle. Sala das sesses da cmara municipal, 2 de se-
tembro de 1846.Alves Ferreira. Farros.
AS TRES HORAS DA TARDE.
REVISTA SEMANAL.
Cambios Forio pequeoss as transadles da semana a
26 ',i d. p. I rs.
Algodlo Diminutas entradas, e conserva o preco de
SjSOO ao,700rs. a arroba del.'sorte,
ede5ja5200rs. a de 2.a
Assucar As entradas forio diminutas, e a maior par-
te mascavado; eniosoffreo differenca de
preco.
Couros Ha grande deposito, e os compradores os re-
jeitirlo ao preco de 122 '/ litara.
Baoalbio O deposito he de 400 barricas, o retalbou-
se de 12/ a \4 rs. a barrica.
Bezerros Vendeo-se de 25* a 28 rs. a duiia de
pellas.
Carne secca Existem no mercado 22,000 arroba,
nio tendo havido entradas; veodeo-sode
~2j700 3#200 rs. a arroba.
Cfira amarella VendeO-M d" 500 a 520 ri. a libra.
Farinba de trigo Chegou um carregamento de""New-
Orleans, que ainda nio loi vendido.
Entrarlo depois da nossa ultima revista 4 embarca-
r6es, esabiro II, existindo boje no porto 37 : sendo
2 americanas, 25 brasileiras, 1 belga, 2 dinamarque
zas, 2 francezas, 1 inglesa e 4 sardas.
bucos, casi da roa Imperial, chamada da polvon
daas carrocas para bols, tudo por lempo de dq '
a eontar do 1. de outubro segutnte, menos as carro?0'
Os licitantes a taes objectos deveri comparecer, d,!
damente habilitados, na casa das sesses da mesrn
mar, em os das Indicado*
Paco da cmara municipal t-i Recife, em s deseu
o de I84g. ManoelJoaguim do liego e Albua,!"'
<, presidente. Luiz de Franca e Mello Jnior
crotario interino. '"'
Pubiicatpao a pedido.
SON E T O.
Acrena aos Evos divinal clemencia ;
E, apa longos dias infamados,
Surgem oa dias candidos, dourados,
No sorriso gentil da Independencia :
Espavorida, a despota Insolencia
Foge d'entre os trophos ensanguentados;
Cabetn por trra os guilhes despedazados,
D*'"' .oros rouVea'vito,|JrBnooceuc8.
Qufl. uupois de noclurnaltempettade,
Suave e doce brilha a luz nascenle,
Assim se ostenta ovante Liberdade
De verdes louros cnnsstrada a frente,
Era o genio da oobre Heroicidade,
Voando para a patria independoote I
Por B. L. da G. M.
Movimento do Porto.
C0IV1IVIERCI0
Alfandega.
Rkndimrnto oo da 5.................\ -.770^226
DesearregaO no dia 9.
PatachoProvidencia larinha.
SumacaS.-Annamercadorias.
Consulado.
Rendwento uo da 6.
Ceral..........................
Provincial........................
I:292i308
216*843
1:608*151
p.iilo, numcradiia como eatamoa, representamoa urna
cadeio immcnaa cum os eloa separados ; seria precian,
que una m&u pnderoaa Iba aoldaiic oa doua priraeiroa
futia, ooa uutroa ae aoldorio bem por si mesmua. Por-
tanto, venerabiliaaimo moalre, seria conveuiente come-
car pur na. Se queris livrar oa Fraucezea da realeza,
livrai-no* priracirnmeiito do dominio eatrangeiro.
Aaaim ae lio de foier, reapondeo o grande Cophta ;
aereia oa primeirns a gozar da liberdade, e a Franca vos
ajudara na emprexa. Deoa diaae em todas aa lingoaa:
Ajudai-vos una aua oulroa. Epoi, eaperai. Para vos,
irniSo, ao menos, nao acra lungo o esperar, cu vo-lo-
prometto.
cpoia voltou-se para o deputado da Suiasa.
Eu, reapondeo este, nada maia pusso prometter du
que a ininlia conlribuiclu pestoal. Os filhoa da ouasa
repblica sao, lia muilu teiupu, alli.nl,.a da mouarcliia
francesa i desdo Malignan c Paria, que llie vendeiu o
aeu aoogue ; aao Acia devedorea, llio de entregar o que
vendern. Pelo primeira vez, vciicrabiliasiruo grao.nica
tre, envergunliu-ino da nusaa lealdode,
Seja assim, reapondeo o grande Cophta, vencere-
mos sem el les e inu gradu aeu. Fallai va, deputado da
lleapanha.
Eu, diaao este, aon pobre, i tres mil irmioa te-
nliu a dar; mas clles i-outribuirao cada um cun mil
reales por anuo. A Hcapanl.a lie um pas do preguiuu-
aoa, onde o lioiuem a.ibe dormir aubro utu leilo de do-
res, cuio tanto que durma,
Be ni, disse o Coplilo, e vsP
Eu, reapondeo uquelle, a quem elle ao diriga, re-
preaeuto a Rusain e os Circuios pulae.oa. Nosaoa irmioa
alo ricua descontentes, ou pobres aervoa, volados a um
trabalho sen repuuao, e una uiorte prematuro. Nada
posso prometter eu mime dos servoa, purque clles nada
possuom, neta uiestuo a vida ; inaa, por trea mil ricoa,
prometi vinto pecaad'ouro annuaea por cabecea.
Fallrio, cada um por aua ve, oa outrus deputados
rada um repreaenlava ou um pequeo reino, ou um mes*
qiiiuho principado, ou um ealadu pobre j oa aeus ofle-
recimenloseioreveo-oa oclicfe-aupreino.eeada um obri-
Navio entrado no dia 5.
liabia; 17 dias, brigue inglez Counless of-Durham,
de 264 toneladas, capillo Edevard Cobden, equipa-
gem 11, carga po-brasil, e outrss madeiras: ao cs-
pitio. Arribou a este porto com agoaaberta, e
seguio para Londres.
Navios sahidos no mamo dia.
Trieste pela Parahiba; o brigue sueco Qberon, capillo
R. M Hortb, carga assucar.
Rio-de Janeiro; barca americana Navarre, capitlo B.
L. Johnson, carga lastro.
dem; crvela de guerra brasileira D. -Januaria, com-
mandante o capitio de fragata Jlo Mara Wanden-
colk. Passageiros, o alferes de 1,'linbaJoio Ro-
drigues Sidreira, o sua senhora, 7 praets, e urna
prela Mara Roa do Nascimento.
^Navios entrados no dia 6.
Rio-de-Janeiro ; 22 dias, brigue Saudade-di-San-
los, de 260 toneladas, capitio Joaquim Francisco
da Silva Veira, equipagem 16, carga farinba por
cootado governo: a Amorim Irruios. Segu para
Parabiba, Cear e Rio Grande do-Norte.
Maranbo; 18 dias, brigue-escuna brasileiro Josephi-
na, de 174 toneladas, cepillo Jos Maria Barboza,
equipagem 5, carga arroz, ssl, barricas vasias: a
Manoel Oflarte Rodrigues. Passageiros, Tbomas
Iracbo, Venancio Micbelette, Daniel Autrqlb, Ita-
liano*, figuriohos de profissio.
Havre; 42 dias, brigue franco- Beaugeu, de 133 tone-
ladas, capitio Reducbaud, equipagem 11, carga la-
rinha, manteiga e mais gneros : a B. Lasserrec
C. Passageiros Joio Caris, Francez, Jos Manoel
Pereira, Brasileiro.
liba de Sumatra ; 80.dias, galera americana Leonor ,
de 570 toneladas, capillo Richard Staneiwd, equi-
pagem 16, carga punenta; a ordetn. Ignora-se scu
destino: arribou a esto porto, para receber ordena.
A'f; 37 dias, sumaca brasileira S.-Joio, de 44 tone-
ladas, capitio Urbano Jos dos Santos, equipagem
9, carga sal; a Jos Maria Barboza
A'aoioi saaidos no mesmo dia,
Liverpool ; barca ingleza Irt, capitio T. Youog, car-
ga assucar e algodio.
Parabiba, Ceara e Rio-Grande-do-Norte brigue bra-
sileiro Saudade-de-Santos, cspitioJoaquim Fran-
cisco da Silva Vieira, carga a mesma, quelrouie.
Aferlcio..................... 10:3SOOOO
Ribeira de Santo-Antonio...... 1 :59/sao
da Boa-Vista.......... \ :30!/600
Casa da plvora............... 60/000
Talhos dos aeougues..........
Carrocas (duas)..............
A cmara municipal da cidade de Olinda $ uu ttrm
em viriude da lei, etc.
Faz saber, que por offlcio de S. Eie., o Sr. presiden
te da provincia, datado de 24 do correte mez, Iba !"
communicado ter a 'vina Providencia felicitado a ;'
imperio com o nascimento de ama princesa, que S y
a foiperatriz deo I luz, com feliz successi, no dia 29h
ulho ultimo, segundo Ibe fot communicado em ii(,
da mesma data : a desejando esta cmara, quo ie |,,
co as demnnstrscSes de jubilo, por to feliz succen.
roga aos habitantes deseu municipio, bsjlo de illusml
nar as frentes de suas casas nos diaa 6, 6 e 7 do me,',
setembro prximo vindouro.
E para cbegsr aoconhecimento de todos mandoupit.
sar o presente, que ser publicado nos lugares docot-
turne e pela imprensa.
Cidade de Olinda, 31 da agosto de 1846.
Jos Joaquim de Almeida Gutdti
Presidente.
Joo Paulo Ferreira,
Secretario.
Theatro publico.
Editaes.
A cmara municipal da cidade do Recife, etc.
Faz publico, que, peranto ella, se nio de arrematar,
i quem oais der, em pracas dos dias 9, 10 e \i do cor-
rente, o contrato da alericao das balantes, pesos e me-
didas deste municipio, as ribeiras doa mercados deste
bairro e do da Boa-Vista, os talhos dos aeougues pu-
da gotia d'agc-a ou ae sangno pertenro revolta. Em-Igou-ae ouiu juramento a cuuiprir o que pruiueitra.
quanto putauirmus ouro, dn-lo-liemoa; emquenlo ti-j Agora, diaae ogroudo Cophta, a palavra deordem,
versaros aaugur, verle-lo-hemos; maa nao poderemoalaymbuliaada pelaa trea letlraa, pelas quacs me reounlie-
obrar, tinquaulo uio formua livrca. Uivididua, uilai-l ccatca, ja cumiuuiucada em urna porte du umvorao, vai
espalhar-se na outra. Cada iniciado leve easaa tres let-
lraa, nio s no corsc.Sn, maa tamliem aobre o ooro^lo,
porque na, aoberano meatre daa logea do Oriente eOc-
cidente, ordeoamoa a ruina dos lizea. Eu t'o ordeno, a
li irmii> da Suecia, a ti irrulo da Escocia, ti irtnla da
America, a ti irmo da Suiasa, a ti irmau daHeapanha,
e a ti iruiio da Russia, Lilia pedibus destrue. (*;
lima poderoaa ar.claiuocio, como a vos do mar, mu-
gi no fundo du antro, o eaoapuu-se ora lgubres raja-
das pelos deafiladeirus da inontaiiha.
E agora, em nomo do padre o do meatre, retirai-
voa, diaae o chufo supremo, quaudo amainou o murmu-
rio, voltoi com ordrui aos aiibtcrraueoa, que vio darla
pedreiraa do Montc-Trovu, e nua pelo rio, outroa pe-
lo busque, e oa dentis pelo valle, diapersaivoa antes du
nascer du aul. Tornar-ine-heia a ver outra ves, a ser
oo dia do voaso Iriumpho. Ide|
Esta allnoucio foi terminada por um gesto moconioo,
que s os seus ohefes principaea compreliendrlo, de
surte que ae demorarlo em derredor do grande Cophta,
ate que oa iniciados de ordeiu inferior desappareorio.
Enilo, o ehcfo aupremo cliomou de parte o Sueco, e
diase-lhe :
Swedcnborg, tu s na verdado um homem inspi-
rado, o Oeoa t'o agradece por minha vos. Remelle di-
nheiro para Franca i peaaoa, que le eu indicar.
0 premenle saudou hiimildemeuto, e relirou-ae es-
lupcfaoto dessa visto beatifica, que llie revelara o no-
mo uo grande Cophta,
Deoa vos aalve, bravo Fairfax, eonlinuou elle,
aoia digno noto de vosao av6. Recommondai-me a Waa-
hinglon a primeira vez, que llie eacreverdea.
Fairfo tet lumbetn a aua cortesa, e rclirou-ae apa
Swedcnborg.
Vem lo, Paulo Junnea, disse o Cophta ao Ameri-
cano, vero, porquo fallaale com averio ; eu capera va ia-
ao de li. Sera um dos hroes da America. Cunaerva-la
com ella prestes ao primeiro aigual,
r. o Americano, oatreiaeceudo ruino ao aupro de uu
deua, relirou-ae igulateme.
, ~~ fu, I.ovoier I oontinuou o cleito, abjura aa ide-
nos, porquo ho lempo de paaaar i prulica; nio eatudes
ittuiva ^,nb<^ O director, grato aos briosos espeetsdores, que lio
decidido acolbimento teem prodigalisado actual con.
panbia, vai por o tbeatro brilbantiisimo, com um ri-
co papel d'ouro do maior custo, que veio do Rio-de-
Janeiro casa dos Srs. Guerrs Silva & C,delta cidade;
igualmente estl fszendo todas as obras indispenssienoi
platea, forro, camarotes, interna e externamente; attia
como no parche sceoio e vestuario, alim de apreseoiit
um espectculo digno do
GRANDE DIA DO BRASIL.
Neste representar (alm do drama) a maguan
peca
O CAMPEAO DAS MONTANHAS DA ESCOC*.
Personagens.
O rei Artbur, instituidor da ordem da cavallaria.
O cavalleiro Negro. Ocampeio. Omanceboio-
cognito.Etelvina filha do cavalleiro Negro.Lt-
ontina, dama iogleza. Carly, escodeiro. Csvillsi
ros.SoldadosPageos e meoestreis.
No dia 8, se representar a 6 conhecida e milito i-
preciada peca
OESPIAODEVENEZA.
Dama a polka.
Principiar s horas do costume.
Avisos martimos.
= Para o Araeaty sai com muita brevidade o bri-
gue Deos-t*-Guarde, por ter metade da carga promp-
ta: quem no mesmo quizer earregar, enteoda-ie con
o capitio Manoel Jos de Azevedo Santos, ou os rui
da Cadeia-Velbe, armazem, o. 12.
Para Angola segu com brevidade o brigue Ca-
sualidade; recebe lmente alguma carga miuda: s i-
ustar, assim como para passageiros, com GsadiooA-
gostioho de Barros, ra da Crui, n. 66, ou com o
capitio, Manoel Ignacio Correia, a bordo.
-Para a Bahia sai, al o dia 10 do correata, o pa-
tacho Bom-Conselko; ainda recebe carga a frute: pira
o que podem fallar com Novaes di C. na ra ao
Trapiche, n. 34.
maia o que he o linmem, mas hhi o que o humero poda
ser. Vni, e desgracadna daquellea leus irmiu, qe"
levantaren contra na, purque a colera do povu sera
rpida e devoradra como a de Deoa !
O deputado suisso inolinou-se, tromendo, edesspp'
receo:
Ouve-mc, Ximenes, disse depois o Cophls, o'1*
gindo-se ao que liavia fallado em nome da Heipi"'-
Tu s aflata, mas desconfiado. A tim naci Horma, di-
tas tu ; maa he porque a nio despertflo. Vai, a Caitt"'
ainda he a patria do Cid.
Chegou a vet do ultimo ; maa ainda elle nio havs di-
do ires paaaoa, quando o Cophta o fus parar cora
geato.
Tu, Scieffort de Russia, antea de um mes I'""
ras a uta causa ; inaa d'aqui a um mes estars merlo.
O enviado moscovita cabio de joelhos; mas o gran"
Cophta o rrguoo com aro geato de amcaca, e o coadu-
nado no futuro aahio cambaleando.
Ao achar-ae s, o homem extraordinario, quo in"'"
duzimoa naate drama para aer delle o personagem {""'
oipal, olhou em derredor de ti, e vendo o aala de rC'P"
(lo valia e ailenoiota, abntooo o giblo do velluda, "'
furou o chapeo na cabeea, oalcou a mola da parla *
brome, quo ao llie havia fechado as costas; molle0"1'
nua deaRladeiros da monlanlia, cuino so ha muilu lonips
llio foaaem oonhecidna, e tranapot o boaque ten) fus w-'w
guia, como ae mo inviaivel o guiara.
An sabir da malta, procurou com oa olhoa oc|loj
e, nio o vendo, applicou o ouvido, a pareceo-IJi'"J
tir um relincho ao longe. Deo cutio um aaaobi" a-
Julado de certo modo. Um matante dopuia, corri "Jc"
rid pela aombra, fiel e obediente como um ci alegre.
O viajor lancuu-ae ligeiro sobre elle, e amboa, arre*u"
doa em rpida oarreira, desappareorio em brevet0"
fundidos com o sombro tuallagal, que seeaieude,r
Da neniis, e o viso do Monte-Tro vio.
(*) As ires leltraa
doa lUumiuadot.
!.'. P.-. D.-. ero com etTeito divisa
F1M DA INTftODUCCA". .
(Cos/sMaaW-l-t.'
MUTILADO 1
MU


=Segue par o Cear.1 com toda brevidade, por ter
miior parle da carga prompta, o brigue Ftliz-Dmi-
no: quem no mesmo quier carregar ou r de passa-
gem, dirija-ae ra da Cadeia do bairro de Santo-
Aotonio, D. 25, ou ao capito, o Sr. Meooel Poreira
de S.
Leudes.
= Perante o Sr doutor juiz de orpbios e menta!,
proceder-se-ba i leilao dos bem do fallecido Jofio Mo-
reira da Silva,que Torio aequeatradoi por mandado des-
ejuio: cujo leilao ter lugar oo dia 9 do crrante,
aa 10 borai da tnanbia.
=Jnio Keller & C. fario leilio, por intervengio do
[ corretor Olieira, de grande e variado aortitnento de
(aiendss ingleaa, francezaa, e auiaai, tanto de algo-
Idio, lia e hnbo, como do aeda : quarta-feira. 9 do
[corrente, a 10 boras da minhia, no leo armaiem,
I ra da Cruz.
=Latham & Hibbert fario leilio, por intervengan
Ido corretor Oliveira, de uui sortimento geral de aien-
[daa ingleaa, propriaa do mercado: quinta-eira, 10
do corrente, ai 10 horas da manbla em ponto, no aeu
[armaiem, ra da Alfandega-Velha.
Avisos diversos.
=Quem preciaar de um forneiro aqui na praga, ou
I meimo para o matto, dirija-se a ra larga do Roiario,
ao pedo quartel da polica, n. 19.
*CJueni preciaar de urna ama de casa, para cozinbar
le engommar, dirija-ae a roa da Palma, n. 3.
Oabaizo assignado declara, que nenbum vigor
I tem a lettra de ri. 05*000, aacada em 3 do corrente
Imez por Joa DiasPereira, e aeceila pelo abaizo as-
signado, endonada por Paulino dos Santos de Car-
ralbo; porquanto, sendo essa lettra proveniente de um
moinbo e torrador da cal, a estando o vendedor en-
tregue dos ditos objectos, por nio eslarem em bom esta-
do, osda vale a referida lettta.
Franciico Lourmco.
Agencia de passaportes.
Na roa do Collegio numero 10 e no Aterro-da-
Boa-Vista luja n. 48, tiro-so passaportea para dentro e
forado imperio,assim comodespachio-se escravos: tudo
com brevidade.
= Aluga-se urna boa casa terrea, com grande quin-
tal, plantado de bortalice. parreiras, Ggueiras, romeiras
e muitaa outraa armes, no principio da estrada dos A
[ flictos, ao p do Manguind ; urna outra casa com so-
lio corrido, niuilo alegre e fresca, por ter V janollas de
vidraca, no becco do Serigado : trata-se na ra da Ca-
deia do Recile, n. 25.
ese Na ra do Queimado n. 8,cose-se, engomma-
se e lava-se com aiseio e promptidio por preco com-
modo.
- Desappareceo do trapiche novo urna barrica com
a marca CH, com 118 libras de raz de tiro florentino;
a qual eslava despachada para a Babia, por Jos Car-
los Ferreira Soares Jnior, e por conta de Crispim
Rodrigues Coelho, da cidade d,t Babia. Nio aesabe
qual fosse o eztravio; e suppfie-se ter Ambareado por
eogano em algum destes barcos, que estavio a carre-
gar paia o Norte, Aracaty e Acarac, e por isso roga-
se o favor a qualquer dos mestres dos ditos barcos ou
outra qualquer pessoa, que acbor a dita barrica, de a
remelter para o dito trapiche novo, ou ao dito des-
pachante, que se pagar toda a despera, que com a
incsma se ti ver leito.
=Alugo-se dous sitios, um na ra e outro na cam-
pia da Casa-Forte, ambos com bons commodos; o se-
gundo andar do sobrado amarello da ra Augusta,
com solio e bons commodos; a loja do dito com tres
portas, propria para venda; urna loginba e urna casi-
nha na travessa do Monteiro; os terceiro o quarto an-
dares do sobrado da ra do Amorim, n. 15 : trata-ae
no primeiro andar do rnesmo.
19
11
""~T~^^Tin^Ti-riiwiiraT'*~~"",-''*',''",''''''",'~"''>
O primeiro secretario avisa aos socios que os bi-
Ibetes para a recita de boje, 7 do corrente, se dislribuem
bo|e tnesmo na casa do Sr. thesoureiro, na ra do Col-
logio n. i.
Oflercce-se um preto forro para criado de qual-
quer casa ; o qual coiinha o diario de urna casa a he
tnuito bom bolieiro: quem o pretender, dirija ae
a ra da Cadeia do Recife o. 52
= Urna pessoa, de soffrivel lettra a que escreve
com algoma correcglo deseja etnpregar-se em algum
servigo do escripia ou de coolabilidade ; quem da seu
presumo se quier utilisar dirija-se a livraria da pre-
ga da Independencia ns. 6 8.
= Precisa-se de um coiiobeiro perito em tudo ,
que diz respeito a coiinha e que seja forro : na ra
da Cadeia do Recife n. 52.
__ Francisco Goncalves da Silva re-
reira caixeiro nne foi do finado Sr.
i Francisco da Silva tem feito sociedade
>m Antonio Soares Ferreira dos Santos
^aa loja de faiendas que de novo abri-
rao na ra da Cadeia do ltecile onde
[outr'ora oi a do Sr. Joaquim Goncalves
jusco ,* a qual vai ser representada pela
roa de Fereira & "Santos.
k Francisco Gonfalvea da Silva Pe re ira deiiou da
[ser eaizeiro da casa do (nado Sr. Francisco da Silva,
[desde o dia 17 de egoato proiimo passado.
_ Precisa-sede um rapai portugus para caizeiro ,
de 12 a 16 annos, parafra desla praca j na ruado
Crespo n. 14.)
= (Jfli-rece-se urna parda para ama decaa de pouca
familia, a qul engomma, coiinha, ensal.oa, e lazo
ruis trraojode una cata : em Fra-de-Poitas, o..8,
caaa turea entre dous sobradla de um andar.
Quem precisar de urna ama para o seivico nter-
no de una ciw, diiija-io ao becco do Tambi, n. 2.
Casa da F,
na ra estreita do Rozario, n. C.
Neste estabelecimento achSo-se a venda as cautelas
da bem acreditada lotera a favor da igreja de N. S. .lo
Livramooto, cujas rodas devem andar infallivelmente
no dia 10 do corrente mez desetembro: os Iregue-
zes concorrio a comprar o resto destas cautelas, o con-
ten com boas sortes.
- Sebastiio Jos Gomes Peona comprou, por con-
ta e ordem do Sr. Manoel Joaquim de Meira um bi-
Ihete inteiro, n. 834, a um tneio, n. 2411, da 1.* parte
da lotera da matrii da Boa-Vista aztrabida em 27
de junbo do corrente anno.
- Pelo juizo da segunda vara escrivlo Reg se
ha de arrematar nos dias 9 e 12 do corrente, a ren-
da annual do sobrado de dous andares e loja, n. 7, no
pateo do Carmo avaliada em ZOOt rs. annuaes.
= Aluga-se o sobrado unto a padaria de ama s
porta na praca da 8.-Crol ; cujo aluguel ser em
conta : a tratar na mesma padaria.
= Aluga-se o sitio junto a igreja de S.-Jos-do-
Manguinlio com diversos arvoredos de Iructo ca-
cimba de agoade beber, boa casa de vivenda reedifi-
cada de novo e pintada com gosto contando 3 salas ,
cinco quartos um gabinete copiar cozinha fra ,
eatribaria para doua cavados, e mais um ezcellente so-
lio com urna sala edous quartos: a tratar na ra Ye-
Iba, o. 55,
Aluga-se um sitio na estrada do Remedio, com
arvoredos e boa casa de vivfcda margem do rio .* ni
ra d'Apollo, o. 10, ou na da Alegra, n. 18.
Alugio-ae os primeiro e segundo andares do sobra
do darua da Senzalls-Velba, parede-meia da casa do
Sr. Lasserre, arraojados de novo e bem pintados: a fal-
lar na loja do Sr. Jos Gomes Leal.
=Noengenho Estrella, comarca do Rio-Formoso,
pari dous escravos, um chamado Joio, naci Angola,
e que dit ter aido do padre Jos Pereira, ja fallecido; e
o oulro de nonie Luiz crioulo.e que dit ser de Francisco
da Colla Gumaries; quem ae julgar seu dono, queia
procura-Ios nn meaino engenbo. A proprietaria nio
se responsabilisa por morte ou fuga dos mesmos escra-
vos.
=3 Aluga-se urna negra boa cozinbeira e engomma-
deira; ensaboa, lava roupa de varella, e cozo perfeita-
mente: trata-se com seu senbor, na roa daSoledade,
n. 29, ao p da Trompe.
Avisa-se ao Sr. Manoel Sebastiio da_ Costa, filho
doSr. Domingos da Costa, do engenbo Canoa-Racha-
da, da comarca do Rio-Formoso, ou ao seu correspon-
le nesta praca, que boje, 6 do corrente mez, appare-
ei-o m casa de Joo Xavier < orneiro da Cunha, na
ru estreita do Roiario, n. 31, um preto Congo, que
dii chamar-se Joaquim, proeurando-o para o comprar:
queira, poia, quero se julgar coro direilo ro mesmo
preto apparecer: nio re responsabilizando o annun-
eiante pela conservado do mesmo preto em sua casa,
ou por outro qualquer siostro.
=Jos Joaquim de Novaes avisa ao respeitavel publi-
co, que, de buje em diante, ninguem fie nada emseu
nome, sem do mesmo receber ordem por escripia.
Compras.
Aviso importante.
Declara-se a quem pretender comprar a armagio e
fazendaada conhecidssima loja de esquina do Lvra-
inento n. 1, que devover faie-lo quanto antes, at
sezla-feira, 11 do correle : depois de que, nio ser
mais admissivel nenbuiu negocio. Os prelendentes p-
denlo tratar na referida loja onde encontraras o ba-
taneo dedo as fazendas ; pois aquello, que mais van -
tagem apresentar.ser preferido.
Em Fra-de-Portas, ra do Pilar, eaaa terrea
n. 30 se dir quem da 300* rs. a premio com fir-
mas a contento
__ Precia-se alugar duas pretas para venderem
na\ua ^nrrtRairoi^Raizos, sope~hj-rof1a-iij' Cirr-
co-Pontas, n. 22.
as A pessoa, quo anounciou querer comprar urna
cama do armagio em aegunda mao querendo urna
pequea com pouco uso poi ter i lervido 4 veie ,
e completa quasi de tudo dirija-se a ra da Aurora ,
o. 50.
= Precisa-se de um caizeiro portuguei, de 14 a
18aonos, que tenba pratica de venda para tomar
conta de urna por balanco e que d fiador a sua con-
ducta ; na ra da Aurora n. 48.
= O abaizo asiignado fai sciente ao respeitavel pu-
blico que a deiconfianca que leve, do Sr. Fran-
cisco de Paula da Cala oo desapparecimeoto de leu
relogio nio be verdadeira por eilar muito certo ,
que o dito Sr. est innocente em tal negocio.
Francisco Tavarii O mia.
= Joi Ribeiro Barboza embarca para c Rio-de-Ja-
neiro urna escrava de nome Josepha de naci An-
gola com 4 lilbos menores, de nomes Antonia, Fran-
cisco Joanna e Benedicto a entregar a seu senbor,
Custodio Francisco Ramos.
= Aluga-se, por prego commodo, o segundo andar
do sobrado da ra daa Trincheras, n. 46: a tratar no
primeiro andar do mesmo.
= Aluga-se, pelo preco de 11 000 rs. mensaes. um
ptimo escravo, proprio pera todo o servigo, tanto de
casa, como de ra : na ra das Triucheirs, n. 415,
primeiro andar.
=OSr. Jos Viera de Mello tem urna carta de al-
guma circumstancia, vinda do Ass: na ra do Trapi-
che, no primeiro andar da casa n. 44.
O NAZARENO N. 50,
est a venda na praca da Independencia, livraria, ns.
6 e 8, e na ra estreita do Roiario, casa da F, n 6.
Os freguezes devem procurar cdo.que team que var
boje : he relativo ao dia, e deve ser lido logo.
O numero 49, que se dezou de anouociar, est a
venda nos mesmos lugares; os que o lerio teem echado
bom, e tem sido muito procurado : trar um artigo de
Lisboa, que vem logo na frento, ejbe digno de roed-
=Os locatarios dos trapiches, denominados Alfande-
ga-Velba, Angelo, Pelourinbo, Novo, a aipaohia,
fazein publico, que, de boje em diante. ... deap
que sio obrigados os diflereotes gneros em
trapiches alfandegados, aerio pagas pelos embarcantes,
a eicepc,io do peso daa caizas e fechos, que contina a
ser pago pelos lecebedores, emquanto se nio p3e em
ezecucio a tabella, que deve regular taes despezas, que
se acha aflecta approvacio da tbesouraria.
Assim como, na occasiio do embarque ou sabida
desses gneros para consumo, ou ezporlacio, pagar
a importancia da despeza em vales assigiados, a pagar
ao portador, oo a diobeiro. Recife, 3 de setembro de
1846. Antonio Coelho de Millo. Francuco tn-
naniet Thomaz.Joi Franciico ftbtiro da Silva.
Franeiico Augutto da Coila Guimarei.
= uem Ibe faltar um cavallo, que la eztraviado,
aa 10 horas da oote do dia 3 do eorrenle, para a ponte
do Manguinho, dirija-se a roa Nova, venda, n. 65,
que M dar noticia do lugar onde eziste, e dando os
= Compra-se papel para embrulho ( diarios), em
libras o arrobas: na travessa da Madre-de-Deos, n. 13,
e na S.-Crui padaria de urna s porta.
' a= Comprio-seescravos de ambos sexos, de 12a
30annos; na ra Direita, n. 3.
Compra-se urna cama de armaeao em segunda
mo ; quem ti ver. annuncie.
= Compra-se, a troco de lijlo de ladrilho te-
Iba urna canoa nova ou quasi nova que pegue em
800 a 1000 (jlos grossos, e se afiance a honda
dedo material que pode ser visto por quem o pre-
tender : na olaria do Mondego primeira, passanJo o
becco das Barreras, aonde quem negociar o lijlo gros-
so, de que precissr para qualquer obra, tere o lijlo fi-
no e telba por menor preco, qae, o por que geralmen-
le se vendem na rasio de mil rs. em milbeiro. A mes-
ma olaria se pode dirigir quem precisar de areia man-
dada botar em canoas, por commodo prego.
Compra-se um moleque sapateiro tendo boa
conduela ; aa ra do Crespo, n. 11.
= Compra-se urna escrava que lenha bom leite ,
e com algumas babilidadea, ou aluga-se: na ra Nova,
n. 3.
Compra-sa um preto da Costa, sendo moco e de
bonita figura ; um relogio de outo patente ingles ,
|ub seja bom regulador : na ruada Cadeia-Velba, lo-
ja de calgado o. 35.
Vendas.
/asa
ditos
signaes certos
gue.
a pagando a despeza, Ibe aer entie-
=>Vende-se Kluber, Direito das gentes; Vattell, di-
to dito; .Nehmalz, dito dito; Martens, dito dito; por pre-
co commodo : na pra?a da Independencia, livraria ns.
6e 8.
=Vende-se o melbor terreno no lugar da Capunga,
estrada nova, denominada Baiza-Verde, com 176 pal-
mos de frente e 300 de fundo : ontro defronle do
mesmo com 80 palmos de freute e 60 de fundo : na
Soledade, casa, n. 21.
= Vende-se urna armagio de venda, na Soledade,
n. 21, com seus utensilios, casa separada para lamilia,
quintal com fiuctas, e cacimba de agoa du beber. D-
rijio-se a mesma.
Na ra do Crespo, loja npy_a
n.-i^r^Vvos^oTiTiiiiii
da Silva Maya,
vende-se um rico sortimento de corles de vestidos para
seohora do urna lazenda quasi toda de aeda de gos-
to chiner, e o mais lindos, que teem apparocido, e que
por isso se torosfi rceommeodavel nio s paraassenhoras
do bom tom como para aquellas que usio de eco-
noma por ser o diminuto preco de cada corta de 6
rs. Na mesma loja te vendem outras muitaa faiendas
de gosto, por barato prego.
Vende-se superior cera de
carnauba, em porcao e a retalho *
latas com biscoutinho fino, che-
gadas ltimamente de Inglaterra;
caixinhas comaletria fina com 4
libias cada urna ; tudo por pre-
co commodo : na ra da Cruz ,
no Recife, n. 46.
As bellas Pernambucnas
A' a lo|a de Antonio Luiz dos Santos & Companhia,
na ra do Crespo n. 11, acaba de ebegar um grande
e lindo sortimento de cambraias para vestidos intitu-
lada! = bellas pernambucnas == as melhores e tnau
modernas que teem vindo a esta praca ; as quses
tornin-ie recommendaveis nioa pelo seu subido e
vsriado gosto como pela lindeza e fizidade das tintas.
Na mesma loja vendem-se ricos cortes de seda pro-
prios para noivas sarjas hespanholas aetins impe-
raea, mantas, chales e outros muitos objectos rocem-
obegados.
G3-O modernismo.-i*
Veniem-se novos e ricos cortes de vestidos, com o
bem aproprisdo nome de = lavra-de-ouro =, tendo
lindse variados padrOes como sejo de lislras ,
quadros. flores &c. ; dt.is de parisienses coro bel-
los e diflereotes gostos : tanto estes com aquelles sia
uiQjst.-.sdo aviados du sWtl : CJmBfaia scunetss;
ditas cravinas; e outras muitaa diversidades de cassas :
na loja de Antonio Luiz dos Santos & Companhia, na
ruado Crespo, n. 11.
__Vende-se urna preta de 20 annos ; urna dita
de 12 a 13, com principios de habilidades ; um rau-
atnho de 7 a 8 annos; um dito de 12 a 14 au-
uma parda, de 30 annos, que cozinha o dia-
nos -----r-----. .
rio de urna casa cose chio e lava do ssbio e varrel-
la ; 8 prelos bons para o servico de esmpo ; lodos de
bonitas figuras, e sem vicios nem achaques : na ra
da Concordia passandoa pontezinha, aegunda casa
terrea a'direta.
= Vende-se um mulatinho de muito bonita figura,
de 14 annos, pouco mais ou menos, proprio para pa-
n ; na ra do Livramento loja de faiendas, o. 1.
- Vende-se superior cera de carnauba em porcio
retalho; latas com biscoutinho fino ebegadas
gem
ltimamente de Inglaterra; caizinbas com aletna fina,
com quatro libraa cada urna ; ludo por prego commo-
do : na ra da Crui, no Recife o. 46.
. Vcndem-sc pregos de co-
bre, e cobre em folha;de 18,
20, 22 e 24 oncas, para forro
de navios; em casa de lius-
scll SIellors & Companhia, na
ra da Cadeia do liecife, n. 59.
= Vende-se, defronle da escadinba da alfandega ,
armaiem do Bacelar barra com mel o caz6es pe-
queos com pomada por prego commodo.
mVendflin-se duas escravas urna deltas parda, da
15 a 16 annos e a outra preta, de 20 annos, de bo-
nitas figuras; ao comprador se dirO as habilidades:
na ra do Hispico o. 28.
Vende-se um preto padeiro tanto de massa
como forneiro de 25 annos, pouco mais ou menoa ,
sem cios; o tambem cozinha o diario de urna easa :
na ra larga do Rosario venda o. 46.
Na ra do Crespo, n. 12, loja
nova de Jos Joaquim
da Silva Maia,
vende-se um novo aortimento de vestidos para senhora,
da rica faieoda chamada indjanna ; a qual alm de
aer de cores escuras. tintas fizas, e ricos gostos tem
um tecido que finge ser de seda a o leu diminuto
prego be de 3000 rs. cada corte : bem como tambem
da fasenda victoria a 4000 rs. cada coito ; os quaei
olferecem as mesmas vaotagena aos compradores, por
serem escuros, e por isso se toroio recommendavea
para a presento estacio: igualmente um rico sortimen-
to de casimiras para caigas ; chitaa para vestidos; e ou-
tras muitaa fazeodaa que serio presentes e se ven-
lerao por pregos commodos.
=Vende-seou permuta-se urna casa nova no prin-
cipio da estrada dos Aflliclos, com quatro quartos, duaa
salas, coiinha fra, quarlo para prelos, eatribaria, ca-
cimba, com boa agoa,bombee tanque para banho, to-
do murado, umacoizeira principiada com lodos os ma-
leriaea dous portoaa na frente travejado para so-
lio escada moderna, e lorrado e cbios foreiros.
Quem a quier comprar ou permutar, anounoie.
Vende-se urna oarteira de amarello para escripto-
rio. de tres assootoe em bom estado : aisim como
urna porgio de cera de carnauba mui boa, tudo por
prego, commodos: na ra da Crui, n. 21.
Cbegou. ha poucos dial, urna porgio do bem
acreditado rap prineeza Novo-Lisboa : e porque la-
bio anda mais superior do que o antecedente, por
isso avisa-se aos freguezes, que se acha a venda no Re-
cife :ra da Cadeia, as lojas dos Srs. Vaz ft Rorges,
Cunba A Amorim Moraes, Jos Carlos Ferreira Soa-
res Jnior, e Joioda Cunba Magalbaea: ra do Cres-
po Antonio Domingos Ferreira : ra dos Qaarteis,
Viotorinot Gumaries o Victorino de Ca'r/V buti-
ro: Aterro-da-Boa Vista^-Thiotnaz "i-e"''" de Mal-
tos Estima. -" ,
^.rr-se, a bordo dosbergani.ni
Jndependente, sebo em rama ^r carne
nova muito superior, por preco ba-
rato.
Veoda-se urna caizinba de msica que loca 6
pegas com repetigio e todas de bom gosto ; na ra
Direita, n. 9.
= Veode-se panno verde fino, proprio par* bilbar;
urna cadeira de arruar forrada de aeda ; macacos pa-
ra arrumar carga ; encerados para cobrir gneros: na
ra do Amorim, 15.
aaa No armaem de farinba do caes do Collegio ,
ha urna porgio da faiinba svariada que serve para es-
cravos e criages ; vonde-se por prego muito em
conta.
DIREITO DAS GENTES E DI-
PLOMACIA.
Na livraria du esquina do Collegio estao
venda as obras eguintes : Direito
das gentes por Valtel, augmentado de
um terceiro vohune de notas por Silves-
tre Pinhei.ro, publicado recentemenle ; Direilo das
gentes moderno da Europa, por J. Kluber.com ree-
renciaa aos tratados o niuitoa outros documentos inler-
nacionaes, aponlados na obra, em 2 vol.; Direilo das
gentes, por Maitens, addilado por Silvestre Pinbeiro,
2 vol. em 8.'; Guia diplomtica ou tratado dosdirei-
tos das inmunidades e dos deveres dos ministros pbli-
cos, agentas diplomticos e consulares pelo bario
Carlos de Martens, nova edigio muito augmentada, 3
vol. em 8.
=Vendem-se 4 escravas mogas, com bou babili-
dadea ; urna moleca de 16 annos, que be recolbida ,
cose engomma, e cozinha ; urna parda de 25 an-
nos ; urna dita de 20 annoa boa mucama cose ,
engomma a cozinha; 6 escravos bons psra o trabalbo
de campo e praga ; um moleque de 12 annos, mui-
to ladino : na ra do Crespo, o. 10, primeiro an-
dar.

Chales scocezes ,
a 2240 ris.
Na loja n. 3, do baratero da ra do Crespo ao p
do arco de S.-Antonio, vendem-se chales escoceiei ,
lazenda inteiramente nota a do ultimo gosto com
quadros de diversas cores, e outros de um lavror ada-
mascado, que apparenlemente finge seda, ou louquim;
por cujo motivo so torno recommendaveis as eohorai
em geral. Dao-se amostras driimdo o competente
peohor.
__ Vende-se a venda da ra de Apollo, n. 1, de-
fronle das casas do Sr. Angelo, junto ao porto das ca-
noas, mui bem afreguoiada ; vende-se por seu dono
se retirar para fra da provincia com la familia : a
tratar na mesma venda.
Vendem-ae 4 lindoi moloques, de 16 a 20 sa-
nos, sendo umdelleioffical de pedreiro ; 2 pardoi,
de 18 annos, ptimos para pageos, sendo um dellea
quasi braoco, de II annos ; um preto, de 30 annos ,
oom canoeiro ; urna parda, de 25 annos coiinha, la-
va engomma liso a cose cbo : na ra do Collegio,
o. 3, segundo andar.
j MUTILADO
LttHB


VenJe-se szeite doce para lux, melbor e irais
burilo do que o do coco ; e azeite doce fino cm gar-
raes do 25 garrafas: no deposito de azoile de carra-
pato na ra da Scozalla-Velha n. 110.
Vende-se cera cm velas do Rio-de-Janeiro sor-
liirieoto completo de 1 a 16 om libra em caitas e
ai libras a vootade do comprador: na ra da Senzal-
la-Velba, n. I ID, armazem do Aires Viaooa.
POTASSA.
Vende-se superior potassa da Russia
em barris pequeos ; cal virgem de Lis-
boa, da huis nova, que ha no mercado ,
por preco milito commodo ; lambem se
vende un resto de polassa da safra pas-
eada multo burato : na na do Trapi-
che armazem n. 17.
Vendem-se pregos ame-
ricanos, 11. 4, novos, cm bar-
ricas na ra do Trapiche ,
11.8.
N. 40, ra do Trapiche um ehronometro para
nano de Londres porfeito e mui bem regulado;
relogio* do ouro patente inglez muito lions e bara-
tos ; correntinhas de ouro padrao ^ Principe Al-
berto.
Vinho de Tenerife, em barris, de excellente
ha
; e
na
qualidulo ; cerveja branca e preta a melhor que
= Barclay & Companhia em porcio, ou a retalbo
lio decapateiro por prego couimodo : vende-se
rus do Trapiche n. 40.
Faiinha SS8F,
da melhor qualidade, c a ulti-
ma ebegada a este mercado;
vende-se em porrees grandes
ou pequeas : a tratar com
Me. Calmont & Companhia ,
011 com ti. J. Tasso Jnior.
= Vt-udein-se tunendas de ferro para cogonhns de
assucar, para va|ior ngoa e beslas de diversos lama-
nhos por preco coinmodo ; e igualmente laixas de
ferro cnado e batido de lodos os tamnnhos : .ia pra-
C_a do Corpo Santo n. 11, em casa do Me. Calmont &
Companhia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
-Vendem-se taboas de pi-
nho, a 40 rs. o p e receben-
do-sc em pagamento cedidas
branca '^Ors.; atrs do
thcatrtlc ** v
\ = Vuule-ie potassa branca de superior qualiuacrc;
em barris ptqueno* ; em casa de Matbeui Austin &
Companhia na ra da Alfandega-Velba, n, 36.
Tinta de cscrever ,
a mais superior pussive! ; ver.de-se na ra larga do Ro-
zario, n. 2i.
Vende-se cera do Rio-de-Janeiro, sortida de bran-
dei at velas de dei em libra; atrs do .corpo Santo,
n. 66. *
Chales de lanzinha,
padres da rainha da Es-
cocia, a 3;y000 ris.
Na li 11 n. 5, do baraleiro da ra do Crespo ao p
do arco de S.-Antonio, vendem-se chales de lanzi-
nha para senhora padres da rainba 1 > Escocia ,
faienda esta inteiramente nova e que se afianco nio
ter deleito algum, pelo mdico pre^o de 3 rs.; por cujo
motivo so torna merecedora da concurrencia em geral.
O pretendentes podem mandar buscar as amostras ,
que e Ibes dara deixando o competente penhor.
Vende-se a venda da ra deAgoas-Verdes n. 15,
com poucos fundos : a tratar na mesma.
= Vendem-se os seguiotes esclavos, chegados do
Aracaty: sendo 2 mulatinhos de 6 annos; 1 mole-
leque do 7 annus; 1 mulatinha de 10 annos com
principio de costura ; 1 negrinba, de 7 annos ; 1 par-
da, muito clara qui: cose e engomma ; 4 pretas de
16 a 20 annos, com habilidades; 2 moleques de 11
annos ; 7 pretose pardo* de 20 a 2o annos com
habilidades, ou sem ellas ; todos por preco comoiodo :
na ra da Cruz o. SI.
Rap-Gassc.
O eocarregadoda agencia do Bap-Gasso nesta pro-
vincia tem a honra de participar eos seus freguezes,
que so acha a venda no deposito da ra da Cruz no
Recite n. 58 una das melbores (ornadas que aqui
teem vindo do l inde- Janeiro, do mijito apreciado ra-
p gros-o o meio-grosso fabricado com as melbores
qualidades de fumo da Virginia cujo aroma rivalia
ao mais superior rap princesa de Lisboa.
= Veudem-se i escravos sendo : urna mulatinha,
de muito linda figura de 16 annos ; urna dita, de 14
.mu; um mulatinlio de 15 anuos, cum boas habi-
lidades por preco comoiodo : na Iravessa da Matriz
de S.-Antonio casa terrea n. 1S.
= Vende-se um sitio em Beberibe-de-Ilaiio, com
fructeirai de toda a qualidade baxa e malta de lirar
lenha com urna grande planta de eapim canoa e
roca por preco muito comoiodo ; a fallar com o pro-
pietario padre Bacalbao.
Potassa.
Venderse potassa americana ,
muito nova, por ser prxima-
mente chegada, e cuja qualidade
he a melhor, que tem vindo, por
preco commodo : na ra da Ca-
deia do Itecife armazem n. 12 ,
de Baltar & Oliveira.
Saracas de cores
fixas a 160 rs. o corado
Na toja da esquina da ra do Collegio de Guima-
riei Serafm & Companhia vendem-se urnas chitas
novas com assentoi eicuros de soflrivel panno e co-
res fixas, a meia pataca o covado. Esta especie de
rbta-sar(a he da mesma qualidade daquella, a que,
na Europa preferem para leu vestuario as cria-
das de servir, e as mulberes de mediocre fortuna: e
como a economa nSo s no preco da fazenda como
na duracao d'ella he quem determina etsa preferen-
cia deve esta chita ser comprada pelas mucamas, e
por aquellas das habitantes d'esla ciilade, que, luppos-
lo nio sejio abastadas, tenbo todava ao asseio o amor,
de que em geral so dotadas. Dio-seamostras a quem
s pretender. Nesia mesma luja continua-se a ven-
der, a 800 rs. a vara, o excellente brim francet cor
de palha e pardo-escuro em cuja minulactura s se
ornpregou o mais puro e duravcl linho ; o bem assiin,
a 400 rs., lencos de grvalas, de cambala, muito fi-
nos ; lencinbos de cambraia brancos com cercadura
aberta ; ditos pintados de recorte ; e oulros com
barras de cures ; todos de cures (ios e proprio9 para
senhora e dos quae< dar-so-bao amostras urna vez
que doixem peoboresos que asquiserem levar.
Vendem-se, no fin da ra da Aurora n 4 2
raldeirotes de ferro coado, grandes ,- um terno de tam-
bores do moer em p ; rodetes e aguilhes anligos ;
ludo por preco muito barato.
Vendem-ie 14 escravos, sendo pretas com ha-
bilidades pretos e n oleques e entre estes um bom
cozinbeiro e com principios de pedreiro, o qual ven-
de-se para fura da proviooia : no pateo da Matriz de
S.-Antonio, n. 4. segundo andar.
Vende-se superior rap da fabrica dejoao Pinto
Cordeiro, no Rio-de-Janeiro : a ruada Crut, n. 60.
Agoa do Japao
Vendem-se 5 casas
terreas, no Coelbo sendo duas grandes, na ra dos
Praieres feitas a moderna com duas salas urna al-
cova 2quartos, corintia lora quintal murado o ca-
cimba cada urna, e urna dellas (em um grande quin-
tal enm mais de 20 ps de fructeiras ja. dando es
tribaria para 2 cavallos, casa de pretos e I Iniu tudo
de pedra e cal; 3 dilu pequeas, na ra do Jaiinirii
cada urna com 2 salas 2 quartos coiinha quintal
e cacimba ; tudo por commodo preco : na travessa da
Concordia, sobrado de um andar n. 5.
Nova pellc do diabo,
a I&440 rs.
Na loja dn esquina da ra do Collegio, de Guima-
riei Seralini & Companhia vendem-se cortes de cal-
cas com 3 covados e meio de pelle do diabo por
quatro patacas e meia cada um. Cowquanlo julgue-se
desnecessario mencionar as boas o excellenles quali-
dades deila (alenda .porque a primeira porfi que
della se vendeo nosta cisa e, ha (nipos loi annun-
ciada neste Diario,assaz as demonstrou, assevera-se to-
dava ans compradores que a porfi que agora
rerebeo-se, excede em hondade a primeira, tem riscos
modernos cores ^escuras ronsisteucia e groseura
felona; o finge bem u, mnA"'n*% "'"ir!! fS!?1!!.
Dar-se-hinos codea a amostra a quemospretender,urna
vez que deise o competente penhor.
para o cabello ; tem o preslimo de fazer crescer o ca-
bello e impedir a caspa fortifica os cabellos e os con -
serva Esla agoa he bem conhecida na Europa, e Rio-
de-Janeiro aonde tem merecido toda approvicio, pe-
los seus effeitoj Vende-se nicamente, na rua da Ca-
deia do Recite loja de fazendas n. 55.
= Na botica da ra do Rangel vendetn-ie os re-
medios seguinloi, dos quaes a experiencia tem confir-
mado os melbores effeitos : dentirico que tem a pro-
prindade de limpar o denles cariados, e restituir-Ibes
a cor esmaltada em muito poucos das; o uso do di-
to remedio fortifica as gengivase tira o mi chairo da
bocea proveniente nio ( da carie, como do trtaro,
que se une ao peacoco destes orgios ; o remedio be
desinado pelos nmeros 1.'n2.: orebata purgativa,
mui til as enancas e as pessoas de toda e qualquer ida-
de ; he composta de substancias vegetaes nio contm
mercurio, nem droga alfima que'posta prejudicar :
remedio para curar calos em poucos dias; dito para
curar dores venreas antigs, a que leem resistido ao
t re lamento geralmente applicado ; dito para provocar
a mens(rua(io e accelerar a accio do tero nos partos
naluraei, em quo nio se precisa das manobras scirn-
lificasda arte ; dito pBra resolver tumores lympbaticoa,
vulgo glndulas ; dito para curar bubas e cravos sec-
eos, o mais eficaz que se condece al aqui; dito oxi-
mel de ferro muito til as chlorois vulgarmente
chamadas frialdades ; pos anli-biliosos de Manoel Lo-
pes ; capsula; de gelatina contendo balsamo de cu-
pahiba ; ditas de oleo de muios purificado; ditas de
cubebas em pt finu ; ditas de assaletida ; ditas com pos
purgantes ; ditas de ruibarbo da China ; ditas de sul-
pliato dequininode 1 e 2 graos cada cansla; alga-
leas, velinbas elsticas ; pilulasde sal de cabacioho ;
agoa das Caldas, ebegada prximamente; remedios que
curai a frialdade dentro de 40 dias, mesmo estando in-
citado ; oleo muito bom para conservar o cabello, que,
alm de nio deixar cahir o cabello limpa a caspa e
cujo uso continuado lat rrapparecer o cabello perdido ;
pilules especificas para curar os gonorrbeas ebronicas,
quando a letio nio patsa da ureta; igualmente um xa-
ropo anti-bemorragico, applicado nos casos, em que se
deita sangue pela bocea : o preco de lodos estes reme-
dioshe mui razoavel e os bous resultados da sua ap
plicacio beque devem fazer sua apologa.
JG PtCT&SNacp
*iJOTS
He chegado nesta loja, das boas pecbioeba
um novo e completo sorlimento de faienda
como sejio: cassss muito final, e de radros m
miis engranados ; riscados eicocejei, de con,
bonitas e fitas; chales de leda, muito auperio-
rei; ditos de lia e leda de exquisitos e m0.
dernoigoiloi ; riscadinhoi muito largos, da fi
listras equadros miudinhos muito proprio
para camisas, por icrem de cores fitas, o m.
lando linho ; e outrai muitas (azendas finai
como lejo : casimiras modernas de mui o
bom ftoito ede lia pura ; oortei de colletes ff
superiores; e juntamente um reslinhoda pe. *
chinchas do lempo do roi velho.Recebem-ieem $
* pagamento ai cdulas brsnca de 2000 ri., iem i*
descont. jb
Chitas-cassasl
a 2240 rs.
Na loja n. 5, da esquinada ra do Collegio, deGnj.l
maraes Seraim & Companhia vendem-se chitn.tll.|
sas em cortes de vestido, com 7 varas cada um ; e (-1
tre elles ba lambem eambraias pelo diminuto nr.-|
de sete patacas. Igualmente se vendem pannos finos
entre-linos, de cores azuei, verde-escuro
a 2400 rs. o covado.
i prato, I
Potassa branca,
da mais superior qualidade em
barricas pequeas, e desembarc
cada no dia 30 de agosto pro
mo passado, vende-se por p^e-
eo commodo : eincasa de L, G.
Ferreira & C.
Vende-so urna gaiola de rame, muito bem fe i la ,
propria para um hiendo, ou para outroqual:|uer passaro
pequeo ; na ra augusta n. 38.
s-Vendum-te 5 redes novas.de pescara,sendo de dif-
ferentes tamanhos, o juntamente urna, que tem 36 bra-
cas de cumplimento e 3 de altura e feita de fio de
macahiba : na ra Imperial podara n. 37.
ATTENQAO!
Vende-se o (ormidavel rap princea da labrica de
Joao Paulo Cordeiro & Companhia no Rio-de-Ja-
neiro. Este rap be, sem exsgeracio, superior a todo
o rap fabricado no imperio; a sua boa qualidade tem-
Ihe adquirido grande crdito oas provincias do Rio-de-
Janeiro e Rio-Grande-do-Sul aonde be bem co-
nbecido pelo rap Paulo Cnrdeiro. Os amantes da
boa pitada venhao a ra da Cadeia loja n. 50, de-
Ironte da ra da Madre de-Dos.
=Vende-se a casa de 2 andares e lotio n. 24, no
Aterro-da-l!oa-Visle ; na ra Velha n. 55.
Superiores meri-
r
tlaP
Na loja n. 3, do baraleiro da ra do Crespo, ao p
do arco do S.-Antonio, vendem se os melbores o mais
superiores merines de dual larguras proprioi para
sobre-casaca a 4500 e 5000 rs. o covado ; os quaei
pde-se, sem contradicio asseverar seren o mais su-
periores existentes no mercado. Os pretendenles, que
quiterem levar, ou mandar buscaras amostras, promp-
lamenlu te Ibas dara,
Vende-se urna machina de vapor ; urna dita de
faier lijlos; urna serrara vertical; um manojo ; a is-
la do comprador se far lodo o negocio: no Alerro-da-
Boa-Vista n.5
Vende-se urna porcio de barricas vasiai, promp-
tas a receberem asiucar por lerem muito novas e
irpai, quasi todaa americanas; na prr;a da S.-Cruz,
padaria de urna s porta.
Vende-se graa do Rio-Grande superior, para
velas e machinas de vapor a '00 rs. a libra e em
porcio dar-ie ba mais barato ; na ra da Praia, arma-
zem n. 18.
O barateiro da rua
lo^rc-^'j.il,?, chi-
tas a 140 rs. o covado/
Na loja n. 3, do barateiro da rua do Crespo ao p
do ario do S.-Antonio vendem-se chii.s baratas de
ii mo- e ninos ilcciilios a 140 r>. o covado; ditas
m deleito slgurn tamhem de pali-i novos, ede
^xcellentes desenhos a 160 ri. o covado; ditas, tam
bem de padres ricamente istampados em bons pannos,
a 180 rs. seguras de tintas; algodiozmbo a 160a
vara, boa lazenda o boa largura ; madapolio a 160,
180e200ri. de soflrivel qualidade, e largo; dito,
a 241), 260 e 280 rs. a vara o mais lino e largo pos-
sivel ; chita* finas com deseohos os mais modernos ,
e estampadas as melbores fabricas da industriosa
Manchester, a 240 rs. o covado. Ha lambem um bel-
lo e rico sortimeoto de toda as fazendas finas como
sejio: brim trancado branco, francet, de puro li-
nho o melhor, que ha no mercado a 1600 rs. a va-
ra ; corles de cambraia lindamente estampada com
11 covados, pelo diminuto preco de selo patacas cada
um ; lindeza para vestido! que imita, pelos seus bu-
llanles dt.enbos, a qualquer lanzinha ou seda a 240
n. o covado; cortes de tarlataoa a 3000 n. ; grava-
tas de asseiada cassa estampada, a400 rs.; meias grava-
tas, a 200 rs. ; lencos de cambraia com cercadura ,
a 320 rs. cada um ; liodisiimas mantas escocezai e de
setim para senhora das mais modernas que pre-
sentemente existem; pannos linos ; cambraia lisa mui-
to fina. Recommenda-ie aoi respeitaveis concurrreotes.
que su dirijan a este estabelecimento que em nada
desmentir este limitado anouncio : e querendo man-
dar buscar as amostras, se Ibes dar sob o compe-
tente penhor, ou se mandars as suai caas, acom-
panhida de um caixeiro.
Cotins de linho, a
l&Ars.ocorte.
Na loja n. 3, do barateiro da rua do Creipo ao p
do arco de S. -Antonio vcndiir.-ie cortes d cotins de
inho pv-o quatro polacas e meia o corte. Esta fa-
ienda h i tal maneira fabricada de linho sem mis-
tura, que e pode, lem admissio da mais pequea con-
trariedade, asseverar e afiancaraos amantes dai laien-
dn durativa e economica, que a prova do primei-
lo corle augurar a prompla cootiouacio da concur-
rencia compra dos outroi. Dio-ie ai amostras sob pe-
nhor.
- Anda existe por vender
um resto das mui procura-
das brides com canecidas e
estribos inglezes ; na rua da
cadeia do Recite, n. 59.
= Vende-se urna escrava crioula de 20 annos ,
com urna cria de 2 annos ; a qual sabe eogommar ,'
cotiobar e lavar de varrella ; o motivo da vendase
dir ao comprador: na rua das I.arsngeirai. o 29
caa da alericio. '
Loucainha,
a 280rs. o covado,
Na loja o. 3, do harateiro da rua do Creipo, so ;i
do arco de S.-Antonio,vende-se lougainha, a quatoriil
vintens o covado. O proprietario d'esta loja tenJo i|
satisfacio de annunciar aoi seus attenciosos frnguezeiI
esta mui bella e muito nova faienda propria un
vestidos, toma a liberdadede observar, princip.lmenlf
as senhoras em geral, que pela boa manufactura, ri-
co-, e luillidiil-.s desenhoi em listras do teda em qua-
droi de variai cores e campos ora claros ora diiiiI
ou menos escuros, o finalmente pela teguranca e rcil-l
sed'esaas cores ella aprsenla as vezes urna bellae
sublime vista outrasseriedade e graca e outris un
aveludado om que a la tomar por seda ; e que por I
isso se [orna mui recommendavel e digna de grande]
concurrencia; tanto maii a um tao moderado preco,
de cerlo inferior s suai bou qualidades. Na iii loja vendem-se lindiasimos lencos de finissima cam-
braia do bellas cercaduras e oulros sem ellas, com
urna especie de abertura arrendada maiores/.inhoi do I
que os ltimamente anounciados proprios para I
amavel sexo e cujo diminuto prego he de um cruzado; |
aisinicomo pecinhaide finissimas eambraias com 6 vi-
ras e meia, proprias para vestidoi de senhora, pelo|
muito mdico preco de doze patacas cada urna. Ocio-
das estas lazendas e de quaesquer outras, que nula|
caa existi, dar-se-bio amostras a quem por ellai dei-
xar penhor
=Vende-ie urna eicrava de boa conducta de 2i
annoi o de linda figura com habilidades: ni rail
eitreita do Rozario defronte da rospectivaigrej, p'i-|
meiroandar porcina do barbeiro.
A os freguezes!
No pateo do Terco, venda n. 7.1
veode-ie carnauba para velai em libra* e arrobas; cofoil
lisos para agoa a 120 ri. ; araruta a 240 n. iS"
bra ; alettia e talbarim, a 200 n. ; macarrio ; pi""<
bolachinha inglesa ; tapioca, a 120 ri. ; cevula, al1-
n. ; eipermacele a 800 n. ; lingoigai a 320 3*11
n. ; louciohode Lisboa a 240 rs. ; cb:i hysson
2400 as. ; tequim a 1600 ri.; cal om grao i
rs. ; manteiga a 600 n.; banha de porco 320 W
alpista a 320 rs. oquarleiro; painco.a 240 ".I
queijos, a 1000 n. ; charutos regala a 1000 ri.
a doui por 20 n. ; vinho de Lisboa b'igueira
Pi-
lo e outroi; papel de toda ai qualidadei; oleo de
ohaca ; e outroi muitoi generoi, por preco tu
mais em conta que outra qualquer parte.
= Vende-se espirito de vinho; alri da malrii o-;l,
Vende-ae urna bonita escrava perelane'l,|
ada com bom genio sem vicios ; lava da varre- '
e cozioha poucoj: na rua da 'Cruz, o. 3.
Escravos
Fgidos.
= Desapparecoo ni noiledo dia 22 de junbo p"'l
ximo panado, drpoiida 8 horai, lando ido '" I
limpeza no Becco Largo o moleque Fnneiseo ,
naci Angola cor fula altura regular com um "*I
Ibo no rosto do lado din-ilo assim como um cM
nopdireito : quem o pegar, leve ao leu *e"'"' '
Antonio Joio da Silva no Recito. i,
-=No dia 26 do panado, desappareceo um pI,l
mime Manoel,naci Cabinda.baixo.cr prats, ro>'u I
dondo, pouca barba, lalla grosia, tem sido eocon |
do com bonete de panno escuro, eileve trabalba<>Jo e
casa do Sr. Meiquila A Dutra: roga-ie a quii o\
gar, leveo-o a praca dajlndepeodeocii, loj1' "'
quesera recompensado.
PERN. ; NA TYP- DE M. F DE FARIA
mutilado!


1
Anno de 1846.
Segunda feira 7 de Setembro
N 56.
S4%
DE
PERNAMBIICO.
(SOn 08 AUSPICIOS DA. SOCIBDADE COMMERCIAL.)
i creve-se na Praea da Independencia, loja de )ius n. 6 e 8, por iaj'ooo ris por anno. pagos adiantados.
PKECOS CORRENTES DA PRAA (Corregido Sabbado as 3 horas da tarde.
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Algodo I. lorte- -
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Asaltear uranco n caitas -
saascerado -
em barricas ou sao-
coi, braDCO -
a asascavado -
Conrea seceos salgados. -
Ucm do sola -
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EXPORTO.
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Huas.
Cculo.
Londres). ....*
Lisboa ................imtii^
Franca................
Rio de Janeiro.. ,........
l'RATAraiuda..................
a Palacea Braiileiros.......
Pesos Columnarlos........
Me.ic.nos..........
5V,eporl/rs.a0daj.
106 por cenlo premio,por taetal
M rasa por frasea).
Ditos
OURO. Moedae de l|t0 rautas.
a Ditas diua novas.
Ditasde4|000..........
(Juras hespanbola/......
Ditas Patriticas........
IJ7M
IfNO a
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#M0 a
IJTW a
IIjOCO a
Ifooo a
IIJ000.
I/7M
ijuno.
IJOOf.
I#900.
tijaoo.
161500.
9/700-
a HJ400
y^.
lOjaOO a tOflM
V, por canto ao mes.
FRETES.
ASSUCAR.
y.
i Liverp'ol ..<
', Caaaleolre Amburgoeliarre ...
> iocluindo portos Ingleses
(Genova em saceos ....i.....
iHamburgo caisas............
\ Bltico.....................
1 Trieste para calas..............\ |
10. *
\ nominal]
[Estados-Unidos.
' Portugal.
1 flanea ..
fis. 40 e 10 7, le priaaagaM
ALGODO.
Portugal...
K ranea.. ...
Inglaterra.........
liaiceloua.........
*.........
000 por @ sem primagem nominal
100 por @e 10 p.J> aocamb. de 100 pfr nomiw
VP "*eS P' *l* **' P"m*f*m-
ouOp.rge IOp.'/aaocamb. 100ojpes p. Ir
tOU ROS.
Inglaterra Seceos* J 10 0 ... por tonelada e i por cenlo.
rranca........................... 70 li ancos por toneladas, con le p. ,
Estados Unidor................... Nao lia.
-RT1
Ds di. II de Noveml.ro de 1811 .. liante pagaro Co; p. c. o r.pou tabaco
de pd, os charutos ou cigarros, o fumo ew r\>lo ou em lollia.
IMCI lirMIICtia tUIIICIIiI'lti, v b>iB| jj-a----------- -j
rasquino, ou outroslicores, e os vinhos de quaiquer quahdade e precedencia
Pagano 40 p. e as alcatifas ou peles, o canhamaco ordinario ou grossrtia, as
balancas de quslquer qualidade, e roupa feila, nao especificada na taa, as c-rus pa-
ra iogar, as escoras de cabo de mar.n, o fogo da China em cartas, ou quaiquer ou-
tro logo de artificio, o papel pintado, prateado ou dourado, sendo de qualid.des
linas, o papel pinUdo para sonar salas en collccces ou paixagens, o papel de Hol-
anda, imperial, ou outro nao especificado na tarifa a plvora, os sabonctes, o sabao,
osaboem velas, as reas de Slesrina ou composico, as ameixas, ou oiitras (rucias
em frascos ou laUs. seceas, em calda, ou em espirito, o chocolate de cacao ordinario,
o vinagre, os carrinlios, carruagens ou caitas jo-os, rodas, arreos pera urna e ou-
ra cousa as esleirs para forrar casas, os ca ros para conduzir gente, os sociavets,
s silhes, os sreieiros e linteiros de porcelana, e qoalquer obiecto de lonca nao com-
prebendido na Urifa ; os lustres os clices para licor ou vinho de vidro liso ordina-
rio, os de vidr moldado ordinario lavrado ou moldado, e lavrado ordinario da Alle-
manha e semelhanles os le vidro liso moldado ou lavrado, de fundo corlado ou liso,
com molde ou lavor ordinario ; os clices para Champanhe ou cervrja, as canecas
e copos direilos da 10 a I em quartilho. as garrafas de vidro al I quarlilhc ou mau
sendo todos estes ohjeclos de ns. I e 7 as garrafas le vidro pretas ou escuras da
inesma capacidade, comprehendidas as que seivem para licores ou Le-Hoy ; os copos
para latientes ate urna caada, os frascos de vidro ordinario com roldas lo mesmo
u I libras ou nsais ; ou sem rolha al 3 libra ou mais, os le Imca larga com rolhns
do mesmo, at 4 libras ou nuil, ou sem rolha para opodrMoc os vidros para a-
lampadas ou caodeiros, as uboas ou folhas de mognoou oulra madeira lina, e tras-
tes de quaiquer madeira
fagaro 75 p. c. o ac, alcatrSo, tinco em liana ou em folha. chumbo em barra
ou lenool, estanto em barra ou em verguiiiha. ferro em baila verguinha, chapeo
linguados para fundico. folha de Flandres. galha de Alepo, lata em folhas, laloem
chapa, marbm, salare, rime, lasealliao, pene pao, e quaiquer ouiro, secco ou sal-
Eado ; tiolacht, carne secca ou de salmoura, berva-doce. fariuha de trigo, pellicas
ranea ou pinUdas, eordoves ou ciles de becerro para calcado, becerros e rnuros
cuvernizados, Muros de poico ou boi, salgados ou seceos sola clara para sapateiro
ou curreciro, cobre e caparrosa
Pagarao 70 p. e. a trigo em grlo, harrilha, canotilho, espi^uilha, fiaras, fios,
franjas, lanlijoelas, paladas, passamanes, sendo fie ouroou prala entrefina, onliua-
ria ou falsa : (aloes da mesmt nalureza, ou lecidos com reiroz, hubo, al^odo ou
seda, rendas oo entremeios de algodo nao bordados ; temas de fil, as de algodo,
retroi ou tracal lencos de caanliraia de linho ou algodo, e bandas