Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08372


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Full Text
N
Auno de 1846.
m
Q iiarta fe ira 19
O DIARIO puhlics-se todos oj dias que nio
forem He gira: o preco da assignatura lie de
40OO li- P01' qoa.rtel, pagar adianladas. Os
,oouucio$ do assigoaates sao inseridos a raio
jc jn neis por linla, 40 ris ei typo difiere i-
u e m repitieses pela metade. Os que no fo-
rero asignantes pgo 80 ris por lida, e 160
ti typo difireme.
PI1A.SES DA LA NO HEZ, DE AGOSTO.
i vi cheia a 7 as 3 hora a 10 minutos da man.
Min-Balitea |3as8 llorase 31 min. da larde.
.ua"nora a II as 0 horas e 5 min. da tarde.
Ciescente a 58 as 7 horas o SS minutos da tarde.
PARTIDA DOS CORRF.IOS.
Goianna e Paralivi'a, Segundas e Sedas reiras
Rio Grande do Norte, cliega as Quartas feiras
no meio da, e parte uas mesinai horas nal
Quintas feiras.
Caho, Sernhaem, Rio Pormoso, Porto Cal roe
Maccyd. no 1.", II e 21 dcada roe.
Garanhuns e ttnnito a 10 e24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as Quintas feiras .
Olinda todos os das. '
PRE\M\R DE HOJ8.
Prmeira as 2 horas e 54 minutos da tarde.
Secunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
de Agosto.
Anno XXII N. 189;
DAS DA SEMANA.
17 Segunda S. Msmede aut. .1 .1. dos or. e
doJ. do C. da 2. V., do I. M da 2 y.
18 T" S. Crispo, aud. do J do civ. da t.
v., e do J. de pal do 2. dist. de t.
ID Quarta S Marianno, aud. do J. do cir. da
2. c di I de par do 2 dist. de t.
2U QuiilaS 'i nardo, aud. do J.de orphSot, e
do I municipal da I. vara.
21 Sexta S Joanna, aud. do J. do civ. da I.
r. e do J. de pas do I. dist. de t.
22 Sabbado S Timolheo, aud. do J.do cir. da
I. r., do I. dist. e do J. de t.
13 Domingo S. Filqqic Reido.
CAMI'IOS NO DA 18 DE AGOSTO.
Camino sobre Londres ld. p l/aflOd.
Pars 36.) ris poi franco.
. Lisboa 104!"', ramio.
Desc. de letras de boas firmas I '/, p %* me*-
OuroOnc hespan'iolas l > Moeda de J400 vel. I0a00
o de Ga400 nov. lfOOO a
> n de 4J000.. 1100 a
Prala PaUces....... laOtlO a
g Pesos columnarea. l|(0O a
t Ditos Mexicanos. If20 a
Miuda.......... IJ7B0
18*700
|C|I00
tlioa
t70
IS70
I#40
11780
Aecoesda Comp. do Reberibe de S0I000 ao par.
DIARIO DE PERMAMBCO
AVISO.
IVo ultimo dcste mez finda,
na thesouraria geral, o troco,
pela mcsn.n quantia. (]* cdu-
las de 2#000 rs., cor.branca;
e do i. de setembro. prximo
futuro em diantc, nao so esse
troco ser fcito com o descon-
t mcnsal de dez por cento ,
al Itearcm as mencionadasce-
rjulas^sem valor algum, como
serao dttp substituidas, no gy-
ro comnsrcial pelas estam-
padas cnroapefazul com os
caracteres encarnados.
aaaajaaaaMaaaataaaasaaaayaMawiaa^^Baagwawa^Baaaaaaaaa
~~~ PARTE OFFICIAl.
Governo da Provincia.
EXrBDDInTE DO DA 28 DO PA8SADO.
Odelos Ao commandante das irtnas e ao eommis-
isrio pagador, Inteiraodo-os de haver sido o padre
Cbristovao de Hollanda Cuvalcanti nomeado eapellio
do a. batalho de artilharla a pe, por decreto imperial
de 3 deste mes (julbe).
Dito Ao Inspector da thesourarla da faienda, deler-
mlnsndo, que, no crrente exercicio, suppra ao arsenal
de marlnha com as quanlias, que, corresponde-ules a
1:315/160 rs., requlsitir em cada mei para as dspo-
tas do pharol a da barca de tuccorro. Particlpou-se
ao inspector Interino do arsenal de marlnha.
Dito %o Inspector da thesouraria das rendas pro-
rlnclaes, validando o contrato, porque Manoel Antonio
dos Santos se obrigou a mandar laier o muro, que, no
Salgadiob, tem de amparar os atorros da estrada, que
por alli passa.
Dito Ao preleito do hospicio de Nossa Senhora da
Penha nesta cidade, exigindo InformacSo Acerca de um
ollicio, em que o Btm. director do corso jurdico de O-
linda de novo di os moliros, por que se ha negado a
mandar entregar alguns dos lirros, eiistentes na res-
pectiva blbllotheca, e por S. Krma. reclamados, como
ao mesmo hospicio pertencentes.
DitoAo engenheiro em chele das obras publicas,
determinando, queda pedra de calcar, rinda da ilha de
Fernando, laca por urna porcio disposfcSo da cmara
municipal desta cidade. Partlcipou-se mencionada
cmara.
Dito Ao mesmo, permittindo-lbe, que mande fa-
ter os concert, de que precisa o (ciliado da cadela
desla cidade. Participou-se i thesouraria das rendas
prnvinciaes e Inspeccio scal das obras publicas.
Dito Ao mesmo, ralidando os contratos, por que,
autorltado pela presidencia, engajou, para serrlrem
por Ires metes na repanicao sob sua diroccSo, os enge-
nhelros Floriauno Desli Portier e Joo Lola Vctor
FOLHEtlM.
A LEA. (*y
por f reDenco ^oulte'.
SEGUNDO VOLl'ME.
XVL
EXPX.ICA(?X3.
Pela manhSa, Domtha, que liarla pastado a urna
criada i marques de Mntaleu o cargo do enferiyieira
de Monrion (porque o rlho marques hara sido avisad"
do tocceeao da onle anleoodcnle pelo cominisiario de
pnlioia), Dorntliea, diienioa nos, deixira a ra Joubert,
e fora ler rom sua ama no bosque da Boologne.
Era alto dia, quondn ella la chegnu. Emrou no apo-
sento de Leona, e aohnu-a na pequena bibliotbeca, que
preoedia ao quartu de dormir.
Ouri-lo chegar....... elorantei-me.
A muda, que fallava as mil manrilhas, disse-lbe de-
vegsrmnoi
Eolia?
Anda dorme....... que honre?
Do'olba contii-llio lud.........
Nao poda Leona deixar da iir de lanos quiproqoos
lo cunimittarin de polica.
Mas, etn sunnua, tiitaeella einfiu, quem he otut-
peitof
Ifr. Monrion, grncal- carta, que Ihe metli na al-
gibcir.i da casaca.
No caso de baterein pesquisas ont mi'uha casa,
Lleuthier. Partlcipou-se ao inspector da thesourarla
das rendas provinciaes e ao Inspector -fiscal das obra*
publicas.
Dito Ao Inspector interino do arsenal de marlnha.
dando-se por InteiradiO de ter Jlo Antonio da Silva
Grillo arrematado em bast publica o hlate Ilom-Jesus-
dos-Navegantes, pela quantia de 1:130/000 rs.
Dito A Jnaquim Luii de Mello Carioca, declaran-
do-te tlente de ler S. Me, na qualidsde de supph'nte
da primelra vara municipal deata cidade, assumldo o
eiercicio da metma rara.
Dito Ao bacharel Jos ((.armando da Costa Mono-
tes, acensando recebldo o seu ntido, em que dava parte
je harer reassumido a segunda rara municipal desta
cidade, de que he supplente.
Dito A' asmara municipal de Garanhuns, decla-
rando, que, porconta da quota rotada para suas despo-
sas eventuaes em o art. 16 da le provincial n. 141. de
10 db maio de 1815, be que devesupprlr de lut e agua
a cadela daquella villa.
Portarla Mandando, que Zelerino da Cunha Bas-
tos se passe patente de tenente-ooronel commandanle
do 4.' batalho da guarda nacional dos municipios de
Serinbaem e Rid-Formoso ; e a Marciano Goncalves da
Rocha, de mejor do mesmo batalho. Partlcipou-se
ao commandante superior interino da referida guarda
nacional e aos nomeados.
Colunia i ido das Armas.
EXPEDIENTE DO DIA 30 DO PASUDO.
Ofllcio Ao presidente da provincia, informando o
requerimento do soldado particular do -3. batalho de
ariilharia a p, Pedro Jos Borges Uchoa, que ao go-
verno Imperial pede escusa do aervico, por ter acabado
o seu lempo, como voluntarlo, de quatro annos.
Dito Ao mesmo satisfaiendo a eiigencia feita em
seu odlcio de 27, com a informacao dsda pelo coronel
commandanle o 1." batalho de catadores, peticao
de graca dirigida ao Soberana pelo ei-soldado Innocen-
cio Jos da Silva, ooodemnado ao carrinbo perpetua-
mente.
Dito Ao mesmo, rogando a eipedicSo de sua* or-
den*, para serem recebidos no brigue-escuna de guerra
Capibaribe o altores Jorge Rodrigues Sidreira e cinco
desertores, que se destinao capital do Imperio.
Dito Ao mesmo, procurando saber qual o juir,
que devia funecionar na auditoria da gente de guerra ;
por itso que o bacharel Vicente Ferreira Gomes bavia
i.llicialincnte cotnrnunlcado a *. que donara o exerci-
cio de auditor, a 7, que de novo assumira ditas func-
coes, no entretanto que a 29 o bacharel Antonio da Sil-
va Neres communlca estar no exercicio da primelra ra-
ra do crimo, e conseguintemenle na auditoria.
Dito Ao mesmo, communicando, que o soldado do
i." batalho, que se mandou escusar do aervico, por
aviso da reparticao da guerra, de 9 do crrente I julho),
se cbama Izidro Gomes da Silva, e nao Itidora, como
rem no ofllcio de parlicipacao, e mencionado no citado
atdso*.
Dito Ao commandante das forcas da provincia das
Alagoas, aecusando a recepcSo dos seus ofllcios de 4 e
21 do corrente (Julho), que acompanhro aos deser-
tores do I." batalho de cacadoris,-a duas pracas de ca-
vallaria, etc., ote.
Dito Ao coronel commandante do 2. batalho de
ariilharia a p, remetiendo um ofllcio do commisssrlo-
pagador, acompanhado de um mappa demonstratlvo
dos gneros recebidos para supprlmento dos presos, que
ltimamente segn Ao paia a ilba de Fernando, do que
. .'
() Vida Diari n. 181.
que (iieste tu da factura, que te servio pra imitar,tu
bem a U-tlra detaa rapariguita ?
A factura do apparelho do oh ? queiraci-a.
Detle niodo, nada para'o plano dcLrna hara sido
intil, nem esia farlura, que ella hara recebdo oum
lio aineacador aorriao. Prevera ella j, na oocasiao Ha
ua ida ao armatem do Thur, o nso. que d^tsn factura
faria um dia ? Por cerlo que nao. Masera tima orina,
que Ihe punhao nat maos, e cujo uso deviso as circuns-
tancias dictar-llie.
E a carta de Amab?
Teiihu-a aqu.
Da-ni'a i-a, diste de prnmplo Leona, e guarduu-a
em urna pasta Imitando un livro, encaderiiado de vellu-
do com eantoneiras iloiiiii'o, e que te abra, compri-
inindu moa dat peilraa precinta, que o giiariieeiiii.
Nio hara etta carta tem dunda produtidu amJa lodo
ii mal, que Liona podia della esperar.
lliu.i pergunla fui por ultimo dirigida cm rox baixa
a Dorutliea......... Era ah, que te achara tem duiida
o perigo.
E o reato do rinho, que Gutlavo bebeo? Ihe ditte
elia.
Derrarooi-o na cima, e o fugo ardeo toda a
noiie.
Bem, ditae Leona com profundo totpiro, fuelle
bem....... eu u bavia etqueoido.
Que era isto ento? veneno, ror certo, propinado
por Leona nena ceia, ero que perturbara a ratiu de
Monrion. Procederan dette veneno o catado bornrcl,
ero que o havilo adiado, quando derrnbarao a porta,
e a oungetliu cerebral, annuneiada pelo medico ? Nin-
guem jaraaia teria arrancado etie tenebroso tegrodo,
nem ama, ero criada, te orna dellat so nao hourera
encarregado do o revelar. Mat, antes de l chegarroos,
compre-nos diter anda algumat palavras da explicaco,
que teve lugar entre Amab e Leona.
Ella haria-lhe referido ludo, e elle, trmulo, espan-
tado, Atara hurroiitadu etta roullier, cuja ros o hnvta
eihbriastado, cujo amor llic havia cautado urna tde de-
riiradoK, que t ella pedia salisfater, tem jamis ex-
tingui-la. Elle tudo linha ouvido, tudo acceito, ella o
se consumi, do qoe restltulo e do que reto a faltar,
aflen de ser indemnitado, por mel de descontos, nos
vencirnentos do sargento Felisberto Montelro, que foi
encarregado de tal supprimentn.
Dito Ao capitio commandante do deposita, prere-
nindo. quo o mesmo depositla ser dlssolvido no dia
I." de agosto ; exigiod urna relacio nominal das pra-
cas, cuan o destino de cada orna e dando outraa prorl-
dencias tendentes dissokco.
II1KM DO DIA 31.
Ofllcio Ao vlce-presidente da prorincla das Ala-
goas. eniando um requerimento do lente Manoel Lu-
ciano da Cmara Guaran, que pede, se Ihe declare o
lempo, em que dere Andar a c nsignacao mensal de
JO^OOO rs., carregada em saa guia, setn estaespec:fl-
caco.
Dilo Ao coronel director do arsenal de guerra, re-
quisltaodo urna nota dos artigos de lerragem. que lorio
foroecldoa ao deposito, dorante o commando do capltt^j
J. A. do R. Barros, com espccificaco das pocas, em
que Lirio dadas.
Portara Mandando excluir do deposito, e passar
euia ao soldedo Alexandre Jos dos Santos, do 6." bata-
lho defecadores, que segu para a provincia das A-
Idgoas. ____________^^^
INTERIOR.
Rio-d<3-.Janeir<>.
DISCURSO,
QUE, ISA lEtSAl OA CMARA DOS SRMIORES DEPUTADO, DE
20 DE JULHO ULTIMO, E POB OCCAtlAO DA DISCUntA DE
LM PBOJECTO ACERCA DO MXIMO DO JURO CONVENCIO-
NAL, PIIONUNCIOU O ESlI-iR REBOUCAS.
(Conciui/to.)
O orador expe alguns casos, em qoe se pode dir a
hrpotheseda nocessidade a reipeito do un propieta-
rio do engenho e fabrics de sssucsr, carecendo de al-
guma parto do teu custeio, para o por a moagem e con-
iluzir seus producios ao mercado: sssim como tobre
proprielarins de quaesquer outros eslabelecimentos a-
gronomicos, industriaes e mesmo urbanos. Figura a
accumulaco dos premios tempre para mais, na caso
da impossihiliilade de serem pagos nos estipulados pra-
zos, porefleilo do diflereolcs causss naluraei e asmis
obviss, pelas vacillacSes do mercado, e mesmo em re-
sultado lo descrdito inberenle ao mesmo laclo do om-
preitimo dedinheiro a um proco absolutamente incom-
pstivelcom lodosos calculo do lucro e proveto.
Pitsa ao dopois comido rar a ab lidade do le tornar pontual o proprietario, alies mait
abastado e mait bem eittbelecido ; e se recorre eons-
trangido ellienaflo de alguns bracos do la fabrica ,
para alimentar aosdemais, nem por isso deixs dse ir
precipitando de damno em damno, al ahysmar-se !
Pergunlarei, dii o orador, nosSrs. deputado, se o
economistas polticos, que tncnctonni, e cuja autori-
dadeseguem, attingem algumas especies iguaes ou le-
melhsntei ii quo tenho ponderado? ConsiderSo elle
alguma couia, que te pareca com o que lia occorrido de
alguns annos a ella parle sempre para peior no Bra-
sil ?
O Sr. Franco d um aparle.
OSr. Rtboucnt: Ellos dizem, quo nos contratos
tobre hyiiothecas o premio ou intorosse convencional be
Mitit ti amata, lnha-te ving.idn......... havia sido jaita. Coro
iftvilo. Itnaoberba, lo implaonvel se inontrra lici-
ta narr-iefi i; com i"io altaneirn ancento hara dilo:
. O condu de Monriiin qiiis me tratar cnino urna inero-
trii, niorrer imbertn de ridioulo e detlionradn.........
Oulro (fallava de Carlos) nio fox subir o rubor l face
em mi.i iin ii.....;.......... EnKovalhci-lhe o nomo iiiirai
deihonra di'iruiSa, e at maos com o tangue do um ho-
rnero bebadn. C un lio infloxirel ro, em lio detapie-
dado t'iin havia pronunciado ettat pala/rrat, quo Amab
treme" |",r meitno, o Iho disto :
Esi boro.
F.de mais, ella haria-lhe lio boro explicado como mo-
liera p-lo a abrigo de toda a impela, como a toa loo-
Ca paulo por elle Ihe impirra nu Hinroento, em que
ia pcrd-lo e.oiu tanta astucia se Ihe iiaria |>eiielradii no
crtelo, fuiendo-llie ver, que elle nao aioava Julia, que
nanea o havia amado, que o refugio, que elle fra pro
curar net.a rapariga tem paisao, preceda da punca et-
tiaia, que de ai pr.ipriu linha, porque nio nutava eror
oo merecido eiilliutiatino, que intpirava \ de tal arte llie
Ii.via arrancado d'Hlnm m segrudo dns s**ut .onhot de
aiubicflo ; e, comuguido itto, com lal geito Iho hara
dito, que elle era un deun humeni, a quem o niundu
perteuce, e o genio abluir dat ubrigajet da moral
vulgar, atsiin nunio cita ot eleva aoima do vulgar da
arle \ com tanta eloquetioia I lie hara deinuiittrado, que
lodo u pedestal, a quo to quer subir, atienta sobre ou-
rncoei eipedacadot, reputav^et penlidat, aniitades ro-
tas, como a peanha dua conquittadoros se baia tobre
exercilot de cadveres; lio tFuuta Iho havia repetido,
qno aquelle, que p6e a mira ii'um aire elerado, t pode
l nhegar coro a condiclo de nio parar aotgrilutda
mullier, que elle tere, do nieniio, que deita por t ;rra,
du ainigu, qne etniaga ; hara mittoradu estet barbar.
tophitmas de lio ineigua torriaoa, lio ardenlet caricias;
euro tanto torrilitmo havia beijado, como urna eicrava
tubuiiiia, a rolo, a quem hara dito: fere de lal surte
hara deslumhrado, fascinado u raalavciiluradu Aintb,
que este se |uvia erguido orgulhoio, ouareuoido e
prettes a aoeeiiar o futuro, que to bnlhante Ihe mos-
trarlo.
commummente o mais mdico; porque os motos otos
contaocomo lucro doi seus capilaes sem os risoo da
impontualidade e menoi insolrajjjlidade, que, pro-
porcio, mais alto ho o aloguel do dinheiro empregado
as industrias e emprees cubjeitss a probabilidades de
mo evento. Mas. Senhorei. diris, que nos empresti-
mos com bypolhecss de predios urbanos e mesmo ruraes
entre nos se d isto ? Em retira geral oio se di. Pois
bem, digo-ros, que ri hypotbecss sobre predios urba-
nos em garanta de dinheiroi a uroi do 3 por canto ao
mei na cidade da Bhia ; e o resultado foi. que o do-
vedor, originariamente de menos de 6:000*000 rs.,
vio-se em poucos annos ler de pagar muito mais de
20.000000 rs. !ll E os pagou por muito fsror, qoe
Ihe considerou fatar o oredor, tomando-lbe as hypo-
theoadas propriedadesurbanss por procos calculados na
rasao do seu rendimento de 8 e 10 por cento entre al
mais e menos novas, e de melbor local e conitruc-
co.
Poit.asiim comoem pagamento se caleulou o rendi-
mento das propriedades no seu msiimo preco.psra que
loisem computadas em menos, porque nio seria o in-
(ereise regalado ni rasAp do rendimento dos msenos
hensbypothecados.senao em mais de quatro vetes a im-
portancia dalles ? Harera, tneus Senhores, eiemploi
diiso na economa poltica, em que leles ? Slo assim
os emprestimos feitos em Hollanda e Inglaterra, aos po-
ros da Russia, aos dos Eitados-Unidos, da America, e
a quaesquer outrof ?
Os economistasditom, qua os emprestimos feitos i
Russia erio por maior interesse do qce aos Estados-U-
nidos, em rasm de serum os Americanos msis pircos e
mait lahoripsos. e.que, lavrando em Ierras mais produc-
tivas, oflereciio mais garantas de pontualidade. Pelo
contrario, que os emprestimos feitos os Russia o erio
porum interesse maior, porque os propietarios ruisos
empregato grande parle do seu rendimento em seus
sstos de tratamenlo peisoal, nao erio to parcos e eco-
nnmicoscomoos Americanos : que semelbantomenle o
premio do dinheiro, quo se emprestsrs para a Ameri-
ca llespanhola.em sua desenberta, era maior que o pre-
mio, que pagara qualquer dos preditos paizea, poique
esse dinheiro se destinara a esploracio e larras de mi-
nas de prala e ouro ; e aconteca, que algumas rezes se
explorarlo escasiamenle duas e mais minas, sem se en-
sontrarem tantos desses metaes, que battatsem a cobrir
os cu pitaes emprcgsdos e harer-ae o lucro, que espera-
vio os emprebendedores e prniic- s deata especie de in-
dustria ; vimlo a ser por conieguinle o dinheiro, par
esse lini emprestado, qoasi um dinheiro de risco e sub-
jeilo aoi lances de felicidade ou inlelicidsde dos toma-
dores. f
Eis-aqui noque bem se pode diter, que se resumem
os exemploi e as bypolhoies, sobre quo rezlo os escrip-
lores de economa poltico, a cuja autoridade recorrem
os illustres deputados. Por seu escriptos, conbecemos
como, na rsso do augmento di maior o melbor riqueu
o peileican industrial, bailara o aluguel ou juro do di-
nheiro na Inglaterra ; e na Hollanda mais do que em
parle alguma, por serem os Hollndoles lio parcos co-
mo hbilmente laboriosos. Como descera na Frinc o
na Blgica, como em toda a parto ; porque Ibei nio se-
guiremos lio hons oiemplos, nos, que aos estnngeiroi
queremos imitar em tanta cuosa impropriamente ?
Nio cnnlteceia o meu heme, leitores ?....... Nio oo-
iiheccii etlc snjeitu enin proaurapcflel de hornero do
bcro, muito ambicilo, roas que, encerrado na acanlia-
da eipliora da aua iimiginaelo, procodo por meios oal-
ruladue onm prudencia; aRm de escapar-se por entre oa
un e iltenlo, arligot do cdigo criminal? L te aoha
elle de improviso um pretenca de urna grande audacia,
do urna potente iinaginacin, que Ihe nioitra, que perde
leu lempo em rodear obttaoiilot, porcuna dotquaei
,is all'o o tu talla" a pt juntoi: jiilgara-te elle hbil,
o iiln he naia que poltrio estar a anudar o terreno,
quando ja oa outros lerlu obegado....... Elle arrstra-
te, ot oulrot ruin. Entio ernrergoiiba-io da tua peque-
iiliei, eaeha-te ridiculo ;jp>.... quer pertcnoer a eaae
pequenn circolo, que guia'oe deraait humeai: entrga-
te a quom quer dttp6r dama eroprotlada audacia, e
lurna-te un iniranlhnau instrunienlu usa mius de
quero o quer governar. Eis o imito Amab.
No fin da explioaclo, que ello tere ouro Lona, os-
lara ten coroplioe, porque posava-lho nlu haver tido
parto nena infernal combinacao, lo victoroaamento
cseculada. O liudo egosmo do humero SO leve um ar-
rouendinenio durante e erabragoei. Aodeixar Leo-
na", que ohnva imirudo a reipeito dt mineira, por
que devia responder a quera o inierrugatta, quer em
juno, qnreopariieular, neaie momento, ero qoe to
devia pentarnahora, om que a tornara a rr, dute-
Ihe elle anda:
_ Mat etta earta, que fes, qoe Julia atliitie de can,
oil roste cortt do qoe detapparooeu ?
J que tudo quer tiber, dir-lhe-bei, que a tenho
eroroiiihasinioi.
_ Oh! d-iu'a.
_ L-go.
_ Mas, quando i
No da do nono casamento.
Era aretpoata cruel. Amab empallideeen; Leona a-
percebeu-te ditao, a, quando elle se retirou, repeli
anda urna ves a patarra fatal:
Elle c ba de rir ler.
r'
(Continuar-i9-k*,)
i ILEGIVEL


Urna vea eilabelecido o muioio do juro, por le, querestabelecimento semelhiote por monos de mel. de do
nft nnr hita <| n. ni .r In^r,, .1 nr.-.iiuit, ..........,. I .. .1: .J .. i i .
tome por liaso o maior lucro ci proveito provavel do di-
nheiro roais bem omoregilo na industria mm ventajo-
sa, os capitalistas prcrirS dii-io a quem Ibo preste
maior emelhores garantid ; na rasio disto, ter-so-ba o
uielbore mais apropriado uso eem; ..o do dioboiro
tomado; do seu melhor uso o i". jre0'os rosullar
maiore proveito, edesles a abundancia e riqueza ge-
Se tantalor a concurrencia, resultante Ja eflhacia dos
emprestimos, que laca Daixar o interesse convencional,
de manara quo os cpitalistas prefiri empregar suas
accumulacdes.ellesmesmos, em div-rsas emprezas in
dustriaes, conrertemlo-se era grcultore. fabricantes,
el:; nio chegaromo i feliz posicio dassn pames, por
cuja efiectindadtjdo exernplo tanto reclamo i' Ao con-
trario, era cons'quoncia dessa nefanda lei, que facul-
lou a coovencio de intoressos ou juros do dinbeiro de
einprestimo, de ordinario quem os o florece maiores he
quem menos pensa e redacte ; e quem menos pona e
reflecte, consom sem proveito aiRU.ui real ; e quem con-
torno sem proveito. ni.) so torna til a ninguein
O capitalista fica muitai vetes com as aUtbeiraB ebei-
ai de papen, ou com asexecucoe nos cartoros ; u o
tomador, bu tem predios, os v reduzir a fogo morto, a
pardi.iros. a ruinas ^ campo raso. Fabricas, custeio,
tudo foiso. Km seu lugar o espectculo da lastima e da
destaca I.. ..
Exrnalo, sim. exemplns ioio nosso paii nos os to-
mos muiloa : e nao serio uniente esies, existindo a('-
gravando-se o incrementando-se suas causas.
O banco comrnercial do Rio-.le-Jane.ro empresta,
termo medio, de 7 a 8 por cento, o da liabia lamben,
empresta a 8 por cenio; o, alm disso, concede aos mu
tuanos, que, faci o pagamento dos premios e do capi
tal por preslacaes, no decurso d 5 annoi. Nao pode ha-
ver, pois nada mais favoreve! actualmente do que esse
interese de 8 por cento com as ventados de urna a-
morlisagao lio commoda.
l'orque, nio obstante, eonservao esses eslahelcci-
mentos dinheiro em caixa o de muitas postoas om de-
posito decenas e dezenaa decontos de ris ; c nlentan
do see.imenle com ointerosse .le 5 por cent ? Como,
nao obstante tanto, oontina-se a tomar dinheiro or
mioa particulares., juro convencional de t e mai
cento mcnsalm.'nte ? A rasio b
devido valor na rasio doieu producto liquido.
Pondera que temelbiotes vicissitudes afastio do
Brasil a vinda de capitaes da Europa a prostorem-se
agricultura e a todos os outros inelhoramentos mato-
nees, quando, alus, lervein consderavelmente ao on-
grandecimento de outrot paite, que- por ventura tao
bom dotados nao o sio naturalmente pela Providencia
Divina.
Pondera, que ainda a laxa do juro legal, menor do
que a do preco correte, nao cauaria, o nem geral-
menle causa tanto mal, como a concesslo Ilimitada ; e
Irai i recordado de que nunca empeioiamos at 1832,
anda que vivessemos sem tanto recursos sociaei, e pas-
aremos pelos detnmontos e subtracio de fundos, se-
guida a guerra do nossa poltica independencia. Dir,
que, e fossemos examinar as contas correntes dos pro-
pietarios, que teem sido tentado!) a comprar Africa-
no, b incorrido na necessidade de tomar dinbeiro a
premio, venamos, que muito pouoos haverS, que tra-
balhem para si, seno para os teu credore de dinbeiro
a premio, quo veem a ser realmente o dono da pro-
piedades dos seu pergravado devedores.
or que rasio os Mollandezea o outros povos da Eu-I'1
ropa, que negociio sobre seuB fundos pecuniarios, -oio "So quiorio aubjeitar as oondif nooesjaria.
entntente prevenidas pela cmara, nSo Ibo constando,
al o presente, so tenha infringido nenhuraa de suaa dis-
poaJeei.
Ontro do raesmo Exm. pretidentej participando, que,
o ni silencio as conveniencia do aervico publico, allo-
ruu a organisaco daa primeira o segunda (egida da
j; nard.i nacional desle municipio. Intoirada.
Oulrn do iiie.mii' F.xro. presidente, exigindn, o.o o dia
3i de agosto prximo futuro, mu relalorio circiiiiiatan-
niadu ilu negocios da municipalidade, para ser prceen-
lo & osaembla legislativa provincial, na sua prxima
futura sessSu ordinaria. Inteirada.
Outro do inesmo, remetiendo ramara, para dar aa
providencias neeesaariai, un oflioio do presidente do
' iiiir.'lln. de sal.ibri.lade, em que reprsenla aubre mn.i
edifioacao.quo so esl fatend no boceo do Aicitc-do-l'c-
xc, e di. Hurgo, por llie parecer, quo neiaa edifioacSo
.i."., ao t ic di observado aa posturas. Mandou-ie ounr
a., fiscal respectivo.
Outro ilo .secretario interino dogoverno, remoliendo,
I'oi ili'in do Exm. preaidento, o exoroplarc dos deore-
ins e iIi'i'mV.'s dog.ivern.), tildo do aiinn prximo Ru-
do. Mandou-so aroliivar.
Ontro du procurador, podindo npprovacio do ar-
remlumenlnt, que Hiero, das caaas da praca da Indepen-
ile.iei.i, ii.' li e'l, visto quo o primeiro rendeiros
PatachoExpreitbotija.
Consulado.
Renduiukto do du 18.
%**}>'>........................ 578,205
Provincial.......................... 274-713
Diverta provincia.................. 2724o
880,158
po
por
Biuquo do 183i para c
muitos pr..(.rielarlos fi.ft.ao consecutivamente onerados
de debites com o vencimento de juros convenciona.es: e
por isao nio oflereeem garanta! d.- poniuahdado certa
nodeiemp.nhoda obrigacOos. que tenbo de contra-
er de novo com esses estabelecimento : vlndo por
conseguinleo ser oo menos directamente inuteis para
os proprielarios, quo estiveretn as exposta circuns-
tancias, ou para muito dclle : ewquanto que os que
dio dinheiro a premios ilhmitados coot.nlo-so com as
reformas e nio se in.porlio com o primitivo capital,
antes prelerem Dlu ir-r dellc pagoi, emquanl,. reconhe-
cem, que os devedorra (eem as su*B proprie.lades exu-
berenle valor, com que a final se locupietem. Sio uia
especie de commaiidilano, de que nao ba eien.pl,. em
cdigo ceslylo algum, e vem a ser, que, com 25:000.
de res mais ou menos, ven. o ciedor a ser socio .lo um
propietario de engenho de fa)er assucar, da importan-
cia de 200.000 de ris ; porm socio, para tor por seu
todo o lucro provavel deiso estabelecimento; assim de
urna faxeoda de plimlacio de .al, e Mtnelbanto. sendo
todava por conl do ostensivo propri-lario toda ad.s-
veem concorrer com o nossns capitalistas, dando vanta-
josamenle de emprestimo seu dinbeiro a 6, 7 e 8 por
cento, quandoem seu paz o dio de 6 al 2 '/a por cen-
to animalmente ? He certamente, porque sao informa-
dos deque aqu g.smente nio ha propietario, qu
Ibes olTerccao garantias bypothecarias; asquaes ja nio
| reeiitlto inloiramente obngadas a outras divida mu
to mais onerosas ; he porque, ainda que os dovodores
ofTeroeao os bens em pagamento, nio ha quem os quei-
raseniodopoisque a divida setenba incrementado, para
bsorv-los inteiramento. Em tumma, lie porque todas
as luis maisou menos se illudem, e sement he lida por
inviolavel a dujuro convencional, illimitado s, e Moni-
mente efleaz para o maior dainno e ruina gcral de urna
Uji. ao inteira. K vista de tanto, da mais dolorosa ex-
periencia para os que immeilintamento soflrcm e cali
quBsi innanidoi do muito soflrer, para os que e inte-
reisloe vello pelo bund patria, ainda sobrestar-ie-
ba pela lei do juro convencional Ilimitado ?!!...
neniando ainda mais a tifia do empreslimo', s'empre
que o producto liquido do estabelecimento subjeito nao
basta para soluvio dos premios ..,,,
O orailor passa a figurar a hypothese de chegar a di-
vida a mais do melado do valor do engenho de fabri-
car Bucar ou fa/enda de cal tabaco algodo ,
etc.. e de usar o credor de sua ac(lo para fazer arrema-
tar o predio; e demonstra, que. segundo a maneira. por
quee8rremeiioBgrandespropried.des com alguma
cousa vista e o mais a pagamentos, vem, depois do
exerutadaa importancia da arremataran, a fieara divi
da da exei ucio ainda maior d,. que er, quando a mes-
illa exeruoio con.rvira ; urna ve?, que o capital desta
vene a de um por cento mejisalmenle jara mais.
Snhores. nos libamos o alvara de Janeiro do 1757,
quefoi modificado muito sabiamente em 1810, ex.ep'-
luando-se lilao joro do dinheiro a risco martimo, em
que mui bem asseniio toda as theori.a Bcooomieo-po-
litirasdojnrslculavelinteresse cuneneional Como os
juros de o por cento, eslabelecidog no a Iva r de 1787
eiSo incompativeis com a lransacc,5os commuciaes, ba'
vilo sen- contratos simulades o a juros tnaio.es para o
commcrcio, entio licito, da Colla-d'Afriea, sem ser por
lettraa de liscoa, para o rusleio de navi s, para deman-
das otn reivinditacio de dir.it is hereditaiios, para com-
pras repentinas de carregamentos de farinha do trigo
bacalho, vinhos e oulra mercadoria, a cujos iinpor-
tadore fiiaconlavetiiler pormenor preco h receb.r
logo. Mas algt.em se deBgrtou por ilto ? Se alguem se
doBgrasou, eu.olveo soa uesgraca na sorle das eventua-
lidades do commercio. So alguem o deo mal, o perdeo
quando se enganou por lalsa apparencia de fortuna'
quando incorreo no .isco, quecalculou, emprestando
Desse nicsmos pouco individuos, os que lomero di-
nheiro com garanta reae. esgotando apariencia do
credor, nio se arruinavao inicuamente, poique a difle-
renca, que se dava no juro anticipadamente incluido na
leltra ou escriptura como capital, ia decrescendo na ra-
sio da in.pontualidade e da mora, desdo o lempo do
vencimento at o da tua final cobranza ,. solucio
Mas agora, pelo contrario, avulo muito mais em
numero o que tomo dinbeiro 6obre predios ruiaes e
urbano ; e na rasio da sua involuntaria impontualida-
de cresce o grvame a todo o transo I
O (acto dse accionarem as lettrea n le divulgar o es-
tado de falt de crdito do devedur oleva.de sacrificio
em enficio, ultima extremidade.
Quo rasio | lo justificar, que seja maior c muito
maior do quoquanlo percebem os bancos commerciars
do Hio-de-Janciio o Baha, os proprietarios de apoli-
ces e quaesquer fundos pblicos, os de prodios urbanos,
situado na melbores localidades e mais procurados, os
agricultores melhor eslabelocidos, oque mollior admi-
nislrao o quo he seu, todos os quo empregio bem o seu
cabrdalo lempo em qualquer especio de industria til e
ventajosa ?
E, le, pois, evidente lio, que o cabodal empre-
gadoem qualquer genero .le negocio licito, eem qual
quer industria til nio pode r.nder mais do que isso ,
como consentir, quo, por CoDVeocoe sem ser a risco mi-
ritimo, ou a qualquer aventura, so alugue dinbeiro a 1
'/. a 8, 3, i cal a 10 por cento mentalmente, como
ooaeipl o relalorio do Exm. ministro da reparlieio
dos negocios do interior do llrasil T
Seiihore, se os exemplos do todas as nacos antigs e
modernas, e a nossa propna experiencia lio intenso, do-
lorosamentc nos nio move a urna definitiva resolucio,
ao menos ensaiemos. Estabelecamos um mximo raso-
avel, e inesmu na raiio do melhof criterio, que auto-
risem os autores do economa poltica. O iiuo be, quo
i ------ I-------- --- -.^= uu .luin'iiii iiuni.t;!., o i un lie, uue
p.iaequ.braporvanllacao e baixas de procos; aug- *os del .. ? Ilec ais. que os capitalistas en.besourem
i.ii'ii ailo ai.ii a n.u.a u ... ,. ...._____.-. ...i....... 2 .. ww.v ..
Foi npprovnd, e iiiaiiduu-so lavrar us uonvenionto tor-
mos du arrcuiaiu- ni.
Uulro do fiscal de S -Jos, remetiendo o mappa do
gado morto para o consumo, o do que morreo de tin-
gui. Inteirada.
Uulro do inesmo fiscal, participando, que a mulls
impostas em o mez linio ebegitao a 20i000 r.In-
teirada.
Uulro do fiscal supplente do Recite, faxendo igual
parlicipacio, sendo do 110*000 r. a importancia das
multas, e pedindo a expedicio da conveniente ordem
p ridas sanitahas.Inteirada, e mundou-se pastar man-
dado.
Uulro do fiscal da Bos-Viata, enmmunicando, que
avia feito sustsr a obra, quo est latendo a compa-
i.bi.i do encanamento daa agoa a um lado da ponle
daquella Iregueiia, por nio estar de conformidad com
as postura.Maudou-ie participar ao fiscal, que ha-
via obrado em regra, e que nio consentase na conli-
nuacio da meama obra.
Outro do meimo fiscal, participando, que a impor-
tancia das multas achada em o met lindo foi do2s
rB., ii.-si in como, i|i|i' entregara ao respectivo procura
lor a quanlia de 59^730 rs., liquido de urna corrida
deporcose cabras para ter o conveniente ileslino; e
pedindo ltimamente o pagamento de lj'lOrs., que
dispendcra com o eoterramenlo de um cadverIn-
teirada, e mandou-Be passar mandado.
(illicinii se ao Exm. presidente da provincia, pedin-
do a expodicio de suas ordens, para que teja posla a
dsposicio da cmara a pedra de Fernando, quo houver
disponivel, afim de se continuar cotn o calamento das
ras d. cidade.
Eupedio-Bo o convenienfe diploma ao cidadio Jos
hgidio Kerreira, para, na qualidade de vereador sup-
plente, > ir substituir a vaga, que ficou.'pelo falleeimen-
11 do vereador Jos Ramos de Oliveira.
Despiich .rao se a peii.-Oes de Manoel Fructuoso da
Silva. Ricardo da Veiga Lisboa, D. Thereva Goncalves
le Jesu Atetedo, Antonio Jos T.ixeira Lima, Jos
Mov tu en lo do lorlo.
Naviot tntradot no dia 18.
A ; 21 dia, brigue brasileiro Fiel, de 200 tonel;
da, capitio Jos Joaquim Das, eqoipagem 11, C(r"
ga sal; a Firn.inojos Flix da Roza & Irmlo,'
S.-IVlatheut; 7 dia, sumaca bratileira Rotariodi-Ma.
rio, de 78 tonelada, capitio Joaquim Jos Ferreira"
equipagem 8, carga farinha ; ao capillo.
.Vnvio tahido m meimo dia.
Aracaty; biate braiileiro Novo-Olinda, eipitioAn.
Ionio Jos Vianna, carga vario genero. Pssig0i
roa, Antonio Henrique de Almeida, Bento Jo- i,
Fonseca-e Silva, Antonio de Arevedo Pereira, coai 1
filbo e 1 escravo, Miguel Jo Barboza Guiraarle
Portiiguete. C'irn 1 criado o 1 eicravo.
Edital.
Rodrigo Tfuodoro to Freitat, cavalleiro da ordem da S
Rento d'/ivi; condecorad* oom a medalha da reriau.
raedo da llahia, oapido de fragata d"armada rucio.
nal e imperial, inipector interino do arsenal dt ma,
riuha deita provincia de Pernambuco. a copuda J, I
? porto da mema provincia, pir S. M, o Imperador. '\
que eos guarde, etc. '
_ Fas eaber, pelo pretenle edil il, que, em ciimpriinenta
d'crdom imperial, e da d.i Exm. Sr. prcsidento da pro.
vineia, acha-an desde boje em execugUo o regulanicntu
de 19 de maiodeate auno, mandado observar por deere-
i.i d igual data ; estando n-smi installada e em exernioio
aoapltania do portu deta provincia. Fat a.ber n,.n,
que, emqiiantu uiu lio reimprimid., n refundo rrf u-
lan.ent... para a maior p.iblicidmio ,de teas disp.xicSai,
ser ello, pela.capitana, eJ-anq.ieadii.f'pr.irapUweiiloi
ludaa os jirasras, a cijo eonhecimciito pertencer, quo o
quolrio ver, uu consultar.
Capitana do porto de Pernambuco, em 18 de aos.
lo do 1846. *
Itodiigo Theodoro d$ Freilai.
Declaracoes.
o teu dinbeiro fiduciario? Certa, que isso vos nio prc-
oceupara. Pois o quo i' Emprega-lo-hio em fundos
pblicos ? Estes tirio maior preco em rasio da maior
procura, proponio dccrescraS os dficit, o se ex-
tinguir a divida publica. .. Goza-lo-bio? feralmente
he superior aos gotos individuaos, e nisso do o go/ar fo-
ro de sua medida usual, nao prejudienndo a nenbunas
lercciras pessoas, utiluanio 6s artes mecnicas o libe-
rae, as classes mais numerosas da sociedade Inio ser
atrirullores, ellos mesmns seriao negociantes, ompre-
gandoseus tlenlos ocobeda.s em qu>esquer ernprezas
commereiaei; ellos meamoi fundariao estabelecimentos
industriaos em rnaior ou menor escala Eis-ahi ao
grao do proeperidade nacin.I, e que nos deven.os lodos
votar patriolicamente. Enlio veremos, que os possui-
dore de maioros capitaes, fazendo delles o mollior uso
em s.-u proveito e gloria, em vez deservir do instrti-
monto de daino e i.uina de tantas fortunas constituida
em predios ruraes o urbanos, tornarse-bio un ente
eminentemente benehW a suas familias, o aos anua
compatriota, abrindo o cultivando estrada e canaes,
levantando o conslruindo pontos, dando renome gralo
a scus lilbos e sua descendencia! Assim o teem leilo mui-
los non es celebres da Euiopa civilisade.
He pesaroso de notar, mas he verdado, que os Ilabbi-
nos em 1807 se coogregassem n'um at.badrim, ou sy-
nednoem Pan, para dar, e dessem i le dfi Moyss a
verdadeira inlelligoncia, que devesse guiar lodu os Ju-
d. os sobre os empreslimos do dinheiro a uros. -
E nos cbristios, nos legisladores do Brasil, nio da-
remos remedio eos mal. s originados do proprio crpo
legislativo, iniciados testa mesma casa, sendo lio gra-
ves, lio reprovado por luda as leis divinas e lempo-
rao ? Issoseria absolutamente incompalivel com todos
os nossus devores, mamfesta rebelda a todas as leis, a
todos os diclames da raiao e da experiencia, que alto
nos brsdaoilianle dos nossos propiiot olbos; da expe-
riencia, n.isira irrecusavel do todos o povos.
Soaro Pinto Corroa Henrique Sleppler, Joaquim
Xavier da Maia, Antonio Jos Teixeira Lima Jnior,
Gaspar Jos dos Re., Joaquim Canulo deSant'Anna,
los dos Santos Nunoa de Oliveira. Serafim Joaquim
Vinhal Horaval, Joaquim J s l.ourenco da Costa,
Francisco Geraldo Moreira Temporal, Franciieo Flix
de Ma.'nio, Joaquim Jorgo de Mello Cbristovio
Starr & C. Jos Gongalves da Cruz, proprietario e
moradorea da ra da Concordia liento Jos da Silva,
Antonio Victorino Guimarie, Francisco da Silva Me-
deiros, D. Francisca Joaquina do Nascimento, Joio
Martina Corroa, Joio dos Santos Ferreira Manoel
Goncalves da Silva, Manoel Cerdoso da Fonaeca, Joio
Teneira do Barroa, Jo Alves do Sent, Ignacio
JosdeCouto, Ignacio Nunea de Oliveira, lenenle-
coronel Antonio Gomes Leal, Angela Mara Custodia,
Antonio Jos Vieira, Manoel Jos Pereira de Amorirn,
Ignacio dos Sanios Nunea Jos Januario Alves da
Maia, Jos Goncalves Ferreira e Silva, Joao de Me-
deiroa Itapozo, coronel Francisco Joaquim Pereira Lo-
bo, Manoel Francisco Coimbra, Joaquim de Queiror
Moiit tro. Antonio Carneiro da Cunbi, os administra-
dores do patrimonio dos orphios: e lovantou-te a se-
sio. Eu, Luix de Framga e Mello Jnior, ecrelano
interino oeicrevi. llegue dlbuquerqut, presidento.
Mello Caralcanti --Carneiro Monttiro. Cintra Ma
noel. l'arrot.
!*ublicncao a pedido.
PERMAMBCO.
O orador patsa a expr maia algn casos, em que la-
vradorc mui bem ettabelecido, querendo levar a maior
ecala seus eslabelecmeotos. os teem (aerificado inlei-
ramenle a urna s compra de Africano, por preco de
niais de 500* r e a juros de mai de um por cento
menalmente. ExpOo, que elle se persuada, que esae
mal se dava principalmente ua Babia ; porm que ac-
tualmente corhece ser eommum ao Rio-de-Janeiro, c
o ser a todas as provine. do Imperio. Mencionas
dispandade, (.ue ba de valor as avMbcoea do ca iri-
res no Rio-de-Jneiro por muito mono de um terco
no que na Babia, o que da em resultado avaliar-ie um'
Cmara Municipal do Recite.
SESSAUEXTrrAOlDlNAMA, DE 20 DE JULHO
DE 1846.
PRESIDENCIA Di) .SKMioli BEOO ALBUQEnQUE.
Preeer.ue o Sr. Mell,. Caviileanti, Carneiro Monlei-
ro, Cintra, Dr. Nery da Funacca, o Altos Ferreira fal-
la.id.. eem una. ... ,,, Sr,, Hlrill.,0 ,e,liu'e {a,
lidn e approvadn r> aela da antecdeme.
O .eeretario inlcrino leo um ollicio do Exm. pres-
deme da provine,, re.uo.lendo uulr a |ire.,dCIll0
do concclbo Ker,il de sulobr.dado, ,.ra u,..., a cmara to-
mo em niiiHderac a pruv.deucia. Icmbrada. pelo
presidente do dito eonelho, .,bro a matanca dopa-
do. Que.e responda a., Exm. pro.idenio da provn-
ola, aigiiiBfaiid.i, quo aa medidas lemlirada p. | ,,._
denlo do referido oneellio ola........la. d. lias preve-
ida|.elaapualuraa uiuuiei|ine, e aquilla, deque a
poaturaa uiu leuhio feito uieucao, Iccui sido convonou-
lletpotla ao ortigo, que, em um supplrment do Dia-
rio de Pernambuco de 20 dejunho ultimo, foi dado
a luz.
Rerselo me completamente, e declaro ser falto ludo
quarilu, debaixo da minha firma e responsabilidade, foi
publicado em um artigo, que sabio annexo to Diario
de Pernambuco, o com .Isla do 0 de junbo do corren-
*e auno, contra o coronel Francisco Barboza Noguei-
ra Pi, seu irmio, o vicario Manoel Lope Rodrigueide
Barro, e seus cunbado; sendo todava certo, que o
dito Sr. Nogueira Par he pobre, fillio de pai nio no-
bre, e que leve educocio nio muito podida : em sum-
ma, declaro ser falso e inexaclotudo, quanlo secnnlA...
no dito mpresso, tendente a accarreter ao monio Sr. e
a tua familia descrdito, deshonra, infamia, dtpreio e
odio. E, para que oioapparecio resultados funesto!,
que aquello artigo acariciara ao mesmo Sr e sua fa-
milia, se fosso verdadeiro, faco e muito livremente as
signo a prsenle retrataccao, que aprsenlo ao publico,
por ii.cio da imprensa.
Villa de Flores 27 dn julbo de 1846.
CVitforcto Jote de Campoe Barbota.
Eslava reconhecida.
- O arsenal de guerra precisa comprar barretinas
de pello com fundo de sola pennacboB, e lacea bar-
retes de quartel, bandas de lia para inferiores: a
quem convier encarregar-se de taes fornecmeotos,
comparecer na directora do mesmo arsenal, at o du
19 (bo|e) do correte.
Arsenal de guerra, l4deagoslode 1846.
No impedimento do eteriptursrio O amanuense,
Jodo Ricardo da Silva.
Oanenalde guerra compra madapolio brira
liso algodio americano e bollanda : quem. taes g-
neros quizer lornecer, mandar aus proipoila, emrar-
te fechada ees amostra a directora do mesmo ar-
senal, al o dia 19 (boje) do correle.
Arterial de guerra, 14de agotlo de 1846.
No impedimento de escriturario. = O amaouertie,
Joio Ricardo da Silva.
1 ARSENAL DE MARINHA..
O Ultn. Sr. inspector interino, manda declarar, quo
no dia 20 do conente mei, pelas 11 horas da manhia,
contratar a compra de algunsxovados do tapeto de lat;
e assim da quantidade de chumbo em lencol, pregot de
bttel pequeo, ditos ripares e de gutrnicio, que se jul-
gar necessaria no acto do contrato : devendo os preton-
denles apreaentarem suas propottat em carias fechadas,
nease dia at a referida hora.
Secretaria da inspeccio do arsenal de marinha de
Pernambuco, 18 de agosto de 1846. O secretario,
Alexandre Rodrigue! doi Anjot.
O 1. batalhio de car;adorc de luiba precita com-
prar bandas de lia para inferioict, grvalas e sapaloi:
a quem convier enc,arregr-se de taes ornecimento,
comparecer na secretaria do meimo batalbio, al o
da 21 do conente. Joao Gonealvee /Vello,
TenHnln neent
W** ^^^
^BGBEBOBBo
AVISO AOS ACCIONISTAS RM ATRASO.
A administrafio da eompaobia do Roberibe manda
publicar o seguinte trecho da acta da seisio de l4do
crrante :
OSr. Manoel Goncalve da Silva, caixa da com-
panlia, apresenlou as sua cunta, muttrando o nido
a leu favor de r. 2:162,860 ; e reeonh*ecendo a odn.i-
oitracio, que eite dficit era devido falta de entn-
da, o qua nio poda continuar a ter conlomplaco com
os accionista em atraso, sem prejudicar ao caixa, ou
companhia, resolveo por em exocupio o artigo 9.* do
estatutos; mas, a pedido do mesmo caixa, eoncordou
om uapayar ncumprimento desta resoiueo ai o ui-
mo de agosto prximo vindouro.
Adverle-se, portento, ana Si, accionistas, qua nio
completarlo as suaa entrada al 70 por cento, que, (in-
do eate prsiaj, que ser improrogavel, perderd o di-
reito de accionistas os que ainda ettiverem' em atraso,
revertendo as prestarlos resinada em favor da eomp-
nbia.
Escriplorio da eompaobia de Heberibe, S6 da jola*
de 18*6. O secretario,
fenlo Jote Fernandes Barra.
CMMEBClOa
Alfandega.
BRNmiiBNTo do di a 18...............11;517#386
Deecarreqo hoje 19.
Galera iogleaSword-Fukmercadoria.
BarcaMary- Quttn-of-Sceliidtjm,
Thealro publico.
DOMINGO, 23 DO CBRENTE,
Subii aiceoa um novo drama do mugne Portuguti,
o Sr. Garre!, intitulado
A TORRENTE OSAVERNA.
Aclo 1.A pomada. Acto 2. O annel n'unx ca-
atawr. Aclo 3. O venino.


^^^
^"^
No lugar competente, em que o Ilustre autor pede
um baile, se diocar a polka.
Sendo este drama (como l dizem) tres furos cima
da peca Espi&o de Venexa; provine-se aos amantes
e protectores assiduog du thealru, que lomera com mais
antecedencia os seos esmerles, para nio licurem sem
ellas, como Ihes aconteceo na recita patsada.
Principiar as 8 boras e inoia.
Avisos martimos.
=Para o Rio-Grinde-do-Sul segu com brevidade,
por ter parte da carga prompta, o brigue-escuna Bella-
Virginia : quero no mesmo quier carregsr, dirja-
te a Joio Francisco da Crui, ra da Senialla-Velba,
n. 134.
as Para o Rio-de Janeiro sai, com a maior brevi-
dade posiivel o veleiro brigue-escuna nacional Ade-
laide : quom no mesmo quizer carregar uirdepas-
ssgem para o que tem excelentes commodos diri-
ja-ie ao capillo, na praga ou aos consignatario), No-
taei & Companhia na ra do Trapiche, n. 3*.
Para o Rio-de-Janeiro est a seguir com toda a
brevidade, por ter o seu csrregamento prometo,o pata-
cho Un\a<>, forrado de cobre : quem no mesmo qui-
zer carregar alguma carga miuda embarcar eicravos,
ou ir de panagem dirija-se a Gaudino Agoitinho de
Barros, afras do Corpo Santo n. 66.
Para Angola segu com brevidade o veloiro bri-
gue Caiualidade capillo Manuel Ignacio Correia ,
por ter part da carga prompta : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passsgnm dirija-se a Gaudino
Agoitinho de Rarros atrs do Corpo Santo n. 66 ,
ou ao rapiio.
= Para o Aracaty sai a sumaca Felicidtidi: quem
tu mesms quier carregar, entenda te com o proprieta-
rio, Antonio Joaquim'de Soura Ribeiro.
Para o Mar-oblo segu viagem nestes diss o bri
gue-etcuoa Fert-Fogo, capito Henrique Quim: quem
nelle quier carregar ou ir de passagem, dirija-se ao
mesmu capillo, OU a scu consignatario,Manuel Joaquim
llamos e Silva.
= Para Maceic'i, com brevidade, est a sabir o pata-
cho Flor-da- Virda te, forrado de cobre e de primeira
marcha: quem no mesmo quier carregar, dirija-se ao
armat'-m de farinba do caes do Collegio.
Para Macei. muito breve, segu viagem a barca
S. -Benedicto, tem parto de seu csrregamento promp-
to: quem quizer nella carregar, ou ir de passagem,
dirija sea bordo da mesma, no Forte-do-Mato, que
achura com quem tratar, ou a Joaquim Ribeiro Pon
tes. na ra da Cadoia do Recile, n. 54.
Le.loes.
Hermtnn Mehrtens far leillo, por inlervencodo
corretor Oliveira, de grande pon-So de mobilia, ronsis-
lindo om cedeiras, metas de jantor, bancas de jogo, se-
crelsrias, commodas, mesinhas, carteiras, motos e bal-
ces para escriptorio, etc., bandejas finas de difirenos
padrii -s toslbas do linho adamascadas, de mesa,
guardanapos novos e outras fazendas, devendo ludo ser
vendido para liquidscao; atsim como niaisde um mole
que com bons principios de cosinba : quinta- fcira, 20
do rnrrenle, s 10 horas da manhfia, no primeiro an-
dar da sua casa, n. 46, ra da Crui.
= Por despacho do Sr. doutor juir de orphios e au-
sentes interino, proceder-se-ba a leilo dos Lens do fal-
lecido padre Francisco Beoicio do Carvalho, no dia 20
do eorrento, s 10 borss da mantisa, na ra da Praia,
na casa da residencia do mismo juiz.
= Jones Patn & Companhia lario leilio, por in-
tervengo do corretor Oliveira, de grande variedad de
lazenda ingieras, paTa fechar contas ; hoje l9do
corroote s 10 boras da manhia em ponto no seu
srrnsiem, na ra do Trapiche-Novo.
- M. S. Mawson, tendo de retirar-te para Inglaterra,
lar leilio, por intervencio do corretor Oliveire, de to-
da a mobilia da sua casa, cunsiilindo em mesas, cadei-
ras, ledo, camas de veoto marquetas, commodas,
bancas, touradores, lanternas, louga e vidros, qua-
drui.e.alem do muilos outrosobjectos.de um esplendido
pisno de Jacaranda,perpendicular, de excedientes votes:
segunda-feira, 2 V do corrento, s 10 horas da manhia,
no segundo andar da casa, n, 2 ra Nova, com entra-
da por detras da igreja matrii do Sacramento.
A visos diversos.
O n. 125 arha-se a venda ns prarja da Independen-
cia livraria na. 6 e 8.
* Avisase aosenbor moco I. I. P., que a tanto
lempo anda hestando pelas ras desta ciliado, que cui
de ero se arrumar quanto onts, e que se dcixe de an-
dar fallando da vida alheia, de luja em lo|a : se conti-
nuar tora panno para mangas
O Immigo daimpnttura '. !.'
Joio Gomes da Cunba o Si, subdito portuguez,
retira-t" para lora da provincia,
Quero annunciou querer comprar um bacamar-
to de cano de brome, pode dirigir se a ra do Collegio,
n. 14, segundo andar, onde achara obra bero leita do
seu gosto.
Pelo juioda segunda varado civel dostacidade,con-
tina a arrematar-te boje, 19, pelas i boras da tarde, a
porta do Sr. doutor Nabuco, no Aterro da-lfoa- -Vista, o
seguinte*. urna barcada no esliloiro, poracabar;duas ca-
nui du cooduevio u'agoa; um tanque de madeiracoro
urna hu'xba de chumbo; urna canoa de cooduc(io d'a-
goa, por acabar; una dita de carrcirs; urna pequea
porfi de taboas de vanat qualidades; um banco coro
urna porpio.de trramente de carpina; e oulros mu-
tos objeclos e trastes.penboradbs a viuva Hara Ignacia
da Conceieio, por execucao de Heonque Jorge. Para
os pretendenlet, que quierem examinar, os objeclos
cima te acbio no largo da Astembla, ou antigamen-
te Forle-do-Mato. .
= Aluga-se um litio a roargem do rio Capibaribe.
por anuo, ou fomente p* lo lempo da fea la, vi/iobo do
litio, onda mora o Sr. cnsul ingle*, na Capunga: diri-
iu-se ao iiieiino sitio.
=Na ra do (ueimado, n. 8, engomma-se coro
isseio e promptidao, e por pteco commodo.
- Roga-se ao Sr. J. T.S. B.o favor de mandar pagar
a Sra.D. Hara Francisca Mooteirn o aluguel, que lie0"
dover.do.de timaonon tantosdias. da casa, em que moroui
no lugar do Mangninho.se nioquer, que seu fiador se-
ja executado, ou que paguo por rile. Adverte se ao di-
to Sr., que, se o nio fizer, pastar pelo desgoslo de
ver o seu nome publicado; e que quem obra assim, fica
dessereditado, e sem merecer que Ihe confiero ou o a-
bonem em cousa alguma.
Um homem portuguez, de probidade, com pratca
de negocio, se oflereca a quero precisar, para tomar
conta de qoalquer entabelecimento ou adroinistracio,
ou para cobraocai. Elle garante a sua conduta. Quem
o precisar, annuncie por esta folha.
Precisa-se do um refinador, que qneira refinar u-
ma porcio de assucar, para se Ibe pagar por arroba :
na ra larga do Rorario, loja de louca.
Aluga-ae urna casa terrea na ra dos Pescadores,
o. 6: na ra larga do Koiario, n. 38.
= O Sr Manoel Gouvfia de Souza Jnior baja de
dirigir-te a ra da Cadeia do Recife, loja, n. 65, a ne-
gocio, que nio ignora.
=Alugi-ie, por 7,000 rs. mensses, o segundo andar
do sobrado, sito na rus Direita, n. 11, componen.
commodos, ptimo para homem solleiro ou para pou-
ca familia : a tratar na ra Direita, padaria.o. 21, ou
na ra do Collegio. terceiro andar do sobrado n. 16,
- Precisase de um homem para tomar conta de um
sitio e trabalhar uo mesmo: quem quizer, dirija-se a
travessa do Potsnho, vnda, 31.
O NAZARENO N. 42.
ett a venda, na praca da Independencia, livraria ns
6e8, na ra estreta do Rosario casa a Fe, n. 6, e
no escriptorio da redaepio, ra da Cadoia de Santo-
Antonio, n. 2.
Este numero est muito augmentado em seu frma-
le, e bem que boje tenba mais metade dos oulros nme-
ros panados, anda se vende pelo mesmo prepo de 80
rs. cada ejemplar : recomendante sua leitura. O re-
dactor espera, que, melhorado assim, os freguezescon-
liniiem, e novos apparepio; e he confiado nino, que
se comprometi a dar tres nmeros por semana, bs
segundas, quartai e textil feiras, de tarde: devendo,
pois, fora de hoje, que j est a venda, ser procurado de
duas horas em diante, nos das marcados.
= Precise-io de dous officise de chsruteiro ; em
Fra-de-Portas ra do Pilar, n. 84.
O abaixo assignadn participa a todas as pessoas ,
que teem penhores em sua mo que, no praio do 30
das, queiro remi-lot; do contrario serio vendido
para seu pagamento. = Antonio Franeitco da Silva
Vianna.
= Quem precisar de um caixeiro portuguez para
pualquer arrumapio que sabe bem ler escrever o
contar, annuncie.
- Aluga-ae una preta boa corinheira que sa-
li ensaboar, lavar de varrolla engommar perfeila-
mente, que esta acostumado a tratar de enanca, para o
que tem geito e est apta para todo o servico domes-
tico de quslquer casa de familia : quero a pretender,
dirija-te a ruu da Soledade n. 29 ao peda Tram-
pa aft as 7 horas da manhaa ou das 6 as 9 da noite.
= Antonio Luiz Alves Vianna Jnior relira-so pa-
ra Portugal a tratar de sua laude.
= Precisa-se de um moleque, bom cozinheiro, que
lenba 18 a 2-4 anoos de idade, saina lomar conta de
uma coiinba e que seja muito experto : na ra No-
va n 14, se dir para o que be preciso. Na mesma
casa precisa-se de um homem capaz, sem familia, e
que seja possanto ; paga-se bem.
= O Srt. Jos Gonjalve Ouimaries e J nio de Paula Rodrigues tecm csrtas vindas do Rio
de-Janeiro, na ra da Mceda, em casa de Silva &
Grillo.
= Manoel Luiz da Veiga embarca para o Rio-de-
Janeiro a sin escraia crioula de nome Tbereza
= Preci.a-se de um Irabalbador do masseira, e que
tenba freguezia da vonder pao f d se bom ordenado :
na ra Direita padaria n. 24. Na oosma paderin
d-so po de vendagem a pretas ou moleques res
pondendo seus senhores pelas faltas.
as Precisa-te de um homem, para criado, que en-
tenda de tratar de cuvallos, e, se enlenJer tambero de
coiinba melhor ser sendo mopo ; na ra das Ltf-
rangeiras, casa da fericio te dir quem pretende.
=* Quero precisar de uma ama pur.. casa de fa-
milia a qual cozinha e engomma dirija-te a ra de
S.-Jot, n. 18.
an Na ra doChug, n. 7, existo uma caria para
o Sr. Jos Joaquim Le te Bastos.
= l!oga-se ao Sr. Manoel Marcellino de Oliveira
llraga de ter a bondade de apparecer na ra do Tripi-
che n. 34, terceiro andar.
Or. Antonio i? into de Sou-
za Bulo queira por esta folha de-
clarar a sua morada, para se Ihe
mandarcm urnas encommendas,
vindas de fra, com urnas cartas.
Ha para se alugar mn prelo perito
cozinheiro tanlo de Torno como de Ib-
gao : a tratar com o caixeiro da loja de
livros da praca da Independencia ns.
Ge 8.
Precisa-so de uma ama, que tenha bastsnte leile,
e que seja preta ou parda ; na ra das Cruies u. 22.
segundo andar.
Tbere de Jeiui Mara embarca para o Rio-de-
Janeiro a sua escrava de nome Joanua, de napo Costa.
Urna pessoa que se retira para
fra [do imperio disp5c de ao aeces
da companhia de Beberibe : quem as
quizer, annuncie, ou procure o secretario
da companhia.
__ Piecisa-se de um moco para caixei-
ro de ra e que entenda um pouco de
cscripta : na botica nova junto ao quar-
tel de polica;
- Manuel Luiz Cartella le signar de hoja em
unte pr Manoel Luiz Veira.
= Dio-se 300,000 n. a premio tobre penbcre de
ouro onprata: ooAleno-da-Boa-Viita, o. 58,
= Preciia-ie alugar um moleque ; na ra Impe-
rial n. 7.
Pedo-se a lllm. cmara municipal do Recfo ,
que lince suai benficas vistas para um atorro, quo so
eal fazondo na camboa dos Remedios contiguo a
ponte estreitando u roesroa camboa ; o por isio di-
ficultando o Icnsito publico dai canoas,
Francisco Alve da Cunba embarca para o Rio-
de-Janeiro de conta e ordem de Gonpalvcs Jfc Remar-
Jo da Parahiba uro escravo cabra, de nomo Ma-
noel.
Oflerece-se uma mulher semibrinca, para ama de
homem lolteiro ou de pouca familia; saho lazer todo o
arranjo de uma casa: quem a pretender,procure na ra
do Mondogo, antigaroenteColovello, n. 28.
Flix Francisco de Sonsa Magalhes.
solicitador dos auditorios desta citlade ,
avisa ao publico e particularmente aos
seus constituintes, que mutlou a sua re-
sidencia para o pateo do Carmo, sobra-
do novo de um andar e soto, n. 16
= Jio Vai de Oliveira ofleroce 50* rt. a qualquer
uflicial de jutti(a, ou pessoa do povo, que le dencobrir
aonde est occullo Antonio Pinto Soaret, que ltima-
mente tete armazem de carne tecca, na ra da Praia
quanlia eita, que lera paga pontualmonto.
-= Precisa-te do um caixeiro do 12 a 16 annos
para venda e que do fiador a sua conducta ; na ra
do Mundo-Novo n. 16.
= Ofierece-se uma mullier para ama de-urna ca,
do'pouca familia, ou de homem solleiro: na ra das Fio
res, n. 18.
Aluga-se um formidsvel sitio na travessa da Crui-
do-Aluias com f'ento murada boa casa de vivenda,
com estribara mullos arvoredos exoellente agoa de
beber, baixa de capim : a tratar com Francisco Car-
neiro da Silva na ra deS.-Goncalo. n 4.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio numero 10 e no Aterro-da-
ISoaVista luja n. 48, tro-se passaportes para dentro e
lora do imperio, assim coroodespacbio-se oscravos: ludo
oin brevidade.
Manuel F.leuterio do Rozario, Brasileiro, vai ao
Hio-de-Jaoeiro.
(Jasa da Fe,
na ra estreita do Rozarlo, n. C.
A'vista do annuncio, quo fez o (hetoureiro da lote-
ra do N. S do Livramenlo, no qual marca o andamen-
fo das rodas para o dia 21 do presente mea, infallivel
menle, o cautelsla da rata Bcima espera, que os seus
fregueses concoiiin com influencia na compra du suas
cautelas as quaes espera ler grande numero de pre-
mios, vista da boa escolha, que le, dot nmeros, que
comprou para dividir A ellet I Os prepoi sin os do
coslumo, dcimo a 1000 rs. e vigsimo a 500 ri.
AUL\DE NAVF.GACA.
Agoitinho Fernandes C"tanhode Vasconcellos, pri-
mei'o piloto pela academia imperial dos guarda-mari-
nbas, contina a cnsinar navegecao pralica e tbeorica :
na ra Imperial, n, 59.
= OSr. Agoslinbo armador, que mora na ra
do l'.olre l-'loriiinn-i, queira f areeer na ru i Vi -Ib i da
Boa-Vista n. oo, a negocio do seu inleresse.
- A Senbora D. Carolina Rosa Pereira Cailello-
Branco queira annuncinr a sua morada para so llie
entregar duas carias, vindas d l Meranhio.
-*- Aluga-se o secundo andar
da casa n. 17 da ra do Colle*
gio : a tratar na ra do Vicario,
n. 5.
OSr.Bartholomeo Costellioto,
natural de Genova, vindo para
Pernambuco com o capito Bocke,
C: ficando o mesmo Sr. Jos Miguel doi Siotog obri-
gado a pagar o que a mesma tanda dever, e todita*
IransaccSes, que o mesmo Jos iguol tiver foito, em
nome dos abaixo aiiigoadoi.
Bernardo Roque & C.
Na rui do ltaogel sobrado de um andar, o.
43 fa/um-se espanadoret, tanlo ordinarios como bor-
dados do ouro foo por prcpi mais om conta do quo
em nutra qualquer parte. Na mesma caa preciaa-se
alugar uma preta liel para servir em casa o vender.
= Antonio Francisco dos Santos, com vonda no pa-
teo do Paraito n. 30, fu publico, quo, na madru-
gada de IA do correlo, anpareceo aborta uma das por-
da dita venda sendo-lhe roubada uma ciixinbi
com variot penhores de ouro e prata, no valor de tO0#
rs pouco mais ou menos: por isso roga as pessoas ,
quedella touberern bajo de dar parte ao annuo-
cianlo, na dita venda quo tarad gratificadas com o Va-
lor do penboreiem dinheiro.
= Alufca-te uma boa caa com grande quintil plan-
tado de bortalice e varioi arvoredos de fructo, e que tem
agoa de bebnr.no principio da estrada dos Aflicto*,ao pe
do M*nguinho;uma casa terrea, com mtio corrido,com
% janellag de vidraja. no becco do Serigado delta cida-
de: na travessa da ra da Cadeia do Recife, o. 25.
Dentista.
M. S. Mawson, cirurgiio dentista, participa ao rei-
peitavel publico quo pretende laier uma viagem para
Inglaterra pelo lim dette mez e por ato convida a
todos os Senhores que quizerem usar do seu prestalo,
no se deroornm em procura-lo, quo ahi est o na-
vio Stoord-FifA.pde sor asui sabida apressada, e a sua
demora fra desla praca te estender a maii de 6 me-
tei. Na ra Nova o. 2, segundo andar.
Compras.
Compra-so um bacamarle do cano de brooze ,
obra muito bem foita da que se coslums a encom-
mender; pagase be-n; quem tiver, annuncie.
-- Compro-se escravos de ambos os sexos, de 14
a 20 ann bonitas figuras pagio^se l'Oi : na ra das Crure,
n. 22, segundo andar.
Comprin-se 7 varas de bico fino, largo, que se-
11 de ramagens ou florct e com ponta moderna ,
para uma loalha de cambraia ; na ra Velha-da Boa-
Vista n. 55.
Compro-se para lora da provincia eicravoi
le ambos os sexos ; na ra Nova loja de ferrageos,
n. 14.
Compra-se o resumo dai cartn de Cicero inti-
tulado ^-=ad familiares =am porluguei, tradutido ao
f da lellra, ou a muren i na ra estreita do Rozario,
n. 3.
= ComprSo-so 3 escravas de 20 30 annos ; pi-
g:lo-sn ln-ui : na ra da Florentina n. 31.
Compra-se 8 exemplares do Naxareno n. 30, na
ivraria da praca da Independencia, onde lambem so
compra o 1.' e 3 volumet das leis do Brasil de 1826 e
1828, collec(iodo Plancber.
Vendas.
em 1S37, recoinmendado ao cn-
sul de sua nacao, dirija-se a ra
do Vigario, n. 5, "se.'undo andar,
onde se Ihe deseja fallar, a nego-
cio de seu inleresse.
Ollerece-se uma mullier para ama de utm cosa de
homem solleiro; sebe bem engommar o cozinhar loda
a qualidade do manjares e doces : quem desta mullier
precisar, dirijasu o becco do Aieite-de-Peixo, casj,
o. 14.
Aluga-se a casa terrea n. 87, da ra \ elha.
com duas salas Iret quartos, coiinha, quintal murado*
cacimba : nesta (ypographia se dir quem a aluga.
Antonio Marques Silva de Almeida relira-se para
o Pollo, a tratar do sua selo, llenando os seus nego-
cios desriedede a entregues a scu tocio Antonio de
Silva Ferrcira Santos.
si O abaixo astignado lai sciente ao respeitavel pu-
blico, quo deixou de ser caixeiro do Sr. Jos Dios da
Silva, desdo o dia 15 do corrente.
Joaquim Pinto de Barros.
= Preciss-se de uma mulher, para comprar e servir
em uma casa de pouca lamilla : em Fra-de-Portas,
ra principal, n. 1 ().'>.
= Precisa-se de uma ama para n tervieo interno de
cata de pouca lamilla; prefc-re-ie poitugueza: na Sole-
dade, tobrado n. 22.
=Constando ao abaixo assignado, que pessoas suas
ininigat teem espalhado uro bollo, dizendo, que no D.-
noi'o sabio um annuncio, em o qual tinba annun
ciado a venda de sua padaria: e como o mesmo ni"
mandaste annunciar e nem vitse impreso'al anouncio
fat pelo presente saber aos Srt. seus adversarios, que,
se tato he Gibo da inveja faci como elle ; pois
est.- bem certo que emquanto in esti nat taber-
nai, contando trapistas, tambem le pode trabalhar,que,
ganba-ie mais do que se quer, desacreditando quem nio
depende do leu descrdito.
Joaquim Franeitco da Ci ui.
= Os abano aitignados faiem publico, que apartirio
amigaveliriente a lociedade, que tmbio com o Sr. Jos
.Miguel dos Sanios, na venda na ra da Lingoeta, n. 5;
a qual gyrava debaixo da firma de Bernardo Boque &
Veode-se um escravo muito moco, de nsfio Cos-
ta; peca a maiielei{anlo, que leple encontrar, lem o
menor dufeito e vicio. O motivo, pqr que ie o venda
be iinicamenio por se saber, que o mesmo nioquer
estar no -er i."m e niitto: e como elle se fai digno de fa-
vor pela sua conduela, o Sr. por gratidio, Ih'o quer fa-
ler. O oscravo so ach no servico do caes, que se eit e-
lificsndo no arsenal de marinba aonde quem o pre-
tender o 11' le ir ver, entendendo-se para ism com o Sr.
i'rata, pes nju>lu. he com seu proprio dono, que o mesmo Sr. o
dir, Adserle siviiie u preio pelo dilo dado he o ultimo,
por que so vende.
Ven lem-se tres escravoi, a lber : doui negroi
e uma mulata ; sendo os dous primeiros proprios para
servico do campo, por terem vindo om pagamento, e a
mulata saliendo cozer costuras ordinarias, coiiobar o
engommar: na ra do CJueimado, n. 42, na loja.
Al TENCAO!
Vcnde-se rap de Lisboa, do
ultimo chegado, bem fresco ,
ormida\el aroma, e boa cor.
Os tomantes que gostao da
boa pilad; venliao a ra da
Cadeia, loja o. SO, confronte a
ra da JMadrc-dc Dos, que
se garante a boa qualidade.
Vende-ie una bonita escrava de 25 annoi ,
para todo o servico ; na ra da Moeda deronle da
casa n. 9.
=Vendem-ie caixiscom 10 duiin de chpeos de
palha americana, finos e entre-finos assim como a*
duiias, como melhor convier sos compradora*: na pra-
ca da Independencia ni. 24, 20e28.
Vende-iecen em velas do Rio-de-Janeiro or-
limento compleio de i a lo em libia, em esisss s
as libras a vontade do comprador: na ra da Senial-
U-Velha, n. 110, armexjmi de Alves Vianna.
Vendemse2pardas.de 16 a 20 annos ; 2 mula-
tinbos de 12 a 11 annos ; uro pardo, de 25 anno* ;
4 prelos, entre os quaes 2 lio de nagio; todoi iem vi-
cio* nem acbaquei e proprios nara todo o servico: na
ru* da Cadeia de S.-Antonio n. 25.
__Vndese polista branca, de superior qualidade,
em barril pequeos: em cssa de Malheui Austin &
Companhia, na ra da Alftndega-Velba o. 36.
= \ ende -so cera lavrada do Rio-de Janeiro, desu-
perior qualidade soitida de menor tamanbo ate ba-
randei i atril do Corpo Santo, o. 6(5.
Vende-se azeite doce para lu melhor e msi*
barato do que o de coco ; e azeite doce fino em gar-
rafies do 25 garrafas : no deposito de azeite de arr-
palo na ra di eozalla-Yelba u. 110.


-
Cortes de eambraia
a 2240 re."
Na loji da ra Jo Crespo de Guimariei Serillm&
Companhia rendem-ie cortes de vestidos de eambraia,
eom 11 covados cada um a tete patacas. Kta hien-
da he de um iostn moderno ; tem a escolente quali-
dade de no desbotar e be muito barata: qualida-
dei estas que a lornio assai recommendevel ans com
pradore: os pret-odentes podetn mandar pedir amos-
tra queso dn sobre o competente peobor.
O bom barateiro.
Na ra da Cadeia loja n. 5o, confron-
te a ra da Madre-de-Deos ,
ha para vender um variado sortimento de cortes de cas-
ta de cores fitas lioni goitos e baralissimos presos;
cortes do eambraia Je edres francesas de rico* e mo
demos padrds ; lencos de selim e de cimbraias do co-
res para gravitas ; e diversas lanudas para caifas e
oulras multas azendas por precos muilo commodos.
= Vende-se nina escrava, de 30 annos, poueo mais
ou menos que cozinha ensaboa e be quitandeira ,
por preco commodo ; ns ra de Agoaa-Verdet, n 5
=Vende se cerca de 150 carros do lenha propria
para padaria e olaria surtida pin qualidade ; para
ver tratar, na primeira venda da estrada de Ulinda ,
defrontedo sitio da Tacaruna ; assim como urna por-
cao du pos de coqueiros, bons para ai-rem mudados.
Veodc-ie um relogio deouro ; na ra do Ren-
gcl n. 10.
Veodem-so t! de bom gosto para bandar calcas de oflicial do ettado-
maior, a 800 rs. a oitava ; um barreteo de couro de
lustro, nio servido, por 3200 rs. : na ra de S.-Bi-
ta, n. 91.
Vende-se a casa terrea da ra do Nogueira n.
-43, em bom estado por prejo rasoavel: u tratar na
mesma casa.
Vendo-so cera em velas muito bem sorlidas,
em caiios cootendo de 3 a 12 em libra ; bichas pre-
tas ebegadas ltimamente de Lisboa, pur prefo com-
modo ; oleo de linhaca, em botijas do 3 galoes, a 220
rs. a libra : na ra do Trapiche n. 44 a -tratar com
Firmioo Jos Felii da Rosa & Irmao.
\ende-se urna preta cor.inbeira e engomma-
deira e*que be boa boceteira ; na ra larga do lio-
sarjo n 46, primeiro anclar, ou na mesma ra loja
da miude/as, n. 55.
Vende-se cal virgem.em moies barricas, ebega-
das ltimamente por preco commodo ; na ra da
Mocda armazem n. 15
Vende-te urna parda, de 2i annos que cosi-
nha, engomma e cose cbio ; urna dita de 14 annos ;
urna preta de Angola de 18 annos que counba, lava
eengomma; un molequn de7paru8 annos, bem
I .rele ; umcabrmba de 9 a 1(1 annos; urna no-
grinha de 8 annos; todos sem vicios ncm achaques,
e de bonitas figuras: na ra do Collegio, n. 17, se-
gundo andar.
Tarlatana,a3$rs.
Na loja do passo da esquina da ra do Collegio, com
lf ule para o la'go da Cadeia, vendem-e corles de vedi-
dos para senhora.com nove colados de tarlitana. lisia
(alenda tem urna vara de largura; be estampada com
flores matizadas; .<-, pela mi i transparencia e rgeza do
ii".....i.i urna lan?inba d silo preco.
= Na roa Nova, n. 18 luja do Manoel do Amparo
Caj, vendem-se superiores chales de aeds, a 1*2,000
rs. ; ditos de lia a 4000 rs. ; ditos mais pequeos ,
a 3500 rs. ; lengos de seda para gravata, de muito su-
perior qualidade a 3000 e 4500 rs. ; flores muito fi-
nas para chapeo de scnliora ; fitas de si'. de cores ,
proprios para os metmos a 500 rs. a vara ; bicos de
sede imitando a blondo de 280a 000 rs. a vara, sen-
do largos e estrelles ; chapeos de sol de seda para
senbora a 4800 rs. ; horzeguins gaspeados a 5000
rs. o par ; botina de beierio a 5000 rs.; ditos do
lustro a 7000 rs. ; sapatos de hezerro a 2000 rs ;
garrafas brancas para vinho a 2500 rs. ; ditas lapi-
dadas a 3000 rs ; copos para champagne a 400
rs ; tinleiros de vidtu ile muito bom gosto a 1500
rs. ; redomtt com imagena, a 2000 rs ; imsgens cru-
cificadas, de metal a 3000 rs. ; ditas mais pequonas ,
a 1500 rs. ; sellint elatticot, a 28,000 rs. ; ditos bor-
dados a 18,000 rs. ; ditos lisos a 8000 rs.; marro-
quim amtrello a 1200 rs. a pelle ; dito de difieren-
tes ci'.res a 150U rs. Na mesma loja ha um sortimen-
to completo de obrat feitas sendo : casacas de panno
da todas ai cores e quididades ; ditas de merino ; so-
bre-casacitde diloi; pinnoi finos; fardas de supe-
rior panno azul para guarda nacional ; jaquetas de
panno e merino de todas as eflres; ditas de bretinhi e
riscados francezes ; as mais modernas calcas de panno
fino e casimiras de (odas as qualidades ; ditas de brint
de linbo brsnco e de cores ; sobre-casacas de brini de
quadros o de lia de difTorenlcs quslidades ; colletes
de selim maceo preto e de seda de cores; ditos de brins
e fusloes modernos ; chapeos de castor preto a 7000
rs, tendo ettet modernos ; ditos de massa frunce/es;
dilot do Chile muito linot ; e outras muitas fazendaa,
que a vista dos compradores serio patentes Na mes-
ma loja se dir quem vende um piano com pouco oso,
e de muito boat vozes.
Ycndc-s i oj de Jioou, na ra de Apol-
lo n. 10.
Vendem-se 12 ctdeirat um soph urna ban-
ca redonda ludo de jacarando; em Fra-de-Porlas,
roa de Pilar, o. 17.
O Gaiato do terreirodo pa-
co ou o Gil-Braz portuguez,
publicado em 1845,4 v. vnde-
se na vraria da esquina do Col-
legio
Na padaria [do Aterro-da-
Boa-Vista, n. 41 \ende-se pao ,
bolacha, bolachinha, biseouto ,
biscoutinho ; tudo fabricado das
melliores farinhas, que existem
no mercado.
Veiidem-se as obras seguintes :
Moral do bispo Monte; Theatro de Vol-
laire 5v. ; Mestre inglez por Gostan-
rio ; 11 i.- loria Sagrada por Bernardino
Freir de Figueiredo a v.; Cornelio
Nepotis ; Fbulas de Phedro ; Lunario
Peipetuo 5 Calepino. a v. ; Mestre in
glez por Jac : na praca da Indepen-
dencia vraria ns, 6 c 8.
At ten cao!
Vendem-se ancoras com superior cal
virgem de Lisboa a mais nova, que te-
mos no mercado. Este objecto offerece
o comprador grande vantagem por es-
tar muito bem acondicionado e as an-
coras serem arqtieadns de ferro de con-
tn para carga de cavalio e capazes de
receberem qualquer liquido depois de
despejadas: e vende-se por preco mais
commodo do que em outra qnalquer par-
te. Na ra da Cadeia, loja n. 5o.
Vende-te, ou tluga -su na ra da Capunga ,
urna das melbores casas que ha, por ser nova e ter
muito bons commodos ; tem doas boas salat 4 quar-
tos um bom totio cotinba Cora tanque para ba-
ndo boa cacimba com etcellenle agoa de beber bom
terreno rom alguns arvoredos de fructo estribara pa-
ra u'ous ou 3 cavallos quarto para escravos. 0 terreno
be todo murado de novo e com seu porISo de ferro.
CJuem pretender faier qualquer negocio dirija-se ao
boceo da Lingoeta sobradinho por cima da venda do
Sr. Avres, que achura com quem tratar
=Vende-se um berco de angico em muito bom
estado por ter pouco uso por preco commodo ; na
ra da Matriz da Uoa-Vista n. 33, primeiro andar.
Vende-se urn relogio de ouro patente inglez ;
na ra do Crespo, n. 17.
Vemle-se urna escrava de bonita figura ainda
mora cozinha cose e engomma sem vicios nem
achaques ; um cavslloeom bont andares: na ra da
Cadeia do Recita, n. 32.
r-Vendcm-se 9 escravos sendo : 1 rooleque de'
16 annos de boa figura ; 2 pardinbos, de 17 innos ,
proprios para pagens ; 1 dito quasi branco, dol an-
nos ; 2 protos sendo um dvlies ptimo canoeiro e o
outro para qualquer servico ; 2 pirdas sendo una
dellasde 18 annos com habilidades, e propria para
mucama por sor bastante gil e ser do boa figura ,
e a outra de 25 annos, que cozinha, cote cbio en-
gomma liso e lava ; 2 pretas que coiinhSo lavo ,
o sao quitan leiras; todos sem vicios nem achaques : na
ra do Collegio n. 3. segundo andar,
Vendem-se sapatos para tropa a 1200 rs.
borreguins gaspeados, de Nenies a 3500 rs. ; chi-
quitos e botinsiinhns, a 240 rs. ; sapatos com filas
para criancaa a 500 rs.: na praca da Indepondencia,
ns. 13 e 15.
Vendem-se 5 pretas mocas, com habilidades, orna
das quaes engomma, cozinha o rose; urna negnnha
do laonos ; um moleque do 16 annot, de bonila
figura ; um preto pura o servico de campo ; um dito,
demeiaidade, por 180,000 rs.: no piteo da Matriz
* *.
Vendo-te urna escrava crioula, de 25 annot. com
urna cria negrioha de 13 roces he muito liod
ji desmamada ; a preta engomma, cose comba la-
va o faz renda ; um escravo crioulo de 50 annot, de
bonita figura, e que he tiebalhadnr decamno e mesmo
da praca: na ra dasCruzcs, n. 22, segundo andar.
ss Continuio-se a vender pszinhos do diversas ro-
seiras de todas as qualidades ja anounoiades por
diversas vezes assim como p't de dalias, de todas ai
cores, e de outras flores mimosas ; na Solcdado indo
pela Trompe quasi ao p da igreja n. 7.
Vende-se uns venda na esquina que vai para
os Remedios debaixo do sobrado e juntamente a ar-
mario da casa terrea na outra esquina ; na ra eslrei-
ta do Rozai io vi oda n. 45.
Vende-se lia de ovelha ; cera amarella ; dita de
carnauba por preco commodo ; ni ra da Praia-de-
S.-Rita, o.43.
=Vende-te um carro de 4 rodil, em muilo bom
estado e corr seus competentes irreios ; ni roa do
Aragio cocheiro, n. 17.
= Vende-te ums commoda de Jacaranda com lam-
po de pedra ; urna dita de coodoi ; cideirai de jaca-
randa e de oleo ; camas de vento ; urna mesa de ama -
relio com dues gavetas, para escripia de um so p ;
um supla de Jacaranda; blocas de jogo, de dito, e de
angico ; mesas redondas de Jacaranda argico e de
oleo ; marquezit i'e angico amarello e oleo ; bancal
d 4 pe com gavetas, e de amarello : na ra da
Cadeia de S -Antonio, n. 18.
Vende-se utn cofie de ferro niuito
bom e novo, por preco muito commodo :
na ra do Trapiche, n. 34 terceiro an-
dar.
. Vende-se, por preco commodo, o
bem acreditado rap de Cordeiro Filho&
C ebegado do Rio-de-Jeneifp no ulti-
mo vapor-: na ra da Cadeia, loja de
l. noeles & Mello.
Brins francezes.a
rs.avara.
800
Na loja do paito da esquina do Collegio, com frente
para o largo da Cadeia vende-se brim transido bran-
co, fraocei, a 800 rs. vari. Esta fazenda he muito
encorpada.o de linbo intcirameote puro;e poriito mui-
lo durtvel.
POTASSA.
Vende-se superior potassa da Hussia ,
em barris pequeos ; cal virgem de Lis-
boa, da mais nova, que ha no mercado ,
por preco muito commodo ; tambem se
vende um resto de potassa da safra pas-
sada muito barato : na ra do Trapi-
che armazem n. 17.
Vendem-te 7 pretoi, de 20 a 30 annos; 4 mo-
loques de 12a H annoi; 2 mulaliohos de 12 a
14 nnos ; 2 pirdot, lendo um tapateiro ; A pardal ,
de 16 a 20 annos ; 2 pretas, de 16 a 20 annos; todos
propriot do servico de cata e campo e lio de boas fi-
gnm : na ra da Cadeia de S. -Antonio, n. 25.
Vende-ie fariohada trra muito superior,
3500 rs. o alqueire : na ra do Cil deireiro n. 80
Vende-se urna parda de bonita figura de 18 a
20 annos, muito'robutti boa eogommadeira e cos-
tureira ; urna negrinha de 12 a 13 aonoa ; um mu-
latinho, de 13 annos, de boniti figura, e que he muito
sidio ; um preto, de 28 a 30 annoi, lidio .proprio
pira todo o tarvico : ni ra da Cadeia do Recife loja
deJoioda Cooha Magalbiet
= Vende-ie urna venda no Forte-do-Malt", ni ro
do Codorniz n. il : 1 tratar na fDesma.
Vendem-se algodoeszinhoa americano* lisos
propriot para faieriaecot de farinht por proco com-
modo ; em casa de L. G. Ferreira & C.
= Vendem-se, 13 escravos mocos, de bonitas fi-
figuru chegados pronmamento do Aracatj sendo
negros, negras mulatas e mulitinboi ; todoi por pre-
co commodo : na ra da Crut n. 51.
Neita loja do bom birateiro ha um novo or-
n tinento de catn em cortes, dos mais moder-
rP nos e bonitos padrdes que teem vindo a es- 1
*> ti praca ; aatim como cbitit e riscados fran- ]
ft ceiet e um completo sortimento de madapo- 1
*> loes, do 2500 a 6000 rt. e outras muitaa fa- <
gfcj rendas finase ordinaria, entreaaquaet ha al- .
s, gumas do tempo doreivelho.que se vendem por
f todo o preco, so aim de aortir de nov; poit en-
* Ir ellas apparecem boaa pichinchas, que os
55 freguezes do bom e barato nio devpm perder.
m
Grvalas, a fa00 rs.
Na loja do passo da esquina da ra da Collegjo, com
frente para o largo da Cadeia;vendem-se lencos de eam-
braia, a crusado ceda um Estes lencos sio estampados
com raminhos miudinbos, atrepadeiroi e titiras, com
variedades de cores; e esti litnio.
= Vendem-se \ escrivos, bons para lodo o tervico
lano do campo como da praca ; um dito bom canoei-
ro ; um dito bom oflicial de toda obra da ourives ; 4
escravas moral, de bois figuras, e com boas habilida-
des ; 1 parda de 30 annos boa mucama e que co-
se, engomma e cozinha : na ra do Crespo, n. 10, pri-
meiro andar.
Vende-se cal virgem de
Lisboa, em barris e caixas che-
gada ltimamente : no escriplo-
riode Francisco Severianno Ra-
bello & Filho.
--Vende-se lagedo de Lisboa ;
no escriptoriode Francisco Seve
ran no Kabello& Filho.
Farelo.
=Vendem-se uceas muilo grandes com farelo : nos
rmateos de Bacelar e do Guimrriei no caei da Al-
fa ndega.
- =- Vende-se cerveja branca e preta de Loodrea,
Barclay & Companbia a melhor que ha em porcio,
ou a retalbo : vinhos de Tenerife Made ra, e de ou-
lras qualidades; ago'ardente de Franca engarrafada,
e de superior qualidade : na ra do Trapiche o. 40.
Vendem-se esleirs da In-
dia, para lornir salas; Go por
rete, fino: na ra do Trapi-
che, i. U.
Vende-te um litio com alguna arvoredot de troc-
i, em Ierres do Monteiro, no caminbo,,que vai para o
Arrsial do lado pposvo ao sitio do Sr. Tiburcio ; na
travessa de S. -Jns n. 29
Vendem-se 12 escravos, sendo pretas] e molo-
ques, com algumas habilidades, de bonitas figrale
mocos : na ra Nova d. o > segado sndsr.
= Vende-te tal do Ass a bordo do brigue b'tliz :
a tratar com o proprietano Firmino Jos Flix da
Rosa na ra do \ gario n. 23.
N. 40, ra do Trapiche relogios de ouro de
patente inglez muito bom ; correnlinhsi de ouro .
padrao Principe Alberto; e um cbronouietro pira
navio mu i bem regulado: tudo to vende a precet
oommodot,
Vendem-se 104 viquelai, por preeo commodo;
na ra di Crut, n. 36.
= Vendent-se biebat novas, ebegadas de Hambur-
go no dia 12 do corren te, aos ceios e a retalbo; e
tambem se vio applicar poraluguel, por muito me-
nos preco do que em outra'qualquer parte ; no depo-
sito da ra estreita do Rozario na venda, da esquini ,
pegada to becco do Rosario, n.11.
Vende-ie urna bonila escrava, de 16 armoi, de
bonita (gur que cozinha muito bem engomma e
eose ; um dila, de 20 annoi, de todo o tarvico or
360,000 rt. ;.um preto, de bonita figura proprio l,.
ra lodo o servico ; todos esle ettet etcrtvoi nio sin
viciosos o que se afianca ; na ra larga do Bozario
o, 24, primeiro andr.
Vende-se urna carroca em bom estado ; un D.
pa arqueada de ferro ; um funil de pao ; un pMo
atrobas: na Solodade n. 22.
Veodem-se superiores charutos regala f00|
emuritibanos em caixinhaide 100,223 e 250, p0't
preco muito commodo e ehegadoa ltimamente, .
lo vapor, da Babia ; na rut do Trapiche n. 34, ier]
ceiro andar.
Lindeza, o covado
a2&0rs.
Na loja do puto di etquina da ra do Collgeio, coi
trente para o largo da Cadeia vende-te linden pin
vestidos de aenhora, a deza vileos o oovido. Os de-
tenboi detta faienda sio littradoa,sobre asientos cleros
oscuros, fingindo seda; o campo imita lia; o cores
que nio desbotio, e be fazenda inteiramente nui.
Fariuha SSSF,
da melhor qualidade, e a ulti-
ma chegadn a este mercado;
vende-se em porces grandes
ou pequeas: a tratar com
Me. Calmont & Companhia ,
ou com J. J. Tasso /unior.
Vendem-se taboas de pi,
nho, a 40 rs. o p ; atrs do
theatro.
Vende-se na ra 6o^ cera em velas, chegadaultima-
mente do Rio-de-Janeiro, de urna
das melliores fabricas, em caixas
M pequeas de 3 a 16 em libra e
p por preco mais commodo do que
$ em otitra qualquer parte.
ftarua do Crespo n. 1% loja
nova, de Jos Joaquim
da Silva lf aia, ,
vende-te um novo sortimepto de vetlidoi para tenbori,
da rica fatenda chamada indianna ; a quil alm da
ser de edres escurai,' tmlas fitas, e ricos gottos, leu
om lecido que finge ter de seda e o teu diminuto
preco he de 3000 rt. cada corte ; bem como tambare
da fatenda victoria a 4000 rs. cada corle ; os quirs
offerecem as mesmas vantagens aos compradores por
serem escuros, e por isso se lornio recommtodmeii
pira a presente estacio: igualmente um rico torilmen-
te) de casimiras para caifas ; chitas para vellidos; e ou-
tras muitai faiendet que serio presentes, e te ven-
ders por prer;oi commodoi.
Gambreoes, a
l#40i-s.
Na loja do passo da esquina da ra do Collegio, eotn
frente para o largo da Cadeia, Vendem se notos cortei
de calcas com tret covadot e meio de gimbreoei,
por qualro patacat e meia cada um. Ella fatenda ho me-
lhor do que a i|Uf,ha lempos,s tonunciou.e se tendeo
nenia loja, poloi padrdet serem mait moderos, e o
pannos muilo neo rpados Dar-se-hio amostras i quem
os pretender, sob o competente penbor.
Vendem-se pregos ame-
ricanos, 11. 4, novos, em bar-
ricas na ra do Trapiche,
n.8.
=t Vendem-se moenda de ferro para engenbos de
aitucar, para vapor agoa e bettai de diversot tama-
nbos por preco commodo; e igualmente laiiis ds
ferro coado e batido de todoi os timanhoi : na pre-
ga do Corpo Santo n. 11, em cata de He, Caiiuont &
Companhia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
Escravos Fgidos.
Fugio, no dia 11 do correte mez, t preto, de no-
me Antonio.de naci CJuicama, do 22 annos, aahindo
da cita de teu tenhor com um leboleiro com sip' lJ'
levou camia e calen de estopa, j velbas sendo f"
man de uiaugaecurias; he oe estatura baila cara re-
donda fulo ; tendo naa coalas para maior sigesl, m
M ou F : quem o pegar leve io litio da Tremp i
a. 1, denominado da = Joanna dos Pastos = 1uS
ser bem recompensado.
m Fugio, no da 14 de julb do crranle aono, so
lente coronel Jlo Porfirio da Molla um escravo
oflicial de pedreiro de nome Antonio de necio Ben-
guela, de 27 anuos pouco mais ou menos, !>'
compnda prelo relinto dentet muito alvos e lima-
dos ; nao tem suissas mas pouoa barba ; baito. e tacco
do corpo ; tem tignaet de relho nat costas; lavou c<-
rnisa e ceroulat de algodio sendo ai cern'*' compri-
dat; foi comprado em Pernambuco a Jos da Silva i>-
telho Granja.
PEBB. j KA TYP DE M. F. DE FAMA-- ,0


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