Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08371


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Full Text
^

Auno de 1846.
. Terca feira 18
I O ni ARIO puhlics-se todos os dias que nao
forem de guarda: o preco da asignatura he da
SfnOO rs. por quartel, pagot adiantados. Os
innuncios dos assigoaote sao inseridos a raio
c JO rcis por liana, 40 reis a^n lypo difleren-
[ tt, e as repeces pela meladc. Os que nao fo-
rtn aasigoaute* '-ko SO rt put iiuua, e ICO
em typo diferente.__________
PHASES DA LOA NO MEZ DE AGOSTO.
I,iiclieia a 7 M 3 Lora 38 minutos da rain.
Mingoanlee 13 as 8 dorase 31 min. da Urde.
La ora a II as 0 horas e a min. da tarde.
Crescente a 18 as T- horas e 68 minutos da tarde.
PARTIDA DOS COHRKIOS.
Goianna e Prolilia Segundas e Sextas feras
Rio Grande do Norte, chega nn Quartas feiras
no raeio dia e parte uas mesmas horas as
Quintas feiras.
Cali, Serinhaem, Rio Formoso, Porln Cairo*
Mcey, no I.', II c 21 de cada rnei,
Garanliuns e llouito a 10 e 21.
Boa-Vista e Floros a 13 e 28.
Victoria as Quintas feiras .
linda todos os das.
PREAM\R DE HJE.
Primeira as 2 horas e 54 minutos da tarde.
Secunda as 3 horas e 18 minutes da mauha.
de Agosto.
Anno XXII
N. 181:
DAS Da semana.
17 Segunda S. Mamede au I. d > J. dos or. e
doJ. do C. da 2. v., do J.M da y,
18 Terra S. Crispo, aud do J do civ. da I.
v., c do J. de pal do 1. dist. de t.
|l> Quarta S Marianno, and, 2. v c do J. de pal do 2 dist. de t
2(1 Quinta S Heanlo aud. do J.de orphos, e
do I municipal da I. rara.
21 Seala S Joauna aud. do J. do civ. da I.
r. edo J. de paz do I. dist. de t.
22 Sahhado S Timollieo, aud'. do J. do cir. da
I. V., do I. dist. o do J. de t.
23 Domingo S. Filippe Benicio.
CAMBIOS NO DIA 17 DE ACOST.
Camino obre Londres 16 d. p. Iga 0 d.
n Palie 355 ris por franco.
I.islma 10l % de premio.
Deac. de letras de boas Armas I '/,p. /eioinei.
OumOncas hespan'iolas ll#00 a *ll600
Moedaade OS 100 vil, llj'100 a IA4700
a detftOOnor. it#000 a lo>2iHl
> ii de lilioo... /000 a Bjion
Prala Pataccs.......'. I 080 a 1*070
a Pesos coluinuares l960 a ll70
ii Ditos Meticanos. I920 a litio
Miuda.......... iflOO a 1*780
Acedes da Comp. do Reberibe de 50*000 ao par.
DIARIO DE PERNAMBUCO
AVISO.
IVo ullimo deste mez fnda,
na thesouraria geral, o troco,
pela mes ni a quanlia, das cdu-
las de 9,^000 rs., cor branca;
c do 1. de setembro prximo
futuro em diantc, nao s esse
troco ser feito com o descon-
t mensal de dez por cento,
at fcarem as mencionadas ce-
dulas sem valor algum, como
sero ejjas substituidas, no gy-
ro cornnjercial pelas estam-
padas em papel azul com os
caracteres encarnados.
PA^TE QFFICIA!
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DO Ola 27 DO PASUDO.
0lucioAo commandante das rias, determinando,
laca dar biia do servijo a Theodoro de Paula Leite,
cadete do segundo balalhSo de artilbaria a p.
Dito"Ao meimo, eiigmdo o leu parecer acerca do
requerimento, em que Innocencio Jos da Silva, ei-
loldado do segundo batalbio de artilliaria a p, pede
como utacao da pena de carriobo perpetuo, que foro
cunde uado, por criine de deierrlo.
DiioAo meimo. inteirando-o de ter S. M. o Impe-
rador borneado alfares alumnos a Jos Joaquim dot
Rea, primeiro sargento e particular do quarto batalbio
de artilbaria a p, e a Candido Jos da Coala, soldado
particular do meimo corpo.
Ditos Ao mesmo, ao eommissario-pagador e ao
impudor interino do arsenal de marinha, aecusando re-
meta da tabella driignativa das salvas, que d'ora en
dianle se derem dar nos das de (esta nacional.
DitoAo presidente da reiaco, pediodo seu pare-
cer sobro duas repreienlacoei do cnsul da Blgica nes
ta provincia.
DitoAojuii relator da junta de justica, trensmit-
tindo, para ser definitivamente julgado, o processo do*
soldados da companbia provisoria de primeira linba da
Parabiba, Manoel Jos da Silva e S. Fabricio Freir.
DitoAo inspector da theiouraria da aienda, com-
rxunicando, que Fernando Bieber contina a (car en-
carregado do vice-consulado austraco oesta provincia ;
e recoamiandando, que transmita esta commuoicacio
ao inspector da alfandega, e ao administrador da mesa
do coniulado. Ofliciou-ie a respeito ao ebefe de poli-
ca interino, e a'Fernando Bieber.
DitoAo commandante da ilha de Fernando, d
terminando, em cumprmenlo de ordem imperial, que
remella para eslacidade, alim de seren mandados pa-
ra acorte, os preos, que naquella ilba se acharem, im-
plicados na rcbelliio do Rio Graode-do-Sul, e quaes-
quer outros, cujos crimes orem polticos.
DitoAo director do curso jurdico de Olinda, de-
volvendo a reluci dos respectivos lentes, que nao se a-
cbio em eiercco, para que venba cora determinada
declarado do lempo da iuterrupcio do mesmo exer-
cicio.
DitoAo director do arsenal de guerra, ordenando,
faja indemnisar o commandante do brigue de guerra
Capibaribiio um barril com duas arrobas de plvora,
que por empreslimo fornecco provincia do Rio-Gran-
de-do-Norte ; e declarando, que essa iodemniacio de-
ve ser leita por O'inta da porfo detso genero, que, com
deitino i dita provincia, se acha depositada naquelle ar -
seal. Officiou-se a reipeito ao Exrn. presidente do
llio-Grando d i-Notte, e ao commandante do brigue-
eseuna Capibaribi.
PortaraConcedendo a Manoel Jos Serpa a dis-
peoia, que pedir, do lugar de primeiro suppleoto do
juiz municipal e d'orphioi do termo de Iguarass.
Foi nomeado para esse lugar o bacbarel Vicente Fer-
reira Gomes, aquem tambem se nomeou juiz privati-
vo dos Africanos; e Gierio-ie as participarles do ei-
!y!o.
DitaNomeando pajra presidir a extraerlo das lote-
riss aojuit municipal supplente da segunda vara desta
cidade, Jos Raymundo da Costa Henezes.
DitaMandando, que a Manoel Pereira de Moraei
Ribeiro se passe patete de major do segundo batalbo
da guarda nacional do municipio de Nazareth.
DitaNomeando para supplentes do subdelegado dala respusla, que dono toncnto-ooronel uommandaiite do
Ireguesia de S.-Frei-Pedro-Goncalves : em primei- 4. Balalaiod'ariUhala a pe s roflexSos feito* por V.
Jess; porque, o primeiro dosartau a 24 de ootubro do
anno p. p., e o segundo nlo perleuco no dito batalbio,
o nein a nciiliiim outru dos existente nosta guar-
nirlo.
Dilo. Ao mesmo, informando e requorimento d
cabo da ooinpauliia fita dn cavallerin, Manoel Ferreira
Bsoovar, que pede baia du servico, dando substilutu,
nos termos do aviso do 40 le Janeiro deate anno.
, Dito, Ao niesmii, significando, que o sargento do
artilliaria,Manuel Joaquim Ta vares, que, ora virtud da
imperial rraolncAo do 16 de maro ultimo, fra reforma-
do no poaln de 2.0 tenonle, nlo perleuco su 4." bala-
Iban d'arlilbaria a p, a dii o rospoolivo cuniniandanlo,
que lliu oousta, que esto individuo esteve, na qualidadu
de ,lilil.lo, ligado an dito batalbio quando 2.0 (mitiga
numeracSo), d'oude fui excluido, com paeaagera para u
depnsito da provincia da Babia.
Dito. Ao r.ommamlaiile das armas da provincia do
Para, ooinuiuiiicanilo, que o 2.* tunonte d" 3. baflBIan
d'artilliaria a p, Bernardo Ferrcira du Carino, leudo
indo da corto na barca de vapor Petiiiimbucaiui, com
destino a reunir-so au mearan batalbo,aqu locara, du-
rillo de paito e iiiiputsibilit.iilo du uontinuar a viagcui
' que furia, lugo que consegiiisso melhoraiuentu.
Dito. Au coronel comiuissariu pagador, ciiviandu
ro lugar, a Nuno Mara de Seias ; em segundo, a A-
leandre Rodrigues dos Aojos ; em terceiro, a Antonio
Joio da Resurreigao e Silva ; em quarto, a Manoel da
Silva Neve; em quii >, a Antonio Coelho de Mello ;
e em sesto, a Joaquim Juveocio da Silva.Partcipou-
se ao cbale de polica interino.
Com mando das Armas.
EXPEDIENTE DO DIA 28 DO PA8IA.D0.
Ollioio. Ao general coiiiinandante das armas da
Orle, enviando a guia, quo rvquiaitoii, du anidado An-
tonio Vieira, que.bavciidu perlencido ao deposito desta
provincia, lio boje praca do l.u regiment de cavallaria
ligeira.
Dilo. Ae coronel oommandanlo do 1. batalbo do
caendorea, para que bonvonse de faier constar ao ospi-
tn Francisco de Paula Albuquerqun Grillo,que o gover-
no imperial, indefrriudo o seu requeriaienlo, deleruii-
A LEA. ("*)
pob freoertco oculte'.
SEGUNDO VOLUME.
XV.
WC4BDALO TaUUBfrHAIfZ.
Maia de urna bora anisa do momento, em que Sea-
mos no capitulo antecedente, o j quando Tlmr e sua
rauU-.cr comecavlo s esperar imparienles a resposla,
que Ibes prometiera Amab j quando se perdi&o em con-
jecturaa o desesperados lmures acerca dessa ineiplica-
el iardanja, e quando j elle, se eicWvJo a uiar con-
tra eaaa niullier dua maia severos rigores no momento,
ciu que prinoipiavlo a ler reoeiua t respeito de Amab,
assim como do sen Blbo^resunu o ecbu do una (raudo
pancada na porta. CortaUu elle* an encontr de Amab-
e eiicoiitraran-ae com C^b*, qne Villon oondusia.
Foi um momento de transporte confuso, eairondulo,
e ao qual nao pode Carlos recuiar-ae mas, apenaa ha-
(?) Vida Diario n. J79.
ta provincia dovia tratar de sua saude.
Dito. Au tur.....I cumiuaiidanto do 2." baialiilu
d'arlilbaria, maiiJaiido eoiiaiderar addnloa o presea,
al eguirein para sens destinos, o particular Jeaoinu
Paulino Mouleiro d'Albuquerquo, cabo Jola Hodrignes
do Co.la, cuidado. Manuel dos Santos Ribeiru, Joav
(uini Jos Barbosa, eManoel Jone du Canuo; cujos guias
Ibe traiiamitlia.
Portara. Mandando esouiar do servico, em virln.de
lo ordem do (overno imperial, rumniuiiienda eiuniisu
la rcparliffto da guerra de 3 dn corrento (julbo), o par-
ticular do 2. batalbio d'orlilboria a p, Tboodoro de
Paul* Leito.
lOEM DO DIA 29.
OITlcio. Ao prcaidente do provincia, informando o
reqiicrimcntu do lenenle quariel-me.tre a fi.O bata-
lbo doeiicadoree, Luis Jeronymo Ignacio du Santn,
quo a o p.ovrruo imperial pede o pegamuntu da'quamtia
do 217,6(36 rs. proveniente do vcneiiuentua, quo dui-
xoo do reoebor, pertonceutea aos exereicioa lindos do
1842 a 1843.
Dito. Ao mesmo, submnttendo ao seu dtferimento,
na forma do aviso do 10 de Janeiro ultimo, o requeri-
incnto du soldado do 4.0 batalbio d'arlilbaria a po, Ig-
nacio Antonio de Souia, quo pede escusa du servir,
dando substilutu iduiieu,
Dilo, Ao incauto, ooinniiinicando, para os fin con-
venientes, quo nao pode ter execucio porlico da guerra de 18 do juulio ultimo,que mainlai a
eacnsar do servico aos suldadoa do 4 batalbo d'arli-
lbaria a p, Benedicto Ribeiro, o Francisco Fcrroira de
S. no seu uflicio de 15, cerca da gratitioae;io de volun-
tario do alguroaa pracos de prct, ojuntando aua rca-
posia as rebicde de nioslra e guias, quo a seiuelbanlos
proras diiein repeilo.
Dito. Ao mesmo, roi|iiisitanto una unta dos di-,
tilieiros eulregura pela pagadura an uiitjor Sergio Ter-
tuliano Castel-Branco, por oocasiAo de sua mareba para
os Alagas, otu II) de uiitubru do 1844, especificando oa
nominas de prct, clapo, gratirkaces do voluntario, e tai -
damauto. *
Dito. Ao Iciiento-ooronol onnimaiidante da f.irta-
loza dn Brum, enviando, para sua tntelltjeneia e exoau-
cio, copia da labolla das salsas, que acuiupaiiliuu n ro-
solucao imperial to 6 do jiinbo ultimo, tuandada ubsor
var pelo utiso do 17 do mesmo tuei.
Dito. Ao coronel cnnimandaute du 1." batalbo
de caladores, mandando, qno iiifurmasse sobro a pre-
tendo do soldado senlenciailo, Innocencio Jos d
Silva, que pedo ao pudor moderador ooiniuulaclo da
pena.
noupor aviso de 4 do corrnnto (jullio), que niosiuo nes- jj;,,,, _j, tcnenle-coronel do 4. balnlliao d'artilba-
via elle panado dos br.i(os do pai ao* da mai, quo bi
o guardsva, pcrguuteu :
Onde est Julia 7
lia deaeanaa....... Ora cmfini Mr. Amab nlo nos
enganou.
Mr. Amab dase Carlos admirado.
Elle be, qne foi acaso do madama deCamburo.....
fui elle, quedu com rogos, uu cumamcacaa ubleve en>-
lim o leu livramcnto.
Mr. Amab, dase Villonscocarnente, parte neiiliu-
uiaiiic no livramento de Mr. Crrloa ; fui cu, queme
entend cora eesa dame, fui cu, que Ibe falle!, eem ter-
mos, e foi a miiii, que ella encarregou de Ibe iroier o
acnbor sen tiln..
f ,..:... ^V_!---J- ** ....1..a At*** II.. m.J,_
A. ... U.1U VSFUgUU., M..!...,, .....-...~.
ma Thor.
Na verdade, aoorescentou orgiilbosarocnto Tbor,
quo importa a quem deve Carlos a liLerdode, urna vea
que o temos em nossos braco*?.......
Tatvcs importo, diaso Carlos. A que hora parti
daqui Mr. Amab, para obler a ruinlia liberdadeP"
Brio del bora e meia, creio en.
__ Poisbcm! As nove bora, disto Villon, sabia en
de coa de madama deCamburo com a ordem da soltura
naelgibeira.
pareoe-me, que, depois que ella sabio,' houvo
lempo de saber o resultado ajas diligencias de Mr. Vil-
Ion, e de vir advcrli-los dsso......
Tilve, disse madama Tlior....... mas para que
lio oceupares-le cora islo ?....... Para que perturbar a
nosaa alegra rom essas reflexe?
Minba mii, disse Carlos oum trislea, eu quixera
abrafar Julia.
rio a pe, duendo, quo as b niit diissoldadua Jos Ftlip-
pu du Soma, joaquim de Mello, e l.-iurnulo Antonio Tra-
jan, deii.ni ser levadas a elleit, logo quo desseui olla
d lnispil.il, onde se acblu em Iratainenlu.
Porlaria, Mandando eacuaar do servico, em virtude
d'oi.looi do guverno inipuie.l, cummutiioada em aviso
de 26 dejiinhu ullimo, o uld.ul da cmiipanhia fixt de
pnvollaria, JusoAnlonio do .Santus.Braga,
Dita. (lomeando u cnncolliu de diiiecl, quo tom
de r.itnliccer da juslificacao do nbreia, da soldado do
2.0 bai.ilttSo d'itriilliaria a p, Fraiu klm do llego Ca-
raleanti d'Albuquurquo Barros, quo aspira sorvir como
cadete du primeira rlassu.
i "'
INTERIOR.
llio-ilc-Janeiro.
DISCURSO,
QUE, NA SESSAeS OA CMARA DOS SBrlHORES DEPUTADO, DE
20 DE JULHO ULTIMO, E POB OCOAalA DA DISCUSSA DE
UM PROJECTO ACERCA DO MXIMO DO JURO CONVENCIO-
NAL, riiosusciou o aENnon redoucas.
Eu desejava, que os illustres Srs. depulados, que teem
de votar contra cite projeclo. segundo se deprebende de
leus apartes, so apresentasietu consecutivamente op-
pugnando-o, para que eu, que teobo o fraco de o de-
fender como seu autor, e nlo sou talvet (So favorecido
de memoria, que possa repolir as preleccdea oais co-
BBBBBBBBBBaBBBMBlBBiBBaKaBa
I'ois Im'iii anda, men filho, vem.......
E madama Tliorenoaminhou-se para o quarto de sua
(ilha, cbamondu:
Julia! Julia!
Abri a porta, e ainda obamava :
Julia! Julia!
Mas nihguem respondeo,
Julia! Julia! gritou madama Thor, precipitan-
do-seno quarto.
Ali! disse Carlos com tcrrivcl aooenlo, entrando
tambem mutuario vatio, be muito tarde.
Imagineui os leitores os gritoa, a dc.csperar.ao dessa
mli.iiuo, aesuslada durante porto do uui mes acerca da
surte e destino do seu filho, o rerolrava no momento,
q'! robsrcm !h<> ; fi!h. Chemeo se, prceurou
se, perguntuu-se, emfiii soubo-sc da criada, que urna
seiba viera procurar Julia ; que, dopoia que eaaa volita
se retirara, dissera Julia, quo so reoolhia ao seu quarto ;
e como so inquira da criada por Indos os mudos, esta
disse afinal, que procurara ouvir o que se fallava entre
essa luuiitur u Julia, o quo so baviu plonunciad o nonie
do Mr. Amab.
Madama de Camburo tinha rasan,, disse Carlos fu-
rioso; u cubaido bem sabia, que eu o hnvia de punir da
aua infame sedurjio.
Queirio oa nossos leitores ter a bondade deae reoor-
darcm da fbula, qne Leona bovia contado a Carlos; as-
sim romo do quo Amab ucabova de cunlar a Thor eaua
uinlher suas relai jes o as do Carlos c.nn madama de
Cambure, o oumprolienderaS em que dcsurdoni de ex-
plieaccs vagueoii essa familia por iniiil lempo. Vil-1
mesinliss de J. B. S(y, siguanas notas dos coromeola-
dores a Smitb e Storcb, artigo do diccionario do com-
morcio de Ferreira Borges e outras obras desta ordem,
Ihesreip indesso com a experiencia de todaa as oacSes
cultas, desde as eras mais remotas, e anda mesmo tio
-oliente coiq a do notso paiz, cujas cbagat tratamos de
curar, para que elle se torne apto a marchar, como se-
guem os outros povos, oio s ns senda da moral o da
rmlUacSo, que be pripria de poros ebristios, lenao
tambem na cultura da induitria e na cooieoucio das ri-
quezas uteis, que constituem a Corea elelictdade pra-
tioa dos povos modernos. Mas fallou um s honrado
'nombro ; todos os outros illuitres campeos se reter-
vrSo ao silencio ; sou, pois, conslraogido a lancar-ma
logo na arena.
Similores, a todasoisss tbeoriss, que se hio referido,
o quo te podrra referir,eu respondona, e creio, que sa-
tisfactoriamente, com duss paiavrastodos os governos
da Europa, culta e comtnerciante, perante o quaes bao
sido eicriptat, ensinadat, publicadas e diiiiminadas,
essas tbeoriaa,oa aCcepto do< illustres Srs. depulados,ai
teem deixado a margen). Respondera tambem, mos-
trando, que em todos os paires moderos, am os quaea
urna veae ettabeleceo o mximo dn jur ou interetse
legal, o juro ou interesso commercial tem detoido ao
ponto,em que le aclis, de se o florecer ns Europa dinhei-
ro de empreslimo para a maior parte datempreata 4,
a 3 1/2, a 3 o at a i 1/2 por cento annualmente.
Em prova do que digo, baslsr-me-ha, por agora,
traier a considerscSo da cmara dous dot mait moder-
nos exernplos, o da Irania e o da Blgica. Desde a re-
pblica, pastando pelo imperio, oa interesses forio abi
tasados por loi a S por cento em materia civil, ea
por cento em materia commercial. Slo patudos mait
.'10 annos, e ellos teem convencionalmenle baixado
de 6 e 5 por cento para menos. O sectarios dat tbeo-
riss ahstractst, entretando, deixSo de ler conseguido fa-
tei fortuna no abrogar loi, lio justsmente protectoral
do verdadeiro til emprego do dinheiro a lucro, pos
contra throriat laes sobresal a prova real da verdade, tem
o fcto incootestavel do correr nos dous paites mencio-
nados o prero convencional do aluguel do dinheiro a-
baixo do mximo,pela loi proscripto, andando,pela mes-
ma raiio, os melboramenlos morsas e mtteriset /;art
pniiu na senda do progresio da riquesa nacional.
Se quizurmos partir do mais longc, rcrc.r.o:, qua, i
proporco que na Inglaterra, ao lempo de Heorique
VIII, se estabeleceo pela primeira ves o mximo do ju-
ro a 10 nnr cento. contemporneamente, na Franja,
Francisco I o taxou em 8 3/4. e que desde eisa poca o
juros ou interesses convencionaes forlo inlerpolada-
mnnte descendo, e a legislaran acompaobando-oia pon-
to de na Inglaterra secoohecer ltimamente, medan-
le informal oes continuas na diuturoidade de 20 anuos,
que a tais legal de S por cento era muito superior ao
mximo do interene convencional crrante, e por con-
snguinte inconveoionto as deciides, em que ie tinha de
guardar precitamente o criterio determinado pela le,
por imputar aos imputsteis um inleresse legal maior do
que o preco correte do tluguel convencional do di-
nheiro a lucro : sondo por isso, que ltimamente a le-
gislscio nesla parte cessou, isto be, para conhecer por
mais algum lempo,te o mximo de 5 por cento devia ter
ou nlo proscripto, lubslttuiodo-se-lhe oulra laxa mais
conlorme ao preco correte, vendo-se, que os fundos
pblicos de 5 por rento vendiao-se a 90 e mais ; o que
importara, que a mesma divida publica fundada, nio
flucluanto, nio fcilmente permutavel, corra por um ,
premio menor do de 4 por cento, etc.
Deixo de demonstrar com exernplos dot Athenienses,
doi Eipsrtanos, dos Romanos e de niuitoi diflerentes
outros povoi, que a eliminscao dos ioteresies oa alu-
guel do dinbeiro, favoreceodo a cobict de uos, e as dit-
era necessario portegni-lo, apanha-lo, osbofelea-lo
Madama Thor, mu* consternada, purera mais pruden-
te, presenta, nosto niyalcrioso aoonteciiuenlo, a funesta
mo du Leona ; a honrada dama oompa-ohendie o ardor
da vinganc.a, que dovia impellir a raullier perdida, tio
insolentemente aggravada por seu filho; Thur trovejava
em nuiie tl.i lei o da auturidade paterna, e Carlos, que
comecava cmtim a reoouheoor, que elle era urna da
cauaas mais activas dota desgraca, ullorecia-so a ludoa
ns perigo, a todos os sacrificios, para salvar sua ir-
mia,
Depois do longos gritos, terriveis ameac.ia, intermi-
naveis lastimas, una resoiucac sabio dessa desordom o
alllim'iu : rom iumrdai,imi.iitc ter com as duaa peasoa*,
s quem =c'.od.w dirigir aa suspettn: : A:sb o msusiu.
de Camburo. Turnada esta rcsoluclo, nova diaouailo se
suscituu : iitad.iiH.t Tbor quera ir por toda a parta ao
mesmo teui| nj rcceiava as violencias do filho, se fosse i
casa do Amab com Villon; com rutilo, essas violen-
cias podiio doit.tr ludo a perder, se, como ella pensara,
sem r.onttudo animar-so a diio-lo claramente, liouves-
se sido Aiinili um instrumento pego da vinganca da
Leona.
Tambera e assudava madama Thor de os deixar ir
a casa de madama de Cambure, que talvet huuvesse pro-
paradn m escndalo, em que tw*e oahir a inexperi-
encia dolas, e pur ato qut aooinpanbar o filho.
Tbore, du acu lado, pretenda ir s por toda a par-
te, e tomara a ti saber de tuda, aalvar tudo, ou ludo
punir.
De tudo sto resnltou, que todos forio ao mesmo tora-
Ion acouaa va Amab, e concordara, aem reslriecio, ciul po i oatade cada um du ntdioiudus. Tomarlo una ar-
que era um infame e vil raptor. Gritara furioso, que ruagem, e ae dirigirlo a eaia de Amab, qua ah ala ea-


sipsgoes, roprudenciss e a temeridade de oulros, 'prin-
cipia por arruinar ai familia, e acaba por sacrificar *
nacoei nai voragent das guerras civil. Nlo turei mesmo
p;r necessario demonstrar coro eiei exemplos, quaoto
importa e be de prmeira oecenidade occorrer cora urna
medida n eite respei lo.
O Sr S Franco di um aparte.
(JSr. Rthoucat: (guerra o Sr. deputsdo lr os
eicriptorea, que le refere Jacquei Stuart, e notavel-
iii' nli' < liilu; leia ineamo Smitb; comprebenda melbor
a J. B. Say e a Mord; entenda como convm a todoi
01 outroi escriptort-t, e chegara a reeoobecer, que auas
conclusoei, deiidarnente spplicada, virS a aer confor-
mei ao diclames doi m el lio res legisladores o de todos
os boos goernot
que diiem ecses eaoriptores? Dirern, que medida
do ioteresse convencional ou do preco do aluguel do
dinbeiro deve estar na raslo do lucro e proveito, que
delle ae possa tirar di melbor emprego, que possa ler,
industrial ou commercial.debaiio de urna boa adminis-
tra! fio
Pergunlarc: qual be a importancia do interesse con-
vencional ciii qualquer parte do mundo agronmico,
fabril e commercial ? Dizei, por eiernplo, se o juro
convencional, entre ns sem limite alguin, de 1 ate 10
por cento ao mez, be compativet com o tumor lucro e
proveito da inais ventajosa do todaa as empiezas com
industria alguma. ja nlo digo di'ste, seoio de algum
paiz do mundo conhccidu ?. ..
O Sr. J I', da Silva da um aparte.
OSr. Reboucat : Os governos, mcus Senhore,
devem acautelar oa desvi.it de to.Jos os individuos da so-
ciedade, e muilo mais oa desvos, que induzem perda
e ruina da mor parte das familias...
(JSr. J. P. da Silva : Ninguem be melbor juii
do seu interesse, que o proprio individuo
O Sr. Rtbuucu : Entlo nlo loriamos lei nenliu-
i" pira com Dos, e isto feria desnncessario; porque nos
devemos este culto. Nlo lerianios leii penses, nlo te
rinmos regulanienlns policiaes; porque bu do nosso in-
teresse cumprir nossas ohrigacdes, e rumpri-las o me-
lbor postivel, para annnos tilos por honrados e probos.
Mas, se ns temos leis.que nos prescrevem os ootsos de-
vores, at os de dircito natural, os nossos dev re de
homem o de cidadao ; se nos rroimos, que tomos ou
nos (lupinos osescolbidos do povo, caleremos de regi-
ment, para regular aqui nossas func(dca,e multas vetes
o transgred mus ; porque, ao continuo, pur tuna ci-
ccpcio injustificavel, niohavemos nesta parte determi-
nar o que be de evidente necessidado para sade dos po-
tos e salvarlo da nossa patria ?
Mas, dizia eu, todos osses economistas onsinSo, que
a medida do interesse ou uluguel do dinbeiro deve ser
na rasio do lucro e provcilu, que se possa ter, euipr -
gando o dinheiro Jugado em qualquer industria,a mais
ventajosa e mais bum administrada. AcceiUi-nos este
ponto de criterio; e te nlo pudeis, nem vos he licito
provar o contrario ditso, porque uo-lo quereit sem lo-
gra, vago, illimilado?...
O que dizem oa economistas, que aeguis em suas
doutnnas abstractas, podera ter Ilimitada applicaclo
eos interesses dos capitaes empregados a risco marti-
mo. Porque nlo vos contentareis dn-io ? Porque nao
reconbecereis, que ai rases, que te podem dar a res-
peito dos lucros possiveis das csperulac,ei maritimns e
a longo (tirso, eslo lora de (oda a rateo dos provaveit,
calecer los da vida civil, industrial e mercantil P
Um Sr. deputado da um aparte.
U Sr. Ktb' ufa. : Meut Senbores, quaes so o
instituidores dos bancos de commercio em todos os pai-
ZW do mundo ? Sao coininuminenie os homens mais
habis na applicacao dos apborismos da economa poli-
tica. E porque nunca se instituira um banco, no qual
te nlo estabcleccste o inmuno do juro convencio-
nal ?
O Sr. S. e Oliveira di um apaito.
O Sr. Rtbouqas : Se o inlereiie convencional ou
juro tem por medida a vantagem resultante do empre-
go do caf.ileI na melbor de todas ai industrias, nu Bra-
sil, onde ae ve quasi absolutamente o contrario, om
consequencia dessai lea, que consrienciosamenle ataco,
porquanlo o premio convencional entre ns bo quasi
setnpre a medida do daino, a desgraca do agricultor e
proprirtario, que o loma, forcoao be providenciar, que,
em vez disso, que a eipernncia maii viva c mais dolo-
rosa coovence, o juro convencional leja, como era e
como be em todaa parte do mundo actual, a medida
do lucro e proveito em lodo o genero do emprego civil,
rural e mercantil.
Mesn o o vuiki economistas poltico* por exem-
es legaon.tomadas mais impamente, lirvlo, como teem
ervido efficaz e proveitoaamente aos legisladora* e go-
vernos.que tenbo mencionado,para estobelecer tambom
o mximo dos interossetou juros convenciooaei.
Para que qualquer convenido se ja moralmente vali-
di, e produ'a efTeito civil, he indispeoiavel, que tenha
por base a liberdade, a vontade mutuamente livre das
partea contratantes.
No jaro convencional, alm de toda a probabilidede
do lucro e proveito, nlo le pode dar este requinto
parte do mutuante ; porque, levado da cobca, escra-
vo da avareza, prosegue is cgai. Menos anda da parte
do mutuario; porque, ou he um dissipador e prodigo,
ou um necessitado, e de necenidade impreterivel, insu-
peravel. Pode havr lei digna deise augusto oome, que
approve e apoie convencaos deua oatureza e entre par-
tes semelhantes?
_____________________________(Cotif/juar--na.)
Communicado.
AO PUBLICO.
A 11 da abril de 1844, fui nomeado professor ad-
junto da cadeira de geometra do lyco daata cidade, pe-
lo lllm. e Exm. Sr. Bario da Boa-Vista ; serv com
honra poreipico de dousannos, tre meiei e dezanove
das, como provlo os documentos ( 1 e 2 ) ; e a 30 de
ulho prximo passado, fui demittido do lugar, que ai-
sim exorcia, pelo lllm. e Exm. Sr. presidente Antonio
Pinto Chichorro da Gama.
Rccife, 5 de agosto de 1846.
A. P. dt Figueirtdo.
lllm. e Rvm. Sr. Antonio Pedro de Figueire-
do, lendo acabado de receber da presidencia a iua de-
miislo de lente adjunto da cadeira de geometra de-te
lyco, precisa, a bem de tua juatica, que V. S. aeairva
alteslar-lhe ao p detta, qual foi o aeu procedimento e
cottumes durante todo o lempo do leu profestorito, e
se alguma vezebegnu I directora nota, que o podetse
deshonrar: portanto, pede a V. S., lllm. e Rvm. Sr. di-
rector do lyco, le digne atteslar-lbe o que requer.
E B. M.
Antonio Pedro dt Figueirtdo.
c O lupplicante, durante o lempo do sou profeiso-
rato neste lyci, mostrou boa conducta; o nunca I di-
rectora ebegou nota alguma, que o podesse deshonrar.
o Ly. Brrelo, director
do lyco.
meado para servir de examinador de pbiloaophia de
um individuo mandado examinar-ie no lyco pelo
Exm Sr. presidente da provincia.
Em dezoito de junbo do mesmo anno, (oi pelo
lllm. Sr. director nomeado para aervir de examina
dor no concuo da lubitileiclo das eadeirat de pbilo-
ophia e geometra no collegio daa artel, em conse-
quencia da ordem do Exm. Sr. preiidente da pro-
vincia.
Em dexaiei de fevereiro de mil oitooentoi e qua-
reota e teii, foi nomeado pelo lllm. Sr. director, para
servir de examinador no collegio daa artei; porm par
ticipou, que nlo poda comparecer.
Em trexede oovembro de mil oitoeentos e qoa-
renta e qustro,servio de examinador de geometra.
Em quioze do mesmo mez e anno, servio de exa-
minador ,em geograpbia.
a Em detaieit do mesmo mez e anno, servio de exa
minador de ingles,
Em seis de novembro de mil oitocenloi e quarenta
e cinco, servio de examinador em geographa.
a Em sele do meimo mez e aneo, servio de exami-
nador em geometra.
a Em dea do meimo mes e anno servio de exami-
nador em geograpbia
Em treze do dito mez e anno, servio de examina-
dor de geograpbia,
Emquanto o ultimo ponto, de que trata a peticlo
do lupplicante, nada por esta lecretaria consta a rei-
peito do lupplicante. O referido he verdtde
Secretariado lyco, 14 deagottode 1846.
No impedimento do secretarioHermenegildo Mar-
celino de Miranda, eicripturario.
COMMEBCIO.
po J B. Say, admittem urna taxa legal para os casos,
ero que oa interesies to devidoi, bem que nlo conven-
conadot. Ai bases, poia, de equidade e conveniencia,
que devem Bervir de criterio para a taxa dcsies interts-
tava, ni ni linvia Bppnreciilo dutdu dcltrilo Intsliii Car-
Jorque llie quera cicrevcr, e fea, que llie nurisaoiii o
apiitcntii. Percurrco-o, c achuu, que lbe baviio dito a
verdade.
Nao lia duvida, ditte elle cutio, que, l0 Amab
raptoo Julia, nlo fui eiu aun cata, que o oecultou.
Furia cl'.illi cata de madama de Cambare.
Ki.li' lamben) Imvia taludo. Quncrio ir odiante con
aa indagadora; mal tinhao de tratar com um porteiro
arittucrala, detiet, que nfn. \ rniittein, que oa interro-
guen! ,i, erra dua lena lucatnrint. Tentou-tc o mcio
que liumaiiita eata* aubertna diecritfai; mas eucalh-
r" no i aii-oio oe om iioiiieiii, que aabia ter ctjierar
n.iiia de urna niullier, que lodot uadiat I lie iiagnva para
t-aUr-se, do que de un curioto, que llie orlerecia por
ni ion Ijjoiu (luilieiro |iir.i fallar. Villun quena prrtoa-
dir, Tin.io | i i'.iiiw, Carlos piagurJHva, ebegou uiada-
iiiu Tlinre, c lo.uve-te cun tiiuii- brandura,
Kiileiidu miiiiu ii", ditao ella, quo madama de
Cambure, dearjaiido citar t, faca diter, que n&o eiln
lo cata, u vott lleve oliiilecei-llie...... |]a| ha CI-
cuiiittanciaa, que te nao podem prever, e cin que rniiitu
te i stiinaria ter advci lido de urna deagraca, queurcorre,
como pr exHinplu, Ha mvlctlia repentina do um amigo,
que una manda chamar.
Entenda mullo bem, madama, ditte u porteiro;
nial, te lia moa dvtgrafa, madama de Cambure utu po-
de ter della avilada, porque, juru-lhe, ella aahi ; pri-
ii en,i o.i me pnrlia a Baleaba.......
Coliiinigo, ditte Villun.
fode aer, meu tciiliur, cu iiiu ullio para aa pee-
*oat, que eiitrsu uaa carruageua de modaiua de Carnbu-
lllm. e Rvm. Sr. Antonio Pedro de Figueire-
do, tendo acabado de receber da preiidencia a aua le-
missio de lente adjunto da cadeira de geometra deise
lyco, precisa, que V. S. Ibe mande paliar por certi-
di'io o leguinte :
l.0(,)uaei forioaicadcirii, om que osupplicanto leo,
por ordem de V. S., no impedimento dos" respectivos
propriotarioi.
2." Quacs aquellas, cm que foi julgado apto a ler ,
ainda quo edectivmente nlo viesse a ter lugar este
ensino.
3. Em que disciplinas loi ello chamado a examinar,
durante o leu exorcicio de prolessor adjunto, tanto mu-
se lyco, no fim de cada anno lectivo, como na acade-
mia do Olinda, em occaiidei extraordinarias.
4.* Se se recusou alguma vez ao servico publico, lo-
go que para elle era chamado, por ordem Jo V. S.
5.' Se contra o supplicante emfiai app..receo alguma
qneixa de (alta do assiduidad", do inaptidio, ou nutra
qualquer : portanto, pede a V. S. lllm. e Hvm. Sr.
director do lyco so sirva mandar patsar a conidio re-
querida. E 11. M.
Antonio Pedro de Figutiredo.
Passe o que constar dos livros do lyco. 4 do agoi-
to d 1846. Brrelo, director do lyco.
Em observancia do despacho retro, certifico, que,
revendo o livro de registro do lyco desta cidade, delle
consta o seguinte :
a Aosquatro de junbo de mil oitoeentos o quarenta
c cinco, foi o supplicante, Antonio Pedro de Figuei-
redo, nomeado pelo lllm. Sr. director do lyco para
reg r a cadeira de inglet, por so echar impedido no
jury o profesior respectivo.
a Em o primeiro de agosto do meimo anno, offere
ceo-sc para reger a cadeira de lingoa nacional, e logo
depois declarou nlo poder licionar a dita aula.
Em trozo de outubro do meamo anno, foi pelo
lllm. Sr. director nomeado para regar a cadeira do
philoiophia, por lo acbar impedido no jury o proles-
sor substituto respectivo.
Em inte sele de fepreiro do meimo anno, foi,
em sonsequencia da ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, nomeado pelo lllm. Sr. director, para servir
de examinador de geometra no collegio das arles..
c ICrn vinte e tres de abril do mesmo anoo, lo no-
Alfandega.
BNnimirTo do nu 17...............17:762*981
Dticarreq/to hoje 18.
Galera ingiere.Vunrd- Ftshtaitas e machkiismo.
lingue sueco (Jbtronfarioha.
Hrgue (Jetarmorcadorias.
EscunaExpenidean.. .
BarcoMarj--Quetn-of-Scotidem.
Consulado.
Bendimento do da 17.
Geral............................ 970*080
Provincial.......................... 314*768
Diversas provincias.................. 12*864
1:297*709
illoviiucnto do Porto.
/Vavi'oi ea/tidot no dia 17.
Manelba ; polaca franceza Leonide capillo Estcvio
Naud, carga assucar e couros.
Parahiba, Rio-Granda-do-Norte e Cear ; brigue bra-
silero 'ourai, cspitlo Jos Antonio Cabral, carga a
mesma, quetrouxe.
ja-se ao capillo, na praca ou aos consignatarios, a,'0i-
vaes Companhia na ra do Trapiche, n. 34.
Para o Rio:de-Janeiro esta a seguir com toda a
brevidade, por ter o seu carregamento proropto.o pifo,
cbo Unido, lorrado de cobre : quem no meimo zer carregar alguma carga miuda embarcar eieravot
ou ir de pasiagem dirija-ie a Gaudioo Agoilinho d
Barros, atrs do Corpo Santo n. G6.
Para Angola segu com brevidade o veleiro bri
gue Carnalidad, capillo Manoel Ignacio Correia
por ter parle da carga prompta : quem no mesmo nnj^
zer carregar, ou ir de pasiagem dirija-se a Gaudiao
Agostinho de Barros atril do Corpo Santo n. 66
ou ao capillo.
O brigue portuguei Maria-Felii aeha-se abar-
rotado, sai mpreterirelmenle no da 19 do eorreott
e tem ainda alguna commodoi par* paasageiroi: o>
pretenrJentes podem tra'sr com o capillo do memo
Antonio Luiz Comes ou com Antonio Joaqoim dt'
Soma Ribeiro.
= Para o Aracaty sai a sumaca Felicidade: q0ct)
na mesma quiser carregar, entenda se com o proprieti.
rio, Antonio Joaquim de Souia Ribeiro.
Para o Maranblo aegue viagem n es tes da* o or.
gue-escuna Fere-Fogo, capillo Henrique Quim; quera
nellequiter carregar ou ir de paissgem, dirija-se aa
meimo oipitlo, ou a seu consignatario,Manoel Joaquica
Kamoa e Silva.
Para Lisboa o brigue portugus Robim preten-
de lahir no dia 21 do corrente : para carga epaisa-
geiroa trata-se com capillo oa praca do Commer-
cio, ou com o consignatario Thomat de Aqaino
Fonieca na ra do Vigario, n. 19.
Para Maeei, com brevidade, esta a sabir o pala-
cbo Flor-da-Virdaie, forrado de cobre ede primeira .'
marcha: quem no mesmo quitar carregar, dirija-se so
armifern de farnba do caes do Collegio.
= O brigue Fiel ebegou prximamente a este por-
to, vindo do Aii, e legue para o Rio-de- Janeiro, at o
dia 23 docorrenle; recebe alguma carga miuda, stiim
como paisageiros, (para o que oftereee os meUfore com-
modoi posaiveii) e eicravoi a frete : Iralajfce com Fir-
mno Jos Feliz da Rosa & Irmio, na ramo Trapicha,
n 44.
Liles.
eclaragoes.
- O arsenal de guerra precita comprar barretinas
de pello com fundo de sola pennachos, e li(oi bar-
retes do quartel bendaa de lia para ioferiore: a
quem convicr oncarregar-sc de taea foroeoimentus ,
comparecer na directora do mcirr.o aisenal, al o da
19 do corrente.
Arsenal de guerra, 14 de agosto de 1816.
No impedimento do eicrpturario O amanuense,
Joto Ricardo da Silva.
O anenal de guerra compra madapolio brim
liao algodio amerioanu e hollapda : quem laei g-
neros quizer lorneeer, mandar tua proiposta, em car
la (echada o as amostras a directora do mesmo ar-
senal, at o dia 19 do corrente.
Anenal de guerra, 14 de agosto de 1846.
No impedimento de escriturario. = O amanuense,
Jodo Ricaido da Silva.
tmimmm
a '.;.. j..,t i,, .. quo lovou i
nao tabe onde podera el
propria raa-
or cnoon-
apo-
re. E depoit
dama.
_ E Vro.
irada?
Madama de Cambure nao me dii onde vai.
Puder-not-bcnioa informar diito no aeu
icnlo?
. Como quitar, madama; la lia grnle.
Subi maia que dcprcita madama Tbur a etendn, e
baleo 6 porta do aposento do mailaina do Cambure. Du-
ro lliea apparecen.
Madama do Cambure ? pergunlou-llio madama
Thnr.
llim ditio Villun, a muda, quo me levou a
garla.
Esta eoltoii um grito muco, e velo uutra criada.
Madama de Cambure ?
A uliiina criada rnntultou a moda com oa olhoa
a qual fet-lbe um tignal.
Snliio.
Kaii bem certa diaao?
Perfectamente.
A que bora? pergoiitou Thor.
A aeuhura aai, qiiandu be de >cu gntlii.
Esta rer|iu(ta, dada nu maii inmlcme tutu, nlo doi-
aava etjieranca de ie ublcrem unira iifurmacee. Ja
Doroibaja a freliar a parta, quando ao ouvirlo agudo
grilm. que psitiSo do andar tuperiur.
Mil liaviAu elle rhrgado am uuvidoi dat nulraa pet-
tuai reunidas nu patamar, c j madama Tliure bavia rc-
eoiiheciilo a vot, que o loltava.
Julia....... lie Julia! bradou ella, correudo para
o andar do cima.
A
visos martimos.
= Para o Rio Grande-do-Sul tegue com brevidade,
por ler parle da carga prompta, o hrigue-escuna Bel/a-
Virginia : quem no meimo quirer carregar, dirja-
se a Jlo Francisco daCiui, ra da Senialla-Velha,
o. 134.
= Para o Rio-de Jtneiro tai, com a maior brevi
dade possvel o veleiro brigue escuna nacional Adt-
laide : quem no meimo quizer carregar, ou ir de pas-
iagem para o que tem escolenles commodos diri-
Atiim eiiiuii a vui da Riba eliegira u mii, chegou a
da mii a tillia.
Mmla mii......... ininlia mii, rctpondeo a ir.
aventurada menina.
E emquanto o porteiro e aua familia, attrahidoa por
etici grilot, eos criadui de madama de Cambure, curio-
sea do que te ia paitar, ee* vilinhui, perturbados em
eu ropoutu pelo etlrcpitoio arruido, que rola na caca-
Ja principal, oorrem de todoi ua ladea, Carlos e Villun,
e al o proprio Thor, bu tem porta, deitSu-a abaixo,
entran no quarto, u madaiita Thor recebe em acua bra-
C"t a tillia baiilmda em lagrimal, com os eabelloi dei-
i< mil. ..I"-r lia ii'.luli.. rnl...^ i...lliil.( p\i.
llm lioineni, cun oa oliiut etpanladoa, e a bocea co-
berta de eteuuia, ettava eru p no auarto, em nao menea
lerruel detordein....... Carina, arrebatado pela raita,
preeipila-te aobro elle ; eaao homem, armado de uro po-
iilinl, quer feri-lo,Carlut tuoia-lb'o, e, aportada na gar-
ganta por una mi de ferro, deieinbariea-te do formi-
davei arrucho do ten inimigo, ferindu-o furioto, e lau-
(aiido-o enttnguenlado robre o aitoalho.
Corre Villun em teu toecurrn, e quer tambem por tua
vea lancar-ae aobro oferido, que fea hurrivel eiforco
para erguer-te....... mai para eafupefaoto, ao rrcoiibc-
ter o cundo du Monrion.
Todoa o roracea burbulhavio de maldicSea contra
ene infame ; moa i Un loTOipcnilein no labioi, villa
do corpo inanimado de Gutlavo, que maia nenhutu aig-
nal de vida di.
Que grilot, que furor! quanlaa qurtlori, quantai
inlcrveiicfiei ameacadoraa ou bcnevolot ae teguiriu a
ene primeiro choque de tiu rapaototo encontr. At
iiinllierot ufferecio oa teua apuaonloa mii dona bella
nTalkmann & Roienmund farlo leillo, pbrinter-
vencio do eorrelor Oliveira, deum completo lortiman-
to de miudaia.s e ferrageos : boje 18 do correte ,
ii 10 borai da machia no seu irmiiem, rpa di
Crui
Hermann Mebrtens fari leillo, por inlervenclodo
corretor Oliveira, de grande porcio de mobilia, comii-
lindo em cadeiraa, mesai de janar, bancas de jogo, sa-
crelariaa, eommodas, mesinhas, carteras, mosoa e bal-
coc para escriplorio, etc., bandejas (ion de diflerentei
psdres toalhas de linbo adamaicadaa, de mesa,
guardaoapoi novo. e outrai (azendas, devendo ludo lt
vendido para liquidarlo; assim como maia de um mola-
que com boni princ'pioide cotinha : qunta-eira, 20
do corrente, is 10 horas da manbfia, no primeiro in-
dar da aua casa, n. 46, ra da Crus.
= Por despacho do Sr. doutor uir de orphioi e la-
tentes interino, proceder- te-ha a leilao doa bem do fal-
lecido padre Franciico Benicio de Carvalho, no dia 20
do crrante, ti 10 horas da manhaa, na ra da Praia,
na caa da residencia do mesmo ju7.
= Jones Paln & Companhia lario leilio, por in-
terven(io do corretor Oliveira, de grinde variedadede
lazendas inglezai, para fechar cuntas: quarta-feira, 19
do correte, ii 10 horas da manhia empunto, no seu
armezem, na ra do Trapicbe-Novo.
Avisos diversos.
= Pergunta-ie ao Sr. Jos Joaquim de Miiquiti,
qual o motivo de nlo ter feito o inventario dos beo,
com que fallecer Luix Jos de Souta, de quem Sus
Merr he testamenteiro, havendo decorrido qualro me*
zes. Ena demora be prejudicial aos orphios, Ribos d'a-
quelle finado, de quem o Sr. testamenteiro se tJilis
mijo, e tambem prejudicial a Sua Merco; porque o di-
nbeiro em ouro, quedizemter elle deixado, creando
ferrugem, e as fssendai.que, ha mudo, esiilem Irincs-
dai, (cando avariadas, vem ludo a diminuir de valor, a
por conseguate menos porcenlsgem peroeberi o Sr.
Miiquita.
-=Oflerece-se orna molber semibrsocs, para ama da
homem solteiro ou de poucs familia; labe fazerlodoo
arran|o de urna cass: quema pretender, procure na rui
do Mondego, ainamente Cotovello, a. 28.
menina dennaiadi, e a quem, ao que parooia, baviio
feito cahr n'uuii lilaila infame, a lioment griiaviu
quo havia aaiatiinato, e que ao nlo davia. deixar anim
etcapar o eriminoao. Ninguem maia ae entenda, em-
quanto o prudente porteiro, como primeiro raagitlrado
da cata, tinba a porla-oochcira cuidadoaamente fecha-
da, ea fillia (lodua oa porleirua teem urna filba) ia cha-
mar o coiniuittario de polica. Quando este chegou,
baviio deitado Monrion ero nina cama, e e raediuo, quo
inurava em um doa muitoa apoaentns da propriedade,
e o tratar, declarou, que o enfermo nio poda auppor-
tar um inlerrogalorio; porque, alera da ferida, que
cebara, pareca uaiar acconimettido de una ui""'-"
onguitio cerebral, que, elle nio poda efllrmar, proce-
dette da ferida, uiat quo o tornara incapaa decomprc-
bender cuuaa alguma do quo lio podettem diter.
Oe oulra parlo, baria madama Tbur acceitado a bol-
pltalidade de urna vitinha, para cuju apoteoto liiviia
levado a infeli Julia, que, ao recobrar ua aentidu,
laucara uoa bracea de aua mii, dizendo eitai palavraa
falaea :
Oh I maman, eaeonda-me !
O olhorea de algum etpenladorea, rpidamente tro
radua entre ai, hnviio cruelmente comaienladoeilaipi*
lavraa, a se Carlea, abatido, paisas do, louoo, aa uui"i
1*11e tullir u grito couio ji^P quarto da irmis bavia
feito: he muilo tarde.
Entretanto, cntendeo o commitiario proceder a un
intorrogalorio, e ncaae momrnlu renovou-ao a cenu-
io tub ontro aspecto, .
Madaiii. Tboie, que pudra ai ranear tlfiotasi P'"
vraa ao deteipero de Julia, diiia ao magiiirado ;


"' apa
3.
__Flix Francisco de Sousa Magalhaes/
solicitador dos auditorios desa cidade ,
avisa ao publico e particularmente aos
seus constituintes, que mudou a sua re-
sidencia para o pateo do Garmo, sobra-
do novo de um andar e 80t3o, n. 16
Furtlrio, do di 13 doeorreote, om Ucbo, com
(re plenos de boeca: roge-se pessoa, quem o dilo ta-
cho fOr ulTerecido, da oapproaeoder, e leva-lo em F-
r. de-Porta, na ra doi Guararpei, sobrado n. 2, qoe
sera gratificado.
= jio Vai de Oliveira oflerece 50 n. a qualquer
ofTieial ds jualica. oo peitoa do povo, que llie deicobrir
aonde estt occulto Antonio Pinto Soare, que ltima-
mente leve armazem de carne lecca, na ra da Praia :
quantiaeita, que lera paga ponlualmenlo.
n- Firmino Joi Felii da Rosa & Irmio mudirio
o seu escriptorio para a roa do Trapiche, n. 44.
Os abaixo assignados scientilico aos
Srf. Joao Keller &c Companhia Klk-
mann & Rosenmund, E Bolli, Schifhei-
tlin& Tobler, Jpao P. Adour & Compa-
nhia, DidierColorabiez & Companhia, N;
O. Bieber & Companhia, Lenoir Puget
& Companhia, Rotte & Bidoulac, e Lniz
Bruguiere, qucsmente se subjeitro as
clausulas, porSs. Ss. Impostas em os an-
nuncios, que teem feito publicar em os
ns 178 e 179 deste Diario, quando com
ileshouver alguma duvida acerca da en-
trega das faiendas, que em seus arma-
ventura comprarem Anto-
\z dos Santos & Companhia, Jos
de F mitas Guimares, Cam-
Xislo Vieira Coelho Jos
as Jos Azeve'do de An-
Villaca, Antonio Mata
lio Jos dos Santos Bra-
faia, Antonio da Cu-
iriles Manoel Jos
Sonsa Garda por
da Silva Castro*,
ic
nio
Joaq
pos Si
Franciso
drade, Si*
da Silva,
ga, Carva
nha Soares
Goncalves, Jos
procuraco de Joa , Jos Joaquim
o Jos leixei-
Baplista
Pereira &c
noes, Jos
Antonio
errei-\
m-
Si
er- p
Lniz Antonio da
da Silva Maia, Franci
ra Bastos 8c Companhia ,'
Vieira Ribeiro, Luiz
Companhia, Paulo Pereira
Antonio dos Santos Coelho
Monteiro Pereira, Joaquim
ra do Gama, JosMoreira Lopes
panhia, Bernardina Jos Monteiro,' Jo-
s Francisco Lavra Jos Joaquim f
Costa, Antonio de Sd Lttcto, Andraa
& JrmdOj Antonio Luiz Oon^alves Fer-
reir Jnior, Antonio Jos Antunes Gui-
mares, Jos de Alenquer Simes do
Amoral, Joaquim Pereia Arantes.
O abaiio assignado previne ao publico, para
que nio lava negocio algum com Ignacio Toleotino de
Figueiredo Lima sobre a escrava, de nome Anto-
nia; porque eiiste em partilbas e o mesmo Lima a
(ai sonegada como prova com a oertidao dos officiies,
que lorio later a diligencia. = Francisco Sancho ii-
beiro do Amara!.
Troca se urna negrinba, de 13 annos muito
linda, saliendo bem coser, lser lavarinlo.eque he mui-
to bem educada por urna preta com leile e que te-
nba cria : quem quizer lazer este negocio, dirija-se ao
Aterro-da-lioa-Viste a lallar na venda n. 34 e se
a|ustar conloruie o negocio, que se fier.
= Precisa-sede um caixeiro do 12 a 16 snnoa ,
para venda e que d fiador a sua conducta ; na ra
da Mundo-Novo n. 16.
JeronymoLuii Ribeiro, Brasileiro, relira-sepa-
ra o Rio-de-Janeiro, levando em aua companhia o seu
escravoTliom, crioulo,
= Quem precisar de urna mulher para ama de urna
casa, ou de pouca familia dirija-se a ra das Flores ,
n. 18.
Manoel Marcellino de Oliveira Gaimaries fas
sciente, que, por haver outro de igual nome muda
para Manoel Marcellino de Oliveira Braga. O mesmo
vai para a Parahiba do Norte.
Quem Ihe faltar um par de brincos pequeos
de eabnga dirija-se ao Aterro-da-Bos-Viata, n. 57,
casa de Custodio Manoel Goncelves, que os tomou
um preto que os quera vender por 2000 ri. ; e por
isso so deseonfiou seren furtadoa: o preto traiia na mi
urna colber de pedreiro.
O Sr. Pedro Joi de Carvalbo pode mandar re-
cebar urna ca ta, vinda do Norte pelo vapor Impera-
triz em casa de Nascimeoto & Amorim.
Aluga-seum formidevel sitio nalravessa da Crui-
de-Almas com frente murada boa casa de vivenda,
com estribara muitos arvoredos escolente agoa de
beber baia de capim : a tratar com Francisco Cer-
neiro da Silva na ra de S.-Goncalo, o. 4.
* Faxomse vestidos chapeo, e toucados tsnto
para senhora como para meninaa; horda-se de qnal-
quer qualidade que aeja ; fasem se flores e enfeite de
cabello; e ensina-se a faser qualquer dos onjectos
cima mencionados: na ra do Cabuga, n. 9 lerceiro
andar.
= OSr. Agostinbo armador, que mora na ra
do Pedre-Florianon, queira apparecer na ra Velha da
Boa-Vista n. 55, a negocio de seu interease.
-m Quem preeissr de urna preta forra.de panno,
muito liel para o servido de urna eaia e compras de
ra dirija-ae ao Manguind n. 35.
Amanbia, 10 do correte a porta do Sr. doutor
juiz do civel da segunda vara a hora do ooatume se
ba de arrematar, por ser a ultima praca um ter-
reno penhorado aos herdeiros do finado Manoel Fran-
cisco Ligua por eiecucio de Arcenio Furlunato da
Silva.
- A Senhora D. Carolina Rosa Pereira Caslello-
Branco queira annunciar a sua morada para se Ule
entregar duas cartas, vindas do Maraohio.
= Aluga-se urna morada de easa em Olinda ns
roa do Varadouro n. 15 com commodoi para fami
lia quintal murado cujo aluguel be de 6000 rs.
mensaes: a tratar no piteo de S.-Pedro esquina ,
que volts para a ra de Hurtas o. 6, segundo andar.
- Aluga>se o segundo andar
da casa n. 17 da ra do Colle
gio : a tratar na ra do Vigari,
n. 5.
-OSr.Barlholomeo Costellioto,
natural de Genova, vindo para
Pernambuco com o capilo Bocke,
em 1837, recommendado ao eoo-
sul de sua nacao, dirija-se a ra
do Vicario, n. 5, segundo andir,
onde se Ihe deseja fallar, a nego-
cio de seuinteresse.
=Aluga-se um ptimo tnoleque para todo servico,
tanto de casa o nio de ra : na ra das Trincheirai ,
46, primeiro andar.
flerece-se urna mulber para ama de urna casa de
omem solleiro; sabe bem engommar e cozinhar toda
qualidadede manjares o doces : quem desta mulher
recissr, dirijs-se so beeco do Aieite-de-Peiie, casa,
Pelo juio dos orpbios desta idade boje, e
amaohia contina a arrematado de trastes e ou-
tros muitos objectos de preitimo.muitisiimo barato;at-
sim como de tresescravos e vinto e cinco bsrricasdecaf:
ra '# A pollo, n. 16, as 9 horss do dia.
__ Aluga-se a casa torreo o. 87, <> ra Velba.
com duas salas, tres quartos. coiinha. quintal muradoe
cacimba : nesta typogrspbia se dir tjuem a alugs.
Antonio Marques Silva de Almeids retira-se para
o Pollo, a tratar dess saJe, denando os seus nego-
cios desjeiedade e entregues a seu socio Antonio ds
Silvs Ferroira Santos.
Quem liver aieite de dend para vender, queira
annunciar ou procure em casa de Fernando Jos Bra-
guez, ao p do arco da Concaifio.
=* 0 abaiio assignsdo las sciente ao rcipeitavel pu-
blico, que deisou de ser ealieiro do Sr. Jos Dios da
Silvs, desde o dia 15 do corrente.
Joaquim Pinto de Barros.
= Preciss-se de urna mulber, para comprar e servir
em urna casa de pouca familia : em Fia-de-Portas,
ra principal, n. 10a.
= Preciss-se de urna ama para o servico interno de
csss de pouca fsmilia-, prefere-se poitugueza: oa Sole-
dade, sobrado n. 22.
- Na ra do Padre-Florianno o. 33 ba urna
ama de leite sem cria.
ATTLNCAO.
No dia 15 do corrente, as 7 horas da noile, tondo
Que era por um bilhele de Amab, que a filha aa-
bira de caaa.
Enlio he Mr. Amnb o nome do culpado, e por
oonirguinte do ferido?
__ Nao, o culpado lie Mr. do Monrion,
Primeiro embanco.
_ A quem eaiava alugado eite aposento? pergunton
o roruimstario porlciro.
__ A' ||r. de Monrion, na pesaoa do aeu criado gra-
ve....... bem conbecido nena cata, onde vinha rouitaa
veiea fallar a madama de Cambure, como ruenangeiru
de *! mn
A quem se devia entregar a chave deste apo-
icnlo?
A' Mr. Amnb, rcapondeo o porteiro.
E elle veio rala noite?
Sini, aonbor mae aahio logo com madama de
Cambure.
Ea chave?
A chave ja havia aido entregue a Mr. do Mon
De sorle qoe a chave deitinada a Mr. Ameb foi
dada a Mr. de Monrion.
Segundo embarao.
Todava iato ao do eiplcar....... Quera diaae,
que ae entrrGaae a chafca Mr. Arnab ? .
Foi a velha. que fe*" wrla a madenjoiioria Ju-
lia, da'parte de Mr. Amab ; n.na ene mulher dco urna
bola o porteiro de parte de Mr. de Monrion.
Onde eal ciia bolaa ?
Ei-la aqu....... ... j j
/ bslia bordada de perolaa tinba a oorO de oonde
aaleltraa G. o M.~ Logo pertencia a Monrion.
o abaiso assignado ido vero nicho airas da Penha, Ihe
tirarlo do bolso da cassea urna carteira com orna ce-
dula de 500,000ra., treade50.000 rs. osdauma, urna
d 20,000rs., outra de 10 000 is.. e outra de 2.000rs
e persusdndo-se, que, no tirar do lengo, Ihe tivesse ca-
bido, no da 16, as 5 horas da manhia, foi procurar na
meimn ra: abriodo a porta um Sr. de nome Francisco
de Oliveira Coraes, o qual mora oa ra, easa, n. 22,
quasi defronte do rnesmo nicho, e contando o abaiio as-
ignado o seu prejuito, neisa ocasiio passou um lio
mem, edisie. que vio e cooheceo a pessoa, que tnha
(irado a earteira, e que outro, que elle conhece, tam-
bembe socio, e iito elle eoalroi presenciarlo, e que
eslava prompto para depor. Assim, para evitar processos
e desgostos, que posiio appsrecer, faeno presente an-
nuncio por duas vetes, para que, dentro em dous din.,
se faca entrega da dita carteira com o dinheiro, no pa-
teo do Collegio, aegundo andar, junto i casa amarella:
e prometi sgredo perdosndo algum pouco di-
nheiro, que se baja gasto: enlose faiend<>, o sbsiio
assignado procurar a justica, e verlo estes Srs. correr
seas nomes por todo o imperio as folhas publica*.
Jotfda Fonttca Soart Siloa.
Constando ao abaiio assignado, que pessoas suss
ioimigas teom espalhado um boato, dizendo, que no 1).-
nofossbio um snnunoio, em o qual linha annuo-
ciado a venda de sua padaria: e como o mesmo nio
maodasse annunciar e nem viise impreiso'.al annuncio.
fas polo presante saber aos Srs. seus adversarios, que,
se isto be filho da inveja faci como elle ; pois
eit bem corto que emquanto sn eili as taber-
nas, contando trpanas, tambem se pode trabalbar.que,
gsnha-se mais do que se quer, desacreditandoauem nio
depende do seu descrdito.
Joaquim Francisco da Ciu-.
= Os absun assignadoi faiem publica, que apartarlo
amigavelmente a sociedade, que tinhio com o Sr. Jos
Miguel Jos Santos, na venda na ra da Lingoeta, n 5;
a qual gyruva dehaiso da firma do Bernardo ataque &
C: (cando o mesmo Sr. Jol Miguel dos Ssntos oliri-
gado a pagar o qur a mesma venda dever, el todas ss
transsccOei, que o mesmo Jlo Miguel tiver (cito, em
nome dos abaiso assignados.
Bernardo Roque & C.
asa Amanbia 19 do corrente se ha de arrema-
Ur em praca publica do ^r.doutor juii do civel da i.'
vara, Jo-c Tbomai Nabuco de Araujo, por ser a ultima
praqa, um sobrado de dous andares e solio, muito no-
vo, e bem construido, sito no principio da ra Impe-
rial do Aterro-dos Afogados, pertencenlo ao tallecido
Joio Baptuta Corris Nunos; cuja arremats(io be
feila a requerimentp da viuva, paia pagamento dos
credores do casal: e a aveliacio do sobrado be de des
coolos de rii, por cujo valor se seba em praca.
= Aluga-se urna padaria com os principies utensilios,
prompta a trobalhar, leudo os melhores commodos de
urna padaria; serse para qualquer eslabelecimento; e
a casa tiuii commodoi para morar familia; na ra Impe-
rial, contigua a fabrica deiabio : na rus Direita, n.
82, l.'andar.
Precisa-so do urna ama de leile, limpa e aiseiada,
para fa/er meia criacio de una criaooa, o que sej pre
la cu parda escrava ; paga se bem i no ra das Cru/es,
n. 22 segundo andar.
Aluga-se urna casa terrea na ra Velha da
Boa-Vista n. 87 com duai salas, trea quartos co-
zinha, cacimba e quintal murado.
= Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 70, si-
to no paleo da S.-Cruz com ptimos commodos para
urna nuinerosiisima familia muito fresca pois li
circulado lodo de janellas.lem cotioba fora.e un solio,
acba-so todo pintado e forrado com lindo papel: a tra-
tar no primeiro andar do mesmo sobrado, com sua pro-
pietaria.
A peiioa, que quiser ir para o Rio-Formoso
eosinar primeiras lettras, latim e Irancez, dando-se
preferencia a quem for cesado e que sua senhora se
proponba a entinar meninas, e recommendondo-se boa
moral, dirija-se a ra da Alfandega-Velha, armazem
n. 86.
Arrendio-so duss casas terreas abarracadas no
lugar do Manguinbo com 8 quartoi cada ama e dif-
identes commodos para grande familia, por preco bem
em conla : a tratar oa ra de Hurlas, n. 140.
Aluga-se a luja do obrado do Aterro-da-Iloa-
\ isla n 21 : a tratar por cima da mesma.
Nova estriba ra aonde loi a do fallecido Tho
mas Inglez ao | 6 da cadeia ; a qual recebe cavallos
para tratar por me', ou por dia a preco mdico.
b Francisco Jos da Coala fat scienle a ieui ere-
dores, que vendeo a sua venda que linha no pateo
do Parai/o n 14 cuja importancia recebeo em let-
tras a vencer: e como queira saldar suas cootas com
seus credores os avisa, para que no dia 20 compare-
ci na ra da Palma n. 27 pelas 10 horas da ma
nhis.
Mas quo vinha faser aqui ela rauca?
Vinha, segundo a erla de Mr. Amab, pedir a ma-
dama de Cambure a liberdade de eu irtuao.
Enlio eie muco cuta va preiu por madama de Cam -
bnre ? Faci appruxmor o mancebo...... Vm. enllo fui
arrebatado pur madama de Cambure ?
Carloa henitoo, ma reepondei :
Ou tal vez por Mr. Amab, que sabia, que eu o pu-
nira da infame sedneei.
Madama Thortollou um grito, que inlerrompeo o
filbo, que nao ouson responder m.
_ Enlio jnlga, que poda aerM. Amab quem o fios-
e roiibar.
Nlos'ei. .
_ Ha de ter aido madama de Cambure, disse Villon.
E porque?
Houve un ailenoio geral.
Compre faier juSto ; o commissaro pos nesle nego-
cio o maior cuidado; m do balde indagou, interro-
gue, oommentou, nada pode compreliender, a despei-
to de loda a sua perspioaoa. E como todae ae oouiai
devem ler um fin, aobreludo quando ella comelo a
meia-noite, que lodo leem vonlade de dormir, emen-
den o coiomiaaro, lembrandu-c, que neae negocio
eativlu envolvido um par de Franca, urna mulher im-
inenaaniento rica, o um artisM celebre, que oonvinlia
reflectir, antea de ir inaa longe.
Kniretaolo, fumo bavio ferimenloa e nolcnciaa de
ambas a parte, prendeo a Crlu, que fui levado pri-
.io, e pos urna itmlinella no aposento a Monrion. O h-
bil oomsniasaro nio leeiquetco de preeaucio algum;
miinou carta eaeripta por Amab......a qual devia
eaUr no aposento, para onde bavia sido ohamada urna
das criada de madama de Cambure, Dnmlha, para Ira-
Inr do iliienle. Prooiiruu-ie n caria por toda a parle.
Homila i pos ii'tao tamo ardor, quo cliegini ourrera
Ijfibcira* da oaaara do conde. Parece, que ella linha
railo ; porque alii e ocharlo olgiiuiaa caria. Era a pri-
moira do marques de M ululen, csuripla em leruiua ful-
niiiianle ; depui do reprehender o lobrinho pelo cu
cicandnliiiui imiorea com madama de Cambure, pedia-
Ihe cunta da iun aiaiduidado em cain do Thur ; o to ir-
ritado vio nlu um plano infame do iciliicfio.
Era a aceuiaflu tremenda, e o rcaullado a justificava.
M o que fui espanloio, o quo loncnu nova deiordom
neeee inestrinoavol negocio, foi a scgundavarla. Oeuiu-
niiiiero, a quem ella fui entregue pulo aou oscrivio,
que a luvin echado na algibeira do oonde, depoi do l-
|,i dilio overo a madama Tlior
A lenbura ma Hllia cbaiua-to?
Julia, aenhor.
Ella lellra bedela?
Madama Tlior eiamiuou-a.
Com etleilo.
Bem, enlio leia,'miuba senhora,
Madama Tlior Ion :
Eu amo-o......im......procure um pretexto, que
me auluriie a deixar a caa de meo pai......e quo pui-
ea ervir-me de deiculpa na miuba vulla, que en re
oiide*nie pedio.
Julia.
Madama Tlior, quo sabia u louoo amor de ua filha i
Amab, anppos, que ella ceder a aua paixio.e vullou a
carta para ver o sobrescripto ; a caria era dirigida ao
oonde de Monrion.
. Nos abaixo assignados de-
claramos pelo presente,que da da-
ta deste em vante nao entregare-
mos fazenda alguma seno nos
nossos armazens, com o recibo
do comprador, ou pessoa por elle
autorisada.
Pernambuco, 12 de agosto de
1846.
a/. Keller C.
Kalkmnnn $ Rosenmund.
E. Bolli.
Schafheim $ Tobler.
J. P.AdmrSfC.
JHdicv Colombtez $ C.
Lenoir Pugel & C.
JY. O. Bieber & C.
Rothe & Bidoulac.
L. Brutjuiere.
=> Aluga-se urna preta idosa propria para traba-
Ihar em algum sitio e que he muito fiel ; nesta tj-
pographia se dir quem altigl.
= Arrenda-seo segundo sndsr do sobrado da ra
das I.arangeiras n 14, com buos commodos : a tra-
tar na ra de llnrtas n. 140.
- Precisa-se alugar um so-
brado de dous andares, que te
nha bnns commodos, e send> as ruis Direita, Li-
vramento Queimado Cruies Isrga do Rosario,
Collegio o Cadeia : a tratar no segundo andar do so-
brado da esquina do Livramenlo n. 1.
Bento Jos da Fonseca Silva relirs-se para o Ara-
eaty
Ns ra do Rangel sobrsdo da um andar, a.
43 farem-se espansdores, tanto ordinarios como bor-
dados deouro fino por prepo mais em eonta do que
em outra qualquer parle. Na mesma casa pre. isa-so
alugar urna preta liel para servir em eata e vender.
= Antonio Francisco dos Santos, com venda no pa-
teo do Paraso n. 30, fai publico, que, na madru-
gada de 14 do corrente, appareceo aborta urna daa por-
tas da dita venda sendo-lbe roubada urna csisinha
com vanos penhores de ouro e prala, no valor de 1U0|
rs pouco mait ou menos: por isso roga as pessoss ,
lueileDa souberem bajio de dar parte ao annun-
ciante, na dita venda que serS gralificadascom o va-
lor doi penhores em dinheiro.
= Alnga-se urna boa casa com grande quintal plan-
lado de bortslice e varios arvoredos de fructo, e quelem
agoa de beber.no principio da estrada dos Aflictos,ao p
do Minguinbo;uma caso Ierres, com totio corrido,com
4 jaoellas de vidria, no becco doSerigado desta cida-
de: na travessa da ra da Cadeia do llecie, n. 25.
Dentista.
M. S. Mawson, cirurgiio dentista, participa ao rei-
peitavel publico quo preleode fuer urna viagem para
Inglaterra pelo fifia deile mez e por isto convida a
todos os Senbores quequierern usar do seu prestio,
niosedemorem em procura-lo, que abi esta o na-
vio Stoorii-Fisa, pode sor asui sabida aprestada, e a sua
demora fra desta praca le eitemler a mais da 6 me-
ses. Ns ra Nova n. 2, segundo andsr.
Casa da F,
na ra estreita do Kozario, n. 6.
A' viita do annuncio, que fez o Ibesoureiro da lote-
ra de N. S do l.mmenlo, oo qual marca o andamen-
to dos rodas para o dia 21 do prsenle mes, infillivel -
mente, o cauteliita da caa cima espera, que os seus
fregueses conconio com influencia na compra de suas
cautelas ; as quaes espera ler grande numero de pre-
mios, vista da boa escolba, que fes, dos nmeros, que
comprou para dividir. A elles O precos sio os do
coslume, deci mo a 1000 rs. e vigsimo a 500 rs.
AULA DE NAVEGACA.
Agoslinbo Fernandes Catanho de Vasconcellos, pri-
mero piloto pela academia imperial dos guarda-meri-
nhas, contina a ensinar navegscio pratica e tbeorica :
na ra Imperial, n. 59.
Manoel Eleuteno do Rozario, Brasileiro, ni ao
Rio-de-Janeiro.
gjsjelejjBsjiji_J_i ._jj ^Bssssssasssasasjaagasjji
Ofatal bilhele eahio-lhedae mo, deo-lhe orna ver-
tigem, n pobre mli, que nada mais entenda, aonlio, que
a a perder o jnim. Todava, no meio desee lorbilbio
do ircva o lusos eiiuontradicae, urna idoia consunto,
iiiiuiiitavcl, ll>e dominava Indas a nutra, o por entre
coa estridente e redemuinlmia burraeea, que de toda
a parle a linha envidia, vio tila, paraseis* diser. Ii-
hrar-e aobre a ana cuinternada familia figura de Leo-
na, quo, volteando do eonlinuo, qnal milhafre por cima
da trmula proa, Ihe promove una vartigtim com o voo
circular, e acaba, precipitandn-ae sobre ella com nhaa
o bioo aberlo. E do tal orlo e hara jpot.ado du ea-
pirito de madama Tlior etsa imagem, (|po lancou-se *
filho, cerrou-a no br$oi, eerclamou.- .,.,,
Oh I and, fujamos. eu te aalvare, roinha hlha I
Entretanto, a o.rta de Julia havia lidn junta i inqu-
nelo ollii i.il. _.
Carlos tiuha partido onm Villon para a pn.lo ; Ino-
r e iua mulher rooolhrio-io para a oaaa ora Julia,
que ja nio eliorava, e io aobava aouooitueUida de ar-
deutiiiiiiia febre.
Deita mapeira, depoii da afflioclo, que havia cauado
a desappariclo de Cailoi, entrarlo neaoaa a coniter-
nacioe a deshonra; eaie honrado pai, ea mli, que
lano soensnbcrbecilo du aoua filhos, srliavio-ae oom
urna dcalionrada, cora o oulro criminoao de raurte.
Podamos nos pur oertu ciplioar ja a noesos leitoree
algumaa oircumatanciaa deata ultima acea, para elle
anda ubicara ; ma a fra deixar inoumplelo o oaraoter
llena mulher, cujo retrato fasemoa; fra recuar antea
ultima pincelada, que devo moalra-le tal qual foi, tal
qual bo.
(ConrtrtMtr-e-*tV


ILEGIVEL.


^^OTMMVH
A
- Haooel Luiz Cariada so atiignar de hoja e
diante por Manoel Luiz. Vieira.
= D8o-se 300,000 rs. a premio sobre penbcns de
ouro ouprata: oo Ateno-da Boa-Vista, o. 68
- Quem precisar de urna criada para todo o ser-
tigo de urna cosa de bontem tolleiro dirijs-se a roa
das Trincbeiras Inja n. 14.
= Precisa-se alugar um moleque ; na rui Impe-
rial n. 7.
Pede-se a Illm. cmara municipal do Reoife ,
que lance luaa benficas istaa para um aterro, que se
est fazendo na camboa doa Remedios contiguo a
ponte eitreitando a metma camboa ; e por isio di-
ftcaltando o transito publico das canoas.
Francisco Alves da Cunba embarca para o Rio-
de-Janeiro de conta o ordem de Gongtlves & Bernar-
do da Parahiba, umscrato cabra, de nome Ma-
noel.
- Piecisa-se de um moro para caixei-
ro de ra e que eutenda um n.ouco de
Urna pessoa
fra do imperio ,
da corupanhia .de
escripia: na botica nova junio ao quar-
tcl de polica:
que se retira para
dispSe de ao acc5es
Beberibe : quem as
quizer, annuucie, ou procure o secretario
da companbia.
Precita se de urna ama, que tenba bastante leite,
e que seja preta ou parda ; na ra das Crutes n. 22.
segundo andar.
Thcrc/a do Josus Mafia embarca para o Rio-de-
Janeiro a sua escrava do nome Joanna, do nagao Costa.
Antonio .uii Alves Vieira Jnior retira-so pa-
ra Portugal a tratar de sua laude.
Olerece-se um bomem casado, som filbos, pa-|
ra fetor de sitio ou para qu.ilquer servigo, menos
caneirode venda; quem delta pTecisar dirjase a
run da Cruz, toja de barbeiro, da esquina da Lingoota.
Deseja-selMlareom o Sr. Francisco de Paula
I>ego doengcnbo .Marciano ou com pessoa que o
represente nesla praga ; na ra de Hortss n. 70.
Coi)) pas.
das quaes engommt, coiinba e cose ; ama negrinba ,
de 10 annos ; um moleque do 16 annos de bonita
figura ; um preto para o servigo de campo ; um dito,
de meia idade, por 180,000 rs.: no pateo da Matriz.,
o. 4.
*-Vendem-se 9 eicravos sondo : 1 moleque, de
16 aonos de boa figura ; 2 pardinbos, de 17 annos ,
proprios para pagana ; 1-ditoquasi branco, de 11 ao-
nos ; 2 protos, sendo um delles ptimo canoeiro e o
outio para qualquer servico ; 2 pardas, seodo urna
Juilasde 18 annos, com habilidades, e propria para
mucama por sor bastante gil e ser de boa figura ,
o a outra, de 25 annos, queoozinha, cose cbao en
gomma liso e lava ; 2 prelas que coziohfio, lavo ,
e sao quitandeiras; todos sem vicios neui achaques: na
ra do Collegio n. 3, segundo andar.
Tarlatana,a3#rs.
Compra se o livro= Barco da Carreira dos To-
los =: na ra de Hortas, n. 112.
- ComprSo-se paiafrada provincia, esoravos
de ambos os sosos do 14 a 20 anoos, com habili-
dades ou sem ellas ; sendo de bonitas figuras pago-
so bem; na ra dasLruzes, n. 22, segundo andar.
Compra-se um bacamarte de cano de bronze ,
obra muito bem feta da quo se costuma a encom-
mender; paga-se lien quem tiver, annuncie.
Compr-se urna liteira cm bom estado ainda
que nSo lenlia os pertenees ; na ra Diruita, n. 3.
ComprSo-se escravos do ambos os sexos, de 14
a 20 .n,n s com habilidades ou sem ellas ; sendo de
bonitas figur.s, pag3o-se bem : na ra das Cru/es,
n. 22, segundo andar.
Compro-se 7 veras de bico fino, largo, que se-
is de ramagens ou llores e com ponta moderna ,
para urna toalha de cambraia ; na ra Velba da boa-
Vista n. 55.
Comprao-se para fra da provincia, escravos
deambosossezos ; na ra Nova loja de ferragens,
n 14.
Vendas.
Vende-se um cofre de ierro muito
bom e novo, por preco muito commodo ;
na ra do Trapiche, n. 34 terceiro an-
dar.
Vende-se, por preco commodo, o
bem acreditado rape de (ordeiro Pilho &
G cheg/ido do Hio-de-Janciro no ulti-
mo vapor : na ra da Cadeia loia de
Guedes& Mello.
= Vende-se umt commoda do Jacaranda corn lam-
po de pedra ; urna dita de condur ; cadniras de jaca
randa e de oleo ; camas do vento ; urna mosa de ama-
relio rom duas gavetas, para escripia do um t p ;
umanph de Jacaranda; bancas de jpgo, de dito, e de
angico ; mesas redondas de Jacaranda angico e do
oleo; marquetas c'e angico amarello e oleo ; bancas
da 4 ps com gavetas, e de amarello : na ra da
Cadeia de S-Antonio, n. 18.
Vende-se urna venda na esquina quo vai para
os Remedios dcbaiio do sobrado e juntamente a ar-
magao da casa terrea na oulra esquina ; na ra estrei-
ta do Rozaiio venda n. 46.
Vende-se lia de ovelba ; cera amarella ; dita do
carnauba por preco commodo ; na ra da Praia-de.
S.-Kiia, o,43.
=Vende-se um carro de 4 rodas, em muito bon
estado, e com seus competentes arreoa ; o* ra do
Aragio coebeira, n. 17.
Vende-seuma escrava crioula, de 25 annos coo
orna cria negrinba de 13 meies ho muito linda o
| desmamada ; a preta engomma, cose corinha la-
va e laz renda ; um escravo crioulo de 30 annos de
bonita figura, e que he trabalbador decamno e mesmo
da praca: na ra dasCruzes. n 22, segundo andar.
= Coolinufu-aea vender pszinbos de diversas ro-
seiras de todaV j qualidades ja annunciadas por
diversaa vezes, assim Jomo p-s de dalias, de todas as
cores, edeoutras flores mimosas ; naSoledade, iodo
pela Trempe quaii ao p da igreja n. 7.
= Vendem-se 4 escravos, boos para todo o servico ,
tanto do campo como da praca ; um dito bom canoei-
ro ; um oito bom oflicial de toda obra da ourives ; 4
escravas mocas, de boas figuras, ecom boas habilida-
des ; 1 parda de 30 annos, boa mucama e que co-
se, engomma ecozmha : na ra do Crespo, n. 10, pri-
rneiro andar.
Veodem-se sapatos para tropa a 1200 r. ;
boneguma aspeados de Naotes, a 3500 ra. ; chi-
quitos e botinszinh..., a 240 rs. ; sapatoa com fitas
para enanca. 500 rs.: na praca da Independencia,
ni. 13 a 13.
Na loja do passo da esquina da ra do Collegio, com
fr-rile para o largo da Cadeia,vendem-ie cortes de vesti-
dos psra senhora.com nove covados de tarlatana. Esta
fazeoda tom urna vara de largura; he estampada com
flores matizadas; o, pela sua transparencia e ligeza do
fio,imita urna laminba do alto preco.
= Vende-se urna preta crioula com urna cria, do
poucos mezes laz renda, cotinba o diario de urna ca-
sa cose chSo engomma liso faz doces e caogica ;
na ra do Aragio n. 20.
Vende-se cal virgem de
Lisboa, embarrise caixas che-
gadaullimamenle : no escripto-
riodc Francisco Severianno Ra-
bello &Filho.
--Vende-se lagedo de Lisboa ;
noescriptoriode Francisco Seve-
rianno Rabello & Filho.
Vende-se um escravo de nagio de 25 annos sem
vicios ncm achaques/bom canoeiro, pescador, fei-
lorderede, e ezcellente camarooiro, muito possaote e
de bonita (gura ; na ra do Cjueimado, n. 19, segun-
do andar, das 6 as 8 horas da maobSa e de 1 as 4 da
tarde.
Farelo.
=Vendem-se saccas muito grandes com farelo : nos
rmaseos do Bacelar e do Guirntres no caes da Al-
fandega.
**- Vende-se cerveja branca e preta de Londres,
Barclay & Companbia a melhor que ha, em porcio,
ou a retalbo : vinbos de Tenerife Made;ra, e de ou-
tras qualidades; ago'ardente de Franca engarralada,
e de superior qualidade : na ra do Trapiche n. 40.
-Vcnclem-se esteiras da In-
dia, para forrar salas; fio por-
rete, lino: na ra do Trapi-
che, n. tt.
v>rias habilidades; um moleque de 18 annoa, que
cozinha todo o diario de orna casa ; um dito do ser-
rigo de campo ; 4 escravos, de bonitas figuras, 3 pre-
' i boas quitandeiras, e que cotinbfie bem : na roa
Direita, n. 3.
Vende-s urna bonita escrava 16 annos, de
bonita figura que cozinha muito bem, engomma e
cose, umdita, de20annos,de todo o servico por
350,000 rs. ; um preto, de bonita figura proprio pa-
ra todo o servico ; todos estes estes escravos nfio lio
viciosos, o que se afianca ; na ra larga do Rozario ,
o, 24, primeiro andar.
Vende-se urna carroca em bom estado ; ama pi-
pa arqueada de ferro ; um funil de pi ; um pelo de
arrobas: na Soledade n. 22.
Vendem-se superiores charutos regala fios,
e muritibanos em caixinhas de 100, 22o e 250, por
pregojnuilo commodo e chegados ltimamente pe-
lo vapor, da Babia; na ra do Trapiche n. 34, ter-
ceiro andar.'
Vendem-se 7 protos, de 20 30 aonos; 4 mo-
loques, de 12 a 14 annos; 2 mulatiohos de 12 a
14 annos; 2 pardos, seodo um sapateiro 4 pardas ,
de 16 a 20 annos; 2 pretal, de 16 a 20 aonos; todos
proprios do servigo de casa e campo e sio de boas fi-
guras : na ra da Cadeia de S. -Antonio, o. 23.
Vende-se Isrinha da trra muito superior a
3500 rs. o alqueire: na ra doCaldeiroiro n. 80
Vende-seuma parda da bonita figura de 18 a
20annos, muito robusta, boa engommadeira e cos-
toreira ; urna negrinba de 12 a 13 aonos; um mu-
atinbo, de 13 annos, de bonita figura, e que he muitu
sadio ; um preto, de 23 a 30 annos, sadio proprio
para todo o servico : na ra da Cadeia do Recite loj
deJoioda Cunha Magalbles
= Vende-se urna venda no Forte-do-Matt, na ra
do Codorniz n. 11 : a tratar na meima.
Vendem-se algodfleszinhos americanos, lisos,
proprios para fazer saceos do farinba por preco com-
modo ; em rasa de L. G. Ferreira &C.
= Vendem-se 18 escravos mogos, de bonitss fi-
figuras chegados prximamente do Arscaty sendo
negros, negras mulatas e mulatinbos; todos por pre-
go commodo: ns roa da Cruz n. 31.
ricas na ra do Trapiche
in. 8.
Itap-Gasse.
Avisa-se por este aonuncio aos fregaezesdo nD* j,
Gasae que, ha dias cb'egou do Rio-de-Janeiro n
nova remeisa do muito superior rap grosso e dj ""
grosso e se acba a venda no lugar do coitue ,l0~
ra da Cruz no Recite n. 38. '*
Lindeza, o covado
a4rs.
Na loja do passo da esquina da ra do Collge0
frente para o largo da Cadeia, vende-se lindej.,
vestidos de senhora, a doze vileos o covado. rj,/*
teohos desta faienda sio liitrados.sobre atsentos claros
escuro, fiogindo seda; o campo imita lis; sao cm
qjie no desbotio, e be lazenda inicuamente oovs
Gravatas,a>OOi's.
Na loja do passo da esquina da ra do Collegio, com
frente para o largo da C'adeiajvendcm-se lencos de cam-
braia, acrusado cada um Estes lencos sio estampados
com raminhos miudinbos, atrepadeiros elistras, com
variedades de cores; e tiUs finas e capases da prov de
limao.
Vende-se zinco em folba e em
pregos proprio para coberta de casa ;
na ra da Cruz n. io.
= Vendem-se cartas de jogar ranceas, para vol-
larfile ; na ra do CJueimado, loja de miudezas, n. 16.
Vende-se um sitio com al^un arvoredos de fruc-
lo, em trras do Monteiro, no caminoo, que vai para o
Arraia! do lado pposto ao sitio do Sr. Tiburcio : na
travessa deS.-Jos n. 29,
Vendem-se 12 escravos, sendo prelas] e molo-
ques, com algumas habilidades de bonitas figuras e
mogos: na ra Nova n. 21, segundo andar.
= Na ra do Rangel, n. 11 ainda ba para ven-
der urna correlo de ouro para senbora ; brincos; tran-
cilins ; cord9.es; argolas; rologios e outras muitas
obras de ouro e piala das j aonunciadas ; 2 casacas
do bom pBono ; urna bengala de unicornio ; pratos a
880 rs. a duiia ; urinoes a 200 o 320 rs. ; viuho ,
a 200 e 320 rs. a garrafa ; paios, a 200 rs. ; copos a
100 e 120 rs ; potes para agoa a 160 rs. ; e outros
mullos objectos de venda por commodo prego.
Vendem-se duas escravas de 14 a 20 anoos,
urna dila.de 24 annos sadias e de bonitas figuras:
no puteo de S.-Jos n. 60.
- Vende-se urna porgio de cera de carnauba, e
amarella da trra ; podras de moinho de moer milito ;
urna armario de venda com um bom balcao de ama-
rillo ; 2 pipas arqueadas de ferro para deposito de
ago Bidente: na ra larga do Rozario venda n. 29.
Vendem-se 2 escravas, urna de naci de 20
annos que cozinha alguma cousa e lava de sabio e a
outra crioula de 26 annos engomma cose, co-
zioba lava de sabio o faz reoda ; un. ptimo escra-
vo crioulo de 30 annos, ptimo para todo o servigo,
tanto da praga como do campo : na ra das Cruzes
a. 22, segundo andar.
= Vende-se sal do Ass a bordo do brigue FtlU ;
Brins francezes,a
800 rs. a vara.
Na loja do passo da esquina do Collegio, com fronte
para o largo da Cadeia vende-se brim|trangado bran-
co, francez, a 800 ra, a vara. Esta lazenda he muito
encorpada.o de linho oteiramento puro;e porisso mui-
to duravel.
PTASSA.
Vende-se superior potassa da Russia ,
em Barra pequeos ; cal virgem de Lis-
boa, da mais nova, que lia no mercado ,
por preco muito commodo ; tamben) se
vende um resto de potassa da safra pas-
sada muito barato : na ra do Trapi-
ebe armazem n. 17.
Vende-se polassa branca, (lo superior qualidade ,
em harria pequeos : em casa de IMatbeus Austa&
Companbia, na la da Alfandega-Vi-lba n. 56.
Vende-se cera lavrada do Rio-de-Janeiro, de su-
perior qualidade sortida de menor lamanho at ba-
randes; atrs do Corpo Santo, o. 66.
Vende-se azeile doce para luz uielbo* e mais
barato do que o de coco ; e azeile doce fino em gar-
rafCes do 25 garrafas: no deposito de azeile de carra-
pato na ra da Seozalla-VelirI n. 110.
Vendem-se 2 psrdas, de 16 a 20 annos ; 2 mula-
tinbos de 12 a U annos; um pardo, de 25 annos ;
4 prelos, entre osquacs2sio de nsgjo; lodos sem f-
elos ncm achaques e proprios nara todo o servigo: na
ra da Cadeia de S.-Anlonio n. 25.
Vende-se cera em telas do Rio-de-Janciro sor-
timento completo del alOeui libra, em caixas e
as libras a vootado do comprador: na ra da Senzal-
la-Velba, n. 110, armazem de Alves Vianne.
Vende-se na ra da Cruz, q,
60, cera em velas, chegadaltima-
mente do Rio-de-Janeiro, de um
das melbores fabricas, em caixas
pequeas de 3 a i6 em libra e
por preco mais commodo do que
em outra qualquer parte.
Farinha SSSF/^
da melhor qualidade,
111a chegada a este mi
vende-se em porcoes
ou pequenas: a tei
HcvCaImont & C^rKpanhia,
ou com J. J. rasfS Jnior.
Vendem-se 4aboas de p.
nho a 40 rs.i p ; atrs do
theatro.
Vende-se upa/bonita escrava, do 25 atinoi,
para todo o servigo jrna ra da Moeda defronte di
casa n. 9. .
=Vendem-seciiascom 10 duziaa de ehapeos
palba americana, finos e entre-ti nos assim como 11
dui-ias, como, melhor convier aos compradores: ns eri-
ca da Independencia ns. 24, 26 e 28,
Escravos Fgidos.
tratar com o proprietano Firmino Jos Feliz da
llosa na ra do Vigario n. 23.
N. 40, ra do Trapiche relogios de ouro de
patente toglez muito boos ; correntinbas de ouro ,
padrao= Principe Alberto; e um cbronoeaelro para
navio mu bem regulado: tudo so vende a precos
com modos.
Vendem-se 104 vaquetas, por prego commodo :
na roa da Cruz, o. 36.
~ VJeBd go nodia 12docorreBte, aosceotos e a retalbo; e
lambcm se vio applicar, poraluguel por mutto me-
nos prego do que em outra qualquer parle ; no depo-
sito da ra estrella do Rozario na venda da esquina
Gambreoes, a
l#4AOrs.
Na loja do passo da esquina da ra do Collegio, com
frente para o largo da Cadeia, vondem se notos cortes
de caigas com tres covados e meio do gambreOei,
por qualro patacas e meia cada um. Estafazonda he me-
lhor do que a que,ba tempos.se annunciou.e se veodeo
neeta loja, pelos padres seren mais moderos, e os
pannos mullo cncorpados Dar-se-bio amostras a quem
os pretender, sob o competente penbor.
=Vende-se um rica mobilia de muito bom goslo,
de Jacaranda, e as mesas com ricos marmrea: atrs
da matriz da Boa-Vista n 26 segundo andar.
Na ra do Crespo, n. 12, loja
nova de Jos Joaquim
da Silva Af aia,
vende-se um novo sortimeolo de vestidos para senbora,
da rica fazeoda chamada iodianna ; a qual alm do
ser de cores escuras, tintas fizas, e ricos gostos tem
um tec.do que finge ser de seda e o seu diminuto
preco he de 3000 rs. cada corte ; bem como tamben,
da fazenda victoria a 4000 rs. cada coi te ; os quaes
ollorecem as mesmas vantagens aos compradores por
aeren escuros, e por isio se toroo recommendaveia
para a presento estaclo: igualmente um rico aorlimon-
to de casimiras para caigas ; chitas para vestidos; e ou-
tras muitas fazeodas que serlo preseutes, e se veo-
der9 por pregos commodos.
= Vendem-se moendas de ferro para engenhoa de
assucar, para vapor agoa e beatas de diversos tama-
nbos por prego commodo; e igualmente taitas de
ferro coado e batido de todoa os tamanboa : na pra-
ga do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmoot &
tompaobia ou na ra de Apollo armazem, o. 6.
-To da 13 do corrente, des-
appareceo da casa do abaixo as-
signado, um moleque crioulo,
de nome Felisberlo ; levou um
alfinete de peito com diamante,
1 cordo de ouro com 8 a 10 oi-
lavas e outros objectos de me-
nor valor : quem o dito moleque
pegar com o roubo ou der
parte, do dito roubo ser gene-
rosamente recompensado, na es-
quina do Lvramento t loja de 6
portas.
Gabriel Gon$alves Lomba.
=Fugo, no dia 11 do correte mez Iprelo, de no-
mo Antonio.de nagioQuigama, de 22 annoa, safaindo
da casa de seu senhof com um taboleiro coro sapoljs;
leyou camisa e caigas de estopa, j velbaa sendo a ci-
miss de mangas curtas; he de estatura baiza cara re-
donda fulo; teodo as costas, psra maior signal, um
M ou F : quem o pegar leve ao sitio da Trompe,
o. 1, denominado da = Joanna dos Panos =, que
ser bem recompensado.
= Em dias do mez de fovereiro deste anco, fugio
da casa de Joao Gomes Ribeiro na povoacio do Jara*
gu prozima i cidade de Macei, urna escrava criou-
la, de nome Quitea pertencente ao advogado Josa
Correira da Silva Titira ; a qual representa a idida
de 20 a 24 anoos, quando muito ; de booita figura ,
alta e algum tanto corpolota quando gorda rollo
redondo, e bem preta : (em por coslume andar de vel-
lido c fallar com qualquer pessoa, firmaodo-se em
urna peroasmente. He natural das perlas de Una,
provincia de Peroambuco e foi ah vendida por Joa-
quim Francisco doa Santos, segundo a deciaragu ";
Diogo Jos da Costa negociante da cidade do Becife,
a quem foi comprada pelo dito advogado Titira em 4
dejulhode 1845. Ha auspeitas de que a dita es-
crava se embarcara no porto do Francez termo da ci-
dade das Alagoas,. onde andou algum lempo e que
seguir talvez para o Norte em alguma canoa, ou bir-
caga : taoibem se tem dito que ella lomera a direc-
gio do ceolroda provincia. Rogase a toda a pesso,
que a pegar, ou souber onde ella sa acba, de a lo".
ou anounciar, em casa do mencionado Titara, em Ha-
cei ou do dito Diogo Jos da Costa e Antonio Joa-
quim da Silva Castro na chlarfe do Recife que era
generosamente o som demora recompensada por qual-
quer delles pagaodo-se, altun disto, qualquer despe-
re que com a dita escrava i tooba oilo.
^'ttSZ^uT* u'e'iu,"> Vendem-se pregos me-
- vemtem-se 5 prelas moc, com habilidades, um.I = Vndem-t* negrioh, de naglo mogas, com| ricailOS, II. 4, 'nOVOS, em bar-
a
[PBUt, J NA TYP DE U, FtM FARIA
146


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