Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08366


This item is only available as the following downloads:


Full Text
uno de 1846.
Seg-unda feira 11
O DIARIO publio-Se lodos os das que nao
fnrcm de o.uarda: o preco da assiqnalura lie de
4*00" rs. por quartel, pagos adiantadns. Os
ann.incins dos assignanle *'l inseridos B rato
c jo lis por n'ia, 40 rij e-n typii difleren-
,e e rcpelice pela melado. Os que So la-
cen) asignantes pigo 80 reif por iiulia, c 100
em ivpo'liU'ereiile.
PHASES DA LA NO HEZ DE AGOSTO.
1 ua ctieia a 7 as 3 hora a 30 minutos da man.
niinsoanle-a I Jas 8 horas e 31 min. da tarde.
| ua nova a 21 as 0 horas e 5 min. da tarde,
descante a 28 as 7 horas e 53 miuutos da tarde.
PARTIDA DOS COMIMOS.
Goianna > Parahvl* Segundas e Sedas reiras
Rio Grande do Norte, cliega nas Iguarias feiras
ao meio da e parle nas mesillas horas as
Quintas Cetras.
Cali, ^eriuhaem, Rio Kormosn, D(irto Calvo e
Macey, no I.*. It e2l'dcc*dd me.
Garanhuns e Houita a 10 e 24.
Boa-Vta e Floros lie 2K.
Victoria nas Quintas leiras
OlinJ.i todos os ilias.
PRE*.M\R DB.HOJS.
Primcira as 8 horas e 30 minutos da tarde.
Secunda as 8 horas e S4 minutas da niauha.
de Agosto.
*Anno XXII N. 176.
UIAS DA SEMANA.
[esta
0 Segunda + S. '..oure.ieo, S. Asteria
de S Lourcnco na siib matriz.
11 Tero. S. TiliurHo, and do J dociv. da I.
v., e do J i paado 2. dist. de t
12 Qusrta S Filicissima aii'l. '< J. do civ.
da 2. v e do J. de p..r do '. de t_
II Quinta S. Lassiano, aud do I municipal d I. vara.
4 Sexta S K.xel'io au V edo J. de paado I. dist. de t.
la Saldado* Assuinpcilo d Nossa Seiiho-
ra. S. Alipio
16 Domingo S. Joaquim.
CAMIOS NO DA 10 DE AGOSTO.
Cambio sobre Londres 26 d. p If a 80 d.
> ii PaiiiISS ris por franco.
.. Lisho 100 "/, de premio.
Dsc. de letras de boas firmas I Vi P %*omCT-
Oiir,iOnc.s hespan'iolas 80'8 10 a 3
. Moodil de too vel.
.i de 400 nov.
. ii de 4)000. .
Prata l'etaees.......
, Pesos coluninarcs
t Diiin Muicanos.
Alinda
Hj7nn a
l(i'#000
'..mu a
u'.U'i' a
l'J l" a
I|fl0 a
l|70 a
'(10"
I08OO
lV2iln
o ion
U9III
ijoeo
I #07 0
11780
Accoesda Comp, do Rchcrihe de 50*000 ao par.
cj"yrwg--f*:
DIARIO DE PERKTAMBCO
' ..'- 8J
PARTE OFFICIAl.
ComniMiido das Armas.
EXPEOIBKTR D'l DA 21 DO PAi'ADI.
Ofjjcio Ao preside ule di pro vio/)!*, informando o
requorimentu d segundo sargento dn deposito, J-a
Lourenco delinque, de Alvarengn, que ao governo im-
perial pode escusa d.iservico, por ler finaliaado ft san
tempn, como volunten.., de qualru m.....londo j aer-
vid.i antoriurmanie, o ser mi > son oslado de sade.
' Dilo-T-Ai- coronel oiinimamlaiito do segundo balall.lu
de artilharia |i, reinrllendo o proceasu serbal do reo,
soldado desertor. Francisco do Carilargo, julgado defi-
nitivamento pela junta de jualica, em 18 do corrento
(julho).
1UEH DO DI A. 22.
OffioioAo presidente da provincia, informando o
requerimciilo do (oliente qnarlel-infalra do sello bota-
IhSo de eacadnrea, que, leudo do seguir para a provincia
das AUgaa, pede o abono de tres meses de loldu, inclu-
sive o que corro (julho), para occorrer as desposa du
iiii.i viagrin a poiiduccio do sua familia.
Dito Ao general oomnundante ciaa srmai da enro,
pedindo esc.larooin.enlo aooroa de algumas dovidns, en-
centradas no mappn clo.sifi'nlivo dus iiliiiunos opprovn-
,] no auno nudo un esrola militar, perlenccntei ao se-
gundo balalhSu do artilharia n pe.
DiluA roronel coinniandiintc do segundo b.itallian
do orlilliaria a p, comniuoicand, que fieava expedida
t nrdeni encapillo oiniiiiiaiiihnto da eoilipanliin fxa do
cavallaria, |iara, peliis molos conveniente, fiicr indem-
liisar a eaixa de economas doren bolaHiAn, da quaillia
ilo 7 IHIO ii, que ficon a dovor o soldado Joio Fran-
cisco rio Sanios. K|iedin-so orilcm ao capillo eoni-
ninndanle da e.oinpaulii.i tixa de cavallarit, no senlido
ilu oflloio neinin.
DitoAo coronel coniniaiidaole dn segundo balalha
do ii nlli.ina p. 0"iiiiniiiiieniii|o, que s.liro n malaria
doseiiifiio de 20 pedir rirlnrecimciilo ao general
i iiiini......I.uile das armas da i orle, c que no enirolnnln
di va enfilar fumo cadete, Trujano Alipio de Carvullm
Mendonc, o romo nao pertencentOS ao batnlhio oa e-
guiiilna lenles Angelo Augnsi de Arrulla e Joaqun
il.i Coila Rogo Moateiro, como taes ouniprrliandidiia u
Itiappa eliipvihealivo dos nliiiuuos da osela militar, que
Hu lorj per copio enviado.
la.i A.i iiiokiiio, 11 moliendo a guia do segundo sar-
gento Jos Luis du Sirt'a, quo se rocolhra du destaca-
llieiiln da pr.Kini la das Alag.is.
Ee. no foi atompanbado pelo conde de Milo, eomos le, palo procedimento, que leem lido os nobre deputa-
sediite nos jornaes di tarde noite pasuda. O oobreldor para comnosco : ora no desafian, para que tome-
lord viajou pelo caminho de Ierro do Sudoeste, e eipe '" "**'> *'>-* "i>rn
rava-ie, que toltasse a Londres no dia l.'do ulho.
Lord J. Rrusell chi'gou ao Royal Clarenceyard n
diligencia do Lindre, ti 3 bora o un quarto, embar-
cou immodiatamenle no hiate Fairy (que linh alra-
e.ado ao molbo), e parti pava residencia de Osborne
S. Eie. seguira psra Londres nsquelle dia por Sou
Ihamplon, pala diligencia ordinaria.
ampton, pala diligencia ordinaria. aisosino, e mu /angauu mm, m- ^ -------------
OcondedeClarendontete. no da 30 do junho. urna Por nutro lado vejo, que os nobres doputados parecen.,
_*______________lu.U II .l,..r.l ., na raaidunfl. lilla lul.l illtliroill IIIIH M tllllUO ni'StOS nOQOCIOS, .
ronferencia rom o iseondn Palmerslon oa residenc
do nobre lord.em Cnrlton-House-Terrace. O nobre con-
de tambern tete oulra.no meimo d,com o msrquei de
Lansdowne.
Naquello mesmo dia visilou igualmente o conde de
Minio ao marquez de Lsnsdowno, e eslevn em confe-
rencia secreta com S. Eso. por algum tetfpo.
No da 29 de junbo a ooile, hnuve uulro metlmg mu
numeroso do partido liberal no club le Brooki's.
ROMA.
0 NOVO PAPA PI IX.
tXTERlOfi.
INGLA'IKIUU.
O OVO MIMISTF.niO.
Como lord John llussell naolfliha ainda formalman
te arceitado o poder, e conseguintemenle linlia lido
muito pouca niiiiounii aeo rom 0 seu amigos pbli-
cos nause podo por isso esperar ainda urna, lista exac-
ta ds nomeacoes paro o novo govorno. Conitudo, cria
se, que a seguinle ochar-se-bia correcta pela tnaior
parte :
Ptimeiro lord do thesouto. Lord J.Russell.
Cbsneeller do exchequer. Mr. C. Wood.
Lord chanceller. Lord Cottenham.
Secrttarioi de atado.
Par a repirticjo do inlerior. Sir G. Grey.
a negocios estraogeiros. Lord Pal-
merslon,
nogocios colooiaw. Lord Claren-
don.
Presidente do concelbo. 0 msrqoex de Lans
downe.
Primeiro brd do almirantado. Lord 4fkland.
Cbancelle^do ducado de Lsncaiter. -lord Camp-
Raras vezes, diz o Debat, lem durado to pouco quolles, que nao se podem defender na inesma caina-
......______i___ _____. j. ll ii! i.. ;..!,, .11. r. r...;nUn.in> n.iii mi lonma eniiil en iliaa coi
b...
Primeiro commiisario de bosque e florestas. Lord
Murpeib^,
Juntado commcrcio.Mr, Laboucheie. .
Ailuiinistrsdor ge ral dos corteios. O marquez de
Clsnricstde.
Procurador da coros Sir T. Wde.
Solicitador gem Mr. Jervis.
Lord camareiro. Lord Granville.
Irlanda.
Lord vice-roi da Irlanda. Lord Besborougb.
Lord chanceller da Irlanda-Mr. Brady.
Procurador to coiooo. Mr. Moore.
Solicitador geral.Mr. Monahain.
Tambern corria, que o marqiftz de Normaoby par-
iiria p.ra i'oris como eniboiiador a corle de Fianv, e
lor.l Minio para \ ienna. em lugar de Sir R. Goidon.
Todaia, oulro boato dava a lord Minio o sello privado.
m MnVI>|EI No dia 29^e junho, as 10 horas da nute, bouve um
msfiisif do partido liberal na residencia de lord |obn
Russell en, Cbeshainplace. Eotre os fidelgos presante
eslivero o marquez de LanoV'wne, o conde de Claren-
don, o ronde de Mini, ovWoode Palmerslon, a lord
Collenbam. Mr. TunoM, M. P. esleve deserviro.
No di. 30, s 10 horas da manhaa, visilou lord J.
Rustell a Sr. R Peel. na residencia do muito hoorado
baronet em WliuehaJI-Gardens.
Lod J. Russell visilou .ubsequentemeole o conde de
Clatendo na sua residencia, em Gtosvenur-CresceolJ
Ao meio-dia parti lord J. Russell da capital para a
residencia de Osborne, em tisit S. M. raioha. S.
lempo um conclave, como o de 14 a 16 de juntio : di
lem.a que utuaeo politice dos estados da Igreja, e a
necessidade de por termo a expectacOes, que se pdenlo
converter n'uma gil ci assusladra, accelerou aileci
sio dos cardeaes. O novo papa goza dn reputado de
ser dotado re um espirito liberal e conciliatorio ; a sua
eleiefio lem sido em geral bem acolbida. 0 cardeal Ms
tai Ferretd, ao subir i cadeira de S. Pedro, loma o li-
lulo do Pi IX. Tendo smenle 51 annoi do idade, be
um dos papas mais novos, que teem sido eleitos : este
helo deve ser encarado como uro, agouro favoravel.
Tem-se eiprubrado muilas vesos aos cardeaes o escolhe-
tem papas entre bomens, cuja idade nlo Ihes permiltia
seretn muito activos. Nenia occasiio dosviar8o-se feliz
mente dos precedentes costumarios. Ha ou llalla um
proverbio, que .lis dos papas, non vtitbi* annot Pt-
finSo veris tantos atino como Pedro S. Pedro,
como se sabe, oceupou a sde papal por espato de 23
atinas. Nlosendu este proverbio artigo de f. p le-se
esperar sem ser aecusado de hereaia. quenio se alisa-
ra. Confiando em quo o papa PO IX einpregara a in
uencia. que Ihed a sua elevada posicau, em pntei
a paz espiritual do mundo calhohco, e em dar aos esta-
dos sob o seu governo temporal os melhoranienlos de
que tanto neccssiISo. ilcscjainos sinceramento, quo ello
veja os annos de S. Pedro, e que o seu reinado seje
prolongado para t>em da Igreja de. que elle he a oabo-
q, e para felecidade do povo, de qutfm be o soberano.
O Unirers refere, que,tendo o novo papa sillo acoin-
metlido, aos 20 annos de idade, de urna grave enlorim-
dade, tmha implorado o patrocinio da SS. Virgem, e
crendo, que devia o seu restabelecimento inleicesslo
ilella, senlio-se 15o gralo, sque tom. u ordens sscras.
Logo depois da tsja ordenadlo, diz o Univeis, SSSU
mi a direct.li) do pifia Tata-Giovanni, que tinhs sido
fundado para manulcnclo e inslruclo tbrnlla de or-
nhlos pokes por um velbo, pedreito de profi>siu, des-
tituido de lodos os recursos, mas rico dos ibesouros da
caridade. Ojoven clrigo, movido pela sua devoco.
uni so-lhe na caridosa empre;a e dedicou lodo o seu
lempo, lrbalho e lortuna aquella obra de piedade e
cottipaiilo. Assim comecou o papa Po IX o seu minis-
terio entre inuioenies trabajadores e orpblos No pon-
tificado de Pi VII. tendo sido monsignor Mun. pie-
senlemenle hispo di uta di Castillo, enviado como vi-
gario apostlico aoCb. o Alibati Mastai Ferretti a-
componbnu o como auditor (coacelbeiro ou theolego.)
Divergencias que se suscitlilo entre o vigano apostli-
co e as autoridades do Cbili, ohrigrio oo logo a.dei
xor aquello paii. e. na sua volta, nomeou-00 papa Lo-
io XII psra prelado e presidente do grande hospital de
S -Miguel, o Tnaior eslabelecimenlo d-quella ordem em
Boma. Em 1827 nomeou-o Lelo XII para prime.iu
pastor de Spolelo, sua cidade natalicia, que ello erigi
em aicebispado. Elle oceupou aquella sede al 17de
deiembrodel832, quando Gregorio XVI otranseno
para Imol. que. sendo urna das posicSes episcupoc
mais importantes, exilia um prelado lio firme quanlo
prudente. O hispo eorrespondeo expectativa do Gre-
gorio XVI. e logo ganhou a venerarlo e afleclo do toda
adiocese. Reservado isi pttto no eonsislono de 23 de
desembrod.- 187.9, oi piofclamaJo caideal a 1* do de-
remliro de 1840. A sua rcputatlo de talento o pieda-
de. era -re! ers; todos Q estados da igrea em Koma
coslumsva o povo dizer, qusoduello apparecia em pu-
blico : Eis-al.i o successor deGiegono XVI.
' Jtmti )
INTERiORs
Rio-de- Janeiro.
mns parlo nas discussOes sobro a provincia de Pornam-
buco, ora, quando tomamos-parte nestas discus5es, nos
liiem : quem encommendou o sermlo. que loes pa-
gue ; no aiem jogo comnnsco, eln., e al encole-
ris5o-sna poni, como uulro dia suceedeo ao meu no-
lire amigo,o Sr. Neto, que enraivou-se tanto.que halen
com a m8 s sobre a tribuna, dava rom osp'ssohreo
assoslhn, e to zangado eslava, que eu o deseonbeci
|U" nio querom, que le toque nestes nogocios. .
Um Sr. Diputad : Ora, essa he boa !
Sr. Pirra) :.... porque nao quizeiio, que
tisesse entrada netta cmara os seus adversarios ; sem
pre que tralio delles be da maneira a man rigorosa, que
ie pode dar; e apar disto xsngao le, quando se loca em
einelli uit objecto.
Os nobres deputodns devem nolar, quo S'U adversa-
rios eslo anente; que preciso he, que de algum motlu
elles sejio defendidos das graves accuac5es, que se Ihea
la/em; quo a olirigaelo daquelles, que estao em mino-
ra na cmara, he defender aos pcis> gilos, delonder a-
ra. Con.inlSo-iiie. pois, que alguma oouu eu diga en
ilefesa de pcuoal ausentes, em defesa dos meus amigos,
em defesa de pessoas perseguidas.....
Sr. presidente, para que cu pnisa mellio' habililar-
.iie, o a casa, alim de sobre o ohjeelo mrlboi lormar um
fjuizo, olTereCD.emaiNitanientn ao tequerimenlo do oo-
liro depulado, eslo roquorimcnlo:
a Peci)-se no govorno os seauinles esclarociment'S :
L* Copia de toda correspondencia do presidente
di provincia dn Pernamhuco sobre a eleioao dos sena
dores, que ltimamente leve luizar na nioimi provin-
cia, e nio a que leve lugar com o governo geral,
como a que bouve com as difletentes ltoi idades lcaos,
especialmente com as da Boa-Visla, Pupa (ato, Cara
nhuns, Pio-tf \lbo, I/uarass, o diversos uuiros tuga-
ses ; e mim tambern as represenlacOes que bouveiem
a respeilo, ecnpia das actas de Ouricury, do. Fontal ,
Pio-d'Allio o Iguaias.
2." CJual o estado do processo lormado contra os
roubadres dos Africanos ppieliendidos em Pnflu-de-
Galltnhas, e contra os autores do moite do meslre, ou
piloto dn barco, que ronduiio os mes'iios Afficanns ;
s-aiaulorjdades policiaes respeclivas, que liverflo por-
t nos rferi'los iriines finio domellidas, por ordem 00
vrrno.oua pedido seu ; o qual ode'egido do poli-
cio do termo respectivo
3." Os niappas dos crimea commellidos na mosma
provincia, de fe.eieuo le 1844 em disnlo, com especi-
Soaelo d"8 me7es.a que peiiencem.
4.< Qual a frca exisiente na comarca da Boa-
Vista, na l oca da eleici ullimo para dous senadores,
ese, si ni da rfa policial, ou do Imha, se ftquisilou
fiirv ''a guarda nacional.
Ora, Sr.presidente, sendo estes esdirecimentos mui-
U> necessirioi. eu nio s devo tnoliva-los, mns ainda
apioveilarei a tWMlilo fn defender os mes nobres o-
inigns ausenles.
() fin ostensivo do requerimeolo foi por certo a de-
fesa do nobre prndenle da piovincia de Pernnmliuco;
mas o fim principal foi primeiro, emharacar o gover-
no na livro demissao do mesmo presidente; segundo,
propalara dem ssao do digno commondanle das armas
oSr. Sears; terceiro, s removi dn jtii/ municipal,
que serve interinamente de juiz de direito, o Sr Ri-
gu.ira ; quarto, dar algumas alfineladas em alguna dos
ministros actuaos; quinto, rebanar inteiramonlo os ad-
versarms polticos dos cobres depulados.
O Sr. Uibano : Alcani;a muito .'
i'r.r'fnsc^Pi'lii contexto do discurso do no-
bre ileputado oulra coui so nio pode inlerir, o o ro-
hre depulado olo fas seu requerimenloi sem um
fim. .
Sr presidente, ontrare na parle que diz respeilo so
procedi ento do jury ; mas. aoles de ludo, com a fran -
quozo. quo professo; devo declarara min be opimin so-
bre o Sr. Chicborro. Eu consuli ro o ->r. Cbichorio um
bomem probo; nada ha, que se diga contra elle como
magistrado, e a respailo da sua ptobidade eu o julgo
incapaz do commelter vilanias e torperas como bomem
particular...
O Sr. S. Machado : E como homem publico.
O S'.'trra* Como bomem patticuler, esle ho
o meu "uiz; como bomem puolico, direi a cmara, que
elle bo inleframenle partidista, que por muitas veos
role sacrificar como'tal esle ou aquello ptincipioao Iri-
umpbodeseu partido. Esle jui/o, quo laco delle, como
bomem po'i'ien. Iin lirado de seus aclos, jlcomomem-
hro tiesta casa, ja como mimbro do minisleno em 33
o em 34, na propria poca, em que loi Uncido lora da
tutora oseoipre looibrad Sr. Jos Honifacio do An
drada e Silva Por consequencia eu nio poss crer.
ue elle, como homem particular, commelta indigni
ade alguma; mas polio diier, que como partidiza elle
^^%?- ^mco'udoVque ju.garul.L afim de riumph,
CAS O- .O-"" DO a. O0BANO ACERCA -
DOS BGOCIUSDESTA PROVINCIA, PRuMUHCOO O SU.
Stohor1 preiidente eu ninlo mili grande embara-
ce em entrar nesta diicusso ; porque nio desojo por
maneira, alguma ic.rer contra m.m o desagrado dos
nobre* depuUdo. Dew temer lo, benbor prenden-
rem aiopimSes, a que se icha ligado ..
OSr. H. dos Santoi : Mu sem commelter iodig-
05r Ferras : Nem eu digo isto. Tendo declan-
iloa u.inbaopiniio sobro o juizo, que lormo do Sr.
Cbicborro, enlrarei na materii.
Luenlendo, que o reqaerimento do nobre depula-
do nio leve por fim derribar a deciiio do jury; porque
nos no somos competentes para tal : o requerimeolo
do nobre depuladu leve nicamente por fim mostrir co-
mo eta decislo foi dada. Nesli pirte, o nobre diputa-
do ha de me perdor, que diga, que se levou de inlor-
micSas inexactas, so leve por fim aecusar a uto nosio
colleg da magistratura,que,na minba opiniio, nio me-
reca a aecusatio, que o nohra diputado Ibe le. (uiet
fiirlo, Sr. presidente, as ac:usacocl fetas oo juiz de
direilo respectivo ? Primeiro, 1er marcado para aber
lura dos jurados a poca dos eleices; odaqui se con-
cluio, que tinhl por fim chamir juradoi, que fouem
aptos para o efleito do darem urna decisio' contriria ao
desojo da parte ou do presidente da, provincia. Mil,
Mooliii! o,o o nobresdepulidos recoi)rerem a documen-
tos, qno oxistom a esle rei(it"ito. se recotrerem i io-
formaces exirtn, verO, que esta iscusicio deve ci-
Inr infallivelmente: qual he a le, que mandl, que*
juiz deixe de convocar 0 jury pin um dia, poli rasio de
quo nene da ha eloicio ?(iiallui o incovsWienle, que (
resullou dse reunir o jury neisi dii do eleicio A-
peoaneis jurados erio eleilores; e o numero de seis
jurados nao poilii fazor mal por maoeiri nenhumi a
urna decibi do jury, porque tambern o |uiz nio eha-
fiio>i pessoas pen completar esle numero de seis. Eis-
aqui um documento, que apresonto, umi certidio pli-
sada pelo esciivl >dojuiy(lJ:
Eu abaixo ns-i.:n iil.i, em cumplimento a portara
otro, certifico: quinto ao l.i, que no dia 18 do mes
passudo, designado para a segunda rouniio do jury del-
ta termo, comparoc'io vinlfl e dou< jurados; quanto
oo 2 *, que, em lugar dos quo faltftiio. com excepcio
dos que croo eleitores por eitirem occupidos no colle-
gio oleiloral e lorem du compaiecer. se nomeirio viole
jurados; quanlo ao 3. quo dos jurados prsenles le
i noariegario da nomeavlo dos que devilo ser chsmi-
do pan substituirn) o jue faltaiio, M.noel Coelbo
Cintia. Joaquim Jos de Abreu Jnior, doutor Ma-
nuel Uuarlo do Fan, o hrigidoiio Antonio Rudriguel
de Alo onl.i e Candido Emilio Porein Lobo; quinto ao
4.', que o doulor juiz de diteito presidente do juiy por
Miel VMM advirti aos jurados presentes, emquanto
se fililq estas fiomeacdos, que eslo Jireilu en do todoi.
insconvidava pera lainbem proprem ; quaoloioS.*,
que, eil.1 a lista dos proposlos, lorio leus nomos lidoi
pelo doulor jui de direito e ipprovidui por todoi o
jurados presentes, cuj lisia foi remellid eom o ofB-
cio doulor juiz de direito io doulor juiz municipil da
I.' vara Francisco Rodrigues Salte, pan ordenar ai
DolitreacSea ; quanlo ao 6.", quo esta dita lista nio le-
ou obs.rvacioou nola.^lgumi foili pelo doutor uiz
de iiiieilo, v nem passSti as suas mos; quanlo ao 7.%
que pelo ilontor juiz do direilo furto delpodulos da sei-
siio os luradol Antonio de Farii BrandSoCirdoio, Joio
Friaeiieo Binoi e J H"gino de Minndi, o pri-
eiro porreclannr, no acto da chamada, que o leu
ultimo veluo en Cordeiro e nio Cardoso, o segundo
c terceiro, porque 1 ostava completo o uumero de qui-
renla eolio jurados, nao existindo na urm ai cdulas
dos seus nomes, accrcs.-cndo kjilo. quo Jlo Fro-
cisco lliisluicomparecoo depoifflo numero completo,
Jo-e, lligino de Miranda le pedido dispensa ; assim
mesmo, a respeilo de Brandio Caidoio, so To. dupeoia-
iL, deioisquo o juiz verificou, quo na qualihcicio o
Dicidull di urna ostava Meripto o nomo de Cardlo o
Dio d Cordeiro, que 10 depoii se verificou pela lista
ral do delegado remellid |unti revison, oudo
lamben eslava Cirdoso e nio Cordeiro; quinto io 8.".
que o jurado M-noel da Fonseci do Araujo Luna esta
qualificado com eslo nomo e ni ceduli iguiimeute. o
>6 n liU impri'ns dos jurados sotteidos be que estiva
Lima em lugar de Luna 0 rolerido he verdada e dou
l Recile. 3 do junho de 184(5. O esenvao do jury,
Joti (funio Cuida Alcanforado,
USr. urbano : O efloito foi laltirem mullos ju-
0 Sr Firrau I Orn, quer o nobre depulado argu-
mentar cn. e.la circnm.iaucia! Eu pee te.lern.inh.
,| obro ,lepla,lo Dar Perinnibi.co. quo ni lie sus-
peitu, o Se. Hett40l, quo diga.....lunilla I presidencia
Jo n......." reu.,iri-a.. mal. do viole jurado. Aqu ea-
ao eerlidos, quo provau o quo eu digo (IsTJI
. En ..haivo ...ignado, em eun.pr.iHento a portara
supn, eer.ifieo, que na pri.neir. ae.... ..rd.n.... eon-
VoC.d. pelo Dr.joi. de drrn.....lenno da pr.m.ura va a
do rrime, fitMla FerrWra Gomes pira O dio 17 do
marco de'.c a....... .......-e.rio no pr-meirO d,a da
..o 2'J jurados. O referido lie verd.do e do f. Re-
JS; 3de,anbo d 1848 -Ocseri... do jury, Joii
Afronto Gueda Alcanforado. ___
\ Bo abis.......l-ilo. e,u cumpriinonlu da ponina
JutTe "rl.llco.qo. ... -cxla ie..o ..r.l.n.r.a.nun.oca-
.Va'pel'o Dr. j.iiide-irei.o da se8,...d vara do cr.mo.
a, i Me ule. d.Cnha A.o.ed... par. d.a 4de de-
,l- do nono pana.!.., oomparocerio * T2oX jurad..!. O referida he verdSc c doa
f "t"r" 3.ie,o..ho d- 1816. Oe.crivI.do.ory,
Jt Alfonso Gaedes Alcanforado.
P..r.".ei|o-""''" I'*'" d,,er' q"9 VTV"M
| B|g,..n .....a. <|e "* de,.tad..l dwejarsto,
,1UB ,e... DOia de..i.lo lavoravel, pe. falla dostei 10.1
el...r. i, que era.detona ; i imle-io a villa da oarli-
,14 que li, que sous lugares i)., lorio preonohidos.
utra aneu.aclo dirigida oiitn o mos.no j.ut da di-
reilo ron ser, que elle, doaigimu pesaoaa de ana affei-
rio, pan poder obler cata decalo. Pe nieam oertidao,
quoioibei de lr v-ie, que elle nio dengueo, q,ao a
I DATA INCORRETA


2
oignaclo fui frita pelo jurado.. Eit-aqni o que dii
o e.orivlo (l\:
ji Quo do. jurado presente e onearregrin dn no-
nio: can ,|,,c dcVSo 6' o lu Illa dn H OI Sr. Manuel
Cuellm Cintra, Jnaqoim Jun de Abren Jmiiur. Antonio
Rudrigucs Alnicida a Candido Emilio Pcreira Lobo, e u
Dr. jo i dt- diiriln por varia voto advertid, que eele
direilo tu .1 di' Indo. >
Um Sr. deputado : A pondo.
O Sr. Ferrat: O nubrn depulado, mi proferir o
nomo dn ir. Cintre, d um apnisdo ; o Sr. Cintra na
tinl'a direitu nm o jurado de le robrar aquello, que de-
viioser chamado?
A terceir aci'iiaogflo, que r foi au Sr. Regueira fui,
que tinlian licitado du irr notificados cerina ...juradas
determinad,.. Daqui meinm fe prora o contrario, que
elle iifto envulveo-se oaala tablelo \ que, Calla a lista jurados, retuetleo-a no juu mnnioipnl, o Sr. Selte ; que
esto aenhur fui qiiom manden fuer na noiincncoa :
o propriu offlcial Serra-Granda o o escrivio do jury o
diiem {!/):
Cerlifiro : I.", que nic fui da man do Sr. Dr, jnii
de direitu interino da seronda vara, Rogneirn Corita, i|ue
rcrebi o lula do jurados, de que trata a portara aciuin ;
na -iiii da man drigue Selle ; 2., i|ue nln fo o iiicsiun Sr. l)r. Re-
fiuciru, que pni crines no nrune. de cerina jurn.lo., e
aini o Sr. Dr. Sello, ditendo-mo que nfln nuiiricnaso a
culijurado, porque elle ineun> o avisara, vm virlu-
de do que deixoi de notificados ; 3.", que no din se-
pilile, pcrgunlaulo o Sr. Reducir nn escrivio du jury,
ae tinelo aido nulificado lodo, na jurados, e otando i o
presente, dis.c, que tiobn licuado donotiRcar algn,
ai o. dar a raan : e cntSo o Sr, Dr. Regu ira ditae, que
i i iilii ,i.i' a todo. 0 referido lio verdade. Reo. fe. 3 de
jiinlio de 1.S46. 0 iflieial e pnrteiru dujiiry, Fran-
cisco Jodo Honorato Serra-Gronde, >
. Eu lb.lt* asmgnado, ciu ciiiupriiiiento portara
giipra, urlifieo, quaulirau primeiro, que ou etrrivln
eslava prcscnle, vara, Francisco Rodriguea Selle, assiguou o mandadu,
,|iii' ai..... piioliou arelae.au dn juradoi, qun devio aer
notificad..a para en ni parvee re ni na segunda acaau ordi-
naria, uonvonada para o da 18 de maio ; qnantn au se-
gunde, quo o dito juit municipal, quaiido eutregoii u
maiidadii f^Ji-tn ao ofli'ial de judien, Francisco Juan
Honorato Sena-tirando, nao I lie disse, quo deixaai de
nulificar ele ou ai|ucllo jim, porque ello juit muiiiei-
pal nulificara j quem au tercelro, quo < mearon S<
juit municipal ciiiinnu ao o||cial a morada o i i. |.re;
do nlpuna, que elle dilia nao coiiliecer, notaudu-os
nicfinii juit uiargem ooin una cruz ; quinto ao qunr-
|ii qun os mom.i iliujui.es, quo deslio acr cliauailns,
enlistadles da relaolo, que leulio vm meu poder o oorti-
dao eom as nieneoiiada eruze, ao : Jos lligiuu de
Sonta Paita, JutuJoe Lope Jnior, Juno iligmo de
Miranda, Francisco JunSilveirn, Maimd da Sil.a 1er-
reira Jnior, Emilio Xavier Sobrcira lo Mello ; quanto
ao quinto, que un da scguiiito, dczatiovc, antea ilo cu-
ii ir.in ni os Irabalhoa do jury, Comparecen no tribunal
o Sr.uil louincipal, e sabendo, que o i Hicial cncarre-
gado dat nulificar fie, o dito Sorra- Grande, nao tiulia
notificado lodoso junes de faci, mandn poruiini es-
rrivlu faicr una lula, dos que lian linbio anda sido
nolifiradoi para ofiu, euja lista ns.ignou e esta tm meu
nndar Cariara, o cniii|>.m au menino ofc.inl para 01
mitificar; quinto ao sexto, finalmente, quo nessu dito
da deaiiuvu coiiiparceiao alijiiua j nina de ficto, que
estnvfln na lala euui erui, beui cniio Jlo Jos Lupes
Jnior, Manuel la Silva Ferreia Jnior, o Emilio Xa-
vier Sobrcira de Mello, c. Rciif.', 10 de jonlio de
4846. O escrivio dojuiy, Jos Jjfonto Cuides Al-
can forado.
I'om -o' tambero, que algtini foro designados cuui
i mi/ I' r r ulliniu documento, o dn escrivio, pruva, que
o ou Si-tic, perguntandu au eflloial,eounheoiaalgn
jurado, a ella duenda, qaealguo niooonbeoia, este
nao conliecidos forAo por este eulior apontadoi*. Por
estateriido e pro Va, Sr. presidente, que no oulru dia,
m ni inle venan dn Sr. Regueira, ti Sr. Selle urdenmi
que aqut llea, que au linlifio sidu iiolifioadus, u fosseiu
i-.iiiiiidialanii nlr, e quo ileslr nlgiiiu eumparocro
pnr eoiiscqueocn, quo irregularidade lioiive iluto ?
Que proecdiiut'iiln Imiive, que pussa fuer eicurecer
anda emboar a probidade, o a imparcialidade reeu.
uliei nl,i du Sr. Regiiena? KnJqni ducniientus, ducu-
mento impressos mas, se os nubres depulados deseun-
tiao do iinpitt.au, ru me coiupruiuetlu a oprciuntar u
origiiiaeg.
OS. Urbano ; Istu u."iu be novo pura uiiiii qulli-
du fallel ]i sabia dilles.
0 Sr, Ferro* : Admira, que o nobre dcputndn oS
orcfcrisie a elle! porque,se te refeiutu liavia de fuer
jimiira ao eu eolleg. Verdadeiramenle fui para lino
admiravrl, que u unbre deputadn juit de direilo, eoulie-
(i mili qiiantu a apparenea podeni-uns levar a er-
res, se fundasic eni a|iparencias, para utiender au sen
ci llega.
0 Sr. Urbano : Eu lio, que eatuii admirado' da nia-
neira.pnr que o nobre depulado vm euciraniln estos ne-
guciu [
0 Sr. Ferro : A terecira acrusacio vein a ser o
roturen pedido para a guarda da alfan doga, que ficava
ras iuimediarfies un no mesmu edificio, ein que so avlin
colimada a sala dnjury.
O Sr. Urbano: Nao fallei niilo,
0 Sr. Ferro : Fui u Sr. Lopea (Jama, que falln ;
liedle a qnoni me dirijo ; u qual, (ascinadn pnr paitfios
puliticta, clirguu ale a acensar o Sr Rigucira, comu
redactor do pcrjndiou Carranca, atin lor menor pre-
sum (So ein favor do leu dito.
Eit ai i unirn da requiaicao de fori,a euvolve tambcui
a .n i ornean do Sr. general Scara i nina en peco A cma-
ra, que atienda para nidocouieiilua, que Van produnr,
e vista ilcllen decida se podo valer a aecuiat au, que so
fe. He saludo, e en invoco u laaleiniinlio dn nubredv-
piii.nlo, que be obofe da polica daquclia provincia,
que a todo ataifUf, '"C lisgsj DluitO cedo, liu da da soa.
Ao di. jiiiy, i ni quo fui julgadu esie enripio, acensado
polo Sr. Cbioliuiio, boaeflrao o correligionarios dos
nobre depuladu uceupar as galena do tribunal enm
os seos asseela lio bein ssbnlo, que as 4 lluras graudr
ajiiiilaiiiinlii ciitlia em ruda ou em lenlo do ediheiu da
iill.iiiilcgnf onde se achava eullocadu o leferidu tribunal,
lie sobidu, que esaca grupos ineutin louiorcs, o que re-
aeio se ipnderario tUii meinbro da tribunal ero iu-
do desle ajuntaniento : era natural, que o oilicial supe-
rior do dia luiiussc a i,; o ni,i pruvidencia w favor da
repartilo publica da ftlfandega, refurcando a guarda
respectiva, e aiuda aieimo para reajieitu du tribunal.
Tambera uflo negarei.que o juu de direito.o Sr.Reguoi-
0 Sr. Ferro : (Cora eite nunca lidei, contra el-
le im)...... Batiendo, quo ene humen em toda a re-
volsi(_os o desurden de Pcrnaulnico teem lomado parte
innito activa (apoiados). ou ao srhlsaem na galera ou
fr dcll.i. era do eaperar que ellea fosera...... *
O Sr. Urbano: Saquear aalfandega.
0 Sr. Ferro : N8o digo ato, roa quo puiesiem
em eti.'c.ui o jurado, deifciteaiiero quelle que,
deis no -en jorainriiio, proslaisoni um vol cnpoien-
cioan.....
OSr. Nunes Machado : Tudo epaioa em cairo ;
nao lioove a menor queixa.
O Sr. Ferrat: Invoco o teilemunlio do nobre de-
pulado mesmo,
O Sr. Mues Machado: Sirn, icnhor ; a pego a pa-
lavra para moatrnr qnetn fui aterrar o jury.
OSr. Ferro: S'iitmres, n carcter dessa genio he
ial,que,quandu au obiem urna medida du gnvernn, fs-
voravel mu sen dcsejoi, immeiliatnmento o ameaclo
e.nni rrviilucti', com dranrden {apoiados). Ora, sendo
istn nssiiii, era da rigoros ubrigaciio do jnil de direitu
presidente dnjury reclamar alguma providencia; au
requisituii do coiuinaiidante do armas; nao : rntendoo-
se apena cun n nflleiil superior do dia ; e qual a pro-
videncia, que forma a base de nina ncoon(n.n? Seu ani-
llados para rrforcar aguarda da alfaiulega Elle seis
anidado liSn pedern paisar du amo da ponte, porque
lima guarda de policio, lendn o subdelegado a fronte,
ubstoii, em virlode de orden, quo linda; o quo tornou
precian, que depnii do mnito teui).....nommaudante daa
armas o apre-cnias.e, para faier casa pequen forca e-
f;uir n sen itoatino. Bu-aqui a deelnracAo do oomiiiau-
ilanle du armas e a parlo do superior do .lia (li :
Respond, ao Sr. Dr. Jos Nicolao Regueira Culi,
que nao a nln reqiiiaitou de miro, foro de linlia no din
27 du me piusadu, acudo prndenle dnjury, culliu po-
de aprcBcntar esta minlia dedjiac.in onde lliu Convonlin;
purquanto iieiihuiiij cuiuidera{ao sobrepujar doro a
faier-lli'n,
Qoartel &o., 1 de junho do 1846. Antonio Cor-
reia Sera. >
Copla, Parlo do oflloial inperior do dia. San
Lea, Lages, Tendo-ae reuiiidn no da vilesele do
oorrrenlu mei jurado, nn edificio da alfaiulega junio
guarda, o deinorando-ie a essio al roais de oitn hu-
ras da iiuilo, o concnrreiidu para aquello lugar grande
iiiiiuc.-u de povn, e em grandes grupo, jnlgnei neeeasa-
rin reforjar aquella guarda, para augmentar-lhe mala
diias aenlinella em r.irciimfereiiea do edificio, para ou-
jo hu mandel marchar sois anidados, m quac, no flm
ila punte, una a arco da Coaeeicto, foi-lhes ulada a
pasaageiu por urna guarda da pulicia, quu tinha ordum
eipreasa para aquello lim, enmu ao depoi mu duse um
subdelegado de polica. Enlo, vendo a rcaoluijio d
inraiuu snbdelegadu, c do pnvo, que o rudeava, hi parar
u o soldados, que ou depuii o lovei a ruforcar a dita
guarda, quando all r.lieguu o tm. Sr. cuiuiuandaiito
daa anuas. Tuda ns guarda I o rao rundada, e nlu oo-
eorrao nnvidade.
Heruaiabueu, vinlo oitn do maio do mil uitocoulus
quarenta e M, Manoel Jos de Espindolo, oapiUn.
(.ont.,r me. Francisco Camello Fessoa de Lacerda
capitAo secretario do cumulando das armas
Kis-aqui a cnpiu dg parlo assiguada por pottuo, que
Uto lie auapeila au iinbro depuladu o Sr. Urbano, que
ein a ser o secretario,!, Sr. Francisco C niiullu l'exua de
Lacerda, Ja c v, poir, que anda cita aueuaacau lio in-
fiindiida, e aisim nao devia er prsenle caa ; enlro-
lanlo, foi ella falla pelo uubie depulado pelas Alagla
coiilrn um magistrado, que alias gota du eonocitu ue
lionrado e probo ; quii-se com iitu pelo mono inaiuuar
II ana i eiiii.o.ie.
Aecusuu-sc ao mesmo juii pelo faci de nlu ler ap-
prlladu dn dceisAo do jury. Ko pedir! ao nohro depu-
tadu, o r. Monde duCunlia, cuja npinilu aobre cale
ponto devu ser calada, que interpoulia o ion-parecer
sobro osla qliedlo. Scnhure, quando u protesto iie do
urna paila particular, quando rata parto lie poderuaa,
na mmlia opinifin, o juu de direitu devo er mullo me-
liudriuo em iliterpor p|iollaclo. Eu levo ua meu prin-
cipio a tal poni, que sfj nn pato do nina decis&u, mo-
nifesimeiifu contraria as pruva dos culo, iiilerpoiih
reculan ri oficio; 0M lunilla vida o me Iflllbra do
ler felo urna ve. Por consequencia, lmbala nao pd
por .......ii a iicuhumn valer esto fundamento du nocii-
saolu,
iitra bccubcV (o esta parti do nobre depulado)
fui pela mantia tibia, euro que o juu de direit,, te p,,r-
liiu ua uianiitincoila orden, o polica da act.So. 0 no-
bre dcpiilndo Hitaron di filloa no jou de direitu, ,,br-
uto factn, mas porque? Quera o nobre dopulndo, q
li juit do direitu loli i'.-.i a di losa ao reo? O juu de di
direilo, com a prudenea maiur pulivei, dma__he uie-
Ibor que e enlre na duci.aAu do fcloa. So o lio
mero, que advogiva a caula do jornal nicii.ado, ledos-
lisou contra algniuas pessoaeasnfF,.|1deo em si.a hun-
rn, em aun prob.dade, n son ditourto eil adUeitu s
.....,l0 P"'V ,," "r hauad peloi u0eudltt.il A
espuiisal.ilidaile ; os tribunal du p, hlu do f.uer-lhea
JMtlca. Ma. que euu.a apparecrlo, que podoem
.ll.nder au estado em sen. funda,,,,,,,,,,, 1|lie ,,odc..em
..Hender aa aulur.dade, euutlltutdaa, e que. por .na na-
tnrea, reelai.ia.tem o sileueio do advogado do reo'
Alguma. pala.ras dirigida, uua correligionario, dos no-
bre. depulados? Algn, doo.to. a peoa. proemii.cn.c.
na poltica du pon, resllenlo, Riu-,le-Ja,ieiru ? Se-
na i.l.i nio-ivu para chamar i orden? Nlu poda lelo
contribuir Bal ou men, para a defeca ? Quae. san as
injuria dirigida. Ovni a pcun ...ecnavel? Nrm
iiiiui : ,irj,ii istn merc Au as
OSr. Urbano : Cnroo fallnu em partido de desor-
den), ha da nucir niuil. omisa de .eua alindo.
OSr. Farroe : Apreentii-me lodo ao nobre depu-
lado ; Contra mim venha todo quantn quiler. Al lio jo
nAn tenlio perleneido a partido algum deaorgani.B-
dor, nem a club algum, quolenta.se contra a ordero
publica.
0 Sr. LopesNotto'. Eiteve ligado oom ca gente,
de quero falla.
OSr. Ferro: Estivo ligado eom o partido mode-
rado de Pernainbuoo, que tn.lenlava a ogdem publi-
ca alli, cnutra sena aolnaea correligionario apoiados),
euro os nolirct. deputado. o Sr Urbano e Nono Ma-
ihdo, eativo na niesinas ftleirai, oombatondu ee
de.igui.ado, esses desregramonto., qoe cutio a cada
llora appareeiln (apoiados).
O Sr. L.Netto: 0 partido era au. raaioria be o'
uieaino, que pertenceo o nobro depulado.
OSr. Ferro: 0 partido moderado, a que entilo
perlenei, na provincia de Pornambnoo, era diminuto,
ulo eslava em mainria.
OSr. Presidente : Nlu e trata aqui de partido ;
Iraia-.t- nicamente de saber,so te doro uu nln pedir iu-
furmaCiV nn govcru-i.
O Sr. Ferro*: V. Ex. v, queme dirigem aparte,
mi ipnea II lo pnsan deixar do reapOllder.....
OSr. Presidente: 0aparte nlo devoro er attea-
didus ; n Sr. depulado devo continuar o .ou di.tursn,
>em dar alinelo ao.'apnrte..
OSr. Farras: Algn, ha, qoe devem ler proropt
re.po.ia e m p da lettra pisadas). V. E(. he seui du-
vida milito julio ua cade ira da pro-idenei.i: roa, 0 l-
guom dis.-ie o cvnlr.iin, nlo devia V. Et. defender-
ao ? Entretanto, para obedecer a V. Ex.....
OSi. Presidente: Declaro de novo, que nlo per-
miti apartes; porque ello lio prohibidos pelo regi-
ment.
OSr. Ferrat: Eu, Senbore, dei o maior teile-
munho de querer, que cita diicuatio tnarebiiie e pro-
grediite tem apartes ; quando o nobre deputado, o Sr.
Urbano, fallnu, nlo dei um i. Ku ou ao objecto.
Um dos fin do nobre deputado, apreceaUodo o seo
rflqiieriiriun'o.foi, dille eu, emblllfir aogoverno ni li-
vre deminio do leu delegido ; pin cite (im o nobre
deputado procurou tirar toda i lorc 10 julgamento do
jury....
O Sr. Mendee da Cunka : Peco a palacra.
0 Sr. Fsrrai : Eu peco i cmara, que sltendi
orgaoiacio do jury. A lista don |uradoi lo feita por
nina peiioa, que os nobre deputadoi nao podem ta-
char du parcial, foi feita, em |neiio, pelo nobre depu-
tado, que agora icaln de podir a pilavri; o lorteio do
juradoi loi feito em ordem ; o chamamento doi jura
du* foi feito tambero em ordem e conforme a lei; como,
J-poii, o nobre deputado, querenduibaler o julgimen-
to dado, Ibe nuc lantoi defeitol, quer-lbe tirar por
eite lado a rc, moral, que deve ter? Estira eiquooi-
do do que uccedeo anteriormenle T Nao te lembrio o
imlirrs deputadoi da imparcialidade do jury do Recife
na ciusa sobre liberdide de imprem, entre partes o
nolire deputado, o Sr. Lupes Netlo, e umi outri pei-
.oa? Nlo se pronunciara i o juradoi da maneira a maii
tmparcial? So eitarl lembrado V. Etc., Sr. prnden-
te, de um peridico deoominado Indgena publicado
i, h algum lempo T Nlo estar V. Etc. lembrado,
que este peridicotacbou de vemlecorrompid acama-
ra doi Srs. deputadoi ? Nlo estar V. Etc. lembrado
doiesforcoi tlosnobres deputadoi pan aabsolvico dei-
se jornal? Nao esl.r lembrado, que o jury declirou,
qua o laclo estiva provado, que a cmara dol depulldo
tinha .nln venal, tinha lido corrompida ?.. .
0 Sr. L. .\etto : Nlo bi tal.
U Sr. Ferrat: Eu tenbo informicdei ai maii
exactas; sei, que o Indgena foi absolvido.
OSr. /.. Vello : Eu fui advogado nena ciust, e
posto asieverar ao Sr. deputado, que est enginido.
O S'. Ferrat : Foi, ou nlo ibsolvido o aeu rei-
puniavcl? Tachnu ene peridico de venal e corrompi-
da a cmara dol Srs deputadoi? Nlo o negar; como,
poii, V'-em o nobre deputadoi lallar contra a Jectslo
do jury? Su ella foima. os nobre deputadoi drio o
exemplo; que supportem os leus efleitos, o fructo.de
seu. ti.baldos.
Sr. presidente, eu sesto muilo insliluiclo do ju-
ry : iguaes ios deinsiscidadioi, os jurados nlo lio ur-
gi do governo, to os orgaos da autuiidada nacional;
o jury he Justina nacional ; ante elle ninguem deis
de currer com a garanta a mais segura e fflca, especi-
almente nos objectos, quedizem respeilo liberdadede
imprensa. Eu pedire aus nobre depulados, que se lem
brem do que disse ene grande liomein di Trinca, o
vtaconde de Chateaubriand, quando chamado em 1833
ao jury, na aecusacio contra diversos jornaes ; elle eo-
lio disse, que com o inlior prazer ae presentid ao ju-
ry, que era o paralo universal. Eu, poi, nio descasa,
que o nobre deputado procurasse rebanar esta institu
ci ; c por que motivo? Os jurados, que et\o esta de-
cido, por ventura nio pertencem a urna das melhores
claises da sociedad ? por entura pde-se allegar con-
tia el les excepcio de mos costumes, de immoralidade 2
Por certo nio. Entretanto, o nobre deputado disse, que
essa decisio tmba .ido immoral, tinbliido lora de to-
as as regrai, fon de todos o principios, contri a mo-
ni issu mereci as quo ae dirwirio Pu c*-
pre.idcnte ? Qualquer culada,, teiB direitu do faier ten- St' Lop" C'ama : "~ p'<\* f<"*o ibsolvidn in-
juria, conlr. o Imperador.
OSr. Ferrat: MeuiSenhores, eu jii ipreientei
ir.ouacou..v6.a aua pre.idcnte. do pruviiici. o ao.
un,. Uncen,,.,,,,. pblic., e r.le, como particulares
ii polo meiu uffieial, n pudem chamar A reaponsabilida-
de. Mulla vete cala ceuaura
-- ere pudem cervir de
rndame,,,,, a urna defe.a i por cunaequeciui. o juu do
direilo nao pedia lolhe-la.. Eu peCo ,10ure depulado
que porgiiulo aus Honres depuladu. (.. M,M, "oiuplil
nados nac desurden, da uie..a prucincia, qual fui
rund.monto desua defaiaanteo tiaUnic, auto uuem
comparecern, (uo o diglu....... '
OSr. Marinho : Peco a palavr.
OSr Ferrat: ...... o pergunte-lhe., se admitiera
e.l ...atheuna. Elle. e apremiarlo auto o tribu-
na** e di.scro: 0 governo foi cumpirador, fui ello,
que uoc.B.nnuu lod e.l, doa-rdem, fui ello, quo fe, lu-
do lio, e mil outras couaaa dcata ....ture. Purvon-
lur., quererla o nubre de, otado, quoojui. de direilo
lolke.se ao. nobre. dopuud. por Ulnas o dtreitu de
defe.a r1 Qualquor que tosse ainjustici
um exemplo, que os nobres deputadoi tanto louvaro,
para o qual Unto conlrihuirio, e agn nio le tratava
desse delicado objecto.
Increpou-se timbom lo jury de nlo ler decidido
vista da. piovas escripia., e da materia d* defesa. Quem
conbece a natureza desta insliluiclo, por certo nlo lin-
ean mo deila aecusacio. O jurado julga conlorme
suisconviccfie, peloque vot, pelo que conbece, pelo
que s. pro.
O Sr. L. Pfetto : Pin ibiolter injurias contri o
Imperador ? Eil eogioado,
O Sr. Ferrat : E o escrip'.o iccusado o loi por
eite motivo? Tntava-io deis sigrad pessoa? E, meu
Senbore, melhor be, que os nobles deputadoi i res-
peilo disto nio toquem, que elle no leu partido viu
encontrar,nos cardumes,pessoas,que as lem dirigido em
grande copia...,; os nobres depulados sabem, que ou
ei alguna coou de Pernimbuco ; ubem, que por il
gum tumpo viv alli; peco it a opiniio do nobre depu-
tado o Sr. Lopes Gama, que muito escreieo contra es-
sos Senbore, correligionarios dos nobres deputadoi.
O Sr. Lopes Gama : L e c mu fadas ha.
O Sr, Furax : Senhoiei, eu linio, que umi de-
cisio como esti importe um nformicio muito nuali
csdi, pola qual o governo se devi guiar; mas ha d
dever do gabinete itlendfl-la, e creio, que o fari; por.
quo.ie a respeito de algn juiei municipaeidi ininh
provincia leem seivido informsce mentirosas, calum-
nioiai. infotmages dada adrede para lanzados Ion de
seos lugare,porque nio forSo. nal eleicSe, fiToriveit
certn pesios, como nio ha de servir como informacii)
quililicidi esta decisio do jury ? Na minh opiniio
deve so Hender ess decisio noi devidoi termos : ti
ella he juila, enlio o nobre depulados nio podem
negar,-que a forca moral do presidente de iu protio.
cia perdida ao todo scechi, e que nlo pode ser miis
recuperada : le he injusta ella decisio. perdflem-tne ci
nobre deputadoi, que Ibei dig, que eiia importa i
denuncia a mais positiva, a mtni'astsclo a mais clara,
daquebr, m'iito da perda total dessa forc moral
lio esieneial e indispeniavel a um idmintrador, >.'
nitores, attendamoi nilureza das cousas: be d'falcil
se nio impnssivel, que um tribunal, sem csusa juu,
sem fundamento plau-ivol, lucte contra a su coiucien.'
ct, e Iransponha todas ai regra de justica, e linda do
proprio decoro, que, em caios taes, vi de encontr, r.
lista i inlluencia da prinvira autoridade da provincia
e d urna decisio 41o iniqua como essa, qun nos dsete,
veo o nobre deputado, autor do requerimento. Preciso
be, que essa lutorldide tenha perdido, por seui actos
desregrados, toda a lorca moni, todo o respeito, tod|
influencia legitime, que deve Rozar, para que isio se di,
par que pona er asiiro deiioatida, para que nm tri.
Iiunal, sem fundamento siluro-, como diiem os nobre
depulados, se abalance a declarar aquillo, qoe dcclsrog
o jury do Recif'', a decidir d maneira, que o meima -,
jury decidi contra o Sr Chichorro.
Por outro lado, qualqucr que seja o fundamento e
a justics desss decisio, .ua conaequencis necessaria vero
a ser a perda de qualquer residuo de respeito, de for;i
moni, que por ventura simia a esse lempo Rnzssie esse
funeciomrio publico, esse presidente; e dshi que di
males so nlo seguirs ? He impoiiivel. que pon msr-
cbsr dem a sa adminislraclo.
Lnciremo linda o negocio por outra lace, fia n.tu-
ral, Sr. presidente, ao h mem as.ira odeodido conipi-
rar-ie contri o que deste modo Ibe st.cio, contra a-
quelles, que Ibe zerio injuslicas desta nature/a he
natural perseguir iquelles, que dest'arte o aggredirio i
deaacatrSo, e m efleitos de um lat resentimento sio
treles o perigosos, especialmente quandoo olendido he,
por sus natureis, inscivel: e dado isto, o que nio he de
receisr da parte desss autoridide ? O que nio far all
contrs os leui adversarios e em lavor dos que lomarlo
pirte em luai msgoss e em suss dflre II E como iisiui
pode marchar s provincis de Pernambuco ? Ji \fini,
pois os nobres drputsdoi, que a lorca moral deita au-
toridade est perdids que ella nio pode marchar
bem...
O Sr. Urbano : Ji o Braxil diste islo, hs tres
diss,
OSr. Ferrat : Nio iou reiponiavel pelo qoe dii
o Braiil; tambem os nobres depulados diiem o que
oulrss folbss publiclo.
Que o Sr. Cbicborro ba perdido toda a lores moni,
he chuso, que te nio pode negar, i viiti da coniideri-
(io de que elle, ero ves de oppor so entre os partidos,
collocou-se i tests de um, o capitanea e procura por
lodosos meios o leu triumpbo. O administrador de
urna provincia, quo se toros chefe do partido, nio pulo
servir bem, como se desoja e pede a rasio e o interesse
publico; toroa-se infallivelmente parcial, e eom isto
perde a forca moralI; be provavel, que sej dominado
di psixio, do furor de partido; que sirva aoi ioleres-
sei e caprichos dos teus correligionarios. Demata(nesta
parte folgo do estar de accordo com o nobre depulado,.
o Sr. Urbano, como me parece, 6 vista da leitura de
um seu discurso proferido em outra poca), o prn-
denlo de umi provincia, que, para vencer a sua can-
didatura e a de seus amigos, se aprsenla em campo e
lanca mi de todos os recursos da auloridade, pode por
ventura coniervar a (orea moral, to necessaria suma ad-
minislraclo? Eu creio, que nio : hs de inallivelmeo-
le (rangear intmiisdes, deisfleicSes ; hs de leriofalli-
velmente fuito pronicisai, transaccdei ; ba de ter cedi-
do a certos pedidos; incito so ba de ler compromettido;
muito deve de ter gasto lu influencia e as proprias mo-
la da machina social; e um prndente tal, em vos de
promover o bem da provincia, ao contrario, perdida i
forc moral, no pode ir por diente.
O .Sr. Urbano : Isto nio heinsinuacio pan a de*
musi.'
OSr, Ferrat: E o nobre depulado nio insinuou
para a conservado ? Eu apenai estou reflccttndo, mos-
trando a verdade (ruadas.)
Examinemos, Sr. preiideote, o comportamenlo des-
se presidente na cleico actual de doui leadores. Eu
conheeo a provincia de Pernambuco, cimbreo os seui
flslimuloi ; ella nao contente, que sejio adoptadas mi
suas chapas eleitorses pessoa, que nio sejio nascida
ero seu territorio, que conhecio as suas neoessidades,
e representen! os seus intereisea : all ba doui ptrtidol
forte ; nestos partidos ba illustmces,..
O Sr. Lopes Gama:A prsia j tem illualrscOes ?
OSr. Ferrat Seguodo o nobre deputado, parece,
que nio: o nobre deputado, nasiuss cartas dirigidas ao
Sr. Joio Mauricio Wanderb y, as quaei corretn im-
prcssss, disse, que os pnieiros eiocafagestes, e
que era preciso Irabalbar, pin que a provincia de Per-
nambuco nio fosse entregue a lal gente (risadas.)
O Sr. Wanierley: Eu nio recebi carli ne-
nbumt.
OSr. Ferrat :Fallo do leu homnymo de Per-
nambuco.
Ellas illuilriQdei por certo nio podilo querer ficir i
margen), e lerem preteridas por pessoas de outros lu-
gares, por pessoai residente! na corte dej-Rio-de-Ji-
neiro; o que be contra a opiniio do nobre deputado,
o Sr. Urbano. A posicio, pois, da admintrscao pro-
vincial era diffioil; para oblar o iou lim, era preciso
muilo faier ; elle quebrou todo, oslados ds adininis-
tracio, g.slou todll as molos da michini social, Im-
cou-se as vial das Iranstcces, quo de ordinirio lio
empre immonei pan vencer...
O Sr. l.opet Gama : Misericordia I
O Sr.Ferrat : Responder! miiericordi dsqui
a pouco.
E o que succedeo, Senbores ? Para difiranles lu-
gares forio einisaiios, e at algum ofBciaei di poli-
ca ; pin Papictci eBo.-Viili, foi un ofliciil de no-
J




me Pacheco ; para Po-do-Alho foi urna peaioa mui
Hisi-ncta do soio doi nobre deputado, aeompanbada de
ordrnunfa.
O Sr AIfumo Ferreu a da um aparl.
OSr. l-'erra: : O nobre depulado, que me eca-
i, ,je ,| ir o parte, aetua chele, de polica da provincia,
deixou de 'ir em lempo pira esta cmara ; la te ficou,
para operar melh r na empanda eleitnral ; o Sr. Luiz
Duirte rom quatro ordenancaa loi para Iguaiass per-
turbar e nullificar eate collegio, que era inferno a ad-
mDitraclo; o Sr. Arruda, por cerlo pessoa talbada
'para la 's balalhai, rrelbor companheiro, que fe p le ter
para taei emprea, foi mandado atra a comarca da
Boi-Vuls. e, alm d aeii ordenanzas, que levou alraa
de ai, fui leguido de 40 pracat, apeiarda aeoca, que la
vrata, e de 25 pracas existentes na metma comarca :
oulroi individuos ilirigirio-ae para outroa lugares O
plano ora inulilisar o eollegios i.So praieirot, e pira
|eva-lo ofleilo vejamoa o que estes agentes fi/erao.
Em Papacacae Boa-Vista milito nleitores nao ap-
parei-fro no coilegio eleitoral, vencidos pelo terror ea-
palbado Em Iguarait muitos dos eloitorrs, por eata
misma cauta; faltario, e para que elle collegio ficaaae
io lodo millo o Luii Duarle (ez chamar os supplen-
los, contra o decreto de 4 de maio de 42, o como d-
cimo aupplente totou. No Po-do-Albo eatava func-
[ (junando a mesa provisoria enlrou o delegado de po-
lica que tinha forca militar a la diipoiigao e um
pidre Vicente Ferrer.que naoerio leitores.e disserio =
dous nv-mhros da mesa hio de aer dogoverno: e como
iilo nio podeise ter lugar o 'multad" foi um inotim,
oro barolbo, para arrebatar a urna a (orea, e neila des-
orden ficnu urna peiioa ferida. A' tilla desle sueees-
(0/ e da inlertnncio de forea militar os eleilores se
reunirio em outro lugar; mai ah mesmo o delegado
maodou-lbes intimar, que se dispersaiem. visto que tal
Hiintamento era illicito. O que oigo, provo.
() Sr. Lope Gama :* Com o L'dador ?
O Sr Ftrrat : Nio, com o nlDcio do juiz de par
[ respectivo.
[foKlinuar-'f-ha.)
DeMcarrtgdo koje 11.
Brigue Tanjo II. vinbos.
Brigue'xuco Oberonfarioha.
Calera ingie/aSunrd-Fukmoreadorias.
Brigue Fere-Fogoidem. ^^ _
Declaraces
Correspondencia. .
Sn. Hedactore*. Dignem-se publicar em sus Jo-
Iba, que volto ao lllm. Sr. tcnenle coronel Izidoro
Camello Penos de Siqueira Cavalcanti o eseravo ,
que me dera de nome Exequiel ; e que ito fago ,
nio por menoipreiar o que por duai veiei acceitara ,
e iim por motivos mu justos, que o mesmo Sr. nio
I dfiara de allender. teari, 26 de julbo de 1846,
Jos Lourenco de Catiro i Silva.
Miscella ea.
ANTUnoPOSCOPIA.
Detcobena importante.
Acabo de lr n'um dos ltimos relatoros das seisSe
dastcienciai de Pars, a noticia, que sdiante se ver, e
que, a soraerte, ser urna das deacohortas mais otis, se
nio a maior, que se bajo feilo a favor da humanidade,
pelas lu;es, que p le fornecer i sciencia de curar no
tutaniento da eniermidades, ferida, etc.
Nio deseonheco, que heeita urna desias descoloras,
qn\-.rrneH visla.se podem conjeclurar como patra-
nha, e de que a gente ? s\ ; e com eflfeito nao sorei eu,
que fique por fiador da veracidadY delta ; comludo re-
iuIii laze-la eonhecida dos leitores da iterti/a, nio f
pela la muita curiosidade mesuio quando Ibe fellem
os lundamenlos para a sua importancia, mas ainds
man, por ser communicacio feita a um corpo lio res-
peiiavel como he aquolfa academia e ser, alm diiso,
Iransmillida pelo liem conliecido Arago seu secreta-
no perpetuo e que, recelo ndo diariamenlo innume-
rueu coDimunicacdei de tuda a periodo mundo nio
aprsenla todava emsessio acadmica sean aquellas,
iue julga meiecerem a considerado da academia. A
niengiu deita, pois piova quando menos que o
salo., secretario accredita na possibilidade do urna des-
cubera semelhante.
A noticia he a seguinle :
M. Esaltz tem feilo varias esperiencias anlhro -
|ii>scopias (") com auiilio de una luz eleclro-galvenica,
provenienle de urna pilha de Bunsen. Kex com que es
I luz passane atras do urna abertura feita no tap-
me de urna cmara obscura : munido do bon reflecto-
res, pule o inventor distinguir a veas das arterial,
viu os ervos em aegio e o microscopio deo Ibe mo-
do de perceber a Itanifusi* do sangue das arteriolss nos
teiniculos.
Este lus, applicada ao coracSo, deo-lbe occaiiio de
e.lular os movimentos de aislle e diailole como se
pisiasiem n'um appsrelbo de vidro.
O autor distingui conlou e deienbou mudas ca-
tidaiiei oo peilo de um lineo.
He conheceo, que a tranilucidade esfregada a pello
com trie aligo,enlata moilo e por eso meio po-
ueobtervar algumas dasphasc da digeilio. O que ha
"'e ruis singular diz elle, he que o olios nio (a/ein
sombra : a luz parece cerca-Ios do mesmo modo que a
igua cerca os pilare de urna ponte : a meamos costel-
' nio apresenlio oulro olislaculo ma senio as car-
tilagtni.
A mana muscular be de urna cor rosada geral que
deixa ver o el a vescula biliar e o baco que pare-
ce nao ier mus do que um divetliculuin do sangue .
pon que o homein o enebe i vontade com um simplei
uforco Ihoracico sustentado um pouco ou atando
uoia lindura em qualquer membro.
M. Emit descobno tambem, por meio deste mesmo
processo, vermes nos intestinos; e vio um feto de doua
mozos animado de um moviinento de libracio nos l-
quidos da placenta. Vio o apparelbo lctico nos pel-
lo denla meima mulher, assim como urna glndula io-
laitada rom dispoaicdea squirrosa. Finalmente o autor
vio o rap as foses nasaes de uto,que fallave, tomando
lubaco, e nos vasos lymphalicos pequeos glbulo bri-
dantes, que elle acieditavs lerem mercurio revivifi-
cado. ( II. U.-Liibonente.)
- O Exm. e Revm. Sr. bispo diocesano tem designa-
do o da lo do trrenle para que ponto lucrar indul-
gencia plenaria concedida por tua S. Santidade to-
das as penosa, que, dispostas com a coofinio e com-
munhao visitaren a igrejade N. S. da Gloria, no
acto da mista solemne do meocionsdo dia rogando a
Deo pela igreja catholica por S Santidade e por
S. Eic Reven Na meama ocoasiio por indulto da
S. S dari tambem S. Esc Revm. a bencio papal.
Recifo 11 de agosto de 1846. O padre Franeu-
co Jote Tavart da Gama, secretario de S. Eic Re-
verendssima.
ARRRMATACORS. QUE SE TEEM DE EFFF.1-
TUAR PERANTR A THESOURARIA DAS REN-
DAS PR0VINC1AES.
DA 12 DO C0KHENTK.
Na eitrada da Victoria as obras :
Do 14." lingo orcadaaem........10:823*458
Do 15. ........15:6611428
Da ponte da cidade oreadas em.....13:966*803
A bra da cadeia da villa do Brejo, orgadas em rs.
8:484*670.
Por tris annoi, contado* do \. dtjulho prximo
paliado a 30 de junho de 1849.
Diiimo dos cocos nos municipios do Ex e Boa-Vis-
ta, avaliado o leu producto em cada anno na quantia
de 70*000 rs.
Por dous aneo, que torreras do 1. de outubro Je
1846 a 30 de tetembro de 1848.
Rendimento das collecturiss em os municipios abai-
so declarado, calculado annuslmente :
O do Bonito..............em 600*000
O de Florase Florala......... 600*000
OdaRoa-VislaeEi........ 400*000
Vinto por cento d'ago'ardente de consumo, nos mu-
nicipio, que sbaixo to inscriptoi, computado o seu
producto em cada anno :
Na villa da Cimbre..........em 20*000
as de Flores o Floresta........ 20*000
as da Boa-Villa e Es......... 20*000
Por um anno, que contarse-ka do 1. dejullio
ultimo a 30 dejunho de 1847.
Dous mil e quinbenlo res por cabega de gado, que
fr consumido, e pagaseis smente pelos que talharem
carne para negocio, nos municipios de :
Brejo........'........po'
Cimbres.....".........
Garanhuns.............
Flores e Floresta...........
Boa-Vi(a e Ei........... >>
= 0 administrador da mesa de rendaa internas ge-
nes, pela ultima vez, avisa aos collectsdos pelo im
posto do banco sege e csrrinhos tasa de eseravo,
e dcima de mi morta relativo ao anno de 1845 o
1846, prximo passado que venbio pagir leus de
IiiIo aleo meiedo docorrente mei ob pena de se
proceder a ex-culio. Recife. 5 de sgosto de 1846.
Francisco Xavier ( aeulcanti de Albuquerque.
Avisos martimos.
COMMEttCIO.
2:000*000
1:000*000
3:400*000
3:400*1100
3:800*000
Para Granja com escsla pfo 'ear segu
Mageni em poucos diss, a sumaca Emilia, por M echar
com parle da carga a bordo : quem na mesma quier
carregar, ou ir de pastegem,. dinja-se ao mestre d.
mesma Jos Manuel Rudrigues ou a ra da Cruz ,
n. 26, Luis J"i de S Araujo.
= Para o Rio-de Janeiro si, com a maior brevi-
dade pussivel o veleiro brigue escuna nacional ,/d-
laide : quem no mesmo quizer carregar ou ir de pas
aagem para o que tem exceHenles commodos diri
ja-se ao capillo, na pra{a cu "S consigneloi f\o-
vaes&Companbia na ra do Trapiche, n;3V.
- Para Aracaly segu v9gem a sumaca Flor-do- An
gelim. meslro Bernardo de Souza : qum na mean
quner carregar, pide entender e rom o mesmo mes-
tre. oucom Luii Jos de S Araujo, ra da Guido
Recile, n. 26.
T=Pra o Rio-Orandedo-Sul segu,em poucos das,
o brigue Flor-doSul, o qual pode receber atersvO;
psra o que tem boni cummodos : os pretndeme
podem tratar com Amorim Irmios, rus da Cadeia, n
<5- A
__ Pan o Rio-do-Janeiro eili a seguir com toda a
brevulade, por ter o seu carregamento prompteo pata-
cho Vnxia, lorrado de cobre: quem no meimo qui-
zer carregar alguma carga miuda embarcar escravos.
ou ir de paa.agem dinj-o a Gaudino Agostlnlio de
Barro, airas do Corpo Ssnlo n 66.
__ psra Angola segu com brevidade o veleiro hn-
uue Caiualidade capillo Manoel Ignacio Corroa ,
por ter pan- da carga prompla : quem no mesmo qui-
zer estregar ou ir de pasgem dir-ja-se a GsodlOO
Agoitmbo de Barros airea do Corpo Saolo n. 66 ,
oii ao rapilo. ____
l.cilao.
= O corretor Oliveira tianafere, pela segunda ves ,
por caula dacbuva, o leilio de fazendss da loja do
fallido Joaquim Gongelves Ca.cio e do outras. para
boje 11 do crrenle as 10 horas da inanhia ; e lera
lugar no armarem doe Srs. |alheus Austim & Com-
panhia, qa ra da Alfandega-Velb.
Avisos diversos.
* i Alfandeg'a.
*KNDiMBirTo do di a 10,...............2; 196*869
(')Dogrego : entbropos, bomem skopd, ver :
ii do hotnem interior.
__ O solicitador Joaquim de Albuquerque e Mello
identifica aos seusconitiluinle, que mudou a ua re
ndencia, da ra do Collegio, n. 17, para a mesma ra,
n. 7. serondo andar, onde pode ser procurado.
= O abano assignido roga ao Sr. Sobastiio Lins
Wanderlev Padrioho o obsequio de Ibe mandar pagar
32 819 rs,". asido de sua conta, dada em 22 de junho
de 1840: asiim como 52,000 n. ds lettrs que en-
docou s leu mano, Rosario de Barros Pimentel. por
urna carta vencida esta em 5 de msreo do mesmo ati-
no. Heeorre o mesmo abaixo assigoado aos meios do
Diario por isio que s nenbuma de susB cartas lem
ras pondido oem lieUdo de i iniodti ldr; e com
quanto aoja pequea a qusntia todava desejava re-
ceber.
Manoel Buarque M. Lima.
O abaixo assignsdo roga so Sr. Filippe Santia-
go Accioly o obsequio de llie mandar pagar 18,000
rs de sallo do 4 covadna de panno fino, que Ib rom-
prou em fevereirb de 1843 : e como estejn cantado de
pedirllie por oicripta valh-in do meio ilo jornaes
Manotl ttuarqut '/. Lima.
- O abaixo assgnado roira ao Sr. Carlos Jos de
Albuquerque l.ins o lavor do Ibe mandar pagar aua
lettra de 553,690 rs., por divida co-lrahda desde
1841; porquanlo ja nio p le mais com despezaidep >r-
tadores para teu engenho S. -Franciiro. Recorre aos
jotnaes testa cidade, j aperreado da demora do S. S
Manuel Huarque V. Limo.
Casa da F,
na ra estreita do Hozario, n. 6.
Avista do annuiicio que. fez o the*ouroiro da lote-
ra de N. S do Linimiento, no qual marca o andamen-
to das roda para o dia 21 do presente mei, infallitel
menle, o caulelista do cais anima espera, que os seu
fregueses conconlo com influencia na compra dn sua
cautelas; na quaes espera ter grande numero de pre-
mios avista da boa escolha, que fes, dos nmeros, que
comprou para dividir A ellos'! Os precos sin os d
rosiume, dcimo a 1000 rs. e vigsimo a 500 rs.
= Francisco Fernandes Chaves rclira se para Lis-
boa.
= Aluga-seuma casa terrea nova com grande
solio quintal cacimba e coiinba fra na ra da
Raima, n. 17 : a tratar na ra larga do Rozarlo n.
41, prirneiro andar.
OS'. G. S. L queira declarar quem ficou im
cumbldo de pagar as suas conta, durante a tua decan-
tada ausencia.
Precisa-se do 100,000 rs. a premio, por lem-
po de 6 metes; quem quier dar, annuncie.
Ignorand-se a morada do Sr. Joaquim Marques
de S. Anna sa Ibe roga do vir ou mandar receber
urna caria, na ra da Crui n. 45, em casa do Nasci-
iiienlo 4 A ti o i tu.
=Quom quier dar 4U0* rs. a uroi,subre hypotheca
em doui escrams habn, ile presumo, e no valur de
1:100* rs., dirija-se a ra da Ci ncordia, n. 25, ar-
inaiem de raj im, que l achar rom quem tratar.
Perdeu-se, no da 8 do crrenle umcmltulho
com 332,000 is. em ce.lulas de diveisos valore;
a peasoa, quo o achnii querendo restitu-lo podara
entregar na ra do Cretpo loja deXislo Vieira Coe-
Iho, queolbo ficar.i agradecido, alm de ser bem
gratificado.
Eu,abaixo assgnado, responderlo aoannunciodo
Sr. Nicolao Gadautl nserlo no /)iario de Pernam-
buco ii. 174 declaro, que o negocio, que tinha leiln
com o mesmo Sr. ho o que abaiio v^i publicado no
papel do trulo que pesiamos em 12 de marco do
correlo anno por mim e elle assgnado : e como o
niesmoSr. Gadcuil nio deo sabida a minba eilrada
em linha recta i.l snhir na la da Soledada como se
obrigou no papel do trato por isso nio iou mais ubn-
gad > a dar a travesa no lundo de n eu sitio ; porque a
estrada que o Sr. Gadoutt fez continuar da do meu
sitio oSi' beom linha recia como traamos, o sim faz
dous colnvello um no fin. da minha eitrsda e ou
Iru antes de sabir na Soledade: por issn fica de nenhun
elfeito o papel de Iralo que pass.mos um ao oulro.
.ntonio Fti reir da Coila fruga.
Nos abaixo astignado temos contralllo eu
Antonio Ferreira da Coala Hrnga a dar ao Sr. Nicolao
(i.o.ni'.' urna pas meu sitio da .rgura de quarenta palmos em linha
recta a encontrar i'rce do dilo Gadautl, sendo a di-
ta estrada abertado ledo uJ que eu Braga tenho leito
abrir a entrada do meu silio. e do .vrurgiiio Teixeira ,
com labidj para o Manguind ; e eu Nudao Gbdault
a fazer continuar em linha recta a estrada q'.e o di-
to Braga obrio al sahir na roa da Soledade ; e p."'
estarmoscontratados, paisamcs doui desle tenr, que
valerad como escriplura pobliei e com as teslemu
nhas abaixo assignsdas. Reci.'e 12 de margo de
1846. A'. Gadautl. Amonio Ftrrrira da Coila
fruga. Como lclomunhas Jos de Almeida .T-
nel Lima, Juilifo da fttlati Mnia.
aul\ enavf:gacaO.
Agoitinho Fernandei Cntauho de Vaiconcellos, pri-
mei'o pillo pela academia inperial dos guarda-mari-
nhas, contina a cnsinar navegacio pralica o thoorica :
na ra Imperial, n. 39.
=Alugao-io dnus eieravn, um hom ofllcial de pe-
driiro o oulro mein ofllrial do dilo oflicio : quem os
quirer enganjar, por lempo, para Irali.illiarem aqui no
lenle, por prei;o coiiiinodo, dirija le a ra Furmusa,
n. 2.
= Polo jui'0 da segunda vara do civel delta cidade ,
se ba de arrematar no da 12 do cononto, polai 4 hora
da tarde, por -or a .ultima praca, aportado St doutor
Nabuco, no Aterro cla-Hoa-Visla, o seguinl : cinco es
cravoi, mire os quaes algum com officio; urna barcada
por acabar, duas canoas de conluccao d'agoa; um de-
posilo feito de madeira para agoe; urna bomba de cham-
bo; urna canoa de con luz ir agna, por acabar; urna dita
no .... reir; urna pequea punan de taboado de varia
quaiidadea;um banco com urna porcio de ferramenta de
carpinae outros mudos objectos emobilia.penbo'ailos a
viuva Mara Ignacia da Conceicio por execucio de
llonrique Jorge: para o pretendenle, que quierem
examinar, a barcada e asesnnas, o deposito d'agoa, e o
mais objectos le acbo no lugar, no largo da Aisem-
bls, ou anligamente Forte-do-Matto.
= Alugase o silio unto igreja de S.-Jos do-
Maoguinbo, com diversas arvores de fruclo, cacimba
de agoa de beber,boa caa de vitenda, reedificada e pin-
tada com goto, contendo tres safas, cinco quarlos, um
gabinete, copiar, cozmha fra, estribara para dou
cavados, e msii um excedente solio, rom urna sala e
dousquartos : a tratar na ra Velha, 55.
Precisadle alugar um preto para lodo o sertigo
de urna eata; pagase bem : na ra larga da Ro-
sario n. 48, segundo andar.
= Ainda eslij para alugar as casas de ns. 27, 29 e
31. sitas ns ra Real prxima ao Manguinbo, con.
bons commodos, quintal murado, cacimba e port >
de embarque : a tratar com o seu proprielario, Manoel
Peieira Teixeira morador prolimo Aquello lugar.
Aotio-M, e lamben se vendein por presos raioa-
veis, terrenos de drenlos a mais de tresentos palmos
de fundo, a mor parte com arvoredos de fructo, e todos
vsotajosos para se edificar, por nio precissrem aterro,
oas ruis novamente aherlaa no lugares de S. -Joi-do-
Manguinbo e Cipunga : a tratar na ra Velha o.
S.
Na fabrica de papelo das
Cinco-Ponas, ii. 55, ha gran-
de porcao de papelao promp-
to, tanto para chapeleirocomo
para livreiro, o mais bem fa-
bricado possivcl. [>'a mesma
fabrica compra-se toda a qua*
Iidadt; de papis velhos, paga-
se bem. E na prjic-a da Inde-
pendencia, loja n. '27, lia gran-
de porcao de papelao.
Dentista.
M. S. Mawion, cirurgiio dentista, participa ao res-
peitavel publico quo pretende later urna viagem pan
Inohiion .1 pelo liin detle mei e p>r isto convida a
lodosos Senhores que quierem usar do seu presumo,
nao se demorein em procura lo que ah est O na-
vio Sieord- Fik, pode sor atunahida aprestada, e a sua
demora fura desta praca le eitendori a mais de 6 me-
ses. Na ra Nota n. 2, segundo andar.
asa Preciia-io de um aprendiz de ferreiro ; na ra
da Concordia, n. 4.
= O abaixo aiiignado fax icientn ao respeitavel pu-
blico que pela escuna americana Lotkeil, vinda de
Boston entrada neile porto a consignai'io dos Srs.
Il'enry Forster & Companhia ba ncebido novo pro-
vino uto de pilulas vegetaes do doutor Drandreth ; as
quaes forao despachada emodia II do paasado.
Estas pillas cujo sutor basta para garantir sua ex-
rellencia turnio se mu recommendaveis, nio s
pelas grandes curas que hio feito, como tambem ,
por seren um medicamento completamente inoffensivo,
incapaz de causar o mnimo prejuixo a sonde, e que p-
de-se ai pilcar a ambos os sexos,o em todas sa idades. Ao
annunciante, como nico agente neala provincia, abe
a gloria de asseverar ao respeitavel publico que as di-
las pilulas alo as uniess verdadeiras que existem a
venda nesla cidade ; as quaes tio remedidas para eata
praca pelo Sr. Arcbihol.1 Forster, agente do doutor
em Ilusin e comul brasileiro naquella cidade.
Os preter.lentes encontrarao as ver.ladeiras nica
mente na botica da ra da Cadeia-Volba n. 36.
Fmu Jvd H'ito.
Na rus do Vigario, n. 19 deseja-se fallar aos
"rs. Manoel Alvos Cardoio Antonio Joaquim Vi
Guimariei o Joaquim de Andrade Pessoa Pimentel a
negocio de leus inleresses.
Aluga-ie o solio da raa o. 3 da ra do Li-
vramenlo com muiloi commodos proprio para 8
10 pesioas : a tratar na loja do 6 perlas, na esquina
do Civramento.
Preine-ie ao Sr. codeetor do municipio de
Olinda que s otaria de D. iMariannn Therexa de Je-
ss Siqueira, em S. Anna, e as 3 casa annexas a mes-
ma i de nmeros,') I, 34 e 35 se acblo, desde o pri-
rneiro de marro do frrenle anno, som alugador : o
que se im. publico, para sua iolelligencia
Precua-so de um criado; no Atrrro-da-Boa-
Visla n. 36.
Jos Soares do Aievedo. profeisor de lingos fren-
ceta no lyceo, lem aborto em sua cata, ra do Rao-
gel. n 59 segundo andar um runo de PHILOSfPlll*,
e oulro de LINGO* FRANCR/.V. As pe'ssotS, que desja-
telo seguir iro.-i nil nulr ilestas disciplinas, podem di-
ngir-se imlicada residencia de inanhia at s 9 ho-
l e de larde a qualquer bora.
Antonio G ocaltes l'erreira embarca pan o Bio-
l7.rande-oo-Sul o seu escrato Luis.
Quem qui/.er alugar urna prata.para todo o sar-
vii'o do un.'a casi que sabe corinbar e engornmsr
com pereici'o ,, dirija se atlas do Calabouo velho da
polica, n. 11.
Furlrio, na nf de 6 para 7 do crranle do
quintal cercado da casa do finido Joio Maria Seve ,
defronte do Hospicio onde eil o "coiV.-^'O S.-Anto-
nio .i cas al los, um ruco-pombo, pequeo, bbiT? car-
regador baixo ; outro c. slanlio pequeo com estrel-
linlia na lala furlapasseiio, com o forro das 4 ioi-
cises J. K. L. P. ,'entranr;adi em urna l marca ; ou-
lro melado com o ferro dai duas iniciiesL. V. ; e o
outre ruco-pedrez. avermelharlo quem delles tiver no-
liria haja de avisar a Jos Gomes Leal na ra da
Ca.ieia do Recife que gratificar devidamente.
es Quem Ibo fallar um capadinho dirija-se a ra
das Cruzes n 16, que, dando os sigoses Ibe ser
entregue.
F.ntrou, pelo armatem da cass n. 30 da roa
las Cruies na noite do dia prirneiro do crranle, um
carneiro; quem for seu dono, dirija-se ao mesmo arma-
zem, que, dando o signaei, Ibe ser entiegue : adver-
te-se, que nio so corre risco.
Joaquim Antonio de Santiago Lessa scientifica
ao resieitavel publico quo Lesodro Lopes Lisaa dei-
xou de er seu caixeiro, desde 6 docorrente.^
Precisa-se trocar uma imagom do Sr. Crueifica-
do ; o compra-se una eitenle pequea para litros ; na
ra de S. Rita, n. 91.
O Sr. arrematante da illuminacio do burro do
Recife queira ter a bondade de mandir, como os mais
ras accender o lampeio, que fica no fim da ra do
Hurgo; porque patsio icmaois inteirss, que o es-
quecido lampei nio vflsreile nem lu e mandar-loe
botar o vidro, que esli quebrados : que con isla
mu i tu obriar ao moradores da mesma ra.
__ Aluglo-se2 litios um na campia e outro na
ra da Casa-Forle ambos com boas acoommodacSe ;
o prirneiro andar dn sobrado amarello da ra Augusta ;
a loja do dito com 3 portas de frente propria para
venda ; 3 loginhai na traveita do Monleiro ; os ter-
ceiro e quartn andares do sobrado da ra do Amorim ,
n. 15 : a tratar no prirneiro andar do mesmo sobrado.
Aluga-se a casa na ra Direita desta cidade da
doui andares solio e mirante coro uma das Ironas
para o pateo da Penha : a tratar com o Sor. Manoel
Goncalie da Silva, di ra da Cadeia do Reoife. __t


A commissio administrativa maicou o tia de h j 11
do correlo, pelas 6 hortl da tarde para recel er a pro-
postas de convidadoi pira a partida de 22 do corren!*'
mu' ; e adverle que depois do da marcado nao
admittir prosposta alitums.
Precisa-se de urna mulher ja idoiapara servir a
um homein de maior idaile s de portal a d nlro : a
fallar do armaiem de molhidos, por haiio do sobrado
do Reverendo gario do Keoie.
Jeronymo de Abren participa a
todas as pcssois, que teem penhores em
sua ino de Janeiro de i843 at o pre-
sente IiajSo de os ir tirar, no prazo de
15 dias, oti pagar os juros, que tralroy
do contrario os vender para scu paga-
mento, e publicar os setis nomes por ex-
tenso tiesta folln visto ignorar sitas re-
sidencias.
Nicolao GaJautt avisa ao publico quo ninguem
(na negocio coin as trras do sitio do Sr. Antonio Fer-
reire da Costa Braga no lugar do Manguind ; pois
o annuncitinte protesta annullar qualquer negocia, que
le faya eniqunnto o mesmo Sr. liiaga nio cumplir n
trato, que com elle foz no dia 12 de mareo do coi -
rente annn.
A luga se o olio do sobrado da ra Nova, coro
commoiloi sufficientos para qualquer lamilla : a tratar
na loj i do rneimo loto.
Aluga-se o legundo andar do sobrado da traves-
Iti'do (Juoimado n. 1 : a tratar na venda junto ao
n i mi.o obrado.
= Olfervco-ie, para ra desta prac um rapaz
brasileiro, branro, casado, coin pouca familia para
onsinar primeiras letlros grammstica e trance/ ,
por ler j ocrupado cale rnesmo lugar; o qual entina
04 suus uluinnoi coin o rnaior zelo possivel : quem de
MU preilimo se quizer utilisar dirjase a ra Direila,
n. G9 a tratar com 0 ine-mo que dar conhecimen-
toriasua conducta, e do niesrno tratamenlo de leus
alumnos.
patente inglcz inuito bons ; correntines de ouro
padrfio-- Principe Alberto; e um chronomelro pr
oatio mili bem rpgulado : ludo lo vende a prego*
commodoi.
ATKRRO-DA-ROA VISTA N. 3 LUJA DE
JOAO CHAllUON.
Vendem-se chapeos do leda de renda e de pa-
lliinha para senbora. Eitei chapeos ricos, de mul-
lo liom gosto e da ultima moda chegadoi de Franca
I .ela ullin.a embnrcicao sao o nicos vindoi de ra,
que ha nesti piara,
Farelo.
= \ pndem-se laceas muilo grandes com farelo : non
rmaienide Bacelar e do Guimcraei, no caei diAl-
fandega.
=- Veode-secerveja branca e preta de Londres,
Barclay & Cou.panbia a melbur que ha em porcio,
ou a relalho : vinhos de Tenerife Hsdeira, e de ou-
tras qualidades; aKo'ardente de Franca engarrafada,
e de superior qualidade : na ra do Trapiche n. 40,
Na ra do Crespo, n. 12, loja
nova, de Jos Joaqun.
da Silva Alafa,
vende-se um novo sorlimonlo de vestidos para tenbora,
da rica (atonda chamada indianna ; a qual, alm de
ser de cores escura tintas lilas e ricos gostos tem
'un ii'nl i que finge ser de sede e o seu diminuto
preco he de 3000 ri. cada corte ; bem como tambeui
da fazenda victoria a 4000 11, cada coito ; os quaei
ollerecern as tiicsmis vantagens aos compradores, por
seren escuros e por isso se tornio recommeodaveis
para a presente filaran: igualmente um rico sor lmen-
lo do casimiras para calcas ; chitas para vestidos; e ou-
tras minias duendas que serio presentes, e se ven-
dorad por precos commodoi.
Veinle-se a armacao. e livros da botica da rui da
Cru n.GO ; bem como um horco urna cama e de-
grao de jacarando em muito boin estado ; urna mesa,
propna para picar fumo : na intima botica ou do
Mondego, delronte do porteo do Sr. Luiz (lomes.
Compras.
Compra-seo curso'completo elementar denia-
Ibematicas por Lacroi* ; quem tiver, annuncie.
- Comprao-se, para loia da provincia escravosdo
ambos os sexo* ; na ra Nova, loja do ferragens, n. 16.
Compro-se paia (ora da provincia escravos
do ambos os setos, com babilidailrs ou sem ellas;
lendo de bonitas liguras papio-so liem ; assim como
um escruto ini.ni que seja perito oflicial de calafate:
na ra das l.ruies n. 22, segundo andar.
Compro-se escravos de ambos os sesos de 12 a
20 anuos, rom habilidades ou sem ellas; na ra do
C linca, esquina da ra dos Quarteis ; asiiui como
pr-t.i velha, sendo boa.
- Compra-se urna rala terrea que nao leja gran-
de e na ra de Agoas-Verdes OU em seus arredures,
rn.hora precise de nlguns concerlus; na ra Dueila ,
n. 23. ou annuncie.
sai CJiniiprag'- urna casa lerret nos lugares seguin-
les : p 1.1, de- S. Pedro dito do Carino, dito da IV
nha dito no Hospital ras das Cruzes, S. -H i la No-
va dos Marlyrios ; ou perinula-se por oulr.i na ra
do ArrgSo : na ra do (^ueimado, n. 57.
Con.prio-se 3 t'vos, de SO a (JO palmos do com-
primentn ; na ruado Brum, n. 8.
Compr-se, para fura da provincia, um moleque
reforcado quo sirva para marinlieiro : na ra da Sen-
zalla-Velba, n. 110.
Vendas.
Vende-se, para remir necestidades, urna eicra-
ta preta de nacao Anuob, a qual aabe coiinhar o
ordinario de urna casa lavar de sabio e engommar li-
to ; na ra do Aragio n. 27.
=Vendem-se 200 barricas vssias que torio de
lannli.i | ron.|,las para Bisucar por preco commo-
inodo, por se precisar do lugar que as inesmas oceu-
po ; um ptimo escravo canoeiro ; ao comprador se
'ira o motivo da tonda : na ra larga do Itizario ,
n. 18, unto ao quartel de polica.
Vende-ie urna escrava de naci Angola do 24
annos boa co'inheira, tanto de lorno como de logio,
e que lie lavadeira de labio e varrelli sem vicios nem
achaques ; um casal de rolas brancas, e outro de ditas
pardas teda de llamburgo .* no pateo de 5.-Pedro ,
sobrado de viranda de pi do lado do becco da Yira-
cao.
=Vendemse ineiai barricas com farinha marca
gallego, n.uilo.iovs, empoicaoen relalho; barri-
cas de dita americana o de SS e SSS ; relroz lorlido
de no.en u soite ; pilulas da lamilla em Irascos de
50pilulas, fechaduras grandes, de broca, para por-
tas de ai mu/., in ; rodas e feixei de arcos para barricas;
hirrical de cal virgom ; poluta em harns ; edra pa-
ra aliar navalbas de barba ; aebo do Porto em velas ,
bichas de iamburgo o de l.isboj ; todo por preco
o man commodo posiivel : na ra do Yigario o mu -
lom n. 11. .
Vendem-se no 'uealro de Apollo, travs de 40
palmoi de boa qualidade.
Vende-se um inulalinbo, de 13 annos, de muilo
booita finura ; una negrioba, de 14 annos, urn ca-
li de 22 annos; um moleque, de 10 anuos ebega-
dos pioximameole do Aracaly : na ra do \ igano ,
n. S. |
o- Vendem-se 4 caitas de tartaruga, muilo bem fei-
tas do Aracaty ; umi porcio de vela! de carnauba :
na ra do Vigario, n. 5.
Vende-te urna cama de Jacaranda para cual ,
por preco commodo ; na ra do Sebo, u. 15.
=s Vendem-ie lacca com farelv ao barato preco de
2500 rs. ; no armaiem do liraguez, ao pe do arco da
Conceicao.
N. 40, rui do Trapiche relogioi de ouro de joba a Jueiti, segunda cus terrea.
"Vendem-se. na rita i!a Cruz, n.
/.. 6o, e no armazem de Bragucz, cera
'M em velas, chegada ultiniumente do M
| Kio-de-Janciro, de urna das me- f&
^ litotes fabricas, em caixas peque- |-j
f as, sortimentos a vontade do y,
ra comprador por f er de meia libra ^
M al iG em libia, e por preco msis fe
M commodo do que em outra qual-
qtter parle. H
i imassssmsEB msmEmta
^Vendem-se taboas de pi-
nht, a 40 rs. o p ; atrs do
theatro.
Vendem-se cortes de casi-
miras, a 4^500; ditos superiores,
a 5,>'000 e 6',/OUO jis: na loja de
Vicente Cardozo Ayres, na ra
da Cadeia do liecife, n. 35.
= \endeui-te5 prelas mocos, com .habilidades',
urna das quues engomina; 2 prelos de naci; um u:ol-
quo de 14 anuos, sem vicio neip- achaques : no pa
leo da Matriz de S. A ni mo sobrado n. .
rarinha ue mandioca.
Noiimih.tiiiiIii praia do Collogio ha farinba de
S. V'tbeus e da Ierra mullo boa a 3 20 rs. o al-
queiro velho ousaccas.
= Vendem-se mcendas de ferro para eogenboidr
assucar, para vapor agoa e bostas de diversos tema-
nhos por preco commodo j e igualmente taitas de
ferro emolo e balido de todos 01 taiiianhos : na pra-
ca do Corpo banlo n. 11, em casa de Me. Calmonl A
Lompanliia ou naiua de Apollo armazem, n. 6.
Yende-selannba do tii.o de primeiri quali-
dade da marca SSSF, recebida polo brigue (Jberon ,
chrgado de Trieste no dia 4 do crlenle em porrdes
grandes, ou pequeas : em casa de Me. Calmoot &
Companhia na praca do Corpo Santo O 11, ou na
ra de Apollo armarem n. (i.
Vndese polatsa branca, do superior qualidade ,
em borris pequeos : em casa de Malbeus Auitinft
Companhia, na la da Alftndega-Ytlba n. 56.
Yende-ie sobo em rama ; a bordo do brigue Ne
ro chegado do Kio-Orande-do-Sul fundeado uo
pedo Irapii be do algudio.
\ ende-se urna canoa liberto, bem construida,
que carrega GOO a 700 lijlos por preco commodo ;
na ra du Brum lundiriu de Muquya di utra.
\ ende-se um esclavo de todo o servico muilo
reforcado, porcommodo preco; iluas escravas mocas,
de 15 a 16 annos com prenda! ; urna pardi de 20
annos, que lz lodo o servido de una casa; um pre
to por 550,000 rs. j na ru larga do Uoiario, n. 24 ,
prin eiro andar.
Vcnde-se cobre de forrar nsvios ; em casa de Me
Calmonl & Companhia ni praca do Coi po Sanio,
n. 11.
Yenderr. se 2 pardal, do 16 a 20 annos; 2 mula-
tinhos de 12 a i i annos ; um pardo, do 25 annos ;
4 prelos, entre loqueos 2sio do ngio; todos sem vi
chis nem achaques e proprioi nara lodo o lervico: na
ra da Cadeia de S. -Antonio n. 25,
=* Vende-se a iiinbeiro ou com responsabilida-
dea praca a venda da travesa dos Mar Unos, o. 8 :
a tratar na mesma Vend.
Yvndem-io 4 escrava sendo : 2r icgrinhai de
naci de bonitas liguras urna dai qiaes cozinba
muilo bem d lorno e fugiu, o engomina, e i outra co-
zinba o diario de urna cata, e cose adunia couia ; una
parda, de 24 annos, que coso chao ; urna dita, de 7 a
8 anuos, boa pan se educar ; lodos sem vicios nem
achaques : na ra da Concordia pauaodo a ponlezi-
=Vende-is urna eicrava, que sabe coier e eDgom-
inar ; na ra Direila o. 121.
*=Vrnde-se cera lavrada do Rio-de Janeiro, de lu-
perior qualidade loilida de menor tamanho al ba-
rmddei alrfts do Corpo Santo, n. 66.
Fariiiha SSSF,
da mellinr qualidade, c a ulti-
ma chegada a este mercado;
vende-se em porcoes grandes
ou pequeas: a tratar com
Me. Calmont & Companhia ,
ou com J. J. Tasso Jnior.
Por 160,^000 rs.,
vende-se urna preta da Costa,
idosa boa quitandeira : na
ra de S.-I&ita, n. 85.
= Vende-^e ou Iroci-se, por predios em qualquer
dos bairros delta praca o bem conhecido sitio do pa-
dre Francisco Jos de Lira, lito ao p da povoe-
rio de Iteberibe a margem de estrada real em
terral proprias com seus pomaresde diversal fruc-
tas ludo plantado com symetrii com duas cesas
noval grandes e boas a margem da i lirada urna
de residencia ea outra de negocio, pela posirao ven-
tajosa, ern que le achao cercado de limao em toda sus
circunferencia lendo ao mesmo lempo grande, de
boas terral para agricultura ; tem capoeira de mallo
de machado ; tudo comprebendido dentro do mesmo
sitio: a datar no mesmo sitio com o dito padre, ou
na prava da Independencia, livraria, os. 6 e 8.
Itapc-tiasse.
Aviia-se por este innuncio 101 freguezes do rap de
Gaise que, ha dial chegou do Rio-do- Janeira, urna
nova remesaa do muilo superior rap grouo e raeio-
grosso e se aeha a venda no lugar do costume e na
ra da Cruz. no Rccife n. 38.
Vendem-se superiores casimiras ||
Va francesas elsticas, de padres mui- ^
^1 to modernos, pelo baralissimo pre- *j|
i 90 de (is rs. o corte ; ditas inglezas M
M de muito bonitas cores, e muito su- ^
>\ij pe ores em qualidade,. a Ss'Goo rs. ^
l'o corte; toalbas e guerdanapos de la
puro linlio de todos os tamaitos; jj
,- ricas chitas largas francesas, dos S
\ padroesmais modernos,que teem ap- \
parecido ; pannos finos de todas as
qualidades, assim como m comple- ^
to sorlimenlode fzendas fin.is, tu- i^.
;-i do por precos to em conla, que su
M vista das qualidades os compradores i
Vyj nao podem deixar de comprar: na fgj
ij ra do Queimadn, nos quatro can- M
M los, loj.i nova de Jos Murena Lo- 58
vg pes k C.'i nu casa amanilla, n. ay, fe
gzsmBsm
SSSSy
Veode-se um bonito cabnuba de 13 annos, pro -
prio para pagem; um escravo para todo o servico, mui-
to em conla ambos cbogados ltimamente do Araca-
ly; ceta de carnauba, de escolente qualidade, em por-
(,'o e a relalho : na ra daCiu/, n, 3.
Ven.leu.-se 2 pardas o urna pela crioula moca,
com algumai habilidades : na ra da Cadeia de S. An-
tonio, n. 13, legundo andar.
Vende-so ou troca-se por lijlo de alvenaria
grniia um oratorio, com algumsi imageui, sendo tu-
do obra nova, muito peifeita; na travesa dos Ez-
poiloi, a fallar com Manoel Jote da Silva da Moula.
= Vendom-se dous baleos proprioi para padaria ,
ou refnacio por lerem alguns repartimeuloi ; 00
largo do Torvo loja de pintor.
Vende-tea maii escolente farinha lavada para
me a em laceas do tres quartas ; a bordo do pata-
cho Uom-Cototlho fundeado defronte do caos do
Collogio.
Vende-se um violo fiancez com pouco uio
banlo do que o de coco ; e azeite doce to em > '
rafOc do 25 garrafas : no deposito do er- lo de ?*
pato na ra da Scozalla-Vclha n. 110. ""
= Vcnde-10 urna escrava de Angola moca
busta coiinlia o diario :lu uiua casa, e lava por *
co commodo ; na ra da Cideia-Velha, n 17. "
Vendo-te um carro de quatro rodn em m 1
hbom estado com seus compclcatei arreioi ; na t\,
Arigo roebeira n. 17.
= Vende-te urna eterava crioola moca de bon'
ta figura com babilidadet ; na ra do llospici
o. 17 '
Vende-te ana venda no becco do Peije-pfju
boje travesa do "ueimado n. S em ifregrjM '
di, e cujo aluguel be muito commodo : na rUa 1
ga do Rozario, psdana n. 18.
Na ra do Queimado loja de fer-
ragens, n. 37 A, acba6-se a venila supe_
riores camas de vento, de atnarello, pe.
lo barato preco de 4ooo rs. ; assim com0
cartas finas de jogar, francezas e portu-
guezas.
SEBO DEttHETIDO E EM RAM A
PARA VELA,
chegado do Cear no Fere-Fogo ven.
de-se no armazem de farinha defronle
do Passeio-Publico
Vende-se urna preta da Costa, do linda figura, j(
18 annoi.cotinha.lava, e be propria para todo oservico
que se Ihe quizer onsinar ; uaa prelo da Cosa, da fi-
gura elegante ladio. proario pira todo o servico : I,
iui estrella do Rosario, o t9, legundo andar.i '
Vendoin so 3 mulalinhat de 12 a Ia^iddoi,
ptimas para mucamas; um mulatinho de^ anu;
urna preti de naci que lava, engoman eJcotinbi;
um pardo de meia idade : oa na da Cadera ds S. -
Antonio ,0. 19.
Vende-te um rologio ingle? com caita de pra.
ta por preco commodo ; no Aterro-da-Boi-Vuii,
n. 5.
Vende-se vinho do Rheno, Hoch-
heimer, de superior qualidade em ca.
xas de duzia ; assim como vinho de Bor-
deaux de fUadeira, e de Malaga, engar-
rafado ; cerveja da Bavieru perleita-
mente conservada : na ra da Cruz n,
10, em casa de Kalkmann&Koscninunil.
Vende-se potassa da Bus
sia, verdadeira; na ra da
Cruz, 11.10, em casa de Kalk-
inann & Hosenmund
Escravos
Fgidos.
por prevo commodo ; oa ra
um melbodo de Carule
da Cadeia, n. 33
\ ende-se u na escrava noca, que labe lavar,
engommar, cotinbar e cosor pouco ; na ra da Cideia
do llecifo n. 59, a fallar coui Jos Diai da Silva.
Vende- c cha da melhor qualidade em calimbas
de 6 libras; em cisi de L. G. Ferreira & C
Vende-ie um moleque, de 14 annos, muito
linda figura ; 4 escravos bons para o trabalbo do oam-
po e do praca ; 6 escrav-s mogas com boas habili-
dades ; 1 niuloc.i, de 16 aonos, com bons principio!
de habilidades e que lie recolbida : na ra do Cres-
po, n. 10, piiuieiro andar.
= Vende-se um piano de muito boas vozet e de
forte eont'ucyso ; um esdeira de irruir forrada de
teda ; macacos pira arruinar carga; encorados para co*
bnr gneros: na ra do Auionm, n. 13.
Veode-se urna escrava cnuUla de 25 annos ,
engomma cose tbio cozinba lava de libio e lia
renda; urna dita de navio, de 20 aonoi coiinhial-
gumu couia lava de labio e he ptima para campo ;
um escravo cnoulo de boa figura, de 30 annos,
upliuio para o servico de campo por disto ler pialica:
oa ra das Cruiei, o. 22, segundo und ir.
Vende se una escrava de bonita figura boa co-
oa ra da Conccicio do Uecife caa de Joio da Cu-
nha Magalbiei.
\ ende-se cera em velas do Rio de-Jitieiro ior-
timento completo de 1 a 16 eiit libia ; em caitas e
ai libras a volitado do comprador : na ra da ental-
U-Velbi, o. 110, armazem de Alves Yianna.
Vende-te azeite doce pira iui, uelbor e man
Fugio, no dia 7 de julho, urna eterava de nsco-
de nome Mara ; representa ler 2-i 25 anooa esta,
tura baisa corpo e fejc6's regulare!, tr fula; le-
vou taia e vosluo de chita fina, de aisenlo claro e un
Ierro no pesclo, por ler fgido anterinrmonle, e seiu-
pre que foge he agarrada ne estrada da Can-Forte,
il Apipucos : roga-sea todas al autoridades polica
e aot capiliet do campo que a aprehendi e ieveo
a ra do Hospicio na quinta caa ao norte do quir-
lel, que spiio recompensados.
Fugio, na noite do dia 9 do cor-
rente um escravo, de nome Joao de
nacao Congo muilo. ladino-, que pode
mui bem passar poi crioulo;'estatura re-
gular, corpo proporcional, cor retinta ,
cara redonda coin falta de dentes na
frente, ps pequeos, canellas linas,
com algumas cicatrizes pelas costas de
castigo} levou ceroulas de algoJo da
Ierra, camisa velha, de madapulao, cul-
peo de couro,e mois roupa, inclusive unta
jaque ta de couro, que pode mui bem ler
mudado a com que sabio vestido, e lam-
be m urna rede : fo escravo do coronel
Manoel de Torres Cmara morador no
serlo de Quecharamobim para onde
talvez siga ", por ser pratico nos carai-
nhos do serto. Roga-se as autoridades,
dos lugares, por onde o referido escravo
baja de apparecer, que o prendo e re-
mello a seu senhor Antonio Dias da
Jilva Cardial que pagar todas as des-
pezas a quem o entregar-.
= Fugio, na da 6 do corrente urna preti, da to-
me Man ja idosa cara chais falla de denles, con
urna cicatriz, na teita all o magra ; levou ma do chi-
ta amarella e panno fino prelo | uado : queui P8'
gar. Inte > travnisi dui Ouarleil n. 20. .
Adserle-ie ai autoridadei policiaei deili m">
comarcas e pessoil particulares que bi ug'uo u
scrsro esbra, de nome Joio que dizem lef iiiud0
de onme.a titulo de liberto; que consta ter andado a I"
balhar de carreiro em os engenhosdo Sul logo 1"r
do iugioem Janeiro de 1836; que tem os iigos
guiotes: eititura ordinaria ; pannos pelos roio e f
cojo ., que pouco se percebein deoles ahertol, o"
34 annos de idade sem barba rebeca compr"^
bastate para tras ; fuma; be bem fallante; tem um pe-
queo deleito em a unha do dedo grande do p es1ue
do e he desen>baraedo pan todo o trabalbo, vu
o pegar leve a ra Ja Madre-de oos, n. 84, 4U
pagar toda a despez
y
Pr.UN. ; MA 1 YH. PE
f. UK l- All
A_ 46


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E6DF3JRNF_GP22Z2 INGEST_TIME 2013-04-26T22:46:13Z PACKAGE AA00011611_08366
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES