Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08361


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Full Text
^
T
Auno de 1846.
Quarta feira
O DIARIO puhlc-sa lodoi os das que nao
forem de guarda: o preso da nssiimatura he de
,nun rs. por quartel, fagos adiantadns. Os
nuncios dos assiguantcs sao inseridos a raiSo
j, jn res por liona, 40 ris en typo difieren-
te t as repeticoes pela metadc. Os quo nao fo-
rtn assignantes pago 80 ris por liaba, e 160
CT, iypo differente.
PI1ASES DA LA NO IEZ, DE AGOSTO.
l na cheia a 7 as 3 hora e 39 minutos da man.
Mieeoantea Has 8 horas e 31 min. da larde,
i ua"noa a JI as 0 horas e 5 min. da larde.
Crescenle a 18 as 7 hora* e 68 minutos da Urde.
PARTIDA DOS CORRF.IOS.
Goianna e Paralivl* Segundas e Sellas feiras
Rio Grande do Norte, ehega as (juartas feiras
no meio dia e parle nas mesmas horas as
Quintas feiras.
Caho, Verinhaem, Rio fr'ormoso, Porto Cairo a
Macey. no i.", II e 21 de cada me/..
Garanhuns.e l'.nnito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria nas Quintas feiras .
Olinda todos os dias.
PREAMAR de hoje.
Prmeira as 3 horas e 42 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas 6 minutos da manba.
de Agosto.
Anno XXII N. 171
DAS da SEMAMA.
3 Segunda. S. Heranlo, au I. d I. dos orf. e
dnJ.do C. da 2. v., do I M da 2 v.
4 Terca S Domingos, aud do J docr. da I.
v., c do I de p.ndo 2. dist. de t.
.i Quarta S Cantidiauo aud. do J. do cir.
da 2. v e do J. de pat do 2 di.t. de l
C Quinta S Aislo, aud. do J.de orphos, o
do I municipal da I. rara.
7 Sexta S Caelauo anl do J. do civ. da %
v. edo J. de pai do I: dist. V t.
8 Sabbado S. Gyriaco, aud. v., e do J. de )>ai do I. dist. de t.
10 Domingo S, Loiircuro.
CAMUIOS NO DIA 4 DE ACOST.
Camino sobreUoJ-.i 16d. p I*a60d.
Paiil lio ris por franco.
.. Lisboa 100 % premio |wr mes.
Desc. de letras de boas lirmas I '/,p. /#aomei,
Our.i Oucas hespanbolas JIJOOO a Sipn
a Moa lis de 8*100 vcl. itaiK) a 104700
i dcBjtnOnov. lifSOO a 14^700
> ii de 4S0OO... U/000 a 9JI0O
Prata l'alarcss...... 11920 a 1,11110
t Pesos coluinuares HUMO a l*
ii Ditos Mexicanos. ll'JCO a I#1)70
II Minl.i.......... I 7 MI a IS780
A croes da Coinp. do llelicrilic de 40S000 ao par.
DIARIO DE PERIAMBUCO
ppoV*r.-j:s m
PARTE 0FFICIAl>.
Commaiido das Armas.
EXPEDIENTE DO Da 40 DO FASIADO.
OfficioAo presidente da provincia, informando o
rcqucrimenlo do primeiro cadete Podro de Alcsntsra
Souit e Seisas, do quarlo batalhio de artilbaria a p,
que ao gorerno imperial pede passagem para o primei-
ro batalhio de luiileiroi, tillo nlo ler ai precisas habi-
litaeSe para proseguir la earreira na arma, que actu-
almente serve
DitoAo meimo, informan lo o requerimento do
toldado do quirto batalhio de artilbaria pe, Maximia -
f o Angelo da Lu, que ao gorernoimperial pede eici-
ia do lerrico, por ter completado b leu tumpo, como
voluntario. *
DitoAo oapitio commandante do destacamento de
Agoa-Preta. para que, coro urgencia, desse at i n forma-
rSas exigida! ao officio da presidencia, que por copia
Ibu tranimiltia.
DEM DO DIA 11.
OITioioAo preiidenle da prorincia, daodo-lhe a in-
formacSo, que, em virtude d'ordum do gororno impe-
rial, pedir acerca da prelencio do primeiro cadete do
segundo batilhio de artilbaria p, Pedro Luiz de
Bairoi, que mppljca a raja do ler promovi allere
para a prorincia de Matto-Groiio.
CircularAoavogaei militares da una de.justica.
convidando-osi comporeeerem oa tala das respectivas
leiOei, a hora do coitume, no dia 16 do crrenlo, de-
signado por S. Kxe. o Sr. preiidenle da provincia, para
o finsl jolgaoienlo do procesaos pendentes.
Dito' Ao subdelegado da Ireguuzia dos A logados,
communicando, que tica recolbldo o sargento gradua-
do M. V. de Albuquerque, e que em suhstituicao ia ou-
tro inlerior coinmandar o destacamento.
dem do da 13.
OfficioAo preaidente da prorincia, enriando, para
ser presente a junta de justica, o processo rorbal do reo,
soldado desertor do quarlo batalblo de artilbaria 8 p,
Manuel Jos So a res.
dem do da 15.
OfficioAo presidente da prorincia, informando o
requerimento do cirurgiio-ajudanlo do segundo bata-
lhio de artilbaria i p, Antonio Jos da Fonseca Lessa,
que a V M. o Imperador pede o posto de cirurgiio-mr
do meimo balalbao, que ao acba vago desde a aua orga
nitacio.
DitoAo mesmo, inormando o requerimento do
soldado do segundo batalhio de arlilbatia a p, Manoel
do Carmo Peasoa, que pede ao governo imperial liana
doservico, por ter finaliado o leu tumpo, oa qualidade
derecrula.
Illm. Sr Tenho prsenle o officio, que V. S.
me endere do, que anle-hontcm recebi, dando me a infausta no-
ticia de haver ullimsdo teusdias a 17 do mesmo mes,
o major do balalbao de cacadoros, sexto, Francisco 'Ma-
noel Acciole ; oceurrencia, de qu j bavia sido intuir
do por cartas particulares, Acompanbo a V. S o aos
militares deisa guarnirn, nos sentimentos, quo Ibes
tetn causado lio inopinada morte, fBo s porque as
quahdades cirisdeste official o laziio merecedor da es
lima e amiadede aeuaeompanheiros, e de todos gem
mente ; mas anida porque as fileiraa do exercito perdC-
asnas:
rio ama espada, que virio muitas vezas desemhainbada
u triumpbante nos campos de batalha, em prol da mo-
narrliia e integriciade do imperio Da perda irrepara-
rel deste nosso patricio, s nos dere restar a comolacio
de o harermos possuido, e do quo. chamado a Dirina
Prsenos, all gozar do premio, que nicamente aos
juitus he reserrado. Receba, prtanlo, V. S. a ingenua
expressio dos meusientimeolos, que he comparlilhada
por lodosos militares desta prorincia. Deoa guarde a V.
S. (Juariel general no Kecile, 13 de jullio de 1846.
Illm Sr. Francisco de Arruda Cmara, coronel com-
mandante das forcas da prorincia das Alagos. Anto-
nio Gomia Sera.
CircularAos vogaea militares da junta de justica,
infelligenciandu-os, que a sessio marcada para odia
1C fra transferida para 17.
EXTERIOR.
A LEA. (*)
por tfrebertco s&ouite'.
SECUNDO VOLUME.
viii.
ATAQUE IMPREVISTO.
As lele hora* preoiiss, o no momento, em qne Amnb
entrara ero casa do Tlier, a-preientara-so Villon nade
madama Leona do Camburr. O Ixmradu cniuiro hara
ja tentado cfugar presenta da bella dama, sorviudo-se
do Humo da ana nata de comnicrciii, o o hnviaakdespodi-
du cun nina nr.irilidade, quo llie nmstruu lor ello es-
coido s pcior rcooolmcndacio. De ooira vea e oom
ouliufato, se baria apreaeiitndu, annunciandn-ie como
enviado du rondo do Monrion ; dossa linhio-o feilo ei-
pergr na anta-oaiBara a rcapuita da seuhora, at quclhe
iliiserSu, quo rdllaaae no nutro dia. Mas os projectos de
Villon exigan maii prxima conferencia.
Cubriu-so Villnii de teroeiro nonjo, e vestuario, e an-
nuuoiou-se por porte do Vctor Amab, e desta re fn-
rao-lhe as portas abortas de par em par, porque Leona
baria dito aoa seui criados :
Se Mr. Amnb ahi rier, ou olgucm de sua -parte,
faclii-o filtrar iminediatamente.
Nao daridara L 'ie para pedir-lbe explioacao do que tinha visto cou-
*>^ ,Vide Diario n.s 70.
ESTADOS-UNIDOS.
RTICOS OFFICIAES, TBANSClllPTOS DA WASHING-
T0N-N1ON.
Recebemos os seguintes artigos officiaes das repartl-
ticooi da guerra e marlnhaa urna hora lio adlantada,
que nao nos he possirel fater sobre ellas obserracio al-
guma eapecial. Apressamo-nos a p-los perante os nos-
sos leitores, os quaes rerio, que elles conBrmio no es-
sencial as noticias j publicadas.
a Quartel general do exeretto de occupacSo.
a Pontu-ltabel, em Texas. 7 de malo de 18(6.
n Senhor, tenboabonra de participar-ros. que marcho
hoje com o grosso do exercito, para abrir communkaeio
com o major Itrown, e adiantar muniedea de guerra e
prorlsfies de bocea. Se inimigo se oppoier 6 minha
marcha, aeja qual lr a sua (irea, bate-lo-bei. Raros ti-
ros se ouvem na direccio deMatamoraf); o que denota
que nSo ba noridade naquella parte.
i Hontem chegirio aqui os recrulas commandadoa
pelo lente Mac Phail. Depois de preenebidas as com -
panhias da guarnicio permanente, o resto do destaca-
mento, com os seus officiaes, fui psto as ordens do ma-
jor Munroe, para ajudar a defeaa do depoalto. Os sol-
dados ainda esto muito bisoohoa para entrar em cam-
panha, anda que sulucicntes para a defesa da guarnicio
Elles serio permanentemente distribuidos, logo que fOr
possirel.
As quatro companbias do 1." de infantera sio es-
peradas a todos os momentos, e serio um relorco op-
portuno. Taires (ambem seja logo precisa a primelra
expedicio de rolnntirios de nova Urleans. A sua clie-
gada me habilitar a franquear o rio e as Dossas cntn-
municaedes.
a Sou vosso respeitoso e obediente servo.
Z. Taylor,
brlgadeirode patente, commandante general do exercito
dos Estados-Unidos.
O ajudante-general do exercito wishlngton, D. C.
Quartel-general do exercito de occupacSo.
Acampamento de Palo-Alto, em Texas, U do malo.
a Senbor, tenho a honra de participar, que me en-
contiel hontem, perto desle lugar, na minha maicba de
Ponto-Itabel, com as forcas mexicanas, e depois de urna
accio de perto de cinco horas, desalojei-as da sua po-
sleio, e acampei no seu arrala!. A siossa artllharia,
compogta deduas p> ca de calibre 18 e duas bateras II-
gelras, forio as prlncipaes armas manejadas, e ao ex-
cellente modo, porque forio manobradas e servidas, be
principalmente derldo o nosso bom xito.
a Cro-se ter sido a lo rea do Inimigo de perto de 6,000
Visto, e para saber umfin n miprcma vontade dcisa fada
das luaia extraragantes trnnafiguracei, e que, havia
tanlu loanpo, tombava delle.
Len horia adiado pnra esaa entrerista a ana ultima
victoria conira Amab, o lalroa hoiiresse reservado
sua propria derrota ao resultado dessa suprema vic-
toria,
NSo aadmirnu, pois, a simples chegndo do um en-
viado do Amab; nein ella esperava niaia da deaordeui,
en que deiira 0 joren pulor : bastava-ilio, quo Ihe el
lo poteste nas mtus o fio, pelo qual o devia olla faicr
rollar i seusps.
Receben, puis, a Villon com o mais diicreto lorriso,
o modesto ar, como mulher, que espera grave explira-
c5o; pnrm grande foi o seu atsutnbro, quando se achon
a aOs coro esso enviado, logu que ovio deprender do
nariz uid espesio bigude, odas fuaes duas ononnea
auiaiaa.
Madama, disse-lbe o caixeiro, cngrossnndo a ro,
reconhece-me ?
Alburiada Leona deste mudo do brar, deiimi a mo
a urna campanilla ; mas suapendeo-ae de repente anteu
receio du couimetior urna imprudencia, purque conhe-
cra o caireiro d Thur.
Tinha Leona essa faeuldado, que lio grande superin-
ridode d a cortos espirites para a intriga ; era do se re-
bordar exaotamente dos norr.e:, lugares e feicdes, qn
au tinha rislo mais do que urna vea, assim como da
data do menor aoonteoimenlo.
A presenca do oaixeiro de ThujJ em sua cata Ihe fes
presentir, que se hario desooborlo os vestigios do Car-
los, e quis araliar as nforaiacdea, que puslU a familia
ler, antes de toroor qualquerdeoisio :
Sim, por curto, disse alia cntii., que o reconhe^oi
Vm. he euiprrgadu na casa do Mr. Tlior, o rogo.lho,
quo me explique a rasi- de le apresenlar era minha oa-
sa por lio eitranho mudo.
Porque, dase brutalmente Villon, me apreaenle
aqui esta manilla por parle do patrio, e me negarlo
a entrada.
bomens, com sel pecas de artllharia, e 800 de cavalla-
rla. A sua peda he provavelmente do 100 morios, uelo
menos. A nossa Torca nao passava a todo de 2,300 ;
entretanto que a nossa perda foi comparatiramente in-
aigniflcanle 4 morios, 3 offlciaes e 37 soldados feri-
ilos, mullos destes mortalmente. O major Rinugold, do
3." de artilharla, oom magoa o digo, e o capitao Paga,
do i." de inlantaria, estio graremente feriaos ; e o t-
ente 1.utilero, do 2. de artilbaria, leromente.
O inimigo retrocedeo, e cifl-se, quo tornou a pas-
sar orlo. J destaquei partidas arencadas om seu so-
guimento, o lmmedialamente se mover o grosso do
exercito.
Pela pressa desla primera partlcipacio s posso
diier, jque ospfllcaes e soldados porlrio-seda manel-
ra a mais adit\iravel em toda a actu. Terei a satisfacSo
de laier urna felaro mais circumslanciada, quaodo ti-
ver recebido as dos diOerentes com'mandaeles.
Sou mu respeitosaueute vosso obadieoto servo
(i 7. Taylor,
brigadeiro de patento e commandantc-general do exer-
cito dos Estados-Unidos.
U ajudaole-general do exercito dos Estados-Unidos
wasblogtoo, D. C.
a Quartel-general do exercito de oceupaedo:
a Acampamento em Resaco-da-Palm, tres militas
distante de Malamoras, 9 do malo de 1846, s 10 horas
da noile.
ii Senbor, tenho a honra de paiticipar, que marche!
com o grosso do exercito boje, s 2 horas, tundo presta-
mente espedido adianto um corpo du inlaiilaiia ligeira
para a floresta, que robre a estrada de Matamoras.
Quando a minha guarda arancada se approiimava dn
sitio, onde estuu agora acampado, desuobrio-se, que
um 1 sso, que atravessava a estrada, tinha sido guar-
necido do artilh.iia pelo inimigo, iniinediatamenlo or-
deooi, quo atacasse a posicio urna bateria de pecas de
campanha, llanqueando-a e protegundo-a com o 3.,
4. e 6." regimentos, eslendidos, como aliradores, para
a uro riro fogo de artilbaria e mosquetaria, u. que Anal-
mente forau tomadas as bateras do inimigo successira-
mente por um esquadrio de dragues, e pelos regimentos
de inlantaria, que catarlo no lugar. Elle foi logo desa-
lojado da sua poslcio, e perseguido por um esquadrio
de dragos, pelo batalho de artilbaria, pelo 3.* de in-
fantera, e por urna batera ligeira, at o rio. A oosss
vittoria foi completa. Forio tomadas oito pecas de artl-
lharia, com una grande quantidado de muocdes, tres
estandartes, e uns cem prsiooeiros, em cuja numero
entrrio o general La Vega e inultos outros olllciaes.
Consta ter morrido mais oulro general. O inimigo Ur-
nou a atraressar o no, e eslou certo, que nao nos mo-
lestar outra re nesta margem.
A perda do Inimigo em morios foi a mais gravo. A
nossa tambem o foi muilo, a com profundo peiar tenho
de contar no numero dos morios no campo os tenenfes
Inge, do 2 de dragSes Cochrane, do 4." do inlantaria,
e Chadbourne do 8. da mesma arma. Forio feridos os
tenentes-coroneis, Payno, do 4. de artllharia, Macin-
tosh e o ter.enle Dobbins, do 3." du inlantaria, o capitao
llooe, e o tenente Fowler, do >.* de inlantaria, e o ca-
pitao Montgomery, os lenles Gates, Selden, Mac Cav,
Burbark e Jordn, do 8 de inlantaria. A extensao da
nossa perda ainda nio est bem aieriguada, e lica re-
servada para urna relacao mais circumslanciada.
O cmbalo de hoje pode sor considerado como um
convoniunte supplemento canhonada de hontem ; e os
dous juntos mustrao na mais (jvoravel luz a Irieza e na-
Ihardia dos nossos oHlciaes e soldados. Todos llzerao o
seu dercr, e flierio-o nobremente. Terei ufana em de-
morar-me sobre as proras particulares du distinecao
Nunca tiro oulro negocio com Mr. Tlioro, quo nao
foase a compra dealguiua porrellnun, que p'guei, o nlo
nrceasilo, que me .1911 otierc nucnlu!. Quando livi-r
precisio, sei o nuineru dacasa duseh palriu mas, per-
i'unlo ainda, porquo vuio Vm. aqui por una maueira
(lo extraordinaria?
__ l'nrque, resjiondco Villon com ar to cmico, que
fe sorrir Leona, apeiar da toa cruel InquIetMlo, quno-
do me aprescnlei segunda vm cm aun cana da parte de
Mr. do Miuirion, eilirio-mc polidamenlo, quo vol-
laiso nuiaiihaa, e osla tarde lie, que ou quera fal-
lar-liie.
Nao fallo aempro aos iiions mais particulares ami-
go, disto Leona, obiervaiido atteiitnmenlo a Villon,
i.ara deicobrir, por quo Indo podarla clugur a engaar
ou astuslar csse liumciu, se fmse nvceasario ; e eiunm,
aoereseeniou ell, opresentou-jc Vm., 00 quo parece,
sob o nonio do Mr. Amub.
beiu mo grado meu, disne Villun, porque lio nm
huinem, a quem nlo quero dovor eajicoiu olgiima de
obrigocio.
Du veras disse Lebua ; cm lodo o cato, dovo-lbo
a ourigegao do haver chegado sondo duiujiva ; o, j quo
ahi est, pd explioar-ie ; niu lein precisan du disfai-
ce nlgiiiu.
Su tomei este, dille Villon, lie porquo o meimo
hiiim.'iii, viudo tres retes Ouiiieciiiivus a sua ca-a por
parle do dilfercnlea prsaoas, leria rxuilado suspeilas,
Me t.ilve mu liieisem recusar a entrada.
He hoai r*oiouinnr c da parlo do quSil das tres
penoai, 1 or quem se reconinieiiduu, vem Vio. ?
Oe iieiiiiiiiiin, disse Villon, que todos os ciforcos
fjiin por mostrar-so Colrico em presenta dessn mu-
iber, que Ihe fallara oom a maia serena polidcs, quando
quulquer outra, cm leu lugar, teria rollado grandes
grito* e feilo deita-lo da janella abaxo. Eu renbo do
ininlia propria parte.
Ah diise Leona, quo fiora do p at ene mo-
mento, e que tuuiuu aUajnm asiento, moilrou oulro
a Vlon, e acoreicenfbu cora um aorrio, onde trans-
Individual n'uma narracio mais circumstanciada de
ambas as accSes.
h Sinto especial prazer em referir, que o reduto fron-
telro a Matamoras foi dignamente sustentado durante
tima caiilioiM.1,1 e 11111 bombardearmento da 100 horas :
por'm o meu prazer he misturado de prolundo pesar
pela perda do seu Merme 1 o invencirel commandante, o
major Browo, que morreo h i", do elToito de una bom-
ba. A aua perda seria grave para o serrino em qual-
un r teiiip 1 ; mas para o etercito sob o meu comman-
do he, por certo, irreparavel. A um olliual, e oulro,
nio commissionado, morios, e des soldados (ridos se
reduiom todas as eventualidades resultantes deste (orle
bombardea ment.
a Por inadvertencia deixei de mencionar a apprehen-
-o de um grande numero de machos de carga, que II-
crio no estopo mexicano.
Sou mu ruspoitojamento rosso obediente servo
Z. Taylor,
brigadeiro de patento, commandante do exercito dos
Estados-Unidos.
U ajudaote-goneral do exercito washinglon, D. C.
(United Statc-Gazette.)
Por va particular consta, que as forcas americanas
tinhan passado o Iti-rande, e que se acliavao de pos-
se da ctdade ae Matamoras.
PERMAMB -5CO.
Uendimento di Misa d'i recebtdoria de renda
geraes, no mei de julho prximo panado.
Foros de terrenos de marinba
Ladennos
i/a do bens de raiz 9
Segunda decima de mi morta i
Dircitos novos o velhos 1
Ditos de cliancellsria
Dizima da mesma
Sello lixo 1-.7U.220i
Dito proporcional 1-.518,1401
Imposto sobre rasas do modas, roupas, etc,
Licenta dos dospaebaotes da alfandega
Emolumentos de certidOes
Cartas du lachareis
Imposto de correlor
Dito do lojas abertal
Dito de segi'S 9 carnudos
Ditos de bareos do interior
l'axa du oscravos
internat
00.05o
655,000
9-.10i.320
1:905,641
1:122 351
8,190
4*3,200
3:292,(360
40.000
50.000
3.140
4.000
100,000
0:577.200
267,600
19,200
009,000
1:
23:961,858
A SABF.lt :
Pertenreoto ao rendimcnlo do anno cor-
renlu 17:533,056
Dito dito da divida activa 6:428,802
23:961,858
Rcccbedjria, 1. de agosto de 1846.
O escririo,
Eitaniilo l'ereira dt Oliveira,
DoiTespondencias.
iii-.si'usiA a' resposta no su. un. j. e da mutta.
l-ji Ii com a mais sena atleocio no Diario-novo da
22 Je 1 ni.lio ultimo, a ruspoita, quo dtlesao meu com-
aiwaaassaasaaaMiai^axaa^^
luzi.1 a mais ungrnfada curiosidade, e quo tom Vio. a
diier-uie?
Tinba Villon arranjadn proriamentc a especio de ao-
en-.ir.'i'i, qui-rile i|'i"i 1 1 l'aier contra madama do Cara-
bure bavia raajigido O seu discurso, uudu acoumulra
osf.ictos em eilylo precito o duro, quu devia einiagar
a eciuiiiio-1.
No momento, em quo foi unta Ir por ella para expli-
car as anas intvnees, fes como cortos advngadus, que,
triiilo decorado o ru arrumado, se reun obrigados,
pur circuiustanuias da niidioueia, a dusarraujar o exor-
dio, mas quo no instante, em quo aohau brecha para en-
nalxar as pbrnscs sonoras, que d'aiilein.'m preparrJo,
loinao iiiiuiednit.iuieiiio u;:ia pintura de Cicero, e des-
pejao a sua prosa com urna uuipbasc, quo fai rr aua
jiiin's motos, o adorineccr ana volbos.
Villon, uto antio desorientado pela lerenidado do
Leona, acaba va 0111 fin do adiar a un brecha recito 11,
prtenlo, de um a Mego a seguinlocitiliuaria :
Alqua.udo, madama, aotrta Vm. reler longo doa
ares paternos o mancebo Carina Tlioro r
Leona ravoreoeo mararilbosamenle o assomu orato-
rio do guarda-livroi; porque olla fe um geno do lor-
prexa, o eilo pJo, cngrosiaiido a voi, continuar
uiaiin :
-* Nio me inlcrrompa, ludo le: aniel de hontem
noilo, filara ou, pelas dci horas, na porta ; vi a-a
oietter-.se lia cai'uiigeiu, segui-a alo a pra(a da Battis,
anexar da rapidrs dni icus cavallus. Ku ia em um bunx
cubrile!. La, n senliura lomou ura sujoilo, qau, i lox
lio* laiupraa, me parooeu vrlho cc.ivalleirod.ilegi.io
do Honra : segmo oum elle pela ra do Charonue, oiu-
luaulo a sua r.jrruagein 10 oitaoiouar ao oanto dena
ru.i sen a dcSaiiil Anloiuu : eiilruu por una p.irtinha
;le jardn) du uino casa suiu 1111 mero. Lu i hora depois,
0 sujeilo lornoii a sabir eom oulro boniout, os quaaa
l'alli a alguna minutos rollarlo c uu a sua carruajero ;
1 coolieiro, que a coniluiira al a ra do Siuit-Autui-
110, uJo vinlia mais nullj, e baria-o substituido o liu-
mem, que sabir* desta oasa, A carruageiu fioou a k
I MUTILADO


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municado inserto no Diario de Pernambuco, de 5 do
mesmo mez, e penundo encontrar oella alguma eooia
de grandioso e ce sublime em materia social, que aba-
laste as uiinhts convictos, pelo contrario s deparei
com urna serie de palanas, que em nada destroc) 01
argumentos, que pmdu/i.
Em li rdade era de < rPr, que nessa occnsiao vos tos
aprcsenlasseisem publico, com lodi aphalange de vossos
argumento; mes,seos que produiistas sao os nicos,em
que bsseais a vossa opiniio, posso-vos a (firmar, que na-
da adiantastes lia materia, e que, bcm pelo contrario,
robustecestei as minbas argumentares. Eu vo-lojiro-
varei.
Estreando a dita voiss resposts, eiibis como primei-
ro argumento a summa utilidade, que, no vosso enten-
der, resulta da nao interferencia dos leitore de oulros
municipios na votacio da mesa do collegio eleitoral, e
conclus, suppondo a existencia de urna cabala da parte
dos aobreditos eleitores, estabelecendo a necessidade de
aua exclusio, como meio de prevenir um abuso. V-ie,
pois, de-to vosso ariumonto, que tos o bateis em de-
duccOescondemnadss pelis boas regrts da philosuphia
o do direito: e seji-me licito di/er-vos, que era osda vos
bonra semelbsnto rnaneira do argumentar.
Vi.quo sois jurisconsulto, deveis saber, que com a-
liu<09 nao so argumenta, e que toda argumentarlo, que
tum por base a supposivi" de um abuso, ha falsa,e peces
nleiramente na -u;i materia: se essa forma do argurricn-.
lar fsse valiosa, se ella poilesse dar resultados lgicos,
seguir-se-bia, quenada, por mais justo e honesto que
fsse, deiiaria de sor validamente combatido, porque lu-
do esta subjeiti) ao abuso, e conseguintemente subor-
dinado a argumentos iguaes aos vossos: portanlo, nada
adiantastes, quando creasles em vossa imaginario una
cabala, para.lirmado nella,cstaheler.riles adoutrina an-
ti civilisada, da exclusio dos eleitores de oulros muni-
cipios, no arto constitucional da formarlo da mesa do
colegio eleitoral.
Fallis vos em a utilidade, que resultarla da applica-
cDo pratica da vossa doutrina; mas perguntn-vos eu, ha-
tera utilidade, quando se oflundiin os direito sociaes de
primeira ordem ? quando se nullilica o exercicio des-
st'S direitos, e se colloca o cidado, que os quer exercer,
em escala inferior quelles, que Ihe sio iguaes perante
a le ? Cerlarnenle, que tal utilidade nio eiisle; por-
que, lelas as sezes que domina o exclusivismo, ella deixa
de apparecer, a menos que nio srqa essa utilidade mes-
quinha e salpicada do torpezas, que nio poucas vetes
I, m-iiio um partido poltico, a ponto do fazer com que os
si'us membros lancem mSo de capciosidades, de argu
iiientos infundados tomo os vossos, para soterrar os seus
adversarios.
Alcm de que,se be possivel existir, na hypolbese, que
figuris, um abuso, nao menos possivel be, que elle
exista do caso, que v sustentis. Com efleito, se os
eleitores de oulros municipios, que houvessm de vntar
i-m um collep ) diverso dos seus, nio fossem admittidos
a intervir na formadlo da mesa do mesmo collegio, po-
da mu bein acontecer, que urna cabala se dcenvolvrs
se contra elle*, da parle da commissio verificadora de
seusdiplomas, e de todo o collegio, eassim seruio elle
excluidos de votar, com manilesta inraccio de srus di
lettos. Portanlo nio procede o vosso argumento; por-
que, a ser elle valioso, encontrara a sua destruicao nes-
ta rasio, dcduzida dos vossos mesuio principios e opi-
niio.
O secundo argumento, quo produzis, heemverda-
de de um sopbisuia lio mal tratado, que se pateula
primeira vista.
izeis vos, que s sao eleitores quelles, que a res-
pectiva commissio reconhece como taes, depois de pro-
ceder aos deudos cismes, e d'aqui queris conclu',que
us eleitores de diversos municipios, que conconcrao a
votar lora do sru, s podem ser bavidos como taes, de-
pois de declarados legtimos os seus diplomas pela dita
cummissio. Ora, pulverisando esse vosso argumento ,
dir-vos-bei, quo o vosso principio lie applicavel, nio s
aus eleitores de (ora, como aos do proprio municipio,
em que existe o collegio. Todos elles estio subjeitos a
este acto preliminar da commissSo; mas isto n da tem
com a que-tio, que nos oceupa. O que se quer saber
be, se os eleitores de oulros municipios podom votar
para a formaeio da mesa daquelle collegio eleitoral em
que comparecercm ; e poitaolo nenbuma applicaciu
teui o vosso argumento, porque delle se nio pode ja-
mis deduzir a exclusio, que pretendis eslabelecer, o,
bcm pelo contrario, se deve inferir, que ella he inicua-
mente absurda, e repugnante aos mesincs principios
cima indicados.
Se todos os eleitores estio subjeitos ao aoto da com-
missio, que verifica a legitimidade de seas diplomas,
se a lei nio deo mais consideracio a uns, do que a ou-
lros, e se finalmente a dita commissio pode deelarar il-
legaes os poderes de um, ou de muito, que perteoce -
rom ao proprio cllegio, baveodo rasSo ligitima para
isso, e considerar conformes com a lei os do oulros,
que, sondo de municipios diversos, tenbSo all concorri-
do, seguo-se, que entre elles nio ba difirenos, nio
4:a superioridad, nao ha gerarchia, e que por conse-
quencia todos pdem e devem votar para a formaeio da
mesa do collegio eleitoral. He isto justamente o que se
deve concluir do vosso segundo argumento, dando-lite
a direccio lgica, que deve ter, e he este indubitavel-
mente o sentido da legislacio respectiva.
Em venale, olhai para o 1.' do decreto de 6 de oo-
vembro de 1828, e vos ahi acharis estaheleoida a re-
gra, de que, na insta I lacio do collegio eleitoral, a auto-
ridade civil, que n presidir, deveri propor ao mesmo col-
legio dous secretarios e dous escrutadores, tiraiot d'en-
tre o eleitore preientei, sem estabeleoer difirante en-
tre os do municipio e os que liverem vindo de fra. O
que, pois, diris a isto?
. Quando se publicou o referido decreto, j exista
3 do capitulo 4 das instrucr5es de 26 de marco de
1824, que aulorisa a qualquer eleitor a poJer votar no
collegio, que mais commodo Ihe fdr; e portsnto, se
fosso a mente do legislador eslabelecer difirenos! oeste
cbso, o excluir do direito da inlervir na formaeio da
mesa do collegio ele toral os eleitores de outros muni-
cipios, que alii seapresentassem. assim o teria declara-
do, e nio empregaria as expresin genricas eleitores
presentes; expresses estas,qu piovao com a maior e-
videncia, que todos os eleitores, qur do municipio, em
queseachar installado o collegio, qur de fra delle,
podem intervir no dito preparatorio da formaeio da me-
sa do mesmo collegio.
Concluo, pois, que o vosso segundo argumento nio
pasta de um bieroglypho, em eipressio rasoavel, que
vos possa aproveitar : passarei ao tercejro.
Dizeis vi, que no artigo 32 do decreto de 4 de
maio de 1842 se acha eslabclocido c principio du ex-
clusio, que com tanto a (Ti neo defendis; mas eu vos
mostrare!, quo assim nio be. Quando o referido decre-
to, no artigo citado, delerminou, que no fin das actas da
eleii.-.H) se fzesse declarscio especial dos eleitores de ou-
tros districtos, que tivessem votado no collegio, nada
mais quiz do que prevenir as duplcalas, que fraudu
lentamente se podiio fa/er na vnlagiodos eleitores, que
volassem fra dos seus municipios, e para isso mandou,
que se fizesse a sobredita declararlo > mal isto nao au-
lorisa a exclusio, que v sustentis, nio s porque para
ella ter lugar seria mitter urna disposirio expressa e ter-
minante, como tambem porque nio ho possivel, que
(sea direilo para estabeloco-la a aggregacio de urna or-
mal'dade na redaccio Ha acta do collegio eleitoral, for-
rnalidadeesla creada nicamente para o lini, que acuna
deixo indicado Se este vosso argumento se funda as
primeiras palavras do citado artigo 32 do decreto apon -
lado, posso diirr-vos, que be manifestsmenle absurdo,
Com efleito,ah se diz, que as mesas do collegio.se se
apreseotarem eleilores de outros distrelos, fario.no fim
da acta da eleicio.elc., ele ; e d'abi conclus sem duvi-
to dos mencionados eleitores, ou sem a inlerlerencia
lelles; mas convm, que observis, que no fim do ar-
tigo se acha igual dispox'rio a respeito dos sopplenles
chamados, por morte ou mudanes de qualquer dos elei-
tores do propiio municipio,em que fdr installado o col-
legio eleitoral: portanlo, se os eleitores de fra nio po-
dem votar paia a rleicao da u esa, tambem o nio po-
dem faier os eleilores supplenlen do mesmo municipio,
visto que o artigo se refere a todos elles ; e assim (ere-
mos eslabelvcida urna gradacao exquisita entre unccio-
narios da mesina ordem e revestidos de iguaes poderes;
a saber : eleitor do municipio com direito de volar pa-
ra a lormecao da mesa : eleitor do municipio sem este
direito: eleitor de fra do municipio collocedo na con -
dicio deslo ultimo. E nao vedes vos, que tses distinc-
i or i cr i.io a ser extravagancias manifestal, contraien-
sos notorios Nio conbeceis, que seria irrisorio gra-
duar os eleilores, ja nao digo de urna provincia, po-
r'in aun de um municipio ou dislricto eleitoral ? Cer-
lamenle, que estas mn-i le b< oes mostrio plenamente
a (alsidade, e, consent, que vos diga, a rracionalidade
do vosso terceiro argumenlo. Passarei ao resto do vos-
sa resposla, que englobarci, para me nio turnar fasti-
dioso.
Tendo esgotado, sem proveito da opiniSo, que sus
perla, e i> dous individuo! entrara para a cata: lugo
ili-pum n.-iI h.iii, priniciru n tul injoilu do habito; de-
pois ii noirn individun, que tomn de uovn n lugar do
Mivlieiro, o nhn.il Vm. e Carlos Tbur, quo aubiu com
Vru. para a carruacem.
hu nl.ii a Leona nVillun i oiu nllencln tiu innltern-
vcl, que esln cunirfnva o perder a aua seguridade. I'.i-
recia-lliu, que Len* o inm entenda, e nunca lena inia-
yioail", i|ne nn momento senta ella a niait viva ad-
iiur, e'i" palo lu iiu'iii, que havia sabido oonsesair iu-
f uriiiace. lio pusitivas.
Cuino poda aer, llie disse rila, que Vni. visso lu-
do issii, e cunbeoeaie lio bcm as peaauua, sem que nin-
giiem da mulla geni u aperuebetse ?
lio quo eu UU liavia trepado sobre o muro, onde
licn.i cucuberlu por um ramo de lilas, quo deita para
a ra.
Olngar coioetleiio era ptimo, dase Leona. I.
depois r
Depnis, madama, cunfeaso-o, nio a-aegui; quan-
do pudo alcanzar o uieu cabriulel, j nio a'viatnva a sua
e.ari iia(;rm ; mas aei, o be quanlo banla, tfue Vm. co-
iilueeo retiro do Carlos ; aei, que Vm. i> o delem pic-
an e cativo, quo sio ae auas scduccOes, que u roub-
>ao familia, ello cm seu uome, quo iboveobu re-
lainar.
Vm. enio nartioinou aos sotis palrea a sua des-
coberla ? diise l.i inm, abaixaudo os ollio.
Niu, madama, purquo quit poupar-lbe um es-
cndalo, pois inru palrcs ni se leriau dignado diri-
gir-so a una niulber oomoVro., cera apllela) que
(dlea lena enoarregsdo do cuidado de pedir-lhe o seu
lilho desTairado.
Tudo quanto havia de ridicularia era Vilion, c de
jiruilfiicia em Leona ule podo iuipedi-la de sentir com
a nitii extrema violencia a gnmrrio de.ta injuria. Ape-
oaa Villiin acabava do pronunciar a palavra pulala, quej
Loba eslava de p ante elle, patlida, lerrivel o com o
oorpo convulso. J
Dejuellios I'- joelli.is' br.iilou ella enin tal iin-
peluniid.ide, une Villnn recuou esse gcilo imperioso,
esse ulhiir fulgurante. Dejovlhos! E lu, e tou amo, u
en lillin, o lodos va niurrereia pela injuria, que aca-
bas de i r.....un i.H.
Era Villon mu boiiiem valerosa, mas dcase valor re-
lativo, qu a nio ealende i todas as uccaaiea da vida.
Su Villon fosae soldado, teria sidu inuio bravo. Na vi-
da ordinaria, em um encontr coio uso de seus iguaes,
ler-pe-liu elle bavidu Cun perleila Ironquillidodo !
eonliiiido com n ana juventud o vigor, nAo teria elle
recomi em orna rita cm um earruceiro. Todava ae
buuveaan du so medir ooin mu huuiein do pinna o fortu-
na aupuriurua s auas, leria marchado menua aeulior
de si.
eato modo, na iirdum da suas ideias, julgava-so Vil-
l"ii iguul An.al. e aeceilro com praier um duullocuui
elle, quando, se a coma f.iaso ponaivel, (icaria assusla-
do, mi pelo menua ncanbadn, ao huuvosio debaler-ae
com o cunde du Monriun. Mas do quu ello niu tinlia
ideia alguma ero de uiiin mullier cuino Leona, a aoberba
leda, liui.iho dusungue, que faiiava com tao auiua-
cml'ira vos de punir uuia injuria coiu a murlul
Villoii baviu recitado ai, gesto a nlhar de Leona, fi-
cuii uuufuudidu i: puiluibudu ao ouvi-ia, e baibu-
uiou:
Queira perdoar, madama, Vm. enlendeo-mo mal;
eu uto a quit orlouder.
Leona, ape talvet estivesso arrependisle de liaver ce-
dido a esse a.sumo de furor, laiijou a Villnu um ulliar
do niaiasuburauo despreto, e teniuu-te mu aercua, na
oadeira, de quo acaiava de levantar-.
Or bcm, senlior mou, di.se elfs, a ,.aem pensa
Vm. fallar?
Villun eslava inteiramente deaorienlado.
Vm. oaiibece-me ? pruteguiu ella,
Diserao-oe........ Sei que Mr. de Monriun......
liomeu amigo, quer Vni. dixerj mas o seiihor
irlos fsllou-lhe algum da le tu tal?
Zw -
'otis, os recursos de vosso raciocinio, que deita vea
muito pouco grandioso e penetrante se mostrou, recor-
restes a autoridade dos casosjulgsdos, e comalia jal-
gastes ferir morlalmente as rasos, por tnim allegadas;
mas, desgraciadamente para vos, fostes desapercehida-
mente procurar o eseolho, em que ioevitavelmente de-
vieis naufragar.
Sim, eu com algum d voi digo, qua errastei con-
tra vos, quando vos amparastes com esta meio de de-
fesa; porque a maioria dos ca ciio contra vos, a sancoiooio a derrota de vosia perni-
ciosa opiniio. Citis o que se pasin em Naiareth no
annodelSU; a eu voscitsreio que se tem passado
constantemente a tal respeito na eipital do imperio a
dests provincia, aonde nunca forlo excluidos de votar
na formaeio da mesa do collegio eleitoral os eleitores
de outros municipios, que se aehavlo presente! Tam-
bem vos citarei o que se passou no collegio de Santo-
Antio no anoo de 1844; o que tivera lugar no mesmo
anno no collegio do Bonito, e igualmente no do Reefe:
no primeiro, o Sr. Peixoto de Brito, sendo eleitor pelo
Po-do-Albo. fez parte da mesa; no segundo, os Srs.
Manoel Ignacio a Francisco Simdes, sendo eleitores
por Olinda e Recife, tambem votrio para a mesa a h>
zerio parle delta; e no terceiro, muiloS eleitore de O-
lioda o de Itamaraca, que ahi eomparecrio, votrio
para a formaeio da mesa: accreicendo, que o referido
Sr. Peixoto de Brito, sendo anda eleitor por Pio'do-
Alho nesta ultima leicio, comparecer no collegio do
Recife, e abi interviera na lormacio da mesa, fazendo
parte dola, Isto que vos digo be exsotissimo, e podis
conpulssr oj documentos, sonde acharis a verdade do
expendido
Ora, dizei-me agora, nio val mais a autoridade des-
es casos julgsdos, do que a desse acontecido em
Nazareth ? Parece-me, que, ae estis de boa nio
podereis negar-me a vantagem nesta parte: e em quan-
to a sanecio, que julgas ter sido dada pelo poder le-
gislstivo ao caso occorrido em Nazsrelb, responder-
vos-bei com as citaQes, que acabo de fazer; ai quaei
foro pela mesma forma sanccionadai.
Terminando esta.sinto ver-me na rigorosa necessida-
de de direr-vos, que ninguem foi lio indiscreto como
vos na eleicio do Po-do-Alho que tem provooado
esta nossa discussio fostei indiscreto quando, dea-
viando-vos dos deveres de magistrado, a quem poi lei
osla incumbida a seguran publica e individual,, vo
apresontaslescomo um tribuno invertendo o sentido
da lei e contestando direitos os mais bem eslabele-
cidoi: fustes indiscreto quando, nivelando vossa po-
sicio social, e quasi quo praticando um perjurio, vos
pronunciastescegamente, por um partido, ebegaodoat
a tomarles a eondicio de patrono de dous homens ,
que talvez bem pouco ap'reciem vosso servido: fostes in-
discreto, quando, achando-vos no meio de vossos con-
cidadios, dos bomens da vossa trra chegaites a pro-
ferir a resoltante proposit/io, de que os eleitores de f-
ra do municipio pque se sebavio presentes, nio baviio
de voltar ; dando assim lugar a que se vos dsse a res-
posta, que qualificais de indiscreta : fostes linalmon-
te indiscreto, quando, fugindo de urna discussio franca
e leal, pira que vus provoquei, desappareeestei por en-
tre a turba, depois de baverdes dado o deploravel exem-
plo de desprezo a lei e as iiulituices.
Lendo as ultimas linhasde tosa resposta, lamentei a
resolucio que moslr is, do nio continuar nesta dis-
cussio : e nio podendo resistir ao dever, que me im-
puz,cumpre-mo dizer-vos, que,se assim o fizerdes,daris
a mais solemne prova de que estis convencido da (alsi-
dade de vosss opiniio, e a tnim ficar cabendo a gloria
de havrr frito Inumpbar a causa d i lei e da rasio.
bou,Srs. lidiadores seu constante ieitor o assignaote
Florencio Joi Carneiro Monteiro.
Srs. Rtdacloru. Revolta-me na verdade, e oreio,
que a todo publico lensato, o ver, que, uccupando-ie o
Sr. Manoel Firmino do Mello d'uma misiio lio hon-
rosa, quila de um irmio defender a seu irmio, aca-
bando por mostrar como toda a luz da evidencia a de-
fraudadlo feita pelo Sr. Jos Luir da Silva Guimariei
as rendas publices; queitio esta, para a qusl julgo ai-
saz compromeltido o Sr. Guimaries, e da maior im-
portancia pira o publico; este Sr. em vez de te defen-
der cavalbeiramente, loge vergonbonmente di quei-
lin, dirigindn tao smenle insultos e diatribes ao Sr.
Manoel Firmino, em um annuocio do Diario de 3 do
rorrete; os quari necessariamente devera elledespre-
tar: eeu, como seu leal amigo, pagando um tributo
ao mrito, incumbir-mu-hei de perguntar ao Sr. Gui-
maries:be lisien que sua merc eosluma responder
a lio lriai mputecOes ?
Um amigo do Sr. Manotl Firmino,
Nunca) minea dne Vilion muito depressa ; eu
nao em o ciiundcuie de Carlos.
Foi eulio Mr. Amab? replicou Leona, deixsndo
paaar esta palavra de confidencia, qoe era ao mesmo
tcmpii iini intuito, e una revelaco.
Niu, madama, diise Viilon, que, ao ouvir o nome
do Vctor, rccnbrouo sen rain humor, cu nio conver-
tu subro uuuta alguma oum eaie senlior.
Quoin Ihe neouaelhoii cutio, que me esnreitasse
os pao, quem lliu lot suipeilar, que M. Carlus Thur
uatava em rueu poder? diste Leona, que ae aproveitnu
la periurliacln de Vilion, paraconliecer tuda a extenaiu
dos pericos, que a sua vinganca onrria.
Mil oiroumttanciat, madama ; primeiro a sua ap-
|iang.iii no rmatela, depois urna palavra escapa a M.
Amab, palavra, quo ello me niu disiu a uiini, nut a ma-
dama Thor, e que a detignava como a nica penoa,
que pnili ter noticias de Cario.
E quando tui dita eisa palavra ?
No dia seguinle aoda desappuri(o de Carlos, no
inotiua din, em que te enviou a Vm. a poroellana, que
liavia enmprado ora nosta cata......
E cuja factura me le mademoiiella Julia, dine
Leona cora torrito cruel o taliafeito.
Justamente, madama, e lio essa porcoiiana enoai-
Xolada por sua ordem, que Vm. nAo quit, quo 1 lie ru-
rneilessera, para a qual nio quit dar o seu nome, que
mandou buscar por um homeiu sem libr, que foi conde-
cida sua porta por madama Thor, emquanlo ella ah
esperara noticias deeeu Rlho; ilo todas estas oiruums-
linoiai, que rizero luppor k madama Thor, aisim oo-
iiio a iiiiin, que ene mvtterioenoobria alguma cousa.
Apetar da gravidade da sua posicao, nio pode Leona
deuar do rir dai palavra de Vilion, o tubreludo da la
estrauha confinan, oditae-lhe:
Em goral, tenhur meu, todo a myslerio enoobre
alguma oousa ; roas nem as suas auspoitat, uem as suas
descoberlas Iba hio de retliluir M. Carlos Thor, te el-
le nio qoixer vallar para o seia da aua familia.
COMMERCIO.
Alfandega.
Rrndimbnto do dii 4..............
Dtcarrtgdo hoj S.
BsrcaGlobomercadoriat.
BrgueTarujo II.vinhos.
Consulado.
REHDIHKrrrO DO DU 4.
..8:796,8(6
Geral_____
Provincial.
886|029
364*487
1:260,486
Moviniento do Porto.
Navio mirado no dio 4.
Rio-Grande-doSul; 24 dias, brigue bruileiro Nort,
da 197 toneladas, capillo Joaqun Pedro de Si Fi-
ria, equipigem 12, cirga oarne : a Leopoldo Jos
di Coita Araujo.
iXavioi taidos no mesmo dia,
Sio-Matheus; sumaca braiileira S. -B*ntdieto, capilio
Joiquim Jos da Silveiri, carga varios gneros.
Aracaty; brigueescum brasileiro Santa-Crus, capi-
tiu Candido Froderico di Cunba Bitancourt, carga
varios gneros. Passageiros Joio de CirvilhoPaei da
Andrade com um eicrivo, Francisco de Paula Gou-
vin, Francisco Pereira Bastos, Agoslmbo Angusto
de Vasconcellos rom um eicnvo, Bernardo Beierri
de Meneies, Jos Bernardo Bizarra de Menesescon
um criado.
mj.
DeclaraQoes.
ARREMATACOES. QUE SE TEEM DE EFFEI-
TUAR PERANTE A THESOURARIA DAS REN-
DAS PR0V1NC1AES.
DIA 12 DO COHBENTE.
Na estrada da Victoria ai obras :
Do 14." lanco oreadas em........ 10:823,438
Do 16. ........ 16:661,428
Da ponte d cidade oreadas em..... 13:966,803
Avisos martimos.
Segu vigem pira o Acarac, eom a maior bre-
vidide possivel, o pstiebo EmulacHo : quem no mei-
mo qui capitio a bordo do meimo patacho fundeado defron-
te do trapiche novo ou a Manoel Goncalve da Silva,
na ra da Cadeia do Becifa.
Para Macei sai, impreterivelmente al o fim di
presente semina, a lumica Santa-Balbina : quem ni
mesma quizer carregar, dirija-se ao rmazem de firi-
oha do caea do Collegio.
=Para a Babia segu, at o dia 10 do crranle, o
hiate Nereida, pregido e forrado de cobre, e de pri-
meira marcha: quem nelle quier carregar, ou ir de
paisigem, dirija-se a ra do Vigario, n. 6.
IM'ilors.
O correlor Oliveira transferio, por cama ds cho-
va, o iou leiliu de lazendaida Ioji do iaiiido joiquim
Concalves Cascio, e do outros, para quinta-leira 6 do
corrente, ai 10 horas da manhia, quando principiar
impreterivelmente, em cisa dos Srs. Matbeui Auslin
diCompaobia, rui da Alfandega-Velha.
= correlor Oliveira fari leilio, por ordem, e em
presenta do Sr. cnsul americano, e por conla e risco
de quem perteocer, de urna porcao do taboado avarii-
do, vindo prximamente de Salem pelo brigue llttrit-
v, cipitio J. B. Frinks: lexta-feira, 7 do correte
ai 10 borai da manhia, no armazem de Joiquim Lopes
de Almeida, por detris do theatro velho.
= 0 correlor Oliveira fari leilio publico, por or-
dem de Dowsley Raymood em preienc do Sr. coe>
ul britannico.e porcoota e risco de quem perteocer,
do lindo patacho inglez Unicom, capilio Pearion, com
ua mistrescio, relime, mconi e correntei de ferro, i
Que quer itsodiser, madama? dissa Villon, aru-
perligando-ie.
Suppooha, que Carlos Thor est de mira enamo-
rado (niu acha, que valho a pena P) suppiinha, que llu
apraz vr-ine de continuo, otar tempro a meu lado,
uppunha, quo para ino rhe ronviu Buar na ra da
Cliaronno, ou aqu, ou em qualquer nutra parte, qua
lera cun Uto a polica ? Curio tem algum 21 annm,
creiu eu, o que cuntlituo mainr, tenhur de inai IC-
ees, livre em ana ponoa, e nio vejo Cun qu direiloi
ua familia o faria prender em tua caa, como um me-
nor devairado P Havori queitat do leu procedimento,
depois <|ue deixou a cata do seu pai P Apresenlrlu-llu
cuntas nao talufeitu, e que aniiunoicnt despesat exage-
radaa? Pumo, quu nio I De que entio lo qneixa-Vi.'
Madama, dilte Villon, bem cinbarafado cora o tu ni
de monjil du Lrua, a fanulia de Carlos poda recciir,
que elle tone tu-'lima de alguma atrox vitada.
MSo etti Vm. ahi, para attottar, que elle se ach
era perfeila saude?
A final, madama, quo pretende Vm. ?
Eu.'eonhuri' Nl proieudo nada. A Vm. he qns
couvra fater essa perguula...... Que quer Vm.?
Poia bem quero restituir Carlua a tua familiii
se elle uto quixer voltar para ella, quero ao roano
v-lo.
Nio o bito.
Euliu queira diier-me onde poderei enoontra-lo.
Apelar da tua aeguridade, aoliava-e Leona impolli-
'(a at os seus ultimas cntrincheirimentm. Villon, cu
a sua brutal inhabilidade, havia chrgado a quebrar es-
aa trama lio hbilmente urdida. Leona tomuu um par-
tido desesperado ; fui u de occultar Villon durante va-
te e quatru hora, como havia t'oito com Carlos uranl"
quinte dias. Ergueu-se, e ru.|.ondeo a Villon:
Nio posto diser onde elle est; mas posso la lva-
lo......Queira esperar um momento, emquanlo t*""0
outro venido.
|(Can<*ar-a-/ /


"a*
-
completo de todos 01 raiii pertenec, com que acaboude
l.iersua ullmaviagem da Palagonia.com destino I In-
glaterra, para onde nio pode seguir, por haver sido le-
gamente cooemodo neite porto : boje 5 de) cor-
rete i 11 boraa da maohia junto porta da ai-
lociaco comraercial, largo do Corpo-Santo; sdvertiodo-
que, para enaine cnelbortiibeciaieto, podern 01
orelendentes dirigir-se anticipadamente a bordo do
nesmo patacho, ancorado defronte da Liogoeta, oode,
ni vespera, e no da do leiljo, achar5 o respectivo in-
tentarlo
Avisos diversos.
reir Coutioho.ou.ao menoi.aabero lugar deaua raai
dencia : na ruadaCrui. o. 66.
Jote- Mariins de Castro Guinchae$,
Quem- precisar de Uro advogedo de toda a prob
daiie, para quaiquer cauaa no Rio-Foimoso, ou mes
mopiraaoota illa de Agoa-Preta: dirija-ae a ra
dai Larangeirai, aobrado, n. 18.
prego, nem lbo era possivel cumprir bom com taotn
obrigacOes, como reeehilo sobre si; por fortuna sppa-
receo o honesto e desvelado pai de familia, o Sr. Mer-
tinbo da Silva Costa, que fea conceber toda a eaperan-
' ca de que desempeorara as obrgacei deste cargo com
toda a diligencia, visto o desvelo que ha tido em edu-
car aua numerosa familia; accrescendo alm Jisso ter
.rangeiras, aobrado, d. 18. ....... oito filbot, um formado, um mestre do collegio das
. Ape..o..queprec1..d.um.mUlb9ro.p par. fo Utba|lj(i.
eonpinbia : dinj-i-se a ra da Gloria, laja, n. V.
=Uoie, no pateo do hospital do Paraiio, n. 4, ha
t T ** ASVIIVU*U iruvifU-4 nruniu sw ('vi VOS -.. .
carne guizada com bajea aem milos, bervas com ovos, Unoil| do podei ler eB1 pwnmbuco, um e.tabeleci-
peiie frito e de escabeche, e maia alguna pitucos, que me|)to hem u|j| U|M ue h,ja regularidade no
os compradores quizerem e se fazem janlares para mento d| pre8,,c5eii pois que nio pode andar
Uataj- na roesma casa. Aderle-se, que nao bam Ud| ldriD,traio, faltando oa pagsmen
i a. ** ka narliriilnr
(ora .
hepubica casa; he particular.
Jlo Btnto da Silveira Torrea retira-ae para a
provioeia do Rio-Graode-do-Sul.
= A pessoa, que annuociou querer aer criado de
servir dirija-se ao sitio do eajueiro que achara com
quem tratar.
__ Preciaa-se de dooa feilores para um engenho ,
um que entenda de tratar de cavalloa e outro do ser-
rico de campo ; e lambern ae precisa de urna [ama pa-
ra lodo o aervijo de urna caaa do meamo engenho: na
ruada Cruz, n. 64.
OSr. Joaquim Francisco Monteiro da t-ranoe
queira procurar urna carta da Parabiba dirigida a S.
Me., que, por engarro, le recebeo docorreio oarua
deS. Rite. n. 85.
__ Arrendio-ae dona andares e urna loja da casada
rus do Fogo o 18 : a tratar na ra daa Cruzas d.
20 primeiro andar naa tercas, quintas e sabbadoi.
=a Alugo-se os segundo e terceiro andarea da caaa
daruadoQueimado n. 8, juntos, ou aeparadoa: a
tratar na loja da mesma cesa.
Precisa-ae de um oaixero para venda, de 16 a
l8annos, para tomar conta por bslanco o qued
fiador a sua conducta ; no Aterro da-Uoa-Vista na
primeira venda,se dir quem precisa.
_ Os credorea da caaa fallida de Ferreira & Oli-
eira queirlo mandar auaa contas a ra da Cruz, n. 16,
cass dos Sra. Wallhopp & Companhia.
Tendo entrado pelo armazem da casa n. 30 da
ra das Ciutei na noite do da primeiro do correte,
umcaroeiro; quem for seu dono dirija-ae ao ines-
moarenaiem que, dando oa signaes liie aera entre-
gue ; adverte-se nio ae correr risco.
Fazem-se quaesquer cortinados tanto para ca-
mas como parajanellaa e meamo para decorarles de
talas de baile*, ou de sociedade ; faxeodo-ae tambem
quaesquer furaedes de cadeiras de quaiquer feitio que
lejo ; colcbSes elsticos de todos oa lmannos ; e em
fim tudoquento for concernente a tapecaria-, com a
maior promptdio e por preco mais rasoavel,.que for
poisivel: na travesa da Concordia n. 13, detrs da
torre do Carmo.
HiplitoS. Martin* Companhia avisto a todas
sspessoss que tiverem penboresem sua mo, bajo
de os ir reagatar, no preso de i5 dias .contados do pri-
meiro do correte; do contrario serio vendidos para
pagamento daa divides que os meamos a/a. devem
Na mesma casa vendom-se aapatos de bezerro de urna e
duas palas muilo novoa e bons, por preco commodo.
Aluga-se urna casa torrea oa ra Bella com 2
salas, 5 alcovas cozinha (ora qjiintal e cacimba : a
tratar na ruado Collegio n. 15. segundo andar.
Antonio Jos Vieira da Cuoba, morador em seu
engenho Araripe-de-Baiio arrenda um outro seu en-
genho denominado Vinagre muito bom de pro-
dcelo ; e rende a nova planta, e a salra ao corle se
coovier a quem arrendar ; cuja safra exceder^ a 2500
pes: o engenho est prompto de ludo : qim o pre-
tender eotenda-se coro o annuncianle.
Arrendo-ae 2 grandes olariasemS. Anna.com
barro dentro para toda obra com extenso terreno pa-
ra plantarles, com 3 casas tendo urna dellaa com-
modos para grande familia com cacimba de boa agoa,
quintal com bastaoles ps de laraogeiras e cafoseiros :
a tratar em S. Jos do Maoguinbo sitio de portio de
Ierro defronte da capella.
- Quem precisar de urna ama de leite para aaabar
acriago de algum menino sendo ellasadia. i
e asaeada dirija-se a ra Nova, n 54.
- Alaea-se o primeiro andar do sobrado n. 38 da
rnadoRangel: quemo pretender, pode procurar aa
chaves oo segundo andar do mesmo sobrado e tratar
na ra Velha da Roa-Vuta n. 56.
. Roga-ae a pessoa que no caes do trapiche no-
vo se oflereceo ao caixa do hiate Nereida vindo do
Aracaty para entregar urna carta ao Sr. Pedro Das,
queir por obsequio a mandar entregar; poia que o
dito Sr. at hoje nio foi entregue da dita carta.
= Hoje tem do se arrematar impreterivelmenle ,
bem regulada
toa.
Fioa, portsnto, autorisado o Sr. Martinho da Silva
Costa i receber todas as prestarles que se voneert-m
do 1. de agosto em diante; e oque se deve ao colle-
gio, anterior i esta data, contina a estar autorisado a
receb-I o Sr. Antonio Ayres |de Castro, que, i pro-
porcio que lor recebendo, o ir applicando para sesa-
tisfarerem ascontss, que deve o collegio at ao ultimo
de julho.
Collegio Santo-Antonio do Recile, 1. do agosto de
8i. O director,
Bernaiiino Freir de Figueiredo Abren a Gaitro
= Preciaa-se alugar una pela, que saiba coziuli.tr
o diario de urna casa e faca o mais servico de una
casa; sendo que agrade do-se alguos mezesadian-
lados, caso queiiio : na ra do Livramenlo, n. 11.
Q abaixo assignado, no correr do mes passado,
mando por urr. annuncio nesle Diario, faiendo cer-
to ao Sr. Joio Marinho, como Sr. do engenho Arun-
daz, que no aeu engonho Caulista se acba um ea-
cravo, que diz ser de dito Sr.: e como nio tenha appa-
recido, t>rna a faier certo, que nio se responsabilice
pela fuga do mesmo eacravo.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque
-Oflerece-se um rapaz portugus, filho das ilbas
para criado de servir; e di fiador a sua condula : quem
quizer, annuncie por este Diario.
- Precisa se de um caixeiro, de 12 a 16 annoa : na
refinacio da ra da Senialla-Nova, n. 4.
Dio-se 200,000 rs. a uros; quem pretender, d-
rija-se a ra do Collegio, n. 16, que se dir quem d :
na mesma casa vende-se urna cabra (bicho) com cria.
Aluga-se um sobrado de um andar e sotio, edifi-
Hn a Ipm di: se arrematar immoreimiiiiiBii ----------- r----- -
COLLEGIO SANTO-ANTONIO.
Nio podendo o director do dito collegio com o 1ra-
balho da administracio, edirecc.ao do disciplina e en-
aino, reaolveoalliviar-sede parte do trabalho, nassim
eotregou a parte administrativa ao Sr. Martinho da Sil
va -Costa que tica autorisado aos reenhimentos das
prestaec-es, e costeio das despeza, do I." de-agosto.em
vante, recahindo aobre elle todo o lucro ou parda, que
bouver: aem que tenha i retribuir eousa alguma ao
director que ae encarrega da direcco acientifca e
disciplinar, e contina i reger aa aulas de francez,
geographia e philosophia.
J de ba muito, que o director deaejava encontrar
urna pessoa capaz de ae eocarregar. da admioistracio do
O.baixo assignado deaeja fallar ao Sr. Joio Fer- eolleio; Pq" em o seo genio era, pira ItalI em
" nran nnm hn un ni>ivtl flimnrir bem COm ISOll
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio numero 10, e no Aterro-da-
Boa-Vista loja n. 48, tirio-so passaportes para dentro e
forado imperio,aasim comodeapachio-sceacravos:tudo
com brevidade.
- Eu abaito assignado, Francisco Barbota Rodrigues
negociante desta praca devendo i verdade, minba
reputacioe crdito rommercial urna rectifiracio a res-
peitq do que o Illm. Sr. Arcenio Pompilio Pompeo de
Carpo, em um folheto publicadoem Lisboa,sol) o titulo
exposifio das circumstanrias que acompanhrio a
vioda a Portugal de^Arcenio Pompilio Pompeo de Car-
po, e sua priiio e processo em Lisboa astevera sobre
sua fortuna encarregada a mim, constante de faxendas
noa seos armasen.*, feilrias, alfandega e de proprie-
dadea e navios, e importante em aeiscentoa e noventa
contoa da ris; declaro muito solemnemente, qu<', tendo
eu tomado sobre mim a administracio da casa d'aquelle
Sr. tanto para satisfazeraot seus rogos e aos deveres de
amigo, como tambem para garantir um crdito, queeu
tinha cont.a aquella Sr., montante a cinco contos e tre-
sentos mil ris, curei com wloe promptidlo do chamar
O' credores todos, e de com ellos convencionsr a mellinr
forma do pagamento, que Ibes seria frito do que se li-
quidasse das poucas fazenrias e algumas cnusas de uso,
como cavalloa, etc. : e sendo-me ludo entregue perant
um grande numero do pessoasreipeitaveis, que commi-
go e seus caixeiros e o entregante Maonel Henri-
ques da Silva forio aos armr.zens essistir a eflectuar
a entrega ( como he provado por um documento por
todos assignado que para em minha mi), comecei
a liquidarlo, a qusl, depois do inlciramento ultimada,
dever montar, quando muito, em vinte contos de ris;
a proporcn, que fui realisando as lazendas em ser, fui
amortisando as dividaa do mru constiluinte. o Sr. Ar-
cenio, as quaes em total excedem muito ao seu crdito
realisaveli o quo ludo se prova por contas autentica-
das e em forma, que existem em meu poder, esobreludo
pelo fado de ser hoje necessario requerer aojuiode or-
phios,queaslettrasdodto^r..pessada*, no vslorderis
quatro contos quinhenlos cincoenla etres mil seiscentoa
odezoito ris, a fa.or do casalde Bornardino da Silva
Cuimaraes, so consideraisem (por lalta de fundos, eoto
que paga-las), como dinheiro mutuado a juros, ser-
vindo-lbede i,ypotbeca a nica propriedade, quo o Sr.
Arcenio possun na cidde.
Esta he a verdade, que (icaria oflcndida.se o meu si-
lencio parecease dar acqui'jcimonto ao quo se l no di-
to folheto a espeilo da fortuna do Sr. Arcenio. que me
est incumbida, e que eu, faiendo juatico ao meu cons
tiluinl, devo crr, que apparece all, ou por^ lapso de
pruna, ou por sallo do imprensa ; porque S. S. sabe
muito bem quio pouco tinha, e me deixou para haver,
e quanto eu devia solver aos seus credores, entre os
quaes tambem o erio os seus caixeiros por cal -ros em
divida de muitos mexes, e por dinbeiros, que algum dal-
les lllfl havia admitido.
Esta minha declarado nio pode ser contrariada, tan-
to porque he S. S. muito cnvalbeiro, para nio deixar
de confirmar a verdade, como porque tenho lodos os
-ocumentos, para provar, que a lortuna do Sr. Arce-
nio aqui deixada a mim, e que be loda quanta aqui pos-
Na fabrica de papelao das
Cinco-Ponas, n. 35, lia gran-
de porcao de papelao promp-
to, tanto para chaneleirocomo
para livreiro, o mais bem fa-
bricado possivel. Na mesma
fabrica compra-sc toda a qua-
lidade de papeis"velhos, paga-
se bem. E na praca da Inde-
pendencia, loja n. 27, ha gran-
de porcao de -.-papelao.
Antonio Luis dos Santos Companhia partici-
pio ao respeitavel publico que o Sr. Antonio Josa
Lopea deixou do sor aeu caixeiro.
= A pessoa, quo interessa fallar com Aodr Xavier
Vianna dirija-se a seu procurador Serafirn Alvea da
Rocha Bastos na ra daCadeia, n 33. ..
v bachaiel Loureofo Avellino dt Albuquerque
Mello, achando se incumbido de advogar, na comar-
cado Rio Formoso e seus termos algumas cauaaa dos
Sra. Francisco Antonio de Uliveira & Filho Jos An-
tonio Lopes, Jos Diogo da Silva e outros oflerece-
se para all tratar quaesquer outraa que*td>a, de que por
ventura o queirio iucumbir os interessados median-
te urna mdica gralificacio de seu trabalho podendo*
para isso ser procurado Indos os das em casa de sua
residencia, no pateo do Tereo, n. 9 das 6 as 9 horas
da mnhia e de 1 as 4 da tarde desde hojo at 8
do corrente.
Aluga-se um sobrado de un andar e solio, edifi- >U(Jj nJo fo ,urrcienie, para eu conseguir um dos fina,
cado de novo, com hona commodoa, com grande qum- q(je ,ccellel a 8UB procoracio que era saldar a
tale porlio grande, proprio para cocheira, silo na mlnha conta, porque devo esperar, que em ajuste final
ra Augusta ; duas moradas de casas terreas; e duas d conla, depoj, (|e ,lldo re8|d0. eu ( e mais al-
ljas. com grandes commodos; ludo por barato alu
guel : a tratar no viveiro do fallecido Muniz.
=Clara Candida de Santa Roa fat scien'.e ao res-
peitavel publico, que tem Contralado com o Sr. capi-
llo Cruz, ice-directordo arsenal de guerra, a compra
de sua caaa terrea, sita no paleo da Ribeira de Sanlo-
Aotcmc, n. 9: e quem com direito a mesma se ulgar,
queira annuneiar por esta folha, apeiar de estara an-
nuncianle certa, que a mesma casa est livre e desem-
penhaJs.
Precisa-so de um caixeiro, que tenha pratica de
venda, e quo d pessoa capaz, que abone sua conducta:
oa ruado Livramenlo, loja de cera, se dir quem pre-
cisa.
O abaixo assignado, arrematante doa dizimoa dos
cocos do municipio do Recife declara, que lem cedi-
do a arreoiatecio ao Sr. Joio Jos de Moraes.
Antonio Gonoalvee de Soraee.
Dentista.
M. S. Mawson, eirurgiio dentista, participa ao rea-
peitavel publico que rotende lazer urna viagem para
Inglaterra pelo fim deste mez e por isto convida a
lodosos Senhorea que quizerem usa* do seu prestimo,
nio se demorem em procura-lo, que, ebegando o na-
vio &u>ord-Fieh podar ser a sabida apressada, ea sua
demora fra deata prava ae estender a maii de 6 me-
xes. Na ra Nova n. 2, segundo andar.
Fabrica de chapeos de sol,
ra do Passeio-l'iiblico n. 5.
Joio Loubel tem a honra de participar ao respeita-
vel publico, que acaba de receber de Franca, pelos lti-
mos navios franceies, um bollo sorlimento do ultimo
gosto, sendo : chapeos deso para homem e senhora
de seda lisa lavrada, e furta-crea com cabos e caa-
Ides muilo ricos ; sedaa Jo todia as cores, e qualida-
des paoninhosentranyadose lisos; ludo para cobrir
chapeos de sol ; chapeos de sol de pannmho de todas
aa corea para homem com cabos e casles ricos
tambem concert os mesoios, tanto de hornei como
deseobora; pois tem ludo quanlo he necessano para
oa ditos, e proinetle muita brevidade, para faier qual-
de-Boa-Viala aa 4 horas da tarde a eajrava peobo-
rada a Tito Fiock Romano
& Puget e outros.
i., .nnunrin querer comprar oa na. do/-i
dador T"querendo do o. 40 a 123, dirija-ie a ra i-
reita padaria n.40.
USr. l'edro Uomingue.' Carneiro morador er*
Po-do-Alho queira mandar receber urna carta ,
vioda do Aracetj na ra da Cadeia do Becife, n. 21,
loja de Luix Antonio Siqueira.
Quem precisar de urna ama para o servico de
nina casa de familia a qual sabe engoramar e eounbar
com toda a perfeicio e asseio, dirija-se a ra da Penha,
por baixn do aobrado o. 27.
Quem tiver para alogar urna canoa qne sirva
paraconduxiieolulho, annuncie, oudma-io ao se-
cundo andar do wbiado n. 16 dafonte do theatro
velho.
- Precisa-se alugar alguna escravos forros, ou cap-
por excuo de esuchet $*<*, pura trabalharcm cm urna citrada ; na ruado
"gario armazem de asiucar, n. 22.
Joio da Silva natural de Lisboa ofEcial de
ourivea ue (iresenie em Peiuaubuco e rndenlo no
Bio-de-Janeiro tendo mandado de Lisboa seu filho
Eduardo Marcolioo da Silva, em companhia do Sr.
Franoiaco Xavier de Miranda noanoo de 163 i, que
o conservou de caixeiro em sua ca|| at 1833 tendo -
se ausentado o dito seu filho Eduardo para o Araca-
ty ou Asarat, oo mesmo aono deJ833 e nio aa-
Compras.
= Comprio-se, nesta lyi ograj hia, os nmeros l.S"
20 e 21 da colleccio do Archiva Popular do aono de
180, o o numero 12 do ann.) de 1813
Comprio-se todos oa nmeros do Lididor des-
e o primeiro at e.ta data estando em bom eatado :
quem tiver,aununcie.
Comprio-se eacravos de ambos os soxos de 12
a 20 anuos ; sendo de bonitas figuras pagio-se bem :
na ra da Cruz ariuaiem n. .'i i.
Comprio-io 'odas as orecSes allocuces e dis-
cursos do Sr. vigario Barrlo : na livraria da eaquina
loColl<*gio.
__ Comprio-se 2 pardos officiaes de sapateiro; sen-
do de bonitas figuras pagio-se beai : na ra da Con-
cordia passando a pontezinha, a direil, segunda ca-
sa terrea.
Comprio-se 2 escravos robustos e sadios, urna vez
que ae deem a contento ; pagando-se, nio agradando,
,s dias de servico na rs5ode 400 is. diario : na
ra do Pilar, podara n. 122.
-*= Compra-se o resumo das cartas de Cicero inti-
lulado = ad familiares = em portuguez Iradii-
do ao p da leltra ou a margem ; oa ra eslreita do
Itozurio n. 3.
al
uta -.i.... ..... j... a v -.-._.-, i----- t
de contas, depois de ludo realisado. eu ( e mais al-
gn* credores ) ficaroicom balanco a meu favor.
ludo que se disser contra islo he falso : eeu, com
quanto o nao espeie, ae vir repetir som correccio taes
essercoee de fortuna do Sr. Arcenio. protestarei e pro-
cederei dcvidamenle, para resalvar-me das consequen-
cias, que dellaa podem resultar, com daino da minha
re|iutaco Loanda, 7 de ablil de 14<. F'taneiien
liarboza fodriguei.
Keconhecoverdadeiroosignalsupra, do que dou le.
Loanda, 7 de abril do 1846 -l.M. Em testemunho
de Verdade. -Olahelliio, Jote Lucio Ulouratto.
= Eu abaixo assignado declaro,que. tendo prestado a
minha assignatura em um alteslado a favor de Arcenio
Pompilio Pompeo de Carpo, guiado smente pelo dese-
jo de ser ben' fico e philantropico, para com quem eu
ichava entregue s justica, conhecendo agora, que om
(al allestado apparecein asseicSes falsas, como a de for-
tuna, poniuanlo, dando-se como certa a existencia de
(90:000j000 foi isto inteiramento desmentido por
Francisco Barbo/a Rodrigues, a quem tal lortuna se di-
ra estar encarregada ; por isso a por estar convenci-
do, que fui trabido, abusando-seda minha boa fein-
caucio. quando se me pedio, e de mim oblverio a mi
nha assignatura, retiro o meu nomo para os effeitos pre-
tendidos ; e por desaggravo da minha consciencia e da
verdade, peco a todos, que o vrem all inserido, que o
bajo como nio escrito.
Loanda, 9 de abril de 1816.
Antonio de Axevedo Galianno.
= O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel pu
blico que pela escuna americana Locheil, vinda de
Boston entrada neste porto a consignacio dos Srs.
Ilenry Forster & Companhia ba recebido novo pro-
vimento de pilulas vegetaos do doutor Braodrclh :
quses forio despacbadaa emodia 11 do passado.
Estas pilulaa ..cujo autor basta para garantir sua ex-
celencia tornio se mu recommendaveis, nio su
pelas grandes curas que hio feilo como tambem .
por seren um medicamento completamente inoffensivo,
incapaz de causar o minimo prejuizo a saude, e que p<>-
de-se applicar a amboa ossexos.o em todas as idades. Ao
annuncianle, como nico agente nesta provincia, cabe
a gloria de asseverar ao respeitavel publico que as di-
las pilulaa alo as unicaa verdadeiraa que existem a
venda nesta cidade ; quae 5o remeltidaa para esta
praca pelo Sr. Arcbinold Forster agente do doutor
em Boston e cnsul brasileiro naquella cidade.
Os pretndanles encontraras as verdadeiras nica
mente na botica da ra da Cadeia-Velba n. 36.
Vicente Joede Unto.
A officioa de eiicaderaaco que o padre Lomos
eSilva dirige, emaruadeS Francisco, anligamen
te Mondo-Novo o. 66 acha-ae provida de todo o
- oecess.no pera o bom deaempeobo de quaiquer obra
beodo noticia, dalle desde aquello terrpo at boje ro- deencadern.cio por mais rica que saja, ">">"
r. au.lqo.r pessoa que* o conh/eer ou souber lem e eprompt. quaiquer emblema apropr.ado.
unrin cra aueira cor especial favor anounciar mesmas obra
po e!t. folb. J procurar aoSr. Joaquim Jos de -Concer.io-.ea. alampada, chamada, crceles com
Mrnd. nir, morador na ru. do Liu.men.o .machina ou aem ella com tod,a^.JW
O I lidio ; re.poo.abili.aMp-ie o concertador pea iaua
'- Alugio-iepreU ; n. rui Nova, n. 52, prioei-ldo andamento e Pa*preV. commodo:: na travetsa
ro odar. v Ida Concordia, n. 13 alri d tone do CirmoA
Vendas.
GEOGRAPHIA.
Vende-se um alias de geographia anliga e moderna
or AndrivcBU Gouyon da edico de 1843, a mata
moderna com oa ystemas; um tratado de coamo-
graphia geral ; e quadro das bamieiras des nacSes do
mundo conhecido : na ra do Collegio n. 10, pri-
meiro andar.
= Na ra Nova loja, n. 58, vendem ae.por commo-
do preco, sapaloes e sapatos para homem, ditos de mar-
loqnim para senhora, e tambem sola, couros e mait al-
guma cnusa.
\ endem-se linhas de carreteis, brancas com 200
jardas, de n. 12 a 130; enxinhas de eolebetes grandea e
pequeos, resmas do papel almaco de meia hollanda ;
ilitas do peso; pennaa de escrever do superior qualida-
de : na praca da Independencia, loja de miudezas, nu-
mero 4.
= \endoiii-so cadeiras dejacarand, ditaa d oleo ,
de balanco c de amuiello, urna commoda de Jacaran-
da com lampo depedra, um guarda-roupa de Jacaran-
da, s.ils, loucedores, marquetas de condur, angicoe
d'oleo, urna car'leir pequea para escrever, de ama-
rellu, com algum uso a de duas lates, camas de ven-
lo, eludo por preco commodo : na loja de trastea da
ra da Cadeia do Sinto-Antonio, casa de um .6 an-
dar, n. 18.
=\ endem-se couros de cabra, ditos | surrados, so-
la superior, cera do carnauba por muilo barato preco,
bausxiohos de tartaruga, aruana, um cal rinda de mui-
lo bonita figura o esperlo, deBannos, e charutos re-
talia emeaixinhas de 100, muilo superiores: na ra
da Cruz do Becile. n. 24.
Na ra do Rangol n. 11 anda ha para ven-
der muitas das obra de ouro e prala, e todos oa ohjae-
los dos j i annuncados ; assim como urna porcao de
msicas para piano, de varioa gostos, chegadaa do
Rio-de-Janeiro.
> Vende se dcionario universal da lingoa Irence-
U, com latim, e elymologiaa e supplemenlo de to-
dos os diccionarios: na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 14.
Vende-so para lora da provincia urna negn-
nha de 13 a 14 aifnos; na ra da Aurora n. 36.
NO ATERRO-JA-VISTA N. 3, LOJA DE
JOAOGUARDN,
vendem-.e joiaa de prala fina, chapeadas de ouro,
imitando pereilamenle as joias de ouro fino.
, Esta, joiaa de gosio moderno e muilo ricas, consisten)
em adereces, pulseras brincos, annea pol.doa e es-
maltados, correnlcs para relogios botaes alunte.
para peilu, &C .
Na mesma loja acbio-.e ricos chapeos para lenhora,
fitas o (loros para chapeos cacado de todas el quali-
dadet, merino e pannos finos franeexea para casacas ,
&c. <5o.
Itape-Gassc.
Avi.a-se por este annuncio aos freguezes do rap de
Gasse que, ha diaa chegou do Rio-de-Janeira, orna
nova remetsa do muilo superior rap grosto e meio-
gros.o e so acba a venda no lugar do costune o ua
ra da Ciiu no Rocile, n. 3B.
MUTILADO


r
"
A
Vendem-se corles de casi-
miras, a 4,^500; ditos superiores,
a 5,9000 e G#000 res: na Ioja de
Vicente Cardozo Ayres, na ra
da Cadeia do ilecife, n. 35.
Yendeni-sc os milito su-
periores c mais modernos
borzeguios jaspeados, para
homcm ; ditos para sen hora ;
sapa tos de couro de lustro ,
de I isboa para dita ; di los
de duraque e cordovao, a 800
rs. o par ; ditos de lustro, pa-
ra meninas, a 640 rs.; sapa-
tdes de lustro, para boniem ;
botina de bezerro francez, pa-
ra dito ; ditos ioglczes ; e un
completo sor ti ment de sa pa-
tos t/imiteni inglezes, proprios
.para o invern ; e oulras mili-
tas qualidades de calcado por
pieco muilo commodo: na
ra da Cadeia do llccifc, n. 5>.
\ ende o una parda do 8 annos sem vicios,
muito sadia,que sabe bem roiidhar, faaer doces,engom-
IPBr li'ur rendas coser liso u i|ue fez lodo o inai*
Servico de uma c.is.i de familia ; um pardo do 20
iituios sem vicios nein achaques, opluno para pa-
gom por saber liem inonlar a cavallo: no Alerro-
da-iioa-Visla fabrica de liebres, n. 2(.
Vcndo-seuma bonita eicrava, de 15 a 16 annos,
lecolbida, comprendas, perfeita mucama ; uma pre-
la de 20 annos, ama de leite, com urna bonita
cria, de 9 a l me/es ; duas cscravas, de lodo o servi-
co : na ra larga do Hozarlo n. 2i. piitneiro andar
Na livtaria dd esquina do Collegio,
vendem-se as seguintes obras : Corpo de
turnio rumano, nova edicao a grandes
voluntes ; Commentario as ordenaroes
por 1'eg.is, i4 v. in folio encadernarao
nova ; Pinlieiro, de lestamentis a v. ;
l'aiva e l'ona rpdauologia ; Estatuios
da nniversidade de Coiinbra, 3 v. ; I'ra-
lica judicial de Vanguervc, edicao de
iS4a, coi recia augmentada de urna s-
tima parte, e com um novo e perfeito
ndice geral ; Guerreiro sobro inventarios ; Higi-
ineiiios de fazenda 2 v. ; Ordcnacoos Manuolious ,
Affonsinas e Plulippinas ; Diccionario jurdico do
Pereira e Sou/.a ; Addirdes as primearas linbas civis, do
mosino 4v ; Platica criminal do foro militar, lv ;
l.egislaco portugue/a por Delgado com 2 supple-
i' rolos 8 v. ; Repertorio as incsmas por Fernandes
I lumia/ riovaediiao de l ; ftepeitorio as ordena-
coes 4 v Primfirtl linlu do proi esso criminal, du
l'creira e Soma, novaedico, com importantes notai
sobreest processo; 1'onies prximas da CompilncSo
Pbilippina I v. ; Elementos sobro a praxe do loro,
do Itncba Penis, 1 v.; Peculio do utos, ou guia dos
cscrivacs e procuiadores nos processos, nova edicao ,
HiUito augmentada, I v. Obra* jurdicas d Itoinet.,
nova edica.i ; Formulario, ou inetbodo pira fazer toda
a sorte de libellose | iludes no foro, 1 V. ; Tratado
sobre aposentadores I v. ; Asenlos da casa da sup-
plicacSo, cu 11itidot em 1 v, nova edi^go; Collecco de
leis rontinaaci > da edicao de Ooro Preto at 1 845;
Obras de Pascoal, em latim e poi luguez ; Juizns di-
visorios e tombos por Menezes 2 v. novu edicao ;
ndice cbronologico remissivo da legislado porluguo-
la posterior as ordenacdi's com appendices, G v. ; o
i v. du direito civil de ISorgcs Carneiro em se-
parado ; (juia doscollectores com toda a legislaco
sobre as collcclorias, 1 v. ; Manual du a|ipelli.coi'3 e
aggravos ; dito do labelliao ; outrinas das acedes, e
processo orplianologico : estas 4 obras com toda a lo
gslacSo brasileira respectiva ; Digcsto braseiro, aug-
mentado com um appendicu contendo a legislado no-
vissima do lrosil ; Manual do cidado brasileiro em
10 lomos brochados ou 7 v. encedernados conten-
do constituido lu da guarda nacional, regiment
das cantaras municinaes advogado do povo, lei ele-
toral cdigo do processo e sua reforma, e orpbano-
logia brtsileia ; coda tomo coolin a legislaco poste-
rior respectiva e vendoui-su taubem as obras em sepa-
rado.
= Vendem-se 5 pretas mocas com habilidades ,
uma des quace engomma; 2 pretos denacao; um mole-
que de 14 annos sem vicio nem achaques : uo pa
leo da Matriz de S. Antonio sobrado n. i
Veodem-se 2 moleques de elegantes figuras, pro-
prios para atompanbarem qualqucr menino; na ra da
Cadeia do Recifo, ii 43.
tuS Continuo-se a vender corles de bircge, fa- &3
)'/' faienda de seda do iiltioio gosto para vesti- 2
P|j dos do baile ; na ra Nova n, 12.
EB8% tzmzmm mmLfrjmmsm a
=Vende-se ou permutase um sitio oo lugar do
Bougi com muilo boas Ierras para plntenlo, e crie-
cao ecom casi de vivenda ; na ra do Hospicio,
ultimo sobrado a direita.
=Vendem-se 2pretas crioulas mocas, com algu-
mas habilidades ; na ra da Cadeia de S. Antonio,
n, 13, segundo andar.
Vende-se, por 160,000 rs. t um prela da Costa ,
idosa boa quiladdoira ; na ra de S Rila o. 85.
Vende-se uma preta engommideira e cozinhei-
ra ; na ra larga do Rozarlo n. 46, primeiro andar.
Vende-se uma sabia muito cantadeira por pro-
co commodo ; na ra do Rangel, n. 17.
ATTENCAO !
Vende-se rap de Lisboa, do
ultimo ehegado, bem fresco ,
fbrmidavcl aroma, e boa cor.
Os tomantes que gostao da
boa pitada venho a ra da
Cadeia, loja n. 50, confronte a
ra da Madre-de Dos, que
se garante a boa qualidade.
= \ende-se na livreriada ra do Crespo 11 ,
um dicciooaire franecais a allemand; uma Prozodia, em
bom papel da sptima edicio ; novo diciooario fran-
cez-portuguez por Fonseca ; nouveau diticionaire por-
lugais-francais par J. I. Roquote ; Postillado com-
mercio ; Amigo dos bomens ; Panorama em bom
papel e bonitas estampas; Memorias histricas do Rio-
do-Jsneiro 9 v.; varias obras do Panten ; fbulas
de la I mi! i ni com bonita cncadernaco; Piloto ins-
truido, 1 v. ; Kssainsur l'electiicil de corps ,1 v. ;
Traite de navig lin.i ; L'art du naviger 1 V. lv:
clessaslique histoire 1 : por preco commodo.
Vende-se carne do yerlao e lingoi-
eas | na praca da Boa-Vista n 18.
B Vende-se um escrevo, que enlende bem do tra-
fico de padaria moco e sem vicio algum ; no becco
das liarreiras na Boa-Vista n. 4.
Vende-se, por 430,000 rs. um escravo cebra ,
de .!) annos do servico de campo ; na esquina do
l.ivraniento n. 1, segundo andar.
Vendem-se 4 vaccas escolhidas, bous leileiras ,
e cujos beierroi esto bem nutridos; sse vendem todas
quetro por se nao podereu. ter no lugar : a vista dos
compradores so dira as rases : na ra larga do Roza-
rio a fallar com Joao Jacintbo Cabral que dar io-
formeedes.
Veodem-se 1700 oitavas de prata velha de boa
qualidade ; na ra do Oueimado cesa de Antonio
da Silva Gusmao.
Farinba de mandioca.
No aunanm da pruia do Collegio ha lamilla de
S. Mulliros e da Ierra muilo boa a ''jO rs. o al-
queiro velho ou saccas.
StB REFINADO PARA N ELAS
ebegado ltimamente da America, em barris peque-
nos ; vendse no ermazem do Recelar, no caes da Al-
fandega.
Ycndem-se 12 esclavos sendo : 4 prelos; 1 par-
do ; 3 pardas de 10 a 20 annos ; 4 uiulalinhos de
12 a 14 senos ; todos proprios para o servi(o de cesa :
na la da Cadeia do S. Antonio n 25.
=Vondem-se saccas com lurelos eo barato precio
de 2500 rs. ; no armazem do lireguez ao p do arco
da I .uncen o.
Phosplioros, a iOris a cai-
i \inlia,
vendem-se nn loja da ra iarga do Roza rio defron-
te da travesea das Cruzes o. 20. Estes phosplioros
sao inlalliveis e em porefio vender-so-bao por puco
ainda oais barato, do que o cima dito.
= Vendem-M moendas do ferro para cngenbos de
assucar, pera vapor agoa e beslas de diversos tama-
nhos por preco coiiimodo ; e igualmente taitas de
fero coado o batido de todos os tamanhos : na pra-
i;h do Corpo Sanio n. 11, em casa de Me. Calmont &
Lompanhia ou na la de Apollo armazem, n. 6.
N. 40, ra do Trapiche relogios de ouro de
patente ingle/, muilo hons ; correnlmhas do ouio
padrao Principe Alberto; e um cbronomclro para
navio mu i bem regulado: ludo so vende a prunos
cominoJos,
Farelo.
=Vendem-se saccas muilo grandes com farelo: nos
srmazens de Bacelar e do Guimi ies no caes da Al-
fandege.
=- Vende-se cerveja branca e prela de Londres,
Barclay & Companhia a inelhor que ha em porcSo,
ou a retalho : vinhos de Tcneiife Madera, e de ou-
tras qualidades ; Bgo'erdcnte de Franca engarralada,
o de superior qualidade : na ra do Trapiche n. 40.
Ka ra do Crespo, n. 12, loja
nova de Jos Joaquim
da Silva Maia,
vende-se um novosorliiiiento de vestidos para senhora,
da rica fazonda chamada indianna ; a qual alera de
ser de cores escuras, tintas lizas e ricos goslos lem
um tecido que linge ser de sede e o seu diminuto
preco bu do 300U rs. ceda corte ; bem como lambem
da fazenda victoria a 4000 is. cada coite ; oe quaea
ollorecem as mesnias ventagens aos compradores por
serem escuros, e por isso se tornio recommendaveis
pera a presento estecSo: igualmente um rico sortimeo-
to do casimiras para calcas ; chitas para vestidos; e ou-
tras omitas fazendas que serio proseles, e se ven-
dered por presos commodos.
Vendc-se.no lugar do Po-Amerello, uma pro-
priedada de Ierres que ebega a beira-mer com 700
ps de coqueiros dando fructo 800 ditos de aono e
ineio de plantados e uma boa cesa de laipe : a tratar
no forte do buraco ou annunoie por esta folbe.
Vende-se sebo refinado para velns,
ehegado ltimamente da America, em
barris pequeos ; no armazem de Joa-
quim da tjtlva Lopes, n. ao, (dc-fronte da
porta da allandega.
Vende-se banha de porco, em barris e latas, toda,
ou ume pequea porcSo ; na ra da Alfandega-Velba ,
n. 36, segundo andar a fallar com G. P Manouvrier.'
Vende-se uma escrava de boa ligura, mota, com
habilidades ama de leite com uma cria de 0 uio/es
muilo bunita ; uma dita, d* lli^t 16 iodoi, perfeiU
mucama e de elegante figura ; uma dita moca, por
350,000 rs : na ra larga do Roiario o. 24 pri-
meiro andar.
Vende-se carne do serijo muito boa; cera de
carnauba ; dita de abelha ; prata velha ; sola; couri-
nhos de cabra; bezerros; canas de tartaruga ; 1 mu-
ala muito clara com babilidadti: na ra da Crui ,
armaiem n. 51.
Pilulas universaes do doutor Morison. Recom-
mends-se essa medicina composta (3o smente de ve-
getses e hervas medicinaos nao contendo a mais pe-
qoena partcula de mercuriaes, ou oulras misturas
nocivas a manlensa humana, e sendo, por esta raso ,
perfeitamente innocentes e adequadaa a mais lenra ida-
de e a mais [dbil eonstruccio ; o que prova ol milita-
res de curas, que bao feilo.
O doutor Morison est seguro do patrocinio do pu-
blico pelo bom resultsdo que defina teem tirado.
Aeliiio-se a venda na ra da Cadeia n. 46.
FARINHA DE TRIGO, MARCA E GALLEGO.
Veodem-se, em porcSo ou a retalho, barricas com
larioha gallega: no armasen de Joaquim Lopes de Al-
meida atrs dothealro.
= Vende-se um lindo moloque, de 18 annos ; um
mulatinho de 18 annos ptimo para aprender qual-
quer officio ; 2 pretos um dos quaea he canoeiro e
ambos proprios para lodo o servido ; um preto da Coa-
la : na ra estreita do Roiario n. 19.
Veodem-se na ra da Cadeia do Recife n. 46 ,
charutos ragalia ebegados de prximo e vinhos da
Mi ile1 i ra, Porlo Sberry e ago'ardento de Franca da
ineluor, que lem vindoa este mercado.
Vendem-se8 escravos : sendo um moleque de
16 annos ; 2 pretos, de 24 annos, proprios para lo-
do o servico; um mulatinho quasi braoco de 11
annos; uma calumba de 16 annos, com principios
de habilidades e de linda figura propria para se
educar ; uma parda, de 25 annos, cose chio cosioha
o diario do uma casa e lava ; 2 pretas que cozinhio,
lavo e sao boas quitandeirss ; lodos sem vicios nem
achaques: na ra do Collegio o. 3, segundo andar.
Vende-se uma escrava que sebe coser e engom-
mar; na ra de S. Rila, n. 121.
Vende-se, em conta, a pone de um grande ter-
reno com alguna arvoredos de fruclo e com uma pe-
quena casa de leboas, no lugar da Floresta em Cun-
da ; na ra da Cru< n. 4.
Vendem-se,
na praca da Independencia n. 14,
As poesias de Jos Mara da
Costa e Silva/2 v., 4.^000 rs.
contendo o primeiro, excelkntos elogios a muitos va-
rees illuslres ; e o segundo fbulas moraes; obra in-
teresssntissima na quel o insigne poeta demonstra
quasi toda a qualidade de versos, que se poJoin for-
mar na nossa lingoa.
A historia de Cromwel
por M. Villemain conforme com as memorias escrip-
ias daquella poca, e ascolleccOes das notas parla-
mentares traduzidas do francez por M. S. de C. Cou-
raca.
= Vndese uma mulatinha, de 14 a 15 annos,
mucama de casa de muilo bonita figura cose mui-
to bem coznha engomma sem vicios nem acha-
ques : na ra da Concordia psssando a ponlezioha ,
a direita, segunda casa terrea.
O bom barateiro.
\a ra da Cadeia. loja n. 50,
confronte a ra da lia
dre-de-Deos.
Vende-se 1 rstenle de corles do cassas de cores filas,
para concluir. pelo beratissimo preco de 2300, 2500 ,
2600, 2800. 300 rs., 5200, 3600 e 4000 rs. ; ditos
novos, de muilo bom gosto a 3000 rs. ; superiores
bins finos de cAres e brancos a 1700 rs. a vara ;
merino preto fino a 4000 rs. o covado ; casimiras
france/as ptimas para calcas a 4000 rs. o corle ;
corles de lia para calcas com 3 covsdos e meio a
1760 ra. ; ditos de cotins com 3 covados e meio,
a HH) rs. ; ganga azul franceza al20rs. o cova-
do ; e oulras multas fatendas por prevo mais barato
possivel.
Vendm-se taboas de pi-
nito a 40 rs. o pe ; atrs do
thcatro.
Vendem-se, na ra da Cruz, n.
6o, e no armazem de Braguez, cera
em velas chegada ltimamente do
l\io-de-Janciro, de uma das me-
lltores fabricas, em caixas peque-
as sortimentos a vontade do
comprador por ser de ineia libra
at i6 em libra e por preco mais
commodo do que em outra qual-
quer parte.
truide de podra e cal, com cbos proprios, oitCea m,.
eiros quintal murado ,e cacimba ; na roa atril .
matriz da Boa-Viela n/11.
Pelle do diabo, a
l#4A0'rs.
Na loja da esquioa da ra do Collegio com freQ(
para o arco de S. Antonio vendem- se corles para ci|.
fas da fazenda eppellidada pelle do diabo__.codiJ
covallos e meio Cada um a quatro patacas e nieii
esta fazenda be lecida a algodio e lia sua grosion
eicede a da lona as auas cores e padrOes rivsliij0
com as mais modernas casimiras francesas; sao bulan.
le escuras, e por isso muilo propriaa para o uso de pri.
soes empregadaa em ai mateos, e oulros Iraficosdo com-
mercio, e bem assim para montar a cavallo: os compra
dores, que pretenderen! ver o sobreditotcorles, poden
mandar pedir as amostras, que promptameote se Iba
darao. tob o competente peubor.
Vendem-se superiores casimiras
francezas elsticas, de padrees mui-
to modernos, pelo baratissimo pie- *
co de s rs. o corte ; ditas inglezas
de muito bonitas cores, e muito su.
periores em qualidade, a 5'6oo rs.
o corte; loalhas e guardanapos de
puro lindo de todos os tamanhos;
ricas editas largas francezas, dos
| pac roes mais modernos,que tceinop-
S parecido ; pannos finos de todas as
H qualidades, assim como um comple-
i to sorlimento de fazendas finas, tu-
H do por precos t5o em conta, que \
vista das qualidades os compradores
nao pdem deixar de comprar: na
jH ra do Queimado, nos quatro can-
tos, loja nova de Jos Moreira Lo-
pes 6c LV', na casa atnarella, n. 29.
feuperior vinho de Lisboa,
vende-se em bsrrit de quinto ; e um guarda-roups,
por preco commodo ; na ra da Cadeia-Velba 0.6,
primeiro andar.
Cal virgem, a 1^000 rs. a
arroba,
vende-se no armazem do Sr. Antonio Aones junio i
al'andega.
= Narciso Jos da Coila ainda lem para vender um
resto da verdadeira estamenba para terceiros francisca-
nos ; no pateo do Carmo, esquina da ra de Hurtes,
o.2.
= Vendem-se, por preco mdico, na ra do Cabu-
g loja de fazendas, n. 6 as seguintes obras : dic-
cionario de pronuncie ingleza por John Walker ; o vi-
gario de Walkefield ; compendio do grammatica in-
giera de IWurray S. ; a Nova lleloia em | orluguez ,
4 v. ; Astucias de Berloldo ; Escola fundamental.
Vende-so farinba da (erra a 3200 rs. o alquei-
re pela medida velba; um pepegaio follador; uma
frasqueira ; um.vidro fiencezde un-a luz ; uma cl-
ele ira de ferro de 8 pollegedts; 300 oilavas de priU
em obras : na ra do Caldeireiro, n. 80.
=Vende-se a armaceo, e livrosda botica da ra da
Cruz n.o ; bem como um herco uma cama e de-
grao de Jacaranda em muito bom estado ; orna mesa,
propria para picar fumo: na inesma botica ou no
Moudego, defronte do portio doSr. Luiz Gomes.
Vendem-ie 2o escravos de ambos os sexos de
6 a 25 annos, tendo alguns habilidades; 2 par-
das claras, eom habilidades ; todos de bonitas figuras ,
por prego commodo : oa ra da Cruz, armasen o. 51.
Vende-se a venda sita na ra da Madre-de-Deoa,
o. 24 conlronie a porta da igreja muito afreguea-
da tanto para o mallo como pera Ierra ; o motivo da
venda se dir ao pretendeote : a tratar oa mesma
venda.
=Vende-se ama morada de casa terrea, na ra da
S. Miguel, n. 70, na potoajQ dos Afogados ,.cona-
Nesla loja do Bom barateiro ha um novo sor-
limento de cassas em cortes, dos mais moder-
nos e bonitos padrees que teem viodo a es-
la prega ; assim como chilas e rucados frsn-
cezes e um completo sorlimento de madapo-
loes, de 2B0O a 6000 rs. e oulras muilss la-
sendas finase ordinsrias, entre as quaes ha el-
gumas do lempo do rei velho,que se vendem por
lodo o preco, s afim de sortir ele novo; pois en-
tre ellas apparecem boss pichinchas, que os
fregoezes do bom e barato, nao devem perder.
Escravos Fgidos.
- Fogirlo, no dia 13 de julho do crrante, do eo-
genho Pirauhira fregusia da Escada 3 escravos
crioulos: Vlanoel, de 25 annos bonita figura seteo
do corpo alto, pernee compridas meio banzein do
aodar : Manoel, de 25 annos de bonita figura, altu-
ra em proporrio grosso do corpo cara redonda,
narii grosso : Malheus de 20 annos altura rejtuler,
cara redonda olhos grandes um inchaco no meio Ja
canella da perna esquerda. O primeiro foi esersvod
Francisco de Paula Itaptista Carneiro do Ico; o se-
gundo de D. Florinda Francisca de S do rio do Pe'-
le ; e o terceiro de Francisco Coelbo da Fonseca ,
do Ceara ; tendo sido todos remeltidos a osla praca so
a>. Francisco Joaquim Cardozo a quem forio com-
prados. Roga-se a apprebenso desles escravos, onda
qur que sejSo encontrados e remete-las ao dito en-
genho a seu senhor, Roque Ferreira da Cotia ou
a Sebastiao Jos Gomes Penna, na ra do Collegio .
que recompensar generosamente.
PBHty JNA TYPS DE niVF DI FAMA
_i8tf


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