Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08333


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Full Text
Limo de 1846.
Quinta feira 50
O DIARIO puW'ci-se lodosos dias que nao
hrtm de RUarda: o preeo da assinatur lie He
%n r. por quartol, pagos adiantados. O
nuncios dos assiguantes sao inseridos a tamo
v 'i ra pni" "'"'>. 40 ri5 e-n 'yP m"c"'
'. o- repelirSes pela melle. Os que n-o fo-
ignanleJ pgo 80 ris por lino, c 10"
, iypo differente.
piuSES DA LA NO MEZ, DE JULIO.
rucele a I as 7 horas e 3 minutos da manhaa.
Relela 8 a8 ho 5 minutos da larde.
Loante a 15 a, II horajeS min. da man...
fTTov. a J3as i horas d. larde-
Cresceute a l as 8 boras e 4i minutos da rasa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna e Pnrnliyl'a Secundas e Sextas lieiraj
Rio Grande do Norte, ct.ega as (luanas feiras
ao meio da e parte lias mesmas lloras as
Quintas feiras,
Caho, Seriuhacm, Rio Formoso, Porto Calvo e
Macey, no l., II e 21 de cada rae.
Garanhuns e Knnito a 10 e 24. -
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as Quintas feiras .
Olinda lodos os dias.
PREAMAR DE HOJE".
Prmeira as 10 li. e 54 minutos da manha.
Secunda as 11 li. > 18 minutos da tarde.
de Julho.
Anno XXII N. 166.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda S. Pantaleo, au4. d > J. dos orf. e
^ dnJ.do C. da 2. v.,doJ.M da 2. y.
28 Tere* S Innotrncio, aud do J dociv. da I.
., e do i. de pa do 2. dist. de t.
29 Quarta S Martlis, aud. do J. do civ.
da 2. e do J. de pr do 2 dist. de t.
30 Quima S Rufino, aud. do J.dc orplios, e
do I municipal da I. vara.
31 Setta S Ignacio aud do J. do civ.
v. edo J. de pal do I. dist. de t.
1 Sabbado S. Pe Jo, aud. do J. do civ.
v., e do J. de |>.u do I. dist. de t.
2 Domingo S. Eslevo.
da I.
da I.
CAMBIOS NO DA 23 DE JULHO.
Cambio obre Londres "d. p 1*1 00 d.
* PmisJ reif por franco.
u .. Lisbo.i i u "/o premio por mal.
Dwc, HelHrasdrbnas firmal I '/, p 0/.."oJ"T-
Omiy>Oneas bes| Moidadeiljn vel. I<00 a laftiOO
d,- i;.jn.inov. infooo a lfn'>
i) de 4*000... 9,0*10 r I I"1
Prata PaUrcss....... I|940 a l t Pesos columnarcs ljf!lii a l|980
Ditos Mexicauos. 1*910 a 1*960
u Muida.......... I#70 a 1*780
Aceesda Coinp. do Bebcribe de 5OJO00 ao par.
_**
DIARIO DE PER1MMBUCO
. PARTE OFFiCIAL.
Gt)vernt da Provincia.
EXPBDrCItTB DO DU 21 DO COREKTE.
OUlcioA<> Exm. tice-presidente dat Alago, de-
rivando, entencedo pela unta de juttica. n proce-
ioi doi toldados Francisco Antonio, Jos da Silva, Jote
Marques Baloema e Jos Antonio. Tamben te de-
,o!*6rio : ao presidente "do Rio-Grande-do-Norte
o proeettot dot toldadoGaspar Jos Francitco e Lau-
renlmo Ehat Lima ; a ao do Cear, ot de Francisco da
Cuoha, Raymundo Ignacio Lopet, Bernardino Jos de
Urna, Bernardino Francitco Bsrbozt, Pedro Jote Fran-
cisco, Bonifacio Farrpirada Silva, Manual P.'reira, An-
tonio Jote de lirit,Manoel Jote Mailint e Antonio
Jotquim.
DitoAo inspector da thetourana dts rondas pro-
lincitn, ordenando, que, daeonformidaJecom tt clau-
ulai etpecitet, que Ihe remello, ponha em arremilBCao
obrasdot Unco U. e 15 da estrada da Victoria,
etsda respectiva ponte.l'articipou-so ao engenheiro
em chele das obrat publicas.
Dito__Ao administrador dt meta do consulado, de-
terminando, nao matricule como brasileira a barca bel-
ga Amalia, emquanto pender a lide, que a reapeito do
direilo, com que a ella te julga quem a alienou, tutei
tira oebmul da Blgica netta cidadeParticipou-se ao
mencionado contul
PaitaraMandando, que a Francitco Xavier de Mi-
nada te paite patente de mejor do quinto batalbio (la
guarda nacional do taHinicipio do Rwcil.Participou-
seao respectivo commandanle superior e ao nomeado.
DitaReolvendo, que o termo do Cabo te divida
em dous dittrido : determinando, que o primeiro del-
let co'iiprebenda a freguezia do metmo nomo e a da
Muribeca ; e o segundo a do S.-Miguel de Ipojuca ; e
ordenando, que naquelle eonterem-ie no exercicio dos
etrgos de delegado, aubdelegado, e aupplent>s deitet,
otindividuot, que eemelbantet lugares ocoupavio.
Nomeou-te pan delegado do lefoundo dot mencionados
districtot a Jos Antonio Piret Faloioipera aupplentes
dele : em primeiro lugar, o coronel Bernardo Jote
da Cmara ; em segundo, to capilo Bernardo de Al-
lemao Citneiro ; em terceiro, ao major Theotonio da
Silva Vieira ; em quarto, ao major Pbilippe SantiaKo
Vieira la Cunha ; em quinto, ao coronel Bernardo To
lentino Mamo da Costa Reit; e em texto, ao major J-
le Flix da Cmara Pintel : pira subdelegado da paro-
cbit de Ipojuca ao tenerte-coronel Bernardo Jos da
Ciimara, e para leut tupplentes: em primeiro lugar
o capitn Luiz Allomo Ferreira ; em segundo, o capitio
Fraocino Jos da Costa Guimariea ; em terceiro, co-
ronel Jobo Ctrlot lio/erra Cavalcante ; em quarto, Jo-
s Vieira da Silva ; em quinto, o major Flix Jos da
Cmara Pimenlel ; e em texto, o lenle Antonio Ro-
drigue de Almeida : e pirticipou-ie aochofe de poli-
cia interino.
O mioiilerio ingle eslava seriamente ameicado. A
cmara dot commuosditeutia o bil de coerci contra a
Irlanda. Elletinha naturalmente conlra ti o whigs e
os Irlaodezet; mas tamben linlia contra ai a fraccio a-
paixonada dot torys, aquella, que nio pode perdoar-lbe
o bil doscereiet. Na ultima sessSo (de que hatia no-
ticia) tmha lord George Bentinrk, chufe detsa fracgSo,
levantado violentamente o eatandtrte da revolta. Eii-
aqui algumat paisagent do aeu discurso :
Creio, que o cnui ftvderis ha chegtdo, e que nao
he maia nem posuvel, nmn licito boje sustentar o go-
verno. To lotos hooradot membrot, que te senlSo ao
redor de mim, nao teem confianca not ministros da rai-
nha : ellos n3o podeno invetti-lns de poderes inconsti-
tucionaes, se Ih'o viessem pedir. Todava, o ministerio
deixou passar um longo prazo entre a primeira e a te
gunda leitura do bil coercitivo da Irlanda, o que oH-
rece um contralle notavel com aiui conductas reipeito
do billdoi cereaes, accelerado o mais postivel, gracat
ao zlo dot novos converso!. Quanlo mais depressa po-
sermos de parte o bil e o ministerio, melhor tere
Couta singular O horneen, que se jatava de nunca
querer ser ministro por tolerancia, he precisamente o-
brigado a contar, ora com um, ora com oulro lado des
la ca mar : urnas vozet com ot teus adversarios, oulr-s
com os seus janiraros atsalariados e com os renegados.
(uiurro) O paiz nao pode esquecer, qu foi duas vo
es engaado polo mesmo homem .' Em verdade he
lempo de oderecor urna reparaco conveniente aot COf-
pot eleitoraes intultados e trahidos. (Eiculai ) He lem-
po de mostrar Europa e ao mundo inlairo, que os mi-
nistros nio sio a representarlo da opiniio publica ; hn
misier p-loa um ineuoria, e eipelll-los do poder, afm
de rehabilitar o parlamento, e lazar publica confissio
da lraicio.de que o povo be victima.
He. como ae v, urna guerra dessbrida. Se o minis-
terio vai de vencida, cumprira, que se retire, ou que
dissolva o parlamento. Nete cato, a sorte do bil dos
cereaes* seria bem depretsa decidida na cmara dos
lords.
Cartss de Londres, recebidas a 10 de junho, em Pa-
i, depessoat bem iolormadaa davio a situac&o do mi-
nisterio como limito critica.
No dia 12 te bavia de dar o combate docitivo.
('mu.)
EXTERIOR.
t
INGLATERRA.
Ai aessSesdo parlamento inglei oereciio pouco in-
te resse.
leudo a ligasttingido em grande parteo fin, a que
se propunba, aoabava de licenciar o seu exercilo. A
commitiio directora loi reduzida a 6 membros. O ur-
gi directo da atsoeitcao, o jornal Ligue, ia cesiar de
appareeer. Ia-se abrir urna subscripcio publica pata
oderecer a M.Cobden 100,000 libras ilerlinas. biso
que ie chama taber recanbreer os servicos prestados!
No dia 6 de junho tinba batido em casa de lord Jobn
Rusiell urna grande reuniio de whig e Irlandeses.
Trttava-te de concertar i marcha a seguir acerca do bil
de coercSo contra a Irlanda o do bil sobre os sssuca-
rei.
Decidio-ie unnimemente, que se combateria com
todst ai forcei o primeiro daquellea bilis Lord John
Ruttell devia propor e desenvolver a emenda adoptada
em commum.
(uanto ao segundo bil, ji se annuncioo, queoebe-
fs do partido whig queria propr a suppreseao de todo
o direilo dillerencial Sobre o aasucar eitrangeiro. Era
exactamente a'applicacSo do principio, que o gabinete
acabava de sustentsr a favor dos cereaes. Seria curioso
ter, i0 rile quereria ser consequente comsigo meimo,
esepertiitjria nsquellss doutrinas, que recentemente
pregou com todo o lelo de um novo converso.
a Estaramos promptos a aposUr pels negativa ( du
a Prests.)
RecelrSo-se. por viaextraordiDiia, em Parn, jor-
nias ingleses de 8 de junho.
O JtfcVnBj-CArortcf-ennunciava, qoe o governo
britannico, envergonhado do papel equivoco e estril
que representava no Prata, de meias com o governo
francas, acabava de expedir um agente, M. Hove.com
a minio de entabular negociares com Rosas, e de por
termo a esss semi-ioterveocio, que nada ten prcduiido.
A confissio (ranea de um erro, aioda que tarda,
accrescentav o Iformno-CArome/, be militas ese*
urna repararlo sucieote de auas triste consequen-
cas. Te rasio (dii a Pruu), e nos desejamos ar-
dentemente, queM. Guitot imite a conducta de lord
\herdien,
INTERIOR.
Rio^de-Janeiro.
CMARA DOS SRS. EPUTADOS.
ADMISSA5 DO SR. VISCONDE DE GOIA.NN*.
(Continuatdo 4p numero 164. )
O Sr. y unes Machado:Uevo principiar, exign-
do dot nobreidoputadot, que tonto se aprrgoio aqu
de urna consciencia sas, e que prncurio appareeer no
paii como o non plu ultra da coherencia e probida-
do, que nio tenhao a meu reipeito o dos meuscompa-
nheiros essa reservs, que elles malignamente inculcio
na tribuna. Eu declino de modo de argumentar, e s.
ot nobre deputadoa te nio apresentsrem aqu com a
Iranquea, que comporta ao homem de honra, julgo
me autonsado para duer, que ellet nio procurao por
etta roeneira tenio calumniar aiteiramente aot scus
companheiros.
O Se, P. Manotl: Nos responderemos.
OSr. Nunei Machado: Eu digo, que aquellos,
que seapresentao na tribuna, inculcando-so por hu-
men de bem, devem, quando te euunciarem a reipei-
to de eui companbeirot, deixar-se de reticencias ma-
lignas, como aquella, de que acabou de usar o nobre
deputado.
O Sr. 'rndenle : Nio... f nio e oove o retto do
que diz o Sr. presidente, porque a vox do orador cobie
O Sr. Nunei Machado : O nobre deputado usou
de reticencia muilo maligna.
OSr. Pieiidtnli: PV o nobre deputado, que
te cinja i materia.
O Sr. Nunn Machado : Nio tenha V. Exc. mo-
do, que eu aia fra da ordem, nem que imite ao no-
bre depulado. Nio vou reiponder a reticencia. Quem
lem conicienci do que du nio uta de reserva, nio
.eencapotf; e te o not re deputado lem a coragem, que
inculca, que detcortine a minha da, eu Ibe dou la-
culdade para no.
O S>. D. Manotl: Nio ei, nem quero ber dal-
la. Tenbo muilo em que me oteupar.
O Sr. iVwi Machado : Cont, com a clareza
prepris do bomeni civil, essa historia particular, a que
elle ten. a malignidade do alludir; eu o desafio a que
cont esta historia, que elle, acompanbeodo-ie de mo-
mos improprio de um deputado, due, que deixava de
contar. Ainm procede, Sr. prndenle, um homem
mudo. ,
O Sr. D. Manotl i Deixe ettar, que a replica nio
hi de ser tu. .,
O Sr. N. Machado : O nobre deputado foi ine-
xacto deade'o principio doteu ditcurto at ao fim, em
todaaas historia, quecootou, e muilo man inexactas
senao a hilor, que o nobre deputado deixoo de
cootar debaixo do eu momo.
O Sr.D. Manotl: Foi historia, be verdade.
O Sr. N. Machado: Para traoquillidade da com -
minio e sua justificado, basta, que o nobre deputado
declinaste da qaestio de principios e recorresso para a
elasticidade da consciencia do grande jary, como elle
chamou a cmara dos deputado. O r.obre deputado
nio contesta os principios e precedentes allegados por
slguns senhores, que sustentio o parecer da commissio,
mas du, que, constituida a cmara em grande jury,pode
apreciar estes defeitos, que a commissio achou emeo-
conou no parecer e releva-lot. Ji se v, pois, que a
commisto teve nmtivo, e motivo julgado plautivel. pa-
ra to exprimir como fez no parecer O nobre deputado
reconbece o principio, mas apella para o grande jury
Msate que ponto pJe ser admissivel o principio do
nobre deputado ? Acamara ho um grsnde jury; ella
nio di satisfacio i ninguem; aprecia em sua conscien-
cia ; nio tem recurso. Eu Ihe peco licenca para de-
clinar de aua propmicio. Eu enlendo, que, em ma-
teris d lacto, a cimara tom o arb trio de julgar, como
entender em tua contciencia; mis que. em queilio do
principio!, em questio sobre a qual ba legislacio, aca-
mara nio tem esle arbitrio; a consciencia desle grande
jury, que o nobro doputsdo invocou, nio existe neste
eso.
Vou agora mostrar, Sr. presidente, que o nobrede-
pulaJo loi inexacto em toda a sua historia, que foi mos-
in urna In-I na I
nobre deputado, guiado pelo espirito, que a cama
ra Ibe divisa. ..
OSr. I) Manotl : De partido '. Eh I eh eh !
0 Sr. (V. Machado : ... .apresentou, com vistas
malignas, urna historia mui simples em todas as suas
partes.
Apresentou se o Sr. doutor (ueiroz no snno psssado,
para tomar asiento como tupiente pelo Rio-Grande-
do-Norte; o qual foi o procedimento da cmara ? Es-
tando a cmara anda a constituir-se, e sabendo p.ir o
nobre deputado da Parahiba, que a bag;in do depu-
tado edectivo j tinba ficado na sua provincia, nio o
adiniliio.
O Sr. D. Manotl: E como o admittio depois T
Sr. N. Machado : E he esse (acto, que veio
provar, que a commissio tmha rasio em negar asse aa-
sontoaoSr. Queiro/. Mas laes lorio as censuras, os
pedidos dos Srs. deputsdos, que a commissio teve a
condescendencia do apresentar parecer a favor. O lac-
io veio provar. que a cumiiii.sio devia persistir na sua
opiniio do nio Ihe dar asiento; porque dabi a algn
da cuegou o deputado elTectivo. Ora, oque ba un-
to de ri-prahensivel.para o nobre deputado spresentar-se
na casa com tinto rnysteno, acompanhando se de len-
tos momos, de tantas' relicencias ? O que ba ncita his-
toria lio simplei. ..
USr.l). Manoel: He simpl issima, o pan sabe
della e nos todos.
OSr. N. Machado : Depois o nobre deputado do
Varanhio apresentou um iddioionamenlo.para que, no
caao do se admillir o Sr. Queiroz, fosse tambem ad-
miltido o supplente por Pematubuco. Nio omos nos,
foi o Sr. Almeida.
OSr. D. Manotl: Quidindtl QoeB deo ps-
tof ?
OSr. !^. Machado : Foi o Sr. Andrada Machado.
Olloni ellibano. Oque ha de reprebonaivel nesle pro-
cedimento, nesta historia lio simples ?
O Sr. I). Manoel: Ho historia das transacc5es par-
lamentares.
O Sr. N. Machado ; Com quem ? Para que ha do
lancar pr..posices, que tendera a offender o carcter e
reputacio de pessoas, que Ihe devem merecer multo res-
uelto ? Transaceoes com quem ? Com os membros da
onnotlcao ? Erio os membros da opposicio, que podiao
faier entrar o Sr. Jos Pedro ? TransaccOes com quem .'
P.u desafio ao nobre deputado, para que o diga.
O Sr. Prndente: Queira cinglr-se i materia.
O Sr. N. Machado : Eu estou respondendo. Vejio
a rasio da commissio. A commissio entendeo, que o
tempo decorrldo al a occaso, em que deo seu parecer,
era bastante para faier acreditar, quo de facto o deputa-
do edectivo nio vloba.
Algunt Senhores : Eflgora ?
O ir N. Machado : Porm, Sr. presidente, o facto
apreseolado pelo nobre depulado uio justificara anda
mais a commissio ? Ella leve ouipre como principio,
que nio so devia admltlir suppleole sem prova exaclo
de que o elTectivo nio vinba. Pela condescendencia, a
que allude o nobre deputado, peloa pedidos talvex de
deputado ...
OSr. D. Manoel: Alto l : nunca pedi nada : oego.
O Sr. N. Machado : Mesmo com um merobro da
opposicio a commissio sabio do seu proposito, e deo
parecer a favor do Sr. Queirot; mas o facto velu provar,
que ella nio devia admitlir o suppleote, abmdo do
seus principios e da regra, que se tinba imposto. K he
desta historia, que o nobre deputado tira argumento pa-
ra entregar os seus companheiros i malignidade dos
calumniadores! Adnou o nobre deputado, que era in-
coherencia ter-se admillido eolio o Sr. Jos Pedro e
nio querermo admillir o Sr. vlscoode de oiaona. Eu
ji reipondl, moslraodo adittemelbanca da cousa. At
devo diier, qiH nos, deputado do Norte, ettatanm
em circunstancia de saber quaes viobio e quaes nio
vinhio : tato se aQlrmou na casa, e be no que a com-
otiiiio te lirinou.
O Srt. Sousa MarSm e Souca Ramot: B o tempo
decorrido ?
O Sr. f. Machado : E o que tem o tempo detor-
rido?
Dede que o nobre deputado conttltue a questio no
terreno da conscinia, confasaa, que f< sU da
nossa parte. Eu nio posso dar muita consideracio a
este oflcio.
A entrada do Sr. padre AITumo achou o nobre depu-
tado. que era outra incoherencia da commissio. O no-
bre doputado, com o enthusiasmo, c >m quo tulla, nio
conserva na memoria os fados ; elle oceupa a sua ima-
ginacio em Idelat grandes ; nio anda c sooccupando
com factot pequenot; Uto ta para mim. que apenat
posto chegar para estas insignificancias. Tanto nio hou-
ve incoherencia, que n Sr padre Atfmso c!moU aqui
com os deputsdos etT^jlivos, voio c >m diploun o mes-
mu os seus companheiros autrinirao, que o deputadj
elTectivo nio vinha.
O Sr. I). Manoel: Aqui est o jury.
O Sr. .y. Machado: Pois bem. reconheco o 0,so
jury ; mas vede, que havia rasio para acreditar, por-
que erio atTI'm ilias d >s Sis. deputados.
O Sr. I). Manoel: I", aqui ha silicio, ha documento.
O Sr. y. Machado: Pois o nobre depilado ent-n-
de, quo tem tnt i peso como a alllnnativd du um dopu-
do, de quo oefpxtivo nio vem ?
O Sr. I). Manoel: OUlciou cmara ?
0 Sr. N. .Machado : Nao offlgleu; mas os deputa-
dos elT-ctivos alllrinao, quo o ellectivo nao vinha, quo
tmhio estado com olle.
O Sr. S Ramos: Nio pode sor, porque elle eslava
em Pernambuco.
U Sr N. Machado s Isto Dio he urna prova mais
(orle do que um simp'es otlicln da cmara municipal?
O Sr. D. Manoel: Simples ofllcio Um documento
oflicial!
O Sr. N. Machado : Atsignado pelo presidente o
secretario mesmo os diploma se oxpedem sem haver
reuniao de cmara : he fado universal um ofllcio,
que nem ao menos esli escripto conforme as renras,
qua o nobro deputado cnlendeo de conveniencia seguir-
se? B*ti ialo no mesmo cato, para o nubre deputado
notaecusar de incoherencia ? Acho, que nio.
O oobio depilado anda achou incohurencia, e al
schou vonlade de preterir o Sr. Queiro na sua entrada
esle anno. Eu nao gosto dn me servir do argumentos
particulares; mas doto diier, quo, quando appsreceo
a indicaran, eu i'Kto redondamente, que nio dava pa-
recer. Seiba o nobre deputado, quo, se eu consultaste
as affeicoes do meu coraci', cu admitlia o Sr. Queirot.
Sou seu amigo, tenho rolacoes muito'iotiinaa de amia-
de com a sua familia ; mas eu disse, que nao dava pa-
recer, porque aclirtva multo improprio, que, quaudo
todo os'dias estavo ebegaodo deputados, te admltis-
seui tupplcotes.
Mas disse o nobro deputado, que o Sr. Jos Pedro en-
trou sem parecer, e o S". Queirot precisou dolle. Ainda
oslo lia weacdio Pois a commissio tora culpada do
o Sr. Queirot nio querer vir tomar assenlo ? Se os oo-
bres deputados estavio cortos do quo Ihe competia to-
mar assento, porquo o nao convidiro ?
O Sr. D. Manoel: Convidou-se.
O Sr. Y. Machado : E por que nio voio ?
OSr. I). Manoel: Porque lova recelo.
U Sr. '>. Machado : De quo 1 A culpa livero os
Srs. diputados, que flzerio co.n que um Sr. deputado
da opposicio apresenlasse indxacio para o Sr. Queiroz
ser chamado, e ella losse i commissio.
O Sr. D. Vanoel: E porque a commissio nio deo
o seu parecer loio?
O Sr. N. Machado : Nio deo, como vos queriels,
dizendo, que poda entrar sem votacio. O Sr. Queirot
nio esta no mesmo caso do Sr. Jos Pedro, que tomou
assento, prestou juramento, o nio foi interrumpida a
8U O SrUD. "ilanoel: Boa rasio! I! He jurdica I! I
Esli em desaccordo com seu collega.
O Sr. iV. Machado: Nio estou : he minha opiniio.
Portanto j v, que a cousa nio ho a mesma, e, portan-
to nio pode prevalecor-se della para nos attribuir nem
Incoherencia, nem mi vonlade a respeilo do Sr. Quei-
ro. Senhores, a maneira do argumentar dos nobres de-
putados, asdesconfisneas, em queellcacstiosempro.dos
que nio militan as suas handeiras, os lovou ao ponto
de, om urna folha, por informar,5es de pessoas desta ca-
sa, direr-se ao publico, que a commissio queria chica-
nar sobre a entrada do Sr, Paulino, e que so tmha dado
parecer depois de acabrunhada debaixo do peso da re-
provacio da cmara. He mentira, mentira, Ires vetes
mentira, Sr. presidente, da folha, e de quem qur que
Informou o redactor da folha. A commissao nunca leve
o propotito de excluir o Sr. Paulino, ella Dunca foi ina-
lada, nom censurada por ninguem ; ella apenas pedio
mota ou procurou conhecer orna que.lao, qu. exista
na cata, em contequencia de urna indicacan do nobro
depulado do Itio de Janeiro, oSr. Saturnio,.; mas, lo-
go quo vio estes papis, e conhece... que nao podiio m-
uir no seu juno, deo parecer, e admiltio o Sr. Paulino.
Mas o desejo de lancar o odioso"sobre seus companhei-
ros, c do achar urna atina, com qoe lirio seus adversa-
rios, levou os nobres deputsdos, na actual discussao, a
echar a malignidade c mis intences as oossas accoes ;
achrio, que a commissio so deo parecer b o Sr.
Paulino depois de mullo Instada e vex.da. He urna fal-
sioade. Se a commissio entendesse, que devia dar pa-
recer conlra o Sr. Paulino, havia de dar; porque pos-
to nio po'ssa negar no Sr. Paulino capaeldado e talento,
nio o considera i esse thaumaturgo, de quem se deva
""portante-, J le v, que, as Incoherencias, que o no-
bre deputado altrlbue eos membros da commissao, nio
loi reliz : os casos nio sio os mesmos : o exerciclo do
Sr. Queirot tinha sido Interrumpido, e o Sr. Jos Pedro
contiouou sempre.
Sr. presidente, eu tejo, que os principios aposenta-
dos por aquellos senhores, que teem sustentado o pare-
cer da commissio, nio forio contestados, ante o no-
bres deputadus declloio desla argumeotacio, e como
que pedem um favor cmara.
O Sr. D. Manotl; Faior 111



I
, I
MUTILADO
i



-V
O Sr. N. Machado : Sfl a catnira eotende, quo
como grande jury deve cm su cooscieneia alterar as
formulas, ou que taes formulas sio demecestarias, e
que ae pode prescindir dallas, que o faja : arommis-
saoapenas gpontou o -principio da legislado, <>:. re-
ge a materia, e. firmada nelles, entende, que ni > deve
ter aitento o individuo, que le apreaenta com diploma
por Pernambuco.
OSr. Franca Liile : Eu nao entrarei nai rerrimi-
nacSes. que leem apparecido; acbo, que sSoalhoiasda
qucstSi.
Sr. presidente, le nos tratasiemos de farer urna mi
orgnica, cu de certo nao u Imittiria a ciaste de deputa-
dos supplentes; mas boje n8o tratamos deste olijecto,
mas lim de reconWor os diroitoi, de que se goza pelai
lei> do paiz. Debati destai islas, vendo, que se nos
aprsenla um diploma, que loi enviado pela cmara
municipal a um individuo, pira ter assenlo nesta casa,
eu nio lefibooutro direito senio Je eliminar, se este di-
ploma est em r'gra. Pura este eiame no tenho ne-
cesiidadede tnais do qunoofirio da cmara municipal
e dai respectivas actas ii a cmara no seu ofTicio, que,
nao poilendo os deputados eleitoi tomar assenlo nesta
legislatura, nem os supplentes, que se seguem, remel-
le o diploma ao Sr. visconde de Goianna. Sr. presi-
dente, para soconlieccr, que est em rrgra, he bastan
te considerar-se, que a cmara municipal be qnem esta
incumbida pela I i de enviar diplomes aos pleitos na
conlormidide da lei, pnmeiramento aoa deputados, e
un segundo lugar aos lupplentei mail votados na or-
den) da volaeo, at ronsc uir, que um aceite, a com
rrisso. Ora, o Sr. visconde de Goianna so apresentou
.- i iii i de que a enmara municipal tenha precnchido to
das estas condi(8e> Irgaet, que ella lem rxeculado i. lei,
para di/ermns, que nao temos provas, de que ella exe-
rutou a lei? Sr. presidente, como jurisconsulto, eu on-
tendo. qu contra as autoridades no a" pile admitlir
rresumpcao algumo snno i vista de prova ; o quaos
sao as prova, que torito presentas a cummis5o d que
ii cmara municipal nao preenebeo ai cn'ndicoe.s de lei
K como da a commiisao um perecer, diiendo, quo 080
acredita no ofTicio da cmara municipal, porque nao he
ocompanha io de prova ? Pon, Senbures, os oflicios de
tiutoridedes pblicos nSo sao bastante! para qualificar
certns facloa ?
O Sr. N. Machado ca um aparte, que n5o ou-
vinini.
O Sr. Franca Liite : Eu conjuro ao oobre de
puladn, quo aprsente, a lei, que manila, que a camera
niunicipal mando tan prova: se neo existe lei, como
diz, que he illegal o ofTicio da cmara? Sr. presidente,
repito, como jurisconsulto, no entendo de illegalidede,
seninem virtude da le. Se urna lei tiveste dccretudo
as formulas, e a cmara municipal as nao tivesse precn-
chido, enlo cu diria : isto lie Ilegal, he nullo ;
mas, le nio existe lei, 6e a cmara municipal he aulori-
dede competente para remeller os diploma!, e para re-
ceber al escusai daquclles.a ouem ella lem enviado esses
di| luiros, e he a cmara, que nos assevera, que nSo po-
di>m vir, e que por isso remelle o diploma ao quarto
supplcnle, romo bavemos de nos diier, que nao deve-
nios acreditar na cmara municipal, que nio devemoi
acreditar em urna aulondade pulilica, creoda pela le, a
quem a lei conlerio estas attribuicOes ? ra, isto be
possivol? .
O nobio deputado quii tirar argumento do um pare-
cer, que apreienlou. Eu nao vejo no parecer sean in
tena conherencia com a emenda, que se propt. Dous
Srs. deputados linhio deiado de vir i camera legisla-
tiva ; a cBmara municipal dirigio-so ao primeiro sup-
plenle, que era o presidente da privincia, e o quel ofi
cou direndo, que nio podia vir; ella deiiou de so di-
rigir ao segundo mu penle, o dirigi se 80 lerceiio ((.do
(puados), Bem : enlo di; t camera, que faltas So toin-
bem dous deputados, e loi ao lercriio supplente,, que se
c i.'e- io o diploma.
(Ha um a faite, ee nao ouvimos.)
O Sr. /Yanca Leile: Tamliem a cmara muni
cipal de Pcmawhucn diz, que nao podem vir os oulroi;
he porque tom provea desla impossibilidado. Por ou-
tio lado, ola a cam ra tumbem, que esle diploma se
aprsenla equi no nu-io da sesao actual; que os supplen-
tei esli em contacto com os deputadoi, que niu leem
comparecido; que estes sunplentei. que estao primeiro
na ordem da votaran, sai cm muito bem, que os outros
supplentes e deputados nio vierio tomar assento na casa,
i- elles nio recluinao cousa alguma, ellei nao se apresen-
tio para tomar essento em Jugar destes deputados, que
elles bem sabem. que nao viero i cala. 'Se,pois,temos
Bfaf eita ideia ? Nio ser urna mera inspiraco ? A
estes fados, esta prova, como havemos de dizer, que
camaia municipal nio deve ser acreditada? Por oulro
lado, a cmara ouvio o nobre membro da commissio de-
clarar, que o deputadoi e supplentes nio vinhao tomar
asiento por deepeilo. Ora, le o nobre deputado conhe-
ce iilo, como ba de duvidar de urna parlicipecao oflicial
da cmara municipal?
OSr. Urbano : O supplentes nio sei.
O Sr. Franca Late : O ofTicio da cmara muni-
cipal diz : deputados e supplentes.
Portento, Sr. presidente, se a cmara municipal, a
(iiit-in compete faier a remeta do diploma doi deputa-
doi e supplenle na ordem da volac/io, he quem nos es-
severa, que nem os deputados nem os ouiros supplen-
tes podem vir lomar assenfo, nao ba dunda, que o diplo-
ma est em regra, e que o devenios approvar, paia ser
admillido odrputado supplenle na orciem da volacao.
O >r. Maura Magolhei: Direi muilo pouco,
Sr. presidente, nio io porque a queslo lie simples, co-
mo porque nio direi nada de novo sobre a materia, a
vista do que tem sido expendido pelos nobres deputa-
doi, que se pronunciaran contra o parecer da comtnis-
sio; e certameole eu cedera da palavra, so nio tivesse
de dar urna resposla ao nobre deputado de Pernam-
buco,
Seja-me, porm, licito, ji que me lovantei, motivar a
minl.a opimo, e mostrar, que o parecer da conimissao
niu pode de forma algutna merecer o asiebtimento da
casa.
O parecer da commissio inleliimente se nao funda
bui raiao alguma ; be o aior deleito, que se descubre,
para ser inmediatamente rrjeitado pela casa,
O que dix o parecer ? Que o Sr. viiconde de Goiin-
na oio deve tomar liento pela raslo de que os supplen-
le, que Ihe sio superiorea em voloi nao dio a raaao ou
motivo por que nia comparecen). Quaes sio as ra-
ides, em que se funda a illuitre comuuisao para enun-
commissio quer, que a cmara dos deputadoi siga un
cimente as suos inspirar os, e que ponba margem um
diploma legalinento confeccionado,- e ecompanhado de
ofTicio da autoriJade respoctiva, no qual dix a ca-
mera municipal do Recife; que remelle o diploma
ao visconde de Goianna como supplente pur Pernam-
liuco, porque dous deputados eflectivos nio podem lo
mar sssento, e semelbanlomenta nio o podem faier os
supplentes, que Ihe sio superiores em votos. Qual
he o licitlo, que descohre a illustre commissio neste
ofTicio da cantara municipal ? Por no ser elle historia-
do como o loi o da Rabia, quo o nohre doputado leo,
dizendo, que o outroi supplentes nio vio tomar assen -
to, porque, nodia tal o tal, ofirinrao diiendo, quo ni
o podiio fazer por estarem impedido, etc. ? Mas eu
pergunlarei commissio,se estas ideiai nio esli com-
pendiadas neta oxposicio concisae precisa da cmara
municipal de Pernamiuco, quandndiz, que os supplen-
tes superiores em votos ao Sr. visconde de Goienna nio
podem vir tomar ossento ? Kxprimindo esta ideia, a c-
maro municipal (em claramente manifestado, quo os
supplentes superiores na ordem da viiIbco esli legiti-
mamente impedidos; p ir consequencia, na conformi-
dado das instruecvs. que regem a materia, ao nobre
visconde de Goianna -umpro vir tomar assenlo na casa-
Oro, quandn o nobre deputado do Pemembuco fez
um e.'caicn lio grande com esse parecor de I8t3, o leo
delle periodos destacados, quU tirar argumento em aeu
favor ; enlio eu Ihe dlsse, que elle llnha lirado argu-
mento contraproducente ; o nebro deputado quiz in-
vestir-!!.e com o baslio da lgica : nao o acceito, nio s
porque o ni mereco, corno porque fol offerecido em ar
de chasco. Ora, sendo asslrn, permilta-me o nobre de-
putado, que eu confirme o mou aparte, e que Ihe diga,
que, apeiar de o reconhecer bastante nervoso em seu
raciocinios, nesla parle o nobre deputado claudicou per-
leramente contra a lgica. Digo, que o exemplo, que
invocou, lio interamente contra a sua opinlio, e que o
parecer da commissa de poderes de 1H43 est inteira-
mento de arcordo com o oflicio da cmara municipal do
I'.itiIi', ou, por outra, o ollicfo da cmara municipal da
Haba est interamente do accordo cun o ollicio da ca-
mera municipal do Recife. O que diz o ofTicio da cma-
ra municipal da liahia ? Ilistoriou o impedimento dos
supplentes, como disse o nobre deputado. A cmara
municipal da Itabia participa ao Sr. deputado, que de-
via tomar essento ; que fuo parlicipou, no dia tantos,
que ni poda vir tomar ossento nesta casa ; que esla-
va impedido o Sr. arsebispo, etc. etc. Diz agora a c-
mara municipal do rtucife, que o nobre visconde de
Goianna deve tomar asiento, porque os dous deputados
II- iinos psiao Impedidos, e nao podem vir, nem os pri-
meirns supplentes na ordem e numero de votos. Ambos
os cilicio- s sao dlflerentes em palavras, em redaccao ;
mas no luirlo, no essencial, he a mesmo cousa. Cor
consequencia invocou o nobre deputado um eiemplo
contra si: nao o podo favorecer de maneira neiihu'iia.
Admlra-me, Sr. presidente, como nesla casa anda se
invocan argumentos a respeito de abusos. O nobre de-
putado argumentou com abusos, porquo a cmara mu-
nicipal podeiia parcialmente mandar um diploma a um
individuo, que nao duvia oceupar um a sent nesta ca-
sa. I'nmciamente, para so destruir este argumeoto
basta a resposta multo condecida de todos, e he, que ar-
gumentos contra abusos nada valem ; quanio muito
pruvao de meis, e por isso nada prova.
.Mas anda dada a bvpothete, deque a cmara muni-
pal do Keclle quliesse abusar de sua missio. existe cor
rertivo para reprimir esse abuso. Pois pode o nobre
lepulado presumir, pode alicuem pensar, que a cmara
municipal rnondasse este olTIcio e um diploma su uobre
visconde de Goianna, e quo este ficto fosse inc nimio,
que em Pernambuco os supplentes, a quem a lei manda
chamar em primeiro lugar, too o conhecessum, e tra-
tatteai, por conseguinto, de pugnar por sous dlreitos ?
Nio poseo presumir semellienlo igooiuncia e silencio da
parte dos outros supplentes a quem a lei manda cha-
mar em primeiro lugar. Se o i.obre visconde entrar ties-
ta casa, e oceupar urna cedeira indevidaineule, prejudi-
cendo o duelo de outros, rectainein eiles o seu direito
e o nobre visconde sohir. I'oitaulo, nao pode o nobre
deputado argumentar com abuses, e menos ainda se
considerar,'que a lei lem depositado toda a conlianca
em laes malcras as cmaras muriicipaes [afolados,.
Quaes sao as provas. que lem presentado o nobre do-
putado em contrario ? I'de presumir, quo so abalan-
ca.ssc o cmara municipal a mandar um diploma cunal-
inente cunfimonedo a um supplente, acompaado de
um ollicio eiplicalivo, pera que venda tomar assenlo,
poruuens primeiros supplentes niu podem comparecer,
e que procedesse assim de urna mam-ira leviana ? He
este negocio de lio pequea monta, que a cmara niu-
micipal ousasse proceder desta forma, seo cautela?
Nio o acredito. Por isso enlcndo, que devenios dar todo
o apoio, todooessenllmento ao diplomo, acompanhadu
do i II.i i i respectivo.
A commissio invocou precedentes I Para que sio el-
les, se sobre o objecto apresento se precedentes de to-
da a ordem, variaveis em todas as legislaturas do Bra-
sil ? Os precedentes acontecidos mesmo nesla legislatu-
ra sao conlia a commissio. Aqui eslnueu, que em 1835,
como supplente pela Behia, tonal assentd, ter.do so-
mente o diploma acoruparihado do respectivo cilicio,
em que nao se legilimavio as escusas dos supplentes
superiores em votos. Antis de n.iin tumou assento se-
melhifili mente o Sr. Florindo de Figueiredo [afoiados..
Apeiar da opposicao, que Uve, da parte de um membro,
que nao existe j. tomei assento. e prevaleceo a opiniio
ds commissio e poderes, composla dos Sn. Luli Caval-
canli, Areujo Vunna e Honorio. EtUlein todos estes
piecedentes, e elles sio contia a cmiunlsso, que tem
>iilo contradictoria neale negocio afoiadoi J de vereft-
eaelo de poderes. Pode ella drencler-se da contradic-
tao flagrante, em que cabio, r respeito do supplente das
Alagoas? He una massa oe lit-rculcs esle aigument
contra seus principios ; porquo a couiuhisj das antes
linda dito, que nao poda o euopienie tomar .assento, e
dias dcunls inudou de opioiio.
I Ha um aparte que nao ouvimos.)
O Sr Al. lagalkSa: Eu eeiupre me contive nos
principios docuria-dimento. Eu respeito muito a todos,
e mais que.ludo ao decoro da casa ; por consequencia
oio esluu seoio contrariando opiniCes, o mostrando &
commissio, composia de llluslrea membrps da casa, que
ella mudou de parecer, dando, como raso, que tinhio
edegado depulados das Alagoas, quo baviau dito, que
o Sr. Marques Lisboa e o ar. LopeitGaina nio vicheo
lomar assento. O nobres deputados da commissio de-
r5o todo o tesenliiiieiit ao dito dos nobres depulados.
Eu asiento, que obrrao muito bem ; mas, que rasad
lem a commissa5 para negar este asseotlmeoto ao voto
de urna cmara municipal, de urna corpuraci reipol-
tavej. constituida pelss leis do pali?
O Sr. y. Alachado: N6 Ibe Uuu o mesmo quilate.
Alguns Senhora: Oh oh |
O Sr. A. Alachado r Na minba cousciencia.
O Sr. M. Alagalhe*: Eu nao quero esta latitude
dB conseiencla, nem he preciso, para decidir esta qoet-
l"5, Invocar este principio do honrado membro, Isto be,
rmsiderar a cmara cmo um grande jury nacional,
quando podemos decidir estas qoestOes mol simple,
egundo os principios do justlca e os precedente da ca-
sa, que veem a ser chamar os supplentes immedlatoi.
quando se prova. a reipeito dos superiores em votos,
que est*5 Impedidos legtimamente. Mas o nobro depu-
tado nao d aisentimento partielpacad oflicial de urna
cmara municipal; e por que rasaS? Porqne suppe
abuso? Na5,pdesupporestesem m f. Presumirme
f lem provas, sem documentos he injuridico. he n8 ter
bastante carirtade. O exesaplo do supplente de Pernam-
buco. o 8r. Jos Pedro, he interamente Idntico, embo-
ra nobre deputado se quelra esforcar cm demonstrar
o contrario. Porque o admiltistes vs ? Porque sableis,
qoe os dous deputsdos efTectivos na5 tomavaC assento.
O argumento, que milita a respeito do segundo supplen-
te deve militar, sequiterdes ser lgicos, a respeito do
lercelro e do quarto, e assim por diante al o de um
voto, se fr posslvel, porque ha disto exemplo. Anda
mals urna rasaO. O Sr. Jos Pedro nao linha diploma,
e o nobre visconde tem diploma, acompanbado do olli-
cio da cmara municipal.
Por consequencia, eu tenho demonstrado neste peque-
no arrasoado, Sr presidente que o paiecer da commis-
saS nafl pode de maneira alguma passar.
Convencamo-nos de urna verdade que a cmara dos
depulados naO tem direito de faier nem espellir deputa-
dos ( afoiados j : devemos respeitar o voto do palz ; he
o voto da naca e dos eleitores quem enlloca aqu seus
representante. O poder, que tem a can,oro dos depu-
tados, de verificar os diplomas de seus membros, de
examinar, se a elelcaG fol legalmenle feit, nad se es-
tende ao arbitrio de privar de tomar asiento nesta casa
aquelles. que a lei cbama para oceupar urna eadelra no
P filamento. Na5 vejo, que lei d a cmara dos depu-
dos ou commissad outro direito, que nao seja o de
examinar os documentos relativos eleicaS ; e era pre-
ciso, que se mostrasse, que os documentos apresentados
erad apocripdos, que o diploma nao estava conforme
com a acta da eleicad, que houve engao ou fraude, etc.
etc.; mas nad se fet nada disto, nem he esta a questad.
.Vio acabad de chegar dous Srs. deputados de Pernam-
buco ltimamente no vapor? Se acaso os outros sup-
plentes podessem vir tomar assento, nad feriad vindo
reclamar seu direito nesta casa ?
O ollicio da cmara municipal be argumento jurdico
contra o parecer, o, alm deste, tenho o argumento de
ce isciencia, deque, alientos os iiomes dos supplentes,
quo sao mals votados, sei, que elles nad veem tomar
assento. Portento, voto contra o parecer da commissad.
e alavor da emenda.
(CoKtinuar-se-ha.)
.inani5o djfcSmimb. Nomeadn para
npndn, por decreto de 2 de deiem-
RELAQAO DOS DESEMHARGADORES, QUE ANDA
NAO ENTItA'HO KM EXF.RGICIO.
RELAc;A 0R PERNAMBUCO.
Manuel Poranhoa da Silva Velloso. Nomoado por decre-
to do TI de novembrn do 1842, lirou cari em 28 do
mesmo inoi, e toinou pmae em 18 de marco do 1813 :
lie prcaidenlo da provincia do Par.
Pedro Rodrigues Fornaiidea Chavos. Nomeado por de-
cirlo ile 20 ile Outnbru do 843, tirn cario em 27 d)
inesiii mei : leve acia meiea de lirenca sein venoi-
ii.roe. coi 10 de lelvnibro de 1845.
Lem 11- i- i Joe Ribeiro. Nomeado por decreto do 20 da
junde de 1844, lirou noria om 5 de juldo do meimo
anuo: pur avilo da 29 deaeieuihro de 1845, fui dis-
pensado ilo oxercicio do rrlnc,o, por estar empregado
na ci-mpilHC'io dea lei militare.
Juan Jo de Mouro M o. .i\,:,,*. Nomeado por dncreto
de 21 de jnnlio id- 1845, tirn carta em 13 de aelom-
looilo ini-ainu mino : he prcuidonle da provincia do
Maranli&u.
RELACAd DO MAHAMIAi.
Gabriel Mendoa don Sanloa. Nomeado por decreto do 12
di' j.uieiro ilo 183, lirn caria cm 11 ds ninio, e lo-
mu poao om 11 de jnoIm do ineaoio anuo : tem tidu
Xnnliiinadaa llcenfaa, sendo o nlliina de ci meter,
c.un ordenado, em 14 de elembro de 1843.
Iloili c;o ileSouao du Silva PinNv1. No mes do por decre-
to ilo 12 do Janeiro de 183!), lirou carta cm 14 de fe-
V/ereiro do meamoaiiiio : ada-se exercendu o lugar
do rnrnrrrgulo de negocio du Brasil junio rep-
blica ilo Uruguay.
Femando P.n-heco Jordio." Nomeodo por decrelo de 22
ile mulo o de 1842, tirou corta em 31 do Janeiro
de 1843, r lo ion o posie em 1S ilrin.-uro do mcim
aiiiio: lem lido licenca, vendo o ultima por tres nie-
ves, eiii vcnoimenlor, cm 28 de maio do l.s'i'i.
IJ. Jue do Araia MaMierenliae.. Nomeadu cm 3 de no-
v, n lo o do 1843, lirou caria em 7 de maiu de 1844 :
depor quo lit'ixuu a |ireidenoio de G"V.ii tem lid
dua lieellfis, acudo a ultima por irte melca, em 26
de abril prximo pata.ido.
Joan Candido de Deo e Silva. Nomeado por decreto
de 20 ele maio lie 1844 tirou caria em 4 de jundu,
i- toinou porre tin 20 dojullio do Hieiiuu anuo : uu
tem litcnca.
Joro Antonio Pimcnta Rueo. Nomeado por decreto de
13 de il- i -n.lo ,i de 1845, lirou carta eiu 12 de ni.uc"
de 1840 : or.da-iu enearregado do negocio do liraail
junto a repblica do Paraguay.
Scurelaria ile calado dua negocio da Justina, cru 27
do junliu de 1846. Jotlo Carneiro da Campos.
r tirar.
Dominen Martin de Feria. Nomeado para a nmaica
dn Paranagn, por decreto de 24 de novembrn de
1841: tirn carlaTem 9 de abril do 1842, e tonina
pone em 19 de agosto do moamo anno. Tem tido di-
versa lioenen, erdo r.Wim por tres metes, em
venoimento, em 21 de jnlhn do ^S4-j.
Trajanu Alipio de Hollando Chaonn. Nomoado pira a
enmarca do Ompo-Maior, p'r decreto do 1.0 deja,
ndo d 1844 : ainda nSn tirou carta.
Franciico do Ai Pereira Rocha Jnior. Nomeado para
a comarca dn Principe-Imperial, por docreto de 24 da
Janeiro de 1846 : ainda nao tirou oarta.
MARNBAO.
Francisco Alve de Brilo. Nnmeado jnis de direito ,1,
comarca do Petoa-Bn, por decroto de 26 de ju-
nho de 1S45 : ainda nao tirou carta.
Alexandre Bernardino do llei e Silva. Nomeado para
a enmarca du Brejo, pnr decreto de 5 dejnlhode
1844 : tirou corta em 11 de novombro do rneamo au-
no : teve ei'metes de lioenca, tem venoimento, ero
20 de novembro dito.
JiiSo I.uii Vieira Car
a enmarca da Chap
bro do 1845 : tirn carta em 16 leve quatro mete de lioenca em 9 de mareo prximo
panado.
para'. aa>
Cario Antonio de Rulhdea Ribeiror Nomeado ohefe da
polica da provincia, por decreto de 18 de marco do
1845 : tirou carta ero 4 dn dexembro do mearon anno,
e tomn poaie em 25 de foveooiro do-1846. Nao taro
licencia.
Francisco Diogo Pereira do Vaionnoelloi. Nomoado Juit
do direito da segunda varo crime da capital, pnr de-
creto de 25 de trirsbro de 1844 : tirn cari em J8
de marco de 1845, e tninnn poo em 2.1 de maio do
mesmo anno. Tero tido diverttt lioenca, sendo a nl-
liina por don mete, coro ordenado, em31 de mareo
prximo paaaado.
J'iflo Joto Ferreira da Coila. Nomeado juit do direito da
comarca de Macap, por decreto do 20 do aotenibro
de 1845 : ainda nio lirou cario.
GOTA!. j
Franeiico Dominguei da Silva. Nomeado para a oo-
mare.1 d Porto-Imperial, por deorotu de 3 deagnito
de 1844: tirou carta em 11 de novembro do mesmo
anno, e tomn poni em o 1. de abril de 1845: tem
tido doai lirencaa, sendo a ultimo por iei mete,
em vencimento, em 14 de maio ultimo.
Jo8o Antonio do Sampaio Vianna. Nomeodo para a co-
marco de Cavoleanti, por decreto de 2} dejullio de
1842: lirou carta om 21 do novembrn do meimo an-
uo. Acda-ie em processo, por ter-se retirado do lugar
tem liceucj.
MINAi-GERAEl.
Franoisco de Soma Martin. Nomoado para a onmro
da capital pur decreto da 19 ile ictembro de 1844:
lirou corla em 2 de novembro da nimmn anno : be
membro da cmara do Sr. deputado, e tem tido
div-erro licenco, sendo a ultima por quatro mete,
cm 6 do deteinbro do 1845.
Manuel Jote Gome Rebello Hurla. Nomoado para a co-
marco do Rio-dai-Velba, por deoretu do 20 de junho
de 1844: tico carta em 28 do meamo mei : tem tido
continuada lioenca, e leudo ji findailo a ultima,
que Ida fui concedida pela presidencia, coiuta, que
et fura da comarco.
Antunio Gome Candido. Nomeado para Sapncahy, por
decreto de 20 do junho e carta de 3 de juldo de 1844 :
loiiiou pune em 6 de agoalo do meimo annu. Tom ti-
do dua lioenca, sendo a ultima pur quatro mete, em
16 de r. leu,lo o de 1845.
Luii Antonio Borbui. Nomeodo para Gequilindonda,
por decreto do26 do outnbru do 1814: tirou orla en
29 do marco de 1845, e tumou poate cm 14 du maio
du ii.cmo anno : teve Ires metea de lioenca eu 12
de junho teguinto.
Franeiacu Manoul du Rcgo Mtoedn. Nomoado para o
Paran, por deeretu de 2 du aeteoibro de 1843 : lirou
carta em 23 dn nicimu mei, e tooiuu pune em 25 de
ouldbru de 1844.
a.-paulo.
Juaquim Joi Pacheco. Nomeado juit do direito da 5.a
comarco, por decreto de 20 do maio do 1844 e corta
de 16 de agoato do meimu annu : tumou pone em 5
de ietembro eguiule: teve tre metes de licenca pe-
la presidencia, linda a qual nao sooitou oulra, ea-
cba-e ailvugaudu no fino do oapiul.
aANTA-CATBARINA.
Firminu Rcdriguc Silva. Momeado para a comarca da
Nurle, pur decreto de 25 de ietembro de 1845 : ti-
rou oarta un o 1.0 du tuaio du corralo anuo. Nfio
lem lie-enea.
RELACA DOS JUIZES DE DIREITO, QUE SE AClli
AUSENTES DOS sfcUS LUGaRES.
PROVINCIA DE PERNAMBUCO.
D. Manuel de Aas" M.iac.ireuli. Noineudo para a varo
en el do ruinara do Itrejo, pur deoretode20 de maio
do 1812: liruu carta em 24 do novembro de 1843.
Ertevo na prcrideiu-a de divtrio-provincias; o ero
29 do M-iriiilii o do 1845, leve lieenfl paro atar tora
ducxereicio do aeu lugar, no inlervallo da lots&o da
lusemlila geral, de que de nienibru.
Alltoniu Loit i).mas de Rorro Leitc. Nomeado para o
ovel da oum.ire.a da Uua-Vala, por decreto de 17 de
agoalo de 1843 : liruu carta em o 1. do aolcmbr.
O too,cu posar no 3 do colodro du mesmo annu. He
- senador, t.iu lulo cuntiiniodaa lioencaa, endu a ulti-
ma por aei mete, com ordenado, ciu 23 do aotembro
de 1845.
Franeiacu Juaquim Guinea Ribeiro. Nomeado para a va-
ra criminal da comarca du Bonito, pur decrelo de 3
do agoato de 1844 : tirou curio oro 5 de elembro, e
loiicui | oaru cm 16 de novembro do uictiuu annu.
l'rm no,, dive-raa liccuca, sendo a ultima pur Ires
mete, icro vonciuientu, em 28 de maio provimo pat-
eado.
C8ARA*.
Goncolo da Silva Porto. Nomeado para a comarca do
Calo, pur decrelo de 13 do abril de 1844: liruu car-
ta em 15 de uuvembru do meamo amo, e lumuu
pmae em 17 de levoreiro do 1845. Teve lei mote
de licenca, tom venciuieuto. e'!' 22 de nuvembro
de 1844.
JUIZES DE DIREITO, QUE TEEM SIDO SUBSTITUI-
DOS POR OUTROS EM CONSEQUENCIA DE NAO
QUEREKEM SEtIR PARA SEUS LUGARES.
Juaquim Oclaviu Nedias. Removido da quarla d-inaroa
de S.-Paulo para a aegonda vara cruce du Mara-
nliau, pur decreto de 18 de morcu do 1845. Nao li-
ruu carta.
Jue Alvos du Santo. Removido da aetima comarca da
S.-Paulu para o da capital de Guyat, pur dcoreiu de 5
de aguato de 1844. Nio lirn carta.
Ignacio Manuel Alvaro de Atevedo. Ilemovido do Rio-
de-Janeiru para a comarca do norte da provincia do
S.-Catharino, por deeretu de 20 do junho de 1844, o
caria de 29 deuulubru du meamo' anuo. A pea r do
repelida urden, nao aegui para eu lugar, e au-
iiuiii-iuii, que oilvoava no fru desla corte. -
Juu Caldea Vianna, Numeodo chefo de p. licia "do Rio-
Grondo du Sul (por ter sido exmela a vara oivel de
Campo.), p..r decreto de 20 de junho de 1844 : li-
ruu cario em 13 de Janeiro de 1845, e-tomuu pono
em 26 de maio du meamo anuo. Tevo dua licenca,
sendo a ultima en 3 de detembro do anuo pruximu
paaaadu ; buda a qual, niu parti, o priucipiuu a ad-
vugar nu Im o deata corte.
Sucrela rin do catado dua negocio do Justina, em 27 de
jundu du 1846. Joio Carneiro de Campee.
(J. do Commeroio.)
IIIUII llt PKltyMLCU.
Vimos ornaei francezei al 12 de junbo ultimo.
A cmara dos deputsdos teronnou no dia 8 o budget
do mioislaiio da guerra, excepto no que. dina respeito
a Algeria. Os debalel sobra os negocios d'Algena en-
cerirao-se na sesso de 11.
A cmara dos pares oceupava-se com projeetol sobre
caminhoi de ierro, e outros de intereste local. ,
O mfelit regicida Pedro Lecomla tioba sido eieeuta-
do a m de aiot-Jacquas.
O duque de Aumile, apenas de Tolla Argel, te,e


, .,ir * an um cralo provincia de Oran. O mi-
C.l"2". ->l..r a Argel p-r- 20 dejunbo. A .u.
feKuf era aperado no p^cipiitho
rg8l. de yoltad.aua lonaerno,.clinp.nnan(
;be^our.enoPaizdosOuled-N.'l.. .
Moviruenlo do Porto.
Navio mirado no dia 9.
^uvicntrud no uia 'j.
liba de S,-Tliom;13 diaa, hrigueaardo .Serene, de 158
tooelada, capitio JoSo Baptiata Orezzlia equ.'pa-
gem 12 ero lastro ; a orJem.
Deelaraces.
Di jornao uc/ c------- .nutra..
e estavo em guerra uma q chega(j0 a>Tulberia. ^-J- oomaiat, iie .wM.gBu*..
[Jodia ll,aome.o-a> ^ ^. e a rjoha dos do. reverendo oppo.itore., que, no obstante eatar in-
oreicomaraioba doarran_ee^. ^^ t Saint Cloud. ',,,!,u nn "Ai>'i rln "" fr.wirtia d..
BeLg" :nn.Mueou' da morle do papa, o decano, em
^ tirano, da Europa he Kroe.lo Augu.to,
id,df' Hn, incido a 5 de jttl.no de 1771. O re.
^::N.'cWo 8 outubrodel773.be o
"'K d, Lille anouocioo a partida do cardeal
V a'Auverane, hispo de Arr... pera o concla-
d'd !o"i'. Sem b.i. partido o cardeal arcebi-
'ed;fl,on pata anUtir o conche.
PSurttecur.o do ho pontificado erigi Gregorio
vv HO biapadof neo. na. d.ver,., putei do mundo.
nii Inglaterra 4 novo, vic.n.do. apo.tohco. coofia-
Inaa huno. I B0f'4ai.
n. RIH1 bi.po.. que pretentemenle regem a.iRre|aa
JlTernTodos o. ponto, de.globo, mai.de 500 fe-
'l0^ZtZV^0 he.p.oho. no-
tici.a olTiciaea de Portugal.
0, irlo. Cabrae. ohegro M.dr.d 6; e aht per,
nmeceno alguon-dia^_______
Anle-hoDlem.a tarde, o Sr.Franci.co Jo. M.rinho,
.receber da. mios de.u. eapo.a urna fr.cco, com
" ,|a) da outroa medicamento., curara urna inflam-
iclo que, h' ,0"ri' "8 l"yo8>.P"rdMde ,e"
piole a reapiavlo. dentro em pouco lalleceo, ao que
nanee, aspbv.iado. ,
OSr M.rinho. natural desta provincia, occupiv na
mesi do consulado de.t. cidade o emprego de arquea-
dor e no arsenal de mannba eiercra outr ora, com ha-
Mli'jide e pericia, o de constructor.
0 cter Espira-ca-de-Bebenbe, que ho|e e.t des.r-
B,do e he urna daa barcal de vigi. d'allandega; o. bn-
gu,-f.cun.. Guararapee e Ohnda, eobr.gueUp.-
Uibe que a esta bora talve aulquem o. mare., lo.ao
obt.de.se honrado PernambUo.no, que, .em protec-
co eem algumaa occa.i5e. arteira e malignamente
uerredo por invejo.o de aeu mrito, chegou a adqui-
rir urna bem fundada repulagao na arte da conetruir
navio., em que mereceo a adm.racao me.mo de e.tran-
aairoi que, ao verem uaa obras, ero informado, de
nuoe. ba.er elle exudado urna aemelhante arte, e que
todo, que de bom nella aiia, era unicameme dcv.do
io seu e.pirilo emprebendedor, e ao talento nao vulgar,
de que o dolara o autor da naturea.
O nono comprovinciano, no ob.t.nte ter sido sem-
pr,.u.nmamente laborioso, o mui parco en. sua. dea-
paz.., morreo pobre, por haver tido a iofel.cid.de de
tinr n'um paii, onde oa homena degemo quaai nun-
eiwpodemaproveitar doa recuraoa, que Ibea elle ali-
gere, e para que em outroa enconlrSo campo man.
que vilto. ,
Dei.ou, alm da e.poaa, trea filhinbo., de cuja edu-
eico seriamente se oceupava, e a quem a sua falta deve
ler nimiamente aeo.ivel.
Um. carta, que, com data de 19 do crrante, rece-
bemos boje da um doa nono amigo do tio-Grando-
do-Nuite, noticia, que,apezar da e.ca.sez de. chuvas, |
.lo apppareccodo por all alguna legumes; que o l.iale
Fm-hogo, que, c.rragado por con la do governo,
com 450 ..ccs de farinba, d'aquelle porto prtira pa-
ra o Norte, virara na altura da neeade de Gen.pabu;
e que de.ie .ini.tro te seguir a perda do todo o carre-
g.menlo, e a morte de um mulalinbo captivo, que
i.dep.t.agememo navio, que o soflreo.
Hoctem foi achada viva, na porta da igreja do Ron-
rio de Santo-Antonio, e conduzida para o grande hos-
pital deoarid.de, urna preta, que. na noute antece-
dente, bavia .ido all Janeada por morta.
= S. Eio. Rvmt. manda declarar, para inlelligencia
-j reverendo, oppo.itores, que, nio obstante e.lar in-
cluida no edital do prximo concuo a freuuezi do
Santii.imo Sacramento do b.irro de S.-Antonio, nio
pude comtudo ter lugar a oppo.icio referida frogue-
zia, em virtude do requerimento do reverendsimo ar-
cadiago da S de Ohnda, apre.entado det diaa depoi.
de afiliado, oa editae., no qual pedio prazo, para repre-
ontor a S. M. I o direito, que Um 6 aoliredita fregue-
zia. Herife, 29 de julho de 1846. O padre Franeu-
co Jote Tates da Gama, .ecrptario de S. Eio Rvma.
ARREMATACORS. QUE SE TEEM DE EFFEI-
TUAR PERANTE A THES0URAR1A DAS REN-
DAS PR0V1NCIAES.
A 31 CO CBRENTE.
A. obra, da cadeia da villa do lrejo, oreadas em rs.
8:484*670
Por tres annot, contado* do \. d* julho de 1846
a Odejunhode 1849.
Dirimo do. coco, noe municipios e :
Boa-Vi.t.Ei............por 70j000
Por doui annos, contados do l.' de outubro de
1846 a 30 de deiembro de 1848.
Reodiroento daa collecturiat nos municipio, de :
Bonito................por 1300*000
I- lores e Florala............ 6OO<000
Roa-Vial, e Ei............ 400*000
Vinto por eruto d'ago'.rdente de consumo nos mu-
nicipio, de :
Cimbre................por 20*000
Plorese Floresta............ 20*000
Boa-Vista e'Ea............ 20*000
Porumanno, contado do 1." de julho de 184Ga
:\Q de junho tlt 1847.
Imposto de 2*500 rs. por cebeca de gado v.ccum ,
que fr consumido, cobravel lmente do. que talharem
carne para negocio, dos municipios de :
Brejo................por 2:000*000
Cimbrea.............. 1:000*000
Gar.nbuns.....\....... 3:400*000
Flore. 9 Florala........... 3:400*000
Boa-Vi.ta e Ei........... 3:500*000
DA 12 DE AGOSTO PHOXWO FUTURO.
Na eitrada da Vicloria aa obra :
Do 14." lanco oreada, em........ 10:823*438
Do 15. ........ 15:561*428
Da ponte da cidade orcadaa em..... 13:906*803
Theatro publico.
OESPlAO DE VENEZA.
Drama de Vctor Hugo.
ACTO 1."
O baile e a chave.
ACTO 2.
A Capel/a e chcara.
ACTO 3.
O Ctelo e o venooo.
ACTO 4.
O Engao e a morte.
Tera lugar e.te grande e.pectaculo no da 2 de agos-
to, no theatto publico.
Avisos martimos.
COMMEftCIO.
_ Par Lisboa o brigue.porluguez Robim preten-
de .ahir a 21 do proiimo agosto : pra carga e passa-
uoiros trata-se com o cap.lSo oa oraca do Consor-
cio, ou com o consignatario. Tboma. de Aqumo
Fonseca na ra do Vigario, n. 19.
_ Segu para Mecei, at o da 31 do crrante, a
.um.ca S.-Balbina : quem na me.ma qu.zer carreg.r ,
ou ir de passagem dmj.-se ao armazem de lar.nba.
nooae.doCollegio. k i.
=Iara o Rio-de Janeiro .egoira breve o br.gue Au$-
tral: quem no meamo qu.zer carregar, embarcare,
cravo. ou ir de passagem, pode tratar com Amono.Ir-
mos, mi d. Cade.a, n. 45.
Alfandega.
BraDmEKTo oo da 29................7:297*373
DttoarregUo hoje 30.
Burea Aiahafeite de peiie.
Patacho iietnevemercaduras,
lingue Yolufiderti.
Sumaca 7or-do-Angefim idem.
1MPORTACAO.
Ligre brigue Sardo, viudo le Genova, entrado
no ourrrnla mei, a ouungiiv4u de F. Rob.lliard, m-
niFntou o aeguuiie :
3 volunte rom Ir peca de rnarmoro ; a ordem.
16 qaiaa ooia pedr. de ui.r.iiore a conipaiilua do
Bebrr.be.
100 caita m ; J.Jo'Silveir. ....
E 25 oanaaeiia.-fre, 24 brn. m.iueiga, i ca.a banha
.! ...re, i dia .lame., 4 J.U. queijo.. 1 dita ooral,
Idu/euuroa, 8b.niaqiie.joa, 26 ca.xa. e !2 f.rdu.
drug; Joiepl. Si>oriii.
lo.! mo 10 .cou. 7 fardo., 6 oa.iaa e 4 barr..
drog... 23 ana |.a... i a Jo P'> d"Lt'n,"* ....
10 barr. .e.te d'ulirc.ra, 4 fardJ. fio, 46 oauae
ntmni \ ai. capiftii, ., ,.
5400 l.dr.ll.oa de inarinoro, 40 oaia a.etto H-
veir. 15..0C. pinenln, 30 barr.ca alpida, JO fard...
hu, 200caiue vinliu ma.oa.lel, 164 fardo papel, OUJ
oaixaa mano, 3 eiubrull.o. motra de papel a Fre-
deriOO Robilliard.
Consulado.
Rendimbhto do da 29.
Geral..........................
Provioeiai.........................
Ditera*, proiincia..................
810*938
312*663
33*6i8
1:157*229
FurtarSo, na noite de 27 para 28 do correte, do
portiodojardim botnico um .ino pequeo: rog.-se.
Lolanto.-e pe.soa, a quem fr ofTerec.do, b.j. de o
lomar e avi.ar oest typograpbia.
_Perdeo-se. desde a ra do C.bug at apona da
Roa-V..ta. um c.rta para Manoel Rodrigue. Car-
ero, colando MU-tia de U.OOOra; quema.-
cb.r querendo restituir, dinie-ae a ra da Madre-
de-Deo., venda, n. 24, que ae. recompensado; po.s
be urna grande remla, que faz ao dooo.
Socicdadc theatral
i>Jelpoinenense
O t.eieereterio a,,., ao. Sr.. .ocio., que poden,
procurar o. seus b.lhele. para a recta do da 1. de
go.10, do dia 30 em diante. O me.mo sc.ent.fica. que
a d.recco ha prohibido a entrada na casa da aoc.ed.-
deaquem lor de taqueta, ou 0S0 decentemente vea-
" =Joaquim da Silva MourSo embarca para o Rio-de-
Janeiro a tua eterava Brgida. ... j.
Ofierece-aa urna ama para o .ervico interno ue
caa, com um filbo de 5 a 6 aooo. : oa ra do Coto-
i *iM
Preci.a-.e de urna ama de leite .em Qlho : na ra
larga do Rozario, n.46. primeiro andar.
8 O NAZARENO N. 36
MU a randa, impreterivelmente aa2 hora, da tarde.oa
prac. d. Independencia, lo. de litro, na. 6e 8, en.
ruaetlreitadoRoiario, ca.adal'.
Tr.zomertigo de corre.poodenc.a do Rio aobre
deputao donobre ...conde de G". *"
mu.to inlere-aoie; algn, outro. sobre o bim. Paulo
Barboz. da S.lva; um com o Ululo de pape., ve ho. ou
uoidade, boa l, e le.ldade praieira, e.cr.plo pela
muilo hibil peo. do Sr. L. R., dem.a.ado .ntere-
i.nte o noticio.0; e m.ii outroi de interaiie do di. .
procurotn, procurem, que, qu.nto maior for o consu-
mo, m.i. escreveri o atireno, o al todoa oa dia.:
to abundante he a materia, que tem ora em mo.
Pergunta-ie ao Sr. T. C. .J.-M. .e, leudo S. Me.
aenmpaiihadn par. a Paradina a A. G. V.,em agi'l'> de
183-!. orno A. G. V., l na Paroliiba. tanda entregad,,
n S. Me, diiua eioravn, pr oa entregar aqu a F. J. B,,
S. Mo. por eate pcqiiono trab.ilhn de oonducco, e
entrrgt, mamn 20 por rento do valor do dito e.cra-
vo, quanto, un qne porcenlageni mamar agora S. M*.
do valor da fazend. do dito A. G. V. por andar S. Mo,
a gritar por n.aaa na, rumo nm doudo, que elle lie
t.m aanlilihotl Al. j ei : S. Me. julga o hnmem pres-
te, a morrrr, e quer ver, ae Iho surde por ah n.n leRla-
inriitoiii.lMi em ett beneficio: engana-e, que o bis
be maia duro, que coln, o nao cabe no laco. be res-
ponder lera m.i, que ll.e perguntar o
Mordido,
Aluga-seum pequeo armazem, na ra da Praia:
a tratar na praca d. Independencia, livrari, ns. 6 e 8.
Aluga ae, pelo muito mod'co preco de 20* rs. ,
desde hoja at a dia 15 de setembro prozimo, o pri-
meiro andar do sobrado do Aterro-da-lioa-Vista o. b :
a (.rotar no me.mo lugar, luja n. 3.
= Quem precisar de um caizniro para padaria que
tem pratica necess.ri., ou mesmo para caiieiro de ra,
e que da fiador a sua conducta dirija-se a ra Au-
gusta n. 22.
Na ra das Agoas-Verdes, n. 44,
deseja-se fallar com o Sr. Manoel Fer-
reira de Almeidd.
Anna Claiidina Roza participa oos
pais de suas alumnas e ao respeitavel
publico, que mudou a sua residencia da
ra do Kozario Estreita para a ra
da Fenha, n. 29, segundo andar aonde
pode receber alumnas para ensinar a ler ,
escrever e contar, costura, bordar, la-
varinto, &.
= Quem precis.r de urna escrava para ama secca, a
i|ual sal.ecozinhar solrivelmento e trata bem do me-
rinos, para o que tem muito geito falle Joaquim Jo-
s Perreir., no Forte-do-Matto, par. Irattr do ajuste.
= Manoel Goncalve. Gamboa, cscrivao actual da ir-
rnandade de Nossa Senhora do Bom-Parto. de novo
conviila a todos seus irn,So. para uma mesa geral, no dia
2deogoslo pro.imo futuro, pelas 9 horas do dia. por
assim ter determinado a mesa regedra; visto que a ir-
mandade de S.Jos de R.ha-mar, em que esta irmanda-
de he erecta,assim o determinara em mesa uorel dasduB
irmondades: notando-se, que j& no dia 12 do cor rente
n.ei, pelo procurador geral da irni.ndade de S. Jos de
lliba mor, Jo> Vicente Ferreira de B.rros. foi pedido,
que.el.rassem as sepulturas da irmandade de Nossa Se-
nhora do Bom-Parto; o que esta pretenc,o decebi por
ni.mu 1,1 de volos.
es Oflcrece-io um bomem capar, portuguer, de ida-
de, para se orcupar em qualquer eslabelecimento nesta
praca: quem do scu prest.mo so qui/er utilisar, dir.ja-se
a ra de Apollo, armaiem do Sr. M. J. deOliveira.
= Aluga-se a casa terrea, n 118, da ra de lior-
na, propr.a para uma familia, por tai bon. commodo,
e quintal com aabida para a ra do Caldeireiro : traa-
te na ra do Vigario. n. 6.
= No annuncio publicado no Diario o." 144 com
as lettrasj. J. G. por engao te deizou de augmentar
a letlra P. como abaizo levor.
u lioga-se ao Sr. J. J. O. P. o favor de p.g.r a quant.a
de 19,780 rs., que deve a pesioa, que nao ignora, na
ra da Cru do Recife, islono prazo de tres das; pois
ha perto de dom anoos, que he devedur da dita quan-
tia: e nao o fazeodo. paar pelo desgoslo de ver o seu
Dome por eilonsn neste Dinrm.
TIBAO-SH passaportes
Na ra do Rangel, sobrado n. 9 ; t.ro-se passa-
portes para dentro e lora do imperio; despacbao-se es-
cravo.; correm-.e lolhas; e solicita-se todo equal-
quer documento necessario, com a precisa brevidado,
e por preco muito commodo.
= Queii. necessitar de lazor qualquer escripturacAo,
quee..jaboaleltrs, certe-a do orlhograpb.a rbrev.-
dade.d.rija-sea ra do Rangel sobrado n. 9, que
achara com quem tratar, mediante o preco m.i. eom-
"- Aluga-se o primeiro andar do sobrado d. ru da
Cadeia- Velba n 19 com eicellenles commodo. pa-
ra fam.l.a : a tratar n. loja do tnesmo sobrado.
Aluga-se uma casa terrea na ra do Mondego ,
delronte do boceo das Barreiras por muito commo-
do preco : a tratar atr.do tbeatro volbo o. 20, so-
sundo andar. ,
_ Olerece-so uma mulbar parda anda moca e
de c.pacid.de.para er ama de uma ca.a de bomem ol-
teiro ou de pouc. familia ; quem de .cu presti.no N
qui.or ut.l..ar, dirija .e a ra de S. l'ranc.co n. J
A, ou arua do. Quartoi. n. 11.
_ Precis.-.ealugar uma mulher forra, ou capti-
va para o servico interno de uma casa do pequea fa-
milia ; no Aterroda-Boa-Vista o. 56.
_ Precisa-se alugar uma preta ou pto_, para
lodo o servico de uma casa : quom o t.ver dtrt|a-se a
ra largado Ro.aiio o. 48, segundo andar, ou an-
0Un_C'eAluga-.e om primeiro andar, na ra do Quei-
mado esquina do. Cju.lro-Caoto ; a tratar delroo-
te, loja n. 27. ..>. .u
_ Pergunta-.o ao Sr. Diogo Jos da Costa se esta
colleclado p.r. poder comprar o vender escravos, como
tem fetlo aleo prr.eote.
Aluga-.e uma preta para todo o rameo interno
de qualquer ca ; a qual he multo carmnosa para me-
nioos : a tratar com Manoel Luiz da Ve.ga na ra da
Madre de-Deos, n. 56.
ss Reb.tem-.e ordenadoa e ttulos pertencentes a
thetouiari- provincial : na ru. da. Trioobeira. .0-
brado n. 50. ,
O abaizo a..i|aado, arremal.nte do. diurno, dos
coco, do municipio do Recito declara, que tem ced
do erremataco ao Sr. J080 Jo. de Mor.es.
Antonio Goncalves de Moraei.
Fr.nci.co Ribeiro do Br.to remelle para o Rio-de-
Jaoeiro uma aua e.ciavade nome FelUarda de 1
l-*'Aofuciodeencaderaeco, que o padre Lomos
e Silva dirige, em a ra de S. Francisco
teMuDdo-Noio, 0.66, h.-.e prov.d. de todo o
Decenario para o bom de.empeobo do qualquer obra-
de eocaderD.cio por mais rica qoo .ej, a..im como
tem apnompta qualquer emblema apropriado es
meimaa obra., ^^
Conlina a estar fugido o es- n
cravo Mauricio, do ndvogado lbia-
este escravo fu^io
& pina: este escravo fugio a ai de
& abril p p. : he pardo nao claro ; JJ
@ ter de idade 18 annos ja estatura g
@ represntamenos que a idade; n3o W
Q he feio i tem a testa larga, que pa- g
? tante gago : oceupava-se em ser Q
boleeiro de seu senhoi : cozinha, ^
rt lava, engomma roupa tem prin- g
*D ;^;r.c .1 n'pirn c narece mui i
cipios de pedreiro e parece mui g
^ religioso, trazendo sempre ao pes- 4-
coco on rozario Uecommcndi-se,
portanto, as autoridades policiaes, ^
@ e capitacs de campo, o aprehendi,
id mandando-o levar no pateo do
(b Carmo, em casa de seu senhor, que W
f he o advogado lbiupina, ou no sen t&
f silio na Vurzea. 6J
@@s>
^3-Aiiverte-se ao Sr. Kerdinaiid
Celicr, que venha pagar quanto
antea,na ra da Cruz, n. .8, a
quantia de onze mil e sessenta
ris, importa de iazendas com- ...
piadas por sua merc emdezembro
do anuo passado, com a condic/to
de seren pagas a vista. O annua-
ciante, nao se querendo cansar
mais em mandar a casa de sua
merc, faz o presente annuncio, u-
sando, no caso de nao ser pago at
o dia 31 de julho, demeos judi-
ciaes.
-P.ecisa-.e de um jantar diario p.ra duas pe..o.,
Lito em casa p.rticol.r. Nao se eiigo grande v.r.eda-
de, e uo.camento muilo ass.-.o. Nesta typogr.pb.a .e
daiaoinfoimac.6esm8ise.net... ^
Fabrica de chapeos de sol,
ra do t'asseio-fublico n. 5.
Joo Loubet tem a honra do parlieipar ao respe.la-
vel publico, que acal. de receber de Frnc.a, pelo, ulli-
mos navio, france-es.um bollo sort.mento do ult.mo
oosto. sendo: chapeo, do 10I par. bomem e senhora,
de sed. lisa lanada, e furt.-cores com cabos e cu-
rtes muilo ricos ; seda. J lodi cores e qu.l.da-
de. .f.nninhosentrancadosel.sos; ludo par. cobrir
chapeo, de sol; chapeo, do sol de p.nntnho do tod.a
a, cores para hnmem eom cabos o atoes r.co. .
tamben, concerla o. me.mo., tanto de bomem como
de senhora; pots tem ludo qu.nto be necessar.o para
MditOl, epromet.emuitabrev.dado.para fa.er qual-
quer concert ; ludo por preco commodo
_ Preci.a-se alugar um preto mentalmente que
entenda do ervico de casa ; na ra do Trapiche ,
armaiem n. 31. ., r..
Sr. alferes Jos Anton.o de Carvalho Danta,
ueir. por obsequio dirigir- _a ra do Que.mado,
,. 4. a negocio, que muilo Iho nteres...
-Quem precis.r de umcr..do onrtugue, filbo d
ilbas, para o servico do qualquer cas., e que d B.dor a
iu.cor.dula.dirii.-M a ra tormo.., n.l, que.h.so
d:Vair,:-.eb;u.rtquer cortin.dos.quer p.r. c.ma.qur
p.ra anell... qur pira quaesrfer decorares de sala de
baile ou .ocio l.dr. lu-ndo .e tamben quaesqu-r fura-
c6e.dee.deir.i do qualquer feilio que se|8o; lazem-
se colchoes elstico de todo. o. t.m.nbo.; em fi.n ludo
quinto for concernentoa t.pec.rt. e com a ma.or
prompl'dSo e por preco ma.s r-soavel.que for ponitel:
na travesa da Concordia, n. 13.
_Perdeo-.eum. canela pequen dour.d., tendo
e,crito no p da mm. o nome de S.r.b. e tambem
um .inetednh.. dou.ado: quem .cb.r. que.r. re.t.tu r
na praca do Corpo-S.nto. n .11, queso |h. gratificar.
_ Concertaos as alampadas, chamad., c.reellc.,
com machn, ou som ella., com toda a pe- e-vao e
promptido. re.ponsab.lisando-,e o conco, t,ler pe.
falta do andamento,* por preco commodo. no tr.ve... d.
Concordia, n. 13. deli s da torre do Carmo
_Preca-. alug-r um. ama com bom e 1..l.nte
leite; pesso. forra ou captiva: quem "ta' %'
cumslancia. procuren, ru. d. Cruz do I. e o. 8.
lr na ra do Que.m.do, n. U, ou aonuncie.
_Eiemo...do.b..o a.s.gn.do. morador alm
. ,-,l (Vhans, ume.cr.vo, que dit chamar-
^P cenle eCq e fofVurUdo. h. lempo..co* o nome
de Anton'o; falla mu-lo m.i. no ..be di.er.qu.l ,.
sua naci, porque diz elle ter vindo pequeo. Eia-
"inanSo se quem er. .eu primeiro .enhnr dis.e. que
aT,.v. onlr P-uli.t. e P.r.hjb.. que Ibe ebamavo
maior; di..em.is. que dito .eu seobor eDterg.v. pou-
co levando o objecto perlo do. olho. A vuta do pre-
lente annuncio. pi.de e.te dirigir-.e .0 dito lugar.que,
d.odoo.demaia.ign.e.. Ihe ser entregue o escravo,
adveitdo, de que elisio alguma de.pea con. o dito.
Froncijco Xavier da CunAo.





TT


Peraote o Sr Joalor juiz do eivel da segunda
wa nosdiai 5e8 do luluro mez, tem de ira pn-
ce para lerem arrematado! a requerimento do leste
menteiro do finado. JoioAnaonio Mirlini Nof.es, epn
paga meato doi credore do meimo Nones, troi escra-
os que fnrio receuidosern paganieoto.
A pessoa, qneannunciou querer comprar um par
de pistolas gnndes, com ludoquaoto eiige dirija te
prapa da Independencia, livraria ns. 6e 8, qaeie
aira quem vende.
= Quem annuncioD, not fiiarioi de 28 e 29 do
correte, precisar de urna preta para vender verduras-,
irija-ee a ra do Roiario da Boa-Vista j o. 32.
Alugio-se duai pretas ama das quaes servo na-
A
ra ama de can de bomem aolteir'o ou de pouca la-
milla connhi soflrirelmcnte compra e be muito
fiel ea outra tnais biuta quo cozmhpoueo, com-
pra.be propna para outros serrigos.at para vender com
outra pesso na ra; quem ai pretender, dirija sea ra
do Rotino da Boa-Vista, n. 32,
Compras.
da .tanto para o mallo orno para trra ; o motivo d l Barclay &Compinbie a melborquena,, em porclo,
venda se dir ao pretondente: a tratar na mesma I ou a retalbo : vinhos de Tenerife Madeira. edeou-
venda. liras qualidades; ago'ardente de Fraoca, engarrafada,
=Veode-se a armaeao, e livros da botica da ra dale de superior qualidade : na roa do Trapiche n. 40.
u n.60 ; bemeomo um horco una cama e de
ComprSo-se para fra da provincia escravos
de ambos os setos: na ra larga do Roiario n. 24
primeiro andar.
Compra-se urna pedra de filiar agoa de lam-
nbo que nio eiceda ao peso de 4 arrobas; na ra da
urpz n. 26.
Es Compra -se urna casa terrea to bairro da Boa-Vis-
ta.oos. Antonio,.endo boa lando bom quintal-
quem tiver, aonuncie. \
Vendas.
Brins trancados de listras, de
puroliiiho, a l.?200 rs.
Vendem-se superiores brins trancados de listras de
cores de puro linho muito finos, a 1200 rs. a vara ;
upenores casimiras elsticas a 1000 rs. o oovad > ;
corles de casimiras de Ia com 3 covados e meio a
U00 rs. ; cortes de panno-couro a 1800 rs. ; algo-
dio tianc-Bdo erul' e snosch.do a 240 rs. o covado ;
luarte a 280 rs. o covado ; pee is de bretanba de ro-
lo, a J600 rs. ditas de linho puro com 5 varas e
tanto, a 2800 e 4000 rs. ; pecas de cassa para baba
dos a 3000 rs. ; m.dapoles fino, a 4000 4S00
5000 5200 e 5600 rs. muif, finos ; pera, de chita.,'
t?l 00 5500, 6000 e 630 rs otado
120, 140 e 160 rs. ; cortes de CH.sa chitas, para me-
ninas a 100O rs e wiiorea a 2000 rs. ; e oulras
muitnfizendas: na ru doCollegio, loja n. I.
Vende-se um terreno para edifi-
car, no lugar da Soledade. no sitio do
>r. Ilerculano, com bastantes fundos
( aa5 palmos ) ; outrodilo muito proprio
para capim, com 35o palmos,de fundo : a
fallarcomff. Gadautl, no-Manguinlio.
Vende-se urna venda na esquina qufl vai para
os Remedios por baiio do sobrado com pdeos fun-
dos : na ra es.treita do Roiario n. 45.
Vendem-se ,' escravos sendo
delSannus; um mulatinho, de 18
para pagem ; um preto da Costa proprio para lodo
o servico; 2 pretos .endo um dalles ctooeiro.eo
outro para lodo o servico : na ra estreita do Rondo
n. 19, segundo andar.
Vende-se cera de carnauba, de nrimeira qua-
Msde; as velas, leitas dola nio rachao : amada
Conceicio do Recife, loja do ferragens ,-n. 53, do Mo-
ra es.
Vendem-se piiinbos do mimosas rosas de diter-
sas qualidades j annuncidn por este Diario: na
Soledade. indo pela Trempe ladodireilo, qussi ao
T da igreja n. 7.
pre-
ouro
um molequo ,
annos proprio
proprio para
oeiro e o
i lgre|
Vende-te
lo, de 25 annos
ou troca-se por urna preta. um
de boa figura catador-e babil p
outro qualquer servico ; na ra do Collegio, n. 3. su-
guodo andar.
= Vende-se um pardo d 20 annos sem vicios
nein achaques ; no Alerro-ds-Boa-Vista fabrica de
licores, o. 26.
== Vendemse brides com cabecadas e estribos,
*ra mu bem leita e de superior qualidade vinda l-
timamente de Inglaterra ; na ra da Cadeia do Recife,
o. 39.
Vendem-se um preto e urna preta, seado duas pe-
cas, alm de mocos, de bonitas figuras; vendem-se por
seren da Costa, e nao se querereui accommodar no ser-
ucode agricultura : na ra estreita do Rozan j n. 8.
Vende-se um escravo de naci, moco, sadio e
proprio para lodo o servico ; na ra da Cadeia-Velba,
De i)
Vendem-se 3 escravos, sendo : um preto ; um
moleque. de 18 a 20 annos ; urna parda de 25 an-
nos; todos de bonitas figuras e sen vicios nem acha-
ques: na ra di Concordia, pastando a ponteiinba a
diroita, segunda casa terrea.
Vende-se um boi manso novo que serve para
cangalba e carrosa ; na ius das Trincheiras, sobra-
do n. 50.
Veode-se om sitio na Capunga com casa de vi-
tenda arvores de fructo cacimba, no fundo lugar de
se poder fazer baoheiro por ser junto de D Pleno-
da : na ra Direita, n. 16, se dir quem vende.
- Barato !
Vendem-se cortes de cassa preta a 2400 rs ; ditos
oes, a 2350 rs. com 7 varas ; futtio branco para
collete a 640 rs. o covado ; merino cor.de vinbo, de
duas larguras muito superior a 2200 rs ; dito pre-
to o melbor, que ha a 1000 e oulra, mu,M f,_
xemlas por barato preco : na ra do Queimado n.
42, loja de Jos Joaqun, da Costa.
Vende-se a troco de lijlos de alvenaria, um
relogio de ooro horisootal, e, alm deste valor em li-
jlo, cootratar-ae-ha mai. daz milheiros a dinheiro-
na ruado Queimado D. 18.
Vendem-se cartas do Echo a Narciso ; a Noute
do cistello e os ciumes do Bsrdo poemas de Casti-
Iho ; Cali poema por Garre ; Harilia de Dirceo ;
na prici da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
Vende-se a venda sita na ra da Madre-de Dos,
n. 24, conlionle a porta da igreja muito afreguen-
grao de Jacaranda em muito bom estado ; orna mesa,
propria para picar fumo: na mestna botica ou no
Moodrgo, defronte do porto do Sr. Luiz Gomes.
= Vendem-se 18 escravos sendo : 9 escravas de
12 a 22 annos, de bonitas figuras, e com vinas habili-
dades ; 9 escravos de naci mullo lindos, entre al-
ies tres ptimos moleques de 14 a 18 annos; todos
por preco commodo : na rui Direita n. 3.
= Veode-se ou troca-se, por predios em qualquer
dos bairros detti pnca o bem conbecido sitio do pa-
dre Francisco J016 do Lira, lito ao p da povoa- a
ci de Beberibe a margem de estrada real em
trras propria. com seus pomireide diverts fruc-
tos ludo plantado com symetria com duas oaiai
novas grandes e boas a margem da i lirada urna
de residencia ea outra de negocio, pela policio van-
lajosa. em que se achio cercado de liroao em'toda sua
circumfereocia sendo ao meimo lempo grande, de
boas trras para agricultura ; tem espoeira de matto
de machado ; ludo comprebendido dentro do masmo
sitio: a tratar no mesmo sitio com o dito padre, ou
na praca da Independencia, livraria, os. 6 e8.
Vende-se urna morada de casa terrea, na ra de
S. Miguol n. 70, na povoacio do. Afogados cons-
truida do pedra e cal com chaos proprios, oilfles mei-
eiros quintal murado e cacimba ; na roa atrs da
matriz da B.ia-Vista n. 11.
\ eode-se rap imperial de superior qualidade ;
na ra do Quartel, casa de Victorino de Castro e Viuu-
ra e na escadinba da ra do Crespo.
= Vende-se um moleqoe, de 12a 14 annos, de na-
ci sadio e robusto proprio para pagem ; na ra
da Cruz n. 26.
= Vende-se um preto crioulo, moco, de bonita
figura, ollicial do carpina .e marceneiro ; na ra do
Collegio n. 13.
NO ATERRO-DA-VISTA N. 3, LOJA DE
JOAOCHARDON ,
vendem-se joiis de prata fina, chapeadas de
imitando pe finiamente as joias de ouro fino.
Estasjout de gusto moderno e muito ricas, consisten)
emadeiecos, pulseiras brincoi. inueis pulidos e es
mellados, correntcs para relogios hotSes allineles
para peito, &c.
Na mesma loja acbio-se ricos chspeos para senbora,
litase llores para cbapeo, calcadu de todas as quali-
dades merino e pannos finos franceos para casacas ,
&c, \i\
Vende-se urna mulatinha, de 14 annos, muito
bonita e sem vicio algum ; o motivo da venda se dir
ao comprador : na ra da Cadeia do liedle, loja n. 55
Vendom-se 2o escravos de amitos os seos de
6 a 25 annos, tendo alguns habilidades; 2 par-
das claras com habilidades ; todos de bonitas figuras ,
por preco commodo : na ra da Cruz, artnaiom n. 51.
Vende-se ou troca-se por um mulatinho ou
mulatinha um sitio com 142 ps de coqueiros, na
ilha de Itamarac lugar denominado Rio-de-Am-
bar; na ra do Sebo, n. 13.
Vende-se um hoilourino de mu bom raes : no
Monteiro om casa de Jos Camello do Reg Barros.
\a ra Direita, n. 9.
lia constantemenleafarinha de S. Matbeus e da tr-
ra em saccas por preco mais commodo do que em
uutra qualquer parle.
= Vende-so ums negrinha de 16 ennos de na-
ci de muito bonita figura, co casa e ensaboa muilo bem ; na rae da Senzalla-No-
va, venda n. 1.
Vendem-se lindos cortes de cassa-chitas, de mui-
to modernos gosto. e de cores Cuas pelo muito bara-
to preco de 2400, 2600 e 2800 rs. ; chita. rancozas ,
de duas larguras escuras e de cores Rial muito pro-
prias para chambres e vestidos a 260 r. o covado ;
riscados Irancezes lurgos, a 320 rs. o cuvado ; cotins
de puro linho para calcas a1440rs. o corte ; e ou-
lras mu i tas fa/endas por menos prefo do que em oulra
qualquer parte : na ra do Crejpo, n, 8, loja de Cam-
pos & Maia.
W t>lll>sa1WlalllBff TlaalaWrtfritalfTh"
Anda restao dous car-
es toes dos lindsimos cor-
tes de bareje, fazenda do
2 ultimo gosto, para ves ti-
| dos de baile: na ra
Nova, n. li.
Na ra do Crespo n. 12, loja
nova, de los loaquim
da Silva illa a ,
vende-se um novo sortimelo de vestidos pin lenhora,
da rica fateoda chamada indiinna ; a quil alm de
ser de cores escuru tintas us, e ricos gosto. .tem
um tecido que finge ser de seda e o seu diminuto
preco be de 3000 rs. cada corte ; bem como tambera
da faienda victoria a 4000 ri. cada corle ; os quaes
ollerecem as mesmis vantagens aos compradores por
serem escuros o por isso se lornio recommendaveis
pin a presenta estscio: igualmente um rico sorliov-n-
t de casimiras pan calcas ; chitas para vestidos; e ou-
lras muitas faienda que serio presentes e le ven-
ders por prejos com modos.
Phosplioros, a 10 ris a cai-
Yinha,
vendem-se na loja da ra larga do Rozario defron-
te da travessa dss Cruies n. 20. Estes phosphoros
5o inlallivei. e em porcfio vender-se-bio por preco
ainda mais barato, do que o acuna dilo.
= Vendem-se nioendas de ferro para engenhoi de
sisucar, para vapor agoa e bestas de diversos Uma-
nhos, por preco commodo; e igualmente taixas de
ferro cnado e batido de todos o tamanhos : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmont &
i.ompanbia ou ni ra de Apollo armazem, n. 0.
porlSO.OOOrs. boa pira tnbalhir emnm sitio 9l,
tar sentido; 4escravos ptimos pin o trabalbo /
campo ; 2 moleques, um de 14 innos e o outro de h.
na ra do Crespo, n. 10, primeiro an'dir.
Vendem-se superiores casimiras
francezas elsticas, de parirOe mui-
to modernos, pelo baratissimo pre-
co de 6'ooo o corte ; ditas ingla8
de muito bonitas cores, e muito su.
periores em qualidade, a 5s'6oo rs.
o corte; toalhas e guardanapos de
puro linho de todos os tamanhos;
ricas chitas largas francezas, dos
padrcs mais modernos, que teman-
parecido ; pannoiBnos de todas as
qualidades, assimcomoum comple-
to sortimentode fazendas linas, tu-
do por precos t8o em conta, que
vista das qualidades os compradores
nao podern deixar de comprar: na
ra do Queimado, nos quatro can-
tos, loja nova de Jos Moreira Lo-
pes & C.% na casaamarella, n. ay.

BsafOgBBa
Vendem-se, na ra da Cruz, n.
6o, e no armazem de Bregue/, cera
em velas chegada ltimamente do j
Rio-de-Janoiro, de urna das me- t*
Ihores fabricas, em caixas peque- $$
as, sortimentos a V>fftade do M
comprador, por ser de ineia libra ci
at i6em libia, e" por preco mais ^
commodo do que em outra qual- B
quer parte.
Pelle do (Iabo a
.l#40rs.
Ni loja da esquina da ra do Collegio, com Irente
para o arco do S. Antonio vendem-se cortes para il-
cas da fazenda appellidadapelle dodiabo com 3
covados e meio cada um a quatro patacn e meia :
esta fazenda he tecida a algodio e lia sua grossura
eicede a di lona as suas core, e padrfies rivaliaio
com as mais modernas casimiras francezas ; sio bastan-
te escuras, e por isso muito proprias para o uso de p<-s-
soss empregadss em ai maiens, e outros Irsficosdo coro-
mercio, e bem assim para montar a cavallo: os compra-
dores, que pretenderen! ver os sobredi tos corles, podem
mandar pedirs amostras que promptamente se Ibes
da, sob o competente peuhur.
Vende-se urna venda com poucos fundos ni rus
de S. Rita Nova n. 7, por seu dono ter-se de retirir
para fra da provincia : a tratar na mesma venda.
Vende-se, a dinheiro, ou com responsabiiidade a
praca a venda n. 8, na travesa dos Mertyrioi, com
poucos fundo! : a tratar na mesma vend.
Vende-se ceneja branca e preta, de Londres,
Kalceroiras, o cova-
do a 32 rs.
Ns loja da esquinada ra do Collegio com frente
para o ar:o de S. Antonio vendefn-se balceoiiras de
lia pora vestido do senbora- A sobredita fazenda he
manufacturada de lia e estampada com ricos dese-
nbos os mais modernos que os abridores de Londres
apresen!*rao oeste auno aos seus fregueses. Finalmen-
te um labynnlo escuro e bem disposto torna a re-
ferida fazenda assai recomniondovel para que as st-
nhom faeno uio delta em vestidos ni presente esta-
gio : dio-se amostras a quem as pedir pira mai. ve-
racidade doaonuncio.
- Vende-se CEBA EM VELAS do Rio-de-Janei-
ro Foitirrento de I a iiicm libra ; ni ra da Sen-
zalla-Velbi. n. 110
N. 40, ra do Trapiche relogios de ouro di
patente inglez muito booi oorrentinbas de ouro
padrao Principe Alberto-; e um ebronometro pin
mvio.mui bem regulado: ludo se vende i precei
commodos.
= Vendem-se peonas de eicrever, a 3200 rs. cada
mitherro a dinheiro : na tua da Cadeia loja de Joio
Jos de Curvadlo Moraes.
Vendem-se lacea, de farinha fina e grona ; ditas
de arroz brinco vermelbo ; ditas de dito com casca ;
ditas de fejio mulatinho ; ditas de milbo ; e tambem
se i ende pela medida velha a vundate dos compra-
dores : ni ra da Cadeia do Reo lo armazem n. 8.
Vendo se sal do Asi a bordo da sumaca Fe-
liciidt, chegada do Ass: a tratar com Antonio Joa-
quim de Soura Ribeiro.
Veode-ie rap princea e meio-grosso chega-
do ltimamente de Lisboa mais barato, que em ou-
tra quilquer pirte ; assim como iotas com almode d
superior azeite dooe : no armazem de Francisco Dias
Ferreira junto da ilfandega.
= Vendem-se nocas com farelos, ao barato preco
de 2500 rs. ; no armazem do Brsguei ao p do arco
di Conceiyo. j
m
=\endem-se siccii muito gnndei com (arelo : no.
arsnaieoide Bacelar a do Gdimcrfiei, no ces da \\.
fandega.
Vendem-so as bemfei.toriisdn litio Novo, ni esa.
pina do larbalho sendo as bemfoitorias : casa di vi.
vend, urna pidirii e venda, um grande telheirs
para rancho com muiti freguetia; tara proporedn
pira ficen ; o terreno he grande, e est todo plantado i
e lem algn, irvoredos de Iructo : a tritar no metan
sitiooom Joio Baptista di Silva, ou ni roa do Cabugs,
luja de Antonio Rodriguei da Lrui.
Vende-se um diccionirio de latim ; om Honcio;
1 Tito Livio ; 1 Siluitio ; 1 Carta de Cicero ; 1 Coi-
nelio ; 1 Fibola de Pbedro ; Arte de Dietas; 1 dic-
cionario fraocez; os primeiro e segundo lomos de Til*.
mico; ludo muito novo: na ra Direita, o. 18,
segundo andar.
: < Lotera do lo de-Janeiro.
meioi quartos e oitavos;
Je cambio ,. n. 38, de Manoel
Vendem-ie bilhetes
na ra da Cadeia casa
Gomes Cunba e Silva.
Vende-se um terreno na ra do Sebo na Boa-
Viiti com 40 palmos de freo te e 150 de fundo em
muito bom lugar para ie levantar um bom predio : na
tua do Raogel o. 60.
Vendem se virios escravos, sondo moleques, ne-
grotas e negras de bonitas liguras e com habilida-
dei; ns ra Nova, n. 21, segundo andar.
Na ruB do Queimado ni. 31 e 33, veode-se
agoa de tiogir os cabellos e suissis. O mclbodo de ap-
plicar acompsnho os vidroi.
Farinha de mandioca.
Noirmaremu'i praia do Collegio, ha farinha de
S. Mitheus, e di tern muito boi 3520 ri. o al-
queirevelho, ou saccas.
= Veode-ie um pietodi Coiti, do 18 a 20 annos,
sem vicios nem achaques o de boa figura ; no iirgo
do Carino vend n 1.
SEBO REFINADO PARA VELAS
Vende-se vinho de Lis-
boa, em barris de quin-
to, tanto tinto como
branco; e bichas pretas
muito boas, por preco
commodo : na ra das
Cruzes. n.4I, primeiro
andar.
- Chapeos de castor,
veodem-senarua da Cadeia do Becife n. 6, primei-
ro andar.
Toalhas de linho,
para rosto, vendem-se na ra da Cadeia do Recife, o.
6, primeiro andar.
Panno de linho,
vende-se em pecas pequeas ; na rus da Cadeia do Re-
cife n. 6, primeiro andar.
Um burro,
pan cuta vende-sa na ra da Cadeia do Recife o,
6, primeiro aojar, ou no largo do Corpo Sioto veodi
do Pilmein.
= Jos Caetano Mirtins dos Santos vende um bi-
Ihar com todos os seus pertences, proprio psra ser
servido ; no becco do Abreu casa de pasto o. 1.
Coolinuio-se a vender cbapeo finos de cntor ;
naruado Alfindegi-Velba, n. 5, cita de Joio Stewarl.
Escravos Fgidos.
Fugio, do bordo do brigue-e.cum Cacique, m
noute de 21 do corrtnte o escravo miriabeiro de
nomo Anselmo de cor parda acabociada ; representa
20 e tantos annos sem barba estatura regular, nal
nenbum ngnil caracterstico; levou citniu do riscido
aiul calca a;uei, chapeo de pal ha ; be escravo di
Jos Joaquim de Oiiveira de Panoigu e provivel-
menle le inculcar por forro : rogi-se aos capitaes di
campo e a todas n auloridadei policiaca a sua appre-
hensio certoi de que.se gratifcala generosamente i
quem o levar i ra da Cadeia n. 45 can de Amo-
nm Irmioi ou a bordo do dito navio.
Fugio, no dia25de julho um preto, de ne-
me Pedro, de 20 annos, sem barba, estatun regu-
lar, groiso do corpo p ipallietados; tem orna pe-
quea cicatriz no lado direito do queixo ; levou calcas
deaigodio, csrni.a de midapolio e chapeo de p-
Ibs : quem o pegar, leve Joaquim Ferrein Fonte,
no Btecile becco do Abreu n 4, que le.gratiliciri.
Fugio, no dia 21 do correte julbo do engl-
obo Perajuhi um cabra acaboclado com o signad
nles : alio, bastante espsdado pouc barba ,
cabellos crespos e bem pretoa dentei largoi e peieitoi,
I nariz afilado pernal um tanto arqueadas; tem !-
cbegido ullicnimenie di America, m buril peque-1*"0' bich-' no> P i ter 2
ha noticia! que elle alravessou a barr de Miiia-Fi-
noi ; vende-ie noirmizem do Bacelar, no caes WaJ- 'le nme Fr'nc,,c0
landege. '
Vendem-ie 12 esclavos len'do : 4 pratoi; 1 par-
do ; 3 pardal de 16 a 20 annoi ; 4 mulatinbos de
12 a lA annos
lodos proprios para o sorvico de can :
na ra da Cadeii de S. Antonio n 25.
Vendem-ie4escriva. mocas; urna dita de 18
annos com bon principios de habilidades pira urna
casa ; urna parda, de 25 anoos, cozinba engoinmi,
cose boi para dentro de urna casa ; Uis pieta velba.
be naturul do serto do Aracily i
rinha e le julga ter-ie encaminhado pan esia.pracs :
roga-ie ai autoridades policiaei e capitles de cimpo ,
que o peguen e levem-oa ra da Cadeia do Recife ,
o. 34, que se recompensar.
PERN. ; ^A TTP. DE M. F. DE FARIA
_846


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