Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08328


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Auno de 1846.
Quinta feira 25
O DIARIO publici-se lodo) 09 dias que nao
I forrni He guarda: o preco da assignalura lie de
4fn00 rs. por quartel, pago! ndmnladns. Os
I nnimcios dos assignanlcs *o inseridos a ratao
de 2 f*'* Por ''"i s" ris eti tvpo dineren-
L e a* repetices pela meta.le. Os que nao fo-
I rfm sssigoanles pagao 80 lis por linfia, e 160
I em ..pilASES DA T.UA NO MEZ I)E JULH.
I ("resceiiie a 1 as 7 horas o 3 minutos diimn na.
II u, chela a 8 a 8 hora e So minutos da tarde
Miojoanle a I as 11 horas eS mln. da uisnli.i.
I ,' nova h 23 as 5 horas e J mu. da larde.
Crescente a *l as 8 horas 1 minutos da man.
PARTIDA DOS CORRF.IOS.
Golanna e Paraliyi.a Segundas e Sestas l'eiras
Rio Grande do Norte, cliega as Quartas feiras
ao meio riia e parte as mesmas horas as
Quintas feiras.
Catn, Serinliaem, Rio Formse, Porto Calvo e
Macevd. no*l., II eJl decida mei.
Oaranhuns e Konito a 10 e 24.
Roa-Vista e Flores a 1.1 e 2.
Victoria as Quintas feira* .
Olindi todos os dias.
PREAMAR DE hOJB.
Prmeira as 5 h. e 18 minutos da tarde.
Secunda as 5 li. e 42 minutos da manha.
de J11II10.
Aniio XXII
N. 161.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda S. Elias au t. da J. do orf. e
do 1. do C. da J. v., do I. M da 2 v.
21 Tere S Prxedes, aud do i do l*. da I.
v., c do J. de paa do 2. dist. de I.
22 Quarta S Mcueleo. aud. do J. do civ.
da 2. v c do J. de par do 2 dbt de t.
>I Quinta S Renradiae, aud. do J.de orpl.os,
c do I municipal da. I. vara.
2t Sexta.S Chiisiiua, au I do J. da civ. da I.
T. edo J. dr par. do I. dist. de t..
24 Sabbado S Tbiago App. i* S. Chris-
lovo.
26 Domingo S. Anna.
CAMRIOS NO DA 22 DEJCLHO.
Cambio sobre Londres 26 a 26 '/,H. p I Ja 00 d.
l'aii<3V) ris por ruanco.
.. Lisboa 105 % premio por mes.
Dase, deleira* delmas iirmas I '/, p /oaomex.
<>, Om-as he*pa.i'iolas ilfiOO a SI 1*00
Mnilas de 6J4A0 vil. IflJtTM a I7n0
)i deASIOOnor. lO^OiiO a IOI00
. n de Ijneo... tfOOO a 9J!W>
Prala Pataress.......|TM a I 780
a Pesos culumuares ifomi a I990
Dito- Mexicanos, ijuio a l#9<0
Miuda......... 1^760 a IJ780
A croes da Coinp. do Heberibe de 40J00O ao par.
DIARIO DE PERNAMBUCO
PABTE OFFICIAL
Goveriio da Provincia.
EXPEDIEUT DO DI. 13 DO COMERTE.
OlleioAo desembargador juiz relator da junta de
jostics, Iransmittindo, para ser definitivamente julga-
,'. o proeesso do soldado do qusrto baUlbo de arti
\ .ra p. Manoel Jote Soarea.
, ')ito Ao inspector da tbeauraria dai reoda provin-
Ciaes.ordeoaodo, que dora em diante mande declarar
dos balancelea mensaeso dia doi vencioientoa dai le
(raiTque nellei vierem contempladas.
DitoAo mesmo, determinando, que ao procurador
do fnrnttcoilor da cadeia do Limoeiro mande pagar ris
ti ijSOO, por aquello deipendidoa com o presos pobres,
em n mei de junho ultinio.
DitoAo commandante superior da guara nacio-
nal do municipio do Recite, declarando, deve prrmit-
tir-iea Galdino doa Santos Nunea de liveira o persis-
tir no posto de aIfores, em que, rejeitando o tenente,
para que lora propoito, ae quer conservar.
DitoAo juii dedireito interino da prmeira vara
docivel, eiigindo circunstanciada informscao acerca
doconteilo no oflicio, que Ibe remelle, do cnsul da
Blgica oesta cidade, acerca da venda da barca Ama-
to-
DitoA' cmara municipal da Boa-Vista, signifi-
esndo, deiza de mandar o dinheiro, que pedo para soc-
corrernoseu municipio os (lagellados pela secca, por-
que os tupprimeotns, que por conla da quota de ris
25 000*000, para esse fim votada pela assembla legis-
lativa provincial, devem ser fritos em gneros e nao em
dinbeiro ;e que etses meamos gneros Ibe nao remelle,
pela quasi impossibilidade da coniluci.no.
DitoAo inspector interino do arsenal de marinlia,
tulorissndo o a fazer conservar na crvela .-Janua-
ria, al que posslo seguir para a edite, os recrutss Ma-
nuel Vicente Coutinbo, Manoel Celestino da Cruz, Pe-
dro Gomes e Joequim Jos de Sant'Anna.
DiloAo commandante geral docorpo de polica,
crdensndo, sga render o destacamento do mesmo cor-
pn, ora existente m Goianna, por oulro de 30 pracas.
Parlicipou- se au chele de policia interino.
DitoAo engenheiro em chele das obras publicas,
facultando a inemsao das quanlias oecessarias para os
reparos do caes do Collegio em o orean.culo, que para
a obra do aterro, que deve completar a ra, que fica por
Iris do mesmo ca.es, o incumbi de organisar.
DEM DO DIA 14.
(UnciosAo inspector da tbesouraria das rendas pro-
vinciaes, approvando as arrematarles do diiimo dus co-
cos nos municipios de Goianoa o Rio- Formoso, do im
posto ile 10*000 rs por cada letlao, edo rendimento
da barreira do Buiary, efleituadas ante aquella tbesou-
raria.
DitoAo engenheiro em chele das obras pblicos,
declarando, que proroga por mais tres metes, a fim de
continuar os trabalbos a seu cargo, o contrato, polo
qual lora S. uic. enga|ado para o servico da piovin-
eia.
DitoAo procurador-fiscal da tbesouraria das renda*
provincia, significando, deve proceder, corno fr de
lei cerca di protesto, que fizera a viuva D. Josepha
Perpetua de Jeius Caldas, pdos alugueis da casa, que
Ihe fra arrendada para o lyco desta cidade.
dem do da 15.
OfficioAojuit privativo dos Africanos, determi-
nando, que, na lrma das instruceSes de 29 de outubro
de l834e alterarles de 19 de novembro do 1835, laca
arrematar os serticns dos que eslo no arsenal de meri-
nha. iMeruiinou-to ao inspector interino do mesmo
arsenal, que pozesse a ili*posif;ao dojuii os refundo-
Africanos ; ordenou-se, que fi/esso vender em basta pu
blica o patacho Bom-Jetut-dot-Navtgantti, em que
elles forio apprehendidoa ; p*rticipou-se ao ebele de
polica interino, delerminando-se-lbo, que mandasso
organisar o proeesso de epprcbenio ; e preveuio-se
o inspector da tbesouraria la fazenda, de que seria
recolhido aoa respectivos cofres o producto da venda do
mencionado patacho.
HitoAo commandante superior da guarda nacional
do Racile, sceotificando-o de ter concedido reforma
ao alteras do respectivo quarto batalho, Joaquim dos
I Santos Atevedo.
DitoA'cmara municipal do Pao-do-Albo, signi-
ficandosHue, nos termos do artigo 13 do cdigo do
! proeesso criminal, do artigo 17.' das instru-cues de 13
de deieinbro de 1833, cavilo de 22 de novembro do
mesmo anno, deve-se proceder a eleiiio de iz de pat
para lodos osdistrictos.que lorem alterados ou divididos.
DitoAo commandante da ilha de Fernando, de-
clarando, de coofurmidade com o disposto nos artigos
409 e 410 do regulamenlo n." 120 de 31 de Janeiro de
l64\a, que o juii municipal da 1.* vara be compelen-
te para torresponder-se directamente com aquelli com-
I mando respeito dos reos, que para all loreo, a fim de
l'uinprir as respecluas seoleacsa Parlicipou-se ao
jiz municipal da prmeira vara.
EXTERIOR.
NOTICIAS DO RIO DA PRATA.
DOCUMENTOS i 1 I le iai -.
Parle do general em chefi.
Quartel general em Mercedes, 10 dejonho do 1846.
Do S.-Sulf nilnr dei cunta ao governo da derrota com-
pleta da cavallaria nimiga n.ia cnbeceiraa do Arenal-
Grande us ordena dos coronis Montoro o Flores (por-
tenho).
Eate ultimo fui perseguido pelo roinninndaiite Josa,
alodeixar disperso ma montes da Agramada. Na uou-
te de 12,incurporiiu-se-ine o viunniaiidanle Sosa, e pou-
eo depois live noticia, pelos meus bombeiroa, de ae lor
refugiado Montoro ueste punto, o de so llio terem in-
corporado un 300 hnmaiis do oiivalluriu doa diaperana
no Arenal-Gramlu; \ient como que, contando com a
eonprrvj", que Ibe otTerocia nni obefe por nomo Gra-
nuda, que se achava com una divi.ao ao sul do Itio-lNc-
da villa, quo era defendida por mai de 400 Hilantes
e 7 pecas do ruinara, linliu re.ulndu aafeaiUr-M n
todo transe.
Dei ordem mmediatamenlo ao exereito para pr-se
em marcha, e pasaor a rio do S.-S.dvador, que estas
erescidu. Na madrugada de 13, ctt'ocluou-se a ii.-istagcm,
o, coinecaudoa forgar as aaiahai in'arolias, acbatn-uie ua
O da larda no pa.so do Sauso no Bisooclm, nudo SuHre-
moa nina oliuva copiosa, quo deiuorou n nuaaa marcha
por :naia de.quatro huras' som embargo, as unte dei
iiuiiie.iiii-iiiMi-M a marchar, a ln-ni diier por denlro d'a
goa. Attrnveasrau>se na arroyos das Minias e Daca
>|iini aado. Eran cim-u e nn-in da niauhaa, -jiuaiidn
ileslaqiici o coronel Cnoiaebo, par que bnlesae ni-r.e.
glltaae as guardas iniuny.is ale eneiiiilrar resistencia lia
infanlaria, que ooeupava a villa. O couiuiandante Mor
.-ipodei-ini-so lugo do una grande porfa de oatalhadaa,
e coiisegiiin fater alguna prisi uneiroa, por cuja deelnra-
e ni m- .onlie, que Montoro e lusco vstiivao II praoa
deoididos a ilef,.-iider-ae.
Receb parle do ouronel Camacho, t\uu inf.inlai i.i
niiiniga .u.oic.ii -i eiu trea grupos grandes, quo se inos-
iraiiio nasaoioas, os quaea a coberlo falli resi.leneia
uossa cavallaria. Avauoei cin pessua para reuoiihecer
a posicao do iiiiiuigo, e ver qn.il podi-riJ si-r o ponto,
por nde haviu do dirigir-so u ataque da no.-sa infan-
laria, que iinindei avancar mu iiiediaiimii'iile. Deslnquui
ao Sr. Oorouel Baet oum o balall.an de Vascos, deler-
luiuei-lbo, que atacn.se un grupo de 300 hoineus, quo
aoapresoiilou telendo fugo na ra principal da praoa,
ordi'lK-i ao meu ohcfu do e.lndo-uialur, coronel D. Ve-
nancio Flores, que so cullocasso com arlilluiria eiu
un ponto appartnte, e dirigissa us fogos obre aa
toteas dapraca, onde so acbavo pjuilea grupo* iui-
uiigos.
O coronel Labandera, com o batalho do seu com-
mando, furtnata a nossa qsquerda.e o mandei postar na
ra principal, que 6egue ao porto. A nossa cavallaria
tinba tomado os flancos da villa, e a tiuba atravesad.*
em todas ns dlrecvoes. Nesta ordem, o Sr. cmonol Uaez
comerou ft ataque to briosaoienle, que em menos dr
dei minutos o inimigo prmcipiou a' perder terreno, lu-
gmdodasnossas baionetaa, quo o porseguio da pe lo.
ioimigo lez pouca resistencia na prava, e cuuiecou a
retirar-se para o porto, onde le urna vigorosa dolensa,
porm de uiuilo pouco Ibevaleo; poique, depois de
duas ho'rasde cmbale, eslava completamente vencido,
com peda de lodosos scus principaes cheles, da erli-
Iharia, edo quanto poda seivir-lhe para sua defensa.
F-ro oito horas e meia da inanbaa, Exru. Sr. mioilUO,
eestavaoem nosso poder 500 pnsioneiros do tropa, o
coronel .Miro de inlanlaria, e uiais de 40 entre ebefes
subalternos e ofliciaea, urna portao coosnleravcl de u.or-
los, entre os quaes eslava o uiesmo Montoro, o tenen.-
le-coronel N. Vlorancelli, e outios varios ebefes e
officiaes, cujosnoines e classes dsr opportunsuienle o
meu ebefe de estado maior. Tom6ro-se meisde 1,500
armas, cinco pecas de artilhana, mullos calimos do lu-
zilana, oais de 2,000 cavallos em booi estado, e conse-
guiu-se a realauravao da villa de Mercedes, subjuga-
da, voiada, e destruida por mais de tres anuos pela le-
rocidade e atrocidades dos lenles, ou, psra tnelbor di-
ier, dos ebefes, que, como Oribe, lircrao pesero poder
do todos os seus cnuies sobre estas desgranadas povo-
aedes.
Tal lo, Em. Sr., o resultado dosesforcos da divi-
sloas minhas ordens; eescusado he recomnienda-la a
consideradlo do goveroo e do publico, porque sao os
meamos gueneros orientaos, que vencerlo eui Las-Vi-
voras, e no Armal-Grande, na noute de 9, para vir co-
rar as suas glorias na manha de 14, n-le ponto.
Julguei convenienle nomear, para levar esta parlic-
pacio importante ao conbecimeolo do governo, ao Sr.
coronel Baez, de quem o mesmo governo poder saber,
de viva vos, oulros deUlbes, que oimtlo.pur considra-
los secundarios, cotnparalivamenle ao objeclo, que eon-
tm esta ola.
Da nossa paite nao temos mais que o oflicial do ba-
talhabue Vascos, chamado Cadel, e sele soldados, le-
vemente leudos.
Dos guarde a V. Eic. muitosannos.
Fluctuoso itera.
Exm. Sr. ministro da guerra e manoba, coronel D.
Jos Aulonio Costa.
do maio sabio do Salto o oornnel Garibabli era busca
das furc*s oribistas, onmninndailas por I). Servando G-
mez, Taes san em resumo as noticias da campanba ori-
ental, etlrahidas das partes nfliciaos publieadas polo go-
vornode Montevideo.
Al o da 26 tiuliao chegado a Monteviilo 91 em-
barcapes do ooinboy do Paran, oondiizindo 4OO.40
cuur.i cri-m, .i'2,',114 arrobas do malte, oinuitn dina
la, sebo, tbano, etc. Fieou em Corricnlos o barca in-
({lea llolij Iloail, h cm (luya o brigno francei Courrier-
da-la-Sciiie-inferifare. O vasos d>guerra vslavAo
tfleiiinadiis d.i iiianeira se^iiiute : eurvetas Lomnt e hx~
pditive, o vapores Gassenii e I.isard no Obligado oor-
eia Coqui-te e briguo S.-Mnrtin no G'iem ; brlgnas
Prooida o Famty ; c vapor tlarpy em .Martin-(iarei.i.
Em Montevideo aetavlo os vaporea Gorgon, Ficbrand.
Alelo e Faltn, o u brigue-eanuiu Detfihin.
Ou Buenos-Ayrea lluvia notinias ui M ni.'vi'leo ate
20 de joiih". Nada ilizeiu do Corrientes. O llritilk-Pa
i ki't do ,ii.i ^0 11.|, r, quo o general llrqoi/.a ia para a
fronteira. Aa OnOaa esta vio eiu Buenua-Ayos ii 41 <
pesos, O Sr. Brent, eiii-arregado do negocio dos Esla-
lo.-Uoidiis na l 11 f -1J, i;h' i Argentio.i. rol mandado re-
tirar. O Sr. H.im., seu aucecsaxir, sabio da Monleviileu
pura Bui'iius-Ayres ii" briguu do guerra americano
Bainbridge, lio di.i 23 de iuuho.
A trgala ingina Apollo cbegnii do Purtsmouth a
Mtfnievidoo un da 22 de iuiibo. Eis o que dii o Comer-
oio del Piula lo 23 o 27 de jiiiibo sobre as noticias c
orden levadas por eu vaan de guerra :
l'.oi 23. Kolroii do Porlsuioulli un direitura n
transpone Af lio : trai alguna olliiiaes u praoaa do re-
giineiito 73. Nao rcei lit'ino caria neni joruaes : pelas
llirurniafoes, que nos do, i loo, quo nada ba de im-
portante. .,
Km 27. u O proioato dos ministros interventores de
21 de detcnibro proKIIIo passado, no qual, por uiotivu
ln decreto de Risas de 27 de noveinbro, tratando como
pirala n euili.ireaces iiiercaolea, quo eulrn-neni no
Paran, dcclarai-ao, quo os alaseos do K > nao por oiirabir nbie eilo o sobru naexeoutorea da
> Boas urdena naia periguaa reapunsabilidade reoebeo
lo governos de Franca e Inglaterra plena o ubaolula
approvai^ao. ..
tSesles dias devem embarcar par o seu deslino pri-
milivo do (..il.o-ile-H ia-l-.|n inora ns torcas illgleaaa
perleiieenle ao regimenlo 45, que eslao em Ierra. Sa-
heuios, que lerdo substituidos em trra por igual un
mero de luannfieiro o de infanlaria de niariiiba dos va-
nos da CBlittoo trncela e Inglata, de modo que a for-
C da iraca huaru lempie no niesoio aalailu.
[Jornal do Cummercio)
C0NTISUAC.0 DAS NOTICIAS DE FllANfA.
o A provs, iu o Ttmti, de que liltem no cont-
nenle da Europa os ajleiiientos do una torinor.la lulu-
ra, posto quo talvez distante, se nos oflerece em quasi
todas as cartas, que recebemos da Franca, Italia, ou Al-
lemanhn. Do Miado du llespanha e de Fortugal ja no
nrecisao os nossos loitores de ser informados. A condi-
o du >uisa |ulgar so-hia aisustudora, so podesse pu-
recer imporUnte alguina cousa do que azem os char-
.ii.'ic, quo se acbo i testa do inovimenlo nos canles.
I'or toda a Allemenha n ina un fermento, cuja pro
undida de nao he apreciada pelos governos dos diverso*
oslados, do quo so cumi Oe a coBederacao. A pennsula
italiana de norte a sul rsl^noloraiiieiite agitada. A
Lombardia e as Legai6erylao-se al como dispnstas
revolla no uiornerito, eiu quo a Austria liver enlreteni-
nienlo n'outra parte. A' Polonia be desnecessario refe-
nrnio-iios. No he, diz lima des nossas caries particu-
arri, o vigor da Bussia, a fdria dos seus ezercilos, a
^rofuodidade da sua intriga, ou o carcter ilimitado
di sua ambicio, nein o poder e o absolutismo da Aus-
tria o Prussia, nem as vistas inb-rosseiras da Fiante,
sustentadas por immensa lona militar, nao bealguma,
assemhl'a continuou depois a discu5o do oresmento
dos negocios estrsngeiros. Qjando M. Mauguio per-
nuntou a M. Guizot, se a Hespanha pagava a Franca o
juros da divida, que, para com ella contrabiro desdo
1823. e se ella tenrionsva pagar algum da o principal?
M. Guizot respondan, que os |uros tinhS i deixido do
sor pagos desde 1834 ; que o governo francs repeta
iodos os annos a sua roclamarao ;. mas que, na aituacio
dilcil, em que a Hespanha se hsvia posto, elle no jul-
gra contenente veza-la. M. Mauguin leplicou, quo
so tinha eilabelecido un imposto especial para a exime
'o da i'iella divida, e que a FriDea consentir, quo so
Ihe dsse outra apiilicaclo Ello -ustentiiu, que as 11-
naneis da Hespanha eilo nial administradas, e que a
Franca tinlia direito do intervir na sua adminislrstlo,
como credra. M. Mauguim queizou-se depon da hos-
tilidade do govorno hespanh I. para com a Franca, e
do mo Iratamento recebido ltimamente pelos Fran-
'Vi'-em M-i.lri I. M Guiot levsntou se outra ver, e
iliancou a M. Mauguin. que a divida nao era contests-
la polo governo hespanhol, e que as linancas da Hes-
panha estatu presentemente confiadas a um homein
perfeitamrole competente e votado eos intoresses do seu
paii. M. Mauguin acdmpanhnu o ministro, o mostrou a
i'\ ninl.Vi da sua assercao, o licou M. \ alry a tallar.
Se;undo o Sidelc, reinava a motor ooiifusfio na alta
adiuiiii.irncao niililar de A'eri.i. O general Maguon,
punco salisfeilo com o aeolhimenlo, que Ibe dora u ui.i-
reili.il Bllgeaud, pedio licen\ para voltar Franca, e
general Lamoricicre, fallando o dosgontoso cnill o ser-
I0n, laiiibein enlata aini.no da so retirar, O mareebal
Bugaaud havia recoaado lomar a pedir a .un demissla
e f.il|ava-e no duque d'Auui.ile, no general de Rnmi-
gny, e no general Tiburco Seb.i.tiani, como eaudidatiia
para o lugar da governnilor geral d'Africa,
A fuga do principe L'il Napoleao.da cidadeln dcllam,
rra ti aatiiinpto mai inieiessanti', que ueoiiiinba as
Isillias de Par.is do da 27. A'exiepc*a;douuia ou duas,
a jiu I a- follnis inontravao prater pelo aconieVimeolo ;
mas em ueuliuuia d'i-lla se deseubria prosa nlguina do
ilcv.'cu ao carcter no ii enusa piditiea do niesino prin-
eipu iicuhum tnthusiaeroo, nenbum boiinpartiiiiu de
faelo. A sua fuga tirana o governadur d'um.i sitliafljo
algum tanto W baracoaa, eje (como no oasu del.n.il-
lellej se iiunifialarno auspeila, do ijuo era mu negocio
ite polica; poreui, por mais cimientes que eliteuiu us
ministros e o ral, com u alliviu da radata, inherente I
oa eoiilinuida pristo, disilo, que a pe.so.i ui.ii. Iiabi-
lilaila para formar uoijouo sobre isao, erio de opiniio,
que n."i bu uve coiniivencia alguiua na sua tuga, da
parle do governo. t.nrla particulares dililo, quo el-
le embarcara ara Si, -V llery-aur-Somie, psnarna por-
to, dunda se fu de vela para a Inglaterra Guilherme o
Conquistador, e quo oett situado pouaai nullias dislauto
do '1 npiirt o tu.
A amara dos depiitadiis continuou no di.i 27 dis-
oussao du orcamenlo daa despesas para 1847. Tendo-se
votado sobren rolo do captulos da repartilo da ins-
Iruccio publica, sein oppiasico alguiiia, ubrio-so o d-
bale libro us suppriioeolo pedidua pido ministerio do
Interior, Havendu M. Tbicrs soblo tribuna, auuuii-
cioii, que, du acerdo i no. M. Odllloh Barrol, pr.ipoiu
urna reduceao no fundos du SCrVOO secreto, Dio i.....I
espranos da oblar maioria saae somanta para lerassi
veoasilu de explicar o motivos da su opp. sijao. Ello
dase, que nlo podia aerauspoilo dajiosnlisar ou go-
verno, para roj.i e.t.ibeleeiinenlo haVia contribuido;
ni.i.- que I be era llll|u..i vil nlo ro.nbaler os acto doa
.en imoi.ir.'S. Mr. fhnrs coiilraslou i nlo a poltica
seguida cin l,s;<>, e.ni o plano agora adoptado, o sus-
leiiii.u, que havia nesle tuda a ralla dedigsiidade; a qual
tinha alienado oantais dooididns asaigoa do governo, o
iniluiido a mullos dus saus parllduitaa o cqueirareiii-se
lelle. Kilo desoreveo depois a Franca obedeceiido aoa
dioiames da Grlo-Brelanlia, o subsorevanda todaa aa
lia a novas cunee.fie. Na queslao pendente entre
nao sao todas estas cousas, que ameacavo a paz e a or-1 Inglaterra o os Baltdut-llnidot, tinha alia abracado a
iloui, heoprojrss. Fallando em geral, os principses jcausa daquella, o perdido mu velhu a sincero amigo,
aitigos dos joruaes do Faris versato s bre assumpto
Iteccbfino folhas do Montevideo at 27 do passado,
que ciinieem noticias do bastante interesse.
No da 21 do junho fui atacada e tomada a villa de
Colla pelaa torcas estacionadas na Colonia, e no dia 2S
meraiiiento tleiloraes. A imprensa opposicionista im-
ptate corrupio ao governo, e as lolbas conservadoras
respondiao. Tanto uinas como outras paretao incapa
*es de cousa alguma posititamente nova. Coniludo, as
desordens, a que alludimoa, produ/irlo alguma sense-
cao em Faiis ; especialmente porque se dizia ser uui-
vorsal o espirito de insubordinacao e combintclo entre
os operarios da Franca. _
O Sutional duia, que M. Gui/ot bavia oflerecido o
lugar de cnsul de Franca em Calcul ao conde Ralli-
.Monton, que linha sido cnsul em Damasco no perio-
do do assassioato do padre 'J'homaz, e ltimamente na
China.
No dia 2b de maio, bouve no campo de Marte urna
esplendida revista de tropas do excrcilo regular, passa-
da pelurei, em obsequio a Ibrahim-l'acba. Dizem, que
a infanlaria inontava a 2S.000 bomens ; a cavallaria a
10,000 ( erao 65 esquadirs), com tu peas deain-
Ibaria. !'. nnava ludo, dizia urna caria particular, um
dos espectculos militares mais respeitavuis dos lempos
moderos, a
A solicilude, com que Ibrahim-Pach tem sido fes
tejado e enlielido em Faris, continuava a tnesma carta,
nlo pode deiiar de faier-vos impressio. Altribue-se
isso a vistss remotss da Franca no Oriente ; mas, como
se di:em remotas, sere dispensado de mais particular
referencia aellas, a
A cmara doa deputodos concedeo nsquelle dia a
somma de 200,000 francos para a celebracao des leslas
de jolno, por urna aiaioria do 230 tolos contra 11. A
sant anegorai-sc da nniiinde da sua nota adiada, A ho-
ra da partida do eorreie anda M. Tbiers nao hara con-
cluido o sen dirourso.
Naquelle mesmo dia (27) linha-se reunido o tribu-
nal dos pares para ouvir o parecer da sua commisso o
a requisitoria do procurador do re sobre o caso do re-
gicida Lccomte. O resultado dss suas delibcraces a-
inda ii5o se bavia divulgado, quando o cornspondonte
do T'imas lecbou a sua carta.
O regicida Lccomlo tinha sido interrogado oo^dia
antecedente polo chancelle! e pela coin.mssao do tribu-
nal dos pares, bem como o serralheiro, que Ibe vendeo
..auna, com que o asssssmo ommoltro 0 crimo. O
rolatorio de M. Frank Carr fo. ido n'uma aestlo par-
ticular da cmara, no da 27.
O Uniof annunciou, quo a 5 de maio, da da fes-
ta deSai.ta-Olbar.ua, recebera o carde.I Acton, em
Ro.na.no gremio da igreja ealbohea, ao reverendo
Jorge Dudley Hvder, u u.ulber. sua irmla hopb.a
Ryder, e tres filaos scus. O reverendo Jorge ItyJer,
di'uolWi, be liso segundo do ultimo hispo de
Licbfield e Cotentrj. sobrinho do conde de llami.wliy,
e primo roirnilo de Ambro-io Lisie Fbilippi, de Gra-
ceieuMsnur. Mr. G. Ryder he cunbad do doulor
Wilberlorce, que ltimamente foi nomeado bispo de
Oxford. Mr. Ryder deslructata um beneficio eclesi-
stico na diocesede Winchester, como reitor de Fal-
tn.
As folhas de Psris de 28 (ultima data) occupavao-ie
principalmente coma falla de Mr. Tbiers, na cmara-
rados deputados, no dil onleceule, sobro i poltica
I MUTILADO


externa di Franca da qoil demoi cima resumdi
noticia. Carlai particulares da mesma data diziSo, que
oa amigos de M. Gui/ot esperadlo delle naquelle dia
urna respostaao discurso de VI Thieri no seu ptimo
eilylo, expectativa, que, segundo coaita, (Ora cabal-
mente latiifeiti.
Algn jornerg franeeioi publicarlo por eitenio o
reUorio de M. Frank Carro sobre a tentativa de Le-
comteparaeiisliinaro ;. Entre a |>rova documental
referida nelle achavlo-ie varias caitas do Lecomte ao
reie ao conde Montalivet. mostrando (eupecialmente a
ultima)', como observa o National, una somma de ei-
citamento e um grao de eiasperacao, que devia de ter
attrahido a attcncta das autoridades aoi morimentos de
um bonito* cuj violencia ja o linha pollo ob vi-
gilancia da polica, a A verdade, que esterelatorio de-
monstra, diiia o National, he que um bomem tentou
nassinar o rei, porque 1." tinbio-se- Ibe tirado 20
francos; 2.,tinha sidoacci'ita a su* demissio; 3 ".por-
que a nua pernio tnhasido reduz'da de400fr.a388 (r.;
4.', jorque tinba-lhe sido recusada a oflerta de vonder
ao gov.rno aquella pernio, para encetar nova carreira
porii mesmo (fulanas sue);5.', porque no se Ibe ha-
viAo reconhecido 10 annoi desrticos no eiercito 0
en ultimo lugar e sobre ludo, porque linba tacripto ao
re tres carta. a< quacs S. M. nao so bata dignado de
responder. Todo isto prove que o bomem era de um
carcter tao violento, que enlouqueceo pela sua influ-
encia; mas tambem prova, que as pessoas. que circu-
ido o rei, srrvirao-nomuito maj, e isto he ludo quin-
to temo* visto de poltico neste negocio (porque o re-
1..torio insmuava, que o crime era do um carcter poli-
tico, eque tivera origem n'uin partido.)
Curtas de Paria dniio positivamente, qoe o es-
forcos ha muito em progressopiri efleituir-se umi re-
coBCiliaclo (entre o imperador Nicolao e o rei dos
Francnei linho sido bem succedidos. Noticias de S. -
Peleriburgo, escripias a 15 de mam, davta o impera-
dor por muito satialei'o com o scolbimenlo, que seu
lilbo (o grao doque Constantino) reeebra em Toulon
c da pirte do duque de Aumale; o que ai sympalhias
de S. M. I. deipertcrta-so mara*ilbo ialelo entre a posicio doa Franceies na frica e a dos
llii-.os na Circassia; entre o marechal Hugeeud e o
conde Woronzow; e entre o immoitul emir Abd-el-
lader (<>|.itbeio que nao so Ibe pode negarj, e o pro-
pheta Scliamyl
Rir-se, e que a e(e vicio se deve attribuir o leu loueo
intento.
(/. do Commtrclo.)
PERNAWBUCO.
iNltsuh
Rio-de-Janeiro.
NOTICIAS DIVERSAS.
OSr. brigadeiro JoS> Cario Pardal foi nomeado di-
rector do aisenal de guerr.i da corte, lugar, de que lora
exonerado, por decreto de 4 do corrente, o Sr. tenen-
le-coroml Antonio Manoel de Mello.
O governo acaba de ordenar ao presidente de
Pcrnambuco, qofreoiett jiara esta corte os presos po
tilicos, que eiistein na ilba de Fernando, ol ni de se-
rom mandados em pal para suas provincial.
(Sentina/la da Monarchia.)
DIAKIO IJE MlUJIBLIJI).
A ramara temporaria rejioinu lionleni (8 de jolln)
o i rojiriD tobre reoilicciiucnto dui flllios illcgi-
tinioa.
Continuando a disrnisA do rci|iicrnienlo do Sr. Cam-
po Mello, prupndo,qiie u proiocl da nacional volle Comini4o, pedio o Sr. ministro da
guerra o elimnenlo |>< leni'iar rom o iimi r'nlle|., o [ opiniao do goTcriio a reapeito do modo, por quo deven
aer nuneadSl nlioiue da guarda nacional. E.le ailia-
iiienio f,>i apprtrtado.
Ap|>ri.vnn-se igualmente a rci>loCo, autnrisandn a
W eiici'elo Antonio Pire, a fuer omine do jirimetro
auno no cuno jurdico ile Olanla; e em prinieira di-
i no para passar segunda n projecto, quo prohiba a
abertura da luja nos do minga.
O !-r. ui i- M ii h.iilo apreieotou hontem um
projerto, aisignado por mais de vinte deputados .autori -
sando ogoterno a pagr a todo o lazendtiro ou pro-
pietario de Ierras, quelundar urna povoncao de colo-
nos agrcolas de duzenlos individuos, urna indemnisa-
cta de oilenla mil ris por cada um, se provar, que na
mesma fazenda nao trsbalhta escravos.
O Sr. Olin ira Helio wfforrcoo uulro prajaoto, aig-
nado lambein |cloSr. Magalbie eViena da Colilla.
elevando a 3> p/r canto o direitns du mport.can da
carne ierra On salg.idn citrnngeirae, e Hianilo a 7 pul"
rento o dlrnioa du ex|iurlaalo du couro da jirovinoia
do Rio-urmiHo.
A t- .ni ni i >1 i de negocios eccleiiaiticos apreaenlon
i-ni pnijaota obre a I.bella, i|iie regula osdircfto pa-
roeliiaen im niiilimiciitM, <|iie e devem perceber pela
fuirciV ei'cleaii.tica, eu> toda a fregueiiaa do bil-
l'.-nlo de l'el li.illiliin i..
Unan projerto da comniiAn de ntrurc5o publica
aulorraa o director do rura jurdico deUlimla a adinil-
lii ., riume do 1." anuo a l.nu It.olrigun Villares.
Todos vites projeclos furio julgadu ubjoclo de del-
ber.flo.
, EnlrrAo depoi em diertiaao o ferio a|iprovudas, do-
p'ii de animado debote, a O|ioientadoria duSi. Al-
IMida Torre, Maya e Galtln.
Foro tambem appruvada as dnas pemfics de 300g
r. annnae runredida I I). Carolina de Aliuuida o Ca-
Iru, e a I). I.una CmoImI.i da Nobrrga l',.n i> .....
Falleovo liontem (4 de jnlho) o Sr. Frncco Al-
varea Marliado de Vaioviieellua, depuladu pela pruvm-
rii de S.-Paulo.
A carnara 3o dvputadui rejeitou hontem (10 do
correnlej, o artigo 1 do projecto. quecreava difle-
i. ntes bispados. Ficou, poitanto. pre|udicado o resto
do projecto. asiim como os emendas.
Entrou depoisem discussao a reoluclo, que consi-
dera habilitados como doutores em medicina os clrui-
iSes approvados segundo o plano doi eitudos das an-
tigs academias do impeli A pedido do Sr. Souxa e
Oliveira, loi o projecto remeltldo a columnata de im-^
Irucso publica par examinar a legislarlo existente a
respeito de aua materia e dar o seu parecer, fcando
entretanto adiada a discussio, .
I enlou suicidar-se hontem(IO) entre al 11 horas e
o n.cu.-di, dando urna natalbada no pescoco, o sub-
dito portugus Tbeodoro Mara da Costa, morador oa
ra Nova-do-Ouvidor, n. 15. A ferida be grate, po-
reui ha ei|,ernca de conservar a vida i este desgrnc
do. Ignorao-ie os motivos, que o impellirio a eile icio 0u deducQl chronologica dos faetos rais nlaveis)
de deieipeiucao; consta, poim, quecostuma embria-letc. dsse-lhe antes ode Annaes do Brasil, que cor-
F.STATISTICA DA PROVINCIA.
Illm. Sr. Tendo-mo declarado o Exm. presidente
da provincia em ollic.io d j 8 do oorrenlo, qoe neta dala
ordenara a V. S. que me cuviaaie os relatnos e map-
nasgeraea sobre a adniinatrican da jnlc eriminal na
provnola dorante os annoijde 1812 a l.S'i.i, o que, no
rato de ser mpossvrl casa reine, me eonfasse os
mappis parciae, aftm de que delle fileno en o enme-
lo, que nio So precisos para complemento da estilsti-
ca civil c pulitioa, da qual me hci encarregado; permit-
la-rae V. S., que eu, urgido pelo limitado praso, que
tenho para apreaentar eaa obra, rugue a V. S que
haja de aprear a exeenpao da ordein da presidencia,
certificaniln-llie, gue toda a demora esto reipeito me
er snbrcmno prejudicial.
Dos guarde n V. S. Cidade do Recife, \k de julho de
184fi. Illm. Sr. desembargador Juaquim Teiseira Pei-
nto de Abreu I.ima, rliefo de polica interino drla
proriiieia, O cncarreRido da estalistiea, Jeronymo
Martiniann Figmira dt Mullo.
Illm. e V.sm. Sr. Comprndn-mo responder a of-
fjeln de V. Rk. dai.iilu de 8 do eurrente mes, tenbo a
ignifinnr a V. Ex. que, sendo oa empregados deata ro-
particao de polica mu punco para oroorrerem a tuda
a neceasidades do expediento da mema, que e aoha
cm atraso, pel ooui|lioadns ataiere, e nSo tobrandi
rr-n.|n> para se tirarem aa copia do relatorio, o niap-
pas acerca da justipii criminal, desde 1841 1845, re-
clamados pelo encarregado da eilatislica da provincia,
mili yniilieni mu teja jiustivel o |icrniittir a remosia do
incsii.oi innppis, receiando algum cxlravio: todava
nao bito, e ante do toda ani|ilitude, para que O mea-
mu encarregado da etatitiea tire ou mando tirar nesla
secretaria as dita copias, para o quo lio ello pago pe
estado: V. Bx., no entretanto, tomando rala ininlia re-
presentadlo na devida consideracu, mandara o que f ir
servido.
Den guarde a V. Ex. Secretara da polioii do Per-
naiabnon 11 de julbo de 1846. Illm. o Kxm. Sr. con-
eellioiro Antonio Pinto Clmliorro da (ama. jireaidente
da provincia. Jonquim Ttixtia teixoto de Abreu e
Lima.
Ilemetlido ao Sr. encarregado da estatistioa, para
tua intelligeiieia. Palario do Pcruainbuuo 14 de julbu
de 18'lC. Pito Chir.hom.
Illm. Sr. Em respoata au seu oflicio do 14 do cor-
rente. compre duer a V. S. que, tundo uflieiado ao
I'.mii. Sr. presidente da provincia, cm data do 12 deatr
menio mes, laieudu-llie conbecer a im|ioiaibilidade de
e tirarem as copia do uiappa, de que trata a ,u.i rc-
|iiiaico, todava dava frauqoc, pira que V. S. iiuii-
dasse.por peasoa de sua polirlaoca(lira>los neta seoreta-
m.i visto nao aer igualiiiciile luiuiisvivcl a aaluda del-
le do archivo da incsina secretaria ; jiorlantu pode V.
S., '| .ond quiier, manda-Ios tirar, como tica ox-
presso.
De.i guindo a V. S. Secretaria da polica de Per-
iiaiiilnicu, lli de julho do 1840. lilil. Sr. Jer.myii,.
Marliniauo Figueira de Mello, encarroado da estatiili
0a, Joaquim Teiteira I'eixolo de Abreu Lima, dc-
-rn.l :i r.; n|.. r elllTe ile plllloi llltel'iull.
1^"^_
Pelo vapor Pcrnambucana, que, procedente dos por-
tos do Su!, ocoin des da do visgem, entrou hontem
no desta cidade, o duiuu tranquillas as provincias, por
que pastou, recebemos joroaes do Ilio do-Janeiro ale
11 do corrente.
Acamara temporaria, cuja mesa lora rceleits, e a
vital ca proseguiao regularmente cm seui trabalbos.
Em a primeira dellas, linha tomado asiento- o Sr.
ministro da guerra, que aquella provincia, cojos eleito-
res mnita a 1073, reele^eo depulado por9J9 votos, i
que em umapaile certas relletSesdo Sr. deputado pela
Parubiba, Coelbo Bastos, tendiles a fu/er \0r, quu nos
membros do actual gabinete nao bnvia peifeila harmo-
na de sentimentos, declarou, que o ministciio eslava
compacto em suas ideias.
Na mesma cmara ra approvda urna emenda ad-
dttiva a le do orcamenlo, que uutorisa o governo
mandar pagar provincia do Espirito-Santo a lomro
que o Ibrsouio publico nacional Ibe ficou a dever de
supprimenlos decretados lias leis geraes de ornamento
dui annos do 1836 a 1845; e bem assim 8 piimeir
parte da que fai essa medida extensiva a provincia do
Para e as demsis do imperio.
Oque, iilm disto, de mus impoitanto vimos em os
mencionados jornaes, consta dos extractos da enlinll
la e do Jornal do Commercio, que cm oulro lugar dei-
xsmos leitos.
as gnelas da Babia, que nos trouxe o referido va-
por, o que alcancta a 20 deite mei com nada depat
mos, cuja noticia interesar possa aos nossos leitoiea.
Comiminicado.
SYNOPSIS
ou deducido chronologica dos fados mais notaveis
da historia do Brasil.
I
Com este titulo acaba de publioar-se urna das mais
importantes obras, que leem snliido dos nossos pre-
los; se o aulor nil fora ja condecido como um dos
primeiros litleratos do Brasil, esta produceflo da sua
penna seria o seu raaior elogio, e lhe daria o lugar,
que lhe compele, como homem tle lettras. Com ef-
feilo, o Exm. Sr. general Jos Ignacio de Abreu e Li-
ma, nosso Ilustre compatriota, ja era muito conde-
cido pelo seu Bosquejo histrico, poltico e ltterario
do Brasil, obra cheia de erudicfto e de boas (loutri-
nas; as suas memorias sobre o guano c sobre a ele-
phancia d3o delle a ideia mais dislincta dos seus vas-
tos conhecimentos, nao s em bella litteratura, como
em muitos ramos de varias sciencias, a que se tem
dedicado com um affinco dign de mellior sorte; e
ltimamente o seu Compendio da historia do Brasil
he um ensajo, que jproduy.oa Synopsis ou deduc-
ciio chronologica, e brevemente outros muitos tra-
balbos Merca do nosso paiz.
Digamos, pois, alguma cousa sobre a Synopsis, ob-
jecto deste artigo. Antes de ludo, devemos notar, que
o plano da obra he inteiramente novo, e que em litte-
ratura moderna nada existe neste gnero. He verda-
de, que preferiramos, que o nobre aulor, em lugar
do titulo, que lomou para a sua obra, de Synopsis
responda com mais exactid3o ao plano, que adop-
tou ; porm, vendo elle talvez, que este titulo tinba
sido mal cahhio em outras obras, como, por exem-
plo, nos Annaes do Rio-Grawle-do-Sul, pelo visconde
de B. Leopoldo, Annaes. do Maranhdo, por Berredo,
outros, preferio dar sua obra um titulo, que abran-
gesse, nSo so conteudo nella, como a forma, por
que se achava a materia distribuida. Sem embargo,
a Synopsis tem um merecimento sobre todas as obras
desle genero, que he aexactjdao mais escrupulosa
na collocacSo dos faetos, casando perfeitamente o
sen cncadeamento com as regras da chronolegia.
Antes dn entrarmos na analyse da obra, diremos
alguma cousa sobre o estylo do autor. Com effeito,
nos nossos tempos he muito raro encontrar-se um
cscripto, em que tenha de adrairar-se o estylo, ou
antes, em que nao appare^ao defeitos salientes de
diccao ; parece, que ninguem cuida da sua lingoa,
e que a maneira de dizer, o estylo, he a cousa mais
insignificante para quem escreve. Os anligos forSo
nisso tao escrupulosos, que a primeira condicao para
poder escrever era sem dtivida o manejo da lingoa,
segundo as regras da boa diccao; nSo se recommen--
dava somonte o ornato o a elegancia, mas a clareza
e a concisao, alm da pureza da lingoagem, elemen-
to, sem o qual ninguem se atrevera a escrever para
o publico; hoje revivero entre nos o|jj,tempos de
Gongora, equasi sempre apparccem essos cscriptos
cheios de mperfeices, e sobre tudo de pessimo gos-
lo, estylo pesado o nauseabundo, contrario s regras
do lii'in dizer.
Oestvlo, porm, do Sr. general Abreu e Lima, a-
lm de correcto e simples, lio de urna belleza ad-
miravel, pelo manejo da lingoa porlugueza, que
elle conhece com perfeicao; ninguem escreve com
mais elegancia, ninguem com mais energa e con-
cisao ; suas palavras teem um nfiosei que de attrac-
tivo, que embelesao, que convidao a 1er, que persua-
dem, c ficlo de tal modo gravadas na memoria como
os versos de urna epopea. as paixOes violentas nin-
guem exprime desses affectosd'alma com mais natu-
ralidade, com maissingeleza, ao mesmo tempoque
emprega a energa siifllciente para dar-lhes a forca
dodircao, semelhanlea corrente de urna lava. Qur
narrando, qur pintando ou descreyendo, oseues-
1\ ln he sempre claro e conciso, sem faltars regras
da arte nos diversos modos de dizer. Se, em lugar
de um esboco, lizeramos urna analyse, copiaramos
pedacbs inleiros.de seus artgos de urna belleza clas-
sica ; oxal podessem as suas obras correr por ni Aos
de todos, e que 'o menos se corregissem muitos des-
se vicio de lingoagem 13o commum entre nos, por-
que iicreditao, que um estylo guindado com palavras
obsoletas conslituea belleza da dicQflo.
Como urna prova do que acabamos de dizer, cita-
remos o seu prefacio, em que elle empregou o jogo
desta palavra para fazer um artigo. Na verdade os
prefacios nada dizetn, c se dslinguem smente pela
sua originalidade j e com effeito, o da Synopsis he
todo original, mas de um gosto fino, com muita gra-
caccom muito talento. Para escrever-se assim nao
s se reqaer muito conhecimento da lingoa, senflo
uso de escrever constantemente, alm do genio; di-
zemos genio, porque sem elle inuteis serillo todos os
esforcos da arle; quem no tiver talento natural,
gosto, ;i|iihlAu mais que commum, emhora rabiscara
e borrar um ariieo original, e por fim sahir um
aborto. Pelo contrario, o genio exclue toda a especie
de esforco ; porm, se nessas concepefles elevadas o
genio emprega a energa, que lhe sobra, entilo o es-
criptor he inimitavel, quando narra simplcsmcnte,
ou quando pinta com as cores das paixdes; em am-
bos os casos o escriplor se eleva sobre si mesmo, he
o genio, que o faz soilresahir e realcar.
A introduccito he de oulro genero, e s notavel
pela clareza e ronrsAo. Todava nAo he pelo estylo,
que mais- elogio merece, porm pela erudicilo, que
del la resstnnbra. Se nAo tivessemos outra prova dos
vastos conhecimentos do nosso compatriota, este
pedaco de bella litteratura classica seria para elle e
para nos um titulo irrcfragavel. Com effeito, tudo
quanto se tem escripto sobre a America desde a mais
remola anliguidadc,- se acha all compendiado com
urna preciso, com urna clareza admiraveis. Aquel-
la inlroduccfio s por si faria um arligo especial so-
bre o nosso continente; anda ninguem havia dito
tanto nem mais em tao poucas paginas A inlroduc-
cfio he. portanto, urna das mais felizesconcepces,
que al boje se teem realisado entre nos, gracas ao
saber profundo e ao talento do nosso com|iatriota,
honra sua dedira^ao e patriotismo, honra a ns-ou-
tros tambem, nos Pernambiicanos, porque esta
glora nos perlence como lhos da mesma provincia.
Fallaremos do plano da obra,engenhosamentecon-
cebido e melhor executado : a Synopsis comprehen-
de, como jdissemos, os annaes do Brasil desde o
seu descubr ment at o anno de 1843, he a sua his-
toria civil,^iolitica e ecclesiastica, durante quasi tres
serillos e meio de existencia. Oautorn3o se limlou
smente aoqueachou impresso, compilou manus-
cri|ilos, itubigou, examinou, e descubri thesour*>s,
que permaneciAo occultos pela decida dos que os
possuiAo; organisou com notavel criterio innutnera-
veis noticias estalisticas, e formou, pela primeira
vez, o quadro synoplico dos nossos fastos. 0 que he,
porm, de admirar, o que maravilha, sem duvtda, he
a redacgAo especial para cadaacontecimento; a.Sy-
nopsis tem artgos tAo bem escriptos, que podem a-
presentar-se como um modelo classico, e sobre tudo
pelo que diz respeito a moralidade dos faetos depois
ila redaccAo. NAo he s o estylo a invejar, he tambem
o tacto fino em julgar dosacontecimentos, pesndo-
os na balanca do criterio, e do senso commum.
Em outro artigo diremos a nossa opniao sobre a
malcra da Synopsis, visto que este j vai longo, e
ent8o faremos urna analyse abreviada de alguns fae-
tos notaveis, queapparecem, pela primeira vez, nes-
ta obra. Todava, considerando a produccAo-do Sr.
general Abreu e Lima como um modelo classico da
nossa moderna litteratura, desejariamos, que ella
fosse adoptada em nossas escolas como um livro ele-
mentar, no scomo compendio da nossa historia
patria, mas tambem cerno um excellente modelo es-
tylo. Vulgarsara historia do paiz he gravar de cor-
lo modo o Hsao passado na memoria de nossos li-
Ihos, alim de que ao menos recordem as pocas glo-
riosas da nossa infancia nacional. Infelizmente me-
recemos muito mais como simples colonos doque
depois da independencia, a nossa honra, o nosso
brio, e nosso pundonor forAo j proverbiaes, e Per-
nambuco sobrctudofoi um povo valente e generoso,
cujas recordaces hemister revver, afim de melho-
rarmos de condicao.
Finalmente a Synopsis he um livro popular, cheio
de interesse para todas as classes da soeiedade.
Quem ha por ah, que n3o necessite saber de urna da-
ta, de um nome Ilustre, de um facto da nossa histo-
ria ? O militar, oadvogado, o ecclesiastico, o artista,
3ualquer pessoa, emfim, achara nossa obra quanto
Meje saber acerca da nossa existencia como na-
Sii ; be um monumento indnluvel, que recorda t'ac-
i e pessoas, que liga o passado com o presente, e
abre as portas do futuro pela licSo, que nos trans-
mtte. Como verdadeiros Pernambucanos desejara-
mos ardentemente, que o nome do osso compatrio-
ta fossse tflo popular entre nos como a sua obra ; he
ojustogalardao do homem de lettras, do generoso
patriota, que dedica toda a sua vida aotrabalho pe.
la gloria da sua patria : anda esperamos, que elli
lhe nSo seja ingrata.
P. B.
Publicagao a pedido.
Esta presidencia, desejando. que nio paralisem os
trabalhos, que, sob sua direrclo, ettio em andamilo
e aprovetiniio-ia da acquieicencia, qoe V. me. lhe bo-
je manifeitou, ha^or confeoiente, que continua por
mais tres meze, e sob as rfiesmai eoodicoea, o contri-
to, pelo qual foi V, me. engajado para oiervico datii
provincia, que tem de acabar emanlia ; a fim de que
dentro do mencionado lempo pona V. me. concluir os
referidos trabalhoi. 0 qoe Ibe declaro nara seo conne-
cimentq, inteirando-o de haver temelbante raspj|0
feilo precitas communicacOei a' thesourarii das ren-
das provinciaes, e a inspecrta-fical dsta repartirlo.
Dos guarde a V. me. Palacio de Pernimbuco, 11
de julho de 1846.Antonio Pinto Ckxckorr da Ga-
ma Sr. engenheiro em chele du obras publicas, Luii
Leaer Vauthier.
COMMERCIO.
Alfandega.
Renmibmto oo du 22................2:
DeteamgSo koj 23.
BarcaPr$eillamercadorias.
liriguo fobim dem.
Ilriguehatemut (arinlia.
Polacaonii mercadorial.
/
Consulado.
Rr-NDIMKNTO DO DU 22.
Geral............................ 762*972
Provincial.......................... 165*107
928*079
RIO-DE JANEIRO.
CAMBIOS DO Da. 10 DE JLNII0.
Precot da ultima hora da praca.
26 3/4 a 27
348 a 350
6.5
31,600 a 31.700
31,330 a 31.400
2.000 a 2 100
1.9.0 a 1,950
Cambioslobre Londres
Parii .
a Hamburgo
Metaes. Dobrdet bespanbei .
da patria '. .
Peoi hespanhei
da patria .
Pecas de 6,-100, velba 16.500 a 17.000
Prata.....102 1/2 a 103
Apolicel de 6 por cento 77 a dtv. pago.
Provinciaei ... 74
(/. do Commercio.)
BAHA, 20 DB JULHO DB 1846.
Cambios.
Londre ...... 26 3/4 por 1,000
Pars.......365 o franco.
Hamburgo 680 o marco.
Lisboa
Oncus hespanblai.
meiicanai .
Mneda de 0,400 .
Ditas du 4,000 .
Prita ....
120 p. / de premio.
32.000 a 3i 500
31,500 a 32.000
17.600 a 18.400
9 800
105 a 106 por cento.
(Corris Mercantil.)
IIovment do Porto.
A a vio entrado no dia 22.
Rio-de-Jtneiro pela K-hia e Maee ; 10 diai, paque-
te de vapor Ptrnambucana. de 280 toneladas, com-
mmiente JoSo MililSo Hennquos, equipagem 29.
Trai a leu bordo : para esta protncia doutot
Jota Jos Ferreira da Costa, alferea Manoel Porfirio
de Castro Araujo, major Jota Guilberma de Azere-
do, Manoel F'eln Kaptula, Jota da Silva Com-
ber, Patcbett, M: Amberg, o coniol de Hamburgo,
Cukemberg, Eugenio Joi Neve de Andrade, J*
da Cunba Coulinho, Paulo Jos Telln, 1 sargento,
1 desertor de irlilbaria e 1 escrava : para ai provin-
cias do Norte, o tenente da armada, J. B Sanlarem.
com 1 criado, D Joanna Catharina de Jess, cooi I
encrava, lenle de arlilhana, Bernardo Perein do
Carmo, Jus Ricardo, J. A A Louren^o Viaoni,
Auguito Naiet, o guardin Jos Joaquim Teun".
que vai servir de palrta-mr no Rio-Grande-do-Not-
te, e 1 cabo deartilhana.
Navios sabidos no mamo dia.
Rio-de-Janeiro ; bngue braaileiro Sagitario, eipdio
Man el Franoiaco dos Rea, oarga sal. Leva 2
voi a entregar.
Trieste ; patacho auilriaco Minegkim, capillo AntoDJ
Soiauvicb, carga assucar a couros.
Edital
O douior Jos Thomas. Nabueo de raujo Jumor,
/dalgo caralleiro da casa imperial, cavalleiro
ordem de Ckriito, ejuit de direito do civel desta f-
mateado Itoeife de Pernambuco, por S. M- ''
C. que lleot guarde, ele.
Faco ssber.que ene de arrematar por venda, J qu""
mais der.noi din 29 do jolho.l e 5 de agoito flndou
ro, urna casa teriea sita na ra Direita dos Alegad" i
a. 36, com 90 palmoi de (rente e 65 de fundo, m
ooiinha dentro, quintil murado o porlio, em d"
proprioi, avahada por 480.000 n-, penboradi P'
lecucSo de Joanna Mara de Jeiqs i Hennqu J"
Brame de Souia Rngel. ,
E, para que ebegue a noticia de lodoi, mandei la
o preienle, que lera affiudo no lugar do eosloano.
Recife. 30 de junhode 1846.Eu, Jos /
Fernandei Souia, escrivlo o ecrei. f ,
Jos Tkomax Nabueo de 4>aujo Juntar, i
Aoiello 100 r., e valha sem sello, ex-cauto. f
Nabueo de Araujo Jumtr.


DeHaragoes.
TrRF.MATAQOKS. QUE PERANTE ATHESOU-
|i UtlA DAS RENDAS PROVINCIAES SE TERM
DE EFFEITUAR N > CORRENTE MEZ.
A factura de um moro, que ampare o aterrot no Sal-
gadinbo, e eujat deipciaa etilo orcidii em 1:107*040
da 27.
Ai obras da cadeia da villa do Brejo, elevado o preco
do retpectivo orcamento a 8:484j670 n.
Pelo pratode tres annoi. contado* do 1." de julho
correntt a 30 dtjunho de 1819.
Dirimo doi cocos ooa municipios de :
Serinhaem. ^.............por 150*000
Boa-ViilaeEi............ 70*000
Por dous annot, conladei do 1.* d* outubro di
1846 a 30 de junho d$ 1849.
Raodimealo das colleclorias de :
Florea e Floresta............por 600000
Bonito................ OOOOO
Ron-VisUsiEi............ -IOOOOO
Vinto por cento d'ago'ardeote de consumo noa mu-
nicipios de :
Cimbre*. Z.............Px 20*000
Florete FloresU............ 80*000
Bot-Viste e Ei............ 20*000
Por um anuo, contado do X.'d corrente mis ao
ultimo de junho de 1847.
Produclo.do imposto de 2*500 ra, por cabeca de ge-
do vtccum, eobravel smente doa que talbarem carne
%re negocio, em os municipios de : .
4%0. ..............por 2:000*000
'".obres.............. 1:0004000
Uirmbuoi............. 3:400*0fJO
Bot-V.iti Erj......; 3:500*000
Flores e Floresta........... 3:400*000
ss O vipor Pirnambucant reoebe aa malta para ot
porlot do Norte, boje (23), aa trea borat da tarde.
6'arrat viadas do Sul pelo vapor Pernambucana, em
22 do corrente.
Anna Quiteria Caldas, Anna Serqueira de Albu-
querque, Anna Tbeodora Peret, Augusto Carlos Mar-
tas da Cunba, Antonio Alvos Carnciro 15., Iilo-
nio Francisco da Cunba.
Bernardino Joi" P. GuimarSes.
Carlos de S Pereira.
Domingos Pereira Mendanba, Domingos Fideliida
Encarneci.
Eratmo Jote de Helio, Eduardo Diaa Braga.
Fraocitco Prigido de Mello, Francisco Fautto Ma-
chado, Frederico da Coila Dial, Francisco Alomndre
Victor, Franciteo Aniones Martina, Franciaco Bexer-
n Camino, Francisco Carneiro, Francisco Jos de
Anujo. _.
Jeronjmo Jaaquim Fiuta, Jeronymo Lua Ri-
beiro.
Ignacio Francisco Martini.
Jotquim Caneitro Moreira, Joaquim Jos* Correia,
Jotquim Jos Gonet Rodriguet, Joaquim Jos Pe-
reira Borget da Silva, Joaquim Jos dot Stnlot, Jda
quirnLopee de Barros C. Joaquim Pinto da Silva
Smtot, Joan Carneiro Rapozo, Joio Francisco Arto
Sedrun, Jos Biira GuimarSes, Joseph Facbinet, Joe-
quim'Cernero Vieira Joaquim Leopoldo da Silva,
Juaquim Maooel M. Brafa, Joaquim Pinto da Fon-
sect, Jotquim da Silva Campos, Joaquim Vicente Li-
ma.
Lopes Joaquim de Barros.
Manoel Firmino Fernandea Manoel Joaquim da
Silva llibeiro, Manoel Jos Pereira de Mello, Maooel
Nunes Babieqse, Maooel Rodrigues Carneiro, Manoel
Sotret Cordeiro.
Pimeotel Belleza.
Serafim Alvetda Rocha.
Teverino Jos de Moura Tberaia Xavier Maga-
Ihiei.
O lllm. Sr. intpector [interino deste arsenal mao-
da laier publico, que contratar, com quem por menot
fuer, a compra de bonetes, propriot para miruj de na-
iot de guerra; e atairo de lona eitreits, ingleza, ni.
4e6, oleo deliobace, tinta branca preparada, edita
prelaidem; cuja quaotidade de cada um dos referidos
objetos ser a que aeconvencionar na occasiao dse
efleiluer a compra. Aa pessoas, que' se propozerem
a vender oa mencionados objectoi, lio convidadas pelo
mestno lllm. Sr. inapeetor a eomparecerero netta ae-
crelaria, no dia 24 do corrente mes, pelas 10 boraa
da manhaa. com asauae proposteaem cartas fechadas,
acompanhadel das competentes amostras.
Secretaria da inapercao do trienal de marinha de
Pernambuoo, 22 de julho de 1846.
O aeeretario,
Alexandre Rodrigue dos Anjos.
PAGADURA MILITAR DE PERNAMBUCO.
Neo ae tendo rflectuado a arremattcio daa lobrn das
elapet dos presos de jaslie, remellidoa para a ilha de
Fernando,e da escolta, quevoltou de os ecompaobar a
taeeoia ilha, que por esta pagadoria se aonuociou para
dito fim, e ae convdate aos licitantes, que as foiiem
r oo arsenal da guerra, ortde ee icbevlo e continuo
a etistir : segundo ves se annuncia, que tees sobras de
bolacha, carneaecca, farinba, cal moldo, leijo, vi-
nagre, alguna saceos vaaios e dous barril ou baldes pa-
ra agoa, v*o se arrematar em basta publica peranle
esta meimt pagadoria, sexta feira de mtnliia, 24 do
carrente: as pessoas. que tees gneros pretenderem, os
poderS ir r no referido arsenal de guerra. Pagado-
ria militar dePernambuco. 21 de julho de 1846.
OofDcial da pagadoria,
Joo Artenio Barboea.
= Oarseoal de guerra compra papel de peso, dito
mee*tollen rscrever, pr.tos rasos de lou; branca de p de pedra. e
tirelas do meamo: quem taea generoi qtter foroecer,
mandar toa proposta em carta lechada, e as emoatree.e
directora do meamo arsenal al o dia 27 do correte.
Araenal de guerra, 21 de julho de 1846.
No impedimento do escripturario O amanuense,
Joio Itieaido ra Silva.
= Oabaiio assignsdo, capillo do brigoe naeional
Independente. faz publico, que, tendo de :ae abrir as
esootilbaa do dito tingue, judicialmente, no dia 24 do
corrente, parase conhecerem aa averias, que soflreo por
cania do ainistro econtecmeoto em loa recente viagem,
do Rio-Grande-do-Sul para este porto, dotem com-
parecer em dito dia, as 8 horas da minhia todos
oa intereasados no carregamento, navio e egenlea da
companhia Recuperadora do Rio-de-Janeiro, para o
6m cima iodioado. Fmcluoeo Joi Pereira Dutra.
Para o Araeaty sahir com brevidade o hiato No-
vo-Olinda: quem oelle pretender carregar, ae poderi
= Precisa-so de um oaiieiro portDguei de 14 a
16 annoi, que seiba ler eescrever o que tenha pra-
tica de venda : na ra de Apollo veoda n. t, defronte
da casas do Sr. Angelo Franeiaeo Carneiro.
As sempre lembradas e preferiveia cautelas, que
antigamente oyruvio neste preca com a lirma de Nu
nei Corroa acha-ee, de hoje em diante, eipoitai a
venda nos seguales lugares : no Aterro da-Boa-Via-
ta, naa lojee dos Sn. Caeteno Luz Ferreira o. 46 ;
Thomat Pereira de Mallos Estima n. 54 ; Leal Ir-
Hila n. 68 ; e Antonio Ayres de Castro & Compe-
ndia n. 72 ; na ra da Concedi armazem de sel
Umapeiioi.quedeiuacapacidadedar fndor.se pro-
p9e a cobrar divides nesta praca, esgotando todoa oa
meioi, para seremellts pagas : quem pretender, dirija
ae a ra do Raogel, lobrado, o. 9, que achara com
I quero tratar. .
Ocaixa iiiigmlirjo dai mesmas obieve para iito' =Quem aooaocoo querer comprar urna oegrioha
_ permiiiio do Eam. Sr. presidente da provincia, a quem at 10 aoooa, dirja-ao a ra da Cadeii-VeJha, lo|a, o
rado o pregado de oobre, ebegado ltimamente do spreaentou documento! autbenticoi que o abonavlo ,
1 e em vir'ude de lei preetou lanca idnea na Ibesoura-
entender oom o mestro do mesmo, Antonio Jos Viso- o. 6 ; e na trevessa do Vere, n. 13.
Digo eu abaizo asaignado, que, tendo comprado
um quertode bil'.eteda lotera dn Rio-de-Janeiro, da
n 2775. de lociedade com meii outro, porque o dito
nlo quix pagar a aua pirle, fice pertoncendo smeote a
in i ni. D.J. V. _
Antonio da Fonsqra Cunha embtree pera o Rio-
Greode-do-Sul a tua eacrava Matilde, de ntoao Car;ao-
Rio-Greode-do-Sul ancorado em frente do eaei do
Coll. jjio : a traler na ra da Senialla-Velha n. 134,
com Julo Franciaco da Crus.
Propde-ie i carga o hiate Animlo para Ma-
eei : aa pessoas, que quizerem din|i-se a bordo do
mesmo tundeado delronte do trem, a trater com o
dono.
=-Para o Rio-de-Janeiro segor breve o brigoe Aui-
tral: quem *no mesmo quier carregar, embarcar aa
rravot ou ir de passagem, pode tratar com Amorimlr-
mios, ra da Cadeia, n. 45.
==Ptra a Granja, com escala pelo Cear, legue via-
gem, at o fim do correla mea, a sumaca Emilia, pot
ter parte da carga prompta : quem na me mu a quizer
carregar ou ir de patiegem, pode dirigir-ie a bordo de
mesn, defronte do trapiche oovo, a fallar com o mea-
tre, Joi Manoel Rodrigues, ou a ra da Crut, n. 26,
com Luii Jote de Si Areujo.
Avisos diversos.
Juliana Barbota faz iciente an publico,para nullficar
annuncio feito pelo Sr. Antonio de Vasconcelos Me
oe/es de Drumond, a respeito dells, que o contrato de
locadio de servicos, que havia foito com o meimo Sr.
por eicriptura publica em Lisboa, le acba desfeito, co-
mo so nunca liveise existido, conforme a escritura
publica de destreto. celebrada nei nota! do tebelliio, o
Sr. Guilberme Patricio Beierra Cavelcanli. em data de
16 do corrente mea de |ulholitro.....a II. 97.
Em retpoita ao annuncio no Diario a 160. le
declara, que es lettras ioiciaes M. J. G.S. entendem-ie
com o mesmo Sr. Manoel Joaquim Goocalves e Silva.
'Jhomat Dial Souto.
A CARRANCA.
O n. 85 acha-ie a venda, na praca da Independen-
cia, livrara ni. 6e8.
O NAZARENO N. 33
est i venda nos lugares do costume : convida-ie a
leitura deste numero,principalmente a do artigo em res-
posta ao Sr. Nunes Machado,
Aluga-se urna casa terrea na ra da Aurora, em
S. Amaro com 2 salas 6 quirtoi, lotio coiinha
fra copiar portio ao ledo quarlo oara pretos.
estribarie para 2 cavados, quintal murado com 600
palmos de fundo, e 100 de largo, todo pintado de
larangeirae, romeiras, goiabeirai, o outrai muilii ar
voret de Uuclo : a tratar na ra Nova, n. 3.
asa Deseja-se filiar ao Sr. Joao Ferreira Coulinlm ,
ou, ao menot, saber o lugar da sua retideocia : na ra
da Guia, n. 9
Aluge-i" um preto para o servido de urna ceta ,
que cozinba e.i(lrivelmeote ; oa ra Nova, luja n. 58,
si oir quem aluge.
Roga-iemuito enrarecidamenleaoR.... P ..
X...... morador oa ra de Agoai-Verdei, o einecial
lavor de vir pagar oa loja de 6 port i, di eiquioa do
Livramento, n. 2, a quantia de 3200 n. visto que
Iba temiido eligida por miis de 101 vezes por dif
'renles portadores que todos teem voltado com as al
gihoiraa cheiai de desculpas; com o que ja teem can-
sado as pernal.
- Quem neceisitirde fazer quilquer escrpturi-
cao que exija boa lettra certeza de orlbographia
e brevidade dirija-se a ra do Rangel, lobrado n. 9.
que echar com quem tratar mediante o prego mais
commodo.
Oflcrece-ie um rapaz breiileiro diado e com
pouca lamilia para caixeiro de alguin engenho perto
desta praca ou distante dalla ; e tambem sua seaho
ra ensine a coier, bordar, laier lavarinlo e vestidos de
todas as modas : quem de seu preslimo te quier uli-
lisar dirja-iea ra do Nogueira n. 19 segundo
andar.
- luga-ieotrceiroaodr do lobrado da ra Jo
Queimado, n. 8, a tratar na loja do meamo lobrado.
Aluga-se urna case terrea em Fre-de-Portas ,
delronte do Pilar, n. 22 : a tratar oa ra doCollegio,
o. 16. Na meima caa compra-te um preto oar.ngue-
geiro, mesmo de idade com tanto que olo lenba
vicio de beber.
Aluga-se o primero andar da caa n. 11, na
ra da Cadeia do Recife, proprio para escriptorio ;
lem urna sala e alcove adianto o o mesmo alrai, com
seu fogao para curvo.
,^3PM3
3:"o3'e>'cr:oiw:-.-iw;>'.'>:
Boaneviavaa.
:i,c
rfi
Jt^fCTesaBWeatBagcia!oi^.C!oicw:cio:t;IaK:iacoc^owBS
que os
Avisos martimos.
S
m. Pera o Arecaty sai, imprelerivelmente no da 4
de agosto o bngue-escuna S. -Otw : quem no mes
'motsuizer carregar, diri|a* a Novaes na ra do Trapiche, d. 34.
O 1.'secretario avif a aoe Sn. socios, que os bi-
Ibetes pira a recita do da 24 do correle distribuem se
em cise do iiieauureiro oa ra do Cot>g dte 23 e 24
=:Aluga-ao, por preco commodo,o terceito andar por
cima da botica da ra do Queimado, n. 18, pintado,
caiado e concertado de pouco : a tratar na meima bo-
tica, i
= Urna lenhora de bons costumei le eoeirrega de
criiclo de meoiooi de pello, impeduoi e deiimped-
doi, etimbem recebe meniooi pera desmamar, no
uue prometa eimerar-ie: quem do leu preitimo te
quiter utilisar, dinji-ie a ra da Palma o. 17.
Na meima cate aluge-ie urna oegrioha da Coila muilo
fiel e diligente paralado o tervico de urna cesa: quem
a pretender, dinjaiea meima can.
=Na roa DireiU, o. 53, preciia-ie de um caiieiro,
de ididede 12 a 14 aonos.
ril da fiiende desta provincia.
Presentemente ai que etilo a venda lio da primei-
ra parte da terceire nova lotera a favor dai obrn da
igreja de N. S do Livramento, da qual, segundo os an
nuncios do respectivo tbesoureiro devem correr as
rodal no dia 28 do corrente mee.
= AlugSo-se as eseaa (erren di ra da Florentina.
ni. 9 e 11 e da ra do Callabouco n. 27 : a tratar
com Domingos Sorianno Goncalve Ferreira, oa ra
do Trapiche n. 19
* D-ie diobeiro a juroi com penbore de ouro e
preta ; e tambem relialem-ie toldos e ordenadoi: oa
ruado Rangel, n. 36, primeiro andar.
Aluga-se um sitio oe eslreda de S. Amaro pera
Belm passaodo a ponte o primeiro portio do lado
direito com boa casa bstanles arvoredoi de fructo ,
pasto pare 8 vacca de leite terreno pare planter, e
3 viveiros; tambem se fax negocio por venda : a tra-
tar no mesmo litio.
No pateo do Carmo, junto ao so-
brado do fallecido IVixe, ha todos os
dias sorvete de varias ructas, das cinco
horas da tarde ate as nove da noitc, a
inoris, e na ra do Uangel, defronte
do becco do Trem, venda nova de tres
portas.
Precin-ie de um rapar para caixeiro de venda ,
com preferencia a um menino de 12 a 14 annoi,
anda mesmo nao tendo do oegocio pratica mas que
d liaod e sue conduele ; na ra do Cotovello, venda,
que tem miudezas.
No becco da Viraclo.na cesa delronte do lempelo,
junio a onir.i. que tem n 25, be urna pessoa de mui-
lo boa conduele, que se olTerece para ama de casa de
pouca familia : adverte-ie que engomma, e que nlo se
encarrega do ser vico externo di caaa.
.i Rtiinio Joso Alvea 10 assignar por Antonio Jos
A ves e Silva.
Aluga se o segundo an-
dar e solao da casa n. 48 da
ra da Cruz, no Kecife : ad-
vcrlindo-sc que so se aluga-
r a pessoa sol lei ra ou de
pouca lamilla : quem o pre-
tender, dirija se ao primeiro
andar da misma casa.
A!uge-te urna casa terrea na rtm Boa Vista propria para padaria pur j ter tido ette
negocio; lem o foroo feito de conformidadu com ai pos-
turas municipaei com Inlheiro no quintal que pode
servir para o lugar da masn-ira e que vedi a chuva no
transito para o forno ; tem cummodoi para morar fa-
lla e etl concerteda e caiada de novo; dase so
pelo aluguel, que.be o mais commodo poinvel: a tra-
tar na ra \elba sobredo n. 63.
Aluge-se urna cesa terrea na ra Bella com 2
las, 3 alcovas co/.inhn fura quintal e cacimba : a
tratar na ra do Collego n. 16, segundo andar.
*__ Precisa-se de 1:000$ de rs. o premio por lem-
po de um anoo dandosu por seguranza urna morade
de rasa um terreno grande e 3 escravoi, ludo no
.alorde 3:6O0,j ri. ; auverto-se que a peitoa be ca-
pas e ludo est desembara(ado : quem quizer dar,
annuncie.
= Precisa-so alugar urna ama de leite que o te-
nha em abundancia seja do bons coslumei, e desim-
pedida. Paga-e bem. Dirigir-se a ra do Raogel o.
59, segundo andar.
D-se dinbeiro a premio sobre penbores de ou-
ro e prata, ou bypolbeca eru casal terreas ; tambem le
rebateui soldse ordenedoe : na ra eitreita do Roza-
rlo, n. 30, segundo andar.
Agoitinho Fernandos Catanbo de Vasconcellol ,
primeiro piloto pela academia imperial do< guarda-me-
rinhas prope-se a ensinar a navegaclo pratica, ex
pilcando os rudimentos tbeoncos, necesarios ao deaen
volvimenlo da mesma arte, quelles que se quizerem
lulqeitar aos exames, afim de obleiem a competente car-
ta : quem se quizer utilisar de leu presumo dirija-ie
a ra Imperial, n. 39.
Fabrica de chapeos de sol,
na do Fasseio-I'uulico n. 5.
Joo Loubet lem a hoora de participar ao retpeita-
vel publico, que ecaba de receber de Franca, pelos ulti
mos navios franceres, um bollo tortimento do ultimo
gosto, aendo : chapeos de sol para hoinem e seobora ,
de seda lisa lavrede, e furta-cores com ceboe e cai-
uci multo ricos ; scdss .le 'cois ai cures e u
des panninboa ntrencedos e lisos ; ludo pera cobrir
clitpeos de sol ; chapeos de sol de panninho de toda
as cre, para bomem com cabo! e cailoei ricos:
tambem concerta os meamos, tanto do bomem como
deienbora; pois tem ludo quinto he necessario para
os ditoa e promette muita brevidade, para faier quel-
quer.coocerlo : ludo por precio commodo.
Na ra do Rangel, o. 9, tirlo-ie pamportei psre
dentro e lora do imperio, despachio-se escrtvoi, cur-
rem-se folbis ele solicita todo e qualquer documento
neceisario.com a precisa brevidade e por prer;o muito
commodo.
= GuilhermeGurlittvai a Kuropa, e leve sua mu-
Iber Tbereza Gurlitl e dual filbii menores, Heleoa e
ITuerexa.
9, que te dir quem tem.
CJuem. le'julgar com direilo a tresiiccidii de
marmore, vinda de Genova, pelo brigue tardo Lifurt,
consignada! aordem, queira dirigir-te ao escriptorio
de Frederico Robiliird, rui do Tjepiche-Novo, 0.16.
coosignitario do dito brigue.
No litio do tallecido Peixolo, perto da cepeda doa
Afflictot, appareceo, na tarde do dia 17 do eorreote,
um cavado alasln, lem oeohumi ferradura : quem fr
teu dono, mande receber no mesmo litio, pagando ai
comedoriai deide o dito dia.
=0l abano asignados (trem publico, que desped
rio io seu ciixeiro Julio Jos Lopai, deide o dia 20
do coirenle.
Jonkkeym A/ Genlits.
Compras.
Comprlo-se. para fra da provincia, escravos de
amboi os sexos; sendo de 12 a 20 annoi, e com bu
nitei figura! pigfio-ie bem : ni ra 'Nova loja d
ferragem, n. 16.
Compra le urna preta moca, costureira o en-
gommadeira lem viciol nem achaques ; na ra ds
Cruz, n. 45 em casa de Nascimenlo & Amorim.
Compra-se cobre vrrilba-funda a 700 n, a
libra ; oa praca da Roa-Viita, n. 13.
Vendas.
Vendem-ie offlcim de N. S. da Conceiclo de
S. Rita, daPaixio, doSr. dos Afilelos, deS. Frao
cisco de A*sis dei Almtf de N. S, do Cermo ; Ca-
iheciimode doutrina; dilo de dita por Fleury ; dito de
dita com diversas oraches; Cartilhas de doutrina pelo
abbade Salamande com ae leei-i Tiudaveis at 1875,
elementos de grammatica porluguria para as escolas
por Moote-Verde ; Elementotde cililidade ; Secreta-
rio de cartae familiares ; Elogio dos Srs. res de Portu-
gal ; Melhodo facilimo para aprender a ler ; Exposi-
tor portugus ou primeiroi [ru lmenlos da lingna
materna por Midoii; grimmatice francesa por Seve-
iih e l.huinond : na praca da Indepeadencia, livraria ,
na. 6 e 8.
= Vendem-ee o Luziada do Cimoet por Morgado
de Malbeus ; diccionario de [orluguez para lalini por
Fonseca por preco commodo : no Alerro-da-Boa-
V'iita o. 44.
= Vende-se urna boa cama ducondor, para casal,
envernirada e um relogio ingles f de caixa do prata ,
na tua do JununJu, loja de ferrtgen.s, o. 10, le dir
quem vende.
Vende-le rap princea e meio-grosso chega-
do ultimemente de Lithoa maii barato, que em ou-
tra qu< liuer parle ; assim como Iotas com almude de
uperior azeilo doce : noarmaxem de Franciico Diai
Ferreira junto da alfandegi.
Vende-te urna linda mobilia completa para urna
sala toda ou em poyal, pelo menor preco que
e achar por o dono ler de rolirr-se, por esteidin,
para fra : na ra da Aurora n. 22, des 7 ai 9 horas
da manba e das 2 as U da tarde.
= Vendse geometra do Euclidei; na ra da Ca-
deia-Velba n. 31, luja da Viuva Cardoxo Ayrei.
Vende-se um cavado roulbo mullo OOVO e gor-
do ; na ra da Aurora n. 50.
Vende-ie a casa terree n 90 da ra do Caldei-
reiro : a tratar na ra do Cabug loja de Antonio Ro-
drigues da Cruz.
Vende-se um litio do Ierra boas para plantar
capim e tambem outro com frente pira a mesma ra,
proprio para edificar, no sitio do llerculano : a tratar
com Nicolao Gadeult no Manguinho.
Vende-se um bote prompto de tudo ; em Fra-
de-II utas ,o. 59.
Vendem-se 2 molequei de naci com bonitas
figuras; 3 escravos mocos ptimos para todo o ser-
vico; i ncgiinlias de 12 a 18 alios, com princi-
pios de costuras e engommado ; todoe por preco com-
modo : na ra Direita n. 3, delrooto do becco de *\
Pedro.
_- Vende-se um preto de nscio e urna parda, de 24
minos de bonita! figura!, e lem vicios nem acbtquea:
na ra da Concordia passando e pontexioba a direi-
ta segunda caa terrea.
Vende-ae larinha de luperor quilidade ebega-
da ltimamente de Cerevelai, por preco commodo; a
bordo da sumaca Lugar lo defronlo da eictdioba do
caei do Collego.
ib Vendem-se 4 escravos leodoum del les pardo,
de 20 aonoa ptimo bolieiro proprio para ptgem ;
dual pretal urna de 20,annos cose bem cbo, coxi-
nba o diario de urna case engommee lava ea oulra,
de 30 annoe cozinbe, lava e heoplima quilandeira;
um mulatinho de II annos proprio pare aprender
olTicio: todos tem vicios nem achaques : na ra do
Collego fobrtdo o. S.
__ Vendein-se vidros para vidracas,
dos maiores tamanhos e ditos de espe-
Ihos grandes e pequeos: em casa de
K.alkinann 6c Kesenmund, ra da Cruz,
n. io.
CARVAO ANIMAL
io maii puro e da primeira qualidaae para a refina-
co do tesucar decolorado dot xaropel, vinbos, vi-
nagre!, ou liquido qualquer desenlcelo dua agon-
ardeotei, dos eipintoi, &C. a 2000 ri. a arroba ; oo
litio do Pita em Olioda: quem tomar de 20 arrobas
para cima o recebar era caa.
.MUTILADO



fk
PANNO-COURO a 180' =.
Vendem-se corlen para calcas con > '/ covadoa da
fatenda appellidadapanno-couro a 1800 rs.: esta
superior fazenda torna-so recommendavel pela su qua-
lidade e duragio, e por ser depadrOesmuito escuro; o-
irte de rara de largura, a 280 r. o covado; algodio
trancado aiul o mrsc'ado muito encorpado a 240
rs. o corado ; superiores casimiras elstica a 1000
ri. o covado ; superiores brins trancados, de puro li-
nho, finos o de luir a 1200 r. a vara; peca de
bretanba de rolo a 1000 r. ; corle de eaiimira de
lia a 1400 ra. ; cortea de domelica muito encor-
padaa, a 1300 n. ; pega debretinb de Imho puro,
fina, com 5 vara e tanto a 2800 e 4000 r. ; pegas
de caisi para babado a 3000 r. ; chita, a 120. 140
e 150 rs. o covado ; madapolSc fino a 4000, 4500,
4800, 6000 e 5-200r ; ditos muito fino de superior
qualidade a 5000 n. ; peca de chitas a 4500. 5000,
3500 e 0000 rs.; cortes de chita com 10 covados a
1600.1800 e '2000 r.; e outras umitas lerendas: na
rua do Collegio lujan. 1.
Vende-se urna cscrava boa lavadeira e que co-
tinha alguma cousa propria para todo o servigo tan
to de ca como do engenbo por preco commodo ; na
ra do Trapicha n. 34, terceiro anJar.
=Vendem-se charutos regala, meia-regalia, o mo-
ritibano em caisnhis de 100, 200 e '250 por pro-
co commodo ; na ra do Trapiche n. 34, em casa de
ovacs & (-oni|i.nlii,i.
Na ra Nova, loja de Hiplito St;
ltlailin &c Companhia ha um completo
aortimento de calcado para liomem e se-
nhora sendo sapatos de hezerro muito
novos de tima e duas palas; ditos de
tapete ; ditos de ditopara snliora ; ditos
de couro de lustro ; ditos de cordovo ,
ditos de marrriquim ; ditos de selim ; dito de dura-
que preto c do todas as oros ; dito para menina ,
de cordovo e marroquim de cflies ; bico de blond ,
largs o cstrcilo omito superiores; ditos de seda
branca p preta ; ditos de linho ; jogos de domin, da-
mas chedrez evispora ; scllint ingleze mullo u-
perinre ; dito france/ea; mantaa de seda o sarja ,
muito rica, para senhora; cbalea de dita; sedas ; so-
lios; flores; capellaa; plumas; chapeos depalbabor-
dailos e liaos, paia senbora; estojo malbenialicos, com-
pletos a I l, 15 e I64OOO rs.; e outraa multas faieu-
dal por preco commodo.
Veode-sa urna porfo de eho cm capa e em pao;
na ru do Rangel n. 81.
Vendo-so a armacSo livros e mostrador da
botica d ra da Cruz n. G0 ; I cm romo um sopha,
12 cudeiras de palhinha 2 bancas 1 mesa do meio
desala, I lourador sem vidio, 1 barco ludo de
jacarando ; 1 mesa grande de amarello com abase
gavetas, 1 par de mangas de vidro lavrada; na la
da Crtll na mesma botica n. 60, ou no Mondego ,
defronte do .orla do Sr Lu/ Gomes.
. Vende-e una preta de nagio de 24 annos ,
pouco mais ou menos de linda figura sem achaque
hluum ennomma com muita pcrleifio cote e co-
liobl o diario do una caaa ; na ra da Cadeia do
Recite n. 25, segundo sudar.
Ver.ili ni ae 2 caldeirolc de ferro, uaado pe-
lo preco de 50 rt. a libra os uuae esli no areial ,
junto ao arco do liom Jess : na ra da Aurora n. 4.
Balceroiras,o cova-
do a 320 n.
Na loja da equina da ra do Collegio com frente
para o ar:o de S. Antonio vendem-se balcomiras do
las para vestido do senhora. A sobredita fazenda he
manufacturada de la e estampada com ricos dese-
nlio os mais modernos que os abridores do Londres
cpresentarfto nesle anno ao seus regucic. Finalmen-
te un labynnto escuro e bem disposto torna a re-
ferida fa/endo ass.il recommendavel para que as 18"
nboras l'.i a ujo d II i em vestidos na prsenle etta-
i,:"io : dio so amostra a quem as pedir para ma> ve-
racidado do annuncio.
Vendo se vinagre tinto, a 45,000 rs. a pipa ; di-,
to branco, a 35,000 rs. dita : na ra Imperial, n. 7.
Casa da F,
na rita eslreita do Kozario, n. t.
No estabelecimento da casa cima acbio-se a venda
aa ntereiiantcs cautelas da lotera de N. S do I.ivra-
iiieiiio cujai rodal terd o seu infallivel andamento no
dia 28 do crrente mei ou ante, e se venderem o
biltiele. ti prego da cautela sio os docostume, d-
cimo a 1000 r. e vigsimos a 500 la.
ass Vende-se superior carno do serlio ; na praga da
lioa-Vista, n. 18.
Vende-se CERA EM VELAS do Rio-de-Janei-
ro sortirrento de 1 a Item libra ; na ra da Sen-
zalla-Velha. n. 110.
=: Vende-se superior vinbo branco da Madeira.em
quartolasde3 a i em pipa; superior champagne,
em gigos de 12 garrafas, ebegado recentementc do
Franca ; ludo por preco comuiodo : na ra do Yiga-
rio n. 4 arma/.cni de Rolhe & Didoulac.
Phosplioros, a i O res a ca-
xinlia,
vendem-se na loja da ra larga do Uozario defron-
to da travesa das Cruzes o. 20. Estr phospbuiu
lio inlallivei eem porcio vender-so-bio por preco
ainda mais barato, do que o cima 'tilo.
= Vendem-se medidas de ferro para engenboa de
aisuoar, para vapor agoa e beatas de diversos lma-
nnos por proco couioiodo ; e igualmente taitas de
ferro eoado e batido de todos o tamanbos : na pra-
cajdo Corpo Santo n. 11, em cata de Me. Calmont &
Companhia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
= Vende-se um moleque de nacao de bonita fi-
gura official de alfaiato sem vicios m in acbaquea ;
na rua da Concordia, pastando a ponleiinha a dirui-
ta, segunda casa.
Veod-e um par de castigaos da prata de lei, de
muito bom gosto ,e modernos, por prego commodo >
esetn feitio ; na rua das Triocheim, sobrado n 18'
Na ra do Crespo n. 12, loja
novc't, de Jos Joaquim
da !*ilva Ifaia,
vanJe-se um novo sorlimeuto de vestido para senhora,
da rica fatenda chamada indianna ; a qual alm do
ser de cores escurat tintas fu as e ricos goslos ton
um lecido que finge ser de seda e o seu diminuto
preco be de 3000 n. cada corte ; bam como tambem
da fazenda victoria a 4000 i, cada coito; os quses
ollerecem as mi'smas yantagens ao compradoros por
serera escuro, e por itio se tornio recommendavers
para a presente estaeio: igualmente um rico aortimen-
to de casimira para caiga ; chita para vestidos; e ou-
tras muita lazenda que serio prsenles e so ven-
derad por prego commodo.
m* Veode-ae cerveja branca e preta de Londre ,
Barclay & Companhia ,' a inelhor que ha em porcio,
ou a retalho : vinhos de Tenerife Madera, e de ou-
traa qualidade; ago'ardenle de Franca engarrafada,
e de auperior qualidado : na ra do Trapiche n. 40.
N. 40, ra do Trapicho relogio de ouro de
patente inlez muilo hons ; correntinhas de ouro ,
padrioPrincipe Alberto; o um cbronomelro para
navio mili bem regulado: tudo so vende a pregos
commodos.
Pclle do diabo a
Na loja da esquina da ra do Collegio com frente
para o arco do S. Antonio vendem-e cortes para cal-
cas da fazenda appellidada pello do diabo com 3
'ovados e meio rada um a quatro patacas e meia :
esta far nda be tecida a algodio e lia sus grossura
escede a da lona as sub core e padrSeS rivalisio
com as mais modernas casimiras france/.as ; sin hastan-
lo escuras, e por iso minio proprias para o uso de pis-
soas empringadas em ai maten, o uutros tralicosdo com-
mercio, e bem assim para montar a ravallo: os compra-
doros, que pretenderen! ver os lobrodilo cortes, pode n
mandar pedir as amostras que nromplamenlo so Ibes
dariiO, sob o competente penhor.
ATTENCA!
Vende-se rap de Lisboa, do
ultimo chegado, bem fresco, for>
midavel aroma e boa cor: os lo-
mantes, que goslo da boa pila-
da, venho ra da Cadeia, loja
n. 50, confronte ra da iYladre-
de-Decs.
Vcndcm-sc cortes de fa-
zenda de laa bordada,para sa
patos ou < hmellas, de dA-
renles cores, a OOO rs. a du-
zia de pares em porcao c a
r.'iallio ; na ra da Ou/, ar
mazeiii n. 411.
Vende-se, na rua da Cruz, n. 37 ,
segundo andar, um completo sorlimen-
lo de obji co militares fabricados no Rio-de-Janei-
ro e dMli clicgudo9 prximamente, tudo do mais
apurado gusto, consMindo em nquissimas bandas para
offiiae superiores Incito de mallia portugueza como
ingleza ; ditas para ofliciaes suballernos; ricos fiadores ;
galio de ouio do diversas larguras o padrdes ; tellint de
divcisas qualidades ; riquissimas pastas para oflicia.es
da guarda nacional ; botos dourados paia o segundo
corpo doarlilbaria ; ditos lisos, &c. : os pretendente,
dinjo-so a dila casa, das 6 as 8 hora da manbia e
d favoraveis,
Vende-se colla superior a 10,000 r. a arroba,
e a irt I lio, ni'8 libra para cima; na rua da Cadeia-Ve-
Iba ,u. 1, primeiro andar.
= Vende-se urna cesa de pedra e cal, feita a mo-
derna cviii 29 a 30 palmo de frente e 50 de fun-
do com dua tula, dout quartos co/inba lora e co-
piar ; a qual be enllocada em um terreno com 70 pal-
mos de frente e 600 de fundo no sitio do Jacobina, u.
.sliida de novo aborta: na rua larga do Rozario, n. 32.
Na rua larga do Kotaiio n 32, labnca de cha-
rutos, acba-se um aortimento de charutos da Bahia, de
supeiior qualidade cuino se|io : regala de pnmeira e
segunda qualidade fama da liahia meia-regalia ; tu-
do por ir. < o commodo em caites e a retalho.
=Vendem-e cartilbas dedoutrina cbri6tia, impres-
sas em encllenle papel ; na prega da lodependencia ,
Imana ns. Ge8.
Vende-se arroz branco pilado, por prego com-
riiodo: na rua larga do lio/ano, venda da esquina,
n. 52.
as* Vendem-se o seguintcs livros: Ovidio, 4 t. ;
diccionanode fbulas ; uito inglez ; grammatica fran-
ceza ; dita italiana ; Julio Ceiar; Rutona Eccleiiasli-
ca sem u- algum ; tudo por preco comuido : na
prega da Independencia livrana na. 6 o 8.
Vende-se um pardo, de 20 annos sem vicios
itii oiUi)ui-i, nu Alviiu-da-Bua-Visla fabrica de
licores n. 20.
= Vende-se, naa venda ns. 7 e 9, no pateo do Ter-
go oleo do linliaca as libras e em botijas ; charuto
regala em meia cana, a 1000 rs. cada urna ; cha
lijsson a 250 rs. superior e tequim a 1600
rs. ; eipermacete a 800 is. ; caf em grio a 160
rs. ; cevada, a 100 rs ; tapioca a 100 rs. ;.. arar uta,
a H0 rs. ; aletria, a 240 ra. ; lalbanm a 200 rs.;
cevadinba de Franca, a tfJO rt. ; lingoica, a 400 i. ;
toocinbo de Lisboa, a 2S0 rs. o de Suplo lem
carne a -200 rt. ; manteca a 700 ra. dita de por-
co a 360 rt. ; bulacbinba inglua a 200 rt.; quei-
jos, a 800 e 1000 n.; alpisla a 320 rs.; perneo ,
8 200 rs. ; feijao a 100 rs. o quarteirio; papel e
nbo de todas atqutlidadei, por prego mais com-
modo do que em outra qualquer parte 6 se responta-
bilisaodo o vendedorjpela qualidade.
Vendem-se cortes de
casimiras, muito superiores,
a i ^000 ris : na rua da Ca-
deia do llcciie n. 55, loja de
Vicente ardoso Ayres ,
Vendem-se doze a quatorze arro-
bas de cera de carnauba de superior qua-
Irilade, por preco commodo: na roa do
Crespo, loja n. 10, de Jos Joaquim de
Preitas GuimarSes.'
= Vende-se, ou permuta-te por um sitio perto dea
la praga com boa casa de vivenda, arvore fructferas,
boat terral para plantagdea, bons pastos para vaccas de
leite urna exltente caa terrea ; no principio da rua
Imperial, n. 9.
= Na rua do Crespo, n. 8, loja de Campos & Maia,
ha um novo aortimento de caisa-chitas ,- muito mo-
dernas e de coros lisas pelo barato prego de 2800 r.
cada curio de 7 varas ; e outras muita faiendas por
menos do que em outra qualquer parte.
Vendem-se I2cadeiras, 1 soph, 1 oro de ban-
cas 1 mesa de meio de sala sendo tudo de Jacaran-
da e com pequeo uso ; na rua da Aurora n. 50.
Vende-se um escravo, de bonita figura, ptimo
ranoeiro e para todo o servico; na rua eitreita do Ro-
zario. n. 19, segundo andar. *
= Vendem-ae 7 ecravos, tendo : 4 pretal com ha-
bilidades e umadellit engomma bem ; um moleque;
2 pretos no paleo da Matriz, n. 4.
ATKBRO-DA-ROA-ViSt\ N. 3 LOJA DE
JOlOCUARDON.
Mesdamei Pois e Julien modistss ebegadas de
Franca na ultima ombarcacio teem a honrado parti-
cipar ao publico, que, lendo ellas de se retirar des-
ta provincia, vendem, por preco muitu menorea e com-
modos doquo at agora ; chapeos muito ricos, e da
ultima moda de Pars para seuliora ; chapeos de sol;
e nutras diversas fazenda de bom gosto.
Na mesma loja acba-se muitu bom aortimento de
pannos e merino francotes muilo fino, para ca-
sacas ; rico lengos de seda de pbantazia, para grava-
la e alttiboira ; ricos lengo, chale e mantas de seda;
luvas de pellica o de seda ; sedas lavradas; casiat final
abortas para vestido de senhora; perfumaras finas;
spalos e borzeguins de todas a qualidades ; e outras
muilasfazendas ricas, novas, e de bom gosto para se-
nhora.
Vendc-sc, ainda em muito bom uto um com
pelo lardamento para um official de guarda nacional,
pelo uiais barato prego possnel; no pateo do Carmo,
venda n 1.
Vende-se o romance completo do Judeo Errante;
A pelavrasde umerente : na ruada Senialla-Velba ,
n. 10G.
Precisa-e alugar um preto mentalmente que
ontenda do lervigo de casa ; na rua do Trapiche ,
armaiem n. 34.
=Ve:idem-se ricas caitas de tartura para rap de
diflerentes tamjnhos : estas caisas lorni-se recom-
mendaveis aos amantes da boa pitada pelo bem que
conservio o rap tornando-se mais fresco que no
chumbo: vendem-se nicamente, na rua de Ilortas,
casado lerUiagueiro n. 30, oude sao (abiicades ; e
ii leu fabricante considerando-ai muito superiores
aquellas que por vczci se teem annunciado oeste
Diario, vindas do Aracaly e outra, que se acober-
lio com esles ttulos para te lornarem mais venda
veia declara que sio fabricadas na meima loja ,
onde esli a venda ; e tambem se troci por qualquer
obra de terlaruga o mostrio-se a qualquer pessoa ,
que as queira ver ainda mesrno no querondo com-
prar.
=Vende-se arroz branco, aovo, deste anno, porpre-
co commodo ; na rua da Praia, venda n.-46.
Vendo se na rua fjireita venda n. 53 supe-
rior cha hysson a 2000 e 22*0 rs.; dito perola a
2000 rs.; dito sequim a 1600 rs. ; eipermacetn a
780 rs. a libra ; caf em grio a 150 rs. a libra ;
cevada, a 120 rs. ; tapioca, a 60 rs. a libra, e 12H0 ra
a arroba ; aletria a 200 rt.; loucinho de Lisboa i
260 ri. ; dito de Santos, de muito boa qualidade a
I lili r. ; rnanteiga boa, a 610 e 700 rs. ; bolachinha
inglea muito nova a 200 rs. ; alpisla, a 2i0rs.o
quarteirio ; feijio mulatinho muitu novo a 80 rs.
o quarteirio ; passas muito noves, a i.00 rs. a libra ;
velas de carnauba de muito boa qualidade a 320
rs. a libra ; tabaco do eacu muito bom., a 200 rs. a
libra ; tigellas o pratos de beira atul a 900 rs. a du-
zia ; azeile decarrapalo, a 1410 rs. a caada, e a gar-
rafa a 200 rs. ; dito de peiie a 240 ra. a garrafa ;
dito doce de Lisboa a 440 ri. a garrafa; vinagro de
Lisboa, muito bom a 140 rs. a garrafa ; dito da tr-
ra, a 60 rs. a garrafa ; viudos muilo bons e de varia
qualidades e procos muito em conta ; assucar mai-
cavado a 2000 rs. a arroba ; dito branco a 2800
n. a arroba ; dito refinado a 100 n a libra.
BICHAS DO LtVANTE
muito boas e muilo em conta ; vendem-
se cm porcSes de um cento para cima :
na rua de Santo Amaro (de Simio An-
tonio), n. 26 : todos os dias, do meio
dia s duas horas da 'arde.
Vendo-te um 1 preta engommadeira cozinbeira
c cosluieira ; na rua larga do Rozario n. 35.
= Vende-seo itc-iio Jornal Hat familiai, com
ricas cilampa, em 5 vulumes; grammatica franceta ,
tbeoricao pratica por Moni- Verde cm brochura ,
lOOrs. eencadernada 2000 n. ; escolha das mo-
ldures ancdotas, pelo mesrno autor por 600 rs. ; lii
tai dot celebres artistas portugueses por 200 rs. ; re
sumo da historia de Portugal por Monte-Verde por
320 rs : na praga da Independencia, loja de encader-
nardor, n. 14
Vende-ae urna venda com poucos fuodos na rua
de S. Rila Nova n. 7, por seu dono ler-se de retirar
para fura da provincia: tratar na mesma renda.
No rua Nova, loja n. 18, de Manoel do Amn,ro
Caj vendem-se superiores marroquin, sendo m,,.
relio a 1200 rs, a palle verde, rouso, a
    nado a 1500 rs. ; scllins elsticos a 26,000 rs. ; dji0]
    bordados, a 18000 re. ; dito ordinario 8000 ri
    garrafa lapidadas para vinbo, a 3000 r. ; ditas |'.
    sas a2500rs. ; tintoiros ifo vidro a 1500; i,,
    gens em maneas de vidro, a 2000 rs ; globoi para ca.
    dieiros, a 1600 n. ditosoom garganta a 2500 rt.
    chales de seda a 12000 r. ; lengos para grvala'
    chales de lia para senhora a 4500 rs ; ditos mais p,'.
    queno, a 4000 rs., flores fina para chapeos da t.
    nhora ; pentea de tartaruga para marris ; como tam-
    bem um completo lortimente de obrai feitat, ienij0
    caucas, sobre-casacas, caigas aquetas, colletes ch-
    peos de masa e do Chile ditos de sol para bomem
    osenhora. Na mesma loja tambem se iaz qualii0er
    obra por medida e pelo preco mais ratoavel poisivet.
    = Vende-se um preto ele nagio de bonita figura
    sem vicio nem achaques bom ouzinheiro e refini!
    dor do assucar ; no Aterro-da ISoa-Visla, n. 21.
    Vendo-se urna prett da Costa, de 21 innoi, pou.
    co mais ou menos com urna cria do 3 metes, con
    muito leite para criar, e he quttandeira na 1111 di
    Cruz no Recife n. 52.
    &ms* .
    DE6 PORTAS NJ2
    Nesta loja lia um novo sortimento de catn
    pintadas as mais modernas e bonitas qua S
    e franqueio-te as $
    I ?
    teem vindo a esta praga
    amostras a quem as eligir ,
    potente penhor.
    debaixo do com-
    = Vendom-se 6 accOei da companhia de Bebribe'
    no Recife, loja de cambio 11 24.
    =Vendem-ie lacca com farelos ao barato preto
    i!o200 rs. ; no armazem do Brsguez ao p do arco
    da Conceicio.
    Escravos
    FuS
    idos.
    Continuio a estar fgidos, deido 21 da abril, de
    bordo do brigDe Mentor, os 2 eacravos marinheirot:
    Jos, de nagio (labio, representa30 anno, estaturabai.
    sa, e barbado; e Manoel, de nagio Congo, representado
    e tantos annos bailo sem barba : aquello loi estri-
    lo da casa do coronel liento Jos da Costa e foi seduc-
    tor do segundo e conhecedor desta provincia : soode
    10 echar be provavel se inculque por forro. Recum-
    menda-sn a toda as autoridades as suas capturu, brm
    como aos capities de campo eofferece-se de gralili-
    cacao 150,000 n. a quem 01 trouter reconliecendo-te
    terem os propriot; 01 quaet so pagio na rua da Cadeii,
    o. 45, em can de Amorim Irmioi.
    = Tendo denpparecido de Manoel Antero de Sou-
    za Reii doui eicravos e temi lido por frequeniet ve-
    res nos jornaes escravo apprebendidos e depositados
    em algumas cadeiai de lora, ruga as autoridades e mais
    agentes policiaes, vejio, se em suas continuadas appre-
    hensfies ou mesrno no j aprehendido, descobrem
    o seguintes escravos fgidos ou furtsdo, ha annos ,
    visto que muitos nao declario os seus seahores, pira
    quo por mais lempo nao se veja dalles privado ; 01
    quaesiio: Jacintho de nsgao Rebolo, de 22 sn-
    nos alto de bonita figura bem preto com umi
    marca no peito etquerdo, a imitatio de urna ancora,qua
    talvez j esteja apegada d.-ntei alvoa e miudos, fall
    meia drscangada toma bstanlo tabaco. Julio de 16
    aonoa, de n. ci Mengela secco do corpo meio fu-
    lo ; lem oembigo quebrado e grande com um ti-
    quinbo lirado da parle de urna orlha ; he natural,
    que elles boje esitl&o de nomei trocado; por isio pe-
    de-te todo o cuidado da perto dai autoridades. Salii-
    lar-se-ba lodae qualquer despez, que seja preciso fi-
    xer-se >
    Fugio. do bordo do brigue-escuna Cacigut, "
    noule de 21 do correte o escravo marinbeiro d
    nomo Anselmo de cor parda acaboclada ; repreieali
    20 etaotoiaonos sem barba eitatura regular,*
    nenbum signal carectislico; levou camisa de riscado
    azul, calcas aruet, chapeo de palha ; be eteravo da
    Jote Joaquim de Oliveira de Paranagu a proviial-
    munleie inclcala por forro : roga-se aos capitif di
    campo e a toda ai autoridades policiaei a tua appre-
    bemio certos de que te gratifcala generosamente 1
    quem o levar a rua da Cadeia n. 45 cats de Amo-
    rim Irmioi nu a bordo do dito navio.
    = Fugio, do engenbo Cara no dia 19 do col-
    rente mez de julbo o preto crioulo de noroe CeU-
    no mogo, ainda que i com alguna cabellos brinco
    na cabega e na barba, laltio-lbe alguns dentet na Ireo-
    le naris bico de ovo pouca barba Mistura reg'
    lar. releito do corpo pescogo curto oli-os aveisae-
    Ibadoi embigo grande : em outra fgida foi encos-
    trado junto a villa do Cabo onde loi preao em deiem-
    bro do anno paitado e eitcve aylado 5 anno; P*'*
    (ence a Antonio Luii Pereira Palma do dito engenbo
    Cara : quem o pegar eer bem recompensado 01
    pelo senbor ou por Manoel Ignacio de Oliveira o*
    ruada Cadeia do Recife, n. 40
    Itoga se as autoridades, policiaes e cepitSe do cam-
    po a captura de urna eicriva por oome Anlo'1'1'
    alta, lecc.i e alsum tanto ful : renrnaenta lar >
    40 annos de idade; l*>oy vellido de chita azul com ri-
    magem branca! e luirs relas, e panno da Costa stu .
    a qual detappareceu uo uia 2 docorrente: queme P "
    gar, leve a tua propria aenbora, na rua des Agoei-*''
    des, n. 5, que sari recompensado.
    Denppareceo, no da 8 do crrante do enge-
    nbo Guararapes, um mulatinho de nome Sergio 1
    18 anno baixo, ebeio do corpo cor nao muitoela.
    suppe-se ter vindo para o Recife : quem o psgr> lel
    ao dito engenbo, que lera recompeniado.
    PBRN. ; M* TYP. DE Bf. F4
    J
    1>B MRI- H*


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ECO1IEKY7_7LCDF2 INGEST_TIME 2013-04-26T22:28:34Z PACKAGE AA00011611_08328
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES