Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08326


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Full Text
r
Auno de 1846.
Terca feira 21
O DIARIO puMic-se todoi 01 di que no
fori-m da guarda: o pceo da asiignmur.. lie de
4jjft<00 rs.- por quartel, pagar ndianladns. O
oooinci"* dos assignantes vio inducidos a roxo
de I" res lmr '"". *" 'i e typ > difieren-
te, e a. repetire* pela melado, s que nao fo-
rrm soignaatel n-!o 80 l.s por liaba, e ICO
em iyp dillereote
PIUSES DA LA NO MF.7, OE .IULIIO
i;, escame I as 7 uoraj e 3 minutos do inonSa.
]',ua cliea 8at llora So inmuto* da tanle
sdoigoonlea ISa* II llrate 8 niin. da maull*.
i.ii 1 nova a 23 a* S horas e*Z min. da tarde.
Citscente illu I horas e 12 miuulos da man.
PARTID*. DOS CORRFIOS.
Goianna e Parahvna Segundis e Sextas feira
H10 Grande do Norte, ehega na* Quirta* feira*
ao meio 'lia e parle na* me*jna* hora* na*
Quinta* feira*
Caho, Serinhaom, Rio Formlo, Porto Calvo e
Macey 110 !.", I 1 e } I de oda mea,
G-aranlun* Konito a 10 a 24.
Boa- Vista e Flore* a II e 28.
Victoria as Quintas feires ,
Oliuda todos os das.
PBKIMMI DE OJR.
Primeira as 2 h. e 51 minutos da Urde.
Secunda as 1 h. e 18 iiiiiiuios da nianhia.
de Julho.
Anuo XXII N. 159.
DAS DA SEMANA.
20 Secundo S. filial u I. d J. do* orf. e
dnJ.d.) C. da'-', v., do J M da 2 v.
.'I Terca S Praxed-S aud do J do civ. da I.
v e do J de paa do 1 dist. de l.
22 Ouarla S Mcueleo, aud. do J. do civ.
iia '.'. v e do J. de pir 'lo 2 dist. de t
JJQujulaS llemndioa, aud do J.do orphSoj,
e do I municipal di I. vara.
21 Seala S CrtuMioa, aul do I. 1I0 civ. da I.
v edo J. de pal do I. dist. de t.
I SabUdo Tliiego'aYpp. ; S Cliris-
lovo.
28 Domingo S. Anna.
CAMI'IOS NO DIA20 DEJTJLIK).
Camino sohrc tnndrrs 20 a 2o >[\. p I Ja 01 d.
PaiiSO li por franco.
* Litlioa io. '70 |in"::i, |.ur inez.
Df*C. de letr*< de bttae Cauta, 1 '/, |> /,omti,
Oiin>Ol|C*S hetpair.nlas Il.sOOa 3lJQll
Mu las .le 61*00 vel. 1 r.j.,!)0 ., kJtuq
a 11 deOttOOnov. 1 ufo no a mfloo
a de IjAUO... ti/inio a tl-iiia
Hratal'i.laioess...... l>T-ji> a |j7*n
4 Peo culuiiiuarc* If !)so a i|990
Dito* Mexicanos. l'Jli) a >|80
Minia ...... ifTso a U"8i)
Accesda Coinp. do Ileheribe de SOjOOO ao par.

DIARIO DE PERNAMBUGO
PARTE OFFICIAL.
DECRETO N. 4*.7 de 18 de to de 1840.
Manila por em etecuedo o rrgulamento para as capita-
na! dos portas.
'Concilla" d.i numero 149).
CAPITULO V.
Dos pncadorti.
1 Atl. 86. Torio o* peleadores serio dividido* om Iricti'i : cada dialricio ser eomposto dos individuos
empirgados na pesca interior e exterior, que rciidirem
em tiairro, ou lugarejo da cidade, villa, ou coita.
Afl 87 Cada disli irlo lera um capolar, que ins
peceione 01 domis peleadores, bern como o* suli capa-
taz*, que forein precisos para o cnadjuvarnm ; uns o
ouiros sallo da escollia e nomeacio do capillo do porto
da respectiva provincia.
Art.88. Tudas as diaposiiei, quinto a deveres e n-
eumbenciai de capalazes e sub capatazas das estarSes de
embarque, matricula dos individuos, arrolamenlo, nu-
merecio e marcacio com letlras no costado e velas das
emharcafSes, serio applicaveis aos pescadores.
Art 89. O capillo do porto irk, OU mandar Inzer
na primeira vez, por peima por elle commisiionada. o
arrolamenloe matricula. Ouando depois houvorem de
ie matricular quaesquer individuos, se dirigirs estes
10 respectivo capataz, o qual, procedendo na lrma or-
denada, enviar! depois urna relatar nominal dos indi-
viduos mslriculados, e om mappa das emharcicdei, quo
icerescerem, ao capillo do porto, e este, mandando pro
ceder aos competentes asscntamcnlos remetiera ao
memo cpalas as respectivas certidOes de matriculas,
pira este as entregar i eadi individuo.
Arl. 90. Oscapatazrs e sub-capata/es usarao tain-
bem de una frdela azul, lendo na gola um emblema
anlogo de dous an/es cruiando-se, com 1 difirenos,
que us cipatares terlo de inais urna ancora oeste em-
blema.
CAPITULO vi.
Ha prat'cagcm.
Art, 91. as provincial, em que seusportos a nave-
gai'io necessiiar de pratic s de barras, ancoradouros,
nos, laedas, e costas, cada capitana organisar um re-
Itulaiuento, em que se marque o numero de pralicos,que
di'Ve hsver, habilitat'Oei, que devem tor, e suas obriga-
res ; deiere do* capities e mestre para com este, la-
bella do quanto devem receber pela praticagem, e pe-
nas, a une lirio subjeilos uns e outros,
Arl. !(-'. No mesino rogulamento se marcar a for-
ma, por que devem ser felos os exames, para ie nbter n
diploma do pratico, quesera passado pelo capillo do
porto, bi-m como, que bavera um colre para nelle se de-
positaren! todas ib quintias de praticagem, de entra-
das e sabidas, e de movimento nos ancoradouros, para
ser sua lotalidade dividida proporeionalmenle pelo pra-
lico-mr e mais pralicoi, conforme lAr especificado no
legulamento.
Art. 93. Depois de organisadb o regulamento, ser
remedido pelo capillo do porto 4 secretaria de estado
dos negueioi da marinh, para ser approvado,
TITULO V.
Do$ prejutzoi, ou damnos causados peloi naviot
mire ti dentro (lo porto.
CAPITULO I.
Dos damnos causados por navios vtltjados.
Art. 94, liordejando doui navios dentro do porlo,
ou lora, ainda entre ponas, o que fr com amura por
E. U. ter a preferencia cm bordos desencontrados. Se
neste caso o oulro receber averia, ou a causar, nao so
11I0 lera direilo ; iiidemniiscao, mas, pelo contrario, se-
ra obligado a indemnisar qualquer damno, quo cause
Todavia, seo navio fr nacional, e do guerra, lera sem-
pre a prelerencia.
Art. 95. Bordeando dous navios em bordos oppos-
tos junto da costa, banco, ou qualquer outro perigo, o
que vier na bordada para lora nlo ser* conslraogido a
mudar de rumo. Qualquer damno, quo este liver por
baver manobrado a lim de evitar o abilroamento, ou
J!----llfnTTfffr---------------..------------------------w
mesmo por este ter tido lugar, ser! iodetnnisado pelo
outro navio.
Art. 96. Apresentando-ie dous navios na costa em
frente de um porto, um pairando atravessaiio, outro
velejado, seo primeiro fdr abalroado pelo segundo, se-
r este obrigado reparaclo do damoo. O abalrosmen-
to, porrn, ser comprovado persnte o capillo do porto,
liem como o serlo todas as circumstancias do faci, com
audiencia do capillo, ou meslro do navio ahalroador,
procedendo se a ludo a necessaria villora pelos pe-
ritos.
Art. 97 Apreienlar.do-se dous navios a entrar em
um porto de dilDcil entrada, o navio mais desviado de-
ver! esperar, que o maia proiimu ente pnrneiro. Se
aquello, por melbor de vela, vier eocontrar-se com esle
nutro, e liver lunar o abalroamento, sera elle obrigado
reparado do damnn.
Arl. 98. Do mesmo modo, na sabida, o que estiver
mais desviado devera esperar, que saia oque seachjr
mais prximo barra.
Art. 99. Todo o navio, que entrar ou sabir, deveri
franquear a pasagem ao quo sabir, ou entrar, vindo os-
le com vento escaco,
Art. 100. Todo o navio, que, andando a espa, ou
fque, no acto de se laier .i vela.ou que, velejando,causar
lamno a outro navio fundeado, qur no muanlo do
eu caico, apperelho, e amarrido, qur em tua carga,
ser.* obrigado I iodcmniaelo do damno.
CAPTOL') II.
fos damnos cansadot p-ir navios fundtadoi.
Art. 101. Aihando-ie um navio em pouco lundo, e
nlo podando salar-se, o capillo, ou mestre ter direito,
em caso de perigo, do exigir, que o navio prximo im-
penda, ou ponbr. a pique a sua ancora para Ihe dar pas-
lagem, urna ve; que O navio ancorado esleja em rir-
umstancias de fazer semelhanle manobra sern p>ri|io
iroprio; mas dever! aquello indemniar este a avana,
que, para Ihe evitar o perigo, liver sofndo.
Art. 102. Todo o navio fundeado, logo que delle
se approximar um outro vele|ado, devera alar para leu
prtalo a lancha ou bote, que estiver pela pApa. Nano
fatendo nlo e nlo ter! direito indeiitniac/io do dam
no, no caio de have-lo, mal, pi lo contrario, ler obri-
Kado reparaclo de qunlquer prejuizo, que por leme-
Ibante falla o velejado possa lollrer.
Art 103. Todo o nivio ancorado he reiponsavel pe-
lo uaiiino cauado por falla de boias das ancuraa de sus*
ainarrecdes, salvo ha laiiem os arinques, e provando se n8o ter siJo possivel
pr-10 oulraa
Ar. 104. Todo o navio, que e'liver mal rollocado,
ou mal amarrado, ser, em um e nutro caso, responso
vel por qualquer damno, que causar aquello, com que
abalrosr.
CAPITl'LO III.
Dos damnos causados por occasiSo de temporal, ou
circumstancias extraordinarias.
Art. 105. Toda vei que o navio garrar para cima
de oulro em occasiio de temporal, ou extraordinaria
forra de corrente, no coso de ter sido por descuido, ou
porque suas ancoras nlo se|io proporcionad ao mes-
mo navio, sera'ell obrigado S reparaclo do damno.
Art. 106. Se um navio, as meamas tircumstancia*
de temporal, abalroar oulro, em consoquencia de um
terceiro o ter a isao impeilido, sera osle teiceiro obriga-
do I reparaclo do damno, no caio do se daiem ai mes-
mas faltai do artigo antecedente.
Art 107. Se, porrn, se verificirem os caso dos dou
artigoi antecedentes, lendo o navio lineado ao mal to-
das aasuis ancoras, mai que, apezar disso, ou o navio
aarre, nu Ihe tenha faltado alguma ancora, om laei ca
sni. nlo hiver direito i reparado do damno. Todava,
poderlo baver circumitanciis, cm quo seja o mesmo
damoo rateado pelos dous.
Arl. 108. Toda a vez quo um navio, no acto de a-
marrar se, ou de*amarrar-se, abalroar outro. porque
um terceiro se negaste I restar 01 auxilios recprocos,
& que lodos 01 navios eslo obrigsdos nos ancoraduu-
ros, nlo ser elle conslrangdo a reparaclo do damno,
mas lim aquello, que ae ti ver negado este auxilio.
Art. 19. Todaias quesles, q"e se suscitaron! 001
caso* de*te titulo, e do tit. 2.", respeilo do prejuizos,
ou da unos causados pelos navios entre li, dentro do
porto, serlo decididas summariamente pelo capillo do
porlo, com asusieneia e parecer de urbitros; edestade
cislo nlo se dar recurso algum, quando o valor nlo
exceder a 100j rs.
Arl. 110. (guando o valor exceder sobrelila quan-
tia, e xlguma das partea nlo quirer etlar poli decalo,
ser o neg co levado a um enncelho, que er* cornpos
lo na conlormulaile do arl. 4." do decreto n,a358,de 1 i
de agosto de 1815.
TITULO VII.
/>i\/iovifiVs CutU.
Arl, III. Qualquer particular, que mandar cons-
truir embarcarlo de robera, n. r.....ni ir.i 0 plano ao
Ripector do arsenal de marinha as provincias, onde os
houter, nu o capillo do porlo; o qual, por si, 011 medi
ante urna rommissn 1/ l.nc examinar!, te eile lalislai
r ni,! |ii de, tem (altar i raparidade para a carga,
ler a necessaria esl^hidade, hnm andamento, tuflicien
te amura, e dimensOes proprias, segundo o trafico, a
que h( destinada.
Art. 112. Todoi os navios mercanles nacinnaes, a'm
lo dittinclivo particulir do leu proprielario, lerSo o
que lr proprio da provincia, a que pertenrerem ; estes
ili.liin tisn si.rao designados pela secretaria de estado
dos negocio* da marinha, e remettidoi os desenbos
todas as capitanas dus porto*, pan rssas pdrem em uso
o que lr da respective provincia, e lerem cunbecimen-
to do das outrat.
Arl. 113. llavera iim cofre para nello se rerolbcrem
as mulla*, larendo-so carga deslas em livro de rrceila ;
di-vendo cada capillo do porto enviir, al 0 da lado
mez de julbo de caJa anno, authenlicas emites a secro-
lana de estado do* negocios da marinha, depon de p-
provadas pelo conceibo, lano da receitn como da des-
pe>a do anno financeiro lindo. Ser! 1 clavicularlos do
referido colre o capillo do porto e secretario respec-
tivos.
Arl. 111. Km todos os casos do ronlravencln dai dis-
p -h.iV'- deste regulsrneiito, a que nelle nlo vai deda-
da multa especial, poder! impoi o capillo do porto dn
2i at il II.
Arl. 115. O prsenle regula/renlo seta Iraduzido em
francet o ing'ez, e te lli" dar luda a publicidado.
1IIUI.U VIII.
Da forma do procesio.
\n, lli'. Quand por qualquer maneira rhegar a
noticia do capitn do porto alguma lonlravrnclo da po-
lica delle. fra i'icrevi'i pelo secretario um termo bom
especificado do laclo, e suas circumstancias; e, mandan-
do chamar peranto ti o contiavenlor, a parle queiiosa,
te a houver, e ai teslemuohas. su forem precisas, deci-
dir breve e sunimariamvnle, rondemnando uuibsol-
vendo o aecusado.
Art. 117 Se o aecusado nlo comparecer, detobe-
decendo I notificacan, appare(;a ou nlo a parle quciio-
sa, te a houver, proceder o capillo do porto revo-
lia ; e lmenle por impedimento, ou oulro motivo at-
tendivel e justificado, poder! delerir o seguimento e ul-
timarlo do proretso para o dia seguinte.
Arl. IIS. N.1 cato, em que, alm da mulla, seja o
contraventor obrigado I indvmnisai,'lo, atiim o deci li-
ra o capillo do pollo, e nene mesmo dia, ou no se-
tiiinle, mandar proceder ao arbiliamenlo da indemni-
saclo, segundo a impoilancia do damno, o declarar! o
contraventor obrigado a talitfaze-la.
Arl. 119 N01 casot de damnos por ahilronmento.
nlo proceder! o capillo do porto para indemnizado
ie:n queixa, ou requenmento de parte ; sali te lr da
armada nacional o navio prejudicado
Art. 1 JO Dada a queixa do pn judicadn, ou tendo
d'armada nacional o navio, que liver ludiido, ir! n
capillo do porto, acompanhado de perito*, I bordo do
navio damnificado ; e ah na preienca dos cepilles, ou
iiiestres, e dos maii officiaei, que se acbarem, das em-
A LECA. (**)
por tfrcDcrtco ^culie'.
SEGJiPO VOLUME,
IV.
itfroiiiMAprs.
A'neami hora, e rin qunulu o qne rererimoa no fin
do capitulo aiileeedcntii ae paaaavif ro ca.a de Leona,
Mr. Julo, que j nlo era neni u ravalluiro o honrado
doiiiiir da rua de Chamiuie, m-iii o criado voriuelho,
1 piulo porla do Amab, o qu ha vio recebido a carta,
que ero dvatinoda ao noaau hroe ; Mr. Joo, diseniua
noa, rntrava em casa de aeu verdadeiro amo, o cunde
i de Monrion, o lli* dista :
'v) Vide Diari n. 158.
V. Es. quera inforniacflea de Mr. Amob, e de um
bario Dioiit-cho de iiiuiie Thure. miraciilosaiuculu dcaop-
parecido, e.tou 110 oaao do lli aa dar.
Km vinie quatro hvraaP
S< mi seiihnr.
I.lo to rehnbilita mena ulhos....... Vcjamoa, que
abes tu?
__ Rngn a V. cxeellenrio, queiro permittir-me diier-
II,c romo obli'o eaaa* inl........(.Vi, que achola taiil
lisia veridiroa, qiinntia eu nieaiii" nao oa eonheco.
Falla, eu aoi, que lena ealudado direito, o que
quere? m^nler ss tuaa prcdn^uua u iituis. de ovuajadu,
acudo tallador.
Eo coiuejo, disie Joo.
E pni-ie em altitude de bomeni do foro, e coiuecnu
com fes fanhoao :
O milhor rapilo, qneie pode lerj-mln a um ge-
neral he o .eu ajudanto do campo, ou, melhor, aeu 1 he-
le deeatado-mair; p..r analoga, o nitlhnr eapio, que
>a pnde ler ao pe de qualquer liomeni, lio o ie criado
gravo.
lato he da carola de Leona, l com a differenca de
que ella pralica, e lu profeasoi.
Ton h 11 pratieado.
Contra niiaa, bam o asi.
Nuuoa!
lio e.ta va
Peinars lu, que me fases rrer, que
aqu ao luido de Leona ?.......
Juro-lhe, eirelleiiiiiiimo aenhor.......
Emendo....... lio comal, que um.i niulhrr nnneo
lleve rnnleaaar, o, por analogio. tu penlai, que ha lufa-
iui.iiiinli.ia, que mu criado llevo leniprn negar.......
Ale 111 orle, lenhnr ronde. Aeiualinciile, isto
lorna-ie hu negocio religimu ; rccmihcce-ie, purem
niiiien ae enuresia.......
Vallina vn farto......
Pirie henil em viilude do principio, irnhor con-
de, que cipui a V. exrvllcncia, o das ordena, que, ha
I.,01 das, me den, procurei vir a ter, o inoia cedo pus-
aivel, criado doarnhor Amob.
K oniiaeguiale-11 ?
Iloiileui demanha.
Porecc-me, que a couta nao vai mal.
Era a menor do* ciiuaa........
1'. eniao I Iflillo muitv deaeju de saber ruino nn,-
ao te houveate......
Mealre Joo reflertiu ; como que hesituu ; roas tnbre-
pnjou a vaidade da orodur prudencia do Ueaio, epru-
aeguiu:
Se V. rxcrllrnria folie um burgus, ialo ho, om
amo, que tem a prelcnciu do lli" aer engaado pelo.
icui criadoi, que os examina, oa vigo, o pardo a iiicia-
do do lempo cm dcteuder-ie del les, nlo dira a a V.
harcseo's, damnificada e damnificante, livrado pelo
secretario o termo especificado do acontecimiento, con
lorme ai informare* e declralo-'*, que colher, e ouvi-
dai as parles, decidir! immediatamenlo, ie lem lugar
indemnisaclo, e mandar! proceder ao arbitramento
dola.
Art. 121. Km ambos ns casos, as decisdes definitivas
do capit quando nlo exceder o valor a cem mil res; e para esto
lim se enviarlo a* cmara* municipoes 01 coitidoi da*
multa*, que ellas perlenrem ; ao procurador dos faltos
lre da rapilania ; e te entregarad ai parles interesiadaS
al do, juUiiuieiitns ila- indemnia(3ns, que Ihe* compe-
lirem, e tanto hi mullas, romo ss indemnisacdea, qu su
lo os con leiiinailoi'as nlo pagueni amina luiente, 10
rl l CObraJoS execulivan- nie pelos meio* judiciaes.
Arl. 122. Quando o valor esceder o cem mil ri* po-
li r 11 11 parte* recorrer para o roncellio, apresentando-
0 dentro de cinco dia* ao secretario, que Ibes tomar! a
declaradlo do recurso, o enviara logo o piocesso ao ca-
pillo do porto, o qual immedialamenle promover a or-
ganisacio do voncelbo, o designara o da da sessio, que
er! nulificado das parles para comparecerem.
Alt. I >'.i. I'erante o rncelo poderlo as partei apro-
cnlor uas allegarc*. por etcnplo, no prazo improro-
Kaiel du vinlo e qualro hora*, que para uso ler! conce-
dido cada.urna, e podera o concelho mandar proceder
a notas visturas o exames, leosjulgir precitos; e
vista de ludo doi dir definitivamente,como uoleoderds
Silica.
Art. 12V. Todo o proresso. lano da primeira como
la segunda iottancia, ter! formado por simples termos,
que ciinlcnhl um lelatorio resumido, mas claro, do
arto e suas circumstancias, dopoiiiienlo das teitemu-
nlias, pareceres dos arlnlradores, e docislo do capillo
lo pnrto ou do concelho, pelas partei, tettemuoba o
arbitiadoret.
Art. 125. Na primeira e na segunda instancia pode-
ro as partes, nos acl>a.para que ti o chamadas.ir icoov
panbadas de scus advogados e defensores, sen li, po-
rrn. um s por cada pule, e nlo se Ihe adinillindo al-
legacii- por escupi fura do cato do aitigi.
Art. I2li. Os aroitradore e periloi, que bio de pro-
cede; M riiloii-ia, cxanie* o aihiii menlos, serio tem-
pre 111 iiiesiu-s doi arsenaes ; a onde os nlo bou ver om.
serio etrolhidus e approvadm, com audiencii daa par-
les, d'i nlre 01 colalatei earpinleiroi, e individuos eoi-
pregados na vida du mar, inscriptos nal respectivas ma-
Irn ulas.
Arl. 127. De lodos os papis, que se processarem a
expedirem pela rapilania do pollo, se pagulO os re-
peclivot sellos, na conformidado dos regulaoientoa.
080
160
610
320
i320
Tabella dos emolumentof, que divem pr.'Cebtr os
secretarios das capitanas dos po'tos.
Da matricula de equipagem, por cada polios.
Da matricula doi empregadoa na vida do mir,
por cada pestoa.........
Do arrolameoio de urna ombarcdo de alto
bordo............
De ditn de urna embarcarlo menor. .
Por urna liaen^a de qualquer nalureza. .
I'or um termo qualquer em livro, ou lora del-
le, nlo sendo um procetio......oOO
Por Ulna reilidini.........320
Teodo mait de urna pagina, por oadi urna. TtiO
Por urna avuibscao em livro......OSO
Do que peilence ao piocesto, o mesmo, que compe-
le aos escnviei do judicial.
Palacio do Rio-de-Janeiro, em 19 de maio de 1846.
Antonio Francisco de Paula e Hollando. Cavulcan-
ti de Albuautrqut.
Govenio da Provincia.
1 M-l-iiHM-K OU lili 10 DO (JoaBENTK.
flieioA deoeiiibargiiilr lli*relator da junto de
jii.lieii, conviiouiiilo o menina paran dia 16 dcsteinei.
esrelli una a verdodej mas V. ejrelleneia he um grnu,
de fidnlgo, vive minio longo dos aeua aJoOMallua, e nlo
pode ronlicoer-lhea oa deleitoa, virni e calrulos. Pul-
an, pi.ni.nito, coiifi.sr-lhe uro d.n imkiOi p'quenoa ae-
grioi....... V. exeelleiioia lio inoapai do algum dia so
icrvir 1I1-II0.
Nioinn lalvex tan generoso, como lu erl.
Nlo he 110 oqiieeu qiierndiier, mnhur conde:
V. exoellenoia loto coma melhor. em quoieoeeopo......
gaiba, poil, que lodo orlado, que sabe ana condicio,
alara o previ.a. do futuro, nouca lio de Paria. Su V.
csct'lltnnia livesao olliado para eaaaacouiai, leria nota-
do, quo uiu criado jaiuaia be do Paril.
__ ConirUcii, i'uiraio....... lodao aa voiea quo
leoh" perguulado o criado, dundo he, aempre me rea-
p-iide, que da provincia. E he esta lima obaervajio,
quo me d.i bein que prn.nr djua Pariiieiitea.......
Oliaervaca auperfieial, reparo fila, aenhor oon-
de, como inda a mforiaacao de ealali.lica moral produa
no Academia das Seieucioa. O criado naace em Paria
eomo cm qualquer nutra parle, e ah toiu a aua familia,
inai para elle aomente: para *eu amo o criado he aem-
pre de provincia, e nunca be orphao.......
Porque?
Purque lem aempre neceaiidade de um pai, quo
eal a murto, de una iu, que tem urna demanda, para,
ir


Partiripnn-te ana vnjraea togados, o n enmmnndanto
tlnt armas, pira fre-lo cnaiar ana vgee niilitnree.
Dii,.__A,, inaperior Merino du araenal do marin,
ti|iiiHrnHa. i\w, de rniifrindile ruin que dclermi-
.......Igntflrno imperial, dere irr dciiiiaunliad it nano
da l.art-a de eiraraei dtate ptirt, ae, levado i piafa,
!> at-liar lanc-ador o prcCn, cm i|UO telilla lili va-
lia.lo.
l)iiA" inpeolnr da ihpannrarin daa ronilna provin-
rini'a, nrileuainl,,, f>ca atliantar (rea ineica le aolil a..
deaiat amento p. I a- a. I Bonito. Parlioipwu-se ao
nonio.ilol'iiti- gorul (lo Ctirpn til1 polica.
Un.,A" bu-barr Uatiauian L|ies Machado, dan-
do-ae por inli'irado do liavcr 5. mi', rcaaaninido o estar-
cirlo do cargo promotor publico doa lenunl du U-
lioda e Iguaraai.
DitoA' cmara miinlripal do Recite, recnromenden-
ilii, providencie ocrea do que o oflicio, que llie. irana-
iiiitle, repreanita o prceidcnta do concullio grral do 18-
lubridade publica acerca do nina caaa em edificar;" no
lireoo do Airite-de-Prise. Pattioipuu-ee au presiden-
l tu conocido geral de aalubridaile.
IUEM D!) DA tt.
Uflein Au napci lor da Ihraooraria da futenda, de-
i'aranilo-ie inteirad., d M ai liar ileaorcupadu o erma-
iciii contiguo i cosiii do callari.i, em i|iie ao reonll
o |,u-braail.
DitoAo impector da tlieaonraria daa reinlaa prnvin-
riaea, ordenan,!.,, que a Joaquini l)ia Fcrmintloa ni >
i!o pagar 87.000 ieia pelo que no trimcalro nudo dca-
pcinle ti delegado do Nainrctli cun a presos ile juan-
ea, D<'teriuiiioii-ae ao eoiuniiaiario-p.igndor, inileni-
ihiiii.o n i|unnti.i le 7,200 roia, que cun del reorui!
gaalu o ini'ainu delegad ; o parlicipou-ao a eilo a ci-
jii'dicio draiaa ordoua.
UnoAo dirrclor do nraeual do guerra, daiiilo-ae por
inteirailo de ler S. me., em ciiiiipriuicnlo do imperial
avian do 18 de junhii ultimo, deapedulo na amannenac.
tilrannlinarioa do calilo arienal, Joto Biptiat Ferrci-
ra da Aimuiiciacan e Joaquiui Urbano Lniliachi de
Mello.
Coiiiinaikdo das Armas*.
EXPEDIENTE Do DlA 6 Do CoRBEMTE.
( Condutio.)
OTic oAo coronel commandsnle do 2." balalbSo
de atlilharia i p. rern. tiendo, por Copia, o mappa
clsssificalivo dai habilitares dot diversos alumnos pe-
' tenientes io balalhio do leu coniniando, que nu auno
litlo folio approvsdos na escola militar. No mesmo
fenliilo te oHiciou ao lenenle-coronal commandinle do
quatio balalhio de aililiana p, remelteiido, por co
pia, o mappa respectivo.
Dilo Aomeimo. dando-lhe o esclirecimenlo, que
pedio em leu dicio de 8 de|unho, acerca da cun un
ta do quanlilalnro perlencenle a conlraria de varias
fricas, que livetiu u. trino, teui o ler oppoiluaamenle
* tisleito.
iloAo coronel commandsnle do primeiro btlt-
Ibio de candores, dando solu'So ao seu oflicio de bon-
lem (6). que (rala dos 24 mil carluiboi, perlemenies
ao balad o, que folio rerolhidui ao araenal de guerra,
em oulubio do auno lindo.
OiioAo lenente-coionel commandtnlo do quarlo
balalhao de arlilbaria a pe, entiendo o conceibo de
disciplina, (eito pelo primi-iio balulbio da misma arm
ao toldado do do leu conuiiando, JoBCuirn bubosa,
eonloime requistira em teu oflicio de l de waio ul-
timo.
Porlaria Mandando eieluir, com guia para o teu
respectivo balalhio. o toldado da companhia provisoria
de guardas nacionact em destacamento, Jacinlbo Go-
ti.es, em allenciu a ter enerado de familia, e ler serv
do por ctpaco de 4 annoi.
Publicagao a pedido.
A MORTE DO
l'Xllm. ^r. S'cpc asaincjS De flDltbetra
MA LAGRIMA.
Tudn nos est dizendo, que esta
vida he urna mera peregrinado,
una jornada, que a Providencia
noa ordena de faier, no cabo da
qual devenios acliai-nos em nos-
sa verdadeira patria.
EcuanuDftati
Que ha tao mednnlio e mo nesses despojos
fia paasageira vida? Hu tioneosecco
Pelos ventos do outono, despojado
De vico e tullas : tenda abandonada
Pelo viandante, que voltou patria.
Oh !_.- Gtaarrr Camots.
Nemsempre esplende a flor no campo ameno
Mimosa e delicada ;
Nem sempre a aurora surge do Levante
Geulil, abrilhanlada
Ao sopro ardcnle do so,1o grosseiro,
J perde aroma e cor;
motivar urna partida repentina e baaoada em caria lere-
bida naquella roeama nianl.ta.......
Ali! lie asaiin ......
Foi aaaiin au inrnoa, que o Criado de Mr. Amab
apreaeutou a oouaa a aeu amo. pedindo-lbe una luenea
ile.......li.ia, durable oa quaea proput un aupplenle,
uur queiii reapmidia.......
E eaae auppleute eraa lu?
Sun, aenbor conde.......
E elle reponaabiliou-ae por ti?.......
Depoailei una raucao forte, para garantir-llie
o iiiru bmii pruuadimenlo, t o leu lugar, quaodu elle
faltar,
Baila diaae o cunde enejado....... Que toubeila
tu de Mr. Amab ?
Por elle malino nada nube, porque ene aenbor
contigo falla, iitu be, sulla auapiroa burriveia, v
murmura dcvagariulio nones da romancea.
E que iiotnea alo eaaeaP
Julia.,,-.... Carlos.......
Ali.' diaae o roude....... E quemis?
Sabia tu, pelo nieu aiitroeatur, qurm era easa Ju-
lia, ee.ie C.trl-.a ; julajue, poia, V. ee, lleniM Uo uieu
eapaiito, quandu esta maiilua vi eutrar Mr. CarlwaXliu-
re^ciu pcaaua.......
Tu eolio o oonheoiat?

N'um momento, sequr, f nou seu mimo,
Scu inr.ocente amor:
Mtircha, abatida, a (ilha do deserto
Ja deixou de existir !
Corlou-Ihe vida o susurrar da aragem,
Qu'o bosque fez rugir.
Ao lindo amanhecer purpureo e ledo,
Que apraz ao cor^ito,
Succede a noite, corr seu manto escuro,
Ije triste cerrado.
N3oha firmeza nosta vida errante,
He ligeiroo prazer;
Hoje o gozo, amanhila crueis m'artyrios,
No trance do morrer.
Tudo seesvai no glido sepulchro
Ao golpe tragatlor;
Bem cedo vem tornar dura a existencia
0 desprazer, a dor:
Mil quadros de ventura a m.toda morte
Quebra n'um s momento,
Aos encantos da vida rouba as grabas,
esfaz o luzimento.
Logo a consternaefio, o mudo espanto
Do peito se apodera :
Assini, rispido invern murcha o brilbo
Da grata primavera.
Ei-lo por trra.... o cidado prestante
J nflo vive.... morreo :
Existencia fallaz, que pouco dura,
Brevo s'esvaeceo.
Essa rudc viagem, que no mundo
Teve do completar,
J de todo acabou nem mais um dia,
Nem mais um suspirar.
Murehou-se a flor da vida, espedagada___.
Pelo rijo tuflo;
Abrio-se a porta do sepulchro austero
Na feia solido.
No meio da opulencia, que o cercava,
Seu temo cora cao
Nao ia procurar torpes ornatos
Na pompa e ostenta^Ho.
Singello, piedoso c desvelado,
Seus deveres cumpria j
O ser alheio s lagrimas do pobre
Por certo nao sabia.
Quantas vezes, solicito, amparava
Misrrima orphandade!
Quantas vezes gemia, parlilhamlo
Suaiiifelicidadc!
Se o pobre Ihe pedia, angustiado,
Um pao para comer,
Pressuroso corra a prolege-lo
Com gosto o com prazer.
Do leito da afllicrSo quantos se crguOr.lo
Por elle soccorr.dos!
Inda hoje (quem sabe !, aflliclos gemem
Por elle os desvalidos.
A patria, que o perdeo, tambem lamenta
Uin probo cidadao,
llomem singello, d'ulina bemtazeja,
Epio coracfto.
Mui to cima do vulgo sublimado,
Sabia o que he virlude ;
Nunca foi procurar vaos atlractivos
No vicio baixo e rude.
Patriota fiel, nunca esquivou-se
lu patria ao puro amor;
A lei da Iiberdade elle prezava,
l'rezava o seu valor.
A candida amizade, que o prenda
A' singella consorte,
Cada vez se lornava mais segura,
.Mais Bublime c mais forte.
Os deveres do estado, que adoptara,
Zeloso executando,
O tornavao por todos respeitado,
Esposo venerando.
Nunca a perturbarlo tao puros la?os
Ousou despedarar;
Era firme, singello e carinboso,
Pulido no tratar.
Seus charos filhos prole tao mimosa,
Que o co Ihe concedeo,
ErSo todo o desvello ta sua alma.
Do Icrno peito scu.
Bom pai, bom cidadao, fiel esposo,
J cessou de existir:
A morlc dura a foucc aeacalada
Sobre elle fez eahir.
E que premio haver r nesta vida
Ao bom nonie, virtude,
Se he lodo o mundo um quadro, que varia,
Painel, que sempre lindel'
O golpe, que arrancara a vida ao impo,
Que o ci une fulniiuou,
Nao ae lembra V. escrlleneia, que fui alguiuna vc-
lea levar aa auua ordena n easa daquelle veudelliSu de
louca.......
Maroto Mr. Tbor lie um honrado curumerci-
. -1111-, e a ana casa orna ilua priiueiraa ,lt- I'-ri.
aeiilior Joto fu una humilde careta, queadubou
euei a aeguinte groaacria.
Sei laiiiliem, que mademuiaella Thor he urna daa
inai bellaa rapnrigaa, que ae podem euculilrar,
Aeabsraa lu t:i HMof
8iro. unlmr. Esae Mr. Carlm rlirgnu, e, nao
adiando Mr. Amab, deisou-Mie para olio eata cana, que
tpreaento a V. eiielleucia.
E tu crs, que eu commotleria a indignldade de
abrir una carta, que me ntu he dirigida? Ntu te leoi-
bras, que, apesar dua meos ciunea de Leona, jamis
cunsenti neaaainfamia?
V. escelleucia pode ao nenos lr o sobreiorip-
lo.......
O aobresrriptn....... dine o conde, pegando na
earla, por tora da qnal calava escriploa u lugar e llura
to encontr....... lato parece mu deaahu, nceresceu-
liui elle, depon de haver hdo....... Maa purquo cate
ducllo ?
Paoiou eolio o cande no que Leona Ihe baria dito do
Julia Vctor.
Ca igualmente sobro o probo, o justo,
Que o mrito adornou.
Assim, privado foste da existencia.
Que o vicio nao manchn;
Dcixastc a patria, a esposa, os charos filhos,
Tua alma a Dos vou.
L, onde brilha a luz, l, onde esplende
O sol da lernntade,
Foi repousarojusto. Ei-lo que adora
De perto a Divindade.
Que importa, que o sepulchro os restos guarde
Do cidadao prestante?
Que importa, se no co a s.1a virtude
Tem o premio brilhanto? -
Ei-lo que goza os candidos prazeres,
A solida ventura,
Que debalde no mundo procurara
Alma singella e pura.
Deixa, esposa, o teu pranto, deixai, filhos,
Vosso triste lamento;
Scumprc ao tupio o pranto derramado
Na lousa do moi ment.
J descansa, porfim.... Clora neflavel
Logra o seu coradlo;
\jo ha gloria maior; tudo he delicia
Na celeste mansSo.
Se pode o meu cantar ser um tributo
A'sincera virtude,
Rcccbei-o por tal. Desculpa, ao menos,
Dai ao pobre alade.
Recite, 16 de julho de 18*6.
A 'iIonio Rangel de Torres llanileira.

Viiiiedade.
L1HPKZA N iS VhSTID'iS.
O homem civiluido e circumtpeclo deve evitar em
eu vellido dous extremos, oda i inmundicia, e o da af
lectada elegancia. A noisa vista, que, com prazer, se
eupraia pelas finas telas d'alvissimo lnho e de mimosas
sedas; a noisa pbaolbsMt, que se embriaga as mina -
gens ds belleta; o nono espirito, que se compras na
combinaran de ideist, enlre si correspondentes e bsr
rnoniess; abo.-recem to mesoio pssso, e repugoio s
|uuli|uer Irmbranca de inmundicia, de lesldade e de
desordetn. Sun. sao eslst as rasfies, por que,embora nao
seja o habito, que taso monga, a manir parle dos bo-
mens, lendo mais olbos do que enlenditnenlo, pelos
bsbilos ou vestidos ulga das pessots. Alero disto, en-
lre a limpea physica e a delicadeza d'altna se deicobre
urn vinculo, que, au obstante ser obra da imagina-
rio, nao deia lodavs du ter real. O cuidado, o em-
penho e a diligencia, que te empregio para guardara
limpeza, servem tambem de eilimulo contra a inercia,
acostumSo a crcumspec;8u, e al fmetn, que, nat
iilii* pequeuai cousas, se despert a lembranca de ret-
pei ii>. de grsvidade e decencia.
Em geral, a limpea. com que esdt pestoa te trata,
Ibe concilla em scu faor boa opiniao publica, e esta
tambem concorre, em grande parle, psra que urna tal
pesoa te empenhe linda niait etn evitar os vicios. O
hoiiiein, regulado pelos costumet da limpea, lorna-te
mait sizudo, oais circumspeclo e tnsis esacto no cum-
primenlo das suas obrigstdi's; e por iiso he, que os
lundadores das relijjioi'i orienlaeseilabelerfiSo e deltr-
tiiintrioa frequencia dos banhote dai purifcacet, de
que ao meimo pasio mulla o vigor e a ttde. Tao- vida.le e .leceoc.a, que Iba tio propnss;
tidoi, nldd'agntt ndorilerss, mas at daqoellas, aQ,
primeiro psssrn por diversos destinoi, em esepn,
tnar-ie o bsnho e.....baila.
Convm, poit, que nos vestidos prevalec nao ,f> ,
limpea, mat tambem a honettidade e o'podor. I.0n.
ge de mim criminar a qoalquer sanhora, que se oi|o.
ta ao publico, (rajando cnni limpora, com moi|ei|a 0
gravidade : islo at realca a bellota e o attrvrtivoi |0
p'oprios de teu teso; ella ter innocente; mta n|0 0
p le ter qutndo ni leus vest los e modo* de enloit se deisao nuai. ou como ie o fovsam, parles do rorpo
tobre ai quaei manda o pudor, que se estendi urn (.0
Ordinariamente nada ha mais naluial emesnoinno'
cente em urna moca, que o detejo de lomar o estado de
matrimonio, a-pirandn semr re ao mais vantajosn,
a melborar a sus condiclo. Daqui nacem m cu4ide|
e o eiiprego de lodos os mejoa de te embellezarem.pin
atlrahirem sympstbisi, e dnrem valor io sauencan-
Ini tomando por model-'i eatif lioneras vindss da
Franca. Mai, coitadas I Quinto te engsnBo I F.IIh
nao repirio, que, querendu ostentar eius sun graess
antes diminuein seus encantos ; e em vri de concilii-
rem lympalhin, deiperlio o despreo. Convenri,0-se
por urna vez, de que at caum vislai tocio menoi do
que ai ramaginidn. E cerno di/, om po ti qUln |
menoi se mostri, tinto he mais bella A |ihinlaiii
quindo immagina om ohjeclo da tul paiiio, o end-ia
de tanloi ornamenloi, quantos Ihe apraz pintar; o im
nao acon(eca,quando a nona phaolana le s obrigadi i
nio ultripiiiir os limites da realidade. Licurgo, pin
ditsipar it illuifiet doi boment tobre os atUartivoi du
mulberes, permiltio, que estss danstssem nuil Purni
dedtveno modo pensavt a celebre Popi, que, liben-
do bem iaculcar luai gricn, nunca ippitecii eoa
publico, lalo de vio, que Ihe cobrit parle do rotlo.
Recordem-se tambem as noisai dimat de nutro prin-
cipio anit coohecido, que o amor he deiuioitureii
esclutivo, e por isso tegue-ie, que urna senbora mu-
llier, apretentando le em publico deipid de pudor,
pretende ter de todot deirjada, eem consequencu n.
digna se torna de sentimentos eiclusivos. perde ni o-
piniio dos bomens o proco de afTeicio, detmereee, asi
ii objecto de um total detpreio; quindo be ceilo, qui
i oatuieza dotou ai mulberes de taenenlimentoi, qua
querem unir ao mesmo lempo a honra de sua delett
com o prazer de serem vencidas. Por isso, qoinrjo ellas,
psrs asiim dior, invidem. em vez de serem invadidas,
quando, em ves de eipertrem pelot eompridores, vio
piocura-loi ab que multa precisan leemdeievea
der. Minbss teahorii, advirti como regn *eettt i
geral, que o prego du eouiii te abeixt em niiu d|
necessidsde, que o vendedor moslra deas vender.Em
fin, i falla do pudor da modeitis e decencii nos
vellidos mesmo no iolerior do recinto domestico,
quanlo nauseabundas se turnio aos propriot maridos, i
escandalosas com os proprios filh"i!
A' limpen, poit. e boneitidade nos vestidos, den
unir-te tanibom a conveniencia de cada teso, tttido i
condiclo. Ilereprovsvel, porlinto, que um bomeniM
avilte em usar de vestidos efleminadot, e em urnir-n
com vaidide exquisita. Por isso louvo muito i le di
zidrilo, queobrigtva 01 teidores a nio sprurecerem
em publico seiii a toga, que, como todos tabem, ers o
vestido miii honroso dos Romanos ; e.do seu uio arlo
privados os condemntdos a desterro. Nio quero subi-
(iluirai lrmti dot habilot i sabedoria e virtude;
rnai persuado-me, que be ler pouco tenso, e niu cotilie-
cer o que be o povo, despretar cada um oo seu estado
la mait eslimacao, pon. alcancar.i um homem na so-
ciedade, quinta oais limpea, ordem e regularidtde
presentar na sua casa, na tua mobilia, nos leal vei
lulos ii em todo o leu exterior. Nio inculcare ricos
trastes, nem vest'dos de sito preeo, que apenas lervem
pa ostentar um lu>0 asitico ; nio, que mais egra-
davel be a singeleza e simplicidade. Melhor seria, que
cada umt classe, condi sociedade, s por aquella limpe/a e decencia, que lene
de veo i necessidade Al sera ntrenos urna loucura
srguir-se u coslume dos senbores do Japio. que, lertio-
do-sedeum lenco umt ves, nunca mais delle lazem
uso-; poim grande indi cenca, escessiva asqueosi-
dade he ussr em publico de lencos sujos e mal ebeiro-
sol | aiiim como Irajar vestidos enechados de imniun-
dicias e impregnadot de ekbalacoei sudoriferas e ca-
tingoaas, que turnio ataas pessoas, nao s ni jenlas,
mat al inlralaveis. Nio menos reprebensiveis (olio o
Egvpciot.que, em occasiio de luto, cobriio de lama sua
cabrea e rosto ; e 01 Hori anos, que, por igual motivo,
s>- sbilinhao de te lavar, e caprichosamente se os-
tenlavio sujos. Tsoibeni os Italianos, nos psmdoi se-
iuIos, se sujavio com ovos, que uns sos outros se arre-
ruecavio, em o lempo do carnaval; diveilimenlo este
assat iklravaginto, que, depos de tnuitss probibirSet,
apenai lu permitldo so ss senboras mulheies, lison-
Kesndo-se o legislador talve, de que a gentilen deslas,
o seu natural capricho pelo esieio e limpeza, mais de-
pressa (aria calor um coslume lio nauseabundo E que
ronceilo devea azer boje o eslrangeiro civlisado do as-
seio elimpeza das nosiat bellai l'ernm bucanoi, quan-
pois que o vulgo al cosluma medir os grios do re-
peito pelos gestos, pelos vestidos, e por lodii ss eslo-
t loridadet. Ora, quiodo (alio da conveniencia, un-
iendo, que o veslidot devem cnrreiponder to eilido
de cada um, e aos seus meiot economicoi. (uslo be
digno de censura aquello, que gasta mail do qu pode I
O prejuuo de querer parecer mait do que be, e dei-
untar as clasi>t superiores, indus s que alguern te os-
tente despendendo mss do que pode ; e eit-thiumi
loucura ; porque em breve vem a dar-se por quebra-
do, ou eolio d motivo a suppor. que vive i cuss do
alheio, o la se sai luda a sua replselo. Outroeltre-"
ino opposto i conveniencia he a vaidoai e alTectida ele-
gancia, que lorna ridiculas at pettoai lloraeio fax
menrio da indignacio, com que o povo romano ulbivi
para urn rico daquella eidade, que, por luso, vrrnil
ras com urna toga de mui lubido preco. Tambem o
fscnplnrrs de Inglaterra nio deitlo de ceniurar OH-
cissivoluio da rainha liabel, que, olo obstante itf
urna grande mulhet, por vaidoso capricho, se ipra-
sentavs cada dia com novo vellido,
Ore, que at lenhorat mulhares teenfellem, nio mi
admiro, urna vei que te copfortnem is regras da no-
nestidade e modestia ; e al assim Ihes he preciso. Msi
que bajio homens com cabeca e cara de mulher; ntsl-
rmenle enfatuados dot metrnoi vaiootoi caprichos;
que modio de baibeiro, te ettelhot oioamanlia sea
gotlo isso, a que ebemio eilrada da liberllotgem
e Ibes oio Iti cahlr dt testa com grsca gameoba esse
longos e snneladot cabe'loi; que Importunio i pobre
engummadelra, te por acato falla na camlia uros do-
braiinha ; que brigio com o tlfaiale, te elle, oo lalDO
aeiu eiinipeza aai noai ueilaa rernainuucanas, qun- h "r." --------- -- -- _,
do, en. das do car na,al, a. observa senil -nuss, enfer-l 1fof"r escedeo um so poni u' '
designada oo figulino, que Ibe eolregrio pira mono
ruieida, deigrenbados os cabellos, ensopados os ves-
A tulla du duello est ieiu duvidu na carta.......
diao Joto, u.rtieiiilo o dedo na dobra.......
Nio importa....... nunca)....... dine Monrion,
nunca!.......
Nunca, V. rsrcllencia !.......maieu.......hecuu-
>a bem diffrrnile!
Que liiole, palife?
Oque lena feitu antea der vir....... te meu aran,
Mr. Ani.il., e.livei.se em raa, e eu ii.'hi podeaae diapr
iinii.i iiieiinibi.lu.
Maltadi,! dirae o cunde, erguendo-io para espel-
lir JiSo ; mas paruu, ao vera adibiracto |4ulada nai fei-
< i-i do lacaio. Enllu, que be?
Couaa bem tritio, lenhor......, Una mota deihon-
rada, perdida.......
Nao be puaaivel!....... diaae o conde, arrancan-
do vilenlo a carta daa luioi de Joto.
Arraitrado por eite repentino movinento, loGua-
lavo a caria ; ficuii mudo, inanido....... daespera-
ilo....... I!tu iiioinentu drpuie, aliruu a carta i Juiu,
diicndo-llie:
Vai-le daqui, e nunra niaia ido apparecaa.
Julo rctirou-ae, nicdiodu oaiuo com un ulhar de
compunjo, e Munfiuu ficou S.
Oh t qaio ignobil be tudo isto I axclinou Gus-
Cumo por tuda a parle leroprs
tlatanpaienciaa!....... Jevenlf
lavo em vos alta.......
o vicio a, b aa niaia raataa appa .
de, grace, aimplieiilade, boa lama, ludo ut" ">" I1""
de ama manara mnia engaadora....... Un H"
liorrivel!.......Leona linea raat'u.......Eis mulber lea
o inatmolti do nial, que Ihe (at ver alrava de gruai.l
pandea....... Ol! meuDeua! ni", prosegu elle....-
ella oonbece o mundo I...... Em tudas aa amiiade-, '
todas aaacvfiea, aposta ella pelu lado infame, '"''V
vetea ganlia noventa enuve....... Maa eu quoro Hb ^>
te lio a intriga do unta rapariguinha bypoorila, u a -
graca de una menina deieiienm'iiiliada....... Ab V J
au a-aiui fuaao, tlengiacadn do tal Mr. Amab. ...a...
irioto o nio eailigar, enoarregar-me-boi eu da puo-
cao.......
E Monrion decidio-ie a ir, logo no oolro dia, "*"
de madama Thor, pira taber o que rtrvia pensar ac
ca de Julia. Da aua parto, madama Thor, perdida uc
anieacadur myalenu, em quo ella marchas aoar.
bavia reaolfidu ler una aria rsphcecio ""M"A^1|.
Tara intelligencia du que aconleceu, he iieceaaan" ^
{reamo, depnia de tnniproinetter Julia ""''..
Monrion, euvolveu Leue a Vctor ireaU lenebroia
triga.


|n; doe strmentlo o legista por ama Insenilvel dile-
rrrica na cor do panno ; que sempre levio na elgibeira
un espelhlnhn, para nelle en*m .reren aoa esqulslta
Apura ; ha ludo i'o, oa verdade. fm estremo ridiculo
e [matada demencia. G guantas flaure* rsquerlrlai
pensio lpcolcar-se por tara melos ; at, para ditlaice
dn balito e mais ehalic5es catlna-nai, com queapes
lano a atmosiihrra. se cmpastio os cabellos com un-
gento! e bnnlffi.i oa vestid* de dr. n Nao Mies direl
fu o que dita* Vt>*paalaoo a um de.'t'i tara anata gns-
lata, que (edesses a alho porm Ihea mostr o riso
io deapretn, con que na olbio U daa a* peasoaa lensa-
lai, e ii* abandono ai renauraa e ancdota* mala ou ote
no* ildiculai daquellea, de quem ae apartan.
lie manta incuratel, emfim, prioolpalmente naa se-
nlioias mulheres. que, quanto mala telhaa o Mai 5o.
lano mala Impoitunaa e taidnsas te empenhin, para
que pareci e sijio tldaa por mofas e bonitai. Ura, co-
mo o mal parece locura vel, perdido flca o meu tempo ;
nao presta o artigo : todava leio-o a> aenhorat, medl-
tem-o pa gimenhol, lefllictao-o o* casados.
__________________Um philotophanle.
COWMEHCIO.
Alfande^a.
BKimmiWTo do du 20................6:852*201
Ihicarreqci boje 21.
I |lri(ue fobim mercaduras.
IltrigueShaumul fnn' a.
Ilrigue zVizjir.baealhao.
llMacho Hit'icvlatioaJoe farinba.
Irlirca priieilla mereadoriaa.
Il'olica Liomde vinbos.
IMPORTACAO.
LeV.lMOB pillara freueei, atilda le Marteilfr,, enlra-
[daii'i onrrefite mea. a ooiigua>;iit de E. Bull, inaiti-
L.j.oi u argninie :
70 pipa, 20 meiaa di|aa, 20 qoartola, SO liarriena, e
.00 caitas ni vulio unto e braman, 100 lila* garrafal
I je ettseealei, 25 gigm rlieiiipegne. 60 terna e 30 aitas
I;. il" il'uliTi'ir, 1J renii vi Isa ilttnnii, 50 lilaa
llgn'arilaiile, 60 ditea limir, 100 icMoa an. Iriicluioibo iiruuallia, 60 rnita rntofre, 50 ditas pa|Hl,
50 ilila ilii" de (eaii, 40 fardaje dilo |iinlo, 1U.lii.sa ear-
ii.i.ii, 10 lilaa uiiieii.l.ia, 6 i-auaa agn* d" Chima, 6
IL'Iii banhade nhcir.i, 2 diioa .abnete, 0 iluaa perfil
jauras, 2 >lil chapos do sul le aeila, 1 lila obalea, 2
I Jii.i. lencue de seda, 5 fardoe fio de tela au Ciiiiaigiia-
I tao.
18 chapos banon, 68 ramizas de chita, 14 calca,
I] oaiuilulaa, 6 linae biabas ; ao capillo.
Consulado.
Rbhdimsmto do du 20.
(.ral.. .
Provincia
338*506
71*380
409o970
Movimcnlo do Torio.
A'aool sahidot ao da 20.
llalli ; someta braiileira Aurora, capilla Domingo
Jo da Silva Papafina. carga fatendas e mai gene-
ro*. Paaaageiro, Julo GernelL
Hura de-Grace; barca Irancea Zilia, eapilio Renouf,
carga aasucar e couroi. Paieageirai, as madamas, l'uia,
Fremond, cun 1 li I lia menor, e Julien.
Falnioulb ; paquete inglez Expreit, commandanlao
lente Henick. Leta o Eim. Sr. Paulo lisrboza da
Silva.
IIIuII ; barca ingleu Dub'.in, eapilio Wtkefield, c irga
a meima, i|u- trouxe. _________
Eilila.s.
O doulor Jote Nicolao llegurira Cola, juiz priva-
tivo do Africanos ttlicttamente inlroUundos netla
provincia, por S. M. / V* l>eo' guarde, ele
Fac>saber, que, de orden, du Elin. presidente, le
bio de arrematar por este uii o serticoi de 3 lfica-
nos liare,sendo 22 do leso masculino, e 12 do femini-
nojcuj"S pretendentos. por isso, deteraS, no iiraio de 8
u'ias, contados da publieafio do prsenle, tlelarar em re-
queriinentos dirigido! a este juilo : 1.'', > *eu estado
a residencia ; 2., o empregn ou occupaeo, de que
subsislein; 3.*, o lim, a que deilinio os Africanos, eo
luar, em que ealea pan Uno *ao ficr; 4.*, finalmen-
te, o precoannual. queollerecem pelos seua lervijos.
E, para que cliegue bo conhecimenlo de lodos, nian-
dei lanar este que sera publicado pela imprenta. Da-
do e panado nesta cidade do Recie sob o meu aignal
e sello deale juio, ou alba geu sello ex-cauta, aos 20
de julbo de 1846. E eu, Joi AlJoneo Guedei Alean-
oadt, escriio o escreti.
Joi Nicolao liegueira Coila.
O doulor Jote Thomax Nabuco de Jraujo Jnior,
jxitdediieiiodaitgundavara do ctvet nena cida-
de do fteife, ele.
Fto saber ai qu o preaente virem em como por
ele juno ae ba de arrematar ejn praca publica,a quem
mai der. sendo o pnuieiro dia de praca, no da 22 do
correte mez, urna escrara de nona Joaquina crioula,
de idade, que lepresenta 48 annos, sadia, lavadeire.
edosertico de C"iinha. araliada por 440*000 n.. pe-
nhorada a Tilo Fiock Romano, por eaecur;ao de Be-
suchatA Pugal. eoutrosl toda a pestoa, que em dita
eserata quizar laocar, o poder! lazer no da da praca
cima dito. _
Recile. 10 de julbo de 1846. Eu. ^iwonio Fian-
cisco liodrxguei Magalhdit, esenvio inlermo, o aubi-
ccei. ...
yoio Thomax Nabuco de 4>au)0 Jnior.
Ao sello lOOll., Tilba sen. sello, ex-cama.
Nabuco de Araujo Jnior.
Boa-Vista eEtii............ 70*000
Por dout annot, conladoi do I.' de oulubro de
1846 alOdejunhod 1849.
Rnnilimento dal cullcctoriai de :
Flotes e Florala..............por 600s000
Bonito................ iOOaOOO
Roa-ViiU e Bi............ 400*000
Vinln por cenlo d'ago'ardeote de consumo nos mu-
nicipio de :
Cimbre*. ..............por 20*000
Flores e Florete............ 20*000
Boa-V.sta e E........... 20*000
Porumanno. eonlado do \.'denrrtnU mexao
ultimo dejunho de IS47.
Produelo do imposto de 2*500 rs. (...r eabeca de ga-
do Tsceum, cobrae| somante dos que talbarem carne
para negocio, em os municipios de:
Orejo .........por 2:000*000
Cimbre. .'............. 1:000*000
f.aranhuns............. 3:400*000
Boa-Vista e E........... 3:5lH)*0<0
Flores e Floresta........,. 3:400*000
__ O lllual. Sr. inaperlor interina do nr.enal d" *-
rinlia maii-1.. rasar |..iblio.. qie no di 2 a)u rorrele
me, |>rliia 10 hora l.i iiibiiIiA.i, aeran p.-alaa a -mla em
l,;i.i.i iioblii-H, na porln lo iilni"tarir.lii deala re|iarli-
can, nula arroba* ile bsiUeha grotta, unta arrob lo li-
la fio, ni.. el|ill>irra le feij&", e dona alipieires e ineio
le Farinlia, ..bjeclna ealea eiilreguea peina_ natos d'ar-
mada, conm n.ilei, o jolgBilna aouieiile pniprua par*
lmenlo le iiiiiniacs a.un como cenlo folenla barr-
oat. que f..rao le cineiil.i, aa qnae >ao vendida, no ua-
ladn, en) ,|ue tu ai-bao, por aereio detnuceaiiriiit n en..
rapariieii.
Secretaria da inspercao do arsenal de marinha de
Pernaoibuco, 20 de julbo de 18KJ.
O secretario,
Alexandr fudriguee dos Anyie.
Ilicendo sido asaltado <> bule llom Jess dot-Sa-
legantes, em il'ie f-.rin aprefidns na airiaaiina lure.
esi.temes em iieptito u'etto rMial, e leudo de pruna*
ler-te senda l'elleeiu liaal publica, cm iinipriini-ii-
l l.i ordena d" Kkii. Sr, preaidente da pruflneia .
ajnala o 1>I. Sr. iu|ieoi.r inlariau d'aata araraal faier
pbliou, que senda, por aonn llmnie nianeira, seiu
I '"*.:''' em aun preacuc no da 24 du auilmiiu me*,
nelat II boraa da inaiiliaa, e realiaad i-n'easo in;anio din,
havei.ilo lirilaiilea. O prclendrine, que quisereiD ser
ea.n emb,.rc,.., que lian lie forrada le :..bre, i aatini
"Silln lluueoa penence, que leo, |ioderu6 dirigir-te
neale aenlido a patromia-iuor deale purlo, i.n.lo ac nelia
.1 rel.c.u, iue ua inenuinu.i, o deelara o valor I .do a el-
Irs e ao cnauo, na iui|.orlanuia total de quiullcnlut e Ir
mil rea.
Secrc-laria da inipeccSo do arsenal de tunrinlia de Per-
muiibuoo, 20 dejiilliu de 1816.
O secretario,
Aletandre Rodiiyues des .lujos.
PURLICACAO LITTERARIA.
Sabio a lut u P.iUOUESbU, revista social Iliteraria
ulvienlifica ; veode-re a mil reil o eiemplar avulso ,
n'uma brui'liura de 60 paginas, na pisca da Indepen-
dencia, litraria ns. 6 e 8 : onde, assun como na loja da
viuia Cardoio Ayres, ra da Cadeia do Itecile, Chur-
dn, no Alerro-ds-Boa-Vista, e delronle da respectiva
inalrir, botica do Mnieira, ae ubscreve para a tiieama
obra, a 3*000 por semestre. _____________
Avisos iiiuiUiuos.
Para o Aracaly sabir com brevidada o Lale Mo-
eo-U'i/n/a: quem nelle pretender carrejar, se poder
entender com o meilre do me.mu, Anlunio Ju N lao-
oe, no Irapicbe novo.
Para a Babia jai a sumaca S. -Benedicto, de loto
de 48 toneladas; lem parte de iua carga prompla: quem
quizer ctrregar ou ir de paiiigero, dirija-se a boido da
meima, ounaruadoVigano, n.ii.
__ Vende-aeo I ligue-eicuna Helia-Virginia, f r-
radoe pregado de cobre, ebegado ultimanieiile do
Rio-Grande do-Sul ancorado em frente do cae* d..
Collepi) : a tratar na ra da Setualla-Nellia n. 134.
com Juio Fianciico da Crui _____
Leila.
xa O correlor Oliveira far leilo de varias azendas
da loja do fallido Joaquini ConcalveCascan, arrealada*
pelos creilorc il'eile e au m man te 2 anneis, e de I
alfinele de peitu Se. : hoje 21 do correla a
10 borss ds manlia no esiriptono dos Sr*. Mlbeu
Auslin 4 Companhia. la da AHaiidega-VWh.
avisos diversos.
Dei-Iaragoes.
ARRF.MATACOF'S. QUE PERANTE A TRESOU-
RARIA DAS RENDAS PROVINClAES SE TEEM
DE EFFEITUAR N> CORRENTE MEZ.|
dia 27.
Pelo praxo de tres anaoi. contado* do l. dejulh
torrente a 30 Ye junko de 1849.
Dirimo doacocoa ooamunicir.ioada:
oerinbiem..............P loOOOO
-A negocio, que mu lo 'i'' interciiar aoi credo-
roa do finado J. ao de Si C.valcanli da Albuqueique.
que foi aenhor do engenlio Cerrada, em hern.baem.
a.sim como aoa herdeiros do meamo. e com par-
licularidade ao fdnr. que se ignora o nome. es"
>e aabe do velacho, Bi^ouro, que diiem ser morador
no Pao do-Alho, i rde-ie i estai peiloas se oirl-
tio a ra etlreita du Roiailo, n. 8, qu- a.liaro a pe
o que Ibes deiej Miar, e is.o com brevidade.
O NAZARENO NJ2
A 2 edico de elle numero Uo procursdo se acba a
senda nos lugares do costume, traiendo de noto um
posl scriplum eo Sr. Paulo Barbla da SiUa, aenltndo
reu redactor nao poJer melbor comprimenlar a Sua hx-
ellencia, por ler mudado a lypograpbia para outra ca-
ta, justamente quando aqu epoilou o Expete.
i-No beceo da Viracao.na caa delronle do lampeio,
junto a oulra. que lem n. 26, ba urna peisoa de mul-
to boa conducta, que se Giloreee para ama de casa de
pouca familia : adverte-ie que engomma, e que nio no
encanega do servicoeslerno da caa.
Sr. M. J. G. S. baja de cumprir oajulle, que
feadinheiro, p..n a la lo mais de 30 das: do con-
trario lera o desgoito de ver teu nome por eileoso nes-
19 _!Mu"oaedeaeja lallar com a Sra. uva do falleci-
do Sebsstiio Antonio de Mello Reg, com seu. her-
deiros para negocio de interesie dol mesmos: podenUo
,enleuder-ieeornape.io.,oa ruseslreita doRoiar.o,
"' -louem preciaar de urna ama forra, parda, para a-
ma aecc. da porta* para dentro, dir.ja-ae a ra Augu.-
ta, o. 58. .
aa Preeisa-ie liugar urna prela captiva pan Tooder
verdurai no Corredor-do Biipo indo pira a Sole-
dade primeiro porllo a eiquerda.
Antonio Joi Alve le assignari por Antonio Joi
Alve e Silva.
MVRARtA DA FSQtINA
1)0 COLLFGIO.
Col Iccijao de classicos para o
estudo da linoa e da litte-
ral ura nacional.
Obras do bispo ). Antonio Pinheiro,
a vol \ Viiln dcfiei Barlholomeo ilos.Mjr-
lyres por fr-i Luiztle 5>onz:t, i vol ; An-
nies ile D. JoSo 3., peio mesmo, pnbli-
cadospor A. Herctilano, com noticias cri-
ticas e lillcrarias, i vol; Parnaso lusi-
tano G vol ; Paimso brasileiro i
vol ; Collecco ile pedacos dos melbores
prozadnres classicos, por Jos da Fon-
scca, i vol.; Kefle\5es sobre a lingon por.
luKuezs, por Oan.liJo Lusitano, publicadas em ISI;
Synopse das viagnns e con |uislas dos Portuguesa, por
Ire Francisco de S. Lul, I vol., 18V"2; Viagens e
conquislas los Porlugueies ao novo mundo, pelocapi
lio Mauoel de Sou/.a. 4 vol ; Aventuras .1" Telemaco
em portugus, Iraducciu lo mesmo Soui.i, retocada
por Jos da Fnnseca, 1. tul; Diccionario dos termos
lioiiionynio* e cquitocos da lingoa portugueza, I vol.,
1843 ; Diccionario portuguez de Constancio; Grain-
malica analylica da lingo* portuguesa, pelo mesmo,
I vol.; Dicciouatio de Moraei da 5 edico auu-
menudo de iiiilbrea Je palavraa. que lian nal pre-
cndenlesedi;dea. 2 vol. I8IV; llisloria de Portugal
lo mesmo Moraes, continuada l o lempo da eipul-
>ao de U. Mi.-ue. 10 vol.; Orlhographis di Imgoa
portuguera, por Tristko da Cunha, I vol. 1839: O
bratde Lucens, 4 vol; ditas de Manuel Rernardes ;
ditas de Bocage; ditas de Sa d> Miranda 2 vol.; ditas
do doulor Aolonio Terrena: Jilas do Diogo Bernardes,
I vol.; Nova colleco daa obra de Cairel, 7ol.,(be
guu o C.* e 7."); os sepililes, que ainJa nao oslto na
collecin, cnJe-se em separado : Portugal na balan-
ce da Europa, I vol.; I). Branca, 1 vol.; l.yrica de
JoSo Mnimo. 1 vol.; Itetralo de Venus, 1 vol.; obras
do Fililo Elizio, editio portugueza augmeolnda, 22
vol. (mais barata quo a de P.rit); obras ditersas de
Castilbo; Livrsria clastiea porluguea. publicada pelos
nn.Vi* Castilbos (Antonio e Joto), 19 vol. 1(1* rs.;
obras de Aolonio Dina, vol cartasdo padre A. Viei-
rs; Vidad D. Joo de Caslro, 1. vol,; disertas tra-
ductora portuguem de Ramalho, Grammatica pbilo-
sophica de .soares Barboxa, 1 lol.i e sua oplima tra-
duct;SodeQuintiliano,aniiota'Ia.2ol., e edico de Lia-
boa e do Pars; obras completas de (Jan tV.O vol.jedi
venal edices dos l.uiiada;Elucidario daplavras tter-
moa, anliquadnl, I vol. (obra rara) ; Molim Iliterario de
J. Xgosliiibo de Macado, edivio de 1842. Cbiooica
de Gui, por Asurara, annolada pelo visconde le
Santaiin, I ol., enca.ternai.io rica e dourada; obras
de Juio Je Barros, edico de 44; divers-s obraa de fto -
fuelle; Diccionario poilugue/ de Fonieca romossy-
nonyr...... 2 vol. cullecies completas do Panorama.
do Archivo Popular; Universo Pilloresco. ele.
O Sr. Manuel Jo- Lopes dos Santos lem urna car-
ta na iui da Cruz, n (0 1." andar.
O POSTILHIO.
O n. 10 fez a distribuir., da mala, e echa-se a ven-
da, na prava da Independencia, iivraria ns. 6 e 8.
__ []n, pequeo nlio cm Ierras (oreirea, con. um
grande casa principiada em altura de respaldo da r
reber madeiras para a eoberta em todas aa qualro laea
sendo a metma terrea, o sobrado com varias dmsoes de
paredes, em parle tranjda. eujo trate jmenlo ada-
arromado, por ealar ao lempo, com 77 palmos de lar-
gura, e 108 de fundo, e cusa um pimo de lijlos
de alvenina. e oulr pmrio de cal prela, e vanas por-
tas Je amarello, e cmiiHios de janell-s, varias laboas de
riOdaimrl e Iravessoes, cm a trente murada, porlao do
lado do Sul lambe* morado, on le lem quaitu de des
pejo. coseira e eslribaria, fallando a ci I ra desla pe-
lo laJo do Nnlte, o fundo scha-so com cerca delimio
em mi estado, com alguns pea da Iruileiras, com co-
rinba eonalroid de lijlo e cal, silo no lugar de Santo
Am.ro. avahado em 0:500* rs., vai s pratja a requer-
ment Ja iua D. Joaquina Lint Je Souza
= Aluga-se ume boa cala, rom grantle quintal
plaotado com o niaior ais.io cacimba com boa agoa
Je beber, a melbor, que se tetn vblo din parreira,
fiuueiras romeirai, e muilo mais arvore de duelo ja
dando, no principio da estrada dos AlTIictoi junto ao
sitio de I). Launanna ao p do Mai.guinho ; oolia
asa leirea rom solio corrido, muilo Iresca, por ler
4 janclUenmlraCiJas, lila no becco Jo Seiigado : a
Halar na roa da Cadeia do Itec.fe n 25.
__ Alug^o-se as casa terreas da na
da Florentina, ns. 9 e 11; quem as pre-
tender dinjd-se a ma to Tiapicbe, ar-
mazem n 19 : a tratar- com Uomingos
Sorianno Goncalves Ferreira.
__ Perdeo-te,,ou furtario urna negrinha de 6 an-
nos, fula, fallando Ihe 4 d-nlea, doui no lado superior
, duui nu inferior falla um tanto tala ; letou tesli-
I um limiozmho de r scado aul e amarel.o ; lem de
-llura 4 palmse meto pouco mais ou menos : quem
deIU souber, dirija-se a ra das Lsrengeiral n. 18 ,
asa de Claudio Dubeux.
Altiva se o segundo in-
dar e solao da casa n. 48 da
ra da Cruz, no llccifc : ad-
verlindo-sc, queso acaluga-
r a pessoa soltcira ou de
pouca familia : quem o pre-
tender, dirjase ao primeiro
andar da mesma casa.
= Preeia-iede um pequeo, que tenba ptatica
de venda ; na travem du Cruzea, n. 1.
- Persnlo o doulor jui' do civel da 1.' vara, lem do
ser arrematada em praca publica, hoj, 21 do crrenle,
s 4 horas Ja larde imprelerivelmenle, a elcraa Jo-
anna, p^nhorada a Jnaquim da Idnseea Soarea d r I-
ueiredo o sua n'ulber, por et rucio do finado Joio
Mara Seve. hoja Viuta Seve & Filbos; a qual eicrata
daiaou le ser arrematada no da IV, ultima praca. por
nio ler sido apreentada naquelle dale por issojjcou
(ranslerida a ariemilacio para o da e hora cima in-
dicad. .
Preciia-ae alugar urna eterata quo atiba en*
gbmmar ensalmar e farer o maia servic.i le urna casa
de pequea familia ; na ra da Allandega-Velha,
n. 5.
.= Deseja ae fallar ao Sr. Jo* Antonio de Amorim
Jo Vallo Porlo, ou.ao menos, aabero lugar da sua re-
sidencia : na ra da Cruz, b 7, segundo andar.
= abatan aisignado. tendo urna ordem. firmada
pelo Sr. Antonio Jos da Coila, la quanlia do 50.160
n. e como dita ordem le deiencaminhasae. e eeleja ji
paga pelo memo Sr.. por ino, fas o prsenle annun-
cio, afim de que alguem. na boa f, nio faca Iraniac-
ciif.....dita ordem Jou Jactntho Percia Cabral.
A'uga-sn una casa leirea na -ra da Gloria da
Ros Vista propria para padaria por j ler tido este
negncio; tem o Ionio felode conformidade comea pos-
turas municipios com lelheiro no quintal que poJa
servir para u lunar da met-ira e que vedi a chuva no
ii .ni.iu. para o forno ; lem cmmodoi pira morar fa-
milia eesl concertada e caiada de novo ; d-ae l
pelo aluguel, que he o maii commodo poilival; a tra-
tar na ra Nelha, tobrsdo n. til.
Aluga-se urna casa leirea na ra Bella com 2
iiln 3 alcovaa co/.inha lora quintal e cacimba : a
tratar na ra du C.iMegin n. 15, segundo andar.
Precisa-sede l.'OOOf ders.a premio por tem-
po do um anno dando se por seguranza urna morada
de cata um terreno grande e 3 escravos ludo no
valor do 3:500. n. ; edterle-ie que a pessoa ha ce-
pal e ludo est dascnibaracado : quem quizer dar,
annunrie.
= Precisa-se alugar ums ama de leile que o te-
nha em abundancia 6ejs de bnna cuslumra e deiim-
peJida. Paga-M bem. Dirigir-se a ra do llangel n.
;i'l. segn lo andar.
II. je. p"las 4 horas da larde, se ha de arrematar
um carro deduas iola quo fui do lina.lu Adnio Jo-
dos Sanios a porta do |uiz da primeira vara do ci-
tel, no pateo do Carino.
__ l)a-se dinheiio a premio lobre penhorel de ou-
ro e prata, ou bypollieca em casas terreas ; lambem so
relale ni sol.lo* o ordenadm : na ra estrella do Hoza-
rlo li. 30, segundo andar.
Mana llerculana do Reg e Albuquerque tem
aberlo um aula de piiueirai lellral pira meninas ,
Sonde eninai com perlcoo a ler, escrever conlar ,
coser, bordar. azer lavarinlo e marcar : quem de sea
presumo se quizer utilisir dirija- e a ra das Cruzei,
Desappareceo, do sitio da ra dos Pires no dia
15 do crrenle um catallo castanho cauda comprida;
quein dalle louber dinja-ie a ra Nova, n. 33 que
sera gratificado
- Agostinho FernandeiCittnho de Vaiconcelloi ,
primeiro piloto pela academia imperial dos guarda-ma-
rinhai, prni-de ie a ensinara navegacio pralica, et-
p(irando o rondimeolos llieorico*,necenarioi o deseo-
volvimerito da meima arte, quellea que te quitaran)
aul.ja.tar aos esames, afim de oble, em a competente car-
ia ; quem se quizer ulilisar de teu presumo dirija-so
a ra Imperial, n. 39.
Precisa-e de um caiieiro ; na Iratena da Con-
cordia fabrica de licores n. 19.
Fabrica de chspeos de sol,
roa do l'asseio-l'nljliro n. 5.
Jubo Loubet lem a honra lo participar ao reipeita-
vel publico, que acaba de recebar de Franca, peloi lti-
mos navios fi ince.es. un. bello torlimento do ultimo
ROStn, sendo : chapeos le sul para boinem e senhora ,
de seda lisa la.rada, e uila-cres com rabol e cal-
ides muilo ricos ; sedas lo lodis as cores o qualida-
dea.panninhos enllantados e lisos; ludo para cubrir
chapeos de sul ; chapeos de sol de pannmho de todas
sro-es, para homem com cbos.o caslei ncol :
tambem concerla os mesmo*, lano do homem como
de senhora; pois leu. ludo quanlu he necessarlo para
ot ditos, epromeliemuila brevidade. para fazer qual-
quer concert: ludo por pre;o commodo.
ALERTA COM ATTKNCAO QUE O PIUZO
EXI'IIU !
LARC" u i Tuen.li. 2S.
Oabaiso assignado nio obstinle faier oseu sjuito
a reto lechado com as pesios que Ihe empenblu ou-
ro, prata, SC ; ludatia previne a Indas as pestoss ,
que leem penborcs vencidos que bajo de os resgalar,
noprazod 8 lias ; pois que taes objeclos lartem
mais para leus donos do que para o abano assigna-
do que nenhuma utilidade tira mais do que tender
a peo segundo seu valor. Tambem previne a lodea as
petsoas que dovem s casa, sem quo lenhio deisado
penl.ores, que allendio que ttes quanliai nio gs-
nhio juros ; e quo. nio queieodover os seui nomes
,.nr esta folha curnprio com osseu* detere no mei-
moprazo cima. Na meima casavende-io urna parda.
do dO anno*. Constantino Jo Fihppede Santiago.
= O abano aasign.do faz scienle ao retpe.lavel pu-
blico que pela escuna americana Locheil, t.nda da
Bostun entrada n-ale porln a coquinario dol Srs.
Ilen.y Fontef & Comp.nb.a ha r cebnlo ovo pro-
vimento de pillas vegel.H do doulor llrandrelh as
qu.es (orio de.pacha.ls* en, o di. 11 do correte.
Estas pillas, cojo solar baste psra garantir sus ex-
celencia, turnio se mu. recommend.ve.s nio .0
,..!.. grandes cura*, que bio felo como lamben, .
,or seren um medicamento completamente .afenme,
incap.t de cau.-r o miaimo pre,u.zo a laude, e que po-
de-ieapplicara ambol o.ieos.eem todil al tdades. Ao
annunc.nle, como nico agente oesta provincia, esbo
a glorii de aiseterar ao respeitsvel publico que as di-
tas pilulai lio as uoica terdadeirai que eiulem a
venda oeita cidade ; ai quaei lio remettidaa para esU
iraca pelo Sr. ArchibulJ Fonter agente do doulor
m'lioslun o cnsul brasileiro naquella cidade.
Os prelendentes encontrara as terdadeiras ooica-
mente oa bolicada ruadtCsdeia-Velhs n. 36.
V,r,nt* .lote de Iluto.



Jh
Jo.v' Joaquim de Irritas Guima
raes previne aos seus deveclores que o
Sr Galdino lia Silva Marlins est auto-
risado a receber por qunjquer meio,
importancia de seus dbitos.
Miisi-j i fallar n Senhnra viuva de Victorino
Ignacio da Silteire boticario que foi nrtta cidade ,-<
quelalleceo om 1838 : quuira annunciar a aua morada,
ou dirija te ra da Cruz n 7. aegundo andar.
- Quem preciier de 100.000 rs en Lisboa, dan*-
do-os o< aqu aonuncie.
I'reciia-ir de um rapa par caiieiro de venda,
eom preferencia a um menino, de 12 a 14 annoa ,
ainda mesmo nio lando do negocio pratica mas que
de fianca a aua conduela : na ra do Cotovello, anda,
que tem miudeas.
Compras.
- Compra >-ae 2 preto moco; na ra do Col-
legio, n. 19.
- Omprlo-ieduae pretal, de meia idade par
urna encomii.enda ; aaaim como um cordio de ouro de
lei groMo, quetenha. pelo menoa, 20oitetet, e ten;
foitio : na ra da Florentina n. 34.
Compra le urna negrinha eum moleque de 8
a 10 anooi pouco maii ou menoi ; quem liver, mi-
nuncie.
Comprio-ie, para fra da provincia, etcravoi de
amboio* iesoi_, do H a 20 annoa com hahilinsdei
ou semellss; sendo d bonitas figura pagio-ie bem:
na la del Cruzea. n 22. legundo andar.
Comprio-ie, para fr da provincia, eneravoi de
ambos o sexos ; sendo de 12 a 20 annoi. e com bo-
nita* figuraa, pagao-ie bem : na ra Nora luja de
Cerrageni n. 16.
Compran ie escritos de ambos o seso de 12
a 25 annoi; pagio-ie bem, agradando : na ra larga
do Roiario n. 24, primeiro andar.
Vendas.
PANNO COURO a 1800 n.
Vendimie coitea para calces com 3 '/ covadoi da
fatenda eppellidadapenno-couro a 1800 r.: eila
superior faienda torna-ie recommendavel pela fu qua-
lidede e durmi, e por ser depadiSesmuilo eicuroi; tu-
erte de vara de largura, a 280 n. o covado; algodao
trancado aiul e meiclado muito encorpado a 240
rs. o covado ; superiores casimiras elailicaa a 1000
ii. o covado ; luperiores brim trancados.de puro li-
nho, finte de luirs 1200 rs. a vara; pecas de
bretanha ile rolo a 1600 rs. ; cortei de casimira de
lia a 1400 r. ; corlea de domesticas multo encur-
paddi, a 1300 n. ; pegas de hietanba de linbo puro,
fine, con. i varas o tanto a 2800 e 4000 rs. ; peces
de caita para batiadoi, aoOOOrs. ; cbitai. a 120, 140
e 150 ra o covado ; madapoldes finoi a 4000, 4500,
4800. 5000 e 5200rs ; ditos mu lo finos, de lupenor
qualidade a 6600 n. ; peen de chitas a 4500. 5000.
5500 e 6000 rs. ; cortes de chita com 10 covadoi a
1600. 1800 e 2000 n. ; e outras muilis Is/endsi : na
ra doCollegio lujan. 1.
Vende-ie urna escrava mofa de bonita figura ,
crioula sedia sem vicios e com habilidades, na
ra larga do Rozario n. 26, segundo andar.
Ven.lem-se, por prego muilo con.modo os escra-
vos eguinles : 1 mulatinho de 10 annoa ; 1 preta,
de 23 annoi; 1 parda, de 26 annos ambas cosem ,
engommlo, lati e coiinhlo ; 1 prels, de 35 annoi ,
boa cozinheira engommadeira e lavadeira : estes ven-
dem-se para liquidaglo de contal ; e mais 8 escravos
com habilidades, sendo un. bum cuiinbeiro e que fas
doces, e um pedieiro: na ra da Cruz, n. 51.
= Vendem-se 2 bonilos esersvus de naco sendo
um dellea eozinbeiro, e o outro canoeiro ; urna preta
de todo o serve ; umn parda,, de 20 annos : na ra
Isrgs do Rozario n. 2t, primeiro andar.
Continuio-se a vender Imdissimos corle da mo-
derna faienda do aeda denominadabarege ; ricoa
el ales de le.la do ultimo gosto, e deiuperior qualida-
de: na ra Nova n. 12.
Vende-se ,*por precisio urna eterava de 26
annoi de bonita figura cozinha o diario de urna ca
sa lava bem de aabio o varrella : na ra das Cru-
jes n. 4
Vende-se urna escrava boa lavadeira, equeco-
linha alguma cousa propria para lodo otervico tan
lo de cela como de engenho por preco commodo ; na
ra do Trapiche n 34. terce.ro aodar.
=Venden.-se charuloi regala, meia-regalia, e mo-
ritibenos em caiiinbes de 100. 200.e 250 por pre-
co commodo ; na rus do Trapiche n. 34, em caaa de
Novaos & Companbie.
=>ende-se umperdo de22 annos, de bonita fi-
gura bom canoeiro e cernic iro ; um eicravo de ne-
cio de 30 annoa opimo UebelhaJor de ra o he
canoeiro : na ra desCruzes, n. 22. segundo andar.
Na ra Nova, loja de Hiplito t.
Maitin & Companhia ha um completo
mji lmenlo de calcado para liomem e se-
nbora sendo sapatos de bezerro muito
novos de urna e duas palas: ditos de
tapete : ditos de dito para senbora : ditos
de couro de lustro ; ditos de cordovo ,
ditos de marroquim diloa de salan ; dilos de dura-!
que preto e de lodes as cores ; dilos para meninas ,
de cordovo marroquim de cies ; bicos de blond ,'
largos e eitreilos oiuito superiores; dilos de sed
brenca eprela ; dilos de linbo ; jugos de domin, da-
niat cbodinevii|.ore ; sellan inglezei muilo iu-
periore ; dilu trancares ; mantas de seda e sarja ,
muilo ricaa, para senbora; chales de diUs ; sedas; te-
tmt; flores ; cspeUas; plumas; chapeos de palba bor-
dados e titos, para senbora; eslojoi malfaemalieos, cm-
plelos 14, 15 e 16,000 is.; e outras militas faien-
das por Brego commodo.
Vepde.se urna porcio de sebo ero capa e em po:
na ruadoRangel.u. 81.
Vende-ia a araaecio litros e mostrador da
botica da ra de Gnu 60 ; bem como um i
12 csdeirai da paJbioha 2 bancas, 1 mesa de
de sala 1 (mirador sem vidro 1 barco ludo d
Jacaranda : 1 meaa grande de amarello com abas r
r vetas, 1 par de mangas de vidro lavradaa.' na ra
da Cruz na mesma botica n. 60, ou no Mondego .
lefronte do portlo do Sr Luir Gomes.
Vende-se urna prela de negSo de 24 annoi.
nouro mais ou menos de linda figura sem achaque
elgum enffomma com muita perfrico cose e eo-
/inh o diario'de (urna casa; na ra da Cadea do
Reeife n. 25, segundo andar.
Vendem a 2 raldeirotes de ferro osados, pe
lo preco de 80 rs. a libra os cuses etilo oo areial ,
junto ao arco do Bom Jeius: na ra da Aurora n. 4.
ATTENgA!
Vende-se rap de Lisboa, do
ultimo chegado, bem fresco, for-
midavel aroma e boa cor: os lo-
manles, que gosto da boa pita-
da, venliao ra da Carleta, loja
n. 50, confronte ra da Madre-
de-Decs.
Vendcm-se corles de fa-
zenda de 1.1a,bordads.para sa-
patos ou chiiicllas, de diTe-
rcnles cores, a 000o rs. a du
zia de pares em porejo c a
rctallio ; na ra da Cruz, ar
niazem n. W\.
V-nde-se, na ruada Cruz, n. 27
segundo andar, um completo sorlimen-
Id de ol.j'Ttn* m.lilards fabricadas no Rio-de-Jarei-
ro.ed'nlli chegadoi prximamente, ludo do mais
apurado gusto, consittindo em riquissimas bandas para
ofliriaei luperiores tanto de malha porluguaza como
miile/a ; ditas par officiaes subalterno!; ricos fiadores ;
galio de ouio de diversas larguras e padrdes lellins de
diveisas qualidades ; ri<|uisiiinai pailas psra ufliciaes
Ja guarda nacional ; boldea douradoa para o segundo
cor po de er 11 henil ; il i tus lisos. &c. *. OS prelen.lentei,
dinjao-se a dita casa, das 6 es 8 borai da manhia e
du 4 ai 6 da tarde, cerlos de que o piecos lio os mais
fivoraveis
=Vende-se ums porcio de cera de carnauba a re-
lalbo ; na ra da Cadea do Recite n. 43.
bb Vendem-se 2 lindos escravos pecas, bons trsba-
Ibedores de camp> sendo um delles carreiro e tiredor
deleite ambos de boa conduela ; na ra estrella do
Rozario n. 31. primeiro andar.
Vende-tft colla luperior a 10,000 ri. a arroba,
n a relell.o de8 libra, psra cima; na ra da Cadeia-Ve-
Iba n. 1, primeiro andar.
bb Vende-se ums casa de pedra e eal feita a mo-
derna com 29 a 30 palmos de frente e 50 de fun-
po com duaa .las douaquarlos corinhs tura e co-
piar ; a i|Ual he collocede em um terreno com 70 pe-
mos de frente e 600 de fundo no sitio do Jacobina, na
estrsda de novo aliarte: na ra larga do Rozario, n. 32.
- Na ra larga do Roiario n 32, labrica de cha-
rutos, acha-ie um sortimento de cbaruloi da Baha, de
superior qualidade como sejio : regala de primera e
segunda qualidade famu da Hahia meia-regalia ; lu-
do por preco cummodo em caixes e a relalbo.
= Vende-se unta escrava de necio de I.uh figura
lem vicios ; na ra da Cedis do Reeife n. 43.
= Venden.-.e carlilhas dedoulrina el.roda, impres-
tasemeicellente papel ; na praca da Independencia ,
hvraria os. 6e8.
Vende-ie ou troca se por lijlos de alvenaria ,
urna canoa tirando muilo forte que carrega mil li-
jlos ; na ra da Crui, n. 62.
Vende-se um pardo, de bonita finura de 18 an-
nos muilo proprio pars pgem, ou outro qualquer
lervico ; d-se em coola, por leu lenbor ie querer re-
tirar para fra da prsca : na ra da Conceir;o da Roa-
Vista aunaren, do Rufino.
Vendem-se 2 bancos com asientos de palhinlia ,
um com 14 palmos de romprimenlo e o oulro com
10 e enterniadus de prelo na roa da Praia, n. 54.
Vendem-se 260 couros de cabrs muilo bons.
por preco muilo em conla : airas do Corpo Santo, loja
de louca n. 68.
Vende-ie arrox brenco pilado, por preco com-
modn: na ra larga do Roiario, venda da esquina,
n. 62.
= Vende-tseuma porcio de Loioes pequeos e va-
stos proprios para grasa no que ja servirlo ; urna
porcio pequea de garrafal vasias; aisim como slgumas
vastlhas entre ellas 3 tonris para deposite de sieile de
arrpalo.: na rus do Pilar, venda n 132.
m Vendem-se o soguinles litros: Ovidio, Ai.
diccionsriode fbulas ; ni lo iogle; grammalica fran-
cesa ; dita italiana ; Julio Cesar; Historia Eclesisti-
ca tem u>o alquil. ; ludo por preco commodo : na
praca da Independencia fitrana ni 6 e 8
= Vcnde-ie. nst vendas di. 7e 9, no peleo do Ter-
co oleo do linbaca as libras e em botijas j^barulos
regala em meiaicaixaa a 1000 n. ceda ums ; che
bvseon a 2660 rs. superior e sequim a 1600
rs. ; esperinacele a 800 is. ; cef em grao a 160
ra. ; cetada, a 100 rs ; tapioca a 100 is. ; srarula,
a 240 is. ; alelris, a 240 rs. ; lilharim 200 rs. j
cevadinba de Franca, a 160 rs. ; lingoicas a 400 rs.
toueinho do Lisboa, a 280 re. e de Saotoi sem
carne a 200 ra. ; manleiga a 700 rs. dita de por-
a 360 re. ; bolacbinha inglese s 200 n ; quei-
aSOOe lOOOrs.; .Ipisl. a 320 rs. ; pe.nco
da no bairro da Roa-Visla : na rua Vende-se a obra do padre Monte ,
bispo do iiio-de-Jancir ; assim como a
obra Mnkarel (Jallepino ern i voluntes :
ni praca da Independencia livraiia ,
ns. 6e 8.
Vendem-se cortes de
casimiras, muilo superiores,
a V^OOO res : na. ra da Ca-
dea do Kecife n. 35, loja de
Vicente lardoso Ayres &C.
Vende-se ums porcio de eevadinha ; queijoi ; fa -
rinhs de trigo a 100 rs. a libra ; aisucar refinado ,
a 100 rs. ; tinhodo Porto, engarrafado ; cnilbo alpis-
te ; painco ; ludo muito bom : na ra de llorn, n.
32 esquina, que volts para S. Tbaraza ilafronle da
Sr. Caelano, pintor,
Vendcm-sc la boas dp pi
nho a 40 res o p; atrs do
tlicairo 4cilio.
Vendem-se os muito superiores e
milis modernos borzeguins gaspea-
| dos francezes, para liomem ditos
4 para senbora, sapatos de cordovo
* e dtiraque de Lisho i, para dita, a
4 8oo, e 900 ris ; e para ditos de
I menina, de lustro, a 800 rs ; ditos
4 de lustro para liomem, n. s5, a(
,(j e 27, a as'700 ris ; sapnles de
^ lustro para dito; ditos de bezerro
* francez, para dito; botins de L.is-
? boa a ?'56o ; um sortimento nini-
? pleto de calcados inglezes para o
' invern, e outras muitas qualida-
4 des- recentemente ebegadas, e por
p re eos com modos : na 1 na da Cadeia
14 do Reeife, n. 35.
obos, por preco commodo ; _
ferro coado o batido de lodos os tamanbos
ta'do Corpo Sanio o. II, em casa d- u- '
igualmente Ui, j,|
't..nbo,: n,
Me. Cala
Companhie ou naiue de Apollo armaztm """*
= Vender um moleque de n.?lo', d bu F
gura officiel de alfatale, sem vicios nem B.
oa rus da Concordia, panairdo a ponteiinba a I""'
ta, segunda caa. ""I
a ra do Crespo, n. 12, Iq
nova de Jos Joaquin '
da Silva Maia,
vende-se um noto sorlimeolo de venidos pira ^.-a.
da rica (alenda chamada indienna ; a' qusl |"'
ser de edres escuras. tinta fina e ricos go'tioi V'
um lecldo que finge ler de seda a o iu diaa'i ,
preco he de 3000 ri. cada eoile : ban 0mo ZT
da faienda victoria a 4000 is. cada coila- .
d'!fnlo
co a 360
jos
a200n. ; fejlo a 100 n. o quaiteirlo; papel
vmho de todas aiqutlidedei por pieco meis com-
modo do que em outra quslquer parle o se responsa-
bilisando pela qualidade.
y en Jen.-ie vidrinbos vastos de agoa de Colunia
na ra de S. Rila D. 85. '
Vende-se arlo potica; 2 voluo.es do Panora-
ma-de 1844: oa ra da Cadeia-Velba, loja da viuvs
Cerdoso Ay res.
Vende-ie una preta de 18 annoa, recolbida ,
coie, engornma e corintia; dual ptidei, urna das quees
tem 18 annos, de bonita figura com bons principios
de habilidadea para urna mucama ; urna escrava de
3S*annos, por 300.000 n., ptima para todo o ser-
vico e vender na ra ; 3 escravos, bons psra o Ira-
belbo du campo : na ra do Crespo, n. 10, primeiro
andar
Vendem-se 3 pretos e duss prelss, sendo um
dos pretos velbo, proprio psra algum sitio e dout
de meia idade e que geohio na ra ; as prelas sao
de 20 e tsnlos annos fotem e engomn.i : na ra da
Cadeia do Kecife a tratar com Jos Dial da Silva.
Balceroiras, o cova-
do a 320 rs.
Na loja da esquina da ra do Collegio com frente
para o ar:o de S. Antonio vendem-se beleemires do
lia para vestido do senbora. A sobredita fazei.de he
menufecluradadelia tf estampada com ricos deie-
nboi os mais modernos que os abridure de Londres
epresenirio nesle anno aoi seus fregueses. Finalmen-
te um lebynnloescuro e l.em disposlo (orna a re-
ferida ferenda as su recommendavel para que ss Si-
nhoras Cacao uso della em vestidos na presente esla-
Cio : dio se amostres a quem ai pedir para mais ve-
rscidede dosnnuncio".
- vrnde-se um ptimo csrrinho de duas rodas,
por preco commodn;na ra do Arag..,cocheira,n. 17
Vende-se vinagre linio, a 45,000 rs. a pipa ; di-,
to branco, a 35,000 rs. dila : na ra Imperial, o. 7.
Casa da F,
na ra estreita do Hozario, n. 6.
No estabelecimenlo da casa cima acbio-ie a venda
ai inlereuenlc cautelas da lotera de N. S do l,m-
menlo cujas rodal teriS o leu inlallivel andamento oo
da 28 do crrente me, ou antei, te se tenderen. 01
bilheles. Os presos dss ctelas sao o do coiUime, de-
cimus a 1000 rs. e vigsimos a 500 is.
- Vende-te CERA EM VELAS do Rio-de-Janei
ro sorlio'enlo de i a IrJem libra ; ,oa ra da Sen-
zalla-Velha. n. 110.
.'.*
olloresam as mesuas vanlagena aoa,compradora!
rom eicuroa e por iiio se tornlo reeomro#M,,'
psra a presente estaclo: igualmente um rico lortiej,.
to de csiimirai para caigas ; chai para tenido,.,
traa muilas faiendaa que serlo prsenles, e ,',,
der5 por pregos com modos.
sa Vende-se ceneja branca e prets, da Londres
Barclay 4 Companbia a.melhor que ha em Mtct '
ou relalbo : vinhoa de Tenerife Madera, eda I
Irasqualidades ; ago'ardente de Franca eq|arrafm I
e de superior qualidade : na ra do Trapiche n, 40'I
"N. 40, ra do Trapiche ,' retogios de ouro ,
patente ioglez muito boas; eorrenlinhai de oro
padrlo= Principe Alberto; e um cbronomilro f't
oavio, mui bem regulado: ludo te vende a p[(M
com modos.
PeJle do diabo,
1^4>5(Ors.
Na loja da esquina da ra do Collegio, eom Irnu
para o arco de S. Antonio vendem-se corles par eti-
cas da ezenda appellidada pello do diabo__, eom}
cosidos e meio cada um a quairo palacaa e meia:
esta fsienda be tecida a algodio e lia tua grosniri
escede a da lona ai aun cores e padrSes iiuli|0
com ai nais modernas casimiras franceai; iu hasUn-
le escurai, e por isso muito proprias para o uto de pu-
oai emprsgadat em aimaieos, e oulros UeficosJo con-
mercio, a bem assim para montar a cavallo: oscompu-
dorea, que pretenderen, ver 01 lobreditoscortes, podan
mandar pedir ae amoslraa que promplainenle se Ibes
daraO, sob o competente penbor.
CARVAOANIM4L
do mail puro e da primeira qualidade para a rdat-
elo do aisucar* decoloraclo doi tarop, viohos, vi.
nagre, ou liquido qualquer deienfecclo dui i|M|.
ardentei, doi eipiriloi, ie. a 2000 n. s srrobs; do
sitio do Pisa em linda : quem tomar de 20 srrobti
psra cima o receberi em caa.
s= Vende-se, cu lioeaMe por um preto, ums piel
da Coila idoia boa quitandeira vollsodu-te a aut
se ajusfar ; na roa de S Rila n. 85.
= Vende-sel supeior rarne do sertlo; oa praca a
Hoa-Vista, n. 18.
Escravos Futidos.
Vende-se farinha de trigo
de SSSF, da morca veidadeira,
chamada Ramo, em pequeas e
grandes porgo es, vonlade dos
compradores: na ra da Cadeia
do Kecife, n. 29, ou no caes da
alfaiidega, a fallar com Joaquim
da Silva Lopes.
= Vende-ie superior vinbo brinco da Madeira. en,
qunolas de 3 a i em pip. ; upejfior champagne,
em gigoi de 12 garraf., cbeg.do recen.en.enle do
r ranea ; ludo por prego comu.odo : na ra do Viga-
. n. 4 armezem de Rolhe & ftdoulsc.
Pliosp^ioros, a IQris acai,
a n ha,
endem-se na loja da ra larga do Rozario delan-
te da trtese, das Cruiea n. 20. Estes pbosphoros
aio infallivea e em porcio vender ae-hio por preco
anda mais barato, do que o cima dito,
ae nioeodii de Ceno pare enganboi de
Contioulo a estar fgidos, desde 21 de abril, di
bordo do brigje Altnlur, os 2 escravos oisrinbein!
Joi*. de niglo Cabio, repreieoli30 annos, estatura bu.
sa, e barbado; e Manoel, de nagloCongo, represeatii
e tantos snnoi bsiio tem barba : aquelle loi esert-
vo da caa do coronel tiento Jos da Coila e foi seduc-
tor do segundo e conhecedor desta provincia : aoodi
le adiar he provatel te inculque por fono. Recoja-
menda-te a loda al auloridadei as suai caplum, bee
como aoa c. pilles de campo eofferece-te de greti-
cagio 150,01)0 rs. a quem oilrouser reconbecnds-u
serem os proprios; o quaes te pegio oa iui da Cadeia,
n. 43, em casa de Amorim lrmaot.
Fugio no die 7 do correle urna etcnvi i*
naco de nome Mara; reprsenla ter 24 a 25 sbbm,
estatura baisa corpo e feicdei regulares, cor luis;
levou saia e Vestido de cbita boa de alenlo claro,
um ferro no pescogo por ter fgido inleriormenli;
e, sen pre quefoge,[he agarrada oa estrada da Csts-Fvr-
le al Apiucot : roga-ie a loda as autoridadet poli-
ciaca a sua captura,e aos capitiea de campo que aappre-
bendio, e levem a rus do Hospicio na quiote cus,
norte do quirtel que te gratificar.
Fugio, no dia 12 do crrente do engeoho Ar-
maragi o prelo Luii que Coietcravode Joio Leils
de Feria, morador no cralo do Bom-Jerdim, e l
comprado neita prrea ao Sr. Cete no de Aitis Campo)-
quem o pegsr, leve ao dito engenho ou netls t'*C
a Rodrigo da Coala Cartalho morador na ra IJireils,
que ters recompensado.
Fugio, no dia 13 do correte do litio Ag-
Fra perlo do Olinda, o crioulo Luiz eicravo de Jo**
Joaqu im de Cartalho Siqueira, com oa signies irgun-
lei: de 18 a 20 annoi, pouco meis ou menoi, '*
barba altura mediana, cara comprida olhos peqos-
noi e avermelbadoi, canella grosiai ps cheim di
crasos e por lodo o corpo ; tem urna especie de emp"1,
gens, que as i.iut te fe/cu. muito tintis, i>o ''""
clice,, tem urna cicatriz ludo piotenienle da bobaa;
levou caigas velbss, de brim da s'res camisa d,a *"
dapollo de pregas e nova, chapeo de palba; oi ajea-
lado em yoi cavallo alezlo canudo, bem feilo. da (>'-
ca grande celyado.de branco noa ps, Irelle '
testa e ferrado em ponto grande : roga-se al ult"
lida'dea polioiaes e pesioag particulare que encon-
trareis o dito eteravo e cavallo lujo de epprebcn-
de-lose Uva loa aodilo sitio, ou na paieg.m d I|D'
da a Julo Aaluo.o de Carvelho Siqueira, ea <*> '**
efe a Joio jtembo Cihnl, na rustr do Rui"0'
que serio recompensados. Ha toda a eertiii, fu'
dito cicravo te dixjgira para o Sul, pelos Atoga"1'
no primeiro dia.
^epsm****
bemeomoum aopbi.l Vende se por 900# rs, urna casa terrea ,B. """ \"'""{
meto paco,., e que rende cOOOrs. .DM e be'sitia-Lc"lr -""" B,ow,"1?e ,r"P "MI
,aMaC>'' m '*PV. > bwtM de diverso. Uuu-frum. i HA TT*. de ,, r." M fabu-
184


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