Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08324


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Full Text
IAnno de 1846".
Sabbado 18
O OTARIO puhlic-se todos os das que nao
I for'm de euard: o preco da ssitrnatura lie ele
InOI rs. por quartel, pagos adinntadns. Os
pnniinc.ns dos assignantes 5o inseridos raiio
c jn res por linlia, O ris en lypo diflesen-
I le e repctirSes p*':' metade. s que no fo-
r(.'m assignantes p-go 80 ris por liua, c 100
eni lypo dilferente____
PtlASES DA LOA NO MEZ. DE JTJLHO.
r,eictnie a I s 7 lloras e 3 minutos da manila.
1,1 diei a 8 a 8 hora e 5n minuto) da tarde
Mm-oanle a i i as II dorase 8 min, da manida.
| ua"nova 23 ai 6 hora* H min. da larde.
Crcscente a 31 as 8 horas e 42 mii:utoS da man.
PARTIDA DOS COBRFIOS.
Ooianna c Paralivos Segundas e Sextas feiras
Kio (cande do Norte, cliega nss Quinas feiras
o meio da e parte uas meiinas horas as
Quintas feiras.
Cilio, !*ei inhaem, Rio Formoso, Porto Calvo e
Macfy. no i. ,11 c 2 1 decida mez.
Garanh'uns e Konito a 10 A 24.
Boa-Vista e flores lt| 28.
Vicioria uas Quintas feiras .
Oliuda todos os das.
PREA.VUR DE HOJS.
Primeira os 30 minutos da larde.
Se^uuda aos &i minutos da mstuliaa.
i
d Julho.
Anno XXTT N. 1S7.
DAS DA SEMANA.
V\\> 13/SfRiindaS. Andelo, nu I d .1. ros orf. o
doJ.doC. daJ v.dol M Ha 2 v
II Terra S. Uptuciano, aud do J docv. da I.
v., c do J. de pal do I. di*' de t.
OlMICU S Caiuillo, aud. do i. do civ.
ila 2. r e do J. de p" do 2 dist, He t
16 Qiliula S. Siieuaiiilo, aud do J. de orphos,
edo I municipal da I. vara.
17 Sexta S Al.ui, auJ doJ. do civ. d I.
v edo J. de pa do I. dist. de t.
ix S .tillado S Itnlilo aud. do I. do civel da
11 vra, e do J. de par. do I.* dist. de t.
10 Domingo S. Vicente de Paula.
CAMIUOS NO DA 17 DEJDLIIO.
Cambio sohrcLendr-sta 21 '/,H. p Ijn 00 d.
i) l'aiis Ji ris por franco.
.. Lisboa I0 % premio |Hir inei.
DlK.deUlra.de lanas Grua* I >p */tomea.
Ooror-Oncas bes|rtolaJ llJaOO a 32JOOO
Moedas*Je CJI0O vel. lOjdOO a l(i*on
deujinnnov. lOflflO a llljfinn
i de I jimio.. 0/U0O a 'J llOO
Prata PaUsjoess....... 1*010 t UWM
a Pesos cohuiinare* l|l9'la |0D0
,i Duoi Mexicanos. "I9i0 a l|60
> Miuda.......... I|78l a IjSOO
A croes da Comp. do IleiK'ribe de oOiOOO ao par.
DIARIO DE PERMAMBUCO

PARTE OFFICIAL.
DKCRETO.
!Ir por bem nomear para os lugares de oommisserio
e escrivAes do numero, tanto de nao como de fragata,
ibf induidoof constante* da relsgao, que cotn ele b*i-
ja. assignsd for Antonio Francisco de Paul e Hullan-
da Cavalcanti de Albquerque, do meu coneelho, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios da fazenda,
e interino da marinba, queassim o tenha entendido e
Ib" la? eipedir o* despachos neeessarios.
Palacio do Rio-de-Janciro. em nove de junbo de mil
a oilorenlos qu renta e seia, yigesimo-quinto daindepen -
dencia edo imperio. Com a rubrica de Sua Magestade
o Imperador. sntoma Pranciico de Paula e Hol-
larla Cavalcanti d Albquerque.
Hllaco do* ofjictaee de fazenda d embarque, que por
decreto dula dita ido prvida nos lugares abaixo
diitgnados.
PARA COM MI 5 ARIOS DO N DE NAO.
O escrivas do numero de n, Joaquim Jos dn Sa-
cramento e Ltl'Z Jos da Cunha Pacheco, e o cummi*-
lirio Jo numero de Iragata, Gregorio Willalvae Alvim
P\BA COHallSiARIUS D0 N. DE Ftt SUATA
0 eserivio eitranumerario, Manoel Jos de Queiroz,
eocommi sario eitranumerario, Jos Paulino de Al-
meidreAlbuqu.rque.
PAR* ESCRIVAES DO N. DE NA).
Os pserisie do numero de fragata, Sabino Julio Xa-
vier, Luii Antonio Ferreira Guimarles, F'ancisco Pe-
reiradoa Santos e Antonio Jos Praiedes.
PARA KICRIVlr.S DO N. DB FRAGATA.
01 escrivies eslranuuier.rios. Alejandre Lararo da
Lo, Joio Francisco da Malta Ro'ende, SebastiSo Jos
Pmto de Lima. Jos Rodrigues de Abreo e Joaquitif
Jos Coni Freir.
Palacio do Rio-de Janeiro, em note de junho de mil
oilocenlosequarenta e seis.-.n'on/o Francisco de Pau-
la l Ivitanda Cavalcanti de /Hbuquirque.
DECRETO N. 452 DE 20 DE JUNHO DE 1846.
Aidila o regula ment n. i 11 de 4 de junho de 1845 ,
t-oore a laxa do$ neravoi.
Ili'i por bem ordenar qu se obnerse o leguinte :
Art. le nico. Dos eicessot e abusos na designa-
rlo dos limites das cidades e villas, feito pelas cominis-
coesestabelecidas nn artigo primeiro do regulamento
de 4 de junbo de 1845. n*. 411. pt> cobrnpa do
impusto doi escrasoa podar-se-ha interpr recurso
para o Ihesouro publico nacional na corte e para a
tbeiouraria as provincia*, e destas para o mesmo tbe-
souro. por intermedio dos presidentes, que oacompa-
nhnrd des suas observacSes, na lrma do artigo 81 da
le de 4 de outubro de 1831. Antoxio Francisco de
Paula e Hollanda Cavalcanti de Albquerque do meu
conceibo, ministro e secretario de estado dos neg
cios da faienda e presidente do tribunal do tbesouro
publico nacional, o tenha ossim entendido e faca encu-
tarcom os despachos neeessarios.
Palacio do Rio-de-Janciro. em 20 do junbo de 1846.
vigsimo-quinto da independencia e do imperio.Com
a rubtira de S. M. o Imperador Autonio Francu-
co de Paula e Hollanda Cavalcanti de albquerque.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Attonio Francisco de Paula e Hollanda Cavalcanti
de Albquerque ministro e secretario de estado dos
A LEA. (*)
por tfreerico oculte'.
SEGUNDO VOLUME.
11.
A CASA DE COKRECCO,
Na ni* de Cli*r i.oilii.h, que da n'un pequeo quintal.
lie raar quintal plantado de lilis e fruelc.ras, que.
abauduuadaa aua arve, i..inarl i.lli.icnte ere*isnen-
to para n.obrirciu lima ca.a terrea c.nu K<" f"rla-
daa, e terto d.- pa, el rio de cliiiiubo. lie a barrar
d.. iardineiro de umnaiiliga ca.mlia ailna.l p.iunu uia-
tn, e que servo actualmente de hospital particular de
alienado*. A parle ierre denso barraca tou.pOe-.e de
quMrn qunru.a; em mu dus quae ba urna escuda eipi-
r.il. quo cmidut ao suiSo.
Na puca, ero que esta hisioria se pana, uro desars
quartus aerti* decnsinh ; ero rada um dos uniros duus
liavia mu caro de ferro o alguna murcia grosseirus.
Aaiaiieltaa, guarnecidas de groas barra do ferro, li-
nhao, alero diato. grades lec.das desrame. Esse res do
cilio era uro venUder prisao, quando, pelo contrario,
eran aa agua fuada forrada do eatufu de seda e ma-
cia tapete. Escolente muvea, capelho de Ven***,
Vouse do pr9U Ihe urnavio a pequeua sala, causar
negocio* d* Uzenda e presidente do tribunal do tbesou-
ro publico ncion*l fim de qu" hem *e n-cuto *
disposicio do artigo 36II* lei o. 3t>9 de 18 de *e-
tembro de 1845, orden*, se observen) seguintei ins-
liuccde*:
Ait. i.*" Par* que se fci elTectivo o abono da quso-
ti* de det mil rs. por tonelada por indemnisacio dos
direitos sobre a* materias, estrangeirss empregadas na
conslruccio e armamento de navios mcionaes ser
preciso verificarlo da* n-guintes circumstancin.
1.* Uue o proprietarioseja cidadio brasileiro sen-
do justilicada isla qualidade.no caso de duvids, na for-
ma do artigo 30 do regulainento de 30 de tnaio de
1836.
2.a Quo o n*vio sej construido, armado e eiqui-
pailoem eslsleiro nacional; o que se (ara certo pela
maoeira segumle: antes de sahir o navio do estaleiro,
passark o constructor urna altestacio jurada em que
declare ter sido a obra por elle dirigida e a quaiidade
das madeiras empregadas nella e com esta alie.lacio.
se o estaleiro estirar em potto. em que baja mesa de
consulado, ou alfandega. o prnprietario, ou seu propos
to requereri ao inspector, ou administra lor e esle.
acompanhado do arqueador, verificar o faci, e fara
lavrar lermo com declararlo do nome do navio, para
depois ser mencionado no certifcado da matricula.
Se o estaleiro se achar em lugar, em que nao baja
mesa de consulado, ou afaudega o proprietano, ou
cu proposto requrete aojuiz municipal delegado ou
subdelegado do distnCto, que por elle seja verificado o
laclo itti-st.nlo e este, frita pessoalmenle a inspeccao
em prrsenca de testemunhas mandar lavrar por seu
eterivo o termo na lrma sobre lita, para ser aprusen-
sado no acto da matricula.
3' Que o navio se|* de rqueacio que ebegue ,
ou eiceda duientaa tundidas; o que se far certo por
meio das diligencias ordenadas no ortigo 132 do re-
Kulamenlo de 30 de miio de 1836. .
4.a Que o capito, piloto, contra-mestre e dous ter-
cos da marinbagem sejio Brasileiro* ; o que a respei-
to do capilio pi'olo e conlra-mestre, quando nio se-
So notoriamente conhecidos 80 juslificar na forma
do artigo 130 do regulamento de 30 de maio de 1836 ,
bastando.a respeitodas pessoas da maMnbagem.a decla-
racio do capilio, salvo no caso de ser matnfeslaiurnle
falsa.
Art. 2 Quando estiverem verificadas todas as cir-
cunstancias piTHitu a mesa do consulado ou elfan-
dega em que o navio se houver de despachar para sa-
hida o respectivo inspector ou administrador dar de
ludo urna certidao bem circunstanciada, para ser apie-
senlad,quandoserei|UPrero aliono ordenad | ela lei.
Art 3.a O abono ser requerido ao Ihesouro publi-
co nacional, quando os navios tiverem sido construidos
em cstsleiros do municipio da corte e s Ihesourariss
d*provinci*s,iiUndo nnllai 6e elleilusr a construcro;
e do pagamento se fat participseo respectiva mesa
do consulado, elim de se late r n declarsco no termo
de malricul* e o couimunicar odicialmenlo a todas as
nutras.
Ar. 4 0 navio, quo se liver abonado a quantia de
terminada pela lei nunca mais poder* navegar em
cumprir a condifo do*rligo primeiro, n. 4, nem po-
der mudar de nome, anda quo passe a outro proprie
(ario.
No caso de infraccao, se haver do dono a quaotia
recebida em virludo da lei.
() Vida Diario n.a J54.
e g.ibiuule, que nesse andar e riiavSo. No mais, o que
liavia do extraordinario em tasn iaio era esse cnnlra.li-
do redo chao cun na agua turladas; assim con., mu
oculo, que liavio aberto no forro dus quaitoa de baiso,
p..r onde, d.i quarlo ilo cima rorrespoudeiiK), se va t
onvia o que ahi so tas i a diii.
Erio, punco niai nu nieona, del horaa dn nnnte, ilnn.
houiens calaro ei.l'i deitadua cada um ero su rain.
I),.runa un driles meii. vealidn; u qu*l poilin ler Irinia
auno, e, |ielu taninnho das man e largura dna rpod..ai>,
mostrara ser de f.ocn herclea, coniqunntu p.iicresie
de pequea estatura. Por nina precauciu, enj.i motivo
em breve diremos, linlia elle nina pequen cadeia pas-
.n.l.i nu punh", a qunl, pela nutra e\lrcniidnde, prenda
a ovleira de uro pequeo can de nrellus pnolagiidas,
fuciiiho enrugad.i, o pello ciricado. Es individuo
durniia o pesado sorono, quo su perlcnce ansjualoa e
ao glotV.
Na nutra cama arhava-ae n segundo individuo. Eaac,
ci.iihrcciii-o leiturea, er Crlu Thure. F.'reui limi-
to i-roelmenlo den ler i.tfniiu o pobre e bello mniici--
bu para cliegar Bu esladny (pie u cncuutrainn redon-
do. Pallido, n..i;;ri., psiSR a barba creacida, na cahcll..
rsa desordem, cucuslado a cama obro o culoicllu, cun
olhoa liso e epnoiudos, e o puuhos cerrado, si
He dormir o sou tranquillo e robusto raniarndu. De-
pois de bstanle lempo de rrflexao e iiiiun.bilidadi-. Vul-
to U-M do Vagar subre a cama, o lancmi a eaheca ao ir.i-
esseiro, como queui so decidla a ver, so pudiu durmir.
A' esso iiioviini'i.i.i, sullou n can um llgeiru gruuhidn,
i- lev.iiili.n-u anliio O coxim, ero que eslavo den.ni..
Ha.ion a leve leosiu, que elle deo a cadei, para des-
pertar de aobresallu o doruiilao, quo senlni-ae do re-
pente, e coju prineirO geto fui laucar na., de um for-
nndavel uciio de boi, quo eslava a aeu lado. Ollioude
trates para CtIos, e, ao t-lo eiifruiihado nos lencue,
ruailuu isinbeoi. e tendeo par elle a rm correccio-
nal, ciuo quero dina, que lhe lana pagar caro a primei-
ra merropcio de soinuo.
Art. 5Onvio niopod'r passar a ser propried*-
le estrangeira,sem que o dono reslitua o que houver
resabido,
Ri -de-Janeiro emSde juuho de 1846. Anlo
nio Fianaiseo de Paula e Hollanda Cavalcanti de Al-
bquerque.
BISPADO DE PERNAMBUCO.
Pum JoBo l PurificacHo Marques Perdf*<), enneqn
regranle de Sanio Agottinho, por gract de Heos e
da Santa Si- Apostlica, btipo de Pernambueo, do
coneelho de S. M. I. e C., ele.
A'Snossos dioceanos ceareniri, ade, psz e hen-
ea o.
Qusndo noss* paternal solicilude se lem frecuente-
mente dirigido aos habitantes de'ta diocese, sempre es-
le no-i. dever foi ejercido n* eipectaco deque a dou-
Irina e os aentimentos d.) lesus-Clinsto por ni espos-
lo, fosm escotados e polio* em ptica, paia rerem
designados predjtina.los o que netta so eier.ilio. Oc-
i'Orrer, pelos meios ao noso alcance, i perpelracao dos
L-rimes, que consliluem indignos da sociedade aquelles,
que os con.mellen.,onis solcitos nodeleslavel eierciciu
le suas ignominiosas paivoes, quo na observancia das
leis anda as mais sagradas, e, por tu* naluieza, respei-
laveis e veneraveis, por cuja inobservancia et forma
do o proresso a cada um de scus pustergadures, be o
nosso deugnio.
Apeisr, p om, de muitos nossos diocesanos nao pa-
trocinaren! nossaeipeclacio.e nos negaren* a consi.le-
raco que Ibes nio desmerecemos, particularmente
quando diligenciamos sua temporal o eleroa ventura ;
todava, nio desistimos de nosso primeiro dever, qual
o Aposlolo, na pessoa de s> u discpulo Temotbco, reco-
menda aos prelados da ssnla igreja, para que estes ar-
guio, insiero oppnrluna. e inoppoilunamente no minu-
lerio da palavra, roguem, e pe'sua.lo com luda a pa-
ciengia o seituimer.lo da doutrma e preceilia de Jess-
Cbntlo : rasio, pur que ora nos dirigalo* aos lillios da
da igreja cearense, laienlo-lhes ver, quo sensivel nos
foi o assassinio, cruel e brbaramente verificado n
peisoa do mejor Angelo da Si!> Lima, esfaqueado na
piesenca do seus tenros filhos, ja orplios de mAi. por
ou.a .|uailiillia ile 12 lacinoruso, que, nio salifeilo<
nmi o privarem da vida, con.aigo conduzuSo urna o
rellia da victima sacrificad* ao seu infame capricho, se-
gundo relere o Diario de Pernambueo n. 159 dia 26
do mez pronnio pastado, nienrionamlo igualmente
surrada um joven, cum o maiorik-spolismo, e Iresas-
stssinios em Quciar*uiobim, proiimtniente verifica-
do*.
Esles e oulros fc(os, que designio mora'a l da-
quelles, que os pralicio, Cearenscs, sio os quo
leem altrahido sobre vossa definhada pioiincia o>flagel-
|. s, que consider*elmenle a leem opprimido. e redu-
jido o deplorivel e'pectjculo, em que est enllocada,
occasionando a mai inlim* e dolorosa sensacSo a todos,
que piesuinem observar o picceilo da caridado ira-
lerna.
Convencido desta importante verdade, reconbecei a
dura censura, que vos he enviada por mi oceulta, ar-
mada, porin, contra vos, par* que os refibctario--.se
coriijio, abstendo-se de pralicar aquello prociiimento,
que (tlrihe lue os bons e nisos a divina indigna-
cio, justamente derramad* nos palie*, em que inoli-
giao e a impiedade dominio, Prelendereis acaso, que
o Creador seja inseosivel ataa deiordem, ao niaior
detprezo da* leis, e o sbndono de seus procoito*, u-
perahundantemente nunifeslido ?
(Ilustrados pelo bnlbsnlo rlaiio das verdade* ciernas,
nrii'diai, que Dos, jeloso de sua gloria, nces menle deve punir os Irangressores de sua lei, linda
neste mundo, pois quo ssinv o eiigem sua infinita rec-
tidi e etorna justica, sendo misler, que voseonven-
faisde que anda nin estio eitinctas s am lee*, que Dos conserva no formidoloso cali* do sua
ira, para serem violentamente tragadas por lod* o* pec-
radores.
Pfolio* e respeilaveis Cearenses, obrigados pela ct-
ridade fraterna a desviar do erro os que nesld estio a-
dormecidos esforesi-vos a faier-luei comprehender,
quaes os lamentaseis resultados, e fuoestissimai conso-
qiieiicias do urna depravad conducta. A vos, chelo- da
lamilla, particularmente nos dirigimos, para que pal-
iis a instruir vossos filhos e limulos na verddeira e
sia doulrina. tendo em vista a responsabilidade, quo
voser,era. Animal vos mutuamente a cumprir vostoi
devereS.
Em vossss ennversares familiares demonstrai, qusu"
lo he pangos a (alta de crenga nos dogmas, que pro-
fesamos. Eshortai com vo.sas palavra* o eaemplo* o*
quo costumo rilicularisar a religiio dom-ninte no
paiz da Santa Crui. Vos nio ignoris, quio ruinoso sej*
este irreligioio proi-edioionlo, pelo qual Dos sublrabe
sua propiciacao, nace'saria a todo o vvenle.
Nolai aespantosa^nsensibilidadi, que muitos mani-
eslo na espenonci dos males,que os cercSo;rslo,por
que a Omnipotencia Divina entreg* os criminosos o*
deiejos depravados de seu corrompidocotacio, permillin-
ilo e succe.sso de uns para nutro* ahvsmoi, a ponto do
olnervardes a repetico dos roaioreseicossos,ind*me-
mo no lempo, em que suporlai* o m*ivivo* rigore* da
indi|naco, quo obre vos impera, envid* par re-
primir a audacia dos delin luente*. que, pela conlunu
obstinaclo na culpa, se leem constituido inhiben para
n.'lles ae realisarem as protnessas de Jesus-Chrislo, oob-
nimodamenle solicito em pursuadir a emenda dos Cri-
mea para promover qual, benignimente concede
lempo, e os auxilios cotnniuns a lodo o que milita so-
bre a Ierra.
V.is nos peguntareis: Como be posiiyel, que o
ente limlo e lebelle rontr* o S.iSupremo.aindqusn-
do esle delermin gracnr a obra do iua* mi* por
meio da censura, que Ibe envi, para, pela temporal
l.gelUcio. evitar o eterno supplicio?Ni vos respoo-
doremos, que esta possibiidade so manife.ta pela evi-
dencia nos lacios tenobrosos da cegueira do eptendi-
menlo humano, quo precepila no mais prolundo cubos
os que praticio a iniquidade. Pra/a a Dos, que esle
nosso actual projeclo em lavor dos filhos do noss* pre-
dilecclonol isenle.paia o (uluro,de presenciar em espi-
rito, por inlelicidade nossa, urna nova suidez a vos pas-
toral, caridosamenleemitlida para altrabir ol coraeOei
ardilosamento aerrados aos vicios, que induzem o ho-
mem aassassinar seu irmio, ou a inlama lo, deterio-
rando gravemente su? reputacio, conlia o ptecetto da
candado do prximo, igual ao ds. divina dileccio, sem
cuja observancia nenbum ente pudo ser salvo.
Prevaricadores Cearenses, como se pode compadecer
a pratica doscrimes com os figcllos mais aflliclivos !
Vosso proeedimeolo, ioteiiimenle revollante o provo-
cador da ira celeste, tcm chamado sobie vos*a provin-
cia a devida indignatio, pola qual deveis responder.
Vos, porm. o podis al.star pe peoilencu e cobibi-
cio dos dbelos, cerlos de quo, se ssirn nao acontecer,
Duron o silencio alguna minuto. ; o humean do vin-
cule havia nutravcs adormecido ; de repinte, e posl
quo Cario* re nio livetae blido, roinou denota o co,
e puchen pela Crrente, O dnrmildo erguen-e fui insc,
c piirlio para Carina infligir-ltic urna urdem de repnir-
.u aban I uto ; inaa proli, au sentir, quo o can o pa li.ua
para nutro lado, egaa turmau para a puna.
1} I., iii.iii, auuslutnadu a eat.- mudo ile advertencia,
ai.ltoii u cliii'ole, e pa.suu au qu.irlo, uiide tie.iva a ci-
cada. Quando elle ahi enlrava por um la.!.., abria-so i
porta do outro, Apparcceo una mullier, aconipiihda
de uro seilbor do casac.i o arel de hnnieiii de bem. A da-
ma era I., .'"..i, n senhnr, decentemente vestido,ora Juo,
o criado ilu rundo de Muiiriuii.
Lniiiii fet i..- o. I au guarda ila casa para fechar a por-
ta, e, rpida, aubiu imiucdialaniciile para o aulo.
t.l mu ceilu, Julo, de quo n.'i.. fumo egui-
d..a por lllllguelll P
Pelo ci.iilrario, inadami; mas pens, que o bo-
nicos, que una lgala coi um graiidu b..rd*u na ni.i..,
.6 linl.a a i'unuid*de doa.iber u que Iraiiumoa lias algi-
beiraa,
I', porque nn ni..' ulanou elle enliu ?
Era alud mullo redo, o do mala, uro contra um
uio lie a luuiu-ir, pur que e.se meu soiihure uusluiiiu
entrar cm cmbale.
Ks.,i he boa | ilu.c Liona, dciouibaracandu-se di,
chapu e chale, pode diier uro contra dnus, a nao ser
|ue vut. so nao mella ero couta o que talvcx lio jualu,
puia quo vuaa trem.......
Pela iciihura,
Nin so dignuu Leona ouvir eaaa finesa do sen lio r
Julo, .piu-e,uio ,
lias anida assim, a |ierseguicio dease honieiu me
d cuidado....... Sabe voss hulear?
Sun, senln.ra.
Quando eo liver ubtido (polo seo sagas interme-
dio) o que roe couvero, para faier crer a uslavu, que
llefit o papel de tolo ooa Julia Iborc, volie ir ao
cinto di ra de Si.-Antoioe....... Despedir o oocbei-
ro, trar a carriiagein ; o o espilo, so elle existe, poda-
r Irater polica aqui aroaiil.aa, qao ohar a uaaa
deserta. ,
- Ir buscar rirnisgem soznlm, ello tarde f
'. Lutt o aroilipanhar....... elle libo bolear.......
- Bae cachi.rro deas inudu un ouvo a Dous nem
addiabo; seappareoeren ladrOo, oahiro .brenos,
ante que elle pens cm vollar-.
- E.preitaru voaa cm lugar dello, e ello aebateri
pur votad...... Ma mi icmo cousa de iiisis presa*....,.
lie preciso tratar do meu preao.
- Maa, di.se Joio, que. amisslo, queLenaaca-
bava do il.r-ll.e, pareoi despraier-llio inuitu. roa ser*
nei-cario daixar ie.il.uri s casa ouiu eise ener-
b Tanto melhor! Tenhn corta cnuss a disor-lhe, que
dc.ejo, que Vus. iio uuca.......
- Rccein, que e.se l.o.ue.u, exasperado pe oolera,
OS.MO.ettO alguma violo.ici........ i 8o pudera repellir.
Len nll.uu para jua*.. com o mais profundo despre-
S, e di..e-lhe lio lo.u da.......""'"., in.uU-.ioia.
- h... roins oo.uo e.l. -o '"-' V"" be,J_71ta!.......
Va, me.tre Jlo, e ma,,de-..,e c Lina....... BU l.o o.-
pil ,1........fundir a ...a vos Cu. os uno,, que lia de ll-
tr Tl.ore, e cm ....rgumenlu. quo vo.s vil irop.n-
ir-lhe, o cu nio quero perder ero uro grito nem urna
alaira dodiiiogo de rus.es imbu.
Desoco J.io inimodiatamenle, aolloo oiol.orr.nbi,
uu parti ni oirreira pira o lotio, onde lohua ua *e-
lior. dria.la no uhio a levantar devag.r.nho urna pon-
a dn taple, quo ebria ..culo, pelo qual le ub.c vara
o .jiiarlu, onde Cailua estav*.
- E.l boro, Lina, baila, minlia feiticeirinhi, dilio
Leona, acalmando a fi.nbuil.il oiricusdi oidellinl. ;
Jo vagar, n.adeuiui.ella, colar coiliuiigo, O breve vol-
tarurooa pira aasa.......... Sim, Vro. he beot proce-
dida!...........

I MUTILADO
T+


a vos devenios (tribuir i mi. Rer.ordsi-voi,t|ue, pelo
buso dt infinita denuncia, rol ronttiluii foi de miio-
re prevaricc8es. Vos nio ignoris, que o inferno
fil iberio pare tragar 01 laceradores da caridaile
chislia. QuenJo deixareis de occssionar a condemns-
(8o de sossa alma ti penasetemas, ao fugo incilin
guivel, de que Jesus-CbrMo repetida! eres noilalla !
Se imaginis, que vos dirigimos nossas admiieita
(Sea coni algum outr> intuito alheio daquelle, que not
dee animar, ditsipai vusa Muslo; e -e o testerounhn
de vussa cnnscienea voa fax acreditar verdicas es ma
liniaa e preceilos de Jesus-Cnristo, porque vos nio ar-
rependeii do mal praticado contra a religiio, contra o
estado e o bem-eitar de vonos coneidadios T
Eiperaii foaliaar em paz vossa precaria existencia
(comuoiida na prevarioco), quandu vot foi concedida
para aisegurardei vossa salvei-lo pela pscelo dos pro-
priui deveres T Nio he potsivel absolutamente. Eate
o motivo, que noa conilrange a declamar altamente
conlra vossa irregular conducta para nao nos eonsti-
luirnioi cun plicei de votss nterininavel reprovaco,
cenles de qua o Eterno Pastor responssbiliaendo o
propbela Esrquiel pelas ovelhes errantes da caga de Is-
rael, igualmente nos respoosabilisa pelas delta diocese.
confiada i nossa vigilancia.
Concluiremos esta nossa carta pastoral.exhortando-vos
i J'etracUcao de vossos criminosos feilos, para que o si-
lencio nio occaaione itupeiio so ministerio Bpo.-lolico,
e o voseo procedirnenlu no pnrvir deixe de ser upprobri-
010, esuhjeito i ignominia resultante da ioilabilidade
do animo.
(^umios de vos nio eitio incunoi nal penal gravin-
limea, que a unta igreja fulmina contra os perpetra-
dores dos crimrs atroies, cominellidos nesia e em ou
tras provincias! Ainda nio aSo su(licientei os amiudados
assassinios at agora praticados, para que apparec,io
oulros recentes ? Seria rom efleito Burrada deshuma-
namente urna oten hone-ta, sem que o autor desle
barbaio e execrando ettenUdo leja competentemente
punido ? A Ierra continuar a receber o singue huma
no, que paildea violentas fu-i o derran.ar, sem que
se abra, e devore 01 Cor, Uatons e Abirons da oos-
% poca ?
(Idiiii a calumnia, eobservai os detractores e difa-
madores do crdito albeio. Reptalos consideravel-
ii i'i.ie prrjudiciaet i socieilade. Fa>ei-lbri conhecer
tona desaiiprotacio, e dernoostrei-lbei, quio d.fiiul-
losa srja. e morslmenle impossivel, a reililuitiodo
crdito albeio, que nio pudem manchar, sem que in-
corrio na pena designada aos qua quereo para seuB ir-
nao* o que para >i nio desejio.
Estes sao os sentimenlos de Jesui-Cbritto, no'io <
n avel salvador, e os mesmos, que o Apolllo das gen-
t s, e o discpulo amado eipressainente nos rt commen
dio, quando delrrniinio que nio communiquemos
com os llaaphemadores do nome christio, nem osseu-
demos ; |ori,unlo os que os saudo communicio com
lual malignaa obrai,
Estai certos, que sio biasphemadores tambem, e em
maior numero, 01 que em silencio postal geo a doulri-
m evanglica, pralicando fados, ou acedes, pelas
ques pretendem cootradiie-la.parapersuadirem o erro,
a cuja sombra tranquillos, enbelio angsriar adeptos.
tere feliiei. e guiareis a prosprridade, quetotdial-
menie Voa desojarnos, se exeteerdes o que ora esplici-
Isn ente vos prescrevrrenios.
Palacio da Soledade, eu C de julbo de 1846.
Judo, bilpo diocesano.
EXTERIOR.
PORTUGAL.
LISBOA, I." DK JUNHO.
No nono supplru ento de honiem dissemos ng, que
a Dolle de anle-hnntem para honteni linha sido a pri-
oieira, que em Lisboa te dormir com lucego ; mai que
este socrgo poda ser lunestn.
Funestsimo esteve, com cffeito, para ler na nolte de
honiem para boje.
Vamos cootar o que sabemos dlitinguindo quiln,
que soubermos com inleira ceriea do que nio lor senio
ioformacio por ora menos averiguado.
A'i II horas da nolte, pouco mais ou menos, entia-
riu not quarleia dos soldadoi do regiment 7 de infan-
taria o seguinles ofllciaes do mesmo regiment : roajor
Ilharco, capillo Aflalo e alguna outros oflkiaei.
Criterio sol soldadoi, que se levantassem e se armas-
sem, para se Irem unir ao Sr. D. Carloi.
Os soldados moitririo mi sontede de obedecer a estas
votes, e os ditos ofllciaes cometario a correr pelas ta-
E tnniou o feo Bhinialeju nos bracoi, rumo lima cri-
anza, deo-lhe^liu beijii maternal iij pcliuda fronte, di-
tendo-lhe:
t Oh! ohl Vm. eati cheirando mal]........ Estri
quieta........ J
E, deitando-se inteiramente no tpele, applinou ou-
viilo enllma ao orulo, para e.preilar o resultado da as-
tucia, que ella vinh tentar.
Neaae momento entrava Joto no quarto de Carina, que
onvira a bulla dos nuvos hoapedea, e com hurri>el in.
quietarlo ronsullava cnlre ai, aelhe iranio a liberdad
uu novoe tnrnirnioa.
Julo trajava ranaca pre.a, grvala branca, ecollcle de
aciirn ; una Militara llie brilhev* no dedo, un, camafeo
de algum prrjo Ihe prenda a abertura da carona, una
rai.i d'mirv ve mostrara Hiri.fura da algibrira do Col-
lele, e urna olla de fila encarnada, bem estrena par
parrrrr uiriiftrreiite, dava-llio iutetraiiicoie na rea de
rio fe de rrparlicao, que nio lio de lio lado, un de mu
medico, que eurou o aecrrtario de mu ininislio. Era u
esta pr.fi.So, que o rriiulo aspirara, cparece, i|Ue i.,
f. rnialiiieiiie liana i siabelecido all o seus direitua
porque Carlos Ihe diese :
Al'! he Vm., rubor rloulnr ; vero oulra re faier
iiietler-ine na cumila, c qoeimar-me eum rieaiui*
Silencio I disae Julo, fllenlos bailo, ineu ee-
ulior......
Olhou depuia para Luts, e acoroicentou, eneolbendo
os hombros:
Ora, en sou doudol....... eu be, que estou loooo
de ludo quinto leoho sabido, e roe esqueco, que eise
desgranado mudo nio pude uuvir-uos.
EnUii, romo quero ceda ao impulao do leu corsean,
etteudeo a nio a Carlos, diienio-lhe:
Pobre mancebo!
Ou* deagraSa cnliu tein o aenhor a snniinciar-
Ulononra?" <,U 'ej"' V,' D* ,tred,w *w u ,u'-
rimbss, gritando aoi soldados, que se levantaisem, te
nln, que o alravesssvlo com as espadas.
Forao-se levantando : mas neste lempo chegoo o co-
ronel ( o Sr. Rogado ), e prendeo por sua mo o mejor
Ilharco, pondn-lhe logo doas senllnellas.
llois dos olllriaes sublevados lancrao-se aos ps do
coronel, pedindo-lhe, que os nio deitasse a perder ; os
oulros ofllciaes indicados qulzergo encrespar-se com o
coronel, mas este grllou aos soldados, que carregassem
as armas, e declarou eos ofllciaes, que immedlalamenle
mandava fusilar iquelles, que dessem urna l palavraj
ou li/essem o mal leve motlm.
Esla ftrmea do coronel socegoo ludo.
Dentro de pouco plano appareceo tambem o Sr. can-
de das antas, e nio houve mal barulho no quartel.
O que fiea contado he absolutamente certo.
Os c ITIc!aes, quequlierio levantar o 7, dlsserio, que
se lio unir ao Sr. I). Carlos Que isto fui dito por elles.
nio ha duvids. Se o Sr I) Carlos linha, com' elfeito,
paite em qualquer projecto, nio podemos essevere-lo ;
mas dit-se, que elle Acara esla noile no quartel do Cer-
ni ; e ha quem se letubre de o ter vlito hooietn, com
cara de muita alegra.
Dii-ie igualmente, que, no pUnods sublevarlo, en-
travio os granedeiros da ralnha, o regiment 4 de ca-
vallaria, e mais alguem ; nio faltando motivos para
julgar fra de duvida. que os navios de guerra, que es-
lio armados no Ti jo, tambem liohio parte considera vel
no plano.
(.lual este Tone, i livesse o resultado pretendido, f-
cil he conceitua-lo. Esla gente tem estado, ba tantos
annos, a receber inspiraedes dos Cabrees; u> Cabrees
sio bomens de tingue, e os meios sanguinolentos sio
os nicos, que, desde 1837, teem comlantemorile fervl-
Ibado na cabeca do homem do lelhado e da parreira {
Em comequencta, se o mejor Ilharco e os outros po-
dessem levar avente a sua empreta, esta madrugada lo-
ria apparecido pelas ras de Lisboa abundancia de tri-
pas, nadando em singue.
Eis-aqui o que resulta do lempo perdido pelo minis-
terio I
Nio ae sabe que o cabrslistas conslderio ter con-
quistado Portugal em 1812 ? Nio le labe, que tal cuta
de conquistadores julgio reo do maior de todos os ru-
ines qualquer Individuo, que ousa nter a mais leve re-
sistencia i oppressio T
Que pena julganio o mejor Ilharco e ieui compa
nheiros, que pena era rullicienle para castigar ol revo-
lucionados contra o grio-meslre das cbafarlcas mili-
lares T
Cada um dos moradores de Lisboa que o julgue.
Mas o ministerio continuara a teimar na conservadlo
da capital em tal estado? Querer-nos-lia deixir abi alu-
da mais urna noite a adminislracao cabralista completa
menie organisada, lendo alprompto o secretarlo do
governo civil para ir deitar lora o Sr. Policarpo Jos Ma-
chado?
insistir atnda o ministerio na dissolucao das juntas
e no di sarmmenlo da revolufio ? Demorara por mais
lempo a orgaoisacio da guarda nacional de Lisboa ?
Nio v o ministerio, que o reus procedores e a sus
Indlscriminavel indolencia tendem a entregir o pala,
amarrido de ps e niaoi, i domloacio borrivel dos Ca-
brees?
E a capital, quer o ministerio exp-la ao perigo de
serem as nossas portes errombadas una noile, e nos
assassinados as nossas canos, e deitados os nosios ca-
dveres pelas nossas janellas fra ?
Seo ministerio nos nio livra |i e \i desta situadlo,
que nome quer o ministerto,-que Ihe chamemos ?
Evite o mlnist>rio, que a palavra saia da nossa bocea,
das boceas de toda a capital e de todos os Poilugueies!
.Suben os, com toda a cerlo/a, que o br. conde das A li-
tas esta dando todas as providencias, que delle depen
dem. Mas nio depende ludo do conde das Autas.
Ministerio Ministerio I
Nio podemos deiiar de agradecer ao Sr. coronel Ro-
gado a bus Duneta e a coragem, com jue luclou com
um perigo, como aquello, em que se vio.
Como esta nianiiia s fallou em signaes nocturnos de
urna janella do caslello ; avisamos disto o Sr. Ilerg&re,
e elle nos asBegurou ser tudo falso, e que laes slgnaei
nio tinlian liiividn, e quo elle mesmo o poda certificar.
Como nos lailuiiin.ii nos navios de guerra, devemoi
diier, que, entre oulras resoes, que ha, para os luspel-
lar, urna dellas be o ter andado estes das por Almada,
l'orlu-Uriindao, etc. um celebre facanhudo cabralista
daqu'rlles sitios, (llamado Duaite Jcsquiu Vieira, a ali-
ar gente, distribuindo caituxos, ele. I'.ste homem dit-
se, que varias veros tem ido fragcla Duquesa de-lira-
eanca, e que do>t, e da nio .Joo-VJ, Ihe dcviio
mandar destacamentos de mannlieiios para o auxilia-
rem em projeclos de levaolamenlo cabralmo.
Consla-oos com certeza, que o Sr. conde das \ntas,
entre oulras providencias, ji rnandou para a torre de s!
Julin o mu ni Ilharco e O capitn Aflalo.
Mas euiao, ministerio, o cunde das Antas Oca so ?
INTERIOR.
Riocle- Janeiro.
Falleceo hontem (25 de junho) e sepulta -se boje ai 5
horas da tarde, na igreja de S Francisco iba Paula, o
Sr. senador Jsft Evangelista de Faria Lobato. Eleilo
pela provincia do Minas-Geracs, foi um dos que entri-
rio na primeiri orginiacio do leado. Homem de ca-
rcter firme, leve a coragem desuttenlar em abril de
t83l, logo depnis da abdicarlo, que era necessario cor-
rer a nio, em que eslava o ex-imperador) epedir-lbe,
que voliaise a S.-Cbristovlo, para evitar ai calamida-
des, que sus abdicecio amescava. Enfraquecido pelas
molestia!, ha lempos, queso havii retiradodndiscui-|nellai vimoi, e do qual largamente trata oooHoeor.
Barbn, eqoeo agraciado priocipilra i vencer rjurl
o 1.' de junho lindo.
S .M O Imperador, com toda a corte, lomera |ui ]
por lele das, a contir de 22 do mencionado me; .
demonstrscio de lentimeoto pela morle di prieej
Mara Arma Ameba, esposa de S A R 0 prirtcin
Guilberme, tio de *. M el-rei da Prussia.
A questaoda BilmissiodoSr. visconefe de Goisnhia
rimara dos depuladoi, deque le oceupa oJomnli,
Commercio no artigo, que em oulra parla den, nni
tranicnplo, foi decidida rel negativa, diz tSenutui.
la, por .15 votos contra 34.
Tambem noi virin pelo meimo paquete folhn a
Babia at 13 do corrente. O ficto maii notavel, nu! J
(Do Patriolv.)
Ai nao....... nao conseguirlo fnser-llie perder a
"*io....... nioilni en mu log,ir citara j em Bic-
tre....... Mu o que nao poderlo faxr des oudniodi-.
de eaptiveiru, fa-lo.lia um met....... Nio ae resillo a ie-
ilirlh.inle provas.......
Qua! aenhor, quercm pr-me dundo?.......
Sim, disse Julo em i..... coiiiterniido, querein,
quo Vm. fique dundo....... uu, au menos, que u lenha
eitadu.......
Que o tenha calado !....... disso Carlos amulado ;
bem iiiedo leudo de o eatar agora, poii o nio oumpro-
liendo.......
tj llecnuaa moilo limplei, moito simples, ctrlamou
preleudidu medien........ he preciso orna eobec de
ferro, para inventar icmolhante oonibiaaelu, e meamu
para oniupri-ili-la.... .. Smii, lenlior, >ioi, me amigo,
im, meo pobre menino, quereos, que Vr^. tenha vita-
do doudo; Com Olla eundiOio, o 10 coiu ella, reilituir-
e-IJie-lie a liberdade....... a nJo ser, que lenha Vm. a
nerder erdadeiraiueiile a railn...... o que eunviria
nulliur a peaoa, que aqu o pus.
C"da ves u emendo menos...... Maa eiia oondi-
{iii nio me parece lio lernvel......... Qsierem, que
en teiiha citado doudo........, ion bem aeja, eu o ca-
nte.........
Mullo bem, niuitn bem.........mas nio baala diie-
1......... lie preriio ter prove.
0e provas? He nei esiario, que eu vi proclamar
um novo Deua as proca publieaa, ou declamar pelai
calcadas urna tragedia cinica emoinoo aotua e em ver-
lo? Na niinha vida ldous dundos lenho conhecidu :
erio ea que fatuo o que acabo de diter-llie......... mu
bedel da cathodral. que uto Conseguir ser porteiro,
e um poeta,' coja pera Ihe havito reouiado nu ibcalr
Odcon.
Seria iiso mnilo boro....... milito bom....... n,a,
Vm. nao poderia dar eisai provas de loucura seni citar
livre, o aa proras da sua louvura queicriiu-aa, euil
quinto o tem aqui leguro.......
soei ; mas sua probidade e carcter Ibe conciliario o
respeito e estima dos homem de lodoi o paitidoi
O senado approvou bootem (27 de jonho) em 1.*
disctissio o projecto do Sr Vergueiro, prevenindo as
Iraudes nos testamentos, e concluio a 2.' da lei de elei-
ides, rejeitando toda! as emendas aoi ttulos 3., 4.*e
5.', com eicepcio da que supprime o art 120, pelo
qual fcava a cmara doi depuladoi com a faculdade de
conbecer di validade dos collegioi eleitoraei, Isnto pa-
ra aeleicio dos teui moTiibrui, como para a dos se-
nadores.
>eguio-ie a discusslo do pirecer da commistio
de constituiel e poderes sobre o diploma do Sr. viscon-
de de Coyanna. A commistio, considerando, qua o Sr.
visconde be o 5 supplente na eleicio de depuladoi por
Pernimbuco, chamado pela camari municipal do Re-
cite em lugsr dos depuladoi efleclivos, os Srs. Ririo da
Roa-Vista e Cedro Francisco de Paula Civilcinli, e doi
supplentei, que os deviio substituir, e que nio consta
livessem sido chamados estes senhores e se escusassem,
nio pede deixir de considerar irregular o dito diploma;
eporianto foi de parecer, que nio se dise aliento ao
Sr. viicoode de Guyinns.
O Sr. Soma Franca oppdz-se ao parecer, e rnandou
urna emenda para que se admittisse o deputado sup-
plente.
Seguio-se longo e caloroso dbale, no qual tomrio
fiarle os Srs. Souza Franca, Urbano, Barros Pimental,
onza Marlins, Nunes Machado, D Manoel, Fran(a
l.ciie. e Moma Megslbies, e ficou a matera adiada pela
hora.
[Jornal do Commercio.)
respndante na carta, que daremos no numero sejuin.
le, he o occorrido no da '2, ero o Diestro publico di
capital d'aquella provincia, entre um tal Manoel p.
a da Silva e o mejor Jos da Victoria Soires de in.
dra, filho do Exm. general Andrea, porcaosa t,n'.
sullos quiii directas, que a S. Exc. dirigir dito P(|*
si. por ceessiio de recitar um versos, e qua o referid
do mejor ilientoude punir, chicoteando o iniult r.
IIIAKHI HE PEItVAHliUCO.
Em additamento s noticia! de Portugal, que temos
publicado, Iranscrevemos em lugar competente o con-
tando no supplemenlo ao n. 839 do Patriota, do 1. de
junho prximo passado, que, entre outros fmpressos
sbreos ltimos aconlrclmentos daquelle reino, nosof-
fere ro pessoss particulares, e do qual consta urna
tentativa de conlra-revolucSo, formada na noite ante-
rior iquelle dii por Iguns ofllciaes do regiment 7 de
infantera, no seu quartel, e frustrada pela energa do
respectivo, coronel.
Tioba sabido I lux em Lisboa um peridico, intitula-
do A fevulucu do Minho cojo pnmeiro numero
vimos, e de seu ailigo do fundo, datado a 37 de malo,
coplsmoi o seguinle trecho, por nos parecer expreislvo:
ii Entre D. Miguel e carta, escolliemos a carta ; mai
entre urna carta outorgada e una constituirn parla-
mentar, pugnaremos por esta. Luis XVIII, em 15 de
julbo de lisi, recooheceo tambem a necessidade de
emendar a carta francea ; e era um llorbon cercado de
Coisacoa. A carta de I). I'edro, boa para 1826 e como
oulorg de um rei, he pouco para agora. Devenios unir
a familia portuguesa em virtude de um pacto social,
que apague da lembranca as discordias panadas, que
nio seja um esplnho a pungir o melindre nacional.
A Rerolucdo d Minho he o nosso titulo. Bradare-
mos por e.--a levolucio : nevemos de apresentar a sua
gloriosa bandeirs, ciliada oe balas, ao povo, queaer-
gueu, para que peca eslreitas contas delta a quem cogi-
tar de supbisina-la.
No lugar competente acharad os nossos leitores o que
de mais inleresse enconlr nos norjornses do Hio-de-
Jsneiro, que nos trouxe o paquete ingles Espiis, eo-
Irado honiem nesle poito, e dus quaes a ultima data be
de 30 do pesiado.
Esse navio conduz a leu bordo, de piingein pin
Inglaterra o Eim ministro plenipotenciario do Brasil
|unto ao imperador de ludas as Bussisg, e a quem o
oosto Augusto Monarcba conceden urna pernio annua
de 1:900,000 n,, cuja metade, dido fillecimentn seu.
ser! Iraustnigiivel a la mulber, D. Frincisc de Paula
Eolio, senhor, explique-se clarameute, eituu
prompioa fateruqae quiieren........
lio, que eu nieiiuo eitou bem embarazado.......
Na verdade, pcriuittiran-me eaoolher o meto.......
Maa quem Ih'n pcrmiltio ?
Certa penua.......
Mai ei,a pessoa lein nome?
Silencio, dc.a venturado silencio!....... lalvex a
ceta hora paira rila por cima de na, oortio um genio
'""""""jo....... bemfiuejo, quero cu diicr....... Oh 1
silencio...... sileiiciu .......
Mai, coro licrnca, o aenhor nonhecu a pesaos, que
me ten. ai| o i preso....... se quer aalvar-me, pude ir de-
nuncia-la a niinha familia....... i polica. '
Eu me retiro, sonhur, ilme o duutor enm bem
ungida terror, se lieasrim, que Vm. recebo ai propo-
ceamigaveii, que vtuho laior-llie, reliro-uie........
.Alea, tenlior.......
Maa, aenbur, quciusabe, le Vm. nio me expot a
algum perigo immhiciiti ao com as palavraa, uueeoaaa
de pronunciar ?....... Podo-se suppr, pde-se urdr,
accreiceiitou mcilre Jlo, leiaulaiidua vos, que ou sou
eapatde prestar uuvidoa a senielhaiiies iminuacdei, ee-
der a auggeaiea, que teem rea de juilas, e podein fa-
lOi-iue parllliar o capuveiro, que Vm. sotfre....... Se
i-ilei sio os aetia prujecloi, le sao estas as propuiicei,
que tem a faier-me..... eu trie retiro.......
Mas, exclaniou Carlos, eu dina, que eativa
promptu afater o que o aenhor quixeaso...... Ordene,
llc.....eu aqui e.tmi.......
Eu tive nina ideia....... sim, nina ideia medi-
cal....... mas Vni. a fe perder...... Todava.......airo,
lie mu rueimo : contraria contrariii....... a hyootheic
no boa, o reaiiliadn de ve aeres oel leu te....... Vejamos,
lom Vm. mu aniigu?
Trullo llibllol.
Mai um mingo develado, que lenha ulerease ero
ervi-lu iiusta uirouuiiUuoia, ou que isso se julgue
obrigado.......
EXTRACTO DOS JORNSES 1NGLFZRS.
A rainhi Victoria, depon do seu feliiparlo, e a prig.
ceza recemniscida, continuaviu a passar sem literario
em sus importante asde. segundo os ltimos blelias.
Na casa dos lords, em sesiio de 18 de maio, foi |id0
pela primeira ves, o bil dos cereaes, sob proposls do
duque de Wellington, depois de um violento ataque do
duque de liichmond, issim contra a medida corno con.
tra o ministro, que a iniciou.
O lord chinceller propoi entio segundi leitura do
bil sobre crditos decaridide.
0 bipode Saliiburgo e lord Wrottesley minifaili.'
rio successivamente a sus intencio de votsr por eita
bil; e, pmindo cmara a lindir-se lobre a qurilio,
te o bil devii pinar a segunda leitura, foi rejeilado
pela maioria de um voto. JhsW
Ni sessio de 10, apresenloo o bispo de St.-David
urna pelillo t fsvor do ensino da liogoa inglesa aos 6-
Iboi doi pobres de Gales.
O duque de Buccleucb propoi a primeira leitura da J
lilll sobre us direitos d'alfandega, contra o qual protei- tou o duque de Ricbmond com vehemencia ; e, drpoii': |
de urna dicussio faria, em que a maioria doi oradores, L
provocavao um debate prematuro sobre o negocio, foi o |
bil lido, pel primeira vei, deiignsndo-ie o da 8 pi-
ri a segunda leitura, por proposta de lord Stanley.
Na sessio de 22 propoz o marques de Normsnby,
que se pediste io governo omi relaeio dos aiiusinitoi '
com medidos na Irlanda desde o principio do correnli-
anno ; e apioveitou a occniio de censurar severamente
a conduela dilatoria do governo, respeilo do bil pin 11
repreisio doicrimei na Irlanda,
Oconde de St.-Germin defendeo o governo, e im-
putou a culpa da demora na passagem do bil i oppusi-
cio.que elle encontrara n'um partido da eamira haiii,
O mirquei de Clanrieirde e oconde de Wukli.w
tambem staclrio ambos o governo, pela falta deeon-
gia, que havia mostrado nesle negocio.
O conde de Haddingtoo defendeo outra ves o gover-
no, e, depois de algumas ohieivacoes do duque de Bi-
cbmond, foi a proposla approvsda.
Na sessio de 25, depois da spresentacio de um nu-
mero immenso de peliedes, levantou-se o duque de
Wellington, e snnunciou aos nobres pires o naieimen-
(o de urna princesa, propondo, ao mesmo lempo, se-
gundo o eslyloda casi, urna Tiienssgem de congratula*
Vio a S. VI a rainba.
Paisou-ie entio I ordem do da, que era a ugundi I
leitura do bil lobre a importifio dos cereaes.
Oconde do Ripon apresenlou a proposla ; e, depoii-
de umi longa discussio, em que tomirio parte o du-
que de Itichmond, o conde de Filivrilliam, o duque de
Cleveland, o marquez de Londooderry, os lords Stan-
ley,,e Hrougbsm, fiaou o debate adiado, lob proposla
de lord Wilton, para o dia seguinle.
Na sessio de 26, conlinuou o mesmo debate, schso-
do-se ipinhoidos lodoi o usentoi e entradas ; oP
que indicara o inalteravel inleresse inherente iquelli
questio.
0 conde de Wilton encetou o debate adiado, em op-.j
poncio io bil; e depon de orarem disertos lords, uoi
pro, oulros conlrs, propoi o conde de Wicklow o adn-
menlo para o dia 28. Lord Broughsrn e o conde Grey
instarlo pela Conlinuavao do debite no mesmo dia i
mas,depois de urna diicusiio de quasi hora e meia sobra
Por esse leor lenho eu uro, que devr vr era
meu succorro, se nio livera lio aeooo e lio peiioil o
coree!".
Nio he essa a qneitlo....... Como se chama elle ?
Vctor Amab......
Bem........ Vctor Amab........ muil bem........
Suppmihn, que I lio eu (lisia : Pnaan entregar uia car-
la au senhur Vinlor Amab....... Eacreva-a j, e eu Ih a
irei levar.......a Que Ihe eicreveri Vm. ?.......
Essa he boa| ....... Eicreser-lhe-bia, diiendo s
railo provavel, por que aqu eitou....... que he da sus |
honra arrancar-me deate iiifern......... que.......
Nio vaiuua lio ,depreii........ ponha ludo in"
n um papel.......
Para faser o que?
Truho meu plano.......
Mas que f.r.i Vm. desla carta ?.......
Pela memoria drjmeu pai, fallecido merobrn do
inililutodo Egypto, Vm. a peder anqnilar, antes qoe
eu daqui saia...... tnai rsirreva, eu Ibeprjo, aarja umi
carta locante, que poeta tirar ene humen) da sua ">"
seuiibilidade.......
Na verdade, replicou Carlos, na ej" >"> gr,n"
de pcrgi........
E pot-ie a eicrever, o algum minutos depois entre-
gou a Jlo, que de vet em qiundo Hiedisia: Senaibi-
lidade........ transportes.......... Eiitregou-llie( dii*"
mu na, a trguiito carta :
a MEU CIURO AMAB.
v Escrevn-te esta, de um csllaLouco, de um prisl*i
de un oubioulu de dundo !......
Risa infame madama de Cambure me res agarrar pa,-
ra me punir do leu desdom o da minha ventora ( ape-
tar (le qoanlo me tem acontecid.., nstenlo n termo ). ^
rem pnr-nie doudo, ou faier nrer, que eu o rili- ff,
Vl,. Avisa a polica, e a minha familia. Faf
prender essa mnloer....... Ejs. fui arrastrado Jda s-
r
J MUTILADO B




cito incidente, ficou o debita adiado para o referido
di* (28).
Na seiio dente dia, ipreiento'i o conde deDalbou-
lie nm policio assignsdn por 21 direclore do banco
d, Inglaterra, 19 banqueiros,* 217 negociante e mer-
csdores de L mires, alm d'ootres inuilas He diversas
corporac5ns commerciaes, agrenlas induilnaei de a
ra* partea do reino, a lavor do bil lobre a imporlicio
do cereses ; e o duque de Cl'icrand apresentou l urna
' de Kex contra elle. Depoil ite urna renhids discusslo,
rni quefallou faor ultimo contra o bil (eatando a cata
j algum Unto impacienta', por aerem tres horaa e '/ da I
I madrugada), o duque de ttaaiifurl, queiando-ae do Ira-'
j lamento, que o partido proteccionista baila recebido do
I priroeiro ministro, e prngnostiesndo, que cora) aquella
I bil descenso o* 600.000 rendeiros de terral rondlo
de tralulbailorea ou emigraran do eu pail natal ; en-
cerrnu o duque de Wellinitlon o debate, procedemlo-se
| a*i 4 horai e 10 minutoa a votc*o, a qusl deo o resul-
tado, que annuiiciamoi no nono numero de quarta-fei-
ra pessaria, apparecendo 211 aotut a favor do bil, e
16 contra ; a levantou-ie a letilo as 5 boris mena
lim quarto.
Na caa doi commom, em leiiio de 18 de maio, pro-
poi o cbanceller do Kirhequer, que se laie a ordem do
dia para te apresenter o parecer aobre o bil doa direi-
J toid'allanilena. oqul fui recebido, afin de paaaar a
[ tereeire leilura nn dia leguinte
Na .enlode 19, propox Sir R Peel a terceira leilu-
ra do mrimo bil o qual.depois de algumesobservac,oei
deSirR inglii. lord G. Benln.k. Mr Urighi e Mr.
M'l". loi lido. pela terceira vez, e pauou no meio de
eilrondoso applauaoa.
N niesmaeeaio,oppondo io o procurador da corda
(Atlorney-General)a urna propoita de Mr. Chriitie,pa-
ta inatituir-M oro exime geral sobre aa circunstancial
da recente eleitjiode llridpors, diiidio-ie a caa, appa-
recendo igual numero de voto (47) proe contra ; vola-
fio, que o preaidente desempatuu a favor da emenda
diqut'll membro do goterno.
Na leiiio de 20, propoi Mr. Duncombe a segunda
, laitura do bil aobre ai fabricaa de galoea, o qual foi re-
jaitado por una maioria de 83 voloi; paliando depoil
m terceira leilura o billa de annuidades concedidas
| io vst onde llardinge e lord G-ougb.
Na lasiao de 21, leo o presidente umi carta, que Ibe
lora dirigida niquella manilla por Mr. S. O'Brien
(membro irlandez) da prslo da casa do commum, cuja
lubulancia era, a que a comanissao de aelec(io nio li-
aba lido nomeadi cuiil mente neita sessio ; que a or-
dem da cmara, para que elle compareces como mem-
bro de urna certa commisilo. e a sua prii&o por (alta de
cumprimentodeaia ordem, erio aluba inlurmes o ille-
isps ; e que por coi.seguinte tinha elle direito i sua im-
I mediata soltura. Sob propoita de Mr. O'Connell, or-
denou se, que se imprimiste a carta de Mr. S. O'Brien,
I e que fosse distribuida,para ser tomada eiri considerarlo
nu dia seguinte.
Na lessio de 22, propox Mr. O'Connell, quena or-
| dem do dia te dsse precedencia mbre o bil das fabri-
cas a coniideraflo da carta de Mr O'Brien ao presiden-
ta; e tendo lido approiada esti proposta, expoc Mr.
O'Connell os (actos relativos quelle caso, easua in-
I tinelo da piopr urna, ou talve duai reolucdei acerca
[delle. A primeira seria, que se revogaiio i ordem de
27 de ibnl para le pdr Mr,O'Brien em custodia, por
[ ser fundada em infurmacoes incorrectas, dadas impen-
isdamrnte por Mr. Ettcourt, presidente da eommissio
de selecdo.
Depois de lallarem arios oradores, dividio-ie a caa,
lando a propoita de Mr. O'Connell rejeilada pula maio-
ria de 144 voloa.
Mr. O'Connell annuneiou ontlo, que no dia 2S pro-
pona, que Mr. O'llrlen losse allmado da prislo ; mas
retirou logo a aua proposta em enmequencia de urna
observado de Mr. Shaw. do que naquelle diaieriea-
preieotadoo paiecer da cornmissio, em que Mr.O'Brien
tinba recebido ordem deservir, e que elle huvsj annun-
cisdo a sua intencio de prnpr a soltura de Mr. O'liri-
en( logo que se apraientaise iquelle parecer. Elle es-
prala, que nio se proceden i volido sobre aquella
pmpoita ; e lord J. Russell propoi, quetivessea pre-
ferencia na ordem do da 25.
Continuando depoil o debate adiado tobre o bil dat
fabricas, fui este rejailado, em segunda leilura, pela
maioria de 10 votos
Na sessio de 25, annuneiou lord J. Russell, que, em
commitsio sobre os direitoi do attucar, proporia elle
Una redcelo dos direilos sobre todo o assucsr eslran-
geiro, em relado s-taxag propostai pelo governo de
neira seguinte : Nu di mmediatn ao da aventura
da iiflimua, recelo un bilhelinh......in eatal duaa li-
ahaa : a Biulevard pViirrion, asaeit hnre. ... Poder-
< ao lia perduam quein oiiaar vir pedir perd. Que-
rrm, quefru diga, que ealive doudo.... lie verdadr....
eaiive-o. Fui ao lugar apresado,.com o curaca" rheiu
de rernrdaiOea eesperaufas deliciosas......All arliri
uma bella iiuiri-iiiiia, que me fea a igual de a argir, c
paaun por jumo de miai......Faiia di* ciar..... a-
lem de que, eu peusata ni trr mrdu......auu 14 ce-
tiiiivnd......segui-s.......fet-tue aubir a ra Sl.-An-
toine, lumuii a rua de Cli.ironne. o abr una porta
diieila, au laJ da casa ile dud....... Entrci aft'uu-
lamente......crio aele liuraa..... Clieguei a una ca-
linha, subi ao primeiro andar..... Eiperavao-nie om
a imlia na rniMiiliii e un aliuc, que di-via ser delica-
4d..... Aa riplinac,o>s doviJ aer feilaa meaa.....t>l-
deri.....Cmo n......Ia depoia, rahi aubroum ranap
u'iinia lelliargia, que duruii nao sei quanln trni|i.....
Quondo Ji'jj." ri.i era iiule..... eslava aVuina aaU
terrea, amarrado urna tama du ferr..... A' incu la-
do eatuvaa veueravel hgura de mu Imnrado medico...
DisaerSe-tEfi. ^as sk eststSaaAo, e que, cn> il
me Su iralar...... Iniui.edialaiurnle iiianpriu-me de
agua jetada, derl.i-iiie fri<-\uea de eacuva deeaparlo,
e desde fni*e Ss:rgfR-nie, au menor grito, que sul-
ti>, r.....Maa para que he rilaiar-to Indaa ealas parli-
a culaiidariea?,,,. Ealarei eu aiuda na nieama casa, que
cnirei? Aiiiin o cieiu..... Cumo quer que srj, rneu
cliarn auiigu, aerve-lo deali-a aignaea para nrar-mr
das miui deaaa intanie crealura. Cunfi na loa aini-
tarfc ; lu labra, que le aun lidadt- guaidrl u leu argredu a reapeito d quadro,
que fui h'uje a tua gluiia...... Miiilia taniilia tu lie a-
gruderida pela alTi'ifu.t que metera; e aera alna,
lafiaud te devef a nunlia aullaban, e entre t-aica rura-
f,V< une le hJaa de lunar, lia talve un, cuja teriiM
VTmiiomI digno premio da tua dtvt-ca ; purqn.rfEI b....lw do .cu indigno oun.p..ri.u.t..io con. u..,...
to, nlo neengao, tu bu de lar adiviubado, que Ju-|rada familia.... JV. leude?.....L,,l< Mv>
S. M. B. lobre'o macar eitrangeiro de trabalbo livra ;
e que.se a caa annuisse a etia rosolur;io. proporia ou-
tra tendente a abolir lodos os direitoi diflerenciaes so-
bre o'aaiuear rstrangeiro.
Sir R. Peal levantou-ie depois e d'ise, que, em con-
sequencia do felii luccesso daquelle dia, propunba lom
previo annuncio, qua.ie endererjaise a*. M. a rainh
ama mrnsagern de congratularn pelu augmento, que
aeabava de receber a aua lelieidlde domestica com o
naicimento deoutra princea. Lord J. Rutsell apoiou
a propoita, que fui unnimemente approvada.
Mr. Shfl propoi enlloque W. S. O'Brien, Eiq.,
que ae achava aob a guarda do Sergeant-at-Armada ca-
sa, fosie alliviadoda priiio, pagando-Ihe o emolumeo-
tos. Como a autoridad da caa linba aido auffkienle-
mentddesaggravads eom a prislo de Mr. O'Brien por
atpacoda 25 diaa, e como as fuoccea da eommiislo,
em que aquellaoavelleiro tinha tido ordem de servir, ja
eslevao terminadas, elle eaperava, que esta propusla,
lor mulada segundo os estvloi di casa, recebara a sua
unnime appmvacao.
Depoia de algumaa observacSe de Mr. Henley, pre-
sidente da comminlo, pira que Mr. O'Brien havia sido
nomeado, de Mr. Bullir, de Sir B. Peel, loi a pro
posta approvada man conlradiemi$; dentro em pou-
cos minutoi entrou Mr O'Brien ni can, e oceupou o
leu aaienlo com melanclico nlrncio.
Nai leudes de 26 e 28 nada occorreo digno de no-
ticia.
Na de 29, sobro a importante queito do Oregon,
disae Mr. Hume, que conslava ao publico pelas gaielas,
que o prndenle dos Estados Unidos fra autornado
pelo congresso americano para noticiar 1 Inglaterra,
que os regulamtnlos ora existentes aobre a oceupuio
cdnjuncta do territorio Qn-gon cessariio no fim de um
anno ; que elle desijava saber do rnuilo honrado barl-
ete, que se teba a testa do governo, se o presidente
americano tinha feito ao pan aviso da indicada cessetao
da convenci relativa aquello territorio?
Sir R. Peel respondeo, qua era verdade havero pre-
sidente americano dado a Inglaterra noticia, de que a
casiacio da couvencio exiitonte teria lut;ar no fim do
anno; que, todava, neisa noticia tinlia elle adoptado os
terrnpi, em que ltimamente assentario ambas as casal
da legislatura dos Estados-Unidos ; a saber, quu a no-
ticia seria dada no intuito de indu/.ir a uma arnigavel
composicio de lodaa ai diisideociai e disputas acerca da-
quelle territorio.
A can convertida em commissao de meios pusou
entio a occupir-ie com o budget.
Londres
baha, 13 de jci.no de 1846.
Cambio).
.....26 3/* por 1,000
llaml.urgo .
Liaboa
Oncos heipanhlas.
meticanas
Muedisdi. (i.iOO
Ditas de 4.000
Prata .
365 o franco.
680 o marco.
120 p. /o de prmio.
32.000 a 32.600
31,500 a 32.000
17.600 a 18.400
9 800
105 e tOftporcenlo.
(( orrri'o Mercantil.)
lmele de peito, &c. : terca-reir, 21 do crrante, ai
10 Muras da manhla no escriploV' dos Sn. Matheu
Auilin & Cnmnanlna, rua da AUanden-Velh".
i
COMMErtCIO.
Alfandega.
Rbudiurnto do di a 17................'2:44dj8lG
Deicarrego hoj 18.
BrigueShanmut (arinlia.
I'olaca /.eonide vinbos.
Brigueliubim mercadoriai.
BarcaPnicilla dem.
I'olacaIi'jun ladnlhoi de marmore.
Consulado.
Renuihknto uo du 17.
.11 n v i ni <> nlo do Por lo.
Navio entrado no dia 17.
Bio-de-Janeiro pela B.liia; 16 diai, e do ultimo*,
t paquete ingle fr/iriii.commandante dnente Hen-
rick.Seguo para Falmuth, eeonduz o Eim. Sr.
Paula Barbota da Silva, ministro plenipotenciario.
quevai paraRussia, e oais paasageiros, quo leguen
para inglaierra.
Declarares.
A reuniio de anemlila goral da ass ciaca
commercial deila praca para elei(Ao da nova directo
ria de conformidade com o cap. 3." do 5. doneus
estatuios tera lugar no dia ,1." de agosto prjimo ,
na sala da inclina associaclo, ao meio-dia em ponto.
Jos Jerunymo Montura,
Secretario.
Seri fechada ai 11 borai do dia legunda-feira ,
O do corrente no consulado brilannico a mala psra
Inglaterra para o paquete ingle' Express.
aa= O quarto lialah lo dearlilharia a p de primei-
ra liaba precita ser fornecido dos gneros aeguintes :
larinba, fi-ijan, carne terca, toucinbo, bacalblo, u ar-
rox : as penosa, que rativerem no caso de o laxer di-
rijio-ieao quartel do Hospicio dat 9 hnrai ao meio-
dia do dia 20 do corrente.
Joaqun Candido Petsoade Seixai ,
Segundo lenle agenle.
Theatro publico.
PARA DOMINGO, 19 DO CBRENTE,
DIA IalMEUUTO AO DO ANNIVEHSARIO DA ACCLAaUCAd
IIK S. M. I. E C,
loi transferida, fim de pod.T ser mais bem deiempe-
nbada, a repreienLcio do rovo drama, intitulado
OCO.NCELIIODASIURIAS,
ornado eom edros de mutici propria apparecendo ,
em uma bnlhante trantformrcio da espbera, o retrato
de S. M. I., cantando-seo kyinnn nacional.
Seguir-se-ba a representarlo da mu i sublime prca
A EMiKITADA,
nuito apropriada i lorias da.companhia, que espera
desenipenba-la.
O euipreiario acaba de receber de Lisboa 25 pecas
dramticas com as mesmas propondr da peca A
Engullida entro ellas o EtpiOo de Vneta, a
maia luida que lem apparecido nesle ibealio, e as quaes
a actual cuii.pin,bia vai cflictivamenle representar.
O especial ulo principiar! as horas do milume.
(leral..........
Provincial.........
Diversas provincias.
668^801
232j92J
I29S4
9l4a647
RIO-DE JANE1B0.
CAMBIOS DO DI I 30 DE J l MI"
Precos da ultima hora da praca
Londres
Parii .....
Ilamburgo ....
i lu em barra .
Dobrdes liespanhei .
da patria. .
Pesos hespanbes .
Moedat de 6,400, velhas
i) novas
de 4,000 .
Prata......
Cobre em mneda .
Apolicei de 6 por cento.
Provinciiei ...
26 3/4
348 a 350
650
160
31.600 a 31,700
31,500 a 31.400
2.000 a 2,100
17.000
16000
9 500
102 a 103
18 2 0/0
76 1/2
74
[O Mercantil.)
ha nao lie iiiaeuai.vel ao euiur, que I lu inspirou a lu
obra prima.
Anmb, a..... lie so cun a amitade, que nm leus, que
a ni iiuit... be lanibeiii cum o amor pr certa pajsMua,
etc. cto a
Julo pi'goii na carta, o a loo em alia vof, e tosn irnni-
r ; elle a.bia, que maia alguna mividoa enutavA ;
inlerr.iinpia a leilura cun aignaea de eppruvaflu.
tem......o|iliniaiueiile....... dula elle lie lat !......
EnA omiso eu quero !......o meio be encllenle !.......
perfeilo h perfeiliaiimo. a
; Que vai o lenhor faier eom eita carta ?
Ora, 0119a c| diase Joio, dando a caria I Carina,
raoiocineinoa.....Aqu rali uma caria, que Vtu. acaba
do eaereur cumii liuineni de juizu ?.....
_ Creioeu, diae Carlos.
Nao he, por tanto, a carta de um doudo?
Mai oulra omisa, que iiin arja ialn, pelo modo.....
lato lie, o contrario.....eaactanienlc o contrario...
u veras ?
Sir, por corlo..... Vru. bom v, diase Julo com
rea do importancia, que eu quu saber o quo Vm. polle-
ra faier, calando em acu juiso, para dalii concluir, por
1 ppo.icao, u quo Vm. deteria laier, rilando dolido.....
Purtant, cniprelienda-me bem : Vm. ci.mecrt "a
caria por eatal palavraa : Meo cliaro Amab.... E-
nreva-lbe pelo contrario : Infam Virtor.... C.111I11..1
Vm. : Eacrevu-lo de um callabonco.'elo. polilla, pe-
lo contrario : Nu deliciuiu reliro, aqueVm. mu -
raatrou.paia ta.er-ine perder a raalo peloa 1 raaerea
us niaia enit-riagadure.....
Qued.abo quer Vm., que iaso prove? pergunlou
Carina.
_ Espere.....eiperc......disse Joio, batendo na tea-
,emoquein procura urna ideia. E depoia eiclsinou
eicpenie : Earreva.... eicreva, j aei cu..... lia de aer...
Soiibo do acu indigno cuniporUmento toiu uma I1011-
AviSUS lll.'tf llllljc i.s.
Para a Babia sai a sumaca 6. -Benedicto, de lole
de 48 toneladas; lem parte de sua carga proo.pta: quem
quizer carregar ou ir de passagem, dinja-sea bordo da
mesina, ou na rua do Vigario, n. S,
Frela-se, para qualquer pollo do Norte ou Sul,
uma barcaca, ile lote de 2 canas; e Uoiliem se vende :
a tratar na mesina, ancorada delionie do caes de Jm
llamos ou na rua das Trmcheirai sobrado n. 19.
Vende-se o I rigue-escuna hella-Viraima, for-
rado e pregado de cobre, ebegado ltimamente du
lo- Grande do-Sul anrorado em frente do caes do
Coll'gi.i : a listar na roa da Scnialla-Velha o. 134,
com Joio Francisco da Crui.
A suri.sea nacional Segunda-Andorinha da
qual lie metlre e consignatario Patricio Ciuilhermo do
Carmo, recebe carga para o rio de S.-Francisco e Ma-
celo e pretende sabir al 27 do corrente.
Leilao.
= O correlor Oliveira farl leillo do varias fazendas
da loja do fallido Joaquim (onjalvet Cselo, srreslsdas
pelos credores d'esle e assim maia de 2 armen, e de I
diaaejoi auapeiidcndo o aeu ilielj.lo.....(jue tilo de
iliicr Ol! co rapai cala 1...... a
Sej.i I dia.e Carlos ; na verdado a cusa be inleira-
imiilc.ii' mu dundo I ....
Ura, nni.l.i bem .....disse Julo cum ares do salii-
fi'ilu ; anlici o meio..... rntinue%,.,. continu..... Vm.
esta salv !.... Com ialn "ll.,iu,,,-l!ir, que Vi, ba du sa-
Lir daqui antea de aiiianbecer o dia.....
Kulau dicte.....
Sun, aim, replicn .lujo, como quem fallara en-
tro ai, encantado da aua ideia.....aim...... lio precia..
quebrar oa vidma.... qiiamo raais, inelhor..... escre-
va...... a Viti..nliti. <;... cobarde seductor ; dc.lionruii a domella caudid.i
e pura, que conava na sua honre....
Corloa licsitou vicrevor, mas Julo prusrguio s gar-
galhada..
Ab islo prmliii pnr oerlo raleilo.....eslava dun-
do I dirO......Ol I nlo ha llovida, he verdade.....liulia
i.erdido a raaio.... leeuaa aua iiinaa.... Pobre ,i,.,;i c. -
do 1.....Enllo earreva, c.cre.va.,,. Ella liidu meoon-
Poli.... reslitua-iue a liberd.ide,.., e se Vm. nlo fr
. um nntaarde, no :su :.-.cg'.:c lavsrci a aifruia, ijue
ni" fes.
Carloa havia eicripto iwachinalmento ; mas posa mi
ubre o papel, e ili.se a J..a :
E que pretende o si4ilior fater desta Carla ?
Pela oabeya d meo virtuoso pai, fallecido membru
do mamut du Egypio, que a mandare a M. Amab......
Maa elle eula lomar me-lia por Uffi doudo.....
Poiasim!.... di-lo-ba.....
E depms?
Depoia ? irl Vm. contando, que viajou ao mundo
da la.....
E depois.
Depoil.....disso Julo, sccenluando as palavraa, a-
fim de aa faier calur cum lodo o peso lina uusidua de
Garlos, au algum da acontecer, que Vm. refira ceria a-
vantura, quo alludo na loa primeira carta; ninguem
Avisos (Jivcrso.s.f
." ""-------------------------------
Precisadle de um forneiro, que enlenda bem do
seu ofTirio, para lomar ronls do trahallio de uma pedi-
ra; aquella, que se achar mitascircumilaneias,falla aa
rua lirga do Roiario. n. 48.
Dio-te 300.000 rs. a premio de um e meio por
cento 10 maa sobre penbores do ouro ou prala 011
firmase contento; quem precisar, annuncie nica-
mente por este Diario.
- Antonio dos Santos Ferreira mndou a sua reii-
dencia, da rua da Palma para a rua larga do Rozario,
0. 40, segundo indar.
- Agoilinho Fernandea Catando d Vasconcellol ,
primeiro piloto pela academia imperial dos guardas ma-
rinhas, pr plicando os rundimentos Ibeoriena necessariol ao deaeo-
volvimenlo da meima arte, quellei, que le quixerern
ul.jeitir aos examos, a fim de obteiem a competente car-
ta ; quem se qui/er utilisir de seu prestio, dirijs-so
a rua Imperial, n. 39.1
O Sr. Antonio de llollanda Cavalcanti queira
annunciar sua morada, ou dirija -ao ao Aterro-da-
Boa-Vista, n. 26, loja de licores a negocio de sea
inteiesse.
Alugs-se urna preta, que eozinhe loffrivelmento
o diario de uma casa ou alguma pessoa lorra que
e queira luhjeitir 10 mesmo lervico que be para
casa de bnmem aolteiro ; 00 Aterro da-lioa-Visla ,
n. 20. segundo andar.
Precisa-se de um rapas que enlenda de loja
defaiendaa, para csixeiro no Rio-Grande-do-Norte ,
tendo de idade !6annos puuco mais ou menos; na
rua do Cabug n. 16.
Precisa-se so alugar um preta forra, ou captiva ,
que faca o servico interno de uma casa de pequea fa-
milia ; quem esliver neitss circumstinciai, snoun-
cie.
Joiquim Antonio Cirneiro subdito porluuu'i,
retia se para Portugal, a tratar He sua saude, deuan-
do encarregado de pagar 0 receber todas as dividas da
sua loja ao Sr. Jlo Antonio Pinheiro.
Aluga-se a casa terrea da rua da
Florentina n. 11 : quem a pretender,
dirija-.se a rua do Trapiche, n. 19 a
fallar com Domingos Severianno Goncal-
ves Ferreira.
Quem precisar de um rapar para caiieiro de en-
genbo ou oulro qualquer arranjo fra da prar;a, an-
nuncie.
Marlame Jenny Granger relira-se
desla provincia.
Em reipoita ao annuncio deste Diario n. 149 ,
em que se diz, que ninguem faca negocio com Terluli-
anna Mana da Conceiclo viuva do finido Jos Fran-
ci.ro Peroira, sobre os.bens que lictrao por fallec
ment de leu marido, lem se a dizer, que esse innun-
cio be infundado, e s lem por fim incommodar a viu-
va e prevenir ao publico que, com tanta rasio, f-
cilmente se recaa de qualquer increpado de fraude e
rna f. Entretanto, aaiba o publico que a primeira
mulher de PererTa morreo com testamento e, nio
tendo herdeiros ascendentes e delcrndentei o dei-
mu herdeiro de sua meiacio : ah esto no cartorio dol
foilys o inventario e lesiamenlo. Pereira ni lendo
lambern herdeiroa ascendentes ou descendentes, fez tes-
tamento e deiiou I sua mulher Terlulianna Mara da
Conceiclo a sua meiscao : abi eatfto no cartorio dos fei-
to* o testamento e inventario. Nenhuma demanda con-
tra a validada dol testamentos appsrece; porque,
em verdade seria iiso loucuia. Agora veja o publico,
se lio infundados esses annuncios e que fim teem el-
lei. Cum esta declaradlo respoitde-sea essas impoitu-
ras.
= Alu;ao-ie as segui riles casas: o sobndo de um
andar rom solio,quntale carimba, na ruado Sebo, n. 50,
pin 300 000 i- .o n ii ni'.;. i doiis lerreims andares dos lo-
bradoi ns. 4 e 6 du Alerro-da-Uoa-Vista; o segundo
andar do sobrado ta rua do Rorario, n. 20 ; ama casa
terrea com quinta!, carimba, ecorr.modos para grande
familia, na rua do Seve, n. 3 ; uma dita na rua da
matriz da Boa-Vista, n. 35, por 10,000 re. meniiei;
e oulra dita oa rua do Sebo, n. 62, por 8,000 rs. men-
saei. Quem aa prri< nder, dinja-se ao escriptorio da
F. A. de Oliveira & Filho na rua da Aurora, o. 26.
ao defender enm gnloi e dencgacAee, maa aim duendo
cm ar de oompaixaWZ < Esse pobre rapasesleve doudo,..
e a melliur pruva disto he, que elle supput cousaa est-
pidas, como pr exempio, que sua irmla, que he a pro-
pria virludo, ae deixju aeduair por VicL.r Amab....
Abi Ouiueoo a coniprelieuder, disse Carina......
airo.,., ura... o ardil he bom.,.. Com fileno, l um doa-
lo pode i'ifn ver m'melli.i ulea iivuaaa, e so em algum
lempo, como du Vm,, eu entilar aa aventuras, um pon-
en livres de madama li Cimbure, dir nllauluilo enge-
nllmente Kaae muco eaievo doudo I.... liuaginua,
I un havia i,I a um lugar apratnd por mini a outrem, o
Iii<- abi eu putera na frmile do discpulo a enra deali-
n.iila ao me.lrc.... Vm. lem raaio.... iato poder fa-
ier acreditar a (odu o mundo, que eu ealive duudo;.....
maa a miau pi vur-me-hia, que eu fui umi cubarde. Van.
nio teii a caria...,
E tumon-n para raiga la; mal no mearon inatante, 4
un aignal do Joa, u miid aallou aobre Carloa, e dei-
oii-o pare Irs, antea quo elle liouve.au pegado na
arla. A lucia fui lerrivel, e, apelar da forja de Lula o
di fraquea, em qu Carloa devia ealar, e,n conaequeo-
eia da >evera dieta, eleve eale por modas vetea a pon-
i do cacapar-lhe ; maa Julo acudi a o mudo, can.bus
ae diapunlia a amarrar o desgranado acama, qiiand
l.eun.i appareceo de lpenle, duendo :
Deixeoienlicr, a caria au cata aasignada.
E nunca a assignarei!
Ha de aaeigna-la j.....Dc.io-uoi aua por um mo-
mento, ev buacar a carruageiu, Juio..,,LuU pode a-
companha-lo.
ienbora, dine Joio, tenha cuidado.....
VI e vulto dcprena. Nao proinelteo .vosifi a Cita
acnbor, que esta nieama imute sabiria delta caa ?.....
Julo iciiriiu-se caliipcfaclo, duendo :
Quu mull, r
U mudo acosupaultiiu-u,
(Cn
-
xttxaM


M
Quem deiioa nt leja da Gsrni'r lelojoeiro,
nm chapeo de sol pode procurar, que, dando os sig-
naes Iheier entregue.
Quem annuncfcu, no Diario di Pernambueo de
17 do emrenle preiiar de urna preta para o semen
interno de uma caa dirjate a ra do Boiario da
Boa-Viste n. 32 ; onde % muito fiel e boacompra-
deira.
O Sr. Claulino Jost4 Pereira Pacheco queira ir
buscar urna caria, vinda do Porto por Lisboa no Po-
to, defronle da groja, n. 2.
= O abaiso aasignado nio Ihe aendo ponivel ir
peisoalwente agradecer a todos oa leusamigoi e mai>
pestnas que o lorio consolar na prisio e a mullos
O liona ser vicos que Ihe preciarlo, o faz, eoin toda
a elluio da sus alma, pelo prsenle, que firma com
aioctra gratidio. Paulo Joi Pertira Simn.
- Quem precinr de JOO.000 ri ero Luboe, dan-
do-oi us aqu aoouncie.
c= Precua-ie elugar urna preta captiva para vender
verduras; no Corredor-do-Biapo indo para Sol-
dada, primeiro porlio a esquerde.
= Precria-se alugar urna escravs que niba en-
gommar eniahoar e faier o mais servico de urna casa
de pequea familia; oa ra da Allandega-Velha ,
d. 5.
Heseja-ie fallar a Senbora viuva de Victorino
lgnario da Silieira botioario que foi neata cidade e
que falleceo oni 1838 : queira nnuociar a aua morada,
ou dirija se a ra da Cruz n. 7. aegundo andar.
Dse ja ae fallar ao Sr. Jo< Antonio de Amorim
do Valle Porto, ou, ao menos, aabero lugar da sua re-
sidencia : na ra da Crui. n 7, aegundu andar.
Na paitara delronte da forca d-ie pi de ven-
dagem a quilquerpreto ou preta, ficando seus senbo-
rei de fiadores: paga-se bem.
Deseja-se fallar ao Sr. doutor Julio Cezar Aodre-
ni, para negocio de importancia: por no, queira an-
nunciar por este Diario a aua morada.
Aluga-se um sitio oa Panagem-da-Magdalena,
com boa casa de vivenda bailante terreno para plan-
tactVa olaria e barro junto a mesma pira o fabri-
co de lijlo, alm de urna grande baila para capim ,
mullas ervores de fructo como lejio : larangeirai ,
coqueirol, mangueiras romeiraa aqueiraa, liguei-
rai, &c : a tratar na ra larga do Roiario, luja de
miudeni, o. 20.
- Precia-ie de um caiieiro de 12 a 16 anoos ;
pa ra da Senzalle-Nova refinado n. 4.
ss Aluga-seuma boa caa, com grande quinta
plantado com o maior aneio cacimba com boa agoa
de beber, a melbor, que se tein visto com perreiras,
ligenos romeirai, e muito mais arvores de duelo ja
dando, no principio da estrada dos Afilelo! junto ao
lio de D. Laurianna ao p do Manguind ; ootia
caa tei rea com lotio corrido, muito lieica por ler
4 janellai envidrecaJai, lita no becco do Serigado ; a
tratar na ra da Cadeia do Recife n. 25.
Compras.
= Compra-ie um lino que tenha das arrobas ,
pouro minou menoi ja usado ; oa tua do Range
D. 50.
Co*prio-ie2 pretoi mocos; na ra do Colle-
gio, n. l9.
Compra se um cordio de ourode iei, tem leitio,
e que nio etceda de 20 oitiva ; na ra da Florentina,
n. 34.
== Comprio-se 600 oitava de prata fina ; na ra
do Queimado luja de miudeaa n. 16.
Vendas.
PANNO-COURO a 1800 n.
Vendem-se cortei para calcas com 3 '/ eovadoi da
faienda appellidadapanno-couro a 1800 rs.: esta
superior faienda torna-se recomrnendavel pela sua qu
lidade e durarlo e porser denadrdesmuito escuros; ru-
arte de ara de largura, a 280 rs. o covado; algodio
Irancadu aiul e mesclado muito encorpado a 240
rs. o cmdo ; superiores casimiras elsticas s 1000
rs. o mudo ; superiores brins troncados, de puro II-
nho, finse de luirs a 1200 rs. a vira; pecas de
bretanha .le rolo a 1600 rs. ; cortei de casimira da
lia a H'lO rs. ; cortes de domesticas muito encor-
pada, a 1300 ri. ; pec,as de hretanba de linbo puro,
fina, com 5 varal e tanto a 2800 e 4000 rs. ; pe$as
de cana para babadoi a 5000 rs. ; chitas, a 120, 140
e 150 fi o covado medepoloes finoi a 4000, 4500,
4800 5000e5'2O0ra ; ditos muito finos, de superior
qualidade a 6600 n. ; pecas de dulas a 4500. 5000.
5500 e 6000 ra.; cortei de chita com 10 coveos a
1600. 1800 e 2000 n.; eoulras nuiles fa/enda: na
ra do Collegio lujan. 1.
Vende-ie urna preta de nar;So Baca de 50 e'n-
nos, pouco mais ou menos, de bonita figura muito
diligente boa qumiandeira e que corintia odiariode
urna casa ; na tua do Queimado n. 32, primeiro an-
dar.
= Vende-se superior larioha da trra, a 3200 rs. o
slqueire da medida oova ; um teroo de peoi de ferro,
de urna arroba at urna quarta ; um dito de pao ; lu-
do ja servido ; um braco do batanea com iuii conchai;
um jogo de pistolas fulminantes que rervem pars via-
gem ; urna espingsrda fulminante de caca ; um bo
nete com galio de euro que serve para official ; ludo
muito barato: na ra do Caldeireiro n. 80.
Vende, se arle potica ; 2 volumes do Panora-
ma de 1844 : oa ra da Cadeia-Velba, loja da viuva
Car doro A y re.
Venda se por 900j rs, urna cass terrea sin
di oova e que rende e'000 rs. mensaen e be ritua
da no liairro da Hoa- Vista : oa ra da S. Croz, n. 38.
Vendem-se 2 bsneos de amarello com asiento de
palliinba envernizadot ds piste', um com 15 pal-
mos de comprmanlo a o oulro com 10 : na rus da
Praia, armarem n. 54.
Vendem-se corles de
casimiras, muito superiores,
a 5^000 ris : na ra da Ca-
deia do Recife n. 35, loja de
Vicente Cardoso Ayrcs &C.
Continuao-se a vender lin-
dissimos cortes de cassa com
lis tras de seda c de barege ;
assim como se achao recente-
mente cliegados.os mus ricos
chales de seda, que teem ap*
parecido oeste mercado : na
ra >ova, loja n. I'2.
Vende-se urna poicio de cevadioha ; queijm ; fa
rinba de trigo a 100 rs. a libra ; anuear refiaado ,
a 100 rs.; vinhndo Porto, engarrafado; milho alpis-
pamco ; ludo muito bom : na ra da Hurtas, n.
52 esquina, que voltd pars S. Tberezi* defronle do
Sr. Caelsoo, pintor.
Alerta !
Ns ros estreita do Rorario n. 43, deposito de as-
sucsr vende-se superior cha hyisson por menoi pre-
c,o do que em oulra qualquer parte.
Yende-ie um terreno sito no Corredor-do-Bis-
po com 140 palmos de Irente e 600 de fundo, mu-
rado na frente eoberto de arvoredoi com dun ca-
cimbas de muito boa agos de beber, e com alicercei
para urna grande casa ; ludo por preco rssoavel : na
ra Urgido Rorario luja, de miudezss n. 35 se
ira.
No Aterro-da-Bna-Vista n. 1 den-onte do
chafariz primeiro andar casa de modas franceras ,
dM. A. Millochau.vendem-se chspeos de senbora ,
deseds crep, e palba de arroz, da ultima moda, por
preco muito em cunta.
Vendem-se meias barricas com fa-
rinha marca Gallego, chegadas ltima-
mente da America, e de superior q dade em retaiho e em porcSes, por
preco commodo : na ra do Vigario.
i), ii.
Vendem-se taimas de pi-
nlio a 40 ris o p; atraz do
thcatro vclho.
* >
Vendem-se os muilo superiores e S?
4 mais modernos borzeguins gaspea- >
: dos francezes, para homem, ditos S
4 para senbora, sapatos de cordovSo ?>,.
| e duraque de Lisboa, para dila, a
8oo, e 900 rus o para ; dilos de +
(* menina, de lustro, a 800 rs ', ditos _fc|
* de lustro para bomem, n. a5, nG
9 e. 37,' a 2*700 ris ; sapaloes de
ib lustro para dito; ditos de bezerrt) J
ii francez, para dito; botins de L.is- s boa a a'SGo ; um sortimento com- '
4 pleto de calcados inglezes para o >
JJ invern, e outras moitas qualida- J
4 des recentemente chegadas, e por a>
precos commodos : na ra da Cadeia J
5 do Recife, n. 35. {
m %
Pelle do diabo, a
l#44<0rs.
Na loja da esquina da ra do Collegio com frente
para o arco de b. Antonio vendem-se corles para ral-
cas da fazenda appellidadapelle do diabo, com 3
1 ovados e meio cada um a qualro patacas e meta:
ella fai- niJa be lecida s algodio e lia sua groliura
esrede a da lona as luai cores e padrSes liiihsio
com ai mais modernas casimiras francezai ; lio bstan-
le escuras, e por isso minio proprias para o uso de pe-
ion empregadas em aimaiens, e oulroi Iraficosdo com-
mercio, e bom assim para montar a ravallo: 01 compra-
dores, que prelenderem ver os tubrediloi corles, pode 11
mandar pedir as amostras, que promplamente le Ibes
daraO. 10b o competente penhor.
= Vendem-ie mcendas de ferro para engenboi de
assucar, para vapor agoa e beitai de diversos tama-
nbos por preco commodo ; e igualmente taitas de
ferro coado e batido de todos os tamanhos : ua pra-
ga do Corno Sanio n. 11, em casa de Me. Cal moni &
Compaobia ou na ra de Apollo armazam, d. 6.
= Veodeiii-se 200 barricas vasias promptai pira
tocar aisucar ; na ra larga do Rozario o. 18.
= Vendem-se 2 bonitos eicravos, de 22 annoi ,
proprioi para lodo o servico e de conduela afiancavel ;
una parda, de 20 annoi ; urna preta mata de todo o
ervico: na ra larga do Rosario, n. 24,'primeiro
andar.
Vende-ie urna prela de 18 annoi, recolbida ,
coie, engorumi e corinba; duas psrdai. urna das qures
tem 18annos, de bonita figura com bons principios
de babTIidsdei para urna mucama ; urna escrava de
35 annoi, por 300 000 ra., oplima para lodo o ser
vico e vender na ra ; 3 escravos, bons para o tra-
balbo de campo : na rus do Crespo, o. 10, primeiro
andar.
Vendem-se 90 palmos de terreno ,
j com alicerces parantes propriedades ,
sendo 3o na ra Imperial e 60 na ra
Augusta ludo por pte?o commodo ; na
ra da Cadeia de S. Antonio, n. 14.
Vende-se um relogio de cima de
mesa, boro regulador, e-por preco com-
modo : na ra da Cruz, armazem n 48-
Vende-se sag de boa qualidude ,
Para cima : na ra da Cruz, armazem
n. 48.
Vende-seum pianoforte, de bell-
simas vozes, dos afamados fabricantes
Collard& Collard, em Londres : na ra
da Cruz, n 4^-
Vende-se urna flauta de bano, guarnjeida de
prata com 6 chives; urna estante com mola para
graduar a altura, para 2 peiioas; urna dita pira urna
peisoa ; urna grande e variada oollecelo de msica dos
compositores mais celebres pira urna e dufs flautas ,
e para 11 iula com aoompanhamento de piano: oa roa
da Senulla-Velha, n. 110, primeiro aodar.
Vendem-se 3 pretus e duas pretss senda um
doi preloi velho, proprio pira algum sitio e dous
de meia idade, e que ganbio na ra ; as pretsi lio
de 20 e tantos annos cosem e engommio na ra da
Cadeia do Recife a tratar com Jos Oiss da Silva.
Balceroiras, o cova-
do a 320 rs.
Na loja da eiquina da ra do Collegio, com frente
para o ar:ode S. Antonio veodem-se baWmirss de
lia para vestido do senbora. A sobredita fazenda be
manufacturada de lia e estampada com ricos dese-
nlio os mais modernos que os abridores de Londres
"presentarn neste anno aos seus fregueses. Finalmen-
te um labyrinlo escuro e bem disposlo torna a re-
tenda fazenda assas recommendavel para que as Si-
nhoras faco uso della em vestidos, na presente esta-
cio : dio-se amostras a quem as pedir psra mais Ve-
racidade duannuncio.
= rv>rdem-ie tijolni de mVmore pelo commodo
preca de 200 ri. cada um ; atrs do tbeatro armazem
de serrar madeiras, do Sr. Joaquim Lopes de Almeida.
= D. Anna Joaquina Lini Wanderley, viuva de
Joio lifl|itista Correia Nones, tendo sido autorisadi
por seus credores, vende o leu sobrado da doui andaret
e solio, uto no principio de Aterro doi-Alogados .
muito bem construido e bem eonbecido por lodos;
a tratar com a dita viuva no mesmo lugar n. 47.
Na ra do Aterro da-Boa-Vista ,
n. 6 primeiro andar vende-se um es-
pelho grande, de parede duas marque-
zas urna duzia de cadenas com assento
de palbinba duas mesas grandes tudo
por preco muito em conta.
Vendem-se 6 ercravos, sendo : 3 pretss, bem
mocas a com habilidades ; um preto do servido de cam-
po ; 2 ditos canoeiros, e 1 delles por 220# rs. : no pa-
leo da inalrit, sobrado n. 4.
t endo-se um ptimo carrinho de duas rodas,
por preco commodo;na ra do Aragin,cocbeira,n. 17
Veode se vinagre tinto, s 45.000 rs. a pipa di-,
lo braoco, a 35,000 rs. dita : na ra Imperial, o. 7.
Casa da F,
na ra estreita do Kozario, n. 6.
No estabelecimenlo da casa cima acbio-se a venda
as ioleressanles cautelas da lotera de N. S do Livra-
mento cujas rodas lersd o leu iolallivel aodamruiu uu
da 28 do crrente mer, ou antei, se se veoderem os
liilnetes. Os pregoi das cautelas sio os do costume, de-
cimu a 1000 rs. e vigsimos a 500 rs.
Ven ro sortirrento de 1 a Ib' em libra oa ra da Seo-
/.alla-Vellia. n. 110
-- Vende-se farinha de trigo
de SSSF, da morca verdadeir,
chamada Hamo, em pequeas e
grandes porcoes, vontade dos
compradores: na ra da Cadeia
do ecife, n. 29, ou no caes da
alfandega, a fallar com Joaquim
da Silva Lopes.
Itl.TliOZ, A lliOOORs.
Na loja da esquina da rus do Collegio com Irente
para o arco de S. Antonio vende-se retroz do Porto ,
prelo, azul ferrete e sOrlido a 1 la rs. a libra ; a pa-
pel branco aparado a 2800 rs. a resma.
Vende-se, na ra da Cruz, n.
'tg 6o, e na ra da Cadeia, armazem
de Fernando Jos Braguez cera
em velas, chegada ltimamente do
"r;
ll. I
Rio de Janeiro, d'uma das me-
Ibores fabricas, e he ptimo sorti-
mento, por ser de meia libra at
16 em libra e em caixas peque-
por preco mais barato do
em
as, e
M que em outia qualquer parte.
= Vende-se sola, couros de cabra, ditos ja aurra-
dos cera de carnauba babuizinbos de tartaruga ,
proprios para senhoras guardaren) ouro : oa ra da
C.... pn D-.r.. oa
*M *>W (WVHO, ... Al.
= Vende-se superior vinbo branco da Madeira, em
quar(olasde3 a i em pipa; superior champagne,
em gigof de 12 garrafas, chegado recentemente de
Franca; tudo por preco commodo : na ra do Viga-
rio n. 4 armazem de Rolhe & Bidoulac.
= Veode-se um moleque de naci da bonita fi-
gura official de alfaiate sem vicias nem achaques;
oa ra da Concordia, passsndoa ponleiioba a direi-
ta, segunda casa.
Vende-sesrroi brsnco pilado, por prego com-
modo; as Cmcn-I'oolaa, o. 32.
Na la da Cruz o. 26, venda de Luis Jos oa
giosdaouro, sendo um pstente in;!ez ootrosun0.
1 oculo prompto de novo; sois ; eouros miudos; \,nt
ros; umaporeio le sapatos, proprio para tropa Mj
rada carnauba.
Vende-se um prelo da Costa mopo, de boi fJ
gura sem vicio algum ; no largo do Carmo, voosV
n. 1.
Vende-so um fivala da cox deourodelai. _
conlio ; um collar; um rozario ; urna crui; u,mr>.,
de botQes ; dous snneis ; quitro pares de argoli, ju| i
ligas ; tudo sem feitio : oo largo do Carmo \ti.
n. 1.
Continoio-ae a vender chapeos finos de castor
na ra do Alfandega-'Velha, o. S, caa de Joio Sievr,,.'
avVende-ie areite de carrapato puro por med
pequeas, a cinco patacas a caada ; na rus do
deiro n. 9, junto a padaria.
Veode-se um eicravo de 18 annos com boni-
ta figura : na ra Nova, o. 16.
Vende-se papel para forrar uraj
sala de muito boa qualidade por pre-
co commodo : nesta typographia. '
- Vende-seum elegante euro de duas rodal; q,
rus do Queimsdo loja de chapeos, n 38,
Phosphoros, a 10 res a ca-
xinha,
vendem-se na loja da ra larga do Rozario defroa-1
te da travesa das Cruies n. 20. Estes pliosphoroa
io inlalliveii eem porcio vender-ie-hio por preco
anda mais barato, do que o cima dito.
Veodem se negrinhas moons muito lindas, a rt*
coibides com varias habilidades ; 5 escravos, pti-
mo* para todo o servico ; dous moleques debomu;
figuras ; duas pretaa : na ra Diraita n. 3.
*- Vende-seeerveja branca e preta, de Londre
Barclay & Companbia a melbor que ha, em porcio
ou a retalbo : vinbos de Tenerife Made;ra, ede ou-
tras qualidadei; ago'ardente de Franca engarraiidi
e de superior qualidade : na ra du Trauicbe n. 40,
40, ra do Trapiche relogios de ouro de
patente inglez, muito bons; currentinhas de ouro
padrio Principe Alberto; e um ebronomelro pin
navio, mui bem regulado: tudo se vende a preces
commodos,
OL1VRODETOD0S
ou
MANUAL DA SACDE ,
Contando
todos os esclarecimentos theorieos e praticoi nrcessa-
rioi para poder preparar e empregar um o toccorro
do profeiior o remedios e se preiervir e curir-ss
promplamente com pouco dispendio da mor i arte
das molestias curaveis e conseguir um allino quiii
equivalente saude, as molestias incuraveis.
Seguido
de um tratamento especifico contra a coqueluche t di
regras bvgienicaspara prevenir as molestias;
pelo doutor G. de Ploesquellec.
Preco 4000 rs. em brochurs.
O suppl- ment, indispenssvel a quem tem a obra,
di-ie gratuitamente aos compradores. O dito aupple-
mento trar as tres diflerentes receilss psra a rompoii-
(,'io da agoa sedativa., este precioso remedio, qos-
tarumba replselo ji tem gaobo e que deve eiiitir
cm todas ascasss para remediar promptsmeole aoi icci-
denteie ineommodos repentinos.
Vende-se na prsca da Independencia livraria,
ns. fie 8.
Na ra do Crespo, n. 12, loja
nova de Jos Joaquim
da Silva Sfaia,
vende-ie um novo sortirrento de vellidos psra senhori,
da rica faaeoda chamada indianna ; a qual alm de
ser de cores escurai tintas fitas, e ricos gostoi, leo
um tecido que finge ter de teda e o seu diminuto
preco be de 3000 rs. cada corle ; bem como timbea
da laienda victoria a 4000 rs. esda corte ; os quid
ollorecem as mesmai vantagens sol compradure, poi
serem escuros, e por isso le toroio reconnm ndoieil
para a prsenle estecio: igualmente um rico sor lmen-
lo de casimiras para caifas ; chitas para vestidos; e ou-
tras omitas faiaodas que serio presentes, e se reo-
dersO por precos commodos.
Escravos Fgidos.
- = nt ma ua <-ruz o. 20, venal ae l.uii joie ae
a aoo rs. a libra em porc5es dearrobas|S Araujo, venda-sel mulalinho, de 10annos; 2raIo-
Continuio a estir fgidos, deide 21 de abril, di
bordo do brigae Mentor, os 2 escravos msrinbeiros:
Jos*, de naci Cabio, representa 30 annos, estatura Bil-
la, e barbado; e Manoel, de naci Congo, representa20
e tantos annoi, baiso lem barba : aquella fui escri-
to da caa do coronel Bento Jos da Costa a (oi seduc-
tor do segundo econhecedor delta provincia: soodi
te achar be provavel se inculque por forro. Kcobi-
menda-se a todas as suloridades as suas caplurai, ben
como aoi espilles de campo eoflereee-se de grililf
eacio 150,000 rs. a quem os Irbuier reconhecfndo-M
serem os proprios; os quaei io pigio na rus da Cadeia,
o. 45, em casa de Amorim Irmios.
Ansenlou-se, no dia 6 do correte,!
o preto Anastacio, crioulo, de altura
regular, bastante reforcado em todo cor-
po, cor fula de physionomia bastante
carregada, representa ter s5 annos At
idade costuma andar de chapeo de
couro : elle bp bem cnnherida por and*'
ganhando na ra : quem o pegarJeve.
ra da Moeda, a seus Senhores Silva Ce
Grillo, que ser generosamente recou*
pensado. .
= Fugio, no dia 23 do p. p. o escravo Luiz,
40 annos, de naci Angola b-iio leccodoeoip.
nariz afiludo ; levou camisa de algodio riscado
casdebrim escoro, de quadroi, chapeo de pa
quem o pegar, leve a ra do Hoipicio n. 33, qu
ra recoiiipunssdo. _____^fs^B
PKBN. : HA TTP. DE H. F, DE FARIA *l


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