Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08323


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Full Text
\\)vo *!f\J846.
Sexta feira 17
O /)A///AOpuW!c-e todos o dias que d3o
fnri-rn da guaro! o preco da Maignatota lie He
iluOO rs. por'quartcl, pirgor adianladns. Os
ipnuncint dos assignanles sao inseridos raiao
j- jo ris por ltnln, 40 ris e'n typo difleren-
le e a j,iir;6* Pe'" ">'de. Oj que nao fo-
re'm s'iff""11'' l"K30 80 '*>s por liua, e 160
eni lypoWerei.le____________
PULSES DA LOA NO MEZ DE JTJLHO.
Crescenie il a)7 horas e 3 minutos da mann*.
iji> cliei a 8 a 8 lior 4o minutos da Urde
Miii'oaulee (5 as 11 horas e 8 ruin, di manha.
Lua'ndva a J3 s 5 horas e *l min. da Urde.
Creicenle a SI as 8 horas e 2 micutos da ma.
PARTIDA DOS COBRFIOS.
Goianna r Parabvi.a Segundas e S-stci feiras
B10 (jrande do-Norte, cbega nss Qu.rt.s feiras
no meio itia e parle uas mestnas doras as
Quintas feiras.
Cabo, Seeinh icio, Rio Formoso, Porlo Calvo e
Macey 110 l., II e 21 do o ..la uuv..
Garanliuns o limlo a 10 e 21.
Boa-Vista e Flotes a II e 18.
Victoria as Quintas feiras .
Oliuda todos os das.
pi\EAH\R de hore,
Prmen as II h. r 41 minutos.la mantiSa.
Secunda as 12 h. e u minutos da tarde.
de Jnllio.
-?Anno XXII N. 186;
das da semana.
' 13 SeoiindaS. Amolelo, au 1. d > I. dos or. e
^ do i. do C. da '.' v do I M !i 2 V.
II Terra S. Oplociano, aud do J do civ.' da I,
v., e do J. tle l"* 'lo 1 dut. d l.
IS Qwrti 9 ('amillo, aud. do J. 'lo ci*.
J, v e do J. .le paf do 1 ilist. 'le I
10 l.tiiiiiia 8 Siieiisnilo, aud .lo J. Je orillaos,
e do I municipal da I. vara,
17 Sexta S Alen. au I do I. do civ. da I.
v edo J. de pac do l. diit. de t.
IS S.bbadj S Rutilo aud. do I. do civel da
I vara, e do J de pita do 1.a dist. de t.
19 Domingo S. Vicxn'.ede Paula.
CAMBIOS NO DA 10 DE ICLUO.
Caml.io sobro 1.011-1^70 a 20'/,d.p I Ja 00 d.
11 n j'aiis 350 ris por fi-uiro.
. .. I.islma IOS "/ premio por m*I.
Paso, Hetairasdboa* tirinas 1 '/, |> %aomet.
OuroOiicmheimnliolii Jif.oo 32?ooo
MoidatdeOJtoo vel. ij00 1 ir.soo
deSlIOflnor. ilflM a
. 11 de tjnnu.. tlfOO a
Pr.i/.i l'.i-""'ss ...... OO'C a
a Pesos culumnares If9tt0 a
11 Ditos Mexicanos. iJ'Jail a
11 Mulla......... IfTiO
111*100
IfSIO
2 f 0110
I faga
|800
Accesda Comp. do llelwribe de 5OJO0O ao par.
DIARIO DE PERMAMBUCO
PARTE OFFICIAL
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DO DA 0 to C'HRENTE.
OffieiuA" con.mandanio daa armna, 'er.ommcn.Ian-
do o cumpriment da ..rdons imprriac, quo manda.,
dar baila a Manuel da llora Machad". oabn-ilVaquadr
do Hrpusilii, n Franrisc Forrer He Jema Benedicto
Hibi-ir.., ,liliiil..a di. quarlo hatalliao de nrlilliaria p.
c a J..sj Maroellino Lupe, jirafa da i-uitipanhR do pri-
nu-ira linha da Paralnha, pc-rleuoeiilo guarnigao doal.i
Mf..simia, .
? DitoA" mriiun, transmiltindn um cilicio, era que n
'presid-ule de Sersjipe ancuas reinesta do niilr.i, em que
JHuiui I J..ai|iiim (i iiit-ss de Brito, 1 f,.i-.- do priini-iru
Lalnlhl'i de cacad..rea, qun ,ill su eli liceuniado |iela
presidencia .1* AlagO", llie llera parlo do ducule.
Parliiipuu-se a.. vice-pre.ideulH .las A l.i ; i -, por Cilj'i
jnlemedio vuui o odelo, da trammitsau do quul .icim.
ID trata.
DitoAii'Ktm. vice-presidente do Maranhlo, dar-la-
rali'''1, que, para ter n funvenienln destino, remelle p i-
ra aqnclle purt.i, em a sumaca S.-Antonio de-Padun,
50 arrobo de pulvura, quu pnra a provincia do Piauliy
viera.) da corlo.
DiluA inspeeliir da llieamiraria da fatoiida, nrdo-
n.....1 f*Crt abrir aaariitameiit.i de praca a duna corne-
ta, que furaii eii..ja.l.. para o tereciru balalliao da
guarda nacional dcale iliiiuicipi.i.
11,1,, Ao un.mu e no inapeelnr interino iln araonal
de nijiinlia, remellendii copia dn imperial avian, que,
cerra da despeina rom o pliarol e barca do auccorru
nesla provincia, ftirn eupedido a 19 de miin ultiinii.
Oilu A. inspector da ihesoiiraria das renda provin-
cif, validando na cntralo, p..r que Anluuio (Jnncal-
vci de Murara e Juan de Piulio II 'i;'- encnrregHrSu-se
da arreeada(,-aii ifu diiiinu do re..: o priinciru un mu-
nicipio do Recife, c o seglldltii un no Ol ma.
DitoAu mean......rdenand ., faca pflr n-jiiiiiila vei
em praca. e pelu prego de 7:713.337 ruis. aii|;iiiculado
o aiilecedcnte de 1:150 000 i !. que por engao se Ihe
drn de mili", c da pon col ..jein a favor dn arrem ilui-
te, SI ubr* da cadei da villa lio Brej.i P.irlicipou-e
a.i eniciihrirc ein r.hefe das ubrat publicas, que sobre
***oiiajatiii repreaeiilara h pruideiici.i.
Diio.Ao inspector da lliesuuraria da fairnda, rao
inlcrinii d.i arsenal de marinha, cientitieando-n d'lia-
?eridn declarado peln [nverii.i imperial, devia conti-
nuar por nipi acia mete a dii.1' ilum.fin d" crdito, que
no anuo fineiioeirn primmo pndu lora rotado para n
deslela* dn nieanio nraenal.
DiluAu miiiiini*sariii-|in|;adnr mililar, nocusand i
remesaa de una copia da di.tribuir.au provisoria do oro-
Jilo, que. por cotila do uiinialerin da guerra, tcm de
despender esta provincia no ejercicio crrente.
DtluSAo mesmo, n.icoiiiniaiulaiile das armas, cao
inspector da iheaniiraria Ha Fairnda, iiitciraiiilo-o* de
terS. M. o Impendur ondonado, oe*SO, da primeiru
de.le nietrm diaiile, o abuim Ja qnaiqiicr gralilica-
jile*, que iifio estcjii autori.adas purlei.
I)it,._Au director do corno jundic. di-Onda, ci-
tiuilu, par* Iranamillir au govirnn imperial, prompl"
dcrlaracao dn lempo, por quo os proles.ores do mesmo
curso tceiii lid., exercioi. em as lespeolivas cadiira,
dnipiellii, pnr que hft" deiindu de reg-la.
I)ilo_A,i coiiiiuaiidaiilo gcral do eurpn do pulicia,
ordenando, faca fnriiccer guarda da ribeira da Iregue-
lia deS.-Jus, einquantn Fof complala de praca* do
lliesiiiu nnrpo, ulna mtsa, um.i jara, orna barra de llia-
deira, dita* larimbas e um* lu diaria.r\irlic|>ou-*o ao
cl.efe da polica interino.
DiluAo eiigeiibeiro em ebefo da* obras publica,
utMiisai.do-i.il levar elfeilo o aocordo, segundo o
qoal i. arremalanle da ponto da Tacarona ao obriga a
concluir, ao prreo de 8,000 ri por braca opcrhcial, o
aterru, que so prjicipinii a faier pur ira do muro do en-
ooslii ao lado do (til da lucarna ponte; e o da tirada nova
de Olinda subjeita-ao a construir os domoi alerros, que
em dita esirada *o devem levantar, pela quaiilm, que.
dednsido o preco d'aquelle, sobrar da loiiiina lolal de
1:311,000 res. Parl.cipou-eo lliesourana da ren-
daapioHiiciae oain.peecao-H.ral da obras piiUioa*.
Dilu Ao provincial do OsHIVenlO do Canon, iraus-
mitlindo copia do aviao, que o autora* a aforar una
orle do trra bruta, au inu.roii conteni pertoncenlo.
Dil.iAo provedur da sndo, ordenando, que, em
Ciimprimrntodo aviso da secretaria da joslio* de 2'l de
jnn ni uliimo, franquee a reparlicao Ha polica, para
visitas, que Ihe incnmbeio oa artlttos 81, 8'2 c 8o do re-
Jalan.culod.-31 dojaiirir.. do 1812. o caler da que
esi *eu oarj...Parlici|uio-o ao chele de polica in-
PuriariaDemillindo do siipplenle* do subdelegado
de Un* a Bug...... Nnrberm Alves Ferrcira, JuAo Vuir
Fi..ll.. Aiui" Vieira Ci'IUd.. e Munocl Vleira r.alb...
I'ortu sobnuiiidos por Francisco Antonio rVretra
do. Santo*, Manos-I de Barros Accioli Marinlio, Beliaa-
rm Adolpliu Pereira do. Saiil-s e Antonio de Santiago
Pac e Mello : o parlicipou-e au chcfo de polica inte-
rino.
IUEH DO DI A 7.
| Offlrir Ao Rxm. vico presidente das Alaguaa, pedindo,
hoja de nter cnoijirar.o reinen, r par sil provincia,em
culo arsenal deiiinrinlia trro proiiipl*iuciile pago, i*
praurloVa de aniarello, de 3 4 coslado, 30 palmus de
Onmprimeiilo pelo iiirnoa, e 20 pullegadaa do largura.
Priicipou-se ao intpcclor inierino do artoual do ma-
rinha.
DitoAo commandanto d* umn, etigindo sen pa-
cer acerilr'rTS^rwec'is 4u arjilharia a pe Pedro Lmo do llairo, a sor promov
do ao pJWiJ alfue I'*" *!"<>"'" do Matlo-OroMo.
DitoAo tn'tmo, inleirandn-o do hnver S. M. o Im-
perador concedido inais dous metes de liconca imprn-
rugaveia, para tratar do respectivo reooiihcciinenln, au
cadete o segundo aargeiilo do primeiro balalhio de ca-
ladores, Jaoinlho Itirn de Castro.
Dito Ao iiiesmo, reconiiiieudando a exu-lu; i i de
anas urden*, para que Un funeral do Icnentr-croiiel da
xtiiieta segunda linha, Jote Kamus de Olivera, trnhlo
logaras hoiiraa militaros, que a tal po.tn *Au devidat.
Ditos An iiiesmu cao coiuuii iri,i-pig.id..r, inlel-
ligeiieiaii.l.i-os de ler o governu imperial prurottado por
Ir* metes a hcenca, com que o alferes rlsi primeiro ba-
lalliau de cacadore, Jo*.- .plisl.i da Fuiseu, (egllio
.lis \!:i;;u i para o Kio-Grau'le-.lo-Sul.
Dilos^Aos memo. scienlificando-o d prorogacSo
por Ir* mrzet da hcenca, em cujo fitnn esla na corle
Joaquim Tiberio Lobo Capitlrano, atiero* dn primeiro
lialallio de cscadores
DitoAo coniniandantH da ilbi de Fernando, ro-
c .mmend indo, inleire a entcnciad Plnlippa Mara de
ler lido indeferida a pelicu de graca, que ol i en le e -
cara a S. M. o Imperador.
Dito Ao mesmo, dovoln-ndo-lho concertado um
diamante du collar vidrus.
Dito Ao inspector da thetourafia d fizenda, eii-
gindo, bateada em parecer do inspector da alfandega.
ni irmai fui da espac Inda lie Jos F'atetO Peieira
Feio. que na petuo, quo lh* transmilte, requer. se Ihe
continu a p sa da meima allandega.
DitoAo mesmo, inteirandn-o de ler ido apprnva-
da pelo governo imperial a despea com o carrcgamenlo
Je gneros .le primeira necessidade, quu a presidencia
nt ltimamente seguir para o Cear.
DitoAo inspector da thcionraria dai renda pro-
vinciars, ordenando, nci por em urrematacio, de con-
loruii.lade com as clausulas espuciaet, que Ihe transmit-
a, a obra de um muro, que, no Salgadinbo, impira
iu aterro! do plimeiro lafi<;<> da estradado NcrlB. Par-
licipou-e o ongenheiro em chele das obras publicas
DitoAo inspector inlenno do *rsenl de marinha
eiigindo urna conla especill-ada da quantnlade de rada
um do gneros, que constituirn o carregnnenlo, ul-
limamrnle reineilido para o Ceara, com declaracSn
su* importancia,edo prego do Iretamenlo, :1o navio que
oscondutio.
DitoAo mesmo. determinando, em cumprimenlo
d'ordem imperial, que fca desembarcar o rouimandan -
le da barca d'ecavatao dette poilo, os bomafM de tr.i
bilbo, que nella etlavlo, e a resperliva guarnnau; ..de-
clarando, uue SU, caso aqu se "So lome piecisa, deve
rerolher-se i corte.Tambem se Ihe delerininou, que
liiesse alienar, ou desmanchar o casco da menciona la
barca, e, de conlormid.ido com o plano e ornamento,
que se Ihe transmillia. rnandaise consliuir oulra.
DitoAo director do lyro, dando-se por inleiradu
d baver o respectivo concelb) deliberado despedido,
com perda do prsenle anno lectivo de algn alumnos,
queso iiuliiiii tornado inconiniveis.
PortaraSupprimindo o dislticto, que sedenomi-
nava Fraccao-de-lpojuca, na lieguezia do mesmo no
me ; e ordenan lo, irji elle incorporado a referida- Ire-
guezi*.Parlicipou-e o chele de polica, e a cainaru
municipal do Cabo.
QuicioDo ecretario da protincia ao hachare! Jos
Itandeira de Mello, scientificndo-o da sua recondurcio
no lugar de juii municipal e d'orpuaos do termo de Na
/reth. .No mesmo seutido seortiiou ao |Uir n.unici-
pal e d'orphaos uo toimo do Cabo, bacbarel Francisco
Allonso Ferreira.
Dito- Do mesmo a Ignacio de Barros \Vnt!erley,
inlelligenciando-ode hai-lo S. M o Imperador no-
meado ejudai.le d'orden docommtndo superior da
guarda nacional dos municipios de Serinbaeni o Itio-
Fonnoio.
EXTERIOR.
HtSPANIIA.
MADRID, 20 DF. MAIO.
0 capilo-general de Calina acabo de mandar pu-
blicar no Jlolflim Oficial da Coriinha um bando, polo
qiial so dcrlara levantado o bloquei.i da coala de Gal lita
e porto do Viseo, fie.aiid" fi't eniuegoinle ludo o Mil*
porto abert a ii entrada livre rouinirrci.i de lodo* o*
navio*, deveuil.i cumludo os gosernadorc*. cumniaii-
dtntOS niililare e do marinha, ler o divida vigilan-
cia aobre lodo equalquur naiio, que paree u.peilo,
pruceHondu contra ello segundo as lea.
Alrj) '' bando a cima nieiicionado, o iiieamn capilo-
geueral manduu publicar oulru, quo conten et seguiu-
tes dispoticoc :
Artigo 1.a L"gii quo se piiblienf este bando, todo o
individuo, quo IIVM armas do f"g...... branca, i........-
ilHO.-a de guerra, a entregara a ai.ton.linio, mililar e,
na falta de.ta, a civil, acnpauliailaa de nina rrlaCato, im
,|..a| .o deve declarar o numero da. arma e na qua-
lidade. U individuo, que liserem licenca para mar d.
iiruia. devem lamben. apre.euH-la earefrfld* lirei.f,
riendo nosarbiirio da aoloridade reie-laa ou tornan.
enlregar-lli,a-, segundo Ihe parecer .inveniente.
Arl. 2." Tollo oa que soobercui dealgum deposito de
arma, ou mui.icfie, devera dar parlo aulondade
ciiinpctenle. par* qoe ot a. mande rocolher.
Arl. 3.0 Todo aquello, que, estando obngudo ao com-
primen!.! das anteriores diaposices, deuar de o f.n r
sob qualquer pretoxto, **r preso, julgado o *entenoia-
lo como conspirador, e coraprehendido no bando do 'l
de abril Ultime.
Art. 4. A anloridides militares o civis do Inda a
lae, a qnein unrnpetir a enservaco e a cgnranci da
rdeni do potos, finaO responsavei do f'l'T observar
e i-omprir o qun o conten nrle lian lo, e.n lod i a .u i
ttensMo, en farfu publicar nosbdel'n* iiflli*e, o cir-
nl.ir por lodo, ds districlos i|a sua )iiri*ilict}lu, para
pie ningiinni allegue igu-iraonia.
Qiianel.goiseral em Santiago, 4 de mai de I8i6.
Jodo da Filltilonga.
(Gastla ds Madrid/.
Fulhas al 2o de junl.o.
SS. M.M. e A. permaneca em Madrid sem inoom-
inodo algiiiu.
Og .viriio linb publicado varias iiulrurcoos sobro a
dc.e.-.pca.i dos calbedraiic.
Comiata torea sido npprolieii.lido, peina guarda* ci-
vis. algnirt desertores e io fugidot .lai pritflr,
l'.ruee eert.., que a noticia da unirle do brigadeiro
Robn nao Irsi necia, 0*]rn*M d.-Mullid publiolu
urna caria datada de Peni, be a 12 .lej|.|.., cas.lgllida
p.-lo ilitn Rubn, de. lar nido, que la v.i j.isliHwr, com
ducilllieot..*, das su.pella, que eti.lein eoiili i ello
O general Inane lanibem dirigi ..... en.uuiunioadn
a.. jornae-, deel.raudo, q......ao Uvera m.ind.i 11*10 lll-
lluriici.i ilgiiroa u. ultimo* ennteoimont.n do (.-
Iixe,
Em lila a. provincia de llcspanlia Continuava
guiar de lian juilli.lado.
(Diario do G'ffamo),
PORTUGAL
NOVIIIAUI-S l'OLITICIS.
Na provincia do Miiilin. aluin poto unido 6 mulla
Krnte, que andava empregaila na factura das estradas,
rrSo o-itnln de t baixo os tlibutos abaiio o minls-
I,-ri.s vlvao as le xcltias ele, et:.. e tumbein se
Itiitava viva II Miguel ; e, onde dominava i, ele-
gan juies de (oa. c .rreged iro, ele, etc. O primeiro
grupo do sublevados Col em Qulmiriel, e firai aticar
o regiment 8, que eslava em Braga ; o houveto iope-
tid.i ataques. A lava revolucionaria la c Hiendo, e as
Torcas dos diverso* punios lo match nido sobro ella, do
que esultou multo sangue, ele, ele O governo, em Vei
de fechar as corle*, eooleolou-e* em ihe proprdua
le., urna usprndendo a libardade de iiii|irciisa e gaian-
lias por 60 das, e a oulra le marcial ; e inand >u o Jo-
sc lio nardo de Silva Cahral para o Poito, lugar-lenen
leda ranilla. A oppngicao na corles valeo-seda Irib -
na, Bello tanta! as lalla, quanlas proclamacdet aos
revoltosos. A u.issao ellraordinaria do Jos Bernardo
ao Porto esiandallsuu 01 militare, por investlrem a beca
de poden-s sobre riles ; e o duque da Tercelta fol 0 pn-
iiiclio a gritar contra isto I U general vlsconde de Vi-
nhaes, ci.iniiiai'dantu d una das dltitOOl do lltobo,
vendo a ti-n.i- i i.nj.1 di'S povus, e iiidubitatelinenle of-
lendido por lecebcr ordens da lalnha, a quem acntiie-
llioii a drmUlio do muiislerio ; e o Jos Bernardo, que
linha lido mal recebidu no Pollo, e onde se nao piulara
como as circumslancias o Oligllo, dupois dn passo do
Vinhaes, pailio para Lisboa, possuido de malor medo.
Logo quo aqu cheguu i a 17 do malo) moneo o par-
tido O mfnlllerlo pedio logo a sua demlisio, e (ol cha-
mado o conde ilo VilU-Keel cujo lilho se linha posto A
lala dos lemllosos de Villa- Beal | para organlsar ou-
Iro ; mas, nano pudendo lormar, ih,niiou-se o Palmel-
la, que sem dunda era o pai da roiolta. Appareceo en-
liio osle como primeiro mloiitro, o duque da Terceira
da guerra, tu Saldanha "que rsl em Inglaterra).
Dcpois seguiro-sc varias oometedes de goternadores
cin, que deviau agradar bus partidos, por serem hu-
men* do, iitdein ; mas a conservacao do duque da Ter-
cena DO ministerio, supposto que dsse algumas garan-
tas aus dn partido cabido, nem por isso deiaio de re-
nunciar esse apoiu, para que recebetso o premio da sua
negra aleivosia ; e o* revoltosos iiritav8o.se com a sua
conservaran. Fol depoi normado Lu da Silva Mootl-
libo de Albuquerque para a marinha, o esta nuinea^ao
nao agradou nem des*grsdou aos paitidol, porque he
um hornera eucentricu, orgulhuso e teimoso por eicel-
lenci. Em (Joimbra inslalou-se urna junla governatl-
va, composla de Icoles e de esludantes uns luriosos
selenibrislase outros miguelislai I Isto na Lusa-Alhe-
nas he sobremanelra caricato.)
O ministerio transado, nos ltimos qualro dias da
sua existencia, nao deo urna so providencia, e eila ll-
nanno indignou immensamenle o s.-u partido, e alen
tuu puderosamente os ioimlgos, que pur ludas parle
laiiao o -cu pioiiuin i.iineniu ; e as auloiidadcs locaes
fiiguio ou eriiu assassinadas. A tropa em toda a palle
poiiou se uplimamenle ; i .....i Lisboa, no da 31, a
canalha, desde a ra dos Capellistas al a Illbeira-.Nova,
:::!'..:.:; Iiurrilelini ule os toldados, e larc u fugo li
rasas da gualda e do pescado no caes d.i Sodi. A tro-
pa, vendse assim enchutalhada, CBiregou sobre o pu-
vo, OboUterlo ba|an|s moites.
O novo iiiitii-tei io aboli lugo as Iris de saude e a de
conlribuicis aquella digna das penas do profunda,
mas a nutra pelo contrario j, que su.siau d- pretetto; e
dissolveo as tdrlet ; mas os revollusos nao viao neslas
cousas o que qurilSo queran o commandanto dos
muiiiiipa.'s e os dcinais coinmandantes da fnvademil-
lidos, e um ministerio de. verdadeiros patriotas; e como
se Ihe nao fazio estas concctsea, cunliouavo (e con-
tinan ) nag iquillas. O ministerio foi delioiiivameole
orgimsado no da 6, sahiodo o duque da Terceira, e
Ikou desta fima :
Duque de Palmella, presidente do coocelbo o mi-
nitiro da (aioqda.
Luii d* Silva Mousinho do Albuquerque. do reino.
Conde de I.aviedlo (chele da opposlco dos pare),
dos eslr.iiigeir.i-. -
Marque de Saldanha, da guerra.
Joi Jorge Loureiro, da marinha e lolorloameote
ds auerra.
Joaqulm Filippo da Smia, ds jmtlca.
K negados e ordoim ; mas nioagradi aos selo'nbrist*,
que se juUao etclusivaoieote c un dirello A pre<*. A
hida do duque da Terceira agfad m o loiLi os pitltlis,
porque oslo ll uero h > q n-m atraloo iu os seu 0OpJ,.
nhelros, p he o enle men >s dign > para ser ministril. He
um lulo toda a prova en dissipador da mdr parle da
renda publica. Inf-litAaole era preciso ter osle meda-
Ihio cmt-nte; mas purloU-e alevosamente, dique
logo recebei o merecido*premio. A sanha desle sno
etai t ni-s antes dst., pul Cus da ascendencia do con-
de de 1 homar para eun a lainha e um toda s pe-
so do paco-, o depon por taren* mandido o Jos Ber-
nardo para o Porto. Filialmente, a traicaV deve-se a el-
le, ao conde de Santa-Mana general das armas i, que
he um quadrupodo de mo chela ; ao batn de L-iria
i.... i li ,i.l. in ri ( abj-ctn e que. em quant.i Ihe
daviio aio para ler conetor deempregos, era o maior
admirador dos Cabraes. E-lcs e oulros que tos he quo
te ofTendfirio pela rnlttao do Jos Borr.ardo, e derao
c irp.i a levolla, mas ella ha de dar-lhes o bem moreci-
do premio da SUS traicio. O duque, qumJ.i sa vio do-
inillido, esbravejun como um p issesso, em casa do Pal-
mella, a quem disse as ultimas e aos outros collegas,
que la se tchavac, promeltendn vingar-se delles, e di-
lendo-lhes, que tile ^duquoda lerceira he quo linha
lido a culpi, pur Ihes nao ler mandado c >rtar a cabeca,
e lolerar-lhes, que lao despejadamente estivessem cons-
pirando, fto., etc. Mas agora, que Ihe chore na cama,
que he lugar quente : ama-se a Iraicio e aborrece-io
o traidor.
\iin.ii. o grande partido carlista cahlo tanto nu mal
miseravclmcnt'', c >mu acabou o dominio de D. Miguel
em I. -:'""i as inos do duque do l'.adaval Os Ca-
braes deilil0-H minar, e depoll apuderli i se de um
terror pamci. sem dsie.n providincia alguma, e por
cooiequeooil o seus oussdos inunig is augmentro,
eslabeleifirio juntas, nom.-aai cmara, autorida-
des, etc., ele Consequenlmente as juntas e os vence-
dores nao toen man. a m dir c un eiigancia ./' cousus
e de pessoas : as cousas cons lerSo-se logo, o, alm das
detiiisses deluds os governadjres elvis, lamo Ihes vai faiendo a vontad.-: ja no mltirao ocommandan-
te d .s iii'i'iicipses cujoc.ipi lem quasi dou mil ho-
meiis ;, o g.ivernador do casieilo, o coinuiandanle do 2
d i cavadores 8 o general das armas da curto, cuja de-
mldio al os carlistas estnnrdu. Agora Insla-se por
mili leon, o -.. e insta-se pela guarda naciunal, mal
pirceo, quu o governo nao est muilu disposlJ a isso ;
pon''.n rcelo as consequoncias, o so annuir tambera ai
receto.
A iibiTilmle da fmpronsa esla hornvel : os Insultos 4
ranilla e so pac levollo a quem desrja socego.
Os i jiilir.i. s sahiru no dia 26 para C.adn. Finalmen-
te o estado de Portugal esl de farer tremer. Tinhamos
socego. crdito c uno nunca, mas os conspiradores ira-
bulhatao iiicessanlemetite, e os ministros, uunii que-
na.) ouvll os conselhos dos seus raelliores amigos, ou
dcii.cnlrao-se com ss a.lul u,e-. O caso he, que deso-
ro ter prevenido esla cnse o darein demisso opportu-
iii.i.enle ; Mas n&o u Dieriio, e deiniltnio-se, pudendo
lUlteaUr-ll, t para um tal passu nio ouviro os do seu
partido! t Joie llftnaido no nilnislerio foi o poderoso
motivo pura a queda dos companhelros : elle era anti-
palhico, dcsattencioso, furioso, ea lodos reputas* infe-
llores a si. i elle he, que se devem as calamidades, por
que huuverinus de p .-. i .
Todas as opeiaves das conipanhas e banco esli
paradas, o lu todo os papis c crdito nao terao valor
rasoavel. Em todas as trras, onde os povos se leem le-
s..i.i.i.i.i, se leem fcllo aulos de l aos papis das adinl-
nlttracd*, onde eiistiao muitos lilulos e documentos
relativos a dividas, lano publicas como de partlcularel.
i Ext. de urna carta particular.)
INTERIOR.
Riu-de-Janeiro.
DlSCUttSO,
QOBN.VCAMARt DOS liKI'UTtnos, l"lt OCCASUO DVDIS-
CL'-Ssd O VoTo DB GKA..VS, Pao.NL'NUIolI O SBHUOR
l'ALLINJ.
(Concluso do numero 154.)
O nobre ei-minislro, depulado pela Babia, procurorj
dc-culpar-se. nesle o n'oulros ponlos, com o conceibo
de estado. Nao toniarer sobro mim trela de defen-
der esse corpo respeitavcl Un noble depulado pela
Baha, em urna da.seoo.s p.eco.lentes ja disse a esto
respeitoquanlo era baslsiile. Procurare! porm, desalo-
jar o nobre ei-iniuisio do ootnnchoiramcnto, em que
se lu acolher.
U que disse ello ? aM-). Em lelembro de 1844,
Ini um aviso a seceo do conceiho de estado, a quo (.er-
lence n os negocios eslrangeiros, para consultar sobro
aaingtruciesu'Uuiameolo dadas ao cruadore ingle-
/.el, empregados na repressio do trauco Esta iustiuo-
iflet eri acompanhadasdn importante documentos, o
eulre elle lo *s enpulji;Oe entre o liranl e a Gro-
Uretmba. etc.
m.ic ideia faz o nobre ex-ministro da naturez o fim
do conceiho de esta io entre nos ? Etaminou a su* le
orgnica e o seu regulamento ? 0 ministro, que esta uo
eniro dos negocios, que deve conh.'cei os tratado*, al
.reun-lancias do p .u, o pensimeoto do governo, he,
quo pe em iCy-io e movimeoto ifccGes do conceiho
de estado. Este corpo nio leu. iniciativa. Nao be o-
bngado, sera quo se|* perguntado, a lembrtr aos mi-
nistros o que comm laicr. Se o fueiw exhoibiti-
i MUTILADO
L*


"a e invadirla ai eltribuicoei do ministerio. Responde
o que le lh pnigonla, e nos termos,em que re Ibe per-
gunl. Os miniaros pndem aocnnce'h > de estado parecer
obre aquelleinegocios em quejuljjio neccssino ouvi-lo,
OU em nun a le onl nn a la audiencia.
O que feto nobre ex-minitro ? Elle malino o dii.
Rameltao respectiva sccgio do concelho de estado as
novas instruccdci di las sos cruzeiros ingieres A lare-
fa do concitlho de estado consista, portanlo, em exami-
nar, se usas instruccoa? ero ou ni o conformes aos tra-
tedos e coovencSet existentes. Se entendesse. qua o
nioerio, e o governo tamliem, cumpna a esle fazer
reclamc,6et conveniente!.
A reipotla a urna consulta aemelbante ni\o podia,por-
tento illuilrar o nobre ei ministro (obre a neceaudade
OU conveniencia da abrir negoci-coal, para substituir a
convenci, quo ia eipirar, e sobre a approvimacio do
termodeass axpir icl i; porquilo, pel aras do uobre ei-ministro, depulado pela Bahia, se s,
que elle nao consuliou a leccio aubre esses pontos.
E para i|u man I in o nnbre ex-minislro essas ins-
trurfns, em 11 de letembro, leccio do concelho de
estsdo mencionada ? Caitamente para que Ibe ditsesse,
ae ellas se oppunbio aoi tratado!. Mas de quo servia
isto ?
Supponhamoi, que a tercio do conrelho de citado
tivcisu logo dado o leu parecer no mesmo mez ile le-
tombro, e que entrndesia, bem como o governo, que
aquellas inslrucidi nao ero conlormes io* Ir ala-
dul.
Elai instruecdos erio dadas aos cruzeiros para vi
litar e detar as embarcedles braiileirag, empregadaa no
trafico. Em virlude de que? Em virtude da conven-
cin annexnide 1817. Mas eVa convencido eipirava
em 13 de ruarlo do anno leguiote. rom tdla deviso
espirar > ditn instruccoa., ao menos le di rulo. Des-
aa poca em disnln erio de laclo e ni de dircito, e
quaesquai rcclamacoes.qu* contra ellal sehouvesiem de
laier, n&o serian niail fundadas no; Iratadoa nem no
parecer, que o nobre ex-mini-lio pedna a aeccao.
Suppondo, que a servio d-ae logo o aeu parecer
que mu virtude delle se finissem reclmcfle, ellas le-
nto ilr i' r decididas em L mire- ; a iua soluco, ni-
d i mesnni que fos-e uiui abreviada, nao aproveitaria,
porque rerlamenle nlo leria muilo anl'-rior ao da 13
demarro, em que a qu dquer lailo.que se cunside.re a delesa. a que recorreo
o nobre ex-minntro, arobeitando ib com a MCtjIo do
concelho de estado, ella nio Ihe aproveita.
\i err.ivutou elle, po'm : Approaim >va-se odia
ll demarco, e, apozar das imnlias solicitares, nio
pudeoblero pinico sobreum negocio de tanta trans-
cendencia, efuiobrigado.no meio de lanos ir.ib.i-
llni-, a examinar de novo, pir man intimo, loda es
aa estipulace.. Cum licito be duro 1 obrigar a
seecSu do concelho de estalo o nobre ex-ministro a Ifli
por si me.mu o tratados Queria por venlura lr e
vi-r pelos nlhos do concelho de estado .'
('rosegue ello, porm, e di/ : Com efleito. istavio
a acabar easai citipulacdes; e o que havia de fazar le T
Nova consulla sobre esse ponto especial da ces>aco dea
tai convencdei. Aqui confesia claramente o nobre
i ni ni.tro. depulado pela Babia, que ignorava a exis-
lencia no artigo separado i convenci de 1817. em vir
tuda do qual a mesina convenci devia espirar no dia
13 de inare., de 1845 Nada accrescenlarei lolre
iito.
Sr. preii lente.eu linba dito, que expracao di con-
venci de 1817 tinha aberto na ouisa legislacio cun
lideraveis lacunai. Fui contentado por um nobre de-
pulado pela provincia do Maranhio e presidente della.
Conlestnu-ma, apresentando um alvara revogado e ieiu
vigur. Creio.que o nobre deputado nio 16o ene aliar,
querefeiio, que he de 26 de Janeiro de 1818. Con-
lenlou-secom olhar para o l. Se liveise lido toda
mi lei, e principalmente oj7*. leria suln. que ella
eraconsequenci, e fura promulgada em conlonuidade
do tratado de 22 de levereiro de 1816, e que era so-
mante relativa ao commercio de esclavo-, que se faria
noi poitos d'Africa ao nurle do Equailor. Se a livesie
ronlrontado cum ai conveocSes posleriorel, reala ai a
eiccucaodo trafico, leria visto, que ella distinecao de
portoi ao norte e ao su I do Equador desappa:ecre, e
que, sendo prohibido o trafico em todos ele- e comple-
tamente, nio poda ser hoje invocada urna le, que no
J7.*di : lle por bem ordenar, que em todoi o
porlos do Brasil leja licito importar eacravoi trtzido
dos portel, em que lor licito esiecommeicio.
l'.-.vi lei foi em parte substituida pela lei de 7 de no-
vamlno de 1831. E lano esta lei nio esta em vigor,
que doua niiniitrni. na instruecues de i9 de oulubro
de I83V e nal de 19 de novemdio de 1835,le julgaiio
auloniadoi para allrrar toda a paite della,leUliva I dis-
laibmcao dui Alricanu, e isto com sciencia e paciencia
do curpo legislativo, que por ceito nao lolcraris, que o
governo andasie alterando Ira, que cuniulerai e em vi
(tor. E ni mi urna le, que adiiiillia anda toinu licito
em ceiloa pontos o commercio de escravm, pode boje
autoriaar o conliico dai embircacdel, boje empregoda-
Della ?
O nobre ex-minitro nio te limilou a defeoder-ie ;
aggrediolambem.e forca.be que eu lepilla esiai aggres-
sOes, Relerindn-seao ministerio de 20 de Janeiro, dis-
ie, que marcbaia lern lino, ora querendo urna sllianca.
e ora procurando sympatbiae por oulro lado. Creio.
m esiiiii pelo que disieiio uutnn oobre depuladoa, que
devenvoli io nuil essa accuiCio, que o nobre ex mi
rustro Iludi ao tratado celebiado Resta corte com u
ministro argentino, em merco de 1843, lendo pleni-
potenciario braiileiroi o Srs. teidores Caroelro Leo
e Rodrigue! Torre.
M. prndente, tu* auumpto* loi aqui iargamente
examinado Da tritio panada, por onaiiao de urnas m-
ler|,ellatSei dirigida! au Sr, minilro doi negocios es-
trangeir.ia, que entio lervia. He urna quettao exbiu-
nda i n orla Elle tratado e todas a notas, que o pro
cedrio. folio niiudarnente exaruinadai. E-tai diicus
s6es forio publ'Cadaa, e tanto ellas como todas ai pecas
relativn a em negociacio achio-ie reunidas em un,
folheto, que loi coni prolusio aisIribuiJo. Cada um
de nos, e o pblico etti habilitado para formar utn jui-
ao esclareoido sobre ene aisumpto: por isio pouco me
alargare-i sobre elle.
Qu-indo a administracio de 20 de Janeiro tomou
conia da direrijio dos negocos pblicos, e eu entio nio I
neutralidsde impSe tmente ohrigacSas aoi neutros ?
NAo ai imp' tambem aos belligerantei ? Como neu-
tros nio torn vamos parle, nem por Oribe, nem por
Fructuoso Rivera. Tmhsmos urna guerra nn Rio-Gran-
de do-">iil. A neuira'id.de, que leguiamoi na conlen-
da entre Oribe, e Rivera devia ier correspondida, e com
muilo man rasgo pela absoluta neutralidsde desle
as nossas contend! domestica*. E quem violou nri-
meiroessa neutralidsde? Foi Rivera.
CJuandooSr. aenador Carneirn Lefio tomou conti da
paita doi negocioi eitrangeiroi, enconlrou na reipecti-
va secretaria de estado prove irrncuiaveii de allianca
entre Rivera e o rebelde! do Rio Gtande-do-Sul. e de
que aquello auxdiava a estes. Eslas prove le tornarn
anda mais palpaseis e evidentes. Pelo contrario, ai
torvas imperiaei encontravio bou disposirdei em Ori -
be e mi autoridades, que Ihe obedrciio. A balalhi do
A'royo-Grande, em quu lorio derrotadas ai fonal de
Rivera, acabava de ser dadi o liria o caminbo is for(i.s
confederadaa para marchar lobre Montevideo, e por essa
pracs em sitio. Era de receiar, que Rivera derrotado se
encostaste com ai lorias, que podeise reunir, para o Rio-
tira ndc-do-Su I, o qae, alindo com a rebelliiu, nos dsie
ah senos cuidados
Seuhore, para bem apreciar esla queslio, e o proce-
dimento do ministerio de 20 de Janeiro, devemosel
quecer i posu;io em que hoje estamos que a pro-
vincia do Rio-Gramle-do-Sul esta pacificada, e trana-
poitai-nos para aquella poca, em que o Ira lado loi
leu.lirado. ||e lmente enllocando nos na ponvio e
as circuinslancisi, em que elliverio, que poderemos a-
valiar cmn i ishe.i e acert as opini^s e os actos dos
tioniens de estado.
Nos teguiamoi a neulralldade, mu urna neutralida-
de i lea de ei|iinhos e de difliculdades, nairulai princ
plmenle da guerra, que tratiamot no Rio-Grande-do-
Sul. Cada mu dol bolligerunle procurava compromet-
le un. na sus causa. E-sa neulralldade era urna posi-
tio ddlii il, media entre a guerra lem alhancas e entre
allimcas. ('odiarnos sabir da neutralidade para a
guerra com loda ai las evenlu lidades, uu p..ia as
,,l iiiii ai, e, por meio deitai, facilitara pacilicavao do
Itio-lirande, buacar urna policio clara, fila e definida,
acautelar e fisar o fuluro. Tal fui o peosamenlo do mi
nisteno de 20 de |aneiro.
Cjuan.lo o Sr. Carneiro LeSo enlrou para etia admi-
nistrado, achuu nasecrelana a nota do ministro argen-
tino, de 4 de Janeiro. Essa nula ao menos a meu r
ontinlia o germen das negociacdns, que depoia so en-
cela rio (/<"). U r Carneiro Leio procurnu primeir-
on rile laier o tratado delinitivo de paz, proinetlido pela
coincmo preliminar de 1828, litar os limites e laier
um tratado de commercio; mal, como se ohjectava, o
i o o rasio, o estado do guerra, em que le achava, Ira-
lou de remover esse embanco, e por issojto tratado de
marco, que com ludo legurava mal o tratado delimti,-
vo, loi ledutido a menores propon Oes.
O gabinete de 20 de Janeiro nio tergi., ,Jii',' niu
mudou, poitanto, de poltica, como lern rasio se dis-
se. I'o aquello o seu prin.eiro pensamenlo, U Sr. Car-
neiro Leao enlrou para o ministerio de 20 de Janeiro, e
apenai se inteiiou desle aiiumptoi, logo ni piimeiros
diaa de fevereiro oanileftou aquello peiisamento. I.lo
se s de luda a la coiresponduncia com o ministro ar-
gentino, que se acha impressa U tratado foi feto em
marvo, iloiis me/e. il,'|ioi. de or anisado o ministerio.
llosas nao ratilicou o tratado, e d, o pan isso os mo-
tivos, queconslio da correspondencia, que se acha im-
preisi l'arece-me, que os belligerantei no l'uo da-l'ra
ta queriio, sim, concorrer comnosco, para que o cod-
juvasseiiios |iara ue-lruir o seu adversario, ums se.n su
obrigsrem para comnosco pata o fuluro.
Nio sendo ratilicado o Halado, o gabinete voltou pa-
ra a posicao de neutralidade, que adiara.
Pioseguio o nobre ex-minilro, diputado pela Ba-
bia, com luai accuiavoes, que todava niu desenvolveo.
e dnse : Pois em 1845o nosso ministro menoscaba-
do, e em lim obngado a sabir daquelle pai por impe-
riosas circumstancial, insultado, e amear-ados es llr si
leiros all exislentes ; ser este o estado bullanle, ern
que ib acbavio all os notorio ? Parece, que dtzer isto
be escarnecer do lom sensu mcionsl.
Sei,llores, eu nio disse, que o eslado dosoosioi ne-
gocio! no llio-d.i-l'rala, quando o minisleriu de 20 de
| i lien o deiiou o poder, era bullante. He preciso 1000-
nhecer, que inleli'iiiente a nossa posi^io no Itiu-da-
l'r.il.i nunca foi brilbanle, a menos durante o lempo,
pe.) qual durou a guerra civil na provincia do Rio-
(irande-do Sul. Esa guerra enfiaquecia-nul, allrabia
toda a iitlenr.iu, e esgotava cunsideraveis recursos. 0
que eu disse loi, que, quando o ministerio de 2 de fe
vereiro enlrou para o puder, acbou smenle urna com-
plici(io de maii giavidade nal nossas relaces com a
Coiili'dera(,iio Ar.eiil na, a que proviera do nao reco
nhecimenlo du bluqueio de Montevideo, e que bavia
deixadu outrai.
E ignora o uohre ex-minislrn a historia da diploma-
cia em lluenos-Ayrcs ? Ignora o estado inleiremente
excepcional d' sse pane? Ku Ihu recordare! algn
lacloi. Em 1832, negou Rosas o txiqiialur so cnsul
frariee/ I. furel. debaixo do pretexto de que seu compr-
tamelo no Chili ( paz independenlo ) niu bavia sido
conlorme os leus deverel. O guvemo fraucez conten
lou-se com mandar em seu lugar o marqnez de Vins-
de l'e\s o-, com o qual o governo l'genlino nio que
enliar em discussio, nio Ibe admitlindo ai tuas nulas.
Di/em, que e-te marquei morreo em liu nus-.\yrej, de
paiiio. Estes fictos forio depon allegados pela Fraofa
ntis o momo du bluqueio de 1838.
Tendn o cnsul americano, Mr.Slacum, reclamado em
1832 contra o apre/ainenlo de 5 navios americano! pe-
lel autondados argentinai das Illas Malvinai, o resul-
tado da discussio haviJa a tal reipeilo foi cortar Roial
a aua communicifio cum o dito cnsul, e pedir este os
seui pimpollea. U ministro dos Estados-Unido, Mr,
Rule, nio fui admiltido, por nio reconbecer primeiri-
inerilo o diieilo de Buenos-Ayrei i Malvina! Ao me-
nos al 1813, os Estados Unidos apenal teem lido des-
de enlio em Buenos-Ajees um asiente coinii.ercial, en-
viando de quando em quando chelea navaei, para lem-
brara conveniencia de remediar alguna actos commet-
tidos contra cidadioi dos Eiladoi-Unidos. Poderia ci-.
tsr mais alguna factoi platicados com o comul geral da
Suecia, como de Dinamarca, rom o general Armara,
ministro boliviano, com o cnsul chileno, Jos Len
O nio reeonbecimentn do bloqueio de Montevideo
pe|o Sr. commendtdor Cansancio de Sinimb deo lu-
;ar a que o ministro da Confedaraclo- Argentina, Ara-
na, dirigisse ao ministro braiileiro em Ruenoi Ayrm, o
Sr. Ruarte da Ponte Ribeirn, urna nota viniente e por
ventura pnueo decorosa. 0 Sr. Ruarte da Ponte Riboi-
a teve de roiponder a essa nota, e l-lo com dignidade
O governo argentino cortou ai mil cnmmunirscom com
elle, eo Sr. Ruarte pedio sena paisaportas. Entretanto,
o governo imperial, antes de ter conbecimenlo deiset
acontecimenlos, linhs mandado reconbecer o bloqueio.
Declarou, portanto, ao governo argentino, que niodu-
vi,lava ordenar ao Sr. Ruarte da Ponte Ribeiro, que re-
tirare a la nota, comanlo, porm, que o minilro da
confederarlo reliraiie tambem a sul, e que pretenda,
quo o meimn Sr, Dusrte enntinuasse a eiercer as sun
luncceide minitr i residente do lira-il E accreicen-
tou. que, no caso em que o governo irgenlino nio ic
cedeiie a lio justas pmposicai. o Sr. Otiarta tinba or
lem pera f tirar-ie. Ordenou-se ao' meimo Sr. Duir
le.que, em tal caso, ae retrame como minilro branlei-
ro, com leu secretario e com o archivo da legafio. Taei
sao o fados a que alludiu o nobre ex-ministro dos no
gocioi eitrinueiroi, ecreio, que he huanle reprgdu
n-loi com fidelidade.
O grande susurro, que reinara hontem na sala,
quando orava um nobre deputado pelo Rio-de-Jineiro,
que lallou em ultimo lugar, nio me permittio seguir a
-u i argumentaran. Apenas Ihe pudeouvir algumai pro-
posirdei destacadas, e il quaei vou responder. Nio lei,
se ai pollern reprodutir rom fidelidade.
Parece me. qu o i.obre deputado arguio o gabine-
te de 20 de Janeiro, por haver, no tratado de margo ou
as negocisedes, que o precederlo, coniidendo illegal
ou intruso o presidente Rivera ou o governo de Monte-
video. ...
O Sr. Snriunino di um aparte, que nio ouvimos.
U Sr, Paulino : Bem : como o nobre depulado
diz, que nio (lis isso, nio proseguirei. Limitar-me-
bei aumente a di/er, que nem no tratado nem nn no-
las, que o precederlo, M tratou da legalidad ou llega
lid ole do governo de Montevideo.
Dmse, porm, o nobre deputado, referindo-se a com-
mumeacocs do Sr. Ruirte da Ponte Ribeiro, que Ro-
as bavia declarado a esle, por occasiio da miaiio ao
Sr. Anlonio Jos Lisboa ao Paraguay, que comidera-
va o reconlie, miento da independencia do Paraguay co-
mo una hollilidide. O nobre uepulado esl muilo
mal uilormado. Eu fiz parte do ministerio de 23 de
marco, tirilla porlanlo,asiento nn concelho, acompanbei
a marcha deases negocios com attencio e mesmo cam
curiosidade. Depoil quo enlrei para s reparticio dos
negociui eslrangeirus.li e rel vanas vezes toda a corres-
pondencia atrasada, do Sr. Ruarte da Ponte Ribeiro.
I'osso as.egurar eo nobre deputado, que nenhurn ofli-
cio existe daijuella minilro, em que se diga aemelbante
cousa. O que Rosas Ihe declarou loi, que por agora
(enlio) a ida do encarregado de negocios do Brasil, o
Sr. Lisboa, ao Paraguay contrariava a sua poltica; que
paaiagem desse agente palo territorio argentino seria
considerada como uma hostilulade, o que tambem fura
declarado ao agente inglez, Gordon; e finalmente, que
o Biaril nio perdia com alguma demora, e que espera
va, que elle nio insulina por enlio om mandar um
agente leu ao Paraguay, Se a declaracao, de que (alia o
nobre deputado, tivosie lido lugar, por cerlo que o go-
verno argentino nao baveria esquecido no protesto.
que ltimamente fe, pelo reconhecimeulo da indepen-
dencia do Paraguay.
Apezar disso, o ministerio de marco expedio ordem
ao Sr. Lisboa,para que partiste quanlo antea pira o Pa-
raguay, e alegaviobraiilleiraein Buenos-Ayrea, pira que
instaisu pela acquieicencu de Rolas, para que seguiste
para o Paraguay aquello agente. Nio seguio por mo-
tivo!, que occorrrio, e queinutil he aqui relerir, Por-
lanlo, ae o nobre depulado quiz enxergar dm-riidade
de prucedimento entre o gabinete de23 de marco eu
I t ystaina da estricta neutralidade. Mu, por ventura essa | rio poitos ni cadeia.
de 20 de Janeiro, pelo que reipeita ao Paraguay, ao.
ganou-ie.
No decurso di diicuulo fizerio-ie variai sccusicSai
ao ministerio de 23 do marco, ao qual pertenrl. q,
lacios, que Torio produzido, ji staiiirRo ha bai!.i..
lempo.e forio aqui examinado! e discutido! larHKtnlt,
0 psii ji ormou sobre ellei o seu juizo. AceSlo-o,
nem pono deixir de aceita-lo, confio nelle, que ha de
ser juito.
Nio reiponderei, portanto.aom nnbre depotado pp|(
provincia do Maranhio (o Sr. Moma Magalhies). Ono.
bre deputado combateo a administracio do 23 de aaneo
com lo lo aqoelle valor e denodo, com que costuini a
debellar os ministerios eahidos (apoindoi). Fez me
recordar o fugo e s eloquencia com que ns texto da
1838, quando se discuta a resontta a falla do throno
futligava a minora do entio, boje mtioria.iccunnlo-i
de querer democritiiar a monaredia, de querer f|l.
belecer no paii a monsrebia barata, e de haver deixado
o podar, eonfeisando, que era ineapax da eieree-lo.
Respondo aos discurso de hoje do noble deputado con\
o! seui diaeorant ili)iielle lempos.
PERMAMBUCO.
JUIZO BOSFEITOS RAFAZENRA.
Nao te lendo al o nilenle requerido, por parta di
fatenda nacional, cartas de edictos contra ot devedom
liscies que nio forio eocontrsdos pelos ofliciies do
juio segundo consta dairelicoes, que me hio sido
enlregnei pelo lolicilidor do mesmo uiio, sob as dalas
de 10 de novembro e 16 de deiembro de 18S de
15 de fevereiro 6 de marco nove do abril, nove de
maio,e 4 de junho do corrente anno; e convindo muilo,
que ie nio deiprezem o me>ot de activar, tanto quaa-.
io he possivel a cobranca execoliva da farenda ; orde-\
no ao solicitador do juio ,' que faca publicar nos lita- *
rio$ deita cidade o nomes dos referidos detedores ,
alim de que ellei poisio conbecrr a importancia dos
seui debiloi e tratar de istisfaze-los imn.ediili-
menle : ficando o mesmo solicitador na inteligencia ,
oe que he de sua rigorosa obrigaclo indagar, se ot de-
vedore fiscse, nio enconlradoi pelos officias, le ackio
na realidade ausentes edar-me poltenoimente parle,
no ciso de que ellos lenhio passao'o cerliddei f.Isas,
por aialversacio ou negligencia aim deque eu pona
dar ai prov.indenciat quo no caso coubeiem.i um-
pra-o assim. Becife, 20 de junbo de 1846.Fijuii-
ra de Mello.
CMMErtCIO.
Al fandega.
Rbndiubrto do du 16........'........5:044*785
Dticarrtydo io/i 17.
lirigueShaumul fenniia.
Urigue Nigtrbecalbao.
Ilriguo Hubim mercadura!.
BateaPriiCiltaidem.
Polaca LeuniJt dem.
1MPORTACAO.
Suwvmlt lirigue americano, vindo de Ricbmond,
entrado no corrente me/., a conlignacio de lleniy Fon-
ler A Companbia, manifeslou o seguinle :
'',~''> barricas n 3l6 mua ditas faiinhl de trigo, 10
caixas reosles de parede, 4 dilai pesos pan o inesinos;
o coosigoatinoi.
Consulado.
Rendimknto do di* 16.
11 'Ta I. ...... ,....
Provincial..........................
Rivertai provincial..................
I:235i778
407*958
3o00
1:647*316
DEMOLSTRACO di entrada e sahida das caixas efechos
d'assuwr e saceos d'a/godo, no anno ji-
nanceiro di UM. d-1846.
- a
-m.
Caixas e fechos, existentes na
anno financeiro de 1841
a 1815............
Entradas no anno financeiro
de 1815 i 18i6 prximo
fiado
CAIXAS
2:136
FKCHOS
35
Sabidas no anno financeiro de
1845 1846..........,
CAIXAS
15:464
M-.( II.iS
460
Saccas de algodao, exislentes
no auno financeiro de 1814
a I8t5...............
Entradas no anno finam-t-iio
de 1845 a 1846 prximo
lindo.................
SACCAS
2:496
15:336
17:832
Sabidas no anno financeiro de
1845 1846..........
Exstem..
SiCCAS
17:493
339
17:832
Mesa do consulado de Pernambuco, 13 do julho do 18.0..
O administrador
Jodo Xavier Cmaro da Cunka.
Ufoviiuenlo do Porto.
Va vi o mirado no dia 16.
^slem ; 63 dias. piticho americano Htiritvt, del 16
toneladas, capiao Joseph II. Franrk, equipagem 7,
carga laboadu, farinba e mais gneros; ao capillo. --
Arnbou com agoa abert e falla de msotin.entos,
segn para o Rio t.rande-do-Sul e Monlevidco-
Xaviot tahidoi na wu*mo dia.
Babia patacho tueco ltddi, eapitio A. G, Silventol-
pe em lastro.
Liverpool; brigue inglez leine, eapitio Duncan M.
Leulan, carga asiucar, algodio e pao-braiil. -
Caravela ; sumaca biaiileira ham-f'im-t'tht, Clfl*
tio Manuel Francirto Monteir,.; em lailro.



Derlaracfies.

por 2:000*000
1:()()(>.) 00(1
5. HllljOOO
3:KO()00
3:4004000
ARREMATACOKS, QUE PERANTE A TIIKSOU-
RAKIA DAS RUNDAS PROS IMIAES SE TEEM
DE EFFEITUAR No CORRENTE MEZ.
da -20.
A (dura deum muro que ampare os atorros na
passsgem doSelgedioho, oreado em 1: 107j04O rs.
du 27.
Prio prato di tm nono, contado* do l.'dejulko
correnti a 30 de junho Je 18 49.
Dirimo do cocol noi municipios ae :
Serinblero............. por 150*000
BM-Vi.ua Ei............ por 70*000
Por doui anuo*, contad;, d \% de outubio de
18<6 50 d* jmnt0 & |849.
Rendimenlo das collectorie,( 1 _
Florea e Floresta......,.....por 60Oi000
I!o.-Vl. a B.u ........B miW0
V.nlo por eenlo d a go',rdeoU de conlU(no ,u.
nicipios de :
Ornare*., ............... 2f)000
Florese Floresta............\ 20t(mJ
BoeV.it. e r,t............ 0,000
"<,r "m '.meio. contado do 1." da crreme mixao
t ultimo de junho de 1847.
"ro .iodo do imposto de 2*300 n. por cbete de ga-
d liiccum, cobrav> I smente doa que Ulbarem carne
Vara negocio, em o municipio! de :
B-ejo.. .
Cimbrea .
Garanbuni.
Boa-Vala e Ei.
Floral e Floren*.
=0 lllin. Sr. inspector interino do arsenal de mart-
nln manda fa/.er publico que condatari a compra
de 200 pucaraa do folha de fl.ndres, da espermecele
01 velaa. de livroa gmodes paullos, de clillerente di-
men-des, e de cimento em barril. O que le prono-
zrreni vender estes oh jectos,lio convidados pelo meimo
lilil. Sr inspector a epresentarem suai propustas nes-
ta secretaria, em caries fechades, nodia 17 (buje) do
crtente, pe las 10 horai da manilla.
Secretaria da inspercso do arsenal de marinha de
Peroambuco, 15 de ulbo de 1846.
O secretario,
Alexandre Rodrigue! dos Anjot.
Thealro publico.
SaBBADO, 18 DO CBRENTE.
ANNIVf SABIO DA.ACCLaNAgAd DE S. M. I. E C.
Se representar pela pruueira vez um novo drama, in-
titulado
OCONCELHO DAS FURIAS.
Ornado rom coros de muiica propria, apparecendo,
coi urna bnlhsote transformeclo da eiphera, o retrato
d S. M. I., canlendo-se o hyinno nacional.
bt'ijuir-se-bi a representecio da mui sublime pica
A K.V.hl I.MiA.
jiuilo apropriada s forcas da companhia, que capera
deiempenha-la.
U rmpieiario acaba dereceber de Lisboa 25 pecas
driniaiicaa com ai meimai propon Oes da peca A
Egeiiada entre ellas o E'pio de Vneta, a
iimis linda qu lem epparecido nesle Ibeatro, e as quats
irlu.il companhia ai euVctivamenle representar.
0 espectculo principiar ai boras do coslume.
cesa.sabendo da prisa o do amante e do casamento,que o
irmio pretenda faier-lhe, endoudereo, o em pinico
lempo ezpirou, victima da iinoranria human. A la-
ma do poema de Tasio alcancou Ib a liberd.de; e.
quamln 01 Romanos 1 preparavlo pera cori-lo no
monte Capitolio, morreo o poeta, devorado de saudades
por acuella, que. em toda a sua vida, tinba sido o
leu nico lonho da ooule e o peoiaraento do dia.
Perionagens. Aclorei.
Torquato Tasso....... Toselly.
Cavalleiros romanos......Coro.
Segunda mite.
N. 1. Symphonia por orchestra.
N. 2,Seguir-ie-haa cena e barcarola A Salo'a com
coro na apera o fe jo, do t'ompou'lor Frondoni, ese-
culado em portugus pela Sra. Anna de Oliveira, o
cAro, e o benelciado.
Pertonageni, Adoren.
Josnninha Saloia. .A Sra. Anna de Oliveira.
Manuel Sallo Julo Toselly.
Saloios......CAro.
N. 3. Overlura por orchestra.
4. Barcarola comcAro na opera--Prigioni de Edim-
burgo, do compositor Ricci.
Coro de contrabandistas, escondidos n'uma gruta
espera do chele; e-romo este se demore. suppAem el-
les ler-lhe acontecido alguma cousa ; enti 1 | Sem-ae a
maldizer a vida de contrabandistas: nesto entretanto,
apparece o chele, edil aos compsnheiros que con-
vm fugir a toda presea, sfim de nao aerem presos ou
mortos por urna palrulbi, que so eslava rrunindo.
Pereonagens. claree.
Normano, chefe dos conlrabaodiitas. Toselly.
Contrabandistas...... CAro.
O benelciado ludo espera da generosidade desle I-
luslrado publico, e da sympalbia, que sempre por ello
(em o me.010 mostrado.
Os bilhetes vendem-se em casa do beneficiado, jun-
to ao Ibeatro, n II; e, no dia du espectculo, no Ibea
Iro.
Principiar as 8 boras e meia.
O,lia sera anounciado tres dial antes por este jor-
nal.
PUBLJCACOES LITTERARHS.
Sabio a la o PriCBES&O, revista social litteraria
e scientifica ; vende-n a mil ris o eiemplar avulso ,
n'uma brorhura de tiO paginas, na praca da Indepen-
dencia, livraria ns. 6 e 8 : onde, assim como na loja da
viuva Cardoio Ayres, ra da Cadeia do Recile, Ch.r-
don, no Aterro-de-Boa-Vista, e deronteda respectiva
matriz, botica do Moreira, se subscreve para a mes me
obra, a 3*000 por semestre.
Em beneficio sea o bartono J0S0 Toselly pretende
presentar com o ausilio de Mr. Grosdidier, da Sra.
Anna de Ohveire.o do Sr. Antonio HoJrigucs Vieira.ao
tespeitavel publico pernsnibuceno un vsriado espec-
tlculo lynco pela ordem seguinte.
Primeira parte,
N. 1. Symphon'a por orcboslra,
N. 2. Introducto da operaMarino Falierodo
compositor Domrelli.
Merino Federo, doge de Venera, com o auxilio de
um amigo seu. chamado Israel, Iramou urna consp-
relo rontra o celebre conceibo dos de/; iiias, por la 1.
de recursos, e pela -trsieso ue alguna cobardes, (oi des-
coherto o Iraua, e seu autor e cmplices decapita-
dos.
A primeira scens e toda ss demais se passao n'un
arsenal.
Pertonagene. Jclorei.
./Uoiees calafates ecaepnteirosCAro.
"'el. chefe du arsenal J0S0 Toselly.
Fti.ua,, .k i 1 j (O Sr. Antonio,Rp-
cievo, chele dos de };.
(dngues Vieira.
N. 3. Symphonia por orchestra.
N. 4. Seguir-se-ba cena e ana. tirada da opera de
Nebucodonosor.do compositor Verdi.
Esta peca los recebida com. grande enthusasmo em
como s pode ver dos jornaes francezes e dos
O terceiro e qusrto tomos das Memoriss llistnrieas
de l'einaml-uro eslo sobre o prelo, e I reveniente se-
r|o dados luz. Conlm o terceiro lomo a conlinua-
cie da guerra bollendeze. e a historia da guerra civil .
denominada dos mscales em 1710 motivada pela
ereiicfio da villa do Recile ; e o quarto tomo conten a
nanarao de ledos os lacios liistoricos que tiverSo lu-
gar nesls provincia sob o overno de todo* oa capi-
liea generaes que goveroSrio esla provincia al o fim
do seculo XVII. Tanto a guerra dos mscales como ca-
les factos nunca forao impressos. I ce.
I're^o para os a>signantes lmente 2j n. por cada to-
mo, com urna ertampa fina lylliograplisda.
Conlmuo-se a receber ass'gnaturas para esta obra,
na praca da Independencia, livraria n. 6 e 8.
n
Q I ergunti-se ao P. Jabtiti como ^
i\ Hielbi Hccapt'lUni.i da pclici; pois t\
na realidade fot njnstica das tnnio- ti
tes, que se leem visto.sen.o 8 Mr. /
um dos sustentculos do partido
* praieiro como se intitula pelas J
lujas, aonde costnma pregaras snas
W massadfts : pois com a sua respos-
(d ta milito obrigado llie Picar. (&
& O Salvador, (1
t
O 5r. Antonio da 11..! 1.....1. Catalcantl queira
annu"cir sua morada, ou dinja-ae ao Aterruda-
Boa-Visla,n, 26, loja de licores, a negocio de seu
mteiesse.
Sorvcte
com Inda a perfeicto n asseio a 160 rs. cada calis;
na Iraveisada ra do Vilano n. t todus os das ,
das 5 horas em dianle.
=Quein precisar de um (orn-iiro, ou de um bomem
para masseira, dirija se. a ra da Flurentina, n 3, ou
aonuncin por este Diario.
I)a-se dinheiro a premio sobre penhores de our 1
ou prala ero pmedes de 10,000 a 60,000 rs : na ra da
Alegra, n. 33.
Olferece se um menino, de 16 annos, para cai-
seirode ruu ou loja de miulezas do que ten) bas-
tele pralica e da li olor a su 1 c miluct 1 ; quoiu de seu
pretlimo se quizer utiliaar annuncie.
= Preciaa-sede um leitor porlujiuez P^ra traba-
lli 11 em urna olaria ; na ra Nova, loja n. 52.
Anionio Perene de Miranda la/ s-iber ao col-
lector Je capim eaopubhso, que deisou de vender
capim,
Livio de Sou/a subdito portuiiues vai ao Ara-
caty
A'uga-so um preto que cozinba soflrivelmente ,
abo lavar bam roupa ; tem mo para tratar do crian-
ees e esta bubil para tratar do servico domestico de
i|ualquer caa qur de rnuita qur de pouca fami
lia : a Irater na ra da Suledade n. 29 ao p da
Trompe.
Da-se dinheiro a premio com penhores de ou-
ro mesuiuem pequeas quanlias ; na ra do Ran-
gel, n. II.
Alugi-ie urna prela, que c o diario de urna caa ou alguma p ssoa lorra que
se queira subjeitar ao un sino servico que be pare
casa de hnmein solteiro ; no Aterro da-liua-Vis(a ,
n. 20. segundo amler.
I'recise-se de um rapaz que enlenda de loja
defaienilaa, para caiseiio no Uio-Grande-do-Norte, ,
lendo de idade 16 annos pouco mais ou menos; na
la do Cabuit n. 16
Pierisa-se se alugar um preta larra, ou captiva ,
que faca o servico interno de urna casa de pequea fa-
milia ; quein esliver neslas circumstsocias, anoun-
, M.SOS IIlUl'lllIllOS.
A Senhora Fromont retirase para a Franca
lavandoam su. .-.(.. nin.i sua silba meoor,
Ilnje, das 9 horas em dianle o domingo baverlle ao berdoiro Jacinlhn Malrquias FerrSe por issoso
= Oahaiso sssignado farscienteso respeitavel pu-
blico que pela escuna americana Lockeil, vinda de
Boston entrada n-slo porto a cousignaeio dos Srs.
Ilenry Forsler di Companhia ha recebido novo pro-
vimento de pilulas Venetaes do dnutor Brandrelh ; as
i|U Estas pilulai rujo autor basta para garantir la ei-
cellencia tornSo se mui rrcunimendaveis, nio s
pelifs grandes curis que hio feito ; como tambero ,
nor seren um medicamento completamente inoffemivo,
Incapaz de causar o mnimo prejuitn a saude, e que p~
de-se applirar a ambns ossesos.eem todaa as idades. Ao
annunciante, como nico agente nesta provincia, cabo
a gloria de asseverar o respeilavel publico que as di-
las pilulas sHo as nicas verdadeirai, qua esistem a
venda nesta ridade ; aa quaes o remelllas psrs esta
praca pelo Sr. ArchihoM Forster agente do doutor
em Bostn e cnsul braaiieiro naquella cidada.
Os pretemlenles enconlrariA as ver.ladeiras tnica-
mente na butica da ra da Cadeia-Velha n. 36.
Vicente Jote di f'ito.
Aluna se, por preco commodo o armiiem da
casa n. 20 por detrs do Iheatro com trente para a
mar : a trata' na ra da Cadeia do Recite escripto-
rio de L G. Ferreira^ C.
Em resposta ao annuncio desle Diario n. H9 ,
em que se di/, que nmguem faca negocio com Tertult-
anna Mana da Conceicao viuva do finado Jos Frao-
ci.ro Peroira, sbreos hens que ficro por alleci-
mento de seu marido, tem se a dizer que esse aonun-
co be infundado, e s tem por fim incommodar a via-
va aprevenir ao publico que, com tanta rasio, f-
cilmente se receia de quilquer increpatio de fraude a
ma fe. Entretanto, seiba o publico, que a primeira
mulber de Pereira morreo com testamento e, nao
tendo herdeiros ascendentes e desrendentre o dei-
sou herdeiro de sua men ei : >hi ealio no cartono dos
felos o inventario e teslamento. Pere ra nio lendo
tambem herdeiros ascendenlvs ou descendentes fez lel-
lainenlo o deisou a sua mulher Tertulianna Maria da
Conceieo a la meiaco : abi eslo no carlorio dol fe-
los o testamento e inventario. Nenbuma demanda con-
tra a validado dos testamentos apparece; porque,
em verdade seria isso loucura. Agora veja o publico,
se sSo infundados esses annuncios e que fim leem el-
los. Com esta declaiacio responde-sea essas impostu-
ras.
lugi-se um prelo bom locador de aisucsr O
trahalbador de ensada por ler disto pratice em ra-
sio de ser cria de engenbo ; tambem est apto para
servir em qualquer padejo, ou em qualquer oulro ser-
vico de cairegar pon be novo e lorie: a tratar oa
ra da Soledade n. 29.
- Aluga-so um armezem muito proprio para re-
rolher gneros por ler tiom desembarque na porta ,
1I0 na frente do o nvento de S. Francisco, n 8 ; urna
casa le rea sila no becro por detrada Kibeira da
Koa Vista ; e oulra na ra Augusta ; ludo por com-
modo aluguel : a traa' na ru do Crespo, n. 12, com
Jos Joaquina da Silva Maia.
.b ruada Viraco casa confronte ao lampeio,
junto de u 1 ro que tem n 25 mora urna mulher da
boa conduca ; a qual 1- ollerece para ama de casa de
pouca familia oceupando-sc em engommar e em
todo o servifo interno de cesa.
= lendo-ie contralado a compra departe da rata
o paleo da S. Cru na Boa-Vista, n. 4 perleinen-
lilo Rio-deJaiieiro. Nabucodonosor, sabendo, que pro
Iwndio matar urna sua filba, que muiloamava, corre
[Mompanhado de alguna cavalleiros, afim de lina-la.
I Pirionagene. Acloree.
IMiucodonosor....... Toielly.
"-"eiro.........-Coro.
5. Symphonia por orchestra.
N. 6. Seguir.se-ha o terceiro acto da opera de Tor-
ito Tasso, por Doni/etti.
Torquato Tasso be uta dos genios maisdistioclos,
W abumanidade tem possuido em poesia. Leonor.
J'rnia da Adorno du-'ue de Ferrara, eoncebeo por
'"qualo Taiso urna vivissima paixao, que foi corres-
f^ndida no meimo gro, da parte do poeta; mai a
pleori de princoza, o a kum.ldadt de encmenlo de
'Uso, figurio que a duquesa eo poeta concedesiem,
m ao outro no intimo do peito, o amor, que amboi
tilo. Ora. Torquato Tasn jAnSo poda solTrcra
""oimas, que o abrazado, e o meio, que julgou mais
f'oprio pira conlesiar o que senta, loi compr um
leoia, em que pintou de tal lorte o leu amor pela
r'nceza.quejondMilJjSto sua presenca, ella eompreben-
F'O f'cilmeote tud quanto se paneta na alma do poe-
f*. e no meimo instante rev*Iou-lbe tambem a paisio,
pe elle Ihe infiltrava. Dentro em pouco lempo ecbeve
0 orgulhoso duque de posse do segredo dos dous a-
l'Jjles; e como julgrsse, ne sua vaidade eslupida, que
J"fi" ""ine,,, 0BO p0,|,a er arr.ada por um poeta, e
a*"ole, que valia mais que milRes de duques de
'rara, el.ustiou Torquato em um karceie, e traluu
'Miar Leonor com o duque de Mariua; mas a prin-
Para a Baha sai a sumaca S.-fenediclo, de lote
de 48 toneladas; lern parle de sua carga prooipta: quem
quizer cerr*gar ou ir de passagern. dirija se a buido da
mesiiia, ou ne run do Vigario, n. S.
O hiale i\oco Oiida seguir com hievidade para
o Aracaly : quem nelle pretender carregar, se poder,
entender com o meslre do mesmo, Antonio Jo-e V unos,
no trapiche novo.
Freta-se, para qualquer porto do Norte ou Sul,
urna harcafa, de lote de 2icais^s; e tambem su vende :
a tratar na mesma, ancorada delronle do caes de Jos
Ramos, ou na roa das Trincheirss sobrado n. 19.
Vende-se o I rigue-eteuna Htl/a-Virgima, for-
rado e pregado dn cobre, chegado ltimamente do
Rio-Grande do-Sul ancorado em frente do caes dn
Colb fio : a tratar na ra da Senialle-\ elha n. 134,
rom Joan Francisco da Cruz.
Avisos diversos.
Precisa-se deum lorneiro, que enlenda be ni do
seu lilis 10. para lomar conla do Irebelho de urna peda
ria; aquello, que te echar nesUi circunstancies,falle na J rario, neo se lll ja do resultado !
carne decarneiro rnuitu goida e em conla na ra lar-
ga du Hoi'iio eiougoe novo n 48.
Precisa e de um caiieim ; na travessa.da Con-
cordia I Iipim de licores n, 19.
Joaquim Antonio Cerneiio subdito portuguez,
ral ir I s para Portugal a tratar de sua saude, llenan-
do encarregado de pagar e receber ludas as dividas de
sua loja ao Sr. Joao Antonio Pinbeiro.
Precise-se de una ama com bom leile, sem tiln-.
na ra larga do Rozario n. 46, pnmeiro andar.
Alnga-se a casa terrea da rita da
r'loirniiii,, n. 11 : (jucn a pretender,
dinja-.se a ra do Trapiche, n. 19 a
fallar com Domingo. Jcvciianiio Concul-
ves J'erteira.
' Quem precisar de um rspsr para raizeiro de en-
genbo, ou oulro qualquer arranjo fra da praca, an-
nuncie.
Hdame Jcnny Granger re tira-se
desta provincia.
OSr. Joo'Rufino Padilha morador na ponte
dos Carvalhos queira, por ohsequio, vir ou rnanda
linalis.iro negocio que fe/. ta meis de um anuo ;
pois o mi sin i Sr. na 1 ignora, qual elle soja : ao coo-
ua larga do Rosario, n. 48.
A prtsoa, que annunciou querer dsr a juros 300
rs. dirjase a rus da Gloria, n. 89.
= Alupo-se as seguinles casas: o librado de un
ander comsolao.quinlale cacimba,na ruado Sebo,n.50.
por 300.000 rs.arinuaes;osdouslerceirosandares"dosso-
bredosns. 4 e6 du Aterro-da-Boa-Viete; o legundo
andar do sobrado da ra do Roiario, n. -JO ; urna casa
terrea com quintal, cacimba, e cominodoi para grande
familia, na ra do Seve, n. 3 ; urna dita na ra da
matriz da Boa-Vista, n. 35, por 10 000 n. mensaes;
e oulra drta oa ra do Sebo, n. 52. por 8,000 rs. men -
saes. Quem ai pretender, dinja-se ao escriptono de
F. A. deOliieira Filbo na ra da Aurora, n. 26
- Uo-ie 300,000 rs. 1 premio de um e meio por
centoaooiei sobre penhores do euro ou preta ou
firmas a contento; quem precisar, annuncie nica-
mente por este Diario.
__ Aluga-se urna casa Ierra para grande familia,
com 5 quarios quintal .cacimba ecoiinha fura oa
ru da Palma, n. 8 ; a tratar na ra eslreila do Ro-
sario o,l.
- Antonio dos Ssntos Ferreirs mudou a sua resi-
dencia, da ra da Palma para a tua largado Bozario,
n. 40, legundo andar.
- AgoitinboFernandeiCeimhode Vasconcellos ,
primeiro piloto pola academia impeneldos guardas me-
rinhas, propoe-le a eminar a nevegacio pratice, es-
plicando 01 rundimentoi tbeoncoi necesiarioi eo deeen-
volvunento de mesma arle, quelles que se quizaren,
subjeitar aos ezamcs.afim de oblar em a competente car-
ta : quem se quizer ulilisar de seu presumo, dinja-se
roa Imperial, o. 39. |
Fabrica de chapeos de sol,
roa do l'asseio-l'iihlico n. 5.
' Joo Loubet tem a honra de participar ao respeila-
vel pul'lr o, que araba do receber de Franca, pelos lti-
mos navios franre/ei, um bollo sorlimento do ultimo
goslo, sendo : chpeos de sol para bomem e senhora ,
de seda lisa lavrada, e (ur la-cores com cabos e cas-
Ifies muito ricos ; sedas Jo lodis as cref e qualida-
des panninhos enlrancados e lisos; ludo para cobrir
chapeos de sol ; chapeos de sol de panoinho de todas
aa cores para bomem com cabos e cesloes ricos :
tambem concerta os meamos tanto de bomem como
dateabort; pois tem ludo quinto he oecessario para
os ditos, e prometle muila brevidade, pera fezer qual-
quer concert ; ludo por prego commodo.
Aitiga-se o segundo an-
dar c solo da casa n. 4t da
ra da Cruz: trata-se no pri-
meiro andar da mesma casa.
A oflicma de encidernacao que o padre Lemo-
e Silva dirige em a rus de S. Francisco aniigemen
le Mundo-Novo n. 66, echase provida de lodo o
necesserio para o bom deseo.penbo do qualquer obra
de ncedernacio por mcis tica que sej<, assim como
lem e sprompta qualquer emblema apropriado s
mesmai obras.
= Na padarie defronte da forca, prerisa-se n'e urna
pesaoa qua leoba frcgueiia de pi : da-sv prelo pala
carregar.
fazscionte por esta folha, para, no caiode baver al-
go m impedimento ser apresenlado no praro de 3
das, lindos us q.uacs le elleituar eila compra.
ALERTA COM ATTENgAO QUE O PR.AZ0
EXPIRA !
1.sfu-. 1 n 1 -i ra.,o, n. 2S.
O ahaiio assignado nao ol.siente fa;er oseo ajuste
a reto lechado com as pess< ss que Ihe empenbio ou-
ro prala, &c. ; todava, previne a todas es pessoss ,
que leem penhores vencidos que hajo de 01 resgatar,
noprazode 8 das; pois que taei objeclos serven.
mais para seus donns do que para o abeiso assigna-
do que ni-11 iiuni.i ulilidade lira mais do que vender
a peso segundo seu valor. Tambem previne a (odas es
pessoas quedevem a casa, sem que lenhio deiado
penhores, quealtendao que tees quanlias nio ga-
nho juros; e que, nSo quereodo ver os seus nomes
por esla folha cumpro com os seus deveres no mee-
111 prazo cima. Na mesma casa vende-se urna parda
de 30 annos.
Con>/anno /ose Ftlippeda Santiago.
= Antonio Martina Pereira, morador oa venda pe-
gada so Sr. Domingos, nos-Quatro-Canlos avisa aos
Srs.-, que treaa penhores eoi s> u poder do lempo, ora
que esteva na venda do Sr. Pui fino no Varad.-uro,
queirSo vir liml-os no pra/o .le 15 das, di data dcile ;
do contrario,serio vendidos para-pagamento de seu em-
bolso.
= Deiappareceo nn dia lo do cnrrenle do sitio
da ra dos Pires, um cavallo caslanho escuro, cauda
curta ; quem delle souber ou o tenba acbado leve
ius Nova n. 33, que ser gratificado.
O NAZARENO N. 32,
esta a venda o resto da primeira edicto, que eiUva re-
servado para as corr- ipondencias particulares da redac-
vao, e brevemente serl anouncisda a da segunda.
Compras.
P Compra-se um sino, que tenba duas arrobas,
pouco maisou menos j usado.; oa ra do Bangel ,
n. 50.
Co-rprio-se2 pretos mocos; ns roa do Colle-
gio n. 19.
Conipra se um cordlode ourode jei. lem feitio,
o que nao ezceda de 20 oilavas ; o a ra da Florentina
n. 34.
Compra-se ama cabra de leile (bicho), que tenba
esbrilospequenos ; quem livor, annuncie.
= ComprJo-e2prelaide meia idade, para urna
encommende ; na ra da Florentioa n. 34.
= Comprao-ieOOOoiiava de prata fina ; na roa
do Queimado loja de mmdezas n. 16.
= Comprio se ai instrucr;oes de cecadores por
Mondin I estaa; quem livor, annuncie.
= Comprio se 6 tunis que sejso j servidos .
mas eos bom estado e que |osloai de Selle de pene ;
Toa ra de Apollo, n. 34. ^
MUTILADO


/
Comprio-te, pira f<' r* da provincia cscravoi de
ambos os setos; sendo de 12 a 20 annos e com boas
figuras, pago-ie bem : na ra Nova, lojade ferragens,
n. 16.
A
Vendas.
= Na botica da ra do Rangcl vendem-te oi| re-
medios segu'nles, do* quieta etperiencia lem coafir-
mado os melhores edeiios : denli ico que (em a pro-
prtadade da limpar os denles cariado!, o restituir- lhe
a ror esmaltada em mullo pouros das ; o uso do di-
to remed" fortifica a genitivas e lira o mi cheiro da
bocea proveniente nio da carie, como do trtaro,
que e une ao pesco?) destes nrgios ; o remedio be
designado pelos nmeros 1.*e 2.": orchala purgativa,
nvii til as enanca* e as pe >s de loda e i|ualquer ida-
de ; h'e composta do aubstancioi vegeteei nio conten
mercurio, nem droga alguma que possa prejudictr :
remedio par. curar caloa em poucos das; dito para
curar dores venreas antigs e que leem resistido ao
tralamentn gnralmente applicadn ; dito para provoeaj
a nenlruac,io e accelerar a accio do tero nos partos
naluraes, em quo nio ae precita da manobras scien-
tilicas da arte ; dito para resolver tumores ly mphstirns,
vilgo glandu'as ; dito para curar bobas e cravos pr-
cos. o mais eficaz que se nnhere al aqui ; dito oxi-
mel de ferro muito til as rhloroies vulgarmente
chamadas frialdades ; pos enli-biliosos de Mannel Lo-
pes; capada; de gelatina enntendo balsamo de cu-
paluha ; ditas de oleo de recinot purificado; ditas de
cuhehas em p fino ; ditas de assalelida ; ditas com pos
purgantes; ditas de ruibarbo da China ; ditas de suI-
phalo de iiuinino de 1 e 2 p,raoa cada captla; alga-
leas, velinbas elastica; pilulatde sal de cabacinbo ;
agoa das Cuidas, ebegada prximamente; remedio! que
curio a frialdad? dentro de 40 dina, mesmn estando in-
chado ; oleo muito bom paia conservar o eabello, que,
alm de nio deixar cahir o cabello limpa a caspa, e
eujo uso continuado fai rcapparecer o cahello porddo ;
pilulat especificas para curar at gonorrheas ebronicat ,
quando a lesio nio passa da ureta; igualmente um ta-
rop anli-homorragiro, applirailo nos caaos, em quo se
deila sangue pela bocea : o preco de lodos estes reme-
dioshe mui ra/oavel e ot bous resultados da tua ap
plicacao beque devem fniersua apnlogia.
Vende-se urna prela de naci Baca de 50 aii-
no9, pouco mais ou menos de bonita figura, muito
diligente boa quintandeira e que co/inha odiariude
urna casa ; na ra do Queimado n. 32, primeiro an-
dar.
PANNO COURO a 1800 rs.
Vendem-se corles para calcas com 3 '/ rovarJoa da
fuenda eppellidadapanno-couro a 1800 rs.: esta
tuperior faienda lorna-se recommendavel pela sua qua-
11.1 mli' o .lur.icio e por t arte de vara de largura, a 280 rs. o covado; algodAo
trancado aiul e meiclado muito encorpado a 240
rs. o covado ; auperioret casimiras elsticas a 1000
rs. o covado ; superiores brins trancados, do puro li -
nho, finse do littr! a 1000 rt. a vara; pecas de
bretanha de rolo a 1600 rt. ; corles de casimira da
lia a 1400 rs. ; cortes de domesticas multo encur-
padat, a I t()l) n. ; peen de b'elanba de linho puro,
fina, com 5 vrate tanto a 2800 e 4000 rs. ; petjst
du casta para bahadot a 5000 rt. ; chitas, a 120. 1 0
e ISO rt o covado ; madapoldel finos a UO0, 4500 ,
4800 5000e6200h ; ditot muilo finot de superior
qualidade a 5000 rs. ; pecas de dulas a 4500, OOO.
5500 e OOO rs. ; corles de cbiU com 10 covadoa a
1600. 1800 e 2000 rs. ; e oulrat muiUt lateadas : na
ra do Collegio .loja o. 1.
Pelle do diabo, a
1^440 rs.
Na toja da esquina da ra do Collegio com frente
para o arco de i. Antonio vendem-se corles para ral
cas da fazenda appellidada pelle do diaho, com 3
covados e meio cada um a quatro patacas e meia :
esta fai< nda be tecida a algodio e lia tua grossura
excede a da Ion > as suas cores e padrOes rivalisiu
com as mais modernas casimiras francczai ; sao bastan-
te escuras r por tito muito prpriit para o uso de pea-
toas embregadas em ai matens, e uutros trficos Jo com-
mercio, e bem assim para montar a cavado: os compra-
doras, que pretenderen! ver nt subrodilos cortes, pode n
mandar pedir at amostras que promptamente se Ibes
daraO. snb o competente penhor.
= Vendem-ae moendas de ferro para engenhos de
tssucar, para vapor agoa e bestat de diversos tama-
uliiis por preco eommodo ; e igualmente taitas de
ferro ciado e batido de todot ot tamanhos : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmont &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
= Vendem -se 30 folhis de papel muito lindo ,
proprio para forrar tala por preco eommodo ; na ra
das Cru/es n 34, na loja.
= Vendein-se 200 barricas vaaias promptas para
socar assucar ; na ra larga do Rozario n. 18.
= Vendem-se 2 bonitos eteravos, de 22 annos,
proprios para lodo o servico e de conduela afmicavel
urna pariia, de 20 annos ; urna preta inora de todo o
servico .- na ra larga do Roxtrio o. 24 primeiro
andar.
Vende-se um lindo escravo de naci Angola, pro-
Dilo para qualquer tervico principalmente para cam-
po ; na ra estreila do Rozario n. 31, primeiro an-
dar.
%mm
v;.
Esta muita superior marca de vinbo champagne ,
muilo conhecida na Europa e nos Estados-Unidos da
America, acaba de ebegar a este mercado a vende-te
na ra da Cruz n 20 casa de Avrial Irmios.
Vende se urna preta.de 18 annos, recolbida .
cota, engomme e coiioba; duas pardal, urna dat qutet
ten 18 asnos, de. bonita figura combos principios
de habilidades para urna mucama ; urna esorava do
33 annot por 300.000 rs., ptima para todo o ser'
vico, o vender na ra ; 3 eteravos, bons para o tra-
badlo de campo : na ra do Cretpo, n. 10, primeiro
andar.
Vendcm-se 90 palmos de terreno ,
j com alicerces para tres propriedades ,
sendo 3o na ra Imperial clin mi ra
Augusta ludo por pceo eommodo ; na
ra da Oadcia de S. Antonio, n. r/j.
Vende-se um relogio de cima de
mesa bom regulador, e por preco eom-
modo : na ra da Cruz', armazem n. 4^-
Vende-se sag de boa qualidade ,
a 200 rs. a libra em porcoes de arrobas
para cima : na ra da Ctuz, armazem
n. 48.
Vende-se um pianoforte, de bell-
simas vozes, dos afamados fabricantes
GollardiSc Collard, em Londres: na ra
da Cruz, n. 4^.
Vende-te urna flauta de bano, guarnecida de
prata com 6 chevet ; urna estante com mola para
graduar a altura, para 2 pessoas-; urna dita para um
pessoa ; uina grande e variada colleccio de msica dos
compositores mais celebres psra urna o duas (lautas ,
e para IIma com acompanhamento de piano: na ra
da ^enzalla-Velha. n. 110, primeiro andar.
Vendern-se 3 prelot o duas petas sendo um
lol pretos vellio, proprio para algum sitio e don-
de meiaidade, e que ganhio na ra; as pretal sio
de 20 e tantos annos, cosem e engommio ; na 1 na da
Cadeia do Recita a tratar com Jos Das da Silva.
Vende-sc, por preciso, um jogo
de bancas modernas, de angico, por
aSsooo ris ; e urna cama de casados,
por lotfooo ris : na roa do Hangel, n. %.
Vemlein-sc travs de 4 a 4^ pal-
mos dn boa qualidade : na ra du
Queimado n. l\.
Ialceroiras,o cova-
do a 320 rs.
Na loja da e para o ar;o de S. Antonio vendcm-10 balcemiras do
Ja psra vestido du enhora A tobredita fazcuda he
manufacturada de lia e estampada com ricos dse
ol os mais moilernos que ot abridores de Londres
xpresenlario nesle anno aos seus fregueiet. Finalmen-
te um Ubynnto escuro e bem disposto tornas ru-
lenda fmenda assu recommendivel para que at se-
nborai I 'o no uto > 1 i V > em ve.tidos na prsenle est-
gao : dioso amostras a queui at pedir para maii ve-
racidade doannuncio.
s= Vendem-so lijlos de mal more pelo eommodo
preco de 200 rs. cada um ; atrs 1I0 theatro armazem
de serrar madeiras do Sr. Joaquim Lopes de Almeida.
Vendem-se 6 escravot sendo; 3 pretas bem
mocas e com habilidades ; um preto do servido de cam-
po ; 2 ditos canceirot, e 1 deltas por 220j rt. : no pa
leo da matriz sobrado n. 4.
Vendem-se 2 pretos de naci, de bonitas figuras ;
na ra da Concordia passando a ponterinlia a direi -
ta segunda casa terrea.
Vende-te urna 1 orcin de cera de carnauba, em
porc*o o a retalho ; lannha do araruta ou matarana;
tag ; tapioca; cevada ; cevadinha de Franca ; paisas ;
amendoas ; nozel ; aieite de coco a 2880 rs. a cana-
da ; dito doce a 3520 rs. ; macaneo ; letria ; bo-
lachinha fina de Lisboa ; chA hyssoo superior a
25G0 i.000 e I6U0 rs. ucbim ; tal de Lisboa a
1600 rt., medida vellia ; presuntos; psios; Imgoicas;
e todos os mais gneros de venda por preco eommo-
do : na ra Nova, venda n 65.
Vendem-se 2 cavellot gordos novse com bons
andares; na ra Ja Alegra, n. 42.
No rniaiein da ra da Senzalla-Vclha n. 144 ,
vende-se nrroi de casca e farinba de tapioca, de tu-
perior qualidade.
= Vendem-se dous pretos, sendo um dellet canoei-
10 e o outro proprio para lodo o servico ambot de
boa conducta : na ra larga do Rozario, n. 39.
= Vende-te urna prela moca, de bonita figura o
tadia cozinha ptimamente lava de sabio e varrel
la e he muito diligente em todo o servico; na ra
da Conceic.80 do Recita n. 53, primeiro andar.
= Veinlem -se dous eicravoi, de 14 a 21 annos, pou-
co 111.HS mi menos ; na ra da Cadeia-Velha n. 30.
= Vende-se a obra de moral pelo hispo Manoel do
Monte ; na ra do Cabuga, loja de miudezas de Jo-
s Brandio da Rocha.
Vende-te um balco para venda com 21 palmot
de comprime nio e 2 e meio de largura guarnecido
do vidiot por cima ludo de amarello eovernirado ;
um escriplorio-, que oceupa 4 pessoas com tuaa
gradea ludo de amarello e com 12 gavetdet no inte-
rior : no Aterro do-Boa-Vista defroule da matriz,
n. 88.
= Vende-se, por necessidade, urna escrava de 26
annos, de bonita figura cozinba o diario de uina ca-
sa lava bem du sabio evarrella na ra das Cruxet,
B.4.
Vendem-se cortes de
casimiras, muilo superiores,
a /OO ris : na ra da Ca-
deia do ttecfc n. o5, loja de
Vicente ardnso Ayres, &C.
=Vendem-se latas com 27 garrafas de aieite doce ,
de Lisboa muito tuperior e em conta ; no arma-
tem de Francitco Din Ferreira ao p da alfandega.
=rVendem-se vario* eteravos de ambot 01 tesos,
de 12 a 20annot.com habilidades ,^ou seui ellas;
na ra Nova n. 21, segundo aodar.
Veode-ie um ptimo earrinho de duai rodat ,
por preco comaiodojDa ra do Ar8go,cocheira,n. 17
Vendse vinagre tinto, a 45.000 rs. a pipa ; di-,
to branco, a 33,000 n. dita : na ra Imperial, o. 7.
CARVAOANIM\L
do maitpuroeda primeira qualidode para a refina-
cio do atsucar. decolorado dot tarops, vinbos, vi-
nagres, ou liquido qualquer desenfeccSo dut agoas-
ardentet. dos etpiritot, die. a 2000 rt. a arroba ; no
litio do Piso .omlinda : queo tomar de 20 arrobas
pira cima o receberi em casa.
No Atcrro-da-Boa-Vista, loja
de fazendas, n. 14 ,
vendem-se pannos pretos de cor fin, a 4* e 5200 rs.;
merino preto de duat larguras, a 1400 rs. j princeza
muito superior, a 1000 rt. ; casimiras dobradat, de
olgodio doquedrose listrss, pelo barititsimo pre-
co de 600 n.; brins de quidros e Mitras de qualquer
cor, que o comprador quitar pelo barato preco de
200, 220, 240, 320 e 400 rs. o covado ; bretanbaa de
rolo com 1"2jarlas, a 1600 rt ; casta lisa larga, a
280 rs. a vara ; e outrat fazendas por mais barato pre-
co do que te teem vendido; eos Srs. comprsdoret,
que nio poderem vir em dita loja podem mandar bui-
car amottras tanto dcitat como de qualquer outra ,
que i romptamente Ibes serio dadat, e juntamente o
-en ultimo preco.
Vende-se, muito boa polassa,
.* americuna em barris pequeos, e
larbem cal de Lisboa de muito
boa qualidade ludo por preco
eommodo : na ra do Vigario, ar-
mazem, n. <).
Casa da F,
na ra estreila do lo/ario, n. 6.
No estabelecimenlo da caa cima acbio-se a venda
ai intereisanles cautelas da lotera de N. S do Livra-
menlo cujas rodas terAd o seu infallivel andamento no
dia 28 do crrente mer, ou antes, se se venderem ot
biltietei. Os precoi dai cautela! sio o do coslume, de-
cimos a 1000 rs. e vigsimo a 500 rt.
- Vende-seCElU EM VELAS do Rio-de-Janei-
ro, tortimento de I a 16 em libra ; na ra da Seo-
zalla-Velba. n. 110.
- Vende-se farinha de trigo
de SSSF, da morca verdadeira,
chamada Hamo, em pequeas e
grandes porgues, vonlade dos
compradores: na ra da Cadeia
do iccife, n. 29, ou no caes da
alfandega, a fallar com Joaquim
da Silva Lopes.
RETKOZ, A HiOOORi.-
Na loja da esquina da ra do Collegio, com frente
para o arco de S. Antonio vende-se relroz do Porto ,
pr-eto. azul ferrete e sortido .alian, a libra ; e pa-
pel branco aparado a 2800 rs. a resma.
icvtjs*--
sala de muito boa qualidade por pre-
co eommodo : nesla typograpbia.
Vende-te um elegante carro de dual roda, n,
ua do Queimado loja de chapeos, n 38.
Phosphoros, a 10 ris a ca.
, Alllli'1 ,
vendem-se na loja da rut larga do Rozario defron-
le da travessa" dai Cruies n. 20. Estes phoiphoro,
sio infalliseis eemporcio vender-se-bSo por pr,
ainda mais barato, do que o a cima dito.
Vendem i* negnnbis mocas, muito lindas, a .
eolhidas cen variat habilidades ; 5 eicnvoi, 0nii-
moa para todo o servico ; dout molequat, ,\t bonitas
figuras ; duas pretas : na ra Direita n. 3.
=*- Vende-se eerveja bienes e preta de Londres
Barclay & Companbia a melhor que ha em porcio'
ou a retalho : vinhos d* Tenerife Miden, edeorj-
Int qualidades ; ago'ardenle de Franca engirnl,,)."
e de superior qualidade : na roa do Traoicbe n. 40
40, ra do Trapiche, relogiotila ouro, d
patente inRlez, muito booi ; correntinhit de ouro
padrio Principe Alberto; e um cbronomelro para
navio, mui bem relugado: ludo 10 venta 1 pre.Q|
eommodos.
Na ra do Aterro da-Boa-VisU
n. 6 primeiro andar vende-se umes^
pelbo grande, de parede duas marque-
sas urna duzia de cadeiras com assenlo
de p.-ilbinlia duas mesas grandes, ludo
por preco muito em conta.
Na ra do Crespo n. la, ty
nova, de Joaquim Jos da Silva f?l*ia *
vende-te um novo sortimento de vstidot para tenbori
da rica fateoda chamada indiaona ; a qual alm di
ser de cores escurai tintas fitas e ricos goslos tea
um tecido que finge ser de tedi e o seu diminuto
preco be de 3000 n. cada corte : bem como timliem
da fatenda victoria a 4000 rs, cada corle ; 01 quin
ollerecem as niesmas vantagens aot compradores, pW
seren escuros e por isso te tornlo rerounm nd-ixii
para a presente eiticlo: igualmente um rico lordrorn-
to de casimiras para calcM ; chitas para veitidot; e ou-
trat muitil laiendis que serlo presentes, e te ven-
deraa prj precot commodot.
Escravos Futidos.
Vende-se, na ra da Crtz, n.
60, e na ra da Cadeia, armazem
de Fermindo Jos Braguez cera
em velas, ebegada ltimamente do
Rio de Janeiio, d'uma das me-
Ibores fabricas, e be ptimo sorti-
mento, por ser de meia libra at
t6 em libra, e em caixas peque- l
as, e por preco mais barato do jg
H que em outia qualquer parte.
= Vende-se tola, couros de cabra, ditos ja turra-
dos cera de carnauba babuszinhot de tartaruga ,
proprios para senlioras guardarem ouro : na ra da
Crui no Recita, n. 24.
tai Vende-se superior vinbo branco da Madeira, em
guarilas d 3 a i em pipa; superior champagne,
em gigos de 12 garrafas, ebegado recenlemente de
ti iic 1 ; ludo por preco eommodo : na ra do Viga-
rio n. 4 armazem de Rolbe & Bidoulae.
=1 Vende-se um moleque de naci de bonita fi-
gura oflicial de alfaiate sein vicios nem achaques ;
na ra da Concordia, paitando a ponteiinba a direi-
ta, segunda cata.
Vende-ae um habito de terceiro do Carmo ; ua
rus do Cotovello n. 121.
=. Vende-se irrot branco pilado, por prego eom-
modo; as Cinco-Ponas, n. 32.
= Na tua da Cruz n. 26, venda de Luii Jos de
f> Araujo, vende-te 1 mulatinbe, de 10 annos; 2 reio-
gioi do ouro, irado um patente ingle* outro luisso ;
1 oculo prompto de novo; sola ; couros miudos; bezer-
ros; urna porcao de tpalos, proprios para tropa ; ce-
ra de carnauba.
Vende-te um preto da Costa moco, de boa fi-
gura tem vicio algum ; no largo do Carmo venda
n. 1.
Vende-te um fivela de coi, de ouro de lei ; nm
cordio ; um collar; um rozario; urna crut; um par
de botes ; dous anneis; quatro parea de argolat; duas
ligas ; ludo seili feitio ; 00 largo do Carino venda
n. 1.
. Coolinuao-ie 1 vender chapeos finos de eaator ;
na ra do Alandega-Velha, n. 6, casa de JoaoStewart.
= Vende-se ereitc de cirrapato puro, por medidas
pequeas a cinco patacas a esnada ; na ra do Cal-
ueiro n. 9, junio a padaria.
Veode-ae um escravo de 18 annos com boni-
ta figura ; na na Nova, n. 16.
Vende-se papel para forrar urna pekn
ContinuSo a eitir fgidos, desde 21 de abril, de
bordo do brigje Mentor, os 2 escravos msrinheiros:
Josa, de naci Gahio, representado annos, eitalurtbii.
as, e barbado; e Manoel, de naci Congo, representado
e tanlot annot, bailo tem barba : aquello fui escra-
vo da cata do coronel Rento Jos da Costa e tai seduc-
tor do segundo e conbecedor deila provincia : sonde
te achar he provavel se inculque pnr forro. Kecum-
menda-se a todal 11 autoridades ai suas capturas, bem
como aoi espilles de campo eofferece-ie de grtlifi-
eaclo 150,000 ra. a quem ni trouter reconhecndo-ie
terem 01 proprioi; 01 quaes so pagio na ra da Cadeia,
n. 43, em casa de Amorim Irmios.
Desappareceo, 00 dia 12 do correnta, pelas 6
horas da tarde, da casa confronte ao palacio de S. Ete,
Revereodissima urna prela, de nome Mara de 17
18 annos, ettatura regular, cheia do corpo, rosto
redondo beipot e nariz pequeos, olhot regulares;
levou dout vestidos, sendo um de metim azul, e o ou-
tro de chita routa com palmas encarnada! : e como
a dita preta nio lenha conbecimenlot por ter reco-
lbida e nunca ler tbido t a ra, rnga-se a qual-
quer pessoa que por acaso a tenha refugiado, por ig-
norar quem seja seu senbor queira annunciar, ol
avisar na dita casa ou na ra da Crut n. 28 que
qualquer despeza que tenba feito, se satisfar. Igual-
mente s previne a qualquer capitio de campo qui
a pegar que sera recompensado.
Ausentou-se, no dia 6 do correnle,
o preto Arwstacio, crioulo, de altura
regular, bastante refrcado em todo cor-
po, cor fula de physionomia bstanle
carregada, representa ter a5 annos "del
idade costuma andar de chapeo de
couro ; elle be bem conhecido por andar
ganbando na ra : quem o pegar leve-o
ra da Moeda, a seus senhores Sil"*
Grillo, que ser generosamente recom-
pensado.
Desappareceo, no dia 7 do corren-
te, do sitio do fallecido Peixoto na es-
trada dos Afflictos, um moleque de no-
me Joaquim de naco Angola repre-
senta ter 16 annos corpo regular, ros-
to comprido cor preta ; levou calcas
camisa de brim branco, com listras azues,
mtudas, chapeo de palla a : roga-se a to-
das as autoridades policiaes capiW
de campo que o pegnem e leven a 1
da bSraij n. lo, que erSo recompet81'
dos. .
Fugio, nsdia7 doeorrente urna eicn"
naci de nome Mara; representa ter 24 s 25
eTtalura baila corpo e taicei regulares cor u ^
levou faja a ve.tido de cbita fina do ai.enlo clsr^ .
um forro no petcocu por ter fgido nter'""" e, aempra queoge, he agarrada na estrada da Cus- ^
te at Apipucot : rogi-ie a todas ai autoridades f
cites a sus captura, e aoi capitioa decampo queiiPP ^
bendo, e levem a ra do Hospicio na quinta
norte do quartel, que te gratificar.
[. J NA TV*. DE I* t> W rABl* W
MUTILADO


CORRESPONDENCIA.
$r* Heduetoren.lmo Manoel Josa da Silva Bra-
ga eonio administrador, desde Agosto de 1841. doa
di he* ros quo (calilo por faHeeimenlodo boticario
Nat fizo Jos dos Santos, recolhido ao deposito ({eral
.-, j7 ,je tevereiro de 15. a qiiantia de 3 3S3j7ai
em dinheiro pa|*l, o l7-.1S0*oO0 em lettras :i vencer,
ola maior parte, cmwrfe 18*5, Maiode 1846 s e>
dealguwas das quaes recusot elle garantir as fir-
mas tundo-me viudo casualmente as rodos o*
autos de inventario, onde se achilo as cotilas do re-
ceila e despez*. cargo do dito Braga, das quaes
resulta o alcance em que este $ acha par com a
hcrdeira, filha do finado flarpizp : pede-se, por
amor da juslica, aosSrs. \\\\., o favor de inserir no
seu noticioso Diario, paira eenhecimento do puhlU
co 0 particularmente d'aquelles, que eostnm!lr>
e'ixat-so Iludir cun os exteriores da hypncrUia, o
seguinti1 exti arto das mesinas contas, con) referen-
cia as fulhas dos autos, onde seenconlrin as verbas
demerita e despeza, que vito mencionadas. O pu-
blico vera con evidencia, que Braga se achav ai-
caneado at Abril de 1844 ja abatiiie- a despera
em 9.013/801 em inneda papol, e em 8-.894/7Q0 em
metal ouro prata; pelovalwr antigo, que arreca-
dou en II de Agosto de 1811, sem contar os rendi-
menlosdeste metal, por maisde quatro annos que,
segundo a declaradlo do dito Braga, inserta nos au-
tos, eslava vencendu o premio de um por rentoso
mez, cuino consta da certiddo, que Vv. Mm. publica-
rlo igualmente. Assim temos, que, reduzido o me-
tal a papel cm o respectivo premio, e sommado
nesta especie todo o arrecado por Braga, monta ,
note-se ben, sernos reudimenlos do metal, at
Abril de 1844 em quantia maior de 27 contos, que o
referido Braga uniendo pagar sobejnmente rom a
quantia de 5:353/273 em dinheiro papel efTectivo, n
17:160/800 em lettras, que foi reculber ao deposito
geral em 17 de Fevereiro de 1845 !!.. sendo n maior
parte destas para cobrar anda em Junho e Outubro de
1815 e 46, e das quaes a ultima de 3:720/000, aceita
porJ. C. C, vencida em 14 de Maiodesleannn, an-
da no lu paga, como consta da declarar.no do de-
positario gerl Almeida !!.. (I) Em resultado pois
temos, quefeita a conlaaos rendimenlos dodinhei-
ro, como a justicae asprovas mando que se faca,
e reundos estes aos 27 contos, vem o tal Sr. Braga
alezaraberdeirana pequea quantia, que dista do
Valor por elle depositado ao do seu verdadeiro alean
ce isto be, em cerca do urna duzia do contos de
r's. E que tal!.... No extracto da conta que ge
segu falta nicamente levar-se em conta a vintena,
eujo direito se nflo contesta. Pela publicaco de tudo
Ibes ficar agradecido.
O imimgo dos velnacot.
Bu u conta.
Hj'ceita e>pdihtrw.)Hipl,
a salier :
Dinheiro em papel, qua reet-
bcoei 17 do Agosto de 1841,
como consta do seu recnbo
dc-ia data, e do iiivculark
f- 10 v............
Importe das divida* que arre-
c.idou conforme a sus ooula
ao r. m...........
Despeza. em papel, a aahtr
Dinheiro gasto em funeral,
sufTragios logados e reai
despeza, constantes de su
conla do f. 73.......
Importe de cotilas que pagou,
documentos de f I05at 115.
Dinheiro do legado deizado a
Anua Joaquina das Neves,
qneenlregou.comodof, 189.
Importe que mais coubo om di-
nheiro a mesma f. 19 v. .
Importe do exeesso que deoa
mesma que se llie leva em
conta f. 198 v........
Sello da terca, e legados, qus
pagou em l3deMaiodel844
menos a quantia do 1601041,
quo Ihe carregrflo no the-
souro de juro por nlo ter en-
trado com o dinheiro em de-
vido tempo f. 125......
Dinheiro para decima da casa,
segundo a sua conta de f.200.
protesto de duas lettras, dem
f. 800.............
:00WW
:5M/WO
(I) O interessado niio recusou receber em pagamento
por conta nein o dinheiro. nem as lettras; exigi s-
ineitf que dua delas fossein garantidas por Braga;
norem ene nao s desaltendeo esta justa exigencia, io-
nio pretenda que o interesado e lesse por pago com
Ul quantia e lettras, passaudo-llie logo quilafo. Disto
sr apresennr documento, que agora nao ha teuip >
para extrahir dos autos. Que fej ento o despeitoso
fraga.' foi levar a papellada. ao deposito, dando com
mI lugar ao dispendio de porcenlagem, e quereudoque
Mregue asure < iiiteressado.... Iioui vtlbo....
1:744/45
304/34*
1:000/00
206/67
322/1
1:472/775
128/270
4/160 6:582/999
13/801
Reccita em lettraa s pre-
mio, a saber:
bu is lettras sobre Joflo Maris
Seve (vid. autos a f 10 4:060/000
L'mi lita sobre Antonio Perei-
ra da Cunda, 1.10......i:OOOOOO
Jiros vencidos at Abril de
1844, segundo a declaradlo
do dito Braga, e do accei-
tante, f. 200S227......994000O
----------9:000/000
Soinma em papel, que deve.
Receita de prata e ouro pelo valor
antigo a saber:
Importe de 7,780 pataees, que re-
cebeo em 17 le Agosto de 1841, como
de seu recibo e inventario f. 10, a 960.
760 Moedas de 640 f. 10, a 640. .
33 Pecas de ouro a 7500......
173 Moedas do 4/000.........
9:0I3'801
7:468*800
486 400
aW'joo
692 000
Pelo valor antigo R. 8:894/700
/


Addirione-M agora o rendlmentoa desta mt.i
m 4 r wwmestos.
n. I. tertitiro que revendo os autos de nolifir.
& conjminitori., de que fu mfn ."So 2"
2
trege; ^orjie Undo-te opmito ar*rj
22 2?*- *""* &0;%tr es
W ?" autoridatle comt,tUnU dotr-
itregnr o, A,, Ha, we,mt,sTf n T" ?*8"*w
verda,le,etc. .<,. ,5 de Fevcre ro de 184? ""0 h
nado, mW j0* a uila imr e 8*5. (Aisg_
de 844fora porManoel JoXda ilv. Rr0^re,r
filada a quantia de 5.333/27I r" em mnl^f de'lu-
!, o 17:160 000 rs, effl lellrl. ^w" dee''u-
'" '*-'......J ,,", aM0 prsenle
Ulli ri: ele. lAssignadii) Franriiro m
N 3. A lellra de 3 70(lZr ? ""'/a-
l'licanle. tendo-se'R T^* >ip-
passado, evencendo ojuro de^ &5LE**"
flo lem sido paSa at h.je pelos | Julanli .0,,1"".
He o quanto me cnmpre iiiformaV 1 r d *.""-
hu de iim. mA*Z& SSSBSg?
.=..-.,;ia dU7u,, oc:^xi"ofu:s,,,'i;lnvrin-
*e por bein tum UfO ? "De *e te* 'f'pu de
'"U"nbl,C n" TTPograpbi. del!. F. de Faria. -184.


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